• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXV_Nº795_23_08_1986

  • Voltar

Metadados

Documento

Modo Leitura — Transcrição em Texto Limpo (Markdown)
·TRIBUNA DA
l
,.
EDNTOR CHEFE: IVALDO PEREIRA
ANO; XV N9: 795 BELA VISTA-MS DE 23 A 30 DE ACOSTO DE 1.·66 r:." 'O !'·';°
NIZ4RETH, PROPOSTA DE TRABILHO
• - E MUITA COMPETENCIA-··.
Portanto,scm des­
merecer os derrais
candidatos,foi um -
dos mais lúcidos do
cumentos de traba--­
lho de um candidato
à Assembléia Estadu
al.
Nazareth é candi­
dato pelo PFL,mas -
·em momento alaum te
ce críticas aos ad­
versários,mantem a­
mesma postura oqui­
librada e coerente.
Fala o que sabe e -
se propõe a reali-:
zar,como Deputado,­
um trabalho visando
acilizar o setor
produtivo de nossa­
região,nas áreas da
pecuária,agricultu­
&....:L..:.... r.. --- - ra e pequenas e !"Ó ...
LUIZ CARLOS K/ZMlliTli dias industr.i!as.Ler
a carta aos Sul-ra­
togrossenses é veri
ficar que temos can
didatos excelentes,
com bons propósitos
exemplo do Luiz Car
'réhaiã
. f;:.J "1 . 1 • '
• ~~- •• .• •'j
,{
1
corresponderam a e no aomunro até as
612 atendimentos e- cinco da tarde.
o Fasul doou os óc11 E já comunicam·
los que ao todo so- ãs pessoas que fica··
maram 138 unidades. ram de receber seus
O • número de - óculos, que terão de
pessoas que procura aguardar no máximo -
ramas dependências 15 dias, tempo sufi
:do Paço MUnicipal,- ciente para apron
onde estava instala tar todos os ócÜ
do o consultório dÕ- los que estão sen
oculista, surpreen- do feitos .. em ou­
deu os funcionários tras localidades.
sendo necessário a­
tender no sábado a­
té as 19:30 horas-



@PIMIo
o
dente
Banco
Luiz
-
ex-superinten
Regional dÕ
do Brasil,­
Carlos Naza-
reth, está distri­
buindo em todo o­
Estado uma carta -
aos sul matocros -
sense,; onde
poe algurrau
suas idéias.
..;::. ceve nos dias
16 e 17 em Bela Vis
ta à pedido da Pre­
feitura Municipal e
do Fasul,o Dr.Moa -
cir E. Arruda Médico
Oftalmologista da -
cidade de Dourados,
que realizou consul
tas bem como examos
de vista.em pessóas
carentes.
Nossa Pre fei tu­
ra custeou os honorã
_rios médicos que cor--
e Y.
de
*
*
MOKft, O CANDIDATO DA TERRA
/
MOKA
Um dos mais des­
tacados vereadores -
da Câmara MUnicipal­
de Campo Grande,Val-
demir Moka,do PMDB,
está obtendo apre­
ferência do eleito­
rado belavistense,­
sobretudo dos jo
vens. ,
0n tem, falando­
por telefone com a­
nossa Redação, Moka
afirmou que "êm Be­
la Vista sei que o­
povo quer Marcelo -
Miranda . no Governo
e mais ainda,quer -
eleger pessoas com ,
prometidas com as=
reformas tão neces •
sáriàs ao fortaleci
mento do regime de=
mocrático".
Para Moka·,
11
.a
juventude quer go- •
vernador ,com men­
talidade _berta ,­
por isto votarão­
em Marcelo Miran­
da; já o candida­
to da oposição é
conservador e esse
é o •. pensamento
Li no jornal
'Correio JardinensC'
11
esta senana,alCTUman
1cusações levianas -
o Vereador Marcelo­
alvano ao Prefeito,
hamando-o de dita - r
or,alcaide,enresso­
a revolução de 64 ,
2tc..· Tudo isso oor­
ue foram de vol­
idos alcuns perten­
es do Vice Prefeito
(e não jogados ou
espejados em um ca-
inhão) .
Não. quero julcar
Vice-Prefeito Vete
Garcia pela sua saí­
a,mas achei encraca
o ver o vereador
Marcelo Calvano fa ·-
lando em dianidade,-.
respeito e tudo mais
loco ele que foi ex­
pulso da executiva -
do PMDB por não r.ere
cera confianca dos­
companheiros.Para·­
que Marcelo Calvano­
fale de alguém,deve­
ria,no mínimo,reunir
qualidades e virtu
des suficientes para
tal,e eu não acredi
'to que ele as tenha­
para acusações desse
·• gênero. Além do mais­
a missão do vereado,
é misturar-se ao po­
vo de,maneira mais -
edificante,quando o­
que se vê é alguns­
elementos usarem . -­
a tribuna para fazer
fofocas por falta de
argumentos e preparo
-iíolítico.
Vejo o lvano co-
GI0VAíll CESAR SILVA
algum politicamente -
falido, que busca uma -
forra de subir usando -
como impulso o presti­
gio e a ropularidade do
Prefeito, orque ele
não tem condicoes de -
emergir cor suas pró?ri
as forças, sainrco de cá
rona do desastroso espa
ço que ocupa na politi=
ca belavistense.
Os comentários de­
Marcclo não fugiram do­
seu ostilo,serpre raldo
sc,rogante e dono da­
ver'ade.Fico triste ror
ele,que se elegeu c0 -
uma votacão tão xprces-
si2.50çar sua poria
ca :ir pela jarela,co
me tendo uma verdadeiro -
suicidio politico dessa.
forma vergonhosa.
Presénciei a sai'a­
do!: r:Õvci s de Vete 6ar­
cia afiro,por eter -
visto com meus próprios
olhos.que a sua filha -
não estava e prantos­
estava nora? porque jã
sabia que acóeles per -
tences iriar. ser devol­
vidos para dar espaço à
outro setor, ta .. Lo que a
ora ain'a e funcioná -
ria da Prefeitura.Todos
saber qu2 Abraão Zacari
as tem um vasto circulo
de amizadr que transcen
de às siias part'aãri­
as e seria incapaz e -
UI" gesto :iCS'i:!S.
Disse o •:arcelo
que o PMB sorã cnbrado
nas urnas,çu3 sera co­
brado é ele,caso tenha­
corager de cnfrentã-las
- GI'.JVJ'.NI CESAP. SIL­
VA -
wirttt t#trtittttt
o
dos jovens".
Cone l ui ndo; Mo­
ka disse que Mar­
celo MIranda "por­
ter uma rnentalida
de mais aberta e=
progressista tem a­
simpatia dos jo -
vens". .
. • NOs . próximos
dias Moka estará .­
em nossa cidade, -
quando será entre
vistado por nossa­
reportagem, falará
de suas idéias,de
sua proposta de -
trabalho.
"_ÀOS __ NOSSOS_LEI­
TORES_"
Qualquer irre­
gularidade na en­
trega deste jor -
nal comunicar pé­
lo fone:439-1410
onfore informa­
çao de cóordenadores da
Campanha Nacional de Va
ci nação contra Para li = ·
sia Infantil os Postos­
de Saude da cidade e se
us funcionãrios ainda~
estão mobilizados,no -
sentido de prosseguir -
com a vacinação das e
ventuais crianças que
não conseguiram.serem
atendidas no dia 16 ul­
timo.
Segundo o Dr.Car -
los 'unes médico:chefe­
do Posto de Saúde e -
Coordenador Geral da -
campanha,foram imuniza­
das 2.720 crianças cor---------·~-­
respondendo a 94 do to
tal a ser atingido.
Nossos parabêns'ao­
Dr.Carlos Nunes que a­
travês de sua inces
sanfe supervisão, cor
seguiu juntamente com­
toda a sua equipe -
realizar excelente tra
ba lho, demonstrando ::
------------
ser.so r.rofissional,inte
resse e grande carinho­
para. com o povo bela -
vis tens e.
"_NIIO_PERCAM"
-DIA 06 DE SETEM-
RO ANDERLEY CAR-
DOSO NO CLUBE BE­
LAVISTENSE
sões
-
de -Bela
horas.
do
estimulo
. conhecer
A
CONVITE
Assessoria
Vista
Legislativo,
A presença
aos
o
de
convida
trabalho
todas
do
senhores
de
o
Imprensa
povo
as
público
seus
da
para
Câmara
ssistirem
quartc:s
no· ple'nário
vereadores. E o
feiras, às 19:30
povo
representantes.
-
MUnicipal
as ses
é motivo dé·
saberá re-
1

ÇÃO
CASA DA
CRI1NÇA
'------P---1:_. _G_,I -~-A __ o_4 1
1
BENEFICENTE
CRIANÇA, DO
E CULTURAL
SONHO
Cl>..SA
A
DA
REALIDADE

• CASA OI CRIANÇA, DO SONHO A REALIDADE
FUNDAÇÃO BENEFICENTE E CULTURAL CASA DA CRIAN(A
!
' •· ·1 J d; t n ;, cuno ;i -
chr,m:1 (l(, l)!h7 V<· l !l ·11.im
qu:.ir t.o ,,ew'O, l, n t.Nrv n
IR. v ;iJ 11 um innro, a­
br J ndo o c,,mi rho na -
curl ((o, ,l é qU
1
• 1 lumi­
na lodo o 1 -ctnto.
O::i grnndc;; ou O!l
pequenos projetos
crm pr1mc1 r,.lln<'nlc no
nnn
crunpo do pcm::,-imcnlo,
Hlll!:i n::Ío hrt pcqucmon
-
ou ronde pro,jeot­
r-.c,b o pl'h= ,J,, n-
'·rkr os
:itados,
li gota da chuva -
transforma-e nus ri
cho; o ri ,,cho nun =
rlo e o rio cor!'(' p/
o m._-i.r.k;sim é n vi.
da, nesta e na C" ,t.ri"J
dimensão.Tudo é questiin
do ober interpretr
r,~ Jpi:; d:, r: 'vr ,,
, li « tare,
É preiso plantar
pJ;mtc: u....-, p<."1J' rn -
rrntárha o vera: -
wr·gl r a ,ifvor-c fro}2
<lor;n do ,»no nh::Í.
f.: pf"'c;i,o pl::ir,t.nr.
/1 C/511 DA cru N!­
ÇA não é um projc to
novo, foi nniadurecci::
do no decorrer ela -
lnc!a d .. t
'TRIBUTA DA FHOITEI­
h/, '1 J" : p. p<H,
CO'l '1 ajJr!, tl'l
Pr~ f,-l wr-,.; l-iun1c:ir,:tl,
Cmvara
d l<:illo
sários
jornal
l1dad-e
Não
l1l.lnidpal .Sin­
Rural, er re­
e amigos do
a torar rn
este /XY.))10.
quc('('.:mo:;
c,r ..
l.
i - - M E t1· C A D O .. S i 0- J O S É-
,.« ONDE CUMPRIR SE TORNOU UM HABITO »

I,; [ ISTO l'ESl"O, A 1,s;,IJJ(J'íO llA
ARTE DE 6EI! SEPVIR, . A SERIED.ADE ,
O PADPÃO. DE ATENDil'.ENTO, FIW'AI! -
DO MERCADO SÃO JOS[ UI~ HJ8 ITO -
CULTIVADO POP TOrAS AS PESSOAS -
QUE APRECifJ( O l'ELHOR.
* Gtrirnos Al rnrnrr e !OS EM GERAL­
ARAME OVALADO. BELGA,MINEIRO ,ROUPAS,
FRUTAS, VE~DURAS ,LOUÇAS ,:ALUMHIIOS .BE-
1,lDAS,MJLHARES DE PRODUTOS DA t-lELHOP
is#
Enc;.;.hcçn o movi--r.n
.o o Jom-'11 rmrnrlð
DA FRONTEIRA, através
de CRU<; direi -
Ivaldo Pcrei ra e. lwia
• Estela Velaquez Peret
ra, con o apoio do.s
~ntidades oclma.
Graças a dooções -
AVENIDA D!Jl)UE DE CAXIAS - FONE
.. .:..._ ,!
'251 - 171~
r-....
QUALIO!IC'E L OS l'.[LHOPES PRECOS
- MEPCADO ._s~o __ JOS[_
J A R D I 1! M S
1 -
1
'
TU

-=------

• l"
.-r -'.!'.!JFI _ OFICI ~:l _ MEC1>"'IC 1'-
- -------
DE OSCAR CORP-ALES }11'.RH,
..," O POPULAR ENCENHEIPO"
* MECÃ~!ICA D! GERAL- SOLDA-
Dl'RA OXICf!'lIO E ELtTRICJl -"'
' -ATENDI'.'ENTO PERFEITO E C",ARnl­
TIJ ABSOLi."i'A _.
rr minguem, multo -
,·t :,U J V,1r f,l'(,l!< • •
a fJ" /">
des, p j4mos
ou ntida-
1 f.JO'J<'O de cmpr t
: .. ~O- {" u .... l 1nl .. 1n, lV,-'
r po I Í: ica dos 0s
n' s da comunida
de oro crv!dado
p.i.:-• irlp:l.I' r:J, Jnicla­
Llv.1.
cJ i l
tores, fá cru ul
x s com er o tr-
nno.
d.t
·:ilr,d:, ;>('x .. o,
d· 11 i; ou
remos a construção­
dos muros
· 0 ... :,l ,t.uir) C' ;t;i
:,1•n·lo lnt>0r:1do " -
lo :o CJP ,, J [­
bl 1crt· Jo no f)lnrlo
Oficial o faremos
·v·ibr>:11 n ,.,111 'l'r1·
bl;nD.,
m.. in1c1n
ADVOGADO
!l1 DOUT0:1 r,r:rn;: !1~ F, DO i:fSC j :·Ei'.T~
... ADVOGADO- C(C; 005,!474,3iÚ-CO
OAB/f;s - 2809 ..: CAUSAS C I v:: IS, CR Ir i 1-
' AIS, QUESTÃO DE TER~AS., DIREHO DE FA[,1-
4 E TRABALHISTA - "~SCRITORIO: AV,
l , v B~.'1J;co 193: RES IDC!C IA: AV. R 10 B~A::co
,::7- Fot-:E: 3~~-- ('EP: 79280- P.r.LJRT!i::;o;::~
1 l-1
/
roo s».r,
·<
"T2NOS
TES "
ADVOGADAS
-
1!J:l - viu;A DA "'srLVA ::: VERA &bu-
1IRO T1.OCO -
••• CAISAS ÇIE.S E CRii:Ii!AIS, TRABA-
E'!STA. DIGITO D; EMÍLIA. TERRAS. 1'V
•. , .P.-IOS ~º RUA CUI P.BÃ ' S/i"- FO;!E: (OFi.7 : .
439-1290 li BELA VISTA - MS li
SER1TIÇOS DE LAVA
A JATO SO PARA OS . CLIEN -
' VISITE-NOS -
':ENTRO - BELA VISTA - MS
. .
.....
....
,,
ESCRITO RIO
CHA _
i:HHH>
D, C..A, A7M1
. .. •'-""'-'
CAUSAS. CIVEIS e.
ilARJQ
224 FONE!
439 - 1382 - ( PROXIMO À
11
BELA, VISTA
'· .
CRI -
,_ ·:rNAIS-
RUA DEPUTADO
BOSCH'
RO=
MS "
VIAJE PELAS MAÕS DE
PER1tNC IA """"
QU:í; • TEí'i
'RUA 13 DE AIO 2310
t •. : .
TELEFOilE' ' : • ( ao~?-) 382 7 - - 435~: 382-7S97
....... .. ~
E1BATUR 00145 f') 42 7 - ..

-Educação Especial-
. 'H lAI lA. Ili F /.CI f,t; TO -
NAL, DE. 21 A 8 de ngos-
o , < m c:~r, ·: .ornr;Ão ;, -
dnta, is /1 ~ r!I' 1 il flr t") O
nnl ti,· l.<.Jucr,çu<J rJ,· l;,•lll
VJ:,t.o, V·ntrt r,tr avés -­
dente tex.o ensitllt -
zar caunida!e, dian­
te do no abertura de -
C!nf'S<' Fr,peclnl Lm llr>ltt
Vlt➔t , poin a <:L!,ntc-ln
0t as rossas vistas;-­
con'l !d1 • r..:lior; rnu 1 to im­
po rt on t 1: o interesse de
cmlu um, un unir ;J.!J for
ças, pois sêmen' assim
atinglremou norso obje­
tivo que é: lruzvr es­
tll!J crianças para us -
ualru; do oulos.
Nosso futuro está -
nas rnão s e nos passos­
do nossos crianç11S que,
ainda não foram vistas
nem ouvidas,
Temos certeza, um -
dia encontraremos estes
líderes, em todos os ca
m1nhos e que eles, po~
sam ser superdotados, -
bem dotados, tal0n•:m·.os
ou criativos e pr1cc.!_
palmente, pessoas ajus­
tadas, felizes, ouvidas
respeitadas e livres ...
Em estudos progressivos
e a partir de afinnação
de validade deste traba
lho, sentido por pais.­
professores, diretores,
supervisores • ernt'im to­
da comunidade escolar,
foi pliado este aten
dimento. -
Hoje nma ar»I!'.:
que aturde tod a -
e li I nv· J ~• rb f.<Jur;v, -·,,
trbalhamo br!camwn
• na corcíer J z-,ç:Ío
cio Jn•llvÍtluo cr,,,n l" .:­
sona através de tivida
des motoras e de vvn
eia corpor,:u ,l'ropai,o•,
si uaçes em que a -
crlnnça vlv nc'ic: dC' -
forrn:1 con~:cicnt8 o úl.o
rnotor, sempre cxplor3n
dou vcrbnliznçiío, bu~
cnndo p()rguntas e rcs­
po•;tc.~ que a levam a
se rcconhc:cer' coamo pes
soa, oeus limlteG, seus
espaços prÓprios e pró
ximo:; para se chegar -
aos limltes do melo em
que vive com os objetos
e outras pessoas.
Nosso objetivo é a -
criança se conhecer,
conhecer suas possibi­
lidades, seus limites
e suas capacidades, de
agir e interagir no -
meio ambiente e assim
desenvolver sua aten­
ção. Enfim da!'-lhes -
condições de parar, -
sentar nuna cadeira es
colar, olhar o profes­
sor, saber ouvir sua -
mensagem, olhar o tex­
to e ler, dissociar -
sua mão do ,resto do
corpo para escrever, -
vencendo assim suas di
ficuldades muitas ve,
zes devido à carênci­
as culturais, à falta
y
do, em que a violinci
JORGE BÉJKMIN CURY
Advogado ributarista -
Olhí.'.'.:-114 l, .. ,· .. í
quer i.trancias r' nl
r:t;,:;ri • ór j 'J
ru,1 D./V:pllnn -:r, ... , ]1-1-•,,. rr.,~
oninto 73/4
Fone::±624- 3964 - 624-107
_.. r, ,
t t l
, .. ·.
a }
ai -
1 11 _.
sidência
! vrtro 39%
1:>,, t. !.O
!' w : 6. l-7'..i4
illfil@b.. TRIBUtlA OI FRONTEIRA
runclado cr 20 nc revereiro de 1972
Pecistro no Cartório de Títulos e Docu-.
!"0n tos n ç, .15
a , fruto de insurar.
ç , frulo pera.do por - ,·~----------------
e::;tcs fenÔmLno:;, inva-
r ..,..
11
dem todos os espaços.[
Vivemo:, nu"l.'l (poc~•
em que se precisa de -
líderes positivo3, cr!
ativos, que: tragam ccr.1
suas vidas novos valo­
res para o nosso Pa.ís.
"Toda a verdude '
há de ser verdadt: as- .
sumida" (BLEGER)
Professora Francisca'
Peixoto de Lima
1
Supervisora Regional
- l
de Educaçao Especial ,
Agência Regional de
Educação de Bela
Vista.
.. , .
102r1o
roo da terra
DIRETOR: REDATOR CJlF.FF.:Ivalc:.o Pe­
rira.
_. REDACO E ADMINISTRAÇP.O:;: U'l da Po-
"Jth'1lica n<:> 2!ill- Fone: t!39-1410- Br:LJ - !
'7Sz-- Sede D?oria

-SI:UPA ANUAL, - (TRIBUNA C2 150)
-o~mrs 1/UNrcIPrns - ( czc 2so,on 1
Fili.:ido a /1.D,,.ORI e ABRA,JORI
-JOR:1ll'LISTl RES:OCW,li'!EL: Ivaldo Pereir:-
Um jornal do Gruno Rede Belavisten
se de Jornais Lt2a-CGC.MF.15.513.203/001
Inscrição Estadual- ?ij.219.003-1-Editor?.
dos Jornais Tribnna••~a rronteira,O Lac,u
ncnsc,Tribun~ r.Crtfnhense,Jornal de Ant.
nio João e Jerna1i:corre~foo·Jardinense. ,
bs i!
1
PAR(ltlE GRÂFICO: Rua"c:ia República ~ j
n<:> ~6!3- Bela Vista- MS- • carxa Po!ltal 21'
fone: ( 067i' - 439-1410 ..,_ -
RUA AtlT011!0 :1f,P.fl
COELHO - ilQ - 446
PPOPRIETfiRIAS *~
- !·!AP IA JOSt E
r1AºIA csrrn -
••• VISITE-NOS POIS A SUA PRE-
SEilÇA rms DARfi r1u I TO PPAZEP,
ESTN10S ESPERANuO *
- TELEFO:E: 339 1010
RELA Vl.SH, MS '"'
~ --'·
PARA O FREOU' ITE E
TO
-SUA 2SI ECI GU ESC3TÁ1.0 533CZ IS AC:-
A : 7UE0, A?TEZ. 7: +1.1Z : 30. €0ST3. 34310$. 23-
RC2AS Z.TIS. C0?:. 23Z3/1.19E15 A3IAS cO: #-
., .:1
•. ii011~ s· -- • -
.,.,..
. ... .. ' : .. "' .. ~. :.
,',.-RUA • D A RE irª> u E..c A NrOd·/ O
. . .. . .... ~ . • • • • . >
1296
BEL. VISTA s
E:439
, --,··s~--------_:_ _ ___.:._.;__ __ _;_; __.__~
FUNCIONANDO EM NOVAS E MODERNAS
-INSTALAÇÕES: ÁLCOOL-· DIESEL - GAS0LrNA
LAVAGEM DE CARROS
1
Rua Barão do'• Ladário. s/n •
,Fone: 439 1025
BELA vrSTA • MS'

O0ML TRIE' A F'EIA
INFORMATIVO OI PREFEITURA MUNICIPIL N· 3
--- Redatora Janete Festi Mendonza. -
MERENDA ESCOLAR
• 1 HORTA MA ESCOLA SIO PATRICIO.
Vamos começar a relatar o trabalho que está­
sendo desenvolvido pela Secretar ia Municipal de
ducaçao,atraves de seu setor "renda Escolar" ,
atualmente coordenado pelo dinâmico Giovani -
César, que sem sombra de divida, vem realizando -
um esplendido programa, onde tudo e voltado a fa­
vor dos alunos, t.<lnto da área rural como da ur -
bana. Tudo tem inicio quando o Estado repassa ao
Município quantidade suficiente de merenda esco­
lar para atender a região, sempre observando a -
qualidade desses produtos e sua procedência.Entre
esses princlpáis produtos encontra-se uma mistura
de nome "cangíca" que substitui o lei te e da ao
aluno muito mais proteinas, devido a associaçao -
do côc.o, milho e cançica ao leite em pÕ.
A Secretaria de Educaçao com a preocupação e
o auxilio do F.A.E. - Fundação de Assistência ao
Estudante, ministra treinamento em todo seu pes -
sal relativo a merenda escolar, ou seja, prepa -
ro, diversificação da .alimentação, cuidados e as­
seio, Existe ainda um trabalho experimental de -
aproximação aluno- professor, onde a merenda ~
servida, assim que está pronta, nas prÕprias sa -
las de aula, nunca na hora do recreio, sendo que
assim os alunos demoram tanto, tem intervalo para
o lazer, e condí~ões de um relacionamento mais
aberto com, colegas e educadores.
A Secretaria estã prestes a receber mesas, -
que foram encow.endadas, para que a ~erenua ~eJa -
servida em um pátio prôxímo ãs salils, obe,i;leêendo •
os mesmos propósitos anteriores, que ven apresn­
tando Õtimos resultados.
A principio, logo que foi implantado o siste
ma de horta nas escolas, foi didicil para as cri
anças aceitarem uma outra alimentação que conti ~
vesse verduras e legumes, tudo pela falta de cos
tume, deçorrente da escassez desses produtos na
região. Antes a alimentação dessas. crianças con­
sistia ~asicamente em arroz, charque e quando ~ci
to feijao.Foi preciso conscientizar tanto pais
quanto aluno, como tan.~€111 1 ideres ele Associações
de Bairros, a respeito da necessidade desses ali­
mentos para o menor. E aos poucos as crianças fo­
ram mudando a habito antigo; agora não·dispensam
a comida, tanto e que muitas não sentem necessida
de de fazer outra refeição em suas casas, devido­
a nutrividade da alimentação e mais, eles repetem
quantas vezes quiserem. presentaram ainda um de­
senvolvimento maior nas salas de aula, mais dispo
sição para o estudo.e raciocinio. -
O importante ê que essas hortas eram uma das
prioridades da Administração Abraão Zacarias e
jã existem diversos projetos visando' expandir e
diversificar cada vez mais a mesa do· aluno. •
Os proprios funcionãrios das escolas estão se
interessando pelo assunto e colaboram de todas as
maneiras possiveis com a merenda. A Empaer auxi -
lia e orienta a todos, ensinando têcnicas e cuida
dos para com a terra, p1antas e frutos.
As Esçolas municipais e estaduais do centro
da cidade, que tem.ãrea disponível e condições, -
tambem jatem hortas para abastecê-las, como o ca
so da Escol-a Castehnho Encantado. No caso da Es­
cQla Jarbas Passari~ho, que não tem, seu setor de
rierenda tem acesso· a horta da Cohab.
FRUTAS E VERDURAS DA ESCOLA CLÕVIS MARCELINO
DE OLIVEIRA, DO BAIRRO SERRADINHO.
São 23 hortas escolares em funcionamento, -
sendo que apenas algumas escolas estaduais não as
tem devido exclusivamente a falta de muro e pro­
teção, ou seja, condições primárias para se plan­
tar uma horta.
Leite e Frutas
Na Escola Princesa Izabel, hã um programa -
digno de ser visto e admirado, pois brevemente -
serã praticamente auto-suficiente na sua alimen -
tação esco 1 ar.
Um verdadeiro po~ar toma conta dos fundos da
escola, onde encontra-se mamão de 5 kilos, bana -
nas, abacaxis, be como horta super diversificada
e ainda uma pequena plantação de mandioca, fei -
jão, ~ilho, abôbora e outras culturas. Brevemente
estará sendo instalado ali um mini curral, para -
.abrigar vacas leiteiras, carneiros e pequenos ani
mais. E o que e mais bonito~ conhecer ainda.um:­
trabalho que talvez seja pioneiro no Estado, onde
o leite e extraido logo cedo e servido ãs crian -
ças assim_que chegam ã escola.
Ci:m a a·ssistência da Empaer e supervisao da
FAE, está sendo possive, apresentar'um prograr.1a
educacional ligado a região; e uma experiência
que visa aprox~~~r aluno - meio onde vive. Onde
futuros produtores e hor-:e!'ls do ca;npo convivem des
de cedo com 3 terra, aprendendo a lidar com ela­
e tirar otimos resultados, através de uma boa ori
entaçao, da utilização de têcnic.as novas e apro -
priadas par? cada tipo de terra.
f--.,
C:SCOLA SÃO CLEMENTE. REA ONOE JK ESTIO SEMEA­
DAS DIVERSAS CULTURAS COMO. MELANCIA FEIJM
E OUTRAS. . · ,
_A Escola Agricola Rura l, tem como finalida­
de basica ensinar o aluno a lidar com as coisas
do campo, onde terão noções de plantio de feij?o
amendoim, melancia, arroz e outras culturas. , '
Nessas escolas também ensinarão a plantar !
mudas d! arvores frut,feras; se~do que o funda -
mental e mostrar a criança o valor, 1 1;,anetrêl e
tomo plantar uo lavoura, uma horta ou u po-
1 +r.
Apicultura
'r±v de contatos e isitas à cidades
onde jã existe a implantaçao desse projeto o -
r. Ayres Cafure, chefe de Gabinete· Pé541904
e om orientacao da Dra. sugui Nilsson, _Cten -
±usa t@tio. ti6los do l91@9."%9"%"}
de São Paulo, Conselheira do Minis .ero ta ar1
cultura e Coord0n:idora desses proJe_os, rouxc
essa novidade à Bela Vista. Em seguida a Dra. -
Tsugui esteve aqui na cidade, para localizar o
re]hor local, dotado de uma flora ideal a api -
cultura, auxiliar no processo de implantaçao
ras escolas munic.ipais ruraí~. bem corno a manrJ.
ra e os cuidados para com as abelhas e extraçao
do mel. Entre as escolas que apresentaram uma -
flora apicula de arnde potencial er: suas redon
desas estã a escola São Patricio, onde a ve@eta
ção é ideal para a instalaçao do apiar1o.
A ;déia e instalar proximo ao colc910, pa­
ra que os alunos conheçam e aprendam sobre o -
cultivo do mel, não havendo possibilidade de -
nenhum risco {de picadas e outros acidentes) -
devido a segurança ias caixas especiais e tre!
namento do encarregado de manejo bem como orien
tação aos prÕprios alunos. No inicio a _Secret~
ria de Educação pretende fabricar mel somente -
para abastecer a ãrea escolar, mas se a produ -
ção for alem das expectativas sera vendip~ a po
pulação e a_renda revertda para a expansão do
próprio apiário. A Empaer tambem auxiliara com
assistencia tecnica e supervisão periodica ne­
ses locais e provavelmente daqui dois meses Jà
estarão obtendo mel. O Coordenador geral do rau­
nicipio Giovani, acredita muito nessa inovação
e mencionou inclusive que a própria Dra. Tsugui
Nilsson ficou maravilhada com o potencial apicy
la da região, se supreendendo que atP ~gora ni~
2uêm tenha se interessado em explorar essa
area. Atualmente existe apenas 02 pequenos pro­
dutores na região. Ayres Cafure infonnou que a
Prefeitura pretende incentivar não sõ a apicul­
tura nas escolas, mas inclusive produtores par­
ticulares, dando cr@dito à pequenas produções,
pois assim como exi$t~ agora um grande numero -
de hortas comunitãrias e caseiras, tambêm hã
possibilidade de se fonnar um centro apicula no
ounic1pio com sucesso.
Hã ainda na Secretaria de tducacáo a "E -
tensão de Ensino", que pennite estudos à alunos
sem condições de ingressar em escolas, devido -
distânci3s e transporte. São escolas instaladas
em fazendas, como por exemlo na Fazenda Marga­
rida, Fazenda Panorana e Fazenda Bela Vista que
serã reatjvada juntamente com outras para o ano
letivo seguinte. Para se montar esse tipo de es
cola, basta que fazendeiro, pais de crianças
tanto da fazenda corno da redondeza e Secreta -
ria de Educação entrem em acôrdo, que mesmo
existindo a dificuldade de conseguir professo -
res que morem na fazenda, vem demonstrando gran
de interesse nessas pequenas .unidades · escola -
res. O fazendeiro sã tem que ceder uma sala pa-·
ra as aulas e moradia ao professor que eventual
mente tenha que morar em sua· propriedade.A Sec.
de Educação fornece merenda, ass·istência esco -
lar, material e outros gastos com a escola. O
fazendeiro tem muitos benefícios e benfeitorias
que possibilitando a pennanência de seus empre­
gados na propriedade favorece ainda a educação·
de diversas crianças.
"Mi:RENDA ESCOLAR , CONTINUAÇAO NA PRÕ-
XIMA EDIÇÃO".
AOS NOSSOS ASSINANTES
Qualouer irregularid_ade na entrega deste
jornal deve ser notificada pelo Assinante .:
através
e
do telefone 439-1410 para que pos-
s2nos tomar as devidas providências.Essa no
tificação e importante para
que pedimos empenhadamente
de ser- feita:
nÕS', motivo por
que não deixe -
A DIRECO
riiirei#ttttttk

J0MI IRI} 'A DW R]V'EIP
'-------------------------------------------------· ----- ......... .......,
rm do e
Comentando
'
~l!l_'.'~l}~J !JJ [~IJ.:. 1 •
qut vat m nlerta.
01t n,cllior·, cloin nlc·r-
. - . . ..
.Ja importante, r ele
per os parlamentares
que par' !ciparao da -
labora;áo da nossa -·
Esta semana foi -
pródiga em boatos a
- - ...... -.-...-..-
Falando por telefo
ne c/o prefeito Abrã
ão Zacarias ele -
nos disse que o pref!--
to o procurou infom.a..::!
do..o que já não queria
o Gabinete na Prefeit­
ra. Abrão então procu;=
rou rrudar os pertences
o vice prefeito.escri­
vaninhas e cadeiras,le­
vando tudo p/a residên­
éia do VETE.Segundo-o -
prefeito, não houve vio­
lência,nem arbitra
riedades tanto
assim qte a se
·,'lé'tiu·ia do Vete (sua
:ilha) continua Lraba­
lhando na Prefeitura,-
na Chefia do Gabinete,
junto com o Aires. "Tu­
do não passou de t.rna
deslavada mentira- dis­
se oro completando-
e mais una vez o verec.
dor Marcelo Calvano,­
desconhecendo os fatos,
fala o que não deve, -
prejudicar.do a imagem­
de uma Ad!rúnistração -
oue procura unir Bela
Vista em pról de seu -
progresso.as o povo
conhece muito bem o -
íl
,1
,.
AR! iHGO
tas. Primeiro: os r,olf
tices, sobretudo os ca
. bos eleitorais, não c
tão orientando nq elei
tores quanto a ' impor
tância da ConstJ tuint;·,
(a esse respeito tran~
creveremos um artigo pü
blicàdo no jornal Edi:­
ção Extra, de Campo -
Grande) dando-se mais
valor a·eleição p/ o -
Governo do Estado.
Não que esta não se
Carta Magna é rru1 to
mais importante. Vamos
orientar o eleitorado
explicar o que ê a
CONSTITUIÇÃO, e sua -
importância para o -
País.
outro fato que me­
rece atenção e votar­
nos candidatos a depg
tado estadual que pos
suan afinidades can -
a nossa região.
Não adianta eleger
+
'

. i •. 1
#te }
~· :· ' /· ~'.-·-::'1:~'
'- .
. . i- • .

' (
I'
1
um rpr nt et cu'a
te politfea é o b
o, a refio norte
do Estado ou até me:
mo Corumbá, tros
que oleer candidatos
do SUllOi·!;TE <' Hi Ji!TEl­
RA, ente que r.o vive
conosco, que conhece - j
o:; noscos prohl<-r..x; -
e que aqui Já I'C.::J- .,,,
dlrwn ou estio nos vi­
sitando sempre ú nao -
SÓ cm época de canpa--­
nha polÍ t.ica.
CANDIDATOS
Temos bÕns cundida
Los, de vários parti­
dos,
entre outros WIZ
CARLOS NAZARETH(PFL);- '
/RI RIGO(Aliança Demo
rática); HENRIQUE MO­
RAES DEDÉ(PTB); VALDE­
MIR MOKA(PMDB)-.sobr'­
nho do vereador Evilá­
sio e muito ligado Be-
la Vista; centralizan-
do a votação nesses -
candidatos teremos ma­
ior representatividade
polÍtica.
respeito de lrreguléJ!'_i•
dades ocorrld:is na a­
gência do B:mco do -
Brasil.
Procura'TlOs ouvir -
"fontes oficiais" lig~
das ao banco, nada foi
confinnado, ou melhor,
preferiran manter o as
sunto, por enquanto ,_ -
Não queremos, com - . -:..:,-
" rf 1,_ isto, criticar os de~ ·,,,
1
is candldatos, longe-
1
._
disso, mas queremos, /~ • '
isto sim, é criar, r_E:, ~. "", -~"'. ----~~"'- J
almente, um quadro de .
representantes de nos
sa região na Assenb1é-I f /$.
à f»,-
1a . • d e'
O candidato a depu-1 H,, f
••r{ '
tado estadual que rece, • j
ber 100,300 ou 400 vo­
tos em Bela Vista, n~r, ,1 ., •
- e
lhe dara a mesma impor)7.,
tancia que daria ao - A
ll]l.tniCÍpio que· lhe deu ~ y
LOCO ou 1.500 votos.R
Pior ainda se a sua - [ 1,
g
,. ;., base for em outra re­
gião do Estadq.Longe -
de Bela Vista.
• RepetimoS, temos - ABRA.lO A: ZACARIAS
bons candidatos da re-
gião , de todos os -
partidos, vamos eleger
os nossos candidatos,­
nãó importando qua! o
seu partido, isto de­
pende do eleitor e da
mensagem do candidato.
Fica o alerta.
BANCO DO BRASIL
PEDRI MIJER
O.s melhores preços de Guia Lopes
"" AGORA FICOU MAIS FACIL PARA
TIJDO PARA SUA CONSTRUÇÁO
AREIA·,
TELEFONE
.
-· 251 - ·1P?_8

YÉTE GARCIA
't
nível interno.Fala,_se
em 1Jncionários envol
vidos em negociatas, -
prestação de favores,
etc.
O dever de umn ior­
nal RESPONSÁVEL é in
fon:iar o leitor, 2 -
quando se trata de as
sunto de ta:nanha enver
gadura-referente ao -
BB- não pode haver -
FERRAGEM EM
IOCE CONSTRUIR
CIMENTO
GERAL
lVENIDJ
1
VISCONDE DE TAUNAY S/N
C '"'GENTE )
.....
a disser!naço, de boa
tos .Boatos e caent­
rios correm pela cida­
de, Isto é profudict­
a.l ·n irr.asrn da hanco.S_f;
ria ooortuno t.r.'.a r..ani­
fcstação a respeito, - •
por parte do gerente -
ou RclGções PÚbl!cas.
C/SJ: EXPULSO DE VETE
D/ PREFEITURA r:-u1iICIPAL
A
o ta.t
o!ardo e,e ou 'que­
le cnd' 'a , f'Cj·, o
Govmno do Estado,na
do, Aerbléla cu ce
ra Federal.Estaras a-
polondo d<.,nocmcla
e defendemos o livre -
deba e no capo das -
idéi .... ,:Jorn:ü cm cida­
do pequena é igual a
dispuw. de cnr.,.peonato
entre o time da Vila -
Brcjiío e Arranco Toco
FC. Temos contrato de
publicnçÕes com as Pre
feituras e Câmaras da­
aréa, isto não irrplica
em canpranisso políti­
co.Quando estes con.!,
to, roo força de c!n­
cunstância.: , prejudi­
carem a liberdade de - ,
INFORrt.AR, nós os rcmpe 1
remos, dentro da Lei e 1
do que estipula as cl:.
1
usulas do contrato.Res ;
peitamos a) liberdade - ,
de todos e ex.igimos-­
respeito à no,;<;::,_ manei I
ra de .,;:?ru:;&. Quanto -
à candidatos, o jornal ,
está aberto,através do
seu Departamento Gane 1
cial,para publicar ó -
que a Lei deterr.iína.
A independência des
te jornal n~o penniti­
rã,tambem,que polítie
cos desavisados quei
ram utilizar de Suas -
pãginas para "guerri -
lhas políticas·: •
Todas as matérias -
politicas deverão ser­
assinadas pelos res
ponsãveis e não a -
ceita remos, sob hi - '
pÕtese alguma a in­
gerência e nossa li­
nha ed itori a 1 .
JORNAL TE!EUNA DA­
FRONTEIRA UM JORNAL­
DA REDE BELAV ISTE1l
SE OE JORNlIS.
ili#iisitiwtitt#
Lgune
SUA CASA"
f
'
1
i.
TINTAS

ESCOLA VERI -GUIMARAE-S LOUREIRO
Merece mais respeito das autoridades frima Pobre do Setor Educacional
Se o Governo não atende, o
povo arregaça as manaas
!liio ,, do ho;c que a r:r,colll r:-:;t.,1duul
Vera Guimarães Loureiro passa por momen "
to:, difíceis. Na época em que sua direto
ra era a professora Rosita Rosa Comes,
ainda se via alquns melhoramen'os, mas "
cru o ea[o.rço concentrado da diretora que
contava com a ajuda do 109 Reclimcnlo ele
Cavalaria Mecunizatlo. Este sim, nunca [aJ
tou aos chamamentos da Escola, para in .­
tar, utilizar soldador, nos serviços, pres
Lar pcgucnos auxllion, afinal nüo 6 cstfl­
a [unçoo do regimento, maG ~ue, por scnni
bi lidado de seu comanCnte, atendia aos

pedidos da Diretora.
· Aconteceu um milagre por ocasião da
campanha política, em l985, através de o5
muti roes e depois de incessantes pedidc,s
do, na epoca, candidato a vice-prefeito
Hôsevelte Lino Garcia, o Governo do Esta­
do fazia alguns reparos na escola e fecha
va o terreno com telas, antes era cerca
de arame,
E,,Vete Garcia :'.empre se preocupou
cor. o Vera Guimaraes Loureiro". Quando -
vereador ap~esentava indicações, requeri­
mentos, projetos, reivindicando melhorias
para a escola. Mas a "pr{ma pobre" do se-
tor educacional semore • recebeu mica-
lhas. • • • ' •
E tudo continua na me • m
Segunda-feira, .o vice-prefeito este­
ve em nossa Redação, com ele alcuns pais
e alu~0s, pobres, mas dignos,brasileiros,
cidadaos conscientes.
Não vieram criticar a Direção da Es­
cola, um deles chegou a afirmar que "Ago­
ra a Escola tem uma diretora que se preo­
. cupa com os nossos problemas, uma senhora
muito educada, mas pegou uma barra pesada
pela frente".
Vete Garcia trouxe uma série de re -
clamaçoes, diáriamente é-uma romaria em -
sua residencia, 'maes de alunos, pais, 0
procuram para relatar o estado de abando­
no em que se encontra a escola.
O que precisa?
Precisa de tudo.
_ A frente da Escola não tem calçadas·
em epocas de chuvas é impossível entrar -
' r
GELADAS .,
CIEDADE
E
.. '
. -.
no prédio, forr.se poças ·''ãcu lama
cal; os sanitários estão p éssimas c0n
d1coes; o piso do corredor st total",
te erburacado; goteira nem se fala, 5ri
oreciso que os professores compres cuardd
-chuvas para dar aulas; a máquina de es
crcvcr da escol ê um peca de museu, ta
terial de expediente, é artico de luxo
bebedouros? Se Os .Iunos quiserem bebam "
4rua das torneira. E por aí afore
Transformar afscola Vera
Guimarães num Cartão
de V·isitas
Ontem, o candidato a deputado esta -
dt:al !IENRIQUJ: MORJl:S DEDf:, ""t.evc cl"' nos­
sa cidade, ele é belavistcnse,g.iroto cri~
do nesta fronteira, nadando no Apa, tocar
do violão nas rodas de amiaos, pobres o
ricos, suas polcas e ~uarãnias, ·o !"'enino
se fez homem, e cresceu, material e espi-
ritualmente.
Falarros ao Dedé da situação da r.sco-
la Vera Guimarães Loureiro.
Por que não realizar um bino? Ura -
rifa? Uma campanha? • • :
Da palavra ã ação, Dedé doou cm seu 1
nome UMA GEL1'DEIRA e UMA BICICLETA; er no
me de FRANCISCO MAIA, candidato a deputa=
do F6aerái, iá cíirii. éa caróahi - [r e ! li
começou. Vamos arrecadar uns Cz$ ião ,
•150 ou Cz$ 200 mil cruzados e equipar a
nossa Escola.
Eni tempo: A Escola não tem bibliote-
ca, pedimos aos cidadãos conscientes, aju
dem-nos enviem livros, coleções, var.os =
montar a Biblioteca da Escola.
Por hoje é só, voltareros ao assun
to.
ESCOLA VERA GUIMARÃES LOUREIRO, al­
nos, professores, diretoras, pais conter.
conosco, estamos na luta e GOSTAMOS DOS
DESAFIOS. Aos homens e mulheres que, inde
pendente de credos políticos· ou relicio­
sos, almejam um BRJISIL melhor, uma BELN -
VISTA mais justa, VENHAM·CONOSCO.
Ciur rascaíía ãuári
O_ M0lhor Churrasco da Região
NÓS' SERVI MOS
NOS
o VERDADE J'RO
C·ARACOLENSE
-. CHURRASCARIA
DA
ÂNEXC
AQ!JÃR 10
Roí21o , .
TABELA DA
,1 END l MENTO
TRIHUNA DA FRONTEIRA não tem srtl
do, nem pertence a grupos, erten ao
ovo de bela Vista e e preocupa com
ROSE'{ELTE LINO GARCIA
nossos proble!i'as, não da maneira dcmaaó­
gica, mas realista. Evidente que por ser
uma empresa verde e amarela, IND!::PENDEt:­
TE, afinal são 14 AOS DE ATUACÃO, resol
veu assumir o-cotT:?ronisso cte ajudar a -
" Escola Vera Guimarães Loureiro", não -
só através de matérias, nas sensibilizan
do pessoas da comunidade que comungam os
mesmos ideais de nossos Diretores.
Como sempre o faz, o nosso amioo RO
SEVELTE LINO GAPCIA, se nrontificou·a cO
1aborar mais uma vez c/o setor educaciõ
n1. H ovcos dias doo:: dois bebedouro;
para duas escolas, ont.r doou do: bebe­
douros par, a escola "'cr.a Guimard~S Lou
reiro" e va.i. conse<:"uir, jµnto a arr-i r,os, ::
80 sacas de cimen t.o. •
Outra pessoa que está sempre ã fren
te das iniciativas conuni':árias, EDSON =
MEDEIROS DE MORES, tar.bén se r,cr,nti.:i -
cou a colaborar con a Escol- ••
~-um novo rep':o, dei;:,, - il escol"!. -er.
condiçoes de atender as cenL~nas de cria
ças que lá estudam, na maioria [ilhos de
pessoas menos favorecidas p~la scrt.e(sor
te?), fruto de um regime injusto, una es
trutura social corrompida e viciada, que
obriga particulares a col.;-.borar cem r:-eé!i.
das que seriar de obriga;io das autoria
des. • -
Mas isso vai r..uda!'.".
. Todo o país que se p,-ez;-· que. re:: -
peita a sua cultura, suas raize:, que "
busca se firnar co□o NAÇAO, p:::-e::::.sa :.n
tes de mais nada dar prioridade para
EDUCAÇÃO e SADE.
PERS NALIZADO, Bt.13I0A$
1
1
0 PON10 DE
LANCHONEIE- SCM.- ALE-RIA I >i, - MUI O
ROOÍZl-0
rnco mo

,ll)lll:fd, ·, l' [{ 'A DA I'«OI1.IRA J '.: ,.... ' .. ',' J -
SINOICAl
No qinãsio de epor al, reuni -
ram-se aproximadamente 400 pessoas no ül­
timo dia 17 de ngor:to, <-'r,1M tr,1balhudor's
da área rural, representantes da classe -
de outras cidades, Secretário Estadual do
Trabalho Dr. Jloitor Mi randa do, Santos, -
Presidente da Federacao dos 'Trabalhadores
Dr, /lmo Antonio Dach, l'rc•f,,LL<J lluniclpal
Sr. /•braão Zacarias e outro de:t acados
do fonsores dos cli ro1 to:s da classe traba
lhadora.
Na oportunidade foi formada uma co­
minr.i-io de 25 pessoas, correspondendo a
pré-fundação do Sindicato, estando previs
ta para o dia 14 de fJ('LcmlJro :iuu [undaçao
no municiplo. Cnoa entidade tem como
objetivo niio só a Reformc1 lgrária, mas
ainda ressaltar os direitos da classe,
que como nous pretendem se unir e lutar -
por melhores condições de vida e' traba­
lho.
Almejam conquistar entre outras coi­
nas a valorizacao profir.sional da mulher
no campo, gue trabalha tanto quanto _o -
marido e nao recebo nada pela execucao de
suas tarefas. Foi destacada também a ne -
ceosidado da Assistência médica e Odonto­
lógica, ainda muito precária e de difícil
acesso aos trabalhadores.e seus dependen­
tes.
Preocupando em orqarlizarem-se para -
que façam uma boa reforma agrária,sendo -
que para tanto já existe as áreas escolhi
das à serem ocupadas,mas pensando que -
nao é só da terra que necessitam; pois -
precisam de material e equipamentos
agricolas, financiamento·, assistência téc -
nica orientação e apoio dos governantes,­
pedem a colaboração de todos para que -
não venha ocorrer a existência também
em nosso pais de "Favela Rural",onde
simplesmente seriam transferidas as condi
ções sub -humanas da cidade para o car. -
po,vindo con isso sómente piorar as vi
das dessas famílias de trabalhadores.
O principal fator de importância é -
que com a formação de um Sindicato a
classe terá possibilidade de reivindi
car suas prioridades,favorecendo não
apenas ,uma mas inúmerás pessoas.
Nossos aplausos e a: nossa força para­
que através da organização,disctplina e­
consciência de cada um cons
1
,i.oa~ democra­
tizar realme!lte esse Brasil~ -
ln:ie em Jornal para
fazer o Minio efiiiwe
...... ,.
ruao aquilo que voce diz em 30 se.x
dos no rádio ou na televisão pode ser r.1~
lhor e>q>licado no jornal. •
Em ilustrações, fotos ' e palavras.
No jornal você tem espaço e pg
ga o seu publico alvo num morren to -
em que· ele possui tempo livre,e es
tá psicologicamente aberto a todas=
as informações pelas quais possua
algum interesse. •
Outro detalhe importante:o públi -
co que lê jornal é um público a -
tualizado sobre tudo o que aconte -
ce em sua cidade,seu Estado, pais,
no mundo inteiro.
Inclusive em termos de produtos,
prestação de serviços, prornôções, ofer
tas e oportunidades.
- • L U S o·- C O M E IC I1 l L T 0
Agro Pecuária , LI&o LTDA
LUSO CDMERÇtO. E/'JIIDU&TRII DE MIDEIRDS
1
,,
DE
RUA
DOS TRABILHIOORES RURIIS
"'='
1 I°''
,DUl.lUE DE
f lutando por i:
condiçe: de trabalho s
que teremos mudanças pro,anda,
d,radour em benefício
tr
l '!
_CAX IAS,
TE.LEFONli: 251- _1055
GAO. ( URGENTE
LUSO
Lurnos , ct.1nos
COMERCIAL
.J,
.. GUIA
LA." ±
l'hl.lDU 1 1 VI DADt
LOPES
1RATAR PELO TELEFONE
OA LAGUNA
251-1304
-.; .. .:: ....
ECAGEM E ARMAZENAMENTO COMPRA E- VENDN DE GADO MADEIRA COMERCIALIZAl
. '·
PARA RECADOS A, RESPEITO DE COMPRAS E VENDAS

SERRA SUL MÓVEIS PRESENTA
COMEN'T ANI
(,ONT IrlUA_.ÇÃO-OCSPED IDA
A Tons teto1e1onr
1 u S.
189) Mas o Dr.Cctú­
lio Vargas
Por nor do qrando
valor
E o General Mas·­
caronhas
Era o nosso ch0fc
diretor
r: nós também me -
tio os peito!l
Corno uns heróis -
vencedor.
199) Um dia ou esta­
va aborrecido,
Pensando • na·
minha v.lda
Quando chega
uma notfcia
Que a guerra es
tava perdida
Pro lado dos A­
lemães
E adeus minha -
Pátria querida.
!' TO.
-- - - --
209) Logo viramos -
a cabeça
A nossa viagem.­
foi ligeira
Com trinta dias
de viagem
Chegamos no Rio -
de Janeiro :
E as moças baten
a.o palmas
Todos os que são­
Braslleiro:::.,
219) Lá nós fize­
mos um desfile
Embromamos quatro
dias •
!Dando pés o mês -
aquele
Adorando muita a­
legria
E muitos
ganhamos • •
De '".odas
.familias.
229) Saí do Rio de
Janeiro
Foi triste medes
pedir
_Com .1qu:j.nze dias .,
de viagem
Eu entreguei no -
Itaky
No primeiro Regi
mento
Na arma donde eu
se:::-v.i. .
Caminhei por todo
o mundo.
E dêle nunca es
queci. .; -
239) Vou terminar
minhas modinhas
Já venho chegan-­
do
abraços­
aque1-
*
'anderley Cardo
so vem aí !Dia -
6 do setoerbro no
Clube Delavlsten:;c
JpÓG o nho·,, o
baile oorá anima­
do pelo conjunto­
Dooana S[llits.
19 ANINHO
DO gêmeos Ga -
briol e r1atiano, -
filhos de Getúlio
Jorge Melo Silva-
0 Regina,oconteccu
no Clube Belavis-·
tenso no dia 17-
Pp.
O SALÃO
Muito colorido
foi decorado co~­
palhacos de todos-­
os tamanhos rece -
beu com' animado -
som inúmeros con­
vidados mirins
qúe colorirám ain
da mais o ambien
te.
DELICIOSOS
Comes-e-bebes
foram servidos aos
presentes e após o
"parabéns à você",
gostoso bolo, lem -
brancinhas e balões
foram distribuidos
para alegria da oe-
tizadu.. - •
AO GABPIEL ~ MARIA­
NA
Desejamos feli­
cidades, aos feli -
zes papais e orgu -
lhosos avós Gercy e
Salomé nossos para­
bens por tão bonita
e colorida festa.
DESEJAMOS
M Sra. Jane te
- Melo Corrêa, presi-
- dente da Casa da -
Amizade e à sua.e­
quine sucessos er
sua cestão.
em casa.
Eu daqui não con~
to nada . •
Por não saber o -
que se passa me con!
te alguma coisa.
Que eu quero
char graça
l
i 249) Eu já fiz to
da essa guerra ••
_Sem passar no par
: raiso •
1 • Desculpe meus ,
camaradas
,Já fiz o que
foi· preciso
r.ucro . que nun 1
ca se esqueça do­
reservista: M. Gomes
da Costa.
Dorvalino de Al­
. meida.
ttttkttkttttttt
PROFJ::SSORES
VINDICAM.
Foi realizada no
G:S.S.P.R una concor­
rida reunião pela
classe dos professo _
res e ·contou ccxn ai
presença do Presiden­
te da Feprosul'BIFFI
gg. foto talando aos'i
resentes.
REI-
os ·%MEOS GABRIEL
- •-- ...-------------~-- .... -
Várias reivindica,
ções da classe foram
apresentadas:
a- Reajuste • Salarial
em novembro.
b- Junta médica em Be
la Vista.
c- Eleições diretas _
para: Agente de Edu­
cação, Diretor e Di­
retor àcljunto.
d- Dentista credencia­
do pelo Previsul em,
Bela Vista.
Dos .itens acima
alguns deles Já es -
·tão' :Í.nseridos no no-
E MlRIJl'.,1/.
vo Estatuto do Magis
terio. -
Marcou presença -
além dos inÚneros
Educadores, incentivan­
do e reivindicando coo,
rrui ta habil 1 da.de O _
professor Froilan Car­
doso.
ESCOLA ESTER SILVA
---------
Comemorou o dia do
Estudante com uma agra­
davel caminhada atea -
84 cg alunos da
5- a 8- serie ..
; Aniversariante e s
Marly.
a1s Pereira e
• J
7
. '...)'
,:t' }-
I !
I
j
'
Momento e~ que apn,:-.:tvõ. velinha das mãos
de sua mana Eliane e recebia ur: h.nê
do lcras de Dr. Jorge de Soyza Rosa.
,.,,
CHEGANDO LA
Foi servido lanche
depois muito esporte de
varias nodalidades cor -
alunos,professqres.cire-
tora. •
AO..MEIO DIA
. Gostoso almoço,mais
brincadeiras, a tarde -
varias mães levaram
lanche.
ENFif,1
O dia. do Estudante
foi divertido co~ entro
sarnento perfeito entre
pais,alunos e professo­
res .Parabens a Diret _
Floriana e prof: Marta -
por tao brilhante inicia
tiva. -
Momento em que entrava no salão
descendo o.elo nalco P_ or uma escada
toda decorada! - -
FOTO MATOS -FONE - 439-1146
"!:, PAZ L .. ".
Q TALENTO QUE ENCONTRA RECONHECIMENTO A
SEU ESF_ORÇD: