TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº830_08_04_1987 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº830_08_04_1987Número da edição830Data de publicação8 de abril de 1987Número de páginas8GeoCoordenada -22.112996492545076 , -56.5130000008218 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº830_08_04_1987 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ) l :$ TRIBUNA DA 09 DE IBRIL PARILIZAÇIO NACIONAL R.EUNIÃO DA ADJORI EM DOURADOS 1 A Educação no Bra s!l está passando por uma fase de muitas contravérsias e mu danças. Muitas coi sas preci.sam ser mu- . dadas, com urgência, no sistema educacio nal brasileiro. • O Ensino está en veredando por uma tri lha estreita, de po~ cas opçoes, e que, não muito distante, poderá- acabar em uma "ponte caída". A comunidade, os alunos, educâdores, Secretarias de Esta do, Governo, todos enfim, devem come - çar, sem demora, a se preocupar (quem ainda não o fez)com os problemas,alguns bem graves, do Ensi no neste País. - Sem dÚvida algu- ma, a coisa é complicada. Por bem e- xemplo, nesta sema na estão acontecen do por esse Brasil afora, dois tipos de greves: a de pr~ fessores de escolas particulares pedindo aumento de salários; por outr_o lado, a de alunos desse mesmo tipo de escolas, in dignados com a alta de 100 % nas mensali dades, que, segundo justificativa dos d1 retores, se deve ao aumento dos salários dos professores. Por aí, se tem uma idéia de como a situação é complexa ! Isso é só uma amos tra. Existem inume ros outros absurdos A o!nç o 3. t rs cr ocorrendo no sistema Interior (ADU)Ri), resun 1- educacional. Tnlve:z, ourou'e, pnra 'ratar de d'veroe assuntos sei devido a esse:; a'inent à ntidade. Participaram dessa bsurdo:s que a Educa, reunião o Secr +rio de Conanicaco do Ga ;ão esteja a un n{ -f,,rno do Estado Guilherme Cunha,o Assessor vel tão baixo. de imprensa da K sembléía Leis1ativa Vald Voltada para esse +ur Hozano, e dezenas de diretoren de or emaranhado de problg,n«is, de Dourados, Bola Vis'a, Trg Lano - mas, acontecera ne- as, Corumbá, Paranaib, São Gabriel do 0e4 te dia 9, a PARA.I- te e outras cidades do Estado. ZACÃO ACIONAL. DF Fo! uma das rr•lhor·c e rc>uniÕuc d· ADJOHT FFOFESSORES da Rede não só pelo número de participant s,mas pe Estadual, que, Juntg, lo nivcl e par' icipa;ão. mente corn Pais, Alu- O Secretário Guilherme Cunha falou a nos e Funcionários » respeito das mudanças que ocorrerão no se deverá manter por to,tor de comunicação social, dando enfoque do o dia, una série [municipalização da Informação e à adoção de DEBATES, relacio- da mídia técnica, com isto impedindo a pro nados principalmente liferação dos chamados "jornais picaretas' com D9'0CRATIZAÇÃO que só circulam para faturar o Governo do RO EMS?O, PISO SAIA)]Estado e Assembléia li] RIAL VI!:CULADO AO SA. Na reunião ficou de LÍRIO KÍNIXO, SITUA- [cid1da a criação d6 ÇÃO DA EDUCAÇÃO A Í[uma Comissão para jul VEL FACICZAL, PLANO '{ar os jornais filia - NAC10IM.L DE CARREIRA dos que deixaramn de e EF.EYIVAÇÃO DE COJJ- circular e tanbé:n os QUISTAS A?TERIORES, [que pretendem Ingres - entre outros temas. Não fique alheio a problemas que, di- sarna Associação.Essa Comissão é composta p~ los jornalista Teodo- reta ou indiretamen- rico Luiz Vlepas,d~ te,se referem a você. Dourados;Iraniison Al- Venha para etalvcs, de "?res Lagoas luta: DIA 09, a par- e Ivaldo Pereira, de tir das 7:30 horas, Bela V~~ta. nas dependências do CLUBE ESPORTIVO VÁRIOS 'DEBATES BELAVIS'i'Ei!ISE ! ! " . 1 ),1 Câmara • entrega Títulos de • Cidadão Belavistense .J .· ViLDC PEREZ? Em Sessão solene realizada na Última sexta-feira, dia 03, a cãmara Municipal de Bela Vista entre ou títulos de CIDA- 'DÃO BEI..AYISTEttSE • a destacadas personali dades da comunidade. Foi uma festa .bo nita, onde- os homena geados agradeceram a honraria e falaram a respeito de Bela Vi! ta, e do que fizeram O Jornalista na comunidade. Ivaldo Pereira, um Forap homenagea- dos homenageados,dis dos os senhores.JOSÉ se em seu discurso JOAQUIM FERREIRA SOU que naquela noite e! 1 TO, MÁRIO BA'.l'TILANI-;- tava sendo duplamen OSCAR RODRIGUES DE te hól'nenageado, "por ARAUJO, GAMALIEL receber o título de STUMP-F, MILTON ROSA, CIDADÃO BELAVISTENSE ELIAS BARBOSA, JOSÉ e por recebê-lo cm SIMPLICIO DA COSTA companhia dessaspes MARQUES, IVALDO P.E- soas que representam REIRA, e a senhora a história viva. de CLOT!LD"' DE CASTRO Bela Vista" PINTO, representada Pessoas que con - no ato pc sua filha tribuira para 0 _yc bc; uns r_cresrLsy b,, i a TRO PINTO. Todos os homena geados .fizeram uso da palavra, proferin do discursos emocio- nantes, cheios de ca lor humano, · fazendo com que. a sessao so lene ganhasse uma di mensão diferente. JO?.HALISTA DIZ QUE É DUPU.. HmmAIUA ! de, que deram algo de si, de'suas vidas para que Bela Vista tivesse mais progre! dessa sessãc solene da cãmara, ficou pa ra sempre gravado no livro da-histÔría de so,. melhores condi- Bela Vista. çÕes de vida. Na Última página Com issô, o nome estão todos os que· dessas pessoas, ora [receberam essa home- homenageadas através nagem, das mãos de nossos vereadores. Antes de reuniao da 'DJ0RI com o Se cretario.houve uma reunião preliminar dos associ~dos,nessa reunião foram vários os debates, a respeito de tabelas de preços, limplantação de um escritório da ADJORI em Campo Grande. eleição da nova diretoria, que será em Junho, prestação de contas e relacionamento da ir.prense do interior com o G verno d Fta N eg-ócio de 0-casião ilAL VEtlDE-SE Ut·lA MARCA OTil·lA DUAS FEITO • IMPRESSORA PERFE ! TO TRATAR PELO 1,IP?ESSORA PARA - PLANA- PÃGINAS, FORi1ATO STAilDARD FUNC1 Or!fMENTO, FUNTI MOD- UM QUARTO FUMC I Ol!M1E!HO. 439-1410 JOR PER- O Menor Carenie A 'Ccpanha da Fraternidade provida pela Can ferência ?acional-dos Bispos, ao longo da Quaresnà deste nc. t:por tea a criança carente." Carên c-:..,, no cas , em o colo.'do afetuoso de u cufe - :1s.o. Veje a ratéria coplea na Página c2 , 7 ' O MENOR CIRENTE tunidnde, trarcr- vr '''º . ,, trabalho dr, ,!11r!•,tn, t'l1Ó•,<,fr,, Latz Frucin , ''A Crpnha dn Pr,1t<·rnld,11l(• prom<J vldn pl'1r, r·onf,,r·Í!( c:11.1 ll.irional do:1 Dispo00, ao lonpo da Quurcamo dcHte nno, tem par Lcmu u crl nnçu curt•nle. carência, no cnao, Lm o colori do nfeLuoso db um ()uf,:rninmo. f: pnln - vra bcnitna parn dotu rara plluln. n que os· bi:;po::; lnt.,'nde111 ó chamar a atenção particular e publi ca para o tremendo prolil•·Pr,J rJa rJ•n<,r· 11 ur,ndon-i,lo. Desta feita ninguém, de bom en o, reateará aplau GO~ ~ lnlclntlVB dn IreJa. Mão que se jn a ~nlcu lnat.ltu! ;a0 a tomar a peito o assunto em pauta, 011 L!'a:J tar.bém o fa zem..Mas, dada a ex per! êncl a que tarl!!1_ ba a CNBO para o d~ empenho das a tra rllclonnln campanhas quaresmais, é de se por ré no ;xlto da C'mpreitada. ::P2!P"; ft'Da&A DA. t'll0lffll:IRA Fundado 1111 20 de f'evereiro de 1972, DIRETORA REDATOR-CHEFE: O!R!NTE R!PORTAOENB MARIA ESTELA VELASQUEZ PFREIRA IVALDO'PEREIRA GlLSON SILVA SANTOS LUDGERO AUGUSTO SENHORINE REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO: Rua da República, 268 Fone: (067) 439-1410 - Caixa Postal 23 - Séde Própria JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA Propriedade. da·/ REDE BELAVISTENSt. DE JORNAlS LTLA CGC-MF: 15.513.203(0001-59 INSCR. EST.: 28,219.003-1 : Reg. ·no,cartÓrio de Tit. e ~o~umentos N• 35 FILUDO À A B R A J O R I E A D J O R I - M S U:PRESKNTANTE EH SÃO PAULO: ROO - Comunicação S/C Ltda. Rua Voluntários da Pátria, 1544 - ConJ.01 Fone: (011) 290-8664 .CEP 02010 - SANTANA SP • 1 O p r· . r r J r e , ! • ~ Lo previsível de tomada de co• "C l ::n - e l él u r, Í v, 1 n, ,; i o:. l sera, sen dúvida, o os olhos para a ,-. , - lidado. A descoberta do fato vnl dc~lum brar multo RCnLe. O número de crianças a bandonadas, errantes sem eira nc~ beira ou ramo de figueira, jogadas às traças frcquentuntlo a esco- .la das eorjutan, co mendo o pão que o diabo amassou, en chafurdondo-se na lo ma dos viclos mais hediondos, tudo isso vai derrubar os ine autÓs das pernas. Principalmente aqueles que assumi - ramo compromisso de administrar as coi - sas públicas. Vai doer na consciência de muita autoridade o menosprezo que até agora assinalou ges tão política de vis tas grossas para es se pavorosc cancro que corrói o organi~ mo social. A começar dos municípios inte rior,nos, Hão de ver como são malbaratas é ticamente as verbas. Quanto dinheiro des pendido cm obras inÚ teis, faraÔnicai, s~ pérfluas, quando injustiça social pe de que se acolham Pediatria Clinica e Puericultura • ~R. IUlEFO~SO FRArlC ISCO DOS SMITOS CRr-1-SP 42731 CQNSULTÓRIG; R·uA DR, ARY CoELHQ. DE OLIVEIRA, 480 FONE· 251-1957. . 251-1755 (itEs IDÊNc IA). JARD Iíí HosP !TAL f;ARECHÁL RoNDOii, FONE: 251-1131 • 1 i-1,TO GROSSO DO - de vereador s e pr fC'l o;! o seundo eft to a e eperar o Julgamento. Julgar como d!z o método pedagógico. Não adi anta só ver, con er plar uristicamente a miséria alheia. É preciso refle ir. Pondcrnr a si u3çÔo luz da razão, do dlrei to (' do ré•. 1!2_ dispensável que se redimensione~ as causas e os efelLos do fenômeno. Daí há de emergir alguma decisão adcqu;da. Por fim, o mais árduo. Agir. Uc bons propósitos o inferno está atape~ -Leitura de Mão Pioneira na in trodução de várias inovações urbanas , Curitiba lançou na semana passada mais uma novidade desti- nada a facilitar a vida de seus habi - tantes: um projete de sinalização de são localizáveis a través de um aro de ferro preso à base do poste. "Ao bater nele com sue:. benga la, o defic1enle o~ ve o so~ do vibra ção do metal e fica _sabendo que 101:,0 ocima existe uma placa de sinalização", expli ca o arquiteto sér= aio Póvoa Pires, 34 anos, ~utor co pro jeto. Para saber em que local da cidade ele se encontra, o deficiente precisa apenas deslizar. a mão sobre a inscri qão. C0nfeccionadas em folhas de alumí nio ê medindo 13 por 37, 5 cen d.me tros, as placas fo ram pintadas de bran coe têm as inscri.: çÕes em braile gra vadas no metal ori ginal, sem pintura. de cruzamentos, a Uma das preocu uma altura de i,40 paçÕes da ~quipe q] metro, as placas elab • ruas para deficicn- • tes visuais. O sis- tema foi inaugurado oficialmente no Úl- timo sábado como parte das comemora ções dos 294 anos da Capital paranaen se trata-se de .18Õ placas çom inseri. - çÕes em brail~; 'c!is postas nos oitenta principais cruzamen tos do centro d'a ci dade, que permitem ao • cego orientar-se sem precisar da aju da de ninguém. - Enroladas nos postes de semáforos r ·n•o, p· lo ltJO (; r,• !., !. cão escolar. T me-.5 qu r,rpanha n·o ~- ...• de um inpacto '·· •oc l_ onal. Se tal acentg cer nada mis lar áve1. A Juy1iça g ar, com urgencia que se redimam es sas legiões de cri nnças que pcromb~ - lDrr à belrn do abi~ mo. O menor, prcci samcnt<:: por ser in capaz de sair por si do atoleiro, tem t__zy penca LTr AGRO PECUARIA LUSO LTDA .LUSO COMÉRCIO E INDUSTRIA DE MADEIRAS.SECAGEM E ARMAZENA . M ENTO - COMPRA E VENDA DE GADO - MADEIRA_ COMERCIAL! ZACÃO • • Bons Negócios Lucros Certos. Produtividade • ..._._ • • 1 • ... 1.RUA DUQUE DE CAXIAS SN_GUIA LOPES DA LAGUNA _ FONE. ! ~ ~-- 1 251.1055 PÀRA RECADOS-A RESPEITO:.DE COMPRA ] ' VENDA·DE GADO ÍURGENTE]TRATIIR PELO TE_ JL~-. ~- lEFONf.: 2.51:.1364· . . ;0€• 0 eper.r .'..., t., ,, í Cllr;·,:..,. fin'J.r.r• l, :::o e uacional, pn mass ae recuperaco, cc.:rr1ính: •• ,nto prol i • na) não faltam. (PLA /. - foi não aurncnlur poluiç~o visual urt na. Por isso, t·· - bém se optou por :,• xar as placas 0c: postes já existente Para seus idealiza res, outro mérito t projc to é seu bai/.( custo: por 11.000 cruzados - o pre; de um televisor cores - a prefe(~·,r· de Curitiba a te!"C~ a, uma necessida::! 0 ·:: tal dos 5500 ·ce[OS que vivem n1a cidade, A iniciativa veio reforçar a te:, const an temente e:11.:~ cl ada pelo prefei~ Roberto Requião, " que as idéias incel~ gentes são geralr•~ te as mais sirr.ples, No caso presente, preci sarnes fazer ~ estudo mais detiôO festeja Requião. ____________ ... -------------- - l ==-;::::::. E - - - - m +vqu on1. () " -ando r to·•· ~ .. 1 t!' !· ·fiz! n. LAilA). ar z al urt • li! - J0r r':- .03 3 ti=>rttd ali:a. ri to e. bnü.c ·ººº pre- :)!" é" feitu. ·ter.érJ •saàe ,·; =05 bidad· ,v_va a te 19 enun· •1feitC ão, C:- te:: a1e .--,--..1e='· '"'..,~,r:e:- 'll' ~- Df ;ióC ' Câ■ara é otici ,. ' f 1' r; ') ., ' I' bv la pr entn!o pte I<, v, redor Eviinnío 1 ;'1• « de Miranda, nr reunião da Câmara do d 1 " () 1 / C,4 /1 <J fl'I , ;i l' n, y4dos por unanimid tJ,. /lo F:xce 1 <·n rl :J:;11 11O sr. f'rtJf',:11.o Munlcl p·,l, que determine o Joc:·tl o o imediato de um prédio 0ert-. nr.rlo rvir de C)u be dos rv!dores p{} t, J ! r·c;:, r)r• /:•. j a -✓• 'J '- -~ qu ervirá t mh+ tj .l f, ._ tociaço do funcío nario, no local e- r;, :;e rvicl 1 1• f••J<;Õt .; re1:1ll ,,r,·:; flO" f•mr lo n4rios d 'trr blica e onde os te3-- pari qu o r.Ir .to funici d Reparar o bueir termine a con: 'ruço L,.l.ij,t__.....__..,._....,....,.,._._.......,....,-fi'·,1,w,;• .. ·....;,,;•'.;.".;.'·..;,';,,;'".IJt.;J,•...:,.l.:.;n:i,'.:..J.Ll.'.l ku luso i4usual urna pont .. dr r-·, - 'J<·ira, no corrt.::'CJ . , Cndelo, na es r«da ex ist n . e e í! u I l I i' .:t '71...' • l • rt proprledPdt• do Sr. rJJd,1 ,.rb ,rl.: ,c::::n ;, Pery de 1lrncicl-1· Melo do pretrnc, co. ,i. propr.icdacl<: do ~;r. ·,ivor·, r, fru·: t• r· ,;. 'lr:rc.i.o CclesLino,<Jrir:_ do ns:ürn perfci ta MOCKO DE CO!GRATU con< içiio de tr::ift•r,o. LAriio AO SR. PREFFI TO TU'UCI?AL AD•üÃ0 Determinar a llm- ZACARIAS. Indicador pouco ' zr, f·' ( .. ;t (! ~ Í !"_,d f.J +!o 5 roc a n· .. L,,,, 1ro ex!p,tente por ou - tros de ma or capa' dad de captaco. Profissional . ausas íeis, triminais, Questão de Terra:,., l>in·ito de Familia e 'l'raf,athistn, peza das valas e- tu- Pelo reparo e re- zoes de nossa Moção bos que dernondam ao forr,:;_ r:era • r,o~ pon- dP Convratul.'ç::io, ao áuas do bnirro (re- tes dos rios ITAVERÁ Excelentlss!mo Se- -------------------------------------4 e;iâo) conhecida por E MANGAI/A, neste mu- nhor 'Pr0f ·l Lo i-lunict Doixada Corin hiana, nicipio. pal, Abraão Zacarias colocando cascalho Pela construção a quol foi aprovado cm uma valeta exis - da Escola na região por maioria abaolulé. tente em frente a denominada VIUDA,co~ de votos. residência do Sr.Wi- precndcndo u~a sala Sala das Scoc~es, ly, bem como no buei de aula, cozinha. sa 01 de Abril de 1987. Fone: 311:i ADVOGADO JIUCTOH ,:T0:10 Jr. X8ClllE.TO cu:: lltJn.71.3/lH;:, - O.ll/)IS - !?1:il!U Escritório Aw. lio lranco N' 139 lcsiMncia - ,'. lio llranco '.' !Ili Porto )lnrtinho - MS ESCIITAS FISCAIS E CONTAREIS Ynnclcrlcy C:tssaroti - ClO/)IT 3.&>i A,·. Eugrnio Pcnzo ;;;o (.o Indo da Exntorin) Caixn Po"tnl 23 • CEI': 70010 Antonio Joiío -- MS ro existente na Rua Afonso Pena próximo ao Passo do Macaco: o f,l' r nde nd o, voltada ri(· - c ssi0ode principal • : ,, n l ,. dr <; l. , : " ln1 - mui!de, classe essa que na atual adminis raão,tem merecido todo o e~, inho e con sidera;o. Solicitando ao Sr. Prefeito Municipal , determinar a insta - not:TOH C . .lll.OS ,. :-JAZARillOldiF..S lação de um parqui- Na sexta feira da semana passada 45.000 C.l"!-.-S Cl"F.IS E Clln11NAIS nho infantil na Es - alunos da sétima série do 1 grau, em todo , cola Castelo Branco o Pais, viram-se frente a uma prova bimes- llun lleputado '.lnrio 'nn Uen Jlosch 28• , i· cpnstruindo em volta tral onde foram obrigados a medir conheci- 1 'clcío11c: .130·I3X. 2 (Próximo n Ho<lo'i1in) , alambrado com mureta mento sobre um novo personagem: o temivel DEI.A 'ISrA .,. • llS , de proteção, evitan- virus da AIDS, que já atingiu 42 m1 l pes- , ;...._.....,;:.:.,:...:,;. -:- 4em essa providen [s0as em todo o mundo - o Brasil com 1263 eia seja o parquinho casos, ocupa o terceiro lugar entre os oaí danificado pelá ga- ses com maior número de doentes. Antes da rotada adulta. A ins prova, esses alunos assistiram a qüatro au talação do parquinh; las dedicadas exclusivamente à AIDS, com bem comQ as outras professores discorrendo sobre virologia, providênc~as ajudará noções básicas de imunologia e, principal sobremaneira aos alu mente, formas de transmissão e profilaxiã lun C11iah1í R/"S. - l•'unc: (O0i) -l30·l2flO nos do pré-escolar da dÓença. CEP: 70200 ELA VISTA MS daquele estabeleci- A iniciativa é do colégio Objetivo, que ___ _;_ -:------------------1' mento de ensino. tem mais de cem mil alunos espalhados em dezenove Estados brasileiros e que estahe leceu a discussão da sindrome em seu curri culo de biologia e ciências. A apostila que serve de base ao curso, foi dividida em duas partes. A primeira, na forma de perguntas e respostas, é desti nada à sétima e oitava séries do Primeiro Grau. A segunda parte, com urna abordagem cientifica mais profunda e ênfase maior na teoria, é utilizada no segundo grau. O es tudo de um assunto tão polêmico, transfor mou-se nurr. sucenso: os 100.000 exemplares d.q tiragem inicial esgotaram-se.rapidamen- Solicitando ao Sr. 1 Prefeito Municipal, a • viabilização de uma i patrulha mecanizada, para realizar os re i paros necessários na --------------------::-----:-;;---:--------.1, estrada que liga a Cirurgião Dentista [5j ·Í: Margarida, àeixan~o DOL'TOH ~-u·cmlO ',1.nt:z UE íl.Jmos I a mesma em condiçoes . 'I 1 I d S/:'i _ Fone: 2H·l7:ii i 1.o trafego. determi- t:llO ~ /llS _ Consultlino: lua Ma. (on on : 10::n _ Fone: 2:'il·l22 - ,l.lOIM - llS , Es e ri tório 'ILll.. D, SII,', E n:R L. Tl~Of.O asas Uiveis e Criminais, 'Trabalhista, Direito de Fa1111Jin, '!'erra~ e J 11 ;·cu 11rio~- R o n e 1 ,OIOG:llO _ C..l.'SAS CIVEIS E Clllll:'IIAIS • lun 'icto,io l'cnzo f-,('.j -- Fone: i:3:',·1203 ~- ,:STO:-;IO J0, CEL': i!líllü de 8 j IV a Adv_o.cac.ia Fuchs ·45 M-IL ALUNOS JlÍ TEM - __ PROVA SOBRE AIOS r DI u e e uma nova leva já está sendo impre~ sa. Antes de implan taro curso, os pro fessores do Objetivo temeram pela recep - tividade de una ma - téria delicada como a AIDS. Depois que os alu nos estão far.:ili~ri~ zaàos com a cstratu ra do vlrus e cncei tos de imunologia, professor introduz • noçoes poucos usuais na atividade escolar como o uso de camisa dé vênus, contamina ções por drogas endo venosas e homosst:""º J._G. _2...o...i HOU . .0.21 H~ ~ _ AÇOUGUE E LANCHONETE A v.Duque de Caxias, 400 __ FONES 251·1251, 251-1085 - "PÃES QUENTES TODA HORB • PAES,"DO· CES, BISCOITOS E MASSAS EM GERAL Completo _S~rviço de Supe_r~ercado --~~ ... f. CIDIOl0 BELIYISTENSE :" : D1curo pronunciado pelo 5r Joó J. Ferreira Souto, na feio olenr da Umara Municipal de 03 de r;b.r 11/8'/ p.::_ .ntropa do titulo de cidadania be lu' tn ., , com qu fol 1,p,.rac ludo JOSÉ JOAQUI~ F'.i.RRSUlA souro Exmo. Sr., Presidente da Câmara Mu nlcipal, Vereador ·cassio Acioli; Srs. V!'=_ readores; autoridades civis e militares; senhoras, meus senhores: Há dias aLrás recebi um oficio do Sr. Presidente comunicando e convidando me a vir a esta Sessão solene, quando fa ria entrega do Titulo de Cidadania Bela vistense com o qual fui agraciado confor me Projelo de Resolução número 012/86 de autoria do ilustre vereador Evilasio Miranda. Aqui estou, pois dizendo presente. Como vêdes, &enhores, trata-se da entrega de um diploma muito honroso a eS te cidadão que vos fala, que na sua hu - mildade, jamais pensou que estivesse nos atos da sua compustura social, cometendo aiguma coisa além do natural que merece~ se algo digno de menção, por mais signi ficativa que fosse, pois que a convivên cia, a ativicade de cada cidadãp dentro da sociedade em que vive, consiste em elevá-la acima de qualquer proposito ou preconceito que.vise ofendê-la, injuriá la ou evitá-la, dar exemplo de respei to mútuo entre participantes que gera a tranquilidade e harmonia, finalmente pr~ curar o bem estar e a felicidade de to - dos, sem nenhum vislumbre de discrimina çao. Realmente, esse foi sempre o meu mais acurado, no comportamento que ofere ceu-me oportunidade de granjear inÚmero~ amigos, cujas amizades, são o consolo de anos de luta, semprê com a finalidade do bem que se deve praticar, destinando a meus semelhantes uma parcela do meu tra balho propulsor, sem maior recompensa q/ se deva esperar por·'esse cometimento. é o meu conceito de vida, como. ho mem do povo. / , lr.r, r]uran•r do meu comport to quais pudesse ajuizr procedimento que r.lv• Le tÍ Lulo nobi l I t .. rit, . iu, ' ; 1 r. 1 0•· • - nl que ntlo é cJc.•cr•n '.e f, l r e i propr 1 cm qualquer ocasião, mas ouso romp •r ,. ;, cnso. etiquer-,.') da pragmatic e adoto o pragmatismo que é a doutrino que se ba Geia na verdade tlo valor pratica, p~r• jus t1 ficar a meus cone! dadãos, mesmo acg bertado pela !'ultu <Jc c;Jngelo r·oci-·.,· ici , os meus atos através de anos e ano de ,luta que pudesse gc.rar ~sLc ti ·ulo ao honroso, pois, no decorrer desse empo - efelivamcnte conu~rul rscala~ pelo cpntos do município, inclusive Car~ col, Jardim e Campcutre, quando ainda Distritos tlo município, com sacriflcios, para não ver meus irmãozinhos bclav.ls:."~ ses crescerem analfabetos; recuperava sempre que necessário trechos intransi a veis de estradas para poder transitar os caminhões da minha empresa orranizadu P~ ra servir os brlavistens~s; ajuaei fu~ - dar o Clube Esportivo Belavistense, com maioria de craques do 10° R.C.I, hoje Clube Recreativo Belavistense, cartão de visita da cidade; a antiRa Associação Hu ral• AgrÍcol<1, hoje o super Sindicato Ru ral de Bela VJsta com o seu e.rande par - que Rio Apa, outro cartão de visita da nossa cidade; o Hospital de Caridade São Vicente de [aula, obra de iniciativa dos saudosos Padres Redentoristas sob .dire - ção do reverendo Fr~ncisco ~oor, hospi - tal ao qual dei o maior do meu esforço , da minha capacidade de trabalho, po,que foi um empreendlmento do pcvo para os po bres mais necessitados; Hoje a Bene f l ccncia Hospitalar São Vicente de Paula com a MaternidRde do mesmo nome prestando relevantes serviços à populaçio d região. No serviço PÚblico fui Delegado de Policia do municÍpio e Promotor interino da Comarca, dando ga - rantias e segurança à população e justi ça com imparcialidade. Como político fui eleito Vereador em três legislaturas, na Última das quais fui Pre~idente da Câm~~ ra Municipal em face da Lei, fase quando apresentei projetos de lei criando o Dis ~~------------------------, trito Industrial de Água Doce, onde já 'florecem indústrias madereiras de porte e Armazéns de cereais e secadores . de grãos, e brevemente, grande cerâmica e fábrica de farinha de mandioca da trovel Associação dos Pequenos Produtores fiu . rais de Agua Doce, sob os auspicios do Governo do Estado e Prefeitura Municipal de Bela Vista; projetos de lei criando o Distrito de N. S. de Fátima, que mereceu aprovação unânime ·dos meus pares de en - tão· e sansão do Governo do Estado. Ainda como vereador,participei de seis convençoes de vereadores. Uma em Co rumbá, para dar sugestões aos Deputados da Assemtléia para a elaboração da atual · o '/ 1, ,.. 1· rJ • ra • ~ ... • • ..., • 1 .. 1, 11rj,; COCU:"'t·nlO • qu• ,•inrl,., • ·n!H no,• r, lnclti!-'lVe C,"r', lic :·r. 1 Cc,1 j -- ,. • • ~ f.> "(• • mar a sua Excelencia o sr, sr SI da Republica escri a por mim me o, do ainda homenajeado como inteirante e. - For ultimo, com a colabora;ao d Sr, Prefeito Abraãc Zacarias, do Banco Brrir;il s.;,., !:.f,lPAEfl .' Si-:i'LMI ,10 E:: ,,)) , undanos a Associação de Desenvolvi ·ntc Ctm•m~l:3('10 do DUarl!O d• rr.s. f!,, F,.'! ma, do qual sou o President. Senhores, talvez sejam destes trata lhos acausa e oriem de tão honros to menagem aue hoje recebo desta Casa Leis, hor.:enaw~r dos renerosos crJls, r.,· esto de incomensurvel bondade. Senhores, meus caros amigos, a bere voléncia, nobreza de corac+o, a sensib!- 1Idade daqueles d julgar.mn-me merecedor, de u:n diplora desta magnitude, por algu ma cois,"I de bom que fiz na vida, a mu semelhantes, ao povo finalmente, o meu reconhecimento, o agr~decimcnto dest• p~ bre homem, que já nonagenário, não deixa de lut2r, não a..rrependeu-sc ainda da su, conduta trilhada com carinho na cstrad~ do civismo, da honestidade e da i10:1ra lcp,ados dos meus saudosos pais que soub~ ram honrar suas preciosaq vidas, o d~ver cumprido. E agora:, reencontro novamente a vi vencia com meus patricios queridos, reus irmãos belaviscenses, aqueles que ·soube_ ·ram ser leais companheiros na jornada .nas horas amargas, como nas boas. O meu muito obrigado, amigos. 'CORUJÃO CONTABIL Abertura e Encerramento de Firmas Dccla.raçilo do Imposto de Renda. -_Pessoa Física e 1uridica, Contratos • Recibos e •Correspondências em Geral. Rua Antonio João, s/n. - F.m frente ao Sindicato Rural CP. 79200 Betinho e Luiz TÉCNICOS BELA VISTA )15. - I • ·POSTO - INACióNAa..+-• JF1QNCJIONAND.O 1EM .NOVAS E .M NAS INSTAUL AÇOS: ÁLCOOL, DIESEL,, GA§OJ&][NA, JLA-VAGEM D:E CAIUlOS • . . . Rua Baréio .do . Ladário fone: 439 .10.25 Inll€ " 4 » n um - ,. ·------ ------ ..... t 1 1 +cr 1.;7 ,. cn ::e: há t (''; ~ J ; r. o cio 0 qued' cal tão Cosi est. Marc giac sen: V ..i. ~.é com ,i.cc GC lf c;,,-r.: l"ln! to e arr :.:urt dia;i de.ou. A. car; F'iH,, cor! cicr. nio . hv P!occ "csz Cus; t:a: Co:n,J!! Xar,,n.S O,; cargo e as não e :--a fi ou z r +e i o Bo Sr·. to ado , V'n O -t- srabs 1 lw- nuc bene ,11 bi or:rlor. al gu- 11JCUa rneu e Pg àei,a a sua radJ ra , soub;: dcWI' D v! r,e ds oube_ ada L :::a e crn Cidadão Belavistens ')• ti6 03/04/vi, oca <. •I)lll 'J •; 'u),--. rJ• "(.I 1.,0 ,, "lwcordar e vive:-", dlz o poeta. Re - cordemos, então ... Nasci do em 26 de se tcmbro de 1 CJ19, em Sacramento, Tii~npulo.Ninciro. hoje com 67 anos de idade, oqui cheguPi na tarde ensolarnda do dia 20 de setembro de 1945, h~ mnjs de 42 anos, quando estava comple tando 11.c:us ?r, ano~, dt' idade. Minha primei_ ra visita toi i Apincia dos Correios e Te J<'.grafos para comunie;ir à direção r,eral cto Banco do Brasil que iria· iniciar, na - quele momento, a instalação da apPncjo lo cal do banco, criada por iniciativa do en tão Inspetor Regional, Sr. Hcr?clito aa Costa Marques, pertencente~ tradicional estirpe maLogrossense da familia Costa Marq1H'S, que, seduzido pela riqueza da re gião 0 ~elo csplrito natal, como matoros sense que era. ~ugerira e obtivPra esta vitória para Dela Vistn, que já contava com 300.000 cabeças de gado. Varlfiquei que a terra, dadivosa e fei ticeira, transforave o mato silvestre na ·cel icios<t ruavira, que ornava a beira dos. camÍnhos, ê a·água cristalina heijava ca rinhosamente o terreno marginal, inóspi to e sinuoso do nosso puro Apa! Naquela época os br>ncos r..ais próximos eram as aeências do Bnnco do Prasil de Aquida~élna, Porto ;,iurtimo e Ca:npo Gronde. As comunicaçoes eramn precárias; cm época de chuvas eram asos dois dias para se ir délqui a Aquidaua>12. e t:res àiaz daqui .a Campo Gr:mde. A cidade contava co.~ oois representantes ban cários: 0 sr. A. M; Nunes Rondão, o nosso popular Filhote Rondão, com n tradicional Casa Eureka,era corrc'spondcnte do Banco do Brasil e do Banco Na - cional do ccm'.;rcio ;:? Prod.lçç10; e o Sr. Jo.:,o Anto nio José Maria Caporossi, o popular Nenê Caporos si, que era o correspondente do Banco do Estado de São Paulo, além de prefeito Municipal. Estava'llOs em plena segunda puerra rrundial: a gasolinn era racionada e vendida ern latas de 20 litros, sob controle da Prefeitura Munic.if)al.. N2e havia postos de serviços e somer!te una boba, do pioneirp do co.'!lér-cio belavistense, o saudoso Sr. José 1-!aria Pa,l.mi_eri, cem a sua ta'l'bém tradic-ional Casa Internacional. Nossa Bela Vista era, realmente, uma bela vis ta: suas quadros simetricamen1ie E'squadrejadas, se canunicavam por ruas prarr.adas, durn belo verde,de:!_ xando aenas, no meio, a trilha po~ onde trotava~ os cavalos e passavam os poucos veiculos e muitas carretas da ér,oca, Parecia u:n verdadeiro Jardim, e as noites de luar tomavam tudo rr.'l.is belo, pois não havia luz elétrica: a a o nas casas e ra feita pelos larr;peões tio iaiin e Petrcmax, ou a queroséne, ou a vela. , : . . . . Lerbno-me bem: a cidade não dispunlia de prem cs cu selos a não ser os ocuparlos pelos proprie tr'os. ião se conseguia u local adequadu para a r.•Jt : : 1/t 1 , r ~ ~o f/..- r J ' vista, cao aira para evitar a lon ar · » • a Marinho, Aquid as e roi uno, após varias ter'ativ o v!ta pi pau!ista esclarcido, o r, Ar ruga, O {A lar Eariri, a quer nndo a minha merem: ele era dono do Dar Tupi, localizado on- , no cn ro do cidar'», funcionava Pnificdor a Central e concordou cm ccdr ao Banco ola a pr, • da esquino, r< Ju/lnco sua na de atividade comer cial. rot un suspiro na cidade, e, em penas o me ses conseguimos inst alar a agência e Inaugura-la em 20 do mndo de 194. há exarante 40 anos atrás' u trbalhos foram acarpnhaio:, por odos, ·, no dia em que cnermu o cofre, a cidade que p . .:'OU, para assistir o eu descarreparento e colocação no loc!: afeu no olo, tão pesado ra, foramn ne csrios I5 homens pura o Lrabalho, ·n'uiastica ente ccrandados pelo inesqueciv·! Frio de Sou za Coelho. Foi una festa! Tudo c.r:, f,•ito e ,n LOd0 o rnror do bcl.1.vistcnsc, que quur~a colabor;i.r para ver o seu banco funcion3ndo, E a semente !)lantuda e:m terra t~o rérUJ, gcrcu uma frondosa árvore firnã.nccira que,, cspcté!cula.rr~~ te, no 12 s-mcstrc de seu funcion:rll(.nto, pagou to dns as dcsfJf:Sos d:-- instalacão e gC;r-ou seu primeiro lucro, h:r~r-o csl!' qu'- se r,:•p<,tiu cm odos os serres n!S scpuintes r.'..lC!Uda époc-n. Tendo saic'o co Aélnco, fui convidado r,<.'lo Então prefeito Walter Escobar N!ns trblhar na Pne - feitura. Tratei e:'o, em primeiro lar, de estu célr a refornul?.çâo de todas as leis obsoletas, rzor ganizacão do CÓdip_o 1'rihutário Nunidpal, e duran tc guiJSC dez ininterruptos anos, dediquei parte de minha vida colaborando em outras diversas fu-,ções na Prefeitura, desde contador a Lesourei ro, a che fe de contabilidade e a Secretário da· Fau-nda. l-la quele tempo fomcciams balancetes mensais que dis • ribuia=s em impressos mimiografados a todos os cantos da cidade, para que o povo soubesse e acom panhasse a situação econômico-financeiro municipal No estudo das leis, verifica'l10s que Caracol-na época, sub-prefeitura de Rela Vista-estava assen - tada sobre terras devolutas pertencentes ao Estado de Nato Grosso, pois nenhum habitante tinha doeu - rrent2ção habilitada. Iniciamos, então, um longo trabalho junto ao Governo Est;adual, em CUiabá, na ocasião do goverr.o do Sr. Joo Ponce de Arruda,tra bfllr.o no qu;:-1 teve lrr.portância transcencentz.l o - nosso saudoso deputado ·estadual Sr. i•í:,rio Antonio Van Den Bsch. Conseguimos, então, em que.se U'll ano de intenso trabalho, legaliza:- os terr-.:?nos, CélS.l.5. chiicat"2S,de. Carecol, fixando os proprietários nos prprios lccais, com a sef,Urança àas respectivas escrituras definidas. Ao sair da prefeitura, iniciei nur,nas ativida des comerciais: adquiri o Bar são José, de pro - priedade do Sr. Goethe Escobar Nunes, ao lPdo do tradicional Cine são José, t:ransforrna'lco-o no Bar BOSSA NOVA, de saudosa membra, ·em que procurei transformar o estabeleciment~ comercial ~m ponto de er.contro da juventude e sociedade belevistense o que conseeui, na época. Candidato à Presidência do Clube Esportivo Be lavistense. exerci en ;3, o mandato e substi - tuição co 'cível Clcvis Marcelino de Olivci ra, procuranuo tr~,7:-:·onr.ar o clube.na continuida de de nosso lar, o que t?mbém consegui, gracas aos valorosos coopanheiros de diretoria, além de pno ccder a notável reforma que mudou o visual do Cl!::!_ bc com a linda entrada social, lembra'lào as belas colunas do Palácio da Alvorada, obra iniclada pe lo Presidente Clovis Ma.r-celino de Oliveira. Ampliando dai para a :frente as atividades co merciais, orga>1izei as firmas Posto Ipiranga Limi tnda, Posto Rio Apa Limitada, Posto Nacional Liri ·ada e a Transportadora Barbcso Limitada, cnss guindo ainda, q representação loc;il, há 18 anos atrás, dos pneus Fi:--estoro~ e rutor.:ÓV::is, Volks.:a _ gen, procurando fazer cor., qúe, na Épca, a inaren de Bela Vista fosr.e tl"2.'1.~~o fo teir-..s comer - eia.is. :: cem profundo sentiriento d::> r;ratidào que re- ! Dela Vista. A r cordacôs so iraras. Momen os de ale- ria, de fervor cívico. Momentos de ris tea, de an,is'ia ou de pr ocupa;ao. Ás recordações vem de lonpa data. Mas, no finai de tudo, dev confessar cu, tanto adorei esta maravilhosa erra, rl<--'l.lzc., l°'<)!'pi • '•lr·ira de todos os alie - nienas que tem a vcn ura de aqui apor - ar, ruc, n dir,·it.:i dn porta de en .rad.:t do no::..so C~r•ii ,~rio i-ilmlcipal está local l- zada, rio lot· ns 15 da Quadra na 7, j.-Í. . pront.:i, a campa que abrigará meus restos mortais, quando Deus me chamar des a vi - E nor ~llino, como pálida homcnugen no querido povo belavistense, aqui, por vo ces, 1:'=0 r.obr-t'•(•:1t(; rc:pn::senu,r.os, permi tar~-::.c r:iu" fac :•r., ninhas a::; palavra::; qu .... /br.:ma.n Linc0lr:, aquele humilde lenhador que chegou a Presidente ~os Estados Uni dos, disse cm sua ENSACEM AO POVO: "to criarás a prosperidade se deses - timularcs <1 :-,oupança". "Não fort~l'•cr;r-ás os fracos po.r enfra quecc>res os fortes". "Não ajudarás os assalariados se :,:rrul nares aquc 1 es que os Pé'!:ªs". "!Ião est.irr:ularás a fraternidade humana se eliminar,;.,s o Ódio de classes". "!!ão ajudarás os pobrE:s SE: eliminares os ricos". "Hão pÔderás criar es;abilidadc perma nenLe baseada en dinheiro emprestado". "ti;Ío evitarás as dlficuldades se r;as tares mais do _que ,:anhas". "Não fortalecerás a dienidade e o âni mo se subtrair'es ao ~ornem a iniciativa e a liberdade". "Não poderás ajudar aos hc:nen.s de manel_ ra pern,anente se ~..:.zer·es por eles aquilo que eles podem.e àeveLl fazer por si pró prios A todos. o meu uuito obrigaco. Bela Vista MS, 03 de Abril de 1987. REDE BELAVISTENSE DE JOR'4ÃIS LTDA - QUE O POVO SEJ{ BEM INFORMADO- --i,. GRAFICA E EOITORK ARA.: - PADRÃO DE QUALIDADE - ,IMPRESSOS EM GERAL· SERVIÇO DE U"«JTIPAGEM CONFfCÇÕeJDf lNROS E REVISTAS - BOLETINS - lMPIIESSoS A. C0RES .""" ._... DO CIUl'C) ICOC ltl,VISTIHS( l)( JCWWl RUA. DA. REJ'úeucA. StN! • BELA VISTA - MS cuaraná Natural da Amazônt_a @9 FONTE DE ENERGIA E EQV/l.ÍBRIO DO CORPO E DA MENTE DIRETO DO CENTRO DA AMAZÔNIA, PROCESSADO DE FORMA ARTESANAL, CHEGA A VOCÊ O LEGÍTIMO GUARANÁ . ' DA· REGIÃO MAIS VIRGEM DO BRASIL, PELO REEMBOLSO POSTAL, SEM INTERMEDIÁRIO. PEDIDOS PARA: • -·· ,. M()HENINI IA AGROPECUÁRIA CAIXA POSTAL 169 - BELl:M, PA CEP 660"oo - FONES: (091) 222-8657 - 222-7361 UL TORA E. CONHECIMENT r,•,r, • aor rece repei' O acalento. A tenção cinto,na !4r a 'I .,'' impreso de que no ihe qur tr .n . t. I ofenniva. Em caso d'' tudo o que gabe do a° discordar de almuma unto que ensina.Quar explicação, exponha l4o os alunos percebi suas razoes; se houjsto, perdem o ren - pbemn. V,,,. <>n ~rio ~ar url<: , '·" J..,,. fJt' .,Í-✓•l, • - a v peito pelo proresor, do professor e elU fazem mau juizo de reserv para as cri for realmente um me:[ eu crater. Da mesmaj angas utn arca espe- tre, té ficará rarorma, nunc-.1 procu r. cial e ruld para to ao aluno pela o- , [que ai se divirtam. impressionar seus - portunidade que lhe alunos, mostrando que Se numn reuniao, deu de corrigir o ?],abe muito. o dê ,alpuém declamar, can ano. Não proceda em] tar ou discursar ts aula para mostrar a ?I i- 4 • classe de modo a pcE sua cultura, seus co- preste oda a aten- turbar os coleas nhecimentos profun - ;ão. Quando a exibi- que ali vão para a- dos: dê ulá para en- cão terminar, cupr_ prender. O professor sinar sua turma, por sua vez, precisa zcndo-a no te□e iembrar-sc de que extensão que ela nunca lhe é dado de- sa entender. preciar o aluno, de- Politica e rcligi- primÍ-lo. O profes - • ao - Como politico,ou cm grupo, quer na fa sor deve ser mestre • - como mernbr-o de: um gru mi lia, temos_ a certs:_ po religioso, é pre-- za de quP o seu re - ciso saber agir com lacionamcnto sempre tato, dentro dos pr- será timo, cm qual de menosprezar os a- ceitos que. vimos dan- quer setor- de que lunos, zombando de do. Na religião, siga partícipe, bem como sua capacidade, de suas dificuldades ou as regras impostas. suas atividades pro- Não haja com hipocri- físsionais terão mai e guia, deve ensinar e orientar para a v! da. Não tem dir-eito __ atrazo. L--------------------------:-------------f Isso não [sia; respeite sua re- or rendimento. quer di- - - ligiao, nao deixando de respeitar a alheia (Ale Ahmed Ghazzaoui Consultório Médico - l UR.JOSf DE RIBAMAR CRUZ ESILVA ORA, ANGELIC AZI'AGA OLMEDO Clinica geral. Ginecologia, Partos, Prever CRO 19iO Consultório Rua Ant' Maria Coelho 82."> 1 1ivo do Câncer, Ginirgias. • Fone -39 • USO Bcln. Vista MS. Consultório Rua Anlº ~laria 1:oelho 325 1 Fone 39- I3 Hl st MS. Bella Vista - Parg Ilesidncia : Rua Duque de Caxias, 574 _'_ j também. Como politico é Diretor do Centro é preciso não só dis- 1Cultural Islâmico de putar o cargo efeti - Mato Grosso do Sul, vo, andar à procura Rua Oliveira Marques de vot_os, mas conse - 160,. Dourados-MS,Fo guir dos outros apoio ne (067) 421-0847). pará s~tisfação de ob1------------c fetivos comunitários. ontinuando nosso "co hecimento" sobre o _omportamento humano nos grupos, devemos focalizar-a forma de receber em nossa ca sa, ocasião em que nos devemos mostrar muito agradáveis, a fim de encetar ou · fortalecer amizades. Antes de mais na da, procure deixar seus visitantes à ·vontade. Dê:-lhes úm ambiente natural,sem nada de artificies . Oriente as palestras para coisas agradá - veis e 1iteís, que ~ão desRertem polêmi ,==..:...-__,.;;..:...=.....;;;;...._.....;.,;._~;....;__.=;~---=·=-~·-=--~·.....;.-....;;;.=;_;-~-~--::...,;-;-~--·;·-;-:;.=-=====-~-;;;._;;-_-~;;;--~-;:;;-;:;;-.-=:;:;;,;=-.Jcas n~m· criem emoção. Apresente seus- 1 l i convidados um para l[os outros, procuran- 1 • . - :o aproximar os de • 1 j ~ empe rqmen tos afins. :vi te sempre reunir ·m sua casa pessoas ' ■que sabe terem algu- 1 na i::co~pat'íbílidade. Nao insista com • ninguém para beber ou comer; faça seus ofe recinentos com dis: Parede crição, r:ias "esoc>j te _recusa;g _insis tencía ser~ ndelí- 79.260 cada. Também não pr~ f I pure de ter seus con- v í dacios quando mani MS Fera ±reco e Odontológico Cirurgiã. Dentista Rcs. Calle Genera! Dias + &02 Fone zer que nao possá ser severo, ao corri gir defeitos preju - diciais à aprendiza gem. Nas deve fazê lo sem humilhar, sem írr-itar-se com a a preensão difícil do aluno aplicado. Para o aluno que faz • da escola lugar de di - vertimento e nao de _....__ ,.fa z , " 1rUf or r l ! - l :t, I• ,. i :> or J ', 1 • fa - mente a pessoa, nn po:::;- E assim, com o re trato de algumas si tuações do compor'.a mnnto humo.no, quer flACI e! 1 i d , • .J L ; 1 saci0 i.t',IH comi:s cut. Governo pa ga pãra Boj . gordo pastar FORRE. SUi e.as ,ft • Cerâ11ica Já Te 1.,,;,;_.._,dc::,o...__...ar_a_F-or=ro.....,da ...... c .. 11 __ •• Tijolo, a Furo,, TIJoloa .Laminada, para à VIsta, Lajotas para Piso, TiJoloe Macl901 1 Telhas José_ Lemes Bugre,· s/n • - ·cep (067) 439-1329 - Bela Vista - ua O Governo, depois da espalhafatosa ca ça ao boi gordo, pa;: tíu agora para o ·ca minho inverso: vai pagar para os pecuaris - tas segurarem os seus rebanhos no pasto. Dia 27 pp., os co - fres da União libera . - ram 1 bilhão de cru- zados para ser apli cados no financia.me~ to de estoques r-egu ladores diretamente aos pecuaristas. O empréstimo, concedi do a juros subsidia ::!vs tem por objetiVO reter os bois no pa5 to a~é a entressafra gai:antindo assim o abastecimento na ég ca das vacas magra=!· Com essa injeção de dinheiro, o gove ng calcula que vai ter dísponiveis óOO il cabeças, cerca de 150 toneladas de carne, na entressa fra, que vai de zai a outubro. - ) ) .1- J j. ) )s ) - )-- une_!'.! IJ•;,)- te o ai ia i 11:l a5 .rr" o ép9. -as° -5o e; e.i ·ºº 56 OjO Rachid e a N.ova Ordem À~ Economica O Senador nu chld Dcrzi (PMDB-MS) cn;tar:1, na J:;scrnblÍ•in :-Jacionnl ConstLtuin - Lc,parlicipondo da Comissão que vai dls cutir a nova or ., ·t 1 1 'J l, 1 , ' ; :- 1 ' .. e • "1, • :.1.0 uru· n·.1. Par·~ '.'s,cill",r :, andamento dos tr .ao tres ubccmis - Arar1 ú 1 'q J( v,· - sor:~ str·:J.o orrp;d: .. : nha resolver o rl uma dfscu irá os pr lnc ip ios erais, Ol)lf'õl o problLlíl.l IH' bano ao que:; relativas 00 dr Lr·ir,::;por 1 o fin lente,uma dcm econSmicn cto L<•t·c-r• ira <1t..,· ,rn, lJ - rals como rncrnbro li pcll.Ll"'fl • sra a ..... Lular. J refrrida prublcr,, rlo~: ":,t t· t, 1•r-rél" 1111-.t!.: qu, .. nao se limite ap_ Jur! nr.s , d1t:liibui - !'Ídc-·, ;a0 de te:ras forma desordena d0 ír,.; ... rtJil • - rl ... s" (b, ·,"-': . Agrícola Fur:cliÚ - comJesão vai dcfi Á rin. Nesta ultima nir os prJnciploR nstara" 0 s , enac,or 8Crais que clevrrio íl&chid Derzi reger o slslemn eco 1""-~----------1.-.;.:.;:.;.,;,....;;_;~~:.;,:;;.:....::.:~1------------L----------J r·.,, a inir a fr• llc1J~,d- ~• r!-u,., ./ • rirc iJ fJ"t·ft!J - - ta ms para ccr.l'1ccer,,,:~ r, e ,P'"Vir a lk1,.::; nL.,U· r.undo e pozar da eorna bem aventurança no outro. Conll.J'lo, a porção de felicidade qu é possível ,,o hoarii, ter nesta terra é dada quele. ..t r.u<> ;:;.cr 1U";:i""I n. r.i.xi:ra c.Jc r!o.::;so S<·nhor Jesus Cristo:"Procura! pri ncirum nu o roino d Deus e Sun Ju:;"ic;",~ tudo o r;,.al::; vos sr:rá nodo por acré:-.;c ir;io''. ltá r:-.ais alegri'l V"!'Y.i.:irldro nur:.u socied.:ide outr~ re ,rr.az p~'Ofunô;...'71<:nt.(: crin ã, o.in,J,l que dnsprovid;i dos prorresc:os e rccur-.,os do civilização atual,do que na socit.:ti,irlt• ca•,pul·•dorlu1oa,ma:.:.siflcadi.a. e r:vJ-· tcrlalizad.:i dos aia:; r•".! hoje>.Aquela faz do curi;,ri mento de stu::i devel'C's r,aro. com Deus @ para coa o prÓxÍll'o sua aleerl~.Est..:J. procura a relicid&de,cn larga medi-..:i,na ilusão do dinheiro,na fuga dos ic;o frimPntos e na busca,cada vez r.-,.ús frcnética,dos deleites sensivels da concuoiscênci ... s. que d.l e~ 1nr_•fic lt .. nLP'.' O Senador ressal ta ainda a uren ela da 11°form, N',rár1Õ e a necessidade de maio res ~cuF.;;.oc3 df>stina do::i oo setor p/uu flm. -MERCADO S10 JOSE ONDE COMPRAR SE TORNOU UM HÁBITO - . / • F 1 1 , .. t . V!SITí:-HGS 1 ___ NI. Of!OE O CULTIVADO APRECIA: O HfBITO DE CO~PRAR FOI POR TODAS AS PESSOAS QUE f'iéLl-:Oíl: GENE;OS ALIE:TíCIOS EM GE - fll - AFl'.ME 0VALJDO, BLGA, t - r:E 1 ~o, RouP/S, Fr-uT/S, VErnuPAS, I_QllÇAS, ALUMit!Íos, BEBIO/S,Í·'.1 LHJr:ES DE ProouTOS º" í'.ELHCF flU/LIDJDE E OS i1ELHOPES PrEÇOS. JJESFIU-TE AS 'A:-;TAGE.'.S no "l'ASSAI'OITE BRASIL XA: l'AL.I, DA lL " - J>lQGil,:l.:-,1)() SU.S 'L(;E,';S ))E Ft'.HIAS, USUFH.lil.'.DO DE DEsco:,.;-ros E~I P.S• s.AGENS ABRE.AS, RESTAURANTES, SIOPING'S, ETC, Passagem Aérea Hotêis Passeios Time Tour T·urism·o Jlua : 13 ele :!aio :?,310 TELEFOXE - 88-~ • 2303 e 38~ • 230i CAlll'O Gll.'iDE - llS. E..lllltATt:lt -N 0015 • 0012 • 7 ,- .. ri·,1.r:t;:1c a técnica a' ngiu pinearo to 1 I:.n:.rc••,·-.nt.o,pr'Orr'::;,·o ,, l;·cnit"1 ur • z ! nor d i, por via de reria,o fim sobrenaturI do IIO'J .1 dJ 11, v: s de !.:c,lu:lc,,n; rr"Tl ccu. proLltw ... ~,,:.-obn.r~K,iT-no -, com d!ficuldades ainca iono... Ora, o haen. no fo! cr de pr ir.e lp· lr:<'r, e• p J - ABIM. VER.E-DA DO APA Imobiliária, Projetos e Construção Civil. L TDA. CRECI 395 - J - ,1::.,mp:-a, Y<:ncl:i e .tlministr.1-iio de Imóveis - l..ott'.amcnlos - F.lahoraç,in ,k Projeto< e Con.<tn:rão C:i,·il AGt:STIX A. s. ,\'AI.OS Cllf~ iH/ltS. Í':',IO OVIEDO CIECI 1G51 llua (',ande de Porto .leg~ :U. llEL 'ISTA • ,:q, 79261) l1S. Escritório Despachante BELA VISTA Ltda. de Enio Oviedo , Faça.. a clocumrnt:içiío de seu "clcttlu, ela mam·Í"' ra mais IUPIIJ. E JJ.ll.T.. • SER'IÇOS DE DE.'iP.CH.:TE EM Gf.Jl-L !tua Conde de l'orto Alegn, 1:a f',ep 792611 :.,_ ·mJ., "l~j liS. casa Nova "OS no~s H.lllTOS OE'E.U SElt Cll.Tl'.DOS" ·._. C-.S. :'OV.. OFEIEf.E O Ql'E IU llE llF.l.HOll . , _ Ç11S1'.1:--, Jlll:,,1)l"Ell!IS, Al'.llEl.llllS JIE sm,. Ltll'l:.s E nr., ~i•t·: .ll~!'l~OS li. )ml.lllll (ll'.l.~D.Jn: ~ n:mls ~·-,: D! r.i11u::,; '.í.Hl.S )I.Ht:.~s. lre ('.,S. :'O'. E t:0)11'1O'~ l•Hl·;.(;ns, Ql?_l.111.111•: 1-: .TE'.'-lll)IE:-:Tu ., ' "" Tl-:LJ-:Fll.'.E ~ -•3fl-I;}ol. 'rK A FP,MIEI+K Os Homenageados pela Câmara r--- Vereador c to ciol! entregando o LÍtulo de cidadão bclavistenne ao rhor Sebastião Mil - • ton Rosa.A filha do ha·reado ,Maria Aélia Ro -. oa Pinheiro, agrvcJc cru r rn nome de seu pai, falan - do a respeito cio ploncirisrno dc: Millon Rosa na implantação da agricultura cm Bvl Vista. . J Vereadores Cássio Acioli(presidente)e Clau dionor Rodrigues (secretá.rio) conduziram os traba lhos da sessão solene com muita distinção.Nota dez para a organiza~ão do evento. Leda Marina de Castro Pinto recebeu o titulo em nome de sua mõe Clotilde de Cas tro Pinto.Em seu pronunciamento,bastantc poético,Leda enalteceu as qualidades de educadgra de Dona Clotilde. 1 ' O abraço forte e sincero de Marcelo Calvano no P._t'Ofessor Gamaliel Stunpf, um dos grandes ··educadores· de Bela Vista, tam bém homenageado. O ~mpresário Elias Barbosa receben- Oscar Rodrigues de Ara~jo rece~ do O Titulo de Cidadio Belavistense be o Tituld de Cidadão Belavistense do vereador Cássio Acioli- leia o e também falôu a. respeito de Bela discurso de Elias Barbosa na página Vista e sua história. interna. -------.------------- ---------------------- .•orn· .. d1!::t,. v:cil,;u ! • 1 ir , A cntado r .. 10; v• t· .. ,(H t ,' 1 o Ac Claudlonor ficJri1w .. (,.;t, ·,ut:,r• ,te, 1:·t, • to que concedeyo Título de Cidadão B vistense ao /jornalista). Sr. José SimplÍcio da Cost_a Marques, com o vereador Evilásio Miranda e cássio, José Marques também foi homenageado pela câmara Municipal. -- ----------~-- _._ -- - ·-;-,-. Sr. l-iário Batillani ta:nb foi r.o- menageado com o Titulo de Cidadão elavis tense . pela Câmara Municipal. ABRA A SUA PORTA PARA O REQUINTE E O BOM GOSTO ,.S ERRISU L M OV El"S VI. T. 1 L'J T /, C/li LO!: O Clut vo Bclavl:: ;,eu Gex tu /,Jnenb 1 é ia.o diretoria a entidade 87/88.Sesse sócia; compq houve a ção de apen pa,obtendo tendo sido, do um voto e um nulo. Foi elei dente do Be. 0 e:npresári los Rahal vice presi cuarista Ed riz. A eleU• correu nur=i, tranquilo .Presenças SUA RESIDEIICIA OU EscRir?üc' TERECR ±cI E Tu@? A. 1 UE. REQUHITL E BOil ~STO: ARf'!.~lOS. • GU3DA --ROUPAS EKBUTIDGS. _COPA. COZI:IHA. FABRICICÃO 'ir iõIs m gr E ii F&rã Serr.asul Mó.veis • RLJA DA REPÚBLICA ~• 100 FONE: 439-1296-BELA II6 -MS Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº829_04_04_1987 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº831_11_04_1987 Voltar para a lista de itens