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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº841_28_05_1987
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TRIBUNA DA
t
R;' V7
CARACOL APRESENTA REIVIH
DICA(ÕES AO 'CiOVERHO
BELA VISTA REALIZA 1: RALLY
HÍPICO EM JULHO
f.lc 1 a Vi 'a r l . .., ,
no próximo dia 20 d"
Julho, o 1° Rally H!
Rally Hípico, promo
ora do evento, erg
r reunir ma!s de
O Prefeito de 'ara
col, Juvino Godoy. en
trecou esto semana ao
Governéidor Marcelo Mi
randa Soares, uma pau
La de reivindicaçôcs
destinadas a impleme~
taro rrogresso e ó
descnvolvimer.tc, no mu
nicipi0 localizado
na regiao sudoeste do
Estado.
O Governador, ana
lizando corr. atenção
todos os. pontc,s pedi
dos, de imediato anun
ciou que o proximo a
no de,er2 ser cons
truido um hospital
com 20 leitos para a-
t n ecico e v u i i i o
pauto de reivin para recuperação das
dicaçóes,cxposta ain /maquinas da prefeitu
da pelo deputado Val ra.
dcmir Moka Mirand&
de Britto, do PMDíl.
Ainda durante a au
diência.Marcelo Mi -
inclui a construção randa enlrou em con
de um Ginásio de Es- tato telefônico com
portes. a implanta - os sccre ários e di
c~o de 4 quilômetros retores de autarqui
de p~v1mer.Lação as - as, pedindo atenção
fáltica nas ruas e para os pedidos de
avenidas da cidade. Caracol,que devem co
Além desses pon - mcçar a serer atendi
tos. solicitam um dos ainda este mês.
aumento do reserva - Acompanharam o pre -
tório de agua, exten, feito Juvlno Godoy a
são da rede de ener- lém do deputado Va1-
eia elétrica. insta- demir oka, O presi
lacão de um posto da dente da C~mara Muni
tender a região. e ga Ciretran, construção] cipal, Vereador Rafael
rantiu que a er.:prcsa de Deier,acia de Pol~ íl:::.,-.ã:i flicaldi, Vereador
de saneamento do Est!! eia. criação de dei!" Renato Oca-rpos e o Presi
do - SANESUL - irá so postos de fiscaliza- dente do Diretór~o do PM
luconar o problema co, contratação de Da Orestes Godoy.
ROUEN FIGUEIRÓ CONDICIONA
PROPRIEDADE no uso ·SOCIAL
"A propriedade urbana ou. rural. esta sujeita ao uso·social''.
Esse é
O
fundamento da proposta constitucional. de cinco arti -
Fede
rRl Ruben Figueiró (PMDB-MS), dedicada ao
gos, do Deputado
· d A Esse artigo cor.taco~ um paráerafo,se-
capitulo da proprieuace.
L defini
·ra· o uso social da terra e oc parâme
gundo o qual "A e:.
A riJral produtiva. A posse e o dominio serao
tros da propriedae
assegurados pelo poder público"•·
Na justificJtiva. Ruben Figueiró explica que. em relação ao
d d
al a lei deve definir claramente
uso social da proprie a e rur •
a questac.
elucidando, ainda. os parâmetros da propriedade rural
l
"Não pode este assunto ficar na dependên
produtiva. E ressa ta:
. , o·asionais e interesseiroê. t da responsabilidade
cia de juizos c
P Opriedade rural produtiva. so -
da L~i definir o que seja uma r
a
necessidade de se promover no pais. uma
retudc considerando
• se· ri· a e responsiivel".
reforma agraria
r·o,~ r, pr' çio J•· 1d
ais de cz 70.000,00,
de
O Deputado lembra ainda nu~
mico"
l..
0
. um progrruné, econo
E PjGI3A O& TODOS CS ITEMS D PRCCST DO DEPUTADC
VEZA li +n» --
"uma reforma araria é antes '
10O cavaleiros de di grande a ração para
verso pontos do Es- o público que lá com
'ado, Ja qu a procu parecer, serão as a
ra pela in:cric·iu ter., oostas, que oegundo
•:ido in cnsa. ',aulo FigueirÓ,mu1 a
O evento conta can rente ja anda fazen-
. ,poio do Governo Mar do seus primeiros pal
cclo Miranda e. res- pites no vencedor do
pcctivamente da Se- Grande Prêmio Bel~
ccctaria de Agricul- Vista, abrindo assim
tura e Pecuária, que uma disputa entre os
seeundo Flav;o Dcrzi haras inscritos, que
titular daquela pas- pelos comentários d~
ta, a sec rc tari a tem rá maior b r 1 lho ao
mnior interesse
cc, no que se refere
à equinocultura, é
uma prova de longe
percurso - 25 quilÔ-
me:tros - aberta a a-
n:.mais de qualquer
raça, que servira p~
ra demonstrar a tip~
logia que melhor se
adapta 'às cor.diçóes
ambientais de Mato
Grosso do Sul, além
de que nos Últimos
tempos esta ativida-
de vem crescendo
em even o, já que todos
participar desse e - afirmam categorica -
vcnto, .. pois acredita mente que serão os !i,fORHAIÇÕ[S;
que: 'o· lQ Rally Hipi- vencedores. P G.:
Voleibol: Apos-
tando no futuro
Depois da reunião ent1·e o prefeito Abra
ão Zacarias, Presidente da Comissão Munici
pal de Esportes João Kalife, Secretário M;
nicipal de Educação Antonio Helio Massoca
to e vários atletas, ficou decidido que ha
vera maior incentivo ao Voleibol em nossa
c:dade.
Além do mais, será formada brevemente
uma seleção e terá como técnico o Sr.Ma
ª rio dos Santos Vargas.
cada ano que passa , Na reunião, os atletas salien aram c,ue
ou seja. a criação já existe em Bela Vista material humano su
de cavalos de várias ficiente para se formar uma seleção a ta:
mer.te competitiva. capaz de representar de
maneira honrosa o nome de Bela Vista em ou
raças.
Para Saulo Figuei
ró, Presidente da A; tras praças e torneios, visto que o numero
soei ação Sul-macogros - de jogadores que vem sc revelando nos jo -
sense de Rally HÍpi- gos ir.terescolares ultimamen e. é satisfa
co, a importância da tório.
prdv.a, além da come- VEJA A MATÉRIA co::.::?IEi'A UA ?ÂGilU. 05.
mcraçãc do anrversá- t----'-'=.;..:.-=-=-====;:.:.....::.:==...:;==....:;=-=--===-===.:......,
rio da cidade de Be
la Vista. reunirá não
só o que-há de me
lhor na equinocultu
ra do Estado,mas tam
bém dado ao tipo da
Visando regular as atividades das Poli
cias Civil e Militar cm um p1·oprama perma
prova, propiciará a nente de combate á criminalidade. através
propr ie tár ios de ani ida execução de patrulhamentos e barreiras.
mais que trabalham
no campo, realizar o
·percurso de 25 quilÔ
metros. já que estes
ja estão mais acostu
macios ao esforço do
trabalho, enquanto
A pr ml
II cruzad
vidida d
for-~ : o:; .
luares, recebe -
rio as medalhas 1e
participação. Outra
pico, como parte das e 49 lugares, ruceb
comemorações do seu rc 40, 15, lO •
69? aniversario,onde mi crzados re pec
segundo a Associação ivamen.e, além dos
Sul-ma.orossense de roféus. Já do 50 , ')
que a prova ra I
ida pelo "I CódL»
thcion ,1 dt Corl'1
rr.1 vigor ,. con·,
cor.1 um ca•·.plr;,:
da a infra- e.
t','.l para hospea
dos p ir icipanlf
que deverão soment
levar as barracas
flnr...llzou.
RECADOS. PSI
Segu·rança ativará o GOF
entre os municípios de Bela Vis:a e Mundo'
Novo e seus 397 quilômetros c. frntei:a '
seca. a Secretaria de Sc,rurançt• PÚb:ica
criou o GOF - GRUPú DE OPERAÇÕES DE FFON
TEIRA. que deverá ser ativaco por Leal de
Queiroz, o mais rapidamen e possível. de
pr.nàendo apenas das viaturas que· se encon
que ~s cavalos der~ tram sendo especialmente equipadas e do e
ça ja começam um tre fetivo que recebe instruçces sobre esse/
namente todo especi- novo tipo de policiamento ostensivo.
alpara aguentar- a Mato Grosso do Sul. deviào a sua loca-
:1rova. além de die lização. apresenta-se estr-atégicarr.ente fa
tas nimentares, de- vorável às ações de marginais que se des
monstrando'ainda a locam dos mais variados pontos do pais pa
tecnica no preparo rase alojar em nosso Estado. PÁGINA o2
I , • ' 1 , './ 1)/
Segurança Ativará o
Operações da
' I ! ,j
poli; CIvil MIllt r er um pro,
r,, rmanr,te de ombat ,, r 1 • 1 nr,l I d, J,
trave da execuçao de patrulhamento
barreiras en re os munielpios dt• lJcoL.,
lf e Mundo Novo ,. eu 397 quilómetros d
fronteira seca, a Secretaria de Seu anç
Pblica criou o COF-GitlJl'O fll' Ol'l-.f<A<;ÕI.S flF.
FílOll'lFff</1, que devera per utivado por L·
nl rJc OuPiro:r., o rnnJo 1·apJdwnt•11!1 pos.lÍ -
v<: J , dependendo apenas das v l 1, 1 u ,. t:1 flUI
e encontram sendo especialmnte equipa -
das e do efetivo que recebe instruçoes so
bre se novo tipo de puJ l e· i ,m, 11 o 0:3 cn
r.1 vo.
' Mnto Cronuo do Sul, dev!do a sua loca-
lIzação, apresenta-se estrategicamente fa
voróv,•l i°:H; nçÕe:; d<' mor-r:ln-d:; que e des-
GOF • Grupo
Fronteira
1
J
l
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do para, se necessario, se deslocar e!
, ! , u i r, '1 l II J l. , 1' o las as U r,l d ,1 '..l • • '.l P o 1 1 c J - (1 l '
hi I J rr("':'1· n f;(I., ·•·ire
ra alojar-se em nosso Estado e aqui prati i. rtre elas Compant as ndepen@entes, no q se e ' v
cor Lodu sor <, cl<.: crlmt':,. I: .. ;o :,·in f'Cn - Iiotóe e e:tacamentos da Policia Mlll - front<>1:·:.1. "T,r.u.· qu,
tnr com as rncilidnrles enconlrnrlu::, p.'1r·n j ur, Dfler::ir.i.w e Sub DPlegacJa . s de Poli -, que nosso Estado eta ganhando d
se transpEar as fron.eiras do Para«ai { ia Civ l vetarão de pron'ido para colabo, fág.o de marginais e corredor par
e Bolivia que transformou Mato Grosso do 1 ,,. cor., O'J Lrab,dhor que deverão ser degen] rego de veiculo furtados. Não pod
Sul crn corredor parn Vl'Íeulo.; fur-t,1 o, ,, v ,1"1do.; pelo Grupo cl·• Or.l•raçÕ,•s d,. Fron - co:, ir,uor· .;Pnrlo pont.o dr> re: c;nch q ,
para o tráfico de entorpecentes., sln al ra - GOF. do o assunto irar em torno de trafl
ativaçno· do GOF, atrnv(-:i d, 11m polici m,'!:! s
0
,.,, s ECE IDAS drogas. Mato Groso do Sul precisa " •
to ostensivo, virá s es 'TU, E R 8 trar sun riqueza naturais, sou pote:
car tal si tuação, diminuindo e dificuitan] l al econômico riscando de su di ,-,,-dl, r·
do a ação desses dejjnqut•nt.cs. bl,.:-:a, di os rJ• frunt,·1ra", ofir1~;, oi,
Leal de Queiro:,,, informou que "a Oprra- • Os polici,,is escolhidos par.'.'I compor ç crrti,rJo de Sep:urnnr,'1 PÚLJJ1c;:,.
Quedas.
t raro.
nerário Dourados, Itapor,
Itamarati, P 1 ,e l rJo Ab:ld to, : o
Caarap, Lanuna Caarapá, Caarapó e
l r, Dourados.
Convém ressaltar que uma viaur
l , 1';)C nn t: '1. Corr.p 1nh 1 rJ T ndependent
r·a 03, onch· r :st.ar·á o r·c.rr,,,nd,,nte <J l
locam dos mais variados pontos do Fais pu
ção terá caráter preventivo e, se preciso
repressivo e agirá de form:i, ostensiva, mo
torizada e itine-ranle, fiscali:1~mcJo veÍcu =
los e pessoas que circularn naquele trecho
visando diminuir o furto e roubo de autc-
mbveis, bem como a fuga cl, criminosos pa
ra os países vizinhos. Também é intençiio
do Grupo de Ope ruções dl' r- ,•on t ,. ira r:o 1 ab!?_
rar com as autoridad0s policiai:; d, área
quer fiscalizando os veículos 1ur• ad,•n -
tramo territbrio Sul-rnatu-grossrn~e quer
juntamente com a Policia Federal, :epri -
mindo o tráfico de tbxlcos".
Roteiro do GOF
O GOF sera composto por uma equipe de
aproximadamente vinte policiais e quotro
viaturas, comandados por um Delegado de
Policia ou por um Oficial da Policia Mili
tar. De inicio, as equipes obedecerão
F receberam orientaçoes diversas e espe-
fic;i,; nu st:.-ntido de bem desempenhar as M H "E
"1;;sÕes da Operação. Dentre as inúmeras ' ensagem ao ornem: ao
jnstruçÕes recebidas pela equipe do COF h d' · ~
{lf'staco-se que: todas devem conhecer se tomens que IIIgem o povo
t ,·c-cho a ser patrulhado; sabc·r· identificar[
cs elementos estranhos à ceeião; verificar! Não criar:i.s a prosperidade se desesti-
rora perfeição as documentações de conduto-jmularcs a poupança.
r·es, passageiros e veicules que trafei',am 1,ão fortalecerás os fraco:; nor en::-~ -
no itincrario do cor, apoiar quando solici qunccr u:: ro1··cs.
tada as autoridades policiais do municip1;- !lii.o ajudarÓs o a:c-salaria..!o :-e '.lrr•11n -
e realizar barceiras nos locais considera- rcs aquele que o paga.
dos "pontos criticos" e; acima de tudo man r:ão est1mula.rás a frat.,,rriidadc hur-.1:na
ter um bom relacionamento com a comunidad; se alimentares o bdio de classes.
local, ouvindo e, Tesolvendo seus problc - Não ajudarás os pobrns se eliminaies
-mas na área de Segurança PÚblicu. os ricos.
Os veicules e pessoas consideradas sus- flão ;:>odcrás criar estabilidade pef:7''.l -
peitos deverão ser retidos Removidos at; a nentn baseada em ~•~heir6 <'mprcstado.
delegacia mais prbxima, serão submetidos Não evitarás dificulda-
a uma averiguação minuciosa, devendo a d~s :e gastares mais do que ganhas.
equipe utilizar os meios de comunicação e· f!ao fortalecerás a d i.gnidade e
O
âr.!~.,
ao arquivos disp0niveis na CoordennMnrJa ce se subtraires ao homem.
A iniciativa e a· liberdade.
Não poderás ajudar aos homens de
1
maneira permanente se :izeres por eles
aquilo que eles podem e devem fazer por
s1 proprios. Marcenaria São José
7" e {J'
'·. ,.:_,,. -, •• • •• ' ,,"-.J)."~ 1 Ili•: : P.l'Ll'iO GO'iZ 1 F
·'"• - .. , ' •... , ..
g, y= h., - o:Is rrrru- Ec0ME» NrR.
yf _g,}'' Gs'EM QUALQUEI IAE DA IEGt0_
..:.~;--,->. .... ), • S.1.., Qlº.HTO, ,l.XT.11, ,lOíõOS DE ESTOF.·
UOS, utl.Tl'ID.DF. IIEI.EZ. E' AHTE .
. '
,··« ' E»! !»To MRTIIIO: IA BEL TU.E N'322
. , • t GIX.·f.,O E • ·- • . ,sn::n, )ll I E . F.íllllC.(:.O 1•011 'O!'>o.~· C:OXT-
1-:~l'f.RllOS A Sl'A 'ISl'f.. • • •
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caço e vários at1e
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r.c1,livo ac, volcll>ol
<'1;, not,: :1 r- 1 d.td• . A l < m
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brevemente uma sele -
ç:Í.o <711<' lf' ri, cornn é-e
nlco o SP. Mario do.·
Snn o:; Vnrgns.
Nn rcun l ão, os a
Llc-La!l snll cn arnrn q/
C'Xi:·tc• C'tn o L, Vis a
maLrr1nl humano cufi
c!cntc pnrn GC formar
umb selcçüo altamcntr
compcLitivn. capaz de
representar de manei
ra honrosa o nome dr
Bela Vi st.a cm ouLras
c!:1cl<· p, s r,u po I' u,· A cqu i i rio
r.,:, (IJ'l'f" Jn 1 ,r•111- .Jorio K:1llfP Í,
nalização, nao so- ta por pessoa
frr,do incentivo ',1- l 'tn r l l~v/.J ,:,
gum nos últimos' a- e qu se dedicam in
no:;. tr I r,,::-,r•n <- ,o < ·por-
te e tem por objct 1-
0ÃO LIFE vo inc ntlv.ir a p1-i,-
lJrn tlor, m:1lor ba ica enpor iva em ri.!_
talhndore pelo es-- versas rriorlnl i ades,
porte belavis ense,
em todos os niveis,
o nome do Sr, João
K:1lif<' s<'rviu como
Fu ebo l de capo, fu
Pbol dr sal ;:io, vo
leibol, corrida C'l -
clistica, corrida pe
urnn luva à Comissão ele,!" r·r r. 011 ras. Pa
Municipal de Fnpor - ra tanto. umn vn:Jto
Lcs. assumindo o pos lista ele ativid· dcs
to h; bem pouco t mpo sera pos a em p rá i
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CRM - SP 42731 CRM- MS i882
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em que o atleta dev
apnas treinar, q.a
(':;c,,l.i ou d1 a ',!; li
normnr; <.lo írr,r• e
pronto. O::i .i og:,do-
rc", cm ua ran
maioria aceitam esse
método, na verdade ,
par íu dele a inicia
tiva e o convl .e pna
ra que Vargas dlrl -
giss0 a equipe.
O PRE?Af>AOOR
FÍSiCO
Ainda nio foi es
colhido pelo técnico
o prcpacador físico
da equipe, mas prova
velmenle será algué;I
do 102 RC MEC, mair,
, : .ácosturnado com o es-1
tilo de__ trabalho qu/'
o Sr. Mario Vargas, ·1
pretende impór • /--
cur1caca
DESuL As VANTAGENS IO "PASSAPORTE BRASIL NA PALIA D! MIO"-
PIOGH,bl.:'IH) SC.S "l.(;J,::--;s J)E Ffül.S, USUFRl__;I:s;uo DE UtSCO:s;ToS D[ P.S·
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4
±rnil!n "A propriedade, urbnn ou
rural, está uJelta ao uo ocfl! Ege ó
o fundamento da proposa Con ;t J t IJ';J< r,· l,
de cinco ar 1gon, do Deputado Federal Hu
ben Figueiró (PMDB-MS) dedicado o cupltu
]<, 11' rir<Jpr·lr:d:11Jr•. E:;nP artigo < 1,nl I cr,:·,
um parágrafo, seundo o qual' A le! defi--
nir o uso social da terra e o param -
ros dna propriedade rural produ lva, A
posse e o domino serao assegurados pelo
Poder Público",
N Justificativa, huben Fiueiró ex -
pllcn que, em relação ao uso ocfal da
proprlNlarle rural, a Lei deve definir clg
ramente a quooLÜo elucldando, nl.ncJn, O:J
por5mol.ron dn proprlcdadt! rural p1•odutl·•
va.E resal a: "No pode este assunto fi
car nn depond~nclu de Ju[zos ocrsionalo l'
ln!. •rerinetrot1.É (ln HP:iponnobtl Jclacl<.: ela
Lei definir o que seja uma propriedade ru
rnl produtlvn, sobretudo consideram o a
ncccsoidad de promover, no País, uma re
forma agrária séria e responsável",
A propost.a do parl,un, nt.o.r nuJ-1111,tn-
grosscnse j ns ti t.ui no seundo arti p,o qur•,
"d e larada a u t11 idade pública para fins
de reforna agrária, o proprietário da ter
ra rural terá pr ferêncJa sobre o Poder
Público em promovê-la c111 até 30 por cen
to da área, assegurado o seu direito so -
bre a área remanescente, desde que ob de
cldos os critérios que a Lel estabelecer~
O terceiro artigo prevê: "As desaproprig
çôes que recalrem sobre área rural serão
precedidas de indenização em moeda nacio
nal e de acordo com os valores da terra
nua e benfeitorias anualmente declaradas
pelo proprietário na forma da Lei
11
.o·quar
to determina "nenhuma desapropriação ser
juridicamente perfeita e possível de exe
cução administrativa·ou judicial se não
houver previsão orçamentária de recursos
suficientes para a indenização que o fato
gera como dÍvida social e econômica do Po
der PÚblico". -
Em sua justificativa, Ruben Figueiró
esclarece que "ainda sobre a reforma agrá
ria,· minhas proposiçÔes buscam envolver -
o proprietário rural com os prog1·amas so
"ciais advindos daquela reforma". Para ele
g expulsão do proprietário rural, de suas
terras, para os flns de uma reforma agrá
ria, é ato de violência inconsequ11nte" e
adverte: •" • o Estado, por si mesmo. tem se
revelado incapaz e insuficiente para pro
mover a reforma agrária. Aliás, o Estado
geralmente é incapaz e insuficiente para
desenvolver projetos econômicos de largo
alcance. É de se ver esta realidade pelo
atual montante da dÍvida interna. A pró
pria dÍvida ext'erna comprova, de forma
evidente, esta triste realidade".
O Deputado lembra. q/ "uma reforma a
grária é, antes de tudo, um programa er.o
hÔmico. Entretanto, entre nós, ela tem si
do conduzida cano um programa social". Mas
critica que,fazer benemerência com recur
sos alheios é menos digno do que não fa~=
zer benemerência. O Governo vem tentando
implantar um programa social de reforma
agrária sem dispor das suas proprieda
des, mas desapropriando a propriedade
privada". Para Figueiró, dois sao os pas-
p t n r
lJ l f] ,dad
cha.nado pata promover
vem o tsgundo puo, qu
,,,,ú f>t' <;r <ll Ih d i ir,d• 11 l zaçao e
c-Jon.J I d•.: nco,·do ti,• .. os valor
nua e benf-f orias anualmente
ias pelo proprietário., O Depu ado
ce que "A Indenização L«depende da avall
açao. Quem avalia é o proprietá. ro, ao
leclnr;,r o vt . .tlor rJn e ra para fins de
flr,calízação do PocJ<:1• PÚbJ ico".
Ruben Figueiró chama a atenção, na Jus
trtc:i Jva, para dols cutroG a::;pi>c•os: Je
rumprc no Poder Público assegurar a posse
o dor,Ín!o da ropcleda<Ju; ?R- As dcs'.l -
pr oprJnçôco nomcn e .s rôo .1u1·I<11camcntc
perfeitas se, no orçameno publico, cons-
tarem recursos suficientes para a indenir
~açõo que o foto gero como divido soclol
e econômica.
O quinto ort.igo cln propost.:i de Figuei
ró, cujo inspiração ele obteve no con ato
com os prbprios Lrnbalhodores rurais, en
cerro uma inovação: "A área rural ced1 da
por arrendamento ou por comodato não será
sucetÍvel de desapropriação para fins de
reforma agrária, para o usucapião ou para
qualqut·r outra modalidade de cessão gra -
t.uiln definitiva aos titulares ou benefi
ciários do arrendamento ou do comodato".
O dispositivo conta com um parágrafo Úni
co: "À propriedade que for parcialmente
cedida a terceiros, nos termos deste artt
go, será assegurado o caráter permanente
de empresa rural, desde decorridos dez
anos e mantida a exploração da ter-ra
fins agrícolas, ainda que no sistema
rodízio".
para
de
Na justificativa, o parlamentar comen
ta que, dentro do princípio de que a pro
pl'icd~de , urbana ou rural, está sujei ta
ao uso soci'al, evidencia-se o fato,de q/ uma
vez -estabelecido o uso social de determi
nada e identificável propriedade, esta d~
ve estar isenta das medidas de caráter
social decorrentes de leis epeciais. E
explica: "É o que proponho, para ser insc
rido no texto da Lei maior, ao dizer que
a area rural cedida por arrendamento ou
por comodato não será sucetivel de desa
propriação para os fins de reforma agrá
ria, para o usucapião ou para qualquer
outra modal idade de cessão ~ratui ta defini
tiva aos titulares ou beneficiários do ar
rendamento ou do comodato. Parece-me lÓgi
coe, sobretudo, justo que assim seja.Se
a terra já tem o seu uso social garantido,
envolve-la em outros processos sociais e
subverter o espírito das próprias Leis so
ciais, gerando conflitos indesejáveis, cau
sando danos aos que ocupam a terra e a
~xploram economicamente".
Ruben· Figueiró esclarece que avança
em sua proposta para assegurar o caráter
permanente de empresa rural à propriedade
de que for, ainda que parcialmente, cedi -
da a terceiros, em·arrendametno--ou comoda
to. Ele ressalta: "Crio a figura do siste
ma de rodizio. Ista signiCica que, dentro
de uma mes:na propriedade, o arrendatário
r.o
<l
ONDA DE DESINTERIA
ATACA BELA VISTA
E, parice inerivel, mos a populaçeo
esteve nos últimos dia con sérios
de diarréia.
As crianças, jovens, velhos
ram obrigadas a recorrer a remédios homeopátI
cos, soros, antibióticos, chas... enfim o que
v 1 u foi r!l.n ::.."J. rcn te com vmi tos desarranJosz n
tão p/ rar as queixas recebidas 'aos r,:é o
pl:-,nt.ào rr·dlco do Hospi al de Bela Vis a e e:
tataros casos de desinterias, além de várias
queixa:, de fJncionárioo à respeito da nova epi0e.
mia.
Segundo o Dr. Coutir.ho,/J.S causas sao as m7»!s
diversif1cada5 possívei::; e est..ó. a ,'.lC'mdo t,00()(;
os se ores desde a alimentação até leite,e até
a água ... porem não pode afirar com precisão as
causas.
"O remédio que recomendamos e soro reidratant
comun ou aquele que se manda fazer", disse. Caso
não passe a desinteria cm 24 hs a:; pessoas doer -
tes deverão procurar medicação no flosµi ,tl ou no
Médico mais próximo.
SOBO- 3 colheres de sopa rasa de açucar, l co -
lher pequena de sal rasada por un 1 i tro de água
fervida. Recanenda-se ficar no mínimo 4 hs s1.c:n:
alimentação, o soro_ dev ser ad'Tlinistrado <:m pe -
quenas doses.
Agua pode ser a causa
da Diarréia
Esta foi a hipotese 1evantada pela
maioria das pessoas queixosas.
Estivemos em contato com José
Jairo Leite Viana, responsável pelo
SAAE de Bela Vista, e este explicou
todo o processo de decantação, filtra
gem e clarificação da;..á-gua é nada
de anormal foi utilizatto· no tratair.e::,
to da agua do Rio Apa.
De 90 em 90 dias e feita a li
peza dos decantadores, disse Ramon Ar
ruda, funcionário do SAAE; com isto a
firmou, "o ri13oroso cuidado para co::i
o tratamento de agua consumida pelos
belavistenses.
:ESTA .JU?illü! ! !
OL.Y. AÍ PESSOA! TESTE SíBADO TER FESTA
JUIRA NO ARRAIÁ DO CASTELINE ENCANTADO!
CONVIDAKOS A TODOS PARA TOAR AQUELE
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HAZZAOJT
:•·r,,JJJ},.,
1
0 m
todos os mcvimen d nomina
tmosfera, Isto , "e±fera de vapor". Gr
ça ao nr amoférlco, é que nó vivemos,
r oi:, sem o menmo no haveria v I cJn n·, 1, r
r (animais, veetais, etc.). Dois o 0
gaen que entram na composição tmoféri-
a: o oxinio e o azoto; coube ao prand
químico Francês Lavoisier es .a demonstra
;ão, Mas não são on únicos qu · apar cr líl
no ar atmonférico, existindo também ou
Lron p,nm·n: nr11Ônlro, c1,rbÔnlco, hidr-orê-
nlo, n0onlo, Cr-lpl.unio, hÍ'lo, xcnÔnlo
,.. c.
quantidade desss gases depende eh
altitude. As porcentapens mais rÓ>timor;
de nós são: azoto - 78%, oxigênio - 21%
oulroa r· ses e pó - 1%., Existem três cama
das sobrepondo-se uma as ou L ras, são g
scguin vH: õl Lroposfc-r,,, que Viil. , L;,
12.000 meLroo miilu ou menos, mersulhando
sc nclu todas , s rnont õlnhoo da tcrro; nela
ne proc ·ssa a vida dos seres terrestres e
se formo ao nuvens, a cltuva e 03 vcnl-os ,
srndo a camada mais conhecida.
A outra camada é chamada de atmosféra,
qu tem o seu inicio a pnrtlr dos 12.000
metros. Vem depois a tcreelra camada cha
mada hidrogenada, onde ha mais hidrogênio.
Ainda não foi posslvcl determinar a sua
altura. É calculado por alguns Cientistas
W..llL~º'""""""º _!!LC.l.r_9S. oor ouLros em 750 mil
x1midade do mar.
lw [, r Indo-no • a lati ude, vemos que d
vido a una forma arrendodada, a t rro nà
recebe iual quanti ade de sol em todo
seus pontos. A alti .ude também exerce gran
de influência sob e' u c:np, r· tura. De fato
em virtude de ser esta resultante da irra
diação do.calor exJoccnL á superficie er ras «
restre, as camadas mais baixas são natural,b na;ó
m"n "mnl!l qucn <:n do que 03 que se encon- 11lnno•_, __ 'c.
Lram ~ m Jor altura.
A prox i midade do mn r faz aumentar a umt
dndr do oLmoofcrn, sendo ouslm a atmosfera
sobre o mnr mais frln do qu sobre o con
J nc-n L,•.
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chuvas, ventos, a presença de flores ae
rLc. Cabe aoe tcrrn;metros registrar a tcrn
peraLura do or atmosférico. A muin clcvo
cln registrada até hoje foi 57 graus à sor:-- ------;.---------::--::====:::-----
bra, na zona do deserto de Saara (Áfricn).
A Lemperntura mais baixa foi de 70
graus abaixo de zero na sibéria (Ásia). A
umidade atmosférica e as nuvens: - pre -
sença de vapor de água na atmosféra, é de
vido á transformação do líquido cm gozozo.
As águas contidas nos ocoanos, lagos
-=:J rios,_ evaporam-se pe- _
j 1a açao dos raios so
jlares,_e assim does
tado liquido passam
para gazozo. O p,rau
de umidade vnria mui
to de uma reio para
outra: é maior por'
exemplo, nas vizinhan
ças do mar quando a
temperatura se eleva
ou quando sopram ven-1
1
tos mais fortes. J
Chega um momento
que o ar não pode ma
is suportar o peso
das nuvens, que são
formadas pelos vapo -
res da água, caindo
aquelas em forma de
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ferentes aspectos.
Umas ficam cm altura
elevadíssima: 8,000
metros e mais, as
quais são chamadas de
cirros; são muito
brancas, constituidas
por pequenos cristais
de gelo, apresentando
li"O'EJBRO - 170 - 'i"Ea.EFOJ.i:E- 439-1382 (Próximo a - um aspecto fibroso cg
rno se fossem filamen-
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1
·'
1
20
--- -·
JUL GRANDE PRÊMIO CIDADE OE BELA VISTA
-.- --- ~
87 A
PRGRAAÇÃO
O Rally hipico fa
rá parle da programa
ção do aniversário
da cidade.
- Dia 17 de julho as
19:00hs sexta-feira será
aber'ta programação do
evento com um chur -
rasco de confraterni
zaçao, seguindo inÍ:
cio de lances e apos
tas.
- Leilão de apostas
sera na sexta-feira,
sábado e dom1ngo as
19:00 horas.
- A prova será reg!
da pelo "I CÓDIGO
NACIONAL DE CORRI -
DAS" em vigor.
PRilITAÇÃO
Colocado .
Cz$ 40.000,00 e tr~
réu.
22 Colocado .
Cz$ 15.000,00 e tr~
réu.
32 Colocado .
Cz$ 10.000,00 e tro
réu.
42 Colocado montar com autoriza-
Cz$ 5.000,00 e tro - ção fiscal de prova.
réu ..
03 - Distn ia de 25
Kxi!metros.
04 _ po mínimo de
eo Kllos •
0, - Pesagem obriga-
Órla do mon ador e
arreamen o,
06 - Provo mis a mas
culina e feminina.
07 - Menores até 14
anos con auLorizaçÕo
do Juiz.
08 - Aprcsen açao
dos animais inseri -
resenha ..l é
do dio 17/
tos para
12 horas
06/87.
09 - Atestado de an
mia infecciosa.
10 - Haverá no traj~
to do percurso dois
postos fiscais para
observação obrigató
ria dos veterinários
aos animais em prova
11 - O rally sera
fiscalizado por uma
comissão composta
por 10 (dez) membros
12 - Todo cavaleiro
somente poderá des -
.. ,.,
52 Colocado ••••••••• não poderá proseguir
medalha-de particip~
0
percu~so desmonta-
çao. do.
6 Colocado .
medalha de participa 14 - Nos postos fis
çao. cais poderá dar agua
79 Colocado aos animais.
medalha de participa
çao
89 Colocado .
medalha de participa
13 - Todo cavaleiro
çao .
15 - Os vencedores
serão repesados para
a confirmação da.elas
sificacão em caso de
for
Je e::
1, me ro.
y1 .
17 - A chega0a
confir"" ,j,-. por
chart máquina f l-
madra.
MARCELO REAFIRMA:
Apoio aos cinco anos
BRKiÍLIA, -"An ., Pr
Isto é, seguindo o Mand
em vigor. Porém, acred1 amos que I
co anos será possível ao Presider
reprogramação da economia e de1ar c1ar
LionÓvel su posição de comando ta chr la li n
n::;olm o governador Marcelo Miranda comentou a
versa poli .fca que teve o Prs!dente Sarrey t
lÓcio do PlanalLo, onde foi rcc, bido a.· 1 UO,
acornpnntwdo do chefe da Casa CIviI Londrs MI
e do Secretário de Fazenda, Leite Schimidt.
Marcelo des ocou junto ao f-'n. oi dente o
dez dos onze parlar ·mares constituintes
Grosso do Sul a um mandato de cinco anos,
cada de oito depu tndos fe:dc ra1 s ,.. e l nco . ·•-n ~'l ,r•
podemos responder por dez, Inclusive,· que sao f _
rávcis a esse período para que se defina as n -
ras da economia e que sejam voltadas para atener
a prioridar social do povo brasileiro", afimu.
Sobre a no icia de que o Presidente Sarey cesta
ria pressionando a classe polÍtic.:i para obter
apoio, noticiada por vários J<;m.'.l.is, o Goverr..;do,
disse que desconhecia essa pratica, m.as arrenatu:
"Eu não recebi e não estou recebendo ner.huma pr-.r
são, e tampouco ajo de maneira fisiológica. l·i to
Grosso do Sul não Lem ministério, não rei vindlc:_
ministério e nem barganha posicionamentos. Nossa
postura é clara, lÍmpida, inequívoca, desde que
participei. da reunião em S. Paulo, da reunião'?"
Belo Horizonte e no dia-a-dia, tenho sido claro: O
que interessa é resolver as emergências, a crise
brasileira como un todo. Cre1o que é este o objet.:.
vo de todos os governadores e polÍ Licos qt.:e acre<l;.
tam no futuro deste País".
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mais de 60 Kg de maconha. No tanque havia
penas 1/4 de gasolina o, restante era da
"ervn mnlclt n". •
Foi com esta manchete que me deparei
onlnm ~ nolLe, e senti alegria e magoa ...
Aleria por saber que a répressão ao
tráfico con ra ots entorpecentes continua
com remultados positivos; magoa por me de
parar com mais en te con trabund,•nndo o
"coml>uslÍvl'l probldo" ...
As clinicas para recuperação, de vicid
doo aumentam dla u clla,· e mero assit a
Juventude continua a procurnr a "• 1·va ma.!_,
dita' para fuir de seus problema:y ou por
curiosidade.
Fnto, ó posso ver de uma forma 'ba
ter palmas" pelo brihar:te processo de , :
eliminaçio de traficantes que esta de
sem cnhanrlo a Policia Federal.
JNEN'TUDF EM FICO
Recadinhos
PAM: l!o~v lt Lino G rela Filho
"OIha,estou apaixonada por vocé, ve
e toca. Okl"
DE: Ho::;a Florentino
se voe
t # te 4
. -
PARA:N ll son
"Eu gosto de-você, Ok!"
DE: Nlcanora •
t e t
PAHA: Monclar Filho.
"Eu queria ser uma lagrima para em seus
olhos nascer, por sua face correr cm
seus lábios morrer".
DE: Vanesoa Lageano
$ $ @ t t
PARA: Maria (S.T.R- Campo Grande)
"Somente depois de conhecê-la compreen
di o verdadeiro significado do amor" Te
amo! 111
DE : Ubaldlno
MISS E MISTER BABY 87
PARA: Carlos Alexandre Santos
"Eu achei mais um cantinho para dizer
que .te a.mo'.'
DE: Aldaisa
~ .
PARA: Ana Adr'l
11
Se o meu
por metro, daria uma
DE: Doni
amor por ·você fosse medido
TransamazÔnica".
....................................... ~······ .. ··· .
PARA:Eliane R.
11
Bem, não diga que nao tentei, fiz t!::
do por você ... só que voce nao quis en -
tender ... então ...
11
'DE: Eder
FARIA HADALEHA ( BADÚ)
Participe do Juventude em Foco.
Enviando sua melhor foto para a Redação
ribuna da Fronteira.
ESPORTE É SAÜDE
VOLEIBOL: Começou a preparaçao para a
Copa Morena 87.
A garotada foi para a quadra do Gin~
sio de Esportes de Bela Vista e começou ..
Saque, manchete, levantada, corta-
da •.. assim a guri~ada se viu na tarde de
terça feira, foram mais de 20 atletas
que buscam ficar entre os l2 que represen
tarão Bela Vista na Copa Morena, daqui à
dois meses.
Vamos botar ré, nesta rapaziada que
,:..::;tá eml?oleando com o técnico MÁRIO VAR
GAS e busca demonstrar o quanto são capa
zes.
Já está pintando os destaques mas is-
o é uma ou ra história....
Pot' .:-r.quanto fica horario dos trei.-
nos para orientar melhor os atletas. Se
vocc e runante do voleibol vá ao Ginásio e
incentive!!!!
YRE :os-
MANHÃ: De terça à Sexta-feira as 5. da
matina no Ginásio.
SÁEAéo- das B hs às 1.0:30· min, cem o Tec. Má
rio Varas.
TARDE- Ter;a-Quinta e- Sexta das 17 ~ 18:30 min.
PARA: Cristiane
"um dia você vai entender que. busquei
ser o melhor possível para ti".
DE: Henrique
....................................................
PARA: Evariilda
"Mesmo que tentero interferir em nossa
vida, com intrigas, espero que isso nao
a atinja ... ·pois te amo".
DE: Marcos
GABR1ElA VELASQUEZ PEHETM - Una ds par ..ia
tes do füss e Mis er Baby 87.
É neste sátado no Clube Belavistense a esco -
lha do Mlss e Mister Baby 87.
Vamos la rapaziada dar força a esta gente pe
quenina que estará embelezando as passarelas do
Belavistense, na brilhante promoção do 3 Técni
co de Contabilidade da Escola Dr. Jo:,q,ü!!': ~'.ürti -
nho.
Na apresentação do evento os garotinhos da ?.ff/:
Arn1ando Loureiro e Lile. Vai lá e· ir.ccntiw!
1
!!
Lo o aoós o desfile discoteue.
..........................................
PARA: "Sortudo"
Quem achou uma luva de pelica favor
devolver para mim na Tribuna da Fronteira.
DE: Ubaldino ( Sem sorte).
.............................................
PARA: Gilmar
"A cada dia que passa descubro um novo
motivo para gostar mais de você",
DE: Marga ( 2° Contador B)
................... , .
PARA: Renato Vargas
"Voei é a luz que ilumina as minhas
trevas. Você é o responsável pelas minhas
noites mal dormidas".
DE: Moranguinho
··········· ..
PARA: Rosemary
"É como o .sol o que estou sentindo por
voce. Ninguém vai impedir de nascer".
DE: Valdir
..................... ~········· .. ···· .
PARA: Giovanni
"Te • amo rn.ú to!"
DE: Suzana
........................................................
PARA: Renata
" Seria .maravilhoso meu lllll'1do junto de você",
DE: L.P.A
!••-•· .
PARA: Annando
" Eu
DE. Paula
te amo !!"
ESPACO LIVRE (Poesia)
-J A-IGO VICT.i.00
Hoje eu fiz urna pausa para cor.vr·rsar cm vce.
É cem voce mesmo que anca serr.prc m.r:-.;,. rr.ui :o boa,
nuna "baseado" .
Sei que você nao quer ouvir o que tera"io pa.-a
lhe dizer, mas vou falar assim meso, pois ai7a
de tudo, apesar de tudo o que você faz, voce e
un ser huna.no, e que nao posso vê-lo morrendo a0s
poucos.
Amigo, pare um pouco nesta sua d•'st::nfreada dec:;.
ciência como ser huna.no. Pense naquele casal rara
vilhoso que o colocou no mundo e que, na tl'aioria
das vezes, sem saber, é ele que lhe paga o "frtl"
que voce puxa.
Pense naquela menina maravilhosa que foi a 5""
Última naT.orada; sim aquela mesma, aquela que 9
amna tanto e que você acabou levando-o para o r.ies
mno caminho.
Acho que foi seu Único ato cristão nestes Úl -
timos anos; tenninar can ela antes que isto acr.5
cesse.
Agora, meu anigo, pense em você mes:o, pe.~.se
que, há uns anos, voei começou a deixar nossa °:r
ma em segundo plano e arrumou novas a'llizades. :,.
sei se posso chamar eles de seus a'lligos ou de
"companheiros da r.iaconha", pois quando você ter:l
dinheiro para o " baseado", eles estão todos do
seu lado, mas quando não tem ....
1..etl'bre-se quando tudo ccxneçou: uns caras in :"
fluenciaramn e te dizia,a/ para ser respeitado
mo homem, tu tinria aue entrar na deles. -
Não é nada distei Tudo isto e auto afir.:eçaO•
Eles diziam que era "urna boa". que tu irias cur
tir altas viagens ... não é? '-'-
Mas Viajar para onde?
- Pergunto eu agora. Viajar para onde? ?a.>"'.l
longe dos amigos? PARA A SEPULTURA???
P
bom
da vi-
are un pouco, pense no outro lado
da
""·' t 1·stO, Ç •~.:.JU.S em pessoas que, acirra de tudo
voce.
THAIS JUSSAHA GUEDES.
«w 4a«4w4«awi +
~
1
t
R;' V7
CARACOL APRESENTA REIVIH
DICA(ÕES AO 'CiOVERHO
BELA VISTA REALIZA 1: RALLY
HÍPICO EM JULHO
f.lc 1 a Vi 'a r l . .., ,
no próximo dia 20 d"
Julho, o 1° Rally H!
Rally Hípico, promo
ora do evento, erg
r reunir ma!s de
O Prefeito de 'ara
col, Juvino Godoy. en
trecou esto semana ao
Governéidor Marcelo Mi
randa Soares, uma pau
La de reivindicaçôcs
destinadas a impleme~
taro rrogresso e ó
descnvolvimer.tc, no mu
nicipi0 localizado
na regiao sudoeste do
Estado.
O Governador, ana
lizando corr. atenção
todos os. pontc,s pedi
dos, de imediato anun
ciou que o proximo a
no de,er2 ser cons
truido um hospital
com 20 leitos para a-
t n ecico e v u i i i o
pauto de reivin para recuperação das
dicaçóes,cxposta ain /maquinas da prefeitu
da pelo deputado Val ra.
dcmir Moka Mirand&
de Britto, do PMDíl.
Ainda durante a au
diência.Marcelo Mi -
inclui a construção randa enlrou em con
de um Ginásio de Es- tato telefônico com
portes. a implanta - os sccre ários e di
c~o de 4 quilômetros retores de autarqui
de p~v1mer.Lação as - as, pedindo atenção
fáltica nas ruas e para os pedidos de
avenidas da cidade. Caracol,que devem co
Além desses pon - mcçar a serer atendi
tos. solicitam um dos ainda este mês.
aumento do reserva - Acompanharam o pre -
tório de agua, exten, feito Juvlno Godoy a
são da rede de ener- lém do deputado Va1-
eia elétrica. insta- demir oka, O presi
lacão de um posto da dente da C~mara Muni
tender a região. e ga Ciretran, construção] cipal, Vereador Rafael
rantiu que a er.:prcsa de Deier,acia de Pol~ íl:::.,-.ã:i flicaldi, Vereador
de saneamento do Est!! eia. criação de dei!" Renato Oca-rpos e o Presi
do - SANESUL - irá so postos de fiscaliza- dente do Diretór~o do PM
luconar o problema co, contratação de Da Orestes Godoy.
ROUEN FIGUEIRÓ CONDICIONA
PROPRIEDADE no uso ·SOCIAL
"A propriedade urbana ou. rural. esta sujeita ao uso·social''.
Esse é
O
fundamento da proposta constitucional. de cinco arti -
Fede
rRl Ruben Figueiró (PMDB-MS), dedicada ao
gos, do Deputado
· d A Esse artigo cor.taco~ um paráerafo,se-
capitulo da proprieuace.
L defini
·ra· o uso social da terra e oc parâme
gundo o qual "A e:.
A riJral produtiva. A posse e o dominio serao
tros da propriedae
assegurados pelo poder público"•·
Na justificJtiva. Ruben Figueiró explica que. em relação ao
d d
al a lei deve definir claramente
uso social da proprie a e rur •
a questac.
elucidando, ainda. os parâmetros da propriedade rural
l
"Não pode este assunto ficar na dependên
produtiva. E ressa ta:
. , o·asionais e interesseiroê. t da responsabilidade
cia de juizos c
P Opriedade rural produtiva. so -
da L~i definir o que seja uma r
a
necessidade de se promover no pais. uma
retudc considerando
• se· ri· a e responsiivel".
reforma agraria
r·o,~ r, pr' çio J•· 1d
ais de cz 70.000,00,
de
O Deputado lembra ainda nu~
mico"
l..
0
. um progrruné, econo
E PjGI3A O& TODOS CS ITEMS D PRCCST DO DEPUTADC
VEZA li +n» --
"uma reforma araria é antes '
10O cavaleiros de di grande a ração para
verso pontos do Es- o público que lá com
'ado, Ja qu a procu parecer, serão as a
ra pela in:cric·iu ter., oostas, que oegundo
•:ido in cnsa. ',aulo FigueirÓ,mu1 a
O evento conta can rente ja anda fazen-
. ,poio do Governo Mar do seus primeiros pal
cclo Miranda e. res- pites no vencedor do
pcctivamente da Se- Grande Prêmio Bel~
ccctaria de Agricul- Vista, abrindo assim
tura e Pecuária, que uma disputa entre os
seeundo Flav;o Dcrzi haras inscritos, que
titular daquela pas- pelos comentários d~
ta, a sec rc tari a tem rá maior b r 1 lho ao
mnior interesse
cc, no que se refere
à equinocultura, é
uma prova de longe
percurso - 25 quilÔ-
me:tros - aberta a a-
n:.mais de qualquer
raça, que servira p~
ra demonstrar a tip~
logia que melhor se
adapta 'às cor.diçóes
ambientais de Mato
Grosso do Sul, além
de que nos Últimos
tempos esta ativida-
de vem crescendo
em even o, já que todos
participar desse e - afirmam categorica -
vcnto, .. pois acredita mente que serão os !i,fORHAIÇÕ[S;
que: 'o· lQ Rally Hipi- vencedores. P G.:
Voleibol: Apos-
tando no futuro
Depois da reunião ent1·e o prefeito Abra
ão Zacarias, Presidente da Comissão Munici
pal de Esportes João Kalife, Secretário M;
nicipal de Educação Antonio Helio Massoca
to e vários atletas, ficou decidido que ha
vera maior incentivo ao Voleibol em nossa
c:dade.
Além do mais, será formada brevemente
uma seleção e terá como técnico o Sr.Ma
ª rio dos Santos Vargas.
cada ano que passa , Na reunião, os atletas salien aram c,ue
ou seja. a criação já existe em Bela Vista material humano su
de cavalos de várias ficiente para se formar uma seleção a ta:
mer.te competitiva. capaz de representar de
maneira honrosa o nome de Bela Vista em ou
raças.
Para Saulo Figuei
ró, Presidente da A; tras praças e torneios, visto que o numero
soei ação Sul-macogros - de jogadores que vem sc revelando nos jo -
sense de Rally HÍpi- gos ir.terescolares ultimamen e. é satisfa
co, a importância da tório.
prdv.a, além da come- VEJA A MATÉRIA co::.::?IEi'A UA ?ÂGilU. 05.
mcraçãc do anrversá- t----'-'=.;..:.-=-=-====;:.:.....::.:==...:;==....:;=-=--===-===.:......,
rio da cidade de Be
la Vista. reunirá não
só o que-há de me
lhor na equinocultu
ra do Estado,mas tam
bém dado ao tipo da
Visando regular as atividades das Poli
cias Civil e Militar cm um p1·oprama perma
prova, propiciará a nente de combate á criminalidade. através
propr ie tár ios de ani ida execução de patrulhamentos e barreiras.
mais que trabalham
no campo, realizar o
·percurso de 25 quilÔ
metros. já que estes
ja estão mais acostu
macios ao esforço do
trabalho, enquanto
A pr ml
II cruzad
vidida d
for-~ : o:; .
luares, recebe -
rio as medalhas 1e
participação. Outra
pico, como parte das e 49 lugares, ruceb
comemorações do seu rc 40, 15, lO •
69? aniversario,onde mi crzados re pec
segundo a Associação ivamen.e, além dos
Sul-ma.orossense de roféus. Já do 50 , ')
que a prova ra I
ida pelo "I CódL»
thcion ,1 dt Corl'1
rr.1 vigor ,. con·,
cor.1 um ca•·.plr;,:
da a infra- e.
t','.l para hospea
dos p ir icipanlf
que deverão soment
levar as barracas
flnr...llzou.
RECADOS. PSI
Segu·rança ativará o GOF
entre os municípios de Bela Vis:a e Mundo'
Novo e seus 397 quilômetros c. frntei:a '
seca. a Secretaria de Sc,rurançt• PÚb:ica
criou o GOF - GRUPú DE OPERAÇÕES DE FFON
TEIRA. que deverá ser ativaco por Leal de
Queiroz, o mais rapidamen e possível. de
pr.nàendo apenas das viaturas que· se encon
que ~s cavalos der~ tram sendo especialmente equipadas e do e
ça ja começam um tre fetivo que recebe instruçces sobre esse/
namente todo especi- novo tipo de policiamento ostensivo.
alpara aguentar- a Mato Grosso do Sul. deviào a sua loca-
:1rova. além de die lização. apresenta-se estr-atégicarr.ente fa
tas nimentares, de- vorável às ações de marginais que se des
monstrando'ainda a locam dos mais variados pontos do pais pa
tecnica no preparo rase alojar em nosso Estado. PÁGINA o2
I , • ' 1 , './ 1)/
Segurança Ativará o
Operações da
' I ! ,j
poli; CIvil MIllt r er um pro,
r,, rmanr,te de ombat ,, r 1 • 1 nr,l I d, J,
trave da execuçao de patrulhamento
barreiras en re os munielpios dt• lJcoL.,
lf e Mundo Novo ,. eu 397 quilómetros d
fronteira seca, a Secretaria de Seu anç
Pblica criou o COF-GitlJl'O fll' Ol'l-.f<A<;ÕI.S flF.
FílOll'lFff</1, que devera per utivado por L·
nl rJc OuPiro:r., o rnnJo 1·apJdwnt•11!1 pos.lÍ -
v<: J , dependendo apenas das v l 1, 1 u ,. t:1 flUI
e encontram sendo especialmnte equipa -
das e do efetivo que recebe instruçoes so
bre se novo tipo de puJ l e· i ,m, 11 o 0:3 cn
r.1 vo.
' Mnto Cronuo do Sul, dev!do a sua loca-
lIzação, apresenta-se estrategicamente fa
voróv,•l i°:H; nçÕe:; d<' mor-r:ln-d:; que e des-
GOF • Grupo
Fronteira
1
J
l
'
do para, se necessario, se deslocar e!
, ! , u i r, '1 l II J l. , 1' o las as U r,l d ,1 '..l • • '.l P o 1 1 c J - (1 l '
hi I J rr("':'1· n f;(I., ·•·ire
ra alojar-se em nosso Estado e aqui prati i. rtre elas Compant as ndepen@entes, no q se e ' v
cor Lodu sor <, cl<.: crlmt':,. I: .. ;o :,·in f'Cn - Iiotóe e e:tacamentos da Policia Mlll - front<>1:·:.1. "T,r.u.· qu,
tnr com as rncilidnrles enconlrnrlu::, p.'1r·n j ur, Dfler::ir.i.w e Sub DPlegacJa . s de Poli -, que nosso Estado eta ganhando d
se transpEar as fron.eiras do Para«ai { ia Civ l vetarão de pron'ido para colabo, fág.o de marginais e corredor par
e Bolivia que transformou Mato Grosso do 1 ,,. cor., O'J Lrab,dhor que deverão ser degen] rego de veiculo furtados. Não pod
Sul crn corredor parn Vl'Íeulo.; fur-t,1 o, ,, v ,1"1do.; pelo Grupo cl·• Or.l•raçÕ,•s d,. Fron - co:, ir,uor· .;Pnrlo pont.o dr> re: c;nch q ,
para o tráfico de entorpecentes., sln al ra - GOF. do o assunto irar em torno de trafl
ativaçno· do GOF, atrnv(-:i d, 11m polici m,'!:! s
0
,.,, s ECE IDAS drogas. Mato Groso do Sul precisa " •
to ostensivo, virá s es 'TU, E R 8 trar sun riqueza naturais, sou pote:
car tal si tuação, diminuindo e dificuitan] l al econômico riscando de su di ,-,,-dl, r·
do a ação desses dejjnqut•nt.cs. bl,.:-:a, di os rJ• frunt,·1ra", ofir1~;, oi,
Leal de Queiro:,,, informou que "a Oprra- • Os polici,,is escolhidos par.'.'I compor ç crrti,rJo de Sep:urnnr,'1 PÚLJJ1c;:,.
Quedas.
t raro.
nerário Dourados, Itapor,
Itamarati, P 1 ,e l rJo Ab:ld to, : o
Caarap, Lanuna Caarapá, Caarapó e
l r, Dourados.
Convém ressaltar que uma viaur
l , 1';)C nn t: '1. Corr.p 1nh 1 rJ T ndependent
r·a 03, onch· r :st.ar·á o r·c.rr,,,nd,,nte <J l
locam dos mais variados pontos do Fais pu
ção terá caráter preventivo e, se preciso
repressivo e agirá de form:i, ostensiva, mo
torizada e itine-ranle, fiscali:1~mcJo veÍcu =
los e pessoas que circularn naquele trecho
visando diminuir o furto e roubo de autc-
mbveis, bem como a fuga cl, criminosos pa
ra os países vizinhos. Também é intençiio
do Grupo de Ope ruções dl' r- ,•on t ,. ira r:o 1 ab!?_
rar com as autoridad0s policiai:; d, área
quer fiscalizando os veículos 1ur• ad,•n -
tramo territbrio Sul-rnatu-grossrn~e quer
juntamente com a Policia Federal, :epri -
mindo o tráfico de tbxlcos".
Roteiro do GOF
O GOF sera composto por uma equipe de
aproximadamente vinte policiais e quotro
viaturas, comandados por um Delegado de
Policia ou por um Oficial da Policia Mili
tar. De inicio, as equipes obedecerão
F receberam orientaçoes diversas e espe-
fic;i,; nu st:.-ntido de bem desempenhar as M H "E
"1;;sÕes da Operação. Dentre as inúmeras ' ensagem ao ornem: ao
jnstruçÕes recebidas pela equipe do COF h d' · ~
{lf'staco-se que: todas devem conhecer se tomens que IIIgem o povo
t ,·c-cho a ser patrulhado; sabc·r· identificar[
cs elementos estranhos à ceeião; verificar! Não criar:i.s a prosperidade se desesti-
rora perfeição as documentações de conduto-jmularcs a poupança.
r·es, passageiros e veicules que trafei',am 1,ão fortalecerás os fraco:; nor en::-~ -
no itincrario do cor, apoiar quando solici qunccr u:: ro1··cs.
tada as autoridades policiais do municip1;- !lii.o ajudarÓs o a:c-salaria..!o :-e '.lrr•11n -
e realizar barceiras nos locais considera- rcs aquele que o paga.
dos "pontos criticos" e; acima de tudo man r:ão est1mula.rás a frat.,,rriidadc hur-.1:na
ter um bom relacionamento com a comunidad; se alimentares o bdio de classes.
local, ouvindo e, Tesolvendo seus problc - Não ajudarás os pobrns se eliminaies
-mas na área de Segurança PÚblicu. os ricos.
Os veicules e pessoas consideradas sus- flão ;:>odcrás criar estabilidade pef:7''.l -
peitos deverão ser retidos Removidos at; a nentn baseada em ~•~heir6 <'mprcstado.
delegacia mais prbxima, serão submetidos Não evitarás dificulda-
a uma averiguação minuciosa, devendo a d~s :e gastares mais do que ganhas.
equipe utilizar os meios de comunicação e· f!ao fortalecerás a d i.gnidade e
O
âr.!~.,
ao arquivos disp0niveis na CoordennMnrJa ce se subtraires ao homem.
A iniciativa e a· liberdade.
Não poderás ajudar aos homens de
1
maneira permanente se :izeres por eles
aquilo que eles podem e devem fazer por
s1 proprios. Marcenaria São José
7" e {J'
'·. ,.:_,,. -, •• • •• ' ,,"-.J)."~ 1 Ili•: : P.l'Ll'iO GO'iZ 1 F
·'"• - .. , ' •... , ..
g, y= h., - o:Is rrrru- Ec0ME» NrR.
yf _g,}'' Gs'EM QUALQUEI IAE DA IEGt0_
..:.~;--,->. .... ), • S.1.., Qlº.HTO, ,l.XT.11, ,lOíõOS DE ESTOF.·
UOS, utl.Tl'ID.DF. IIEI.EZ. E' AHTE .
. '
,··« ' E»! !»To MRTIIIO: IA BEL TU.E N'322
. , • t GIX.·f.,O E • ·- • . ,sn::n, )ll I E . F.íllllC.(:.O 1•011 'O!'>o.~· C:OXT-
1-:~l'f.RllOS A Sl'A 'ISl'f.. • • •
• llE ~l.TICE'i.11. -
1-:11 ,1 lllllll : _TIL .f'i.L110 SIQt EA; N' 162
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Reg. ·no ·Carto' rio de -, 1· t. JS
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Fone: (011) J90-8664 •
CEP 02010 _ SANTANA
- Con).Ol
SP
POR DE I O O
V o 1 e i b o 1: "A p o stand o no Fu
r, . , l l ., . l •
dente dn Comi#o Mu-
n J c:l p-il ,J, í· .. r, ,: 1:
Joo Klife, cre a
r I o ·1' 1r1 1 ,, i p n J e! • Edu
caço e vários at1e
tn, ficou decl ti 1 rJo
que h ver Í, m·, or i n
r.c1,livo ac, volcll>ol
<'1;, not,: :1 r- 1 d.td• . A l < m
ck, rrni:; rwr;l l orm,,d:,
brevemente uma sele -
ç:Í.o <711<' lf' ri, cornn é-e
nlco o SP. Mario do.·
Snn o:; Vnrgns.
Nn rcun l ão, os a
Llc-La!l snll cn arnrn q/
C'Xi:·tc• C'tn o L, Vis a
maLrr1nl humano cufi
c!cntc pnrn GC formar
umb selcçüo altamcntr
compcLitivn. capaz de
representar de manei
ra honrosa o nome dr
Bela Vi st.a cm ouLras
c!:1cl<· p, s r,u po I' u,· A cqu i i rio
r.,:, (IJ'l'f" Jn 1 ,r•111- .Jorio K:1llfP Í,
nalização, nao so- ta por pessoa
frr,do incentivo ',1- l 'tn r l l~v/.J ,:,
gum nos últimos' a- e qu se dedicam in
no:;. tr I r,,::-,r•n <- ,o < ·por-
te e tem por objct 1-
0ÃO LIFE vo inc ntlv.ir a p1-i,-
lJrn tlor, m:1lor ba ica enpor iva em ri.!_
talhndore pelo es-- versas rriorlnl i ades,
porte belavis ense,
em todos os niveis,
o nome do Sr, João
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±rnil!n "A propriedade, urbnn ou
rural, está uJelta ao uo ocfl! Ege ó
o fundamento da proposa Con ;t J t IJ';J< r,· l,
de cinco ar 1gon, do Deputado Federal Hu
ben Figueiró (PMDB-MS) dedicado o cupltu
]<, 11' rir<Jpr·lr:d:11Jr•. E:;nP artigo < 1,nl I cr,:·,
um parágrafo, seundo o qual' A le! defi--
nir o uso social da terra e o param -
ros dna propriedade rural produ lva, A
posse e o domino serao assegurados pelo
Poder Público",
N Justificativa, huben Fiueiró ex -
pllcn que, em relação ao uso ocfal da
proprlNlarle rural, a Lei deve definir clg
ramente a quooLÜo elucldando, nl.ncJn, O:J
por5mol.ron dn proprlcdadt! rural p1•odutl·•
va.E resal a: "No pode este assunto fi
car nn depond~nclu de Ju[zos ocrsionalo l'
ln!. •rerinetrot1.É (ln HP:iponnobtl Jclacl<.: ela
Lei definir o que seja uma propriedade ru
rnl produtlvn, sobretudo consideram o a
ncccsoidad de promover, no País, uma re
forma agrária séria e responsável",
A propost.a do parl,un, nt.o.r nuJ-1111,tn-
grosscnse j ns ti t.ui no seundo arti p,o qur•,
"d e larada a u t11 idade pública para fins
de reforna agrária, o proprietário da ter
ra rural terá pr ferêncJa sobre o Poder
Público em promovê-la c111 até 30 por cen
to da área, assegurado o seu direito so -
bre a área remanescente, desde que ob de
cldos os critérios que a Lel estabelecer~
O terceiro artigo prevê: "As desaproprig
çôes que recalrem sobre área rural serão
precedidas de indenização em moeda nacio
nal e de acordo com os valores da terra
nua e benfeitorias anualmente declaradas
pelo proprietário na forma da Lei
11
.o·quar
to determina "nenhuma desapropriação ser
juridicamente perfeita e possível de exe
cução administrativa·ou judicial se não
houver previsão orçamentária de recursos
suficientes para a indenização que o fato
gera como dÍvida social e econômica do Po
der PÚblico". -
Em sua justificativa, Ruben Figueiró
esclarece que "ainda sobre a reforma agrá
ria,· minhas proposiçÔes buscam envolver -
o proprietário rural com os prog1·amas so
"ciais advindos daquela reforma". Para ele
g expulsão do proprietário rural, de suas
terras, para os flns de uma reforma agrá
ria, é ato de violência inconsequ11nte" e
adverte: •" • o Estado, por si mesmo. tem se
revelado incapaz e insuficiente para pro
mover a reforma agrária. Aliás, o Estado
geralmente é incapaz e insuficiente para
desenvolver projetos econômicos de largo
alcance. É de se ver esta realidade pelo
atual montante da dÍvida interna. A pró
pria dÍvida ext'erna comprova, de forma
evidente, esta triste realidade".
O Deputado lembra. q/ "uma reforma a
grária é, antes de tudo, um programa er.o
hÔmico. Entretanto, entre nós, ela tem si
do conduzida cano um programa social". Mas
critica que,fazer benemerência com recur
sos alheios é menos digno do que não fa~=
zer benemerência. O Governo vem tentando
implantar um programa social de reforma
agrária sem dispor das suas proprieda
des, mas desapropriando a propriedade
privada". Para Figueiró, dois sao os pas-
p t n r
lJ l f] ,dad
cha.nado pata promover
vem o tsgundo puo, qu
,,,,ú f>t' <;r <ll Ih d i ir,d• 11 l zaçao e
c-Jon.J I d•.: nco,·do ti,• .. os valor
nua e benf-f orias anualmente
ias pelo proprietário., O Depu ado
ce que "A Indenização L«depende da avall
açao. Quem avalia é o proprietá. ro, ao
leclnr;,r o vt . .tlor rJn e ra para fins de
flr,calízação do PocJ<:1• PÚbJ ico".
Ruben Figueiró chama a atenção, na Jus
trtc:i Jva, para dols cutroG a::;pi>c•os: Je
rumprc no Poder Público assegurar a posse
o dor,Ín!o da ropcleda<Ju; ?R- As dcs'.l -
pr oprJnçôco nomcn e .s rôo .1u1·I<11camcntc
perfeitas se, no orçameno publico, cons-
tarem recursos suficientes para a indenir
~açõo que o foto gero como divido soclol
e econômica.
O quinto ort.igo cln propost.:i de Figuei
ró, cujo inspiração ele obteve no con ato
com os prbprios Lrnbalhodores rurais, en
cerro uma inovação: "A área rural ced1 da
por arrendamento ou por comodato não será
sucetÍvel de desapropriação para fins de
reforma agrária, para o usucapião ou para
qualqut·r outra modalidade de cessão gra -
t.uiln definitiva aos titulares ou benefi
ciários do arrendamento ou do comodato".
O dispositivo conta com um parágrafo Úni
co: "À propriedade que for parcialmente
cedida a terceiros, nos termos deste artt
go, será assegurado o caráter permanente
de empresa rural, desde decorridos dez
anos e mantida a exploração da ter-ra
fins agrícolas, ainda que no sistema
rodízio".
para
de
Na justificativa, o parlamentar comen
ta que, dentro do princípio de que a pro
pl'icd~de , urbana ou rural, está sujei ta
ao uso soci'al, evidencia-se o fato,de q/ uma
vez -estabelecido o uso social de determi
nada e identificável propriedade, esta d~
ve estar isenta das medidas de caráter
social decorrentes de leis epeciais. E
explica: "É o que proponho, para ser insc
rido no texto da Lei maior, ao dizer que
a area rural cedida por arrendamento ou
por comodato não será sucetivel de desa
propriação para os fins de reforma agrá
ria, para o usucapião ou para qualquer
outra modal idade de cessão ~ratui ta defini
tiva aos titulares ou beneficiários do ar
rendamento ou do comodato. Parece-me lÓgi
coe, sobretudo, justo que assim seja.Se
a terra já tem o seu uso social garantido,
envolve-la em outros processos sociais e
subverter o espírito das próprias Leis so
ciais, gerando conflitos indesejáveis, cau
sando danos aos que ocupam a terra e a
~xploram economicamente".
Ruben· Figueiró esclarece que avança
em sua proposta para assegurar o caráter
permanente de empresa rural à propriedade
de que for, ainda que parcialmente, cedi -
da a terceiros, em·arrendametno--ou comoda
to. Ele ressalta: "Crio a figura do siste
ma de rodizio. Ista signiCica que, dentro
de uma mes:na propriedade, o arrendatário
r.o
<l
ONDA DE DESINTERIA
ATACA BELA VISTA
E, parice inerivel, mos a populaçeo
esteve nos últimos dia con sérios
de diarréia.
As crianças, jovens, velhos
ram obrigadas a recorrer a remédios homeopátI
cos, soros, antibióticos, chas... enfim o que
v 1 u foi r!l.n ::.."J. rcn te com vmi tos desarranJosz n
tão p/ rar as queixas recebidas 'aos r,:é o
pl:-,nt.ào rr·dlco do Hospi al de Bela Vis a e e:
tataros casos de desinterias, além de várias
queixa:, de fJncionárioo à respeito da nova epi0e.
mia.
Segundo o Dr. Coutir.ho,/J.S causas sao as m7»!s
diversif1cada5 possívei::; e est..ó. a ,'.lC'mdo t,00()(;
os se ores desde a alimentação até leite,e até
a água ... porem não pode afirar com precisão as
causas.
"O remédio que recomendamos e soro reidratant
comun ou aquele que se manda fazer", disse. Caso
não passe a desinteria cm 24 hs a:; pessoas doer -
tes deverão procurar medicação no flosµi ,tl ou no
Médico mais próximo.
SOBO- 3 colheres de sopa rasa de açucar, l co -
lher pequena de sal rasada por un 1 i tro de água
fervida. Recanenda-se ficar no mínimo 4 hs s1.c:n:
alimentação, o soro_ dev ser ad'Tlinistrado <:m pe -
quenas doses.
Agua pode ser a causa
da Diarréia
Esta foi a hipotese 1evantada pela
maioria das pessoas queixosas.
Estivemos em contato com José
Jairo Leite Viana, responsável pelo
SAAE de Bela Vista, e este explicou
todo o processo de decantação, filtra
gem e clarificação da;..á-gua é nada
de anormal foi utilizatto· no tratair.e::,
to da agua do Rio Apa.
De 90 em 90 dias e feita a li
peza dos decantadores, disse Ramon Ar
ruda, funcionário do SAAE; com isto a
firmou, "o ri13oroso cuidado para co::i
o tratamento de agua consumida pelos
belavistenses.
:ESTA .JU?illü! ! !
OL.Y. AÍ PESSOA! TESTE SíBADO TER FESTA
JUIRA NO ARRAIÁ DO CASTELINE ENCANTADO!
CONVIDAKOS A TODOS PARA TOAR AQUELE
QI.TEI'"!AO • .JÁ QUE O F:UO ESTÁ CHEGJl .. fü>O, ~
TAHBEH UITAS BRINCADEIRAS COA A PETIZ1D.
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1
0 m
todos os mcvimen d nomina
tmosfera, Isto , "e±fera de vapor". Gr
ça ao nr amoférlco, é que nó vivemos,
r oi:, sem o menmo no haveria v I cJn n·, 1, r
r (animais, veetais, etc.). Dois o 0
gaen que entram na composição tmoféri-
a: o oxinio e o azoto; coube ao prand
químico Francês Lavoisier es .a demonstra
;ão, Mas não são on únicos qu · apar cr líl
no ar atmonférico, existindo também ou
Lron p,nm·n: nr11Ônlro, c1,rbÔnlco, hidr-orê-
nlo, n0onlo, Cr-lpl.unio, hÍ'lo, xcnÔnlo
,.. c.
quantidade desss gases depende eh
altitude. As porcentapens mais rÓ>timor;
de nós são: azoto - 78%, oxigênio - 21%
oulroa r· ses e pó - 1%., Existem três cama
das sobrepondo-se uma as ou L ras, são g
scguin vH: õl Lroposfc-r,,, que Viil. , L;,
12.000 meLroo miilu ou menos, mersulhando
sc nclu todas , s rnont õlnhoo da tcrro; nela
ne proc ·ssa a vida dos seres terrestres e
se formo ao nuvens, a cltuva e 03 vcnl-os ,
srndo a camada mais conhecida.
A outra camada é chamada de atmosféra,
qu tem o seu inicio a pnrtlr dos 12.000
metros. Vem depois a tcreelra camada cha
mada hidrogenada, onde ha mais hidrogênio.
Ainda não foi posslvcl determinar a sua
altura. É calculado por alguns Cientistas
W..llL~º'""""""º _!!LC.l.r_9S. oor ouLros em 750 mil
x1midade do mar.
lw [, r Indo-no • a lati ude, vemos que d
vido a una forma arrendodada, a t rro nà
recebe iual quanti ade de sol em todo
seus pontos. A alti .ude também exerce gran
de influência sob e' u c:np, r· tura. De fato
em virtude de ser esta resultante da irra
diação do.calor exJoccnL á superficie er ras «
restre, as camadas mais baixas são natural,b na;ó
m"n "mnl!l qucn <:n do que 03 que se encon- 11lnno•_, __ 'c.
Lram ~ m Jor altura.
A prox i midade do mn r faz aumentar a umt
dndr do oLmoofcrn, sendo ouslm a atmosfera
sobre o mnr mais frln do qu sobre o con
J nc-n L,•.
Influem também sobre a tempera urn
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FISCAIS'E CCMTínEIS
a·
chuvas, ventos, a presença de flores ae
rLc. Cabe aoe tcrrn;metros registrar a tcrn
peraLura do or atmosférico. A muin clcvo
cln registrada até hoje foi 57 graus à sor:-- ------;.---------::--::====:::-----
bra, na zona do deserto de Saara (Áfricn).
A Lemperntura mais baixa foi de 70
graus abaixo de zero na sibéria (Ásia). A
umidade atmosférica e as nuvens: - pre -
sença de vapor de água na atmosféra, é de
vido á transformação do líquido cm gozozo.
As águas contidas nos ocoanos, lagos
-=:J rios,_ evaporam-se pe- _
j 1a açao dos raios so
jlares,_e assim does
tado liquido passam
para gazozo. O p,rau
de umidade vnria mui
to de uma reio para
outra: é maior por'
exemplo, nas vizinhan
ças do mar quando a
temperatura se eleva
ou quando sopram ven-1
1
tos mais fortes. J
Chega um momento
que o ar não pode ma
is suportar o peso
das nuvens, que são
formadas pelos vapo -
res da água, caindo
aquelas em forma de
N2 139
H 197
CRO/M'l' 3.857
570 (Ao lado da Exatoria) CEP: 79910
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chuva.
As nuvens tomam di
ferentes aspectos.
Umas ficam cm altura
elevadíssima: 8,000
metros e mais, as
quais são chamadas de
cirros; são muito
brancas, constituidas
por pequenos cristais
de gelo, apresentando
li"O'EJBRO - 170 - 'i"Ea.EFOJ.i:E- 439-1382 (Próximo a - um aspecto fibroso cg
rno se fossem filamen-
CAUS~S CÍVEIS E CRIMINAIS.
RUA: 15 DE
Rodoviária).
, C:IJ
R(Of• lf.l,AVISffffS( Df J0Rr,A1S l IDA
2 2123"°
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·'
1
20
--- -·
JUL GRANDE PRÊMIO CIDADE OE BELA VISTA
-.- --- ~
87 A
PRGRAAÇÃO
O Rally hipico fa
rá parle da programa
ção do aniversário
da cidade.
- Dia 17 de julho as
19:00hs sexta-feira será
aber'ta programação do
evento com um chur -
rasco de confraterni
zaçao, seguindo inÍ:
cio de lances e apos
tas.
- Leilão de apostas
sera na sexta-feira,
sábado e dom1ngo as
19:00 horas.
- A prova será reg!
da pelo "I CÓDIGO
NACIONAL DE CORRI -
DAS" em vigor.
PRilITAÇÃO
Colocado .
Cz$ 40.000,00 e tr~
réu.
22 Colocado .
Cz$ 15.000,00 e tr~
réu.
32 Colocado .
Cz$ 10.000,00 e tro
réu.
42 Colocado montar com autoriza-
Cz$ 5.000,00 e tro - ção fiscal de prova.
réu ..
03 - Distn ia de 25
Kxi!metros.
04 _ po mínimo de
eo Kllos •
0, - Pesagem obriga-
Órla do mon ador e
arreamen o,
06 - Provo mis a mas
culina e feminina.
07 - Menores até 14
anos con auLorizaçÕo
do Juiz.
08 - Aprcsen açao
dos animais inseri -
resenha ..l é
do dio 17/
tos para
12 horas
06/87.
09 - Atestado de an
mia infecciosa.
10 - Haverá no traj~
to do percurso dois
postos fiscais para
observação obrigató
ria dos veterinários
aos animais em prova
11 - O rally sera
fiscalizado por uma
comissão composta
por 10 (dez) membros
12 - Todo cavaleiro
somente poderá des -
.. ,.,
52 Colocado ••••••••• não poderá proseguir
medalha-de particip~
0
percu~so desmonta-
çao. do.
6 Colocado .
medalha de participa 14 - Nos postos fis
çao. cais poderá dar agua
79 Colocado aos animais.
medalha de participa
çao
89 Colocado .
medalha de participa
13 - Todo cavaleiro
çao .
15 - Os vencedores
serão repesados para
a confirmação da.elas
sificacão em caso de
for
Je e::
1, me ro.
y1 .
17 - A chega0a
confir"" ,j,-. por
chart máquina f l-
madra.
MARCELO REAFIRMA:
Apoio aos cinco anos
BRKiÍLIA, -"An ., Pr
Isto é, seguindo o Mand
em vigor. Porém, acred1 amos que I
co anos será possível ao Presider
reprogramação da economia e de1ar c1ar
LionÓvel su posição de comando ta chr la li n
n::;olm o governador Marcelo Miranda comentou a
versa poli .fca que teve o Prs!dente Sarrey t
lÓcio do PlanalLo, onde foi rcc, bido a.· 1 UO,
acornpnntwdo do chefe da Casa CIviI Londrs MI
e do Secretário de Fazenda, Leite Schimidt.
Marcelo des ocou junto ao f-'n. oi dente o
dez dos onze parlar ·mares constituintes
Grosso do Sul a um mandato de cinco anos,
cada de oito depu tndos fe:dc ra1 s ,.. e l nco . ·•-n ~'l ,r•
podemos responder por dez, Inclusive,· que sao f _
rávcis a esse período para que se defina as n -
ras da economia e que sejam voltadas para atener
a prioridar social do povo brasileiro", afimu.
Sobre a no icia de que o Presidente Sarey cesta
ria pressionando a classe polÍtic.:i para obter
apoio, noticiada por vários J<;m.'.l.is, o Goverr..;do,
disse que desconhecia essa pratica, m.as arrenatu:
"Eu não recebi e não estou recebendo ner.huma pr-.r
são, e tampouco ajo de maneira fisiológica. l·i to
Grosso do Sul não Lem ministério, não rei vindlc:_
ministério e nem barganha posicionamentos. Nossa
postura é clara, lÍmpida, inequívoca, desde que
participei. da reunião em S. Paulo, da reunião'?"
Belo Horizonte e no dia-a-dia, tenho sido claro: O
que interessa é resolver as emergências, a crise
brasileira como un todo. Cre1o que é este o objet.:.
vo de todos os governadores e polÍ Licos qt.:e acre<l;.
tam no futuro deste País".
G! .&P.& CORTE
19 05: JUIRO DE 1987 SÁBADO ÀS
14 HORAS.
PROXO;ÃO SINDICATO RURAL DE
.· ....
BELA VISTA.
REALIZAÇÃO
RERATE- KS
Rua: Rui Barbosa, 1184 - Campo
Grande-MS.
FONES: 382-1302, 382-1241
MACHOS E FEMEAS
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•TROPA. DE SERVICO
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CâMIIR
Rei armas nos Pontos
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Coelho de ouz , Dat
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Patrola
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so, sendo que a melhor da po
rlcl.i ro ovia rviu inclu ive pr u.
tér!n no Jo:-rwl Tt•llJ11n11 •Jn Front,•ir·,
foto da mesma) ] ,.,, ,,,, ,qd., o pr·ob lr•
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rr,Í, con:;crvm;rio eh:; f)()11t••:,. r, P,111· w:
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pia da publicação.
C'orcli:llni n C',
RafeI Ramo ílicrtlr!i.
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1 Grati icacão aos Funcionários
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~- 11 vr 1 r :, : •· ( /
ao bom r. o d,
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o .n e r,
PROJETO
HORTA
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dos, a qua] d mo- v
' • vr ., minha reivin- lo d
.lic,,c.:'io. j t ,1.. c111· ,,r-,,., J •
L
. p r,·lc·•il u:· ~ :.· lr
1mpeza- os- l·w:r·a , Hcr·:
to da SESP 1."
Ó'i'HMS
0/R XAl~ADÚ, vencle-s,, imbvel-m,·lhor ponto ,J;, e id·id., , :r
ao Colegio Castelo Branco.
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reudor· '!'irson F~rrl""J- qu(' 'f"'rxn,r.h·J '1' i,
raLl'le.parr.que Del eacia F !ral
oficir no Senhor Pn:- r<'ncl;ir(, •
feito MunicipRl orde- tura.
no:--a li.mpesa na a r e na O Secretario afir ')J r,ur-- o proj to n
do posto do SESP nc-s-1lavourr, ,. hr,r·•·1 e ,·•;r,1•:,,.iJ; dr inter
t :, e idade, sendo QU<: se do r.ov"rno t•'.·,r cr lo :: irunda. e con a
o ref.:>rido brgãc n.::Ío com o
0,pu,< ,;·, ,.;1-, AP, que Ji objetiva o
tem ninguém lotado , re:t.orno do hom,m ao campo, fixando-o a
para f.:izer Ps:,c tipo tr1T:1.
de serviço. por PSte
motivo faço a minha
sollci ação.
Assistência
Médica
O., município.
berio recur.os
que estes scru . r.T n fundo perdido
sem retorno aos of: tb!icos, scundo
informação da D a. , Federal de Ari -
Indicação do Vcrn~
dor Tirson Ferreira
Leite ao Senhor Pre
feito Municipal para I
que ordene o forneci
mento de gasolink HO
Dr. Valério Papondreu
para que o mesmo pos
sa dar assistência ré
dica todas as terças
feiras na região do
"Alto Caracol" e 1.;irr
bém na região do "Ran
cho Queimado", com ho
rário e dia a ser mar
cacto pelo Doutor. de
vido estas regiões se,
r:m care~tes de assiil
tencia medica. · ,(J
seranos cus a I01c54
, nossa proposiçao seja
:lpusorm, r co
o. par intala
c+mun.itr!a, sendo
A
LU O C [g ©B LT .
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FONE:. :?5! .1364
-M'
LI
PONTO DE VISTA
O COM8USTÍVP.L •PROIBIDO•.
Em Dourndoo- MS foi oprccndido no 1n
terior do tanque de gasolina d um carro
mais de 60 Kg de maconha. No tanque havia
penas 1/4 de gasolina o, restante era da
"ervn mnlclt n". •
Foi com esta manchete que me deparei
onlnm ~ nolLe, e senti alegria e magoa ...
Aleria por saber que a répressão ao
tráfico con ra ots entorpecentes continua
com remultados positivos; magoa por me de
parar com mais en te con trabund,•nndo o
"coml>uslÍvl'l probldo" ...
As clinicas para recuperação, de vicid
doo aumentam dla u clla,· e mero assit a
Juventude continua a procurnr a "• 1·va ma.!_,
dita' para fuir de seus problema:y ou por
curiosidade.
Fnto, ó posso ver de uma forma 'ba
ter palmas" pelo brihar:te processo de , :
eliminaçio de traficantes que esta de
sem cnhanrlo a Policia Federal.
JNEN'TUDF EM FICO
Recadinhos
PAM: l!o~v lt Lino G rela Filho
"OIha,estou apaixonada por vocé, ve
e toca. Okl"
DE: Ho::;a Florentino
se voe
t # te 4
. -
PARA:N ll son
"Eu gosto de-você, Ok!"
DE: Nlcanora •
t e t
PAHA: Monclar Filho.
"Eu queria ser uma lagrima para em seus
olhos nascer, por sua face correr cm
seus lábios morrer".
DE: Vanesoa Lageano
$ $ @ t t
PARA: Maria (S.T.R- Campo Grande)
"Somente depois de conhecê-la compreen
di o verdadeiro significado do amor" Te
amo! 111
DE : Ubaldlno
MISS E MISTER BABY 87
PARA: Carlos Alexandre Santos
"Eu achei mais um cantinho para dizer
que .te a.mo'.'
DE: Aldaisa
~ .
PARA: Ana Adr'l
11
Se o meu
por metro, daria uma
DE: Doni
amor por ·você fosse medido
TransamazÔnica".
....................................... ~······ .. ··· .
PARA:Eliane R.
11
Bem, não diga que nao tentei, fiz t!::
do por você ... só que voce nao quis en -
tender ... então ...
11
'DE: Eder
FARIA HADALEHA ( BADÚ)
Participe do Juventude em Foco.
Enviando sua melhor foto para a Redação
ribuna da Fronteira.
ESPORTE É SAÜDE
VOLEIBOL: Começou a preparaçao para a
Copa Morena 87.
A garotada foi para a quadra do Gin~
sio de Esportes de Bela Vista e começou ..
Saque, manchete, levantada, corta-
da •.. assim a guri~ada se viu na tarde de
terça feira, foram mais de 20 atletas
que buscam ficar entre os l2 que represen
tarão Bela Vista na Copa Morena, daqui à
dois meses.
Vamos botar ré, nesta rapaziada que
,:..::;tá eml?oleando com o técnico MÁRIO VAR
GAS e busca demonstrar o quanto são capa
zes.
Já está pintando os destaques mas is-
o é uma ou ra história....
Pot' .:-r.quanto fica horario dos trei.-
nos para orientar melhor os atletas. Se
vocc e runante do voleibol vá ao Ginásio e
incentive!!!!
YRE :os-
MANHÃ: De terça à Sexta-feira as 5. da
matina no Ginásio.
SÁEAéo- das B hs às 1.0:30· min, cem o Tec. Má
rio Varas.
TARDE- Ter;a-Quinta e- Sexta das 17 ~ 18:30 min.
PARA: Cristiane
"um dia você vai entender que. busquei
ser o melhor possível para ti".
DE: Henrique
....................................................
PARA: Evariilda
"Mesmo que tentero interferir em nossa
vida, com intrigas, espero que isso nao
a atinja ... ·pois te amo".
DE: Marcos
GABR1ElA VELASQUEZ PEHETM - Una ds par ..ia
tes do füss e Mis er Baby 87.
É neste sátado no Clube Belavistense a esco -
lha do Mlss e Mister Baby 87.
Vamos la rapaziada dar força a esta gente pe
quenina que estará embelezando as passarelas do
Belavistense, na brilhante promoção do 3 Técni
co de Contabilidade da Escola Dr. Jo:,q,ü!!': ~'.ürti -
nho.
Na apresentação do evento os garotinhos da ?.ff/:
Arn1ando Loureiro e Lile. Vai lá e· ir.ccntiw!
1
!!
Lo o aoós o desfile discoteue.
..........................................
PARA: "Sortudo"
Quem achou uma luva de pelica favor
devolver para mim na Tribuna da Fronteira.
DE: Ubaldino ( Sem sorte).
.............................................
PARA: Gilmar
"A cada dia que passa descubro um novo
motivo para gostar mais de você",
DE: Marga ( 2° Contador B)
................... , .
PARA: Renato Vargas
"Voei é a luz que ilumina as minhas
trevas. Você é o responsável pelas minhas
noites mal dormidas".
DE: Moranguinho
··········· ..
PARA: Rosemary
"É como o .sol o que estou sentindo por
voce. Ninguém vai impedir de nascer".
DE: Valdir
..................... ~········· .. ···· .
PARA: Giovanni
"Te • amo rn.ú to!"
DE: Suzana
........................................................
PARA: Renata
" Seria .maravilhoso meu lllll'1do junto de você",
DE: L.P.A
!••-•· .
PARA: Annando
" Eu
DE. Paula
te amo !!"
ESPACO LIVRE (Poesia)
-J A-IGO VICT.i.00
Hoje eu fiz urna pausa para cor.vr·rsar cm vce.
É cem voce mesmo que anca serr.prc m.r:-.;,. rr.ui :o boa,
nuna "baseado" .
Sei que você nao quer ouvir o que tera"io pa.-a
lhe dizer, mas vou falar assim meso, pois ai7a
de tudo, apesar de tudo o que você faz, voce e
un ser huna.no, e que nao posso vê-lo morrendo a0s
poucos.
Amigo, pare um pouco nesta sua d•'st::nfreada dec:;.
ciência como ser huna.no. Pense naquele casal rara
vilhoso que o colocou no mundo e que, na tl'aioria
das vezes, sem saber, é ele que lhe paga o "frtl"
que voce puxa.
Pense naquela menina maravilhosa que foi a 5""
Última naT.orada; sim aquela mesma, aquela que 9
amna tanto e que você acabou levando-o para o r.ies
mno caminho.
Acho que foi seu Único ato cristão nestes Úl -
timos anos; tenninar can ela antes que isto acr.5
cesse.
Agora, meu anigo, pense em você mes:o, pe.~.se
que, há uns anos, voei começou a deixar nossa °:r
ma em segundo plano e arrumou novas a'llizades. :,.
sei se posso chamar eles de seus a'lligos ou de
"companheiros da r.iaconha", pois quando você ter:l
dinheiro para o " baseado", eles estão todos do
seu lado, mas quando não tem ....
1..etl'bre-se quando tudo ccxneçou: uns caras in :"
fluenciaramn e te dizia,a/ para ser respeitado
mo homem, tu tinria aue entrar na deles. -
Não é nada distei Tudo isto e auto afir.:eçaO•
Eles diziam que era "urna boa". que tu irias cur
tir altas viagens ... não é? '-'-
Mas Viajar para onde?
- Pergunto eu agora. Viajar para onde? ?a.>"'.l
longe dos amigos? PARA A SEPULTURA???
P
bom
da vi-
are un pouco, pense no outro lado
da
""·' t 1·stO, Ç •~.:.JU.S em pessoas que, acirra de tudo
voce.
THAIS JUSSAHA GUEDES.
«w 4a«4w4«awi +
~
1

