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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº842_30_05_1987
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-1
,V:
a
e
TRIBUNA DA
B[l/ VISTA HATO GROSSO DO SUL MIO XVI- N' 82 30 DE fO OC )987
-- N o·v·n D I R E T O·R 18 D O
E BEL
ROTIRY
VISTA
CLUI
EDUARDO OCARIZ E ESPOSA
lo próximo dia O5) presário Luiz Carlos
de junho,sexta feira, Rahal.
tomara posse a nova O novo Presidente
diretoria do Rotnry do Rotary, para o
Club de Bela Vista, biênio 87/88 será o
que tem na presidên - jornalistn Ivaldo Pe
Mi F tu
para Antonio João
"
trar com indicaçã
no Legislativo Esta-
dual e manter conta-
va dire oria sera no
Clube Esportivo Bela
vistense com um jan
tar festivo.
Convites foram en
viados as autorida -
des belavistense:s e
auarda-se a presen
ça maciça dos roo -
rianos.
Assim flcou cons
tituida a nova dire
toria do Rotary:
Presidente: Ivaldo
Pereira.
19 Vice-Presidente
Roberval Borges.
22 Vice-Presidente
Evilásio Nunes de Mi l2? Secretario: Reinal
ronda. do Campos Azevedo.
1
2
Sccre~Órlo: Harol Protocolo: Ivan Afon- rn. Sidney Nunes Lei-
do Braga Cavalheiro. soda Costa Marques.
esoureiro: Luiz Car
lo, Hnha 1.
2 Tesoureiro:Ederny
Mirana Silva.
Serviços á comunida -
le: Cassio Acioly.
Serviços Profissiona
is: Fernando de Frei-
tas Elias.
Serviços Internacio
nals: Carlos Alberto
•'.)cr,riz ,. ílosalino.
Atividades pro-juven
tudu: Garibaldi da ílo
sa 1/c to.
Desenvolvimento Qua
dro Social: Eduardo
Ocariz.
Diretores sem pasta:
Ernando Francisco Gas
-
(
te, Simão Echeverria. HAROLDO CAVALHEIRO.
GRliFICI E EDITOR-li BPA INFORMD: A nova
OFF • SETT já está funcionalldo
VALDEMIR GCKA
A Empresa de Sanea
menta de Mato Grossq
do Sul-SANESUL-deverá
iniciar, já no próxi
mo mês, os trabalhos
de extensão da rede
de água no municipio
de Antonio João, bem
como no Distrito de
Campestre.
A afirmação foi :fei
ta esta semana, pelo
Deputado Valdemir Mo
ka Miranda de Brito ,
do PMDB, depois de en
to, nhar o original em
Além dessa,impres- perfeitas condições
que em 24 horas
a nova impressora
o içÕes de realizar to
os os tipos de serv!
equipamentos recebi- melhores preços da re
dos pela GRÁFICA E gião.
F.DITORA APA, que se Procurem a Gráfica
encontra hoje em con e Editora Apa.
Bacha pede ressarcimento
das terras inundadas
'O Estado de Mato Grosso do Sul e os mu
niclpios atingidos devem ser ressarcidos
sob forma de energia elétrica e também re
ceber royalties como pagamento das terras
inundadas. em caráter permanente", foram
Palavras do Depuatdo Ricardo Bacha ao apar
car o deputado Ozéias Pereira em seu
nunclamento sobre inundações causadas
construção de Usinas Hidrelétricas.
VEJA NA PÁGINA 03.
os com diretores da
{ empresa de saneamnen-
1
to.
1
Segundo Moka.o M
nicipio de Antonio
João, que vive um m
ento de acentuado
rogresso, necessit
e toda a infra-es
Lrutura básica para
adequar o padrão de
vida da população
vue ha muito vem exi
gindo o beneficio".
Da mesma forma,
deputado conseguiu a
provaçao unanime e Recebemos da Grá sora, a empresa adqui
confirmação da Empre fica e Editora Apa . riu também uma copia: Segundo informações de José Penzo,rota
sa de Energia Elétriuma das empresas do dora Triunfo T 111 C riano, na reunião do Rotary,sexta feira,u
ca de Mato Grosso d Grupo RBJ - Rede Bela]para cópias a cores,[ma comissão de politicos estete ·esta sema
Sul-ENERSUL-de que lvistense.de Jornais que será utilizada em na em Campo Grande e lá, junto ao Secretá
rede de energia ser a informação de que a serviços e trabalhos rio da Fazenda, João Leite Schimidt, veio
extendida também n nova impressora OF gráficos. a confirmação: O P..SFAL'l!'O PARA JA.'IDm SERÁ
município e distri 5EIT CAI! 510, adaui- Fica o alô para to SEilITCIADO ili 3b DIAS.
te , O povo l;>elavistense está há mais de
Como j_ustificati- três anos aguardando a pavimentação asfál-
/
va,o ·parlamentar de. ' tica da BR 060, trecho Bela Vista/Jardim ,
l
taca as mesmas nece_ ~ obra prometida e lançada por dois governa-
sidades de "dotar d dores, Wilson e Ramez, sendo que o segundo
infra-estrutura básl ainda no seu governo, deu início à obra.
ca a região, melhora u..'0:-:~ · Além dessa pavimentação. -;,inda sep:undo
do sensivelmente o José Penzo. o Governo do Estado dará inÍ-
padrão de vida daqu [cio também as 40 quadras de asfalto na ci-
la população", dade.
A noticia, divulgada· na reunião do Rota
ry, deixou todos satisfeitos, mas a campa:
nha que o clube de serviço pretende ini _
ciar na comunidade não foi.descartada,pois
todos acreditam, mas ...
Informações dão conta que o problema da
paralização das obras foimotivadapor fal
ta de verbas, mas o Governador Marcelo Mi:
randa obteve recursos e rolamento da divi
da de MS, com isto o "velho sonho dos bela
vi=tenses" podera se tornar realidade.É b
lerrbrar, .ta'l'bem, que o asfalto para Jardim e as 40
quadras fora:n promessas de campanha, e, segundo os
pee:nedebistas, "promessa_ do PMDB é dever Sagrado".
rida pela Gráfica di- da a regiao: Se voce
retamente de fábrica, tem urgência nos im
pro- já: está em funcionamenj pressos, é so encami
pe1a
seu serviço será en
tregue. isto graças ;0s gráficos e com a
e melhor qual idade e os
Governo do Esta
do confirma: Asfalto
para Jardim sérá reiniciado
ativo Caraco e
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vas, otaria Imen
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z n· o Jorn'll 1:;t fl
lvaldo l',.r•lra pC'J!J
forma que vem non
<Jr,nrlo t.ot.o.l C-OUP rl::
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fez até agora, inclu
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ro U'JIJl nL' r
o. pro) os do
Jornal Tribuna da
Fronl Ira e deixar
meu muln nl o vn -
lor de es lm1, por-
que esse é o verda- aind
de iro papel de jor- Em
nt.11. rn~nto
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nou t!Pto dn Sl J vr:i
rn, conLnndo com o
apoio doa dernni:; V'.:_
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Chaplill Cfilçados
GRANDE PRÊMIO CIDADE DE BELA VlSTA
,S/-Ot w:,'O !,VuOG/Ui-U.."i". l:E IW Jl' I IU 'CT)
"(!fois do que de máquinas.
prec.isomos de humanidade.:"
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;: Espo;:TJVü,Cir:TOS, r;IUS, BC'LS/,S E
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BELA V!STA -[--;s
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MACHOS E FÊlnEAS ,
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rrt preto»nç doa verenrdore; C
,o Aol! - PFL(PrrMIdnte); Marcelo Cal
vano FFL; C udionor Rodripu - f
( .. r , 1 ', r i o J ; 1 v , n Marques - i' l-1 ( 1/ 1 , , • ) :
Jul1 o Godoy -PMDB; J.v I l ·: 1 e, r-t 1 ,. ,r,cJ ,
j !!Df ; Anselomo Lopes - PTR; ,J o r'pc ho:'lü
f T ; N I CJ r AI m 1rJ - l'í• IJfl.
ORE. DO DIA:
EHEDOJ
O vereador Anselmo Lopes apresentou re
quer1menLo para que seja encaminhado exp
dine ao Prefef o Munlctp 1, r-olJcJ ando
um bebedouro para o PS, da TELEMAT,
PARI. :M DA HODOV A
l·o1 nprr•iwnt,,do p,-1,> v,•rcndor Marceli
no Acioll, requerimen o no Diretor Gr• r·al
do DERSUL, Dr. Arnaldo F rreira de Souzn,
no sen ido que de erminc o pnlrolnmcnto
da rodovia que liga a região das Caieiras
Justificou que na citada rodovia é
grnnclc> o fluxo de cominl1Õcs pesador; que
n rodovia se encontra intransitavel devi
do ás últimas chuvas.
sunro DF. GJSi'HF.1'i1J'EilI'1iE
O vereador Marcelino Acioli aprcsc-ntou
requerimento ao Dr. Alfredo Pinto de Arru
da, Secretario de Estado de Saúde, e ao
Dr. Aroldo Gnlvão, Diretor da Fundação
SESP(FSESP), solicitando inspeção ao tra
tamento feito no água cm nossa cidade
visto o surLo cte gaslrenterite, ocasiona
do talvez por uma alteração nos produtos
químicos utilizados nesse tratamento.
PiVl iE!ii7AÇÀO DA BR 060
O mesmo vereador requereu para que se
ja enviado ofício ao senador Rachid Salda
nha Derzi, Senador Wilson Darbosa Martins
ao Governador Marcelo Miranda, ao Dr. Ar
naldo F. de Souza, e aos Deputados Estadg
ais Carlos Fróes, Ari Rlgo, Waldemir Moka
Ricardo Daclta, aos Deputados Federais Pli
nio Dorbosa, .Gandi Jamil, Ruben FIgueir
e ao secretário de Estado de Fazenda João
Leite Schimidt, solicitando dos mesmos a
imediata continuação da pavimentaçio as -
fáltica da Rodovia 060, trecho Dela Vista
à Jardim uma vez que as máquinas estão em
nossa cidade há mais de um ano, e só fize
ram 2Km, ficando paradas logo apos as
eleições de 15 de novembro passado.
Justificou o asfalto da BR 060 já vi -
rou um "pesadelo" para os belavistenses.
CO'.:SYRUÇAO DA RODOVIÁJUA
O vereador Cássio Acioli requereu ao
Prefeito Municipal, quanto a informação
do Poder Executivo de quando se dará a
construção da rodoviária em Bela Vista.
Justificando considerou que já estamos
no meado do ano de 1987, e nada fora con
cluído.
RATADOURO RMICIPAL
O mesmo vereador requereu ao Poder Exe
cutivo solicitando com urgência providên-
IW,ÇÍ..O ô ,, i,ÇA
Marcelo Calvano apresentou requeri nto
o Dr, Paulo Dj Imo Modesto, Regional. de
Distribuição da ENERSUL emPnta Porá, sol!
citando iluminação publica na praça do Mo
numento Nhandepa e na rua que lia essa
praça a Avenida Teodoro Sativa.
Jusl i fJcou C]U' rl'cc-b-• inur1c·rils solicl
tações dos moradores do Bairro Agua Docc
que necessitamr percorrer esse local para
corLnr camLnho, qunndo vol nm do robolhb,
escola ou passeio.
PRCMUXC IAE!TOS:
COLETA DE LIXO CAUSA POLÊICA
O vereador Nestor Alameda apresentou
Projeto de Lei referente a compra de um.
Coletor Compactor para o serviço de limpe
za p~blic~. o mesmo causou _polêmica e foi
derrotado por 6 x 3.
"A Prefeitura está falida, não podemos
ser condizentes com este absurdo", disse
Ivan Marques contrário ao Projeto.
"So com a compra de maquinário será pos
sível ter melhores condições de trabalho
para os lii:eiros", afirmou Nestor Almada
favorável.
e a prefeitura não tem condições de cum
prir com este compromisso".
O vereador Anselmo Lopes foi favorável,
pois tenho certeza que om melhor equipa -
Ricardo Bacha pede res
sarcimento da.s terras
inundadas
"0 F. ado te Mato Gros o do Sul
munJcÍ lo:;
dos sob for .. 1:.l .1
o
terras inundas r carater permanen e'',
foram palavras do depu ado Ricardo Bach
ao apartear o dep tado 0zé!as Pereira er
seu pronunciaren o sobre nundaçóes cau
s das pela construção de Us nas Hldrel
Lricas.
Segundo o deputado Ricardo Bacha, cs
sas tc>rras rib• irinh·, s:Ío f"Í•rt,•i:; e cl, 1-
xam de produzir arroz, feijão, cereais ,
ou seja alimento para o nosso povo, 7.1I:~.
de perder o lCM pela não produção dos
l>:!-..'CR,-.::"l'O I..EGISILAYIVO grãos trazendo prejuízo ao Estado. Eis-
0 Presidente· da câmara Municipal de De- te. ainda o problema social causaclo p, 1 1.
la Vista promulgou o Decreto Legislativo inundações, onck· os ribci:-inho:; e. •rn e;,,.
n9 001/87 que> altera a redação dos artigos ser mudados, r~ass~ntados.
19 e 2Q do Decreto Legislativo ne 001/85, O deputado Ricardo Bacha disse ja ' ... :
de 22 de outubro de 1985. Ó subsidio do tido oportunidade d<· •r;-it11r· ,1,.ss<' assun-
Prefeito Municipal será de cinquenta Maior Lo exaustivúmwnte com a fletrosul quando
Valor Referência - MVR. A verba de repre estava na Presidência da ENERSUL, "nós
senlação será igual a 2/3 dos seus subsÍ - notamos que o Estado nunca tevu assento
dios. à mesa de negociações para tratar do os-
Com isto o Prefci to passará a receber sunto desse interesse'. Quanto a constru
em torno de 41 à 42 mil cruzados. ção de Ilha Grande o deputado acha que a
barragem poderia ser dividida en duas ou
três, de tal forma que o laeo de inunda
ção diminuísse e não causasse impacto
ecológico tão grande como vai causar.
"Nbs não temos àÚvida de que a ener
gia a ser gerada por Ilha Grande é neces
sária ac Estado e ao Pais e nbs não con=
testamos absolutamente a necessidade de
se gerar c.ssa energia, o que se contesta
é a forma autoritária com que a Eletro -
sul vemi desenvolvendo _o Projeto e reali
zando a construção", afirmou o deputado,
e explicou ainda que Ilha Grande é impor
tante porque faz a passar~m rodo-ferro -
via no Estado de Mato Grcsso do Sul e Pa
Marcelo Calvano foi contrário porque
"o equipamento é honeroso para
O
município rana, mas que podemos discu ir com o Go
verno Federal a idealização cesse Proje-
to.
LUSO COMERCIAL LTDA
,. - . ·.. , .
. AGRO PECUARIA LUSO LTDA _ LUSO COMERCIO
, • . .
F INDUSTRIA DE MADEIRAS.SECAGEM E ARMAZENÀ_
M PHO _ COMPRA E VENDA OE GADO_ MADEIRA_ COMERCIALIZACÃO_
, . . '
Bons Negócios.Lucros Certos Produtividade
.RUA DUOUE OE CAXIAS SN _ GUIA LOPES DA LAGUNA_ FONE:
251.1055 PARA RECADOS A RESPEITO DE COMPRA
E VENDA ·DE GADO [URGENTE J. TRATAR PELO TE_
FONE. 251 1364
MI S QUATRO MUNIC PIOS DE
liberados para plantio de Citros
utIv dn Csrp atha Nacio
o do Cancro Cítrico er Ma
CAIECC/Mi vinculada ao
, ,, .• nJ ,, 1Jlvul11011 por·L11l'l:1
11utor!1·,r,Jo r, pl 11IJC> de cltr·n:1 nor. munlcj
p!o:1 de bodoquena, Terenos, Muu Clara e
Hoctl ,cJo.
Cc,rn <.,:'la ltlJf•rr,r;no, elcvn-oc n ;.,;, o nú
mero de municípios de Mato Grosno do Sul,
livres d cancro cítrico, de acordo com d.a
doo lc•vanl.ndo:; polo DepnrLom ·nto de Inope
çiío Oc•ft>oa Agropl'cuár.tu - J AGUO, da Se -
crotnrln tlc Agriculturo. e Pccuárln, Órgão
executor do CANECC em nosso Estado.
nn 1 ,!
s
Cfllrnnclo p<ilu bactérln d nominodo. "Xon - "0 ritmo dos trabalhos, de todas as o -
Lhomonor: C I Lr I llownon", o cnnc ro e í t r l co ras de Ma to Grosso do Su 1 , deverão ser o.-
ataca tod;n; a:J plnntnfi cítricas, induzindo ilizadas imedia-Lamente". A afirmação foi
o lco;cn cm odos oo ~rg~os verdes, como feita pelo Diretor Coral do Dopar amcn o
folhas, HDlhoo, frutos o cm Moto Grosso do o Obras PGblicas do Estado, Djolmn Ferre!
Sul, sun jncldêncio detectado pela primei- ra de Rczendc, ao destacar o empenho do Go
rn vez nos nos de 1958/59. fol constatada verno em prosseguir os inúmeros programas
nau rcnLõcs lcule, sudcstn e sul, ou seja. de obras para este semestre.
nas' árens vizinhos aos estnctos de são P.au- Os principais trabalhos,· segundo o Dlr!:_
lo e Pnr:rná, onde foi. descoberto o prin,ci- Lor Geral, serão realizados no setor educa
ro foco da doença no país. cionol, "onde a preocupação será entrf'gar
o mais rápido possível, cada obra, possi
ilitando o desenvolvimento normal do pró
ximo semestre letivo", cumprindo a meta do
overno cm concluir e ampliar o que· está
proeramado.
Levantamentos completos e cronogramas
essas obras já estão prontos e sendo ini
ciados, em várias regiões do Estado, sem -
prc com a preocupação de entrega para o se
gúndo semestre. •
Assegura o diretor do DOP que, "ainda
este ano, deveremos diminuir, scnsivelmen-
PHOPA AÇÃO FÁCIL
O cancro citrico se'p~opaga facilemntc,
seja pelo comércio de mudns e rrut;-.s cí trl_
cas contaminadas, seja por embalagens uti-
1 izadas, por insetor é outros agentes. to
princ lpol impcc ilho para o desenvolv imen to
da citricultura no Estado - segundo o Anuá
rio Estatístico Brasileiro do IBGE,em 1985
Mato Grosso do Sul tinha apenas 469 hecta
res plantados de laranja e outros•cítri -
Em Ma .o Grosso do Si l, a errtcaçao
do: focos da doença, através do cor'
incineração das plantas contam1nadas e
suspeitas con' inua sendo execu;ada p lo
1AGRO, que es.a no momen .o atuando nos mu
nlclpios de SidroJ3ndin, OnndcirnntCG,J~!
dim. Gula Lop n. Rlbos do H1o P rdo, Tres
Lagoas e Porto Mur inho.
Com o ~poio da Srcrctarln do Apric ll~
ra e Pecuária e do 1AGRO, as regiões pro-
ACELERADO o
no
dutors 1a a. Po
z r or, pr-c,;uÍ1.n
, o diagnóstic
, Eworá.v, 1. A 01
Aricul ura, Flavl
processo de err4d!
consequência, ofer
vas aos produ
do Sul.
---------------- ~-----------------
RITMO DE
Mato • Grosso
OBRAS DO
do Sul
DOP
cos.
Padaria
Cindereta
J±: JAN±n orzGO -
RIA PERE.lLRA
Comunica
CORUJAO CONTAB:IL
Abertura e Encerramento de Firmu
Dcclaraçiio do lmpo.,to de Renda Pessoa Fsia e
Jaridica, Co~tra!os • Recibos e ICorrcspondêociaa cm
Geral.
NESTE FINAL DE SE
MANA VAMOS PINTAR NO
ARRAIÁ DO CASTELINHO
ENCANTADO, ESTARÁ A
CONTECENDO NESTE SÁBA
e. o déficit escolar regis r (r.l ,Íl
Grosso do Sul; ou mismo, melhorar a ccn
diçes d a.endimento aos lunos".
Mas, ss" ri rr.o d.trabalho não r ·,
Lmplcmen ado somente na arena de educa;
Também as obras de construção do cm plex
do poso de fiscalização do 'oro Quinze
de Novembro, no muni !pio de Bataguassá
estão sendo reaquecidas, ''garan indo-se o
seu cronograr.,a pnra r•.;tr> ano".
Conclui Djalma Rezende que, "es .amos a
tendendo as aspirações de crescimento
desenvolvlmen o do.Estado, cumprindo de -
terminaçoes expressas do Governador Marce
lo Miranda Soares", quando de sua recen;e
visita ao DOP, acompanhado do Secr·etár·to
de Obras, Olavo Vilc:Ja àr> Andrark, "que
nos deu a orientação para tocar todos eg
s2s rtl1.os".
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Slll
DIRETORA
REDATOR-CHEFE:
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REPORTAGENS
MARIA ESTELA VELASOUEZ
IVALDO PEREIRA
GILSON SILVA SANTOS
UBALDINO RODRIGUES
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO:
JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA
Propriedade da·
REDE BELAVISTENSt DE JORNA!S LT,,
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J-:SCRI'i'ÓRTO- Av. RIO BHANCO
HE!;ll}. ,CIA- Av. ruo BHMICO
FO, :: 30!>- Cf:.P: 79280
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CRO/MT 3.857
AV, Eugênio Penzo 570 (Ao lado da ExRtoria) CEP: 79910
CAIXA POSTAL- 23
Affll'OHTO J O.ÃO - liiiS
riOUTOR CARLOS A. NAZARI BORGES
CAUS~S CÍVEIS E CRIMINAIS.
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Advogadas
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ca. e a in aao d
bcbid;• !o,· cem• Hill'•
da.
Ficou provada na
,,:;t:ith:tic:.i:-; clr>nt i f'l._
cas que um erço dos fl
alcoólatras são ataca ol
dos de inflamnção cro e , or
nicn do C!n ·ôr.iago I t• r·r •.
que o •fel to rJo :,l<;o- r qu"
ol no aparf'lho clir,c•o- .. ,o <•u ,
tivo é de provocar inflama. ·sto:
ás vezes, a prisão delnhada de v&mi o, náusea e perturbações
ventre. Isso pode ser estivas, tais coo dlarrei •. pr·l•
explicado pela rato <1° Vf'ntr•'·.
de o alcoólatra comer
pouco. Também, sta
provado que a quanti
dade dos alimentos in
Todas essas ocorrências são de mo}
não auxiliar a Ingestão da alimenta;o c
pleta, necessária para o corpo. Porque o
álcool no pode ser usado como diurético?
geridos pelos alcobla o álcool aumenta a secreção de urina; !l'l
tras é muito menor dÕ aumr-n•o porcrr.. e ClU:,wlr. c·m pu·te, pelo a
que é comido geralmen, to do álcool ter u:r l Íqui t!o. J r; o quer di
te pelas outras pesso, zer que qualquer liquido, inclusive a aua
as. Em alguns casos aumenta a sr>cr'r•çrio J" 111'in·,, .,,, for lom·,do
específicos, o bêba- em grande quantidade _ ;, po::;slvel,quP U".1 lQ
do é atacado por uma divlduo use zs bebidas alcoólicas como diu
forte diarréia,que é rético, só que não há nenhuma lógica num
explicada pelos mécti- ser humano torn·,r :dr,u•s·, c 1 que fz ber
cos como sendo o re - para um dctc:rminarlo :,pc,rr>lt.o rio eor·po ,.
sultado da provocação prejudica ou~ro ..
e excitação causadas Há muitos outros diuré icos qu sao m--
pelas substâncias "en lhores e que apresentam resultados mais b
xertadas", que se mi~ néficos e sc:r;uro!:', :-'.•·~ produzírt.:m os efei
turam com a bebida al tos danosos do &lcool. Aduza a Jsso que os
coblica na parede mu- diuréticos são utilizados quando o apare -
cosa intestinal.As ve lho urinário estiver atacado por alguma mo
zes a diarréia é moti'1éstia. E, neste caso, é proibido, termi :=
vada pela diminuição nantcmente, a u:ilizaç~o do álcool. Como
das vitaminas. exemplo disso. há a inflamação dos rins,da
Porque o álcool não uretra ou da bexiga.
pode ser utilizado co, Alc Ahmc:d Gazzaoui - Diretor do Centro
mo alimento? O álcool sl~miro rir Mato Grosso do Sul.
fornece ao corpo calo
rias apreciáveis,mas,
não deve ser·utiliza
do como alimento por
diversos motivos: 1-
Porque tem um efeito
químico nocivo sobre
alguns teêidos. 2-Po~
que existem outras
substâncias alimenta
res mais baratas e de
ingestão mais fácil,
que fornecem as calo-
rias necessarias e
que são mais saudáve
is para o corpo.O que
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/.1,il.<> C:r·o:1r,o elo ::u1, n·, l•Jrm·, do. J< l,•,Lc ...
l·AZ SABER, aos que o presente Edi .al vi
r, rn ou dele conhecimento iverem, expodido
nno rnit.oo n9 171 /IJ'l, de PROTESTO JUDICIAL
CONTRA ALIENAÇÃO DE BENS, requerida por
CEL'l'üN ílO'.ll•.M/H F'F.llilFIH/1 MI L/IJ conlr, M/IUO
1.0UHEJl(O DE ALMEIDA E OUTROS, em trmI .e
por este Juízo e Cartório Judicial, que m
1,,·u curnrwlrn(ri.o ntr:n•J• ntlo no mulo que dos
nuto:, consta, pelo presente Edi L l que e
rí1 n CJ xndo no Ecl l r Í e: 1 c, do l· Órurn J oca 1 , no
luar de costume publicado ra forma dn
lei, pura Notificaçao de possíveis in erets
sidos. 'PETIÇAO: Exmo. Sr, Dr. Juiz de 01:
relto da Vara Civel da Comarca de Bela Vis
ta-MS. GELTON ROSEMAH FERREIRA MILAN, bra
sileiro, casado, pecuarie' a, residente e
<lornlcllla<lo nn cidade d· Dor to:s, na Rua
João Cindido da Câmara, n 8/8, via de se
us procuradores infra-assinalo., vem, res
peitoamente, a presença ll011l'U! a de V.F.xa.
para promover a presente medida cautelar
de PílOTES'l'O .JIJOICIIIL CONTHA Al.lF:NAÇÃO DE
DENS, conLr·a o Sr. MA!llO LOll!lf.lHO DE ALME!_
OA suo. cspÔsa D?, /lrflllES/1 CAVILLON LOU -
REIRO DE ALMEIDA, l>rri:;ileiros, C'/lSados,clc
pccuarisla, ela do lar, r•psirl<'nl.Ps e domi
cil.iados n nua Alcebiadc:, Bolladi lha dn C11 •
nha, s/n2, Fleln Visl a: ABl!AÀO /Hl·10/ Z/CA -
HI/S e sua espÔsa D' OLGA 'l'EilFZTNH/ FlT/N -
CHI Z/C/HIAS, br;i~.ilciros, c;1sados C'nl.r-e ção, reassumindo, entretanto, nesse caso,
sl, ele pecuarista, ela do lar, e ambos re os Outorgantes Vendedores todos os direi
sidenl<'s e- dornicil i:,do:; :1 Run 13 d<:: Junl10, tos sobre o mencionado excesso". Vale di
s/n, Bela Vista; e Sl·.BiST1Àll Z/C:illl/S Fl- :wr, MM. Juiz, a cambial cm poder dos Su
LHO, brasil<'iro. :;olt<'iro, maior. pecuaris plicados não representa uma dÍvida l.Í.qui-
ta, residente à Rua 13 ele .lunllo. n2 209 .B~ da e certa, visto que a sua exigibilidade D?. JOSf. ?iULO C!'.lO:"~I
la Vista, com fulclo 11,,:; displ):dçÕes dos está vinculada ao contrato. O seu protes- JUIZ DE DE':':ITO
artigos 867 e sgs. do Códipo P. Civil, pc- to, a execução forçada, ou mesmo a sua..., ...;;._,;...,;,..;,..;.;..;;..;...;. -f
los fatos e fundamentos que, "per:issa v
nia", passa expor: 1- Pelo incluso Contra
to Particular de Compra e Venda de Excesso
e Compromisso, firmado < ntr,· o Suplicante.
como cessionário comprador. ,. os suplica
dos, como cedentes vendedores, em data de
17 de março de 1986, o Suplicante conven -
cionou com os Suplicados a aquisição de
uma área de 176 has (cento e setenta e se
is hectares). constiLulda de um excesso de
área do imóvel rural denominado "Fazenda
Nira Porã Agroporã
11
, destacado anterior-me!:_
te do imóvel denominado "Fazencta Roncador"
situado neste municipio de Bela Vista e ob
jeto de matricula aquisitiva n2 1253, d~
Cartório de Hegistro ImobiliGrio de Imóve
is desta Comarca, tudo de conformidade com
as cláusulas primeira, segunda e terc<::ira.
2- Para a leralização desse excesso de 176
has., consoante o estipulado na cláusula
sexta, os suplicados, na condição de outor
gantes vendeàores, se comprc>m 'teram a dil i
genciarem junto aos confrontantes e alie:
nantes do imóvel, para conseguirem a anuên
eia dos mesmos para a legalização do dito
excesso junto ao INCRI, visto qu0 se trata
de imóvel situado na faixa de fronteira.3-
E, pela cláusula sétima, o pagamento do
preço daquela venda, cessão e transferên -
eia de direitos sobre o referido excesso,
representado por uma Nota Promissória no
valor de czS 400.000,00 (Quacrocentos Mil
Cruzados), venclvel no àia 05 de novembro
ceionar o comprador,
cados, ficou vinculado @
are do imóvel Jun .o ao
rio competente, npÓs 11 r,1I .1c; 11, ,o JUr,'o
ao INCRA. Vale dizer, a cambial emitida
de conforml dutlc com II cláusula quarta, só
em a sua exigibilidade u consequent
exequibilidade, quando cumprida as condi
ções previstas nas clausulas sexta c st!
rnu do referido contrato. 4- Ocorre, M/1.
Juiz, inobG an e vencido o prazo para o
cumprimen o des a condição contracual,pe
lou Suplico.doe, estes ainda não promove -
ram na medidos neccsu5rtas a que se com -
prorne t.Pram para a formalização do requer1
menLo de ratificação. Por outro lado, ou
SuplieacJou, com bastante insis ~ncia. via
L lcfÔnlca, •xlpern do Suplic::mle a imedi a
Lu llquidaç&o da cnmblnl, que S<' l'ncon ro
vinculada no contrato, inclusive com amen
ças de pro cslo e execução. 5- É inques
•lonável, dota vênia, in casu, o 1nexigi
bilidnde da referida cambial, uma vez que
não foi satisfeita a obrigação contratual
nssumldo. pelos Suplicados. Com efeito, na
cláusula sétimç.1 ficou assente que "o paa
menta da Nota Promissória fica vinculada
; retificaçio da área do imóvel junto ao
ruglstro imobiliário competente, ficando
o OtJTOílGADO COMPRADOR isento do seu pnga
mcnto se não for deferido adi a ratifica
transferência para terceiros, poderá cau
sar para o Suplicante sérios danos de or
dem moral e econômica, além do prejuizo
pelo pagamento indevido e injusto a que
será compelido. 6- Com escÓrio na lição
do Eminente Processualista Ovidio A. 3ap
tista da Silva, in "DO PHOCESSO CAUTELAR",
vol. 10, pg 572, "deve-se incluir no con
ceito de Alienação de Bens", igualmente
as 'formas de transmissão de quaisquer es
pécies de direito, seja por cessão,renún
cia ou endosso, como acontecem nos titu -
los de crédito que permitem a alienação
do direito por tal forma, é cabível, no
caso vertente, a pro~oção de Protesto Ju-
dicial Contra Alienação de Bens, ante o
fundado receio de que a cambial possa a
vir ser negociada, ou transferida para
terceiros. 7- Diante de todo o exposto,de
sejando o Suplicante prevenir responsabi
lidade. prover a conservação e ressalva
de seus direitos, vem promover o presente
Protesto .Judicial Contra Alienaçãcrle &ns,
contra 9s Suplicados, retro nominados e
qualificados, requerendo a V. Exa. a inti
mação dos mesmos, por mandado, dos termos
da presente medida cautelar· e para que se
abstenham de promover o protesto adminis
trativo, a execução·ou tr·ansferência oara
terceiros da Nota Promissória no valor de
cz$ 400.000,00 (Quatrocentos Mil Cruza
dos), emitida pelo Suplicante em favor
da conp ''
1idade Con
descri a n
procedida as
requeridas e, cu
<':.:tilo, requer
pendentemente de
dnndo-:;c ao presen'
1.000,00 (Hum Mi! Cruzados), para ..
os legais, D.R.A. esta com os inclusos a
cumentos, P. Defer!mnto. Dourados, Me, 13
de maio de 1987 (a) Dr. alo Muro-Advogado-AB/
MS 1431-A. (u) Dr. M guel Anal ontil Ferreira -
OAR/MS 2113 Est.E para cue chegue ao cor cimento
de todos e ninguém aleue ignorância, foi expe
dido o prcscn c u:ii tal com prazo ri• ir, H
as, que será afixado no Fórum local. no
lugar de costume e publicado na forma da
lei. Dado e passado nesta cidade e comarca
de Bela Vista, E ado de Mato Grosso •o
Sul, aos quinze dias do mês de maio do ano
de mil novecentos e oi'onta c setc. Eu (ed
gard Ibanhes) C:screvcnLc, .'ut.lic:-i· l. o dati
lografci.
EM COL E 0,.
• A MIM ACOLHI:.
Jesus CRl'>TO
NO V 1
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"Os nONS H.BITOS DEVEI SEI CULTIVADOS" •
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jll 1 ,1111 111 ('
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derley Correia da Cruz, ?/ olt iro
1i'nld1·11I.(• rmlqu1cletlllíld, /L.,r,il 111C11J, l
ro do Sul, qu es L'1v , li, . p0d Jdo no i! L< ,
Alvorada.
Fl <· :,e c•11r.n11 I r"tv:1 11 , L:llic-l10111· t, "IJ0n·1 •
tos, quando sacou d umn revolver c pas -
:-;011 a. rn:...nu .. a:a- 1 o r,Úb 11 catn t, . Fm d d mo
mnento, retirou as bnls, deixou som nte
urna na arma e (l isso t ra l cun.· 111•111110.
que ia fazer roleta russa, Os anotos ccrtamnt
n acreditaram, mas Vanderley irou o ta:bor, f
chou apon ou p/ .t cLJbc-c;,1 " ar i1)U. llou•,,· o c:L·p ,_
ro O pruj,•Lil pC'l'ful'Oll a orelha passou d l'Li.pilo
na cabeçci r.;r>r·tamJo o coun.; c,hP l 11 io. A vi ti::., foi
prontamente i n LP mnc!a 111> Hospi t;, l :; t A 1, , xo ,, ;i
ora a policia quer saber o paradeiro do nvólv:
que dsaparcu I,s!cri0sente,
i ,, V I c1
d a horas, rumi ln , our • . '-
n, 1da: o . ,.., : t t. • tunant r n ,, nh, 1 r-·;
, rorno; Ant César A1Vlu e!• r 1r. t; o.
e ;1· I' lr-1 ·u • Araujo; medico Fernando
d, ri·, ·1 . , 11° r< ,ç() c;ur• [Jt·J I VJ t
·11 1 11 l 11
1
l '( ' 1I lt'
• Xt'íi,p lo:l
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,. ;1. r· ·,1n 1 rar tantos ou-
PJtt' iqucerao a nossa í d i c;no COf'"'
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r 11 <·•("Z'1t1ri'l r..!l' Fi.iZ'·n..!·t d<.; F..:tcJ.(10,
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u.· .10.;:, : , c•i r;ciu, no r..unicÍpio dr> Por•e,
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!' • "l : • ;a-r.pl i "J.ção de mais 4 salas d
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1 ;r:--· :-,~_ n1$0 sua c; acidade de atendimento
t.:7, r-.-:r :1lu:1os, er;: três turnos diários ..
O rPpnssr dos recursos foi [Pilo pelo
deputado 'Waldemir Moka Miranda de Brito ,
Jo :~D~. rcrrLsen:ante da região de Porto
~urt!nho, depois de gestionar junto ao Se
cretário João Leite Shimidt. O Diretor -
M!'--------------------------------------------------""51.} jun: o da Escol a, Ângelo Ramão Cardoso
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(0(37) 439-1329
Rua
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Tijolos
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á
Tijolos Laminad~ para
Maciços, Telhas
·sela
Cep
Vista
Pared1
79/26(
MS.
rec bu o cheque.
EsLivc:r.:cm presentes a solenidade ainda
a Presidente da Associação de Pais e Mes
tres, Valdete Moreira Canto; a Tesoureira
Leonilda Balbuena e as professorãs, Zunil
da Lopes e Maria Aparecida Costa, que co~
punham a Comissão.
Sunundo o deputado ~aldemir ~oka, es -
ses representantes e o Diretor Adjunto da
Escola obtiveram também, o compromisso do
Secretário de Planejamento do Estado, Jor
ge Martins, de assinar, em breve, um con
vênio aditivo:
Esse convênio seria da ordem de CzS
924 mil e, serviria para a construção áe
uma quadra de esportes, playgroud e muros
por toda a extensão do colégio. Esses tra
balhos deverão ser iniciados ja, no ini:
cio das férias.
POSl'O NAC
JFO"NCKONANJD)O JEM NOVAS 1E MOJlEJR·-------
NAS INSTALAÇÕES: ÁLCOOL, DIESEL,
<G.A§OJLJINA, JLA-WAGJEM DK CAllRO§
Rua Barão .do Ladário S
fone: 4·39-.1025 B.ela
PONTO OE VISTA
o alerta obre a farsn, começou no dfa
anterior 2/0 "DIa Nacional em Defena
da Ecola Pública na Constituinto".
Professores e pals denunciaram a "far
a" da prop.anda do "ensino ratuito",
A publicidade em todo pais era: Vá a esco
la mais próxima de sua casa e exija ensi
no pÚbllco e grotu1to cm todoo os níveis,
oonlnnndo um documento que será cncnminh~
do Constituinte".
A l lntagcm para nosinoturns foi cofoc~
da nas escolas e os profcosores ou encar
regados de recolherem ao assinaturas ti -
nhom poucas rcepootao sobre Itens que
constavam,
OS ARTIGOS POLÊJIICOS
O Projeto Educacional colocado em vota
ção de autoria da ANDE ,ANDES,Al'WAE,ANPED,CPB,
CEDES, CGT, CUT, FASUBRA, OAB,SBPC, SEAF,UBES
e UNE resultou o quest1ona:rento que exponho:
Artigo 01· - ... visando a preparação para
o "trabalho e a sustentação da vida".
- Será que isso não materializa e esva
z1a o sentido da educação?
-- Qual a filosofia dos integrantes des
te Projeto? Quais seus interesses? Quem
esta por trás deste documento?
Artigo 02 - O ensino pÚblico,. gratuito e
laico em todos os niveis de escolaridade
- Que o ensino seja gratuito é o nosso
desejo mals sincero, porém LAICO é a ex -
clusão do elemento religloso, é a mater1a
lização da educação, não é mais "educe -
ção" e sim, somente profissionalizante.
·com isto os estudantes passarão a ser um
profissionalizando e o professor um mero
profissional.
Tirando a educação do ensino, como fi
cam as crianças cujos lares estão destrui
dos e sem religião???
Como vai ser a nossa sociedade do ama
nhã???
Artigo 03 - Parágrafo Único: É proibida
toda e qualquer tipo de "censura".
O próprio projeto não está"censuran
do" a educação e a religião???
TESTEHUHHOS
Para o estudante Amarildo, este não sa
bia de tais propostas, mas sabe que atual
mente o Ensino precisa de uma reformula -
ção pois segundo ele "as aulas são uma
bagunça".
Dona Maria mãe de dois estudantes da
Escola Ester Silva,acredita que "não po -
dem tirar a. educação do énsino, bem como
a suspensão do ensino religioso;se isto acontecer
e for verdade NÃO ASSINO NADA" ••• e assim o fez.
Os professores se manifestaram preocu
pados com o assunto, mas não puderam se
posicionar publicamente, sem antes fazer
uma "reunião' para resolverem em grupo so
bre o rumo ou a posição a ser assumida.,
Denunciaram: "há pouca informação ares
peito do ensino LAICO".
Padre Bento -aconselhou "os cristãos de
vem estar atentos ao andamento dos traba
lhos constituintes para que possam. posi -
cionar-se e intervir-oportunamente",
COMUNICAÇÃO EM
FESTA
Dia 10/06 a festa da Comunica
çao,. a RÁDIO BELA VISTA vai estar
completando mais um aniversário, Seré
um dia especial e cheio de surpre -
sas aguardem, àcontecer,
- - . _,_ __ -~-------------------
Participe pelo 439-1243
A pedida do final de semana é o DOMINGO
Alegre na RBV das l4:40 às 17:40 min os'garti,,
nl-ios LILE,PAULO,ELTON.FBM'CI~.:das 18:ló: às 2J.:CÍ)
JUVENTUDE EM
FOCO
QUEM E ELA???
O nome dela vale um presente
surpresa no dia 12/06.
Espaco Livre
(POESIA)
Quando eu acordei tudo parecia
um sonho ...
Quando me levantei vi que não
era um sonho e slm a realidade
que -voe~ Já não estava mais al_i.
Não tentei me deparar cem a
.. reali~~- ... ~ Tentei viver um sonho:
só que a vida não é feita apenas
de .sonhos...
Desculpe-me por chorar,desculpe-me
'po; sentir que gosto de você.
• • I.C.S.F
,"EU 'continuo cem você dentro de
meus· sonhos mais reais." L.H.N.C
'RECADINHOS
PAl<A:I•,, r' rJ
"Preendo te conhecer o m.is rap1do
possível. Te adoro gata.
DE: Vald mar
« e « i
PAílA: lfilda
"Se cuida ga,inha,você és.á no meu ,
penoamcnto".
PARA:FlÚvio Freitas
"Só Ire! e esquecer qundo um poe a
descrevr o barulho de uma pétal ca ndo"
DE: RG
8 e $ 4
PARA:Nclson
"O amor que sinto por ti e puro e ver-
dadeiro".
DE: Rosal da
4d
PARA: R1velino
"Na janela do meu quarto, cai
chover, são as lágrimas dos meus
com vontade de te ver".
DE: Fátima
t i 4
PARA: Claudiney
"A boca que tanto beijei, hoje me nega
um sorriso".
DE: Marisa
PARA:tara
"Quem ama sofre, quem sofre luta.quem
luta vence ... por isso luto por seu
amor".
DE: Rivelino
PARA: Eliane R.
"Não lhe peço muito; apenas uma cliance"
DE:Eder ..
-
PARA Teresa
" Nós somos jovens- e com esta m77aravi -
lhosa desculpa explicamos nossos atos ma
lucos e essa imensa vontade de amar e vi
ver',
DE: Elton
PARA: João dos Santos
" Você vive falando para seus amigos que gosta
de mim. Porque não fala,para mim. vê se cria cora
gem!"
DE: Donzela
..................................................... ~ .
PARA:Panteras
"Você sao as três
EM í i #TI
Nasceu una nova mania na cidade sorriso,
Bela Vista .•. todo 1Tl.l11do esta vendo suas ficçÕes,
aventuras,suspenses, ronances,mistérios no novo
fenâneno da tecnologia: o Video.
Você não pode ficar parado no terr;x,,você
pode e merece desfrutar do melhor,e o que temos de
especial agor_aoferecemos para você.
Durante algun tempo sereiros ccmpanheiros
inseparáveis. A coluna VIDEO MANIA é un ofereci
mentoda sua V I D E o e E N T E R.
Venha até a 15 de novembno no centro de
Bela Vista,estaremos esper-..ndo sua visita ou peça
seu filme preferido pelo fone 439 - 1022.
agua sem
olhos
gatas mais, mais do Bairro
Água Doce vê se cuidam
que tem vários gatos de
olho em vocês".
LETIZIA MURANO
Na apresentação do
MISS E MISTER BABY/67
juntamente coam o garoto
Ouro da RBV, Amando
reiro; incentive a pn0-
moção do 3° Técnico de
Contabilidade da Escol~
Dr.Joaquim Martinho...i
hoje, sábado!!! Depois
do desfile da garotada,
tem discoteque ... no
mando do som • do Belavi
tense os meninos CASO
e EDER.
'
. IEIA E ASSilE O
.JCeW. • T'RilUIA DA
. FRONTEIRA.
,V:
a
e
TRIBUNA DA
B[l/ VISTA HATO GROSSO DO SUL MIO XVI- N' 82 30 DE fO OC )987
-- N o·v·n D I R E T O·R 18 D O
E BEL
ROTIRY
VISTA
CLUI
EDUARDO OCARIZ E ESPOSA
lo próximo dia O5) presário Luiz Carlos
de junho,sexta feira, Rahal.
tomara posse a nova O novo Presidente
diretoria do Rotnry do Rotary, para o
Club de Bela Vista, biênio 87/88 será o
que tem na presidên - jornalistn Ivaldo Pe
Mi F tu
para Antonio João
"
trar com indicaçã
no Legislativo Esta-
dual e manter conta-
va dire oria sera no
Clube Esportivo Bela
vistense com um jan
tar festivo.
Convites foram en
viados as autorida -
des belavistense:s e
auarda-se a presen
ça maciça dos roo -
rianos.
Assim flcou cons
tituida a nova dire
toria do Rotary:
Presidente: Ivaldo
Pereira.
19 Vice-Presidente
Roberval Borges.
22 Vice-Presidente
Evilásio Nunes de Mi l2? Secretario: Reinal
ronda. do Campos Azevedo.
1
2
Sccre~Órlo: Harol Protocolo: Ivan Afon- rn. Sidney Nunes Lei-
do Braga Cavalheiro. soda Costa Marques.
esoureiro: Luiz Car
lo, Hnha 1.
2 Tesoureiro:Ederny
Mirana Silva.
Serviços á comunida -
le: Cassio Acioly.
Serviços Profissiona
is: Fernando de Frei-
tas Elias.
Serviços Internacio
nals: Carlos Alberto
•'.)cr,riz ,. ílosalino.
Atividades pro-juven
tudu: Garibaldi da ílo
sa 1/c to.
Desenvolvimento Qua
dro Social: Eduardo
Ocariz.
Diretores sem pasta:
Ernando Francisco Gas
-
(
te, Simão Echeverria. HAROLDO CAVALHEIRO.
GRliFICI E EDITOR-li BPA INFORMD: A nova
OFF • SETT já está funcionalldo
VALDEMIR GCKA
A Empresa de Sanea
menta de Mato Grossq
do Sul-SANESUL-deverá
iniciar, já no próxi
mo mês, os trabalhos
de extensão da rede
de água no municipio
de Antonio João, bem
como no Distrito de
Campestre.
A afirmação foi :fei
ta esta semana, pelo
Deputado Valdemir Mo
ka Miranda de Brito ,
do PMDB, depois de en
to, nhar o original em
Além dessa,impres- perfeitas condições
que em 24 horas
a nova impressora
o içÕes de realizar to
os os tipos de serv!
equipamentos recebi- melhores preços da re
dos pela GRÁFICA E gião.
F.DITORA APA, que se Procurem a Gráfica
encontra hoje em con e Editora Apa.
Bacha pede ressarcimento
das terras inundadas
'O Estado de Mato Grosso do Sul e os mu
niclpios atingidos devem ser ressarcidos
sob forma de energia elétrica e também re
ceber royalties como pagamento das terras
inundadas. em caráter permanente", foram
Palavras do Depuatdo Ricardo Bacha ao apar
car o deputado Ozéias Pereira em seu
nunclamento sobre inundações causadas
construção de Usinas Hidrelétricas.
VEJA NA PÁGINA 03.
os com diretores da
{ empresa de saneamnen-
1
to.
1
Segundo Moka.o M
nicipio de Antonio
João, que vive um m
ento de acentuado
rogresso, necessit
e toda a infra-es
Lrutura básica para
adequar o padrão de
vida da população
vue ha muito vem exi
gindo o beneficio".
Da mesma forma,
deputado conseguiu a
provaçao unanime e Recebemos da Grá sora, a empresa adqui
confirmação da Empre fica e Editora Apa . riu também uma copia: Segundo informações de José Penzo,rota
sa de Energia Elétriuma das empresas do dora Triunfo T 111 C riano, na reunião do Rotary,sexta feira,u
ca de Mato Grosso d Grupo RBJ - Rede Bela]para cópias a cores,[ma comissão de politicos estete ·esta sema
Sul-ENERSUL-de que lvistense.de Jornais que será utilizada em na em Campo Grande e lá, junto ao Secretá
rede de energia ser a informação de que a serviços e trabalhos rio da Fazenda, João Leite Schimidt, veio
extendida também n nova impressora OF gráficos. a confirmação: O P..SFAL'l!'O PARA JA.'IDm SERÁ
município e distri 5EIT CAI! 510, adaui- Fica o alô para to SEilITCIADO ili 3b DIAS.
te , O povo l;>elavistense está há mais de
Como j_ustificati- três anos aguardando a pavimentação asfál-
/
va,o ·parlamentar de. ' tica da BR 060, trecho Bela Vista/Jardim ,
l
taca as mesmas nece_ ~ obra prometida e lançada por dois governa-
sidades de "dotar d dores, Wilson e Ramez, sendo que o segundo
infra-estrutura básl ainda no seu governo, deu início à obra.
ca a região, melhora u..'0:-:~ · Além dessa pavimentação. -;,inda sep:undo
do sensivelmente o José Penzo. o Governo do Estado dará inÍ-
padrão de vida daqu [cio também as 40 quadras de asfalto na ci-
la população", dade.
A noticia, divulgada· na reunião do Rota
ry, deixou todos satisfeitos, mas a campa:
nha que o clube de serviço pretende ini _
ciar na comunidade não foi.descartada,pois
todos acreditam, mas ...
Informações dão conta que o problema da
paralização das obras foimotivadapor fal
ta de verbas, mas o Governador Marcelo Mi:
randa obteve recursos e rolamento da divi
da de MS, com isto o "velho sonho dos bela
vi=tenses" podera se tornar realidade.É b
lerrbrar, .ta'l'bem, que o asfalto para Jardim e as 40
quadras fora:n promessas de campanha, e, segundo os
pee:nedebistas, "promessa_ do PMDB é dever Sagrado".
rida pela Gráfica di- da a regiao: Se voce
retamente de fábrica, tem urgência nos im
pro- já: está em funcionamenj pressos, é so encami
pe1a
seu serviço será en
tregue. isto graças ;0s gráficos e com a
e melhor qual idade e os
Governo do Esta
do confirma: Asfalto
para Jardim sérá reiniciado
ativo Caraco e
t, )e rl t t
rjc
p li .
qu vem dan
• '1 I-11111lcl -
()
/1, r•;,rlr,r·- rr,•;l L<J
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vas, otaria Imen
.,,ilf.•·lll': ele par•.,t < n.!c
z n· o Jorn'll 1:;t fl
lvaldo l',.r•lra pC'J!J
forma que vem non
<Jr,nrlo t.ot.o.l C-OUP rl::
ra das reuni oes aqui
...
fez até agora, inclu
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lém das 1 .X[,< C' fl t 1 -
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Jornal Tribuna da
Fronl Ira e deixar
meu muln nl o vn -
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que esse é o verda- aind
de iro papel de jor- Em
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O vereudor Iri -
nou t!Pto dn Sl J vr:i
rn, conLnndo com o
apoio doa dernni:; V'.:_
ra lut nr por
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mu l to bem que o ! r -
fc:1 lo M nlcipal p._; -
t.a papnn Jc ,:· ::; • 1 ;1-
se
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Chaplill Cfilçados
GRANDE PRÊMIO CIDADE DE BELA VlSTA
,S/-Ot w:,'O !,VuOG/Ui-U.."i". l:E IW Jl' I IU 'CT)
"(!fois do que de máquinas.
prec.isomos de humanidade.:"
.,.. .. { ÚLTlU, ::o,r, Fi, [iLÇ/,i)t°IS F! ,S
;: Espo;:TJVü,Cir:TOS, r;IUS, BC'LS/,S E
1_1í,CE~ ! f:S,
- V~SJE / ::OSSA _1_A._-
BELA V!STA -[--;s
.Com o -ré f irine na_ .Moda
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13 SÁBADO ÀS
RURAL Dê
Ru .. : Hui ilnrbpsu, 1104 - Campo
Grnd.-'.,
·.,,,:;--s: 82-1302. 382-1241
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MACHOS E FÊlnEAS ,
• CRIA • RECRIA
•ENGORDA
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CIMIRI E O IC
•la 'Vi ta, no !f
rrt preto»nç doa verenrdore; C
,o Aol! - PFL(PrrMIdnte); Marcelo Cal
vano FFL; C udionor Rodripu - f
( .. r , 1 ', r i o J ; 1 v , n Marques - i' l-1 ( 1/ 1 , , • ) :
Jul1 o Godoy -PMDB; J.v I l ·: 1 e, r-t 1 ,. ,r,cJ ,
j !!Df ; Anselomo Lopes - PTR; ,J o r'pc ho:'lü
f T ; N I CJ r AI m 1rJ - l'í• IJfl.
ORE. DO DIA:
EHEDOJ
O vereador Anselmo Lopes apresentou re
quer1menLo para que seja encaminhado exp
dine ao Prefef o Munlctp 1, r-olJcJ ando
um bebedouro para o PS, da TELEMAT,
PARI. :M DA HODOV A
l·o1 nprr•iwnt,,do p,-1,> v,•rcndor Marceli
no Acioll, requerimen o no Diretor Gr• r·al
do DERSUL, Dr. Arnaldo F rreira de Souzn,
no sen ido que de erminc o pnlrolnmcnto
da rodovia que liga a região das Caieiras
Justificou que na citada rodovia é
grnnclc> o fluxo de cominl1Õcs pesador; que
n rodovia se encontra intransitavel devi
do ás últimas chuvas.
sunro DF. GJSi'HF.1'i1J'EilI'1iE
O vereador Marcelino Acioli aprcsc-ntou
requerimento ao Dr. Alfredo Pinto de Arru
da, Secretario de Estado de Saúde, e ao
Dr. Aroldo Gnlvão, Diretor da Fundação
SESP(FSESP), solicitando inspeção ao tra
tamento feito no água cm nossa cidade
visto o surLo cte gaslrenterite, ocasiona
do talvez por uma alteração nos produtos
químicos utilizados nesse tratamento.
PiVl iE!ii7AÇÀO DA BR 060
O mesmo vereador requereu para que se
ja enviado ofício ao senador Rachid Salda
nha Derzi, Senador Wilson Darbosa Martins
ao Governador Marcelo Miranda, ao Dr. Ar
naldo F. de Souza, e aos Deputados Estadg
ais Carlos Fróes, Ari Rlgo, Waldemir Moka
Ricardo Daclta, aos Deputados Federais Pli
nio Dorbosa, .Gandi Jamil, Ruben FIgueir
e ao secretário de Estado de Fazenda João
Leite Schimidt, solicitando dos mesmos a
imediata continuação da pavimentaçio as -
fáltica da Rodovia 060, trecho Dela Vista
à Jardim uma vez que as máquinas estão em
nossa cidade há mais de um ano, e só fize
ram 2Km, ficando paradas logo apos as
eleições de 15 de novembro passado.
Justificou o asfalto da BR 060 já vi -
rou um "pesadelo" para os belavistenses.
CO'.:SYRUÇAO DA RODOVIÁJUA
O vereador Cássio Acioli requereu ao
Prefeito Municipal, quanto a informação
do Poder Executivo de quando se dará a
construção da rodoviária em Bela Vista.
Justificando considerou que já estamos
no meado do ano de 1987, e nada fora con
cluído.
RATADOURO RMICIPAL
O mesmo vereador requereu ao Poder Exe
cutivo solicitando com urgência providên-
IW,ÇÍ..O ô ,, i,ÇA
Marcelo Calvano apresentou requeri nto
o Dr, Paulo Dj Imo Modesto, Regional. de
Distribuição da ENERSUL emPnta Porá, sol!
citando iluminação publica na praça do Mo
numento Nhandepa e na rua que lia essa
praça a Avenida Teodoro Sativa.
Jusl i fJcou C]U' rl'cc-b-• inur1c·rils solicl
tações dos moradores do Bairro Agua Docc
que necessitamr percorrer esse local para
corLnr camLnho, qunndo vol nm do robolhb,
escola ou passeio.
PRCMUXC IAE!TOS:
COLETA DE LIXO CAUSA POLÊICA
O vereador Nestor Alameda apresentou
Projeto de Lei referente a compra de um.
Coletor Compactor para o serviço de limpe
za p~blic~. o mesmo causou _polêmica e foi
derrotado por 6 x 3.
"A Prefeitura está falida, não podemos
ser condizentes com este absurdo", disse
Ivan Marques contrário ao Projeto.
"So com a compra de maquinário será pos
sível ter melhores condições de trabalho
para os lii:eiros", afirmou Nestor Almada
favorável.
e a prefeitura não tem condições de cum
prir com este compromisso".
O vereador Anselmo Lopes foi favorável,
pois tenho certeza que om melhor equipa -
Ricardo Bacha pede res
sarcimento da.s terras
inundadas
"0 F. ado te Mato Gros o do Sul
munJcÍ lo:;
dos sob for .. 1:.l .1
o
terras inundas r carater permanen e'',
foram palavras do depu ado Ricardo Bach
ao apartear o dep tado 0zé!as Pereira er
seu pronunciaren o sobre nundaçóes cau
s das pela construção de Us nas Hldrel
Lricas.
Segundo o deputado Ricardo Bacha, cs
sas tc>rras rib• irinh·, s:Ío f"Í•rt,•i:; e cl, 1-
xam de produzir arroz, feijão, cereais ,
ou seja alimento para o nosso povo, 7.1I:~.
de perder o lCM pela não produção dos
l>:!-..'CR,-.::"l'O I..EGISILAYIVO grãos trazendo prejuízo ao Estado. Eis-
0 Presidente· da câmara Municipal de De- te. ainda o problema social causaclo p, 1 1.
la Vista promulgou o Decreto Legislativo inundações, onck· os ribci:-inho:; e. •rn e;,,.
n9 001/87 que> altera a redação dos artigos ser mudados, r~ass~ntados.
19 e 2Q do Decreto Legislativo ne 001/85, O deputado Ricardo Bacha disse ja ' ... :
de 22 de outubro de 1985. Ó subsidio do tido oportunidade d<· •r;-it11r· ,1,.ss<' assun-
Prefeito Municipal será de cinquenta Maior Lo exaustivúmwnte com a fletrosul quando
Valor Referência - MVR. A verba de repre estava na Presidência da ENERSUL, "nós
senlação será igual a 2/3 dos seus subsÍ - notamos que o Estado nunca tevu assento
dios. à mesa de negociações para tratar do os-
Com isto o Prefci to passará a receber sunto desse interesse'. Quanto a constru
em torno de 41 à 42 mil cruzados. ção de Ilha Grande o deputado acha que a
barragem poderia ser dividida en duas ou
três, de tal forma que o laeo de inunda
ção diminuísse e não causasse impacto
ecológico tão grande como vai causar.
"Nbs não temos àÚvida de que a ener
gia a ser gerada por Ilha Grande é neces
sária ac Estado e ao Pais e nbs não con=
testamos absolutamente a necessidade de
se gerar c.ssa energia, o que se contesta
é a forma autoritária com que a Eletro -
sul vemi desenvolvendo _o Projeto e reali
zando a construção", afirmou o deputado,
e explicou ainda que Ilha Grande é impor
tante porque faz a passar~m rodo-ferro -
via no Estado de Mato Grcsso do Sul e Pa
Marcelo Calvano foi contrário porque
"o equipamento é honeroso para
O
município rana, mas que podemos discu ir com o Go
verno Federal a idealização cesse Proje-
to.
LUSO COMERCIAL LTDA
,. - . ·.. , .
. AGRO PECUARIA LUSO LTDA _ LUSO COMERCIO
, • . .
F INDUSTRIA DE MADEIRAS.SECAGEM E ARMAZENÀ_
M PHO _ COMPRA E VENDA OE GADO_ MADEIRA_ COMERCIALIZACÃO_
, . . '
Bons Negócios.Lucros Certos Produtividade
.RUA DUOUE OE CAXIAS SN _ GUIA LOPES DA LAGUNA_ FONE:
251.1055 PARA RECADOS A RESPEITO DE COMPRA
E VENDA ·DE GADO [URGENTE J. TRATAR PELO TE_
FONE. 251 1364
MI S QUATRO MUNIC PIOS DE
liberados para plantio de Citros
utIv dn Csrp atha Nacio
o do Cancro Cítrico er Ma
CAIECC/Mi vinculada ao
, ,, .• nJ ,, 1Jlvul11011 por·L11l'l:1
11utor!1·,r,Jo r, pl 11IJC> de cltr·n:1 nor. munlcj
p!o:1 de bodoquena, Terenos, Muu Clara e
Hoctl ,cJo.
Cc,rn <.,:'la ltlJf•rr,r;no, elcvn-oc n ;.,;, o nú
mero de municípios de Mato Grosno do Sul,
livres d cancro cítrico, de acordo com d.a
doo lc•vanl.ndo:; polo DepnrLom ·nto de Inope
çiío Oc•ft>oa Agropl'cuár.tu - J AGUO, da Se -
crotnrln tlc Agriculturo. e Pccuárln, Órgão
executor do CANECC em nosso Estado.
nn 1 ,!
s
Cfllrnnclo p<ilu bactérln d nominodo. "Xon - "0 ritmo dos trabalhos, de todas as o -
Lhomonor: C I Lr I llownon", o cnnc ro e í t r l co ras de Ma to Grosso do Su 1 , deverão ser o.-
ataca tod;n; a:J plnntnfi cítricas, induzindo ilizadas imedia-Lamente". A afirmação foi
o lco;cn cm odos oo ~rg~os verdes, como feita pelo Diretor Coral do Dopar amcn o
folhas, HDlhoo, frutos o cm Moto Grosso do o Obras PGblicas do Estado, Djolmn Ferre!
Sul, sun jncldêncio detectado pela primei- ra de Rczendc, ao destacar o empenho do Go
rn vez nos nos de 1958/59. fol constatada verno em prosseguir os inúmeros programas
nau rcnLõcs lcule, sudcstn e sul, ou seja. de obras para este semestre.
nas' árens vizinhos aos estnctos de são P.au- Os principais trabalhos,· segundo o Dlr!:_
lo e Pnr:rná, onde foi. descoberto o prin,ci- Lor Geral, serão realizados no setor educa
ro foco da doença no país. cionol, "onde a preocupação será entrf'gar
o mais rápido possível, cada obra, possi
ilitando o desenvolvimento normal do pró
ximo semestre letivo", cumprindo a meta do
overno cm concluir e ampliar o que· está
proeramado.
Levantamentos completos e cronogramas
essas obras já estão prontos e sendo ini
ciados, em várias regiões do Estado, sem -
prc com a preocupação de entrega para o se
gúndo semestre. •
Assegura o diretor do DOP que, "ainda
este ano, deveremos diminuir, scnsivelmen-
PHOPA AÇÃO FÁCIL
O cancro citrico se'p~opaga facilemntc,
seja pelo comércio de mudns e rrut;-.s cí trl_
cas contaminadas, seja por embalagens uti-
1 izadas, por insetor é outros agentes. to
princ lpol impcc ilho para o desenvolv imen to
da citricultura no Estado - segundo o Anuá
rio Estatístico Brasileiro do IBGE,em 1985
Mato Grosso do Sul tinha apenas 469 hecta
res plantados de laranja e outros•cítri -
Em Ma .o Grosso do Si l, a errtcaçao
do: focos da doença, através do cor'
incineração das plantas contam1nadas e
suspeitas con' inua sendo execu;ada p lo
1AGRO, que es.a no momen .o atuando nos mu
nlclpios de SidroJ3ndin, OnndcirnntCG,J~!
dim. Gula Lop n. Rlbos do H1o P rdo, Tres
Lagoas e Porto Mur inho.
Com o ~poio da Srcrctarln do Apric ll~
ra e Pecuária e do 1AGRO, as regiões pro-
ACELERADO o
no
dutors 1a a. Po
z r or, pr-c,;uÍ1.n
, o diagnóstic
, Eworá.v, 1. A 01
Aricul ura, Flavl
processo de err4d!
consequência, ofer
vas aos produ
do Sul.
---------------- ~-----------------
RITMO DE
Mato • Grosso
OBRAS DO
do Sul
DOP
cos.
Padaria
Cindereta
J±: JAN±n orzGO -
RIA PERE.lLRA
Comunica
CORUJAO CONTAB:IL
Abertura e Encerramento de Firmu
Dcclaraçiio do lmpo.,to de Renda Pessoa Fsia e
Jaridica, Co~tra!os • Recibos e ICorrcspondêociaa cm
Geral.
NESTE FINAL DE SE
MANA VAMOS PINTAR NO
ARRAIÁ DO CASTELINHO
ENCANTADO, ESTARÁ A
CONTECENDO NESTE SÁBA
e. o déficit escolar regis r (r.l ,Íl
Grosso do Sul; ou mismo, melhorar a ccn
diçes d a.endimento aos lunos".
Mas, ss" ri rr.o d.trabalho não r ·,
Lmplcmen ado somente na arena de educa;
Também as obras de construção do cm plex
do poso de fiscalização do 'oro Quinze
de Novembro, no muni !pio de Bataguassá
estão sendo reaquecidas, ''garan indo-se o
seu cronograr.,a pnra r•.;tr> ano".
Conclui Djalma Rezende que, "es .amos a
tendendo as aspirações de crescimento
desenvolvlmen o do.Estado, cumprindo de -
terminaçoes expressas do Governador Marce
lo Miranda Soares", quando de sua recen;e
visita ao DOP, acompanhado do Secr·etár·to
de Obras, Olavo Vilc:Ja àr> Andrark, "que
nos deu a orientação para tocar todos eg
s2s rtl1.os".
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251- 1131
Slll
DIRETORA
REDATOR-CHEFE:
GERENTE
REPORTAGENS
MARIA ESTELA VELASOUEZ
IVALDO PEREIRA
GILSON SILVA SANTOS
UBALDINO RODRIGUES
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO:
JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA
Propriedade da·
REDE BELAVISTENSt DE JORNA!S LT,,
,CGC-MF: 15.513.203/0001-59
INSCR. EST.: 28.219.003-1
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cas que um erço dos fl
alcoólatras são ataca ol
dos de inflamnção cro e , or
nicn do C!n ·ôr.iago I t• r·r •.
que o •fel to rJo :,l<;o- r qu"
ol no aparf'lho clir,c•o- .. ,o <•u ,
tivo é de provocar inflama. ·sto:
ás vezes, a prisão delnhada de v&mi o, náusea e perturbações
ventre. Isso pode ser estivas, tais coo dlarrei •. pr·l•
explicado pela rato <1° Vf'ntr•'·.
de o alcoólatra comer
pouco. Também, sta
provado que a quanti
dade dos alimentos in
Todas essas ocorrências são de mo}
não auxiliar a Ingestão da alimenta;o c
pleta, necessária para o corpo. Porque o
álcool no pode ser usado como diurético?
geridos pelos alcobla o álcool aumenta a secreção de urina; !l'l
tras é muito menor dÕ aumr-n•o porcrr.. e ClU:,wlr. c·m pu·te, pelo a
que é comido geralmen, to do álcool ter u:r l Íqui t!o. J r; o quer di
te pelas outras pesso, zer que qualquer liquido, inclusive a aua
as. Em alguns casos aumenta a sr>cr'r•çrio J" 111'in·,, .,,, for lom·,do
específicos, o bêba- em grande quantidade _ ;, po::;slvel,quP U".1 lQ
do é atacado por uma divlduo use zs bebidas alcoólicas como diu
forte diarréia,que é rético, só que não há nenhuma lógica num
explicada pelos mécti- ser humano torn·,r :dr,u•s·, c 1 que fz ber
cos como sendo o re - para um dctc:rminarlo :,pc,rr>lt.o rio eor·po ,.
sultado da provocação prejudica ou~ro ..
e excitação causadas Há muitos outros diuré icos qu sao m--
pelas substâncias "en lhores e que apresentam resultados mais b
xertadas", que se mi~ néficos e sc:r;uro!:', :-'.•·~ produzírt.:m os efei
turam com a bebida al tos danosos do &lcool. Aduza a Jsso que os
coblica na parede mu- diuréticos são utilizados quando o apare -
cosa intestinal.As ve lho urinário estiver atacado por alguma mo
zes a diarréia é moti'1éstia. E, neste caso, é proibido, termi :=
vada pela diminuição nantcmente, a u:ilizaç~o do álcool. Como
das vitaminas. exemplo disso. há a inflamação dos rins,da
Porque o álcool não uretra ou da bexiga.
pode ser utilizado co, Alc Ahmc:d Gazzaoui - Diretor do Centro
mo alimento? O álcool sl~miro rir Mato Grosso do Sul.
fornece ao corpo calo
rias apreciáveis,mas,
não deve ser·utiliza
do como alimento por
diversos motivos: 1-
Porque tem um efeito
químico nocivo sobre
alguns teêidos. 2-Po~
que existem outras
substâncias alimenta
res mais baratas e de
ingestão mais fácil,
que fornecem as calo-
rias necessarias e
que são mais saudáve
is para o corpo.O que
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l·AZ SABER, aos que o presente Edi .al vi
r, rn ou dele conhecimento iverem, expodido
nno rnit.oo n9 171 /IJ'l, de PROTESTO JUDICIAL
CONTRA ALIENAÇÃO DE BENS, requerida por
CEL'l'üN ílO'.ll•.M/H F'F.llilFIH/1 MI L/IJ conlr, M/IUO
1.0UHEJl(O DE ALMEIDA E OUTROS, em trmI .e
por este Juízo e Cartório Judicial, que m
1,,·u curnrwlrn(ri.o ntr:n•J• ntlo no mulo que dos
nuto:, consta, pelo presente Edi L l que e
rí1 n CJ xndo no Ecl l r Í e: 1 c, do l· Órurn J oca 1 , no
luar de costume publicado ra forma dn
lei, pura Notificaçao de possíveis in erets
sidos. 'PETIÇAO: Exmo. Sr, Dr. Juiz de 01:
relto da Vara Civel da Comarca de Bela Vis
ta-MS. GELTON ROSEMAH FERREIRA MILAN, bra
sileiro, casado, pecuarie' a, residente e
<lornlcllla<lo nn cidade d· Dor to:s, na Rua
João Cindido da Câmara, n 8/8, via de se
us procuradores infra-assinalo., vem, res
peitoamente, a presença ll011l'U! a de V.F.xa.
para promover a presente medida cautelar
de PílOTES'l'O .JIJOICIIIL CONTHA Al.lF:NAÇÃO DE
DENS, conLr·a o Sr. MA!llO LOll!lf.lHO DE ALME!_
OA suo. cspÔsa D?, /lrflllES/1 CAVILLON LOU -
REIRO DE ALMEIDA, l>rri:;ileiros, C'/lSados,clc
pccuarisla, ela do lar, r•psirl<'nl.Ps e domi
cil.iados n nua Alcebiadc:, Bolladi lha dn C11 •
nha, s/n2, Fleln Visl a: ABl!AÀO /Hl·10/ Z/CA -
HI/S e sua espÔsa D' OLGA 'l'EilFZTNH/ FlT/N -
CHI Z/C/HIAS, br;i~.ilciros, c;1sados C'nl.r-e ção, reassumindo, entretanto, nesse caso,
sl, ele pecuarista, ela do lar, e ambos re os Outorgantes Vendedores todos os direi
sidenl<'s e- dornicil i:,do:; :1 Run 13 d<:: Junl10, tos sobre o mencionado excesso". Vale di
s/n, Bela Vista; e Sl·.BiST1Àll Z/C:illl/S Fl- :wr, MM. Juiz, a cambial cm poder dos Su
LHO, brasil<'iro. :;olt<'iro, maior. pecuaris plicados não representa uma dÍvida l.Í.qui-
ta, residente à Rua 13 ele .lunllo. n2 209 .B~ da e certa, visto que a sua exigibilidade D?. JOSf. ?iULO C!'.lO:"~I
la Vista, com fulclo 11,,:; displ):dçÕes dos está vinculada ao contrato. O seu protes- JUIZ DE DE':':ITO
artigos 867 e sgs. do Códipo P. Civil, pc- to, a execução forçada, ou mesmo a sua..., ...;;._,;...,;,..;,..;.;..;;..;...;. -f
los fatos e fundamentos que, "per:issa v
nia", passa expor: 1- Pelo incluso Contra
to Particular de Compra e Venda de Excesso
e Compromisso, firmado < ntr,· o Suplicante.
como cessionário comprador. ,. os suplica
dos, como cedentes vendedores, em data de
17 de março de 1986, o Suplicante conven -
cionou com os Suplicados a aquisição de
uma área de 176 has (cento e setenta e se
is hectares). constiLulda de um excesso de
área do imóvel rural denominado "Fazenda
Nira Porã Agroporã
11
, destacado anterior-me!:_
te do imóvel denominado "Fazencta Roncador"
situado neste municipio de Bela Vista e ob
jeto de matricula aquisitiva n2 1253, d~
Cartório de Hegistro ImobiliGrio de Imóve
is desta Comarca, tudo de conformidade com
as cláusulas primeira, segunda e terc<::ira.
2- Para a leralização desse excesso de 176
has., consoante o estipulado na cláusula
sexta, os suplicados, na condição de outor
gantes vendeàores, se comprc>m 'teram a dil i
genciarem junto aos confrontantes e alie:
nantes do imóvel, para conseguirem a anuên
eia dos mesmos para a legalização do dito
excesso junto ao INCRI, visto qu0 se trata
de imóvel situado na faixa de fronteira.3-
E, pela cláusula sétima, o pagamento do
preço daquela venda, cessão e transferên -
eia de direitos sobre o referido excesso,
representado por uma Nota Promissória no
valor de czS 400.000,00 (Quacrocentos Mil
Cruzados), venclvel no àia 05 de novembro
ceionar o comprador,
cados, ficou vinculado @
are do imóvel Jun .o ao
rio competente, npÓs 11 r,1I .1c; 11, ,o JUr,'o
ao INCRA. Vale dizer, a cambial emitida
de conforml dutlc com II cláusula quarta, só
em a sua exigibilidade u consequent
exequibilidade, quando cumprida as condi
ções previstas nas clausulas sexta c st!
rnu do referido contrato. 4- Ocorre, M/1.
Juiz, inobG an e vencido o prazo para o
cumprimen o des a condição contracual,pe
lou Suplico.doe, estes ainda não promove -
ram na medidos neccsu5rtas a que se com -
prorne t.Pram para a formalização do requer1
menLo de ratificação. Por outro lado, ou
SuplieacJou, com bastante insis ~ncia. via
L lcfÔnlca, •xlpern do Suplic::mle a imedi a
Lu llquidaç&o da cnmblnl, que S<' l'ncon ro
vinculada no contrato, inclusive com amen
ças de pro cslo e execução. 5- É inques
•lonável, dota vênia, in casu, o 1nexigi
bilidnde da referida cambial, uma vez que
não foi satisfeita a obrigação contratual
nssumldo. pelos Suplicados. Com efeito, na
cláusula sétimç.1 ficou assente que "o paa
menta da Nota Promissória fica vinculada
; retificaçio da área do imóvel junto ao
ruglstro imobiliário competente, ficando
o OtJTOílGADO COMPRADOR isento do seu pnga
mcnto se não for deferido adi a ratifica
transferência para terceiros, poderá cau
sar para o Suplicante sérios danos de or
dem moral e econômica, além do prejuizo
pelo pagamento indevido e injusto a que
será compelido. 6- Com escÓrio na lição
do Eminente Processualista Ovidio A. 3ap
tista da Silva, in "DO PHOCESSO CAUTELAR",
vol. 10, pg 572, "deve-se incluir no con
ceito de Alienação de Bens", igualmente
as 'formas de transmissão de quaisquer es
pécies de direito, seja por cessão,renún
cia ou endosso, como acontecem nos titu -
los de crédito que permitem a alienação
do direito por tal forma, é cabível, no
caso vertente, a pro~oção de Protesto Ju-
dicial Contra Alienação de Bens, ante o
fundado receio de que a cambial possa a
vir ser negociada, ou transferida para
terceiros. 7- Diante de todo o exposto,de
sejando o Suplicante prevenir responsabi
lidade. prover a conservação e ressalva
de seus direitos, vem promover o presente
Protesto .Judicial Contra Alienaçãcrle &ns,
contra 9s Suplicados, retro nominados e
qualificados, requerendo a V. Exa. a inti
mação dos mesmos, por mandado, dos termos
da presente medida cautelar· e para que se
abstenham de promover o protesto adminis
trativo, a execução·ou tr·ansferência oara
terceiros da Nota Promissória no valor de
cz$ 400.000,00 (Quatrocentos Mil Cruza
dos), emitida pelo Suplicante em favor
da conp ''
1idade Con
descri a n
procedida as
requeridas e, cu
<':.:tilo, requer
pendentemente de
dnndo-:;c ao presen'
1.000,00 (Hum Mi! Cruzados), para ..
os legais, D.R.A. esta com os inclusos a
cumentos, P. Defer!mnto. Dourados, Me, 13
de maio de 1987 (a) Dr. alo Muro-Advogado-AB/
MS 1431-A. (u) Dr. M guel Anal ontil Ferreira -
OAR/MS 2113 Est.E para cue chegue ao cor cimento
de todos e ninguém aleue ignorância, foi expe
dido o prcscn c u:ii tal com prazo ri• ir, H
as, que será afixado no Fórum local. no
lugar de costume e publicado na forma da
lei. Dado e passado nesta cidade e comarca
de Bela Vista, E ado de Mato Grosso •o
Sul, aos quinze dias do mês de maio do ano
de mil novecentos e oi'onta c setc. Eu (ed
gard Ibanhes) C:screvcnLc, .'ut.lic:-i· l. o dati
lografci.
EM COL E 0,.
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ro do Sul, qu es L'1v , li, . p0d Jdo no i! L< ,
Alvorada.
Fl <· :,e c•11r.n11 I r"tv:1 11 , L:llic-l10111· t, "IJ0n·1 •
tos, quando sacou d umn revolver c pas -
:-;011 a. rn:...nu .. a:a- 1 o r,Úb 11 catn t, . Fm d d mo
mnento, retirou as bnls, deixou som nte
urna na arma e (l isso t ra l cun.· 111•111110.
que ia fazer roleta russa, Os anotos ccrtamnt
n acreditaram, mas Vanderley irou o ta:bor, f
chou apon ou p/ .t cLJbc-c;,1 " ar i1)U. llou•,,· o c:L·p ,_
ro O pruj,•Lil pC'l'ful'Oll a orelha passou d l'Li.pilo
na cabeçci r.;r>r·tamJo o coun.; c,hP l 11 io. A vi ti::., foi
prontamente i n LP mnc!a 111> Hospi t;, l :; t A 1, , xo ,, ;i
ora a policia quer saber o paradeiro do nvólv:
que dsaparcu I,s!cri0sente,
i ,, V I c1
d a horas, rumi ln , our • . '-
n, 1da: o . ,.., : t t. • tunant r n ,, nh, 1 r-·;
, rorno; Ant César A1Vlu e!• r 1r. t; o.
e ;1· I' lr-1 ·u • Araujo; medico Fernando
d, ri·, ·1 . , 11° r< ,ç() c;ur• [Jt·J I VJ t
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M!'--------------------------------------------------""51.} jun: o da Escol a, Ângelo Ramão Cardoso
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·sela
Cep
Vista
Pared1
79/26(
MS.
rec bu o cheque.
EsLivc:r.:cm presentes a solenidade ainda
a Presidente da Associação de Pais e Mes
tres, Valdete Moreira Canto; a Tesoureira
Leonilda Balbuena e as professorãs, Zunil
da Lopes e Maria Aparecida Costa, que co~
punham a Comissão.
Sunundo o deputado ~aldemir ~oka, es -
ses representantes e o Diretor Adjunto da
Escola obtiveram também, o compromisso do
Secretário de Planejamento do Estado, Jor
ge Martins, de assinar, em breve, um con
vênio aditivo:
Esse convênio seria da ordem de CzS
924 mil e, serviria para a construção áe
uma quadra de esportes, playgroud e muros
por toda a extensão do colégio. Esses tra
balhos deverão ser iniciados ja, no ini:
cio das férias.
POSl'O NAC
JFO"NCKONANJD)O JEM NOVAS 1E MOJlEJR·-------
NAS INSTALAÇÕES: ÁLCOOL, DIESEL,
<G.A§OJLJINA, JLA-WAGJEM DK CAllRO§
Rua Barão .do Ladário S
fone: 4·39-.1025 B.ela
PONTO OE VISTA
o alerta obre a farsn, começou no dfa
anterior 2/0 "DIa Nacional em Defena
da Ecola Pública na Constituinto".
Professores e pals denunciaram a "far
a" da prop.anda do "ensino ratuito",
A publicidade em todo pais era: Vá a esco
la mais próxima de sua casa e exija ensi
no pÚbllco e grotu1to cm todoo os níveis,
oonlnnndo um documento que será cncnminh~
do Constituinte".
A l lntagcm para nosinoturns foi cofoc~
da nas escolas e os profcosores ou encar
regados de recolherem ao assinaturas ti -
nhom poucas rcepootao sobre Itens que
constavam,
OS ARTIGOS POLÊJIICOS
O Projeto Educacional colocado em vota
ção de autoria da ANDE ,ANDES,Al'WAE,ANPED,CPB,
CEDES, CGT, CUT, FASUBRA, OAB,SBPC, SEAF,UBES
e UNE resultou o quest1ona:rento que exponho:
Artigo 01· - ... visando a preparação para
o "trabalho e a sustentação da vida".
- Será que isso não materializa e esva
z1a o sentido da educação?
-- Qual a filosofia dos integrantes des
te Projeto? Quais seus interesses? Quem
esta por trás deste documento?
Artigo 02 - O ensino pÚblico,. gratuito e
laico em todos os niveis de escolaridade
- Que o ensino seja gratuito é o nosso
desejo mals sincero, porém LAICO é a ex -
clusão do elemento religloso, é a mater1a
lização da educação, não é mais "educe -
ção" e sim, somente profissionalizante.
·com isto os estudantes passarão a ser um
profissionalizando e o professor um mero
profissional.
Tirando a educação do ensino, como fi
cam as crianças cujos lares estão destrui
dos e sem religião???
Como vai ser a nossa sociedade do ama
nhã???
Artigo 03 - Parágrafo Único: É proibida
toda e qualquer tipo de "censura".
O próprio projeto não está"censuran
do" a educação e a religião???
TESTEHUHHOS
Para o estudante Amarildo, este não sa
bia de tais propostas, mas sabe que atual
mente o Ensino precisa de uma reformula -
ção pois segundo ele "as aulas são uma
bagunça".
Dona Maria mãe de dois estudantes da
Escola Ester Silva,acredita que "não po -
dem tirar a. educação do énsino, bem como
a suspensão do ensino religioso;se isto acontecer
e for verdade NÃO ASSINO NADA" ••• e assim o fez.
Os professores se manifestaram preocu
pados com o assunto, mas não puderam se
posicionar publicamente, sem antes fazer
uma "reunião' para resolverem em grupo so
bre o rumo ou a posição a ser assumida.,
Denunciaram: "há pouca informação ares
peito do ensino LAICO".
Padre Bento -aconselhou "os cristãos de
vem estar atentos ao andamento dos traba
lhos constituintes para que possam. posi -
cionar-se e intervir-oportunamente",
COMUNICAÇÃO EM
FESTA
Dia 10/06 a festa da Comunica
çao,. a RÁDIO BELA VISTA vai estar
completando mais um aniversário, Seré
um dia especial e cheio de surpre -
sas aguardem, àcontecer,
- - . _,_ __ -~-------------------
Participe pelo 439-1243
A pedida do final de semana é o DOMINGO
Alegre na RBV das l4:40 às 17:40 min os'garti,,
nl-ios LILE,PAULO,ELTON.FBM'CI~.:das 18:ló: às 2J.:CÍ)
JUVENTUDE EM
FOCO
QUEM E ELA???
O nome dela vale um presente
surpresa no dia 12/06.
Espaco Livre
(POESIA)
Quando eu acordei tudo parecia
um sonho ...
Quando me levantei vi que não
era um sonho e slm a realidade
que -voe~ Já não estava mais al_i.
Não tentei me deparar cem a
.. reali~~- ... ~ Tentei viver um sonho:
só que a vida não é feita apenas
de .sonhos...
Desculpe-me por chorar,desculpe-me
'po; sentir que gosto de você.
• • I.C.S.F
,"EU 'continuo cem você dentro de
meus· sonhos mais reais." L.H.N.C
'RECADINHOS
PAl<A:I•,, r' rJ
"Preendo te conhecer o m.is rap1do
possível. Te adoro gata.
DE: Vald mar
« e « i
PAílA: lfilda
"Se cuida ga,inha,você és.á no meu ,
penoamcnto".
PARA:FlÚvio Freitas
"Só Ire! e esquecer qundo um poe a
descrevr o barulho de uma pétal ca ndo"
DE: RG
8 e $ 4
PARA:Nclson
"O amor que sinto por ti e puro e ver-
dadeiro".
DE: Rosal da
4d
PARA: R1velino
"Na janela do meu quarto, cai
chover, são as lágrimas dos meus
com vontade de te ver".
DE: Fátima
t i 4
PARA: Claudiney
"A boca que tanto beijei, hoje me nega
um sorriso".
DE: Marisa
PARA:tara
"Quem ama sofre, quem sofre luta.quem
luta vence ... por isso luto por seu
amor".
DE: Rivelino
PARA: Eliane R.
"Não lhe peço muito; apenas uma cliance"
DE:Eder ..
-
PARA Teresa
" Nós somos jovens- e com esta m77aravi -
lhosa desculpa explicamos nossos atos ma
lucos e essa imensa vontade de amar e vi
ver',
DE: Elton
PARA: João dos Santos
" Você vive falando para seus amigos que gosta
de mim. Porque não fala,para mim. vê se cria cora
gem!"
DE: Donzela
..................................................... ~ .
PARA:Panteras
"Você sao as três
EM í i #TI
Nasceu una nova mania na cidade sorriso,
Bela Vista .•. todo 1Tl.l11do esta vendo suas ficçÕes,
aventuras,suspenses, ronances,mistérios no novo
fenâneno da tecnologia: o Video.
Você não pode ficar parado no terr;x,,você
pode e merece desfrutar do melhor,e o que temos de
especial agor_aoferecemos para você.
Durante algun tempo sereiros ccmpanheiros
inseparáveis. A coluna VIDEO MANIA é un ofereci
mentoda sua V I D E o e E N T E R.
Venha até a 15 de novembno no centro de
Bela Vista,estaremos esper-..ndo sua visita ou peça
seu filme preferido pelo fone 439 - 1022.
agua sem
olhos
gatas mais, mais do Bairro
Água Doce vê se cuidam
que tem vários gatos de
olho em vocês".
LETIZIA MURANO
Na apresentação do
MISS E MISTER BABY/67
juntamente coam o garoto
Ouro da RBV, Amando
reiro; incentive a pn0-
moção do 3° Técnico de
Contabilidade da Escol~
Dr.Joaquim Martinho...i
hoje, sábado!!! Depois
do desfile da garotada,
tem discoteque ... no
mando do som • do Belavi
tense os meninos CASO
e EDER.
'
. IEIA E ASSilE O
.JCeW. • T'RilUIA DA
. FRONTEIRA.

