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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVI_Nº871_07_10_1987
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TRIBUNADA
BELA VISTA - MS /llO XVI - NO 871 - 07 DE OUTUBRO DE 1987 - BI-SEMANÁRIO - REDATOR CHEFE: IVALDO EREIRA
Incidente na Fronteira Brasil/ Paraguai
"Comissário de Polícia prende, ameaça
e acaba com Baile"
Sábado a noite, vá
rios brasileiroo, mui
tos jovens acompanha=
dos de suas namoradas
cidadãos moradores de
Bela Vista, em compa
nhia de suas esposas,
dirigiram-se à Bella
Vista Paraguay para,
como é comum na fron
teira, prestigiarem
um baile que estava
sendo realizado no Clu
be São Geraldo (dos
padres).
Surpresa das sur -
presas, ao chegarem na
barreira, do lado pa
raguaio, o Comissãrio
de Polícia de Bella
Vista LUCIO FRETES A-
1
LARCÔN, solicitava
os documentos "pesso
ais e do veículo", e
muita gente foi deti
da por não portar do
cumentos. -
Não é um fato nor
mal, pois as duas ci
dades, Bela Vista Bra
sil e Bella Vista Pa
raguai, convivem har
moniosamente, e to -
dos se conhecem.
Anormal foi a ati
tude do Comissário~
que até se mostrou
pocesso, não queren
do diálogo e muito
menos explicações.
Mas o pior, . se
undo informações de
pessoas presantes ao
baile, foi quando o
Comissário, sabe lá
Deus porque resolveu
"acabar com .o baile:
é isto mesmo, sem ma
is nem menos, o todo
poderoso Comissário,
resolveu "e acabou
mesmo com o baile".
e bom lembrar que
haviam muitas pesso
as de destaque da so
ciedade fronteiriça~
sem falar nos jovens
que lá assistiram um
exemplo marcante de
como não deve se com
portar um policial.-
Segundo informaçõ
es trazidas a nossã
redação, um jovem bc
lavistense foi preso
sendo que foi neces
sária a interferên -
eia de alguns amigos
paraguaios para que
fosse libertado.
E agora?
Resposta simples.
Que as autoridades
paraguaias tomem as
devidas providéncias
transferindo o refe
rido comissário,pois
não é a primeira vez
que ele age dessa for
ma e algo de ruim,
muito ruim, ainda po
derá acontecer, seme
ando a discórdia e a
inimizade entre dois
povos, de duaG cida
des, que sempre con
viveram como irmãoS:
Outra denúncia ,
muito grave, chegou
a redação, o Comis
sário apreendeu os
documentos de um car
ro pertencente ao
advogado e pecuaris
ta Adhemar Godoy, e
até o momento do fe
chamento desta edi
cão ainda não havia
sido devolvido os
referidos documen -
tos. E agora,como é
que fica? Fica com
os documentos ou de
volve? O nome da e
ra: LUCIO F. ALARCO.
Vereador pede Recupera
ção de Estradas
VEREADOR LAUDIONOR RODRIGUES
Em Requerimento a ' Em sua justificati
presentado na câmara tva, o Vereador afir -
Municipal, em sessão ou: "Considerando a
realizada no dia 30 estrada ser muito uti
PP., o Vereador Clau lizada por veículos
dionor Rodrigues so- pesados, principalmen
licitou que seja en- te no transporte de
viado expediente ao cal e animais de cor
Diretor Geral do Der te, necessário se faz
sul, com cópia ao sr. [que esteja constante
Prefeito Municipal , mente conservada.
pedindo o patrolamen
to da rodovia que li
ga Bela Vista/Cara -
col, bem como are- LAVANDERIAS POBLICAS
cuperação dos tre
chos que se encon
tram em péssimas con
dições de trânsito.
CONSTRUÇÃO DE
RECUPERAÇÃO DA ES
TRADA BELA VISTA AS
CAIEIRAS
Na mesma sessão ,
o Vereador Claudio -
nor Rodrigues solic!
tou também a recupe
ração da estrada que
liga Bela Vista ao
Distrito das Caiei -
ras, através de expe
diente encaminhado
ao Diretor Geral do
DERSUL, com cópia ao
Sr. Prefeito Munici
Pal de Bela Vista,
braão Armoa acarias
Através de Reque
rimento apresentado,
0
mesmo vereador so
licita que seja en -
viado expediente ao
Sr. Prefeito Mun1c1
pal, para que se)a
construida uma Lavan
deria Pública nas cg
munidades de São Pa
tricio e Água Doce.
Em sua justifica-
tiva o vereador dis-
e que essa edifica
s'_ m muito colabo-
çao ._,,, . . .
raria para min1mm1zar
os problamas das do
nas de casas,_que em
sua maioria não pos
oços em suas
suem P • tem como
casas e nao
solucionar o problema
BR - O eralor Solicita lornar;ão
referente ao Asfaltamento
Em sessão da Cãma
ra Municipal de Belã
Vista, o Vereador I
van Afonso da Costa
Marques requereu pa
ra que seja encami -
nhado expediente ao
Excentíssimo Senhor
Presidente da Repú -
blica, Dr. José Sar
ney, 'com cópia ao Ex
centíssimo Senhor Mi
nistro dos Transpor=
tes, Dr. José Reinal
do Tavares, solici
tando informações re
ferentes ao asfalta
mento da BR-O60, tre
cho Bela vista/aar ]ri= /
dim.
"Em sua justifica
tiva, disse o verea
dor: "Considerando
que já fora lançada
oficialmente por vá
rios governadores, e
constando em alguns
mapas rodoviários co
mo trecho pavimenta
do, até agora a no -
bre região ainda se
encontra na expecta
tiva da sensibilida
de e conscientizacão
das nobres qutorida
des responsave1s pe
la solução de tão ne
VEREADOR IVAN A. C. MARQUES
cessária e impres
cindível obra para
a nossa região.
É necessário re
lembrar que o no=
bre saudoso Presi
dente Médici quan
do lançara oficial
mente a BR-060, lT
gando Brasília à ca
pital do Paraguai,
tinha plena convie
cão que esse obje
tivo, se concluído
seria inapelavel -
mente a ,redenção
dessa rica região,
que por falta da pa
vimentação asfáltica
de apenas 86 Km,ain
da não conseguira de
senvolver as suas i=
negáveis potenciali
dades, sobretudo na
pecuária e indústri
as, eis que em nosso
municipio se encon -
tra um respeitável
rebanho bovino e uma
das maiores reservas
de calcáreo do Bra
sil, finalizou ove
reador pefelista Ivan
A. Costa Marques.
P-restacão de Contas·
Em mais uma sessão ordinária realizada pela Câmara·Munici
pal, o Vereador do PFL, Ivan Afonso da Costa Marques apresen
tou requerimento pedindo para que seja endereçado expediente
ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal solicitando que o mesmo envie
à Câmara Municipal, uma cópia das prestacões de contas dos con
vênios firmados com este Executivo até a presente data. -
Na explanação de sua justificativa, o vereador disse "con
siderando que vários convênios foram firmados durante o pre -
sente exerc1c1o, e esta Camara so teve conhecimento através
dos meios de comunicacão de nossa cidade, carecemos pois da
mínima condição de acompanhar o cumprimento e prest~cão d; con
tas dos mesmos, eis que, notoriamente os convites para a efe
ti~açã~ ~e tai~ eventos, são discrimina~amente dirigidos com
ex lusividade a bancada do senhor prefeito, ficando os demais
ve eadores desinformados com a realidade administrativa de
noJso município~ Finalizou dizendo que esse era o motivo de
equerimento.
Motocross
Garra e Raca
imuto se
s,der
or, ·
e mo' orlza
dur que se
conhece: o Motor
Para muitos este
esport é praticado
por "- lucos", ma a
contr rfo que muitos
pen ,o Mo ocross e
xfe uita lucidez -
lê da prática, con -
entrção e dedicação
dados fundamentaf pa
ra que pretende ob -
ter o ucesso, onde a
vitória no depende
só da miquina; o pilo
to tam! i precisa es
tar em forma.
no peito, na raça,
e na arra Juarez Fer
reira, natural de sai
to Veloso-5C,23 anos,
a muito tepo deseja
va estar no rol dos
melhores pilotos do
Estado. Este ano foi
coroado de êxito para
o catarinense que faz
de Bela Visto sua ci
dade natal há mais de
três anos.
EM BUSCA DE
PATROGJNADORES
A luta por patrocf
n1o não é apenas n
voleibol ou basquete
bol, no Motocross é
que se vê os entus1as
tas do esporte briga=
rem palg a palmo por
um "patrbctnador".
"Gostaria que ti -
vesse outras firmas
me patrocinando, mos
por enquanto só o ME
CÃNICA SARTORI tem me
dado o apoio que pre
ciso", disse Juarez.
Juarez é integran
te da categoria B,dos
estreantes, para sair
dessa categoria é pre
ciso passar um ano, e
o teste de fogo para
saber quem são os "co
bras" que estão sur
gindo.
Atualmente, o lí
der do Campeonato Es
tadual, já na sua 52
etapa é Jean Carlo na
categoria B e na cate
gor1a A Osrar Ferre!
ra.
JUAREZ DESPONTOU
PARA O SUCESSO
Na l? etapa,em Ca
po Grande e na segun
da, e Ponta Porà Jua
rez não participou.S
mente há dois mese
atrás que integrou
0
campeonato e na ter -
ceira etapa, e Ladã
rio, ficou com O 52
lugar. Já em Bonito
por ocasião da 42 eta
po ficou com o 32 1u=
8F e e Maracafu, na
5_ etapa, nao levou
sorte e seu rotor fun
diu. -
A próximo etapa pro
vavelmente seja em A=
quidauana ou em Doura
dos e ele novan:ente
vai lutar entre os 10
para chegar e 1g 1u
gar.
Representando Bela
Visto, na categoria B
alê de Juarez FerreI
ro, está Jurandir e
na categoria A Eder.
Segundo o catari -
nense "em Bela Vista
está in.iciando O Moto
cross, agora a roçada
jovem está querendo•
aderir, mas tudo de -
pende de respando fi
nanceiro•. (Llle).
cu,,caca
3
251-1903
Tratores • Peças
Implementas Agrícolas , .
ti
EXPEDIENTE
'l'RIBUNA DA FHüN'l'tlHA 1-'UNDAIJO EM 20 DE FE
VEREIRO DE 1972. • -
DIRETORA: Maria Estela Velasquez Pereira
REDATOR: Ubaldino Rodrigues
REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira
GERENTE: Gilson Silva Santos
REPORTAG~NS: Luiz Henrique N. Córrea
COLABORADORES
Giovanni César, Marcos Loris.
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO:
Rua da República, 268 - Caixa Postal 23.
Fone: (067) 439 - 1410 - Sede Própria
JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA
Proprieda_de da
REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA.
CGC-MF: 15.513.203/0001-59
INSC. EST. 28 219.003-1
Registro no Cartório de Títulos e Doeu -
mentes NO 35.
SISTEMA OE GOVERNO INDICADOR PROFISSIONAL
Advogado
AO PALO,r'la lto)-
vo do relator Bernardo Cabral n
pregos e nem a troianos no que diz respeito
ao lstema de governo.Tanto o parlimentarl
tas quanto os presidencialistas vão aprusvn
tar pedidos de destaque na comfssão para ten
tarem mudar o texto ref rente ao slstema de
ses
mento
listas
governo.
Os presidencialistas não concorda com
o parlamentar1mo previsto no substitutivo
os parlamentarista c/o mandato de seis anos
para Sarney,
A sugestão do grupo parlamentarista do
Congresso Constituinte foi mantida no novo
bubstltutivo, e o coordenador do grupo,sena
dor /(onso Arlnos(PFL-RJ) entregou o texto
ao prcsldentc da Constituinte,Ulisses Guima
riics (PHD!I-SP), No encontro, estive ram tambem
presentes os senadores José Richa (PMDB-PR)
Ronon Tito(PMDfl-MG), José Foaça (PMDB-RS) e
Ncluon Cume iro (PMDB-RJ); e os deputados Oc
trivio E11sio (PMDB-MG) ,Artur da Távola(PMDB
!U), Isrot!l Pinheiro Filho (PMDB-MG),Cid Cu;:
volho (P~IDB-MA) ,Antonio Brito (PMDB-RS) ,Eu -
elides Scalco(PMDB-RJ) ,Oswaldo Lima Filho(PJ:!
Dll-PE), Antonio Marlz(PMDB-PB) e Bonifácio
Andrade (PDS-MG).
"Os parlamentaristas cstiio- se tor
nando maioria. na comissão". A afirmação
e do líder do PFL na CÕmaru e no
Congresso Constituinte, José Lourenço(BA)
Outro lidcr'ança sorneyzlsta no Congresso
a admitir essa hipÕtese,foi deputado Prisco
Viana (PMDB- BA), Já o Hder do governo
no Constituinte, deputado Carlos Sane'
Anna,continua afirmando que os presiden
cialistas são a maioria.
O presidente da Constituinte, Ulis
Guim~rães, está defendendo o entendi
dos parlamentaristas e presldelciã
e pretende trabalhar para rea
lizar esse objetivo.
HORÁRIO DE ÓNIBUS.
VIAÇÃO CRUZBRO DO SUL
DE BElA VISTA I AOUIOAUAAA • CAMPO GRANDE
s 30 - 11:00 - 1500 Tadis CI baldea;lo em ardimn
OE BHA /STA I CAMPO GRAIIDE NOT1JRNO 23:00 hs.
OE &V, VISTA I P. PORÃ - 600- 02:00 • 16.00 hs.
DE sa>. VISTA I OOURADOS • 6:00 ti t>aldeaç3o em ANTÔNIO JOÃO MS
FONE: 439.1495
. Rua ANTÓNIO JOÃO sm.· BELA VISTA MS.
, .. ( 474 -
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A 1. - ( - 2809
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TERRAS, DIREITO DE FAMÍLIA 'RABALHISTA.
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RESIDÊNCIA - AV. RIO BRANCO N? 197
FONE: 705 - e P: 79?80
P O ! KUR I +O- MS
Escritório de Advocacia
IJOUTOR
1
CARLOS
CAUSAS
A. ílAZAHI í.!ORGES
CÍVEIS E CRIMINAIS.
RUA: 15 DE N VEXBRO - 170
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•
: t
, do
.: cr
±:
1
I UNA
OPINl.lO/DEB
Charlatismo
ALBERTO MEDEIROS
São Paulo(Ag.Planalto)- Nada fácil e
colher o termo adequado para expressar ,
com exatidão,a realidade das coisas dos
eventos.Por vezes a palavra usada parece
filmar o projeto da comunicação sem dei -
xar sobras ou arestas _na sombra.A adequa
ção entre_o signo falado ou escrito e o
conceito e en ao perfeita.Em geral isso a
contece com as definições de cunho filos6
fico que )a possuem certo passado e tive=
ram tempo de ser buriladas.Mesmo assim
ao definições tidas como acabadas estão
submetidas ao processo das re fonnul çõcs.
_ No linguajar comum,por·m,não se dis -
poc de ~anta precisão lógico-formal. Daí
porque e corrente o recurso ao mecanismo
das comparaçoes cujo resultado é sempre a
proximativo.Predomina,aqui,a analogia.Ape
sar da distancia que medeia entre os ter
mos análogos,a força expressiva do termo
analogante ó suficiente para derramar um
facho de. luz no entendimento da realidade
circuns tan te.
Seja,por cxcmplo,o caso famoso de cor
rupção em banca examinadora ocorrido,re -
cente,na Universidade Paulista "Julie Mcs
quita", no seu Campus de Franca-SP.Promo -
veu-se, ali, o concurso para admissão de
professor para lecionar História da Filoso
fia .No dia das provas escrita e oral, a
banca estava composta de professores sem
titulação na área e de alunos.t de ver o
absurdo.Além de juízes sem competência aca
dêmica,dois alunos imaturos compõem o cole
giado.O resultado só poderia ser um parto
de montanha l
Esse o evento singularíssimo a regis
trar.Qual o termo apropriado para tradu -
zir tamanha aberração? Embora o vocábulo
'charlatanice"dc persi não tip'ifique atitu
de dolosa corno é o caso em estudo, vamos
empregá-lo cm nível análogo.Diz o dicioná
rio que "charlatão" é aquele que exerce
profissão sem estar habilitado. Eis aí .
Quem se põe a julgar professores titula -
dos e experientes em certo segmento dosa
ber, sem possuir, no ~ínimo,igual gradua
ção científica,não passa de impostor ou de
charlatão .E pensar que isso acontece numa
respeitável Universidade do Estado de são
Paulo!
Estivesse o .velho Cícero vivo, diria
ele: "o tempora,ó mares,ubinam gentium su
mus?" Ou seja: que tempos são este.s agora?
Que inovações obtusas são essas? A que
ponto de ultraje chegou a nossa cultura
universitária!
Cícero diria ainda:"Onde-estio os pais
da pátria?.A UNESP está ou não regida
Por leis decentes? Até quando teremos que
suportar essas sandices cerebrinas de· um
mentecpato ou de um tiranete?
No .Princípio
SÃO PJULO(Ag.Planalto)- Não é exagero
dizer que o homem contemporâneo está em de
bito com as exigências da espiritualidade.
A filosofia e a religião,fonte sadias da
Cultura humanística do Ocidente, hoje atra
Vessam uma crise que jamais se viu igual:
Quando esperávamos ver magistrados e teo
logos errarem tanto é tão repetidas vezes?
Ou quem podia imaginar que a institui€ao
da família ou das liberdades individug-s_
Públicas iriam sofrer tantas dr formaçoes:
Em poucas palavras, a contemplação. do nos
so momento humano não franqueia um sereno
Otimismo mas ?t·eocupação •
. Talvez a denúncia, ou sinal de alerta
i população, quando procede de um ambien
te filosófico naõ tenha força para apre
Sentar-se como algo importante .Permitam
e citar uma experiência subjetiva:conhe
ci e convivi com pessoas de elevadas es -
atura moral, mestres,homens públicos e
Profissionais coro q/nascidos para promo
Ver um benefício influxo criador de melh
tes caminhos. NO entanto, são eles coro que
ba3 dados a compor ura mnentali
d
ttad.os e convi ª b . ar um eso1.rito
ade l te parece e1r '- -
d gera qu
1
vras a adverten -
cadente.Em outras pa-, o bom senso
ia acue proceue _'
d
! a censu_a - . •
1
entavelmente nao
O êt d racional .am
; ico, o _ quase ninguêm não
compreendida,não move
tem auditõrio.
Mas La dizendo cin do pouco e [
ço que em, hoje,a análi e da r li de
com base nos principio , a maneira dos fi
lósofos.E também, a retrita divulgação q/
merece atualmente a filosofia nacional cu
tólica ou o tomismo.f pos.o para escan -
cio jus .amente o que d via ser anunciado
e frequentado: a a.enção ao vigor da ca -
pacidade pens n e m direção ao conjunto
dos seres, para alcançar o largo sen ido
do ermo verdade.
Enfim não é demais recordar, a respei
to, a oporuna apologé ica do professor G
Gusdorf (Ed.Convívio-sP) que vê nos anais
da igreja os ·bens modelos para a vida hu-
mana esplrJtu;il e a iva.1 lembrança do
prlnclp1os dos deveres é um anteparo 3s
tão numerosas quan o oupcr[ici is ~oluç6es
ao problema humano do nosso tempo.
______________________ M.LOMBAkDl-. _
oo· Fracasso ao Convite
re
quer
'
nham d+envolvido a l and
es ratéqia, da qual a rna é
uma das peça .Essa gr ia le-
va em con a o« tntre do Es
tado nas suas r la na s e
deve ter em mente d e d a..
intervenção armada .cr • p·ra
afirmar esses ineress s.Essa previsão
deve orientar a doutrina do emprego a a
consequente organização (e cooperação cn
tre as) das Forças Armadas.Deve-se er
em mente, porém, que se faz apelo ao Di
reito e se o privilegia sobr o Poder
nas relações internacionais,não fará sen
tido rejeitar o padrão de defesa colctI
va ou associada.O triunfo do Direi .o so
pro o Poder significa que em última ins
tãnci~ o Estado remete a entidades supra
cionais ou tribunais internacionais a
defesa e garantia de algum de seus íntc
resses.A grande questão na escolha do
padrão de defesa coletiva ou associada é
a subordinação de forças nacionais a um
comando supranacional, quase sempre exer
cido por nacional do Estado preponderan
te na organização supranacional, ou do
Estado a ele subordinado.
. No traçar a grande estratégia, o
diplomata e o militar devem avaliar as
situações para que nenhum deles seja co
locado cm má posição no desempenho de
sua função específica. O diplomata neces
sita saber qual o estado de preparo das
Forças Armadas e o militar deve saber
até que ponto no diplomata irá conduzir
sua ação, e em que linhas,a fim de ele •
militar,poder avaliar qual partido de
açao devera adotar na hipótese de,malo -
grada a negociação, dever empreagr a for
a.Cabe suscitar questão da maior impor=
tancia na relação entre o Estado e as
Forças Armadas: apesar de subordinado ao
chefe de Estado, o chefe militar sempre
deve fazer valer a relevância dos aspec
tos estra~égicos na execução da políticã
externa.So assim o objetivo político dei
xara de flutuar no abstrato e de ser me
ra opção de vontade .Segue-se que o che
fe de Estado(·:! cor.i ele o diplomata) deve
atentar para as realidades estratégicas
sob pena àc comprometer a execução do
plano de guerra na eventualidade de ele
dever ser posto em prática.
RONALDO LUPINACCI.
São Paulo (Ag,Planalto)- Como todos
sabem, a gtevc é,genericamcnte,a paraliza
cão do trabalho pelos empregados desconten
tes com a respectiva situação. Esse des -
contentamento se volta contra a conduta
dos patrões,às vezes contra atos dos gover
nantes,ou cm algumas oportunidades visa a
tingir uns e outros.Poucos atentam porém
para a importãncia da luta de classes, no
contexto d~s revoluções,violentas ou não.
E sobretudo para o papel das greves na
criação da artificial luta de classes. O
descontentamento, se for habitualmente in
suflado e explorado pela agitação e pela
propaganda, pode desestabilizar um País.No
seio de greves,engendradas em meio à dis -
córdia, turbulência e revolta surgem con
dições propícias para a revolução social.
No auge de desordem,forma-se clima favorá
vel ao lançamento de idéias e programas qf
em situação normal,seriam reieitados.A ln -
trodução acima é fundamental p/medir ó alcance do
fracasso da greve geral marcada p/o Último dia 20.
As explicações dos líderes do movimento gre
vista não deixam dúvidas,no sentido de que
os apelos em prol da reforma agrária, de
um confronto com os credores externos, de
eleições diretas .!enquanto mero artifício
para guindar dirigentes sindicais ao Po
der) ,de apoio ao governo comunista da Nica
ragua ,e aos não menos comunistas guerri
lheiros de El Salvador,não sensibilizaram
nossos trabalhadores.Ora, essa recusa maçi
ça de um ponderável setor da opinião pú=
blica em aderir ao canto da sereia dases
querdas ostensivas indica q/pelo menos sob
tal aspecto,os respectivos deslgnios no plano elei
coral (e tambêm naõ eleitoral) podem cõ
meçar a enfrentar obstáculos mais difíceis
de transpor.Mais um sintor.ia inegãvel, de
que.os trabalhadores não são socialistas,
nem revoltosos,constitui novo convite aos
setores responsáveis da Nação para que cum
pram seu dever, e façam-na retornar à or
dem e ao progresso autênticos.Nesse senti
do um amplo e didático esclarecimento dos
setores empresariais sobre os males da es-
tatização,da burocracia, do intervencio -
nismo,vale dizer das mil formas de cercea:-------------------------1
mente de propriedade particular e da li=
vre iniciativa, abrirá caminho a médio ora
zo para alterações bcnfazelas na socieda
de,na estrutura do Estado e no meio polí
tico.
rar de
FORÇAS ARMADAS
COMO INSTRUMENTO
DE POLÍTICA EXTERNA
•t conhecida.a caracterização que o
general de Gaulle fazia no Exército: " O
Exército está a serviço do Estado- com a
condição de que haja um Estado". No Bra
sil, o general Góes Monteiro costumava
dizer que as Forças Armadas são o instru
mento da política externa de um Estado- e
acrescentamos, para fraseando De Gaulle: com
a condição de que haja uma política ex
ternu".- A afirmação é do prof.e jornali
OLiveiros S.Ferreira, que aqui apre -
senta um resumo do trabalho que escreveu
para a revista Política e Est~atéa·a •
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I A
7
PÁI A 04
PREFEITURA MUNICIPAL-DE 8. VISTA
Off CIO N· 0305/87 - PROJETO OE LEI N· 011/87
Prezado Senhor Marcelino Cassio Biqlia
Acioly, MD. Presidente da Camara Municipal
de Dela Vista,
Tenho a honra de fazer o envio a esta
Colenda Câmara, do ORÇAMENTO DE 1988, para
aprovaçio, num esforço conjunto mm f vor
do dsenvolvimento do nosso município. Em
bora estejamos passando por período reces
sivo. Com base nesse suporte é que procura
mos nortsar toda a nossa conduta orçamenta
ria, que dentro do esquema de prioridade a
tende as reais necessidades de Bela Vista
" Mensagem
EXCELENTÍSSIMOS SENHORES MEMBkO vo O
DER LEGISl,l'l'IVO,
Cumprindo preceito constitucional, foz
mos chegar às mãos de Vossas Excelências a
pres n f' Mensagem.
Viv mos ainda tempos difíceis, de recur
eos escassos e necessidades crescente. O
esforco que vem sendo desenvolvido através
do governo municipal e de sua equipe de tra
balho no sentido de solucionar os proble -'
mas mais urgentes de nossa comunidade, re
fletem idéia e os anseios da população be
lavistense.
Um esforco constante tem sido feito, no
sentido de ajustar, no plano interno, os
programas do governo para alcançar resulta
dos positivos. A austeridade, o realismo ,
a objetividade, tem estado sempre presente
no nosso espírito, o que tem possibilitado
ao governo municipal bom desempenho.
Novas secretarias fazem parte da nossa
estrutura administrativa, tornando a admi
nistração municipal mais atual, mais ãgil,
e sobretudo, mais eficiente, nesse particu
lar, contamos com a contribuição decisivã
do Poder Legislativo.
Restaurada a credibilidade da adminis -
tração pública, poderemos retomar o desen
volvimento, mercê de obras de infra-estru
tura e estímulo aos setores de produção.
Teremos o progresso, que não será só
crédito do Executivo, mas do governo como
um todo, soma de todos os Poderes.
Com uma nova e saudável relação entre
os Poderes é que se possibilitará um profí
cuo ambiente de trabalho, de justiça e de
segurança suficiente para restaurar, no es
pirito da população, o ânimo e a confiança
sem os quais não haverá progresso, eis que
ele só vem do labor do povo.
Ao lado da contribuição legislativa, e
em razão dela poderemos aprimorar, comple
tamente, a máquina administrativa.
Senhor Presidente, Senhores Vereadores,
na conjuntura atual, entendemos que estí -
mulas devem ser dirigidos e concentrados
no sentido de desenvolvimento e promoção de
nossas potencialidades.
Paralelamente devemos aperfeiçoar os me
canismos administrativos, com destaque pa
ra as áreas de saúde, com a inclusão de a
tividades sociais de inegável importância.
Para tanto, elegemos as metas prioritá
rias municipais, as constantes dos anexos
integrantes desta Proposta Orçamentária,on
de evidencias as codificações "Projetos/A::
tividades", metas e dotações respectivas ,
sintetizados na seguinte forma: •
a)- CMARA MUNICIPAL
Recursos na ordem de cz$ 7.365.400,00
(sete milhões, trezentos e sessenta e cin
co mil e quatrocentos cruzdos) destinados
ao Legislativo Municipal para atendimento
de despesas de custeio e capital.
b)- GABINETE DO PREFEITO
Recursos na ordem de cz$ 4.850.000,00
(quatro milhões, oitocentos e cincoen ta mil
cruzados) para as atividades de coordena -
ção da ação política governamental junto a
todos os segmentos da sociedade, com a fi
nalidade de proporcionar apoio às metas a
serem propostas pelas "Diretrizes da Ação
do Governo" no exercício de 1988.
~ P-romover a divulgação das atividades
do Governo Municipal e o aprimoramento das
formas e procedimentos no setor de comuni
cação social buscando maior aproximação en
tre o governo e a população.
c)- SECRETARIA DE-PLANEJAMENTO
Orçado em cz$ 1.125.000,00 (Hum milhão,
cento e vinte e cinco mil cruzados).
_- Entendemos que o futuro governo deve~
ra adotar o planejamento como método ae ges
tão dos negóçios públicos, desenvolvendÕ
esforços no sentido de efetivã-la sob os
sem onerá-la em suas possibilidades. -
Enquan.o aguardamos a reforma tributa
ria, que nos proporcione au .onomia finan
ceira, é que nos devemos nos ater àquilo
que nos cabe, enquadrado no presente orça
mnento.
Convencido de que Lodos os nossos es -
forços de cada parte, envidados no senti
do de superar dificuldades, beneficiar a
comunidade d•ntro do escopo de bem servir
o nosso município, contamos com a aprova
cão do Orçamento do Município para o pro-
aspectos institucional e instrumental,bus
cando para isso racionalizar a aplicação
de recursos m benefício do desenvolvimen
to sócio-económico do Município e da con
tínua elevação dos níveis de bem-estar de
sua população.
- Dotar o Município de um sistema de
informação para. o planejamento que permi
ta o melhor conhecimento da realidade só
cio-econômica e a formulação de programas
e projetos condizentes com a realidade mu
nicipal; -
- Estabelecer uma política de desenvol
vimento capaz de produzir técnicas inova=
doras e aptas a dar suporte ao desenvolvi
menta econômico e social do município;
- Promover processo contínuo de moder
nização administrativa, a partir da racio
nalização de métodos e procedimentos,· com
vistas à maior eficiência e eficácia da
administração municipal, no interesse da
melhoria da prestação dos serviços pübli
cos à população e do melhor desempenho do
processo de desenvolvimento do Municipio;
- Dotar o Planejamento dos meios neces
sários ao acompanhamento e avaliação dã
programação do governo e dos gastos pübli
cos.
d)- ASSESSORIA JURÍDICA
Cz$ 1.125.000,00 (Hum milhão, cento e
vinte e cinco mil cruzados), visando are
presentação judicial do Município, na de=
fesa de seus direitos e interesses na ã -
rea administrativa, de consultoria juridi
ca dos orgaos da Administração Direta, cÕ
laborando ainda com o prefeito no contra=
leda legalidade dos atos praticados pelo
Poder Executivo.
e)- SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO
Cz$ 17.000.000,00 (Dezessete milhões
de cruzados),· visando direcionar seus es
forcas no sentido de valorizar o servidor
público, procurando dotar a Administração
Municipal de elementos necessários ao seu
melhor desempenho, dando ainda, aos servi
dores, a oportunidade de participarem de
diversos cursos especificos em diferentes
areas.
f)- SECRETARIA DE FAZENDA
Cz$ 11.000.000,00 (Onze milhões de Cru
zados), órgãos encarregados da efetivação
das medidas necessãrias à obtenção de re
cursos financeiros, da administração da
receita, da despesa, da execução orçamen
taria e financeira, do crédito público e
dos procedimentos contábeis deverá condu
zir suas ações para o aprimoramento dos
serviços fazendários procurando dotá - los
de mecanismos financeiros e fiscais compa
t1veis com o ritmo de crescimento do muni
c1p1o.
g)- SECRETARIA DE.DUCAÇÃO, CULTURA E
DESPORTO
Com base nas prioridades detectadas
0
Governo Municipal deverá atuar no seta; e
ducacional no sentido de promover a expan
sao e melhoria do ensino. Procurar, simul
tanearnente, melhorar o nível de atendimen
to do corpo docente, proporcionando maior
dinamismo a Rede Escolar, para torná-la
mais eficiente na consecução dos objeti -
vos para a area.
- Criação e desenvolvimento de mecanis
mos que possibilitem à comunidade detec
tara identidade cultural do Município.
.- Promover o apoio ao desporto amador,
a capacitação de recursos humanos, visan
do a elevação das atividades desportivas.
- Para tanto, foi orçado em CZ$.......
34.450.000,00 (Trinta e quatro milhões
e quatrocentos e cincoenta mil cruzados).
h)- SECRETARIA_DE SAODE E PROMOÇÃO SO
SOCIAL:
ximo no. .
leste nível, aberto ao di.logo, buscan
do alcançar a representação que melhor a
tende aos interesses de nosso povo, para
um futuro promissor, solicitamos a aprova
;ão do Orçamento.
Atenciosamente,
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS
PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA
Orçamentária "
Cz$ 4.830.000,00 (Quatro Milhões, oito
centos e trinta mil cruzados) para garan
tira qualidade dos serviços básicos de
saúde, além disso, adequar e ampliar a Re
de Básica permitindo a população maior a=
cesso aos serviços de saúde do município.
- Promover o controle de doenças redu
tíveis por· saneamento e garantir os requi
sitos higiênico-sanitários imprescindíve
is à defesa da saúde do consumidor no que
concerne a produtos e locais de interesse
da saúde pública.
- Dar prioridade à medicina preventiva;
- Objetivar melhor nível de saúde d
mãe e da criança, através de ações de co
trole de saúde e alimentação;
- Desenvolver, em todo o município, a
tividades de assistência materno-infanti
i)- SECRETARIA DE VIAÇÃO, OBRAS E SER
VIÇOS URBANOS
Cz$ 96.129.600,00 (Noventa e seis m
lhões, cento e vinte e nove mil e seisce
tos cruzados).
- Os trabalhos a serem desenvolvidos
pela SVOSP, devem ser dirigidos, consoan
tes as diretrizes governamentais, princi
palmente para a implantação dê infra- es
trutura necessária ao crescimento econõmi
co = à melhoria do nível de vida da popu
lação. •
- Desenvolver programação composta d
diversos projetos voltados para o escoa
menta da produção das áreas de maior po
tencial produtice com a preocupação cons
tante de oferecer transporte confiável
ao menor custo possível e a integração e
tre as microregiões do Município.
- Construção e reforma para diversas
secretarias do município.
)- SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECO
NOMICO
As diretrizes que nortearão as açõe
desta Secretar'ia, para a Agricultura e P
cuaria, estarão voltadas, sobretudo ara
os pequenos e midios produtores, com vis
tas a elevar-lhes o nível de renda atra -
vis do aumento da produção e da produtivi
dade, com o objetivo de se obter a diver
sificação de culturas.
_- As ações na Indústria e Comércio, se
ra em busca da diversificação da estrutu
ra produtiva municipal, da geração de em
pregos e renda, desenvolverão no sentido
de promover as potencialidades do municí
pio e estimular os investimentos na indú
tria e turismo.
- Para tanto, foi orçado Cz$.........·
2.625.000,00 (Dois milhões, seiscentos
vinte e cinco mil cruzados).
Isto, Senhor Presidente e Senhores Ve
readores, é que pretendemos
Reafirmamos nosso propósito de, espec
almente no plano político continuarmo
abertos ao diálogo e ao entendimento, ca
minha reconhecidamente mais difícil de
percorrer, mas sobejamente mais proveito
so para a gestão dos negócios públicos.
No ensejo,_os nossos votos da mais al
'à consideração, extensivo a todos os se
n ores vereadores.
ABRAAO ARMOA ZACARIAS
PREFEITO MUNICIPAL
LEIA E ASSINE O JORNAL MAIS ANTIGO
DA REGIAO - JORNAL TRIBUNA DA
FRONTEIRA PARA ASSINAR LIGUE
PARA 439-1410
RUA DA REPCBLICA 268-BELA VISTA-MS
de
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Dedé Comércio e Representações
SANCTOS & BRUM LTDA .
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DEDÉ. CONRCIO E REPRESENTAES DE MIUL SE IM .E-
rlENTOS GRfCúLAS, CEREAIS E IHSU',OS
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NOVA '?E.SA E COPl:RCIO E REPi<fSDHAÇÕES D REGIÃO•
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COMl:RC I O E REPRESENTAÇÕES L TOA EM BO'. no NA RUA P ILAD REBUÁ IP' 129
FONE: 255-1250
EN JARDIM - RUA VEREADOR ROIIEO DE MEDEIROS 'V" 688 - FOME ; 251 - 1624
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ger o seu veiculo, regular o trtnllto • • convlv6nc:I■dvlllm
da entro mtqulnus e homens. O■lln■ia de lrtnal~ dtmm
quando • predlO pa,w, andar, COl1W; OI lln■il de lrtmltci ■vtsan
quando erists perigo, quando ludo NÚ bom; OI ain■Ja de lrtnllto
existem pana pedKIN • per quem dirige; • diferença entro obdecsr
• n6o o■aln■la de 1rtna1to • ■d/terça entre vtvar ■monw. Nlo
:Sta c:on1- ■alnellzaÇio; • preciso obdcd-la pera continuar v
wo e nAo matat!
MI NOTRAISITO. '1IIIOSVIVB SIIIVIOllllaA!
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+dr+a- -o'ta..W/ TI,TI,TIS
Ao n,1 ·e 1,1' ria pr1.rn ,v<·r·n wn n,,vo
'-' tral tom conta das pessons,pois chega
o momento de dar s maos ao renasci r da
novu vlcl,1. .. 0, j,r·<llnn flc::ur, !loricJoo e
escolas demons rum seu carinho aos alu
nos promovendo even os ' mor: ionan e',
Com entusiasmo e criatividade a
1. <.:e>l l ,10/Qllltl MU!!TINIIO promovc·u (111 (11u
mo sábado p.p;a 2» FESTA DA PRIMAVERA com
1 • 1 el;ão da MISS l'llTM/VfHA B'/.
O evento es eve repleto de apr
·ntaçoes de teatro, danças e dramatiza
çõe que deram um colorido especial a fes
·Li vi clnclc. Nn produc;ão d s cor 011,rof lns ,g;
professoras No mia Nogucira;Crlc>nir: V ra
LÚcin;Célin Fr nçe;CJlca Lino e Ilme Dri
tes. Na participação dos námneros artisti
cos os alunos do Pré-vscolar:2 série ves
pertino,34 sries 5 séries vespertinos
dn Escola Joaquim Murtinho.
üil:R11ffl!#.1 .tID1Jl COC:CURSO
A beleza Juvenil belavistense
foi para a passarela.na abertura do MISS
PRIMAVERA 87 a pr sença do Garoto (a) Pro
»
paganda B87 - Ma!kon e Waldirene. Tambem
na abertura oficial os jovens eleitos PA
ra· representar Bela Vista como Garoto(a)
Jeans 87 - Edson Jorge e Daniele.
CONISSAO JULc.AD RA
Una comissão julpadora seleta
e de 11llc1 n!vc.:l pontou a vencedora do
conouroo que elegeu a arota
da primavera.
Na composição do corpo de ju-
radon: Renato Vargas;Ktia Velasques
Ludgero Augusto Senhorinc;Mareorida Car-
• 1
doso;Rcnato Lopcs;Froilon Cardoso;Maykon
da Sllva;Marcús LÓris entre outros.
L.INDAS GATINHAS
O Concurso contou com a parti
cipação de "lindas" gatinhas que deram o
brilho mágico paro a noite no Joaquim
Murtinho. A torcida ficou super animada,
e com a eleição da mais divertida galera
ficou muito mais ernoeionantc. A melhor e
mais organizada Lorcid_a f'oi a da ESCOLA
GENEROSO PONCE;sendo que a galera da Es
cola JOAQUIM MURT INHO também agitou.
Participaram do MISS PRIMAVERA
87 as· gatinhas: Rosenilda Rodrigues (Es
ter Silva) ;Elaine Martins (Ester Silva);
Elizangela Rodrigues (Ester Silva);Adeli
na Espinosa(Generoso Ponce);Josayne Ri-'
beiro e Adelaine Ramos (Generoso Ponce);
Flávia Fernandes (Vera) ;Edilza Candia é
Andria Rios (Vera Gtiimarães);Leiza Fer
reira Ramos (Castelo Branco); Olga Jane
Amaral (Joaquim Murtinho); Cristiane Sil
va Pereira e Catia Silva (J.Murtinho). _.
No total de 13 lindos broti
nhos fizeram da passarela o palco da be
leza juvenil.
A
Todo evento que reune competi
çao tem que apontar uma vencedora.agrade
ou não agrade à todos a_ função das elei
ções i dar o primeiro lugar aos melhores
e assim· aconteceu no parecer . da éomis
sao julgadora do MISS PRIMAVERA 87.
"Cada ser humano é importante
por isso tentem fazê-lo feliz ... ",tauri
na de olhos castanhos claros,com 15 anos
e representando a Escola ESTER SILVA -
ROSENILDA RODRIGUES foi a vencedora com
151 pontos. Em 2ºlugar ficou ANDRÉA RIOS
da Escola Vera Guimarães Loureiro com um
ponto atrás da lilcolocada (150 pontos).
ELAINE MARTINS ROMEIRO da Es-
De:Frank Para:Sônia
"Eu Le ..UOO t: VOU
p:ri tar pra todo rr.undo
ouvir ... pois n1.ngu::n
=n~ ~diC
De: Adelaine
Para:Félix Hojas
"Sorria para a vlda
pois ela é bela pois
você ·r<lZ part..! dela"
De:RÔ
De:N.M
Para:Oscor
"Mca coração continua
a admira-lo...meu ami •
go do pr:i to!"
Para:Monir
"Adorei ter te come
cido. Esse seu jeito
meigo me cativou.Cari
nhosaente Simone!
11
De:M.N Para:Sergio
Cada dia que passa
te admiro mais e mais
los,no h, 'eófi1o,n.r
"ADORO TODOS OXÊ1.S
De:Amigos(as) Para:Ce
sar Lobo.
'Parabéns pelo seu
anivers-'rio está.
~ ~inho,hoin'
De:Marcelo Para:Vcra
''Sou menino • seu
amnór é o que m e foz
crcsct:r ... "
De: Ubaldino-Para: Vera
Conhect:r você foi a mt..'-
lhor coisa que me aco
teceu. Te gosto muito!!
De:Elton Para:Jucélia
"Não sei se te chamo
de prenda ou de fofi
nha ... por isso te
charro de 'aror' !
11
Para:BaciÚ
"Cuidado com o Lobo
mauuuuuu ! ! t
CENTER NO CENTRO D E
TO PERSONALIZADO POR
BELA. VISTA
GENTE AMIGA:
TELEFONE: 439 - 1022
DESTAQUES DA SEMANA:
• • •SEH PERDÃO = POLICIAL
• NADA E 1 COMUM = COMÉDIA
DESTEMIDO_ '.'S_R." DA GUERRA = AVENTURA
SID E NANCY= DRAMA
LIGUE-SE NA VIDEO MANIA = 439 - 1022
0c
t r«
.1
TODOS CAMINHOS
LEVAM A CiRAMADO
Mutuários versus BNH
Este ano orá em Gramado-RS o 6 Con obedecer variação
reno Brasileiro dos jornais do Interior do salrio mínimo.
Paralelamente acontecerá o 9 Congros- A decisão é do
o Latino Americano dos Jornais do Inte Tribunal Poder..l de
rior, opor unidade em que sera criada a
Recurso, (TFR) dan
Associação Latino Americana dos Jornais
elo <J 1nho de- Ci.lUS'-' o
do Tn f! ri or - /11,l,JOIU. mui ; de mil mutuá -
0 !JUCf'fHJO dr:,l(•,; dois eventos depende--
1
• rion qut> r~ov,.r,un n-
rã exc usivamente do apoio e da participa
-- ções contra o extin
;ão dos coleqas de todo os pontos do pa- to Banco Nacional
s e cln Arnérict1 La in,1, por isto é impor-
da Habi ação incor-
tante que desde já cada companheiro da om
P
rc::Jn do lnt<'rior prepare-se para particj porado pcl.:i caixn E
conómica Federal.
pnr don evcnton c•rn Novembro próximo. Gra:: A decinão é rcfe
mado, a cidade sede dos Congressos é co - r n e aos contratos
nhccidu por suas belezas naturais, sendo firmados antes de
o principal pólo urí:; ·.lco do serra gaú -
• 1984 - a partirdes
cha. Ln o urista poderá além doe apreciar a ta da ta [oi cri.adÕ
paieog•m e nrquitelurn, visitar ar-
LcbonalvH de 15, Lnpoçaria e madeira, bem
O
Plano de Equiva -
léncia Salarial - e
corno os div rons lojar; d• chocolater; ca -
beneficiará cerca
seiros, com seus irresistíveis fondues e de setecentos mil
car·s ao estilo colonial.
mutuários, cm todo
Palcstrns de grande relevãncin serão o
o Pais, ue a par -
ponto alto da parto técnica dos congres-.-J,.,:;:...:;.:;!.!.:~~::.;:...:;:..J;:;~-.l...-------------------------------""'."'t
IFORRE SUAI ECASA
lar sobre dingramação; dos Estados Uni -
dos teremos palestrantes que desenvolve
rá um trabalho sobre circulação e princi
palmente a área da distribuição do jor =
nal e a nível de América Latina contare
mos com a presença do presidente dn SIP
Sociedad Inter-Americana de Prensa. a e A ' • J á T . '
Não bastasse isso, teremos também 'a e r a m I e a I
II Exposição de Materiais e Equipamentos • . .
para jornais, num recorde de empresas
participantes.
Tudo isso no Hotel Serrano, que está
sendo preparado com muito carinho para
receber aos companheiros do Brasil e da
América Latina inteira.
'Jrcl 'J
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cor:tr
O ot- j,
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TUBON • f ABRICA OE TUBOS L TOA.
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255- 1205 ,
O • '- R
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B O r..i I r
.:.t/lTO Cll s 5 U L
F abrlca Lnje-pré para Forro de Casa, Tijolos 8 Furos, Tijolos Laminado5 para
à Vista, Lajotas para Plico, Tijolos Maciços, Telhas
Rua José Lemes Bugre, s/n Cep
rone. (067) 439-1329 Bela Vista
Pared
79.26C
MS
-LUSO-
.Cómer·cial
Divisão de Móveis
Por Atacado·
Fone: 251-1055 • ~
(JARDIM)
íl
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ATH!CÃO
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PROPRIETÁRIOS DE LOJAS DA f1EGIÃO
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J(_ AGORA FICOU BEí-1 HAIS FAC !L.
! ~ CÕMPRE: MESAS. CADEIRAS.ARMARIOS. CAMAS.BELICHES.GUARDA
) TITI VO.
~ MÓVEIS DE RARA QUALIDADE E BOM GOSTO. -
A COMPRA QUE VOCE
ADMIRADOR,"
ROUPAS.ETC. POR Uil PREÇO
TEMOS TUDO PARA PRONTA ENTREGA.
PODE GANHAR MAIS, ATENDER MELHOR E F/ZER DE CADA
,
CLIENTE UM
--
19 CURSO DE EOUIM
E modelo foto -
gráfico na city será
ministrado por Fal
cão e Berto. A dura
cão será de 45 di s
e t,rã: Noção d Tea
tro,Maquiaqens,Técni
cas de passarela
descontração e pro
qramação visual. o
curso será para adul
ton in(antil.Inl ::
cio a partir do dia
14/10/87.
NO DIJ 03 pp.
A gatinha Sil -
via Azevedo comemo -
rou com muitos ami
guinhos seu 7o ani
nho.
OS PAPAIS
Reinaldo e Mai
sa receberam os con=
vidados de Silvia
'com deliciosos salga
dinhos refrigerantes
gostoso bolo e do
ces. •
1.
1
Pile ohow
do Casino de Sevi -
lha dia 12(equnda
feira no Grmlo P
iro Rufino.Traje E
porte Pino,Reservas
de mesa pelos Fones
439-- 1339 0 43 -1476.
FELICIDADES
Mil pela data,
é o que lhe deseja
mos,Tá Silvia?
TAMBÉM
No dia 3 feste·
jou mais um ano de
vida a gata Eloise
,filha do casal So
nia-Nélio Diório.
ENTRE
Gostosos salgadi
nhos,cachorro quente
. e refrigerantes,con
vidados agitavam ao
som de animadas músi
casl • -
BOLOS,DOCINHOS
E saquinhos sur -
presa fizeram· a ale
gria da petizada
que foi toda captada
pela filmadora do Nê
lio, -
E que essa ale
qria de viver etam
pada em seu some
lhant, lhe acompa -
nhe sempre!
Promovido pela
Pronav dia 2 pp. no
Clube Belavistense
foi sucesso!
AS ROUPAS
Foi da Boutiqu
de Léa e Hilda Ma -
ria Borq s.
O SHOW FOI
Dado pelos ga
tos e gatinhas que
exibiram lindos e
modernos Trajos. Os
"manequins" desfila
ram pela passarela
com muito charme e
descontração ao som
de animadas músicas.
O DESFILE
Foi encerrado
com danças, muitos
balões e muitos
aplausos!
DELICIOSOS
Salgadinhos,bis
coitos e bombons fo
ram postos a venda
pela Pronav.Para
bens pelo sucesso
alcançado!
E O CONCURSO
Miss Primavera/
87 realizado na Esc.
Dr. Joaquim .Murtinho
foi coroado de êxi
tos lindas candida -
tas. Concorreram ao
título em nome das
Escolas da cidade .
Saiu vencedora a can
didata da Esc.Ester
Silva a jovem Rose -
nilda Rodrigues.Para
béns pela vitória! -
CHÃ E BINGO
Da Casa da Amiza
de será dia 08,qui?
ta feira no Clube B
lavistense com iní =
cio ãs 17: 30 hs.
Não percam!
São ofer a dos
produtos de beleza
da Linha Pierr Ale
xander .Não deixe de
comparecer. J!avor;i
também um Stander c/
os produtos a vendai
ORAÇÃO AO DIVINO ES
IRro SNTO.
Espírito Santo
você que me esclare
ce tudo, que ilumi
na todos os meus ca
minhos, para que eu
atinja o meu ideal ,
você que me dá o
dom divino de per
doar e de esquecer o
mal que me fazem e
que em todos os ins
tantes de minha vida
está comigo eu quero
neste curto diálogo
agradecer-lhe por tu
do e confirmar mais
uma vez que eu nunca
quero me separar de
você por maior que
seja a ilusão mate -
rial não será o mi
nimo de vontade que
sinto de um dia es -
tar com você e todos
os meus irmãos na
Glória Perpétua.Obri
gado.
FERMINA MIRANDA
DE MELO.
MOSICA DE DESPEDIDA
Abotoa essa boca,a
botoa; Fica nessa,fi
ca numa boa. -
Meta na cara tua
máscara à prova de
bala.E se tentarem
arrancá-la com per -
guntas idiotas.Você
pode sumir ...
Por trás de teus
olhos de paranóia.
Faça tua cara mais
valente e caia na
estrada como se(fos
se para sempre) . se=
gure essa careta de
brucado na birita e
toque pra(frente).
Entre essa gente bo
nita que gargalha -
no meio da (gente).
Você pode su
mir ...
Por triis desses
olhos de pedra.
Você entrou naque
la de fama, fortu
na e glória.
Agora você se dos
controla numa nu -
vem de álcool e
ninguém (dá bola)
O sonho lá em ci
acabou sendo a= ma
penas uma rima.
Você pode sumir,
sumir, sum.:.r ...
Por trás desses
(undos olhos escu-
ros.
(LETRA DE PARANOID
EYES/PINK FLOYD, E
TRADUZIDA PELO CE
SlR PARA TODOS SÔ
MENTE LEREM ... )
PENSAMENTOS DA SEMA
NA.
NÃO TENHO PAI
saudade de você.
Não entendo porque o
destino foi tão in
grato.
Levou-o e não
permitiu,que .
Você·deíxasse pelo
menos o endereço ...
CREMILDO VIAL.
(Ouro Preto do Oes
te- RO).
CIDADES MORTAS
Como são tristes·
estas cidades'!
Constituídas de fer
ro e cimento.
Não têm vidas, não
têm verdes,
Nada além de concre-
PAI. ..
Sou triste porque e
xiste a distância;
A distância me ma
chuca porque existe
a saudade;
A saudade 'é insupor-1-------------"------------t
tável porque existe
você . •
Você me faz cho
rar,sofrer,' porque
não está aqui. .
E,o pior de tu
do,é que não tenho
esperanças de jamais
vã-lo.
O único lugar que
ainda o procuro é
na imensidão do
azul do Céu.
Mas, que tristeza!
Nem lá,porém, eu
o vejo.
Não 1 ..• Não O ve
jo em .carne, .
Mas o vejo em lem
brancas;
Não o tenho para a
braçar,
Mas o abraço em
pensamento,
Não posso tê-lo para
tocar,eu sei ...
Mas está sempre pre
sente,tocando meu co
ração.
Pai, eu o amo.
Não aauento·mais a
to.
Como são tris -
tes estas cidades!
Cheias de ruídos ~
fumaças;
Mendigos famintos pe
las calçadas;
Homens embriagados
pela cachaça.
Como são tristes
estas cidades!
Que não têm seres
humanos,
E sim máquinas auto
mãticas, robô andan
tos.
Como memórias, mas
não são pensantes.
Como são tris -
tes estas cidades!
Há muito tempo es -
tão mortas.
o verde e paz foram
destruídos;
Para a vida fe
charam-se as por -
tas.
JOSt GERALDO
MAGNO ASSIS.
(Coronel Fabriciano
MG.)
a..,,, 0=íl=0==
0
0==0~0 ~
- . _ O recanto ,
{à_ L E dovídeo
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BELA VISTA - MS /llO XVI - NO 871 - 07 DE OUTUBRO DE 1987 - BI-SEMANÁRIO - REDATOR CHEFE: IVALDO EREIRA
Incidente na Fronteira Brasil/ Paraguai
"Comissário de Polícia prende, ameaça
e acaba com Baile"
Sábado a noite, vá
rios brasileiroo, mui
tos jovens acompanha=
dos de suas namoradas
cidadãos moradores de
Bela Vista, em compa
nhia de suas esposas,
dirigiram-se à Bella
Vista Paraguay para,
como é comum na fron
teira, prestigiarem
um baile que estava
sendo realizado no Clu
be São Geraldo (dos
padres).
Surpresa das sur -
presas, ao chegarem na
barreira, do lado pa
raguaio, o Comissãrio
de Polícia de Bella
Vista LUCIO FRETES A-
1
LARCÔN, solicitava
os documentos "pesso
ais e do veículo", e
muita gente foi deti
da por não portar do
cumentos. -
Não é um fato nor
mal, pois as duas ci
dades, Bela Vista Bra
sil e Bella Vista Pa
raguai, convivem har
moniosamente, e to -
dos se conhecem.
Anormal foi a ati
tude do Comissário~
que até se mostrou
pocesso, não queren
do diálogo e muito
menos explicações.
Mas o pior, . se
undo informações de
pessoas presantes ao
baile, foi quando o
Comissário, sabe lá
Deus porque resolveu
"acabar com .o baile:
é isto mesmo, sem ma
is nem menos, o todo
poderoso Comissário,
resolveu "e acabou
mesmo com o baile".
e bom lembrar que
haviam muitas pesso
as de destaque da so
ciedade fronteiriça~
sem falar nos jovens
que lá assistiram um
exemplo marcante de
como não deve se com
portar um policial.-
Segundo informaçõ
es trazidas a nossã
redação, um jovem bc
lavistense foi preso
sendo que foi neces
sária a interferên -
eia de alguns amigos
paraguaios para que
fosse libertado.
E agora?
Resposta simples.
Que as autoridades
paraguaias tomem as
devidas providéncias
transferindo o refe
rido comissário,pois
não é a primeira vez
que ele age dessa for
ma e algo de ruim,
muito ruim, ainda po
derá acontecer, seme
ando a discórdia e a
inimizade entre dois
povos, de duaG cida
des, que sempre con
viveram como irmãoS:
Outra denúncia ,
muito grave, chegou
a redação, o Comis
sário apreendeu os
documentos de um car
ro pertencente ao
advogado e pecuaris
ta Adhemar Godoy, e
até o momento do fe
chamento desta edi
cão ainda não havia
sido devolvido os
referidos documen -
tos. E agora,como é
que fica? Fica com
os documentos ou de
volve? O nome da e
ra: LUCIO F. ALARCO.
Vereador pede Recupera
ção de Estradas
VEREADOR LAUDIONOR RODRIGUES
Em Requerimento a ' Em sua justificati
presentado na câmara tva, o Vereador afir -
Municipal, em sessão ou: "Considerando a
realizada no dia 30 estrada ser muito uti
PP., o Vereador Clau lizada por veículos
dionor Rodrigues so- pesados, principalmen
licitou que seja en- te no transporte de
viado expediente ao cal e animais de cor
Diretor Geral do Der te, necessário se faz
sul, com cópia ao sr. [que esteja constante
Prefeito Municipal , mente conservada.
pedindo o patrolamen
to da rodovia que li
ga Bela Vista/Cara -
col, bem como are- LAVANDERIAS POBLICAS
cuperação dos tre
chos que se encon
tram em péssimas con
dições de trânsito.
CONSTRUÇÃO DE
RECUPERAÇÃO DA ES
TRADA BELA VISTA AS
CAIEIRAS
Na mesma sessão ,
o Vereador Claudio -
nor Rodrigues solic!
tou também a recupe
ração da estrada que
liga Bela Vista ao
Distrito das Caiei -
ras, através de expe
diente encaminhado
ao Diretor Geral do
DERSUL, com cópia ao
Sr. Prefeito Munici
Pal de Bela Vista,
braão Armoa acarias
Através de Reque
rimento apresentado,
0
mesmo vereador so
licita que seja en -
viado expediente ao
Sr. Prefeito Mun1c1
pal, para que se)a
construida uma Lavan
deria Pública nas cg
munidades de São Pa
tricio e Água Doce.
Em sua justifica-
tiva o vereador dis-
e que essa edifica
s'_ m muito colabo-
çao ._,,, . . .
raria para min1mm1zar
os problamas das do
nas de casas,_que em
sua maioria não pos
oços em suas
suem P • tem como
casas e nao
solucionar o problema
BR - O eralor Solicita lornar;ão
referente ao Asfaltamento
Em sessão da Cãma
ra Municipal de Belã
Vista, o Vereador I
van Afonso da Costa
Marques requereu pa
ra que seja encami -
nhado expediente ao
Excentíssimo Senhor
Presidente da Repú -
blica, Dr. José Sar
ney, 'com cópia ao Ex
centíssimo Senhor Mi
nistro dos Transpor=
tes, Dr. José Reinal
do Tavares, solici
tando informações re
ferentes ao asfalta
mento da BR-O60, tre
cho Bela vista/aar ]ri= /
dim.
"Em sua justifica
tiva, disse o verea
dor: "Considerando
que já fora lançada
oficialmente por vá
rios governadores, e
constando em alguns
mapas rodoviários co
mo trecho pavimenta
do, até agora a no -
bre região ainda se
encontra na expecta
tiva da sensibilida
de e conscientizacão
das nobres qutorida
des responsave1s pe
la solução de tão ne
VEREADOR IVAN A. C. MARQUES
cessária e impres
cindível obra para
a nossa região.
É necessário re
lembrar que o no=
bre saudoso Presi
dente Médici quan
do lançara oficial
mente a BR-060, lT
gando Brasília à ca
pital do Paraguai,
tinha plena convie
cão que esse obje
tivo, se concluído
seria inapelavel -
mente a ,redenção
dessa rica região,
que por falta da pa
vimentação asfáltica
de apenas 86 Km,ain
da não conseguira de
senvolver as suas i=
negáveis potenciali
dades, sobretudo na
pecuária e indústri
as, eis que em nosso
municipio se encon -
tra um respeitável
rebanho bovino e uma
das maiores reservas
de calcáreo do Bra
sil, finalizou ove
reador pefelista Ivan
A. Costa Marques.
P-restacão de Contas·
Em mais uma sessão ordinária realizada pela Câmara·Munici
pal, o Vereador do PFL, Ivan Afonso da Costa Marques apresen
tou requerimento pedindo para que seja endereçado expediente
ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal solicitando que o mesmo envie
à Câmara Municipal, uma cópia das prestacões de contas dos con
vênios firmados com este Executivo até a presente data. -
Na explanação de sua justificativa, o vereador disse "con
siderando que vários convênios foram firmados durante o pre -
sente exerc1c1o, e esta Camara so teve conhecimento através
dos meios de comunicacão de nossa cidade, carecemos pois da
mínima condição de acompanhar o cumprimento e prest~cão d; con
tas dos mesmos, eis que, notoriamente os convites para a efe
ti~açã~ ~e tai~ eventos, são discrimina~amente dirigidos com
ex lusividade a bancada do senhor prefeito, ficando os demais
ve eadores desinformados com a realidade administrativa de
noJso município~ Finalizou dizendo que esse era o motivo de
equerimento.
Motocross
Garra e Raca
imuto se
s,der
or, ·
e mo' orlza
dur que se
conhece: o Motor
Para muitos este
esport é praticado
por "- lucos", ma a
contr rfo que muitos
pen ,o Mo ocross e
xfe uita lucidez -
lê da prática, con -
entrção e dedicação
dados fundamentaf pa
ra que pretende ob -
ter o ucesso, onde a
vitória no depende
só da miquina; o pilo
to tam! i precisa es
tar em forma.
no peito, na raça,
e na arra Juarez Fer
reira, natural de sai
to Veloso-5C,23 anos,
a muito tepo deseja
va estar no rol dos
melhores pilotos do
Estado. Este ano foi
coroado de êxito para
o catarinense que faz
de Bela Visto sua ci
dade natal há mais de
três anos.
EM BUSCA DE
PATROGJNADORES
A luta por patrocf
n1o não é apenas n
voleibol ou basquete
bol, no Motocross é
que se vê os entus1as
tas do esporte briga=
rem palg a palmo por
um "patrbctnador".
"Gostaria que ti -
vesse outras firmas
me patrocinando, mos
por enquanto só o ME
CÃNICA SARTORI tem me
dado o apoio que pre
ciso", disse Juarez.
Juarez é integran
te da categoria B,dos
estreantes, para sair
dessa categoria é pre
ciso passar um ano, e
o teste de fogo para
saber quem são os "co
bras" que estão sur
gindo.
Atualmente, o lí
der do Campeonato Es
tadual, já na sua 52
etapa é Jean Carlo na
categoria B e na cate
gor1a A Osrar Ferre!
ra.
JUAREZ DESPONTOU
PARA O SUCESSO
Na l? etapa,em Ca
po Grande e na segun
da, e Ponta Porà Jua
rez não participou.S
mente há dois mese
atrás que integrou
0
campeonato e na ter -
ceira etapa, e Ladã
rio, ficou com O 52
lugar. Já em Bonito
por ocasião da 42 eta
po ficou com o 32 1u=
8F e e Maracafu, na
5_ etapa, nao levou
sorte e seu rotor fun
diu. -
A próximo etapa pro
vavelmente seja em A=
quidauana ou em Doura
dos e ele novan:ente
vai lutar entre os 10
para chegar e 1g 1u
gar.
Representando Bela
Visto, na categoria B
alê de Juarez FerreI
ro, está Jurandir e
na categoria A Eder.
Segundo o catari -
nense "em Bela Vista
está in.iciando O Moto
cross, agora a roçada
jovem está querendo•
aderir, mas tudo de -
pende de respando fi
nanceiro•. (Llle).
cu,,caca
3
251-1903
Tratores • Peças
Implementas Agrícolas , .
ti
EXPEDIENTE
'l'RIBUNA DA FHüN'l'tlHA 1-'UNDAIJO EM 20 DE FE
VEREIRO DE 1972. • -
DIRETORA: Maria Estela Velasquez Pereira
REDATOR: Ubaldino Rodrigues
REDATOR-CHEFE: Ivaldo Pereira
GERENTE: Gilson Silva Santos
REPORTAG~NS: Luiz Henrique N. Córrea
COLABORADORES
Giovanni César, Marcos Loris.
REDAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO:
Rua da República, 268 - Caixa Postal 23.
Fone: (067) 439 - 1410 - Sede Própria
JORNALISTA RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA
Proprieda_de da
REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS LTDA.
CGC-MF: 15.513.203/0001-59
INSC. EST. 28 219.003-1
Registro no Cartório de Títulos e Doeu -
mentes NO 35.
SISTEMA OE GOVERNO INDICADOR PROFISSIONAL
Advogado
AO PALO,r'la lto)-
vo do relator Bernardo Cabral n
pregos e nem a troianos no que diz respeito
ao lstema de governo.Tanto o parlimentarl
tas quanto os presidencialistas vão aprusvn
tar pedidos de destaque na comfssão para ten
tarem mudar o texto ref rente ao slstema de
ses
mento
listas
governo.
Os presidencialistas não concorda com
o parlamentar1mo previsto no substitutivo
os parlamentarista c/o mandato de seis anos
para Sarney,
A sugestão do grupo parlamentarista do
Congresso Constituinte foi mantida no novo
bubstltutivo, e o coordenador do grupo,sena
dor /(onso Arlnos(PFL-RJ) entregou o texto
ao prcsldentc da Constituinte,Ulisses Guima
riics (PHD!I-SP), No encontro, estive ram tambem
presentes os senadores José Richa (PMDB-PR)
Ronon Tito(PMDfl-MG), José Foaça (PMDB-RS) e
Ncluon Cume iro (PMDB-RJ); e os deputados Oc
trivio E11sio (PMDB-MG) ,Artur da Távola(PMDB
!U), Isrot!l Pinheiro Filho (PMDB-MG),Cid Cu;:
volho (P~IDB-MA) ,Antonio Brito (PMDB-RS) ,Eu -
elides Scalco(PMDB-RJ) ,Oswaldo Lima Filho(PJ:!
Dll-PE), Antonio Marlz(PMDB-PB) e Bonifácio
Andrade (PDS-MG).
"Os parlamentaristas cstiio- se tor
nando maioria. na comissão". A afirmação
e do líder do PFL na CÕmaru e no
Congresso Constituinte, José Lourenço(BA)
Outro lidcr'ança sorneyzlsta no Congresso
a admitir essa hipÕtese,foi deputado Prisco
Viana (PMDB- BA), Já o Hder do governo
no Constituinte, deputado Carlos Sane'
Anna,continua afirmando que os presiden
cialistas são a maioria.
O presidente da Constituinte, Ulis
Guim~rães, está defendendo o entendi
dos parlamentaristas e presldelciã
e pretende trabalhar para rea
lizar esse objetivo.
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•
: t
, do
.: cr
±:
1
I UNA
OPINl.lO/DEB
Charlatismo
ALBERTO MEDEIROS
São Paulo(Ag.Planalto)- Nada fácil e
colher o termo adequado para expressar ,
com exatidão,a realidade das coisas dos
eventos.Por vezes a palavra usada parece
filmar o projeto da comunicação sem dei -
xar sobras ou arestas _na sombra.A adequa
ção entre_o signo falado ou escrito e o
conceito e en ao perfeita.Em geral isso a
contece com as definições de cunho filos6
fico que )a possuem certo passado e tive=
ram tempo de ser buriladas.Mesmo assim
ao definições tidas como acabadas estão
submetidas ao processo das re fonnul çõcs.
_ No linguajar comum,por·m,não se dis -
poc de ~anta precisão lógico-formal. Daí
porque e corrente o recurso ao mecanismo
das comparaçoes cujo resultado é sempre a
proximativo.Predomina,aqui,a analogia.Ape
sar da distancia que medeia entre os ter
mos análogos,a força expressiva do termo
analogante ó suficiente para derramar um
facho de. luz no entendimento da realidade
circuns tan te.
Seja,por cxcmplo,o caso famoso de cor
rupção em banca examinadora ocorrido,re -
cente,na Universidade Paulista "Julie Mcs
quita", no seu Campus de Franca-SP.Promo -
veu-se, ali, o concurso para admissão de
professor para lecionar História da Filoso
fia .No dia das provas escrita e oral, a
banca estava composta de professores sem
titulação na área e de alunos.t de ver o
absurdo.Além de juízes sem competência aca
dêmica,dois alunos imaturos compõem o cole
giado.O resultado só poderia ser um parto
de montanha l
Esse o evento singularíssimo a regis
trar.Qual o termo apropriado para tradu -
zir tamanha aberração? Embora o vocábulo
'charlatanice"dc persi não tip'ifique atitu
de dolosa corno é o caso em estudo, vamos
empregá-lo cm nível análogo.Diz o dicioná
rio que "charlatão" é aquele que exerce
profissão sem estar habilitado. Eis aí .
Quem se põe a julgar professores titula -
dos e experientes em certo segmento dosa
ber, sem possuir, no ~ínimo,igual gradua
ção científica,não passa de impostor ou de
charlatão .E pensar que isso acontece numa
respeitável Universidade do Estado de são
Paulo!
Estivesse o .velho Cícero vivo, diria
ele: "o tempora,ó mares,ubinam gentium su
mus?" Ou seja: que tempos são este.s agora?
Que inovações obtusas são essas? A que
ponto de ultraje chegou a nossa cultura
universitária!
Cícero diria ainda:"Onde-estio os pais
da pátria?.A UNESP está ou não regida
Por leis decentes? Até quando teremos que
suportar essas sandices cerebrinas de· um
mentecpato ou de um tiranete?
No .Princípio
SÃO PJULO(Ag.Planalto)- Não é exagero
dizer que o homem contemporâneo está em de
bito com as exigências da espiritualidade.
A filosofia e a religião,fonte sadias da
Cultura humanística do Ocidente, hoje atra
Vessam uma crise que jamais se viu igual:
Quando esperávamos ver magistrados e teo
logos errarem tanto é tão repetidas vezes?
Ou quem podia imaginar que a institui€ao
da família ou das liberdades individug-s_
Públicas iriam sofrer tantas dr formaçoes:
Em poucas palavras, a contemplação. do nos
so momento humano não franqueia um sereno
Otimismo mas ?t·eocupação •
. Talvez a denúncia, ou sinal de alerta
i população, quando procede de um ambien
te filosófico naõ tenha força para apre
Sentar-se como algo importante .Permitam
e citar uma experiência subjetiva:conhe
ci e convivi com pessoas de elevadas es -
atura moral, mestres,homens públicos e
Profissionais coro q/nascidos para promo
Ver um benefício influxo criador de melh
tes caminhos. NO entanto, são eles coro que
ba3 dados a compor ura mnentali
d
ttad.os e convi ª b . ar um eso1.rito
ade l te parece e1r '- -
d gera qu
1
vras a adverten -
cadente.Em outras pa-, o bom senso
ia acue proceue _'
d
! a censu_a - . •
1
entavelmente nao
O êt d racional .am
; ico, o _ quase ninguêm não
compreendida,não move
tem auditõrio.
Mas La dizendo cin do pouco e [
ço que em, hoje,a análi e da r li de
com base nos principio , a maneira dos fi
lósofos.E também, a retrita divulgação q/
merece atualmente a filosofia nacional cu
tólica ou o tomismo.f pos.o para escan -
cio jus .amente o que d via ser anunciado
e frequentado: a a.enção ao vigor da ca -
pacidade pens n e m direção ao conjunto
dos seres, para alcançar o largo sen ido
do ermo verdade.
Enfim não é demais recordar, a respei
to, a oporuna apologé ica do professor G
Gusdorf (Ed.Convívio-sP) que vê nos anais
da igreja os ·bens modelos para a vida hu-
mana esplrJtu;il e a iva.1 lembrança do
prlnclp1os dos deveres é um anteparo 3s
tão numerosas quan o oupcr[ici is ~oluç6es
ao problema humano do nosso tempo.
______________________ M.LOMBAkDl-. _
oo· Fracasso ao Convite
re
quer
'
nham d+envolvido a l and
es ratéqia, da qual a rna é
uma das peça .Essa gr ia le-
va em con a o« tntre do Es
tado nas suas r la na s e
deve ter em mente d e d a..
intervenção armada .cr • p·ra
afirmar esses ineress s.Essa previsão
deve orientar a doutrina do emprego a a
consequente organização (e cooperação cn
tre as) das Forças Armadas.Deve-se er
em mente, porém, que se faz apelo ao Di
reito e se o privilegia sobr o Poder
nas relações internacionais,não fará sen
tido rejeitar o padrão de defesa colctI
va ou associada.O triunfo do Direi .o so
pro o Poder significa que em última ins
tãnci~ o Estado remete a entidades supra
cionais ou tribunais internacionais a
defesa e garantia de algum de seus íntc
resses.A grande questão na escolha do
padrão de defesa coletiva ou associada é
a subordinação de forças nacionais a um
comando supranacional, quase sempre exer
cido por nacional do Estado preponderan
te na organização supranacional, ou do
Estado a ele subordinado.
. No traçar a grande estratégia, o
diplomata e o militar devem avaliar as
situações para que nenhum deles seja co
locado cm má posição no desempenho de
sua função específica. O diplomata neces
sita saber qual o estado de preparo das
Forças Armadas e o militar deve saber
até que ponto no diplomata irá conduzir
sua ação, e em que linhas,a fim de ele •
militar,poder avaliar qual partido de
açao devera adotar na hipótese de,malo -
grada a negociação, dever empreagr a for
a.Cabe suscitar questão da maior impor=
tancia na relação entre o Estado e as
Forças Armadas: apesar de subordinado ao
chefe de Estado, o chefe militar sempre
deve fazer valer a relevância dos aspec
tos estra~égicos na execução da políticã
externa.So assim o objetivo político dei
xara de flutuar no abstrato e de ser me
ra opção de vontade .Segue-se que o che
fe de Estado(·:! cor.i ele o diplomata) deve
atentar para as realidades estratégicas
sob pena àc comprometer a execução do
plano de guerra na eventualidade de ele
dever ser posto em prática.
RONALDO LUPINACCI.
São Paulo (Ag,Planalto)- Como todos
sabem, a gtevc é,genericamcnte,a paraliza
cão do trabalho pelos empregados desconten
tes com a respectiva situação. Esse des -
contentamento se volta contra a conduta
dos patrões,às vezes contra atos dos gover
nantes,ou cm algumas oportunidades visa a
tingir uns e outros.Poucos atentam porém
para a importãncia da luta de classes, no
contexto d~s revoluções,violentas ou não.
E sobretudo para o papel das greves na
criação da artificial luta de classes. O
descontentamento, se for habitualmente in
suflado e explorado pela agitação e pela
propaganda, pode desestabilizar um País.No
seio de greves,engendradas em meio à dis -
córdia, turbulência e revolta surgem con
dições propícias para a revolução social.
No auge de desordem,forma-se clima favorá
vel ao lançamento de idéias e programas qf
em situação normal,seriam reieitados.A ln -
trodução acima é fundamental p/medir ó alcance do
fracasso da greve geral marcada p/o Último dia 20.
As explicações dos líderes do movimento gre
vista não deixam dúvidas,no sentido de que
os apelos em prol da reforma agrária, de
um confronto com os credores externos, de
eleições diretas .!enquanto mero artifício
para guindar dirigentes sindicais ao Po
der) ,de apoio ao governo comunista da Nica
ragua ,e aos não menos comunistas guerri
lheiros de El Salvador,não sensibilizaram
nossos trabalhadores.Ora, essa recusa maçi
ça de um ponderável setor da opinião pú=
blica em aderir ao canto da sereia dases
querdas ostensivas indica q/pelo menos sob
tal aspecto,os respectivos deslgnios no plano elei
coral (e tambêm naõ eleitoral) podem cõ
meçar a enfrentar obstáculos mais difíceis
de transpor.Mais um sintor.ia inegãvel, de
que.os trabalhadores não são socialistas,
nem revoltosos,constitui novo convite aos
setores responsáveis da Nação para que cum
pram seu dever, e façam-na retornar à or
dem e ao progresso autênticos.Nesse senti
do um amplo e didático esclarecimento dos
setores empresariais sobre os males da es-
tatização,da burocracia, do intervencio -
nismo,vale dizer das mil formas de cercea:-------------------------1
mente de propriedade particular e da li=
vre iniciativa, abrirá caminho a médio ora
zo para alterações bcnfazelas na socieda
de,na estrutura do Estado e no meio polí
tico.
rar de
FORÇAS ARMADAS
COMO INSTRUMENTO
DE POLÍTICA EXTERNA
•t conhecida.a caracterização que o
general de Gaulle fazia no Exército: " O
Exército está a serviço do Estado- com a
condição de que haja um Estado". No Bra
sil, o general Góes Monteiro costumava
dizer que as Forças Armadas são o instru
mento da política externa de um Estado- e
acrescentamos, para fraseando De Gaulle: com
a condição de que haja uma política ex
ternu".- A afirmação é do prof.e jornali
OLiveiros S.Ferreira, que aqui apre -
senta um resumo do trabalho que escreveu
para a revista Política e Est~atéa·a •
e
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J
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parar o relógio
• . •.
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tempo.
I A
7
PÁI A 04
PREFEITURA MUNICIPAL-DE 8. VISTA
Off CIO N· 0305/87 - PROJETO OE LEI N· 011/87
Prezado Senhor Marcelino Cassio Biqlia
Acioly, MD. Presidente da Camara Municipal
de Dela Vista,
Tenho a honra de fazer o envio a esta
Colenda Câmara, do ORÇAMENTO DE 1988, para
aprovaçio, num esforço conjunto mm f vor
do dsenvolvimento do nosso município. Em
bora estejamos passando por período reces
sivo. Com base nesse suporte é que procura
mos nortsar toda a nossa conduta orçamenta
ria, que dentro do esquema de prioridade a
tende as reais necessidades de Bela Vista
" Mensagem
EXCELENTÍSSIMOS SENHORES MEMBkO vo O
DER LEGISl,l'l'IVO,
Cumprindo preceito constitucional, foz
mos chegar às mãos de Vossas Excelências a
pres n f' Mensagem.
Viv mos ainda tempos difíceis, de recur
eos escassos e necessidades crescente. O
esforco que vem sendo desenvolvido através
do governo municipal e de sua equipe de tra
balho no sentido de solucionar os proble -'
mas mais urgentes de nossa comunidade, re
fletem idéia e os anseios da população be
lavistense.
Um esforco constante tem sido feito, no
sentido de ajustar, no plano interno, os
programas do governo para alcançar resulta
dos positivos. A austeridade, o realismo ,
a objetividade, tem estado sempre presente
no nosso espírito, o que tem possibilitado
ao governo municipal bom desempenho.
Novas secretarias fazem parte da nossa
estrutura administrativa, tornando a admi
nistração municipal mais atual, mais ãgil,
e sobretudo, mais eficiente, nesse particu
lar, contamos com a contribuição decisivã
do Poder Legislativo.
Restaurada a credibilidade da adminis -
tração pública, poderemos retomar o desen
volvimento, mercê de obras de infra-estru
tura e estímulo aos setores de produção.
Teremos o progresso, que não será só
crédito do Executivo, mas do governo como
um todo, soma de todos os Poderes.
Com uma nova e saudável relação entre
os Poderes é que se possibilitará um profí
cuo ambiente de trabalho, de justiça e de
segurança suficiente para restaurar, no es
pirito da população, o ânimo e a confiança
sem os quais não haverá progresso, eis que
ele só vem do labor do povo.
Ao lado da contribuição legislativa, e
em razão dela poderemos aprimorar, comple
tamente, a máquina administrativa.
Senhor Presidente, Senhores Vereadores,
na conjuntura atual, entendemos que estí -
mulas devem ser dirigidos e concentrados
no sentido de desenvolvimento e promoção de
nossas potencialidades.
Paralelamente devemos aperfeiçoar os me
canismos administrativos, com destaque pa
ra as áreas de saúde, com a inclusão de a
tividades sociais de inegável importância.
Para tanto, elegemos as metas prioritá
rias municipais, as constantes dos anexos
integrantes desta Proposta Orçamentária,on
de evidencias as codificações "Projetos/A::
tividades", metas e dotações respectivas ,
sintetizados na seguinte forma: •
a)- CMARA MUNICIPAL
Recursos na ordem de cz$ 7.365.400,00
(sete milhões, trezentos e sessenta e cin
co mil e quatrocentos cruzdos) destinados
ao Legislativo Municipal para atendimento
de despesas de custeio e capital.
b)- GABINETE DO PREFEITO
Recursos na ordem de cz$ 4.850.000,00
(quatro milhões, oitocentos e cincoen ta mil
cruzados) para as atividades de coordena -
ção da ação política governamental junto a
todos os segmentos da sociedade, com a fi
nalidade de proporcionar apoio às metas a
serem propostas pelas "Diretrizes da Ação
do Governo" no exercício de 1988.
~ P-romover a divulgação das atividades
do Governo Municipal e o aprimoramento das
formas e procedimentos no setor de comuni
cação social buscando maior aproximação en
tre o governo e a população.
c)- SECRETARIA DE-PLANEJAMENTO
Orçado em cz$ 1.125.000,00 (Hum milhão,
cento e vinte e cinco mil cruzados).
_- Entendemos que o futuro governo deve~
ra adotar o planejamento como método ae ges
tão dos negóçios públicos, desenvolvendÕ
esforços no sentido de efetivã-la sob os
sem onerá-la em suas possibilidades. -
Enquan.o aguardamos a reforma tributa
ria, que nos proporcione au .onomia finan
ceira, é que nos devemos nos ater àquilo
que nos cabe, enquadrado no presente orça
mnento.
Convencido de que Lodos os nossos es -
forços de cada parte, envidados no senti
do de superar dificuldades, beneficiar a
comunidade d•ntro do escopo de bem servir
o nosso município, contamos com a aprova
cão do Orçamento do Município para o pro-
aspectos institucional e instrumental,bus
cando para isso racionalizar a aplicação
de recursos m benefício do desenvolvimen
to sócio-económico do Município e da con
tínua elevação dos níveis de bem-estar de
sua população.
- Dotar o Município de um sistema de
informação para. o planejamento que permi
ta o melhor conhecimento da realidade só
cio-econômica e a formulação de programas
e projetos condizentes com a realidade mu
nicipal; -
- Estabelecer uma política de desenvol
vimento capaz de produzir técnicas inova=
doras e aptas a dar suporte ao desenvolvi
menta econômico e social do município;
- Promover processo contínuo de moder
nização administrativa, a partir da racio
nalização de métodos e procedimentos,· com
vistas à maior eficiência e eficácia da
administração municipal, no interesse da
melhoria da prestação dos serviços pübli
cos à população e do melhor desempenho do
processo de desenvolvimento do Municipio;
- Dotar o Planejamento dos meios neces
sários ao acompanhamento e avaliação dã
programação do governo e dos gastos pübli
cos.
d)- ASSESSORIA JURÍDICA
Cz$ 1.125.000,00 (Hum milhão, cento e
vinte e cinco mil cruzados), visando are
presentação judicial do Município, na de=
fesa de seus direitos e interesses na ã -
rea administrativa, de consultoria juridi
ca dos orgaos da Administração Direta, cÕ
laborando ainda com o prefeito no contra=
leda legalidade dos atos praticados pelo
Poder Executivo.
e)- SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO
Cz$ 17.000.000,00 (Dezessete milhões
de cruzados),· visando direcionar seus es
forcas no sentido de valorizar o servidor
público, procurando dotar a Administração
Municipal de elementos necessários ao seu
melhor desempenho, dando ainda, aos servi
dores, a oportunidade de participarem de
diversos cursos especificos em diferentes
areas.
f)- SECRETARIA DE FAZENDA
Cz$ 11.000.000,00 (Onze milhões de Cru
zados), órgãos encarregados da efetivação
das medidas necessãrias à obtenção de re
cursos financeiros, da administração da
receita, da despesa, da execução orçamen
taria e financeira, do crédito público e
dos procedimentos contábeis deverá condu
zir suas ações para o aprimoramento dos
serviços fazendários procurando dotá - los
de mecanismos financeiros e fiscais compa
t1veis com o ritmo de crescimento do muni
c1p1o.
g)- SECRETARIA DE.DUCAÇÃO, CULTURA E
DESPORTO
Com base nas prioridades detectadas
0
Governo Municipal deverá atuar no seta; e
ducacional no sentido de promover a expan
sao e melhoria do ensino. Procurar, simul
tanearnente, melhorar o nível de atendimen
to do corpo docente, proporcionando maior
dinamismo a Rede Escolar, para torná-la
mais eficiente na consecução dos objeti -
vos para a area.
- Criação e desenvolvimento de mecanis
mos que possibilitem à comunidade detec
tara identidade cultural do Município.
.- Promover o apoio ao desporto amador,
a capacitação de recursos humanos, visan
do a elevação das atividades desportivas.
- Para tanto, foi orçado em CZ$.......
34.450.000,00 (Trinta e quatro milhões
e quatrocentos e cincoenta mil cruzados).
h)- SECRETARIA_DE SAODE E PROMOÇÃO SO
SOCIAL:
ximo no. .
leste nível, aberto ao di.logo, buscan
do alcançar a representação que melhor a
tende aos interesses de nosso povo, para
um futuro promissor, solicitamos a aprova
;ão do Orçamento.
Atenciosamente,
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS
PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA
Orçamentária "
Cz$ 4.830.000,00 (Quatro Milhões, oito
centos e trinta mil cruzados) para garan
tira qualidade dos serviços básicos de
saúde, além disso, adequar e ampliar a Re
de Básica permitindo a população maior a=
cesso aos serviços de saúde do município.
- Promover o controle de doenças redu
tíveis por· saneamento e garantir os requi
sitos higiênico-sanitários imprescindíve
is à defesa da saúde do consumidor no que
concerne a produtos e locais de interesse
da saúde pública.
- Dar prioridade à medicina preventiva;
- Objetivar melhor nível de saúde d
mãe e da criança, através de ações de co
trole de saúde e alimentação;
- Desenvolver, em todo o município, a
tividades de assistência materno-infanti
i)- SECRETARIA DE VIAÇÃO, OBRAS E SER
VIÇOS URBANOS
Cz$ 96.129.600,00 (Noventa e seis m
lhões, cento e vinte e nove mil e seisce
tos cruzados).
- Os trabalhos a serem desenvolvidos
pela SVOSP, devem ser dirigidos, consoan
tes as diretrizes governamentais, princi
palmente para a implantação dê infra- es
trutura necessária ao crescimento econõmi
co = à melhoria do nível de vida da popu
lação. •
- Desenvolver programação composta d
diversos projetos voltados para o escoa
menta da produção das áreas de maior po
tencial produtice com a preocupação cons
tante de oferecer transporte confiável
ao menor custo possível e a integração e
tre as microregiões do Município.
- Construção e reforma para diversas
secretarias do município.
)- SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECO
NOMICO
As diretrizes que nortearão as açõe
desta Secretar'ia, para a Agricultura e P
cuaria, estarão voltadas, sobretudo ara
os pequenos e midios produtores, com vis
tas a elevar-lhes o nível de renda atra -
vis do aumento da produção e da produtivi
dade, com o objetivo de se obter a diver
sificação de culturas.
_- As ações na Indústria e Comércio, se
ra em busca da diversificação da estrutu
ra produtiva municipal, da geração de em
pregos e renda, desenvolverão no sentido
de promover as potencialidades do municí
pio e estimular os investimentos na indú
tria e turismo.
- Para tanto, foi orçado Cz$.........·
2.625.000,00 (Dois milhões, seiscentos
vinte e cinco mil cruzados).
Isto, Senhor Presidente e Senhores Ve
readores, é que pretendemos
Reafirmamos nosso propósito de, espec
almente no plano político continuarmo
abertos ao diálogo e ao entendimento, ca
minha reconhecidamente mais difícil de
percorrer, mas sobejamente mais proveito
so para a gestão dos negócios públicos.
No ensejo,_os nossos votos da mais al
'à consideração, extensivo a todos os se
n ores vereadores.
ABRAAO ARMOA ZACARIAS
PREFEITO MUNICIPAL
LEIA E ASSINE O JORNAL MAIS ANTIGO
DA REGIAO - JORNAL TRIBUNA DA
FRONTEIRA PARA ASSINAR LIGUE
PARA 439-1410
RUA DA REPCBLICA 268-BELA VISTA-MS
de
Re
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'HIA llA 11(,f'fl'.JIA
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Dedé Comércio e Representações
SANCTOS & BRUM LTDA .
iOZA TRN T O , E S. F O D. AGES SEP
6 R O F f R T Il l, SELAR I D
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DEDÉ. CONRCIO E REPRESENTAES DE MIUL SE IM .E-
rlENTOS GRfCúLAS, CEREAIS E IHSU',OS
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AGORA BODO UENA. BONITO, PÓRTO f URTINHO, CAR COL. lA
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JIA LOPES DA LAGUNA E t IOAQUE COTA C0'1 A' MM!
NOVA '?E.SA E COPl:RCIO E REPi<fSDHAÇÕES D REGIÃO•
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COMl:RC I O E REPRESENTAÇÕES L TOA EM BO'. no NA RUA P ILAD REBUÁ IP' 129
FONE: 255-1250
EN JARDIM - RUA VEREADOR ROIIEO DE MEDEIROS 'V" 688 - FOME ; 251 - 1624
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ger o seu veiculo, regular o trtnllto • • convlv6nc:I■dvlllm
da entro mtqulnus e homens. O■lln■ia de lrtnal~ dtmm
quando • predlO pa,w, andar, COl1W; OI lln■il de lrtmltci ■vtsan
quando erists perigo, quando ludo NÚ bom; OI ain■Ja de lrtnllto
existem pana pedKIN • per quem dirige; • diferença entro obdecsr
• n6o o■aln■la de 1rtna1to • ■d/terça entre vtvar ■monw. Nlo
:Sta c:on1- ■alnellzaÇio; • preciso obdcd-la pera continuar v
wo e nAo matat!
MI NOTRAISITO. '1IIIOSVIVB SIIIVIOllllaA!
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+dr+a- -o'ta..W/ TI,TI,TIS
Ao n,1 ·e 1,1' ria pr1.rn ,v<·r·n wn n,,vo
'-' tral tom conta das pessons,pois chega
o momento de dar s maos ao renasci r da
novu vlcl,1. .. 0, j,r·<llnn flc::ur, !loricJoo e
escolas demons rum seu carinho aos alu
nos promovendo even os ' mor: ionan e',
Com entusiasmo e criatividade a
1. <.:e>l l ,10/Qllltl MU!!TINIIO promovc·u (111 (11u
mo sábado p.p;a 2» FESTA DA PRIMAVERA com
1 • 1 el;ão da MISS l'llTM/VfHA B'/.
O evento es eve repleto de apr
·ntaçoes de teatro, danças e dramatiza
çõe que deram um colorido especial a fes
·Li vi clnclc. Nn produc;ão d s cor 011,rof lns ,g;
professoras No mia Nogucira;Crlc>nir: V ra
LÚcin;Célin Fr nçe;CJlca Lino e Ilme Dri
tes. Na participação dos námneros artisti
cos os alunos do Pré-vscolar:2 série ves
pertino,34 sries 5 séries vespertinos
dn Escola Joaquim Murtinho.
üil:R11ffl!#.1 .tID1Jl COC:CURSO
A beleza Juvenil belavistense
foi para a passarela.na abertura do MISS
PRIMAVERA 87 a pr sença do Garoto (a) Pro
»
paganda B87 - Ma!kon e Waldirene. Tambem
na abertura oficial os jovens eleitos PA
ra· representar Bela Vista como Garoto(a)
Jeans 87 - Edson Jorge e Daniele.
CONISSAO JULc.AD RA
Una comissão julpadora seleta
e de 11llc1 n!vc.:l pontou a vencedora do
conouroo que elegeu a arota
da primavera.
Na composição do corpo de ju-
radon: Renato Vargas;Ktia Velasques
Ludgero Augusto Senhorinc;Mareorida Car-
• 1
doso;Rcnato Lopcs;Froilon Cardoso;Maykon
da Sllva;Marcús LÓris entre outros.
L.INDAS GATINHAS
O Concurso contou com a parti
cipação de "lindas" gatinhas que deram o
brilho mágico paro a noite no Joaquim
Murtinho. A torcida ficou super animada,
e com a eleição da mais divertida galera
ficou muito mais ernoeionantc. A melhor e
mais organizada Lorcid_a f'oi a da ESCOLA
GENEROSO PONCE;sendo que a galera da Es
cola JOAQUIM MURT INHO também agitou.
Participaram do MISS PRIMAVERA
87 as· gatinhas: Rosenilda Rodrigues (Es
ter Silva) ;Elaine Martins (Ester Silva);
Elizangela Rodrigues (Ester Silva);Adeli
na Espinosa(Generoso Ponce);Josayne Ri-'
beiro e Adelaine Ramos (Generoso Ponce);
Flávia Fernandes (Vera) ;Edilza Candia é
Andria Rios (Vera Gtiimarães);Leiza Fer
reira Ramos (Castelo Branco); Olga Jane
Amaral (Joaquim Murtinho); Cristiane Sil
va Pereira e Catia Silva (J.Murtinho). _.
No total de 13 lindos broti
nhos fizeram da passarela o palco da be
leza juvenil.
A
Todo evento que reune competi
çao tem que apontar uma vencedora.agrade
ou não agrade à todos a_ função das elei
ções i dar o primeiro lugar aos melhores
e assim· aconteceu no parecer . da éomis
sao julgadora do MISS PRIMAVERA 87.
"Cada ser humano é importante
por isso tentem fazê-lo feliz ... ",tauri
na de olhos castanhos claros,com 15 anos
e representando a Escola ESTER SILVA -
ROSENILDA RODRIGUES foi a vencedora com
151 pontos. Em 2ºlugar ficou ANDRÉA RIOS
da Escola Vera Guimarães Loureiro com um
ponto atrás da lilcolocada (150 pontos).
ELAINE MARTINS ROMEIRO da Es-
De:Frank Para:Sônia
"Eu Le ..UOO t: VOU
p:ri tar pra todo rr.undo
ouvir ... pois n1.ngu::n
=n~ ~diC
De: Adelaine
Para:Félix Hojas
"Sorria para a vlda
pois ela é bela pois
você ·r<lZ part..! dela"
De:RÔ
De:N.M
Para:Oscor
"Mca coração continua
a admira-lo...meu ami •
go do pr:i to!"
Para:Monir
"Adorei ter te come
cido. Esse seu jeito
meigo me cativou.Cari
nhosaente Simone!
11
De:M.N Para:Sergio
Cada dia que passa
te admiro mais e mais
los,no h, 'eófi1o,n.r
"ADORO TODOS OXÊ1.S
De:Amigos(as) Para:Ce
sar Lobo.
'Parabéns pelo seu
anivers-'rio está.
~ ~inho,hoin'
De:Marcelo Para:Vcra
''Sou menino • seu
amnór é o que m e foz
crcsct:r ... "
De: Ubaldino-Para: Vera
Conhect:r você foi a mt..'-
lhor coisa que me aco
teceu. Te gosto muito!!
De:Elton Para:Jucélia
"Não sei se te chamo
de prenda ou de fofi
nha ... por isso te
charro de 'aror' !
11
Para:BaciÚ
"Cuidado com o Lobo
mauuuuuu ! ! t
CENTER NO CENTRO D E
TO PERSONALIZADO POR
BELA. VISTA
GENTE AMIGA:
TELEFONE: 439 - 1022
DESTAQUES DA SEMANA:
• • •SEH PERDÃO = POLICIAL
• NADA E 1 COMUM = COMÉDIA
DESTEMIDO_ '.'S_R." DA GUERRA = AVENTURA
SID E NANCY= DRAMA
LIGUE-SE NA VIDEO MANIA = 439 - 1022
0c
t r«
.1
TODOS CAMINHOS
LEVAM A CiRAMADO
Mutuários versus BNH
Este ano orá em Gramado-RS o 6 Con obedecer variação
reno Brasileiro dos jornais do Interior do salrio mínimo.
Paralelamente acontecerá o 9 Congros- A decisão é do
o Latino Americano dos Jornais do Inte Tribunal Poder..l de
rior, opor unidade em que sera criada a
Recurso, (TFR) dan
Associação Latino Americana dos Jornais
elo <J 1nho de- Ci.lUS'-' o
do Tn f! ri or - /11,l,JOIU. mui ; de mil mutuá -
0 !JUCf'fHJO dr:,l(•,; dois eventos depende--
1
• rion qut> r~ov,.r,un n-
rã exc usivamente do apoio e da participa
-- ções contra o extin
;ão dos coleqas de todo os pontos do pa- to Banco Nacional
s e cln Arnérict1 La in,1, por isto é impor-
da Habi ação incor-
tante que desde já cada companheiro da om
P
rc::Jn do lnt<'rior prepare-se para particj porado pcl.:i caixn E
conómica Federal.
pnr don evcnton c•rn Novembro próximo. Gra:: A decinão é rcfe
mado, a cidade sede dos Congressos é co - r n e aos contratos
nhccidu por suas belezas naturais, sendo firmados antes de
o principal pólo urí:; ·.lco do serra gaú -
• 1984 - a partirdes
cha. Ln o urista poderá além doe apreciar a ta da ta [oi cri.adÕ
paieog•m e nrquitelurn, visitar ar-
LcbonalvH de 15, Lnpoçaria e madeira, bem
O
Plano de Equiva -
léncia Salarial - e
corno os div rons lojar; d• chocolater; ca -
beneficiará cerca
seiros, com seus irresistíveis fondues e de setecentos mil
car·s ao estilo colonial.
mutuários, cm todo
Palcstrns de grande relevãncin serão o
o Pais, ue a par -
ponto alto da parto técnica dos congres-.-J,.,:;:...:;.:;!.!.:~~::.;:...:;:..J;:;~-.l...-------------------------------""'."'t
IFORRE SUAI ECASA
lar sobre dingramação; dos Estados Uni -
dos teremos palestrantes que desenvolve
rá um trabalho sobre circulação e princi
palmente a área da distribuição do jor =
nal e a nível de América Latina contare
mos com a presença do presidente dn SIP
Sociedad Inter-Americana de Prensa. a e A ' • J á T . '
Não bastasse isso, teremos também 'a e r a m I e a I
II Exposição de Materiais e Equipamentos • . .
para jornais, num recorde de empresas
participantes.
Tudo isso no Hotel Serrano, que está
sendo preparado com muito carinho para
receber aos companheiros do Brasil e da
América Latina inteira.
'Jrcl 'J
n Ju
alter
cor:tr
O ot- j,
co er
T II l:l l' (
IWA
TUBON • f ABRICA OE TUBOS L TOA.
G r:
F [ s
s
255- 1205 ,
O • '- R
IJ76.
B O r..i I r
.:.t/lTO Cll s 5 U L
F abrlca Lnje-pré para Forro de Casa, Tijolos 8 Furos, Tijolos Laminado5 para
à Vista, Lajotas para Plico, Tijolos Maciços, Telhas
Rua José Lemes Bugre, s/n Cep
rone. (067) 439-1329 Bela Vista
Pared
79.26C
MS
-LUSO-
.Cómer·cial
Divisão de Móveis
Por Atacado·
Fone: 251-1055 • ~
(JARDIM)
íl
= -
ATH!CÃO
r
PROPRIETÁRIOS DE LOJAS DA f1EGIÃO
]
J(_ AGORA FICOU BEí-1 HAIS FAC !L.
! ~ CÕMPRE: MESAS. CADEIRAS.ARMARIOS. CAMAS.BELICHES.GUARDA
) TITI VO.
~ MÓVEIS DE RARA QUALIDADE E BOM GOSTO. -
A COMPRA QUE VOCE
ADMIRADOR,"
ROUPAS.ETC. POR Uil PREÇO
TEMOS TUDO PARA PRONTA ENTREGA.
PODE GANHAR MAIS, ATENDER MELHOR E F/ZER DE CADA
,
CLIENTE UM
--
19 CURSO DE EOUIM
E modelo foto -
gráfico na city será
ministrado por Fal
cão e Berto. A dura
cão será de 45 di s
e t,rã: Noção d Tea
tro,Maquiaqens,Técni
cas de passarela
descontração e pro
qramação visual. o
curso será para adul
ton in(antil.Inl ::
cio a partir do dia
14/10/87.
NO DIJ 03 pp.
A gatinha Sil -
via Azevedo comemo -
rou com muitos ami
guinhos seu 7o ani
nho.
OS PAPAIS
Reinaldo e Mai
sa receberam os con=
vidados de Silvia
'com deliciosos salga
dinhos refrigerantes
gostoso bolo e do
ces. •
1.
1
Pile ohow
do Casino de Sevi -
lha dia 12(equnda
feira no Grmlo P
iro Rufino.Traje E
porte Pino,Reservas
de mesa pelos Fones
439-- 1339 0 43 -1476.
FELICIDADES
Mil pela data,
é o que lhe deseja
mos,Tá Silvia?
TAMBÉM
No dia 3 feste·
jou mais um ano de
vida a gata Eloise
,filha do casal So
nia-Nélio Diório.
ENTRE
Gostosos salgadi
nhos,cachorro quente
. e refrigerantes,con
vidados agitavam ao
som de animadas músi
casl • -
BOLOS,DOCINHOS
E saquinhos sur -
presa fizeram· a ale
gria da petizada
que foi toda captada
pela filmadora do Nê
lio, -
E que essa ale
qria de viver etam
pada em seu some
lhant, lhe acompa -
nhe sempre!
Promovido pela
Pronav dia 2 pp. no
Clube Belavistense
foi sucesso!
AS ROUPAS
Foi da Boutiqu
de Léa e Hilda Ma -
ria Borq s.
O SHOW FOI
Dado pelos ga
tos e gatinhas que
exibiram lindos e
modernos Trajos. Os
"manequins" desfila
ram pela passarela
com muito charme e
descontração ao som
de animadas músicas.
O DESFILE
Foi encerrado
com danças, muitos
balões e muitos
aplausos!
DELICIOSOS
Salgadinhos,bis
coitos e bombons fo
ram postos a venda
pela Pronav.Para
bens pelo sucesso
alcançado!
E O CONCURSO
Miss Primavera/
87 realizado na Esc.
Dr. Joaquim .Murtinho
foi coroado de êxi
tos lindas candida -
tas. Concorreram ao
título em nome das
Escolas da cidade .
Saiu vencedora a can
didata da Esc.Ester
Silva a jovem Rose -
nilda Rodrigues.Para
béns pela vitória! -
CHÃ E BINGO
Da Casa da Amiza
de será dia 08,qui?
ta feira no Clube B
lavistense com iní =
cio ãs 17: 30 hs.
Não percam!
São ofer a dos
produtos de beleza
da Linha Pierr Ale
xander .Não deixe de
comparecer. J!avor;i
também um Stander c/
os produtos a vendai
ORAÇÃO AO DIVINO ES
IRro SNTO.
Espírito Santo
você que me esclare
ce tudo, que ilumi
na todos os meus ca
minhos, para que eu
atinja o meu ideal ,
você que me dá o
dom divino de per
doar e de esquecer o
mal que me fazem e
que em todos os ins
tantes de minha vida
está comigo eu quero
neste curto diálogo
agradecer-lhe por tu
do e confirmar mais
uma vez que eu nunca
quero me separar de
você por maior que
seja a ilusão mate -
rial não será o mi
nimo de vontade que
sinto de um dia es -
tar com você e todos
os meus irmãos na
Glória Perpétua.Obri
gado.
FERMINA MIRANDA
DE MELO.
MOSICA DE DESPEDIDA
Abotoa essa boca,a
botoa; Fica nessa,fi
ca numa boa. -
Meta na cara tua
máscara à prova de
bala.E se tentarem
arrancá-la com per -
guntas idiotas.Você
pode sumir ...
Por trás de teus
olhos de paranóia.
Faça tua cara mais
valente e caia na
estrada como se(fos
se para sempre) . se=
gure essa careta de
brucado na birita e
toque pra(frente).
Entre essa gente bo
nita que gargalha -
no meio da (gente).
Você pode su
mir ...
Por triis desses
olhos de pedra.
Você entrou naque
la de fama, fortu
na e glória.
Agora você se dos
controla numa nu -
vem de álcool e
ninguém (dá bola)
O sonho lá em ci
acabou sendo a= ma
penas uma rima.
Você pode sumir,
sumir, sum.:.r ...
Por trás desses
(undos olhos escu-
ros.
(LETRA DE PARANOID
EYES/PINK FLOYD, E
TRADUZIDA PELO CE
SlR PARA TODOS SÔ
MENTE LEREM ... )
PENSAMENTOS DA SEMA
NA.
NÃO TENHO PAI
saudade de você.
Não entendo porque o
destino foi tão in
grato.
Levou-o e não
permitiu,que .
Você·deíxasse pelo
menos o endereço ...
CREMILDO VIAL.
(Ouro Preto do Oes
te- RO).
CIDADES MORTAS
Como são tristes·
estas cidades'!
Constituídas de fer
ro e cimento.
Não têm vidas, não
têm verdes,
Nada além de concre-
PAI. ..
Sou triste porque e
xiste a distância;
A distância me ma
chuca porque existe
a saudade;
A saudade 'é insupor-1-------------"------------t
tável porque existe
você . •
Você me faz cho
rar,sofrer,' porque
não está aqui. .
E,o pior de tu
do,é que não tenho
esperanças de jamais
vã-lo.
O único lugar que
ainda o procuro é
na imensidão do
azul do Céu.
Mas, que tristeza!
Nem lá,porém, eu
o vejo.
Não 1 ..• Não O ve
jo em .carne, .
Mas o vejo em lem
brancas;
Não o tenho para a
braçar,
Mas o abraço em
pensamento,
Não posso tê-lo para
tocar,eu sei ...
Mas está sempre pre
sente,tocando meu co
ração.
Pai, eu o amo.
Não aauento·mais a
to.
Como são tris -
tes estas cidades!
Cheias de ruídos ~
fumaças;
Mendigos famintos pe
las calçadas;
Homens embriagados
pela cachaça.
Como são tristes
estas cidades!
Que não têm seres
humanos,
E sim máquinas auto
mãticas, robô andan
tos.
Como memórias, mas
não são pensantes.
Como são tris -
tes estas cidades!
Há muito tempo es -
tão mortas.
o verde e paz foram
destruídos;
Para a vida fe
charam-se as por -
tas.
JOSt GERALDO
MAGNO ASSIS.
(Coronel Fabriciano
MG.)
i
a..,,, 0=íl=0==
0
0==0~0 ~
- . _ O recanto ,
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