• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVII_Nº914_20_08_1988

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TRIBUNA DA
ANO: XVII
- •. ,1),j( .J': ! l.lO 1•
Edson quer mude
I
. ._., a_·nto, ::1.111 r 1 plen:c.!!_
to das ,1 e i"l l d.:,te,. i ndus­
triais e comerciais; uma
pecuária vibrante e uma
,lt,!r1cultur,1 pr()grcs!->!•,tJ
e.orno ':'r< t.1:-i priori ltÍrL1s,
'for 1t:c.; l!tltl.'nclc que ·) se­
tor de assistência soci­
.,l dev~ ser rcdinensiun~
do, ou seja, o povo bela
vi.-..ten ... e n,lo é pt:!<lint,~ -;
é um povotrah3lh3dor, lu
ta coc.1 diflculdndcs, pr;
'- i sa apenas de maiores g
Jh1rtun id.idt.!S. Prcc io.;.t de
empregos e melhores sali
rios .
O povo, hojL', est,i c.1~
sado de palavreado, de
discursos, de pro:nessas,
o povo quer :10 poder 1:0-
E!S DE AÇÃO, homens que
provaram na prática suas
qualidades de administra
dores, mais FAZEDORES
~~nos oradores, o povo
brasileiro cst~ can~ndo
de ouvir palavras vaz1as
.: se:-i"'contcúdo.
Edson Moraes provou ,
no decorrer destes an10s,
a sua imensa capacidade
de ~rabalho, realizou vJ
riJs exposiç~es, divcr -
sos leilÕ~s. construiu~
codcrna sede do Sindica­
to Rural. E o ma!s i:por
' tante, todos os anos, e:
-'------~~-------~-----=~ Jt'l.liO, durnn te a EXPOBEL
O CAXDIDATO À PREFEITO }ll'l(lCIPAL EDSO ORAES PELA COLIGAÇÃO D,S O?OSIÇÕES E O VICE DR. FERNANDO DE centenas de belavisti:,n _
íRElT,S ELIAS.
SL.'S ,.:..:iriha:u ur:: novo a lento
com epregos gerados pe­
la exposição.
Isto o bt!lavistensc re
conhece - co~ Edson ~or~
es e Fernando de Freitas
Elias na Prefeitura Muni
cipal, a nossa cidade r;
nascer:i. O i:,es::1O clima vi
vido durante a Expobel 7
Bela Vista ter:i o ano to
edo.
E é isto que precisa­
mos, de agilização, de c:a
is empregos, de ge:1 te t rã
balhando e ganhando dig­
namente o seu sustento.
Edson já arrancou, e
não é de hoje, o belavis
tense sabe reconheceC
quem trabalha. XÕs preci­
samos de pessoas que
" oderniza,ão de Be
la Vista é imperativo pa
ra se implantar aqui ·a
possibilidade dt' uma vi­
Ca celhor para todos. Pre
cisa::ms .:iP,il iza':" o nossÕ
com~rcio, indústria e o
turismo. Preçisamos for
taleccr a atividade a­
gropecu:Íria e transfor­
mar a nossa cidade num
amplo polo de desenvol-
''Tudo é questão de mentalidaden
Afirma Gabino
Para o C3ndidato·a ve
reador, Gabino Lourei:-,·
Cabinio,do PFL., militar
da reserva e produtor ru
ra1, "o problemc. de Belã
Vista. hoje, ê ap~nas
questão de mentalida~ .
~ Prec lso PENSAR GRADE.
osso povo não aceita a
"
0
1 ( t ic.:i do s;,1co lãa, da
·:
1
1J~1 -:''TI ter:,pos de elei­
ocs, :anJso povo quer as
Slstência soe ia l o ano t
do, não quer esmolas -
uer trabalhar, ganhar
salários dignos e· ter con
<lições de criar os seus
f ilhos
11
• i
Para Gabino, "a elei- '
,ao de Edson Moracs é cer GABI!O LOVRElRO GABIXlO
ta e garantida, Bela Vis
ta precisa de uma nova
~ntalidade; precisa de
·•
0
--. .. ns que acreditam no
;rogresso. em homens que
tncnrem a vi<l~ com oti -
iso, de homens que es­
ao na política p:uo ser
vir - -
d e nao p.1r.1 t r;:impo l im
• suas ambições pcsso -
;;.ls
11

"Tudo é quêstào de men
taJidnd-, - afim;, - ã
a
nd
e±a de Bel± Vista ,
~o "if!u povo~ ,:io pode: ser
vimcnto n.1 fronteiLt"- !!S
·sas são dec l:tr,11,Õcs de Ed
son Medeiros de !'orae
candidato a Prefeito ~tu:ii
cipal pela uniiio d:ts opo­
sições PTB/PFL e PDT.
.,um .. l prv11 ... .1~ao <ln Liga
Esport;va Bel3vlstense ,
o Taveirõpolis, tine pro
fissional de Ca□po Gran=
de, estar:i jogando con -
tr3 a Seleçâ_o de Bela Vis
ta·no prõxi~o dia 4, no
Est:Ídio Municipal Octá -
V io Fon coura.
vilipendiada, devemos RES
PEITAR o povo, reconhe •
ccr que a situação está
difícil para todos, para
o rico, para o mêdio e
para o pobre. A filoso -
fia de Edson noraes se
co.1duna com a minha, é a
filosofin da prosperida­
de para todos, e isto só
será obtido com a dina!
zação da administração
municipal. que deve ntu­
ar em todos os setores',
FinalizJndo. GABTKO
LOCREIRO GABlXIO, lança
um BRADO OE ALERTA ao p~
vo de Bela Vista:
"Precisamos de hor::iens
empreendedores, necessá­
rio. se (az neste momento
de extreáa gravidade, e­
leger para Prefeito u□
PROM.
faleceu dia 18, de ma
drugada, vítima de aet
dente autornobilístlco
na rodovia Miranda-Aqui­
dnunnn, o Secrctnrio dê.
Meio Ambiente de MS, Dr.
HARRY ,.'IORTN COST..
O cnrro em que o
cretirio viajava se
cou cor1 u1:t caminh:io
deiro.
Se -
cho
boia

a
Fdson entende que a
0derni:ação de :ela Vis
ta t.: f:1tor t:SScncL:11 P!!
ra o seu progresso.
endo na Saúde, Edu­
cação, Urbanização, Sa
liO~trn DE AÇÃO, e para 'E
READORES pessoas RESPO
SÃVElS e que pensem nn
Bela Vista de a~anhâ, fru
to do trabalho dos que h
j e atuam na conun idade. É
a esta reflex~o que con -
c bmo a todos .
Na preliminar joga -
rão a equipe juvenil de
Dela Vista contra a se­
leção Bella Vista - Pa
raguai.
Vamos prestigiar o
nosso futebol. Compare­
ça ao Estádio Octâvio
Fontoura.
NOTA DE FALECIMENTO
Harry Amorim Costa
foi o primeiro Governa­
dor de Mato Grosso do
Sul.
O seu corpo [oi vela
do nn Assembl.;ia Legis=
lnt iv.1.
f uma grande perda
para o nosso Estado. o
falecimento de E-Depu­
tado Federal por MS.
!AR: e 7-$: ,tJ,0
ela Vista
construas que acredi­
tem na força clll tr ,bilho
e que acreditem, acima
de tudo, em Eela Vi:,tr1.
'recisamos de um Pre
feito e de vcn•,1dnn·-;:­
com capacidade e baga -
em de ir até os pol[ti
cos da área estadual e
federal e cxirtr Rc!ho­
rl ,,, para llc!J Vist,>.
1
1;t,rr:o~ órf.ios.
~.io c011 •1c>;u imos o ns
falto para Jardim.
Faltou FOl(Ç, POt.fTI­
CA.
Agê nc l.1
Regional de Ensino.
FALTO; roHc;, PCJl rn -
C,.
Não conseguimos cons
truir a Rodoviária.
No temos sequer um
Matadouro Municipal.
As 0 quadras de as­
falto na cidade ficou
so na pro7essa.
Co:ílO votar nur:, cnndi
dato deste Gn"t:rno, se:
llela Vista ficou a ~ar­
e do pro esso desen­
volvienti ta"
Fir7;,,1s Ít.::ch,1:-7: StWS
portas. Er:prezados sao
despedidos.
a dura realidade .
Precisa~os =udnr esse
quadro. E :udaremos no
dia 15 de nove:bro, po­
is os helavistenscs sa­
be;-:" que vivc:1osu:.1::!or.1cn
to cruciante, ou adota=
:os n polític, de obras
de geração de empregos,
de otimismo e de crença
no futuro, ou ficarecos
à espE:ra do progresso
enquanto ele iã chegou
e~ outras localidades.
BELA 'ISTA XÀO
n . .us ESPERAR ...
Qt:ER
BELA 'ISTA EXIGE !A
AD~I!ISTRAÇÃO ~!UNICIPAL
HO>!EXS QUE ?ROVARA.'i A
St:A CAPAJ:IDADE OE"TRABA
LHO NA ?R.~TICA. -
PRECISA}!QS DE CONS -
TRUTORES, UM BASTA AOS
QUE SÔ PRO:-!ETEM.
REU:--IÀO DA AD.IORI EM DOURADOS
:--estes dias 19 e 20 estará.sendo ~ealizado na
cidade de Dourados reunião da Associação de Dire­
tores de Jornais do Interior. Dia 20 també~ esta­
rá acontecendo a segunda noite dourada numa promo
ção do Jornal Gazeta Popular, sob a direção do
jornalista Dorival Quintana, a promoção contará
1----------------------------~ co~ a presença do cantor Aguinaldo Timóteo .
CO~l!CIOS POL!TICOS ACO!TECERÃO EM BREVE!
Dentro de poucos dias ter3o início os co~Ícios
políticos em Bela Vista. Espera-se com ansiedade
os comícios dos integrantes do partido do Governo.
Nuito ente pergunto. o que eles ir5o falar para
o povo, principalmente nqui que não fizeram nada,
mentir?
ºEJA 1:-IFOR~fE TF, POR 1'1'<LDINO RODRIGUES. N,>, "Á-
GI 05. •
Professores desmentem
Governo do Estado
LEIA 1'. P.G1KA 08.
)
-
s
li 1

! LJ A , 1 ; 1
f ditai de Citação com prazn
de vinte dias (Resumido)
Neta de Esclarecime t
iro,ouz ae vil
u Dout or ao P l ! • i
to em, Sub Itulç4o Leal da Comarca d Be-
1 tt V1 ta Est nclo d 't o Gro:o do Sul, no
lo r'r.l 1 <1 , 1 t i ' ' t , ••
1 Ed l ·'1 V 1 -
f•AZ ',/Ili· i< ,o:, fjlJI () f>l'"''••fl ,.
r, m 011 rJc l•· •·c,nll•, ln ••nlo l iv1•1·• m, exp1i J ido
!() 1
utn· n 1·111/H!I c!t ~;uprJm0n o Judir:J·1l
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lc1. c·u
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: ·nt ! ·" r.lc,, r· qurjda por' M/HT/ TE.-
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'// ,oll/./ ('üHi<f.'./ r;ontru M')fl~L/H !!~''/ ~OR -
{RÊA, em trmi te por e tr• J•1lzo •' CarLorio
J11ti1rJ;tl ,flll' 1 J11 Ul'U r:un,pr•inH'fl O (' (1 (•!ldl'n-
dn 'll)f; Hi'IÍ,, que dos autos consta,pelo prc•­
ente EdI 1 :, 1 que G ·rá a i x ·:ido n:i sede df'!"-
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11111 L<':1 lo n·, fornw da J e i, n,
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; .. ,1, dv r-,O[ICL/H HOSA
coRRA, bra ileiro, asado,sem profissão de
finda,rid nt.c..• vm lugnc inr:Pt'lo l' n·,o □ê..i
.bido,pnr·a,qu,•r1•ndo,no pra✓.o de: d<•z dlas lm
pupnar o pedido da rcqul.'rvnlv bvm como a
l
!MTlM/ÇÃO do ílll'SlllO do despacho do MM. Jul z
dl' Di r.:i Lo d,:sta Comnrr:a exarado as I ls.
02 do teor seguinte: D. R. /, Ci LC-Sl! o requeg
rido pe>r cclit.al para,quen·ndo,im~ur,na1· o

pedido
0m ct.:z dias,bcm r:omo passiveis in -
Lcrcssados L,•ndo o edi Lu l " prazo de vin-
1 ~ ' - i
!Lc di:,s.ApÓs, r:om ou sem lmpugn;;içao,r:crL -

fique-se 0 ~uça-sc o MP,qela Vista, 08/08/
88 (a) Dr. José Paulo Cinoti Juiz de Direi
to. E para que ningu~m alegu0 ignor5nr:la e
r:heguc ao r:onhcr: imeno dos inter-essaào~
foi C'xpedido
O
pr-C'sente edital que sera a- to de acordo com o divulp a:io n<l T' !.or,•cié:.
fixado no lugar de r:ostume e publir:ado na e o nosso vencimento real?
forma da lei. Dado e p;;issado nesta r:idadC'
e Comarr;;i de Bcl;;i Vista,Estado de Mato
Gros~o do Sul, aos dez dias domes de Ago~
't
O
do ano de mil nover:,•ntos oi tenta e oi -

Lo. Eu --------(Petronio Leão) Esr:rcventc
Judir:ial,o datilografei: Eu---------(Pedr·o O 1oi Regimento de Cavala:--i,, f,:,-~ ·.i;· -
vergilio da Silva) Esr:rivào o conferi e do -Regimento Antonio João. comunica' • ')
suhsr:rcvo). DR.JOSf. PAULO C1i'10rI -Juiz de Dir•.-i- pul::ição em geral que, o r:urso ",!'Cú:•," .éu­
r:iedade de Preparação pr!r.> Curso) rii!'Jpic10
-------------------; pelo Professor Geraldo Assis de Medi -
ros, r:om sede na r.iàadc• ele· R:·:1si
1
l ,­
DF, nao possui aval e ne:c foi ::--·~.,­
mendado pelo Minint~::-io do Ex~rr.1'0
nao te:ndo pois nenhum vi:v:ulo r.o-,
Unidades Militares dei at'.:a,
r, (
do
r•·• 'l '/
P· oc .. :
oler s dif r
y 1
- cale w.a
Dr. Sidney Nunes Leite
Dr. Oder Bozzano Rosa
Dr~ Roner Loubet da Rosa
e 11llf! CI. '7'!;>1
• t_o.
oral frita ta Froiei­
ra, ara assinar iije:
43%-141
•!) M11í'i::;L11·io: (fo-:ri ·)- 2Í'..
b ) Cu L t, ~ pc r- j Q 1 : ( ,. l • r t) - • ,' . ••
Lir;, r:1a ur .. C rta.
.) Curso Superior LIoencit1r Pler
m,,t;) Cz$ 3 .384,• l
d) Curso Superior nio lh!Jtl1: dr
de d1• D1r1•i o -Rairrun:Ju) (',<' ll.'l
salariais sim +55·utar a tut r
nossos dit·cit.os Jri adqull'idor.Di: tl'r,
tt'S r:onqulstados npos 10 ;mo:; d•_ 1u•.,,r l'
uprovação do I::o t ·ltu o n:, Ass,•rnb l L t. -
!ativo., no dia 05 de eh z,•rr.br0 !• 1°8/
que possou a vigor-.ir a partir do dia I
abril do r:orrcntv àno.
Outrossim, quc1·c•mos c•srlcu·,rc•,· 'l'"· n.
vencimentos do magistério foram conpelado:
r:om base' no mês de julho e n:> o rm n.·':'. cc
agosto r;omo foi divulgado na ~elvvi:·;,Q,l r r
sinal não rer:ebemos aind:-i ,. n,o t,·::,•)::; r.•· -
nhuma previsão para rcr.cber-.
Onde estará a diferença
ESC
EDSON GONST
TEN CEL CAV CMT DO 102 RC MEC.
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"·r••lr•• ,1,, 1'17 )
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. 1'IS 'ENRIQUE ,CORRA E IM'D!NO R9.
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G;;ão AO1STRAC E PARO"T CRKFICO:Rua r.., '•• ,
H4a,56. Caia Postal--23-0N3;(067) 439-1410-
le Própria.Por! tro no Cartório de Títulos e Doo -
vento +' 35.
-- F.1.1"CI À ,
1).Jll'll E ,ll>lfllORl
I''; SE.'u'!,i_10 íJA lrlll•. llf.1./1'ISTl'.ISI' DE JORNAIS.
r.G.r-~v- 15.511.!0]/0001-59- LNSCP .. 5T. ~s.21q,
PRES NIES
±AVC EM GA DANAPOS, COURO, PLÁS-
••• r•" .,.., Cll''/r1··--·· ·••ncT>,,•C '""'-1
• f;· " E . vr-o. a
.,C.,!11 .z,- .. L•,.) PHL.:>l' .. ,1::.S.
PLi T;: PERS-
NALI 7T: !õ'j/, PPO!'r,-1
Gt'.:'D . .; r:A 'TY!..G
p p ESSiiTES
fOr!E:: 439-lO::é
5= VIS7A -ES
IITENÇÃO ENHORE EM RESIÍRID
LIGUND, BELII VISTA, CIIIIICOL,
GUIA LOPE 08
INHO E BONITO.
COLÉGIOS,CARTÕRIOS,PEQUENAS.MÉD'WS E GRANDES EMPREStrS,
PROFISSIONAIS LIBERAIS (M~DlCOS.DENTISTAS.ETC),
:ENCOi"1ENDEM OS SEUS IMPRESSOS NA DIVISÃO GRÁFICA DESTE ,JORNALCGPÂFIC/ E EDIT0'1A
APA) -Tr/BALHAMOS OBEDECEfl!Do RIGORvSM
1ENTE / TABELA nO SINDICATO DAS lNDÚSTPl/S
·GRÁFICAS,
TEMOS UM/ MODERílA MAQUINA IMPRESSORA noFF SETTn -CATO - COM CAPACIDADE PAPA
10.000 iMPRESS6Es- HORA,
É A O N I C A 1 A R E 6 I Ã O
l I P 0 GR Â F I C O S S E R V I C O S E O F F S E T T
TEMOS REPPESENT~NTES EM TOD/S AS CIDADES DA REGlAO,E SO PROCURAR A SEDE
UM DOS JORNAIS DA R~E BELAVISTENSE EM SU/ CIDADE,
S+!ORES CMP!DTOS AGOA V0CE NAO PRECISA 1R A CAi'iPO GnM:Dê PAPA FA
OS SEUS FOLHETOS, SANTINHOS,C/RTAZES, ETC, E
DF
'
ME/1
i às coar.AREMOS us SEUS sERVl~os RIGOROSAMIENTE
V E H H A e o N o s e o
NA
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+leradr e
: Corden
" rària,
c.nista
• As m­
"s,cs ca
s dos m,
PAGAíl MAIS. se
T/BELA COMEílC!AL,
POFOUE E POL JT l CA,
-EM· BON lTO (FALAR COM ÜUCES TRELH/- JORNAL DE - BoN iT_O) - EM PORTO (·iURT 1 :HO (F,'LM
COi• i'AüH
No?
AZEVEDO -TR!BUNA .:.:
T!NHENSE) EM ANTOr!I O JOÃO ( F/LAR COM NENA, JORNAL DE A ITQNIO 'oi o)- EN ...
1,RD IM (F Altº
COM ...
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0Ã o PE RE r RA -Cor.FEIO
' JAP.I>INENSE) En CARACOL (T.RIBUNA DE .CARACOL ( FALAR CM CÍCERO) E EM BELA VI STA
439-1410.
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• si]
4 STYL
IL
ta promoçao e presentação deste
Colwilstn , um do:; <Vl'í1LO:.; múi~; b,rbltdo:.:; q/
a Princesa do Apa presenciou no sabado pp
no G~mío l'edr-o Rurlno
• Produção do cnario e cororafis do Colu­
nista Sor.ial do Jornnl. du P"<;u:,!'i ;J ,, Jr,l'ir:ul lura,
MARCO LÓHlS
• J mqui agm dos participnt ,s <lo Conr:urso a
r..:;rgo da Sr» Zulema Loubet da Rosa com Os produ­
tos da Margarvth Ihurly
• O corpo de jur:dos de alto nivel,conseguindo
ºª
ro.
Cl:.c;:.;if'i
1•aç?io fin,l Em 1" lug r ficou M'+y
kon da Silv, e Hosenild a Rodrigues ; na 2' colo
r.,.ç(Ío Leiz Ferreirae Josó unto ; coa o 3% lu
r fIOa Mire Godoy Dnil Gr·s ; G 110Lo Sim-
patia, co Antônio G.nota 'irpt!a,'von a
r:ontentar a gregos e trines,na foto o i!!':"'t o r:l:?_
se da Canissno Julgédora : Fl:Ívio 'i~s•,n:1. - Garoto
Jeans do Grêmio Er.•.·rsul ; Djalma Loubct da Rosa ;
Alexmdre Bilo - Coluni.s':a Sor:i:il d,' C·,rpo Gr:ndc
e Cooroenédor do Evento :i niv,·l Est:d..i"l ; Ancli­
se Faria Ctnha -- Miss 1-!S 83 e Marilmc Femmdes
Colunista Sor.ial da Tribu:1::i de: Cara-:ol
• As mminas uso.ra:n roupffi de i-'.:.u-ilmc Fcman­
des,os <:alçados dos Candidct:os(as) além déS rou­
pas dos mminos foran d.:,. Status Cálçédos
• No "r.lir:k" a<:inn o Pr· idmt:e do Grêmio Pedro
!lut'tno - Diomedcs S=dL11 de Ávila cntrq!a à Rose-
11.!lcta Rodrigues o. . la .a de 10 r,olor.a:la
• Os p rtir:ip.:inL do concurso fora:
~!za Ferreira Ramos , ir-1 lY Ror.ro , Olga !rala ,
:~etc Semna , Meirc Go:ioy , Rosenild:i Rodrigues
"ºae Augusto Souza, !-ley.· n da Silva , johny Villal
"- ,.__ . --
~-:."" f.lnttos . Paulo Scrgio , r-· .o Antonio , Jn-
ir Garcia,Regina Duarte, Frcisa Aura M eco ,
e Va."ld_rléia i-!edi..a
• r:o "fl.:grâ' c.~i-:~ u::;v J.",d,;rt.s do Cor,,;urso
e Bela Viga
Pr(mi a;:ão : O r.asal. vcnr.eào!' rcr:cbeu pla-:as
ce 12 lug.:c,CzS 10 r.ül <:rJza:ios do-x!os pelo 111i r
Loureiro,além de "una carta autorização" que pcnni
tirá aos vencedores una melhor preparação na CCRFÕ
RE JCADEi-lIA sem Ô:.us algu11 p/ eles -
O .-:asal que fir.ou cm 2
2 lug.:,r rcr.cbeu pla-
r.as P= la r;olo-: a:;ão e o r.asal qu-2 fi <nu r.o 33 r::_
r.ebeu r.ano prer.io produtos da Pierre Alg
xa.cer doacos pela Sr~ A.rmmd a Florentino Cavalhei
ro Ainda em ter.:po, vale registrar que as placs p
os venr, a:lor es for an doadas pc la TRIBUNA DA rRONTi':I
RA e P= lo Dr RO~E.'1 I.DlB 2:' DA ROSA
Ratifir.ams os nossos .;gradc:i::êntos à tocbs
que nos a;:ioiaran e inr:entivaram para que a promo-­
çao do Concurso Garoto(a) jeêl1S 63 ée nela Vista,
a-;onter.essc !
4« t 4
. .
: Fotos p/ esta Coluna: ANTÔNIO CARLOS - ffiV .
4ta 4 t 4 4 d * .......
• ATRAÇCES DA NOITE
Por r.onquistarem os
aplausos do pÚblir.o pr~
sente no Gremio , eles
rer.ebem o d cs taque e :;p ~
r.ial da noite, ou seja,
as atrações da roi te f2:_
r.ou para o desfile da
moda '
1
jca'1.S'
1
<:orn a par­
tir.ipação dos m;ncr.as .:
Hosile-ie , Flávia e Ma­
ga.li Godoy - Hiss.C~­
r.ol 88
no ,o "mudinho",o "parguayo",o "pr'inh " c a
1 damnata" aprovd ..... ra par rrtr t.U'­
V,r rJo 1ntwior· d,., Clube,:.;,•;._, r.i'llç;xJor, All !'
doi:; c ntos,aval l :uo., Cz$ 4 mil cruz do '
;uoste<s quenosfora emprestais pela St
Calçados Porém,a sorte no estava do l io do
noras delinquntes,pois cons uir rouperar doi
pres decalçzos intatcs dpois com os pqunos
ddinqunts que haviaesondido atrás do clube; '
Policia Militar atada, ao meu chanab e os polii
ais r-:....1 i'. •. !; B ,1~.?"1:"' '//·!.1 l'H ,. CAC.RES rruprra
aindanamsmanoite utr par Ao t&ris
Oco foi ntrmnue,à Polic!a Civil e o In:;e
torCHERRC cneuiu rrup·rar outro pur de tC­
niscam o "ruditho'
e rl·l•.g:co c~:-:m rrn:---.:,t, De. FPI/..!:: :.::; ) ::,«liu
,~d'orçospa·<.!qu•_ 5'· r.:h•.f-~ .. c. · r;orr: un r,....:ul· :.do r>­
sitivo '.lO firnl Jc•::;:, .. cco,at hoje,qun.do e 'ou
rdiindo minha Coluna (11hd 5» fdr : _· lt ·'lln
upen1E Ser ouvido pla D? local um dos:rres qu
ainJ anohvia caparrido pra prestardqoimn-
o • .., po s:c!'ior::i u,t <: d 0✓01 v, ·:- o p rcx:lu:.o rouinco
f: lantavel ver que "estsmnorc!' podai­
amn eu rbalhar:o,mns prfeira entrar no tu­
do cJ.:.i.~:i;:tin2ij d·; ÇJU:1 ," o culpado ?
- A U'i úr"3ih:irnr.ê:.opcn:1i:r•qu< ::, rJivul­
ue O :.I:?
dCnirés
_>.. NAJSA CALÇAIXS
:Cu &..7ligo Os---;~ e !r.á r:;c:7i nwidaj,:s n:J. sua

lojaMa.isaCalça:!os,:iaBarão co Ladário, vá .-:or­
r (r.C!o poi s todo :ar.do aào!"Cu os r, ru.cwcs
@@ccwvry
DE: MENn:os DA RUA
PARA: GAEOT ,:S DA E SffiADA (Porto M'urtinho)
''3eijos , sa.iàa:lcs r:úl ... "
D E: WCIA (Jardim)
P/IRA: PEDílO PAULO (Su;xn:· i'.er,;ado r:ishika..,,a)
"A primeira vez. que te vi foi na Expcbel , e
:n e apaixonei ! "
" ~ (la/08/58)
''De que adi ént ai. a nosso trabalho na redação,
i1cpressão etr.;sc vo,;ê não entregasse par-a os leito
res assincntes o nosso trabalho" -
A!lDRÉ I.ECHNER , Feliz /1."'liversário
Todos EóJ
VIDEO CENTER na rua 13
TELEFONE: 439 -- 1022
de junho
ó,-
!
,.
--- -- . ------ ---- --------====--
ARNOULD SCHW!úlZENêGGER
Por dentro
de músr.ulos sangra um r.o
r ao vermelho
e u:na parede
Tmbé m fez sur. csso o
Grupo SH K (Patrir,io ,
Jairo,Alexnnáre e Paulo)
r.an a dublag.:m do DaninÓ
O GRUPO BAD e si;eve na
noite,r:om a aprcscnur:;ão
de uno boni a r.oreogra­
fi a ao som de piQk
f'loyd ; o grupo estava
r:ar.posto oor Elton,jur.é-
11.a , Cris"..in:l: , Billy e
-
-:---------------------=E:::l;.::iane:::.:;- :.__--,-------L---------------:-...:..L~--,~-.;.,_--..:!~~!:::::::=:::!::==lJ ')
- A serviço da 1 ei sovié ti
r, , DANKON (um polir.ial e tnÍ.
vcl "r.Ônir.o) dese.:-:b'"'rr. nas­
ru s d e Chicago·par a ex emi-­
nnr ,J ·s o vez,a corrupção e
o ::r:lfir:.o e drb
%
.r
a
r
E
-

..,,,..
fnauuracoe da Creche e entro do Pue
rfeultur 'o toqulm Monteiro de antro" em
homenaem ao pr 11111· J rr, m,;d ico d11 r. 1 dade, mnls umn
obra do grande construtor da refio, Eng! José VI­
cente de Snnrt J,, l'Jn·G, Prcfrdto Munfcfp,t1 que ne
e anos de ua admfnintraçao simp emente I rnnu­
formou Jardim numa dan cidades mals progressistas
rlo f.,,1 ndn. Nn opnrtunJrlud,,, c·m rontllt'O com fnúmc­
ra pessoas, políticos, sentimos o clima da dspu­
ta eleltoral 1•ntc nno, todos abem que a eleição
pnrn n 1:xPc11tlvo lh111lci.pol niio vnt i;i•r f1ictl p1Jra
nMhon os lndnn .. mas cada um, à sua maneira, e em
c.tmp11nh11 df' nlto nível, Já estão na lutn pelos pre
eloson votos dos jardinensen, cnnd l dnto pc•em<"dc­
h ! ntn, Dr, Joelllon lnrtlnl'z i'Plxoto, ndvognrlo, pe­
cuartsta, homem integrado com a realidade [ardinen
'h· e com muiln vontadP ele servir dn melhor r11..1nclril
µotHlÍVl'I o !H'll povo, cont,1 com urn forL" nli;iclo, .,
exce l •nL<• admInIstraço do Eng! Pires, respel tudn
uté por seus adversirlos políticos. Do outro ladn,
um homem que sabe como ninguém fazer pnlftlca, ex­
prefeito munlrlpal, tnmhim advogado e considerado
por mu I Los cnmn uni homem que tem o car lsma do povo
jardinense, Fernando de Freitas, do PTB.
Os resultados s6 depois das leices, mas de a!
go c•moR cc.rtcz1-1, com A vltÕrln d~ 111n ou de ou.tro,
.Jardim tem tudo para se tornar de vez nova meca
do interior do Estado, pnln trntam-KP d~ dols can­
didatos de lnPg~vrl cnpncidndc administrativa e q/
só iro somnr pnrn o pro~resso dn cl<lad~.
(

HI (.l.,}1,l,c)I,~
+no a se w
OH f lRC",1ifl d., '.'j ,.--J.1 '.'f rJ ~
fetnrnm multa ao seu estabelrcfmento devido a con
centração de lo em frente o eu comércio. Segun
do o comerciante {á olfeltou vir!as vezes à Prefet
tura unicfpal que retfrase o lixo pois para Isso
paga a taxa de limpeza pública como qualquer mun{­
cipwe e nio foi atendido, Agora os fIsca!a viio Li ,.
nio querem nem saber, apl lc11m a :oultn. E um proble
mn que precisa ser melhor Pxpllcndo!!
AYRES CAFIJRE MAIS Al.FGIH·.Ol'f "l.N!llAHI OE SA'r.A"!
O Sr, José Ayres Cafure, candidato a Vice- Pre­
feito pelo partido itueionf,ta, que sempre foi
todo pomposo e empinado quando nio er candidato,
ora senta até no degrau do l',tc;o .. 1unfcip.i1 p.1r:1 b~
ter um papo com os amigos. A polftlcn é dinâmica e
mucln oi; homens J,i diz la um v1•lho pnlftlco! ! Dnqul
uns dias niio estrnn1a .. mn e encontrarem algum candf­
dnto que nunca entronu na reja, rezando H'aí Nosso
de triz para frente!!
LUMA OE OJ.l VE IRA EM NOSSA COLIIN,
cln
t
1 n,1 ,
L. ado. "1n'rll, ent1.:
deres que ,: o I x,•c11t l ,
rio. No entanto quem decide
vo. Os deputado da chamada "AI
sao uns verdadeiros traido»re",
ainda, "o deputado Schimidt está
TrIbunal de contas, porque ele foi o I ri" t,
sador de tudo fsso. A incompetêncfa é tanta
almente acreditamos que tl'I r••,ll ld.trl•• 1 nclo,;
l
.1r.1h:ir co1 ·, Lduc,,ç;r, r.n '.'!ln <,ros o rln ~-11'
I :o,· 1c,.ft.1~ as. rPfor,•:1,:; prnpor;t ,~ r'l,1•, n.ic 11h,
rPI ·1ciP Jo ,1n,1,poJ• V,li .1C.-lhil( rnm o t r1~;lho j; J1•1t~1.
: Indicador
j
i
Quem niio gostarlri de ver uma dns m11lhP.r<'S mnl<:
bonitns dn munrlo, mesmo em fotografia. Não vamos pr'.:!
meter, mas possivelmente parn n pr6xima fiPnana PRta
remos recebendo su;,s fotos. Est.1 scmnna l.11m:1 dr 011
veira est~ cm Campn r.rnnde participnndn de um drsfi
le beneficente, tivemos a nportunidnde de conheci:
la, mas, infrlizmentr estnvn sem n minha Ynshicn,nn
oportunidade recebemos ., prnm,•ssn de nm lgo,; da cn­
pital de que estarão nos mandando umas fotos super
chocnntrs. Aguardem!!
ANDRI: FALCÃO E BERTO IJASSO EM CAPO GRADE!
Estnrão ministrando na capttal do Estado, a pâr'...
tir de 12 de Setcmbrn um curso de mnnP.qulm e mndclo
'ntogrifico os nossos nmigos André Fnlcào e Berto
llnsso, depois de umas merecidas férins pelo Estado
de São Paulo. Parn os amigos e nmigns que quiserem
contactnr com eles o telefone é 382-66~5.
MAIS RECLAMAÇÕES r:o:-TRA O SAAE!
Esta semana outra reclamação contra os serviços
do SAAE - Servico Autônomo de Água e Esgotn de Bc
la Vista. Estn semnna o Sr. );ntril[cio Vieira d;
Lima no pagar n sua cnnta dr ~gun do m~s dP. Agosto
foi informado que o mês de julho estava atrasndo .
Como não conseguiu achar o comprnvantP pngn11 nova­
mente n citnda conto. logo depnis acabou encnntron
do o comprovante de pngamento do mês de julho qui­
tado. Casos como esse não são esporádicos, a( está
a prova de que o SPrviço público essencial de Bela
Vista está pecando pela falta de qunlidilde e ngili
zacão de suns incumbênc~,is .. Providências sérias d; '
vem ser tomndns peln administrnção do Órgão em Be= 1
la Vista e os usuários que guardem seus cG .. q.,rovan- 1
tes para não terem de pagnr o que não devem!! 1
El>TULHOS NAS RUAS DO BAIRRO A);'f0);10 JO,O!
Escritório de lidvocacia
R E l A li ,- .
1
.1 S
NELSO'I ClfAG,S
ADVOGAl'O
ADV. JOELSON MARTil(EZ PEIXOTO.
PMDB lNVESTlRÁ rn SEIS CANDIDATOS, E OS OUTROS?
Ê sabido por todos em Bel~ Vist;i que o PMDB - Par
+tido das Mentiras e Demagogias Barata- nesta camip
nha para as eleições municipais cm Bela Vista con­
centrará seus esforços em apenas sei.s candidatos de
seu quadro à Câmara Municipal na tentativa de ele­
gê-los. E os outros perguntamos, ~stào sendo usa­
dos pelo partido oara arrumar uns votinhos nqui e
acolá, e o pior é que muitos, achando muito impor­
tante serem candidatos n vereador, aceitam esse ti
pode política mesquinha. Tem dinheiro sim, mas so
por a os seis "intocáveis de Ildefonso", o resto que
se vire!!
Moradores do Bairro A~tonio João estãn reclaman
do dos entulhos exis~c:itc-s nas ruas do cit:,dn botr
roque foram feitos pelas patrolas da mun;~iorilida
de. Serã que não tem um Cilminhào basculantP ~ uma
pá carregadeira para dar um jeito nos montP.s de ter
ra que estão atrapalhando a veículos e pedestres -
Quem pergunta são os moradores do bairro!
XOVA LA 'CHOKETE SERÁ llAUGUR,DA E~! BREVE!
Bela Vista terá br~v~mentc mais uma lanchonete
de alto padrão.. Trata-se de umn inicl.1tiva do sem­
pre atuante Luiz Antunes e sua esposa Marta, foto­
grnfndos abaixo em recente aconteC'icento social:
E IRA
J R
f 0, E : l::C 1.' . ~ 'i 1 - 1 721
RES. 251 - 1 'i 1 ~
V' (lln'.
CJfLfl0
DR:. LAUCl'DIO .VALDEZ
DE BARROS
3 4 l - ::
r· , e
N?ic
0u
orr <;
~ ,., , 6,
ro .. mp
pruram
Pagara
o o /
tos Ao
GASCO E PENINHA NÃO SÃO CANDIDATOS. CONFIÁVEIS!!
Sob a alegação de que o atual vereador e candi­
dato à reeleição Anselmo Lopes, o "Peninha" e o ra­
dialista Ernando Francisco Gasco não são candida­
tos confiáveis, o P}IDB não investirá nestas candi­
daturas, como quem diz, se quiserem se eleger que
o façno sozinho. Ac_ontece que se trata de dois can
didatos que possuem aceitação popular e quem pode
acabar sozinho logo ap6s as eleições ê o 1'1DB! Já
tem gente dizendo que gostaria que eles fossem e­
leitos, "depois ficava mais fãcil negociar"!!
E O AGE 'TE DE EDUCAÇÃO AINDA 1: CANDIDATO?
O "ex-agente" de Educas;ão de Bela Vist.!': Prnfes­
sor Paulo de Melo, estã n~ma situação difícil, ele
e candidato~ vereador, já tinha pouquíssimas chan
ces de el~içao, agora com o ~echamento da Agênct
de Educaçao por pura falta de força pol{ticn e com
petên:ia dos dirigentes municipais, menos ainda!!-
CONVERSA DE PROFESSORAS NO ÕNIBUSI !
1
V~ltando da cnpital do Estndo estn semnna, pela
iaçao Cruzei1;0 do Sul, meus ouvidos cnptaram
O
se­
guinte cornentnrio de professoras de Bela Vl~ta que
haviao_ ido à Campo Grande tratar de assuntos refe­
rente a greve da classe: "Sabem o que estão falan­
do fulana, que esse" •.. " do r.overnador está fazen
do tudo isso para o P:-IDB se estrepar nas eleições:
porque ele, na verdade, nunca foi peemedebisto, é
s~ um aproveitador de situação, ogora, corno ele
nao precisn mais de política, Já está realizado, é
un dos homens mais ricos do País, está aprontando
principa~~ente porque não quer que o Plínio ganh;
"S elciçoe e G d ",, c d • - Em foco Luiz Antunf's e espos:i Martn.
u se□ampo ran e .• oito o, e tao ino- - 1
cente que nÕo vê que não precisava aprontar nadri GAROTO(A) JEANS E M1SS EU .'ÃO FAÇO MAIS!! 1
disso par~ o Plfn~o perder as eleições cm Cnmpo -
Grande. La qu~::, da as cnt'tns de mão é
O
Sr. LÚdio . A afirmaçno ê do core6grafo e produtor 1:ircos
Mnrtins Coelho e a Sra. Hnri.lú Guimarães, com Mar- Loris, que participou da organ.ização dn Gn_rn:o e G!! l
1 "· 1 - rota Jeans de Bela 'isto este ª"º e ajudou na prn- · 1 cc o ou sem •wrce o que para eles nao tem peso ne- 1
h ! 1 F' l d • rnnçao do ~lisc; lleln 'ist.1 .;no p:1ssado. Isso, exnli.- ,
n uo .• a nn o e□Ludio Coelho, ê bem provável que · 1
f f ca ele, enquanto ,lexnnrlre lli lo for o coordenador 1
9 utur~ pre eito de Ca□po Grnnde fnta uma 'visita d
~
_a ...... B ... •_•l_o ...... -:i::s;;..;;.ta;;.....;;.d.;;.u.;;.r.:.:a.:.:n..:t::e~a__:;c~a~m:..tp:.::a:.:,n:.:.h:.:.,
1
:._:e~l:_:e:..1:.t:..:o:r:.o:!.:.l-.!:'.p~n_::r~a~c.'.:o~E_~.E"~"!.!t:f.,~u!..:a~ls.....!d!.e&:r~.s~"!;.·sf.E.
2
e_v:!,e!n~t~n~s~,~v~o~c~i~t~r~.,..:b~a~lhfajf~cii~t!o~l~o~u~c;o~l~~~~~~~~~~~~:~~~:~~j~;::...;:...::._.;.•
ardrdthe!rode_não_be11ada_à_ele_que_não a- ' RliA: LilASÁ $/ _ é3ELA jl
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..:LI ,ICA E CIRUl~GI, DEi,TÁl~l,-CIIWl.vlA Lt
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DE CAl-<AL CC'HECÇÕES DE PO:>.TE 10IEl5-DE,­
TAQURAS LOCS VETICS PIé E IAS
JACUETAS. E 'RI E .• TACÃO t-.A ESCQ, E pr;C -:
FILAXIA ORAL;
ATENDIMEt--TO SOET COM HORA MARCADA.
-ora. Vera Loureír1
i,DVOliAL',,
CAUSAS CÍVEIS E
TAS,. DIREITO DE
VENT,RIOS.
RUA: CU I SÁ S/,'
CEP: 7926
CRIMINAIS, TRA6ALHIS-
FAMÍLIA, TERRA' E·I:
FNE: -D9-129C
SELA ·v ITA- MS.
Dra. Vilnia da Silva
A VOGADA
C Í EIS
DIREI T
N H, TÁ R I uS .
F E.
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DE
CRl~INAIS, TRA6,LHl5-
FAI.IÍLI,, TERRAS E
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Anistia. Anerexia, Aooolexia, Anemia, Assepsia, Amnésia
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lcl•;tt P"rÍo•Jri dr <,pnu ,,, d
privil'pios, estatizações, prote
tuIn rJJ 1 :,dur, lr·r,v,·.:Llrl, ri•· !J, mo-
o retru o, apenas 2x2, do nosso
Brinca-se de fazer Constituição em capi
tulos ar' los, sobre assuntos que jama-­
Is d vri am constar de um tcxlo Cons !tu -
ional serlo e sim através de Leis Ordiná­
r1a,
A; 11111· ",·111, r, lnliaçêi, !'..;, n< gor.ln ns
promessas de vinditas, e~tampam-se e sao
feitas diariamente nos jornais, rádios e
lev1sões, É o Presidente que ameaça re .!_
rr os aros e mamatas dos que lhe reti -
rem dois anos de ur rnundalo, t..r¼o ,·spÚrio
quanto o sistema pretensamente terminado e
:;ubstituÍ<lo. Mlnlst.c·os qur• r:hant.agelmn se
n,ulor·,•:; L' dcput.ados qu,• npur;un roubos, des
potismo, nepotismo e não apresentam os ta­
tos, E, como se não bastasse, ameaçam hi
drofÚbir::.1rn.,nl,· rl•é•dulos ,, pobres; mlr.ros ,
pequenos e médios, agricultores e empresa­
rios.
Queremos suportar tudo. Mas até quando?
Será que Já não bas la?
Nno qucrt•mo!J anistia. Qu,•,·cmos justiça.
Quando esse governo decretou o flm da
r.orrcç?10 monvLiÍria, cm 28 de fevereiro de
1986, o "finado plano r:ruzado", todos os
emprrs;rios, r.omcrr:ianlcs, ngrir.ultorcs
industri·ds, povo em geral, tomaram dinht!i
ro emprestado sem r:orr,:oçào monetária, r.om
prarnm a crédito sem r:orrcçào monetária
pagaram impostos sem r.orreçào monetária e
o que é ainda mols crave; todos os r:rédi
os ele- ,'mpr,,sárlos, ngrir:ultores e indus
triais, salvo o governo ~orn seus impostos,
tivPr:un a dvrlaçiio r:ompulsÓria de 14,367.,
cumulativamente, nos 12 meses do fatídico
Plano Cruzado, ou scja uma r.orrcçào maneta
ria ao contrário (o quc só pode ser der.or­
rêrr.ia lÓgir.a, uma inr.orreçào).
No dia 28 de mnrço de 1987, esse mesmo
eoverno, já totalmente dcsgovc'rnado, dcr:rc
ta o fim do seu plano r.ruzado, rer.ria a
correção monetária, mas para ar:obertar se­
us peculatos, roubos e saqueamentos, já i
nir.ia o período r.om r.crr.a de 701. da r.orre­
çio monetária pois a OTN, de CZS 106,40
passa para 181,61 cm março e cm abril pas­
sa para CZS 207,97, aumento de 96%, em ma­
io passa para 251,56, aumento de 140% e
não para mais de disparar até chegar, em
termos ofir.iais, cm 400% em 1987.
Ora, quem dcvip nos banr.os, até feverei
rode 1987, não devia r.orreção monetária ,
portnnto, não podia já sair de um ar.~mula­
do cm sua divida, de r:crr.a de 70% que e
quase o dobro sem sofrer um r.hoque e uma
decorrente incapacidade de pagar. Denuncia
:nos isso. Rer:lamamos. Mas todos os protes­
tos não foram ouvidos. Os protestos de tí­
tulos nos r.artÓrios, parte em amea9as, Pª.!:
te efetivada, esses, foram ouvidos, junto
r.om os "estouros" e "falêrr.ias" r:onstando
a é hoje nas r:ertidÕes "positivas", dos q/
-ir.reditaram nesse "r.onto do vigário".
Os banr.os ofir,iais, 70%, e partir.ulares
30% - dados do Ministério da Fazenda - fo
ram debitando cm r.onta todos os rer:ursos
depositados nas nossàs r:ontas banr:árias a
titulo de: juros, r.orreção monetária, Isof
roe, IOF, permanênr:ia, mora, r.ustas, pror.~
dimentos judiciais, honorários, r:ontratos,
ex ra os, r.heques, emissões, saldos deved~
res, Arre! uem agüenta?
Em maio vem a famosa Resolução 1,335 do
Banr.o Central. Novamente achaques, ameaças
r.réditos r.ortados, disr:riminação, pressao,
e: tr.. Enquanto isso, os saldos devedores a
meneando em a é três vezes ou 300¾.
Os mir:ros, pequenos, médios ... , esfar.e-
ados, gritando r.om o pour.o de voz q/ lhes
r·reava, assinaram seus atestados de morte
a prazo.' Sim, nesta altura, os banr.os já
haviam recebido quase a totalidade das di­
Vidas. mns protegidos pelo der.reto de r.or­
rão de 70%, para inir: iar, quando o r.orr!c.
'o seria zero, recolheram, confiscaram, a
propriaram-se dos bens dos enganados.
.!.
dir.
l.!P.J,l', 'IT:.,Tt,/',,.
e n.; ,Jí
ram mais
, ..
at íl Y
cita;0
r.1uno no
quc• t·L mo.; rJr,yno:·
Não queremos p do. Queremo
cer o, o Justo, o legal. Qu remos
de provar, nas contabilidades dos
que as dívidas Já foram pagas vária, zes
rom os saques - d saquamen o feito por
saqueadores - das nossas contas,
Queremos provar as Dações de pagamento,
por preços aviltantes, do nosso patrimônio
que ofe uamos aos bancos,
Queremos e r o d irei I o de nao :;c·r·mo:; ,
re:;ponsab i 11 zados p los roubos, estouros ,
desmandos, brigas, ódios, negociatas, des­
ses detentores de umn poder, casuis a, a/não
foi dado pelo ,·nean:1do povo br·a..,i l,·iro.
Queremos provar que os bancos, privile­
glados p •los der.r,'Los, r,·soluçõr-s ,. porta­
rias desse gov,·rno ,•spÚrio - j:, r.on ·,bi 11-
zaram varias vezes, em ou trezentos ou
700 bilhões de• r:ru;,arlos, ~stirnndos pl!lo
"bando saqueador" que fariam parte dessa
prrtcnsa, absurda anistln.
Anistia: Perdoar o quê? Um.roubo, um as
salto , praticado pelo overno e seus nss:..:.
las, os bancos.
Anorexia: A inapcLênr.ia do ngrir:ultor e
empresario decorre dn sua inr.opa<:idadc dr
opeti te cm lrab.:ilh.ir· e produzir, depois de
roubado e vilipendiado.
Aplopcxin: Essa privação de sentidos
esse derrame cerbral de um governo ridÍr.u
lo, desar.rcditado e dcspÓlir.o. -
Anemia: A fraqueza .moral e funcional
desse governo r:asulsta cuc nos desalenta,
todos nós.
Assepsia: Nossa urgente necessidade de
limpeza desses germes e mir.rÓbios daninhos
que infer.r.ionam nosso pais. e por conseguin
te nossas. vidas e nossas r.hanr.cs d e progrg
Amnésia: Esses mesmos pilantras traves­
tidos de defensores do povo, r:ontam r.om n
r.rÔnir.a falta de memÓri; e r:onstante csque
r:imento do povo brasileiro, e, novamente ,
r.om medidas r.asuistas ,qut! subvertem a lei
e a or:dem natural, qu0r,-m e pretendem r:on­
tinuar disputando r.argos e eleições para
maior irtfelir.itação do povo que quer ape -
nas paz e r.ondiçÕes de trabalhar.
Vamos deixar de engôdo. Vamos trazer à
tona a verdade verdadeira. Esse mesmo vor.i
ferante ministro da Fazenda, que r.omo "um
qualquer bandoleiro do morro da ror.inha" ,
ameaça os que querem o r.aminho da lei e
"oferer,e garantias" aos que lhe apaniguam,
volta a enganar o povo brasileiro r.om um
acordo fajuto r.om o FMI e banr.os r.redores
diz ele que melhor do que o do México, o
que não é verdade, é muito pior e mais r.a­
ro. Vamos nos livrar· de um Presidente que
loteia o poder tror:ando por um ano mais de
manda to, que se; traduz em desmandos e ar.ha­
ques, r:ompletando essa grande farsa: Nova
RepÚblir:a.
Queremos pagar nossas r:ontas - a maio -
ria delas já pagas, se lhe forem expurgada
a inexistente r.orreção monetária do. peri e>­
do de fevereiro de 86 a fevereiro de 87
pois os banr.os nos saquearam dos valores
de nossas r:ontas r.orrentes - de forma jus­
ta e r.orreta, ainda que para uma parr.ela
desses devedores s_ejam r.onr:edidos prazos ,
agora sim ~om r.orreção monetária.
Queremos que esse governo - sem r.aráter
e seus apaniguados e protegidos, os Banr.os
mostrem a realidade dos seus lur:ros, já
desr.ontadas as vultosas irnporcireias, r.ons
cantes de seus balanços nas rÚbrir.as . de
"Reservas de Contigê rr.i s", '
1ProvisÕes pa­
ra devedores duvidosos", "deduções de im -
postos de renda", "liberação de aplir:açào
de vultosas quantias do depÓ si to r.ompul sé­
rio", OTN'S, LTN'S, "vantagens nas aplir:n­
çÕcs de saldos de depósitos de Cadernetas
_de Poupanças" e um;;. infinid.::rde ce va:1ta
gcns r:asuístas e de "patocadas e pacra
r".O.
Vamo; passar a viver e trabulh
paz.
É so o que quer ::o,.
lo d um democrata lit ra!,
um capitalisn adio, qu nao '
da Academia de Ltre como o Pr
um imortnl m:as e ''M rbi'o d Ar ,1
ileira de Lutas omo o povo br
quase morto". coyghoree@o_tumpf
GÉI H. M. RI
. ----------
2 U D F2O»rei?
R A21 9siga
l3iaue: 439
PE
Jnf armando e
AGENCIA PEGIONJi; flJ. ~.NSlNü
Não me venham com desculpas, a
Agência Regional de F.nsino foi fechada
s~gundo o Governo do Estado para conten -
çao de despesas. Para quem não sabe a A-""'
gência Regional de Ensino estava funcio -
nando há mais de 20 anos. É isto mesmo , '
VINTE ANOS. 2 mais uma do senhor Marcelo'•
Miranda.
ENQUANTO ISSO ...
Jardim terá também a sua DELEGACIA FA-­
ZENDÁRIA, mais um importante melhoramento
para a cidade que mais cresce na região.
OUTRA... 1
. Segundo informações, o asfalto de Jar- !J'
dim a Porto Murtinho ganhou mais uma eta- U,
pa. Era até o Calcáreo Bodoquena, agora
vai ate a Ponte do Perdido. Parabéns ao [
povo de Jardim.
..,
E BELA VISTA? E
_? asfalto de Bela Vista a Jardin é uma~
pagina negra ~a Administração do PNDB, es
se_PMDB que nao cumpriu com as pro~e~sas'
feitas ao povo de Bela Vista. 1
ESCLARECIMENTO MILIONÁRIO
O povo precisa saber quanto o Governo
do Estado_esta pagando para "ESCLARECER "
a populacão a respeito da GREVE dos pro -
fessores. Televisão e jornais, e está pa­
?ªh~do com o dinheiro ao povo. Muitos ni _
oes.
ENERGIA ELtTRICA
r
E a energia elétrica para o Distrito]
N. Senhora de Fatima? Os fios de alta~
sa0Jaestão1- • .. en,
a ••• mas, energia oara a~1
casas, arre, será só para quem tem dinhei i
ro para comprar TRANSFORMADOR. • -
CONVERSA FIADA
Chega de conversa fiada, o povo de B ' ·
+» • Is--
'"ª quer a s_ua cidade PROGREDINDO, c/mais em-
presas se instalando no município,mais em
p,regos, agilizaçao do comêrcio e indust ; -
asfalto p/Jardim, asfalto na cidade r-;"'-.'
• vrsrA precisa de TUo. cEcA p ia.ç km
LEMBRETE - • ,. ..
Paravotardial5de b
"l - • •. _ novem ro faca una re-
-.exao. Veja asituação do oaís . . ~
tido do Governo cumpriu c • • e)aseopar
pare os candidatos . om as promessas. Co.
=_e series à! ??},g; e» s
E VOTE CERTO. • "

1 s
A Classe Pro­
d u.tora Ru_ral
lf!CI 1 , • ,1 1 lll' TC l ,,li I l>AI 11 I I.l CAL l llflll DA
('OI !<AI,('/ DA (;C ;} FÇÍ11 1, 1.IP.IÍll:JA rw.: ~ l!M!i­
(' 1 /!1El:H1:; IHJ 1A í
ll,illzo11 n,.·d11,Jli1 l'Jrl Jull,o
iltImos em Bra: Í li·,, p I t r•ur i wilo pela UDI<
um Semi,rio Jur'dieo que tratou sobre in
rid&nela da rorreçao monetária nos crédi­
l o.; nu·.1l'..
!lo p II t ! ,. l p 11·:i,n m I i .,
l , 1 , 1 1 r· • r. 1
de
jr,
1
·d 1011 t1 ·1, o,~
r ,z t'◄pi·, ~ , it 1
1
1 1 J r 1 ,u 1, Qul i roz
advoado militnt n:ta Comarrcn, que es­
tá apto a prestar esclarecimentos aos pro
dutores rurais da replio, orientando-os
promovendo as necessárias açóes judiciais
nn d •fc','1 cl:is :::;c'U'.l lc'pi limos direi as ,. inl e1~:::;."c•~·
No o.ludldo Seminário Juridico onde foram profe
ridas palestras c realizados dobes en­
tre os presentes, ficou demonstrado e prg
vado à evidência que a rurr, çao mon,•t ·11·i·1
não inr:i,k, por· f1lta Ó<' dclPrmiw1ç:;o k­
r,al csp,•r: Í fir·, em qualquer financiamento
rural, SL•,ia :rnlcs do Plnno Cruz·1do, s,·Ja
cm sun viP-0n,:la ou após o ch ... r.ut"so dcsla.
A UDR-Nacional já desafiou as autorida
des monc't:u•i ,::; :1 indir:ar o di sposi ti vo l:.:_
gal autorizativo da cobrança d .. r.ort·cç:-,o
monr-titria nos créditos rurais. Lamentavel
mente h.1 ,iani r,•stn rvr.usa no ;itenrii:nr•nto
das justas pretensões dos ruralistas por
via adrninislr:itivn.
Assim, só resta a cada devedor prou -
rara viu judir.inl, visando a declaração
de nulidade da cláusula edular :frente
a correção monetária, por ação ou embar -
gos à cxcr.uç~o ou, mt'!:H:10, prorr:ovendo :,ção
de r:onsignnção cm pacnmcnlo; aquele que
já pagou '1 indevido. r.orr:ção, pod? rer:l.'.'1-
mar em Juizo a restituiçao do indebito pg
go.
' Como último julgamento sobre a matéria
a Segundo. Turm:1 do STF, no RE 95.285-SF ,
tendo r.omo i<,•Litor o Ministro Djnr:i Fnl -
r:ao, que reformulou o entendimento susten
tado no RE 92,343, deixou estnbeler.ido a
"não inr.idênr.in da r:orreção monetário. nos
títulos de ~r~dito rural, por se tratnr
de obrigação de dinheiro e não de vnlor".
A solução por via anistia r:onstitur.io­
nal também nao é a preferida pela r:lasse
rural, que nao quer o perdão e sim o r:um-
A DÉCADA PEROID
A Cr
PE
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o
ZeIrO
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Primeiro, foi um grande e 4. ar1o do
:·etor· •let.l'O"it·LrÔnir:o. AtlO!",, e o .·• •:re­
trio d • Pl,,m J·,m• nt,c, do F • t!o t • s·: o
Paulo, economista Frederico Mxzzut Ili
, r ! • t· .,. t ! i
q11, rn v, 1 , p 11>] lr u nf"l ,:· JU
a 8) foi perdi is p lo ir il, D)ir-.o -
mnos são apenas um '+timo 'em!p 0 QU•' l 'Z
rn vid,, de um·1 Ilaçrio, o qu, ~ --:crt o, m·,5,
qu·m O 5(' trata d•· lll'll ff~çi',o t'(,, d<'SPllVOI-_
vlm,•nl.o, Lodos os anos sao d·· rande im -
portincia e precisam ser aproveitados em
racl·_t um cJos seus ditÚ.i.
Assim c:omo nao se consegue ver a mesma
i1eua que r.orn· ,:m um rio porque novas '1-
F.ll'IS f I u,'m :1 orlo mor1•. n to, pass·,nrlo P· ·lo
mesmo local para ond estamos olhando, as
sim também não se consegue r -,v,,r ·, opot•"::'
nidadl' p,•rrlid'1, po:-qu,· a qu,• vir;, depoi.;
será outra oportunidade, nem sempre com7 a
mvsma van t:,g,:m da qut• o Pais deixou pas -­
sar sem ao menos se aperceber da sua pre­
svnça.
Em termos dr c"onomia, wn'1 d~r.ad~ e
tempo sufir.icnt,, par;, faz•..:r· ur:n f!:1ç?., chr
um pulo p,r, ;i fri•n·". O ,·x - pres iden':,'
Jus~vlino Kubit.f;,-;hvk fvz ,!;-uns sc·-or, s
da economia brasileira (industria automo­
bilistica, construo naval, eletroelerr&
nir;os) avnnçarem :-:o anos ..~:";"; ~1p--·né.ls, r:inr;o
·_tn:Js d•..: rovt.:rno; • ::1 vin•·c-1.__ -urr, J.!10S
vcrnos t·c:volur:ion;rios o Br· ,sil nvnnçou
mais do que no governo do .'K, 3provi t·•n­
do naturalmcnt0 o prq;rl·sso ric·nt:ifi~o :-:
tecnologico em maior do que o cxistente
na dér:ada de 50. Ai csL~o vxcmplos r:omo o
das r:omunir;nçÕt:.:i, d-! f'•·.b1· 1• r·, 1..!.:..:. Er.rcs:l ' ..
e o aue foi r:onscguido no sc:or acrocspa­
r:ial .' No governo da trcv·, Rq,,-ibl ir qu,)
tem havido é pratir:amC;nt1...~ r-~·-ror:esso, st.1
o r:ompararmos r:om aqueles que o antecede­
ram de 1956 para r:á. Claro que o governo
Sarney está erurcntando o poder dos téno­
buror:ratas enr.astelndos nas empresas esta
tais inefir:ientes, responsáveis pelo gra
de défir:it pÚblir:o do Pais. E foram elas
(r:om exr:eção de meia-dúzia que dá lu--:ro )
ns responsáveis por essa década perdida,a
. • ivncJ.i
a xa bem pequena p ra que ela
•JIJ<>S o!3 no:.. 1, 8 í'li lh;;_o O" novo!.! ,
ssários para a en
o mercado de ra
F' t r
r; 1 go.;, CIJ
±r os Jovens que hegam
b·dno.
o + ,
:;u 0%, OJ S j
LUIZ FERREIRA LIMA"
PRINCÍPIO MAS
liMINAR · JUROS
A 1.3:--,n,1,_ exp• ~· .. ,~i•r, p ,,.-, o sPgundo tu_!:
no no Conpr<·sso i:·,r:ion ,ê Cons i tuinte, se­
;,un<J0 opinião do rJc ;:,u: .. do federal Antonio
c-,r-êos r-t,·nrl,•:::; Th,,r:i, (í-FL/ .;p), sra a manu-
nao da tax~c5o <.los juros n 12%
·10 nr.o.
Para o deput::ido o plenário esta dividi­
J'J au::in ·o n :r:é'dida: "As esquerdas certaen
votarão pela manuteníço da taxa de ju -
!'OS a 12?'. Al;,uns r:.adc,~dos querem deixar
:::,(, o prin--:Ípio de lim· tação de juros. E
--:o;n os partidos de -::squc-rca, ur.1é! outra pa_!:
~,,:::: d· mod,:·!·ados deverá optar pela manu -
t· nç=io de juros, alguns por interesses pr
prics".
Segundo o parlamentar, e diz isso por
cxpcri: rria própria, os juros estão esr:or­
rh.:mtcs, "mas nem por isso a Constituir.;:;é
pua,~ p1·•.:·.,,:1cer fazer polÍtir.a monc-tária".
"Há um equivor:o nn r:ompre:cnsão do pro -
blc::ia dos juros. Louvo o prinr:i pio de que
·juros n um r.erto limite vir-a extorsão. :,1as
':enho plena r:onvir.ção de que fazer tabela­
mento na Constituição é, muitas vezes, tor
nar implar:ável quaJ.quer nçao do governo" -
nssinala Thame·.
ro.nt.eira
do Sul Ligou Ponta Porã à Corumbá-
({fü !) A • PUER O SOARES (BOLÍVIA)
"CONHEÇA A SSA fR NTEIRA, ô, IBUS C ON FOR TÁ V E I S SEGURANÇA· E
ALTO PADRÃO DE ATENDIMENTO". SAÍ DAS r. E PONTA PORÃ. PASSANDO
POR
.
ANT Nll! .IOÃ BELA VI ST,, .J ARf' 1 1, BON !TO,
SC'DOQUENA, MIRANDA
E
C RUMBÁ.
VIA.IE PELA RUZEIR DO t::UL E C NHEÇA o NOSS BRASIL.
antanal, uma das
Maravilhas da Natureza
SAÍD.S l'E
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SENHORES
f'Íl f•IJ P',tdl f! 1!' V
o alti o rerurso que por ruo,
hoJ , •. ,r,•J(J r,· ln r. !r,r• l"l'i. '·
pr,IÍ li•· t do P' ,.;odn p1·,•:;icl•·n•·i:,J t.Jl.t, ,..
r.i',,,povo,trr~o,, 1·,:,pc,r1,J bllirl11!!', rt1lpl'.l
rJ1 ,,r fato histórico,
No sou r Jlll.1 l povrno por J} r ! fl'!Cr tl
.ll nu .i11111, p,rt Ide,. lliio :,011 •·or,•r .. rn•
1ld, 1 Lom'l't:1; ">fll ,, inLul Lo de dJmlnutr o:;
r
11
. lo:, , 1•vi t 11·,a:,•,!111, 'J !1tl;:nr.in •Jo f.:.1t-1-
tlo cp1, 111 ar:c 1 !11·. 1-!Íio L<•1iho pr·< t, 11:;iio d,•
ornar-me "marajá d I Pciur;açrl e/', :.,Ó quPro
qu,· ,1 cl,•rn•J"t"1r.l;1 prl'v:lf:Ç<1 ,. quc• o que , !.l
t:, t'rl'ado !;l j t t"'f>n!it•rtn<io,qth· o abr;ur<Jo ct::
;t<[Hll'"I" ·1, flll • .i <'dU" :1ç?i o pru:·p, • 1·, • , po i :,; po·,o
instruído é povo progressista e so atru
vós da educação alcançar1os o progresso
qU<' qu, rt!lllO!.i po.rn no:;so~~ fl lho.;.
Exis c·m at.ualrnPnt,: m,lis eh r, 111 r:rev,·,
em oclo o p11is:(•lvt.rir.íti1rios,prof,·ssor·,:s,
scrv1dor0s pÚbli~os, crono111iários,bnn"~
dos, r.omc't'" i;ll'ios '-' oulro:..,. Por qu,· lanl:1
greve? Será o f'inal dos Ll'mpos? Ou scr·i1 o
Úl t.irno rcr.urso que nos resla para alcançar
mos o progresso?
Eslarnos prestes a g,nhar urna nova r.ons­
tltuiçào (dor.urnc'nLo que dt'I.Cl'lninc todas ·,s
leis b&sir.as do Pai s).Será essa nova r.ons­
t i luiçào rurnpr ida? / atual é respei Lncla?I~
jnmos algumas lei s qu,· rons tnm da atual.
-Todo ridad~o tem rilrcito a liberdade
de r.ulto,moradia, cdu~ação,snÚdc·,lazc:r,ir
e vir dentro do TC!TilcÍrio N,v:ion·1l,vtr.
-Direito ao lrnbalho.
-Pl r,: i to n um s,ll.;irio mln imo qu,' sus -
tente a ele e sua fami lia (4 pessoas'
-Obr i gaç o de respeitar as Leis "'-' d·
nunriar ,> niit> rumprim,·nto d,·stas ...
-Honrar a Pátria,guardar as armas na -
rionis (Hino,inantci).
-D l t 1 <, l •, i J l ·1
o ''U"IJ>l'l t ,, 1 i
c;io?
Voe tom t
'o)
E<lur·,çi:r:, 1,ar-, 11 !illo
doo,,,,.('/) 10 'lU't'Or?c•flll;
Di r ,1 o "' ";li ( ur do o CM -Or niz
çr'i o Mund j a l dr• !~ .... iti'i , !"' ·un 1 ~e., <!, ! t.t or
íjUL: t r-:- z m br st r d um povo, l. '...o ~-,
p1 :_;~;on .Jt.íll t,Ol'cJdií .. l itJ ,·,jarJ, ,..JC.!1 • :•f!o! l
sem lazer, sem alimentação é u
dorntL:)
lu.•.
Vo trabalha? Tem, car: ira ·...:; ir, rl •?T,!~ In.,ti­
u .o qu • lht• • p ,r,:• pl· n 11 ·n .,·?T, ·n t..rn s ,li,rio j· -
to? Se funeionrio público m uni l••l qu• lh, ô!'l-
pa!'·?
Bt·m, se vore tem tudo isso,vr& urr.a p<!.;!.:tYl
r,l'ivil•·ei:d,,por·qu<· mis da mt d· do, trabalhado­
r,s do Br,i:;il niioo~ t.,m,
i·.xiSLL· no lJ1-:1si l un :.:'.11:,l'io ri,lnir:-o? Fxi ·t . r,
arordo com a lei, isto ·, com a constituição tu
I? No.Claro que no. Para mantemos hoje a nas­
sa familia seria reressario un salário mini:o
flllill cu sup,.·rior " Cz.;; uO.L,-0,G .Por qu ?
Se não curprum a atual irão respeitar a nova?
Vor:ê rt..::;pv1la as lt·is? I•;:2: d ·r.l.Jrr i,·.1 Üt.S r.--.lo ':lJn
prido.s? Honra .:, su3 f';,t r• et?
I}··m s ... ·rihor,,s,t.·u ~< ·--o puvo,,...o·:o :::old·tdo qu Sau
( n...•!-.i. • rvi st.:i), rano .._ rlU ... ador,pai,cumpridor das leis,
cidado honesto ja cnsado de tnta injustiça,dei­
xo de• ser o:nisso e entro na briga p••los rr.·.,us clin:l_
tos.
Disse: .:u,ti~,tar~~·.,, h rinior r.ris,· polÍ:ir.a cb
história r,r,ubli,-·,:i;:;, dlssv v~:.b::m s•·ITr.os rt..Spon­
siivds por esse fato. E som:as.
{;i.Ltl o c,.,_-vc.:r p;im•iro do r·idad?.v? .-:·.:ir ·1. !3u·t Pii
trio. . Amos de fato ... t noss=t P:°tlria?.-.1':;.:nos. Ent.~o
por qu,' ·: 1, v,.=s :io r: .. os ,a d· spraça,a pobreza, a
rodr-i :1o? ~" .. -r qu...: 1...-l,:r,,·:-:-o~ p,.•:.·o~:, dt.sp:--cp'.'1r::-:1d:-tS
r . mnt ,
ix"l.., rJ-:or·•,i,n~l.o €" qt.> . .,
li t1
1
·,.t qv~ n r:...v ss70s t ·, col
pr-i:., ir.) reir t.'.3 (1 ' u-n p 1i . ( r.
L 11r. a s·it u. ( &.i t.od , .. ;; " p , 11
(i.J<r~: • ~~ot;_ ,b<,n:- livroo,bor.n prüf<"!G::xJ
n1·,(Dt
1x;,ri.•r1., ,Libc!'dnd ).U:n riàlu:ÍO qu
qu se dura,qu tem um lar,a ·, f Í r-l'l t' l lb rrl 1
n 10:.;. rom:rµ.. S. ,; por qu, .. .,G<:> f..''t,Jor.: .':IJ ~/
;, , tJr;,çi:;o tlo f.r;t•ido? Da ~1·....;t.,.• m:ii;; :icbr, d'.) ir1-
do,·sto fazendo a mis anti.Do licor: fe' ±
' .rvs de estudos,sotrimenta:,hnrd , 1. •• , • ir ... '1
do a pedra principal.Da nação,do E:talo,m na» d
una talnc que cles nsmos fizer,so ti r .r.­
do ºdt..-:ra-:câtir:r....rrx.nt•:" o rJi n·l!..o ~.1 vir.!.:-1.
Por i:..:;o, . .:;c:-J1on.s ç1i.J •· :: u:..; aluna, :tou r·-.
rUve.Ao só por estar hi quatro meses sen rreber
s;:,JÓ!•io~ por r.:io ·u· :·:,;.er.s.! r!ic;·,•i"J r ·.:·1 tr:,bi.­
lhar,por no possuir a Escola estrutura física de
escola,7s si,por tudo qus !lação, o Estado
l·'....L"lif'ipio v fazendo p ,ra ·r:.b::.ã· r.cr.1 , , •Jraç?.o ~
G" nossos filhos.
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1:'illlt.Ps, bi! -
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T 00 ISSO r; t'L'l'l'O '.-1111!' t. Pf.Lf, "lll '1Nl I Z'f,
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,-,
A ASSOCIA,AO BELNVISTENSE DE PRO -
RES, vc>m atrav~s dc>st0,contrstnr ns in·or­
m,1çÕc>s mrntirosar; CJUC' o GovPrno divulga pc­
la tc-lcvisão, com o único ohjr>tivo de io ~
gar a opiniilo pública contra os profr>sso -
rcs.
Esclarr>ccmos qu0 n5o estamos lutando
por aumr>nto de snlirio, e, sim pnra mant01
alguns direitos conqnistados com muita lu­
ta e garrn e que> o Gov0rno, covnrdPmr>nt.r
quPr nos 'tirar.
O GovPrno Pstá dizendo que ganhamos mui,_
co dinhPiro.
Vejam a seguinte tabPla e jul,gt1em os S"
nhores mesmos: -
a) ProfPssor (a) Normalista -CzS 23.369,00
(LÍC]Uido)
b) Profcssor (a) com Curso Superior com Ha
bilitação -CzS 50.526,00 (Rruto)
e) Profcssor(a) com Curso Superior sem lla-
bilitaçiio - CzS 11. 898, 00 (Liquido) ~ ---· -=-------
A comunidade não dovo sb osquocor qur
nlém dP profcssores,somos tamb6m oais, e
jamais faríamos algo que pudosso prejudi -
caros nossos filhos.Estamos nc>sta lutn
é a única maneira de tentarmos ga
1
dir0itos já conquistados.
ABEP.
ORAÇÃO AO DIVINO ESPÍRITO Sll'1'0
ENTRS
muitos aplausos e parabéns
voei Gabric-1 P Mariana apaga­
ram vclinhas.
OS AVÓS
corujas Gersi e Salomé,Tios e os
colcgui, s de> classe dos anivor­
sariantes iizeram uma carde de a­
legria e descontração cm homenagem
aos pimpolhos. Parabéns!
FALAKDO / VERDADE
Mnis urna vc::, os orofessorr~s
Mato Grosso ào Sul, citão sPndo alvos àe
medidas ~ípicas de uma Dita ura. TabPlas
mon'iroas estão sendo divugadas por de -
termin'ldos Órgãos de c<Jmun i ,ação ('l'I Mrn-r -
na) ,CUJO intuito 6 drncgrir a imaac>m do
pro!cssor.As tabelas do vencimentos não
' condizem com a verdade,pois nosso vencimon
to real,está muito lonao dê atingir o cu6
esta sondo lovado ao ar na TV Morena.
P e r g u n t a m o s , e n t o , r o e s t á o " H u m a n i -
zan1O O Progresso?" o! o·, " Parti
i sso es desment m
o ern • d : s
1
Espírito S~nto_vocP quP mr_c>scla-
1
oco tudo que ilumina todos os mcus]
ninhos para que ou atinja o moeu]
·a0al,vocé CJU" me dã o dom divi 1
do perdoar e PsquecPr o maT'
que me fi1ZPm e quP cm todos os
instantes rstã comigo cu quPro
diálogo agradecer-lhe por tu
P confirmnr mais uma vez au
nunca quero mo separar do vo
maior qua seja a ilusãÕ
não SPri o minimo de von
sinto de um dia estar,
com você- e todos os meus irmãos na
giória Perpetua. Obrigado mais uma vez. 1 ~ •
~ ~-1-
M~dita nas pessoas queridas para asJ ~
quais, muitas vezes,trás do impetrar a be ~ Status Calçados
nc>volê-ncia dos outros, algumas vPzcs, ate fez-se prcscntc> na
mesmo desses nutras a CJUCm talvez prcten -
d passarela do Grê-
as constranger com desafios e> exigincias. mio atrav~s da
-----------//---------- gatinha Fli~ia
Pensa nas ocasiões pm CJUC coraçÕc>s ami- <loy, filha do Go
aos tr> haverão d,~scu lpa'1o as próprias fa l sal Xi tr ca
CDS. f1il
PENSAMENTOS w.v.
A objetiva do Ubaldino registro: olise
Faria Miss MS omn bate papo com n .-,lma '.ou
hot,Paul Abílio(colunista da .urtinhon
se) o Flávio;Garoro oans da Enersul(Can­
po Gr,rndc) .
1
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' agalv da Silva Gg
---·7 dov, Miss Caracol
que distribuiu char
me e elegância na
passarela do Grêmio.
:,os LEITORES
PROCURE
SUA
NUA!...
QUITAR
ASSINATURA A
A DIREÇÃO.
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Govo
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Pfi
O Ponto e Encontro da o
ESTACIONAMENTO PRÓPRIO, AMBIE.TE
DY
1 vis ense
PASSE MOMENTOS INESQUECÍVEIS ,O
RESTAURANTE, INTERNACIONAL, CARDÂPIO VARIADO,
DAS IMPORTADAS.
REí.,l,.t: 'l'ADv, Sun.
AO VISITAR BELA VISTA, NÃO DEIXE DE
SINO PARAGUAY, SINAL DE BOM GOSTO, PAR.i
LHOR. MARCA REGISTRADA DAS CITES P/_RAGUAIAS,
GUARDA SUA VISITA.
CAssr.o PARAGUAY.
EXCELENTE ATENDIMENTO BEBI
CO:JHECER o
REST UR.n .. ·re E CA_?.
PESSOAS QUF
t. APRECIAM O ME -
O RESTAURA. TE CASSINO PARAGUAY A
Bela Vista-Paraguay