TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº944_22_04_1989 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº944_22_04_1989Número da edição944Data de publicação22 de abril de 1989Número de páginas8GeoCoordenada -22.11172421058984 , -56.52884128062609 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº944_22_04_1989 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto • •• 1 i::AA-.Ct O, O e rii Bela Vista o Representantes de vin e o um jornais, tear antes da AIORI -- Associação de Di ores de Jornais do Interior de Mato Gror do Sul - reuniram-se no sábado e domin , dias l5 o l6 pp., para debaterem diver problemas de interesse da imprensa in- riorann. , A reunião 1 oi presidida pelo Presidente iíl,lORI, jornali!ita nuprê Garcia Coelho, e após a abertura, passou a direção dos nbalhos ao jornalista Ivaldo Pereira, illl itrião do encontro, junturnente com sua es sa Maria Estela Velasquez Pereira. Veja sqPáina 05 a cobertura com leta. + .. a;~·:J ~-----------------------~ as. MO ÁS Í(· 30, : de:. ode íl Cor relação ao incidente ocorrido nos dias 1 5 de Abril, em que l3 menores se dirigiram pa a região do Morro da Margarida, propriedade da !ào e sob a administração do 1O! RC Me., o Co do do Regimento informa que não deu pcrmis io, e nem tomou conhecimento da referida excur io, até que responsáveis viessem no Qu:irtcl sol.:!_ ltar.o resgate desses menores, o que foi reuliz!'_ por cquip~ especializada. So intuito de esclarecer e evitar mal maior, o tandante do Reimento alerta a população sobre , riscos de excursões deste tipo, ser.i u1:ia direç-no .sponsãvcl, pois a regina além de oferecer os pe ips natur:iis e característicos de mata fechada terreno acidentado, tem sido palco para exerc í ios coc, grnn:id.1s e explosivos releis Mentir triar le hlístis , a Através de proje de Lei, aprovado la Câmara foi doa- pela Prefeitura um ~ de terreno urba no Bairro3oa vis , sito à Rua .1ntc de oraes, ao Sr. eu Alves Teixei- , que construirá u ::Uni-indústria de es, numa área de o +: Visando incenti : tanto a :ruticul a como a instala Pde novos empreen ~ntos em nossa ci ,_já que o com6r ao absorve a de da d, - - , .. e mao-de-obra nivel, a cons- Mio da indústria, mediato gerará p r e g o s d i r e t o s e lizará pequenos C:! tores de frutas Ptras variedades -zadas na fabri ao de doces em cal • sendo co:num atu-= nte a constata - _&e deserdicio e :--oveitarnento de Prefeito Edson Moraes. diversas qualidades de frutas, abÓbQras, etc., eminúmeraspr.2_ priedadcs, até mesmo na área urbana, onde é grande o número de árvores frutíferas. O Sr. Irineu pos sui larga experiên - eia no ramo, além àc intcncionar expandir progressivamente sua emoresa em nossa ci daàe, onde todas as características lhe são favoráveis. Entre os presentes no almoço oferecido aos jornalistas pelo Prefeito Edson Medeiros Moraes, o Dr. Vilson Bertelli, Juiz de Direito, Cel. Edson Gonct, Comandante do 10 RC 'tec.,Prefeito Edson Moraes, Jornalistas Dupre Garcia Coelho e Ivaldo Pereira. íl A situação da BR 060 é r.iotivo rle preocupaçno do Deputarlo Henrique De dê, do PTB. Apesar de s:;;: as constantes reivindi çÕes junto ao Governo do Estado, a precariedade da estrada é cada dia pi or. Nesse sentido o De= putado resolveu apelar, para o Presidente da Re pública, segundo o Diá rio da Serra, cuja até ria transcreveos aba xo: 'A identificação par tidária que vem nortean do os passos do Governo do Estado, onde nota-se com frequência, o desca so governar.iental 'sobre os reivindicações de po líticos da oposiçâo,vem causando uma situação q/ dia-a-dia se agrava,tra zendo em seu bojo soe te prejuízos para a po pulação sul-e:itogrossen se. Esse descaso teve ressonância principal - mente na Assembléia Le gislativa,e :nais uma vez a população. e os munici pios foram colocados em .PSICÓLOGA FALD SOBRE AIS ~{eve eo Bela Vista saúde. Coe a apresento- o salão do clube est►ve o.dia 14, i- cão de vídeos mostrando completamente tomado por ª 000 u.-:,a icportante as v:irins fases da pott.!;_ estudantes, professores e «cativa palestra so- ça, suas formas de con- interessados pelo tema. ,'S o crGt Pedro tágio, sintomas e os cu! De parabéns a EMPAER e ê~; ª Psicóloga Ma- dados que devem ser to- Secretaria Municipal de õc ra, ::ie:;ibro do Cru mados par:i evitar o do- • Soude. !ô muito iI::porcan.: IDs do Estado. A e;a mort:' a psic:Ólo- te que nossa juventude ~ "foi da EMPAER e ga ministrou palestras prenda u pcuco mais sg sr±2Municipal de em dois horários, onde brcessa tcrrívelmolestia terceiro plano junto à ad ministração estadual. U dcsses,cxernplos pode ser notado através da situa ção do municÍ?iO de Bela Vista, região que detém uma das maiores arrecada çÕes de impostes para os cofres do Governo, e que em contrapartida, nada re cebe em se tratando de e nefícios indispensáveis~ O asfalto da BR 060, que dá acesso à cidade de Bela Vista foi tema de i números requerimentos e indicações oriundos do Go binete do Deputado Henri que Moraes Dedé(PTB), pÕ rém, verificou-se,ao lon go desses episódios odes caso do Governo pára com aquela população. Inicialmente Henrique· Dedé solicitou esses ser viços para o DERSUL, que por sua vez alegou ser o trabalho de responsabili dade do DNER. Na verdade o que realmente existe é um convênio de Delegaçõ es celebrado entre o Go verno do Estado e o D!-!ER distribuindo responsabi- lidade. Corno a solicita cão rão saiu dos gabine te's, o caso certamente de ve ter ido parar e algu ma gaveta, o que fez coo que o Deputado Henrique Dedê viesse a formular a solicitação asfáltica da BR 060, através de afi e io, ao Presidente Sarney. Em sua solicitação, o parlamentar esclarece ao Presidente que, além dos produtores rurais, qu~ não possuem boas estra das para o escoamento da safra, :i co=unidade estu <lancil t:i::ibém vêm sendÕ prejudicada com este des caso. Os escudantes que cursam o 32 grau necessi toe deslocar-se para ou= tros cunicÍpios, e, e é pocas de chuvas esse tra jeto torna-se praticaen te impossível, o que 1e va c:uitos estudantes a de siscirec de cursaro grau superior escolar. Alê desses aspectos, Henrique Dêdé lecbrou ao Presidente Sarney o fato do tt:unicípio de Bela Vis ta estar incluído na .4rea , Deputado Henrique Dedê de Segurança Xacional, o que na!s una vez en dossa a necessidade da quele ounicÍpio pode~ contar com infra-estru tura co::ipatível coe: sua posição. "São podemos nos per der ee discussões =-= gas, exaltando a posi cão partidária deste ou daquele representante da população.Antes de tudo, a população deve ria ser levada e co sideração independente c:ente de partidos poli ticos", afiroou o DepÜ tado Henrique Dedé. - Policia no Rastro das Ti;adores' Ultimacente Bela Vista vêm sendo invadida por u ea onde da "pixadores" q/ fazem·de euros, paredes, cal,;odas, lugares para des carregarem SlklS energlaS :irtísticas e suas criati vidades, i::uitas vezes a &ressivas e crininosas. Temos exett: los ar to- dos os cantos da cidade, desde poesias, declarocõ es amorosas, até palavr es. Recebemos infora;ão de que a Polícia está in vestigondo no intuito de descobri·r os autores de inúc:eras pi.xa,;Ões, inclu sive em paredes de·resi dê:icias na cid.ade. Os au- tores(ou autoras) serão ir.diciacos eo inquérito para respondere::: por se-1 us atos. 1 Teos informações se gurns de que alguns pi= xadores estao na crlra da polícia e provovekeo - te nos prÕxioos dias de verão seren resas. - ., .. li PIOR DITIOURI É DQUELD OUf O PERMITE I DISCUSSAO DE 10111S O integrante do Movimen.o Parlamena rinta Monárquico - MpM, ora em estruturo ção em todo o pais, começam a veicular ln formações obre o Plebiscito do 7 de e - t ombro do 1993 que a nova Const i tuiç::ío do ranil manda realizar, pera que o povo e3 colha a orma e o is ema de qovorno dos Ano 90 o 'Terceiro Milênio - monarquia constitucional ou república, par lamenta - rl rnno ou prPniclrncL•l i.r·mo. Quero lembrar que o MPM está cima das j clc,o loqias e dos partidos. E por riu e? Por que a Monarquia tem de estar acima das p».iões e das conjunturas, a fim de que possa abrigar a servir todan as corroentes do pensamento e da militância política. Caberá, entretanto, a dinastia d Bra qança, que remona a própria naclonnlidn de brasileira na sua formação histórica , ser o c-lo entre o passado e o futuro, per soni ficando 'a perenidade da Nação. O MP1 enlcn<ln que o depositante e o ou torqante do poder imperial é o povo. o sistema de ascensão e de sucessão no go - verno parlamentarista monárquico é montn do sobre o intcrnsse do Estado, nio dizen do respeito a reivindicações patrimoninis a nin, a direito ncion is, que d resguardados 'o Roa, a quer porticularis a. . . Desse modo, o Movimento Parla. ntar1s- 1.l Monárquico entende que o Congresso Na- cional, como legí imo representan.e do po vo, rcconhrccri o nohcrnno I ain adequado ao momen o do pais, cap.z de exercer, cor moderação, o objetivo maior da neutralidg de perante odas as correnes ideológicas par idárias. Nessa ordem de idéias qualquer prlncipc que, int grr rtido ou facção - TFP, PT, PMDB, PD ou PC já +em involldocln, de lmcdin o, a nu cvcntu, 1 pretensão no Trono hrnsllclro. Considerando, portanto, a Monarquia co mo hipótese realizável, ela será necessa riament representa iva no en ido de ser assegurada ao povo a participação no po - der mediante a instituição parlamentar. Nilo ne Lrnta, nssim, como muitos rrra rlamrntc pensam - de uma Monarquia llbsolu tistn dr "direito divino" - algo re róqrg do e alienado hã muitos séculos, mas uma Monarquia adstrita e nmarrada aos precci tos constitucionais. /tencionas Saudações Deputado CUN!l/1 BUENO. O governo federal vai tentar conter o comércio i.legal rle soja como Paraguai. Des de meados de março, quando se intensifi - cou a colheita de grãos no Centro-Sul, rc presentantes na Receita F'ec1eral, ~'.inisté= rios na Agricultura e Relações Exteriores Companhia rle Financiamento c1a Produção , Associação Brasileira de óleos Vegetais - (Ahiove) e Policia FedPral vêm estudando uma estratégia para rec1uzir? comércio i legal, com uma fiscalizaçib mais rigirla do movimento ne cnrgas na fronteira com o Paracuai no Paraná e no Mato Grosso do Sul. • Nesta safra, devem ser contrabandeadns por volta de 400 mil toneladas de soja com o Paraguai, um recorde. Este número representa si do total da safra de soja do E#ti tsísi Erti lID [ID (ill i (ID ffil asL/ @L' Pronunciamento do A utilização no dará a· arrancada pa Denutado ~osã~io aás desoertará avo- ra a tio almejada Congro Neto, da Tri ~ação siderúrgica de integração latino - buna da Câmara Fede Corumbá ensejando me americana. ralem 18/04/89. - lhor e mais rápido a Diante de tama - Senhor Presiden- proveitnmento das ja nhos benefícios que te; zidas de Urucum, sem a utilização do gás Senhores Deputa- comprometer o meio- natural acarretará dos; ambiente, conforme aos dois paises, ma disse, umn vez que o nifestamos o nosso Há muitos nnos transporte por duto desejo de vermos ul os governos do Bra- desse gás não coloca timadas as providén sil e <la Bolívia es rã em risco a preser elas para a celebra tabeleceram conver- vação da preciosa fau ção do ,cordo e imc sações com o objeti na e flora desso ver diata construção de vo de se dar apro dadciro santuário e= tão importante obra vcitamento com0rci- cológico da nossa na que em muito contri al ao gás natural tureza. - buirã para maior de disponível no pais Eliminará ainda o scnvolvimento e me= vizinho. grande déficit ener-- lhor entrelaçamento Esse aproveita~ gético da Região e da fraterna amizade mente ensejará a possibilitará o cqui que une os nossos construção de um ga_ librio da balança cõ povos. soduto que partira mercial entre o Bra àe Santa Cruz de La sil e a Bolívia, pro ierra com deriva -. piciando significatn cao para Mato Gros- vo incremento comer so do Sul, Minas Ge cial entre os países rais e Mato Grosso. irmãos. E finaimente, Congro Neto. sabido que o gás natural, além de combustível lim po e de múltipla u tilização, poàe ser empregado no oroces so de industrializa cão do Estado de Ma to Grosso do Sul , totadamente na regi ao do Pantanal, po= is além ne não cau sar poluição atmos férica preservará a qualidade de vida das pessoas e não agredirá o meio-aro p...i,rntc. de FinanciAmento c1e Pro'1ução, o ('entro-Sul tono, incluindo o Paraná, <leve colher at6 22 milhões Je toneladas <lo soja. Com asa ca de 60Kg sendo comercializada à média de•NCZ$ 14,00, as perdas dos governos fe deral e estadual pelo não-recolhimento no impostos como ICMS, Funrural e "IS chPgam a quase NCZ$ 19 milhões. "E uma qunntia muito alta para o governo mas para o pro dutor, tudo bem, o ganho é maior", diz llntonio Licio chefe do Departamento de E conomia da Sociedade Rural Brasileira. Quem vende ilegalmente ao Paraguai es tá tendo um lucro alto. No Paraguai, asa ca de soja está cotada um US$ 14,00 NCzS 30 no mercado paralelo - NCZS 16 a mais que a cotação da semana no oeste do Para na. 'I'HJ11/L!ll S"!'c ESCF 1TRIO: UCLl VISTi, QUESTS DE Rua Coronel Cam ão, FONE: 429-1302 - CENTRO - Cep: ATO GROSSO DO S" RUA: E. X P E D T r T E JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA (FUNÃO E 2o E FEVEREiRo E 1972). ft.":-,'OADOR: I'ALDO PEREIRA REDATOR CHEH: I'.'ALDO PERl-. lRA GERENTE: GILSON SILVA SANTOS REPORTAGENS: BALDIO RODRIGUES NL'NES CORREA. NOTICIAS: A3IM, AE., PLANALTO E CORRES: "DENTES. REDAÇÃO, AD:'-!I:-ISTR,ÇÃO E i'ARQL'E GR/,Fl<:o: Ru~ d1 República, 564 - Cafxa Postal 23 - Fone:(067) - 4)9-1410 - Sédc Própria - Registro no Carcóri de Títulos e Docu~cntos n2 35. Ftz1Ao 1 AoroAr E IAAJOY. ===== LY. SE.'!A:s'ÁRIO DA REDE BELAVISTE:-SE DE JOR.'iAIS. CGC MF - 15.513.203/0001-59- ISCR. EST. 219. 0003-1. L nrRF.TORA: MARIA ESTELA VELASQt:EZ PEREIRA. CARLOS A. NAZARI • a1à BORGES CAUSAS 15 C!VEIS DE E NOVEMBRO CRIMINAIS NO: 505 TELEFONE: 439- 1382 23. A 'ar jornal 'el de =:-ético l Muito obrigado! / - Deputado Rosário RUA: T U B O S D E C o N C R E T O S G E N E R A L FONES: 255-1205 R O N D O N 255-1202 NO: 2 5 l 255-1376 B O N I T O MA •r O G R O S S O D O SUL. _Exprêsso Aracatuba • Realizamos nuai quer tipo de tras -! porte de cargas. O Expresso Ara-· çatuba serve as cidade de reqião com agilidade rapidez e todas nossa seguran - ça. pa-: ra servir sempre. 1 ocre-es a e±n...Sr. de 'caminhões Servimos bem transportes de J A R D I M natureza. PROCURE-Nos. • M A T O G R O S S O D O . As l ~111,,no l'Hrcli.1 dn SI lvn, para prestar algu- r. - • Informaçoes a respeito da materla velculnda nu l,i,,~.c:? 91,2, <ll• Oíl n l'.> de Aht 11/89, Jntltulndoll~ !OI rsPA~CilJO l'LI.A POr.fCJA'/ Se a moda pea, Intimar repórteres para prestar fer»ações à Polfefa, não haverá mi is necessidade Polfelais e investigadores. O Jornallstn npuro la as deminc las e depois levarfa o cnHo ,,o MM Juiz d, Otrrlto, Repetimos, mal:s uma vez, recebemos denúncia de (UM MENOR FORA ESPANCADO. E redigimos a matéria , untando: "MENOR FOI ESPANCADO PELA l'OL(ClA"? rol bem, fos a cump para apurar a denún- lJ, Encontramos uma barreira de medo e temor. O rprfo menor futu da Imprensa, mas, amigos e vi Lhos confirmaram o fato. Cabe apurá-los e não 1n :l sr o repórter para saber quem fez 11 dt'mÍncia. ),., CO!STJTI.Jl(,;,O, Alffll:O 5'2, ITEN XIV, reza: "J; sser ado a todos O acesso à informação e ressuar do o slt;!lo da fonte, quando neccss;Írio AO exer dct,, profbsional". ~l, cdicjo posterior, comentamos nov,1mente o .1s unto, afinal se os interessados não quiserem a pu ti;ão dos culpados(medo?) o que fazer, mas fica um kez'rete, jornalist não é dedo duro e se, por aca o, vdcu1'lnao~ mJtéria lnvcr(dlca ou deturpada, aI tá a Justiça para nos puni.r, ntravés da Lei de I rensa e do próprio código Penal. Se foros intimn<los novamente, iremos com o mni r prazer, pois aprendemos com o chefe que todas as utoridades merecem respeito. Mas continuaremos a ~i?nuncl.1r ,1rhitraried,1dt.!s, ahusos. erros e dcsm.1.n s, e, nossas FONTES são saradas. Não adianta 1n tb:ir jorn,1list3 p~r:1 "dizer quem é a fonte", isto nível de jornalismo. é simplesmente inaceitável, e contrar todas .'.IS B.Íhlias da Comuni- 505 Recebemos notlcl.ts ,•s ta se::mna que o nosso n ;dgo )bnoel Rodrigues de d:anda, o "seu aneco", j:i se encontra em bom es tJdo de saúde, ele que so fteu u:n problema de pân~ :reas alguns dias atrâs 't esteve internado em Cam 0 Grande. desejamos ao Sr. Maneco una hoa recu- :•o:ra,ào e que em breve Maneco Miranda e Dona Nice. r ssa estar em nosso me- !o novaoente. li. Dona !ice, unimo-nos em sua fê ina 'is ui ia» Por ocasiao da rcuniao da Associnçoo de Direto Res de Jornais do In.terior de }IS, realizada em nos s cidade nos ,íltir:os dias 15 e 16, nas conversas -~::i os jorn:ilistas que visitavam Bela Vista, um as tt destacava-se: O os fa 1 tamento das rodovias 1 i do a ''Princesa do Apn' 1 :l Jardim-e Antonio João. Rgu:o eles "os belavstenses têm que se unirem, Mobilizarem e lutaren por esse asfalto para que la 'ist3 seja inte •rada ao resto do Estado ~ do ,L''.. ,., - --- ----- -- - - ALGl':SS TÓPICOS 8-! REfERfSCIA AO ASSUNTO! ! 'n~alist.'.l Pedro ,rizoli Correu Batista - JORNAL ~ E DE :-O'A ,.lJRADilA - "Sou do partido gover sta, as n.io tenho procuração para defender o Ma_E D""!'tranda. O problema do asfalto ligando à Ant~ ., Joao e Jardic é cuito sério, pudemos sentir is , ªº transitarmos por essns estradas, ê inadimis el que o governador não enxergue esse problema'.' ~ê G~~cia Coelho - Presidente da ADJORI e Di ~ do Jornal Folha de noto Grosso do Sul e ou- Rtes. ; G 1o do -;--.::.::• ,,ao conseguinos entender porque o overn ado deixa rclegnda no totnl abandono uma cidade 0 .8 la Vista, a nossa Bela Vista que é o Portal • st ocico da Retirada do Laguna e da Guerra do Pa- nao recebeu nem un a ulha Governador vive dfzendo qu v,J! os munlcfpfon adminfs rado por prefeftosde outros partidos que nio o seu, através dos dire ir!o mu nIcipals do PMDh, pots que traga, não sonos radi cais, queremos sim o progresso de nossa c1dad ". JUíZ J.N/1.H.CE O PAPEI. DA 11-'1'1(1.",SA l.':ITl<IOR/1'1.. O Juiz dr DJrrJto do Comnrcn de BPln Visto, Dr. Vilson Bertell, fez uso do palavra par: enaltecer o papel da imprensa Interiorana, segundo o mais crodo "é através da comunlcaciio doo p<>qu rio~ Órgão» de Imprensa locais que tomamos conhecimento dos fa tos fnerent<JH it sociedade em que vivemos;, da rea- 1 Idade dos nossos munfe[pios". Referiu-sá também o chefe do JudfcLárlo belavistense ao jornalista I vn)do l'erclrn, tllrctor <ln Rede Helnvlste~Me t!e Jor nais, S<'gundo ,•lc, "conhecia o lvaldo nntes ,;Ó de' nome, tinha Informaçóes de que tratava-se de um 1- dealista, um apaixonado pelo jornal!smo sério, act ma de tu<lo. i!~ .. iO pude comprov.1r npós contmcê-lo". l'RES [Ili•.:; 1i::riAcA'lAIIA CAl<t.OS A. OC,R IZ: "ESSA IUT:SliO :•!OSTRA O PREST{G!O tll'. NOSSA IMPRENSA" O Dr."Cachítn",l'r<,sic!cnte do Legislativo bel, vistense, pres~nte ~ reuni:io fnlou da lmpnrt3ncin da realiznc:io em nela Vlsta de umo reunlio da ADJO RÍ, "o evento ir.ostr,, o prestígio dos jornais de nos sa cidade e refio e serve para que os homens de Lt prensa que nns visltnm levem para outras plaas o que viram e o que sentiram em Bela Vista, espera mos que todus t0nh.1m as melhores impressões de nos sa cidade". ,! IJ Lopes da La.qu na um Encon- ro de Club de Laço filia do à Federa cão de Clube de laço de M.:,. O cv nto cst,i sendo promovi do pelo Club,; de Laço daquc la cidade e es pera-se a par ticipacão de gr ndc nÚMcro de laçadores. Na fo o ao la do o Patriiõ do Clube de La ,.....,_~:....---..1 ço Guia Lopes da I ii.gun i, AF:L/ VIST/ PARTICIP/1, co•.; :.,01s (j_,.!_'..f:T'!· J De bela Vista estar1o seguindo para Cuia Lope da Laguna n CJuh, d0 1 , ço Bela Vist,1, p.Jtro11<' 1- do por José l.ul✓- lour, l ro e o Clube de laç0 São Geraldo, do Patrão 'It r Felix Rajas. Kos Últimos dl:is o.; ln 1 1 çadores belavistenses 1~ 1 tenslficarar.. os trein,:::c:.: j tos com vi.st,"ls a fazer t• 1 ma bonita apresentação e Gula Lopes, onde, p(,r tr~ 1 dição, Rela Vista se:::pre 1 se apresenta muito !,~:::. 1 Esperam os organi;·arln j res do Encontro de Jaca= dores em Guia Lopes que o 1 recorde de mais de tre zentos laçadores partici pantes seja quebrado. o P,ttrao Josc Luiz Lourt.:1 ro. 12 OE MIO - GRNIOE f'ESTA Bi C/..2J.OJL! ! Vista earcial da reunião da ADJORI em Bela Vista. "MOKA PROMETE P.ECUPERAÇ;O TI-!EDIATA D/ BR 060" 1 1 Muito onita a mate ria de primeira página do Jornal Correio Jardi ncnse desta semana. onde o Deputado }loka promete intervenção junto ao DER SUL para q_ue a rodovia 060, "A RODOVIA DA ESPE ~A:SÇA E T,}!BJ:}I RODOVIA DA MENTIRA", seja conserta da pelo Órgão. Tomara que consertem, mas já apren demos que e promessas de deputados e Governador nio se deve acreditar.A- final, eles já promete -..._ J ram muito mais, princi- Deoutado Waldemir Moka palmente paro os belavistenses, ou nao? "E O DESUL, O QUE A:SDA FAZE1'1)0"? .1 Nao dá parn entender, em 9ela Vista e Jardim e xistem residências rodoviárias do DEIISl'L, órgão res ponsável pela conservação e manutenção das rodovi as que ligam as cidàdes da região. Gostaria de sa ber o que eles andamn fazendo! Trabalhos particula res? Para os "cupinchas" do PHDB? ESTRADA VICI:SAIS ABANDONADAS"! ! Em Bela Vista entao é uma verdadeira vergonha, nossas estradas municipais estio sendo consertadas pela Secretaria M~nlcipal de Obras, se dependesse do DERSIJL viraria trilheiros e só serviria para viagens a cavalo! Temos também recebido várias re clamaçoes no sentido de que o órgâo{1)ERSIJL) presta serviços nos municípios circuvizinhos(desde que os prefeitos sejam do PMDB, ê claro), faz trabalhos a qui e ali, para um e outro. Tem muita gente queren do saber o que a residência de Bela Vista anda fa= zendo realmente que não atende as suas obrigações com o município, principalmente no tocante às es tradas. DESnBnFO 00 PREFEITO' "~?toveitnnco 3 opcrt.Uniduàe, muito oportu~a por .,}, _o Prefeito Municipal Edson Moraes, apos sua '-l:..3 ... eva""? aos jornalistas, pediu para que os mesmos •ld•~ -~::i a todos os rincocs de nosso Estado a ren • ;~~ e::, que se encontra a nossa c.cace. Segundo o etts "até hoje, desde que assucimos, Bela Vista Quando se fala em !'.! DE :'.AIO, lovo vê::, â ner:te as gostosas e anir:i.3das fest.1~ que sao rea) :::z.J.das nesta data na nossa v{zirha fiado Ao (»roo ro memorando mais un 3110 de ~::,ancipaçào polÍtico-atlml nistrativa, Caracol promove este ano una rande fes ta, a começar pelo baile no dia 30, se estendendo pelo dia 12 com esportes, churrascos, laçadas e ou tras pror.ioçÕes que estarão a data. Se De us .nos permitir, estaremos presentes e Caracol. RECLAMAÇÃO CONTRA O "ATACADO" DO ITKAIA! ! Essa semana, olcoçondo em um restaurante da ci dade, a proprietária nos cha::,ou oara mostrar um sa co de cebolas, fazendo também u~ s~ria reclamaçãÕ contra o"Atacado do Fukaia".Segundo ela,"quero que isso seja publicado, se tiver que pagar eu pngo,p.'.l ra ver se comerciantes inescrupulosos criem vergo= nha na cara e nio hajam mais de mi fé co seus cli entes". Segundo .'.l proprietária, co::,prou no "Ataca= do do Fukaia~,como sempre faz nos co□êrcios da ci dade, um saco de cebolas que deveria pesar 20 qui los. la verdade o peso do "s.'.lco" estava certo, 20 quilos, o problema é que pelo :::eio existiam cebo las com todo a sua palha, do jeitinho que foi co lhida, alim de vários legu:aes estragados". Ao pe sar o produto pode se certificar de que de cebolas mesmo existiam menos de quinze quilos. Disse ainda a reclamante que não foi :a.Lar cor., o ":'ukaía" por que "sou muito estourada e poderia ac.'.lbar fazendo besteiras". AVISO AOS INTERESSADOS EM FOl'OS DA SULA MIRANDA Comunicamos as inúmeras pessoas que nos procura ram interessadas em fotografias da cantora sula ME randa que na quarta feira, dia 26, essas fotos de vem ser procurados na rednção da TF com este reda tor. Sula Miranda esteve'fazendo uo bonito show no Ginásio de Esportes no snbado, dia 15. Na oportuni dade muit:a gente foi ver a "Rainha dos Ca:nínhonei= ros do Brasil". (As fotos na próxir.10 ediçio). 3 ;.: ,Af'/ IJJI./ Vl i'A 1111./Vl!iiMJ 1) H:'l'.i/1. V<•l,l·.lJll,L "l>" Vt LEIOL "A" /, U.'I' .. ,r O T/Çil Ili.!/ V 1STA FUTSAL 1 r l ô 1Jcv, 1 ·, :, 1 c,,:,p,.!_ 0 1 1 ,·:, nt., e, 1,,, 1v, 11 lu I i••po:,·ibillrl.:__ 04/junho/H Ol1/M111 o / • l '/ Junl1<,/H'J J .,/.)111.hn/íl'i or. / : T li' 0 1 1/0ut. /HCJ do a rircn,e no l 1 1 •r,r,l111, :,cor-do con d,d V< !l(•J' J't !;( V ( 0 l l OI• e I ub, r: li a IJ 1 ,., l OI' l d 1 1.EII, q1H• rcon l 'JÍIJIO J LTÂIJ1C e; UIA:; H c·r:hnu GTIIÍ,'.>JC, 1 (J .~ 1-:Fl' r, 11'1 f ~,I O HI ,llr.HTO O .. ;. ;,o:/, .J/,TH 11.l'AIJl /, DTHNLY /. PIIHO M/HIA /. 11 TLLLT JOl!GI ll. CI ::i/f< M/HIO i . 1 :IIH!'! ., TJt./1!1; ; . CAL!-./ Irll u';L' I / f . f- . lffl,P t . i í/ trará n m lhor sol u<; ,u, VEHEADOH cAss I0 ,(' f('L 1 (l VEH!r.ADOR CARLOS ALBEHíO OCARIZ ' Na sessio do d:a 1@pp.o Presidert do Legislativo Bclavistens,vereador Carlos Alberto Ocatiz pre ntuu h, qt,•'r ir-t r.Lr pC: d±ndo para que fosse enviado expediente a llrr:o. Sr. P11sid1nL,• d., :-~!l'f'SliL,~;c:lic1t,n d a inst.'1·,c;°;o eh .. leis t1;,n!'..,forn,í1r1ores r.: 1 maior potência pra atender ucs rraaore: no Birro dos Primaveras,bem ccmo pura ilu m'nação pública e novas lir,;.c.;Õt:s rt :;ià1...nc2._ ~ e- n< (lL';'.'} ~-., pur:dü o Vt'! t.:· oo!, ' 1 i.'i.<•~(,..!r;;o::. ,-4«ndic.cão at:vés de ata1xe assinado Eh rquerimnt upnsentado nu serbleia Le gisl.1tivc: Estadual ,o deputado Henrique Moraes De dé,do P'f!3,e n.pn·scnl,c'1t,· ele nossa rgiao na /ssC'!:'.1 bléi.1 Lcgislctiva, sclíci rc,u que fosse envi:1c:o l· •. .:::_ dicntc oo Sqx:·intcnd..:nL•' d:-. S1.füECO,~,-'T.CZ Tcbct,P!:_ ra que fc,ssc f,,:1'1.:Cido cópia àn Cor.vcnio 080/Se,c::, lcbt,,c.'O cem a Prefeitura Municipal de Bela Vista , que ;Jl'C:V0 a CO"-'-.n.Jç~o t'c' u-:i;, P-; :1tt st,brc, o_ Ri.o !:: pa dar.do acesso a Aldeia Piracua,nc munuc1p1o, OC'm cerno inform:-çÕ. s :<.tn.: vcrb~s j::i r,ps ssnd.: s crr, e!::_ corn3n::ia co Ct'-.IVt..nio. o n,qu':!rim<.nto do deputado fci muito opor tuno pois a cmstruç:i.o àcS.."";1 p,,ntc e· ~pit(.çno .:;:-t1p.:. déqUC'lil comunidade indigna,de vitl irprtar1 p,,ra os hubi..'1."1tc·s é,, Aldvi..l Piracua ,· Ql,(', r;,cs.r d:: e>:i:;tC'ncü, dr fcnvênio com a SUECO prv a a cc-nslruçÕO,cdl·b:':"'o nr, ad:ninistroçao or.t.cr1or, ., nferid pnt aind no foi construica. J I 1 . ~,: 1 '1 r ! • r 1 1 e, i-> r< .:, J ! • r. :. ' , J e .... e plcsp: ;or , r.•~ '. DUTO ETAL. E=!EIZEZES E5 At? avés Ci.: t:.T rcqt.:.:r·i~-:1 c,o Ct:putado !:stccuul Henrique Deé,peaiu para que fosse erc«zirhvdo ex_ dite a. Sr. Di n. tor· cr D,p,•r•;.,.-rt. n:o c!c Cbr2S ?u ~-.icE.S.Dr. Eo o Gc-r.C"VLZ r-crrari,CC'IT cépi('.S é•(; Sr .. S.=_ cretáric de Obros PÚbl :c,,s,Dr. Dj,.lma r :-r ·ira e• Rc:.:cm .. , e ao Sr. Sec:re~;,rio d, S,JJce,Dr. l•liltcn l-ii- -: r:.nct· ~Oc:...'"'t.:S, sc1 icitndo informações a respeito da pé.i-al 1zaç~o das cbr.s e···. rcfom;, de ho:-p1 tal S~o '!' cr:nt, ae Paules.,c;"t. no~n cidr!dc .. , •- :":.L r·( ; ,J ... GIIBH'.C, LúUílEiílO G/,BÍ!!ICl Presidon' Dr. I'Il,tl f. fJ/, csT :QvES ?t.cmbro JOSÉ Bc-í!IFACIO DE ·1CR/ ES Mm7bro Hqr,<Jlor,c• e·!'. tcac..s o: 02/89,que trat:, d: ce:: ;:,,•t: __; : Jr u:- .r!~ : - ilr. ctunil 2'1'1xll0,5C un.c ps pra ets nit,lC un. l·r.;:i e·:::·•:~- ;,c,·.--,ú~- ur. l-:rrp,•<1:,s :'i·i"' L;(' ,:.o( u:-:. c·.:·:·ir•ho ;;:-:e,_. r;n.: • l' C1. maciço,05 unu. pá la:g c cabo,05 eh. r.,o:-: t1 396,05 ur.0. f, cr. • :• ! =- r. EDSú~'. '.-iEDEI iCS DE MCRAES Prefeic 'unicipa. Dedé pede l nf ormações Sobre -a Paralização das Obras do Hospital Dr. Renato de Souza Rosa Mtoico - CR:·l - MS 2049 HORÁRIO: 17 - 21 Horas. Dr. Ubiratã Leão S. Torres A rcunii . , 1sta, < Carlos J presidi 0que, a , trnbalt :, anfltri 1 eGp:osa .:etora de rresençc:: .sta, di . Ar.dradu !i, Jque .Jl!iO; r• :, onde sa r:alicio d • ?c:ita Po + Popular ai, a1á s e Rio suã e N • Belavist • :.::::-.1to, ao J ária o CIRURGIÃO DENTISTA CRO - MS HORÁRIO 13 - 21 Horas EKD: Rua General Osório N9 660 BELA VISTA - MS. Quan - o termina um sonho ... Começa a realídade e só -q - em acredita em sonhos sabe 0 que é melhor para si r- - Nós acreditamos no progresso e temos o que é melhor para você o H9TEL POUSADA DA FRONTEIRA tem Apartamentos com ar condicionado o moderno Américan Bar - Lanchonete com um delicioso Chopp A·venida Teodoro Sativa - Bela Vista Mato Grosso do Sul Reservas: 439-1487 e 439-1366 ----------------- J ........ 'ª a O te ea NDO O MU ICIP LISM presentantes de vinte e um jornais , ran e da ADJORI - Aocição de Diro re de Jornais de Mato Grosso do Sul, reu ri-e ábado e domingo, em nossa cidade , debaterem diversos problemas de in.e e da imprensa interiorana. !l. : ..... -------==------------' omioralistas reunião cm Be- a Vista aco osas e filhos. 5. A reunião foi na Cãmara Municipal de Be 1 Vista, gentilmente cedida pelo presiden e Carlos Alberto Ocariz. Foi presidida pc o presidente da lDJORI, Dupré Garcia Coe= ~ que, ap6s a abertura, passou a direção s trabalhos ao jornalista Ivaldo Perei - , anfitrião do encontro, juntamente com a esposa Maria Estela Velasquez Pereira, irctora de a Tribuna da Fronteira. Presenças de Predro Arizoli Corréa Ba - 1sta, diretor do jornal de Ivinhema e No Andradina; de José Valadares, de Navi - ü,Jque edita mais quatro jornais naquela giao; representante dos jornais de Corum i, onde são editados quatro jornais; João atalicio de Oliveira, do Jornal da Praça e Ponta Porã; de Ãlvaro Pereira, da Tribu a Popular, de Jardim; Jorge Pacheco, de K bai, além dos jornais editados por Du = re em Rio Verde, Costa Rica, Anaurilãndia Mapuã e Nioaque. Também os jornais da Re Belavistense,Tribuna Murtinhense, Jornal Bonito, Tribuna ele Caracol, Jornal de in cnio João, Correio Jardinense, Jornal da .cuária e Agricultura. is estes jornais já provaram suas forç s não é preciso provar mais nada. 56 se lembram dos jornais em époc de eleições, ai reconhecem suas potcnc. lidades. ro d C , , cretár a d léa Oc, riz, ro P 1 e ar <lo , , .1, Zeca toraes, Cel. do I C R c Bertelli, Ver . Côn:rn] do Par aai e dente do Rotary Eduardo [ A REUNIÃó J Os diretores de jornais do interior de ateram vários assim tos, entre eles o rela ionamento dos jornais com as agências de blicidade, tabela de oreços, participa - o na Constituinte Estadual e fortaleci - ento da entidude com maior participação s filiados. lNALISTAS DUPRE GARCIA, IVALDO PEREIRA E PRESIDENTE DA . RA CARLOS A. OCARIZ. Falou-se na missão da imprensa do inte : 0 r, co:n suas conquistas, suas lutas e Pe 0 Arizoli, de Nova Andradina, lembrou que :Jrante ouatro anos combateu o orefeito da ela cidade, Getúlio Gideão, hoje sentia gratificado pois Gideão fora preso em Sgnpo1is, eia Policia Federal, por cor ·~ªº· Foi um exemplo marcante do papel "Prensa, um jornal valente que comba - . um Prefeito corrupto e que, apos qua - 0 anos, teve todas as denúncias confirma se o prefeito na cadeia. O jornalista Ivaldo Pereira lembrou que camin, - d - te. 'Fio é o fortalecimento lo municia ::io, e nada fala mais alto, bate mais for ' Sue os jornais das pequenas cidades.Fa que e preciso haver RESPEITO por parte _Governo do Estado com os jornais do in- «lgy · - e, ' que não precisam do Governo, nao " esmolas, querem o respito, que pro "em os jornais do interio. n como fa mas como estratégia de marketing, po Diretores de Jornais José Valadares, Alva ro Pereira e Joao Natalício de Oliveira. Duprê Garcia Coelho falou de sua inten cão em entregar uma JDJORI mais forte, m~ is autante e mais unida. João Natalício de Oliveira lembrou que precisamos reali zar reuniões técnicas, com a apresentação de palestras de publicitários e técnicos, visando melhorar os jornais do interior. O presidente marcou a pr6xima reunião para a cidade de Naviraí, onde os direto res serão recepcionados pelo jornalista José Valadares, do Diário do Interior. Es ta reunião será nos dias 17 e 18 de ju nho. CANDIDATURA DE IVALDO Nesta reunião, o presidente da entida de, Duprê Garcia Coelho, lançou o nome do jornalista Ivaldo Pereira para a presidên eia da Adjori. A eleição será no dia 10 de julho, em Campo Grande. Ivaldo, inicialmente, agradeceu e acci tou o convite, mas deixou bem claro que "se os companheiros quiserem, serei o pre sidente, mas procurarei, junto com a <lirc toria, desenvolver um trabalho mais técnI co, não poderemos ser corretores de anún= cios, ou seja, servir de intermediário jun to ao Governo, Assembléia ou Agências, is to cabe a cada jornul em particular. Te= mos é que tornar a lDJORI forte, resreita da, com jornais livres e progressist~s•.- Pedro Arizoli-Nova Andradina, Reoresentan te de Corumba e Jorge Pacheco de Amambai. 1 ALMOÇO J Logo ap6s a reunião os jornalistas em companhia de suas esposas e filhos segui ram para a sede do Rotary Club, onde o pre feito Edson Moraes ofereceu uma deliciosa feijoada, acompanhada de muita cerveja ge lada. • - Jornalistas, esposas, filhos em flagrante no almoço oferecido no Rotary Club. Presenças do preteito Edson, presiden- Após o almoço vários jornalista ram uso da palavra, todos lembraram lamonto de Bela Vista no tocante ao a.f to para ordim e Antonio Joo. O pref to Edson Moras falou de suas dificuldades , do desafio que está nfrentando, sem a a j urla do Governo do Estado que discrimina Bela Vista. Falaram também o Dr. Vil:on Bertelli, o presidente da Câmara, C rlos Alberto, o anfitrião Ivaldo, Dupré e o - dos levaram de Bela Vista um grata rocor dação. O jornalista Ivaldo Pereira cntr = gou a cada um dos participantes um Diplo ma de Honra ao Méri .o por suas participa ções nas comunidades, editando jornais e fortalecendo o municipalismo. O prefeito Edson Moraes e o emptesário Ricardo de Souza Rosa, proprieário do lo tel Pousada da fronteira recepcionaram os jornalistas dignamente, desde sábado à tar de estiveram com o grupo e Bela Vista, m~ is uma vez, mostra a sua tradição em bem receber. PODER JUDICIÃRIO DO ESTADO DE MJTO GROS SO DO SUL - COMARCA DE BELA VISTA. z 1 M O Doutor Vilson Hertelli, Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista, Estado de ~ato Grosso do Sul, na forma da lei, etc ... FAZ SABER a todos que o presente Edital vIren ou dele conhecimento tiverem que fora arcados os dias 02 e 16 de maio de 1989, respectivamente às' 14:30 horas, para realizações dos leilões, d< signados nos autos de Carta Precatória n2 55/8E: oriunda da 12;! ,,'ara Cível da Comarca der. Grande S, ext ra!da dos autos de Execução ng 1291 /87. q /Don tcl Comercial Leda move contra Albertino Rodrigues Russo e s/-:r.'1 Hilária Arruda Russo, referentes ao be penhorado nos autos acima mencionados e abaixo carac terizados: Um lote de terreno urbano, deter!nado , sob o n2 16 da Av. Paraguai, situada nesta cidade, r.,e d indo dito lote l5x45m da frente aos fundos e::, at::bos os lados, dev!da□~ntc transcrito no RGI desta Cor.ar ca sob ong 20. 771, às fls 91 do Livro 3-L,cofrente p/ Av. Paraguai; Lado Direito, coe o lote n2 15; Lado Esquerdo com a Rua 03 de Outubro e Fundos coo o lote ng 09. ,valiado por XCZS 300, 00 (tre zentos cruzados novos), e abos os leilões o beo Ioóvel não será alienado por preço inferior ao da avaliação. Do auto de Penhora consta que o referido irável foi hipotecado à firoa Exequen te. Nao havendo expediente em qualquer dos dias designados para os leilões, estes realizar-se-ão no mesmo horário e local dos dias Úteis seguia• tes. Caso os devedores não sejam encontrados, fi ca desde já ITIAD0S por este edital, da dac.ã designado para o leilão dos bens penhorados. E para que ningué::i possa alegar ignorância, foi ex pedido o presente edital que será afixado no lu= gar de costupe e publicado na foma da lei. Dado e passado nesta cidade e Cooarca de Bela Vista - MS, aos 20 de abril de 1989. Eu, Petronio Leão, Escrever:te Judicial a datilografei. Eu, Pedro Vir g[lio da Silva, Escrivão a conferi e subscrevo.- V1LSO'. BERTELLI Juiz de Direito. E M .Jornal Tribuna da f ron eira, Leia e · Assine - OPI V Violência e Comunidade IA ,,, ,li l r rr, -r t1r1il vi , ... e e, lc xx, a 11 • ,lfl(J n I .· v l , l u, d ,; t,ht hu•n r,o , no cor seuem !' e i e n lm nte o'ver problcms terrenos diu urnos pc l n v to l ~ rw t., 1Í f l e .o Iota I e tn l' 1 qtit p,1 ,l ;, .,('!' i1 t ~,nj e,• dd !WC 1 < d:tdt • (" Clu 110c· j t•d,1;.Jc· L, rn <l<·ll r·o c..l< :;i os f or, :1 r,1· rr,don n de odCJ.; on :;r•u:, dJ :· lln b .1:. os, al quul o CC•I[lO bioJÓplco. Cnbr ·10:, m;•dlCC'fl i;c,c i ;d:; ,, cc,11LÍ nua ci<- LCÇ:;O <· lf' - vnnLnmPnt.o dt• .. n~n!~ Cí•usns e: r•ft. 1 tos. Para Lnl Fenôrn, no - ·1 violrnc ia nflo ul t1 .1pr,s:;c os lirnlLe..; elo l'C!ullibrio :;ccl,ll ncclL:,vtl, sob pena de ·,t·tnp.lc o cnon, él insLabilJeh dL' e n desordem socl .tl. No resta duvida que todo povo lt·m -'-< ., G!.:U r,r é.lU ele Cll llll'él, fr·uto de- Sll;'o c-voiUÇ'IO histórica, d seu:s valores, de suas tradi coes, onde a pg. básica é a educação, mnol dr..d<.1 na escola, na familia, na Igreja e na p1·op1·i-1 c'UCiLd,HlC', o grnnde denomin,-,doc co mum dnt inslituiç~<'6 soclnis. A Con::;tiluiç~o Fc.:dcrnl nsscgurn, no Grt. 1'14 "cnput", "A s<'gu1•,,nça pÚblicél, de ver do Est:,do, dJrt:il.o e rcspons.:tbilidnd, de.: tcdos, é exercida pela preservação da ordem pÚbllcé.1 e ircolumidnd~ ctus pessoas e do pirimónio, através dos se guin <'S Ór os: INC. 1- !'.Federal; 11 - P. Hocl. Fede· rnl; 111 - Pol. Ferroviária Federal; IV - Policin civil e V - Policio Milil.:r. A Pol iciG tc•rn sido o gr,nde p2lL,tivo dus dPsajustcs da scclcd.idc; sc,bre ,•1:-. u comunidnde des.igua L0dos os s~us dc.:sac~r tc.,s. Cerca de 50% dos ntos anti-sociais que ocorrem no mc:o socinl, fruto d.:: seus desajustes, independem da ação preventiva dr, PolÍciG, ni'io raro ocol'rl'nc!o dentro dela pr·Óprin. NZw r-c-sta dÚvicln que .i Pol ic i.· ino bili:::,d,, contJ•a o uso ,, tr·áfico de er,torp~ ccnlcs. contra o porte llcgal de ncmas,tcm popc·l c::;s:c-ncialmcnte ccle,vantc e pc,sitl - vo. Quanto nuis age a Policia nesses seto res. nJ.cis occrrêncin dctecté. cxistl um<1 relação direta entre a ação policial e o 1:.ici~o. Quar,to m,,is age· a policia mnis ilÍcito dc·tect"'. E o Policial? Fruto do propcio meio , pt,r m;,.is vcação, aptidão e cap,:cidaclc que possa ter o~ adquirir, terá outras tantas 1 i mi t<'çÔes, f1·u to do me reado de· t1·ab. lho ond~ o s~lácio não condiz com a magnitude da profissão. Pouco tem entencido a ccmuni dudc- de qu~n o b ncbre, dignificante, ai: truísta e sacerdo al missão policial. Se cxjstem tnis limitações n« ação pc,l icid pela própria formação, outras li m, tnçÕes exJ stcm p,•ln própria escrutura po lic:al, não beneficiando o combate ao cri: V V l:"" IJ ,.r,n:-c'. nt1.,,H;;."":o r:..ciç V·ilr r-,1.:dt·ir '1' <: o p(.Jtci·,l, pde pr çno dt• pe•vo, p r, <t"' J e termo a unu dupla t pr·, v, 1 Ir· f' nprlmir i f' fH I i .. ) I l t v d• l 1 ' li j mp' ,,r d Do dsJo puro <Hl nc,J!HlS pcil icins, !it rvir Jo po a corr.un I rJ,,dL bv ! , vi,· t 1 1 r ,,· ts consiuerçóes, fut ---,,...,...--=--=-~--n dv quem :;r p r·r·OCIIP-' cc,m o pi-obl,·ma cc pol ici:imento cm no.:.. f;O E s t ... ,do. Tudo qu. cl i S!::<' - mos, sob forma d, crítica, sugestl ou orientação, ter si elo insp1 c.:tdo n·, qt,i io que vimos St.:ntimc.1s d:.: pt·rt.o, como campo pucmun•~ lc de· nc,ssaz é1 Li vi - dad- profissio - l! ll r n.- is. Criticando, su gerindo ou ocicntan do, fá-lo-emos coh ZA BE!E'V1», despretcn~ão e hu- mildade e SLm inlcnç~o d~ ferir, tadamente, a quem quer qve seja. TEN. PM - DANIEL SGUZA BENEVIDES. EM ! - Ei .... , li "D,:SPÕE S(;BRE A rx•:.:;Ão D!- L:-i LC'f:: D:- Tffiqs'.'.) URBJNO" _ Eu, Ed~ori Me-dei ros de r-:or:..cs, Pn. :''---i co :-:u.'1 i c::.pal dt· fü:la Vista, Estõno d,- í-i.:;.tc. Grosso elo Sul, f;;ço Sébcc que :.i cZ,,r ,ra r.;u1icip~ l, c.;;:c'✓<.L:, <: eL:, s:,nciono a sE:guinte lei: ARTIGO 1e - Fi C-c.1 o Pode 1· :=:x._cu ri vo CL. tori zado a dour ac SL""r.hor lr·irn .. .:u i ... ·:-,. .i. - xeir&, portéJor ao RG. 335716 e CPF. 105.671-72, parte do lote determinado sob o nº 09, ds quadra 267-B, no bit:o Vis&, medindo 20.00n de frente 50,00n de· fundo, p(·rf'.lzer. .ou.--: :o·al 1.oor-2, sito à Rua Antero de Mores. r ! t,_ • • •'• l ,.. t •'(' ,, ., 1 • - X r .... i. ,: ! • - . ,. 1, ,.,.:::/ _,,,. i-L _. j ! ◄:2C., :. I· . .<; - íX s ATICO 22 - c0aço ' , :, d(•Stlt.o t..' fico pura área de construç c una ."° .. L ri '1 C(: UúC L S. ARTIGO 39 - A doação tornar-se- d p!eno direito, independente ce qu·" interpelcuo Judicial ou ex:-juc..o· tüdc,; ou e : parte, se v.r sr d .. e ....... çao diversz a prvis no artigo 2 d Lt:i e se inobserveco o prazo d, {seis ses por: inicio d construc A±TIO 4 Es: Lei cnr e. vi r e-: A níb Vil 1: V!ACÃO CRUZEIRO DO SUL SEGURANÇA - TR.l_ QUI:.IDADE _ CO!-,FORTO 8 para Excursões LINHAS PARA: BELA VISTA, PORTO MURTINF.O, JARDIM, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUXA, llRlC.AJLJ, QUE.NA, SIDROLÃNDIA E C.MlPO GRANO'::. •:osso rnté ::,is des lo campa .or1as [ ' Partic 1oI, _:; do I -_tú e São gestão d eleito nu -, Seu u::i .:icr. Lc::ibro "inistro 5a0 Socia ~, ?Ois C? e.·• j o --ir.gir -: :lo intt -~ Posição "'a qual v· scala 1 • 2 1ca1, sse parz -, Ol; a r Nunca ··_dias, 0 - ; Nas n .2"o e uenag procura e~ '" • ""' anc-e ::~ O Uni 'J .. --;, traba ·- 1 ,· "o Ocomo .. _. s Ob z , ~::Us ca,. "mo±? ce ±. Al'l'O(IO JOÃO, PONTA AQUIDAUANA, C.ORUMEÃ, NIOAQUE, ( .. E.CRIVE IVADO PENEI A n ')I pF McNaughton, jornalista americano,e prietárlo de um jornal no interior, dl 'que "se estiver disposto a mo dedicar ' trabalho, o diretor do um pequeno ,l do interior poderá fazer um aran à ua comunidade o a si próprio". 0 H .. •" - .., , • r IR dallanahor, também diretor de Jornal o interior dos Estados Unidos, dizia que ·•,Jidc;ir e• eclltnr um :;emanário int:oriora o não oferece oportunidades de_e enco - ±ar grandes cruzadas que aba lar ao o mun to, Mas, de qualquer forma, uma lança é i instrumento muito adequado quando se quer lembrar aos culpados de corrupção do que a imprensa está vigiando-os. E para desenvolver cruzadas c:omunitiirino, pois toda parte há alvos apropr lados". L Temos no interior sulmatogroso0nse,o 1 r xi?mplo5 de jornalistar o diretores ele joE mais, vitoriosos, bem sucedidos, que hon ram e dignificam a profissão o são moti- vos de orgulho para suas cidades. Lembra ~.cs rlr. 11.diles do Joaral 'J'orres (O Progre~ - so, de Dourados); João Nntalicio de Oli eira (Jornal da Praça, Ponta Porã); José u /Lia Neto (O Pantaneiro, Jquidauana); Iri .,,, . ncu Ferrari (,Jornal de Miranda); Nelson ·y ias da Rosa (O Momento, ~e Corumbá); Teo cioríco Luiz Vie>gas (Folha de Dourados) ;Ou .... prê Coelho (edi tan<lo cinco semanáx:ios no interior); Pedro 11.rizoli (Nova 11.ndradi !i,;-· na); Vanderley e Francisco (de Cassilãn - .J dia, ParaniÍba}, enfim, vãrios companhei _; .·.· ros que encaram com mui ta seriedade a mis são da imprensa. E o nosso amigo valada tx:-_- res, de Navirai, hoje editando quatro jor ais. Lembramos com carinho, também, do telavistense Dorival Quintana, hoje radi -·.cando em Dourados, editando a Gazeta Popu ·,r,r. lar. - Nosso interior 6 ricg. E é rico tam ,r; t:, bém cm matéria de jornais. E todos estes 'J'.:. Jornais desenvolveram ou estão desenvol - a rendo campanhas comunitárias em pról doe ,nt..! ~elhorias para os seus municípios. wi: ' Participei de alguns Congressos da lúlRAJORI, Associação Brasileira de Jor r.ais do Interior, em Niterói, Gramado, Ca ~ ,.. Xill:ú e São José dos Campos; fui diretor· na gestão de João Batista dos Santos e h~r.: reeleito na atual gestão, de Jordan Joo ra. Sou um apaixonado pela imprensa do in terior. - Lembro, com carinho, as palavras do S. 1:x Ministro Chefe da Secretaria de Comuni tacão Social, Said Farhat, e as transcro ·:o, pois espelham mui to bem o que P. a im prensa do interior -... " despreocupados e::i atingir milhões de lei tores, os jor- ~is do interior podem e devem consolidar sua posição nas comunidades a· que servem e da qual vi vem. só eles poderão prestar, rs;-·. e:n escala crescente, serviços vi tais, no ,:./Pino local, mas de escasso ou nenhum in P&esse para o grande jornal, a grande r , _. • 0 , ou a grande estaçao de TV. Nunca sr, destacou tanto, como em nos ;.'l~ ros dias, o ,·alor das atividades comunita ;l•'·' tias. Nas mctropóles, as oml tidões redu= ,e:e tudo e todos ao anonimato. Por isso, e;,;: ~s pequenas cidades, bairros e simples .,· és procuram expressar sua individualida l· :: e os anseios comuns. O jornal local e~ ·.; 1 ha o universp concreto das pessoas que vi "C, trabalham, estudam, compram, ven . ~ e locomovem-se. Nele r.ncontram respos 'ª· a seus objetivos de cultura e lazer". 0 jornal local conta a vida da comu- Planam MI MEL gzs cog_AR RE1cERAo. ATEDIENTO CO CAFE DA A - ..,..,.tro E REFEIÇÕES. J:h<rRVAS !:{ AQUlDAUANA FONE: 241 - 3.56", I .. ,,-. ·, , =Io .!.VES DE ARRUDA • "IMPRESÃRlO E PECUARISTA• F; DA. COEI 55 E FRENTE A SANESUL. 5to TIMO - NATO CROSSO DO SUL. nidadoe. 'Todos os jornais da Pede elavis tcnne de Jornais, tem como meta principal "Fortalecer o Municipalismo - e para nós, parafraseando o ex Minis ro Farhat'', o d0 phuparamento dos jornais e revistas do ir terior não convém à vida das comunidades. Se vicsem a desaparecer, ficaria compro metido o princípio do doacnvolvlmento e.ó cio-económico dcacentralizado. Sua morte ;itingiria a vitalidade das instituiçSes políticas e democrática,; nncionais. Se não existiosem, perderia a cultu ra sua ~cgítima exproosão local. Sufocada na uniformidade, sem poder exprimir-se na sua individualidada, a cultura regional a cabaria. por. f_enecor, E, com c>la, o pn:: triotismo, a cidadania, o amor às tradi çSP.s - en (im, tudo o que faz um povo, e não uma simples massa de gente. Nestas palavras encontramos a eso6n cia da filosofia.editorial e empresarial de nossa empresa. t por este motivo que editamos oito jornais, é por isto que par ticipamos ativamento do Congressos, Encoh tros e procuramos, sempre, UNIR a i ren a interiorana, e fortalecê-la. Precisamos criar no interior jornais fortes, empresas jornalísticas sólidas , sem que seja preciso misturar o jornalis mo com o faturamento, lembrando palavras de_, Alberto Dines, "jamais se deve mistu - raro jornalismo com o faturamento, o que resulta naquilo que, em gíria de jornal, convencionou-se chamar de picaretagem. Mas, com a ajuda do discernimertto e imaginação do jornalista, pode o gerente comercial descobrir novas áreas de publicidade e o gerente de circulação novos contingentes. de leitores". O pequeno jornal, semanário ou quin zenal, com 4 ou 12 páginas, pode desenvol ver grandes campanhas comunitárias, desde que esteja li.FINADO com a comunidade onde circula. Também nos embalamos nos doces so nhos do Plano Cruzado, do crédito f.ácil a juros baixos e sem correção. Ficamos es trangulados, após o Plano, mas nem por is to fechamos jornais ou dr.spedimos funcio':' nários. Muito pelo contrário, e ai entra DEDICAÇÃO, EFICIENCIA e MUITO IDEAL, redu zir custos, criatividade, muito trabalho e dedicação ainda maior à comunidade. Criticamos o Banco do Brasil, os ban cos particulares, (Bradesco, Bamerindus), o Governo e criticaremos sempre que neces sário, mas também elogiamos quanclo o elo= gio é merecido. Quando falamos no Banco do Brasil,fa lamos a nível de Bela Vista, aqui ele e realmente o sustentáculo de nossa econo mia. E ninguem pode dizer o contrario,por que o contrário da verdade é a mentira. - Quando criticávamos o RB (Ou os ban cos particulares),defendia,.nos os interes ses de todos os empresários belavistenses que possuiam débitos junto ao banco e que riam a renegociação de seus débitos. Com a chegada do novo gerente, novos métodos, novas alternativas, várias renegociaçSes foram feitas, pois os pequenos e médios empresários não queriam dar o calote e nem "favorecimento" devido a intervenção de políticos. O Brasil está cansado dis llCBJTORíO JURIDICO --- - ---- . - bvocxo NELSON CHAGAS ! 2.491-A. cC" OAB-MS ° os, 251 - 1721 - ESCRITÓRIO 251 - 1712 - RESIDENCIA cronro. . ., sreen. Rua Tenente Bernardes no 826 Av. Cel. Camisão no 657 ' -.MATO GROSSO DO SUL. so. E o BB mereceu elogios. E continuará a merecê-los desde que comungue com os mesmos ideais da comunidade belavistense, oue é de trabalho, honradez, ·crença no fu turo e honestidade de propósitos. Sim, um jornal pequeno pode se tor - nar grande quando desenvolve grandes cam panhas comunitrias. A renegociação jun to aos bancos foi uma luta nossa, de pei to aberto, sem política e, hoje, podemos afirmar, DEVER COMPRIDO, muitos colocaram a casa em ordem e voltaram a trabalhar com tranquilidade. Apesar da crise,já sn vislumbra a luz no fundo do túnel. Mas a luta continua. Lembrando as no velas globais, aqui em Bela Vista se de senrola uma novela que polariza as aten ções dos belavistenses e faz inveja aos Lnuros da vida, aos Dias Gomes, aos Pli nios Marcos, t:rata-se da novela COO EN GAAR UM POVO PROMETENDO ASFALTO, GANPAN êO ELEIÇÃO E DEPOIS ESQUECER AS PROMES SAS. Pois é, temos o asfalto para Jardim; Temos a reforma do Hospital; Temos a construção da Rodoviária; Temos as 40 quadras de asfalto na ci dade; Temos a constr·ução das casas popula res (também prometidas); Temos o dever e a missão de trans formar Bela Vista numa cidade progressis ta, justa, com o seu povo mais feliz º com as crianças_radian_tes de esperança. - Vale a pena fazer jornal no interi or, desde que esteja se fazendo o que go~ -------------~ ta, com ideal e coa f6 no futuro. A pender cla empresa versus i rrena exi te pen para quem não sabe vlorizar ojornali o. A empresa deve ervir do La à institui ;ão pública que é m jornal este, quan- o mais bem feito, mais a'inado com a com! nidado, ma's independente influente, - lhor servirá a presa e à couunidade. EDITAL Nos termos da legislação em vigor, ficam convocadoo, por c_,str f.DJT1.L, todoJ os eleitores filiados ao PARTIDO DA RE CONSTRUÇÃO NACIONAL, neste Municlplo,pa ra a CONVENÇÃO MUNICIPAL, que eró reali zada no dia JO de abril de 0 1989, co:,• :.nT cio às 09:00 horas e encerramento G 17:00 horas, na Av. Duque de Caxias, nn CÂMARA MUNICIPAL DE JARDIM, nesta cida de, com a sC!guinte OP.DCM DO DIA: - a) APROVAÇÃO 00 MANJFESTC, progran; e> En' tatudo do Partido. b) Eleição por voto direto e secro~o, do DIRETÓRIO MUNICIPAL, <JUI? será conotituí do de 21 Membros e 07 suplcnlcs. c) Eleição por voto direto e secreto de 02 Delegados e respectivos suplentes à Convenção Regional. d) Eleição por voto dir~to e secreto da Comissão Executiva e seus suplentes, pe lo Diretório Vunicipal Eleito. Jardim/MS, 21 de abril de 1989. NELSON GONÇALVES BRANDÃO Presidente Comissão Provisória Municipal do PARTIDO DA RECONSTRUÇÃO NACIONJ.L. Os professores, seja de rede privada, ou pública de ensino, poderão ter seus sa lários definidos em lei e ainda assegurada uma reposição salarial que lhes garantirá a eliminação de perdas do poder de 'compra trazidas pela inflação, caso seja aprovado pelo Congresso projeto de lei dos deputa - dos Gumercindo Milhomem e Florestan Fernan des, ambos do PT paulista. - Segundo o projeto, os professores bra sileiros terão como piso nacional de salá= rio o valor de 434 cruzados novos e 99 cen tavos, para uma jornada semanal de até 20 horas. A proposta prevê que, na data da promulgação dessa lei, haja ainda u acrês cimo baseado na variação do 1ndice de Pr ços ao Consumidor (!PC), ou outro índice, seu sucedãneo, a parir de março de 1989. Povo no PDT O PDT deu um salto qualitativo ao de terminar, por proposiçÃo de seu líder, e presidente, Leonel Brizola, que todos os ór gãos de direção partidária sejam compostos de 508 de trabalhadores,negros, mulheres e Jovens, garantiu o deputado !.ysaneas Maciel (PDT-RJ), para quem tal fato pode mudar os destinos do Pais. Enfatizando que, enquan to as massas populares não penetrarem nos partidos, o povo estará ausente do proces so deliberativo, o parlamentar lembrou que o futuro ministerio de Brizola contará o brigatoriamente>, com 50% de trabalhadores negros,mulhcres e jovens em sua composiçã~. Segundo o representante fluminense, a decisão, tomada a nível de estatuto,visa a deselitizar os diretórios e 'órgãos afins "permitindo que estes sejam ocupados por pessoas comuns e mesmo pelos setores margi nalizados, no sentido nato da expressão,cm vez de serem_conduzidos somente pelos notá veis, pela cupulado partido". - 'cosmo_DELTRGuzlüTS- RRãST. AVISO _ No próximo dia lQ de Maio serão realizadas elei coes ger:i.is para Presidente da República, Senado res, Deputados e Membros das Juntas Eleitorais, a fim de completar o peclodo 1989/93. Conforme as le.is en vigor, são dispensados devo tar todos os cidadãos parnguai.os que se encontra fora do País. Por esse motivo, o Consulado Paraguaio, em Beln Vista-MS, Rua Guia Lopes 550, ficará aberto das Oi:00 às !ó:00 horas sem interrupção pnra crrpedir a Certidão de Ausência a todos os compatriotas que estejam.devidamente documentados. EDUARDO J .- 0CAR.IZ ,. CÕNSUL PA.llACUAIO. llktk4%%%44%k ( ( { qraca t , t> rJ, n J . 1 • • •d 1 do e ande publi r no 3o dia e ob •• .. r•J , o qu » acon ece &6 no «o«to. .P. V4 o1- o sabe CONVERSA COM JESUS sas "mlg inhas" que acontecem em re lação ao ginúnio? ll ncln vo 1 to r< mo□ilO 11G!1Untol E O DP.RSUL No dio 15 PP , comemorou mais um ano de vida D [ofi ·nha Moina, ilha do casal Ello e Elainc.l fcntinha ncontccau na rcoidéncia dos avós: Laurindo e Iraccmil. l nimação é o que nãÕ [altou aos convidados mirins da bonita ani versariantc.ParabénsT TAMBÉM NO DIA 15 pp, festejaram ani versirios os garotocs Carlinhos e Diego, fi lhos dos médicos Ca - chito e Azaléa. Os a niversariantes é que organizaram a lista de convidados e o car dipio: muito churras quinho e refrigeran - tes. VlRilDAS MOSICAS quo tem reeidência cm noesa cldadc? A cho que nó serve pa radar mordomias tamb&m a um grupi - nho. lfinal nosnas stradas estão com pletamente abandon~ das, e o Dcrnul que tem obrigação de mantê-las em condi ções favorivcis de trânsito, que seus funcionários são pa gos com o dinheirÕ do povo estão fazen do o que? Trabalho e muito Trabalho es sa é a função- dÕ mesmo. animaram os amigui nhos de Carlinhos e Diego. Até dança do chapéu·aconteceu pois por li as "damas" e ram poucas. Enfim,foi uma agradivel reunião que fez a alegria da meninada. Felicidades ao Carlinhos e Die - go. NOSSOS PARABÊNS Jà NO DIA 16 pp. fez aninhos a gatinha Aline filha do casal Santos e Ke na. A data foi comem2 rada com a aniversa - riante rodeada de ami guinhos que foram a braça-la. Parabéns! ao casal Dr. Ricar do e Tati, proprie tários do Hotel PoE_ sada da Fronteira pelo excelente aten dimento que dispen sam a seus hóspe des. No final da se mana pp. muitos jor nalistas e suas [a mílias estiveram em nossa cidade e fica - ram hospedados no Pousada e t.odos elo giaram· o bom atendi mcnto e excelente ca fé da manhã. PARABÉNS TAMBÉM às Polícias da city que tem feito um po liciamento mais fre quente nas imedia - ções das Escolas principalmente à noite, isso é ótimo pois proporciona ma ior segurança aos nossos estudantes! I• r o nita 1 id l, d da SEDL. lendário está viso para o dia 7/5/9 a realizaçao do Proj,,to "Do:,i ,go Feliz" em Bela Vis- a. Desejamos que a parLiclpn<;iio de no_ sos es udan e ja maci ça. SUCESSO Total, foi o show de Sula Miranda em nossa cidade. SÓ que o show "quase não sa iu" como estava·pre - visto no Ginásio de Esportes. O motivo?sg gundo o empresário Bastos "por que está vamos anunciando que a Pronav Municipal te ria uma% de partici pacão do dinheiro da Portaria" e segundo os responsáveis pelo Ginisio é "ordem do governo do • Estaào não alugar ou ceder o ginásio para promo ções da Pronav .Q,1.l que tenha aval da Prefei tura". Ao saber disso fiquei estarrecida. Quer dizer: o Ginásio de Esportes pertence a um partido, a umn grupinho? Pelo que sempre soube, o mesmo foi construido con o dinheiro público, PDE '.anto dinheiro do po vo. Será aue o Secre tário de Esportes Pag no Japão, fazendo cursos de aperfei çoamento, já entre nós a cabeleireira Geny Nishikawa e e~ tá atendendo em seu salão com muitas no vidades. KM. APÔS 6 MESES Conv roa com Je suns, todo os dias durnn e 9 dias. Orar meu Jesus, eu vos de ponitri minhn ron - fiança, vdn nabcin de tudo, Pai e Se nhor do Univrrno.So is o Rei dos reis, vón que [jzestr o p~ ralítico andar,o mo_;: No próximo d!a to voltnr a viver, o 1o do Maio, serao leproso snrnr, v6s realizadas rlciçõnr que vedes as minhas gerais para Presi - angGstias, ao minhas drntr da República, lágrimas, bem sabes Senadores, Depu ª - Divino Amigo como dos o Membros das preciso alcançnr de Juntas Eleitoriar.,a vós esta grande gra- fim de completar o ça (pode-se a graça período 1989/93.Co~ com fé) a minha con- [orme as leis cm vi versa convo~co mes - gor, são dispensa - treme dá ânimo e a- dos d votar, todos lcgrla para viver.Só os cidadãos pnra de vós espero com fc guaios que se cn~o~ 3 confiança (pede-se trem fora do pais. n graça com fé) Fa - Por esse motivo. o zei divino Jesus que Consulado Paraguaio antes de terminar cg em Bela Vista-MS ta conversa que te - Rua Guia Lopes, 550 rei convosco 09 dias ficará aberto das cu alcance esta gra- 7:00 às 16:00 horas ca que peco com fé. sem interrupcão, Pa como'gratidão publi- ra expedir a certi carei esta oração pa dão de ausência a ra que os outros que todos os compatrio precisem de vós, a - tas que estejam de prendam a fé e con - vidamente documenta fiança na Vossa Mise dos. ricórdia. Iluminem~ EDUARDO J.OCARIZ A; us passos, assim co- Consul Paraguaio mo o sol ilumina to-':::==========~ dos os dias o amanhe cer, e testemunha i nossa conversa Jesus tenho confiança em vós. Cada vez mais aumenta minha fé.A - gradcço graça alcan- çada. N.P. CONSULADO DEL PARA GUNY - Bela Viata - is- i rasi1 AVISO MONZl SLE-ZERO é o que o Sindicato .Rural rifará no dia 28/05/89 no Parque de Exposições. São apenas 50 números a serem vendidos a 500,00 cada. A ren da seri para a cons trução do salão so cial do Sindicato. Vale a pena arris - car. ORAÇÃO DOS AFLITOS SENHORA MARIA lMCLIA GRCMIO DOS SUBTENEN TESE SlRGENTOS PE DRO RUFINO. ASSEM~LtIA GERAL EX TRAORDINÃRIA - DIA 01 DE MAIO DE 1989. Aflita se viu a Virgem Maria aos nés da Cruz. Aflita eu me vejo. Valei - me Mãe de Jesus ,-con fio em Deus com to~ das as minhas for - ças, por isso peço eficiente funcioná - ria da Receita Fede ral, que sempre aten de a todos com mui= ta rapidez e simpa - tia. A ATIVIDADE esportiva formal e não formal, exerce grande influincia na formação do cidadão sul-matogrossnnse , constituindo num fe nômeno social, com implicação em ireas prioritárias na vida humana, com a educa ção e a saúde (Se 1- A Diretoria do GSSPR, atrav.és do seu Presidente-DIO MEDES SANDIM DE ÃVI LA- e de acordo com os Art. 60 e 63 do seu Estatuto,convo ca os Senhores SÓ - cios Portadores de Títul.o Patrimoni al que estejam ou não quites, para cm AGE, ouvirem, apre ciarem, debaterem,a provarem ou nao, as pautas abaixo: Transformação da categoria em SÓ CIOS REMIDOS, me - diante a cessão do Título Patrimonial em paga de remis são. - Estabelecimen to das vantagens da remissão, registra-· das no referido di plorr.a. -Acerto de data para nova AGE para formalizar os resul tados obtidos. 2- A ASSEMBLCIA GE RAL EXTRAORDINÂRIA, fica marcada para as 20:00 hs, do dia 01 de Maio de 1989, em primeira chamada e as 20:30 hs em se gunda. Bela Vista,MS, 20 deAb.ril de 1989. qu' ltl 'i ta,' ficácia cu lho frente 3 uxílio -PreYeito volta bairros aos *************~*** A Prefeitura Municipal, mais uma realizou mutirão nor. bairros non dini; C:, 07 e 08 de abril, aconteceu nas primave - ras J,II,III e IV uma verdadeira faxiyg non terrenos baldios, patrolamento das ruas, retirada de lixo e entulhos acumulg dos. . . e - Os moradores demonstram satistaçao ver de perto a efici5ncia <lo pensoal & Prefeitura, nur verdadeiro trabalho e conjunto, onde viírias pessoas ilproveita - ram para limpar seus quintais e manter contato direto com o Prefeito Sr.Edson li.e raes, expondo seus problemas e carénc~ do bairro, observaram inclusive que aquc· la era a li! vez que um Prefeito visitava o bairro e ouvia a comunidade. Foram trés dias de muito trabalho, OE, de a população sentiu o interesse do ór • gão público para com o bem estar da pou lação. Conforme relatório da Secretar~ de Saúde Municipal e da Pronav Municipal, constatamos que dentre ·outros dados, ape· nas 58 casas possuem poço morto, de 31:> casas somente 135 poss~cm água encanada e de 996 moradores, 104 são analfabetos U:: Índice que a secretaria de Educação es~ procurando reduzir, através do programa f ducar, incentivando a alfabetização cios belavis tenses. Preocupados com o grar.c!e numero <le pessoas sem documentação, efe • tuaram um trabalho nesse sentido encani • nhanco. 209 reivindicações de docu.-:tento, diversos. o último dia do mutirão a comunida· de, participou de palestra com O Prefei· to, onde agradeceram o atendimento e dis· cutiram os diversos oroblemas.dos bairros apontando como o mais sério a falta de i· lumir:iação pública, observaram que há ne • cessidade ca r.nersul instalar 02 trans:c~ madores com maior potência, pois não re condições de se ter uma geladeira, una t levisão ou qualquer outro eletrodoméstic? u:na vez que a luz é fraca. o ,baixo assin~ do dos moradores foi encaminhado à Cãrar? Municipal e à Enersul para providências Houve reivindicação também de u clube d° "a9s. O Pronav 5á_iniciou levantamento $? 2}'o Antonio doão, onde a Prefeitura i ge daaos sobre os moradores re:era; e ª.s~ude, eàucação saneamen~o básico e condiçoes de • d '- zc . vi a revelando com isso Prefeito a ;::,rincipal carência daq;ele b;:ii.r,o• DIOMEDES SANDIM DE ÃVILA - Presiden' te do G.S.S.P.R. - AV s.o Ko prÕxic:o dia 14 de caio,a p " nic'oa.l e~· ta rã r<> 11 d • ronav .. u -. _,.J_': a zan4o varias f<>stividadcs c:n co::e::o•-r ao Dia das Mães no Estádio Me + i 1 Ocdvi.o ,~, toura. une pa Para a - cowerioracão estão sendo programadas l a: presentac;ao de dancas, n:Üsicas concursos encr~ ~; escolas n:unic ipais • - coral da . e estaduais. aprcsencacao O i s Igrejas Batista e Assembléia de Deu> , an nador t.rnando Gasco estará aprcsentandJ -· ~u prograna de calouros e transm.itindo a festa~: vo. Lembramos que t A" do concurso de e1, ·a eo estará acontccen r.:~:! sados • hor tocador de Berrante, os i~ . ::.J Casa d e::i participar devco fazer suas inscriçot',-. o artesanato Municipal at o dia 06 da i:,:l•:, A Pronav i f , ft,· ,,•u~t~ip-l n _omou que nesse dl.a a Pre. • 1 • ... ~ estar l .... ., as e todo " colocando conduzo para tr"",- vl.da::ios todos ~~ssoal, da periferia da cid.:1dC· .,; , ge:n às Rai.nh partictpareo dessa linda ho:::- as de nossos lares. 1 ( í f s. : . E P . , de TRA r; tr balh ur plano .lõ pressoe fefto deve· a vez por is ,ue diz, tfregos, 1 :tis e re Aa PMI a, repre :,:cores "' !pa, cab crar do t1to o têm a Rua Duc e tra:i s de c!luva ata:eir. :.:.s obras u. :à, asfálti ,: obras do Ice:te de 'as as niss es vereado t±tear, a: ao O «lar ée aturo, po± te!ra est, ·• C::Utir1 'ela Prefel, :11· !lês cor "o desse, <os ·s nova e e ;-s, são be • Cora ... 'to, sta tear tº faz ;,a: hvere eve- ..... - se e ";=uor. ,:·•-idade ado. , Ao !. ,:) :'?3 llteg ± PF; "!es ?::ais ' ·, dar õi ·t!3· :-. ao p, ", e a leva - , a, , Po1, ser! rei ' i 'sarog . ate 3. a1 '•'t Ultur ,"=ee± - .. 'ttc. • "à3.do, lo± ·. o, ' S t, '/e , , ·'E a., avo- s 7t.a, ' ,a- a 7,' sue -~ J.::i b , Pre.- sa "Soe ., ·:, Para • «A. ·e ;· '.a» a"a • ... •. :!e. "e ale o cor a-. • ', S •- tido! "o, ' Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº943_15_04_1989 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº945_29_04_1989 Voltar para a lista de itens