TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº949_27_05_1989 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº949_27_05_1989Número da edição949Data de publicação27 de maio de 1989Número de páginas8GeoCoordenada -22.112360353002327 , -56.53777037504973 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº949_27_05_1989 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto MATO GROSSO DO SUL ANO XVIII N0 949 sexta feira passa o Rotary Club de la Vista, em reuni fes iva, homena ou todas as enfer e enfermeiros 27 DE MAIO DE 1989 • omeaga de Bela Vista. A ho menagem foi pelo "Dia da Enfermeira",essas abnegadas funcioniri as que se dedicam dia e noite a cuidar dos enfermos. Mais de 20 enfermeiras e enfer meiros estiveram jan tando com os rotari~ nos. Na oportunidade,a En ermeiras Casa da Amizade sor teou diversos brin des e virias enfer - meiras foram agracia das. A sra. Neuza Vi eira, enfermeira, a- eili:a SENHOR PRESIDENTE, ANTES DE MAIS NADA, OS NOSSOS RESPEITOS E A 1r.:·~.'OSSA ADMIRAÇÃO PELO GOVERNO DE QUE V. EX A. EM FAZENDO NESTE DIFÍCIL PERIODO DE TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA. ~ MUITO FÁCIL CRITICAR, VER AS FA LHAS, MAS OS ACERTOS SÓ A HISTÓRIA OS JULGARA. E A HISTÓRIA, MEU PRESIDENTE, ESTA A SEU FAVOR. EREMOS ELEIÇÕES PARA PRESIDENTE DA "REPÚBLICA, A IMPRENSA ESTA LIVRE, OS MUNICÍPIOS MAIS FOR TALECIDOS, OS TRABALHADORES ESTÃO NAS RUAS REI INDICANDO MELHORIAS (ALGUNS ATÉ ABUSANDO DO DR REITO DE GREVE), ENFIM, O BRASIL VIVE A DEMOCRã CIA. SU PRESIDENTE: QUANDO O ENTÃO PRESIDENTE MÉ DICI, INIUGUROU A PONTE INTERNACIONAL SOBRE O RIQ APA, EM NOSSA CIDADE, COM A PRESENÇA DO EN i';'O PRESIDENTE STROESNER') DO PARAGUAI, LIGANDO BELA VISTA (BRASIL) A BELLA VISTA (PARAGUAI) , SUA INTENÇÃO ERA "INTEGRAR AS DUAS CIDADES", ABRIR UM NOVO POLO DE DESF.NVOLVIMEN'T'O. NA PÁGINI 03 DESTA EDIÇÃO, VEJA CARTA AO PRE /SIDENTE Dà REPCBLíCÃ, JOSÉ SnR EY, ENVIADA PE LO JORNILISTA IVALDO PEREIRA ESTA SEMANA. Presidente José Sarney. REDATOR CHEFE·IVALDO PER IRA - CZ O, 20 gradeceu cm nome de todas,as homenagens. Os ro arianos I valdo e Rahal, fala rama respeito do trabalho das enfer- meiras "o médico G a técnica, a enfer meira, esse anjo branco, é o coração, o carinho, a dedica cão". ESTE SIL COLÉ<il Temos bons colégi s em Bela Vista,ape ar de tantas dificu 1 ades que o setor edü acional a travessa -; ão só em nossa cida e e no Estado,mas em do Brasil, ainda ~ pontos positivos a stacar. Entre os ns colégios belavis nses, destaca-se o ster Silva". . Atualmente tendo na •tretoria a Professo- Francisca Peixoto Jurema Loubet Viana retora Adjunta), o ·egio vem superando ~s dificuldades com ~ta criatividade e "logo entre profes :•:s, alunos e dire ·1>, atual diretora_, 'ancisca Peixoto ao su: ' : ·ir, sofreu algu- • Pressões, mas sou Com serenidade e Reza mostrar a sua A" U ODEL capacidade de traba lho e aparar possi veis arestas que po deriam surgir.Hoje, " Chica" , como é ma is conhecida, têm o carinho dos alunos e o respeito dos professores. Ainda há esperan ça de que, em ou= tros setores, Bela Vista possa se unir e todos trabalharem pelo progresso da ci dade e de seus morado res. 0 que é preciso e um grande entcndime.!! to(municipal,estadu ale nacional) para q/ possamos sair desta crise e alcançar,afi nal,o esperado desen volvimento material e espiritual, forjan do uma Nação cu 1 ta • e forte.Parabéns Dire tora. Gostamos de ver gente vencenrlo desafio!c 4 IS MAS ROGAS: IUM PROMLEM OE TOS s drogas não apa recem apenas no enre do de um livro famo so ou num drama de um programa de televi - são. Elas fazem par te da realidade de nossas cidades, esco las e trabalhos. Não Marcelo Inaugurou flrmazém de Sidrolândia O Governador Mar cela Miranda inaugu rou quarta feira,2ã a Unidade Armazena dora de Grãos em Si drolándia, com capa cidade para 50 mil toneladas . A programação o ficial do município incluiu também ai nauouraçáo do escri tório do IAGRO e da Unidade de Seguran ça Pública bem como a assinatura de con vênios pela Presi dente do FASUL, Pri meira Dama do Esta= do Mariita Cancado afetam apenas as cc lebridades, como 1@ mos nos jornais,nas são uma ameaça poten cial a nossos filhos; cônj'uges e companhei ros de trabalho.- Todos sabemos que esse vício ajuda a Soares. "Da mesma forma que estamos oferecendo ma- rp refeito de Dela Vista Apoia Collor de Mello Quem chega no C-abi nete do Prefeito Muni cipal de Bela Vista, logo se depara com u ma foto de Edson Mora es e o candidato à Pre , sidentc da República-; Collor de Mello, que vem liderando as pes quisas de opinião pú blica. O Prefeito argumen ta· "Não é montage; não, fui o primeiro prefeito de Mato Grosso do Sul a externar o apoio à Col lor de Melo". VEJA MATÉRIA NA PÁGINA 97 Comentando AS NOTICIAS SOCIAIS, NA PÁGINA 08. destruir milhões de vidas e contribui ao crime, por isso é um problema que nos afe ta a todos. - Os Rotarys Clubs do mundo inteiro es tão procurando uma forma de solucioná - TELEFONES EM BELI VISTI is 510 mil tonela das decapacidade es tática aos agricul tores de ~ato Gros so do Sul, por meio do Programa Fstadu- lo oferecendo progra mas que englobam des de campanhas educa cionais, até progra mas de reabilitação, a exemplo do "Proje to Esperança". Participe você tam bém. - al de Armazenamento estamos buscando re cursos para ampliar ainda mais a capaci dacle armazenadora do Estado". PÁGINA 07. MarUú Debate Questões - da Mulher em Manaus A Deputaàa Marilú guimarães partici • pou como convidada esoecial do Congresso Nacional da Mulher, denominado "Atitude Atual", em Manaus, e foi responsável pe la abertura do painel "Revolucionando Con ceitos". - EIA_MATRIACOPLETA NA PÁGINA 07. "g o c qu l:! ,. ra :, s 1a SI t - ! l • 1 G :f( b M 2 JC € 1 1 Í' I ó r. . . _" Preciso que al- G tome providênci urc,+, ~ - n-.es a respei ,Çs serviccs pre "?s pela TELES é "a cidade. +. verdadeiro CA- ~. L' "'- · lnhas cruzadas uad, + '4,"2s, demora_ nas oes, ligações in terurbanas defeituo sas, linhas que caem constantemente, en fim, tudo está 'ocor rendo em Bela Vista no tocante ao siste ma telefônico e nos serviços prestados. Até programa de Rádio da Rádio Bela Vista podem ser ouvi dos através do tele fone ... sim, é fácil-; basta levantar o a parelho que a voz do Gasco(locutor), soa forte e entusiásti ca. O problema maior se verifica quando fazemos urna ligação interurbana. Para se conseguir a ligação interurbana é uma ver <ladeira guerra, quan do se consegue, demo ra apenas alguns se= gundos e a linha caí, é um caos total. Esse problema com os telefones em Bela Vista vem ocorrendo já há algum tempo,de ••• núncias, reclamações criticas e pedidos de soluções do problema são feitos semanal mente s'em crue nada se ja feito. Esperanos que o Dr Silvio Lopes de Arau jo, Presidente·.da TE LE1S, tome conheci= :nento do fato pro- videncie uma solu cão de imediato. Agora, a conta telefônica chega di reitinho, sem ne nhum problema e não pagou, cortou. PROVIDENCIAS,OS SERVIÇOS ESTÃO P2S 'HMOS l ! !}', M/Tv Edital de I timação com o prazo de vinte dia ,1 1 1 ,r o , , r>· 1 ,10 l wl I e 1 , ln til ' • ,,,. lnp 1 !rt·,rt(, n11, 1, h1dn. 11.c n.,!.O: 11'· ]( !l/11/ ri• fx• cur; H pot quantia r contra Devedor Solvn 01 .ll- ·r r vu: 1 tl' 1111• ,;;,) ,t, .)()• ; o,·v. 1 rio rt ir, ptn, qs tendo, , 11 nlJ .11u no r«?o de cinec dia, do J li 'o li ,,vrol 11 - e ,11,. " r l i:lll l 1 • dr : "Lo t , cl , ,. r<·nc 1Jr 'r r I11 .n,,(opr!oIIe 1•;, ,·cm 1°n·,<l< ?f.Orn2, medindo 1o,0om d frente onde cor.fron 1 Cl>íll / 1 ,li Pt·( J<·l uh B; 10,00 11· 1 e, 1unoc c1•11f'nn 111do cc,r, o 10.1• 119 07, 26,00 m do 1.,r1, . q1JC nlc, c<,nl 1 0111 n com o lote n0 14, ;>t,, m I Indo di ,., i to of'd'· co11 fron L• t'(IP'l e lrt( nu l•>, r;il11· 1do n·, Vtl·1 L,ci ria, nu. idade d Por,ta Por/M., ccm um c: , ti' 1>lv111111·!·1, 1tp<, C-2, ctr,tc•ndc. 02 tlormi'Ót·los. <l fü•l:,, r.,1 co:7.lnh.i, 01 ba- r 111, 'J 1 • frrm : . . Í. r 'J/, Ul íl u d,. 1,·1/t :,/89 ficutt ruvdo na memo ri d todos os blavistenses que assisti rm no Etdio Oet vro Fortours a rande p:ogramgçio da Prefeita: , Muni e ip;:l etc !lc· la Vist e Prcnv/LB MUNICIPAL que ccm- morou comn er.tusisno ci:atividade o DIA DAS MÃFS. A 1 ( stividnad cor ou ca ·, 1as Ecclos brasil.iras v pruayas q, c11.. tau: um show no c impo lo fut t·bt 1 <.: nc, p.: lco «rodo no :r do ae Esta0io. A, B pi, do Rcimrt Antonio J0o fez v abtturs do vrt acompanhada pelo co e a l rt e 1 nst i t li t o !, F ! u .. : 1 ~~o d l. l • 1 V 1 r- - ta; loc após Bnsu to IO RC Mi€ fez u ma benit attesenteio ar+nicando aplau - cs do publico present Do Par:guy virou pvra o festa o Celé io Noria Auxiliadora e Escuela lRe, sc·n ao q..•' o Col~'Dio tl'.'lri·, t,uxilindc,r,: con quistou dois trorZ•us nn ccmpetic;âo er;t rc scol;,,s. Cs !"-Pl'~'Sl:1t3;1tC'S de Bn;l"sil na Festa do Dia das • fcrsn as Ecolas: Gen. Porce, Cas t1.... l ir!10 r·· ...... 2-..,t: de .. J. :~~lS$=.u ir.ho, Dr. Jooouim ~t,ur d f f ri t, ! <•t t coberturn+ r I , . t itJr c1r CCf1 .. , rV.i Av·Jll;,J,.•, e. NCZ$ 4.500,00 (,w·• ro rll quir.h<r, o·. cn;z rlc" nove:,). Gíü.l)Oli: H I C/,ílDu C/,LF/d:o bfit.rl!JÃO. íl l; 1 . n. Ob cJ•· Medo (,' Fu, (S.irn'. 11, Lopu.:), l•.:;cr<·v, r.lP Judlc.!. 1!1, o datilografei. Fu, (f'cdr·c VtrrllJ,, cJ;, Silv:i). Ei·criv:::n JucJJcin.J. o !,,ubscrt'V<",. MãES NO ONTOURD tinho, Ester Silva e V. G. Loureiro. o Palhaço "Ca1·linhos" alegrou a petiza d.::, mostr2ndo m..ito dinamismo e alegria. A Aldeia Piracua com dança tlpica con - qui stou o tr·oféu "originê.lidade". No Shcw dr Ce1lourcs a prc.sr-nça do Locu tc.r Francisco Ernando Gvscc d» RBV e suas Gosquctes, sendo que 'Os filhos de Bcl: Vista" foram os vencedores dc..s "cz.lour·os". A rn,nina GcorgC'tta do Castelinho Encan- tndo g;c.nhou o troféu destaqle joveom por ter dublado a Angélica. A scnoriz?çi'ío est~ve a c2rg0 do TOP 13, nA sonnplastin de Mussum Junior, Josb Car los c LccuçGo do Lile. Ainda n,, Pronav / LB/, prl.miou ,r "n "a "a mae mae p;,raguaya brasileira m5e VI LSON BERTELt:I JUIZ DE DIREITO. Fef' ta do Municipal mn«is velha, 1. 98'). Diá das de BEela muis mais com mrti;;; , . Mães á Vist,. ido- idosa", tlcscenden tes en; Bela Vista" e "a mae que tem rné,is filhcs". r·a. Maria Cêleste da Costa e 5ilia 1ml OlB/MS l!1. CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS - DIREITO V, do t l rn• dt· rio cr • r '1 r o,, • , Mr•r 'J[ C I' ! I 1 r: o I S!r t ; , o: rtt'r, .. r, ry, sua historia, ia .I e fim lida, For. C''.''·º o ... ubJ• • J: tor) r!c ~:• !Vl' o.· p·,lr•: t r n t r· (J (J'· r • ·•r l' r. vn Marques (ovara); Luiz Crlos Ft ( c-rr p J '-' ~ ;, l' i o J : l v ', l : r', n i :: • I J < ! r: • l. • • Edui...rdo Oc·!riz (p,t:u::...r1':t" 1 , • .:.'u 1 Prt - cJr·nt(.•); :' idi r•y IlurL, :j L 1 : tr (p'::., r ~..;•: !'rt:sidPrtt(: ele!to pra o bni é9-a0 Fenando c Freitas lias (zd co ; Ger ,Jo Docci-i (dr~tist;,) •· ',.'i L. r, :,, 1• 1 ,.: (Juiz,!( airito).' O atual Presider.te a Rotu:y, Eduar Qc;,riz, vm sc dct;crc pr suss p •• - c_;ÕL'S fj rtes cm defs da comunidade, sr pre vinculado ao ideal uior ac clube,qut é SERVIR e levar a PAZ a tos os hor:cr.::, objetivo m,,ior· do Rot;,ry Ir t, 1r,.:,cicr, .. l.' Seminário está scb a coordn ç?:o d·· Iva! clo Pcrc-irn, e Supercio Geral do Presa te Eduardo 0cariz. JORNAL. TRIBUNA DA FRONTEIRA (FUNDADO DI 20 DE FEVEREIRO DE 1972). FONDADOR: IVALDO PEREIRA REDATOR CHEFE: IVALDO PEREIRA GERENTE: GILSON SILVA SA."TOS REPORTAGENS: UBALDINO RODRIGUES~ LUIZ HENRIQUE NUNES CORREA. KOT{CIAS: ABTM. AE, PLA."ALTO E CORRESPONDENTES. REDAÇÃO, ADMIKIS'l'R,ÇÃO E PARQUE GRÃFICO: Rua da República, 564 -'Caixa Postal 23 - Fone:(067) - 439-1410 - Sêde Própria - Registro no Cartório de T{tulos e Documentos n~ 35'. l'lLLDO A AiiJmí.TTAííRAJORI. ~ -===..;.;,..;;;...;= ....... ===.;;.;.-- TRABALHISTA ADVOGADA 3281 141.490.101-10. QUESTÕES DE TERRAS. ESCRITÓRIO: Rua Coronel Camisão, 638 UM SEl-L.l,;ÃRIO DA REDE BELAVISTEl SE DE JORNAIS. CGC MF - 15,513.203/0001-59 - INSCR. EST. 28, 219.0003-1. _pUETORA: MARIA ESTELA VELASQUEZ PERE_IRA. i:..--------~----------..;;. ___ FONE: 439-1302 - CENTRO - CEP: 79.260 BELA VISTA - MATO GROSSO DO SUL. 1 f lDO D ~ OlEl '.PARIA.'!ENTOS C0!-1 AR REFRIGERADO. ATE.NDIMTh"rD Cai CAr~ D,I •.!· :Jlà CO:-ll'w.""TO E REFE1Çôts. "RESERVAS D1 AQU1DAUANA FO~'t: 241 - J4Só". ._... ll=."1.10 ALVES DE ARil.L1lA • E:ii'RESÁRIO E PECt:AR!S:A- ri RUA: 'DR. CORREA 55 E!-1 FRD'TE A SAXESl1.. PORTO RTIHO - W..IO GROSSO DO SIJL. rabar+ ra •e as <Jllf'(< es par '.,') 1 i). ta fron' Mistóri po•;o ho1 o no1 !s con : •edor i +re'udo c .. 5r ia, co a a llzii-la: está no ''.eu f :echar.-- E -ão obr i ias, I ~-a ilhe de erra r,oi~ o r. Jarrlirn (A 0s o as ::ossc cio, a f ar.nos de ser e ltscritóri de·- -~ cacia ... - .. RUA: CARLOS A. NAZARI BORGES .. CAUSAS CIVEIS E CRIMINÀIS 15 DE NOVEMBRO NO: 505 TELEFONE: 439 - 1382 MS. 'Qu:indo-fa:~rmina um sonho ... ·começa a realidà(Íe ffSÓ quem acredita em sonhos sabe o que: é rp.elhor para si r- ------- , Carta ao Exmo Sr. Presidente da Rep 'bJ.ica pr, i;, .(' o!. 'or teg do na n da, o no ao reste itor a no a admiração polo Governo que V, f: a. ven fazendo, nes e difícil per1odo de tran: içáo democrática. f mui .o ',wi.l c;rit i ar, vor as falhas, n s oi acerto, ' a 1 tória o julgará. E a história, meu Pro {4ente, etá a eu favor. 'Teremo o1eiç6- en para proidente da República, a impren a esta livre, os municipion mais for ale- ·ido, o trabalhadores estão nas ruas rei vindicando melhoria (alquns até abusando do direito de greve), enfim, o Brasil vive a Democracia. Meu Preidonto: Quando o então Presidon to édici, iniqrou a Ponte In .ernacional r,ol,ro o Hio 7pn, com u prose nçil elo entiio Presidente paraguaio +roenor, liqando o la 'Vista(Brasil) a Polla Vista(Nlorto--Para gual), :JUü inl.cnçiio crn integrar as duas ci cl11clcs, obr lr um novo polo de• <lesenvpl vimen to. Somos um só povo aqui na fron Pira, fa míljas sem sclnm, so(remos os mesmos pro blemas, vibramos com as mesma!; conr-;11istm;. Es amos mpenhados em erra<licar o con trabando e o tráfico de drogas. Somos con tra todo e qunlqucr desvio, nossas famili as querem pnz para rabalhar e oportunida des para progredir. Dela Vista(~S) 6 o portal do nrasil,ne~ ta fronteira com o Paraquai. f uma cidade histôrica, berço dr filhos nobres e o seu povo honra as tradicões. O nosso flrasil, meu Presidente, 6 um Pa is continente, nem tudo o que ocorre no in terior é do conhecimento de V. Exa. So bretudo üqui. Nosso maior riqueza e a pe cuária, a agricultura ainda engatinha, mas com a ajuda do nanco do nrasil, vamos agi lizá-ln. Entendemos que o futuro do País <?stá no campo. '!eu Presidente: Nosso comércio defin!la, !ccham-se lojüs, mercados, nossos jovens são obrigados a se mudarem para outras ci dadps, porque aqui não há empregos. Somos uma ilha de vcrdc(graças,a ~cus), cercada de terra por todos os lados(infclizmente), pois o promcti<lo e promclido asfalto para Jardim(RG Kms) não foi executado, muito me nos o as(allo para Antonio Joáo(60 Kms). - Nosso maior mal, é a estagnação do comér cio, a falta de perspectivas, o~csür de e~ tarmos na fronteira, nem mesmo o turismo po de ser explorado. - Com o a~vento de qran<les avanços so ciais, especialmente a partir da década de sessenta, novas dimensões <la criminali dade configuram-se em macrocriminalidadc , ao nível transnacional. Este se define nos fer.ômenos delitivos como o tráfico de dro gas, o terrorismo, os delitos ecológicos~ entre outros. A macrocriminalidade, como um criro organizado ao nível transnacional, está rr lacionada a uma série de fatores, dentre os quais, a discrepãncia existente nas lc gislações dos países onde atuam, o que a Vorece consideravelmente a impuni<ladc. O tráfico de drogas apresenta-se co rno uma das inúmeras 0pcrações da delinquên eia organizada, cujo efeito nocivo se re= Vela na saúde e intcgriaade social ocasio nando sérios danos físicos e psicolôgicos Principalmente na iunventudc, cm crise de valores. • • As barreiras internacionais na preven cão e controle do tráfico e uso ilícito de drogas representam um desafio, devido às praticas corruptas neste processo, aliadas a_capacidade crescentes destas organiza Coes, no renovar e ape:rfeiçoar os· métodos de fabricação e comercialização das referi das drogas. - O narcotráfico e a toxicomania também Podem ser analisados como vinculados avas tas redes de prostituição organizada, para !Plamcnte ao· tráfico de mulheres, alicia= Mente e corrupções de menores. O alto in~icc de taxas delitivas in corre ta~bém como consequência da busca de Sc>sperada de fundos para sustentar o comér cio e o uso ilicito de drogas. - A grave ameaça da violência terroris- a com estrPitas lioações de narcotráfico exige um t: 'alho de prevenção e defesa s c 1a1, através de urna legislação apcrf~içoa na, eficaz, com jurisdição e cooperação em toda a comunidade internacional, com a oreo cupação esscn ial em torno da defesa ' da ianidade e integridade da pessoa humana. • Os deli os Pcológiccs, notadamente co ·; 0 resultado de ativiaêcs comerciais e in 'Ustriais, rcdunàam cm efeitos destruidÕ ::es d qualic 1ade de vida e hem estar mat@ ' qent ina, ! ( çr 1 )< !11 I agilizar o nonso co&rcio, laço especí ica, proporcionando proqre - so para Pela Vista(Brasil) e polla Vista Paraquai. Oue o comércio en re a duas cidades se ja livre, coibindo-se os abusos, que se i plante aqui dois polos comerciais, para que os dois povos, brasilei ros e J a.rag11nj, os, oam se desenvolverem e alcançarem o r.;onhado e esperado desenvolvimen .o. Bola Vista e Bella Vista são duas cida deo pücíf.icas, o índice <la crirninalidütlc é o menor do Es ado, não t0r.os ~urginais. Tcmoa d fendido, como ningurm, oo inte resses das duas cidades, afinal, nossos f{ lhos querem um J.lraoil for e, r rnilil, uinda~ uma. América Lnti.na unida, progr,'Rsio n e j usta. Os r:s ados unidos Lo i c-ot.mn O no so comércio exterior, sofremos retaliações e retaliações, é hora, meu Presidentr, de cria rmoo os F:s arlos Unidos <la /mér ir-a Ln ti no, um sonho üntiqo, mas não uma utopia. Não queremos uma zona frar,cil,. qucrr-:~on apenas que os nossos produtos, nossas mner cadorias, possam transitar livreren e, dG uma ci<ladc para outra - rk 'lela Vistá"rir~ sll para nnlla Vista Paraguai e vice-ver sa. Com isto meu Presidcntr, fortalcceriü mos o comércio e a indústria <las duas ci dades. Os abusos e os excessos seriam punidos de acordo com a Lei, mas, para BELA VISTA E BELLJ VISTI, teriamas que ter uma lcgis' lação especial. - 7credite, meu Presidente, construiria mos aqui na fronteira duas cidades que s~ riam exemplo para as demais. Duas pérolas-: E os nossos filhos, e os filhos de nossos filhos, veriam o sonho realizado: 7 INTE GRJÇJI.O DE DOIS POVOS; uma fronteira irma nadü nos ideais de JUS~IÇA, PlZ E PROGRES SO P/Rl 'l'ODOS. Pespei tosas cumprimentos, e coragem, V. Exa. está vencendo os desafios. Jornalista Ivaldo Pereira PS: Encaminhamos à v. Exa. alguns e xemplares de nossos jornais. EDIT Al DE EILÃO ria 1 das pop'.1laçÕcs. Os programas e políticas de prevenção do delito devem adaptar-se às diferentes conjunturas das sociedades e das culturas se na importação de soluções alieníge nas. Entretanto, no combate a macrocr1m1.na lidade organizadâ, em âmhito tr~nsnacio nal, é necessário aliar-se certo grau de cooperação internacional, em apoio cons ciente e rcsponsável,sem que hajn int:e~"~ r0ncin indevida na soheranin nacional. Mari,~ '1iza Pias do Almeida Rerger 6professora dc Sociologia e ?olítica na Universidade Fe deral de Santa laria- RS. E E "O contribuinte <lo Imposto de Renfa , quando pessoa física, sô terá de pagar tributo mensalmente na fonte pagadora de salários", se for aprovado projeto de lei apresentado pela deputada Rita Camata (PM DE-ES): A proposta isenta do pagamento desse tributo os aposentados e maiores de 65 anos, mesmo quando percebem salário em outra atividade. As demais rubricas do Irn posto de Renda, tais como proventos de ga nho de capital, aluguéis e outros, deve= rao ser pagas uma vez por ano, no exerci cio seguinte ao ano-base. No entender da representante capixaba, segundo art. 150 da Constituição, não cabe a cobrança do Imposto de Renda simultaneamente na fonte e por outras formas de arrecadação no mesmo exercício do ano-base, tratando- se de pessoa física. .E$TUDO DO ~DRURU SELYDGEM ?esquisadores do Instituto ~lolôgico da Secreta ria de Agricultura e abastecimento de são Pnulo nnalisa:::1 os efeito~ tóxicos do "caruru bravo" ou "caruru selvagen 11 • A planto, cujo none científico e phytolnccn thysi(lorn, t~m provoc:,do n t::ortc de bovinos criados em regime de pasto. Suas folhas , frutos e rnízcs liber:un ur., princípio qui,:iico iden- pregio de venda e or lnnco oferecer 3.592,24(Três MI1, zados ovos e Vnt vuo letllo o e I'a(01) 1!r a t n < • a!a Lopes aa L av.liada em NCZ$ 712, tecentos e Doze Cruzados Novos e 'Vinte e quatro Cen t avos); Quinze(l5) vacas neloradas, boas para procriar, de três anos acima e oito anos abaixo, sem defeitos ffetcos, avaliadas em NCZS 192,00(Cento e Noventa e llois Cruz:,do., ovos) cada uma, perfazendo um total de, ~CZ' 2.880,00(Dois '"11, O!toccntos e Olcenta Cru zados Novos), que encontram-se empastadas na Faze da Natal, depor itadas e mãos do Sr. Ermfl!ano Va! dez de barros. Para o eventual 22 leilão foi deslg nndo o dia 27 de Junho pr6xit::o, is 15:J0 hnras, no mesmo local acirra citado. Caso os devedores não sejam encontrados, ficam, desde já, intimados por este Edital da data desig nadn para o leilão dos bens penhorados. Outrossim, veriflcou-se dos autos que sobre os mes~us conRta não e>:istir Ônus n"r.i recurso pendente de julgnmen to. Dado e pnssado nesta cidade e Cocarca de Jar - dim-MS.,.aos quinze dias do eis d~ ~aio de nil no vecentos e oitenta e nove. Eu, Geraldo M. Leite(Es creventc Judicinl) que datilografei. Eu,Gislene J rn :-eves(Escrivã Judicial) que conferi e subescrevo DR: VLADIMIR AHREl' DA SILVA Juiz de Direito ESTADO DE ATO GROSSO i)O St:L - PODER Jl'llICIÁRIO 2 ARA C1E - cIoRto o 25 ortcro COMARCA DE JARDI-S PROCESSO N? 175/8 e DO(S) RE'.·1(:-1S) PE:Sl!ORADO(S) , l.l'SO CO~'ERCIAL LTDA E ERELI DO MARTINHO COES NOS AUTOS DE EXECl:ÇÀO CO.' TRA DEVEDOR SOLVE:STF: QUE LHE ~ O/IDA POR BANCO BRã DESCO DE INVESTIME:STO. ·o Doutor Paschoal C;irmelo Lenndro, ~leritissino Juiz de Direito da 22 Vara Cível da Caarca de Jar dim-MS, na forra da Lei, etc. Faz saber, a todos quantos o presente edital vl remou dele conhecimento tiverem interessar pos sa, que, ~o dia 12 de junho de 1989, às 13:30 G ras, no local destinado às hastas públicas, na rua Cel Stuc~ n~ 051, o leiloeiro nor.ieado levará a público pregão de venda e arre~atação n quem mais der e maior lanço oferecer, importando a ava liaçào Pm ~Cz$ 34.897,63 (Trinta e quatro nil, oi tocc.ntos e novcnt1. e sete cruzados novos e sessenta e trs centavos), porquanto vai (ão) a leilão o(s) bem (rs) que assim se descreve (): 0l secador ar ca D'andrcn, nodelo Q-J50, n" 22.767 - RPu 950, tI po 07, com todos os seus equipacPnros avaliado er.: ,c~s 21.397.63 e 01 conjunto classificador de se orntes, com seis Trieurs coo todos os seus acesso rios, marca D'andrea, avaliado e NCz$ 13.500,00, totalizando Crz$ 34.897,63. Se no primeiro lei lao nao ocorrer lanço superior ao valor da aval o, desde já fica designado o segundo leilão parã o dia 28 do mesmo mês, às 14:30 horas, no ces::co lo cal, ~correrá o segundo e Último leilão desprezado o valor da avaliacão e vendido a queo oais der. ?o dendo ser exa::linado {s) à Secador da Luso eo Cuiã Lopes da Laguna. Caso o devedor não seja encontrado fica, desde já, DITI~~DO por este edital, da data designada para o leilão do (s) bem (ns) penhorado {s). Outrossin, Yerifico~-se, dos autos, que sobre o {s) mesmo_{s) consta nao existir ônus neo recurso pendente de julgaoento. Dndo e passado nesta cidade e comarca de Jardio 15, em l5 de mnio de 1989. Eu, Tadeu j_ Bueno dos Santos, Fscrivào, datilografei e subscrevi. Dr. Paschoal Camelo Lenndro, Juiz da Direito ti.fic~do pelos pesquisodores co:r.o ur.: conjunto de saponinas de natureza triterpenica (substências • com propriedades semelhantes às dos sabões). Os estudos tem apoio da Universidnde de Osak.a, no Ja _°· e do1sriuto de Quioica da U:1iversidade de .:io ?nulo. o ra ~ s 13 ., ;.:... ·r ).1 d, f l d, s O! fi G :!( D +} ;n :é ,e l.:' •I 1 JL ' ----- -- --- FUNDADO EM IO DE MAIO m: l'J7', MlO XIV r:o 4 7 27 DE MAIO DE 19!!9 Vitalização da Aliança Para alimentar a vida que lhe corre nas se apegou tanto e nós, seus irmãos, que ao veias, o omem deve alimentar-te diáriamen partir para o Pai, arrumou um jeio de con to. Assim também: para alimentar a vida di tinuar conosco. Inventou encontros, e mar vina da Graça, o filho de Deus necessita de cou c!15C'::l cnconlron. f.ncon ros nos qua1s um alimento adequado. Aqui Cristo deu amai continuaria a se comunicar conosco, a nos or ,·.i1n ich<1da qu,i pod,• d" ter dado, como uó comunicar r,un V ida, a V l da dn Gra ·a: r.n Ele mesmo poderia ter feito. Uencon.ro pa contro com Ele e com os irmãos. E, entre r alimentar o Amor: o •·,1c-1,1ml'nto d,, t:Ur.1::- PfiSC'S cncontron, um, espccinlír;simo, <lo RISTIA. Sacramento através do qual Cristo jeito Dele e também respeitando nosso )el reune o irmãos a sua mesa para ul imcnt-.ii - to. Inr:; J.tuiu um Sacrarnr.nto Pm auc F.lC' não lor. com o néctnr <lo /mor, ondn Ele, pesno- só nos comunica a ~raça, como n~s dcrnai::; almente, está presente e se d& como alimen sacramentos, mao onde J::le mesmo, cm pcs ln, N, EucarinL11,, crnno Sacrificio(Missa): soa, fico realmente pl'."cscnte. Por que? Pa Ele reatualiza o maior ato clc /mor jamais l'."a que? - Porque tendo nos feito partici conbcci<lo: quando alquém morreu por outro; pantcs da Vida divina, r.le quis dar - nos como /limento, dá-n0 na Comunhão; como ami um alimento adequado para essa Vida. F co go, além do mais, fica presente em nossoi mo cssu Vida é Ele mesmo, é Ele mesmo, eri sacrários, para o papo amigo a qualquer h~ pessoa, que fica presente. e o sacrnmcnto ro. da Eucaristia, Ele vai atualizar, diiirin- Vai além é!n nosé,a 0 fnntasia imagina-, s:]UC mente, o mesmo sacrifício da Cruz para "E Deus, em Jesus do Nazaré, é!cpois de chegar xerccr continuamente a obra da redenção", aos 0xtrcmos do /mor nos quais chegou, po- para reunir os irmãos ao redor da mesa e d~r1~ ainda cxcoqitar e realizar mais pro- alimentá-los, para o /mor, com a sua Car va5 de /Jni;~adc.: /mor. O Filho de Deus fei nc-Pão. Na Eucaristia, Jesus fica a nossa to nosso Irmão, tendo convivido conosco o disposição, dia e noite, visível no sinal con<livi<li<lo tudo, até a pr6pria vida, Ele do Pão. (Paróquia de Santo /fonso) Eucarfst1a, l)- Converse com as pessoas: nada há de tão agradável qunnto uma palavra ele saucln cão. 2) - Sorria para as pc::;soas. O sorriso ma nifesta alegria. Não custa nada para quem o dá e faz nascer a esperança cm quem o rc ccbc. 3)- Seja amigo,prcstntivo. Se você qui ser ter amigos, seja amigo. 4)- Seja cordial e simples. Coloque oco ração em primeiro lugar, quando você con versa e dialoga com as pessoas. 5)- Procure interessar-se nclos outros. Muitas vezes é muito mais importante escu tar <lo que falar. DÊ um passo. Um passo em sua direção. Aproxime-se, sem cerimônia. Dê um pouco de calor do seu sentimento. Sente-se bem perto e deixe-se ficar. Al gum tempo, ou muito tempo, não conte o tci pode se dar. - Deixe o so:::-riso acontecer. Liberte um i menso !:'Orriso. Olhe nos olhos, aponte um de feito, com jeito. - Respeite urna lágriraa. Ouça uma história. Ou muit~s, com atenção. Escreva uma carta. E mande. Lembre-se de um caso. Converse sério Converse fiado. conte uma piada. 6)- Procure elogiar, animar, incenti var. Seja muito reservado ao criticar. 7) - Respeite os scntime·ntos dos ou tros. Não pl'."ocurc impor suas idéias. Lcm brc-se de que os outros também têm a sua verdade. 8) - Preocupe - se com os problemas dos outros./ solidariedade nas horas difícc is e de sofrimentos faz nascer amizadei eternas. 9)- Seja disponível e procure ajudar. O que vale na vida é o que fazemos pelos ou tros. Servir é o verdadeiro sentido da vida 10) - Toda a amizade verdadeira leva ao encontro com Deus. Nenliuma amizade humana dura, se Deus não estiver presente. Felicidade e - A familia havia passado duas semanas de férias inesquecíveis e.:i Porto Seguro, no Sul da Balua. Lugar de desemba::-que de Pe dro Alvares Cabral, em 1500, é uma região ?ürad::siaca, de mares muito verdes e uma ve getacão luxuriante, fruto do clima tempera do. Como e natural, ao regressarem, trata= ram de trazer folhagens, mudas de arvores e ser.entes de frutas tropicais. Aoesar de todo o carinho da viagem e no posterior plantio, o resultado foi desastroso. /s fo lhagens eª: nudas de árvores definharam e morreram. Nao haviam resistido ao frio da região sul. Elas estavam fora de seu haôi- tüt. • O cajueiro, que resiste bravamente ao ca lor noraestino, nao aguenta o clima temoe~ rado do Sul, a_parreira precisa do frio e, lcgicanente, da-se mal em climas mais auen tes. :st~ vale ta~bém para os animais.· õ Dourado_e um peixe que quer águas corren tes e nao consegue viver e se reproduzir nas aguas paradas de um lago. Ârvorcs e a nimais têm suas preferências e exigem de tcrrn.inadas conciçocs de solo e clima para poderem crcsc reproduzir. Isto acontece tanbé~ com o honem sobre tudo na infância. Um lar harmonioso é o • ~-co habitat onde a crinça têm cor.diçôes ie cre sc im en to ha rm on io so . Em la re s de s fei /che graça da piada. Ajude a resolver um problema. pergunte por que, como vai, como tem passado, o que tem feito de bom, que há de novo, preste atenção. • Sugira um bom passeio. Um bom livro.Um bom filme. Mesmo um programa de televisão. Diga de vez em quando, "desculpe", "muito obrigado", "não têm importãncia", "que se ha de fazer", "dá-se um jeito":.. Tente, de alguma maneira. . E nao se espante se a pessoa mais fe liz for você. Autor desconhecido. Nem todos somo:, fnr61 r;, mas toé!os ilu minamos. Poucos ficam na história escrita, mas na história de Denis nosso registro é perpétuo. ôcl 10s, l'."il 1. va r., ar!':,lrgurilS, rl's sentimentos e medos são venenos que matar o corpo, mas não pasHam na alfãnde']a e r.e têm curso no céu. O amanhã pode começar hoje: humildemer te, de modo incompleto, mas com a doçurã inexorável do sol que dcs~onta. S0:706 pós tolos e não deuses. coitando simula neamente a grandeza o a dependência, contramos nossa medida cxa a. Deus prec1- sa dos homens porque os ~o~ens lhP pcrten cem, o anunciam e representam. Perante n tristeza, senos a alegru; contra a dcsoncst1dadr,, podemos ser il cors ciência profissional, a seriedade; no m io da escuridão, erguemos a luz teimosa e trêmufa que nos guia e llu::11nA. Nada nos é a 1 hc ia, de ninguém nos de sin tcressamos, porque a vida cristã e e sentido apost6lico .L:.,orccna::i e deriva::i é? verdadeira Vida. O som, o movimento, as e moções, as idéias provén da r..csna fonte é convergem para o rnC'smo • lvo· DEUS. . Pai de quatro filhos, o psicólogo a:êe rica~o Henry Biller estabeleceu un decálo go basice para quem deseja ser rec0<1hec1: do como bom Pai. 1)- Ser severo com os filhos mas ncn ca rude. E não amenrontar, o que pode a carretar no futuro uma personalidade ins~ gura . 2)- Dar a cada filho uma atenção espe cial e individual d favoritismo. ' sem emonstrar ja.-:1a1s t'tJ~- Decidir, juntamente com a Mãe, a !1, 1. u e a ser adotada em relação à "a:níliil e desemoenhar f • 1 - '' 1e mente o seu papel. 4) - Combater • • cesso A . 0 capricho, sem cometer e~ raiva· a ~riança_precisa experime~tar a tá-la; ontrariedade e aprender a en:re; • J 5)- Fazer se • abraçá-los sem ~pre_c~rinho aos filhos e aproximac6e, ?-Pibices. Uma família c anças descontra~~cas tenae a produzir c:i 6)- r ias e afetuosas ,evar as cr • trabalho pa 1.anças ao seu local ae fato, 0 ~ue ~a qu~ elas possam tender, ée ra de casa. "> pais fazem quando estão "2 71- Jamais e • ança • ela Pr . spera r per .:eição de u1na cr; t ' - ec1sa de libe s -e- er erros. - e reade para co •• - S) - Permitir . . ~ daguilo que e1 i os filhos participe ate ouvir mú • az, _ desde lavar o car::o, 9)- Sab~ s1.cas classicas. idéia, desder reconhecer o erro ou rnuàar õi que surj ·c Por parte do i;1, 'd um bom arque inralivel • O pai nao orecisa 5 ~ . 1 O) - Tomar a cr . . • • minnut0s 'lança no colo por a!g" b . . ' • 0 pre~is • - • b~- sa iao que O h ~ a exagerar, oois e ..... e • o::iem r a • • - - ia para fie . ramente tem pacie ar mui to t • • -- ç a nos braços. .empo com uma cr14i tos,_cu onde não existem amor, diálogo, e quilibrio, acontece com as crianças o que aco:1t-2cc com os vegetais: definham. E as marcas destas carências acompanham pela vi da afora. As vezes, às duras penas, o equT librio acontece tle alguma forma. No entan to, e inquestionável que o lar harmonioso e o lbgar ideal para o desenvolvimento da pessoa, sobretudo nos !)rimeiros e importan tes anos. Um veterano diretor de escola cosuna afirmar: "deoois de dois dias de aula, com segurança,-posso indicar quais os alunos que vêm de lares normais e auais os provenientes de lares desfeitos. Ê is to é definitivo. e nos orimeiros anos de vida que se elabora o futuro de alguém. _ Sabidamente, hoje, hi crise na familia. Nao que a família esteja em crise, há ca sais em crise. E por causa desta crise e xistenn muitos interessados em uma legisla çao mais liberal, onde passe o div6rcio,o aborto e outras coisas mais. Seria muito mais inteligente que nos preocupássenos com a preparação dos jovens que se encani nham para o casamento. se as bases não fÕ rem solidas, depois não há como remediar. E os filhos, provenientes de lares dcsa Justados • carregarão por toda a vida as mar cas da àeficiêncüLUm lar harmonioso é a pri me ira escola de pessoas felizes. - t; DCC/LOGO UO BOM PAI !fegração ano --000. t'. o II;o _homem para a chegada ", te dns l_ "ile:'li • ,_ .- trevas pnra d.. • o que surgir::i n::i r.o• Não existe an.,_spertar o homem novo. cathos que ."g un "cai±o". sová!s, da Reli 1- ao '- 8 Sn do S 1 • • $.a0.0 da "1{ - e:n.hor entre e e "O c« .ação" d h' : - 'A!IRO" p ·· !O or::en coo o ci!ll • pagina na Tr d< ortnl do Infinito - serj ~ te-os b ... spostn a a .d -;:--: - a crtos à t d Ju nr no despertilr• -~ coadu- 0 as as - • h .. en, co:,, o espi.' 1 tendencins desde qc· omem r to d, • A "" coo ser c6s· e paz e crescir.:c:i.t-' • anação aior d, +,o, partícula do todo e " .vlnd-ée A g@e. :, 50 54- - !" a1t . p -~ ~ :...- Pég;-· ercici t:, " a pro " Preço _ cp1e. n.0 da ~ ·--:•:j~?." . ..... G : PREFEITURA MUNICIPII DE BEL VI Lei Municipal n: 855/89 • I !:_ ?_?___!J.!_~~ T ~) DE 1 'J8'J tlr, 1 rirlt I' r )'1 ( 111 IVO Mi. pt 1 1 'J('f ,H', :1 ,o 1·11 gr lJjJO e:, e..;( rl ,., 1r () 1 l /,1 dt• ;odqu i t· Ir '"' l'1H•IJ. provi@nela", ' 1 n: on Ma 1 )'(J:; (li· MOr '' r;. lp J cl• ,r•J;i Vlr,l:i, F.r;tnclo d, f'.11,:n r t r, qu a ,, 1 or indo Lo1 'L , sem Cumuru, semi po! or, mat - FIESTONE., fabricação nacional,a tuvés ccn:.,·qt. .. nt• subscriçíio <k /II'U- rec.• hc J,1 VinL:1-MS, 'll'J1ovo,r, ,, 1•1, no 'l !,1•pt1intt1 Li: JP - 1- Jc; o JlOO( I' 1-.x, CUI Jvo •1ur,icl- r.. ! i adquirir 24 pnus,9Ox20, TIGO 2 - A a sao ao rupo de consórcio ----,- fars, cxc)u'vamn' m« diunt u formal i ço de C(,llC'( 1 ,.;- , Cid puu liea, de acordo 19 d, !rt, ·k .1 ,r·•·lrc• d, l'11" ,. decreto N? 113 ig,' , e abril d 1973 • de acord com a ti gio aplicvel specie. L<rr:UTIVO: -- - - o;,c,;,.. f,hDJlll;l'LlliLtlllliliQ: 300-De:pese Corren 'j] 'l?-l'1. t 1 '> • ,;1 : v iço. ! o~ o',- ::ü:;c.L.llli_..lIlli..lil.l.S~ .à D : Jlll.01- v .. tcImn os € V ntaens Fixas . 10.000,00 I' I ( 1 1 o ;J ,'. ':, 1 -1 nt J vos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . '> . (J( 0 , 0O Mrtlll 3ê'ú'-i'('l1!'Jonlsl.f'!' r','.:,00,(JO CÔrnnrP 0?0 ·SEC/ DE FAZEND~: 'lOJO .[),, pes;,i· Corrl'rt l.t>!º. 3131-íli munr-rnçiio Serviços Pesonis.1.000,00 31'.l?-Out.ro:., SPrvlçc, e Enc.:rpo:; ... 2.000,00 0207- SEC/ DE SAÚDE PROMOÇÃO SOéIAL: :iOUO-D,•:.;p<.sói::; Co!Tl'n {·S. 311 1 . O l - Ver. e ! rn<' r: los t' 3132-Outro Servi;cs o ncrgos.... 1.:.00,00 0~08- SEC/ DE EDUCAÇÃO CULTURA E DESPORTO: Ciel1(.; Bdrbo<·;. C1' .. '"'il·, . pr«feito Muni- cJc- Jl J l .01- V, r·ciml'n o~ V·.tnt.ai;,·n, Fixas l - 4 0.000,úU c,pol d· C·r:,co:, E:,•.:.r.o <J ·-r-.to Gr·o.:o r!o - Sul, no usc das atribui qu lht· cc r.f, - 3Jê!J-ílcrn1mcrr.çi'!c- Sl.rviços Pcr::~ouis.5.000,00 r O Itcrr: I, d Ar.g 1/0, !a L CCJ.f lc..- m.ntar tu 7 de 20 de Iovbro aro 1.91, ' qt isi b.J, •. o 0209-SEC/ DE V/ OBRAS SERVIÇOS PÚBLICOS: c:.1bili +ç , csiderando s o vler co 3111.01- Vcncimcr,tc,s ··cidc nu. montar'e da compra, prço L!':-1.·, o dl Ligo l é dc,,t;t L, i. dos valores da pc:taçoes 'serao t«bili:a t t!tulo 'srvicos da Bivi 4ir ' A aesao ao rupo d cnsó!'cio, cstrita vincia do respec'i nac pcara aceder a l(do:e pra::o vaxi:o para liquidac?lo. d::,s dc-spcsas dLve fJo :::c-r cl:bcr,cos rlol:::ilrncr,t,~. niic obst;;:::_ os pagamentos deles decorrentes ocorrem nc exercicio(partc) l' nc, exercici subse .:!utntc, -r:t:Ci:,ntc ir.scriç3o cm rc.:=.tos à pc ar nãc processada, na hipótese. de reajus te de pr·,•ços, hvverôc d<' ser fc·i tos crr,pe lhos complementares, pcr estimativa. ate o • rmino da parlicipaçÜo. A TlGO 82- Estú ,rnto1·izaca .:i antecipação <l, prestaçÕt:s vinccdas. i, Ti lulo de Lance· :.ivr·t 1 dr-sdv qt..l: t,1i~ pa!,H:.rr(ntos. acs pr-t''- os vlg<..:ntt•s do d: a l.iquid, m p;:irccl!ls ri - nis dc grupo, com o fin· de abreviar;; p;:!'. •ic:p.:,çZ.o Cú. Mur.ic.:pio rc consórcio, Lt..dc C!1dici011..l1'(!1., à t.)Xi!::>t;;ncia de t"f"CUl'SC'S fi eires cisponiveis. GO ~y - 0 '!., f,• ctc: l oder EXt..CUtivc, dP. p1 l 1visôc. o: ("',"J.menlilri0 e finon ,11,t 'S da ,•laboroç,i;o dr, e'ital c!P ci Dr CIU ":!,: t r.c • r J1'J ...... l .000, CO Vanloptns Fixh. .....•..... J 2 .coo ,uo 0?10-SEC/ DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: 3000-Despesus Correntes. 3111.0J- Ver.cimentos e Vantagens Flxas .................................. 15. 000, 00 SOI•IA ..... l 21 . 000, 00 ARTlGü 22)- Pord c0bcrtura dn prcserLe crc- AHTIGO-;> - E,t Decreto en na d d su r 1t, 1·; o, disposições em, contrário. Bel Vi'e-M , ?C 1 , 10 d, 1.91:P. Edson Mcu Iro de re±-Prefeito Muni- e 1 r, • l . DECRETO N 002/89 GABlflETE DO PREFr 'Tí' E.M O;> D.E M/,IO DE 1989 rlv Art i ................................. 18 .000, 00 3131-Rr·mun~raçiio Serviços P~ssoDis.8.000,00 DECRETA: l .'.:.4 v l ,, r c, 5 1- AflTIGO P)- Fica dispor.sou d licituçio as compras d materiais ncessotio poro uso do Muni:ipio, realizadas nu f:r:o a RITA VIEJRA FARIAS(Supcr~0rcL1,o D-Jlh~nt0) localizado sito i Aveniua Brasil S/II, ns te: l•lur.icipio de Crcol-S, por sr o Úr,i- rJr n i to Suplr·n,L·ntar- fr i cancf'lada a ir;,portân cia ac r1czs 121.oco,OO(Ccnto e Vinte e !-:urr das seguintes Dotações Or- AF.TIGO 2 2 0-Es:.c D<>cr.-t,o ,,r.~r:::.ra , 1 vigo! na duta de: SL:ú publiCé>Ç~O , r<=VOf.é-0',!; u., dispr·siçÕcs cn, contrário . C ruzaCO!:. NOVOE) ' ç,,mcrt,:;rias. EXECUTIVO: 0202- GABINETE DO PREFEITO: 4000-DcspcSES de Capital. 4120-Equipémentos e ffiélerial Permanente . ................................... 3 .000,CO cc Supermercado fornctor notadumr.t notbria LSpecializ2çio. Célracol MS, 02 dt: r·a.o de: 1. 9ó'.?. C.1cero Barbo~.a da Silv;;-P:-lft:ito :;.ur.ic. pâl . 0206~ SEC/ DE FAZENDA: 4000- Despesas_de Capital . 4251- Amortização da Divida Contratada. ................................... 8.000,00,... __ 0;'07- SEC/ DE SAÚDE PROMOCÃO SOCIAL: ·ve'iculos grandes 1 - ego'ci·os·· 4000-Dcspesas de Capitfl. • 4Jl0-0bras e Instalações 8.000,00, JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA. PARA ASSIN/..R LIGUE -439.1410. 0208-SEC/ DE EDUCAÇÃO CULTURA E DESPORTO: 3000-De&pesas Corren .es. 3111-0?-Di~riélS 3.000,00 4000-- Despsas de Capital. 4,10- Obras e Instnl;::,çÕes 30.000,00 4120- Equipamc:nlo e. Material per:n:-,nen •...•............................. 10.000,00 10- Revogadzs as iisposições en: -~.:...c- rerio, sta Lei entrara em vigor no ªª <l.' sue:: publicação. 0209- SEC/ DE V/ OBRAS SERVICOS PÚBLICOS: Bela Vis a-M,22 de maio de 1. 89. 4000-Desoesas F.DSOi: :.,~DFIRC' DE MCRAES-Prci'ei o Muni- 4110-0brs DECRETO H= 0-13/89 DO PREFEITO EM,10 DE MAIO DE 1989. f·1cCc!:::o·j.._ orat:, Pr :'eitc a, Estado de Mato Grosso cc Sul lhe sãc con1 .. ri :s 1.: de ·,cor.:o cor:: o 01sr.:ros o er: urtigo l?o da Lei cor]ementar e7 de 20 de novembro ,ue dL. C:-,pi a l. Instalações 25.000,00 4120-Equipamento e interial Perm,,nente •••••••••••.•..................... 26 .000, 00 SOMA .... 121.000,00 ARTIGO 32)-Estc Decr•to entrará em vigc.:- riu data dé sua publicação revogadas as Dispos! çoc-s r:: contrario. ac;a Vista MS, 10 de maio de 1.969. Edson Meueiros dr Moraes-· Prefeito Muni e ip;;;l. l.·1. :::ÕCílETA· 7--==2 ··,,.r O 19 )- 1!0: . =.e:; da Lei :-lunicipal N2 S0/89, Artigo 1, rica aberto ur. crédl O GABINi':TE DO PREFEITO EM 20 DE MAIO D>"l.989. dc .n, I suplementar no valo de NCZS 0 Frefetto Municip,::l de BelD Visi.a, !.S- .::l .OCO.OC( .r·o, vir"'· 11ll., ciuzocos ado de Mato Gros.,o o Sul, no use e.as Atr:!. ht.:1çõc-s que lhe, ccnft..re o item I, dú Artig~ CAMINHÕES MERCEDEZ BENZ NOs 700C 1114 1518 Truques, Carrocerias e Baú. Pe~uena entraga, mais dívida. FONE(Olli 930984 {JOPSE). e CjU •?:J ]. ra , s 1.:r 4 !..:.. r la d, • 1 ! d , SI e O! CAI-UONETES F-1000 E D-20 Simples e Dupla - Pequena entrada e mais dívida. FONE (011) 930984 (FALAF C0~·! JORGE). MONZA S/L CLASSIC PEQUENA ENTRADA ~.AIS DIVIDA. Fone: (O11 l 930984 (Falar com .J'orge) SANTANA GOL GTS. QUANTU!'' E PA.R.'TI Pequena entrada, mais dívida. (Falar com Jorge). Fone (011) 930984 J.A. 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JUU~J com !;ur.s ;d uc- i n :ç0c ! r,un l L l v.•, m;,s pc<h-111, rt pt ntin,1111,'i tt, ;iprt·strt~.r· un 1ªr·~r,ttJ.~ 11 dt• tlrstz·ut 1VlC1(,(li• t' .".lirt !i~ê•. ~- Os hebfr&nices, wi l ;,no,:, ri, st r·u tivos, vi U E ts. Os prnóids upuesntam delirios de pana ou a ptsuição. Su liua Ct'l'ít. t .. ' n:s o Ct.nttÍH10· t 0 f:-:1!-"C f:•ntlt!::iíl{lf~ ri C( • Em rpra u equizofr ni:"I ir icitir-~t a· reco dos 17 aros, e o lipds à herrça. As VLZ(~, d( form:, .int:J...t10Sl.t, ll pt,C1L .. r.t~ jsolé'-St- 1 1tlx· ,:,~· <rnif)!:.', rt.Cu!·:-;·t L1 i! ,1 escola ou ac trob:lho, pi actt-se alvo de caco·das(dlirios de auto-rtr:cio) ou ut xi ng,,çÕ1 s ,, l uc i" ,ç;;, s ,,ud i t ! v·,,·): o 1. 1·;1- , ,:),:a:ntc prt·COCC· tVit .. u i; :1 int.t rn:--Ç~I. V'" h ..... snitrtl t)::;1qui trico. Quand paciet te fh.1:::· 0 t r.1 ( rl t ~.lo l; pt : i gt•:..-o( fur íl :1 t),. h< r l C'tl ou catatonies) é bst.ate útil v crvulsot_ rapa pelo eletrochqu, qvnto crtet t indicado e aplicado não oferece te!i· ncs;rio, tos usamos um: t· asrvelvidu d aplicvçic ' a a4um. Quando cnica per no::: S.~C'üu St-1:., pc:,rt·•nto, iHh!:ilt.Si~i{.:t r.t.U VL! senp:e prigsa pelo possivel cheque arefi l[.tic,.). f,l~r. cc fé;;•,·r· ":, ::-ccc",prolong~mo!' a Dvssgm d correrte até 5 a 7 segundes , o qt,t. cvitnri,:? o LXCi:.açôo pc,~lL•r·iür au 'Ct'.oque bLr", cc-rro rrodL•Z uma cui 1n~·si;J rL·t ro graco de, mais ou mr.os, mia hera e, Dr trto, o pciente ná terá ma algum de ou tras aplicações, se necsárias, ja de que nota se rccords. 'atém fzemos a contenção apcnus de queixe C' dc-s oGbrcs, o que evita q~alqupr•possibilic~dc de fraturPs. O trat! mc,rto ari 1gc, crbc:ré: b;,stanLc cfica::, do:,; ccin?.s isulinott:rÓpico-, tem sido nc,uco usa- e p,11· c<c1••;: d; s a:ficuld2.dcs <'cnlccs, de fiil a OL p .. ssa:.l cc:paci taco. e, mesmo, certu m:-.rgL'it: .~ p ripo. O t·atamcnto clÓssicc, ainda u ili72ao, ~ o halopcrldul or&l b-stantc com dcs<.-s vsidas d 5 até 25 mg. diárias acompanh- •• • d, u•~ nl"'ti-p::.rkinsoniano ccn:o o • c;ór.!_ cl • '" de· b pirindtn, por c,.usa d:-.s ir.prcgr,~ e;,,,~: "s::dvt-is. O •·,p~rldcl, muito bom tam bé, inf<:llzm,nte não tem sioo m,,ls roduzi , . los l.1bora Ó rios. Igu.dmc-r.te P rio :'1 LP ·r,,zina pé.ra D!' agitações ps:.carot.on:s , ·r,;;;o m.,j • s,· f bricr, nG rasi_l, enquanto can .nua ser usado os ES ados Unidos e na _..r·epa crr large C"colha. É mt:í to efic&z e b rto, pcis com lG gotas scd~-se um p&cicnte Por cs.se r:10 1vo o labo.ratÓri o qt:e a proau - zla t:Sin eressou-s<'. E os ctocn ts que se danem...Falta m legislção cue obriguC' 6s l [.bor,3 Ór10s a vcnd re .. o~ prooutn~ caros sc~cntc quar.ao sc·jam efici:>z, ti:íl'b~rr. ccmo a quels bra os. No tra .:.me,nto o;: ~,quizofre nia ·s~-se, ainds, a cloporzina e a levo: ~eprr,'::"'21na. ?or-é:J., a gr·ancie nuviac e ~er.: sido o holdcl-decenoa~o. injcç3c de ,o prclonsada e sem efeitos colatLrBis. •Jcst e. FERRAZ SlLLES• Um oc, d, li ' C l '' 1 asuntcs de n o ion .1, Brz< 7Íl1!.,kl J 1 •li! lO, < !'I ·, prc p111 ,,11<Jt llfl J !vr t qt • l· Ç ,no CC IT• u t Í tu lc Q_ G I'~~ ~ '. 1 me r n ,. :-1ortc• d<, Comun! 3m no _'.___· No !'I U ili ire 1 (t..íl)(.';iJO I tum rttr 1 f r e b 1 . r,. b t i e n <J l . Cu t l <J ' n 1, ! l l l l V r 1 ; r n,.ld ,icr·,vcu: '0 j~,rc,rl ,nt, .:t,, Cl•r:.u1d!.,nc1 . <•Vit. iCl,, !. t '1 c.vc,lu1nr!< e... slstm nsivlr mr.o rp!.v iriuVl.1Clor !. t l :t dcc ,indc ou St -1'1:,prn,rilc.nr.c". cf. OF1;1,,-:c,,-, s;, P-ll t.c!ic;;,o (• 2 Cll" c,t1·1l Clt I. 0 E. 0 ). claro qve o licor scvitice,Gcrt nt, ...... u ir.t1..'ntc, dt ::--;,lv,,r ... si t Ul..JÇ:-: • e l' íl 'c:1 r· j URSS { evitar um colapso d 't - sr· t.:< tc 1di1 n r!·t rutur • do Eetdo, d..s. ir t :odv;,:.1 ir ()v:.co, .. , ju:t;_!'Y:1'( ,vittt (1r.ltt(•(1(,C(fT.lln:!r;or.t :-~t-·l .. jl'lJ._ Gcrb~chlV Ut..St•j;_ qut..: L' :...~.:.Slt1:·1 ~" J· vpuessivo, pois s reptes faz ot mn: e não cria bn tcssario. p.ti Vi Vl I'. t I't r,UI C: i :: ar l c.çao do ~irr:tfic;-., ('('!,t.u--:c.. () to no Hus: iu. sol fim ,e, ! to! l ti t i.1 l i 1 • . R. vi·tice, costuma:» dcs: sul e r c·o«te os czu., co! ' ir.u; t r : r: ,, :- T:: 1Ta Stu br i !. .. ~' : < !--·, • , • ~ !: mr., ol! s<:ja, não cc.n$tituem totnl rcijeiçÕo pl"inc:ipios de, x;smo-lcninismo Qu,mdo aceitam :·- l! -- Movin entos Gr r • í n. ADVOG/DO FOt--:ES: 251 251 !IELS0:,1 C!IAGAS 0113-"'.S ;'. 491-A. 1721 - ~SCRITÓRIO 1712 Ri:SIDf'.:;crA ESCRITÓRIO: Ruil. Tcr.cr.tc Bernard0s no RESIDÊNCIA: Av. Cel'. Carni:;.Zo r,? 657 JARDIM - MATO GROSSO DO SUL. onsultório édico dontológico sas reformas, fzem no somente para g- nl,ar opor ún:.c&.oc de orgEnizarem-sc m<:lhor na l tape lE inae endêrcia. Na PolÔri2.o ro vo criou o sindica- e "SolidiJricdaàe"c a~ualmcnte, o gcv ~ no, incapaz de apli cvr o tC:"rror, fc•i forçado a reconhe - ccr a ua l0f&lid~ c!c. Pnra n. se ie:cP de, isto L n.pt·:1.::s e primeiro passo n, cor.qlli~ti, éa libcr dude e independn - ci a. ~Ô.e hnvcr:'! t.t'L R U A: G E N E n l L R o " l; o N NO:?. 5 1 F o N E s: ?55-1205 - ?.55-1202 255-13'6 D O N I TO - MA T o G R O s s o D o s u L (jlº•~ r=====~~f===.;:::========~~======~~====-===- ~ ,_ Uí.1(1 Expresso Araçàtuba Realizamos '!Uªl r---------------------- quer tipo de tra,s ~ porte de cargas. O Expresso Ara- çatuba serve as cidade de -todas nossa região com agilidade raridez e segurar. - ça. Servimos bem pa- , ra servir sempre. JAR.OIM '! A T O D 0 B.LA VI" A - «a Marcelo Miranda Inaugurou Armazém de Sidrolândia o Governador Mar Idas cada, em 'Taquarumu, Ana6l ico, Laguna r<'ln 'lirnnrlo in,1111Ju rnrnpií, 7nnurllJ.nrljo r- nodoouann. O projcro rou quar.a-feira, ;plan/PR nvolve a construção de dunr; un_i_ cl ia 4, Uniddo Ar dades armazenadoras em o1viria (cinco i U mzonadora do ro toneladas) e I aquirai (cinco mil .on •lada:,) rir, ;,lc 1rol,inclin, cn s Marili lelate %nestes ±#is là ±pl a Mler em /nas do r,r.crit6rio ilo Tl O o da unld;Hle ele l. dc>pulnclc ~ari llÍ dndãos. quranca Pública cimarães participou[--...1 1c>ni como il _ assinat como convidada cspc• ra do convênios pgeia1, do Congresso a presidente do F? etonal d Mulher, d@ ., JL, a prime i ra d nominado "l ti t.uc'lc / ma Mariita Cançado 4++1", em Manaus, o ., •oi ret·ponsãvel pela l:rl Da mesma forma quortura do painel r , ,1r~?!.l o f rocondo mai :s 51 O m f 1 tcrne J ndas devo J uc iona ndo conceitos pcidade aos,_"9FiCu'tores do Mato Grov59cu·ndo diversos aspeg Sul, por rnc1 e o programa Esti1dna1 e e tos oue C>nvolvr.m a si jazenamento, estamos buscando recurso tua;ão da mulher brã ra ampllilr inda mais a capacidade ar ei leira foram discuti l eyyp»t tenadora do Ectado, visando de uma ve' aos cm mesa redonda.- , , ✓J'/ o. dc;ict t, <]Ur agora foi Esse congresso é- ' Ji Pilhão de toneladas Pr? presidido pela deputa ' . . .om a contr1b':1içao da in~ dn federal Eunice T '··( 1 ativa privada estamos capacitados a aE chi lies (PFL/7M), nue>------------=--J zenar trcs milhões e quinhentas mil to a oportunidade lançou Marilú Guimarães seu livro "Mulher po entende que a mulher O Programa Estadual de Armazenamento 1{tica e poder no mun está consequindo ob hclui três projetos: do Panco Nacional ao contemporâneo". Do ter seu espaço cor Desenvolvimento conomico e Social- BN evento participam tam garra, competência c S; do Ministério da Agricultura; e_ da 16m O governador do A determinação. cretaria de Planejamento da Presidência razonas, Amazonino A nova mentalidade Republica- SEPLl~/PR. Os tr~s proJctos Mendes, a Ministrn do da sociedade, atra t rnderam ao Estado 24 novas unidades ar Trabalho,Dorothéa Wer vés dessas mudanças-:- zenanoras, com capacidade cstatic;i t~ ncclc e representantes é que resultará "na 1 de 510 mil toneladas. . de todo Brasil. mulher nova, no ho O projeto "NDES tem orçamento de 50 m1 A - d 1 mem novo" e para is Ões de dólares, cabendo ao Estado cor atuacao le "ari ,o, na opinião aa de rapartida de 20 por cento, ou 10 mi1166G ÇUimaraes como deputa E= t putada, é que tal dÕlarPs. Ele foi lançado dcoois ilc, em ª e suas propos as_~ novado conquista seja feita rco de 17 Marcelo lliranda ter rcali d • ras, convergi.!;!. via processo educa arlo de forma emergoncial o armazenamento O para mundanças vi a d cional de outros se céu aberto de 300 mil toneladas de grão, Sanao assequrar os ' tores. A Constitui Após a elaboração do projeto pela 7gro rcitos da I;>opulaçao cão que trouxe deter uJ, em novembro ele 1987 foi publicado ã ?",""a Fota1idade, sg ' t 1 - · . - . n aram cs taque a ni minadas mudanças, im 1 a de concorn'nc1a publ 1.ca para a 1 . 1 - oulsiona a mulher ã strucão de 17 armazéns dc capacidade "?' "gcionai. Cg"?$? a responsai1ida ntre 20 e 50 mil toneladas - cm Dourados d ora css~ tra a O de ainda maior, ou lo Brilhante, Sidrolãndia, são Gabric1 "??S"Olvido por "à ja integrando-a em 'Oeste, Chapadão do Sul, Costa Riça . ,} gamar3g,,,,g?" +ovancntos organiza ~ncfo Novo, F2tima do Sul, Itaoorã, ª uaçao na ons 1 u1n te Estadual a d t dos, de forma parti :iapuã ' Pedro Gomes, Coxim, Bonito , . epu ~ cipativa, fiscalizan ,bcceira do Apa, Aral lloreira, Rio Verde ~~ii'?deral E11:nice Mi do e exigindo a apli o Sul e Amambai - C' r>m março de 1988 ti ies, convidou I;>ª.;. cação dos direitos a-d rami : : br - lamentar para partici - n1c1o as o ras. par d Co f .-· quir. idos. - Esses novos armaz8:--~ ,,stão .sendo priva d O ntgredsso ª im • - e que- cs a esse sua izados entre os oroé'utores rurais da re t 'b . -' d b ião sob a forma de ~~~rr~as de economia con ri uicao nos º-~ ista d · 0 G tes sobre a questao -' num prazo e oito anos. ioverna da mulher. • º· destaca esta privatizaçao come de rande importância. As unidades armazena MULHER PARTICIPATIVA iras estão sendo adouiridas pelos agri ~ltores oue se tornám sócios mediante ã uisição "ac ações (cotas) conforme sua :odução, sem exceder 2 por cento da capa tda~c armazenadora das empresas de eco mia mista, criadas com o ohjrtivo ai 0 1ucionar a ouestão do arma~c~amento da 'fra. - O projeto Ministério da Agricultura ~,cretizou a construçéo, com recursos. f,i a~cciros do MA, de cinco unié'ndes armaze oras de menor porte, do dus mil tone Pref eit de Bel Apoia Coll r de Segundo a deputada ~arilú Guimarães ape sardas conquistas da mulher até agora te rom sido fundarentais é necessário ainda que haja wra'. preocupação da sociedade cw pro curar mudanças <'Ue aos som assegurar ~s • di reitos de todos os cI Para ruem che a l.Jin P. elo l>rcfa ! •.o Bela Vista no Paço nicipal, logo com w. foto de Edon Moraes e o candid to a Presidcn e da Hopúblic ,1 o alaooano Collor de ello que vem lideran do as pesquisas de opt n iiio púhlica. O Prefeito arqumen a "não é mon agem não" , diz com erg lho "fui o prirnP.iro Prefeito do Ma o Grosso do Sul a externar o apoio à Co1 lor de ello'' ;,;' Scoundo Edson de Mo racG•fala que "Collorci, porque elr> CM os mesmos propÓ<-itnc que ou tenho; mora lizar a admini:; ração Ública do pab. cfo é a grande eap0ranca do Brasil". 'os Poportaaem nostionou ao m»o"o]to o ola Vista ane 6 ili=lo à União Demo crtica Puralisa- tnn, se ole não daria apoio à Ronaldo Caiarlo, o p0cuaristn fc clarou " tonal'o Caiado em as mesmas pro 'Jostas cic rollor, r,orPm su;i candirla 11rn não rlPcolou", cm alus;'ío as rC>squir;as fr>i tas até o momento. 7inna o Prefeito enfatízo1i "Caindo se ria a luz no findo únel, o que deveria acontecer com Caiado, aconteceu com Fcr nanilo Collor ile Mello, por isso, c~tamos co!l' ele". "Sou Collor", "vou de collor" , são a penas algumas dcclardçÕes que encontramos no Paço Municipal, ou seja, 91)'1. dos q1Jc~ tionados "Collorararn". ~ntrc tantos es tão ,· Rubens Rodrigues-Secretário fe Pla nejamento, ~aroldo Rracra Cavalheiro- Se cretário da Câmara, Aarilcne !"oraes, SecrC> tária, José Bonifácio de t1oraes- Secreta rio de Fazenda, Carmela oraes- Diretora da Escola Jarbas Passarinho, entre> outros. 1 l::..____::=:::~ l'rt'ft•l to ---- PRESIDENTE Dl CÃMJR.l • "VOU OE COLLOR" O ~ornem· cios 500 vo tos, o número um ros edis helavistcnses, nr. Carlos A. Ocariz, declarou à repor tagem da TF que CollÕr P a esperanç_a jovem, a íinica alternativa de mudança apresentada até o momento e que merece a nossa consi deração e apreciação , .questionamos e o PFL? ~•"-~----=--=---"-==.i Qual será o candidato do Partido? Respondeu Dr. Cachitd "O Par tido da Frente Li>-icral fez uma prévia entre Marcos Maciel e Aureliano Chaves", ainda o Prcsidente da Câmara opinou "eu acho que o PFL deveria fazer uma dobradi nha com o PRN ou seja Collor e Maciel se ria muito bom por TemFo de Servi- _ çb(FGTS) ao eqniva lente a 209 do to - tal de salários per cebidos pelo traba ~hador. Projeto a presentado neste sen tido cria duas con tas distintas: A e B. DEPÓSITO DO FGTS O denutado Osval do Lima - (PMDB-PE) quPr P]evar o des c01:t:o ao Deoósi to ao Fur.do de ·Garantia Jornal rlbun da eira, ia ( ' ~ 1 'i 1 1 o· a s ne " o e qu ·:n ). ra , s 13 ., ?.:.. :r a d l d 2 S( O! ! f li G< :k :,;. M 2 JC € 11 l( A lC ê . Co a Nossa F ----t· - ron e SEGURANÇA - TRANQUILIDADE - CONFORTO A. Onibus para Excursões LINHAS PARA: BELA VISTA, PORTO MURTINHO, JARDIM, ANTONIO JOÃO, PONTA PORÃ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJÚ, AQUIDAUANA, CORUMBÂ, NIOAQOE, BODO QUENA, S'IDROLÃNDIA E CAMPO GRANDE. VIAJE BEM, VIAJE COM A CRUZEIRO DO SUL. ! ,J(JI •,11, , RTJIIH 1 í)/1 1 ,,o•:-n.rra- f Pi. [,l '✓I !.., TA da min! rt ? tr 1 «oso e Maria e f rs dias or que alcnç graça, por mais difícil que ela se )a, mandar publicar 3 dias se4» " dos, m cio ex remo fz-se oração à horas. 0.R. l l'Pm.lV unicipal ainda recebendo muitos elogios pe l bonita promoção realizada no Dia das Mães no En nd10 Oc ávio Fon oura. ,'TUNINAS estão s nrlo preparadas pe lar, r.ocolan com muito carinho parn atender qrande públi co. Danças, quadrilhas, casamentos, etc.e como não poderá faltar: quentão, ar- ro:l carreteiro, pode mole que, pipocas, etc. NO DIA de junho, com início às 17:00 hs, será na Esc. Estadual de Primeiro e Se gundo Graus Professora Vera Guimarães Lou reiro, que enviou_bonito convite amarrado ' wn pequeno chapou preto e vermelho. Pres tigieml 1 FLORICULTURA Tulipa, e a nova casa que est~ a disp~ sição dos bclavistenses, começara a aten der dia 03 de junho, às 13 horas. Atende- rã na confecção de arranjos e decoraçoes para festas e conferências, ramalhetes,co roas, plantas ornamentais, jardinagens e mudas cm geral. As pro9rietarias! Sras.E va e Efher esperam a sua visita a Rua XV de Novembro 548, Fone: 439-1418. FELICIDADES E muito amor e comnrecnsão, é o que de sejamos à Amauri Lino e Amada que uniram se em matrimônio no dia 20 pp. ELA LINDA Em seu vestido de noiva, após a cer1mo nia religiosa recebeu os cumprimentos sem pre sorridente, assim como o noivo. Os con vidados foram recepcionados no Estadio San Gerardo. • :o LJ • O ROTARY CLUB, dia 26 pp. recebeu em sua séde as abnegadas enfermeiras do Hos pital são Vicente de Paula para um jantar em homenagem às mesmas, pela passagem do Dia da Enfermeira. Estiveram presentes tam bém grande número de rotarianos e espo- sas. ; As alunas do 30 Magistério da 'Sscola E~ tadual de Primeiro e Segundo Graus Caste lo Branco promoveu dia 24 pp. no Grêmio Pe dro Rufino, o concurso Miss Pantcrinha I.!! fantil/89. Participaram as lindas panteri nhas: Jocelia do Nascimento Peixoto, Ga briela Andrade Melo, Fabíola Cardoso, Da nielle Doilly da Silva, Silvia Escobar A zevedo, Fernanda Barbosa Rangel, Juliana Mello Festi, Marcela Andrade de Melo, Dé bbora da Silva Velilha, Jaqueline Aranda e Silva, FIZERN-1 PARTE Da mesa de jurados, Sra. Joanita Ba tillanc, Edson Gonet, Luis Henrique - Li le, Rosenilda Rodrigues, Sra. Dalva (espo sa Major Lucas), Profa Rita Caniza, entre. outros. AS COLOCAÇÕES em l lugar: Débora com 173 pontos, 20 lugar: Jocélia com 172 pontos e em lugar: Fabíola.-- -- ANIVERSÃRIOS em 30 No dia 22 pp., recebeu primos e amigos para o tradi'cional "?arab~ns à você" a ga tinha Adriane Velasquez, filha do casal Ti to e Iêda. Parabéns! ""' TAMBÉM No dia 24 pp., recebeu muitos cumprimen tos por mais um ano de vida o empresário Miguel Delvalles. ORAÇÃO N. S. APARECIDA Querida Mãe Nossa Senhora Aparecida,võs que nos ama e nos guia todos os dias, vós que sois a mais bela das Mães e que.m eu a~o co~ todo o coração, cu vos peço mais uma v que me ajude a alcancar esta graca por mas cura que ela seja, sei que vos me ajudar e ~e acompanhará sempre até a hora A CRIINÇA E O DESENHO - PSICOLOGIA FOI NO dia 27 o tão esperado concurso Garota Es - ter Silvo, Tev início às ?0 horas no Clu be Belavistonse. A promoção e do Grémio Estudantil com a Produção da Ou nde fPas - choal Mi idiéri). A v ncedora foi a bonita Marilú da Silva Rocha. NO PRÓXIMO dia 11 de junho a Paróquia S. Afonso estará promovendo sua festa junina.Muitos e varia dos cornos e bebes cs ão sendo preparados pa ra atender grande público.As prendas jã es tão vendendo voto~. Colaborem! E NO DIA 3 de junho, a grande "festança" sera na E.. Ester Silva. Você é esperado! A personalidade da criança analisada pe lo desenho: uma criança que desenha utili zando linhas firmes, bem delineadas e uti lza cores claras, como o amarelo, azul pálido, etc., rode-se dizer que possui um temperamento calmo e tranquilo, nao e afo bada. Se usa com frequência as cores escuras, fortes, como o vermelho, o verde, o azul escuro, certamente terá um,temperamento explosivo e dinâmico. É uma cr,iança agit~ da e impaciente. O desenho infantil não só mostra a per sonalidade infantil como também as rela çÕes sociais da criança e os problemas que ela enfrenta no âmbito social. Uma criança que se sente inferior aos colegas, revela-se no desenho.Sua figura irá aparecer pequena demais em relação aos outros. Uma criança que sente a ausência do pai,' exporá no desenho um pai muito pequenino e longe de casa e dos familiares ou ainda a figura nem aparecerá no desenho. Um desenho de uma casa com janelas e portas gfadeadas e sem teto revela tensões familiares. Um desenho·exprime tudo o que sente não é capaz de falar. Para ajudar uma criança, devemos estar sempre observando suas reações - ela sem pre se manifesta de uma maneira ou oura. Tudo que se fizer para ajudá-la, para que amanhã ela seja um adulto feliz e responsá vel por seus atos, aj~stado no seu meio a~ biente.É importante. E dever nosso e de to dos fazer uma criança feliz. - Clande Medeiros. Uma Boa ftdministração· e O Prefeito Municipal de Bela Vista, Ed son Medeiros de Moraes, tem sido muito elo giado pelo brilhante trabalho que vem de= senvolvendo naquele município. Ele já conse gu.i.u reativar o Centro de Atividades ,q/ propor ciona cursos profissionalizantes a jovens e adultos. Além de três creches oue benefi ciam a comunidade em qeral, já providenci ou a abertura da Ca5?. do Artesanato Munici pal, oferecendo assim, oportunidade de tra balho a diversas pessoas, tanto de Bela Vista como do Paraguai. (DIÃRIO DA SERRA). BELA VISTA: O ponceituado jornalista Ival do Pereira, diretor da Rede Belavistense de Jornais, preparando com muita serieda de a sua plataforma de trabalho para con correr à Presidência da ADJORI. A eleição está marcada para o dia 10 de Julho e I- valdo, graças à sua competência e respal do, é consequentemente um dos fortes can didatos. - (DIÃRIO DA SERRA}. BONITO: A cidade de Bonito, um dos pólos turistices do F.stado, também vai esco lher a sua Miss Turismo. A =esta será no dia 3 de junho, e será organizada por Nilson Ajala. Também marcaremos presença naquela interessante cidade. (DIÃRIO DA SERRA}. Literatura •ffJ DO o :ar de ler é u co1 ler boas obras é diferen ras edificam, nos tornam ± i ou ea tu qualquer co. '' 4 d os faz continuar na +d1ocri • ila cscolhrr o que 1 r - 0 , ~•· ' l o I•• um pouco daquilo que s • ., so alimen.o espiri u, l. sno O nOSo A obra do Padre Roque lor das Pequen s Coisas , fundo moral religioso, uma crio ã. - b Já n. in rodução da obra, an:o é longa a caminhada 0 qu e soros eternon vcn 1hular.'L 1 viver, qu - o escola da existência: 'O que rcn a ar d ., _< menso· o que res a assimilar er e 1 , - - inito; 0 que resta integrar e oc. dn.,~· Em cada página desse pequeno livro • m~ li'ção de vida: "anuncio urc; 1na unlà . necessi amos sem falta: De espiritos tes, num século de mediocridade; de amiqos que arregacem as mangas conosco de menos der.olidorcs que nos apon P t feitos. Para você meditar - o valor das ~ nas coisas: "Em cada inde l1cadeza, as! sino um pouco aqueles que me amam.!:':" da gesto de impaciência dou. uma bofe:,. invisível nos que vivem comigo, ao~~ do. Em cada sorriso que espalho, eu p!;,: to alguma esperança". o homem e as coisas - você encontra· mens e mulheres assim: "Homens-vassoun· SÓ andam onde há 1 ixo. Adoram o mundo • fofoca; homem árvor'e: dão galho por cua. quer motivo: homens posto de gasolina:~. vem enchendo; homens carroça: quanto -,. vazios mais IJarulho fazem; homens vít: mas: Só encontram a felicidade, quando i gente fica com pena deles; homens es~~ ça: acredtiam nos homens e num mundo T lhor; homens alegria: por onde passa=s meam bondade e amor. O livro todo é uma poema de vida. Mi: vilhoso demais. Levanta o astral de qi:,. quer um. É um amigo que espalha perfure sabedoria. Não deixe de ler essa pequena obra c lições de amor. É lindo! E: feito de peél ços de corações, de vidas, de amores, ~ tristezas e sorrisos. São muitos cqP çÕes, num só coração. Passei a ama= a vida e ela deixou ser um enigma pãra mim. FAÇA O MESMO. Clande Medeiros, PCB e PT Lutam pelo Domínio de Universida~~ Afirma o· "Jornal do Brasil", de 21- 1 • 89 ,· que, por trás das denúncias de irre· gularidades e nepotismo na Universi Federal do Rio de Janeiro há uma luta; deolôgica. ' De um lado, o Partido Comunista sras; leiro, que deseja a reeleição do reit:' Horácio Macedo. no outro, 0 PT e seus 7: gregados, que querem colocar na reitor!' Luis Pinguelli Rosa. . Conquistar postos chaves como são ª', reitorias, é mais poderoso trampolim =•· ra dominar posteriormente a nação .. - (1a12· Mulher no CongresSo O Presidente da Câmara, deputado ?< d:: 7:'ndrade, está convidanào para a ce.r:. monia de lançamento da obra do conc Nacional de Monografia para a coce°,, sao 1 do 4o Prêmio Poder Legislativo - ., mu her Bras • 1 • ·ona• _ · 1 era no Congresso Naci · r ndo proximo dia 15, às 17 horas no sal: e Recepções a c ' a. r° f a asa. De autoria a '.. essora Fanny Tabak, da Pontifícia >, "er8idade católica do Rio de Janeiro, ' es udo .. e • - · e • b5. @ve como um de seus principal; ]??"g· ressarar e as d aer ? po-"Yo na elaboracão das 1eis e a? gress~cNia ~a presença da mulher no co-• acional. PENSAMENTO Ninguém aprende algo de bom, e e ", lhora a si me: ' guém pode d. smo, sem os outros, mas t"~; nas reali eee nd er totalmente ·dos ou • zacoes que demande. sa, mo. Não te mas a ************ esqueças: a união começa calma geral começa em ti 19 r a ct ce dai tr G t MA? P, ano. 00 O! Brasl períc de falar des Verrt Est RO l..v•. de e os pa: ver: cut r!a a vez andava na1! P. RsE V E 'ac esta' Jornal ter, So1a, Tal a. on e [e 4coes Go; _ Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº948_20_05_1989 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº950_03_06_1989 Voltar para a lista de itens