TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº052_24_03_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº052_24_03_1973Número da edição52Data de publicação24 de março de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.113632629218035 , -56.52682876791102 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº052_24_03_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIB ONTEIRR , Liberdade com NO II e!a Vista - MT. iwwwwiwili wwiwwwwiwwia ns;=r = - .. :::.;1111,uttiY Responsabilidade " 24/024,"- :::n =•:::::::nõl Jf !J! fnayli assina os teliitis t (ali real a hir: lyiuia Municínia ue Ponla rorã t Ia» IilII l SI ; n;is Ao Prefeito de Perto Mur tinho, Sr. Alcir Coello, graa de amigo dos Jornalistns. Ho1J1em integro, leal e aês- +o propagandas Demago gicas.A.clr Coalho npoia os Jornais que fazem verda deírn L>:PRENSA!!! Estio en fnse de con clusão os h-ahalbod topogri fleos dos Putdmonios de Vila Fronteira Rlcs e Vi!a Marques,'da Coloia Ge nernl Dntra no Muuiclpio de Ponln Porii. A CODEálAT subme- • feira Brasileira de Me!ore no Exterior NO~@ Zéro Foi rootlzad• no ctdode de As■ur:çno. capital da Repú· blksi do~Poroguoi ",11 I Feiro Braellcira de Nelore no Exte rior. o:,x110:ds,.mo,lra redo brou a conllonçs dos pecucriB• los cm exportar reprodutor•• da raça nelore; conquistando em primeiro lugar os poises vlslnhoe. Paraguai e Uruguai Boivla para cm seguido iova· d irem, o mercado mundlo . Fo· rom (UIIZados grandes_ nego; cios na Feiro. os ... pecuorl11ta1 cooacgulrnm vender seus ani mah A UlJl prêço médio por unidade antrc oito (S à 10) mil, o::édia superior dos preço, do Bruil. forem vendidos cerca de 95% dos animais, num to tal de :l00.000.,dolar O Pm. da associação brasileira de criado res Neores., J3se, Mário Jun queira de Azevedo decloroU•Jc otimista, dizendo que a vendo de Nolores no Paroguol. obria novos mtrcados, e que êue falo vem de ,encontro:• a, polllloo de} exporlao!!.o do Ministro Dolltm Neto.' O interesso doo poouarletae Parngualos pelos reprodutores Zobutnoe breel lelros em parlioulnr o Nelore, teu ó. npreciaçfto do ExmJ. Sr. Oovtrnador o lotearue11- to dos Patrimonios o tua c,porlunidad~ Sua Exe1ên,:ia ssiou os prim9iros titios definitivos relativos queies pnlrlmonlo;, Este trnb,tll.io da CO- tem motlvndo suue viellus periódicos UIJO centros orlutó rlo do Brasil. A lults de 11- nanoiamoolo e o alto custo de lransport,i silo cuuGus que impedem um oornérclo mula con,tnnte. espernmos que o Oovêroo proporcione uos pe cuarlFtas condições de am pliarem estas eicportsções. Ao Jurdlm Botlinlco. locll da felrn, compsrecernm os Minis tros Pnraguulos do Interior, Sab!no Mantnnoro e da egrl culturn Hernundo Bertoni. Os exposlturscs braslleiros julca ram loto posllvo u presen ça de pecuurlstas Argentinos. Os pecunrlntas Brasileiros le. var11m utó Aesunçao 350 Ne lores. provlnientes de Silo Paulo, Muto Or~•SO, Bablu, Oolà.s o Ml::ius Gemia. A mu lor alraçllo du ExpoelçOo foi u Reprodutor Nelore •Mundn Chuv» com llõO Kllo,, oon- 11lderado onlmnl sem prêço. Para breve Exposlçllo nn Bo la. Peril, Argentlnn, Aus1rt'llla e Paises Alrlcnnce. ~ o Bnsll se projetondo no exierior u. gora também na pecuária. DEMA1' faz putte do pre Tutu do emmucrpço de colonias que visa a regula rizaçião d posse da trra o a iwpf.wtu,;iio <lc um rn•- nluo de infr estrutura so ci :.1 n.s colonlu!' Eetsdu:,:~. à TV Morena Cal 6 que esqueceu as promes sa~ feilae por ocasião da. venda de seus Aparelhos. O Povo de Bela Vi,;ta EXIGE medidas para que pOEFnmos ler Tulevisão em cnsa, não parn enfeite, mas pura ncom panl.Jar o Progresso de nos o Estado. Novo Oelegaào em Maracajú O Oovernndor José Fcagelli, uomeou o Bacba re: Vergilio de Almeida, pa ra exo:recr em comissão o cargo de Delegado de Poli cit1 da cidade de Maruc11ji1 cm virtude da exoneração de J c ão Rodrigues Vieira. Ao Dr. Vergiho, uo~sas cougruLulu ções 1 H! Esperamos que a dlre çüo d11 Vlnção Cruzeiro do Sul tendn ao noso Apêlo A agêndu do ,Jardim, uão ofetce ccJições de uo. He pet:mos: movimento do O mbus o passgeiros é imen- Jota +o, e conforme promessa da Ewp1/!sa ,em, wastruido um ncvo predio. Estamos guardando o inicio das obras. Até agora foram ó promessa. Dez JARDIM: Vila Brasil abandonadn O, morada,., de populou ao lcarde medidas urgentes á res V,la (300 kbitantes) pedem ao peto do E,tado Calamitoso que P,d,,to &aldo de Oliveila, ur- se encon«•m a, rua, da cilada grntcs p,ovidtnclu no sentindo VII,. P«fc,to Euldo: O Povo de doto, aquda Vila de um G,u- tscol~eu·o P••a comanda, a Nau po bcolar. A p,.feitu,a pouue faç• com que d, não naufrague. um trrreno bem localizado • que O Povo que o elegeu, 0 Povo podrrd servir para a construção exige. Providências devem ser to do mesmo. Oullouim. ,olicit•m madu J 1 1 lsilia to li Renova-se a campanha e.m pró! Residência do Juiz em nossa Comnrca. Parece quo os represent,ntas do Povo chegaram a conclu• são que esse problema tom de ser _ resolvido. . Lógico que tem de ser resolvido. É umn vergonha, Bela Vista não ter condições de acolher um Magistrado. 6abeoo~ que a Municipalidade:. pode deve e tem por obrigação encarregar-se ;lesse encargo. Viúvas, órfãos, presos - guardando Juris, herdeiros, ji. estão desesperados com essa situação. Esperamos que •As Elites» da cidsde se compenetrem do prejuí zo que o nosso Pavo está tendo. Va:nos ngunrdar as PRO V lDÊNCIA:-5. • uh l ei bibiliez Com o Inicio das au lns .. começaram também os problemas para os pia de aiunos. Não temos Livrarias, e as Bibllotccu dvs Colé gios não satiafazew a pes quisa do~ ebludante.<, O Pre fdto uom&ado, Sr. Clóvis Marcdino de Oliveira, tem por obrigação começar e jà, a conshulr uma Blhlioteca Municipul. Uma cidade co mo Bel 'Vista, não pode continuar omissa cm vários setores, e Ulll que não per doamos é a Educação, Va mos construir nossa Biblio teca! l so MIKIKIIIAI (CRIINIII ■ Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 e as ca mionetas C10 que são capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono Rtcebemos seu carro usado como sinal_ - Visite-nos sem compromisso SOCIEDADE AUTO PASTORIL l:.tda., agora sob a direção de Oraldo Flores Nogueira RUA MARECHAL MALET. 325 - IfONE lN-3 AQUIDAUANA - MATO GRO!:>SO Bela VI· ,1 --------------------- -- ----- L..-, pós um Carnosa! lmrl11l.,do, l:tUrn!JS ,'lU f)ll'l!ll Qu11ruw1,1, turtu norm, I e m i.t~ Orn1,llu ... Útil!IO 1 11 X-X "'1:) i.lr,ucnúl'lril'.l n<,b lluu "• :::c:nuou, ló H uo muntlo curiuo no Bossa ! I a, Escuf /1 utlr6 X-X !Ju". Cegouh.l lrouxu du JJrüSoatu no Cuoal /lloiblo Luur,•Jro (Shlrlel) 1 uwo Linda garol11, P11r11bcns 1 ! ! X-X Ah I r,erocc quo ll-101 ço X-X é moíl du rcntar Oll y.,Jhui; 'l'ollu üuf6ch,ii , ucellon• Am6roa. Heotarum !nmllem: d,l Potlalti óu n~uraaou u . Longo a Atlcoc 1 ! 1 É lsBo ui. toga Coscla. Resultado X--X uo Curuavnl, n6 1 1 ? X-X Mus , . . ouh••I kg:,! IUt:blOO, [l VOllU !lu Zé e tl<l Nlcu 1 1 1 Dois g,1:.u,,dos e be puructuu uf,o oli. O ncgoulu é junlur 1 1 1 X-X Tamllom u Juou levou «uquoh•• uustu 1 Colll II Clle· gutlu-SurpreaR do oeu Love lvuldo o Eatolu gunharum suu J 11 1, filh11du, u Boee ohamu-su Ana Karlno, lllhu do Cdb<al Dlloey MHrques-Ell zu.beto Solomllo Marque~ X-X Alf o próximo, e ... um pensamento: ProcurLva umu l!strôlu no Céu, e, ena vla um Vugulume nu Terru. , Llion e l'i:o de Paz O [msillrn é Isto, ~cole ... Foz pouco dias circulou verdade, • coragem de srr hu • Pum Jornal do r<alao Jc.:, de mildc e s<rvlçal, compreensivo e Minas uma noticia que no, cn· bom, de promovu o nmelhante lrasteccu. Grupos dz pessoas per- nJ• tle um Igual ou Inferior - l<ncentc, o um grupo 1dl9loso sulo - coisa parecida com so· cotóltco muilo lc,vorosos <11) citllsmo ? ... ,uo c,enço, m,s não muito evo· AS CRITICAS CAEM ... luidos a iuz do Concilio deram· Outros procuram marginalizar o se uo ingrato oficio de pregar Curslho,comparando-o,ao proces contr• o Cursilho de Crrstando· so totolil.lrlo de lavogem cc«bral. d,, nõo 1ob,mos ,ob que prc• Os que ja f,equ<ntaram desconhe• texto. Pzecc que, segundo nos cem tal lovogtm, Enlr•r o homem informou o nota do Jo,nol <Trl• dtnlro dcsi •lllvrtmenle, examln11• buna do Leste-> Oi pregadores se, por si, sem coaçdo de: nlnguc:m, objttovom ser o Cu,11!110 um decidir-se o ,., melhor e mais moimento socialista, •. Só íal- cristão, para sintonizar com a lavo ,·r.,I!, Igreja e: íazu o bem ao próximo, Em seu, 222 acs de cxis em maior coutncia consigo mu· ttncio e hoJt cem !~Us mllhôtl mo e: suJ própria consciCnda - de dd.:r;,nto ~ r.imµ.,l1z.:n.is, o é um processo usual em todo se Curiho em provado, oi uma· tiro csprrltual, Isso i. o que h~- E nos o ccr.•cnt...:d.i.til W. G. , da não nos consta se chame Isso de imnp:asa paulito, ums excepcic- «lavagem cerebral. nal vitalidade entre quzntos o Alguns, tambem men» es ~•i•m lr-qucn! ,do olé o momcn• cl•,ccidos sob,c a r .. lidodc dos to. O b.::m 'lUl! ,,! Ydi cpuando Cundhos, cm sua tdo proíicua :cmnpte ms ns mossa amcrla influência, tem·no julgado umo • d..: muitos Católl=os d1: «arrtgimcntaçdo para a direita L.po ecomodedo e tradicionsl, é iêxtrc:ma ... :. Também nio pro, loto que entra olhos • dentro de cede t•I susocita, porque os Cur• quem pruc1.Jr1.1 conhcc.e .. Jo ou ob- sllhos não trata-n de posi· zrvá le com olençõo. çóes pollticas dr qualquer cspi.• lSTv Ê BOM OU NÃO Ê ? ci•- Eles admit<m politlco,, ad• ConsclcnUzõr os cristãos sc- vogados, médicos militares, sa br.e seus d~vtru, ptird que eles cttdotu, leigos, ÍUnclondriOs é o, vivam reolmcnle na soci,dad,- trabalhadores- Se o maioria quc e bem ou nôo é 7 . , : os frequenta é de classsc média, Lna-lc, o vlvuom Intenso- o loto e devido As condiçÕ•• da mete o Evenglho, em todos os vida mcxlerna, pois multa gente embentes sociais, no desempenhe não dispõe d.t tempo ntm de do; Íuf'lçõ:s pübl1cd:s ~ na solução meios para compa,rcu it rl.unl• d, ordtm social que • todos in• õcs embora ela, utcjom abertas terra quem coisa melhor ? a todos. , Fozt'r que o cris[do d,ixc: o A c.ondlçdo única imposta seu slacitl is"'lomen:o sua e,- ao cursilhhto é esta: ttr coragem lo5110do modorro e o' comodis- de aceitar o Evangelho e com no de braços cruzados pera ele contorner a vida e accitu a V:vu P.l.rticip~ndo iltivcJmcntc da verdade hl qual ,la é, sem dls- unidade- auzm pode dizer torções ou Interpretaçõcs acomo que 1!10 é :ocioll:mo ou qu~ sºc.. dadas. i• tucio o aue Já se folou atrás JORNAL O MOMENTO qa o Curilho leva o Cristão Mensagem transmitida por • hzn '/ Barcelos de Jesus no dia 25 na E a convictão, o •mor a TV C·d d B _____ .;.__,.;;;.;:.;,__:_....:...:....=':;•:.:.:c: ... ::;r~a- QUiiUUO º·' d•,.Cúd CIJ !Dl:Çi.1:Il ,, t.Jc.,•:flrur ou air do ritmo natural da música ão tenha dúvida de uus estão tortos. Povelr:ente você não s cm-erva el lugar apropriado, onde de vem ficai' uJ po~.ç:,o n.rt. cal. Do qualqu<>r wodo, t• possivel fazê-los voltar i formn prilllitivu, c1,loc,,udo os (liorizonl11lmeuto) 1 nt:e duas super!ices :igida (de màrruoro on vidwj e po1- feitamente pluas. Deixe-os UOSSll posição de 30 a 4 O dins o, sobre 11 placa supe rior, coloque nioda objetos pesodos, como dicionário~. X-X Nunca a geufo teui pregos do tamnnho que se quer. Ou perderam-He ou misturaram-se com outrcs, Para evitar que isrn ncou leça, reuna todos os vidros de conserva de taru pa ros queada que você tem. Pre gue ns tampas des;;o~ vidro~ debaixo de ama prateleira alta, onde você guurd.i fer rnmenlns. Separe os pregos por tamanho o coloquu nos vdros. Depois é só rosquer os vttlros e pronto. ')s pre gos e~tariio sempre nrruma dos. X-X Para iwpedir que o ngrião amareleçR, conserve-o envolvido he1me1lcaruentu num1L folha de papel, Ficn r:í sempre viçoso. P.,1.,r.l 1 li SI.Wialu@filias Dez lrlgorl!lcos que es tavam compr•ndo • carne por preço superior a Cr$ 63,00 a arroba terSo seus credito• cor tado• junto oo• bancos oficiais por descumprir( m o acordo entre o Governo e o sindicato do Setor A listo 1oe punidos foi divulgado ontem. A Sunnb por sua v,z, r,. chou um írlgorllico em lts bo ro! que se utllizovo de águ• proveniente de um lcpro,.lrlo para lavar carne. O frlgorifl co ouuvn no obosléclmenlo d, Niterói. Hoje será lnlclsdo uma llscoUzsçilo Intensivo de ladra cs frigorífico• do Brasil, Cen tral. Aprens u N. QUELA EsA Sérgio Bioncount Eliza!h Cardoso Naquela nes de rentavn emte E me dzn sempre 0 l)UC (, Vi1·1•l fiJti,' t Naquela usa el: couta a l, oi o Que hoJu 11a nll.':11v1..i til ,...•Joi<..lv e se de cor .Naquda w,-1,,, de jttnl.!1'1, n g, utu E contava coulcnlt! O que fez de u.ul E nos seus olhos füil tanto o l>.,lho Que is que seu flio !<;u ilquc1 scn fii Eu ufto sablu, ou não sabl Que doía bnto Uma wesn nuui c11nlo Uma casa o um jardim Se eu soubesse O quanio doí a vidu Essa dor tão doida Kão doía a,sim Agora resta UIU.; WlSll ua ala E hoje ningt•ém mal,; folu No eu bandolim Naquela mesa tá flt:do ele I<; a saudade dele 'l'á doendo em mnnn (Repele ludo) BOSSA MElHiiH NOVA BAR ílTEflDIMfllT O É o ponto de encoutru dp:, pc~solis de bom gosto ELETRA RÁDIO CONCERTOS De Gnldiuo Brites Rádios Toe-discos -- Aparelho r1zado8. Tecnico coüipeteate no ramo. Ru« Coude de Poro Alegre. 34 BELA VISTA MT 1 ! .' Ji J lotos para documentos, fotocópias. [ ~ _ '-C:purtagem, fàbrica de quadros. Plastific"-'C d ~ ~ oe:umen(os Run José Bonifácio, 631 . Belu Vs M T ' ;•• Um estabelecimento de coriliança vende por menos e serve melhor entregas rápidas a domicilio A que «Nós acreditamos em Pílntn DI UBERDIBE Iº 130 B O l11 TO» BOMITO MI. ------------~---------- MP@Pense#sase li « CARTORIO DO lo OFICIO ,> Te,be iãc•: J.osé &voino e Silva i t r i 1 j ' 'frihun11 dn fronteira Beb Vbta e Mu IIIICIO I'OI 412-1M3 ln<lku Tr1,jHórlu pum õnibu Senhor Presidente' Nos,termos dos rtigo.' 102 e .103 do Jlr•r,lmento Interno, rwllcllo u V, Exa., pó1 o conhecimento do Plenirto, en eminhr protocolo no Ch{e do Executivo Municipal, In1i. cand2.lhe ser de bom lvitre, recomendur uo responsável pe la agência d. Onibus desta ldnde que determine os mo tortas da ôn[bus que vem d cldde de Belu Vista e Por-. to Murllnho, u dar contlnulda do do mo lrojelódn p•lo Ro dovln· Fedcrol, oté n Ruo Dr, Ary Coelho eh• Ollv,·lro, porn dol,enlrorem à tw. Duqu~ de Cxlas até e npdnein locul. Jnrdlm, 16/02/73 Ernondo Murtlns Borbosn Vereador rnmcncuo 1m 211a - EMB • Senhor Peldente No fiel Ideal e dever do bem cumprimento do meu msndoto e cabnl desempenho dus mi nha, funçõ,s represenlntlvns do povo e nos termos reglr entais upós o conhcci-I1ento do Ple n6rlo, Indico no Exo. Sr. Pre (elto Municipal providênclod para _ser construido o mols brevo po.;>ivcl um nbrlco com banco dr espero, na lalxa á marcm, :lo l{odovla Federal, na Via M6jor Cesto, pars que os residente; daquela Vila po3• ••m esporor n circular Jordlm Oula Lopes ou ônibus, prote cldos do cmbrosodor ,oi o dus chuvos, prlnoipalmonte os cri onças que cstudnm oqul no centro . Conllo no ncotemento dn, providCnolo, pelo Sr. Prefeito. Jnrdlm-Mt., 09 de Morço de 1973. Ernundo ~ortlns Barbosa Vereador • ptriuantls e velculos per tencentos uo Munwiplo, recebi doo por l'Jlso idmli,1 troç:iu; b} Se os Imóveis possuem eocrlturoa Públicos ou rcgulod• mçllo. ' Ncstl!B Termos P.K • Def,-rlmento do Ple nário e de V, .Exu. ,Jnrcllrn, 1(j do !eveftlro de 1073, Ernondo Martin, Bcrbo•a V ercodur REOUERIMEliIO Ho 01/73 EMB Exmo. s~. Prcsldcole do Cámorn Municipal dtl Jardim. Nos trrmos do· Item VI do otUgo 110 do Recimento ln terno o § 1° do m•smo onlco, requero a Mes após a devida dellbernç!lo do Plenârlo de,tn Cn,e encaminhar expediente no Sr. Pie(eo Muolclpal de Jordun, •ollcllondo o,,scgulo• te. Informes: o) Relação completo doa bens.' lmoycls, móveh, titulo• Altair HEQUEnlMEIIIO tio 2/73-EMB Exmo. r, Preldente da Olmot·o Munlclpul de Jurdlm Mt. Noe lermos do Item 1V do nrllgo 110 do Rt•gimeolo Inter• no e § 1 ° do mesmo urtigo, requeiro à Meso, opôs o devi do dellber11çii.o do Pltn6rlo, tncsmlnhnr expediente oo Ge rente do l:l•nuo do Bru•II S.A. Agrnrla tm Guio Lopes do Lagunu, com os votos de cor, groluluções e ogroúeclmentos deste Poder que e célula re preser.toliva de Jurdlm, pelo pre6llmosu cclob,roção dad& a este Munlclplo no que tunge ao problema energético. Neste» Termos P.E. Delc11mcnto do Pie• córlo e de V. Ex. Jardim, 16 de fevcrrlro de 1973. Ernoodo Murlins Barbosa Vereodor MOCfiO li.O 1/13 1 EMB Aprescntomos &pós :,uvi· po o Plenórlo • dlspenoodeij os [ormulldodes Rcglmcotoh, Mo ção dd de,ogrodo do povo de J ordlm oo Presidente do Sone mot, µelo desolenção daquele Órgao com o Dono Monlolplo, no que tange a ptrfuroçã~ de novos poçoe, ompliação do rê• de d'ilguo e lmplontocao de escolas senltórlos. Jardim, 09 de M&rço de 1973 Ernando Msrtln, Burbc,a Ver e odor Moção n.o 2-73 Apresentamos após ou vido o Plenário e dlepeosadas ,±±.r% vo de Jurdlm, no Eni;onhelro Reglunal Dr. Murcclo da CE· MAT, pelo seun nlbelamenloa do problema e plano do go verno dr, eletrillcuçao desta refio, inda mi por de cor.hcer o nor es du« CIda des de; Jardim, Guia Lopcn tlu Lpuni e Nonaqu, quun do procurado por te Ve reu·ll,r e o Sr. Pnfelto Mu nlclf)ul, no e8crllilrlo cm C11m po Grande. Jardim-Mt, 09 de Mrço de 1073. Erpund; Martins 3rb0a Vereador lndlção n.o 3-73 EmB Nc térmIO Rimettals, após o cnnhoclmcnto do PJ•nArlo ello.,wluhe-Ge 1•xpo,llenle uo Che!e do Executivo, Indican- do-lhe II ncccsslt!11de de  mondur rocur n rua Princi- 1 « gora com Mova Olr cão )) pnl da Colõ11111 dt• Boqudrao • , j 1 que ~:i encontra nbsadoouda -~-------------- e er um verdsdelro:mata,zal. -------- Jurdlm 0!J de lllarço du 1973 Eraando llfartlos Barbou Vererdor Indicação n. 4-73 EmB Nu• têrmos do Regl mrnto lnlerao, no dever JJ uso du atribuições do meu mHnúuto, lndko ao Sr. Pre- !elto, após conba cimento do Plenário, u necetdade de pleltcer lnslstentea:onte Junto so Governo Estsdunl a cons- lruçao do Prédio para o fo. rum loc&l, obrn CSlll, já Iol prometldn no no pus do, doado terreno no Estado conforme Lei n° 300,I72 e por negllgêoci11. da sdmlol&lrsçll.o unterior ficou parllzada oonstruçao. Nóo, o povo oooflamos nas lolclatlvnJ do Sr. Prdtltn e tulvez ainda nesle ano teoh11mos lololado R construção do nosso 'Forum deaulogoodo assim, o r,ródlo da Prefeitura. Jardim 09 de Março de 197:l ErDndo Martins Barbora Vereador Indicação n. 5-73 EMB Nos têrmos Regimeotn1~ Indico oo Sr. Prefeito Muni- cipal, npóo o coob~clmento 1 do Plenário a nece62ldade Servi: para crescer j de pleitear junto ll Delegacia N Regional de Trânsito om ã«si- BOIIIO M. I. dauaoa dois Guar.das p/. edu- ' • • f cor o nosso Trilnslto, coibir o ----------------------- abuso dos JI)eoores no volan- te, pondo rlaco a vfdus buma- nun e regulorl:tar a documeo. 1 loção o emplacamento dos veiculas licenciados por este 1 • Munlclplo. • 1 - Jrdi-Mt, 09 . de 1 .973 Ernundo 'Marllos Barboea Vereador Comercial José Paulo DE Conceição Agora em Bela Vista o Re laurnnte que você esperava PIZZARIA Lanches - Pizzas - Serviços Alaearte -Higiene • Bom Gosto - Ambiente Refiado Bcln Vi...1u Lázaro J.ARDlll PIZZARIA A VIAÇÃO Rua General Soares da Roch X ----------- ----------- POSTO DE SE, ViÇO ESSO ·1 í De Oriz de Mores Gasolina Deel 'Toda linha de lubri- fie11ntes - Lav~geru - Lubrlficaçüo troca de olso - ~nexo laucboue!c.,> MT -Organização Irmãos Jaques Matadouro Rio Formoso CASA DE CARNEô POSTO SHEL .1 H a n -t-e ·s i ( COMERCIO -de materi&is p01ra construcões > Pias-lavatórios- Madehas Serradas- Azulejo~ .imb!tuba~Ladrilhos - Tijolos - Cimento «lemos tudo para construi sua asa, o plano você é quem faz» hslije (oi CIO10LIMI IDD Rua Sergipe - 29 SIDR OLANDIA-:MT. de Jozá Ltda. ,:li ÜbZolin11, - Lubrificantes - Deriv,.do~, luva· JE · - -gem. Borracharia -dia e note, troca de oleo < A!endimcnto dia e noite> « Acompanbamos o progresso de Bonito» ,BONITO MATO GROSSO 1- BAR SANTA HEL :,NA de Nicicio Medoç. Beblds-Secos e Molhados - Anexo Loja de Armsrrcà.o• ltende • ._e a qualguer horo do din e da noil• Antxo tnmb 7 m, Sal!lo do Clube Sonla H•l•na. é o ponto de •nconlro,',IM Sociedade Caracolen■e CARACOL Mato Grsso l Mal ~lSílJ Utl _p•. l. t;11' 'OllJ ... - r, r 1 (, ,. (_n,:J11IL 1 1.. , 1 •,11 li,, 1 ' 1.Pl,I., l,1, 1 ! ,1 1' / li' l 1 '1 1 "'t J.. 1111.!1111: 1111 1 t.;1)•1 ·1 i pu is i+,g.o la apito ptbl,'n : iatdo H'ld p«rela peus « ,h .. u· m11 I? ,.li.' (J 11)1) j) 1 ,J,1, t ditslo, afaz!npent, qu a )1, ·n! !,·11, Url 111 1 t, rmJO v:.. ,rn ,!,.mm 11011l11 r, ,1·,I ' ~il'1l11i. ,: u ruo, deslumbrado ct a dei. uetls da China e os moos per. los ometelu!s eamn MI0ou, defotu 1lc l.1tlu II qv, t .•1 ,;u ,, • hC1111 de n 1 fir_;I::, i, r.o qu ! 11..t ,•,:ci, , uu . ,11• 1 1:.1, ,u, r ,, •. ,. der u ee tenei u • tr.. • ••·••h'ln 1• te+ @[ti!os ao !sul de [;n o Brasil, o éxico e o rstnt da 1Ulull': T,•.lin:. t·.lr•1 vJ1111,1 11 Jlt .) )ur!r •.; +etdo uo mundo i ti1 ·l. '.illl1 li 1..1 ', um n e:qre0) nao ,! ... l "º" pata te destev r 1, Llr:.• ti. Qu.,nto :rn Méxivo,0 tu lu. 1110 e 11:11 puu,:u 1,;:uor. 111.11• 01 l11J•tit.U l ,J.- IH"!Ó 10 1 r ao,1 r.,m- --l· ,,mel. mtvlllzuos cn,a suzurin 1~ no'1 b'C''. tt-:1r11lc. ~ 1 l'I m w• f,l eiltdades para re±.sss deu lucros. C(11il n•,,p:.'.'llto ú l rc- lrn m::•1• o le terra - rctant da m+ria Luta -· oa homens de n(ócios r,11:IJlr,1111 um cn:1fu:a l'(•11i'1n do lutatisos pasta orles, vur idos prr 1Ule:nt,: 1 t ... Ul!J~··l.11h•.; il:tcicua~ listas. Inquietas, waturidatles over. nateAtals movluetar-e puta nü ÍIC'lt' Hll !-.(lnlbrn JHO}t.:ltll.l.l v~•lf, llrd• •ll e pelo :ll-xlco. Novo Japão 1 J Em muitas entrevi3tis conce dtdu 1 uo 0110 p11.;, .l,:o n~. homcun eh. uc::;(wlr I pt1hd ,m !,1sclnntlos pelo Hr11:.-1I; na vnd:.ill•, ele-to lnVC"i• tlr .. m pdo n,•·m1~ !I hi!Jõe, do d6- lt11l!J uo [;: .. 1:lt --- als do que o ln, C:-limcnto f!l1.1li:.l tl0t l':"l.1d06 Unltlos nu i-c:1lUutc do. Amêr1..-1 Ln• Ua.1. O brasileiros ucrescentarm tiOJ ill!l'!,Jme:ntO':t 1J bl!Liõ,·1' de: dó· lurc?-o ,1., : ,·u próprio t:;tÇJit:'ll 1.'.' rom• peram todos reeurdus de crei tncnlo l C.:>llOlllh"O p.:lo quinto llnO cousecnut:a. 'ouvas nücsda tuué rlca Latina nenluo, talvez - ozuirm tato ptoIesro o. uumltll l li ,ou f'tiUco h.;l1l p.l. tlllOVd.l1,1lo .!m., 1' ire- lu mi• nlnu do. til:Ui ttcur. o., r.alJr.,t: .. 0.3 llr.H1ilclro~ cout1nu;...re,;.ut u l'0U~lrulr 1 "ºl , lt· d ti , j o1 , Jf,!'1".I 1,.-::, !11.,L 1';.1 n(•itillo i:. ll ' ( 1 0 e duf,O°'. •h (l",1 t11 1:1U , r- .. lll o.ic'•, 1 tn •ilL r..i•, u Hr. 11 e l hc,;i, no ti1tnlo rp, ,; !•J +s contra a dspao b dor ano., ,s a enonomla btas4' Ira do nai-ta de l nos para nti 1,,r n 11tu:d nh•1 1 H1du tr1.1l W> J, pato, ucresconta Roberto Ctpos. o Brasil não prerl a importar m.1t('rl•11 :,rlrr·lct, fJ'>'lt! Dln<fo, t•vH :r t1•, ;1l ri:,. du ,.ul,1h, i(J, ' 11j in-1L,lall· do 1,, 1:~ •1slrl 1 n 1lJ m1), ,;,i ,J t oprht' tunt!o o trca,,1og-ln mui~ r 1 ent. 'r,o tale ele conjunto eh' ll+da is.te, e desorganizas'as , 1.! , , .: 1 !., 1r.1t.,:;.Jo, lt.<1'1 f·)I• il! r• • nith! 1 pr,t• ncL1 ln-!u~tru,l 1.:a1 .1 ,,;: JLlnr ·., (l•1111n todos o .. limes de t~oi0 [ustifleam esse c:•·i-~, :,lnlo p l., t x.btl.m.:iJ Ull um r!me ai!!tur de linha dura o pel d1. p!bilida!e de mlo.de. obra c m ertes primn t"i lrnrnt.'l, Mn-1 qut1. .f' todo, cn ,1,.(nhon do Br.uol km ,:nndr- 1,u•t•JH•lahlf ide o n:idu. dl 1 t>!>.Ccpc1r-nul (ol rrglslr.ulo nus eco. nomlib d:-- 11 :1 p!ilt1ca. , prinl'ip ... l dlrcrencn lnlro clo:t r o Dr ... fl 6. o fato tlc~te tcr.c.r .:.{,1;.;todo cutlur:ilmonte dt.11 DJÇÜC.i un Amfirlcn l)lllll!l. 0.1 br:11-llclroíi, que rulnm purtur.u(lts. bolado:; do teus vi-inlos pls selvas Inóspllas e pela eograta ucldentadu, deten. volvrrn;11 um.1 l'liJCllda'Jc ecpnrud:i do: outrot; lolfno nmcrlcr.no.t. Porlu :ual, uw pattt tJOllrc un mrtlor porh.• de sua exlstéaia, só podu Chtr Uo llrr&ll !H!U ldlom11. Os pottuucses nunca se dedicaram a csso p:i.lJ como llzcrnm com HllUB po.ss~~~êh?s l1t1 Atrlcn. Os lll1sllclru.i opcr,om 6~ á culluru européia brm menu, <lo que os Jt1t!Ucb•:.mcrJctmo:1 que fo!blll t..-;;panhol; u callu ;JQO quu pns!:lo; hi"t uma uproxlmaçllo culturol tuulor com oa E>ludos Unidos. Esta idopendencla cultural ns~lm como o orgulho u:1clonul, ri!• pri.:~L"ntnm multo pura o cre::iclDll'D, lo C'Cooomico lia ilra.611. O corc.lüo umbilical que unlíl o ~ rasil : Euro· p11 foi cortado llil mufto t~ropo. A::i, u-. br:,lh:fqJU nüo t.:t4lilo ctipe. rando qu~• 'm-h!n~ton • tnondc:um no,·o t:olcmbo. No ll: 1i.-.d. o~ ho111cn:1 do nc:. ócios to trasde como convids Uos de honra, com uma hospitalldado tora do co:um - Ias não devem uiiqu~c.:r de QUI.! oúu ..::0n'ldodoe, e nlo tloco.i de Cálb:.Jd ••• 1··,,., ...... l . r4 ,i,1-i).:., Se hc·1r. que o joxço é 11rotbl, o nu Br.1011, cm vlrl:i Ue de Le Iluçdo nesse en !1llu, tn•, Dela Vsla u Jogul, DI é fl~tiC:ltUÓUID!lDe [ello o dlu Inteiro 11or loh :wéuio dou c,,c:bi,t,•B, qu,i pernmbulr.m pc!Do ruuo como oenh, res <le JU,l! aranttu eem stmilr no que6'0o dus contravenções l'cn .iu. É du e!';on:[lr o númo:o LC jOil''•'lOr~S que }; l"< CUl'Lnl cct tu Agl·n:: a 111! c:punt :1 de cotaprurets sua ppele •.6 ,,a sule, bem no cer. dti ciJ:.d,·, pt incip::lmtllt~ 4uLolh> ch,i..;n u noi.c. • . cut. rl~nuo uo;:clnl tio• vc . war praldenlas l ll' r gieus cotr l e:.:sa prálicu eiuiitsn que atinge n! D±ior 11,.11~ ,,b rncuoo favorecidos da ne u popalaço qao ve: extinguir tieun prôpdo..; re .. ,·u ~o. um b~ucl!olo uo vl slan:1rius q1:c além de tnlllc :.:tr~,,. s dcposi!IVóü lLS 1.10.,M.8 l..:.s, num f:ngrarite l3ttcd ·n, :iinriumente r .. bu!' .:,.,:, ,:,.:o l.;do .:o Rio /!)u IIS 1iiUll?líCJG que On en:iqué ccm 1. cijc,upu!,rn enh. e n-tu que vn,, l11,·ris n .. -ntc c e, S 3.000 co u :.00j6 t:ansfe:ides pra a O,, N• V. '1';1,1 1 • 1)sde elut tipo verta i{ui, Hadu·triis da la.uns 11, l • !l.unlciplo lrn;J 1 : •• n Ju o •!s!trr m• r .nlnd· 11 r.1:· tIt d 0], +Gngo ui1as cii;ecielu de cullurr,ij d. L « ,1 . fissa 1novnç2o tende u úUr.1~nt&:: Ut n,fo1,. ,HJJ' nt .! c:,m grundc prov .ltu peru , lu r:glfi'>, pois que Í!Hcln" n 1 l· "'" r/J. vlvlllcor de um., '""" irn vontojo.rn. o pt,JI.Juçév 1,grkob do rnuniciplo. },n oulro lnform,, d·,rc,no, o, nome, de,- plon,-i",J qu,, patrlollcam,•ntr vlsorn d, •ll11r.r D~l,1 Visto comn um dv, rnu n!clpl~~ do exlr"mo Sul ;!u ló:•· Indo de Moto Grnso lntegrtdo no ruecanJL.Dçú.o tlo lovr,ure. cicitd,• vblol.Ju do Pur~guuy cn1o ,xi.10 ri CbG" qu~ •bun cn• esso e~peole do jogo, com de.no tucotculúvel porn ou nossov putrlolns me110R uvluouos, que perdem sun.s ecc onwiuu a~ vez~s oousegul daa duramente no trablho de sol a sol, enriquece do que les que goz~ndo •dolco vttn• tulvez nlê rlem-so da desgru- 9R que lovum uos !ores de nossos trabsthntlor~s. mull,,a v~z•,a ourrq;lldcu d!l filhos. Levomus o ceheelen to do Sr. Dr. Detegudo 111! Policia OEse !~to crlmiuoeo a fim de quo uma vez por lt 1tlns se estooque essa Ban Grl.1 nus bolses <tos pobres rabslhsuores i!efescs, atral dcs pela pretussa vã dos cambistas, O Sr. Dclcgad.1 de ?o llolu ~eve cuc..prlr o le,. ou ncaudo u cidude desses ele meutoc per:1lclosoe, JazeuJo os proournrom um trabolho tlcconto, qu1: dignlflque " oldutlüo uu sun mols elevn~n cQndiçúo de oferecer uma convtvenciu salutar, reJptl tunio seus co11cic 1Bc!ll• s, hoo rcndo suu oo:idlç!lo de homem em lrhbBlho hom,.;:o e :>?O• pulsar. Jota Jotn Jato Jotn No n° 49 de,ln jornol, ar tigo VISCONDE.DE TAUNAY, n~ EC·guncla linha úo ptlmeirn e, !una onde se lf: 13° oulvcr sr!o, leia-e.' 10. Na pu do coluna, onde cs tl: vcndldu poro dlvcr,as li11gua,, lei0,8•· . verlldo (trsdu z1do) pcrn dlvH sas lingus. [ X MIEI t « rnrnmrn nn rnonmnn » Fundndor: lvoldo Perelr:, Dlrztor•-P1opdcló1l• Modo Estela V. Pu•ir• Rcd•tor-Chefc-Ivoldo Pcreir• Dcpa,t•mcnlo d•~,!, çêrs Público Jonu Vclosquez Colaboradores: Adair Gaüna Geroldo P. Sobrinho Alice P,dro Nun,s J.J. ferrelru Santo Heleno lopes Red•r;•o " Admlnhor;<io Ruo Barão de Mclg•ço 5/N Belu Vls!a iN. Gro:.so Assineture anua! C$ 50,00 As,i~o.tura mtn:cal » 5 OU Corrc,pondrntes cm: J;rdirn, P. MurlJnllO, Bonito, Guio lopes 'da laguna. Sidroliindi•· • O Jornol nfo ,e rc1pon,obill z4 pelos conctilos emitidos tm colunas 011inodas. e l<:i,te J ornul é com posto e impre3so nas Oficinas do "Correio do Sudoeste» A q u 1 d a u a n a 1út. .O Dr José Jurandir de Hu.1 Dr. Arl Cr.elho d~ Oliveira 11 1 n .J .afün ____ ........, ___ GIL Marcos Saut Dr. ~ cl V o g a d o Pu P1lude Rc l,ob 42d Bon lo Dr. Pedro Guilherme Advogado Avenida Duque de Coxios, ii!Jl Ju,oim Mblu G,o::.::o 1 Dr Carlos Edy Sá de ivledciros Advogado Bolri Vlst.:: Dr. Pedro Advogacia Pal1níere em geral Hun 15 de ovro. 170 - Fone 2J7 - B~lr. Yf,ta Dr. C@rlos Melemo Nunez Médico Cirurgião Ru:i Coronel C~misíio 6:W - Bela Vish MT. Dr. f iori Murnno MÉDICO Ru~ 15 de Noi-ell!bro 75 Bela Vbia ---------------------- ----- Orn. Hi~ia Juliana fü~arez füce Clinic!l OdontologiJa. Ateude-~e <liu e noite - atende até ás 2~ hora.; ' AI lado de la .illunicipalitlad B. Visb- Paragui,.y Dr. Roberval 8 rges Medico CRM-MT-209 GIHECOl06!STd-OBSTHft!Cln-c1RURGIÃO GEHíll Consultório-Rua Conu& Porto Alegre-~~09-Tel-215 ..RelC1 vbla Mato Grosso J j ' li lJ1 I r •• b " 1 h o c!iquiriwo. P r e g r e s s o Snlgados em f:erul - Bebidas O Ponto de enconuo da ~ocíednde Jrirdínen~e AGORA COA NOVA DIREÇÃO JARDIM ll.1.TO GRosso ·----------------- -- T'Iuna da Fronteira Doln 'Yisb )forço de 1!'373 Pecuaristas a idêla surgiu - de vocês, dep nde sua exeuão. Bela Vista dev predsa do seu Frigorifico, «Mãos a Obra» o e, e Hist6ria dos Calendários. - O mais antigo Origem do nome ,1 •A palavra colendblo d,. Algnova entre os romanos o lf. vro no qual: os bonquelro(lon çavam{os somas pagos no pri meiro dlo.,do 1 mll1; durante o Idode Mêdla pousou o lndloor determinados perlodc,, como mês, dia, semanas; e o ano e a distribuição deste com relaço o um determinado ponto de partlda.Postorlormente, o têrmo foi empreendo r.o oenl1do de atmonoque,, Enc. Mérito) Diz-se que o ano de 11149 corrasponde:ao· 6662 do perlo do Juliano; 6709 da Era Judai ca; 2 7251das:G>llmplodos Gre ga,; 2. 702 de funduçõo de Ro ms;{2,6467da Era de Nbona» sr,' I 367 do Héjlra (Calrn dárlo Moomelono ); 1 994 do Colendllrlo Juliano; 4•19 do des cobrimento do Brasil, 367 do lntroducão do Golendárlo Gre gorino 157 do Calendàrlo Re publicano Framêl. E 1 958 corresponde e ; 6 671 anos_do perlodo Juliano 1 !158iono,,do Calend6rlo Gre goriano; também 1 958 anos do Coléndàrlo Juliano: 1 377 ono• do HéJir•,' ó 718 anos do Era Judalc11; l 711 anos da fundaçlode Homa. Quatros nomes estno 11- gados á história dos cal,ndll rlos: Romulo, Numa Pomplllo, Júlio C~sor e Gregorlo XIII (Pa- pa). ' , O prlmelrÕ colend6rlo !oi estabelecld11 por Rómulo no ano de 753 da fundação de Ro ma. O ano tiahe, ento, 304 dias e dividia-se em 10 meses. Rõmulo começou o ono no dia /'"-, 1° de morQo, • ,,., Numa Pomplllo. mcessor de Rõmulo, e•tobeleceu o ano de 155 dias, dividido• em 1l meses. Mal• tarde, Júlio Céeor prom.>veu - nova rdormo do colend&rlo com o auxilio do famoso astronomo Sos!genes decidindo que o ono comum se ria de 365 dias, e que, para ocertar o ono civil oo ono tró pico (denomlnoçllo paro o tem• po decorrido entre duas P••••· gen& ~onsecullvao), ae acres• oento,se de 4 em 4 anos um dia coa: p lemenllr ... Ao ano de 366 dlot !oi, enlllo, dado O nome de bissexto. Esse colen- dilrlo teve !nlclo 45 ano, en t .. d'e Crista. 0eaomlnou-•• Calendário juliano, em homne negem a Júllo César que o lo,tltulu. Em 1 582, dado a erro desse calendário, a dl!erenço, era ji de 10 dlu entro o ano r.ivll e o ano trópico. Impressionado com o fa. to; o' Popa Oregórlo Xlll, fm 1 685, decidiu corrigir o erro, resolvendo tlrar 10 dias ao ono, ordenondo quo o dia Imediato a 4de outubro de 1 582 fosse chama:lo dia 16 Resolveu, lambem para Impe dir o reproduçno de erro, que ee 1uprlml .. em J dlos o lodos oi 4 ,éculo,,;o,tobelecendo poro HS8 flm,que o õltlmo ono dos 3 primelros séculos não seria bluexto, sendo-o somente o último do 4° século. Oe anos 1700, !SOO ti 1900 (oram, portanto, nnos co muns, e 0 ano 2.000 será bte eoxto. O oaleadárlo gregoria no (assim cbomudo porque o papa Unba o como do Gre gório) é boje Quase ualver enlmente nUolodo. Aumenta 1 dia om onde 4000 11D08. A di ferença tul do juliano é da 13 dloe. O 1100 é o meMmo em quase todoM od povoe do mundo. Só os i:regos conser vem o colcndlrlo Jullono. O 1100 doa turcos ~ mnlo defei tuoso; compõt.ee do 12 me e lunres, alternadamente de 2!l a 30 diuu. •Qe egtpclos odolavam o nao de 360 dine. conhecido como Ano Vogo ou do Nobo nosaor. Mais lorde edotornm assim como oe romonos, o uno de 365 dino. dorprezaado porém, li lrnçllo de um quor- 10 de dia. Estas !rações acu mulndeli trouxerem tnl con !uello que Jullo Césnr vtu-se obrigada n empreender a reforma do colend6rio Para tol pediu auxilio <le Soi;ige a es, setrcoomo de Alexnn drla. Ficou estabelecido que a nno civil teria 365 dias e que de 4 em 4 ano eriu de 366 dlna (uno bissexto), Ii:stu re formo ohamodo julluna. teve 1ugor no ano 46 a. C. a quel pora acertor oe erros acnmu ladoe, durou 445 dllle, valen do- lhe o nomo de «ano da con !ueão•. Em 325 a. e., a lgre ja Cat6llc11, pelo Concilio e Nl0él11, adotou o ouendárlo Juliano, determinando que rosacm bt,sextos os nnoe cujo nOmero fosse dlvlslvcl r,or 4 pràtlca. que ê adotada ntê hoje. l!os o ano trópico nnu tem exatamente 365 dtns u 6 horas e elw 365 dias, 5 ho us, 48 minuto e o 50 se;;un doe. Porlonto, n relorm .. ju Uaoa cometia um erro do 11 • elemento do Calendário foi o día. dos meses minuto e 10 segundos por no pra Inis, E»te, cumd lendo-ao oom,o correr dos é cutos, trouxeram novu con fuOlo, u ponto do eu, 1 582;JA bnver uma ,dllerenç11 '.ele 10 dloa_enlrn o soo trópico e o aoo olvl!. Collbe eolao no Popa Grrgórlo Xlll determinar novo r11lormo do calendário• (Oeogrolln Geral, I• série, M. Gullcrrnz Durán). O Século XX começou no dlo 1 ° de Janeiro de 1.001 cEl,•borom:em erro·. os:::que pen,11m quo oe século9 come çum , m 1° de Jan11lro de uno terminados, em 00 CO!T,O 15CO; 1000, ele. 0 1o suo eeculnr vomeçn em pre a 1• de Jontlro do~ nnoe termlnodos em 01. Mslm, a século XIX começou em 1° do junelro de 1801 e lor mlaou a 31 de úczur.:!J,o do uno 1900. O Século XX lerá mole um dln do que o se,·u lo XIX. Nenhum Peculo gre goriano pode corncç11r em qunrta leira, sexto feiro ou domingo. O secula XX come çou a trça felru, 1 de janeiro de 1.901 e tor11.tnsrA num rlomlngo, 31 de dezem bro do uno do 2000. O cah,ndárlo chinês é mnlc curioso, Era bnscudo n1•s movimentos comblnndos do Sol e da 11111. Davam OR chi neses no caloadérlo um11 du. raço de 365 dias dividem-no em 12 psrtes iguain chama doe Tchang-kl. Os mest H doe oblnesee dtslgnnru•e~ por Dümoroo do urdem. , Contam os cblnesee oe anoe u'partlr do aublda cio lmperodcr 110 trono. O dia começo n moln noite e divide-se em 12 par tes !guris chamdn Shl». O ono doe eglpclo er compoeto de 365 dlae, 12 meses e 5 dias, Adotaram o calendrlo confta. O oalenddrio repl'lbllcn no esteve em vigor em Fran ça durante 18 onoa (,10 22 de cetemhro do 1792 o 22 de de setembro de 1805}. Tinha 12 meces de 30 dlae e 5 ou S dias complemeataree. Cba• msvamn-so os meses: Vindimt árlo, !lrumárlo, Frlmérlo, Ni voso, Pluviosa, Ventoee, Ger mltial, Florlal, Pcolrlal. Mes sldor Thermldor, Fruotldor. O onlendarlo pceltlvlsta !oi crlnclo por Auguelo Conte en 1840. Tinha a ano, 14 me ses do zS dias consagrsdos A Teocrãcla, à Poe■iH, a F1- losoli11, A olênola. Os dias li- RELOJOARIA -TECNCS- dc Luiz . du Silva Relógios Teonoe-Beka-Royoe-Selko e Oriente-Óculos de grau e eombrs - Jólas em aral Allaaças do todos 0s preços. Ane.xo oflolno autorlzoda para con,êrtos de Selko e Oriente - tudo pelo oredlérlo. 01 melhores preços da regido· Rua Visconde de Tauay 570 Guls Lopes n. Laguna-Ml' __ .....:.... .;..... _ - uham os nomes dos humena célebrea. O dia 16 do 8• mcs era consagrado a Camões, o din 3 do 9 nés u Vasco dn Goma e Forallo do Mu galhAt•s, O colendArlo hraellla !oi criado no •éculo. IV da nossa Ero. Os mese, são regulado, pela Lua e tem 29 ou 30 dia,. O ano compõe ou de 12 meses quando é comum ou 13 quando ~ embolhmlco. Os anos lem o nome original de defectivo (353 dias ); rel,'Ular {35.t dia,) abumdanle (355 dlu). Somente em 1 731, s Eu ropa começou seu ano no dia 1° de Janeiro. No Frâoçs, foi o l!dlt~ de Carlos IX que fi xou no Inicio do ano a 1° da Janeiro. Atl! e1sa êpoca (1664) os franceses principiavam o ano pela Páscoa. Na Inglaterra e na E•cócla, o ano começava o 20 de março•. Os nomes doe me,es, no sua maioria, foram Inspirados (m vários fato, de época em que o cslendárlo, pelo sua lmportanda na vide dos ovos cro o eosunlo mal• discutidos em Roma. •O• antigas gregos davem os me8es do ano o nome de. fetos ou cerimonias religiosas e nacionais ou doménllcas. e Antesterion• (metade de jaotl- 10 e metode de levertiro J, por exemplo, era a mê• dedicado festa o vinho, Cesto que du rava três dlu, ,u, qual se ce lebrava a abertura dos vuos de vloho. No mês chamado• hecalombeon• (juoho•julho ), que era do primeiro do sno, verificavam-se o, secrilicio• (hecttombet),' no de •elelobo llon• (fevereiro-março) reallza vam .. se aa festas em honra de Diana,' no de pasldeon• (no vembro e dezembro , honrava se Netuno,' no gamellon• (de zebro-juneiro ), celebravam 1e 01 caaamentos.· no •bodro rion» (agosto-setembrc, co memorava- .. a vitória de Teseu sobre as smazonas. e ssim nos demab meses do ano». (na próxima continuo ... ) dair Guun de Blubl ,,, $:ip» ti«n e Militar: União Desenvolvimeuln Coluna iIédic11 /SI!M4 NEVOSO CHIRL INFLUI M MALES DO PIRE LHO DIGESTIVO O papel do eldcrno neno so cntrul é utuntao no de sencdear.@to de pr6ceio do aparelho degiativo em' ge rl é destacado' pelo Prof. Monclr PúdUll Vl:clo, nr, XXIII cvpres.o,brns!!elro.de, n-. trenterlogia. Em se; trba lhu manll-,.,tnções • dtguAtfrnM nas doensas do tstemn ner voo ce:tul, u per!rico, o professur tu!ur de cl/nica médica da,Escol," Peulista de Medlela, d3 São Pulo, trn ts quematicut;etc das re percurües dlgostlv. dsque- 1~ slstr1,;u e rlurle n sllera ções digewtuvus em doença8 que utiu!{cm u via periférica. ANALISE - Dlvldindo em via perHérici, córtex cere, bral e tumores e alterções vscuiareR do cl&ter.a nervo o central cs tóleoe de uas observações, o mestre pau lletu noall,o cuuu um úele3. No prlmtfro. kn:bru que •có lIcas bdominis paroxistlces quasf emppre noturna levam uo quadro d» verdadeiro ab c!ome agudo - e sllo abaer vudas na tbls dorsalla. A dor pode ser difusu. localiza ,lo·se ma1M no rétu eslowa go,nu bexlgu e lringe.> Pro!. Vlíél:i Páauu aponto outras ltr:çõe cbsrvadas em ,;u, cuau1dlica, rclullv11- mente c outros deis Itens, aqui em resumo. Recorda que muitas uaitestações digesti vus como sialurré/u, dores epigaflrlcss, eentaçfio de ple nitude gastrlca etc. br;o fa nomens que ntecelem cri se convulslva et pciente disrilmlco cerebral. E uores ceata que nparecf,,;ento de ulceras e/ou hemcrrogla dl gostlva_,-m • doe atos com tu mor nu cérubru ti AVC é comprovado por uchdos cl ntcos e de nocropsin. Cita Frencb. e cus., t1n:re outrot meztres. CDHGflESSO Df Jomrnusrns JEHA, 12 Mil r>quldoucoa - O sr: Fer nando Lucerelli. x prefelto Munlclpal de,tn cidade, tn!or mou que o Vº Congresso Esta. dual'de jorslistas :Profissio nsls, a ser levado a termo nes ta cidade. em gosto próximo, Oon!ed com nuxllio'd-, 1! 1011 cruzeiros. Segundo screscentou o mesmo lnlormoni:e. este u xilio consignada pela prareltu í municipal de Aquidsuena, de acor.:b com D suo prcvlslio eonUda no arça:neota da mu nlcipsUdade pora o p.re,ente e.xerclclo. Leia e @7coisfa dáa nsfege$ão « Revista do Sudoesf e ,. 0-rE • n AU!C Informa Assinantes: Pa- prémio Nobel e mn tà sà 2$5i de Literatura: Boell luz. M Maçai ,. No. 52 1./ ..... Oração . Do Jornalista Henhor, vós ~oi" ,, p,.l,,v1 a de Drns Pai ois Mensagem que o muado precisa conhecer Dai-me, Senhor, a grJÇ•• de ccrrunlcar u meus itmío. Que ninl« clna de jornnl ontrlbua para a paz do mundo e e progresso de minha pnção. retzmcnle .. , Que.,eu ~cjJ um insh umcnlo v11l!Jo e doc1l em vossa miios. Que apliaue com responsabilidada o dons de in· tdigêncin 1111 formn~i10 ·c111 •Opinião Pública> ~110 eu sl'ja leal e justo na transmissão da verdade. .J O p:oj .. tu qu·, r, r;u?n .l i:, .t O voluntario is miher ts forças mdas braile.tus via a dar u ela ois oportuntdode de li e bolho. a.llr:r.<'U oo Seniço se Diu!gsço deputudo Pe Jrn .Luc,•::1. (;.!lJB-ll:VI), ouur ia preposição nesse etiiy que será examinado pio Plenà. tlo du (Ut:l!.ita. Sgbmas .que a mulher b1sslll•iro qu: !;z um curno sup,•rlor rncontrn dlliculàude er conseguir acercuuo de tra bh, pó» u tua formatura, is pobre tem dificuldades tD irequêocio. da~ noJaa~ univer .idud,:., l,lJ pt>rquc• ,, c,tuàu é b:tarte cr. Atbs têm1 1u .. 1 lJ. '- v· .._. p ... ri:u::lo, r fase economlzamonte ngatva, pademus dizer sln, vemos mAlh:.res de jvene brilelros, espccLhnente L9 mob pobre!, que onclu: o cur .. o ttUperlor o e tornm verdadeiramente frustrallo~, porque nno conse guem ter melo de sub;lotêncle que scthfo<;n ,uo necessldode econ0mlro. A ,•idl mil!tsr n!lo tem vanlogcn,. No dln em que ne la lngr ... S,;!1 1 o jovem j n coroe çe • n ter urnu ajudo lina~ccl ra que menlza a despesu da fuu !ncr:ila para m•nlê-lo. Esto s ruz.o p/ qual apresentei á CA ma,u esse pr~jdo .Umn questão ..-conômicn e: nucionnl porqunoto ,nb,mcs qu, oqu.lc que pasiou pcl.:i vi::ia miHtur tem olgum&s qualidades e sptiões que ou tros nRo 1cm. Por exemplo: 111.1cna gulrra óu numa revolu~ ç~o o que foi mllftcr tem mui tos mnnelrns de de[c,a. Asnlm pod..-rà. occut cer ccm u mulher que foi mliitar. Portnnto, é um lutar de segurança nacionalJ que pro mo,~ o mulher. ' Que eu jamls traia essna rerdde que devo a leltore~; nem fnlttfiquo a informação para !los nificnntes. Que mc,u trabubo de iuformar seja construtivo a fim de sempre enriquecer as mentcs e elevnr os cora~óoe. meus dfg- A Vóz coni:11gro miflha pc:.ia o meu jornal, que IÍ :, um torn po, dc,m e ofertr, • OBRIGADO, SENHOR Promotores de Justia Ccncurs-o Os aprovados No recente concurso pua o ingresso ao minlsléi-!o Públko, no cnrgo <lc Promotor de Ju;tlça. O Procnr:i. dor Geral da Justiçn Dr- Atbaido· .Monteiro d11 Silva Presld6ntc da Banc11 Exurnínndorn, cujos exames.ae rea lízan,m o~ Capítal do Estado deu a conhecer o resultado sendo os seguintes os uprovudof; por: ordem .<le classifica ção Dr. Satíro Beaedíto d& Ollveíra, Ora. Elísa Betí Roma Amnrilha, Drn. Neusa clautí;; Guimarães de Souz11 Dr . .Maurícío Sampafo, Dr. Ivone Alves;tRibeiro, É Dr. Ollton Lopes de Souza, Dr. Antonio Edls:m Pinto Figuei redo, o Dr. Fernando Clnudlu •• Capit~ríbe :.Saldanha. A lguild Jos aprovajos vínbam exercendo o cargo ía tcrinamente, como ·o. cnso,<ln~ promoturfas deº.Ponta Porã, Amuwbni e Barra do Garças e perto de 20 candidatos coocorrerao(as vagas que não uilrapassaraa:. á 4. Um lemo de C6!oni, uJo nome é Iunch boell, re. ceb,u u l:'r~mio de Lileratu, ,a. Tem o laureado ucr!lor cerca de 40 obres. E entre s, traduzidas pora a noioa llogu1, deHaurno,.· Clfeaç■s lamb•m são cvis ?», E não disse rem mais urna palnvr6• e Bilhar 11 nove e meu• . Em 21 nnoa· contegul h- zer 1J plrnto, na L,tereluru. Recebendo, 13 titulo. lllrràr!o, no decorrer de 1951 a 1972. É r, alente ut coisa fantástica. A consogreçio m#xlts para qurem e1creve, o l',cmlo Nobel • b,m poucu1 o con,eguem, por• que depots deus .,oleoldedt, não existe outro de mnulor des taque, • li;uat .-alcr. 1: um ,o nho, por QU•l todo1 Iutorn. Ten tam. t: rA•> raru1 08 vllorlosol. Além do Prémio Nobel, que con,tllue uma ver:ladtlra gló• ria; receb,u o escdtur, a quso• lia de Cr$ 600,00 do Acad,mla Sueca. Boell; é realmtlnla um escritor, qu• •• hin destacado 1 no c,nãrlo mucdlsl, é de eçno, •) 1 participa com fervorosidade, • de!end,u e sempre defende o Homem. dentro de dignidade o rupeito perante a eoct,dsde atual. Foi 1olda1o de Hitler em 30, porém nunca seguiu as idéias do eu comandante, E como •oldado, martirizava-•• em ver-se tracsformodo ern ueu rldlcul• peça de urna mon•truo•- méouloa que !abri· cava mortes! Sofreu. E isso lhe ajudou futuramente cm ,eus escrito,. Amadureceu o ,cu e,pirlto. Els porque em ieu• trabalhos. lud .. é contado sem fantasia. Ê a mais pura rui!• dad,. A Vtlrdade nuo. ) , Mesmo em se traltodo } do. assuntos de horro;e,, mor- J k•. guerras e mlsérl11 ~s ,.u, livros !IIO 1uaves, não aberre, cem,e,,fascinam. Nunca nos desanimam. A todo tn,uot• brota e esp,rança. A po11I• billdade de se recon1trulr. De tudo voltar a aer belo. De ,e vollar:a amar com amor ver dadeiro. Iuu é Bcell. o Prêmio Nobel de Literatura 72. Posto de Serviços Bela Vista LTDA. Combu,ll~cls-Lubrillclllll<B-Baleriaa-Pa,us-L>lv•tem e Lubrl!icação-:-Borrachoria Dbtzibuldor ULTRA OAZ-O Melhor Serviço BELA VISTA (SERVICEHTRG ESSDJ - Bem no centro da Cidade - MATO GROSSO J ~e fMlll8 J. GRflftllf E CIA. ,i tendido por pessoal· especialisado C ,r:;r• -~v.,nciu • 81:i ·- Caixa Po~t1! 3lj GUIA LOPES DA LAGUNA-MATO OROSS0 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº051_17_03_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº053_31_03_1973 Voltar para a lista de itens