• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXVIII_Nº978_13_01_1990

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ELA VISTA - MNTO GROSSO DO SUL
/NO: XVIII - 10 97 - I3 DE JANEIRO DE 1990 - RED. TOR CHEFE: IVALDO PFREII 1C7$ 5,0%
SECRETARIJ OE OBRAS DO MUNIC PIO
SARIFICIOS, RENUNIAS E
MUITA DEDICACAO

O Jovem e talentoso Engenheiro R_!.
cardo de Souza Rosa, uma das melho -
res cabeças de Beln Vista, otimista,
entusiastn, amigo de todos, está en
frentando uma parada indigesta, um
desafio que sem dúvida alguma lhe
renderá dividendos políticos no futu
ro, Se bem que no foi esta a inten­
çio de Rlcnrdo qunndo assumiu a Se­
cretaria de Obras do Município.
Desde o início da Administra -
ço Edson Moraes, todo o povo sabia
das dificuldades, faltando verbas,mi
quinnrios imprestáveis, faltando cn: (
minhão, equipamentos, acúmulo de fun
clonirlos, mas o Prefeito escolheu o
homem certo para o lugar certo.
Acontece que a CIDADE SOMOS NOS
não adianta o caminhão de lixo pas -
sar de manhã e a tarde o cidadão de­
positar lixos na calçada ou nas es­
quinas. Os terrenos baldios prolife­
ram, com matagais.
Nio há recursos para OBRAS, cons­
trução de creches, escolas, mercado,
parques, etc. E "Giio" é um homem de
obras,
A Praia do Apa, neste verão, pode
ria se tornar cartão de visitas de
Bela Vista (como o era antigamente),
todo o projeto está pronto, mas fal­
tam verbas.
Se o leitor soubesse quanto ganha
o Secretário de Obras, que tem curso
universitário, ficaria surpreso.
...
_Engenheir_o Rica_r_d_o __ de Souza Rosa.
Entnrin gnnhando mais como
de um dos Bancos da cidade.
Caixa
E é uma missão espinhosa, não tem
hora para ntender, muitos sacrifíci­
os, renúncia atê do convívio fami­
liar e críticos, muitas críticas.
Esperamos que neste ano surjam as
verbas para ss obras que Bela Vista
tnnto necessita, que os setores de
EDUCAÇÃO, SA0DE, OBRAS E INFRAESTRU­
TURA sejam atacados de frente, com
coragem, e possamos ver o RICARDO DE
. SOUZA ROSA, feliz com a sua Bela Vi~
ta, ele que acredita no trabalho e
dedica a Princesa do Apa todos os se
us esforços, muitas vezes incompreer
dido
Serão entregues nos :igraciados ur.i tr_Q
fêu e um diploma - pelo empenho e dedica
cão, apesar dos tempos d1ffcels que atra
vessamos, estas pessoas acreditaram na
força do trabalho. Todos os Jornais da
REIJI: - Trihuna da Fronteira, Correio .111.!.
dlncnse, Tribuna ~urtinhense, Jornal de
Antonio João, Tribuna de Caracol, O Lag~
nense, Jornal de Bonito e Jornal da Pe­
cuária (que circula,., com novo nome) ,ci_!.
cularão com um encarte especial, com ar­
pla reportagem a respeito de cada horena
geado.
~as fotos,dois destaques do ano(regio
nal) Prefeito de Porto Murtinho, Heitor­
Miranda dos Santos, que transforcou o v!
sual daquela hospitaleira cidade fronte!
iiça e o Gerente do BB(Agência de B. V!s
ta), Vervi de Araujo Castilhos.
Vereadores Estão iraialhanl
Jã está na fase fI­
nal a elaboração da Lei
Orgânica do Município ,a
Constituição Municipal,
que nortearã os ativida
des sociais,econôrnicas~
políticas, eéologia,tra
bolho, enfim, será a f
lia do Município..
Há de se destacar os
trabalhos desenvolvidos
pelos vereadores bela·­
vistenses, com moturida
de, sensatez,equilíbriÕ
e muito responsabilida­
de.
Nossa Carta Magna se·
rã o espelho da comuni=
de. Se houve participa­
cão do povo, tudo bem;
se o povo se omitiu e
deixou a responsabilida
e unicamente aos verea
ires, que não venham
teclamaçÕes posteriores,
mas, parece-nos que houve
participação popular, se­
gundo infonnaçÕes dos ve­
readores.
Sugestões e emendas fo
ram apresentadas. Discus­
sões, debates, alguns de­
sencontros, no final de
tudo está saindo de acor-
do com os objetivos traç!!_ '
dos pelo Presidente Car - D.
los Alberto Ocáriz, o po-
pular "Dr. Cachito". , .
Falando no Presidente 'J '
da cara Manteipal, u!_r !
político jovem,idealista, Presidente da Câmara Car
preocupado com os rumos de los Alberto Ocáriz.
Bela Vista, muita gente
está defendendo a sua can
didatura a deputado esta-
dual. •
Méritos, cultura,pos
tura, votos e uma 1j.
nha política inatacável,
Carlos Alberto possui ,
r
' 1
-i
. SIQUES DO AI
QUEM E QUE . E NOSSA REGIDO
Como o faz todos os anos, o Depto
de Promoções e 7rojetos Especiais dn
Rede ílelnvistense d<' Jornais - edito­
ra deste Jornnl - promove a nível re­
tona1."OS DESTAQUES DO ANO" - enfo -
cando as pessoas, entidades e empre -
sas que estão contribuindo para o pro
gresso da relo. -
f.mpresórios, profir,sionaia libera­
is, políticos, desportistas, enflm,fo
ram selecionados os que mais ~e destã
caram, na visão dos pror.otores, eco:
laboraram de maneira morcante, sobre­
tudo, no tocante a Investimentos,área
educacional, esportes, Indústria, co­
érc!o e atividade política.
Vervl de Araújo Castilhos na innu
guracao do Posto do Banco do Bra -
sil cm Caracol, ladeado pelo Pre­
feito Cícero Barbosa da Silva.
A partir deste sábado acontece em
nossa cidade, mais precisamente no
Clube de Laço são Geraldo, mais um
Encontro de Clubes de Laço, tendo à
frente o empresário e produtor rural
Victor Rojas.
Presenças de vários Clubes de La­
ço de nossa região, é o 3Q Torneio
de Laço que o São Geraldo promove.
Centenas de pessoas estarão presti -
giando o evento.
e oportuno lembrar, neste momen­
to, o que representa para Bela Vista
a iniciativa privada. Este é um exem
plo de um homem que sempre acreditou
no trabalho e, hoje, vitorioso, ,como
empresãrio e pecuarista, desenvolve
Prefeito Municipal de Porto Murt!­
nho Heitor :-11 randn dos Santos.
atividades comunitári.as, fundando um
clube que divulga a nossa cidade e
atrai visitantes de outros municípios.
Falamos de VICTOR ROJAS, um hoze
simples, inteligente, que ganhou o
respeito e a admiração· de todos atra­
vés de seu trabalho e de sua maneira
de ser. tum El-lPRED'DEDOR. t disto
que precisamos.
to exemplo oaior de que, unidos,
poderemos fazer müito.
ta iniciativa privada mostrando a
sua força, enquanto o Governo do Esta
do e Federal peranece a arge... e
isto é bom, quem não ajuda, pelo re­
nos não atrapalha.
é um nome de respeito e
um fato novo que poderia
mudar radicalmente o
quadro político em nos­
sa cidade.
nse
Tribuna da Fronteira comernorarã no·
Próximo dia 20 de Fevereiro, 19 ANOS
DE CIRCULAÇÃO ininterrupta, Quase
DUAS DÊCADAS.
Estamos empenhados, este ano, em
MUNICIPALIZAR ainda mais o jorn'al
leva-lo aos BAIRROS, DISTRITOS E FA -
ZEDAS.
Para isto DOBRAMOS A CIRCUI.AÇÃO, e
Por entendermos que JORNAL é, também,
enero de primeira necessidade, não
aforamos os preços das assinaturas ,
u!to pelo contrário, estareos
TRIHUIXDO o JORNAL GRATUITAMENTE. Mas
você poderá recebê-lo em sua casa
todos.os domingos, PAGANDO apenas
300,00 por uma assinatura anual.
E você emprsário, comerciante,. A­
NUNCIE, sua mensagem atingirá mais
de 3.000 belavistenses.
A CDJADE SOMOS NÕS, NÕS ACREDITA­
OS EM BEL VISTA E ESTAMOS INVESTIN
DO, AFINAL, JUNTO CO VOCE, COM O PO
VO, TRIBUNA DA FRONTEIRA - O JORNAL­
É IMBAT!VEL.
Para assinar li ue: 439 - 110.
Rot_ary em
O progesso de Jardim é real, em
todos os setores, haja vista a ins­
talação de novas empresas no unicI
pio. A privilegiada posição geográ­
fica, a força de trabalho de seu po
Jardim
voe as potencialidades econõcicas do
uniclp1o, faze de Jardi a "eca do
Sudoeste".
CONFIRA A MATÉRIA COPLE -
TA NA PÍGIã - 06.
Co- unidade Recupera
Veículos da Polícia
Quando pregamos a idéia de que
Bela Vista tt?m potencial para se de
senvolver, bastando a união da cou
nidade, não falaos no vazio, sabeos
o que estamos falando.
VEJA NA PCI!A - 02.
Quem

V1ver
O llrasll e, snbidacenre, u::i dos
países mais ricos do Planeta em ter
nos de recursos naturais. Teos ter
,
vera
rio à vontade, etc. Paradoxalmente
tambêm. somos un dos povos mais
brcs·c mais doentes do mundo.
po-
ra à vontade, água vontade, miné- CO!FIRA. ITERESSATE ARTIGO NA PÁG-06.
- l

AIDS . Situações de Riscos
! _TES voo;PRINCIPAIS DE SE PEGA AIDS3
MID I CRIR 'SANGUE. C0!11A.
PELO ESPERMA E
LfUIINO Y GhNAIS
A fora mal comum de se pegar AIDS é manter
relações exunais com umn pessoa contaminada, Isso
ocorre porque a pessoa contaminada, apesar de apa
rentar afta aide, pode ter o vírus no esperma
ou nos Ilqutdots vaginais, O vírus pode passar pa­
ra outras pessoas através da vagina, do pênis, do
nm1s e da boca, Além dIsso, durante o a to sexual
tanto o pênis quanto a vpina e o ânus, sofrem pe
quenos ferimentos que não se percebem o olho nu e
o vírus pode passar de uma pessoa parn outra pelo
sangue, que sa! em pequenas quantidades. No caso
de prática de sexo anal (sexo pelo ânus), o risco
é ainda maior, pois o nus é bastante sujeito a
ferimentos, sem contar que a regfão é facilmente
Infectada pelo vírus que é encontrado nas suas mu
cosas (paredes finas e delicadas). O sexo oral
(cstlmulac_Õo elo pênis ou da vagina com a boca)tam
bém é orriscndo, O vírus entra através da mucosa
da boca, do pênis ou da vagina, ou mesmo através
de pequenos ferimentos.
No sexo e no amor tudo é livre e permitido, de!
de que do comum acordo e com higiene. São várias
nas formas de fazer sexo, não importando se homem
ou mulher. A prática mais comum de se fazer amor é
o sexo vaginal (pôr o pênis dentro ela vagina). E­
xiste também a prática de sexo anal (quando o pê­
nis é colocado no ânus) e sexo oral (a boca no Pi
nis ou na vagina).
Reduzir o número de companheiros sexuais é o mo
do mais prudente de evitar a contaminação. Quanto
mais companheiros se tem, maior o risco, principa~
mente os casos amorosos ocasionais com pessoas que
não se conhecem bem. A melhor maneira de se cuidar
ê ter relações com um só parceiro, com a certeza
de que ele, ou ela, seja sempre fiel.
A Camisinha
O preservativo, ou camisinha como é mais conhe­
cido, é uma forma de se prevenir contra a AIDS. No
entanto, a camisinha não é totalmente segura, pois
ela pode se rasgar. Use sbmente camisinhas feitas
de látex (borracha) e dê preferência às que já são
lubrificadas. Não utilize Óleos, geléias, vaseli -
nas, poi~ podem enfraquecer a "~rracha e causar o
rompimento da camisinha. Use somente lubrificantes
à base de água.
Alerta! Se a camisinha furar o parceiro ou a
parceira tiver AIDS, é quase certo que você também
vai pegar AIDS, porque você pode não perceber quan
do ela furou! • -
Como usa~: verifique se a borracha se adaptou
corretamente ao pênis, ereto (ou duro), como indi­
cado na ilustracão. Faca compressão ao desenrolar
e colocar a camisinha para expelir o ar e deixe
um espaço na ponta para permitir que estique duran
te o ato sexual e possa armazenar o esperma. (NâÕ
desenrole a camisinha para depois colocá-la no pê­
nis). Para retirá-la, faça-o antes do pênis perder
a ereção e com cuidado para não vazar.
NÃO USE SALIVA COO LUBRIFICANTE.
Mudanças
AIRAS O ATO SEXUAL., DO ISO DE SE!IM:AT E NLHAS Q!E
-·-e PLLO SAWtc 'I R,'Jl:ifU$;í:S ~
Hole em d1a é um pouco mats d{ffcIl pegar AIDS
através de tranfuso de anzue, pois o controle e
maior. Todo sangue doado, agora, deve ser testado,
E.m todo caso, fique atento e exfja q_o sangue
que você ou seus parentes e amigos vaio receber te
nha sIdo testado. Em casos urgentes só aceite san-
gue de parentes e pessoas de confiança, dos quais
voei não suspeite.
no
A Hemofili11 é um problema que impede a coagula­
cão do sangue. Por isso, de vez em quando, os doen
tcs precisam tomar medicamentos fabricados com san
guc. Algunn hemofílicos adquiriram o vírus da AIDS
por este motivo. Todos os derivados de sangue(plas
ma, por exemplo) são agora tratados com calor para
destruir o vírus. Has é bom ficar atento e exigir
que os produtos derivados de sangue sejam de boa
qu4l Idade.
4 TEMA! SIDO NSAOAS POR_ A!_cN o 1
que tenha o vírus, é cert
!'t!!Lze e e!ia pen4s
que te' riais e In tr
manicures e calistns
do u adas por uma pesuo
que você pegari a doença.
terfal descartável. Ex!ja
tos usados por dentistas,
jar, stt.:dllzodnR,
Drogado·s
Utilizar seringas:,.c al!lllhas de injeção que não
estejam devidamente esterilizndas é muito perigoso.
Se voe~ usar seringas ou agulhas que ja tenham si-
Quando pregamos a idéia de que Bela Vista tem
potencial para se desenvolver, bastando a união da
comunidade, não falamos no vazio, sabemos o que es
tamos falando.
O ex-Ministro Roberto Campos, citando um pensa­
dor, diz que, às vezes, "devemos esquecer do Gover
no, tomar atitudes própria~, e, seria bom, mesmo
que até o Governo se esquecesse ela nós". Mais ou
menos isto.
E é isto mesmo, o Governo só se lembra de Bela
Vista para cobrar impostos, multas, visitas rega -
das à wisky e churrasco e para fazer promessas.
Quantas e quantas vezes este jornal,vereadores,
Rotary, não criticaram o estado de abandono em que
se encontravam as viaturas da Polícia CÍvir em nos
sa cidade. -
No Rotary, o Dr. Wilson Bertelli, Juiz de Direi
to da Comarca, lembrou do problema, e a idéia de
se fazer uma campanha para arrecadar fundos visan­
do recuperar os veículos foi encampada, sobretudo,
pelós rotarianos e bancários Vervi de Araujo Casti
lhos (gerente do BB) e Garibaldi da Rosa (Sub· Ge=
rente). formou-se um grupo que trabalhou e conse -
guiu as verbas necessárias, só com doações ... - da
comunidade.
Recuperaram o camburão e o chevette, no final
do ano os policiais puderam desenvolver com efici­
ência a missão de zelar pela segurança do povo be-
lavistense. '
Prá que Governo?
AÍ está o embrião de uma idéia maior. Pode se
fazer creches, escolas, mercados, mutirões, sensi­
bilizar os empresários e pecuaristas, e partir pa­
ra inicíativas mais arroiadas.
É sempre bom lembrar: A CIDADE SOMOS NOS.
Quadro _Político
O quadro político em Bela Vista nos próximos me
ses vai sofrer um processo de intensa renovação.F
la-se que vários peemedebistas (Orro, Jonatan, Ba­
cha e outros) estão prestes a ingressar no PDT
partido de Leonel Brizola. Aqui em Bela Vista pode
rã haver uma união, ou cisão, do PMDR com o PDT,se
gundo o vereador Sydney Nunes Leite (PD-T) "será u
fato normal' «e
As candidaturas de Flávio Derzi, Pedrossian,Wil
son, Gandi Jamil e Saulo Queiróz, ao Governo do E
tado, também provocarão desdobramentos, isto por=
que vários líderes belavistenses já se pronuncia -
rama respeito, e haverá mudanças na Coligação que
elegeu Edson Moraes.
O importante é que nas negociações, nos chama -
dos acertos, os políticos não esqueçam das necessi
dades de Bela Vista e invistam certo, como o fez
Edson, apoiando Collor, e hoje, com trânsito livre
em Br:isília e, melhor ainda, em condições de rei -
vindic:ir obras para a nossa cidade.
Quanto ao Governo do Estado, temos três o.las,
confirzdas, entre os inteirantes da Coligação.
1) Apoiam Pedrossian;
Hemofílicos
Injeções
f'nmiale lepera
iei:los ia Foitia
2) Apoiam Flávio Derzi;
3) Apoiam Gandi Jamil.
do
Grande parte dos doentes de ADS sao pessoas qu
usam tóxicos na vefa. Eles pegam a doença porque
costumam trocar entre si agulhas e seringas
Se você se servir de aulhas e seringas_que já
foram usadas por uma pessoa Infectada, voce pena d
vírus. Os drogados, se estiverem contaminados, ta­
bém passam AIDS quando fazem sexo co una pessoa sa
di.a. Os drogados podem apresentar aparêncfa saudá -
vcl. (Aparência sadi.o nilo quer dizer que a peso
não esteja com o v!rus).
E, ainda, cresce o nome de Saulo Queiróz,
PSDB, entre vários polít ices bela.vis tenses, tidos e_
havidos como progr~ssistas. ,
Silêncio mesmo, é entre os peemedebistas, nin­
guém sabe,ainda, quem será o candidato do partido
ao Governo do Estado. Depois da "ameaça" de que se
riam expulsos os "Colloridos" do partido, ·o quadrÕ
ficou mais confuso ainda.' E é sempre bom lembrar,
o PMDB,em nossa cidade, mostrou a sua força, Ulis­
ses foi bem votado, e até Lula,depois, surpreendeu.
Parafraseando os mineiros, "-prudência e canja de
galinha" não fazem mal a ninguém".
Aos políticos,ainda indecisos, PRUDtNCIA. É me­
lhor esperar do que precipitar-se em decisões emo­
cionais. A'vitória de Collor e até os votos de Lu­
la foi uma resposta do povo aos chamados políticos
tradicionais. Í
Estou apostando num nome novo, não comprometido
. ·com o passado ,mas com a visão do futuro. Está na
hora de muitos políticos pendurarem as chuteiras
antes que sofram decepções. (PP).'
Pequenos Ferimentos
e
1a
:il
Pequenos ferimentos nao protegidos odcquoda1~cntc
podem ser uma porta de entrada para o vírus da Aros] "
em caso de contato com o sangue, esperma ou 1fut -l,
dos vaginais de pessoas infectadas. lo
Os ferimentos devem ser limpos e protcg!doo•
com curativos.
Recado ao Paulinho
(Escreve o seu colega de Promoções, Eventos e Des­
files - Froilan Cardoso).
Meu amiguinho - Sua "crítica", no jornal Tribu­
na Popular, de Jardim, em sua coluna social, are!
peito do evento que promovi em Rela Vista, Miss e
Misther Fronteira, foi, para não dizer outra coi­
sa, HILARIANTE.
Sabe, anjo, eu o perdoei.
Talvez você estivesse com problemas, miolos mo-
les, algum envolvimento emocional, alguma coisa
não dando certo,
Mas, mesmo assim, me surpeendi.
Conheci você aqui em Bela Vista, você não
colunista, nunca havia trabalhado em jornal.
Ingressou no colunismo - através do Diretor da
Rede - foi um bom aluno, aprendeu, mas não tudo.
Para se escrever em jornal é preciso ÉTICA, RE1
PEITO À PESSOA HUMANA e ENVOLVIMENTO CULTURAL com
era
a comunidade.
. Coleguinha, você, além do mais, não pode se in­
titular JORNALISTA, é CRIME, falsidade ideológica­
viu,?
Abilinho, será que a mosca azul o picou? Está
se sentindo o mago dos colunistas, cuidado,devagar
o tombo poperá ser muito grande e você vai se ~Ã -
chucar. Devagar, muito devagar, Paulinho.
Bela Vista o espera de braços abertos, e eu mui
to mais, afinal,. e só nós, unicamente nós, sabemos
entender estas "manifestações"," não jornalísticas,
iguais a sua, não foram críticas, sei, sei, foram
trocas de carinho. Não é mesmo?
Um abração e venha, te esperamos, para outros!
ventos.
0
en
EXPEDIENTE
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA
(Fundado em 20/2/J 972- Fundador: Ivaldo Pereira)
Diretora-Administrativa Maria Estela V. Pereira
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diéri.
d
Fotolitos: Job Mello.
Impressao: Rudel Soares da Mota
Composiçao: Gisele Aparecida Loubet - Rosenilda
Rodrigues - Elenir Quintana. _
~ Ren~ta Miranda Silva e Paschoal Mitidieri.
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lo e Rio de Janeiro.
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Murtinho e Caracol. • .
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2
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a
t
I
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t
l!
l<,f :lJ, TI rr.01,11 Ili rw,nTLfl'/
Retomada do Desenvolvimento
trIt{ar e irl, Y o os tolos faz, e em bela VI«ta multo t no
[vem crftfcando sem apresentarem so
Huçie. Critica- e t udu e., l:r•la V!u­
ta, convenhamos, as vezes, é prc:-cl50
,tlLlcnr, n crftJca ro111;lrutl.vn ,: nc­
eira. Faz parte dos regime demo
riitlcos. -
O que precfso, em nosa cidade,
RETO!MAR O DESENVOLVIMENTO, rI ar
u<ft,t !HJVA Jl'NrALl!lAlll·'., ntrn<'nté, su -
etfva, formando uma corrente otl-­
nfnto, l' ('om lt,lo nltPrn:Jtlvas pnrn
que empresários, Industrials, comer­
rlnnten, profluilonalo Jiburnis,etc,
venham a se inatulorem no munic[pio,
Crltlcn-sc o lixo nos ruas. Mao
qu~m Jooo o lJxo? OM morndores.
On muros eHtiio feios, colçndns . ,
nfnnuêm HC preocupa, em 1nelhorar o vi
sual de suas cosns e loJos. são pou­
cos.
Temos poucos lojas atraentes. NIn
guém quer investir.
Os hancoR, atravis de gerentes(hi
excesses) e funcionários, só sabem
COURAR, AMEAÇAR e procurar coptar
recursos para o OVER, POUPANÇA, etc,
Não se fula en PRODUÇÃO, não se indl
ca cominhos, fala-se multo em EXECU­
ÇÕFS, e hi funcionários que até sor­
riem quando algum produtor rural,'co
mcrciantc ou empresãrio tem um títu=
lo no Cartório ou pnra Execução.
Ê isto mesmo sorriem.
Culpam o·Prefeito por isto e por
aquilo, como se o Prefeito fosse o
Salvador do Pãtria.
A cidade somos nos.
Hllngre, hoje, no Brasil, ninguim
Nem tudo estã ruim quando se fala
em BANCOS, cm Belo Visto, cm atendi­
mentos, cortesia, discrlcào, e não
se pode gencroliznr. Esta semana,nes
ta edição, o Pedro Pc?rcira criticã
(e com razão) alguns bancos e bnncã­
rios.
Mos não podemos generalizar.
Temos bons funcionãrlos no Banco
do Brasil, na Caixa Econômica Fede -
rol, Bamerlndus e, até; no Bradesco.
Nos Últimos tempos, ternos observa
do, cm cont3tO com clientes, que a
Caixa Ecônomicn Federal sofreu uma
radical transformação, para melhor.
Além de se tornar um banco múltiplo,
----------------------------------
MAquI funciona, e hem, o Sessenta
O Club~ :Jiio (;<>r.tldo,. ,, Clu,c, êo J ;•~•'•
o trnlo Pedro RufIno (com nua dfco
tec.;1
1J) • {) Rotnry, n S lr,cl1.rnt.o H.urnl ;;;
MAB, a Câm..nrn thmíclpnl, n ?"a•;onu-
rla,' f'11(lrn, nó como exemplo, vejam
bem, quantas entidades e clubes eto
func I onundo. Jlnv t.1 r a canalizar estas
forçoa, conjuntno, un1dil5, cm pr61 de
um programa de desenvolvimento,
São poucas as cidades que possuem
tontas inntituiçÔcs, clubPn e PntJ~o­
dca funcionando como cm Belo Vista.
F.ntiio, nem tudo está perdido'. Fnl­
tn apenas cnnnllznr estns forças.
Jlesta, cntio, dlnnmizar :1 Aasoc1n­
çio Comercial de Ueln Vista, e eleger
uma diretoria com representantes do
comércio °t? da indúst,in, UNICAMENTC
destes dois setores,
- Limpar as Runs
- Pintar os Muros
Construir cnlçndas
- Não jogar lixo nos terrenos baldios
Manter a cidade limpa.
~ tão pouco, mos ajudorã a manter
uma imagem mais atraente.
Este artigo é o jnÍcio de uma
série.
Vamos ouvir o povo, as autoridades
e ver o que poderemos fazer, rodos
• juntos, parn .a RETOMADA DO DESEN­
VOLVIMENTO DE BELA VISTA.
(PP).
-
coa todas as linhos e serviços, noto­
se que os funcionários adota~am uma
postura mais elegante, educada, até
mesmo para COBRAR e AVISAR de débitos
pendentes.
Como neste ano a TF vai municipal!
zar mesmo a informação, tudo o que
diz respeito a Belo Visto e a seu po­
vo merecerá atenção. sobretudo no que
se refere a prestação de serviços .e
defeso do consumidor.
Parabéns a Caixa Econômico Federal,
no gerente Valdeci e a todos os fun
cionários. Mesmo com a crise, juroS
assassinos. cspeculação,nõo custa na­
da trator a todos com sorrisos e res­
peito. (IP).
Conversando estn semana com o En r----------------------,
genheiro José Vicente de Saneeis Pi ~
res, chefe da Residência do DERSL'L
1
de Jardim, a respeito do estaào de
abandono cm que se encontram ases­
tradas da região, o mesmo disse que
tao logo as chuvas parem, o DERSUL
i~iciarã os trabalhos de recupera -
çao, inclusive com encascnlhamento
das mesmas.
Citamos, em especial, a rodovia
que li~o Bela Visto n Jardim, e o
•~senheiro garantil que a mesmo se­
ra potrolnda e encascalhada.
Alegando vários•motivos, chuvas,
falta de verbas, início de· ano, Pi­
res disse qye é preciso antes • de
0
riticnr conhecer a problemática do
Brasil de hoje, "qualquer leigo ém
eoanolll.i.n sabe que atravessamos mo- ~-~-----~-~-----~-~~~-~---_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_----~-~-~--------~---_-'__J
nentos difíceis, de sacriflcios e· Josi Vicente de Sonctis Pires.
que será preciso multo empenho para
nor,,,alizar a situação".
O ex-Prefeito de Jardim lembrou
que "às vezes, é. preciso tempo para
coordenar os trabalos de uma repar­
tiçao, montn.r a engrenagem, e isto
-
' ---- ----=--,.....,,,.,
✓.,..
.............. ...,__ /
' - '----- -- --:=~---
o .. - - - - .
,...___ __ ,
---~ -- _..,__._,,..
está sendo feito, afinal, não sou um ho
megm de promessas vãs, sou um ·ENGENHEI-:
RO, um homem de obras, e ·estou à frente
do DERSUL para realizar obras e estas
serao executadas". •
PARQUE MUNI€ I P A L
a
Bela Vista, apesar de ter ~ Ap
0
a, -n -Pr-;;ç; Alv:r: };;:s~renhas e pra· falar
verdade, não t:iere d d vi '
PARQUE 'IUXICtPAL cen o os e dos cuidados, se ressente da falta de um
os4o, áraaá"""? Urbanizado,+ u 1oca1 one as raf1tas oaerão assar
de não têm tanto verde companhia de amigos. A exemplo de outras cidades on
Aqui te.mos e o povo luto pela preservação da natureza. •
lar. o verde, temos rios, e por termos, não lhes damos o real va-
0 Vereador Sydney Nunc.s Leite, do PDT
to ne<te "entid l • parece-nos que estã com
rio. d.., ;) o, ou oe hor, uma emenda à Constituição Municipal,
e grande utilidade para o povo de nossa cidade.
um proje­
isto se-
PEDI
INFORMA
cu±, vã1ft..]
l.e;1tor, hsere,a par
tjr dt.: ,1 or,1, nfn, t,/ ;
ada para Hela Vista,maf
to pl'lo ronlnÍdo, f., (. •
lIas só falas em se mu­
dar de Bela Vista. ns
alega os estudos dos fi
Jhon (r,etor <,uc vem mere
cendo' muitas rfticas) ,
outros, que aqui nio
empregos, e outros, que
a cfdade não tem perspec
t Jvns. Engano. O potclnc!
ol de ílela Vinca é Imen­
so, o seu povo é bom,hon
pltnleiro, trabalhador~
nós precisamos é que vo­
nham migrantes, ~nÜchos,
porannenscs. mineiros
en!Jm, precisamoG rece•
ber SANGUC KOVO. F. esquc
ccr um Pouco o "rançou-;
o espírito de dedo no a
tilho contra os que que=
rem investir aqui. Precl
sarnas mudar, minha gente
e mudar logo, não de Be­
la Vista, mas na maneira
de pensar.
!ESPERANÇA COM COLLOR
Nosso Pre'feito foi o
primeira..de MS a apoiar
abertamente, com todos
os riscos, logo no iní­
cio da campanha, o Presi
dente Fernando Collor
de Hello, temos grande
esperança de que Edson ,
tão logo Collor assuma,
vá a Bras[lia e fale so­
bre esta cidade ·frontei­
riça que até hoje pcnna­
nece à margem do desen -
volvimento.
1 ELES ESTÃO CHEGANDO
Novas eleições, eles
(os políticos) estão che
gando, com sorrisos, ta:
pinhas nas .costas, pala­
vras suaves, "meu líder,
meu amigo, gente nossa,
vamos, DESTA VEZ saber
separar o joio do trigo.
Cuidado com AQUELES para
quedistas, os que no;
procuram em épocas de e­
leições, recebem aqui
400, 1.000 votos e de­
pois TCHAU BELA VISTA
UM ABRAÇO.
t só lembrar o passa­
do.
EM TEMPO
A oudança do nome do
Jornal da Pecuiria e A­
gricultura para Jornal
d: "GplTE & NEGÓCIOS" ,
nao tem nada a ver com o
prejuízo de NCZ$ 70.000,
00 (setenta mil cruzados
novos) que a Rede teve
na campanha de 'Ronaldo
Caiado. (sem conhecimen­
to do mesmo). O motivo
é'ua só, atender de ma -
neira mais abrangente os
diversos segmentos produ
tivos. Mudar para melhoi.
r.a
f
Muitos eores'r!o
,:o•, nc1il Vi t..i,
..-100 11jud Jrnm o l 'l e
Multa gente prefere 11
Crnr.d1.1.
No tocante Pela .isa,
xste um verdadeiro dos prprfeti
r los. Os prc,;?<; e.. J - •t de 200' JV vre-
c;os da capital, veri qu o propa! do "frete" é to
caro assim? Nó cor.firamos virLaa deninlas que
chegaram a Redaçio. f triste,'mas é verdade.
PM 1',f'l 7
f que batalhamos pela {plantação da Mo octa -
ção Comercial de Bela !sta, ou melhor, por sua
agilização, pois a mesa já existe. Algo prec!sa
ser feito para dinamizar o comércio belavistense
e a Indústria. !a questão de preços, ter'am (per­
sonl da Associação) ui reunir-se co os c .,,.•rc!­
antcs e ver o qui.: pode sr feito. Se ante tl,1 es­
calada inflacicnfrla !à estava dLffcIl se,arar os
preços, agora... torou-se Irpossível, os
são rearcado; d!arfar.ente.
s%37± is as )
que muita gente jus!:'c pari fazer sua
em Carpo Grande, e o o poucos os que
os mercados d·! c.r>Lt 1].
~--- - - ...._ -·-1
"l'.!LC> B. ,L,.,ro
Parece que e-: nos z!!de "há bancária' e
BANCÁRIOS, não há o mínto de respeito a clien-[
te, quanto ao sigilo l•"'.r.C3!"Ío. Teca;, o:,_.-;_rvJdO í~ !
tos que, cn outrac., e.d·des. denunciados, rovoca-
riam demissões e até processos. !ão prccf:a nem
publicar no jornal, todos e ela V'Icta cabem
que deve aos bancos, quem especula, quer procura
avalista, quera est.:i fin.o,nc!...rndo, quem n--;o _r,,t.c, o
sn)do, enfim, funcionários ce encarregam , ''nas
rodinhas", coment.ilrc::1 n sit·1nçâ:o dos e!!• !:L . E.
"nas rodinhás", tabé falam sobre a pos="!btlid..1-
de de fulano quebrar, sicrano ir e:zbora, etc.etc.
E participam destas 'agradáveis" conversa., 'cá
rios e não boncârios, que se encarregar e !e li!r
as "boas novas
11
a tocio'5 os recantos da c!:d . Jl
go precisa ser feito, e urenteante, caso contrá
rio, o assunto tc-r,í que levado il Dirrtor!:1 d0s
bancos, pois, acredlte11, c.;t,: 1~:s..:STFJ,;r,~vn .. Tl<?ze
nas e dezenas de reclacôs chegaran neta T:±!u
na, inclusive cor noe, de nesoas envolvi'as, ]
ca apenas o alerta,pois não tec: Interesse e pre
judicar n carr<?ira de riu&r:. tas os cl!entes re
recem RESPEITO.
Na próxima sen.:?n~ .i 1 F j.,ub
1
ic:•rá ~:it:--l·vlr.t:a
com o Prefeito Edson Mor.:ics, G .11.? :":zlarã e:._ seus
planos, suas Idéias, e o que 1'f:ns2 a res?Clto co
momento atual, enfi:, una geral cc: o nos,o Pre­
feito.
onpras
procurar.
Pois é, quem se beneficia co~ a inflação e com
os JUROS ASSASSIXOS são os donos dos bancos,os es
peculadores, os agiotas, os vampiros dos que era=
balhll!ll e produz!m· ~ só observar, ninguêm rnats in
veste na produção, co rarissiras excessões aind3
se ve alguem {alando em ampliar o seu nebócio, ~~
rar mais empregos, etc.
Jt::OS ASSASSI::os
_ 1 BELA
1
.'ISTA 1
~ nos, aqui_na Fronteira, continuanos ilh~dos. •
Comercio e indui;tria "sobrevlve-.Jo", pect:ãria, bom,!
7uito _bom, pnrn os pccu.s.rist.as. "!ão vejo nin .... ué-m
reclamar, muito pelo Con:rário, o preço do boi;;
ta subindo. O que eu gostaria de ver era os pecu
1 CENSURA À IMPRENSA] r~stas invcst~n~~ ~::ti5 e~ nossa cidade, dl,ersifi 1
- t c ..... ndo sué-1s .:it1Y::.cnac~, E;er ... ;cio rt.3is enprâao~ i-
- 1 Vi - . ~ ,..r .., • po s •
Uma das coisas que a, eia sta, e ua cidade de pec.uarist.3.,0, cabe a
is abominamos e a CENSU- eles ag1liz.:.rt?c ~ ""º"""'::- helavistcnse. •
RA À IMPREKSA, seja ésº -1 ~ ,--~-,,-.-, l
crita, falada ou televi- · r:,so VER 1 . ~-
soda. Para nós a cens;,ra I O flur.o de turiet~s eu "onito e Porto :'.r.:o:tinto 1
é a arma que os ditado _ movimento coercial e Jordin, a abcrturu de no' 1
res e pseudos donos 3,}Yas lojas, édias ecpresas, filiais de gr.'.lr.de-, .:':i~ J
verdade usam fara. calar ·::;: e Sela Vista cortinua dorindo. Precisa acor-]
ª il:iprensa. Noo ha DEMO- !
CRACIA sem ioprensa li_
vre. E por incrível que
pareça, está havendo cen
sura em Bela Vista.Pare= c Seria preciso ua união, TF deu a d.;i. do..
ce-nos que o Lui.z Henri- rfor o CO~SEI.HO DE DEStNVOLVIMI:NTO DE sn --~"
que (Lile) está sofrendo TA, isto hã vâri ·-o -- -
tal forma de pressa·o. Va Ficou· só no p ~s aEnos. E no qu~ deu, ew natl~?j
tando • ape • ste Conselho se reuni.is. con
mos averiguar e toc:ar a; • cem todas as licer.:nç,,s dn cidade . . •
devid, ·, ris cabi o va-
as prov denciéls ou ,,"" -ecas pensando, pd:ria se iniciar a REE0-
sej-à,KOTICIAR OS 'TOS. "ADA DO CRESCIMENTO.
ades.sssaga.ase.as . rase
PARA !STO

,.
PR FEIT
l J:', • 'f. e-·
MU ICIPIL DE BELI YISTl ·11S
1
lpel1 a1 Povo de Bela
D E C RETO N 001/89 Vista, Ajude a Educar.
Doe um Livro
CABIMETE DO PREFEITO IM,03 DE JNVEIO DE
11f1JO. --- --
Edon Medeiros doe Moraes, Prefeito Muni
cipal doe Bola Vista, Instado de Mato Gros­
so do Sul, usando das atribuições quo lhe
ão conferidas o de acordo com o disposto
em Artigo 120 da Lei Complementar No 07
de 20 de novembro do 1)8l e com base na
Lei Municipal 1o 738/02, de 30 de novem -
bro <le 19117
DECPETA
jrtãol - Fica deliberado que os pro€os
das corridas de tá::i serão cobradas con
forme tabela abaixo:
01- Corrida Mínima -- #IA 1o Por0) NCZ$25, 00
02- Dentro dos Tiiites -
n)- ílnirro Itaborai-
b)- Bairro Antonio João -
c)- Bairro Provisul -
d)- Bairro Primaveras -
e)- Cemintério dr Asua Doce -
d)- ~gua Doce - Posto/Trevo -
e)- Ponte do Rio /pa saída pa­
ra Ponta Porã -
f)- Aeroporto -
g)- Igreja São Patricio -
h)- Parque de Exposição
NCZ$
NCZ$
NCZ$
NCZ$
NCZ$
NCZ$
NCZ$
NCZ$
NCZ$
NCZ$
40,00
25,00
30,00
35,00
45,00
60,00
80,00
60,00
60,00
50,00
03- Distrito Nossa Senhora de Fátima: -
a)- Igreja Sao Clemente - NCZ$ 100,00
b)- Ec.Mun.de 1o
Ma Palmieri -
c)-- Cemitério -
04- Internacional
Grau J03ó-
:C7$ 150,00
tJCZ$ 80,00
a)- Paraguay até Colorado - NCZS 50,00
b)- Pnraguay - Outro::; pontos- a combinar
05- Viagcnn
Por kilometro NCZ$ 7,00
06- Per tcmeo parado á norviço do uua -
rio : -
a)- Hora Parada NCZ$ 70,00
b)- Hora Comercial NCZ$ 110,00
07- Das 22:00 Horas às 06:00 Horas: -
Terá acréscimo de 50% (cinquenta
conto) no valor da corrida.
Artigo 2o - Este Decreto revoga o Decre
t'No 049/89,·de 23.11.89
por
Artigo 30 - Este Decreto entrará em vi -
gor na presente data,revogadas· as dispo­
sições em contrário.
OBSERVAÇÃO: vâl.ido até novo Decreto.
Bela Vista-MS,03 de janeiro de 1.990
EDSO?l ~IBDP.IROS DE l"ORAES
.- Prefeito Municipal -
O ROTARY CLUH DE PELA VTST resolveu
prender uma campanha para criar uma D -
blioteca na Escola Municipal Jarbas Passa­
rinho, , para tanto, resolveu recorrer ao
apoio da comunidade bc]avistenso.
Ajude a educar, fazendo despertar na iu-.
ventude o interesse pela leitura, integra
doe ao meio em auo vive e consolidando
sua formnç5o cuitural.
Doe um livro· Dicionários, livros didi
cos, contos, romances, crónicius, poesia,
etc ...
Envie à sédc do Rotary Club, cntrrguc
um dos-rotarianos, e, ainda, a uma d s e­
guintos instituições: . _ . _
Banco do Brasil S.A, LoJa Maçonica, Paro
quia de Santo Afonso, 10 Regimento de ca­
valaria Mecanizado, Prefeitura Municipal ,
Sindicato Rural, União Democrática Rural1n
ta e Sindicato Municipal dos Trabalhadoroi
cm Educação de Bela Vista.
Dependendo do sucesso da campanha, prQ -
tende o Rotary Club de Bela Vista criar B
bliotecas em outras escolas.
Antecipadamente apresentamos os nossos~
gradecimentos.
SYDNEY NUNES LEITE
Presidente do Rotary Club de Bela Vista
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL - PODER JUDICIÁRIO - COMARCA DE BELA VISTA.
O Doutor Vilson Bertelli, Juiz de Direi­
to da Comarca de Bela Vista, Estado do Ma
to Grosso do Sul, na forma da Lei, etc ...
FAZ·SlBER a todos que o presente Edital;
virem ou dele conhecimento tiverem que fo­
ram designados os dias 05 e 15 de feverei­
ro de 1990, respectivamente às 14:00 horas
no átrio do Edifício do Fórum local, sito
à rua Barão do Ladário, 1.595, para reali­
zação dos leilões designados nos autos no
393/88 de Exeducão que e BANCO DO BRASIL
S/A move contra FIORI MUR/NO, o leiloeiro
nomeado levará a público pregão de venda e
arrematação a quem mais der e maior lanço
oferecer, porquanto vão a leilão 150 (cen­
to e cinquenta) vacas de criar, média mes­
tiçagem nelore, de três a cinco anos dei­
dade, sem defeito físico, em bom estadosa
nitário, bem desenvolvidas, avaliada cada
uma por NCZ$ 600,00.
Os animais se ~ncontram na Fazen-
da Santa Rita de propriedade do
• executado - Fiori Murano. A avaliação
importa no total de NCZ$ 90.000,00 (n~
venta mil cruzados novos). No primeiro
digo, em ambos os leilões os bens não
serão alienados por preço abaixo da a­
valiação. Não havendo expediente em
qualquer dos dias designados para os
leilões,estes realizar-se-ão no mesmo
horário e local dos dias imediatamente
seguintes.Caso o devedor não seja en -
contrado,fica desde já INTIADO por es
te Edital,das datas designadas para
os leilões. Outrossim, verificou - se
dos autos que a ação de embargos n061/
89,encontra-se em grau de recurso pelo
E.Tibunal de Justiça do Estado.Dado e
passado nesta cidade e Com.de Bela Vis
ta-MS,aos cinco dias do mês de desem
bro do ano de mil novecentos e oitenta
e nove.Eu Sarnira Lopes,Escr.Judicial,o
'datilografei.
VILSON BERTELLI - Juiz de Direito.
JS8E/%3É18 SEMAIL IR
~ Convocação -
Ficam convidados os senhores sócios a se
reunirem em Assembléia Geral Ordinaria a
sen realizado no dia 20 de Janeiro de 19~0
às 09:00 horas cm primeira convocação e,ca
so não haja nümero suficiente, às 09:30 Ho
ras com qualquer número, no Grêmio ~edro
Rufino nesta cidade para deliberarem so­
bre a seguinte ordem do dia :
a) - Relatório da Diretoria e Balanço Ge­
ral referente ao exercicio encerrado em 31
de dezembro de 1989.
b)- Eleição dos membros-da Diretoria e
Conselho Fiscal para o exercicio de
1990 e 1991.
Obs: As chapas com os nomes dos candi­
datos deverão dar entrada.na secrPta -
ria da beneficiencia Com h-=- '» na­
tecedência:
Bela Vista-MS, 04 de Janeiro de 1990
LÉO RENATO MIRANDA - Presidente BHBV.
i Retlanar;ão ln is
' o Bispo de Feira de Santana (BA) ,D. Sil
vério de Albuquerque , condenou o gover­
no paralelo proposto pelo PT e a decisão
da executiva nacional do PMDB de expulsar
os políticos que não fizerem oposição ao
presidente eleito. "Temos de acabar com
essa falta de patriotismo e desrespeito
ao presidente Fernando Collor de Mello":.
"Queira-se ou não, ele foi o escolhido,
pelo Brasil" afirmou o bispo.o
Durante a campanhn eleitoral! D.Silvé -
rio Albuquerque prãticamente não se pro -
nunciou sobre política. Apenas advertiu al
guns padres que insistiam em fazer campa­
nha para o PT nos 36 municípios· de sua
diocese, onde vivem 1,5 milhão de pessoas
. D. Silvério disse ontem que pretende usar
seu programa semanal RÁDIO SOCIEDADE, de
Feira de Santana, para defender urna união
de forcas "que possa ajudar o presidente
a acabar com a miséria e o sofrimento dos
brasileiros".
O Bispo defendeu a idéia de um governo
de reconciliação nacional e disse que o
maior_entr~ve a essa proposta é o fato de
a poli tica partidária ser egoísta: "o Br
sil está acima de nõs. Podemos fazer opo­
sicão, ter espirito crítico, mas tudo is­
so com responsabilidade e res_peito. Nada
de governo paralelo ou expulsao de politi
cos." D·.SilvP-rio garante que defenderia
o mesmo respeito se o eleito tivesse si­
do Luiz Inácio Lula da Silva.
"
VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL
Nossa F rnteir
SEGURANÇA - TRANQUILIDADE - CONFORTO
OES
LINHAS PARA: BELA VISTA, PORTO MORTINHO, JARDIM, ANTONIO JOAO, PONTA
PORÃ, 13ONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACAJO, 1)POIDAUANA, CORUMBA,-~ QOE,
BODQQUENA, SIDROLANDIA E CAMPO GRANDE.
VIAJE BEM, VIAJE COM
A CRUZEIRO DO SUL.


tonando
'l'oço de Prato
12:00 !!::;.-Almoço r.orn
f: r:orn
111
u I Lo Guli:; r.hurrasr.o nn. t;cdc do
,,,o que retorno n- r.lubc
~1·cvPr l'O
O
r.olunn; 13:00 Hs.-Diaputa ela
pols de um bom e me •ruça de Patrão
;Ido dc~;r.anso. - 15:00 Hs.-Disputu .ia
Ik:;cjo nPtiLc ono •ruço de Ouro
17:00 l!s.-Enr.errorncn
to orir.101 o ontrcg;
doo troféus no sedo
do r.lube
,.• :,e inir.in,muiLu
1 ,Saúde e Igunlda­
o LodoG vor:êi; que
.i prestigiam e vn­
rlzarn o nosso Lro-
r.csso " todoG I
Gneontw
$o

draga0e
~~ 'LUBE DO LAÇO SÃO '
t,:: ~ERALDO-B. VISTA-MS
'::
o Clube são Geraldo
ngrodcce a sua pre­
sença.
PARTICIPE E PRESTI-
GIE ESTA FESTA! 111
MARILU ROCHA SILVA
m<ffir
; 'II E I HN
AI k[ MGWI Pm
L.H[11?
$ FINE€O t AS
F'7A'A
ll :>..: !A ..
- • ,!✓l • 1 l . A
.., ..
J • ,.
GUIA - llo1 ( l Pt,U~,
l:JA IJA Fl-Hill1Ld!A -A!•/1
VEL V!,ÍCUI/J.i -C'l'JA
RIOMAH - :..;LHl!l,,UL-lJCíl
DO 13111!;I L-l'O:..;Tri 11' 1:... •
lllNGA--CASI 13HI1'1 f,,;_
ClSI IOUt!CErll-C' A!J/ PJ
111GUAIA-CASI JICÇU2'J:
ESPECIAL
Foi r.onsngrad::i,dla
23,12.09,no Clube Es- AGRIDECIVEtl'l'O
portivo Belavistense
a GlRO'rA ESTUDINTI L '
Circulando DE 1989,sob " rninho Ao ilu:;Lrc e dlnumlr.o
produção. Prefeito Muni,:lp:.11,Sr.
Está circulando pe- Em 2~ LUGAR-Ficou a EDSON MOHÃFS,que n3o
lo Cidade• a .galinho Gs1,rota Castelo Bran- mediu esforço.; paro ·1
KELLY de A. João,f:!:) r.o CRISTINA SDROIE- polar- <.!SS'.1 gr::1ncJ0 pr-;;
tun maneça da Duende. VISKY que cs tavo r.orn moçiio, d;:inclo SUil pcii-r.-::-
1 {i~
uma Super Torr.id.'.l,r.on l~ de_ r.ontribuição, -
1
~~ ~
•• id - nao sa?1..!nLe n G'Po···"
, ~ ',# -.s. eroda o melhor tor
O
"·' i"
r.ida do evento. - ESTUDANTIL.mas em Lo-·
.J.,.~ 'fiá f/li. _Mais de 700 PESSOAS das as promoções da
prestigiaram estares DUENDF,rPnlizildOs no l~~~~~~v
8(LA VISTA ta estudantil.
..FCIALIZAD : C ACERCS DE GLADEIRA;
FREEZEES? COND! 'IA P ., 1,,·. /,P.,cJJLCÚJ;:.;
E ELETRO-DMÉ.IS.
bELA v:sl'A - ;.j,3
...7
, .

NATCtL .. t- •··~·
~ . .... ... .... ,
SOf,QS. .ON)STAMi:.NTE SEM
·UlANTES TANT' NA "it.U­
SÃO 3&-+A REAL.. "
:'N1 BEM E NO MIJ., NAO ·i,EI
-XAMóS DESER INTBSSS
... _. -...e--- •
TE~ ....• ,
o'TsE1A.g"ir1
'3E ·NAO HOOVESS~•
ºQOINTAL!
prazer, um pe­
uenino poema
da poeta LEDA
MARINA DE CAS­
TRO PINTO ( LE­
MAR), seiva da
pura e bela
contribuindo
com a nossa
r.ul tura.
Paschoal
D ODER u s
D egeon as
. ;,:=::,e=
.RUA SÃO
,
CLEMENTE, cfcf8 • N/C
JJilOA
INDUSTRIA E CCl•:Éfi:10 D.:: ;,;ADEIRI-.S DI GERJU ..
ESPECIAl.lZ/J)A Bí ?ALL:."?S E DQFY:::'.l'l"..S
9e#Collfe
r%o»w.6eco.l
eam-Loe.tei..ó 1
doe.-óilJO..ô 1
f.et1.e.-i:t.OÃ
~ 1:11ttu "tõ .ó
Sete&ia4
m.:A DA ~oLICA, .<:01 - ro::=S(G67)439-10lô
439-1295
'!!:' É:X 67-<:3.36
EU Vl.STA-1•:ATO GRCSSO 00 51,;1,
SiMERJS AUmTÍCIOS HRRAS!M - BEB!OAS
ARTIGOS OE Mcmw. - COHHCCOES - CALCADOS - mrmm
K.E N EE34t 7 AV BRASIL ,1.030
----~-~----------
l .COPAGAl - COM. E REP. DE
A CHA!IA O:E m mu• GAZ CARACOL
av. Brasil. 1.046U24'hs~

llotary em
O prore o de lrdím e real, em to
dos o etoren, bafa vista a' Instala,ao
de novi epreni no unfe[pio. A p»ri -
vI1e!ada polco geográfica, a for,a
de trabalho de enu povo e an potenc li! 1 !.
dade« econômicas do mmfeIplo, fazem de
Jardtm a "teca do udoeste".
Alá dna Asocfaçio Comercfal, atun­
te, há em Jardim várfon clube ocIas,
Indfeaton, EtIdades, um clube de ser­
vlo, (Ly0n,) e apora o ROTAR CITI pre
tende, também, e Instalar em nossa cl­
dade.
Vár los 1[deres da comunidade Ji fo­
rnm contatados e nas próximas semanas
será marcada uma reunlio prel lmlnur. O
ftOTftllY CLIJII de bela Vista está encarre­
ado pelo Governador do Dfstrto, José
Olivn, para a]udar na Implanta;ao, sen­
<lo cJ uhe padr lnho. l'ura isto fora111 dc­
oJ gnndos oo rotarinnos Ivaldo Pcrclro
(reprcscntnnte do Governador) e Sydney
Nunes J,eJtc, ntual l'rcsl.dcntc do ftotary
de Ueln Vlotu. . , ,,,
Pnra a nosso cidade e rnod_vo de orA~
1 ho cm poder contar com, cloiJ ·cJ.ubos de
serviços, os quals, evlêlcnternente, aju­
darão, o muito, nn concretização ele me­
tns sociais, sobretudo ajudando aos ma­
is carentes e lntegrando as várias lid~
ranças de Jardim.
------ --------- ....
Quem vive·r,
,
vera
Jornal ta Feriria vai se Transformar
lral "Geme eitios"
Após vários estudos, a diretoria
da Rede Belavistense, atendendo su­
gestões de centenas de leitores, em­
presários, comerciantes, industriais,
lavoureiros e pecuaristas, resolveu
mudar o nome do Jornal da Pecuária e
Agricultura, para Jornal "GENTE & NE
GOCIOS".
Esta mudança visa atender todos
os segmentos produtivos das comunida
des da região, sem deixar de enfocar
os assunt"os atinentes à pecuária e
agricultura. Abrir-se-á um leque ma­
ior de alternativas, não só na linha
editorial mas, também, no que se re­
fere à divulgação das atividades em-
presariais e promoção daqueles que fa
zem do comércio e da ind~stria o seu
campo de atividades, com destaque pa­
ra aqueles que acreditaram e acredi -
tam em nossa região, aqui traõalhando
e dedicando todos os seus esforços.
, classe pecuarista e lavoureira
continuará a merecer toda a considera
ção e espaço, e, até mesmo, estas at_!
vidades serão ainda mais realçadas em
um jornal "GENTE & NEGOCIOS".
, próxima edição do Jornal da Pe­
cuária, semana que vem, já circulará
com o novo nome. O seu jornal "GENTE
& NEGOCIOS". ---
d, mirro
radoalnen o, também,
rio povoo tais pobres e
doente do mundo.
Parece que uma letargia
·ot conta de nós. É.como e e9!
veassemo s amarrados e se m cond.
;ões de fazer aluma coisa para
reverter a situação. Em par e t_
mos que dar razão ao povo brasi­
ieiro por estar assim. Tanto o
fiou na classe dominante, tanto
nutriu esperanças de que as coi-
3as melhoresser
::;ou,. rir.ou dc:;r.rente.
Lemos diariámentc noG jorn_Q
is noticias que chegam a nos ca.
sar nojo. Acordos e5paridos, co
Presidente do Rotary de Bela Vista, r.havos pol Í tir.os vis, mudnnços
Sydncy Nunes Leite, em reunião no de par tidos por r.onveniênr. ia pcs­
Clube, tendo à esquerda o Cel. Edson soal, tror.a de favores, cor­
Gonet, comanduntl! do 10g RC MEC e
8
pção abuso do poder e uma in-
di i j li Ivaldo Pereira. ru '
re ta,o orna sta ·lfinidode de aconter.imentos que
voi nos di'stanciando cada vez m!:
is da esperança que alguma r.oiso
boa aconteça.
o povo brasileiro está r.orn
vergonha. Vergonha de ser traba­
lhador, vergonha de ser proprie­
tário, vergonha-. como disse Rui·
Barbosa - de ser honesto.
Estamos vendo nas ruas ade­
sivos com os seguintes dizeres :
"Fazendeiro mesmo - trabalhador
r.omo vor.ê" - "Motorista de taxi­
r.om muito orgulho". Que mal há
cm ser fazendeiro ou motorista
de taxi? Há algum mal em ser ban
r.ário, balconista, engraxate, ad
vogado, juiz de direito ou exer­
r.er algum tipo de atividade pro­
dutiva? É claro que não. O que
está ar.onter.endo é que estamos
com vergónha de exercer uma pro­
fissão honestà; porque ser tram­
biqueiro, legislar em r.ausa pró-
Estratégia Terrorista
r)"
,.
Lo
que um dia can-
Hi pouro
mos a noici
Campo ;r.rd
da Câmara i
posse da Vice-prefeita.
por que'! Iorqa, ne5
o preslden d, Cama1
ria a Prefeitura. E lega..
Justo, é honesto isso? Ciro
que não. Pura conveniênrio,ig
teresse pessoal simples.
Então o povo brasileiro
não está certo de estar , Ges.
crente, de Lur vcreonhD
ser honesLo dinnLu da
;; l
oU
é
st
er
:° 3d1t
fato
ll;i
O povo não votou em Lulas?a»
ou Colior porque cies eram
os melhores. Votou contra opa es
o
velho, o vir.indo, r.onLrD tudo
1
ll
isto que está ai. E parece a/ () •
a r.lasse po.lÍ tica não pero -sdo
beu nada. Pensa que neste a-1 e
no vão repetir as votações a.i:: ::, -::
· teriores. Puro engano. O povo !:!li r
quer renovação, quer gente n9. :s
.l,
va no poder. '·di
Posso estar errado, ma~ ·ns ,·
as urnas de 3 de outubro vao As!
pregar uma nova surpresa. Uma ate,
grata surpresa. Quem viver vgh» pc
rá! ü5,
tª .. ,
O Jornal O Estado de são Paulo ,
edição de 10/1, publicou importante
artigo do jornalista José Neumanne,
editorialista do Estadão, em o qual
fala a respeito da estratégia do
PT, PDT e Cia para fazer. oposição
ao Governo Collor de Mello.
O PT, que prega DEMOCRACIA, ain­
da não aprendeu que o POVO é que es
colhe o seu PRESIQENTE (até que en­
fim) e escolheu Collor de Mello.
Lula perdeu as eleições.
O resultado das urnas deu o vere
dito: Collor, Presidente. -
O PT e Cia pretende "montar" um
Governo Paralelo, e diz o articulis
ta "a idéia, ou melhor, a chupacãÕ
da idéia (copiada dos ingleses)
evidentemente fora do lugar, por i­
nadequada, revela-se inoportuna, po,
is, se pertinente no regime parla=
mentarista, é inteiramente despropo
'sitada no presidencialismo, onde Õ
Governo, salvo golpes ou turbulên
cias revolucionárias, só pode ser subs
tituído após cumprir o legítimo manda=
to conquistado pelo voto popular".
Finalizando o artigo, Neumanne,diz,
"no resumo da ópera, o governo parale-·
lo de Lula soa como uma provocação cal
culada de quem não está preparado a -
ra, nos novos tempos, conviver com a
pluralidade democrática. No fundo, não
passa de uma estratégia terrorista que
visa a intimidar o Governo e socieda­
de e que só merece a repulsa de todos
os cidadãos empenhados em construir u­
ma Nação livre. Em Cuba ou Nicarágua ,
os integrantes de tal Governo já esta­
riam trancafiados ou enfrentando opa­
redon. No Brasil, te.remos de encarar
a provocação de forma tolerante, mas
sem perder de vista sua intenção desa­
gregadora.
Como de
exercício
resto recomenda
da democracia".
o bom
POSTO POLICl4,L DA ÁGUA _AMA· [
RELA, CONDIÇÇ)ES LASTIMAVEIS
O Posto Policial situado na rodo­
via Bela Vista a Jardim, mais precisa­
rrente na Água Amarela, que tantos bene
ficios vem prestando às r:idades da re::
gião, r.oibindo o roubo de carros, trá­
ficos de drogas e presenças de margina
is, está precisando de uma arrpla refoi
ma.
Os polir.iais militares lotados na
quele posto não têm as mínimas condi
ÇÕes de trabalho.
Por diversas vezes paramos no
0
pos
to e verificamos "inloco" as precárias
r.ondições. Faltam instalações melhores
pàra os polir.iais, iluninação radio •
lveir.11lris. enfim, falta tudo. •
Sabemos que a situação da Se
rança PÚblir.a e:n MS é precária, r.::~
há rer.ursos para nada. Mas algo e
rá ser feito para minimizar os F " -
blemas que os hunildes, mal pagos
11
l'S:'
serrpre dedicados polir.iais enfrenta"
Pelo menos dar melhores c
dições de trabalho assistêrr:i.a perr::
11"...nte. No Natal, passamos por- lá, e
podemos adiantar, foi un Natal lor.g!l
da famÍlia, sem carinho, sem recorh
cimentos, daqueles ~
que merer.em mais respeito.
a 44a g e
* «a a4 a o«t
da Fronteira
"ln Cara;ão da 'iate" artamenos comi
ar Condicionado, Café da Manhã • Completo
AVENIDA TEODORO SATIVA
RESERVAS; 439-1487 E 439-1366
BEL.A VISTA -

ORAL 'TPI'/MA DA FRONTE1 A
l • 1
A Socialização da Advocacia
Pela declaração publicada no " Correio
Estado " dia 27/10/89, feita pelo pre­
dente da Asociaçào do defensores Pá -
[cos, deu-nos conta que em Mato Grosso
. Sul, 95% do processas penai e 700
s processos cíveis estão nas mãos dos
fo~oorcu P0blicou, motivo pelo quales-
io l'm gr'ove. •
A Defensoria PGblica foi criada para u­
der aos necessitados, segundo as nor -
is da mesma.
~ 101 é de grande alcance social,
01 cr iodo um orgão para a tender aos
o, favorecidos pela sortA, no .'imbito
diciário.
O Defensor Público neria o advogado-do§
bres, daqueles que não pudessem contra­
ar um causidico pois, os honoririos a es
s pagos, fariam falta para seu sustento
ou de sua familia.
Até a criação da Defensoria Pública a
istiça gratuita era exercida por qual­
Je.r advogado ou por todos, pois não se a
, redita que algum advogado, exercendo diu
irnamente a profissão, não tenha atendi­
o um caso graciosamente.
Para nós advogados, interioranos, sem -
refoi e é uma satisfação atender alguém
e esteja precisando recorrer ao Judiciá
io pois atender, prestar assistência ã
'quém realiza qualquer profissional.
O advogado ao abraçar uma causa, recc -
ç11do.ou não honoririos dedica-se de cor­
a e alma, dando-sé labor, dando seu sa -
er, seus estudos em pról da mesma.
Em nosso meio, cidade pequena, onde to­
os se conhecem, muitas vezes, ji aconte­
eu,um cliente gratuito, nos trás , nos
ndica, para um bom srviço que nos renda
, - ons honoririos.
Assim, sempre atendemos e continuaremos
atender aos menos favorecidos pela sor­
e, pelos nossos principias, profissio­
.:ns, cristãos e éticos, mesmo porque es­
e atendimento além dos motivos enumera -
os, está previsto_no estatuto. _
Acontece que, de uns tempos para ca, a
efensoria Pública extrauasou seu atendi­
público em geral e dcsaparccr -
pois
me­
do
dos procensos civ, ·!
bres. Será que a ra±oria do
juo iça é de n@citado ?
ão acreditamos. Se a De en oria Públ
c fizesse uma triagem veria até etão a
endonio qu,não deveriam atender e ac1-
ma de Ludo, t rando o sustento de milha­
res de advogados que vivem, ou melhor,o
brevivem apenas da profissão e dessa pro
fissão só:rente dela man ém a. • famíliqi.
A lei no 1060, de 05/02/50,d1z que em
seu artigo lg: "Os poderes Públicos Fede
ral e Estadual concederão assistência Ju
diciárias aos NECESSITADOS..." -
E,o mestre NüRf.LO HüFQUE DE HOLANDA ,
ensina para quem não sabe:
"NECESSITADO - Pobre.;míseravel, indigcn
te," -
Não discutimos a greve que ó direito .
Discutimos sim que a Ocfenooria Pública
está nos tirando serviço ou seja SOCIAL,I
ZANDO A ADVOCACIA: -
Está na hora de parar.Prestigiemos a
nossa classe que, como qualquer outra,lQ
ta pela sobreviv5ncia. -
O socialismo está desaparecendo do mun
do e esti chegando aqui corno 70 anos de
atrazo.
- O
*
! KLEBER LOUPPTRO MEDEIROS!
*
autor é
Bela Viste-MS,
aàvoga<lo na
secretirio
cidade rle
da suhse,;ão
4€DOR
CARLOS A. AJARIT BORGES
F erre
e le t.t a
Escritório Jurídic-u
251- 1721
251 - 1712
IO'AFHi5
ESCRIT IO
FESIDECIA
Ru a Tnonto Bernarde s n o s 2 6 .
A. el. Camisão n 657
1..RnI - ATO GOSSO DO SUL.
Advocacia
ITAMAR DA SILVA DUTRA
!TALO FRANCISCO STEFANINI
a9g29s
Dr. Ary Coelho de·Oliveira, 480
Fone: 251 - 18<',•,.
de Jardim-Mato Grosso do Su'.
ram do escritório as pequena causas ter
to civeis quanto cri7unais.
f de se lembrar que as grandes caa,a
acontecem uma vez que outra o as peque -
nas acontecem todos os dia. As arandey
ações ão poucas e as pequenas nos dão o
pao nosso de cada <lia, para pa~ar alu­
quel, secretária, revis , gasolina e
outras despesas, inclusive a manutenção
de nossa família, que também come, anda
oe veste e e diverte. Não falamos aqui
doo livros porque estes pelo preço que
estão não se compram com honorários pe­
quenos. Desapareceram do eocritório as
ações trabalhistas quo são atondidao cm
sua totalidade pela Defensoria Pública,
tenha o empregado que receber 100 ou tlez
mil cruzados novos.
Caiu em nossas mãos açao proposta pela
Defensoria Pública onde o bem que estava
em discução era nada menos que 190 hecta
res de terra,isto mesmo, cento e noventa
hectares de terras, que hoje por baixo
valem quase um milhão de cruzados novos
ou seja, mais de mil salirios minimos ou
perto de 1.000 vacas que é o <linheiro ba
se de nossa região. Por estas o outras a
creditamos que a Defensoria esti assober
rada de serviços, está com 95t e 70% dos
processos penais e civeis em Mato Grósso
do Sul. Se estivesse atendendo somente a
finalidade para qual foi criada não esta
ria com tanto trabalho e não estaria ho­
je em greve pedindo melhoria de vencimen
to porque tem excesso de serviços.
Se a Defensoria Pública se ativesse
aos NECESSITADOS não estaria com tanto
serviço pois não acreditamos que sõmente
58 dos indiciados em inquéritos ou mesmo
criminosos tenham condições de contratar da 01B de Jardim - Inscri,.ão OAB-MS 2697.
Lenin não, Lennon
Meus amigos e cu não ficamos tôtalmen- com a maconha vinda do Afeganistão, ou-
te supresos na noite em que o Muro de viam música de rocJc,se vestiam no estilo
Berlim caiu.Em 1979,nós éramos estudan - new wave e participavam de atividades da
tes em Berlim,particn~n~o dA um progra- contracultura ou da cultura da saúde co-
ma de intercâmbio da Universidade de mo as corridas de cooper,as massagens e
Stanford.Frequentemente passávamos pelo as curas psiquicas.E apesar de todo o seu
Checkpoint Charlie em direção a Berlim O treinamento ideológico,esses jovens esta .m­
riental,e lá nós conseguimos desenvolver vam abraçando Lennon,não Lenin. Retornei ra
um circulo bastanté intimo de amizades . à U.S.A em junho último,espantado não a- om
P.stes laços nos convenceram de que os penas com a rapidez das mudanças ocorri- ra
dias da guerra fria já estavam contados. das desde 1985 mas .t.ambém com o papel 1
Nós e os nossos amigos alemães-orientais derante atualmente desempenhado pelos fõ
compartilhivamos de uma quantidade gran- vens. praças do centro de Moscou, jo-
de demais de interesses para nos manter- vens panfletistas estão agora exiginão a
mos eternamente afastados.Nós ouvíamos e criação de partidos políticos múltiplos.
<lançivamos ao som dos Beatles,em trans - Em Leningrado,jovens ecologistas stão
missões vindas de uma estação de rádio exigindo a limpeza do sistema de água.No
ao lado oriental.Nós curtiamos 4S peças Parque GorJcy,nos juntamos a milhares de
de Bertolt Brecht e os textos assinados jovens soviéticos que dançavam ao som
por Ulrich Plenzdorf.Alguns de nós se a- das canções antiapartheid contidas no ál
paixonaram. Ao longo de muitas canecas bum Graceland de Paul Simon. Em toda a
de cerveja,fazíamos troça de tudo- Jimy U.S.A e na Europa Ocidental,o q/ se vê é
Carter,Erich Honecker, o materialismo o- uma geração inquieta.Trata-se de uma ge­
cidental,os chavões comunistas e ,obviamen ração que usa jeans,jaquetas de couro e
te"die Mauer", o muro.Para nós~e desc.on= camisetas com dizeres sacríiegos,e q/ ou
fio p/ outros jovens do mundo inteiro, a ve o The Cure,o The Who e-o Bon Jovi.Trã
guerra fria foi um jogo.Os nossos gover- ta-se de uma geração-cujo anseio é se er
nos,de um e do outro lado,emitiam regras contrar,festejar,trabalhar e comerciali­
rígidas. f: preciso elogiar o nosso siste- zar c/ outros jovens do mundo inteiro.
ma e é igualmente preciso falar mal do Trata-se de uma geraçãõ alfabetiza­
sistema do outro lado.f: preciso garantir da em-termos de computação e q/ se dedi­
que não se fique atris q!o aos números ca até altas horas da noite às tentati -
do outro lado,os no dos tanques,das bom- vas de encontrar meios de acesso a coroou
bas nucleares e dos projéteis c/ gases tadores pessoais do mando inteiro.Inde
tóxicos.Não se pode assumir compromissos pendentemente do q/ possa acontecer a Mi
nem tomar atitudes unilaterais em • prol Jchail Gorbachev ou a Hans Modrow,trata
da paz.E,independentemente do q/você pos se de uma geração q/,como os seus equiva
sa- fazer mantenha-se sempre afastado do lentes chineses na Praça Tiananmen,conti
pessoal do lado de lã,caso contrário vo- nuará pressionando p/ ter mais liberdade
cê poderá ~er corrompido ou enganado. A- e justiça.Os -jovens,de um e do outro la­
pesar de todas as regras,no entanto,deci:_ do,não estão preocupaclo9 em saber quem
di retomar contato outra vea c/ o bloco· venceu a guerra fria. Existem culpas em
oriental.Em outubro de 1985,lguns meses quantidàde mais do q/ suficiente para se
após Mikhail Gorbachev ter-se tornado se rem distribuídas.Nós nos importunamos a=
cretirio-geral do partido,realizei a mi- penas com o.fato de.q/ este jogo termi -
nha primeira viagem_ à União Soviética.Ca noa, e queremos q/ a situação contirile
da um das dúzias de jovens russos,ucra - assim.E dançar sobre o Muro de Berlim
nianos e armênios que encontrei, estava· foi apenas o inicio.Equipados com boom -
comprometido c/ a democra~i~aç~o e mani- boxes,Mac-Intoshes,gravadores de video -
restava uma profunda oposiçao a guerra cassete,Walkmans,rádios e videofones,nós
no Afeganistão.Eles se mostravam ansio - ultrapassaremos outras fronteiras de for
sos por encontrar norte-americanos e so- mas q/ nossos pais jamais julgaram ser
nhavam com a possibilidade de viajar p/ possíveis.Nós iremos subverter a velha
fora do País deles.Um adolescente se a - divisão ideológicae dar início ao difí -
proximou de mim e cantou a letra inteira cil trabalho de aborda.r os verdadeiros
. do Born in the U.S.A,de Bruce prings problemas ão mundo, o aauecimento do
teen.~•iquei impressionado com a profundi planeta e a pobreza do têrceiro mundo.
dade das mudanças q.ue estavam ocorrendo Para os mais velhos do que nós,este é
na u.S.1 a nível social e cultural.Esses o final da história.
jovens estavam crescendo em cidades equi
padas com confortos materiais totalmente
desconhecidos pelos seus pais,mas agindo
com o mesmo grau de rebeldia dos seus e­
quivalentes etários na Eropa Ocidental
e na América.Eles faziaI:1 ex!'.}er1cnc1as
Para nós, é apenas o princípio.

. '
; MICHAEL SHUAN ;
* -

Papelaria
FÉRIAS
Descanso, nem que
sejam_por duas soma­
nan Ja valem.
E n6o (como fi­
lhos de Dcur;) também
dcscan!'JitnOG. B CB tu­
mos voltando com for
ça total para atra
vés de nosso Comen -
tando, deixar você
leitor (razão maior
de nosso empenho) na
par do que acontece
na Princosa do Apa.
n EJ-.:sJRA "
AOS AHFITRIOES
Duprü e Márcia parabéns pela arte
bem receber, 3. ANEL!ZE de!S<:>j:imos toda
felicidade deste mundo.
De parabéns
de
a
u Sr.Victor Rejas que está agilizando
o Clube do Laço são Geraldo, Muitas pro­
gramaçSos, entre elas a eleição da 1o
Rainha do Clube. Concorrem duas lindas
jovens: Renata Lobo e Ana Karina Salomão
Marques.
Um pouco cardio , «
não poàeríamos dei- Desse concurso s dara neste final de
xar de agradecer
05 semana no Clube do ,,aço Sao Geral.do,).
varo» a 'os» zera+> -= 25çf92.l
e Ao Nevo de muita, 'é =gã<4<14 4
Paz, saúde e Prospe- ~ _;;;:;;~ .,,,..-- -:...r. 'S;ff:::-...:. ~~~
ridadc, recebido : - -2 e--#ã±-,6q4
se. rir»do saras- =<<2 <.,'g [.]
nha e Sra. - cano CZ s:775:57122,, *
Grande, tais carlos? - - @c
Baal e ai1ia-nos2 7 z a- ,-<C4d'
vista, Vídeo center =<- - "= 1 4,
ietfzia aranój e- -c 22 - z l ].
la vista, Aberto o" <__ .n <5, 1 *
f
·1· ~~-,;:........~ • ~ ~ *
Rondon e ami ia-C. 5 f - = -
Grande, valga com. ? = --
Rep. Mat. Graf.Ltda. --:::;-~ "->,J
são Paulo, ·waldir
Guerra - Secret.Est.
Ind. e Com. - Campo"
Grande, SPP - Nemo -
S.P, Tibyricá • de
Almeida e Sra. - Bel/5 o)
la. Vista, ligraf
-- São Paulo, Glaucy
-·,.- !?iui·es e Sra. :.. Cuia
bá, estepel com. de
Papéis Ltda - Campo
Grande, Dep. Fed. Ro
sário'Congro Neto e
Ela:nc - Brasília,M;
nig - S. Paulo, Ar­
·quitécnica (João, Es
tevão, Célia, amir
Silvia, Beth e Car
lel mno Grande.
O resuJtado
*


De ANELIZE AN­
DRADE COELHO aconte
ceu no dia 06701/90
A jovem aniversa­
riante é filha do
casal jornalista Du
prê Garcia Coelho e
Marcia.
Ação de Graças,foi •
assistida na Igreja
S.Judas Tadeu em Cam
po Grande, pelos in~
meros convidados que
lotaram a Iareia.

- *
*
*
*
* t
~ 1::5:;:
= S..e +
onde haverá laçadas churra~ 'taile.
Na pr6xirna edição comentaremos sobre o *
resultado.
Na Princesa do Apa, esteve animadíssi­
mo no Gremio Pedro Rufino. ·S6cios e con­
vidados lotaram o salão.
Já no Clube
Belavistense, apesar da música boa,
pouca gente prestigiou. S6cios : " "Não
podemos deixar o tradicional "MORRER",va
mos colaborar e prestigiar o que é nos -
so ".
Anivers.ariou
O casal Duprê rece
beu em grande estilo
para uma linda recep
cão os convidados no
salão Paroquial da I
greia S.Judas Tadeu.
A l!lE
Com sua meiguice e
beleza suave, rece -
bia os convidados
com a felicidade es­
tampada em seu sem -
blante, afinal há i
ãade mais bela do
que" 15 Anos "?.
No dia 24/12/39
NHEIRO LINO".
Felicidades!!!:
a "Sra.
Já no ·dia
DIVA PI -
Anexa ao Jorn
Tribuna da Front
ra, tom para ve:
cadernos do l,4,6
10 o 12 matérias
pel para prese,
cartolinas
cores,papel cr
papel a!naco c/
ta o em pauta
boada, cadernos
desenho pequeno
grancJ , cacJcr,os i
pl.ral de SO e 1
íolhan, cadernos
50 folhaa não c:ip
ral, bloco para e
tas, pastas com o
lásticos,ctc, ..
nossos preços g'
...aia.................... ccssiveis, taca
+ à ~nos uma visita
*
~
* . comprove !
* Qualquer infcr:r.
:l] Cozia te Fazenda " s i
Cosmético
Naturais
o 10 livro da Poetiza Campograndense PA
QUEL NlVE!Il.A, chillna-se " VIA SACRA ".
Agradeço pela lembrança. E você leitor
(a) será brindado com esta poesia chamada
"Cozinha de Fazenda ".
*

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*
*
Recebi
Na fazenda
Era duro o batente na cozinha,
De manhã cedo
Arroz carreteiro quente
Que tropeiro não pode ir pro
Campo de barriga vazia,
Depois o leite vindo do man­
gueira
·o requeijão entre seauilhos;
Os restos esquartejados da vaca
Caãa qual pro seu destino
Mocotó pra geléia,.
Tripa pra linguiça,
Costela pro forno;
E tem a hora de carregar mate
Ue descascar mandioca
De amassar chipa,
De curar queijo,
De curtir goiaba,
De limpar peixe,
De fazer sabão,
Eterna luta
Com água
Com fogo,
Com gordura,
Com pena,
Com escama,
Com casca,
Com f_aca e facão.
e
e:
U
1.
09/01/90 tez anos a Sra.Marilene (Xari)
Moraes. Um churrasquinho para os mais in­
timos, aconteceu na residência de seu so­
gro Prefeito Edson Moraes. Parabéns, ...
"PARA CONSEGUIR A GRAÇA DESEJADA"
e
Confio em Deus com todas as minhas
forcas ...
Por isso peço a eus que ilumine o
meu caminho concedendo--me aquela gra
ça que eu tanto desejo. Amém.
OBS: Mande publicar e verá o que vai
acontecer no 430 dia.
D.a°.
*
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* 3
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i
Na fazenda
Era duro o batente na cozinha
Cozinheira tinha sempre peito
De tábua,
Mãos com barbatanas,
E olhos melanc6licos
De quem-cria filho enroscado
No fogão.
Na fazenda
A padroeira da cozinha
Era Santa Marta,
Quando, de noite,
Chegava homens a cavalo
Contando as histórias dâ cidade,
E se aglomeravam como carneiros
No galpão,
Rezava-se pra Santa Marta,
Pra que ela garantisse mesa farta
E aplacasse tânta fome
Tanta sede que se·tem nesse mundo.
Na fazenda
o estômago
Parecia querer devorar o âmago
ae todas as coisas.
_ " T AD E U E JACIARA"
se· uniram em .
matrimônio
sábado
p.p.
'E
LI
CI
DA
DES.
.. *
*
*
*
"O QUE ELES PODC
FAZER POR voce·:
e bom conhecer
pouco mais sobre
propriedades d
principais elernen
tos que entram
composição dos co
méticos naturais
tanto para usá- 1
em máscaras casei
ras como para sa
se o produto
diz conter uma de
terminada substâr,
eia está cumpri
m<"!:c;mo seu papel.
* MEL - Um dos m
cotados na cosrae
logia por suas p
priedades tônica
bacterizadas. Nu
os tecidos e as
mi ficaçSes nervo
subcutâneas, se
do assim para re
gorar ou ajudar
cicatrização de
rimentos oa quei
duras.É bcm lemb
porém, que o
rrão deve ser apl
do diariamente d
to sobre a pel_!:•
uso constante
acabar ressecar?
irritando a pe.
la superficial
pele, Com o mel
dor-o oreparar
casa coquetéis G
,géticos ,máscaras
ra rosto, corpo
cabelos. Todos ~e
ser de uso ire
to Se você qu
• +a pe
recuperar v-" •
seca e enrug%}!
mel pode aJll.
desde que o ut
ze como ali
ou como. copo
• de um cosmético
nipulado. d
Entre os pro
tos à base de
selecionamos .
guns para voce'
* Da. Payot - Li
própolis, par
les oleosas.
+ DA REVLON
tural HoneY
o corpo.
DA ELLA - X
de mel Neopon,.
ra cabelos danl.
cados.
edi
:r-;ra próxilnª
dare.mos mais a
mas dicas de
za .Aquarde.·'