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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1058_31_07_1991
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~
DIÁRIO REGIONAL.
a.--i-.em
, tnh A L João,Bonito,Gafa 1..da Launa --cr$-- 150,hit
Bela VIta (HS)-quarta--Feira - Jl de Julho de 1,991 - N9: 1.058 - Jardim,1aracaju,Caracol,Porto Murt .nlio,Anton..o '
sitiai
SEM TfRiiâSiESESPERIDOS IQ
CDMINHIO EM BONITO, 9 RES
Tllrctor: Iv:dt!o Pcrcdrn
Dezenas de traba
lhadores rurais,"sem
terras", acampados
às margens da Rodo -
via que liga Bonito
à Anastácio, saquea
ram um caminhão boia
deiro, abatendo nove
reses no próprio lo
cal. Segundo informa
ções prestadas por
telefone, "a cena
foi dantesca,os sem
terras atacaram oca
minhão, armados do
facas, machados, foi
ces, e abateram o ga
do ali mesmo, num es
petáculo terrível".-
A mesma fonte dis
se-nos que anterior=
mente, os sem terras
/
I
'"'
haviam atacado um ca
minhão que transpor=
tava alimentos, do
Mercado Atacadão,dei
xando apavorado o mo
torista. Os mesmos=
"sem terras", também
ocuparam a Prefeitu
ra Municipal de noni
to, reivindicando
providências,pois es
a-
Vereador Jorae de Souza
Alaíde Corrêa
Interditada
tão há muito tempo
esperando urna deci
são das autoridades
e nada foi feito.
Mais de 100 poli
ciais interviram e
prenderam diversos
trabalhadores,todos
despejados da Fazen
da Taquaralzinho,em
Anastácio.
O combativo Ve -
reador Jorge Rosa,
PresidentP. da Câma
ra Municipal de Be
la Vista, apesar de
a Câmara estar em
recesso, atende to
dos os dias, em seu
Escritório, na pró
pria Cãnara, ou no
Clube elavistense,
do qual é Presiden
te, eleitores e o
povo em geral.
Jorge não faz
0istinção partidá
ria, procura benefi
ciar a comunidade ,
por entender que foi
eleito "para defen
der os interesses
de Bela Vista".
Falando ao Diá
Tribuna da Frontei-
Segundo o porta
voz do Movimento ,
"estes trabalhado -
res estão sobrevi -
vendo em condições
lamentávies, mulhe
ros e crianças es
tão passando fome e
o desespero os le -
va a tomarem atitu
des como estas". Mo
radorcs de Donilo
qaram para a Redacio,
falaram do temor e 1a
ceio de que a situado!
piore e os srm tcrr
invadam a cidadc,snt,
qucando mercados."í
nal, disse um destae
moradores, um homem
com fomc,vcndo os s
filhos passarem nec
didades é capaz de tdc
0
5
fia
L(Q1t. t:
taras atividades
produtivas cm no_
5
cidgd:6 ver Bela id
ta hoje, após a E
BEL, as ruas cstã
vazias, os comerci"
tes passam o dia d..
versando,os funcid
rios parados às Pi
tas das lojas, é i
quadro triste", ,
comenta - para 1. •
gir com cntusia!'
mo, "mas temos pq
tencial, é só trat,
lhar no sentido d
7..
rão um pouco de si
salientou o nob1
Vereador Jorge
Souza Rosa.
Calçadas em Frente as Residência
'
A Rua Alaide da
S. Corrêa, que corta
os Bairros Primave -
rase Costa e Silva,
ligando este último
ao Bairro Itaboraí,
há vários meses en -
contra-se praticamen
te interdiata no tre
choque dá acesso ao
Itaboraí, onde for -
mou-se uma verdadei
ra lagoa devido as
chuvas, com· as
lamas impedindo o
trânsito tanto de
veículos como de pe-
destres.
Hoje, com a falta
de chuva há vários -
dias, formou-se um
arande buraco fazen
do com que o trânsi
to fosse desviado pa
ra as laterais da
rua, assim mesmo com
muitas dificuldades.
Por enquanto ain
da é possível, com
um pouco de cautela,
cruzar pelo local
mas. em caso de uma pe
quena chuva e devidÕ
a região ser bastan
te alagadiça com cer
teza a Alaide S. Cor
rêa nao dará passa -
gem para quem vai do
Bairro Costa e Silva
ao Itaborai, ou vice
versa, causando -
transtornos aos mora
dores e famílias que
necessitam cruzar
diariamente pela via.
Provavelmente de
vido ao ritmo inten
so dos trabalhos de
asfaltamento da rua
Soares da Rocha e
transversais,o Secre
tário de Obras Mar -
cos Câmara ainda nao
tomou conhecimento
do problema,com a no
tícia provavelmente
o Engenheiro determi
nará o envio de uns
caminhões de aterro
e uma patrola para
resolver de uma vez
por todas a situação,
atendendo a pedidos
de vários moradores
daquelas imediações,
pois trata-se de
um. serviço de fa
cil e rápida exe
cução.
Vamos esperar pa
ra ver!
Rosa
A coisa parece
sintomática, na par
te alta da cidade ,
tão logo o Prefeito
Edson Moraes termi -
nou as obras de as -
faltamento,num total
de 40.500m
2 vários -
proprietários de re
sidências começaram
a construir suas cal
çadas, numa demons -
tração de responsabi
lidade e preocupação
com o visual e embe
lezamento da Prince
sa do Apa,além do fa
to de que com o as=
faltamento ninguém-·
vai querer barro ape
nas em frente da ca
sa para sujar a resi
dência.
O mesmo já vem se
verificando na Rua -
General Soares da Ro
cha e transversais:
cujos serviços estão
em fase final, vãri
os proprietirios já
estão se movimentan
do para cônstruir as
calcadas, até mesmo
aquelas pessoas de
menor.poder aquisiti
vo estão procurando
uma forma de execu -
taro serviço. Como
em toda regra exis
ra, ele disse que
"tão logo sejam rei
niciados os traba
lhos Legislativos ,
irá apresentar vá -
rios projetos visan
do criar alternati
vas para o desenvol
vimento de nossa ci
dade, solidário com
a campanha que a TF
vem desenvolvendo -
para agilizar oco
mércio e a indús
tria belavistense".
"Nosso povo pre
cisa de empregos
diz Jorqe - e oco
mércio e a indús
tria são os que po
derão gerar mais em
pregos, alguém pre
cisa fazer alguma
coisa para desper -
;, ,
ps
Calçadas nas ruas asfaltadas, uma melhoria necessária
tem excessões,alguns
mais acomodados, in
clusive mais favore
e idos pela sorte ,c:ciii
melhor poder aquisi
tivo,preferem que a
sujeira da frente -
de suas casas conti
nue,inclusive sujan
do o próprio asfal
to que é mantido sem
pre limpo pelos jo
vens "Garis"da LBAi
PRONAV Municipal,e
xemplo disso são os
veículos que saem -
da área das residên
cias sem calçamento,
com os pneus todo -
embarrado. o Prefei
to Edson Moraes por
enquanto não pode -
fazer nada,mas já an
da pensando'no assun
to,pois pretende a=
tê o final de seu mari
dato dotar a cidade
de um aspecto pare
cido com os das ci.da
des do interior de
São Pulo, toda asf.
.. Jmc.•n-
tadinha,calçada,grren
mada,com água,luz ostG
esgotos atendendo de
da a populacão. ' e
das medidas que ele ""
de adotar é constr dia
calçadas e depois """
contar no IPTU dos dia
radores, com uma
salva, essa opcão a.
dera sair bem mai
ra do que o propr
r1o mandar fazer :
feitoria. ª--
'! 1)1 J'IIO!ITP.J Ili
l' . poli', ,, ,. ' por 307 da produção de
:l ,.!:io ,to f:r;tn,to, com o ,•qulvalent.,,
? m!!h. de arrobas/ano, a Coopei
fva tgcon ai-'torosense Lt di--
COPAS'L,, !Aada em !avira[, acaba de
·roywr a Spr Intendêncfa Regional'do
isco do Bali, o financiamento pra
a implantação de um complexo Inda
rial, tos ri produzir pela primeira
·,; 110 I· .. 1 oo, ,, fJo ,J,, nlr.otl:io p 1r-1
IndGst'+ til. A ren!o de apre
vnt «to la proposta aconteceu no fa-
1
btete do cretãrto de Tor1mo, ln -
dostla tUorcfo, Aldayr Helerle,
A fibrtea de flos de algodão,a ter
!1 ,,t.11,,rl;, nu•.·1 nn,pln ,trou, no MunJ'.c{-
p 1 o de A.,ra, deverá absorver 257.
do totnl du prodo de toda u coopc
r,tt1vn, 1,e- ,L,,·,lmentc conta cou 3000
a±so Lados, trabalhando apenas no se-·
u,r ,ln pro,1 ação de alodo. Isso quer
' !}zer qa, cenforme o diretor-presi -
t Ol!ll1 e da Cosul, Sakae Kamttaní, "a
} 1em te poder oferecer ao mercado Ln -
•; tsruo o odto fi induetrinlj.zndo' ,
1
/ poder ato: co:.t luar exportando para
outros E .. tnrlos, principalmente oa1· do
sul do Puld, o dlgoclio pnra ser e-
íllbtlo", /i,·
?RODliÇÃO: 2 mil kg/mês t
,:
Caso realente se concretize o 1-
1131c 1 ~,11wnto global do comple.xo indus
trl~l. que prevê n obtençio de recur
os através do FCO - Fundo tonetitu -
1: cional de Financiamento para o Centro
, Oeste, do Finame, além de incentivos
flscnls do Estado e do Município, sua
produçio inicial será de 200 mil qui
los Jc fios, por mês, podendo o alio
dão ser beneficiado nos medidas 20,24
e 30, as quniq aio destlnndns exata -
ocntc a atender o mercado de malharia
" confecco de tonlhas e muitas outras.
lll A.H IO RP.G IONAL,
Por sua vez, o Superintendente Rc -
gionnl do.Banco dct Bras!l,Manoêl Pinto,
Souzn J~nior, gru:antiu que a "institui
cão não vê nenhum lmpecilho em contri-;
buir para que o s.9mplexo seja implan~
do. Essa não ,é_ a pr,imcira vez que a c!!J
pasul Íecorre no·nanco do Brasil e se~
pre se'mostrou altamente competente na
destinação dos recurs~s". O SuperinteA
dente do BB, Manoel Pinb se fazia a -,
companhar do Coordenador~dn Gabinete~
do Sur_erintendência, Jorge 'Tamashiro ,
tendo participndo de encontro, o Geren
te do;~nco da cidade de Naviraí,_~1ã;
dt~ e Sbares, o diretor-secretario
,t~â • su'f"i Edsc:A1 Y. Shingu além de
.... - ~~-· -
MICROS E PEQUENAS EMPRESAS ..co kdz Carlos MInechtnne, agrong
} mio a coor :rattva.
1
Para o Pu,fcito da cidade de Navi- '· :' INVESTIMENTO: US$ 2S MT
. ral, Onevam de ~attos, que acompanh~- ,
va os dir!gentes da Cooperativa, j Para que comece a produzir os cerca
implantaçao desse complexo, reveste - de 200 mil quilos de fio de algodão
sé ninda de uma maior importância, já por mês, previstos no projeto inicial,
que deverá resultar no surgimento de a ind~stria deverá absorver um investi
várias micros, pequenas e médias em - menta da ordem de Cr$ 9 bilhões (o e=
presas de confecção, gerando assim - quivalente a US$ 25 milhões), isso ln
muitos empregos e tributos para o Mu- cluindo a parte de estrutura física do
nicÍpio e uo Estado. Nós estamos ofe- complexo, mnqulnários e equipamentos -
rccendo teclo apoio a essa iniciativa necessários para a sua operacionaliza
e nos colocando ô disposiçio dos orga çào. Ao final do encontro,o Seci,·ãrio
nlsmos oficiais, como o CDI (ConselhÕ de Turismo, Indústria e Comércio, Al -
de Desenvolvimento Industrial), para dayr Heberle, manifestou sua confi,.nça
avaliar a proposta". no projeto,que agora será subpietido ao
=anuir =wu=ame»en a« m e u Conselho de Desenvolvimento Industrial.
O nü.r:iero crc~ccntc. de autooó
veIs circulando hoje pelas ruis
era, entre di·crsos probleoas,
w:. trâwlto tntc11so e contínuo.
Pnra ag.rnv.1r J. situação, ao
an-se as con:Iões das vias pi
blica!l (> a :::..:.i.r.ut.1.:r..;ão dos vefeu
los que, aia-se de passagema ,
em ruitos casos, é deficitária.
E é neste àlt!ro que vanos -
nos d<'tcr.
Para !ncllitar o cntcndl.ccn
to, ::,c.::oi- qm.· :..1.bcr dlfercnclAr
os dols tlpos de mn.nutençnõ :
1
rretiva e preventiva.
t:'-t;uanto ,l corrctlvn é ut1U.
zada quando bO::OS obrigado& ã
reparar alçus couponente ou pe-
e
a, a preventiva procun1 nnte
cipllr-se, evitando quebras~,
consequente.mente, transtornós.
Alem do que, nodo é -pior" .do
que um.o fila de carros butinan
do atrás do seu veiculo. -
lnfcllzoentc, a. grnnde e.li
oria_dos motoristas'preocupa
se so com a corretiva, esque -
cendo-se de que a preventiva ,
alem de e.ais segura, e ais ba
rata.
Uon. simples análise nos mos
tra que os riscos são bcc c:e--=
nores e as despesas mAis nuoii
veis quando esta Última ê colÕ
cada e.e prática. -
,S1.cples cuidados, como:
1
- troca de Óleo do ootor
- veriílcaç.ão dos freios a ca-
da 5.000km
- alinh.o.oento direção/suspe.n -
são a cnda. 10.000kD
- trocn de nr::ortecedores o ca
da 30.000k:11
- substituição dos filtros de
coobustlvel, de Óleo e de .or ,
conformc indicações, s.ão cuito
in.portantes para a sua seguran
ça,
~ boc ta.cbém não esquecer -
que uma veriflcacão scc.anal, a
brangendo: pressão de pneus, nl
vel de águ., do radiador, lnape":
çõ.o da bnteri4;io e.xamc geral das
condlçÕCs das lnntcrnns, do
1
.
991
PGINA
iniao e4 nAo
RORAL EM TEREMOS
A prIelra reanfão do
Programa "Nosso Campo
'.ossa Forçn", co::i produ
tores a scrcn bcneflcla
dos con ~lctrificaçito r~
ral, aconteceu no Clube
Feminino de Terenos. A
nformaço é do Prefden
te da Erresa de Pesqul
oa, /so1utênc1o Técnica
e Extcnt;Õo Hural - Ec:pa
er -, e o Coordenador cio
Programa, Djcrson Farioo
de Novaes.
O Programa "Nosso Ca
po, Nossa Força",foi la!!_
çado no ~ltimo dia 16/0i
cm M1rnnda, pelo Governa
dor Pedro Pcdrosainn e
prevê a implantação de
l,JOO km de redes rurais,
nos próximon 14 meses.Ao
, todo serão eletrificadas
I• cerca de 1.400 proprteda
1
) des rurais, representan
do um incremento de BZ
na quantidade de propri~
dades eletrificadas em
todo o Estado, em pouco
mais de .,.ui ano.
• Na reuniio em Terenos,
que foi presidida pelo
Assessor Especial do Go
ver.nador, Antonio Carlos
Arrio, os produtores ru
rais irão conhecer as
condições de financiamen
to oferecidas pelo Gover
no e outros deta).~es tês:
nicas. Segundo Djerson -
Farias, o prqdutor irá
financiar apenas SOZ do
custo da obra, -~isto que
o restante sera pago pe
lo Governo do Estado.
O custo médio do qui-
1Grietro de rede está or
çado em Cr$ 2.300 mil e
a parcela a ser financia
do pelo produtor poderá
ser paga em 6 anos com
carência de sté 01 (um)a
no. Os encargos variam=
de acordo com o tamanho·
da propriedade. Para os
grandes produtores será
de 1007 da Taxa Referen
cial Diária (TRD) mais -
BZ de juros ao ano. Para
os médios proprietários,
90% da TRD mais 7,2% e
para os pe·quenos, BOZ da
frelof do 11m~odor dt: pâra-br.!.
so, n vel de oleo e fluídos
pode tirá-lo de situações dlfÍ
ce:1s. -
NÃO SE PRF.J1.IDIQUE PÓR •• 'IÃO
POUCO, CUIDE-SE, CUIDANOO BEM
00 SEU CARRO.
ZELE PELO PATRIMOIO MAIOR:
SUA VIDA E A DE OIJIRAS PESSO -
AS.
GUIO ARIEIE
, EFE DE SEGURANÇA - MOR
,,
J
An~onio C. Arroio
TRD mais 7,2Z de
ao uoo.
juros
AUMENTO DA PRODUÇÃO
O financiamento da 2
bra 1,erií feito pc 1o Ban
co do Brasil, com recu_r
soa do fundo Constitu -
cional para o Centro
Oeste - FCO,estando pre
vis,o um inves,imenLO -
,o.al de US$ 9,2 milhõ
es. A Emipaer é quem irá.
realizar e encaminhar -
para o Banco do Brasil
o plano de crédi.o para
o produ.or ruraf. A E -
nersul, por sua vez, 1-
rã realizar o projeo
02
cnico da obra. .
E Terenos deverao e
beneficiados ·om elerIft
!Ieacão eere de 45_pro
prfeirto rorais ja a -
dasrados pela Empaer
principalmene na refio
do Córrego Varredor, que
presena uma grande con
cenração de proprlda -
des. Segando o Presldene
da Empaer ese é um dos
crJ ,ér1os udo..i doo p.ira a
execaçio do programa, que
prevê o aendfmeno de Ol
proprJ,,rfnt!•~ p.tr,• cocla qui-
1amc.ro de rede irnplan,n
dn. A média hoje no Fsa
do é de npenos l proprie
dncle por 2km de rede elé
.rica.
As próximas reun!Õen -
do programa "Nosso Campo,
Nossa Força", serão renli
zadas em Jaraguar1 e Ban
deiran.cs, dia Ide agos-
o e RIo Negro d1a 02.
Ao odo a Empaer sele
cionou 20 localidades pa
ra parLiciparem do Progr~
ma, .ornando como base
priocipalmen.e as áreaR -
produ.ores de grãos de pó
los de bacia le1.e1ra,v1=
sanda com isso garan,ir o
aumen,o da produ.ividade -
no campo.
LER É CULTURA, É
LEIA E ASSINE O
SER INFORMADO!
JORNAL TRIBUNA DA
FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL; TODOS -
OS DIAS TRAZENDO A NOTÍCIA EM PR MEi
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CCC.MF 15.513.203/0001- 90
lnscrlçao P.stnchuil: 28.209.00J-l
Dlrctor - Red4tor Oieíe - [va]do -Pcr<!lr11
Diretora - Adtilnl1<trntiv,i - K:irla r t.<-1
Cerentr: r:llson Silv."1 Santos
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ª
REGIONAL
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Prootgira, 56- sE mo{}"" Grafto: Aventas Trtu+ d
Retacão- J+rate - Rua 14 «e ,[: (067) 19 - 1410
CAIXA POS'vl, 23 - IIF"LA VISTA 0, M2 - Fone: 251 - 1669
- MATO GROSSO DO SUL
SUOJRSAIS
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ANro!,10 JOÃO - Av Nato Gr • s n,
HARAC.UU - • ·a s."%: 6 75
F.(l(IJTO - ~.,_ l'i lo<l Rcbu.ii, ;/nQ
CARACOL - Av. Brnall, s/nQ
(Correspondentes er, c,,
capital.). • mpo rade, Bras{1ta e nrlnclpals
ASSINATURA A!TUAL. •..
l'ELO CO!lR~O - ·•·•::::::::: 1..5_000,00
NÃO DEVOt.~X}S O'UCU'.AIS O --··•·-~ 25.CX'0,00
nor nrt[go!. nsaln.:idou OU d • Jornal n:to se rc..."1pons;1blliz..o
e ortg,,,:, deflnldn.
ASSI!IAIURA SEMEs!:RAL
.............. -
........... ._ ••. lCl .. C'.('4),
Fone: 287 - 1239
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JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA
f>IÃRIO REGIONAL
BELA VISTA, 3I DE JULHO DE 1.991. - PÁGINA - 03
0POSl(ÃO CONCORDA
Semnna pnnada, conversnundo com um migo de a
Tribuna du_Fronteirn, ex-integrante da Coligação
dns Opontçoen "BEi-, VISTA UNIDA" e, pelo menos em
um ponto ele concordou conoaco, "Bela Viata cotá
Ucando bonitinha, o homem cotá trabalhando direi
tnho" afirmou, referindo-e a administração Ed-
non Horaes.
Com iauo sentimos que algum motivo cotá prO'O°"'
cnndo o nquccimento das relações entre os dissi
dentes e os que permaneceram fiéio a união de par
tidos que mudou o curso da história política e Õ
próprio destino da Princesa do Apa. O que será he
im7 Pel~ jeito tem gente começando a enxergar-que
n divisao política cm noosa cidade oó intereooa à
um partido, o PMDB de Abraão Zacarias e, convenha
mos, ninguém vai querer entregar a rapadura para
o adversório depois de cotar com a faca e o quei
jo na mão, certo?
Ginásio de Esportes
Em totnl abandono há
algum tempo, o complexo
esportivo de Bela Vista,
construído pelo Governa
dor Pedro Pedrossían em
seu governo passado, de
verá agora a partir do mês
de agosto, ingressar nu
ma nova era. Estio em an
<lamento os entendimentos
para que o Governo do Es
tado, através da Funda::
cio de Esporte e Lazer,
sob a presidência do jo
vem e dinâmico Francisco
Lagos, passe a adminis - r
tração do Ginásio de Es- "
portes para a Prefeitura
Municipal, vislumbrando
se novos tempos para o es
porte de quadra belavts
tense.
Editorial
Pefcito Sício -Só dá ele
Mais adiance, ainda se refe
rindo a atual administração, o
amigo que representa inclusive
uma liderança política expres
slva em Bela Vista, em tom de
brincadeira, afirmou: "até pa
rece que o alcaide é sócio de
'ocês, só dâ ele no jornal".
t, temos de concordar que o
prefeito Edson Medeiros de Mo
raes 'em ocupando um considerá
vel espaço em nosso Diário Re:
gional, mas diga-se de passa -
gem, ele tem feito por merecer,
pois a cada dia que passo Bela
Vista ganha novas formas e a
quele estado de abandono, as
pecto de vila, fica cada vez
mais longe. Pela Yerdadeira
e feliz transformação que vêm
operando na Princesa do Apa
o prefeito honra e dignifica
a grande votação que recebeu
nas urnas e transforma-se no
maior e mais respeitado lí
der político da região,caben
do a nós da imprensa apenas
e tão somente divulgar a rea
lidade hoje a vista de todos,
só não enxerga quem não 'quer,
os ülti-
Francisco Lagos
e;:--
..
A 4? Prova Internacional, Mini-Maratona da In
dependência, realizada na fronteira entre Ponta Po
rã e Pedro Juan Caballero no último dia 27, con -
teu com a participação de corredores nacionais e
estrangeiros. O corredor belavistense Elenilson da
S11'a, 'encedor da prova _do ano passado, chegou em
terceiro lugar, ficando por uma diferença mínima
atrâs de um corredor de Foz do Iguaçu-PR e de um
paulista. Na quarta colocação chegou um atleta de
Cuiabá-MT e em quinto um representante da capi -
tnl Paraguaia, Assunção. A prova foi disputada em
21 quilÕoetros nas ruas de Pedro Juan Caballero e
Ponta Porá e teve um final emocionante com a che
ada dos três primeiros colocados muito perto um
do outro, conforme mostra os tempos da corrida:lQ
lugar (Fo: do Iguaçu) - I hora, 6 minutos e 2 se
gundos; 2Q lugar (São Paulo) - 1 hora, 6 minutos e
15 segundos; 3Q lugar (Bela Vista) - 1 hora, 6 m1
nutos e 2l segundos.
Após a corrida, falando à reportagem! Elenil -
son da Silva, que seguiu para Ponta Pora em compa
nhia de seu treinador OdÍlio Paredes em carroce
dido pelo Prefeito Edson Moraes e total apoio da
Prefeitura Municipal, destacou a importância de
sua participação nessa prova para efeito de expe
riência e aperfeiçoamento técnico de suas condiç~
es. O corredor belavistense foi o Único entre os
sul-matogrossenses a chegar entre os cinco primei
tos, comprovando suas qualidades excepcionais pa
ra o pedestrianismo. Parabéns Elenilson.
" O Povo
Essa afirmaçao é co
tum no meio de alguns Pg
líticos oposicionistas,
referindo-se às obras de
asfaltanento que vêm sen
do executadas pelo pre
feito Edson Moraes, o que
trata-se de uma terrível
dor de cotovelo, pois es
ses políticos que assim
Se referem não enxergam
0s benefícios que essas
obras trazem para as fa
RI1ias belavistenses que
hao coem asfalto, masco
iam, e como; a poeira
levantada das várias ru
hoje asfaltadas.
E de mais a mais, di
er que o prefeito devia
e reocupar mais com o
-
nao
( I
mos RCOn
tecimen -
tos polÍ
ticos pro
va isso. Moraes, "deraca sóltda na
tiMM É
A Câmara MunicipaL ae Bela Vista volta do re
cesso parlamentar após o dia lQ de agosto, a pri
meira sessão do segundo semestre deste nao será rea
lizada dia 06. -
O Presidente da Câmara, vereador Jorge de Souza
Rosa está tentando junto ao prefeito Edson Moraes
a liberação do restante do repasse do mês de junho·
para poder cumprir com alguns compromissos do Le
gislativo ainda pendentes. Vale lembrar que os fun
cionários da Câmara e vereadores receberam os seus
salários normalmente, ficando os fornecedoresnaes
pera.
povo carente que nao tem
o que comer, com os mais
necessitados, etc., e py
ra demagogia barata, po
is não querem enxergar
o trabalho da LBA/PRONAV
Municipal que atende ho
je mais de 3.000 pessoas
mensalmente entre jovens
·adultos e idosos, ofere
cendo todo tipo de aten
dimento necessário, in
clustve alimentação. Ede
pois, grande parte des
ses que se dizem caren -
tes, necessitados, 'verda
de seja ditá, são pesso
as mal acostumadas aba
ter na porta da prefeitu
rapara pedir, que nãÕ
querem trabalhar enten -
fronteira.
"Nian-e Pá" andonalo
Aproveitando que a Câmara Municipal está voltan
do do recesso nos próximos dias, seria mister que
um vereador desse uma passada lá pelas bandasdeum
dos monumentos históricos de Bela Vista, o 'Nhan
de Pá", localizado nos altos do bairro Clarão da Lua
e solicitar sen·icos de limpeza e restauração do
mais importante marco da história da guerra do Pa
raguai que se encontra abandonado, entregue às era
ças e sendo destruído pouco a pouco, o que não fi=
ca bem nem para a cultura, nem para o ch·ismo e nem
para o espírito patriótico de um povo.
Come Asfalto
dendo que o poder pübli
co tem a obrigação de sus
tentá-los. -
Ou não é verdade que
diáriamente tem gente sa
dia e forte, apta para
trabalho, pedindo ajuda
para compraralimento, re
médios, etc ... e muitas
vezes saindo da prefeitu
ra e indo direto para um
buteco beber cachaça?
A verdade é uma só, tem
muito neguinho ai que não ,
quer é trabalhar, eades
culpa de que em Bela Vis
. ta não tem serviço não cÕ
la, porque para quem quer·
realmente deixar a pre
guiça de lado e trabalhar ,
serviço tem e bastante.
"
----------- ---- ----- - -
Muita gente nao vai
gostar, vão até me conde
nar, mas a verdade tem
que ser dita, doa a quem
doer.
Futebol
Jardim é um exemplo para as demais ci
dades, no tocante ao vigor de suns Jnso ~
ciações e sindicatos. Todas as classes
possuem representatividade, são ágeis
defendem os interesses de seus filiados .
Em Bela Vista temos alqumas associa
ções de moradores que estão trabalhando
poucos sindicatos, realmente, atuantes
com excessão, evidentemente, do Sindicat
Rural, patronal, dos fazendeiros.
Hoje vamos falar a respeito dos comer
ciantes e lojistas. Estes não têm uma en
tidade para defende-los de injustiças o
para traçar planos e objetivos, até me
mo, para ministrar cursos de aperfeiçoa
mento.
Nossa cidade está completamente isola
da no que se refere à luta dos trabalhad
res, seja por melhores salários, seja pa
ra unir a classe, às vezes, surge a tent
tiva de uma ação por parte de algun:; dir'
gentes isolados, dos professores ou do:
trabalhadores rurais.
Em Bela Vista é proibido falar cm
dicalismo. Quando se fala, lembra-se " d
PT, das esquerdas, etc". Não é nada dis
so.
O mesmo vale para os Sindicatos patro
nais. O Sindicato Rural defende os inte
resses dos produtores rurais. Justo.
Uma Associação Comercial ou Clube dos
Lojistas, defenderá os interesses dos cm
presários, comerciantes ou lojistas.
Basta ver a reação popular quando di
vulqam-se tabelas, é um Deus nos acuda ,
os comerciantes passam a ser vil6es, ini
migos da pátria, exploradores e caçados
de esquina em esquina. E os pobres coita
dos correm atrás de tabelas, pois estas
nunca chegam-lhes às mãos no momento cer
to.
Nas negociações com os bancos (quando
são devedores), nos contatos com fornece
dores, enfim, quando é preciso uma ação
conjunta, lá vai ele, o solitário empres
rio belavistense lutar sozinho contra o
abusos, o David contra o Golias.
Criou-se aqui a Associação Industrial,
Comercial e Agro Pastoril de Bela Vista,
iniciativa louvável de uns poucos empres
rios e que não despertou.
Poderemos agilizar esta associação, v
mos transforma-la apenas em Associação C
mercial de Bela Vista, englobando peque
nos, medios e micros empresários e indus
triais. Com prioridade para os comercian
tes.
Não se pode culpar todos pelos erros
de uns poucos, há como os há em todas a
classes, os gananciosos e exploradores
mas estes serão derrotados pela própria
força do mercado, do consumidor.
Agilizando a Associação Comercial, es
ta terá braços longos para determinar re
gras, modelos e estratégias visando o de
senvolvimento comercial de nossa cidade.
Bela Vista parou no tocante as ativi
dades comerciais, e quando o asfalto par
Jardim for concluído, o que muitos pens
ser a salvação de nosso comércio, poderá
ser o tiro de misericórdia. A maioria do
belavistenses, vão preferir fazer suas
compras, em ... Campo Grande.
E isto muitos já estão fazendo, mesmo
sem o asfalto.
Alegam preços, qualidade e, até mesmo
atendimento. •
Numa guerra, vence o Exército melhor
preparado, mais bem equipado. E hoje viv
mos uma "guerra• de competitividade e ef·
ciência.
Precisamos preparar o nosso Exército
de comerciantes e empresários, equipa-lo
com as melhores armas {eficiência, moder
nidade, estratégia e união), caso contrã
rio, os inimigos (de outras praças) vã
transformar o nosso comércio num campo de
batalha arrasado. só restará a poeira n
ma cidade que já foi considerada mercad
regional.
Pensem nisto.
{I.P)
Após o bom campeonato'
de futebol organizado pe
la Liga Esportiva Bela=
Istense, esperamos que
o futebol belavistense
tenha despertado de vez
e não mais caia no ma.ras
mo e total abandono.
Palco para os grandes
:embates futebolÍsticos te
mos, o acolhedor Estádio
Octávio Fontoura.
,
SE VOCÊ SE CUIR
D IIDS NiíO VII
TE PEGAR
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DROLÃNDIA E CAMPO GRANDE.
5t
- 251-1455 - Jardim?S
n
==
=
1ORNAI, 'TRIHUNA PA FRONTEIRA nIÃRlfl RIWIOHAI,
BELA VISTA, 1 DE JU!HO DE 1.991
(1
-------
Emiko propõe o Turismo
Ecológtco ·no Pantanal
l
1
A implantação do turismo o
colóqico no Pantanal, definido
dentro dos critérios altamente
técnicos de conservação, funci
onará como inatrumento de de=
envolvimento sustentado da re
qião. proposta, da Secretá -
ria do Meio Ambiente de Mato -
Grosso do Sul, Emiko Resende
deverá ser incluída no Relatá
rio do Brasil para a conferên
cia daa Nações Unidas sobre -
Meio Ambiente e Desenvolvimen
to.
Com esse objetivo, Emiko -
Rcscridc participou de dois en
contros cm Brasília. Com todos
os secretários estaduais da á
rea, Emiko discutiu a elabora
ção do relat6rio na Secretaria
Nacional do Meio Ambiente e
no IBAMA, tentará incluir a
proposta de aproveitamento eco
n6mico com a preservação do
Pantanal.
Segundo Emiko, para viabi
lizar o projeto, no entanto,há
necessidade de investimentos -
em conhecimento científico e
infra-estrutura.
"O desenvolvimento susten
tado do Pantanal passa obriga
tóriamente pelo tratamento in
tegrado da Bacia do Alto Para
guai, compreendida por regiões
serranas, planaltos e planíci
es inundáveis, cujas altitudes
variam de 75 a 650 metros" diz
a Secretária.
ZONEAMENTO ECOLÓGICO
O documento de Mato Grosso
do Sul, que deverá ser incluí
do no ret6rio, afirma que o em
basamento técnico passa neces
sãriamente pelo zoneamento eco
lógico da bacia, numa primeira
etapa e posteriormente, a con
dição mais importante, decodi
ficação da linguagem técnica,
para uso dos administradores -
1o Estado e dos municípios.
Para a Secretária do Meio
lnbiente, o desenvolvimento
sustentado da região serrana e
los planaltos deve ter primei
ro a definição das aptidões -
le uso desse espaço territori
al, a "ser efetuado com politi
2a adequada de conservação de
;o los. Um dos instrumentos mais
2ficientes neste sentido tem
sido o programa de microbacias
já implementado em outras épo
:as, e que necessita ser reto
nado urgentemente como politi
:a de pesquisa que procuram al
:ernativas adequadas de cobertu
:a vegetal dos solos, mesmo f~
:a dos períodos usuais de plan
Coluna Espírita
Escamas
1n
(
Sec. do Meio-Ambiente Emtko Resende
tio na região, como cobertura
verde e plantio direto.
A questão da reserva legal -
de no mínimo 20% da propriedade
averbada em cartório, segundo E
miko Resende, constitui instru -
mento de extrema importância co
mo um dos mecanismos de manuten
ção da diversidade genética dos
ecossistemas sob uso agro-silvo
pastoril.
"Há que se desenvolver ainda
uma política de fiscalização com
corpo técnico mais qualificado e
profissionalizante para exerci -
cio dessa função", acrescenta a
Secretária.
Para a planície pantaneira ,
além da pecuária extensiva já
praticada por mais de 200 anos -
em convivência relativamente har
mõnica com o ambiente, devem ser
procuradas outras alternativas -
de utilização econômica que con
sigam valorizar o ambiente rei -
nante na regiao, às áreas sazo
nalmente inundáveis", diz o doeu
mento do Estado. -
O docuemtno pede ainda incen
tivas para pesquisas que procu
ram viabilizar programas de mane
jo sustentado da fauna e da f1o
ra da região, aliada e uma legis
lação adequada para tais finali=
dades. "Especial atenção deve ser
dada á fixação do homem pantanei
ro à região que, ao longo de mui
tos anos, tem desenvolvido uma=
cultura própria de convivência -
harmônica com o meio Ambiente".
Preserve o Pantanal
Sul .. Ma tQ_grossense
°
" E logo lhe cairam dos olhos como que umas escamas, e re o
cuperou a vista". - (ATOS, 9:18)
J.1
A visita de Ananias a Paulo de Tarso, na aflitiva situa ir
ção de Damasco, sugere elevadas considerações.
Que temos sido nas sombras do pretéri o senão criatura
recobertas de escamas pesadas sob todos os pontos de vis a?
Não sómente os olhos se cobriram de semelhantes excrescênci
as. Todas as possibilidades confiadas a nós outros hão sido
eclipsadas pela nossa incúria, através dos séculos. Mãos,pés
língua, ouvidos, todos os poderes da criatura, desde milêni-
os permanecem sob o venenoso revestimento da preguiça, do
goismo, do orgulho, da idolatria e da insensatez.
õo,
O ocorro concedido a Paulo de Tarso oferece porém, en ua
sinamente profundo. to:
Antes de recebê-lo, o ex-pesquisador rende-se incondici
onalmente ao Cristo; penetra a cidade, cm obediência ã reco
mendação divina, derrotado e sozinho, revelando extrema re
nuncia, onde fora aplaudido triunfador. Acolhido cm hospeda
ria singela, abandonado de todos os companheiros, confiou em
Jesus e recebeu-lhe a sublime cooperação.
~ importante notar, contudo, que o Senhor, utilizando a
instrumentalidade de Ananias, não lhe cura senão os olhos ,
restituindo-lhe o dom de ver. Paulo sente que lhe caem esca
mas dos Órgãos visuais, e, desde então, oferecendo-se ao tra
balho do Cristo, entra no caminho do sacrifício, a fim de
extrair, por si mesmo, as demais escamas que lhe obscureciam
as outras zonas do ser.
Quanto lutou e sofreu Paulo, a fim de purificar os pés,
as mãos, a mente e o coração?
Trata-se de pergunta digna de ser meditada em todos os
tempos. Não te esqueças, pois, de que na luta diária poderás
encontrar os Ananias da fraternidade, em nome do Mestre; a
pro'ximar-se-ão, compassivos, de tuas necessidades, mas não
olvides que o senhor apenas permite que te devolvam os olhos
a fim de que, vendo claramente, retifiques a vida por times
mo.
TIJOLOS DE 8 e 6 FUROS E MACIÇOS.
O MELHOR PREÇO DA CIDADE.
RUA - JOSÉ LEMES BUGRE, SINO
FONE - 439 - 1329
BELA VISTA - MS
VENHA. VISITE-NOS E COMPROVE!
n
d
i.m
d
s
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·, n
:, ,
e
ORAÇÃO PELA FAMÍLIA
Nós vos bendizemos, Senhor, pois .quisestes que o vosso Pilho ruiscesseos
e crescesse numn família, experimentando as dificuldactes e s nlegrias -
que cercam nossa vida • Mos vos pedimos por esta fnmilin: protegei-a,gua::lº
dru-n;e ncompnnhru os: passos de seus membros com o vosso olhar de Pai :ye
conduzi-os pelos caminhos do mor e da fé; e, vivendo a vocaçno nssumi-":1-1.
da no sacramento do matrimônio, realizem u□Igreja doméstica e sejam tes 1.v~
temunhns do vosso amor. ra •
Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito_m
Santo. o
Jesus, MariR., José, protegei nossas familias, t d • tã : , (ornanuo as sempre ma1t
urudas e respeitosns, dando n torlos uma boa morte para que possamos um
dia nos encontrar unidos para sempre no cu. Amem. ne-
PRECO DO EXEMPLAR Cr$ 150,00
O TRÊS PARA HELIIOR ATENDER
EN JARDI
Av. Duque de Cartas, 507 - Fone: 251- 1091
NA VILA CIISÃO
Av. 11 4e Debro, 63 -roe: 251 - 1341
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rça. coroe1 Ciso,Tie: 251- 1194.
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Parati LS 83/83 - Cor Cinza Metal.
Uno 87/88 - S - Cor Vermelho.
Passat Village 84/84 - Cor Cinza metal.
Belina 79/79 ·_ Gas - Cor Bege.
Fusca 83/83 - Cor Branca.
Premiu CS 87/88 - Cor Azul.
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:i~ m: ,JUI.11O DH 191 PAGINA - 01>
----------·-
1 L UM I N I O:
Problemas nos Solos Brasileiros
------------
REPORTAGENS FOTO -
GRÁFICAS
Casamentos, Batiza
dos e 1iversários
Tratar com Ubaldi
no neste jornal.
DOCES EM COMPOTAS
Os melhores doces
caseiros, à venda
no Supermercado Ni
sikawa - Doces cÕ
locados à venda pe
lo Asilo dos Desam
parados.
1 rLo, provida pet« RPA te
No transcorrer d+ 1» Rum1ião Netont te s""" as tr±o a tott»d 4o a-
Dourados, ocorreu, no d1a 2 pp., una palestra sot" '' aro, do htttuto Agreleo A«
1@inlo, proferldda pelo pequlador Carlo Eduardo de Ca+n»
Capinas HAC). • « as reles tritfolan, ão_altos, Isto é,
Smundo Carro, a rande malorLa dos rolos, ",, [o o alfo, o magnésio, o potásto
possuem TI baixo, pou d1pon!tidade de nw",,to prova o rentarto devido rua
r o f6foro) e elevados teores de atu[nto. F",'a sorte ares ± p'·ta. As raízes-
toxidade, causando uma dratlu reduçao das rai?"" ' P' er tas idade de buscar j.
o1 descrvotv+tas tornas 1ata atas «ensfve1 "",,"""{"k roans e rrtG« coo
ua na camadas tis profundas do rolo. Problema est ' .ral ocorro deflefencfa hídrica
norll' do Parana, Sao Paulo e .:to r.ros::o do Sul, onde "~ J. ,
durnnte o ciclo cfa cullur-a,
- - de diferença no comportamento das ln-
Entre as diversas espécies cultivadas ha una ran a. o nlIho e o arroz ão pifes
tas com relação ao alulnlo. Camaro xerplifIcou que_a )",ire suscetível da variabllj4,
que toh•rn:s r.k1fr.: o nh1e1[11Lo. Por nutro J.ndo, o trigo e una tsp -
de de tolerancfa entre as cultivares. _-. , g. e eva o P# do solo, torando o
0 pesquisador do_IAC explicou que a aplicação de calcar!o" anda ariét ao roo -
aluInlo no toxlco ns planta. Entretanto, a calaena vaf corr!»
(20 CD) dclx,rndo o r.ub,mlo ácido. . 1 1 . ,
A olução Ideal para o prohlea é o melhorwento genético, ou se)a, criar cult /vare qur
seJan tolerantes, As cultivares brasileiras foras selecionadas em solo acidos, portanto
siio tolerante mas este materiafn nao tens pot.enclal de rendimento.
As Institutçe de psquina trlt[cola no HrasII realizam cruzaento entre a cultivarem to
tcrnntes e 11..,; ru,1ls produtlvan, procurando ohtt•r novas cultivares com entas duas Importantes-
cnr,,cter{stfcnn. -
O trabalho apresentado por Carlos Camaro mostra una metodolofa que emprena_oluçao nu
trltlvn contendo nlua[nlo o que pemltc seleclon~r o a.oterlal 6"Ul'tcrtlvel , qm• t" l"l lmln.ido,
e o to1ernntc, que pnssn ;nra o CM.lpo pnrJJ ser iseleclon,1do para outrn~ caractl"rÍsllc:tR ta::a -
bée1 descjiivcie .. Este método p<"ndte elt~ln.ar uc...1 grande quant Idade de plantns ensível em -
um curto eBe,:iço de tccpo enquanto o campo é nec.essiirlo todo o perlodo d~ um., t:nfra,.
A tolcrancla. o alulnfo no trJg.o e una necessidade para plantio em arcas cIdas, poIs -
nestes solos n cultivar tolernnte tem urs siatean radicular mais profundo, o que capacita a
plnntn obter água e nutrlentcn CJ.I cncuu.f.á& mais profund..1s.. .
lato n.io acontece coca as cultivares suscct{vela por poasu!rcm rnlzes Q..'11 dctH."nvo1v(da:i ,
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FANDANGO 1a-
LARAN,
1
A ir
vm.no HARfiHII j
"
Este semana a "bronka" vai contra co
merciantes desonestos que contratam (o-não
pagam) p·r:cntaçÕP.s de oerviço,divulgaçiio ra
diofônica e até memo divulgação em jornal
são os "caloteiros" da sociedade, que es
quecem do honrar seus compromissos, são da
quclc tipo de pessoas que na hora do ·acer
to tem a "cara de pau" de dizer que não ou
viu a propaganda no rádio (também não 11=
gou o aparelho) ,não recebeu o jornal ( tam
bém não assina o jornal) e o serviço nao
ficou "tão bom".
Pessoas desse tipo fazem parte da
lista negra (ou branca) de emissoras de rá
dio e jornais da região. Não são de confi=
anca. Esta chamada de atenção é diretamen
te para "dois" comerciantes de Bela Vista,
se não honrarem seus compromissos terão
seus nomes colocados nesta coluna na pr'óxl,
ma semana.
n
AGRADEÇO
O convite enviado pelo Sub.Ten. ELY
MENDES RIBEIRO - Presidente do Grêmio dos
Subtenentes e Sargentos de Porto Murtinho,
para participar da festividade de inaugura
cão da piscina daquela entidade. -
Parabéns aos sócios e à competente di
reteria do GRES pela bonita iniciativa que
vem trazer mais uma opção de lazer para to
dos murtinhenses que frequentam o Grêmio.
TETE FRAZAO
Ainda em tempo quero parabenizar
amiga Tetê Frazão que trocou idade no
22/7 pp. a ela os votos de um sem fim
felicidades.
Tetê Frazão faz um ótimo tiabalho
jornal Pantaneiro de Aquidauana.
REDE GLOBO
cão às crianças.
Didi,Dedé,Mussum ... merecem o
_aplauso.
É exemplo a
fez 65.500 m?
a
dia
de
no
A vênus platinada- emoci_onou o Brasil,_
quando da apresentação do programa 25 anos
dos Trapalhões, a Campanha em prõl dos me
nores carentes feita pela UNICEF em con
junto com a Rede Globo de Televisão, foi a
lém das expectativas.
Já estava na hora de se dar mais aten
O Restaurante
e Lanchonete Sol de
Verão estará promo-·
vendo no mês de
agosto na cidade de
Caracol, um grandio
o "fandango" que
será animado pelo
conjunto Essência
Nativa.
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sas pelo telefone:
495 - 1140 falar c/
Dona Lurdes.
PASSEANDO
Quem esteve vi
sitando os pampas ,
foi o gaúcho CÉZAR
LIMA e a esposa SAN.
ORA - Diretora da
Escola Ester Silva.
Os amigos esti
veram também em Cu
ritiba no Paraná,em
Santa Catarina além
de várias cidades
gaúchas.
Estavam matando
saudades da ter
rinha natal.
Welcomel
ACOMS
Em minhas maos,
a ficha de inscri
ção enviada pela As
sociação dos Colu
nistas Sociais de
Mato Grosso do Sul,
afim de participar
como membro da enti
dade. -,
Agradeço o cari
nho da Presidente~
LORETA ZARDO para
com Este Colunista.
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••INFORMATIVO••
SINDICIITO RURIL CIR CDL
::TllillC/'I'O RIJJUL flE CAHJCOI,
DIRETOR l
- ---- • -·
Presidente: Moedir Codoy da Silva
1o Vice-Pres: Juvino Godoy
2o Vice-Pres: Orestes Godoy
Secretario: Adão Rodr ique, Antunes
'Tooureiro: Aral Rodriques
CONSE
1,HO i'ISClt.
Ramao de Arruda Farias
/lirto11 rloriano dos Santon,
AIherr Godoy
DELEGADOS JUNTO A FAMASUL
_Noi..10011 r.oitc Laranjeira
Dccio Albuquerque Godoy
o:::;-..;:_-,---------------------
FUNÇÕES
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DE JUNH0/91)
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l'c110 Q1mpdr~ , , , ,22.070,00., Jl,890,00
Ldtdro, l'cno , 18.000,00, 27. 5)0,00
J":lt<'l to, Rct Ire Iro 26. 750,00 )0.600,00
r.npnt,1z de cnmpo .....•........... 37 .320,00 60.080,00
Atlminlr.trndor ......•.....••.. , .•• 78. 7)0,00, ••••.. ---
l'rnclro • • , .•. 19.210,00 .•..••. 24.370,00
r.ozinhclro/fa,.cntln , ,., lij. 200,00, ...... 24. 750,00
Tratorista, pneu , 25.240,00 .••...• )6. 790,00
, cntelrn •...•... , •... ,29.900,00, 4l.OOO,OO
lnr.~mlnntlor , 55.JJO,OO •• • ---
tlccnnlco , ,4). 700,00, .
Observação: As Médias Salariais acima nio Incorporam o Mono a
riaçio da Cesta Iiiea (CrS 3.1)1,68) e nem o abono da Let Fede
rol 8.178/91 (CrS J.000,00). -
SAI.ÃRO (EH CRS)
DIPRHITADAS
(VAI.ORES Hf:DIOS J>ACOS DI JUHll0/91)
Valores e CS)
Lnmplnar poAtc 450,00 520,00
Flncnr postr, ,.,. 150,00 ·IB0,00
Lampinar Ire....·.······'''y··· Jl5 ,oo )S0,00
Flncnr flrnc , •_:- l!I0,00 2~0,00
CAKll11ÃO llOIADKIRO
(VALORES PIOS EXERCIDOS ATÉ O DIA 10/07/91).
Hf:DIA HlHIHA Mlilll.A IIÃXlHA
KM PF.RCXlRRlllO VALOR (E>I CRS)
±e, CA+E
acima de 50 (p/km rodado).......··...·.......... 100,00
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IMPLEMENTOS
(VA! QR_KEYEEIIS AO ÉS_DE JUB0D%) •
ia ãQ. - (CRS)
l.200,00
450,00
850,00
450,00
850,00
Eleição
No último dia 19, foi elei
ta a nova diretoria da Fama
nul - Federação da Agricultura
de MS - pennilnccendo nil presi
dência Eduardo Machado Metcl -
lo, pecuarista de grande lide
rança junto a classe produto -
ra. No decorrer dos anos, Me -
tello tem se destacado pelo cs
plrito sindicalista, pr.omovcn
do eventos que contribuem para
que MS destaque-se corno Estado
cm crescente desenvolvimento -
dentro do constexto Nacional .
Sua participação nas d<?cisões
política e económica a nivel -
nocional e internacional repre
sentando a CNA - onde ocupa -
uma vice-presidência - permite
aos produtores de Mato Grosso
do Sul acompanharem de perto
as perspectivas de merr.ado e
outras questões inerentes a
produção agrícola.
Uma chapa nota 10 é o que
se vê a seguir:
DIRETORIA EFETIVA
Presidente - Eduardo Macha-
do Metello.
10 Vice - Teldo Kasper
- Afábio Lopes C. Sobrinho
- José Roberto Antunes s-
trang
- José Queiroz Moreira
na
- Manoel Martins de l
me ida
lo Socrct. - Jon6 Ar -
mando C. /modo
20 Secret. - A;ef Bu
ainain Neto
30 Secret. noberto -
de Oliveira S. Júnior
1o Tesour. - Louc1dio
Pcrcirn da Cunha
20 Tesour. - Noilson
Leite Laranjeira
Jo 'l'esour. - Alfredo
Antunes Soarns
CONSELITO FISCAL
Paulino Estraliotto
Leoncio de Souza Brito Pi
lho
Aparecido Fernandes
DELEGNnS REPRESENTANTES
Albenah Garcia Filho
Paulo Cesar de Queiroz
A reeleição de Eduardo
Mctello com chapa única,
foi acompanhada de outros
membros da diretoria, à
exemplo do agricultor ~el
do Kasper na vice-presi
dência, expressivo nome -
da agricultura local que
exerce -grande liderança ,
dada a vasta experiência
no trato das coisas da
- ------------·-----------======~====--=---
Naquele tempo os médico& do interior não possuí
ama nenhum apoio das maquinas, ou laboratórios para
ojuda-los na profissao - tinham que ter, assim, o
dom do diagnóstico intuith·o, muitas ,:ezes perto -
do milagroso, par vencer na profissão.
O Dr. Vespasian,, Martins, usava seus sentidos
aguçados, quase sobr~naturais para descobrir as
doenças e problemas que accometiam seus clientes.
Não apenas o "sexto sentido", que ele tinha muito
descm·oh·ido, mas os sentidos comuns. usados cons
tantemente da maneira invulgar.
Assim, bastava observar o andar de uma pacien
te, para saber, com segurança, se ela estava graí
da ou nao, antes mesmo que a própria interessada:
ti..,.esse certeza do seu estado.
Certa vez, foi, com seu filho Hélio na casa -
dos Razuk, a chamado, para tratar de 2 pessoas que
estavam doentes.
Ao entrar na residêncie. virou-se de repente e
fnlou para o menino:
- Vá para casa imediatamente, tome um banho bem en
saboado e se desinfete com álcool. Fale para sua
mae preparar o mesmo para l!lim, que eu já estou in
do.
Fama sul
terra. Secretaria e te:sou
raria tambem mantiveram ·
os nome; de José Armando
c Lauc.ídio Pcrcd r,, dn Cu
nha iro.porLnn te:, Cilr<JO!; r..:i
condução da linha sindi
cal, o que nos vale con -
cluir que a Famasul pre -
tende continuar o bom ::;cr
viço que presta os produ
tores com equipe cxperien
te. Este sindicato curnpri
menta a todos os membros
da diretoria, augurando ê
xito nas iniciativas o a
liando-se na condução, do
que, todas as Entidadcr. -
unidas, possam contribuir
para o bom desenvolvimen
to do Estado.
REAL
Mostrando uma tendên -
eia nova e vontade de tra
balhar e produzir, o dia
da elcic5o não foi vazio,
aproveitando a presença -
dos presidente e delega -
dos sindicais, foi organi
zada uma real que tratou=
da tributação excessiva -
dos produtos agropecuári
os. A reunião contou com
a presença do Prof. Per -
nando Rezende, João c. e.ar
valho e Gervásio Alves do
Oliveira Júnior como pa -
lestrantes,_e dirigentes
de associaçoes e sindica
tos rurais como debatedo
res. Muito produtivo os
debates.
Mais tarde o Hélio fi b
• cousa endo que o pai
._.erificara que os pacientes e t
_ s a vam com tifo!
entr~dos como vocide_soube, papai, se mal tínhamos
na reR encia?
Pelo cheiro, meu filho, respondeu o médico.Eu
sinto o cheiro de algumas doenças.
Assim era o Dr. Vespasiano •
Vespasiano. •
0
fantastico Dr.
(Eduardo Machado Metello)
Vacine seu Gad
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CDMINHIO EM BONITO, 9 RES
Tllrctor: Iv:dt!o Pcrcdrn
Dezenas de traba
lhadores rurais,"sem
terras", acampados
às margens da Rodo -
via que liga Bonito
à Anastácio, saquea
ram um caminhão boia
deiro, abatendo nove
reses no próprio lo
cal. Segundo informa
ções prestadas por
telefone, "a cena
foi dantesca,os sem
terras atacaram oca
minhão, armados do
facas, machados, foi
ces, e abateram o ga
do ali mesmo, num es
petáculo terrível".-
A mesma fonte dis
se-nos que anterior=
mente, os sem terras
/
I
'"'
haviam atacado um ca
minhão que transpor=
tava alimentos, do
Mercado Atacadão,dei
xando apavorado o mo
torista. Os mesmos=
"sem terras", também
ocuparam a Prefeitu
ra Municipal de noni
to, reivindicando
providências,pois es
a-
Vereador Jorae de Souza
Alaíde Corrêa
Interditada
tão há muito tempo
esperando urna deci
são das autoridades
e nada foi feito.
Mais de 100 poli
ciais interviram e
prenderam diversos
trabalhadores,todos
despejados da Fazen
da Taquaralzinho,em
Anastácio.
O combativo Ve -
reador Jorge Rosa,
PresidentP. da Câma
ra Municipal de Be
la Vista, apesar de
a Câmara estar em
recesso, atende to
dos os dias, em seu
Escritório, na pró
pria Cãnara, ou no
Clube elavistense,
do qual é Presiden
te, eleitores e o
povo em geral.
Jorge não faz
0istinção partidá
ria, procura benefi
ciar a comunidade ,
por entender que foi
eleito "para defen
der os interesses
de Bela Vista".
Falando ao Diá
Tribuna da Frontei-
Segundo o porta
voz do Movimento ,
"estes trabalhado -
res estão sobrevi -
vendo em condições
lamentávies, mulhe
ros e crianças es
tão passando fome e
o desespero os le -
va a tomarem atitu
des como estas". Mo
radorcs de Donilo
qaram para a Redacio,
falaram do temor e 1a
ceio de que a situado!
piore e os srm tcrr
invadam a cidadc,snt,
qucando mercados."í
nal, disse um destae
moradores, um homem
com fomc,vcndo os s
filhos passarem nec
didades é capaz de tdc
0
5
fia
L(Q1t. t:
taras atividades
produtivas cm no_
5
cidgd:6 ver Bela id
ta hoje, após a E
BEL, as ruas cstã
vazias, os comerci"
tes passam o dia d..
versando,os funcid
rios parados às Pi
tas das lojas, é i
quadro triste", ,
comenta - para 1. •
gir com cntusia!'
mo, "mas temos pq
tencial, é só trat,
lhar no sentido d
7..
rão um pouco de si
salientou o nob1
Vereador Jorge
Souza Rosa.
Calçadas em Frente as Residência
'
A Rua Alaide da
S. Corrêa, que corta
os Bairros Primave -
rase Costa e Silva,
ligando este último
ao Bairro Itaboraí,
há vários meses en -
contra-se praticamen
te interdiata no tre
choque dá acesso ao
Itaboraí, onde for -
mou-se uma verdadei
ra lagoa devido as
chuvas, com· as
lamas impedindo o
trânsito tanto de
veículos como de pe-
destres.
Hoje, com a falta
de chuva há vários -
dias, formou-se um
arande buraco fazen
do com que o trânsi
to fosse desviado pa
ra as laterais da
rua, assim mesmo com
muitas dificuldades.
Por enquanto ain
da é possível, com
um pouco de cautela,
cruzar pelo local
mas. em caso de uma pe
quena chuva e devidÕ
a região ser bastan
te alagadiça com cer
teza a Alaide S. Cor
rêa nao dará passa -
gem para quem vai do
Bairro Costa e Silva
ao Itaborai, ou vice
versa, causando -
transtornos aos mora
dores e famílias que
necessitam cruzar
diariamente pela via.
Provavelmente de
vido ao ritmo inten
so dos trabalhos de
asfaltamento da rua
Soares da Rocha e
transversais,o Secre
tário de Obras Mar -
cos Câmara ainda nao
tomou conhecimento
do problema,com a no
tícia provavelmente
o Engenheiro determi
nará o envio de uns
caminhões de aterro
e uma patrola para
resolver de uma vez
por todas a situação,
atendendo a pedidos
de vários moradores
daquelas imediações,
pois trata-se de
um. serviço de fa
cil e rápida exe
cução.
Vamos esperar pa
ra ver!
Rosa
A coisa parece
sintomática, na par
te alta da cidade ,
tão logo o Prefeito
Edson Moraes termi -
nou as obras de as -
faltamento,num total
de 40.500m
2 vários -
proprietários de re
sidências começaram
a construir suas cal
çadas, numa demons -
tração de responsabi
lidade e preocupação
com o visual e embe
lezamento da Prince
sa do Apa,além do fa
to de que com o as=
faltamento ninguém-·
vai querer barro ape
nas em frente da ca
sa para sujar a resi
dência.
O mesmo já vem se
verificando na Rua -
General Soares da Ro
cha e transversais:
cujos serviços estão
em fase final, vãri
os proprietirios já
estão se movimentan
do para cônstruir as
calcadas, até mesmo
aquelas pessoas de
menor.poder aquisiti
vo estão procurando
uma forma de execu -
taro serviço. Como
em toda regra exis
ra, ele disse que
"tão logo sejam rei
niciados os traba
lhos Legislativos ,
irá apresentar vá -
rios projetos visan
do criar alternati
vas para o desenvol
vimento de nossa ci
dade, solidário com
a campanha que a TF
vem desenvolvendo -
para agilizar oco
mércio e a indús
tria belavistense".
"Nosso povo pre
cisa de empregos
diz Jorqe - e oco
mércio e a indús
tria são os que po
derão gerar mais em
pregos, alguém pre
cisa fazer alguma
coisa para desper -
;, ,
ps
Calçadas nas ruas asfaltadas, uma melhoria necessária
tem excessões,alguns
mais acomodados, in
clusive mais favore
e idos pela sorte ,c:ciii
melhor poder aquisi
tivo,preferem que a
sujeira da frente -
de suas casas conti
nue,inclusive sujan
do o próprio asfal
to que é mantido sem
pre limpo pelos jo
vens "Garis"da LBAi
PRONAV Municipal,e
xemplo disso são os
veículos que saem -
da área das residên
cias sem calçamento,
com os pneus todo -
embarrado. o Prefei
to Edson Moraes por
enquanto não pode -
fazer nada,mas já an
da pensando'no assun
to,pois pretende a=
tê o final de seu mari
dato dotar a cidade
de um aspecto pare
cido com os das ci.da
des do interior de
São Pulo, toda asf.
.. Jmc.•n-
tadinha,calçada,grren
mada,com água,luz ostG
esgotos atendendo de
da a populacão. ' e
das medidas que ele ""
de adotar é constr dia
calçadas e depois """
contar no IPTU dos dia
radores, com uma
salva, essa opcão a.
dera sair bem mai
ra do que o propr
r1o mandar fazer :
feitoria. ª--
'! 1)1 J'IIO!ITP.J Ili
l' . poli', ,, ,. ' por 307 da produção de
:l ,.!:io ,to f:r;tn,to, com o ,•qulvalent.,,
? m!!h. de arrobas/ano, a Coopei
fva tgcon ai-'torosense Lt di--
COPAS'L,, !Aada em !avira[, acaba de
·roywr a Spr Intendêncfa Regional'do
isco do Bali, o financiamento pra
a implantação de um complexo Inda
rial, tos ri produzir pela primeira
·,; 110 I· .. 1 oo, ,, fJo ,J,, nlr.otl:io p 1r-1
IndGst'+ til. A ren!o de apre
vnt «to la proposta aconteceu no fa-
1
btete do cretãrto de Tor1mo, ln -
dostla tUorcfo, Aldayr Helerle,
A fibrtea de flos de algodão,a ter
!1 ,,t.11,,rl;, nu•.·1 nn,pln ,trou, no MunJ'.c{-
p 1 o de A.,ra, deverá absorver 257.
do totnl du prodo de toda u coopc
r,tt1vn, 1,e- ,L,,·,lmentc conta cou 3000
a±so Lados, trabalhando apenas no se-·
u,r ,ln pro,1 ação de alodo. Isso quer
' !}zer qa, cenforme o diretor-presi -
t Ol!ll1 e da Cosul, Sakae Kamttaní, "a
} 1em te poder oferecer ao mercado Ln -
•; tsruo o odto fi induetrinlj.zndo' ,
1
/ poder ato: co:.t luar exportando para
outros E .. tnrlos, principalmente oa1· do
sul do Puld, o dlgoclio pnra ser e-
íllbtlo", /i,·
?RODliÇÃO: 2 mil kg/mês t
,:
Caso realente se concretize o 1-
1131c 1 ~,11wnto global do comple.xo indus
trl~l. que prevê n obtençio de recur
os através do FCO - Fundo tonetitu -
1: cional de Financiamento para o Centro
, Oeste, do Finame, além de incentivos
flscnls do Estado e do Município, sua
produçio inicial será de 200 mil qui
los Jc fios, por mês, podendo o alio
dão ser beneficiado nos medidas 20,24
e 30, as quniq aio destlnndns exata -
ocntc a atender o mercado de malharia
" confecco de tonlhas e muitas outras.
lll A.H IO RP.G IONAL,
Por sua vez, o Superintendente Rc -
gionnl do.Banco dct Bras!l,Manoêl Pinto,
Souzn J~nior, gru:antiu que a "institui
cão não vê nenhum lmpecilho em contri-;
buir para que o s.9mplexo seja implan~
do. Essa não ,é_ a pr,imcira vez que a c!!J
pasul Íecorre no·nanco do Brasil e se~
pre se'mostrou altamente competente na
destinação dos recurs~s". O SuperinteA
dente do BB, Manoel Pinb se fazia a -,
companhar do Coordenador~dn Gabinete~
do Sur_erintendência, Jorge 'Tamashiro ,
tendo participndo de encontro, o Geren
te do;~nco da cidade de Naviraí,_~1ã;
dt~ e Sbares, o diretor-secretario
,t~â • su'f"i Edsc:A1 Y. Shingu além de
.... - ~~-· -
MICROS E PEQUENAS EMPRESAS ..co kdz Carlos MInechtnne, agrong
} mio a coor :rattva.
1
Para o Pu,fcito da cidade de Navi- '· :' INVESTIMENTO: US$ 2S MT
. ral, Onevam de ~attos, que acompanh~- ,
va os dir!gentes da Cooperativa, j Para que comece a produzir os cerca
implantaçao desse complexo, reveste - de 200 mil quilos de fio de algodão
sé ninda de uma maior importância, já por mês, previstos no projeto inicial,
que deverá resultar no surgimento de a ind~stria deverá absorver um investi
várias micros, pequenas e médias em - menta da ordem de Cr$ 9 bilhões (o e=
presas de confecção, gerando assim - quivalente a US$ 25 milhões), isso ln
muitos empregos e tributos para o Mu- cluindo a parte de estrutura física do
nicÍpio e uo Estado. Nós estamos ofe- complexo, mnqulnários e equipamentos -
rccendo teclo apoio a essa iniciativa necessários para a sua operacionaliza
e nos colocando ô disposiçio dos orga çào. Ao final do encontro,o Seci,·ãrio
nlsmos oficiais, como o CDI (ConselhÕ de Turismo, Indústria e Comércio, Al -
de Desenvolvimento Industrial), para dayr Heberle, manifestou sua confi,.nça
avaliar a proposta". no projeto,que agora será subpietido ao
=anuir =wu=ame»en a« m e u Conselho de Desenvolvimento Industrial.
O nü.r:iero crc~ccntc. de autooó
veIs circulando hoje pelas ruis
era, entre di·crsos probleoas,
w:. trâwlto tntc11so e contínuo.
Pnra ag.rnv.1r J. situação, ao
an-se as con:Iões das vias pi
blica!l (> a :::..:.i.r.ut.1.:r..;ão dos vefeu
los que, aia-se de passagema ,
em ruitos casos, é deficitária.
E é neste àlt!ro que vanos -
nos d<'tcr.
Para !ncllitar o cntcndl.ccn
to, ::,c.::oi- qm.· :..1.bcr dlfercnclAr
os dols tlpos de mn.nutençnõ :
1
rretiva e preventiva.
t:'-t;uanto ,l corrctlvn é ut1U.
zada quando bO::OS obrigado& ã
reparar alçus couponente ou pe-
e
a, a preventiva procun1 nnte
cipllr-se, evitando quebras~,
consequente.mente, transtornós.
Alem do que, nodo é -pior" .do
que um.o fila de carros butinan
do atrás do seu veiculo. -
lnfcllzoentc, a. grnnde e.li
oria_dos motoristas'preocupa
se so com a corretiva, esque -
cendo-se de que a preventiva ,
alem de e.ais segura, e ais ba
rata.
Uon. simples análise nos mos
tra que os riscos são bcc c:e--=
nores e as despesas mAis nuoii
veis quando esta Última ê colÕ
cada e.e prática. -
,S1.cples cuidados, como:
1
- troca de Óleo do ootor
- veriílcaç.ão dos freios a ca-
da 5.000km
- alinh.o.oento direção/suspe.n -
são a cnda. 10.000kD
- trocn de nr::ortecedores o ca
da 30.000k:11
- substituição dos filtros de
coobustlvel, de Óleo e de .or ,
conformc indicações, s.ão cuito
in.portantes para a sua seguran
ça,
~ boc ta.cbém não esquecer -
que uma veriflcacão scc.anal, a
brangendo: pressão de pneus, nl
vel de águ., do radiador, lnape":
çõ.o da bnteri4;io e.xamc geral das
condlçÕCs das lnntcrnns, do
1
.
991
PGINA
iniao e4 nAo
RORAL EM TEREMOS
A prIelra reanfão do
Programa "Nosso Campo
'.ossa Forçn", co::i produ
tores a scrcn bcneflcla
dos con ~lctrificaçito r~
ral, aconteceu no Clube
Feminino de Terenos. A
nformaço é do Prefden
te da Erresa de Pesqul
oa, /so1utênc1o Técnica
e Extcnt;Õo Hural - Ec:pa
er -, e o Coordenador cio
Programa, Djcrson Farioo
de Novaes.
O Programa "Nosso Ca
po, Nossa Força",foi la!!_
çado no ~ltimo dia 16/0i
cm M1rnnda, pelo Governa
dor Pedro Pcdrosainn e
prevê a implantação de
l,JOO km de redes rurais,
nos próximon 14 meses.Ao
, todo serão eletrificadas
I• cerca de 1.400 proprteda
1
) des rurais, representan
do um incremento de BZ
na quantidade de propri~
dades eletrificadas em
todo o Estado, em pouco
mais de .,.ui ano.
• Na reuniio em Terenos,
que foi presidida pelo
Assessor Especial do Go
ver.nador, Antonio Carlos
Arrio, os produtores ru
rais irão conhecer as
condições de financiamen
to oferecidas pelo Gover
no e outros deta).~es tês:
nicas. Segundo Djerson -
Farias, o prqdutor irá
financiar apenas SOZ do
custo da obra, -~isto que
o restante sera pago pe
lo Governo do Estado.
O custo médio do qui-
1Grietro de rede está or
çado em Cr$ 2.300 mil e
a parcela a ser financia
do pelo produtor poderá
ser paga em 6 anos com
carência de sté 01 (um)a
no. Os encargos variam=
de acordo com o tamanho·
da propriedade. Para os
grandes produtores será
de 1007 da Taxa Referen
cial Diária (TRD) mais -
BZ de juros ao ano. Para
os médios proprietários,
90% da TRD mais 7,2% e
para os pe·quenos, BOZ da
frelof do 11m~odor dt: pâra-br.!.
so, n vel de oleo e fluídos
pode tirá-lo de situações dlfÍ
ce:1s. -
NÃO SE PRF.J1.IDIQUE PÓR •• 'IÃO
POUCO, CUIDE-SE, CUIDANOO BEM
00 SEU CARRO.
ZELE PELO PATRIMOIO MAIOR:
SUA VIDA E A DE OIJIRAS PESSO -
AS.
GUIO ARIEIE
, EFE DE SEGURANÇA - MOR
,,
J
An~onio C. Arroio
TRD mais 7,2Z de
ao uoo.
juros
AUMENTO DA PRODUÇÃO
O financiamento da 2
bra 1,erií feito pc 1o Ban
co do Brasil, com recu_r
soa do fundo Constitu -
cional para o Centro
Oeste - FCO,estando pre
vis,o um inves,imenLO -
,o.al de US$ 9,2 milhõ
es. A Emipaer é quem irá.
realizar e encaminhar -
para o Banco do Brasil
o plano de crédi.o para
o produ.or ruraf. A E -
nersul, por sua vez, 1-
rã realizar o projeo
02
cnico da obra. .
E Terenos deverao e
beneficiados ·om elerIft
!Ieacão eere de 45_pro
prfeirto rorais ja a -
dasrados pela Empaer
principalmene na refio
do Córrego Varredor, que
presena uma grande con
cenração de proprlda -
des. Segando o Presldene
da Empaer ese é um dos
crJ ,ér1os udo..i doo p.ira a
execaçio do programa, que
prevê o aendfmeno de Ol
proprJ,,rfnt!•~ p.tr,• cocla qui-
1amc.ro de rede irnplan,n
dn. A média hoje no Fsa
do é de npenos l proprie
dncle por 2km de rede elé
.rica.
As próximas reun!Õen -
do programa "Nosso Campo,
Nossa Força", serão renli
zadas em Jaraguar1 e Ban
deiran.cs, dia Ide agos-
o e RIo Negro d1a 02.
Ao odo a Empaer sele
cionou 20 localidades pa
ra parLiciparem do Progr~
ma, .ornando como base
priocipalmen.e as áreaR -
produ.ores de grãos de pó
los de bacia le1.e1ra,v1=
sanda com isso garan,ir o
aumen,o da produ.ividade -
no campo.
LER É CULTURA, É
LEIA E ASSINE O
SER INFORMADO!
JORNAL TRIBUNA DA
FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL; TODOS -
OS DIAS TRAZENDO A NOTÍCIA EM PR MEi
RA MÀO ATÉ vocn. MAIORES INFORMAÇÕES:
FONE: 439 - 1410, FALAR COM A Srn. ESTELA.
Tribuna
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da Fronteira
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Propriedade: Rede Befovlctenae de Jornah
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lnscrlçao P.stnchuil: 28.209.00J-l
Dlrctor - Red4tor Oieíe - [va]do -Pcr<!lr11
Diretora - Adtilnl1<trntiv,i - K:irla r t.<-1
Cerentr: r:llson Silv."1 Santos
3
ª
REGIONAL
V. Pereira
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Prootgira, 56- sE mo{}"" Grafto: Aventas Trtu+ d
Retacão- J+rate - Rua 14 «e ,[: (067) 19 - 1410
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JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA
f>IÃRIO REGIONAL
BELA VISTA, 3I DE JULHO DE 1.991. - PÁGINA - 03
0POSl(ÃO CONCORDA
Semnna pnnada, conversnundo com um migo de a
Tribuna du_Fronteirn, ex-integrante da Coligação
dns Opontçoen "BEi-, VISTA UNIDA" e, pelo menos em
um ponto ele concordou conoaco, "Bela Viata cotá
Ucando bonitinha, o homem cotá trabalhando direi
tnho" afirmou, referindo-e a administração Ed-
non Horaes.
Com iauo sentimos que algum motivo cotá prO'O°"'
cnndo o nquccimento das relações entre os dissi
dentes e os que permaneceram fiéio a união de par
tidos que mudou o curso da história política e Õ
próprio destino da Princesa do Apa. O que será he
im7 Pel~ jeito tem gente começando a enxergar-que
n divisao política cm noosa cidade oó intereooa à
um partido, o PMDB de Abraão Zacarias e, convenha
mos, ninguém vai querer entregar a rapadura para
o adversório depois de cotar com a faca e o quei
jo na mão, certo?
Ginásio de Esportes
Em totnl abandono há
algum tempo, o complexo
esportivo de Bela Vista,
construído pelo Governa
dor Pedro Pedrossían em
seu governo passado, de
verá agora a partir do mês
de agosto, ingressar nu
ma nova era. Estio em an
<lamento os entendimentos
para que o Governo do Es
tado, através da Funda::
cio de Esporte e Lazer,
sob a presidência do jo
vem e dinâmico Francisco
Lagos, passe a adminis - r
tração do Ginásio de Es- "
portes para a Prefeitura
Municipal, vislumbrando
se novos tempos para o es
porte de quadra belavts
tense.
Editorial
Pefcito Sício -Só dá ele
Mais adiance, ainda se refe
rindo a atual administração, o
amigo que representa inclusive
uma liderança política expres
slva em Bela Vista, em tom de
brincadeira, afirmou: "até pa
rece que o alcaide é sócio de
'ocês, só dâ ele no jornal".
t, temos de concordar que o
prefeito Edson Medeiros de Mo
raes 'em ocupando um considerá
vel espaço em nosso Diário Re:
gional, mas diga-se de passa -
gem, ele tem feito por merecer,
pois a cada dia que passo Bela
Vista ganha novas formas e a
quele estado de abandono, as
pecto de vila, fica cada vez
mais longe. Pela Yerdadeira
e feliz transformação que vêm
operando na Princesa do Apa
o prefeito honra e dignifica
a grande votação que recebeu
nas urnas e transforma-se no
maior e mais respeitado lí
der político da região,caben
do a nós da imprensa apenas
e tão somente divulgar a rea
lidade hoje a vista de todos,
só não enxerga quem não 'quer,
os ülti-
Francisco Lagos
e;:--
..
A 4? Prova Internacional, Mini-Maratona da In
dependência, realizada na fronteira entre Ponta Po
rã e Pedro Juan Caballero no último dia 27, con -
teu com a participação de corredores nacionais e
estrangeiros. O corredor belavistense Elenilson da
S11'a, 'encedor da prova _do ano passado, chegou em
terceiro lugar, ficando por uma diferença mínima
atrâs de um corredor de Foz do Iguaçu-PR e de um
paulista. Na quarta colocação chegou um atleta de
Cuiabá-MT e em quinto um representante da capi -
tnl Paraguaia, Assunção. A prova foi disputada em
21 quilÕoetros nas ruas de Pedro Juan Caballero e
Ponta Porá e teve um final emocionante com a che
ada dos três primeiros colocados muito perto um
do outro, conforme mostra os tempos da corrida:lQ
lugar (Fo: do Iguaçu) - I hora, 6 minutos e 2 se
gundos; 2Q lugar (São Paulo) - 1 hora, 6 minutos e
15 segundos; 3Q lugar (Bela Vista) - 1 hora, 6 m1
nutos e 2l segundos.
Após a corrida, falando à reportagem! Elenil -
son da Silva, que seguiu para Ponta Pora em compa
nhia de seu treinador OdÍlio Paredes em carroce
dido pelo Prefeito Edson Moraes e total apoio da
Prefeitura Municipal, destacou a importância de
sua participação nessa prova para efeito de expe
riência e aperfeiçoamento técnico de suas condiç~
es. O corredor belavistense foi o Único entre os
sul-matogrossenses a chegar entre os cinco primei
tos, comprovando suas qualidades excepcionais pa
ra o pedestrianismo. Parabéns Elenilson.
" O Povo
Essa afirmaçao é co
tum no meio de alguns Pg
líticos oposicionistas,
referindo-se às obras de
asfaltanento que vêm sen
do executadas pelo pre
feito Edson Moraes, o que
trata-se de uma terrível
dor de cotovelo, pois es
ses políticos que assim
Se referem não enxergam
0s benefícios que essas
obras trazem para as fa
RI1ias belavistenses que
hao coem asfalto, masco
iam, e como; a poeira
levantada das várias ru
hoje asfaltadas.
E de mais a mais, di
er que o prefeito devia
e reocupar mais com o
-
nao
( I
mos RCOn
tecimen -
tos polÍ
ticos pro
va isso. Moraes, "deraca sóltda na
tiMM É
A Câmara MunicipaL ae Bela Vista volta do re
cesso parlamentar após o dia lQ de agosto, a pri
meira sessão do segundo semestre deste nao será rea
lizada dia 06. -
O Presidente da Câmara, vereador Jorge de Souza
Rosa está tentando junto ao prefeito Edson Moraes
a liberação do restante do repasse do mês de junho·
para poder cumprir com alguns compromissos do Le
gislativo ainda pendentes. Vale lembrar que os fun
cionários da Câmara e vereadores receberam os seus
salários normalmente, ficando os fornecedoresnaes
pera.
povo carente que nao tem
o que comer, com os mais
necessitados, etc., e py
ra demagogia barata, po
is não querem enxergar
o trabalho da LBA/PRONAV
Municipal que atende ho
je mais de 3.000 pessoas
mensalmente entre jovens
·adultos e idosos, ofere
cendo todo tipo de aten
dimento necessário, in
clustve alimentação. Ede
pois, grande parte des
ses que se dizem caren -
tes, necessitados, 'verda
de seja ditá, são pesso
as mal acostumadas aba
ter na porta da prefeitu
rapara pedir, que nãÕ
querem trabalhar enten -
fronteira.
"Nian-e Pá" andonalo
Aproveitando que a Câmara Municipal está voltan
do do recesso nos próximos dias, seria mister que
um vereador desse uma passada lá pelas bandasdeum
dos monumentos históricos de Bela Vista, o 'Nhan
de Pá", localizado nos altos do bairro Clarão da Lua
e solicitar sen·icos de limpeza e restauração do
mais importante marco da história da guerra do Pa
raguai que se encontra abandonado, entregue às era
ças e sendo destruído pouco a pouco, o que não fi=
ca bem nem para a cultura, nem para o ch·ismo e nem
para o espírito patriótico de um povo.
Come Asfalto
dendo que o poder pübli
co tem a obrigação de sus
tentá-los. -
Ou não é verdade que
diáriamente tem gente sa
dia e forte, apta para
trabalho, pedindo ajuda
para compraralimento, re
médios, etc ... e muitas
vezes saindo da prefeitu
ra e indo direto para um
buteco beber cachaça?
A verdade é uma só, tem
muito neguinho ai que não ,
quer é trabalhar, eades
culpa de que em Bela Vis
. ta não tem serviço não cÕ
la, porque para quem quer·
realmente deixar a pre
guiça de lado e trabalhar ,
serviço tem e bastante.
"
----------- ---- ----- - -
Muita gente nao vai
gostar, vão até me conde
nar, mas a verdade tem
que ser dita, doa a quem
doer.
Futebol
Jardim é um exemplo para as demais ci
dades, no tocante ao vigor de suns Jnso ~
ciações e sindicatos. Todas as classes
possuem representatividade, são ágeis
defendem os interesses de seus filiados .
Em Bela Vista temos alqumas associa
ções de moradores que estão trabalhando
poucos sindicatos, realmente, atuantes
com excessão, evidentemente, do Sindicat
Rural, patronal, dos fazendeiros.
Hoje vamos falar a respeito dos comer
ciantes e lojistas. Estes não têm uma en
tidade para defende-los de injustiças o
para traçar planos e objetivos, até me
mo, para ministrar cursos de aperfeiçoa
mento.
Nossa cidade está completamente isola
da no que se refere à luta dos trabalhad
res, seja por melhores salários, seja pa
ra unir a classe, às vezes, surge a tent
tiva de uma ação por parte de algun:; dir'
gentes isolados, dos professores ou do:
trabalhadores rurais.
Em Bela Vista é proibido falar cm
dicalismo. Quando se fala, lembra-se " d
PT, das esquerdas, etc". Não é nada dis
so.
O mesmo vale para os Sindicatos patro
nais. O Sindicato Rural defende os inte
resses dos produtores rurais. Justo.
Uma Associação Comercial ou Clube dos
Lojistas, defenderá os interesses dos cm
presários, comerciantes ou lojistas.
Basta ver a reação popular quando di
vulqam-se tabelas, é um Deus nos acuda ,
os comerciantes passam a ser vil6es, ini
migos da pátria, exploradores e caçados
de esquina em esquina. E os pobres coita
dos correm atrás de tabelas, pois estas
nunca chegam-lhes às mãos no momento cer
to.
Nas negociações com os bancos (quando
são devedores), nos contatos com fornece
dores, enfim, quando é preciso uma ação
conjunta, lá vai ele, o solitário empres
rio belavistense lutar sozinho contra o
abusos, o David contra o Golias.
Criou-se aqui a Associação Industrial,
Comercial e Agro Pastoril de Bela Vista,
iniciativa louvável de uns poucos empres
rios e que não despertou.
Poderemos agilizar esta associação, v
mos transforma-la apenas em Associação C
mercial de Bela Vista, englobando peque
nos, medios e micros empresários e indus
triais. Com prioridade para os comercian
tes.
Não se pode culpar todos pelos erros
de uns poucos, há como os há em todas a
classes, os gananciosos e exploradores
mas estes serão derrotados pela própria
força do mercado, do consumidor.
Agilizando a Associação Comercial, es
ta terá braços longos para determinar re
gras, modelos e estratégias visando o de
senvolvimento comercial de nossa cidade.
Bela Vista parou no tocante as ativi
dades comerciais, e quando o asfalto par
Jardim for concluído, o que muitos pens
ser a salvação de nosso comércio, poderá
ser o tiro de misericórdia. A maioria do
belavistenses, vão preferir fazer suas
compras, em ... Campo Grande.
E isto muitos já estão fazendo, mesmo
sem o asfalto.
Alegam preços, qualidade e, até mesmo
atendimento. •
Numa guerra, vence o Exército melhor
preparado, mais bem equipado. E hoje viv
mos uma "guerra• de competitividade e ef·
ciência.
Precisamos preparar o nosso Exército
de comerciantes e empresários, equipa-lo
com as melhores armas {eficiência, moder
nidade, estratégia e união), caso contrã
rio, os inimigos (de outras praças) vã
transformar o nosso comércio num campo de
batalha arrasado. só restará a poeira n
ma cidade que já foi considerada mercad
regional.
Pensem nisto.
{I.P)
Após o bom campeonato'
de futebol organizado pe
la Liga Esportiva Bela=
Istense, esperamos que
o futebol belavistense
tenha despertado de vez
e não mais caia no ma.ras
mo e total abandono.
Palco para os grandes
:embates futebolÍsticos te
mos, o acolhedor Estádio
Octávio Fontoura.
,
SE VOCÊ SE CUIR
D IIDS NiíO VII
TE PEGAR
-
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Ler
rr
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BELA VISTA. II !E '
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Caos Civeis e Crilnis
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Roa - Catabi, s/ng
Fone - 439 1290 •
4'39 1137
- Bela Vista -
Mato Grosso do Sul
Escritório
Residência
1
l
Advogados il
R,a Dr Acy Coelho ele Oliveira - N2 480
.- ±s1 - 1s» - centro
- Jardim -
Mato Gro:,so do Sul
rrverrrr..rrrrrrrrrrrr.'{ itararrrrrrr...l
,.- . ·-
$gani znRgE..s
t ( ~ . ~
EMIBRIOES
1 ,.
(1 A SETK ESTRELAS EMBRIÕES convi.da você à conhecer de perto, os cxtraordi-
~I nários resultados alcançados cm seu primeiro ano de trabalho comercial.
f Atualmente você pode encontrar BEZERROS SETE ESTRELAS, produtos de trans
l' ferências de embriões cm diversas regiões do país, como Paraná, São Paulo ,
i Nato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Pará, Bahia e Rondônia.
i Atcoçiio:
11
A SEI.E Y.SnELAS EMBRIOTS no possui nenhua RESERVA cn eu PLANTEL, estando to -
~! dos os produtos n dlsposlçno do t>Cr=do"., -
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(1
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Emiko propõe o Turismo
Ecológtco ·no Pantanal
l
1
A implantação do turismo o
colóqico no Pantanal, definido
dentro dos critérios altamente
técnicos de conservação, funci
onará como inatrumento de de=
envolvimento sustentado da re
qião. proposta, da Secretá -
ria do Meio Ambiente de Mato -
Grosso do Sul, Emiko Resende
deverá ser incluída no Relatá
rio do Brasil para a conferên
cia daa Nações Unidas sobre -
Meio Ambiente e Desenvolvimen
to.
Com esse objetivo, Emiko -
Rcscridc participou de dois en
contros cm Brasília. Com todos
os secretários estaduais da á
rea, Emiko discutiu a elabora
ção do relat6rio na Secretaria
Nacional do Meio Ambiente e
no IBAMA, tentará incluir a
proposta de aproveitamento eco
n6mico com a preservação do
Pantanal.
Segundo Emiko, para viabi
lizar o projeto, no entanto,há
necessidade de investimentos -
em conhecimento científico e
infra-estrutura.
"O desenvolvimento susten
tado do Pantanal passa obriga
tóriamente pelo tratamento in
tegrado da Bacia do Alto Para
guai, compreendida por regiões
serranas, planaltos e planíci
es inundáveis, cujas altitudes
variam de 75 a 650 metros" diz
a Secretária.
ZONEAMENTO ECOLÓGICO
O documento de Mato Grosso
do Sul, que deverá ser incluí
do no ret6rio, afirma que o em
basamento técnico passa neces
sãriamente pelo zoneamento eco
lógico da bacia, numa primeira
etapa e posteriormente, a con
dição mais importante, decodi
ficação da linguagem técnica,
para uso dos administradores -
1o Estado e dos municípios.
Para a Secretária do Meio
lnbiente, o desenvolvimento
sustentado da região serrana e
los planaltos deve ter primei
ro a definição das aptidões -
le uso desse espaço territori
al, a "ser efetuado com politi
2a adequada de conservação de
;o los. Um dos instrumentos mais
2ficientes neste sentido tem
sido o programa de microbacias
já implementado em outras épo
:as, e que necessita ser reto
nado urgentemente como politi
:a de pesquisa que procuram al
:ernativas adequadas de cobertu
:a vegetal dos solos, mesmo f~
:a dos períodos usuais de plan
Coluna Espírita
Escamas
1n
(
Sec. do Meio-Ambiente Emtko Resende
tio na região, como cobertura
verde e plantio direto.
A questão da reserva legal -
de no mínimo 20% da propriedade
averbada em cartório, segundo E
miko Resende, constitui instru -
mento de extrema importância co
mo um dos mecanismos de manuten
ção da diversidade genética dos
ecossistemas sob uso agro-silvo
pastoril.
"Há que se desenvolver ainda
uma política de fiscalização com
corpo técnico mais qualificado e
profissionalizante para exerci -
cio dessa função", acrescenta a
Secretária.
Para a planície pantaneira ,
além da pecuária extensiva já
praticada por mais de 200 anos -
em convivência relativamente har
mõnica com o ambiente, devem ser
procuradas outras alternativas -
de utilização econômica que con
sigam valorizar o ambiente rei -
nante na regiao, às áreas sazo
nalmente inundáveis", diz o doeu
mento do Estado. -
O docuemtno pede ainda incen
tivas para pesquisas que procu
ram viabilizar programas de mane
jo sustentado da fauna e da f1o
ra da região, aliada e uma legis
lação adequada para tais finali=
dades. "Especial atenção deve ser
dada á fixação do homem pantanei
ro à região que, ao longo de mui
tos anos, tem desenvolvido uma=
cultura própria de convivência -
harmônica com o meio Ambiente".
Preserve o Pantanal
Sul .. Ma tQ_grossense
°
" E logo lhe cairam dos olhos como que umas escamas, e re o
cuperou a vista". - (ATOS, 9:18)
J.1
A visita de Ananias a Paulo de Tarso, na aflitiva situa ir
ção de Damasco, sugere elevadas considerações.
Que temos sido nas sombras do pretéri o senão criatura
recobertas de escamas pesadas sob todos os pontos de vis a?
Não sómente os olhos se cobriram de semelhantes excrescênci
as. Todas as possibilidades confiadas a nós outros hão sido
eclipsadas pela nossa incúria, através dos séculos. Mãos,pés
língua, ouvidos, todos os poderes da criatura, desde milêni-
os permanecem sob o venenoso revestimento da preguiça, do
goismo, do orgulho, da idolatria e da insensatez.
õo,
O ocorro concedido a Paulo de Tarso oferece porém, en ua
sinamente profundo. to:
Antes de recebê-lo, o ex-pesquisador rende-se incondici
onalmente ao Cristo; penetra a cidade, cm obediência ã reco
mendação divina, derrotado e sozinho, revelando extrema re
nuncia, onde fora aplaudido triunfador. Acolhido cm hospeda
ria singela, abandonado de todos os companheiros, confiou em
Jesus e recebeu-lhe a sublime cooperação.
~ importante notar, contudo, que o Senhor, utilizando a
instrumentalidade de Ananias, não lhe cura senão os olhos ,
restituindo-lhe o dom de ver. Paulo sente que lhe caem esca
mas dos Órgãos visuais, e, desde então, oferecendo-se ao tra
balho do Cristo, entra no caminho do sacrifício, a fim de
extrair, por si mesmo, as demais escamas que lhe obscureciam
as outras zonas do ser.
Quanto lutou e sofreu Paulo, a fim de purificar os pés,
as mãos, a mente e o coração?
Trata-se de pergunta digna de ser meditada em todos os
tempos. Não te esqueças, pois, de que na luta diária poderás
encontrar os Ananias da fraternidade, em nome do Mestre; a
pro'ximar-se-ão, compassivos, de tuas necessidades, mas não
olvides que o senhor apenas permite que te devolvam os olhos
a fim de que, vendo claramente, retifiques a vida por times
mo.
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ORAÇÃO PELA FAMÍLIA
Nós vos bendizemos, Senhor, pois .quisestes que o vosso Pilho ruiscesseos
e crescesse numn família, experimentando as dificuldactes e s nlegrias -
que cercam nossa vida • Mos vos pedimos por esta fnmilin: protegei-a,gua::lº
dru-n;e ncompnnhru os: passos de seus membros com o vosso olhar de Pai :ye
conduzi-os pelos caminhos do mor e da fé; e, vivendo a vocaçno nssumi-":1-1.
da no sacramento do matrimônio, realizem u□Igreja doméstica e sejam tes 1.v~
temunhns do vosso amor. ra •
Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito_m
Santo. o
Jesus, MariR., José, protegei nossas familias, t d • tã : , (ornanuo as sempre ma1t
urudas e respeitosns, dando n torlos uma boa morte para que possamos um
dia nos encontrar unidos para sempre no cu. Amem. ne-
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1@inlo, proferldda pelo pequlador Carlo Eduardo de Ca+n»
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Smundo Carro, a rande malorLa dos rolos, ",, [o o alfo, o magnésio, o potásto
possuem TI baixo, pou d1pon!tidade de nw",,to prova o rentarto devido rua
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ua na camadas tis profundas do rolo. Problema est ' .ral ocorro deflefencfa hídrica
norll' do Parana, Sao Paulo e .:to r.ros::o do Sul, onde "~ J. ,
durnnte o ciclo cfa cullur-a,
- - de diferença no comportamento das ln-
Entre as diversas espécies cultivadas ha una ran a. o nlIho e o arroz ão pifes
tas com relação ao alulnlo. Camaro xerplifIcou que_a )",ire suscetível da variabllj4,
que toh•rn:s r.k1fr.: o nh1e1[11Lo. Por nutro J.ndo, o trigo e una tsp -
de de tolerancfa entre as cultivares. _-. , g. e eva o P# do solo, torando o
0 pesquisador do_IAC explicou que a aplicação de calcar!o" anda ariét ao roo -
aluInlo no toxlco ns planta. Entretanto, a calaena vaf corr!»
(20 CD) dclx,rndo o r.ub,mlo ácido. . 1 1 . ,
A olução Ideal para o prohlea é o melhorwento genético, ou se)a, criar cult /vare qur
seJan tolerantes, As cultivares brasileiras foras selecionadas em solo acidos, portanto
siio tolerante mas este materiafn nao tens pot.enclal de rendimento.
As Institutçe de psquina trlt[cola no HrasII realizam cruzaento entre a cultivarem to
tcrnntes e 11..,; ru,1ls produtlvan, procurando ohtt•r novas cultivares com entas duas Importantes-
cnr,,cter{stfcnn. -
O trabalho apresentado por Carlos Camaro mostra una metodolofa que emprena_oluçao nu
trltlvn contendo nlua[nlo o que pemltc seleclon~r o a.oterlal 6"Ul'tcrtlvel , qm• t" l"l lmln.ido,
e o to1ernntc, que pnssn ;nra o CM.lpo pnrJJ ser iseleclon,1do para outrn~ caractl"rÍsllc:tR ta::a -
bée1 descjiivcie .. Este método p<"ndte elt~ln.ar uc...1 grande quant Idade de plantns ensível em -
um curto eBe,:iço de tccpo enquanto o campo é nec.essiirlo todo o perlodo d~ um., t:nfra,.
A tolcrancla. o alulnfo no trJg.o e una necessidade para plantio em arcas cIdas, poIs -
nestes solos n cultivar tolernnte tem urs siatean radicular mais profundo, o que capacita a
plnntn obter água e nutrlentcn CJ.I cncuu.f.á& mais profund..1s.. .
lato n.io acontece coca as cultivares suscct{vela por poasu!rcm rnlzes Q..'11 dctH."nvo1v(da:i ,
finalizou c..-.rlos Eduardo Cl.m.argo.
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FANDANGO 1a-
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A ir
vm.no HARfiHII j
"
Este semana a "bronka" vai contra co
merciantes desonestos que contratam (o-não
pagam) p·r:cntaçÕP.s de oerviço,divulgaçiio ra
diofônica e até memo divulgação em jornal
são os "caloteiros" da sociedade, que es
quecem do honrar seus compromissos, são da
quclc tipo de pessoas que na hora do ·acer
to tem a "cara de pau" de dizer que não ou
viu a propaganda no rádio (também não 11=
gou o aparelho) ,não recebeu o jornal ( tam
bém não assina o jornal) e o serviço nao
ficou "tão bom".
Pessoas desse tipo fazem parte da
lista negra (ou branca) de emissoras de rá
dio e jornais da região. Não são de confi=
anca. Esta chamada de atenção é diretamen
te para "dois" comerciantes de Bela Vista,
se não honrarem seus compromissos terão
seus nomes colocados nesta coluna na pr'óxl,
ma semana.
n
AGRADEÇO
O convite enviado pelo Sub.Ten. ELY
MENDES RIBEIRO - Presidente do Grêmio dos
Subtenentes e Sargentos de Porto Murtinho,
para participar da festividade de inaugura
cão da piscina daquela entidade. -
Parabéns aos sócios e à competente di
reteria do GRES pela bonita iniciativa que
vem trazer mais uma opção de lazer para to
dos murtinhenses que frequentam o Grêmio.
TETE FRAZAO
Ainda em tempo quero parabenizar
amiga Tetê Frazão que trocou idade no
22/7 pp. a ela os votos de um sem fim
felicidades.
Tetê Frazão faz um ótimo tiabalho
jornal Pantaneiro de Aquidauana.
REDE GLOBO
cão às crianças.
Didi,Dedé,Mussum ... merecem o
_aplauso.
É exemplo a
fez 65.500 m?
a
dia
de
no
A vênus platinada- emoci_onou o Brasil,_
quando da apresentação do programa 25 anos
dos Trapalhões, a Campanha em prõl dos me
nores carentes feita pela UNICEF em con
junto com a Rede Globo de Televisão, foi a
lém das expectativas.
Já estava na hora de se dar mais aten
O Restaurante
e Lanchonete Sol de
Verão estará promo-·
vendo no mês de
agosto na cidade de
Caracol, um grandio
o "fandango" que
será animado pelo
conjunto Essência
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sitando os pampas ,
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veram também em Cu
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Santa Catarina além
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saudades da ter
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Em minhas maos,
a ficha de inscri
ção enviada pela As
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Mato Grosso do Sul,
afim de participar
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Presidente: Moedir Codoy da Silva
1o Vice-Pres: Juvino Godoy
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Secretario: Adão Rodr ique, Antunes
'Tooureiro: Aral Rodriques
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r.npnt,1z de cnmpo .....•........... 37 .320,00 60.080,00
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Eleição
No último dia 19, foi elei
ta a nova diretoria da Fama
nul - Federação da Agricultura
de MS - pennilnccendo nil presi
dência Eduardo Machado Metcl -
lo, pecuarista de grande lide
rança junto a classe produto -
ra. No decorrer dos anos, Me -
tello tem se destacado pelo cs
plrito sindicalista, pr.omovcn
do eventos que contribuem para
que MS destaque-se corno Estado
cm crescente desenvolvimento -
dentro do constexto Nacional .
Sua participação nas d<?cisões
política e económica a nivel -
nocional e internacional repre
sentando a CNA - onde ocupa -
uma vice-presidência - permite
aos produtores de Mato Grosso
do Sul acompanharem de perto
as perspectivas de merr.ado e
outras questões inerentes a
produção agrícola.
Uma chapa nota 10 é o que
se vê a seguir:
DIRETORIA EFETIVA
Presidente - Eduardo Macha-
do Metello.
10 Vice - Teldo Kasper
- Afábio Lopes C. Sobrinho
- José Roberto Antunes s-
trang
- José Queiroz Moreira
na
- Manoel Martins de l
me ida
lo Socrct. - Jon6 Ar -
mando C. /modo
20 Secret. - A;ef Bu
ainain Neto
30 Secret. noberto -
de Oliveira S. Júnior
1o Tesour. - Louc1dio
Pcrcirn da Cunha
20 Tesour. - Noilson
Leite Laranjeira
Jo 'l'esour. - Alfredo
Antunes Soarns
CONSELITO FISCAL
Paulino Estraliotto
Leoncio de Souza Brito Pi
lho
Aparecido Fernandes
DELEGNnS REPRESENTANTES
Albenah Garcia Filho
Paulo Cesar de Queiroz
A reeleição de Eduardo
Mctello com chapa única,
foi acompanhada de outros
membros da diretoria, à
exemplo do agricultor ~el
do Kasper na vice-presi
dência, expressivo nome -
da agricultura local que
exerce -grande liderança ,
dada a vasta experiência
no trato das coisas da
- ------------·-----------======~====--=---
Naquele tempo os médico& do interior não possuí
ama nenhum apoio das maquinas, ou laboratórios para
ojuda-los na profissao - tinham que ter, assim, o
dom do diagnóstico intuith·o, muitas ,:ezes perto -
do milagroso, par vencer na profissão.
O Dr. Vespasian,, Martins, usava seus sentidos
aguçados, quase sobr~naturais para descobrir as
doenças e problemas que accometiam seus clientes.
Não apenas o "sexto sentido", que ele tinha muito
descm·oh·ido, mas os sentidos comuns. usados cons
tantemente da maneira invulgar.
Assim, bastava observar o andar de uma pacien
te, para saber, com segurança, se ela estava graí
da ou nao, antes mesmo que a própria interessada:
ti..,.esse certeza do seu estado.
Certa vez, foi, com seu filho Hélio na casa -
dos Razuk, a chamado, para tratar de 2 pessoas que
estavam doentes.
Ao entrar na residêncie. virou-se de repente e
fnlou para o menino:
- Vá para casa imediatamente, tome um banho bem en
saboado e se desinfete com álcool. Fale para sua
mae preparar o mesmo para l!lim, que eu já estou in
do.
Fama sul
terra. Secretaria e te:sou
raria tambem mantiveram ·
os nome; de José Armando
c Lauc.ídio Pcrcd r,, dn Cu
nha iro.porLnn te:, Cilr<JO!; r..:i
condução da linha sindi
cal, o que nos vale con -
cluir que a Famasul pre -
tende continuar o bom ::;cr
viço que presta os produ
tores com equipe cxperien
te. Este sindicato curnpri
menta a todos os membros
da diretoria, augurando ê
xito nas iniciativas o a
liando-se na condução, do
que, todas as Entidadcr. -
unidas, possam contribuir
para o bom desenvolvimen
to do Estado.
REAL
Mostrando uma tendên -
eia nova e vontade de tra
balhar e produzir, o dia
da elcic5o não foi vazio,
aproveitando a presença -
dos presidente e delega -
dos sindicais, foi organi
zada uma real que tratou=
da tributação excessiva -
dos produtos agropecuári
os. A reunião contou com
a presença do Prof. Per -
nando Rezende, João c. e.ar
valho e Gervásio Alves do
Oliveira Júnior como pa -
lestrantes,_e dirigentes
de associaçoes e sindica
tos rurais como debatedo
res. Muito produtivo os
debates.
Mais tarde o Hélio fi b
• cousa endo que o pai
._.erificara que os pacientes e t
_ s a vam com tifo!
entr~dos como vocide_soube, papai, se mal tínhamos
na reR encia?
Pelo cheiro, meu filho, respondeu o médico.Eu
sinto o cheiro de algumas doenças.
Assim era o Dr. Vespasiano •
Vespasiano. •
0
fantastico Dr.
(Eduardo Machado Metello)
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