TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº068_20_08_1973 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº068_20_08_1973Número da edição68Data de publicação20 de agosto de 1973Número de páginas6GeoCoordenada -22.118721619281263 , -56.52133266356246 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº068_20_08_1973 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto RIBUHA D FRONTEIRA Liberdade com Respcnsabilidado ___ A_n_o_11 B_e1_a_v_1•-ta_- __ M_t_. 2_c_>f_oB_1_7_J ~_N_· _6_11 _ __,, Fundador: - lvaldo Pereira UM T JOSÊ. GLAUCYR PLORES-Pmldcnte da L.E.B. Estamos na época da atividade. O homem que sabe ser ativo é hoje dis putado É o motor que mo ve o mundo. a mente que guia mentes. a luz que ilu mlt,a as trevas do pessimis mo, e acima de tudo. a personificação do divino. O. povo chama o. LI- OER. nos o chamamos , HOMEM. Quando este ho ' mem. escolhe colaboradores 1 dinâmicos e responsáveis. ( • ele cria um Grupo, verda deiro dínamo em ação. Em nossa cidade surgiu este grupo e este homem. O M FOCO grupo é uma plêiade de jo vens idealistas e cientes do papel histórico que repre sentam. o homem é o ve reador e gráfico. José Glau cyr Flores. Liga Esportiva Belavistense. ano de reali zações. ano do presidente Glaucyr. Haviamas dito (Tribuna n' 64)... a LEB elegeu nova diretoria e tra çou diretrizes para intensi ficar o esporte na «Prince sa do Apa». A dinâmica entidade dirigida por ele mentos entusiastas e· espor tistas. visa dotar Bela Vis ta de uma infra estrutura esportiva, e consequente mente apresentar grandes espetaculos esportivos. Os objetivos traçados exigirão de lmed,ato uma força de atuação marcante ... «Fo• ram a Tres Lagoas (Cam peonato Estadual de Fute bol de Salão). reataram os contatos com a FMF. e agora realizam a maior campanha em pró! do es porte helavlstense: Plano • Gol de Letra. Não vamns pedir ao povo belavistense que coo pere com a LEB, simples mente afirmamos: Se voce tem um célebro que pensa. um coração que palpita. acredita no seu futuro, e se orgulha de ser brasileiro; tem por obrigação de cola borar na construção do gi názio coberta de Bela Vis ta. Não se truta de «com prar», trata-se de tomar parte no desenvolvimento da cidade. Plano Gol de Letra. a í,bra de um povo e o ideal de uma juventude. Bela Vista 73 Ano de Realizações. Nosso recado: . . . o fato é saber escclher o ho mem certo para o lugar certo. Nisso está o funda mento social. do progresso economico e politico do mu nicipio e das cidades ... Para Meditar: A ami gos não damos «colher de chã. damos o "Recado". Vão ser fiscalizados os • 0 COMI'CIO A fun de saber se as empresas estão cumprindo com os preços estabelecidos pelo governo. o secretario executivo do CIP. Raul Hazan, e o sr. Lineu Klup pel. da Secretaria da Re ceita Federal. assinaram convenlo que permite aos fiscais fazerem levantamen to nas empresas. No caso das empresas pedirem rea juste. alegando perda de rentabilidade, os fiscais de verão comprovar o fato. Os dados e informa ções que forem levantados. terão caráter singiloso, não podendo ser utilizados para efeito de procedimento fis cal. A medida já está em vigor e logo será aplicada em nossa cidade. o que acbamas justo, pois aqui 'tambem' temos os maus comerciantes. Atenção: Vo • cê que visa o lucro razoá vel e humano. n;io se preo• cupe: mas você. mau bra silefro, mau comerciante. que busca a fortuna facil ludibriando o bolso do po vo: Cuidado. os Fiscais es• tão chegando. NIIUIEIA 1 #IIr" .. A Beneficencia Hospitalar e Unidade Sanitária de Bela Vista, recebeu dia 21/07173. da Secretaria de Saide do Estado. através da Prefeitura Municipal de Bela Vista. 550 quilos de medicamentos, para atendi mento dos oecess,tados. Prefeitura Municipal de Bela Vista Vendaval Destrói Hospital em Porto Murtinho e Màta Criança tava fazendo as consultas • • Cs Internos graças ao agora em carater extraor- pal Alcyr Coelho, cedeu da tarde, quando ouvio os forro não se machucaram. dinario o nosocómio. carros e homens na monta· ruidos estranho,. Olbou O medico, solicitou ajuda gem do improvisado hospi- para seu ajudante. enfer- da 2" Cia. da Fronteira. A nota trágica do si- tal e solicitou ajuda das meiro Ramon Rios. numa sendo atendido prontamente nistro, foi a morte do jo- autoridades estaduais. O pergunta mu:ia. ,! como pelo major Matos, coman- vem estudante Bievenido povo de Porto. Murtínho resposta: Viram o telhado dante da companhia. Am- • Jaquet. fulminado por um espera que as autoridades do hospital ser levantado bulancias, caminhõe.s e ho• raio nas proximidades do governamentais co.laborem pelo vento. Verdadeiro mens foram mobilizados, hospital. para a pronta recuperação pandemonio se formou. Gn- Os doentes, transportados do hospital e dirimam um to, e suplicas eram ouvidas. para lugar seguro (enferma- Todos colaboraram. pouco a dor do valoroso Havia ·multas pessoas no ria do quartel) e os objetos amenizando os sofrimentos povo da "Sentinela da hosp.ital, muitos procuraram para o predio onde funcio- dos atingidos ou doando Fronteira". um lugar seguro nava o Banco Finaocial e objetos. • O prefeito municd- Ola 9 do corrente. Porto Murtioho, viveu mo mentos de inteaso pavor. Por volta das 16 ho ras, uma ciclone caiu sobre a cidade. durante 3 minu tos, Os 3 minutos foram suficientes para que deixas se um saldo incalcul<ivel de danos e prejuizos. O hos pital da cidade foi total mente destruido e um jo vem perdeu a vida. O me dco: Dr. Luiz Aleixo, es- NO CREDIARIO TENTAÇÃO; É MAIS FACIL VOCE COMPRAR PAGANDO COM ATE 12 MESES, E SEM ENTRADA. CREDIARIO TENTACAO, E DAS CASAS PERNAMBUCANAS. CASAS PERNAMBUCANAS Onde todos compram BELA VISTA MATO GROSSO Bala Viesta INDICADOR COMERCIAL li ,, ,. ,1 [ste pelas ss ireis Pague Com Lady-Cheque do BEMAT. Lady-Cheque é pago, mesmo que não tenha saldo? ulh r "Chr,que todo mundo usa. Lady-Chéque não. . Lady-Cheque do BEMA T é um cheque cheio de personalidade, feminina até na côr. Com o I Lady-Cheque você faz compr&s, retira dinheiro, / paga suas despesas você É isso mesrno 1 . l Q,·,ondo você abre uma "Coota Rosa" no BEMAT fica estabelecido um teto de dinheiro di,ponlvel. 2 voei recebe O Lady-Cheque para ir pagando, lnzendo compras, ga1tando no que precisar. AI então yocê val ver outra vantagem da "ota Rosa"; 3EMAT parcela, estica os prazos, 1 • combina um negócio bom para você. 1 1 I P-er_c_eb-e-u7 • __ O Ladv-Cheque dà prestigio, recomenda e fala bem de você Mas funciona também como um verdadeiro cartão de crédito a longo prazo. BONANZA HOTEL a • APARECIDA 1 11 li ] í 1 De Alfea -gatista Pias . A:ultjos . Ldv•tórlos • Madeira, Serradas • Ladrilhos Tijolos • Cimentos • Tdhas_ Arda'. Mao'llhas . 'Tintas - Caixa '• D'àgua • Ferragens Temos Tudo • Para Construir Sua Casa Rua Voluntarias da Pãtri:J - 1082 Agora Direção de Alceu Batista Gomes Nos acompanhamos o progresso do Sudoeste • 1 ·, ·... • BONITO i 1 l ' Filial Gomes Fone - 133 em • Caracol - Avenida Brasil .S/N Sudhévea prorroga cadàstramento de prazo para produtores Sob nova direção atendído µelos proprlet:irfos; Agua quente • fria: cozinha de primeira, conforto, corltzfa e corda!Jdede, Rua: Pílad Rcbuá n' 585 - Bonito Mato Grossr ·•C I d a d e T u r i s m o" NOSSO POSTO de J osá Ltda. E Gasolina - Lubriflcactts • Derivados - Lavagem m Borracharla • Troca de óleo 1 «Acompanhamos o progresso de Bonito» MATO : GROSSO j er ar= ESCRITÓRIO UNIÃO Ltda Despachante Autorizado - Documentação devei• cuias em geral - Contabilidade - lmp~to de Renda Fisica e Jurídica - Declaração de Pecuarista. etc. Rua - Marechal Mallet. 622 - Fone: 15 - 46 C.G.C. (MF) 03058021/001 lnsc. l 3053516-0 Jquidauana-Mato Grosso g0E3EE0E.EEEEE0REGEEEEEEEEE9±EEEEEEHKEKEE.EKEEEEE i «CARTÓRIO - DO 1º OFICIO» ffl 1 Tabelião; Joaé Avelino e Silva . 1 ffl fucrlturas,. contratos, proc;urações. rcconhedmentos de fir• 1 • fii ma■ugístro de Imóveis, de titulos e documentos de pro Jig 'stos e anexos. Ertraimos fotocopias na hora • Autenticas - SERVIÇOS RÁPIDOS E E~ICl~NTE • 1 1 Bela Vista . - Mato Groaso 5E7EE0±E0EEE.E±EEEEE±EEEEEEEE9±EH+E±E± E E±EEEKEEg A ACARMAT distei- mento junto às agências do çao da boracha serão feitas buiu nota informando que a BASA e os escritórios da de acordo com o sistema respeito da exigência de ca- ACARMAT. Esse cadas- que esteve em vigor para dastro dos produtores 'de t;amento $erà feito de ma- as safras anteriores. borracha e uso de marcas neira rãpida e sumária. dis- Terceiro - A Superin- e contramarcas, a Superin- pensada a aprcstntação de tendência da Borracha lem tendência dá Borracha. con• documentos relativos à pro- bra aos produtores que uti siderando que. essas exigên- prie-ade da terra, certiclões liz:em o novo prazo concedi-· cias não foram suficiente- e outros papéis dessa natu- do para realizar o calastra mente divulgadas e o fato' • rezá. Ao fazer o cadastra- menta do seringai e o regis de que nem todas as agên- mnto - diz ainda a ACAR- tro de- suas marcas e coo- . 1 <1<1s do Bancn da Amu:õ- MAT - _deve o produtor ob- tramarcas. Essa medida tem. ' : nia receberam cm tempo as .ter na agencia . do. . BASA por objetivo direto a defesa novas guías de procedencia ou na própria ACARMAT de seus legítimos int .. rcsses. acaba de adotar as ·seguia- os jogos de guias de, proce- permitindo a imediata iden tes medidas:_ dénca. fornecidos para seu tficação. pelas agênc:i.is do .{ Primeiro - E concedi- uso exclusivo. BASA. em qualquer loca!i- do prazo até 5 de setem- segundo • Isso signifi- dade na Amazónia. da ori ;:,ro do cori:>:r.:c ,rno para ca que. até 15 de serebro gem e propnedade dos lo que os produtoze: dz borra- próximo. a movimentação, tes de borracha negocia±cs, cha realize eu cadastra- classificação e comercializa- l Oepósitos de Bebidas PINGUIM DE DARIO CESAR NOUGUEIRA Guaraná, Cerveja e Soda da Anatarctica - Scol <l..:ita> Guarani e Tubaina uFada - Miai Copp -- Katira - Oneila - Água Toaia e Linadoia Wili Drurys Roial Label B!eded Flua Avenida Noroest._- 701 Siclrolandia - Mt.. Triburu, d,; Frun t,<,írn Bela Vi.:tt..i ----------- .. _ .. _ """" - "Mato Grosso 2m Ritmo de Progresso" O Bane'> do Estado de Mato Grosso • BEMAT conseguiu, em apenas um se mestre do ano possado, um avanço de I8 lugares na co loéação de sua posição rela tivamente aos estabelecimen• tcs congêneres do Pais, Es se foi o maior acesso obser vado em toda a rede ban• cária nacional, e foi conse guido justamente por um banco que até entãu tinha sido perenemente deficitário 1NDICADOR PROFISSIONAL Dr. Gil A d lVlarcos Saut v 0g a d o Rua Pilade Rebo1s 128 Bonito Dr. Pedro Palmiere Advogada em <ieral Rua 15 de Novembro 170 - Fone - 237 • füla Vista Dr. 1, Fiori Murano Médico Rua 15 de Novembro 75 Bela Vista Dr. Milton /jdvogacia L. Filho . 1 em Cieral e V d a de áreas para Café e Pecuária ompra e en , Escritórios: 1 J d . R , D Ary C Oliveira 262 (Resideocia) em arim ua 'r. • li em Porto Murtinho: Rua Joaquim Murtinho nº 3 Dra. Glicéria O. da Costa Cirurgiã - Dentista ODONTO : PEDIATRll - CLINlCA GERIL Rua Tucnlc Bcrnades N". 2f~O • Jud!m MT. 1 Dr. Joelso:n M. Peixoto (ri minais Causas e Rua I'. de Maio S/N [ardia Mato Grasso e exemplo de descrédito na crõnlca bancârla. O milagre efetuado pe lo BEMAT e a ;:irova cio• quente de que a c-volução de um banco comercial. con• tcolado pelo poder público regional. está lntimam2ate relecionado com o~ esforços do Governo de polarizar a confiança do público a traves. de uma administração alta mente ticnlca e diciente. O BEMAT ressurgiu no Go verno José FragellL regido por uma equipi, altamente capacitada, formada pelos Srs. Zelio Olveira (presiden te}. José S.-lim Saad e Ênlo de Souza Viera (diretores). R.ÁPIDA ASCENÇAO Logu no primeiro semestre dcsto administração (balanço de 31 de de:embro de 1971), o BE· MAT Já •prcnseotava saldo p<>• sitivo. Dal em dfaotc asccodcu rapidamente. cvoluiodo no con .. fronte. com os congêneres csta duoJs. No cowpartfmcoto das contas do semestre de 1972, com as de lguol perlodo de 1971, o BEMAT J~ ocupava o s• lu gar cm crc.scimcnto relativo de dc.pô1ito5, em meio aos 25 ban• €os do seu gEnuo. A evolução das contas de cruprbtJmos de depósitos cm 1972 (joncfro / se temnbro) aponta-lhe expressivos 3• e r lugares, rcspcctivamc:ntc. sendo que o segundo lugar de correu de uma pequena diferenço do prlmd,o colocado. CONFIANÇA POPULAR Quando o Governador Fra gdli eDtrcgou os :icstioos do BE:vi A T a 1ua atual diretoria, dando-lhe plenos poderes paro recuperar o estabelecimento bancarlo oficial de Estado de lloto Grosso. e:lc não contava com mais de um quinto de. dc pósito particulares. Poucos me ses depois, este tipo de partici p.1ção setorial akançou a parece .. tagem de i5% e atualmente a tlngiu os 50,Õ de depósitos do público. isto é, agora os srtores particular e govc.r::iamental par ticipam, eu proporção igual. da formação dos depósitos do ban co, que cresceram de 33,7 mi lhões para 60, i m!lbõcs de cru :ciros, o que upre.:.cnta uma e.. levaçao proporcional de quase c.lnqucnta por cento, REDUCAO DOS CUSTOS Os novos rumos tom.idos, desde 'o evento d.t Revolução cic 1964, para a modernização da politica e:conõmlca brasileira, e .. xigfram que íossc.m feitas cocsl d;.?d.vtls r·cduc.õcs nos custo, O• peraçiooail dos c.stabclcdmentos boncatios. Tol medida visa maior rcgufatidadc no suptimentc de ctê:dito nos divusos setores da economia, com a adequação dos 0lvti.• de liq{,ide= à• neccsslda dc.s econômicas que agora, so mente: cm Alguns periodos ex ttt.mamcntc- curtos. ti!m sido que: .. brados por latora pas,age!tos e esporádics. A rcduç.õo do.s custos opc rac-iona is do sistema bancário, --sem duvida a pior hc.rançã. que os bancos receberam dos períodos de intensa lalloçiio ... di: o ,r. Eraanc Galvas, presidente do B:uico Cratral • tem sido tenta- da de diversas maneiras, inclust. Ve través da fusão de diversas t<tabelecitnento, de rredlto (O Brasil possula em 1950, 40.) banos comercias e gera estão em funcionamento, entre bancos oliclah e privado,, apena i46 estabelecimentos barcarios}, Tambi:m out·os ruftod.-s <le r, dução foram adotados, de acc r .. do rom a política ecooõmfco li• nanceira do Pis, mas especifica mente em relação às necessida dcs dt cada setor ou região. Na rcdida em que vão se reduzindo »s pressões inflancio nârlas verifica-se que os proble mas dos custos op·racionais vão s.odo vencidos. A pertir de 1966 o custo operacional dos bancos em relação ao saldo médio de seus empréstimas caiu de cerca de 27, para puco mais de 25% cm /168, para 2t$ó tm 19í0 e i9il a 20,5% em 1972, uton do o Banco do Estado de Moto Gro'5o - BEMAT • p,rlcltamtn te enquadrado neste sistem» de redução de custos operacionais. DINAMIZACAO DAS OPERAÇÕES "abora o Governo Cen tral apoie totalmente a politica de ÍU:!!âo dos estabtltcímtDtos bancários. ttndo cm vista não só a redução dos custos opera cionais através das economias e c.ecala,. mas também o dime:o ,ionamcat? dai fostJtufções flnan ceiras compativel com as dimco .. soes e o crescimento de econo mia nãcíooal pols a =-aractc:risti .. ca da economia moderna é a empresa de grande porte princi palmente na Jndústrfa de expor tação e: nu área financeira - hso não significa dcscoohc.cer a i portãncfa d a pcq ucna e. mê.dia empresa e da:s organiz.aç.õe:s ban- 1b7 e.Iria< d, rn<n<>t p ,rt,, Um bon, o pequeno que apresente eleva do iiice e «biciência e produtt vidade mais importante para a região em que oprra e pera a ecomia do que um grande bancu mal crirnta:.lo e lmprodu• Uvo". Convicta d, Justeza do pensamenío acua, expresso pe lc> Presidente do Banco Central. Ernane Galvas, a diretoria do BEMAT procurou dinamizar uas operaçôu dentro de uru plane:/a meto raianal e produtivo. EFICIENCIA Procurando distribuir o cr~• d,ta a todo• as ~ttc,., d, att vldadu no Estado, de maneiro justa e criteriosa. a diretoria do BEMAT, em consonância com a distribução geografia de suas agências, lançou se na captação de depósitos, ampliou e refoeçou o seu programa de éHSfstêncJa fJnancidra e de Joce:nUvo ao u!o de ateres técnicos de produtlvl d•d< na pecuária. Agora a dl• retorla do BEMAT cela ruais uma Carteira, a de Expa1são 1:!conõc:iic.a, dtltinada a focentl var a rriaç.ão, jasplaotaç5o, e i.mpliação da~ tadú .. tria no Esta do. atuando com rpasses de org5os l,derois. como: B N.D,E- - programas FINAME - financia mento de mêqulnas e equipamen tos: programa FIPEME • fina»n clamento a pequeno e média em prtsa: B.N.H - REINVEST o REGIR - HEFINAG: Banco Central - F! lNDECE (captwl de giro). No setor de operoçócs em contas corrente tndivídual.s, o BEMAT lançou mal> uma ino vação de. opcraçóe:s bancárias cm Mato Grosso. corn vi.!tzS a JJovos sucessos. T.rata -se do LADY.CHEQUE ou si»les mente cheque cor de rosa, que é uma. operação bacária espe d fica para m u lbercs. QUADRO - COMPARATIVO- 1971 / 1973 - Unidzde: CR$. milb>'o CONTAS 30 06/1971 22 8197s ÍNDICES % 1971 IQrJ Disponível 2.113 31.699 1.138 Depósitos 35.é7 l 121.305 3'.10 Repasses 17.034 67.'.157 113 Ernpréstimos 93.046 186.881 ·- 200 cttt na li;uttz:±! 10.881 7.064 36 Capital o Reservas ISOO 26.110 J.7'.12 - CO?-ITAS DE RESULTADO 2• s/70 - l' s/71 - 2' s/71 - ,• s/72 - 2" s/72 - l' s/73 Prcjui:o 4';91 1833 4020 2.'275 BAR E RESTAURANTE ALVORADA O ponto d.e encontrei da sociedade bambiente ,elet<! , distinção completo serviço .. a la ca.rte" aos sábados "A FEIJOADA" G ui& Lopes da l.agun,;, Afato GroHo ,., 1 Trib,,na do Front•lr11 1. Ili 1, ,., s " , "PRINCESA DO ar A" 1 ,, '• t/ li, I l 1 "• li l i' ; LEMAT Loteria do Estado de Mato Grosso 0 mil da pode V íl@ ©lo COMPRE - logo. seu bilhete. Entre nessa, rn~u amigo. Esta semana pode mu dar em cheio a sua vida. A Lemat existe para faze-lo feliz. Compre hoje mesrao seu bilhete· e olho vivo na extração. Loteria do Estado de Mato Grosso r Real ' Comercio e Representações Ltda. Produtos cosméticos derivados de Gcléa Real - Geleia Real:- Supnbom .- Superpõlem - New·Life - Néo-Fumos; , Lançamos o desafio quem possa continuar fumando J , após usâ-lo. . •• ' ", ~ , • %:· } { , ._ , , "' • : •• ' V " Nec,essitamos de Represef!tantes para todo Sudoeste » .. • • .. • ' ~ 1 • Dom Aquino - 353 S/2/3. _ -· .. Campo Grande - Mato Grosso BELA VISTA. é um" c!d ,de 0nd• 0 P t d~ 'º. 1 ' ,,,.,. · ], se respira mais puro. botit o g mais azui, o ar que Y- j J d a jo dt É pequena, o seu tamanho tá na m444a ' ads b«haste«. Paro «+os sthos d+ "+ P"5",,"" 1 d '·1pln•<l<1 os po( "' • ••' •·· • lgu,L R como a poesia se º'·'·"' • d~ r,alt BELA VbTA é um pouco de sonho, uro pouco dode· Ela se renova cad<t ao-> que p••••l Leva o! ,onho, /o- lhf trls de volta ,) ca,a paran•. vens para longe e n ve e.e 011 S u ro rt"so e lt:nto, ma, a sun mrn,a~Jtnl é- rempr_t: a rnr..: .. ' k} ko irzts ti é +teraton»l, d« te#ss •. !',a sua ptquenez tráz o slmboh1 da ~rand,zn do fj,n51I em cada !,lho que rtgre«a a terra: ,m cada sonho que nova e velha geração abraçam-se Ela não realtzau, em cada Pª"º que marc1 ~•u proo,esso: tem pressa Caminha devou•r: b d ,., • 1 • A pa•so< l·nto•, porém ca tça crgu, a e. um eterno a vorcer li C olh.1ndo o horizonte sem fim, a •~ptra de dias me 'º"'· om certeza será dos que virão depis de nós: BELA VISTA é oqueh belen srm l_•P, rtuna poc~ 1 • dr NOSSOS ( OUACôE:s! CLA:--:D.E MEDEIROS Combater o Verão;é nas praias do • R.1U APAl!l Rua + COMERCIAL JOSE PA_ULO DE Altair Conceição Nantes COMERCIO de mntcrias para conslruçõcs: Pias-Lavatórios-Mad<ir»-Scrradas- A:ulcjo1-lmbftuba-Ladrilhos- Tijólo1-Cimcnto cTcmo5 tudo p3ra construir sua ca.sa. o plano voei: é ql!-~m fo.:.• Preati_gie o Comercio de Sidrolândia RUA SERGIPE - 29 - SIDROLÃNDIA - MT, ) Praça Arvarà Màsc·arenhas Balneário Bela Vista • CASA- Tttidos, Roupas Feita,, Rádio. To,a Discos Gravadores. Toca Fita, M-áqcina de Costura· Singer, C:okhões de Espuma, C.pim, Crina Calçad..s Artigos para presentes e Art,gos Escolaies, Discos, Malas Brinquedos Atmarinhos CDl Geral Rua .P,lad Rebuá n• 566 Bonito MT. Casa Três Irmãos F Arando Hazimo- Ta1. 286 229 Jogos de qu'1rlo, Sala, Copa. Pratarias, Eletro Domésticos, Roupas Feitas Calç,dos. Artigos par;s Pr~tntc em Gcrul . ' • O Maior_ Crediário da Região RUA DUQUE DE ,CA)qAS 1174 - 1193 BELA VISTA-MATO GROSSO I Tr ibun" do1 f"rontr:irJ Ãqoato d• l.()73 LONGO Viver 011 morrer e um dir~,to linlie11:1Vel ele cada ~er bt.1m<1110. !~to n:i:> quer dizer, absolutamente. qu: tenhamc~, dircitu se,bre a vida e ,1 mte de nos,os semelhantes tambzm, nuito embora ,1191111, p?11°em n,sim. É, o caso. por ex?m plo, de aiguas ruot.ori,tu~ de nossa cdade. creditam quz podem fazer das ruas phta de corrid.1. Convtnbd nos, e umn conta·se1s0 as ~dZ pulull.ldor saba que de uma hora p Hd oucr.:i poderemos servir de graxa às rodas do! um carro só porque: algum desconhecz os limites de vdoc dade num p:r11n?tro urbano T,d- y ez algupas p 1 ac:.s co:n a J '- inscrição «V ~loci,IJJ-, :ná • ximna: 30km». csclresse un pouco i"o . .; mcr1os uv,.,.J.do'> ~. qu~m sJb?. alguma, mui:.:is rdorçarram n idi!i:1 primar:d. O Brasil possui o a, sustad.,r «titulo» de cam oeão mundial de ailentes automub,lbticil,. Es:i.1 «hon ra» que no; proporcionam os volantes brasileiros de- v$ a um:i melhor cduc,, ção obre o tr,insito. N,io qazrems dizer que essa educação ,:ev,1 ser d:.td<1 somente nos grandes cen· tros, geradores do maior indice de acidentes, A oen ç,io ir,ia<ito lógica 'e licita a craçio) ..:~ve existir oml: quu q,1t exlst• um vriculo. Aqui em B·la Vbt,i. onde o ,urto ;iutomcbiliotl· co com?çou a cles~nvolvi!:r• se ha pouco terapo, peque no é o nuaero de motoris t,s qul! ~stão em cond,çõls de enfrcntdr o tr,rn~t:o de um::. c1uade grande. Pri• m•iro pocqu~ ,,lguns de monstram claramente des conhecer os sina,, conven cionis 1nais comuns, ou se. j,. mão e con:ra-mJo. A~ placas colocadas em ruas aJjacentes â praça assu rncm, de vez em quando, função meramente simbóli ca. o~ ve1cuios sob!m e <l~scem !S!ias r,.1as como sz nada existisse. Outra coisa que a!ndü pode contribuir para aci- DOCUMENTO ., '' PERDIDO Cimeira de Motorista A:naJor n" 13. 238. Pron- 0 tuârio n• 31, 771. expedida em 2l de Maio de 1.96}. ex ,. -- p~<lida pelo Departo1mmto de Tr~n,ito l"m Cu1aba. " Càtogoria· Amador •• 1litimoro: 13. 2}8 ProntuS.i:-io n": 34. 7íi ~orne: Ev,raldc- wranj?ira S:iva Nacionahdado: Brasileira Naturalidade: Bela Vista • Mt. Nacido: a l" de Agô,to ifr UH 1 Estado Civil: Casado Cart. ld~ntidade: 21.278 Côr: Morena - CABELOS: Cast. - OLHOS: Cast. escuros Publicação que se faz. para obtenção da 2•. Via fü la Vista, 01/08/73. Móv..b tnl G«al • Colchõ<• de. Mob e Espuma - Travesstiros de E,pumn M~qulons de Costurn e SlNGeR • BEL/_ VISTA • liVú'ijf âa o direito de , viver MATO GROSSO Pspels cm geral Livros ema artigos para presentes BEL/ VISTA e drntes ê ;i .iu êad~ d.; pla cas indtt.J foras d, ru,l'l p:zfzrencias Tolos os dias vemos as «{mas» tiradas por tno!orbtJ, imprudente. que atravessam equinas ia.diferentemente. sem ao mnznes racionar que na rua contraria pnr vir um outro carro, dirigido por um ou tro motorista pln,ando tam bzm que está na prdaen c!:il. Sugeumnos então aos re~p:rn:1áve1s qu'! contri• buJm com a segurança do; mun;c1pe~. mandando i:-:sta· l,ir pincas esclarecedoras Enquanto isso não ;,conteccr; a culpa f1c,1 ,rndo d,vidid;,, Não queremos tambem jogar codd a culpa aos mo• tor»tas. Os pedestres de nossa cidade devem prestar um pouco muis de atenção ª" atravessarem dS ruas· Nãc é raro ouvir pneus que ~e arrdstam frcnetica mente ou êntâo ver casos de pericias espetaculares no volante para evitar um a. tropdamento. Esta mania dr, se andar a pé no meio da rua e o descuido tem qu,e acab;,r. Acreditamos no bom senso da, autoridades e do povo beiavistenscs no trato de um problema que pode rJ. determinar se temos oi..:. uão cond,çõe~ de: enfrentar o progresso com sabedoria e com a certeza de que ele não. nos arrastará a mort.i: prematura. EsperJmos tambem que o nosso povo esteja prcp3• rado para receber uma cri tica quando ela é construti va e em defo:a dos direitos de cada um, branco - cm gc.ral. Progresso Livros escolares Cadernos Louças e: Boutlque P,rfua,,ri, MATO GRCSSO Casa Progresso 5.lnitúdos Mat.erbl clC.tdeo e. un:a complc~ sc-çio de: Secos e Molhados 1 ~~--~ 3022° t s; Assessónos para qualque: C:::séi. ds 1 ·'.ó,1eis veiculo ao !ãdo da Prog;resso fi!hB P•.J', t.ricit1r1'-' nr.1 A• UÍt! • é,. n - O ':, ~ .. (10 t! uterior e jutu,a de Mato Grn o. .ilt.r:: ·u Jmardl. mforr,:o.i que ;d m d□5 lI umidades de <-, 11- rança pra'cm,ente conclui d,H, o govern' Jo•l' Fr,:i• gelh tem progra,ada a construção de ou:r:is. coa:o a:1 de Campo Grande e Dourados. Sobre a Pen.ren caria de quidauna disse que o sw proj.-ro ;,1 _e en contrJ no ( l,n1. tá,o da Justuça e que o Presisente Medici já determncu a hbração de recursos para a sua construção Falancia de Munici pioo - Fc,cal1zaodo a s1- ruaç;jo do:1 mun1c1pios con• siderados áreas de sequran ça n:icionJI os quais qual: fica de «currais oolit,cv•», o deputado Acr.au;y Mul!cr (NlDB-RS) afirma que sua ~1tuaçJo ,e d<renora rap1• damente. Estradas eco!az. energia eletrica, égua e es goto•Íns"' ,,io pruhlem,is qu<: extrapolam a c.:panda de hmnaicera dos er&rios mu:::1c1pai; e dependem em grand? porre de invesn:.:entcs federais ou estaduais. Doscortes1a Re- velando qu- ha tri:ita dias um parlomentdC tenta av,s tar-se infrutiteramente, com certo Mim.;tro de Estado e que um outro esperou ses sente dias para ser recebi do. o ~deputado José Ta;so de Andrade (ARI:.NA ES) af;rmou ,que t.al .titude é uma verdadeira descortesia para o Congrt"s,<J. «Este descaso-disso com que estâ sendo tratado r.ão o parl<1- mentar, md1vidualmen:e, mas si:n a Câmara do De putados e, consequentemen te. o Congresso Nacional, de modo algum . està em consonância com dS diretri zes emanadas· do Chefe da Nação». CEMAT - O Depar· t;,mento de Construções da$ Centrais Elétricas Mato grossenses. em Cuiabà. in formou que dentro de apro- • ximadaa:.ente 60 dias s~rà Iniciada a implantação do prédio que obrigará o or gâo no Cemro Poiitico Ad ministrativo; nesta capital. O projeto do edifício es-tã em fase final de elabor:i,;ão por uma firma paulista, ,1, tmJ:Jo ao treinamento de recuro !JU:;)Mrc . s, v sndo primipal tt.ente o aperfeiçoamento do pe~· ,,.li lut;du nc,s V;)CIU J1ur,:.:,p,o~ do J·;t .. Jo. Pc,r <)IJtr,, l.illo, a U,v,· ~" dr ln<p ç.jo e "uviço.; Téca1- cc». ta Seretara de Edu ução, anuniou para aqos to o l.111çan.cnto <lo 1,v~o «Manual do Secretar0». com instruções sobre as etrbuiões dos secretar0s de estabetecientos de en s1no, Bela Vista Problema de Tel~vi•iío Mor~na fo1 rnlícionn<lo, Mn1s uma vitória da «Tribuna da Fronterrn:>, Dcl,g ·do úc: En:,100 d: Bela Vista viajou pera Cui ,b.i. "fun d,- 11.it;:;r as untas referentes a Educa ção. dcs munbpit s perten centes LI :,ua jun.;)d1ç:..o, Ladcõts ccn:muam a qndo na Pincesa do pa. População belavistense n guard..:i proviJeoc1a 0 do Dr. Ivan Co,ca Marque!, dele• gaao de polícia. Cas;.s 1-'ernambucanas Jancam o Crediario Tenta ção. Revolucionou o comer cio belavistense. Exposição de füla Vis ta repercutiu em todo o es tado. ,'11edite: • "As rneoto::.s dos homens não carecem de ~er guid:lüs, carecem, sim. de ser despertadas". fmpresai Yrib na da Fronteira (Jornal Tribuna da Frontei ra Revi;ta integração) CGC-MF 03202166/00! Inscrição Estadual 160695 Jornal Tribuna da Fronteira de N" /RegiHrado Ticulos e 1066) EXPEDIENTE no Cartorio Duc:.u::entcs Diretcra: Maria Estela Ve lasque:: Po::.reira. E:ii:or: lv;;ldo Pereira Colabcrndnres: D:versos Redaç.'io e Adm,n,stração Rua Barão de Melgaço s/n Bela Vist.<' - Mato Grosso Curso para treina rnento de Secrot.ário,:i e Diretores - Secretaria de Assin.itura Anual: Educação de Mato Gros- so informou que ;::rrosse- Bela V:sra 50.00 guem. em todo o Estado, Demais Munícipio 60.00 os cur-stils para treina-mento Tocfo.!!I as p:.bl:.:.1çõc.s an:]. de secreta.rios e diretores ,ns. coc,o oej,:::: Ed,t.ii..s. A,;. de estabelecimentos de en- ·os. Secoes liVtts. A Fdido, sino. Eo Aqcidc::uana. o cuizad«, etc ero pagas curso inicia!u:e:nte previsto .:idn:itndace:it~. par2 I de agcsto. foi i:oi• "A Dir::oc:... ::,:, ~~ ciado no dia ó do corrente responsabiliza par z s e;;e d.±..± = - - :i::àcs··. .. -----·----.~- ·------- ·---- -- h , Noite de Gaia no Clube E;;portiv:i Belavistcnse , .. !'l'l d1.i :!~ o "liclciví--ttrt• se'' realuou o ão badalado Bale da audase, fazendo ,oci·d.1de loc,,l muta elegancia esurpu pata a esse tradicional lube como r» .. cll{ tii.,iJU3 d! J1l'1lt,rc:, ucJ.nd(· za [numeras pessoas compat cera a asse }af, t.cado acoa l.!d1n!·t(!l 'Hh.1 .. t. Vlcd.lS d! vu- tas cidades pata prestigiarem essa fe tuvlia'e Aotauos a presença da Sr,. delina Peda Vart1n , que vtl> do R,u d, J rne,rJ pir• r<cc:br d horuen:i• 4 m n d o +!}elavtese, p o is e s - sa senhora {ara a seguida rai ilh,l clh-.,J l!!lt1.1.d1.:. Nut)IOU-> amrben a pr se:iça 1, Sra. aati «unzuro }rap+ que veio e lz d lyuci, pra receber tanb'nu uua hroacn +yeuu do lube Setvrst:aves. t .inda pt."•(U[! ,..: tn.:J ,t.,1Vc~ :J.l.O h,Hn•·nducuJil 1.1 (X-r,u,1hd ;,lt.:- d!:na reaça Let, espos fo )ui: da Dir<ato, ,Jr, ;;uu,y Nuaes Leite: ds casde te la. r.,cdjú e o. Mt ... ,l"uZ..l d.: J,:sus V11:ltl. e.tul)lm.:oti: rcs1:1Jnri.J e.lll Capo Grade onle {exerc: o sua atividade no ay-teria dessa cidade, homenageada tan zn pela sua qualilauz de ex· rainha da c,tadu. .syn.m1 ,çâo. fresentes encontuvam-s: {su bem com: {houeaagea las aivet '-a?li e:x r inhas, residente em Hrl,, ist: ra lce Pedra de une:, Diva .ap:0i lr n.ct:i Z.1vlh. e inr . ..:.u B:unl!t Luu, tico, .vt.1 iíll.:n~ PJltn1d1 5alo,à . srtu. 'aia d. Graças Assis, Às homzaagradas zocoa travam-sr adas traja1as et li los vestidos loayos, e cora [oram homenageados tam bem p·la Diretora do «Clube c,p,,.llv<> llelavMen;.c• <,<. ,X• pr<<IJ<hl<S da rnllda::lt, vindo par,1 ~"~ lirn da cidade de C;,,np, Grande o< tx-prtsldcn te : Pedro l'c 1r ,, Sr. Bel~•. d, Alm<ldn A .. 1, , o Sr. Cap. Raul Portela, todos se fazendo presentar a sse az9ntcinento ,·om º" ~ru~ íamllure:• qu!' tJm· be.na enzontravamn se ricamente t,. j da. O, cx•p« i.l,ntc, de Club ·, re•IJrnt,, em lida V". tJ t.1J1b •m rr.'.tbt.nl/1 h ,mln,1• gens d» .)iretoria do :• lube U·lwl,t·:,.,••. f'ompliu l',dri, WA!·r .cbr Nunes, D) Çsrhu 1.~y de .,n Medeiros, Jo«e 'laia P'almier:, Gnil de Ms1s, Ehas Barbosa, Epmi das Escb ir e Ür Kc,lu Lou • ri:1iô Piuhd o, todo;; t(l mbe.m acompanhadas de seus f tmill1• rzs. A cera)ais procedeu·se traves de mnagmfica sonoplas t, me'tda que essas pzrso n IUad!' entravam no rtcinto do lube, tr,1.m anundadJs. pc· 1~ Ol«t·t :lo Belavlsteasc, fo, z•nio fundo musical a melodio •Scmp«-5<.:i~re•, !«cebcado de todus os pusente'] calorosas salvas de palmas. Foi o "Baile da Sxuiade" um acontecimento ú,11t:o que hV~tn ,., o;,C"rtuntdnde de preseacii nos ülimos tem po° qui e.a BA, Vi- t.::;. E:..tã. p >""t1:1t-:- R~!-l'iUC"itadü o "Bda• vistcosc·· como nos seus gran- dos 11a• do plS<Jdo. Pn:ttigfar.im t :mbcm. Or. 'li 1 1 Visi:ara:u no~~, red~ç.:io os Derutados Ulnldo B ,~em e Rub~m Figueiró (na foto ltalivio Loelho) DR. PEDJO 1osa PAL MIE!H Drc,àdentc do Clu- -± Espore B·li-tn-z Candido Pinheiro Ar; Aiso Loureiro . !>hipl,y, Dr. Cariihcs B,at iz; Prrnando 13scnb•r • Ma• ,y: Gaubaldy - Sudy; E..:,.ordo Odriz • An• ltlurla; Sr. • Sr<, ür. Hélvlo Lourdro; Jo,k Lou rtlro , Od,tt; nr. Uobuval • Tylú: Ari ,Udto l'e~rup>to e Sra. G,nil • Enoly, Eda - Klka. N<ld e , actel, Maneco ~!irand, . Nice; Ivo • Magall: Ev1!â,1u • Elp,dan; Murais - El! zabet; ::ira. Elt 1 lJ6rl• l-'a!!o,; !>ra Ara:y Mendt•; Dr Mura no • ,u,s fl!ha, 11,da Mula r Mad1l•na: P,1ul,1 Piuh••lro: EII :,,b,te fliohe•ro: Edvaldo, R ••ai v.s; Preto; Heerque; Cerlo, Ze licr.1ldJ. N.1 n,•11, du rl:,1 2'J P;> j .<:rta ,rico,· {[~ninha Expo 7" p • ..-:,11 rl ?,•l'C,I ,, .. UJ •t:Cl' fura, rt+ Mrcia uely Pedra Nunes FJcan-iu .1:,:-!Ctm cl.1::1sifkaddlói a,;, IU•h,tas: 2" luBa<1 Sct,1 Apor< ei-la R Antunes; 3' lugar: rta. M.,rli la,tins e i' luga: Fiiti m,, C.1rne.1ro. todas concorren tes nosos parabens pela boa vontade e espiuto d, colalioração Clrcularnm por lã: Atana Zloho - Elcy; Albnro Saleme e Sr·• Jlvaro - Pcrcilloa: Amaurl - Eva; Toalnbo • Marlal«; Pom plllo Pedra e Sra. rr. Cario Nunes e Sra., Almlr , Cacilda, D,qulnbo - Maria, Tony - Nld!a. O belavistense reclama 5•rnpr,· que não há lugar ir a nite. Mas ... no Sdba clo p.p. foi inaugurado a 1:-oite no Clnb,:: E•portivo Hdavisten•e, e pouco com pareceram i;"... quando não tem reclamam. e quan do tem: Não coopera. des ,-a forma com tantos "ôti mis<tas" que- temos. nada poderá t~r progrtsso. Emre os poucos qu~ prestigiaram destaquei: A dmir-Ueuza. Pemplio Pedra e Srn. Jane;. Nica, e .Â1- 3uelma. NU- NES LEITE ( f'.D. ]ui:: de ireito de Mar;;cajú() Pi«ente no«Baile » da Saudade Estância Alvorada. a pioneira do leite embalado. em Bela Vista. Estou go5tando de ver que o, bdavistense2 querem apiender mesmo, pois em pleno domingo estavam no prédio da Escola Técnica .. estudbndo português: San d:a, Froilam, Lairc~. c&Ma nuel. Ótimo. Ufa .. Até que em fim. dja l8 do corrente coloca ran as argolinhas na dird ta Jáison t Jure.ma, parabens. Leite puro e embal3do higiênicame.:-:tP.. com entre gas a domicilio. é só na Estancia Alvorada. Circulando pda cidade a Sra. Glace Medeios de llcn,e::es. acompmha:iJ cte seus dois "rebentos''. Fe iz estadia. Eil fumacinhas à Katia Buldi. õoI,-ersariante de dia 12 p.p. E o E-ierney Mi:anda multo fdi::. concreti::ou um de seus sonhos: E piloto. LElA E ASSINE O rRlBU.NA DJ. FRONTFIBA Est-ncia Alvor.:idJ. Fru tas frescas e o leite mais ? ,,o da c•dJd,_ VIS'.'fAS DA SENNA A IlEDAC,Q . Sr,l, 2 - Sr, Sobrinho Htlda C.1rnraro Ger. Ido P1'.lto ('"" ··o ,is OC. J.NTONIO nl!MO PZNl:O Con,prn de M:ideira Brut:i e Venda clt: ~ladeira ·erraria Antonio João Muto Grosso Senhor! Dá me um fi lho que seja bastõnte forte para saber qu,mto é fraco; e corajoso bastante para en frentar a si mesmo. quando ti'er medo. UM FILHO que seja .:oraJoso e inflexível na der rota inevitavel. mas humilde e manso na vitória- DA-ME UM FILHO cujo eterno não esteja onde devia estar a espinha dorsal. UM FILHO que Te conheça e saiba conh<!cer-se a si mesmo. é ;i perda an gular do saber. GUIAI-O. eu Te su plico. não pelo caminho fá cil ào coofõrto, mas sob a p:essão e o aguilhão das di ficuld.sdes e obstáculos. Qve adrenda :; t~r compaixão dos malogrados. uA-ME UM coração FlLHO puro e ideais ( l y ... ) elevados UM FILHO que apren• da a rir- mas que não de• sapre.nda a chorar- UM FILHO que tenha olhos p3ra o futuro. DIU que nunca esqueça o passado. E depois que lhe tive• res concedido todas essa5 coisas, dá-lhe connprei:nção bastante para que uja sern· pre um homem sério, selll contudo se levar demasiado sério. Dá-lhe humildade. Se• nhor. para que possa ter sempre em mente a simpli· cidade da Verdadeira sabt• daria: a humildade da Ver· dadeira força_ Então. eu; seu p:ii. ou sarei mudar: NÃO VIVO EM VÃO! Ciclo JARDIM Mecânica Montrnal (bicicf etariaJ consertos - pintura - solda Av. Duque da Caxias, 735 MATO GROSSO Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº067_29_07_1973 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOII_Nº069_25_08_1973 Voltar para a lista de itens