• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1268_15_10_1992

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r
,..
DIAFIO FE>r-·
ELA VISTA -- MATO GR0O DO UI, --
15 DE 0UTUBRO DE 1992
,,
u/POIY é NoTfECI
Festa do Dia das Criancas
A Primeira Dama
Cecília Poreira de
Moraca, Prenidcnta
da LBA/PRONAV Munici
pal, cancelou a fes=
ta em Comemoração ao
Dia das Crianças es­
te ano devido ao
falecimento da jovem
1 1 ULY
O Brasil está de
luto. Morreu o Dr.
Ulisses. O Presiden­
te dos EEUU, Busch ,
disse: "perdemos um
politico digno, um
homem honrado, um
grande brasileiro".
No Congresso, to-
Margareth Escobar
ocorrido no Gltimo
dia 10. Em respeito
aos familiares e
sentimentos pela per
da irreparável, a
Primeira Dama deci -
diu pelo cancelamen­
to das festividades
MEU
dos sentiram a morte
do "Senhor Diretas",
o Brasil morreu um
pouco com o Dr. Ulis
ses. O político que­
tinha no equilibrio,
no bom senso, na ar­
te de conciliar, gui
as de conduta parla=
1
N9 1.266
1
! ,
l
1
1
alusivas ao Dia das
Crianças que tradi -
cionalmente a LDA/
PRONAV, a Prefeitura
Municipal e o 100 RC
Mec realizam no cam­
po de pólo do Regi -
menta Antonio Joio ,
no dia 12. PÁGINA - 07
montar, e pcssoaldci
xa um vazio cue difr
cilmente será preen­
chido.
Todos nós, sobre­
tudo os políticos
temos exemplos a se­
guir, professores ,
MESTRES. PÂGINA - 06
IH1O: IV!' TFR!IRA F RECO IO EXEMPLAR $ 3.000,0'
/'
J
Cecília PerP-ira de Moraes - Pres. da LBA/ PRONAV Municipal
'..
i
±
_
AI ,
?
• I-kl
Dr. Ulisses e o
o Projeto de Mane
jo e Conservação d
Recursos Naturais de
Mato Grosso do Sul ,
que vem sendo elabo­
rado e discutido há
cerca de 1 ano e me­
io, está chegando na
reta final para a as
sinatura do contrato
de financiamento de
Um conjunto de
oito gabir.r>tes odonto
lógicos sorá implan­
tado até odiá 20 do
outubro na Escola Jo
sé Maria Hugo Rodri-
US$ 30 milhões junto
ao Banco Mundial, es
tando previsto ainda
mais US$ 30 milhões
de contrapartida do
Governo Estadual, to
talizando recursos
da ordem de US$ 60
_milhões. O Projeto
foi analisado
uma comissio
por
da
gues, no bairro Mata
do Jacinto, na capi­
tal. Convênio neste
sentido foi firmado
entre as Secretarias
Estaduais de Saúde e
FAO (Organização
de Alimentação e
Agricultura da ONU)
cm visita de traba
lho realizada no
período de 14 a 15
de setembro, e pra
ticamente tido co­
mo aprovado.
PÁGINA - 08
Educação, Universi­
dade Federal de Ma­
to Grosso do Sul
(UFMS) e Fundação
Nacional de Saúde -
(FNS). PÁGINA - 08
MAQUICE DEFINITIVA
A estetista !ely, de Ponta Pori, estará en Bela Vista no d1a 17 ,g
residêncta de Mercedes Co!rtra (esquina da Padarta K-Carolina), :.',atado, atendendo ra
reza de rele, ta: d·tia550 &criiiva e autase derití ~}",P' e«era1 ,
e boca. Vale a pena conferir. os, sobrancelhas
Câmara irova Projeto de Lei do Exercitt
calando cm a Taxa de iinação Pilicz
O Prefeito Edson
Medeiros de Moraes en
viou à Câmara Munici­
pal esta semana o Pro
jeto de Lei n0 009/92
do Executivo Munici -
pal, revogando as le­
is municipais que dis
poêm sobre a cobrança
da taxa de iluminação
pública em Bela Vista
. e suas respectivas al
terações. o líder da
bancada do PTB no Le­
gislativo, Vereador
Roney Moraes Simões
pediu que o Projeto
fosse apreciado em re
gime de urgência espe
cial, o que foi acei­
to pelo plenário e a­
pós os trâmites lega­
is através das Comis-
sões de Finanças e
Orçamento e Legisla­
ção, Justiça e Reda­
cão Final, o Projeto
de Lei foi aprovado
por unanimidade dos
vereadores presentes,
ou sejam, Jorge de
Souza. Rosa, João Ka­
li fe, Paulo Melo ,
Marcos Elias Rios da
Cruz, Cassio Acioli,
Carlos Alberto Oca -
riz,· Getulio Lino e
Roney Moraes Simões.
LEIA MATtRIA COM- '
PLETA NA PÃGINA - 05 [
DESTA EDIÇÃO
aro leste no ltedimenl
dlo Protor loral
Prefeito - Edson Mede.iras de Moraes
CECITEC PRORROGA F
DE ENTREGI DE PROJET
PÁGINA - 05
Com o objetivo de aprimorar o atendi­
mento ao produtor rural, o Departamento
de Inspeçao e Defesa Agropecuária do Es­
tado (Iagro) acaba de promover um curso
de reciclagem para cerca de 100 secretá­
rios e secretárias que trabalham nos 72
escritórios.locais 6 regionais e da sede
em Campo Grande. Realizdo ara duas tur
mas, o curso abordou as características­
do trabalho de secretária, téc!as bási
cas de arquivamento e.ainda noções gera­
is sobre o proprio Iagro. PÁGINA - 08
Um morto e cinc feridos
na violeta colisã
Um morto e cinco feridos, foi o saldo
de grave colisão ocorrida domingo passa­
do, ãs 15:30 horas, nas proximidades da
Contrijui , saida para Guia Lopes da La
guna. -
O Soldado P Vargas, Guarda Municipal
Jacques e populares tiveram grandes dii
culdades para retirar as vitimas que e;~
tavam prensadas entre as ferragens.
LEIA MATÉRIA COMPLETA NA PÁGINA - 03
DESTA EDIÇÃO.

-------------------------------------
JUSTICI QUER DEFENSORIA
Atravó de uma comissão
criada a partir do Programa
Nosno 1ndio, Um Cidadão, a Se
crotaria de Justiça e Trabalho
f.z um levantamento da atuação
da população indígena no Esta­
do, a fim de propor mecanismos
porn vilar rxploraç6eD no mor
cado de trabalho, e na socieda
de <•m <Jera l,
De todas as propostas do
Secretaria, a mais ousada cer­
tamonte é ...i crlac5o dn Dcfcnoo
ria PGblica do !ndio. -
Segundo o Secrct5rio ad­
junto da Secretaria de Justiça
e inlogrante do Progrnma, Man­
frc<lo llves Correia, já foram­
fcitou contatos com a procura­
dora chefe da Defensoria Pú
Muitos Povos, Diferentes Histórias
A história da população indígena na região de Mato Grosso do
Sul pode ser dividida em duas etapas: a pré-colombiana, onde gra
ças a abundância de recursos naturais houve uma intensa ocupa=
cão; e a moderna, onde a disputa pelo espaço acabou levando ao
extermínio de alguns povos, como os Kaiapó, que viviam na região
nordeste do Estado e os Paiaguá, que eram canoeiros, Hoje, ases
timativas são de que existam apenas 40 mil indígenas em Mato=
Grosso do Sul, um quarto deles vivendo fora das·aldeias.
são cinco povos que, apesar de suas populações reduzidas,so
mam ainda o segundo maior contingente do País. -
SÃO OS SEGUINTES:
GUARANI - são cerca de 20 mil, vivem no sul do Estado divididos­
em duas tribos, os Kaiowá e os Nhandera. A maioria está em reser
vas indígenas, conservando alguns traços culturais como a lín=
gua, cerimónias religiosas e outros hábitos.
TERENA - são 15 mil e vivem na região de Miranda e Aquidauana.
Desses, apenas 10 mil vivem em áreas reservas e os restantes em
fazendas e cidades vizinhas. Conservam, além da língua poucos va
lores tribais.
KADIÉW - Descendentes das tribos Guaikuru, hoje eles são apenas-
1.200. Vivem na região de Bodoquena e Porto Murtinho. Seus ob
jetos de cerâmica são muito apreciados.
GUA'J'Ô - Do Tronco Macro-Jé, vivem em canoas e tinham característi
cas culturais e linguisticas muito próprias. Foram exaustivamen=
te estudadas por cientistas de vários países mas hoje restam ape
nas cerca de 250 -índios Guató, que vivem no norte de Corumbá.
OFAYÉ-XAVANTE - Já foram considerados extintos, mas hoje uma pe
quena comunidade com apenas 70 elementos, lutam para resgatar a
etnia. Vivem às margens do Paraná, na região de Tres_Lagoas.
-------------------==-=--======================================
blic , Eloi Maciel, que encum­
pou a idéia. A Funai, que ofii-­
almento a responsável pelo as­
sistencia jurídica ao índio, ta
Lm concordou com a proposta. Pa
ra Manfredo Correia, a implanta­
cão de Defensorias Públicas espe
cializadas, em todas as comarcas
onde houvesse população indígena
será um espaço a mais - em cola­
boração com a Funai - na clcfraa­
do indivíduo. Oa eatudoo poro a
criação da Dcfcnooria PGbiica Jà
foram encaminhados à procurado -
Outra preocupaç5o da Secre­
taria 6 com a fiocalizaçào da
mão-de-obra indígena empregadas­
pelas empresas da região.
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Um morto e
na violenta
cinco feridos
colisão
Um morto e cinco feridos, foi o saldo de grave colisão ocorri
da domingo passado, às 15:30 horas, nas proximidades da "Cotri -
jui", saida para Guia Lopes da Laguna. O soldado PM - Varqas ,
Guarda Municipal Jacques e populares tiveram grandes dificulda -
de para retirar as vítimas que estavam prensadas entre as ferra
qens.
CARONISTA MORREU NA HORA
Conforme depoimento de testemunhas, um "Piat" com chapa de
São Paulo, dirigindo por Lelson Antonio Capoano, que tinha como
passageiros Daniele Vieira Capoano, 4 anos; Edilson de Oliveira,
10 anos (residentes em Dourados) e o caronista Abdala Jorge Jate
nc, rua Dr, Euclidca Boussay. Miranda, vinha com destino à cida­
de. Ao atingir aquele local, devido a pista estar escorregadia ,
colidiu frontalmente com a D-20 chapa MR-2095, conduzida por
Wilson Martins Junior, tendo como acompanhante Marley Reinaldo
Loureiro (moradores em Maracaju), que também trafegava cm alta
velocidade. Como ambos derraparam a colisão foi inevitável.
Com o impacto, o caronista Abdala Jorge Jatcne morreu na ho­
ra.
TRÊS FERIDOS GRAVES
Lelson Antonio Capoano (motorista do "Fiat") teve as duas per
nas quebradas. Os menores Edilson e Daniela sofreram várias fra­
turas e foram removidos às pressas a Hospital de Campo Grande
Wilson e Marley, que estavam na D-20, receberam ferimentos le
ves.
O sargento Clodoaldo e os soldados Fred, Irineo e Savio, tam­
bém compareceram prontamente ao local e tomaram todas as provi -
dências que se faziam necessárias.
MOTORISTAS DO ASFALTO
Os motoristas do asfalto são os principais causadores de aci­
dentes na região. são verdadeiros mestres em guiar em trânsito
congestionado das capitais, mas se perdem completamente quando
encontram pela frente estradas lamacentas, cascalho solto, ban­
cos de areia, rodovias tortuosas, pontes estreitas e falta de
sinalização. Seria oportuno que os técnicos do DNER elaborassem
uma apostila para conscientizar os motoristas do asfalto dos pe­
rigos que as estradas de chão oferecem. (F.B)
Menores Homicidas Confinados
em Campo Grande
Por determinação do Juiz de Direito Dr. Jairo Luiz Quadros ,
os menores H.R.L.C (l5 anos); J.C.B (17 anos) e M.A.S (16 anos),
que há mais de dois meses, nas proximidades da zona do baixo me­
retrício assassinaram de forma brutal Manoel Raimundo da Silva
(26 anos) e estavam presos na cadeia pública local, sob escolta
dos soldados Marival e Galeano, fo;ram encaminhados ao "Estabele­
cimento de Guarda e Assistincia ao Menor, de Campo Grande"
Recorda-se que eles, por motivos futeis, trucidaram a infortg
nada vítima à facadas, pauladas, pedradas, enfiaram-lhe um pau
na boca, furaram-lhe um olho e cortaram-lhe o pênis.
Presos com
na Ilha do
Maconha
Padre
Por volta das 10:40 do dia 12/10, foram presos em flagrante
por tráfico de entorpecentes "MACONHA" "CANABBIS SATTILINNEU" ,
os elementos DÃRIO DIAS RODRIGUES, residente em Jardun-MS, DAN,!_
ELA PEREIRA DOS SANTOS e MOISÉS INFRAN, ambos residentes em Bo­
nito-MS, todos foram conduzidos até o DEPOL e autuados, ocorre~
eia atendida pelo 10 Sargento PM Clodoaldo, que fazia patrulha­
mento na Ilha do Padre.
Apreensão de Veículo
A guarnição de Rádio Patrulha, comandada pelo 10 Sgto Fernan
des, apreendeu a moto CB 400 Placa BU 04l cor preta, por não
portar documentaçao exigida por Lei.
Acidente de Trânsito na BR-276

Por volta das 20:00 hs, do dia 09 de outubro de 1992, no
cruzamento da BR-267 com a rua Cel. Stuck, colidiram-se a moto
H d CG 125 Placa EA 028 de Jardim, e o caminhão Mercedes Benz
laca ícy 3o41 de curitiba-PR, o Motociclista MARCELINO
CASTRO, foi socorrido ao Hospital Mal. Rondon, com escoriações
generalizadas.
Tentativa de Homicídio
em Porto Murtinho •
· lt das 00:30 hs no Clube "CARANDAZAL" -.,m Porto Murti
Por vo a • ' • - • f -
h
" ICARDO CABALLERO" . residente a rua Cap. Cantalice, e etu-
nl1o R I + ie .-.: E :
ou vários disparos de arma de fogo,_contra 'Eugenio 'spinosa a
• d lh a altura da face a vitima foi socorrida ate ao
tinginlo- e n , .

1
l l
O criminoso evadiu-se do local tomando rumo 1g-
Hospita oca , .
norado. o fato foi registrado na DEPOL local.
SE VOCE NIO SE CUIDAR
1 110S VII TE PEGIR
Por voJtn don
14:30 h, do dia 03
de outubro de 1992 ,
a proprietária do
"BAR SETE COPA", s­
licitou a Rádio-pa -
trulha, sob o Coman­
do do CB PM Marque,
ardi
Embriaguês D
Por volta das
22:00 hs do dia 03
de outubro de 1992 ,
a Rádio patrulha da
Policia Militar, sob
o comando do CB PM
Marques, foi solici­
tada pelo Sr. Gabino
Rola, sendo que o
Ten ativa d:e Homicídio
Porte
Por volta das 18:
30 hs, do dia 01 de
outubro de 1992, a
Rádio-patrulha da Po
licia Militar sob o
Comando do ST PM GUI
MARÃES, quando fazia
ronda nas imediações
sendo que a mes a -
informou que o Sr.
Luiz Antonio Alonso
encontrav -se
vendo desord.
promg
no
referido ar,
Guarnição chegou
ao local s consta -
mesmo informou que
em fren e de sua ca
sa encontrava-se
caído sobre o solo
o Sr. Valdecir Rega
la, com um tiro na
perna direita e um
golpe de faca na
costa, sendo que a
do "BAR SETE COPA",
e ao abordar o Sr.
MARQUES MARTINS MAR
QUES, que se encon­
trava naquele local,
constatou que o mes
mo portava um "pU -
NHAL" e encontrava-
ou p' o do n ·s -
mo e vr inhou pa
ta p ci de
Policie vil.
vítima foi socorri­
do pela guarniçaõ e
encaminhada para o
Hospital Marechal
Rondon, e o autor e
vadiu-se do local
tomando ru:no igno.r~
do.
ran a
se completamente cm
briagado, diante de
tal fato a quarni -
ção efetuou a pri -
são do mesmo e enca
minhou para a Dele­
gacia de Polícia Cl
vil.
Esfaqueamento
Por volta das 23:
30 hs do dia 01 de
outubro de 1992, deu
entrada no Hospital
Marechal Rondon, o
Sr. VITALINO FERREI-
Por volta das 19:
00 hs do dia 01 de
outubro de 1992, deu
entrada no Hospital
Marechal Rondon, o
Sr. CASSIMIRO ORTI ,
segundo informação
Por volta das 18:
55 hs do dia 30 de
setembro de 1992, a
Rádio-patrulha da Po
lícia Militar, sob o
Comando do SGT PM
Santos, foi solicita
da pelo DR. ROBERTO­
COSME, o qual infor­
mou que em frente a
Academia Corpo e Al-­
ma, o veiculo Ford
RA PROTES, residen­
te na chácara São
Sebastião, segundo
informação da víti­
ma a mesma estava -
no Bar Ponta Porã ,
e quando discutiu -
com um elemento a
mesma foi atingida
com um golpe de fa­
ca, e o autor eva -
diu-se Co local.
do mesmo, após dis­
cutir com seu filho
o mesmo efetuou 05
(cinco) tiros de re
vólver calibre 227
contra o seu pró
prio pai, sendo que
Del Rey de Placa AR
5724, conduzido pe­
lo adolescente V.B.
M, colidiu-se com
uma Brasília de Pla
ca EA 0279, conduzT
do pelo Sr. Louri
val de Campos, sen­
do que o condutor
da Brasília sofreu
um pequena lesão no
nariz, decorrente
um dos tiros atin -
giu a costela da ví
tima e o infrator
evadiu-se do lo -
cal.
do acidente, aguar
nicão chegou ao lo­
cal e constatou os
fatos, e apreendeu
o veículo Ford Del
Rey juntamente com
o adolescente e en-
.caminhou para a De­
legacia de Polícia
·Civil.
Oração
de um
para a Mãe.
Excepcional
Pai, coloco minha v(da en suas nos, para aliviar os sofrLentos de reu filho. Peço-lhe Se
nhor:
Alivio para suas dores; Socorro para os rorentos que est!yer e per!go; Prcte;ão par suas
hor.ns lnde fes.'.ls.
Recorre-e Senhor para dar a rcu f!lho retos de ser feliz._Para que ele tenha as alerfas
da Infanc!a, resmo que cronologfcaente tarde. Na Sua r!ser!côrd!a, PaI, stão todas s rf -
nhas esperanças de un dia o ouviros dizer: Papai, Marie, espero rec raça te sentir se
us braços, suas 0.10s, <" ver seus sorrisos. Ajude-re, Pai, a ter: Pactrcfa para ensinar-lhe
tudo que for- possível; Coo:p.aixão para coe os outros defletentes; Satisfação com as elhoras
ainda que pequenas; Compreensão para c o os Ignorantes; Saüde ara poder cu!dar d e l e ; a l e ; { -
as para co ele repartir; animo para viver; Resignação para coi a ua vontade Paf!
Peço-lhe para perdoar e dar cor.preensão aos pais, frios e todas as que não aceltanas Ex­
cepc!onais. Apare os deffclentes órfãos, os abandonados, o esquecidos. Ilu!ne, Senhor, os
clent1stas1 fisloter.1pcutas, professores e todos que são dt!dlcados 110s doentc:=s. Dê-lhes cora­
e para nao desanirarem e seu trabalho. Agradeço-lhe, ta!é, pela confiança que teve e
ri, entregando-e ur anjo coo fIIho, e por tantas alegrias que ele me di.
Proeto-lhe,,Pat, que tudo fare! para que ele safba de Sua ex!stnc!a.
E satba ai-lo. Esteja sempre conosco. Aé
Hospital Santo Aleixo
Dir. Clínico - Dr. Alexandre Frizzo
Convênios: Unimed, Banco do Brasil,
Prefeitura Huniclpa1, Caixa Econõmi
ca, SUDS e Fazendas.
Plantão: 24 horas
Fone: (067) 255-1261
llonito - MS

,
A.
.... ) ,
Antenor
D,de julho de 19
'!0, •Jir.o,; lnnintinclo
na necessidade de
criação de uma SECRE­
'TAIA NACIONAL DO 'TRA
Hl'L!!O nu H/IL. -
Tqor.:i, nu condição
d<' convjdado o(iciul­
mente apresentar
propostas e Sugestões
para a nova Legisla -
ão 'Trabalhista Ru
rnl, r,otumor. novamcn­
Lc oprcocntando a pro
posta de criação da
referida occretarla ,
coneiderundo o ocguin
Lc: -
a) a imperiosa ne­
cessidade de estabele
cor, na órbita fede=
ral, um programa de
manutenção do traba -
lhador rural cm seu
próprio meio, evitan­
do o êxodo rural;
b) ser impostergá­
vel instituir cursos
e programas de apren­
dizagem a menores de
l 8 anos, treinando-os,
especializando-os e
antendo-os no campo;
e) a conveniência
de estudos e elabora­
cão de normas legais
ue permitam contra -
tos de trabalho na
ondição de menores -
prendizes, também no
neio rural, possibili
t ando a estipulação
de salário corres -
pondente;
d) que há nece­
idade de aprimorar
um melhor relaciona
mento entre capital
e trabalho no com -
po, evitando-oc di­
vcrgónciao e contra
vérsias desgqastan -
tes entre as partes:
e) a necessidade
de estudos constan­
tes, com vistas a a
perfeicoar a legis­
lação aplicável às
relações trabalhis­
tas rurais, obser -
vando as peculiari­
dades do campo;
f) as relações -
entre capital e tra
balho nccessi ta, cxiiii
pulsoriamente, de
um organismo, sob
os auspícios do Es­
tado para que, com
autonomia e celeri­
dade melhor possa
administrar e diri­
mir as questões da
área rural.
Ao nosso ver, os
inúmeros problemas,
conflitos e greves
que assolam o setor
trabalhista urbano,
tomam por completa
as atenções das au­
toridades trabalhis
------·

eegrmno
:i.5To o Ti:no E FEVticü õcii
-- AO ALCANCE Dr TOS
CRIAÇÃO DA SECRETARIA NACIONAL DO TPAALHO RURAL,
PROPOSTA AO PRESIDENTE ITAMAR FRANCO
tas do Governo
com isso, o carpo co
mo e:pro, é relega­
do a um plano ecun­
dário.
Por tudo isso, en
tendemos er opor u­
na a aprcanntação do
proposta dú CRIAÇÃO
DA SECRETARIA NACIO­
NAL DO TRABALHO RU -
RAL, ao novo Presi -
dente da República ,
Dr. ITAMAR FRACO, o
que estamos fazendo
através de documento
remetido ao Palácio
do Planalto.
APOIO DAS ENTIDADES
RURAIS
Nesta oportunida­
de, conclamamos o a­
poio das entidades -
rurais (Sindicatos ,
Associações, Coopera
tivas, Federações de
Agricultura, etc), a
fim de que remetam o
fícios, telegramas~
telex, telefax aos
Deputados e Senado -
res que representam
a bancada rural, pa­
ra que intercedam
junto ao Presidente
da República, Dr. lta
mar Franco e Min. do
Trabalho, cano objetivo
de que seja criada,··fina
rrente, a Sec. Nac. do Tra
balho Rural. -
Perguntas & Respostas
TRJBlLHO URBANO
Pergunta - Membro
suplente da CIPA, tem
direito à cstabilida
de provisória?
Resposta - t uma
questão polêmica. Par
ticularmente, enten­
do que os suplentes
devam ter direito à
estabilidáde no em -
prego, pelo fato de
estarem atuando jun­
to aos membros titu­
lares na busca da
prevenção dos aciden
tese doenças do tra
balho. -
TRABALHO RURAL
Pergunta - Gosta­
ria de saber quando
o afastamento por mo
tivo de doença ou a~
cidente afeta o di -
reito do empregado
às férias.
Resposta - O di -
reito às férias do
empregado ficará afe
tado, perdendo ele
portanto, o seu des­
canso anual, se per­
manecer afastado por
motivo de doença ou
acidente de trabalho
por mais de 6 (seis)
meses, desde que is­
to tenha ocorrido
dentro do seu perío­
do aquisitivo. Ini -
eia-se a contagem de
um novo período aqui
sitivo, a partir de
quando, efetivamen -
te, retornou ao tra­
balhou.
TRABALHO DOMÉSTICO
Pergunta - Quan -
tos dias de férias
devem ser concedidos
à empregada domésti­
ca, 20 ou 30 dias?
Resposta - A pro­
fissão de doméstica
passou a ter prote -
cão legal a partir
de 1972, com a Lei
5.859/72, que estale
cia, no seu art. 3o,
que tais empregados
teriam 20 (vinte) di
as de férias, após
cada período de 12
(doze) meses de tra­
balho. Entretanto ,
com o advento da
Constituição Federal,
em 05.10.88, o refe­
rido dispositivo foi
revogado, uma vez
que a nova Carta Mag
na, estabeleceu féri
as de 30 dias corri=
dos para os domésti­
cos, equiparando-os,
nesse tocante, aos
urbanos.
PREVIDRNCIJ SOCIAL
Pergunta - Gosta-
ríamos de saber co­
mo proceder com um
empregado que traba
lha em três empre -
sas, que, embora do
mesmo grupo, possu­
em seus respectivos
CGC.
Resposta - Se o
empregado recebe
três remunerações ,
de trés distintas
empresas, não impor
tando pertencerem
ao mesmo grupo eco­
nômico, para fins
de fixação de alí -
quota determinante
do valor do descon­
to a se deduzir
das suas remuneracõ
es, o seu salário
deve ser somado, ob
servando-se, sempre
o limite do salário
de-contribuição, co
mo se ele recebesse
essas retribuições
de uma mesma empre­
sa e não consideran
do-se salários indI
vidualizados. Salã=
rio, na caso, o to­
tal retebido, não
importando a ori
gem. Se a soma ul -
trapassar o teto má
ximo, a base de cáI
culo será esse limi
te do salário-de
contribuição e a ta
xa de 10%.
Os jornais afhados à Assomas lo Nacional de Jornal'
ANJ comprometem-se a cumprir os seguintes prece+tos
7
~ S,<1rnl", m,,n!,d, rl, "P""'•
o funcionaml.'nlo sem restrições
da imprensa e o livn: exerr!cio
da prof 155Jo
:]Ap,m, p,bUon, ""''''
dos fatos de interesse público,
não admitindo que sobre eles
prevaleçam quaisquer interesses
,,::: j""'"'""' fo, .. ,, "'
humano, os valores da democracia
representativa e a livre iniciativa
r
O
. G nir.tir a puht;.-.i iio dl'
contr staôes objetivas das pessoas
ou organizações acusadas, em suas
páginas, d atos ilicite ou
comportamentos condenáveis
igilo de suas fontes
Respeitar o dln:ito de cada
indivíduo à sua privacidade,
salvo quando esse direito
constituir obstáculo à
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o one-439-1665
Bela Vista-Mato Grosso do Sul
ORAÇÃO Ã SANTA CLARA
Por intercessão de Santa Clara Senhor todo d
V l
• po eroso me abe
o te para mim seus olhos IIÚSericordiosos, m - ·nçoe. Proteja.
degrrae sobre t suas copiosas gracas, a,"", Paz e a traqut1idade,
ceu em companhia de Sanca Clara e codos esca vida me aceite no
os Santos.
Fazer os pedidos à Santa Clara, l d N -
zar durante 9 dias, 9 Ave Maria com uma e egocio e 2 i.oposs!veis Re-
99 d1a. vela acesa. Deixar queimar • no
Mesmo se fé seus pedidos serão
ta Clara confio em vós. ate
nd
idos. Publicar no 99 d1a,San
) ,
-'
- Jornal l ribuna da Fronteira
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.
POLíCII FLORESTIL ESTÍ PREPIRI
A Comparhi de Po
15eia Floresta1 j
enti preparada para
garantir a proibi;ao
da pesca durante a
piracema. A informa-­
ão ó do'Major Anqe-­
lo Hn!Jr-lo, com,lndrin­
te da Flore, al. A -
pós cinco ano cose
cutivos realizado oG
ne tipo de fiscaliza
ão, a Florestal acü
mulou conhciaento
e ceriéncia ufici
ente para realizar
um ótimo trabalho
"No inicio lnllDVD
domínio da técnicas
ilícitas de peca e
até do próprio Panta
nal. Hoje, conheco
Câmara Aprova Projeto de lei do Executivo
acabando com a Taxa de Iluminação Pública
l l
O Prefeito Edaon
Medeiros do Moracs
enviou ã Cãmora Muni
cipal esta scmnna ~
Projeto de Lei no
009/92, do Executivo
Municipal, revogando
as leis municipnis
que dispõem sobre a
cobrança da taxa de
iluminação pública
em Bela Vista e suas
respectivas alteraçõ
es. O líder da banca
da do PTB no Legisl~
tivo, Vereador Roney [
Moraes Simões pediu
que o Projeto fosse
aprnciado em regime
de urqência especial,---~=­
o que foi aceito pe- Pref. Edson Moraes
lo plenário e após
os trâmites legais a
través das Comissões
de Finanças e Orça -
mento e Legislação ,
Justiça e Redação Fi
nal, o Projeto de
Lei foi aprovado por
unanimidade dos vc -
readores presentes
ou sejam, Jorge de
Souza Rosa, João Ka­
life, Paulo Melo
Marcos Elias Rios da
Cruz, Cassio Acioli,
Medeiros de Moraes
que dcvqrá oancioná­
lo e publicá-lo nos
próximos dias.
Importante ressal
tar que o Prefeito
Edson Medeiros de Mo
raes tomou a inicia­
tiva de exlinguir a
taxa de iluminação
pública em Dela Vis
ta depois de consuI
taro Ministério P
blico (Promotoria
de Justiça da Coroar
ca) e receber pare=
cor considerando a
cobrança inconstitu
cional. -
O exemplo de Be­
la Vista deverá ser
seguido por outros
municípios da regi­
ão e do Estado, que
também vém sendo
bastante afetados -
com os altos valo -
res cobrados a títu
lo de taxa de ilumT
nação pública.
Foi prorrogado de 02 para 09 de outu­
bro o prazo de apresentação dos projetos -
de pesquisa, realização de eventos e publi
cações, que serão analisados pelo Conselho
Estadual de Ciência e Tecnologia (Cecitec)
para a liberação de recursos à fundo perdi
do, dentro do calendário de fomento 92/93.
Deliberação do Cecitec neste sentido­
foi publicada no Diário Oficial.
Segundo o secretário-executivo do
Cecitec, Paulo Bonfim a prorrogação foi
feita em atendimento à reivindicação das
principais entidades de ensino e pesquisa-­
que normalmente apresentam projetos.
A expectativa para o atual calendário
é de que cerca de 200 projetos, nas mais -
mo cada uma das al
trnativas que s o
u ilizadas, corno es
conder peixe no ma
to ou usar bnnde1 -
rs estrangeiras. E
lnso facilita nosso
ri.tb lho''.
Os números con -
firmam que a fisca­
lizução Lcn ~urtJdo
Carlos Albr-rto Oca -
riz, Getulio Lino o
Roncy Moracs Simões.
Com a aprovação
pela Câmara Munici -
pal do Projeto de
Lei do Executivo M'u­
nicipal, que passa a
vigorar desde 10 de
outubro, os consumi­
dores belavistenses
automaticamente po -
dom sentir-se mais a
liviados com a queda
da taxa de ilumina -
çáo pública que vi -
nha se constituindo
num grande transtor­
no para todos, prin­
cipalmente os de bai
xa renda que muitas
vezes recebiam as
contas de luz com o
valor da iluminação
pública maior que o
consumo residencial.
O Projeto aprovado
pela Câmara volta pa
ra o Prefeito Edson
e d pesca irroga -
!-r durar a Pirace
costur chegar
a é 1 toneladas
por indi IÍduo. lloj<:.>,
eJundo o comand .nte
da Pnlícin rlorratnl,
o , e volume c a i u c e r
ca de 80 por cr-rLO ~
"Se antes considerá-
diversas áreas, sejam apresentados para a­
valiação do Cecitec.
O valor mínimo financiável para cada­
projeto é de 297,45 UFF.RMS (cerca de Cr$
7 ,5 milhões).
Atualmente o Governo Pedrossian está
patrocinando, através do Cecitec, 50 proje
tos, aprovados no calendário de fomentos
do ano passado.
Mensalmente são destinados cerca de
Cr$ 300 milhões para a implementação des
tes projetos. O objetivo é estimular a pes
quisa e o desenvolvimento de novas tecnolÕ
gias, a serem aplicadas para a moderniza=
cão das atividades produtivas, entre ou­
tras.
va,} a preen °
como um fator por1ti
vo, hoje compreende­
rio que elas são ne­
qativa., pois signi­
ficam que o ma! já
foi .eito. Por isso,
procuramos estar pre
sentes para evitar
que elas acont çam".
Am da checagem
coo
(9 i
to utra
tade
pela Fl o I n
Piracoma, a
barreira na ett4
das, principalmente
DR- 2, para qaran -­
tir o cuprin n de
Li.
Dia 17 /10 /92 não esqueça, não
pode vacilar, tem que vacinar
,,.,
E SE T
~LOCADORA·
.'_ ARA MEGA DRIVE
· TAS NINTENDO E OUTROS
BARÃO DO TRIUNFO, I38l cNrRo
--- •
439- 1390
Mensagem aos
Professores
Profco:;or
Quando, noite velha, tu te encontra -
res ainda debruçado sobre pilhas de ca -
dcrnos ou trabalhos escolares, a vista
ardida, o corpo penso, a alma desvalida,
e pensares em desfalecimento;
Quando a sensação de fracasso te si -
tia com aceno de fuga para deixar a meio
o trabalho cm andamento;
Quando a ingratidão aparente te fere
a alma generosa que se doa sem margens
nem restrições, despertando em ti a re -
volta e a lágrima, descobrirás que:
A avalancha que ameça soterrar o teu
alento estão construindo o HOMEM!
E quem constrói o Homem trabalha para
eternidade!
Parabéns pelo teu dia professor.
Homenagem da Direção da EEPEPG Prof<!
Vera Guimarães Loureiro.
"Ao Dia do Professor"
Prof~ Ruth Janete Calestini - Diretora
===//============
Professor ...
Urgente se faz abrir os olhos e oco­
ração e começar esta grandiosa tarefa a
construção de um ser humano.
t preferível começar com pequenas coi
sas uma a uma, dentro de suas possibili­
dades, do que ficar eternamente sonhando
com uma sociedade mais humana e igualitá
ria para um futuro tão distante. -
O JMAN1IÃ COMEÇA AGORJ .•
voce ~ RESPONSÃVEL.
15 de Outubro 92 - DIA DO
PROFESSOR
Secretaria Municipal de
Educação de Bela Vista
ORJCÃO A SÃO JUDAS TADEU
(Para ser recitada em grande aflição,
ou quando se parece privado de todo o au
xílio visível; e para os casos desespera
dos).
"São Judas, glorioso Apóstolo, fiel
servo e amigo de Jesus! O nome do trai -
dor foi causa de que fosseis esauecído
por muitos mas a Igreja vos honra e in­
voca universalmente. como ô patrono dos
casos desesperados, dos negr-· - ~e­
médio. Rogai por mim que sou tao miserá­
vel! Fazei uso, eu vos imploro, desse par
ticular privilégio que vo; =oi concedido,
de trazer visível e imediato socorro, on
de o socorro desapareceu quase por com=
pleto.
Assisti-me nesta grande necessidade ;
para que eu possa receber as consolações
e o auxílio do céu, em todas as minhas
previsões, tribulações e sofrimentos, al
cançando-me a graça. (Aqui faz-se o pedi
do particular); e para que eu possa 1ou­
vara Deus convosco e com todos os elei­
tos, por toda a eternidade. Eu vos proe
to, õ benditos. Judas, lembrar-:ne sem=
pre deste grande favor, e nunca deixar
de vos honrar como meu esoecial e oodero
so patrono, e fazer tudo Ô que estiver
no meu alcance para espalhar a devoção
para convosco. Amém".
S. Judas, rogai ·por nós e·por todos
os que vos honram e invocam o vosso auxí
lio.
3 Pai-Nossos, 3 Ave-Marias,
(M.C.A.O)
3 Glórias.

,2 -
Frases que Marcaram a
Carreira do Deputado
Frase que marcaram a carreira política do Deputado Ulysses Guimarães:
" ta ou do ramo, de full-tIe em política, nio ou u msdor", em dezembro­
de 1975.
" A opotção é fundamental n quem queira exercer o governo no Intuito de ncer
tr e em proveito do bem público" (junho de 76, o Jornal da Tarde).
" Me repeltem, eu nou o Prealdente da Oponfçio" (afastando polfcfais durante
cofclo em Salvador, na campanha eleitoral de 78).
' político é como cozinheiro. quem faz o melhor bocado nem sempre coe",( o­
bre seu deefo de conseguir a Prefdencla da República).
" Eu amo o l'IIDIJ como um filho, uma pensoa da minha família, e quando ne defxa
um caro deu Importância Isso se transforma num caudal de recordações". (s
vperua de entrepar o cargo de Prendente do Partido para Oresten Quérc1a)
" O 'Tancredo e falou que o político te que ner forte no seu Estado. Eu nun­
ca levei 1suo a nérlo". (Em julho de , comentando o npoio do entoo governa­
dor de São Paulo, Franco Montoro, a Tancredo Neves. Tancredo disputava com
Ulyses indicação para ner candidato Presidência da República).
ULYSSES MEU MESTRE
11 Se eu julgasse que ele (Orestes Quércta) não tem
meu voto. Eu estou trabalhando para a nova chapa,
an minhun próprioo. ( •• , ) Eotá certo que eu era a
março de 91, ao Jornal Gazeta Mercantil , nobre a
cio i1 Preoidêncin do PMDB).
credenciain, ele não teria­
maia do que trabalhei para
noivo dos outras vezee".(EIII
1ndfcacão de Orestes Quer - {
~-
"Quando. sou saudado nas ruas, buzinas, aplausos, aplaudido noe restaurantes,
mnnHcotuçÕeo de todoe oe lados, i.oeo me. parece realmente o poder, o poder P~ r
1
~
pular, o poder que vale, o poder que consagra" (Em marco de 9l, ao Jornal Ga- [
?.cto liercantil eobre o "perda" de poder com o afastamento do presldencia do
PMDB).
"Navegar é preciso, viver não precto". (Citando o poeta Fernando Pessoa -
em dincurso como anticandidato à Preoidêncio, cm 74).
" Governar é aumentar salários", (Em fevereiro de· 79, ao jornal Folha de São
Paulo, definindo a expressão governar no Brasil dos anos 70).
"Governo xiquc-xique é este que aí está. Niio dó sombra nem encosto. Para a
Naçno, niio dó. Paro os amigos, parentes e protegidos, presenteia com governa­
dorias e senatorias biônicas, embaixadas, empréstimos e negócios. Passa o ser
então o governo da sombra e água fresca", (sobre o governo Ernesto Ceisel).
" O MDB La chamar-se Aliança Democrática Brasileira. Mas o Tancredo Neves dis
se que era pre'ciso nome de macho, MDB é mais forte mesmo". -
" Fico irritado com aqueles que descreem da luta. Então, qual a opção? Ficar­
em casa, tomando chope e vendo jogo do Corínthians?"
"Sou velho, mas niio velhaco", (de setembro deste ano, em reação aos ataques­
disparados pelo presidente afastado, Fernando Collor, que o classificou como
"senil e esclerosado") . Complemento: "Não vou competir com o Presidente
porque não tenho se? vocabulário de baixo calão".
"Quando acaba a razão, começa o grito", idem.
"No início, achei que era uma briguinha de irmãos. Depois, verifiquei que
estávamos diante de uma pororoca de lama",(setembro Último, sobre as denúnci­
as que surgiram no longo da CPI de PC Far1as).
" A Nação tem tido mais sorte do que juízo ", de maio de 92, início da CPI.
"Aceito ser o bombeiro da crise", idem, época em que Ulysses era cogitado pa
ra o cargo de Presidente da CPI, mas foi vetado por Quércia.
" Se Cristo fosse presidente neste sistema (presidencialista), acabaria sen­
do vaiado", (20/09/90, defendendo o parlamentarismo).
"Nosso sistema de governo é a pajelança". (11/05/91, sobre o memso tema).
"Eu bobeei! Voce não teria feito o mesmo?", em visita ao ex-presidente Ja­
nio Quadros, no ser advertido pela ex-deputada Dirce Tutu Quadros que o País­
sofria co o decisão de Ulysses de não ter assumido a Presidéncia em 15(03/85
apos a morte de Tancredo Neves.
oliti
- wl
Dr. Ulysses Guinfurãcs e Abraão Zacarias
O Brasil está de luto. Morreu o
Dr. Ulysses. O Presidente dos EEUU,
l'usch,Disse: "perdemos um político -
digno, um homem honrado, um grande
brasileiro".
'No Congresso, todos sentiram a
morte do "Senhor Diretas", o Brasil­
morreu um pouco com o Dr. Ulysses.O
político que tinha no equilíbrio, no
bom senso, na arte de conciliar ,
guias de conduta parlamentar e pes­
soal, deixa um vazio que dificilmen­
te será preenchido.
Todos nós, sobretudo os políti­
cos, temos exemplos a seguir, profes
sores, MESTRES. -
O Dr. Ulysses Guimarães era o
meu MESTRE.
Ele não era apenas o Senhor Di­
retas, o defensor da liberdade, da
<lemocracia, era muito mais doq/ isto,
era a personificação da DEMOCRACIA.
Na Câmara dos Deputados sua pre
sença inspirava segurança, confiança
era o "pai" de muitos deputados, o
Mestre que orientava, pacificava, in
dicava caminhos e aparava arestas. -
Não há palavras, nem adjetivos,
para dimensionar a grandeza desse
homem.
toda
A HISTÓRIA, justa no seu Julga­
mento, jÕ julgou o paulista de Rio
Claro que soube, como ninguém, dar à
política a dignidade que ela merece.
Ele sempre esteve acima dos par­
tidos, das correntes, dos grupos, vi
veu e pensou BRASIL durante toda ó
sua vida.
No processo de afastarento do
Presidente Collor, ele chamou o ex­
presidente de "moleque", "este mole­
que mimado provocou muito mnl ao Bra
sil". Falou sem Ódios, sem rancores:
falou sereno, a exemplo das dezenas -
de vezes (ou foram centenas?) que te­
ve de manifestar-se, em momentos de
crise, para indicar caminhos. Sempre­
pensando no Brasil.
Lá se foi o menino Ulysses; que
há poucos dias, emocionou-se com as
homenagens que recebeu de um grupo de
jovens.
Morreu o eterno "cara pintada" ,
pouco de cada e com ele, morreu um
um de nós.
SAUDADES, DR. ULYSSES,
SAUDADES.
MUITAS
ABRAÃO ZACARIAS - Prefeito eleito de
Bela Vista.
Ulysses Guimarães nasceu em Rio
Claro (n 125 quilômetros de são Pau­
lo), no dia 06 de outubro de 1916.
Formou-se em Direito pela Uni­
versidade de São Paulo (USP) em
1940. Nessa época, participou do Cen
tro Acadêmico 11 de agosto., a,tê se
eleger primeiro vice-presidente da
União Nacional de Estudantes UNE) ,
em julho de 1940,
Dirigiu o Santos Futebol Clube­
e ocupou a Secretaria da Federação -
Paulista de Futebol entre 1942 e 1945.
Foi advogado do Conselho Admi­
nistrativo-do Estado de São Paulo (A
tual Procuradoria Geral), licenciou=
se em 1947 e, mesmo sem ter trabalho
no Conselho desde então, aposentou -
se e 1963.
Em 1947, foi eleito deputado à
Constituinte de São Paulo pelo Parti
do Social Democrático (PSD) e, em o~
tubro de 1950, elegeu-se deputado fe
deral. Assuniu a presidência da cã
mara dos Deputados em 1956 mas, dois
anos depois, perdeu o cargo para o
deputado paulista Pascoal Ranier1
'azz11li. Em 1961, foi ministro da
Indústria e Coércio no Governo João
Goulart e, em junho do ano seguinte,
exonerou-se do Ministério para se
reeleger deputado,
Como parlamentar, apoiou o gol-
pe que derrubou João Goulart em
1964.
Ele acreditava nas "boas inten­
ções" do Movimento de 64.
Tanto que participou de um seleto
grupo de cinco parlamentares que redi­
g1u a Ato Institucional n? 1, que leg!
• timou os militares no poder, dando a
eles a prerrogativa de cassar mandatos
e direitos políticos.
Com a extinção de todos os parti­
dos pelo Ato Institucional nQ 2, Ulys­
ses foi para a oposicão,participando -
da Fundação do MDB, e 1966. Era o Úni
co partido de oposição consentido pelo
regime. Em 1971, assumtu a presidência
do partido pela primeira vez e, • em
1974, reelegeu-se deputado federal,
Com a reforma eleitoral, a maio
ria dos antigos integrantes do MDB 1-
gressou no PMDB cO Ulysses à frente.
Em 1982 foi reconduzido à Câmara­
dos Deputados, enquanto o PMDB elegia­
no governadores e firmava-se como a
maior organização oposicionista.
No final de 1983 admitiu, pela
primeira vez, ser candidato à Presidên
eia da República. -
Foi quando esteve mais perto de
consquistar o cargo de presidente • do
País. Em 1984, então com 67 anos, le­
vou multidões aos comícios pelas elei­
çôes diretas. Seus companheiros de po­
lÍtica costumavam dizer que Ulysses e­
ra o responsável por todo o processo -
que resultou na ampla mobilização
da população.
Frustrada a campanha pe_las !.
leiçÕes diretas - A Emenda Dante de
Oliveira foi derrubada no Congresso
- , a oposição sentiu que teria­
forças para derrotar Paulo Maluf no
Colégio Eleitoral tom Ulyssés ou
Tancredo Neves. Tancredo acabou sen
do escolhido, pois era aceito pelos
militares e tinha o apoio do gover­
nador de São Paulo, Franco Montoro.
Para Ulysses, foi um golpe.
Em 1986, Ulysses saboreou a
glória do poder ao presidir o PMDB,
partido que conquistou 22 dos 23 Es
tados. Era a época da inflação zero
e do Plano Cruzado. Com o Cruzado -
II, e a vo.l.ta da inflação, Ulysses­
viu a decepcao.popular em relação -
ao partido. Fez então, da Cansei-
tuinte suo principal luta
_E abril de 1989 deixou a pres1-
denta_nacional do PDB para se cand1
datar a Presidencia da RepÚblica.Dois
anos depois desistiu d di
presidência da c-- 'e .sputar a
P id
- amara para continuar-
na res encia do id
d • ai, part: lo, aconselha-
º por gos com a justificativa de
preservar a unidade do PMDB.
Mas, dois meses ai
sava o b,: m; .s tarde, pas-
reste "tao para o atual líder, O­
a cruza~ercia. Desde então, iniciou-
a ta"PP'Parla=e±arice. vorou
Collor. lapeachment de Fernando -
• apoiou sem • -
no Itamar"- restriçoes o gover
Franco e era co,it1d
go de primeiro- ': .alo ao car
governo pa l ministro num possível­
r amentarista.
t r air .
araria agarra.ir.eer.
Anuncie e Valorize·
o Jornal Tribuna da
Fronteira
r


',, l
LBI/PRO
festa do Dia as Criancas
,,.
OT CI
A Primeira Datt
Cecília Pereira de
Moraes, Presidenta
Oil !,ll//l'RON/V Mu11 lc i
pal, cancelou a fes­
ta em Comemora;ao ao
Dia das Crianças es­
te ano devido ao fa­
lecimento da jovem
Marqareth Escobar
ocorrido no último
dia 10. Em rospcllo
aos familiares e acn
Limcntos pcln perda
Jrrcpar5vcl, u Pri -
meirn Damn decidiu
pelo cancelamento das
festividadas aluni -
vas ao Dia das Crian
ças que tradicional=
mente a LD//PRON/V ,
a Prefeitura Munici­
pal e o 100 RC Mec
realizam no campo de
pólo do Regimento A
j
tonto João, no dia
12.
'as a Primeira Da
ma nao poderia dej •
:ar de levar o 'H.:.U
carinho as criaras
que sao atendidas
nas quatro creches
inanLidas p<!l,1 1,13/1/
PRON/V e nesta quar­
ta-frira, dia l4, e­
lu ostcve visitando
creches dos bairros
Espirita Sanlo, Cos­
ta o Silva, Conjunto
Dr. Ely e a "Brinco
o /prendo", no ccn •·
tro da cidade, lcvan
do balas, doces e
presentrs para ale -
gria de todn a crian
cada. / Primeira na=
ma esteve ainda no
PROM/M - Programa Mu­
nicipal de Atendimen
to ao Menor no pre-
dio da antiga Ca a
das reiras, ond
também prosenteou as
dezena de cri±nça
;i C'ndidns pr:10 l'roJ<'
to criado e i1•pl,rnL2_
do por ela após asu
mir a direçao da LBAA
PRONAV Municipal em
89. A cada lugnr que
a Primeira Dama che­
qava, sentíamos a a­
legria e n Stltis[a -
ção das crianças no
recepcioná-la, sem -
prc com muita vibra­
cão e f0licidade es­
Larnpada nos olhos ,
prova do carinho que
os pequenos dedicam
à Dona Cecília corno
é popularmente chama
da.
Cecília Pereira de Moracr,
1n Dama - Presidente da Lfil/PRON/V Municipal
Relatório Completo na LBA/PRONAV
J
SÓ mesmo os que
não conhecem de perto
a assistência que a
LBA/PRONAV Municipal
oferece à todas as
creches e projetos as
sistenciais mantidos
pela entidade, pode
criticar o trabalho
da Primeira Dama Ceei
lia Pereira de Mora -
es. Esta semana esti­
vemos em todas as cre
ches e no PROM/M e ob
servamos de perto a
qualidade do atendi -
mento e a total assis
tência prestada às
crianças dos bairros
e centro da cidade
que vai desde os cui­
dados básicos com a
higiene, até a alimen
tacão com cardápio va
riado, atendimento de
saúde e orientação e~
colar. Hoje são quase
trezentas crianças
que recebem atenção
r
!
-
tas
- 1 .,
• ' I
4
t
l..-~,---->--------------~-~-~
que diz respeito à
assistência infantil.
especial da LBA/PRQ
NAV Municipal den -
tro das Creches que,
somadas com as cri­
anças atendidas no
PROMAM, atingem nú­
meros nunca antes
alcançados por ne -
nhum órgão público
em Bela Vista no
Í i
' l
.,,
p
1
'
,.
,
.• 1
)
De parabéns a Pri
meira Dama e toda a
sua equipe de dedica
das funcionárias. -
/ Primeira Dama
Cecília Pereira de
Moraes, que recebeu
a LB//PRONAV Munici­
pal totalmente desor
ganizada e desquia
dn, está preparando
un relatório comple­
to de todos os mate­
riais, equipamentos
e bens da entidade
para entregá-la aos
próximos administra-
dores que encontra -
rão uma casa cm or -
dem e totalmente or­
ganizada para o de -
scnvolvimento de tra
balhos assistenciais
à toda a população
belavistense. Segun­
do a Primeira Dama
"os bens da LB//PRO­
NAV Municipal são
bens públicos e se
rão todos cataloga -
dos e rcgistr~dos -
em documento para -
que não sejam des -
vindos das finalid
d0s para as quais -
foram adquiridos
com muito trabalho
dedicação durante a
nossa gestão". A Do
na Cecília está ma=
is do que certa, a­
final de contas ga­
to escaldado tem me
do de água fria!
O PrefeIto Edson Medeiros
de Moras e a PrlreIra Dara
Cecília Pereira de Moraes es­
tarão rccepclonar.do ne:-t,1
qulntn-fclro, dl.i 15, todoc;
os professores da rede muncL
pal de ensino na sede da FA -
zenda PrLzavera, onde será o­
ferecIdo ur churrasco, regado
.1 rrfrlc.crantes i1 todos os
educadores e seus fan!lares -
er coeroraao a passaze do
Dia do Professor, que transcor
re neste d!a. -
Pela manhã, às 09:00 hs, d2
1:- 011!bus Pstarao transportan­
do os erefessorc:; ?>elavistcn -
ses ate .1 bonita e aconchezan
te se-de da Fazenda PrL~avcra -
onde a Prtre!ra Dana, espec1a
1 istn na artt.• de be:-: 'receber,
acompanhada do PrefeIto Edson
Moraes, estará recepcionando
a todos os prof!ssfora!s da
educação de nossa c1date e
deronstrando todo o carinho e
o respeito que dedica à c1a
se.
.Nishikawa & Cia Ltda.
Comércio Varejista e Atacadista
de Gêneros Alimentícios
PUA BARÃO DO LADRIO, 1363
FONES: 1067) 439 - 1377 e 439 - !402
B""',A VISTA MATO GROSSO DO SOL
CONFORTO - SEGOR,,NÇA - EFICitNC!A
LINHAS PARA TODOS OS MUN!C!PIOS DE IS
* CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITA-IS "
Viação Cruzeiro do Sul
UMA ESTRELA BRILHA NA
CONSTELAÇ·ÃG DE MS
z o

- D0
JO'TAL, 'TI' 5A A FPGN
. .
r- .• >
PROJETO D MI EIO DE RECURSOS
NATURAIS CHE. 1 1 RETI FINAL
O Projeto do Manejo e con
sorva;ão de Recursos Naturais -
de Mato Grosso do Sul, que vem
sendo elaborado e discutido há
cerca de l ano e meio, está che
qando na reta final para a assi
natura do contrato de financia­
mento de US$ 30 milhões junto -
ao anco Mundial, cotando pro
visto ainda mais US$ 30 mi
1hões de contrapartida do Gover
no Estadual, totalizando recur­
sos da ordem de US$ 60 milhões.
o Projeto foi analisado p/
uma comissão da FAO (Organiza­
cão de Alimentação e Agricultu­
ra da ONU), cm visita de traba­
lho realizada no período de 14
a 15 de setembro , e praticamen
te tido como aprovado.
Em reunião realizada dia
(05/10), da qual participaram -
os Secretários de Planejamento,
Ciência e Tecnologia ( Wagner- !
Bertolli); Meio Ambiente (Emiko
Resende); Fazenda ( José Felí
cio) e de Obras Públicas (Renã
to Katayama), e, ainda o secre=
tário-adjunto da Agricultura ,
Pecuária e Desenvolvimento Agrá
rio, João Alberto Martins do
Amaral, o Projeto de Manejo e
Conservação de Recursos Natu­
rais foi discutido e analisado­
em sua forma final, antes de
ser apresentado aos produtores­
rurais do Estado, numa reunião­
que aconteceu à noite no Sindi­
cato Rural de Campo Grande .
O objetivo do projeto Mane
jo e Conservação de Recursos=
Naturais é viabilizar, princi -
palmente através da pesquisa a­
gropecuária e da extensão rural
José Felício
as condições básicas para a uti­
lização racional dos recursos na
turais. De acordo com o Secretá=
rio-adjunto de Agricultura, João
Amaral, "o projeto irá permitir­
o reordenamento das atividades a
gropecuárias do Estado, dentro=
de uma filosofia de modernidade­
que está sendo implementada pelo
Governador Pedrossian", disse.
Segundo João Amaral, o Esta
do precisa produzir conservando=
e renovando os seus recursos na
turais, de forma a possibilitar=
o atendimento da demanda de pro­
dutos e serviços, sem prejuízo -
ao meio ambiente e às gerações -
futuras". O Projeto identificou-
h conjunto de oito gabinetes odontológicos serão Ir.plantados até o d!a 20 de outubro na
Escola José Marta ltugo Rodrigues, no Bairro Mata do Jacinto, na Capital. O Convênio neste sen
tido fol Hrmndo entre as Secretarias Estaduais de Saúde e Educação, Universtdade Federal dê
Mato Grosso do Sul (UFS) e Fundação Nacional de Saúde (FNS).
o Atendimento dentário às crianças será efetuado pelos .1cadê~lcos de odontologia da UES
que, alê do trabalho curativo de restauração dos dentes, irão cuidar da parte educativa refe
rente à snúde hucul, realizando palestras e dando orientações sobre escovação e alrentaço R
dcqundns. Para cooplctar o trabalho de assistência integral aos estudantes, ser.3 realtznd.1 =
ainda a aplicação tépica de fluor, visando a prevenção das cáries.
Os equipanentos odontológicos serão fornecidos pela Fundação Nacional de Saúde, enquanto
a Secretaria de Saüde reservou recursos e una sala na Escola para a construção dos módulos.
Segundo a diretora do Departamento de Saúde Bucal da Secretaria de Saúde, Elo Isa l!clcna­
Matos, os gabinetes serão completos e dotados de todo o equipaento necessirto ao trabalho -
dos dentistas.
Cerca de 32 acadênfcos da UFMS Irão se revezar no trabalho de assistênct.1 e ntcnd1ncnto·
oos alunos, Essa' attvldnde irá constnr na grade curricular dos formandos coo estágio na iirca
de odontologia social. ,
O Departamento Estadual de Saúde pretende, ainda utilizar os gabinetes para realizar cur
sos de treinanento na área odontológica e extender este tipo de atendiento a vir[os estabele
cirentos de ensino de 1? e 22 graus, fazendo a transferência dos gabinetes dentários.
nstricão para f $emana de
Mísic.a te início dia
Lr.IA E ASSINE O JORNAL DA SUA CIDADE, VALORIZE O QUE E SEU!
PREÇO DESTE EXEMPLAR Cr$ 3.000,00
Emiko Resende
preliminarmente o atual esta­
do de degradação do meio ambi­
ente no Mato Grosso do Sul e,
com os recursos que serão obti
dos junto ao Banco Mundial,irã
implementar ações de pesquisa­
e monitoramento para corrigir­
esta situação e, ao mesmo tem
po, orientar para a forma cor=
reta de ocupação dos solos, vi
sando um aumento da produção=
sem perda do equilíbrio ecoló­
gico.
MICROBACIAS
O Grupo de elaborou o pro
jeto, já diagnosticou que os
principais problemas do Estado
no que se refere à utilização­
dos recursos naturais, são a
inadequação das estradas;a fal
ta de planejamento na explora=
ção agropecuária e a pouca in­
tegração dos diversos órgãos -
governamentais que atuam no
campo. O projeto, apresentado­
à FAO, identificou 323 microba
cias em todo Estado. Estas mi=
crobacias serão posteriormente
estudadas, como parte do proje
to, que prevê ainda a atuação=
em 2,3 milhões de hectares de
terra nas áreas de intervenção
escolhidas, beneficiando 12.
400 produtores rurais.
As áreas de intervenção -
foram classificadas em 4 gru
pos: as de alta susceptibilida
de à erosão; as ocupag com a­
gricultura intensiva; os muni­
cipios com rios que drenam pa­
ra o Pantanal e on com menor
roblma de rosão. De acordo­
com a proposta do Governo, 358
das atuações do projeto serao
feitas nas áreas com alta sus­
coptibilidade de erosão. O pro
jeto prevê a realização de in­
vestimentos em pesquiso ngro -
pecuária; extensão rural,_es­
tradas vicinais; conservaçao e
educação ambiental e ainda, es
tudos e monitoramento.
MEIO AMBIENTE
Segundo a Secretária do
Meio Ambiente, Emiko Resende ,
"O Projeto é uma oportunidade­
única para o Estado produzir -
mais e, ao mesmo tempo, conscr
var os recursos naturais". Nã'
sua avaliação, a negociação
deste projeto junto ao Banco -
Mundial vem sendo feita de uma
forma extraordináriamente pro­
fissional e, o projeto elabora
do pela comissão multi-disci -
plinar vai servir como modelo­
para diversos setores.
Para as atividades de mo­
nitoramento, o Projeto prevê a
aquisição de equipamentos com­
putadorizados, num montante de
US$ 600 mil. Estes equipamen -
tos serão usados num sistema -
de teledetecção, via satélite,
que irá permitir o acompanha -
mento e avaliação permanente -
do quadro de erosão desmatamen
to e uso dos solos. Na avalia=
ção apresentada no Projeto, fo
ram desmatados, em média,4 mil
hectares de terra por ano, nos
Últimos cinco anos no Estado.
O Governo do Estado acredi
ta que, em breve irá receber a
comunicação oficial da aprova­
çao do Projeto. A previsão é
de que, em meados de dezembro
ou janeiro de 93, o contrato~
de financiamento deverá ser as
sinado com o Banco Mundial e
os trabalhos de execução do
projeto já teriam inicio em
março do ano que vem. O finan­
ciamento junto ao Banco Mundi­
al prevê carência de cinco a­
nos, amortização no prazo de
10 anos e juros de 7,73%­
ao ano.
MARRO MVESTE NO ATENDIMENTO
no· PRODUTOR RURnL
Com o objetivo de aprimorar o atendimento ao prod t
t d I - Def - u or rural, o Departa
men o e nspeçao e e esa Agropecuaria do Estado (!AGRO) b -
um curso de reciclagem para cerca de 100 secretários aca_a de promover
No dia 09 terminou o prazo para . dados estiveram entre os dias
13
a
17
, balham nos 72 escritórios locais 6 regionais e na e d secretarias que tra-
as ins~ricÕes da l~ semana de Música sempre as 21 horas, apresentando con- Realizado para duas turmas, o curso abordou as~e, Ím Campo Grande.
P
romovida pela Fundacão de Cultura - i 1 T lho de secretária, técnicas básicas de arquivamento ter
st
ica: do traba-
certos mus ca s no eatro Aracy Balaba e ainda i
de Mato Grosso do Sul: nian, sobre o próprio Iagro.' " noçoes gera..s-
Marcada para o período de 10 a A diretora executiva interina da "Alguns dos funcionários não tinham a visão a1
18 de outubro, a 1!! semana tem como- Fund:içào, Darlene Batista AntÕnio, ex- bilitar o conhecimento das diversas ações desenvol!~~as e o curso veio _poss_!.
objetivo o aprimoramento de alunos , plica que aintenção é repetir esses . aprimoramento no trabalho como secretário" li pelo !agro, alem de
P
rofessores e profissionais de -u-si- - 1 • • curso Maria Ste-la Qi:eiroz Caválcan- te E • exp ca a coordenadora do
"' espetacu os cm varios locais publicos, • ssa era a situac-
ca que poderão optar entre 15 cur- sempre gratuitamente, pnra que a popu- }!arl~ Antonio Felipus, que trabalha no escritório
1 1ª
0
• por exemplo de
sos e 20 concertos oficiais e parale laço t +M 1 - quilometras de Campo Grande Atuando no I • Oca! de Itaquiraí, a 496
a am em possa se ntegrar a 12 h • agro a tres ano g L An
1
los que vão compor o evento. -- semana. nunca avia visitado o escritÓr:io geral El • s, "ar o ton ° ,
As inscrições poderão ser fei- F f d va "seco", sem nenhum tipo de pr<>naraça- • e conta que quando começou esta-
oram o erec1.os cursos de piano, i - d ,. -,- o especial mas ago
tas na própria Fundação, situada na violão, órgão popular, teclado e lín- uma v sao a engrenagem interna" d f - ' ra
O
curso trouxe
Avenida Afonso Pena, 2986, e custam: guagem midi, cnnto, construcão de ins Órgão. • as unçoes da diretoria e do próprio -
cr$ 120 mil ou Cr$ 150 mil, caso o trurento rudimentares, d1nanica de co. Maria S
t
ela explica que a função do S - -
músico precise também de alojamento. ro infantil, regência coral, criacão - Iagro, já que em aJ.guns escritórios locai e~re~ari~ e muito 11:!portante no
Para ministrar os cursos, a musical, análise estétic:i, música da entre o pecuarista e o !agro Por iss se e e o unico ponto de contato -
Fundacào de Cultura de Mato Grosso - Câmara, laboratório de cnnto coral, no der bem e ajudar no encaminh.:mento da:• precisa e~tar preparado para aten-
do Sul convidou m~sicos de renome na cães rftfcas e percepção além de critôr1os regionais. necessidades do produtor até Os es-
cional, como o pianista Luiz Henri= ro infnntil comunitário. Como ativida A Secretária do escritório regional d A
que Cen•ize, o tecladista Luiz Paulo- des complementares, houve vídeos, pa= Souza • uma das participantes do curso " qutdauana, Elida Edirantz de
Trioni,.a violonista N:iyran Pessanha lestrar e um seminário de educação mu mo principal ponto positivo dn iniciativue s e encerrou dia 01/10, avalia c~
a1é dos professores João cai1here- stca1. arquivos de seu setor. O escritório rei;"""!idade de nora±ar oi
Ripper e Vilson Gavaldào de Oliveira pios, como 10 escritórios locais• Isso si ifi quidauana atende 12 municÍ
· derã 1 d • gn ca que mais 10 - -
a l e d e mi n i s t r o s t o d o s e s s e s c o n v i - c.c:==-==.::;-a= .. ====a., ... ,s:;-...-a. ...... =
0
, ª p a r t r e a g o r a . u s a r t ê c ni c S. .s s im l l s e c r e t a r i a s p o
========================================- tando o trabalho e a obtenção de melhor ares d e arquivamento, fact1-
Q i C
es resultados S d "- •
ue:roz .avalcante, o esforço da diretor d I, '· egundo Maria Stela
· · s d • a o agro e:n f
em e seu corpo tecnico deverá continuar J- - . avorecer a recicla-
sos p L • a estao sendo i
nra tecn cos regionais, inspetores lo , organ zados cur-
com o bj 1 d h ca1s e chefes d di i •
o. et vo te omogen!zar as ações d - - . e v soes, sempr~
tor rural. 1o orgao e atender melhor ao prody
c
t