• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1288_05_12_1992

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DIARIO REGIONAL
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o
A Intervenção em
pela Vista, decretada
pelo Governo do Esta­
do no último dia 18/
JI, só está servindo
para impedir o funcio
namente normal das
atividades de rotina
da Prefeitura Munici­
pal, além de provocar
desordens e o abando­
no de nossa cidade, o
que vêm prejudicando
sobremaneira grande -
parte de nossa popula
ção que hoje está sem
Interventor, sem Pre­
feito e sem ninguém
para responder ofici­
almente pelo Executi­
vo belavistense, pois
o Interventor nome a -
do, Manfredo Alves Cor
rêa foi embora terça­
feira, dia 1o/12.
Esta situação está
gerando uma série de
prejuízos à comunida­
de belavistense pois
a maioria dos fornece
dores já cortaram o
atendimento à Prefei­
tura, os maquinários,
equipamentos e cami' -
ns
pELA VIS'TA - MATO GROSSO DO SUL, -
INTERVENÇIO DO GOVERNO
PROVOCA DESORDEM E IBINDON
±
u:l O groto Lucas Gra
cienzz0 dos Santos
di! Carvalho, de OS (cin­
s i] ) anos de idade, fi
lho do conhecido ca -
sal José Pereira de
•• Carvalho e Lidia Le -
chener dos santos, es
.] tá passando por um m@
1
. n.ento difícil em sua
u; Vida e necessita, com
urgência, fazer um e­
e xame de "tomografia
.-I putadorizada" na
idade de Campo Gran­
; _mas seus pais, in
gel iizmente, não dis -
Pen de recursos fi -
,. t:anceiros para isto.
Assim, contando
,, com a solidariedade de
nh6es estão parando
por fala de combus­
tíveis, os serviços
de meio-fios nas
obras de asfaltamen­
to recém realizadas,
operação tapa-bura -
cos, patrolamentos ,
etc, estão todos pa­
ralisados por falta
de materiais, os fun
cionários estão com
os salários atrasa -
dos, a coleta de li­
xo residencial e hos
pitalar está compro=
metida, pois sem com
bustível os caminh6=
es não podem rodar ,
enfim, uma série de
serviços essenciais,
que atingem direta -
mente a população be
lavistense estão dei
xando de serem execu
tadas graças a lenti
dão com que o Gover­
no do Estado vêm tra
tando a causa bela=
_vistense, já que até
agora o Governador
Pedro Pedrossian ain
da não decidiu se
reintegra o Prefeito
liiln.ia Sanitária Elabora Mr nai
ara Comiater infecção linspitalar
distribuindo para to
dos os Hospitais do
Estado um Manual de
Normas Técnicas em
controle de Infecção
Hospitalar.
Este manual foi
considerado "modelo".
pela Coordenação Na-
f A_ luta contra a in
,cão hospitalar no
"?o Grosso do sul sa
~ a mais um importan­
"_aliado. o Departa­
to de vigilância
unitária da Secreta­
ia de Estado de Saú­
oe, elaborou e está
05 DE DEZEMBRO DE 1992
Lucas CraclcnzzodosS.C:Jrv:,lho
todos aqueles amigos
ou conhecidos doca­
sal, pedimos uma sin
gela colaboração, P2
is somente com a nos
sa ajuda e mais a de
dicacão dos pais d
Lucas, poderá ele
ser curado do proble
ma que hoje, ainda -
tão novo, enfrenta .
Que Deus abençoe es­
ta sua colaboração.
Obs: Qualquer doa
cão em dinheiro sera
muito bem vinda, os
interessados em cola
borar com esta campa
nha em pról do garo­
tinho Lucas Gracienz
zo, devem procurar
os seus pais, na Lan
chonete Xanadú, loca
lizada na rua Conde­
de Porto Alegre ou o
Joaquim Jesus "Tiché".
cional de Infecção
Hospitalar, que vai
vê-lo para ser apre
sentado aos técni
cos da ãrea de Saú­
de dos Estados do
Rio Grande do SuJ e
Ceará.
PÃGINA - 03
NO 1.288 DIRETOR: IVALDO PEREIRA EXEMPLAR $ 4.000,00
A Polícia Flores­
tal de Mato Grosso
do Sul vai coibir, a
partir da próxima
temporada de pesca
com início em 11 de
O ESTI
MBELIYIS 1
Edson Medeiros de Mo
raes, o que seria ma
is sensato, ou se
man ém a intervençã
seja qual for a sua
decisno é neccsoário
que ela seja tomada
o mais rápido possi­
vel, o que não pode
é Bela Vista continu
ar nessa situação em
que se encontra, co­
mo um barco a deriva
ao sabor das corren­
tezas.
Em Bela Vista até
mesmo os adversários
políticos do Prefei­
to Edson Medeiros de
Moraes já admitem
que essa situação
não pode mais conti­
nuar, eles também es
tão sentindo que o
grande prejudicado
está sendo o povo be
lavistense que, com
a bagunça administra
tiva provocada por
essa atitude do Go -
verno do Estado, se
ressente de paraliza
cão total nas ativi­
dades da Prefeitura
as denúncias veicu­
ladas dando conta
de suposto envolvi­
mento de policia1s
florestais com gru-
pos de garimpeiros
visam apenas enfra­
quecer a ação ener­
gética da corporação
na região de Bonito, pa
$o/talo Preso a Flagrante
Forte llepal de lrma de
O soldado do 100 e imediatamente Se -
RC Mec Luiz Vilalba guiu para o local ,
dos Santos foi pre- ao abordarem os ele­
se na noite desta mentes verificaram
quinta-feira, na que o soldado Luiz
Lanchonete "Becos Vilalba dos Santos
Lanches", bairro An portava um revólver
tonio João, por por calibre 22, argenti­
te ilegal de arma - no, municiado com se
de fogo. Segundo as te cartuchos intac -
informações policia tos, sendo efetuada
is, o 29 Pelotão de automaticamente a
Polícia Militar foi sua prisão por porte
comunicado, através ilegal de arma de fo
de um telefonema a- go.
nõnimo, que vários O soldado foi con
elementos estavam duzido à Delegacia
promovendo baderna de Polícia, autuado
e desordens naquele em flagrante e poste
estabelecimento, a riormente entregue -
PM solicitou o apo- ao 10o Regimento de
io da Policia Civil Cavalaria Meçaniza -
o róximõs às Marge
a roibidos no M
Comando da Florestal Esclarece
Denúncias Contra o seu Eletivo
ra impedir a extra -
cão de ouro e outros
metais.
PÃGI. A - 03
na Escuta
fevereiro de 93, os
acampamentos de pes
cadores próximos às
barrancas dos rios.
São áreas de pre
servação permanente
Municipal, nem mes­
mo um simples alva­
rã pode ser emi ido
graças ao caos gera
do pela In ervenção
do Estado que a é a
gora n5o mostrou ü
que veio, provocou
apenas, isto sim
desordem e bagunça
nas atividades de
competência do Exe­
cutivo. Com a pala­
vra o Governador Pe
dro Pedrossian, e
que ele se manifes­
te o mais rápido
possível, sob pena
de ser responsabili
zado pelos prejuí =
zos que o povo bela
vistense vêm amar=
gando graças a essa
intervenção que até
agora não convenceu
ninguém, apenas os
politiqueiros de ga
binete e os adeptos
da política mesqui­
nha e de persegui -
cão.
(U.R)
do, onde presta o
serviço Militar. Vi
1alba é um dos acu-
sados da tentativa
de homicídio contra
o soldado PM Garcia,
ocorrido semana pas
sada na Lanchonete-
1ris Lanches, na
Avenida Teodoro Sa­
tiva, em seu inter­
rogatório ele negou
a autoria do dispa­
ro, pelas costas ,
contra o PM e acu -
sou outro soldado ,
de nome Nilton, co­
mo sendo o autor do
disparo, com revól­
ver calibre 22, que
feriu o P.
que vêm sofrendo de
predaç6es por acúmu
lo de lixo, foguei=
ra e descaracteriza
cão ambiental.
PÃGINA - 03
PÁGINA - 06
NO BANO DOS RÉUS
O ASSASSINO DA
ROFESSORA MIRNA
LEIA MATÉRIA NA PÁGINA - 08
COMENTANDO - POR NANCY
t

. Preieitura Municipal de Bonito
Balancete Financeiro do mês de outubro de 1992
- 02
1 . 1 1 r. , ; r , ;, n 11
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HECI [TAS ORÇ/?1F.tlTM [li
RLCEl 1 AS CORRENTES
H••co l 1.on Tr lbuttír J n9
lrcPLtno PntrJmonlnia
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l r.,n11frrPnclnR Correnrns
Outrns leceltAn Corr•nten
HLCEl,TA DE CAI' l TAL
OPJ:HAÇÕl'.S OE Clf.lll TO
Alienação de Bens
Amorct,açiío de l'.mprésdmon
Transferências de Capital
Ounno llcceJ tua de Cnpitnl
SOMA
11'.CF.lTAS EXTRAOllÇAMENTÁR[AS
Conví.in lo
Depósitos INAMPS
Depósitos IRRF
Fundo de Aposentndoria-FAS
Despesos ,i Pagar (Qintrap.~rticla)
DevoluçÕo de Suprimentos
Antecipoçiio da Receita
Contribuiçio Sindlcal-SSPHB
Sub-Total
SALDO DO EXERC!CIO ANTEIOR
Caixa
Bancos Conta Movimento
Bancos Conta Especial
Bancos Conta Vinculada
TOTAL GERAL
- ------
266,18,94,11
,2508.070 ,,,o
-o-
I -- -- -- -- --- ---- s- ------
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5c.sãs.saca.
OI - c]:IAhA ;•·•.(rJl'Al
Despesas de Cutelo
Transferências Correntes
9,925.049,17
-o-
-o-
-o-
5,552.706,85
160,556,061,79
12.31Jl.24S,IJ9
-o-
!.7. 7S. 970,1•2
2.S07.Jl7..l)S,14
-o-
-o-
4 ,4 . 727 ,86
41.!SUJ.Sll,Ul!
4,,69.000,00
-u-
10,04.1 1,47
-o-
-o-
-o-
538,586,60
).929.SOS.752,52 l.Obl.l(,C,.J87,)J 4.991.771. )9,85
Sl.588.187,95
4.154,506,56
-o-
14 .1 %.6H ,80
583.434.580,47
-o-
-o-
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4.76.891,72/1.716.910,041,91
9,127.070,00
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s. 720.47S,66
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8. 506. 926. 901,4S
Investimentos
Ol - EXECUTIVO
DESPESAS CORRENTES
Despesas de Custeio
Transfernctas Correntes
DLSPRSAS DE CAPITAL
Jnvcotimentos
Inversões Financeiras
TrnnqferêncJas rle Cnpltal
SOMA
DESPESA EXTRAORÇAMENTÀR[A
Convênio
llespcsns a Pagar (Pagamento)
Restos a Pagar
Sn ló rio Fom! li a
Salário Maternidade
Fundo Aposentadoria-FAS
Recolhimento de lRRF
Recolhimento de INPS
Contrtbutção Sindical SSPI
Sub-Total
SALDO PARA O H!S SEGUINTE
Suprimento de Fundo
Caixa
Bancos Conta Movimento
Bancos Conta Especial
Bancos Conta Vinculada
Realizável Câmara Municipal
TOTAL GERAL
3,105.856.72,7
t l. St l. 1 Of, , I 9
690.0l'-. 733,"I
112. 700.00'),00
28.684.753,1

1,207 11,21,784.499.707.
1,11.999,00] 9,678.601,
7,G(J().000.00
-ll-
20.342.001,0
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J(,).5S6,681,70
JO. 136.769,00
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74.750.091,•0
40.000.000,00
h4. JSO.OJl,:.'"
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6.S)). 748.793,94
l.596.J47.88J,87
A. lJ0.0%.677,bl
249.525.000,00
6.7444.109,95
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19.20l.B1S,S4 57.291.41.0,Jl
1s.ooo.ooo,oo 321..s2s.ooo,00
NAUDEMIR XAVIER - PREFEITO MUS!CIPAL
PREFEITURA MUNICIPAL DE B0S!T0-~1S., )O DF. ounmRO DE 1992
CARLOS ARAUJ0 BEZfRRA - TESOUREIRO
HERCOLA!O ALVES SASOIES - co:;TAOOR
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fdit ra pa hlorma e já tecle artões de atai
Para Maiores Mfornaves 1.ie 439-1410
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buna da Fronteira, 56 - Fone (067) 439-1410 - ex p 23
CCC - IS.5J.2031000!-90 lnsc.Est. 28.209.00J. •
Bela V15tll - H..,to Grosso do Sul
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►:Jboldlno Rodrigues e Jo5.o Carlos Velasquez
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CS: Quadra O'.- Bloco G - E4. Baracat, 505'- Era! - "­
sr: io.os-ió - ie: oi z-isii- ri - 555!$,_"
Rio JcvolY(SXJ:l orlgl.na.lJ.
O [oral não se responsabilL. I
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LOCADORA
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. , TAS NINTENDO E OUTROS
}R.:..,._ BARÃO DO_ TRIUNFO, 1381 CENTRO
439- 1390

/ORNAI TRIBUNA DA FRONTEIRA
DIMIO REGIONA
PCINA 05
--- - --- - --:;:::=::=======.:==============-==--=====--==- ==- .. =====::::=:--=-=---=-================--:::--=-::==i--,
rreleitora Municipal Câmara é Notícia e Informação
de Bonito-MS
rt.19) - O Poder Egcutivo regulamenta
a esta lei, no que for julgado necessário
a sua execução. •
Art.20) - Entalei entrará cm vigor na
data de sua publicação, revogadas as dispo
siçoes em contrário. -
Donito-Ms., 19 de Novembro de 1.992.
Naudemir Xavier Prefeito Municipal
LEI NO 622/92
Autoriza o Chefe do Executivo a assi
nar escritura de re-ratificação
O Prefeito Municipal de Bonito, Estado
de Mato Grosso do Sul, FAÇO SABER que a
Camara Municipal de Bonito, Estado de Mato
Grosso do Sul, Decreta e eu sanciono a se­
guinte Lei:
Art.1O) - Fica o Prefeito Municipal au
torizado a assinar escritura pública de re
ratificação da Doação Lavrada no Livro 46,
Folhas 077, em 05/11/90, do Cartório Soa -
res, referente a matricula no 5.172.
~ Parágrafo 0nico - A área anteriormente
doada pela Lei no 540/90 passará a ter.
22.467,81 m
2

Art.2) - Autoriza requerer junto ao
CRI local as devidas retificações nas ma -
triculas e desmembramentos atingidos.
Art.30) - Esta Lei entra em vigor na
data de sua publicação revogadas as dispo­
sições em contrário.
Bonito-MS., 26 de Novembro de 1.992
Naudemir Xavier - Prefeito Municipal
Oração de São
Judas Tadeu
(Para ser recitado em grande aflição,
ou quando se parece privado de todo o au
xilio visivel; e para os casos desespera
dos).
"São Judas, glorioso Apóstolo, fiel
servo e amigo de Jesus! O nome do trai -
dor foi causa de que fosseis esquecido
por muitos mas a Igreja vos honra e invo
ca universalmente como o patrono dos ca­
sos desesperados, dos negócios sem remê­
dio. Rogai por mim que sou tão miserá ~
vel!
Fazei uso, eu vos imploro, desse par­
ticular privilégio que vos foi concedi -
do, de trazer visível e imediato socor -
ro, onde o socorro desapareceu quase por
completo.
Assiste-me nesta grande necessidade ,
para que eu possa receber as consolações
e o auxílio do céu, em todas as minhas -
precisões, tribulações e sofrimentos al­
cançando-me a Graça. (Aqui faz o pedido
particular) e para que eu possa louvar
a Deus convosco e com todos os eleitos
por toda a eternidade.
Eu vos prometo, ó bendito são Judas -
lembrar-me sempre deste grande favor, e
nunca deixar de vos honrar como meu espe
cial e poderoso patrono, e fazer tudo o
que estiver no meu alcance para espalhar
a devoção para convosco. Amem. (3 Pai
Nosso, 3 Ave Maria, 3 Glórias).
são Judas, Rogai por nós e por todos
os que vos honram e invocam o vosso auxj
lio.
(M.C.A.D.).
Decreto Legislativo
n: 0O1/92
AUTOR: MESA D/ CÂMARA
Dispõe sobre a remuneração do Prefei­
to e do Vice-Prefeito, para o mandato
que se iniciará cm lQ de Janeiro de 1993
e dá outras providências.·
O Presidente da Câmara Municipal de
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do
Sul, FAZ SABER que os Vereadores aprova­
ram e ele promulga o seguinte Decreto Le
gislativo.
Art.10) - O valor da remuneração men­
sal do Prefeito eleito em 03 de outubro
de 1992, cujo mandato iniciar-se-á em 10
de janeiro de 1993, correspondera a 250
(duzentos e cinquenta) UFERMS.
Parágrafo Onico - A verba de represen
tação do Prefeito corresponderá a 50%
(cinquenta) por cento da remuneração fi­
xada no "caput" deste Artigo, para o qual
não será exigida prestação de contas.
Art.2) - O Vice-Prefeito receberá
verba de representação correspondente a
50% (cinquenta por cento), do valor fixa
do pelo "caput" do Art.lO deste Decreto
Legislativo, para a qual não será exigi­
da prestação de contas.
Art.30) - Caso a UFERMS seja extinta
pelo Governo do Estado, a remuneração
passará a ser atualizada pelo índice
criado ou adotado em sua substituição.
Art.4) - NO ato do pagamento das re­
munerações fixadas por este Decreto Le -
gislativo, deverá ser observado o que
dispõe os Arts. 150, II, 153, III e 153
§ 20, Ida Constituição da Federal.
Art.50) - O presente Decreto Legisla­
tivo entrará em vigor na data de sua pu­
blicação, produzindo efeitos a partir de
10 de janeiro de 1993, ficando revogadas
as disposições em contrário.
Sala das Sessões, 03 de novembro de· 1992
João Kalife
10 Secretário
Dr .. Jorge de Souza Rosa
Presidente
Resolução n- 002/92
AUTOR: MESA DA CÂMARA·
Fixa a remuneração dos Vereadores pa
ra a Legislatura que se iniciará em 1o
de Janeiro de 1993, e dá outras providên
cias
O Presidente da Câmara Municipal de
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do
Sul, FAZ SABER que os Vereadores aprova­
ram e ele promulga a seguin.te RESOLUÇÃO:
Art.10) - O Vereador eleito em 03 de
outubro de 1992, para a Legislatura que
se iniciará em 10 de janeiro de 1993, te
rã como remuneração mensal o valor cor=
respondente a 150 (cento e cinquenta)
UFERMS, distribuido em:
I - parte fixa, no valor correspondente
a 50% (cinquenta por cento), do valor fi
xado no "caput" do Art.lO. -
II - parte variável, no valor correspon­
dente a 50% (cinquenta por cento), com -
pondo-se de partes iguais, proporcio
nais a frequência nas sessões ordinárias.
S l? - Para receber cada uma das parce -
las previstas· no Inciso II deste Artigo,·
O Vereador deverá comparecer às sessões
ordinárias e participar das suas vota­
ções.
§ 20 - O pagamento das parcelas que com
l
põem a parte variável da remuneração, tam
llém será devido no recesso parlamentar e
nas ccguintes situações:
I - falta de matéria para ser discutida
ou votada en sessões ordin5rias;
II - não realização de sessão ordinária -
por falta de quorum. -
§ 30 - lo caso do Inciso II do Parngrafo
anterior somente terá direito a receber a
remuneração correspondente o Vereador que
comparecer a sessão marcada e não realiza
da.
Art.29) - Ao Presidente e ao 1o Secre­
tário da Câmara Municipal será paga, men­
salmente, desde que em efetivo exercício
verba de representação distribuído em:
Ao Presidente: 50 (cinquenta por cen­
to) do total da remuneração parte fixa e
parte variável, para a qual não será exi­
gida prestação de contas;
Ao Secretário: 30% (trinta por cento)
do total da remuneração parte fixa e par­
te variável, para a qual não será exigida
prestação de contas.
Art.30) - Os subsídios de que trata o
Artigo 1o desta Resolução não poderá exce
der a 75% (setenta e cinco por cento) da
remuneração estabelecida, em espécie, pa­
ra os Deputados Estaduais ressalvado o
que dispõem o Art. 37, XI, da Constitui -
cão Federal, assim como o total da despe­
sas com a remuneração dos Vereadores, in­
cluídas no que dispõem os Incisos I, e II
do Artigo 10 desta Resolução, não poderá
ultrapassar o momento de 5% (cinco por
cento) da receita do Município.
Parágrafo único - Por receita do Muni­
cipio compreende-se o total de recursos -
financeiros arrecadados pelos cofres muni
cipais, com exceção daqueles corresponde~
tesa: •
I - operações de crédito;
II - alienações de bens móveis ou imóveis
.III - convênios firmados com a União, Es­
tados, Distrito Federal, outros Municipi-
os e entidades pGblicas ou privadas para
a execução de obras ou serviços pGblicos;
IV - contribuições de servidores destina­
das á constituição de fundos de assistên­
cia ou previdência social;
V - consignação ou fianças;
VI - doações ou legados.
Art.40) - Caso a folha de pagamento, e
laborada com base nos valores fixados pe­
los Arts. 10 e 20 desta Resolução ultra -
passe o montante de 5% (cinco por cento)
da receita arrecadada no mês anterior, de
verá ser efetuado o desconto proporcional
do valor excedente.
Parágrafo nico - O valor do desconto
efetuado com base no "caput" deste Artigo
poderá ser restituído aos Vereadores atra
vês da sua inclusão nas folhas de pagamen
tos dos meses seguintes, observados, sem=
pre, os limites referidos no Art.39 desta
Resolução.
Art.SO) - Ocorrendo a extinção da UFER
MS pelo Governo do Estado,a remuneração=
passará a ser atualizada pelo índice cria
do ou adotado em sua substituição.
Art.60) - 'No ato do pagamento da remu­
neração fixada por esta Resolução, deverá
ser observado o que dispõem os Arts. 150,
II,153,III e 153, § 2o, Ida Constituição
Federal.
Art.70) - Esta Resolução entrará em vi
gor na data de sua publicação, produzindo
efeitos a partir de 10 de janeiro de 1993
ficando revogadas as disposições em con -
trário.
Sala das Sessões, 03 de Novembrodel992
João Kalife Dr. Jorge de Souza Rosa
10 Secretário Presidente
%
Ili l ±e
M0To E]
Retífica em Geral:
Tapamentos (12)
+ ENTREGAMOS SEU CARANGO, RAPIDINHO!
* COLOCAÇÃO CRATIIITA!
* HOTOR COH GARANTIA!
CAMPO GRANDE - MS
Rua 13 de Maio, 3. 709
em Frente a Santa Casa
Fm - 38%-2517 e 34-M64
I •

1 r aponga na Escuta
l
++» POR ÉLIO DE LIMA PINTO *
Otimismo: O bom não
o a melhorar-se.
persegue o mau. Ajuda
VANDALISMO NA CITY
Na manhã de 22 de novembro (um domin
go) levantei-mo bem cedo e sai dar um giro
pela city. Deparei com um fato lamentável
digno de um puxão de orelhas nos autores :
o que mais se via pelas ruas eram: placas,
caixotes, tambores de lixo, etc ... espalha
dos pelas ruas. Marcas de vandalismo e per
versidade. Brincar, divertir-se, viver a
vida como merece, tudo bem.
e um direito nosso; mas depredar,não.
Nossa cidade já está um abandono total e
se começarmos a destruir o pouco que nela­
existe é bem possível que muito em breve -
se transformará num triste deserto. Nossa
praça há alguns anos atrás era bem bonita.
Havia bancos, boa iluminação e calçamento.
Atualmente está uma vergonha. o que se vê
são marcas do vandalismo- marcas constan­
tes de ação de seres que se dizem " RACIO­
NAIS ", Racionais , será? Critica-se séria
mente o prefeito pelo que ele não fez. Mas
por que então destruir o que já existe?
Sinceramente, eu não entendo determi­
nados comportamentos humanos.
PENSAMENTO POPULAR
Pobre parado é suspeito. Correndo é
ladrão!
FINAL DE ANO LETIVO TRISTE
peçonhentos. Escolheram a aranha.
Pegaram o animal colocaram sobre uma
mesa e começaram os trabalhos. Um fazia -
aG anotações; o outro fazia os test ar­
rancando uma perna do animal de cada vez
Arrancava uma perna e gritava:
Caminha aranha"
O animalzinho obedecia severamente.
o teste prosseguia normalmente. As per­
nas foram diminuindo atê ficar sem nenhu
ma. O portugues do teste bateu diversas=
vezes sem resultado:
Caminha, aranhaaaa! Caminha, aranhaaa!
Nada. Silêncio total. O cientista mando-
o outro anotar na observação:
Coloca aí - Aranha sem pernas não escu
ta;
O ESNOBE
o camarada, cheio da grana, so vi­
via esnobando. Carro,só comprava do ano.
Onde chegava, perto dos amigos, com
fins de deboche dos menos favorecidos fi
nanceiramente, exclamava:
T6 mal de carro, cara!!!
Tanto esnobou que um certo dia al­
guns amigos resolveram dar-lhe o troco.
Certo dia, perguntaram:
Escuta aqui, ô cara, cadê aquela tua
irmã, aquela sem-vergonha, vigarista?
Eis a resposta:
Pois, olha cara, a coitada da minha ir
ma sofreu um acidente e morreu. Chegando
lá no cêu casou-se com são Pedro. TÔ mal
de cunhado, cara!
O esnobe continuou.
VIÚVA 11 VE7.ES B AINDA VIRGEM (O QUE:')
Uma viúva casada ll vezes, na l1a vez
na noite de núpcias carinhosamente disse -
ao marido:
Benzinho sou virgem.
Como? disse o marido. Pois já não foste -
casada l0 vezes?
Sim, disse ela, mas acontece o seguinte:
O 1o era político, só prometia e não cun­
pria;
O 20 era bancário, só entendiá de fundos;
O JO era poliglota, só entendia de lin-
guas;
O 40 era massagista, só esfregava;
O so era caçador, só gostava de viado;
0 69 era médico, só examinava;
O ?o era Juiz do interior, não tinha vara;
O 80 era coveiro aposentado, não enterrava
mais;
0 90 era perfumista, se.contentava com o
cheiro; )
O 109 era do PMDB, quando estava por cima­
não fazia nada.
E agora minha salvação e esperança é
voce.
Por mim, minha querida, voce continua
rã virgem, porque eu sou do PDS e só faço=
planos. AÍ apela e afirma:
Vou apelar para o PT pois sei que com
este se mexer o pau come.
como se nota, ultimamente políticos
viraram alvo de gozação.
PIADAS
Aproxima-se o final do ano letivo, as
aulas vão se acabando e o que venho notando
é um distanciamento evasivo da classe estu
dantil.
Não se nota mais aquele calor humano­
que notávamos no passado. Quando se aproxi
mava esta época era só festas. Todo mundo­
se juntava e organizava grandesreuniôes
festivas para comemorar o ano que findava,
agradecer a Deus pelo ano que chegava a
seu final. Atualmente nota-se, digamos, um
raxa" neste segmento da sociedade que no
passado fora um símbolo de união e força .
Lembro-me perfeitamente no meu tempo­
de "Ginásio" quando nos juntávamos todos
numa única festa. E que festas! Os eventos
agora ocorrem isoladamente. Cada turma faz
a sua, quando faz, bem entendido. Nao que­
ro com estes comentários dar a 1mpressao -
que estou querendo festas. Não é isto. O
que eu estou cobrando é a união das forças
t tão gostoso quando um grupo Junta
se para comemorar alguma coisa. É isso aí,
garotada. Vamos nos unir mais no aconchego
do calor humano. Isso e muito bom. Experi­
mentem. ( , , , ! ! ! )
PARA-CHOQUE DE CAMINHÃO
"Queira como sou, pois te
mo és".
"Se seios fossem buzina ninguém
mia à noiyte".
amo
CORINTHIANOS SÃO DESRESPEITADOS
co
dor-
Há alguns dias vi circulando pela cida
de um caminhão Mercedes modelo 608, carrega
do de porcos, com a seguinte inscriçao no
seu para-choques: 1
"Transporto torcida Corinthiana"
t muito desaforo, não é?
Vi no portal de uma residência um qua­
dro, muito bonito por sinal, com os seguun­
tes dizeres:
"Nesta casa até passarinho é corinthia
DE OLHO NA TV
O fantástico do dia 22 de novembro/
92 nos mostrou uma pesquisa feita sobre­
o comportamento do jovem brasileiro, o
resultado surpreendeu até o prôprio orga
nizador. Concluiu-se que o jovem brasi
leiro não é nada do que se comenta aber­
tamente por aí. Foi defendida a ética mo
ral, a fidelidade, a sinceridade, a se=
riedade e o compromisso com os objetivos
Os entrevistados mostraram-se preocu
pados como futuro da sociedade brasilei
ra.
Está aí o recado dado àqueles que -
pensam que jovem não é capaz de nada sem
merecimento de crédito. O que falta tal
vez seja um pouco de estímulo a essa no­
va geração. Parabéns à equipe da Rede
Globo que realizou a pesquisa saindo um
pouco da rotina, só mostrando o jovem no
mundo da droga, do vandalismo, da prosti
tuição. Um trabalho desta natureza é mui
to bom, valeu. -
ACONTECEU
Dois alunos (um da escola Aral Morei­
ra e outro da Escola Pantaleão) contaram -
me duas piadas que achei dignas desta colu
na:
la - O assaltante chega numa livraria que­
só vendia livros famosos, best-selers,etc
e grita para a balconista:
O dinheiro ou a vida!!!
A balconista pensando se tratar de al
gum livro, pergunta:
O senhor sabe o nome do autor?
29 - O garotinho só tirava notas baixas na
escola. Certo dia seu pai pega seu boletim
suas provas e depara-se com uma triste rea
lidade: Zero em todas.
O pai apela e exclama: 4
Ei, cara, voce sabia que notas baixas
merecem uma pisa de laço?
O garotinho prontamente concorda:
Eu também acho, papai. Vamos esperar­
º professor na saída e dar-lhe um pau!!!
CASÕRIO Ã VISTA
no".
P g
~i·ato sem escrúpulos e acres
. assa um1
centa:
Quem resolveu deixar esta vida de boê
No dia 21 de novembro/
92
uma t • mio é o casalzinho de apaixonados "Ramão e
festinha de aniversário. Sabem de o1ma Denise". Depois de muitos prós e contras
quem· muitas fofocas, e desentendimentos este -
Da gatinha Edleusa que recebeu em sua
residência os amigos para comemorar jun- casal de jovem resolveu dar um ponto final
tos seus 15 ANINHOS. Estava Ótima. Muito a esta vida monótona de solteiro. Estão de
comes e bebes rolaram por lá, preparados data marcada para o enlace. Será dia 19 de
por seus pais e amigos. Estive por lá dezembro/
92

notei a presença de muita gente bonit, _ Não sei se haverá festa, mas isto não
da society: Magno, Irmãos Brizolim (Arle- importa. O que importa são os fatos. É o
te, Salete, Adelar), Marcos Martins, Kej que realmente representa um casamento. Fa
ly (filha do Altair), Kati Almeida e sua ço voto~ que tudo de certo pra voces.
prima de Ponta POrã. Havia muita gente - O casamento compara-se a uma loteria.
que não me lembro seus nomes, mas valeu. Uns acertam, outros, erram. Todavia, vale-
E aqui vai um recadinho especial pa a pena tentar. Vao em frente, garotada.Tor
ra a gatinha Kelly ( do Altair): Gostei o por voces. Estarei la, com minha câmera
da receita do drink - vinho branco, coca registrando este acontecimento.
cola e limão. Foi mais um mérito teu que
descobri, gatinha.
. Aconteceu também na noite de 28 de
novembro/92 nas dependências do Clube So
eia! União o evento com a etiqueta "Miss
e Misther Baby/92" - realizado pelo nos­
so amigo André Luiz Ávalos, na ocasião -
foi entregue o Diploma "Destaques do ano/
92".Uma bela organização e maneira de a­
graciar pessoas que de uma maneira ou
Um crioulão (preto) cheio da grana,com de outra estão dando sua parcela de con­
pra um fusca e manda colocar todos os equi- tribuicão para que a nossa querida Anto­
pamentos possíveis no carango. Aquilo ficou nio João não sucumba no abismo. Valeu ca
uma jóia.· . .marada André.
Certo dia, dando um giro pela ci ty na Na oportunidade foram escolhidas -
maior esnobação ,. fura um pneu em plena ave- também as garotas destaques da noite. um
nida. • bonito desfile que deu muito trabalho pa
Chega um piá, desses de rua, safado ra os jurados escolherem as vencedoras
mesmo e grita: e chegaram a um consenso:
Ei, negão, vai no pneu que eu vou nO 1o lugar - Valéria - aluna da 4a série -
toca-fitas. Escola Pantaleão
20 lugar - Jenifeer
30 lugar - Lilian - aluna da 40 série da
Escola Aral Moreira.
u • • • • • E sofredor!"
TOMANDO TERERE
CIENTISTAS
Dois cientistas portugueses vêm para o
Brasil fazerem uma pesquisa sobre animais-
TURMA DO VINHO
Parabéns a todas !
Essa turminha surgiu no inverno e deu
muito o que falar na city .
E que falatórios.
Ouvi dizer que numa semana tomaram 30
garrafoes de vinho. É vinho pra mais de me
tro. Chegaram a ganhar um diploma de Desta
que do ano/92 no evento Miss e Misther Ba­
by. Viram só ?
Entretanto, a cidade pergunta:
_E a turma do vinho que anda desapare-
cida: Acabou o vinho, o dinheiro ou 1--
tade de "biritar". a von
de!
Não perca tempo!
t •
Leia e assine o Jornal da sua cida­
Valorize o que é seu!
Ligue para 439-1410, 251-1069
Seja bem inLormadol

1.9 o
VIGILâNCII SINIT ~
PIRI COMBITER
1
F
te
un-••
l.
!
ci·
i:
fa;
A lu a contra o
infecção hospitalar'
no Mato Grosso do
sul qanha mais um im
porLantc nliodo. o
peparamento de Viqi
1.:inci,1 GaniLiirin da
gecre aria de Estado
de Saúde, +laborou e
está distribuindo pa
ra todos os Hospi
o is do Estado um Ma
nu l de Normas T•cnI
cas sm Con trolc do
Infecção Iospi ta lar.
Este manual (oi
considerado "mod lo"
pela Coordenação Na­
cional d Infecção
Hospitalar, que vai
vê-lo para ser apre­
sentado aos técnicos
da área de
saúde dos Estados do
RI Grande do Sul e
Ceará.
A principal vanta
gem deste manual e
que ele apresenta de
forma organizada e
sistematizada as téc
nicas e procedimen ::
tos mais modernos e
eficientes para o
controle da in feccão
hoRpiLalar. Segundo
a coordenadora da Co
mi são Es adual de
Controle de In[ •cção
Hospitalar, Eliana li
moral Dalla Nora, õ
manual vai possibili
tar a unificação dos
proc>dimentos nos
l!oopitais do estado,
facilitando as ações
de controle e dimi -
nuindo os riscos de
infecção hospitalar.
O manual aborda -
desde o papel do ad­
ministrador hospita­
lar no controle de
infecções até os pro
cedimentos para o ma
nuseio de material
contaminado, trazen­
do ainda orientações
sobre desinfecção de·
ambientes, de mate -
rial médico-hospita­
lar e de instrumen -
tos cirúrgicos, as -
sim como os procedi­
mentos corretos para
a coleta e armazena­
mento do lixo hospi­
talar. De acordo com
Eliana Amaral, um
dos principais pro -
Q
ACAMPAMENTOS PROXII JS AS Mi, RGEi IS
DOS RIOS ESTÃO PROA3OS NO MS
de
3st
:
-ã0'
is
s
e e
A Polícia Flores­
tal de Mato Grosso -
do Sul vai coibir, a
partir da pr6xima
temporada de pesca ,
com início em 11 de
Fevereiro de 9 3, os
acampamentos de pes­
caaores pr6ximos às
barrancas dos Rios.
são áreas de pre­
servação permanente
que vêm sofrendo de­
predações por acúmu­
lo de lixo, foguei -
ras e descaracteriza
ção ambiental. O a -
nüncio foi feito
Pelo Major AngelÕ
Rabelo, comandante -
da companhia Indepen
ente de Polícia Mi­
litar Florestal, ao
Participar do II Fó­
rum de Turismo do Es
ado promovido pela
niciativa privada e
1
niciado em Corumbá.
Rabelo explicou -
que apenas duas áre­
as de camping têm al
~ara de funcionamen­
'o, na região perifé
rica ao Pantanal - no
Passo da Lontra, em
$Fumbá, e em Aqui -
'suana -, e os pesca
?res, a maioria de
ao Paulo e Paraná ,
chegam em grandes -
Srupos e se alojam às
argens dos Rios. "A
legisl, - - ,
" .acao nao perml
.- estes acampamen
;;os, já houve um tra
alho preventivo pa­
ra esclarecer ague -
/
5
que visitam o
antanal e agora va­
s impor uma fisca­
I2 -
d; açao rigorosa"

5
se o comandante.
_ ,
1
-.lém de agredir o
t
10
ambiente segun­
?Rabelo, estes pes
.15ores não propor -

0
nam nenhuma divi­
ca a
Ch
O
Estado, pois
• -Cgam com toda es -
Futura já montada -
dr-
e2usufruir dos re
±;"?S Pesqueiros do
ªº·
"
1,ara que a legis
·ª
0
seja cumprida,
é necessário também
que as Empresas de
Turismo ofereçam op­
ções para os pescado
res criando novas a
reas de camping com=
patíveis com apre -
servacão ambiental",
sugeriu o comandante
da Polícia Flores
tal. Um terceiro a -
campamento, funcio -
nando já há alguns a
nos no Abobral, pr6::
ximo à ponte sobre o
Rio Miranda, segundo
o Militar, está regu
larizando sua situa­
cão junto à Secreta­
ria de Meio Arnbien -
te. O acampamento fi
ca localizado às mar
gens do rio, mas de­
verá ser liberado
bln s enfr ntados -
pelos Hospitais do -
in erior é a falta
de informações sobre
entes assuntos, o
que acarreta na ado­
cão de prou•dirnc.n ·os
arcaicos que não re­
solvem o problcmu da
infecção hospitalar.
De acordo com E -
liana Am ral, o ma -
nual vai suprir esta
deficiência de infor
mac9es atualizadas::
e, caso seja adotado
por todos os Hospita
is, vai ajudar em
muito na diminuição
dos casos de infec -
cão hospitalar no Es
tado. segundo ele o
quadro de infecção -
hospitalar no Estado
ainda é grave e exi­
ge ações integradas
deste tipo. O Depar­
tamento de Vigilân -
eia Sanitária e a
Comissão Estadual de
Controle de Infecção
Hospitalar vêem se
empenhando na forma­
cão de comissões de.
controle dentro dos
porque situa-se numa
área já descaracteri
zada, sem que Gover­
nos anteriores impe­
dissem sua instala -
cão.
TAXA DE PESC/1
O Comandante Flo­
restal anunciou, tam
bém, que o Governo::
Pedrossian iniciou a
discussão com entida
des ambientalistas e
iniciativa privada -
de c6digo estadual
de meio ambiente, a
ser criado pela Se
cretaria de Meio Am­
biente.
Esse c6digo deve­
rá fixar a cobrança
de uma taxa de pes -
!c pit 1s.
Segundo la, cer­
ca de met do dos 23
es ab lecimento ho
pitalares que exis -
tem no estado J I co­
meçaram a organizar
as comissões d· Con­
trole de Infecção
Hospitalar e estão -
enviando relatórios
mensais para a Secre
taria de Saúde. "es­
te trabalho 'em sur­
tindo um resultado -
muito bom nos Munici
pios do inter ior"
afirma Eliana, lem -
brando que a situa -
cão do Mato Grooso ,
apesar de grave, 6
bem melhor que a de
muitas unidades da
Federação, "que não
t8m sequer comissâo
estadual de controle
formada".
PROGRAMA
o Manual de Proce
dimentos, faz parte­
de um Programa de
Controle da Infecção
Hospitalar, que está
ca, ou pedágio, das
pessoas que se deslo
carem para Mato Gros
so do Sul com o pro=
p6sito de explorar -
os seus recursos pes
quoiros.
Os recursos serão
destinados ao aprimo
ramento e manutenção
da Polícia Flores
tal.
Rabelo disse qu~
o Governo Federal ar
recadou mais de crs
5 bilhões em licen -
ças de pesca, no Es­
tado, e esse dinhei­
ro nao retorna -
em investimentos ao
setor.
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do Rio de Janeiro - os últimos lancàmentos: conjuntos de
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la Secretaria d
ide e qu provê pa
ra 1993 a implan
ão de s te centros
de tr •ína· enr.o no in
turior do Estudo pa­
ra a ralizaço de
cursos e reinamen -
tos sobre controle -
da infecção hospita­
lar. o Programa cm
por objetivo dar con
sultoria orien a -
çõcs aos cstabcleci­
mentos hospitalars
quanto às normas e
rotinas em controle
de i nfeccões hospi­
talares.
De acordo com E -
liana Amaral, a prin
c1pul preocupação dã
Comissão Estadual de
Contole da Infecção
Hospitalar e da Se -
cretaria de Saúde no
momento é com rela -
cão a necessidade de
mudanças dos hábitos
e costumes dos diver
sos setores que a
tuam dentro de uma
unidade hospitalar ,
como o pessoal de
lipeza, enfer ir
e at mes o di
CO!'I,
Segundo el ,
xistem conceitos
proccdimenlo erró -
neos que estão r1 1
qados no meio d.st
comunidade qu
cisam sur, udatlos.
Como por exempl
o hábito de se es
rclizar luvas cirúr­
gicas, que cm algun
casos podem apr sen­
tar micro- furos e
terminar contaminado
pacientes.
LEIA E ASSINE
O JORNAL
TRIBUNA Dl
FRONTEIRA -
DIÁRIO REGIONAL
Cr$ - 4.000,00
ornando da Florestal
~ c!arece Denúncias
o tra o seu Ef eti
O Comando da Companhia Independente de
Polícia Militar Florestal esclareceu, em
notai Imprensa, ·que as denúncias veicula­
das dando conta de suposto envolvimento de
Policiais Florestais com grupos de garirn -
peiros visam apenas enfraquecer a ação e -
nérgica da corporação na região de Bonito,
para impedir a extração de ouro e outros -
metais.
A exploração de garimpos é uma ativida­
de proibida em Mato Grosso do Sul pelo Go­
verno Pedro Pedrossian, através da Secreta
ria de Meio Ambiente. -
No último dia 25 de Novembro, policias
florestais do Pelotão de Aquidauana prende
ram em flagrante 15 garimpeiros que haviam
instalado equipamentos manuais de extração
de ouro em duas áreas, situadas nas Fazen­
das Estrela e Santa Sofia, no Município de
Bonito. Em depoimento, na Delegacia local
da Polícia Civil, os garimpeiros afirmaram
que Policiais florestais haviam facilitado
a exploração das áreas. o comandante da
corporacão, Major PM Angelo Rabelo, já ha­
via, no entanto, alertado o Comando da PM,
em Campo Grande, de que os garimpeiros ten
tariarn comprometer seu efetivo, colocando­
sob suspeita a fiscalização realizada pela
Florestal.
"Como existiram as denúncias, determina
mos de imediato a abertura de uma sindica
eia interna e trocamos a guarnição na á -
rea. A sindicância é um procedimento pre -
ventivo, que visa não só esclarecer os fa­
tos mas preservar a corporação e o poli
cial", disse Rabelo.
A operação da Florestal nos dois garim­
p~s foi de carãter sigilosa, por determina
cao do Juiz da Comarca de Bonito, Jairo
Luiz de Quadros, que decretou seoredo de
Justiça para o caso. Por esta razão, o re­
sultado da operação não foi divuloada na
época das prisões dos garimpeiros.
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2
O Ir, pTp{)Mp DR tfJ[])
-------Prefeitura Municipal de Bonito • MS
70
LEI NO 619/92
veda a cesão de Ecolas e centro Espor;
tivo 6oegçGes, turista e ouros e da
outra provi@ncIG
O Prt•fc:l o Munic1pal elo Bonito, Es do
de Mato Grosso do Sul, FA SABER que a Cãm@
ra Municipal aprovou o ele sanciona a se "
quinte Li:
Art,IQ) - Fica vedada a cessão de todo
e qualquer estabelecimento de ensino da Pe­
de Pública Municipal e do Centro Espor 1vo
Juncclino Kubintchck a turistao, drlegaç~ -
cn, grupon de studontco e a outros, cu)os
finu não ucjom pr6prioo doe referidos esta-
bel·cimen'os,
/rt.20) - J prescnt lei entra cm vigor
no dota d suo publicaçâo, revogadas as dis
pouiçõcs cm contrário.
Donito-MS., 18 de Novembro de 1992
Naudemir Xavier - Prefeito Municipal
LEI 620/92
Non cientifico: PT"R
Cn ro: PTERODO,
Espécie: PTERODON PUESCENS
Família: LEGUMINOSAE
Autoriza o Poder Executivo Municipal de
Donito-MS a efe~uar credito Suplementar
e
dá outras providências
o Prefeito Municipal de Bonito, Estado
de Mato Grosso do Sul, FAÇO SABER que a câ­
mara Municipal decreta e cu sanciono a se -
guinte Lei:
Art.10) - Fica o Prefeito Municipal de -
Bonito, autorizado a efetuar CRÉDITO SUPLE­
MENTAR, na importância de Cr$ 830.000.000 ,
00 (oitocentos e trinta milhões de cruzei -
ros), destinadas aos reforço dos Artigos 40
e 41 (Inciso I), 42 e 43 (Inciso III) da
Lei no 4.320/64.
Art.20) - Para cobertura do crédito refe
rido no Artigo anterior fica o Executivo M~
nicipal autorizado a utilizar, por anulação
de dotações, os valores que seguem da se
guinte forma: 660.000.000,00 (seiscentos e
sessenta milhões de cruzeiros) com pagamen­
to de despesas com pessoal civil e Cr$
170.000.000,00 (cento e setenta milhões de
cruzeiros) com pagamento de despesas diver­
sas.
Art.30) - Para utilização do crédito cita
do no Artigo lo desta Lei fica o Executivo­
nutorizado a regulamentar por Decreto.
hrt.40) - Esta lei entrarâ em vigor na
data de sua publicação, revogadas as dispo­
sições em contrário.
Donito-MS., 26 de Novembro de 1.992
Naudemir Xavier - Prefeito Municipal
LEI NO 621/92
Dispõe sobre a imunidade de árvores da
arborizaçao urbana, e dá outrtas provi@n­
cias
--0 Prefeito Municipal de
de Mato Grosso do Sul, FAZ
ra Municipal aprovou e ele
guinte Lei:
Art. lO) - Esta lei contém medidas de po­
lítica Administrativa em matéria de imunida
de de ârvores da arborização urbana deste
Município.
Art.20) - As ârvores relacionadas e elas
sificadas como imunes de corte são bens de
interesse comum a todos os Munícipes.
Jt.30) - Ao Prefeito e, em geral, aos -
servidores municipais, incumbe cumprir e ve
lar pela observância desta lei. -
Art.4) - Fica criado um Conselho Consul
tiva, sob a presidência do Prefeito e com=
posto par mais quatro membros, sendas dois
da Câmara de Vereadores e dois da Comunida-
de local, com a finalidade de: .
I - auxiliar o Prefeito em suas decisões;
II - analisar e julgar as infrações e os ca
sos omissos a esta lei; -
III - exercer outras atribuições correlatas
Art.50) - Considerando os interesses lo­
cais e o disposto no Artigo 70 da Lei Fede­
rl no 4.771, de 15 de Setembro de 1965 fi
cam declaradas imunes de corte por suas'con
dições de raridade, beleza e/ou porta-se=
mentes, as seguintes ârvores:
I - Nome vulgar: TARUMÃ
Nome Científico: VITEX MEGAPOTÃMICA
Gênero: VITEX
Espécie: VITEX MEGAPOTÂMICA
Família: VERBENACEAE
PRINCIPAIS CARACTER STICS:
Folhas caducas compostas, pequenas.
- Flores pequenas de cor lilás
-- Fruo .ipo vagum de cor marrom, com se-
mentes pequena: lisas de cor purda.
- Tronco e galhos licos de coloração cla-
ra.
- Copa larga arredondada, árvores de
grande porte, cm média de 12m. de al urn.
LOC/LIZ/ÇÃO: setor 1, Quadra 41, Lo e 016,
Rua Pilad Rellufi, terreno pcrt•nccn e à I~
son Casanova da Silv,.
III - Nome vulgar: CA AP1STUL/
Nome cientifico: CÃSSIA FlSTULA
Gênero: cASSIA
Espécie: CÃSSIJ FlSTULA
Familia: LEGUMINOS/E
PRINCIPAIS CAIUCTERlSTICAS:
- Folhas caducas alternas, curto peciola­
das, paripinadas.
- Flores cm pendulas de até 50 cm de com­
primento, de coloração amarelo-ouro.
- Fruto tipo vagem cilíndrica lenhosa de
até 65 cm. de comprimento, com 40 à 100
sementes arrendando-ovadas, coberto com
polpa escuro-brilhante, de sabor adocica­
do.
-- Tronco e galhos de casa lisa cinza-es -
verdeada, quando nova, e pardo-escura ao
envelhecer.
- Árvores de grande porte, atingindo 15m.
de altura.
LOC/LIZAÇÃO: Setor 1, Quadra 03, Lote 400,
Rua Cel. Pilad Rebuá, páteo da Escola Es­
tadual Luiz da Costa Falcão.
IV - Nome Vulgar: CASSIA GRANDE ou CÂSSIA
ROSEA
Nome Científico: CASSIA GRANDIS
Gênero: CÂSSIA
Espécie: CÂSSIA GRANDIS
Família: LEGUMINOSAE
PRINCIPAIS CARACTERISTICAS:
- Folhas caducas, compostas grandes, al -
ternas, pinadas de folíolos curto-peciola
das, ovadas até ablongos. • -
- Flores de cor rúsea em pedúnculos.
- Fruto tipo vagem de até 60 cm de compri
menta, com sementes arredondadas, cober -
tas por polpa de cor clara.
- Raízes superficiais.
- Árvore de grande porte, copa larga,atin
gindo 12m. de altura.
LOCALIZAÇÃO: Rua Nossa Senhora Aparecida,
entre á Rua Manoel Inácio de Farias, Rua
das Flores e Rua Pércio Scharnman, no limi
te da Rua. -
V - Nome Vulgar: AGUAPOMBA ou PITOMBA
Nome Científico: TALISIA ESCULENTA
Gênero: TALISIA
Espécie: TALISIA ESCULENTA
Família: SAPINDÂCEAE
PRINCIPAIS CARACTER!STICAS:
- Folhas compostas lenceoladas, longas e
sem aspereza. •
- Flores brancas e perfumadas, em panicu­
lasterminais, compridas e finas.
- Frutos tipo drupa arredondadas e peque­
nas, com casca lisa, de cor amarelo-acin­
zentado e polpa comestível, envolvendo um
caroço.
- Árvores de grande porte e copa alta, a­
tingindo 12 m. de altura.
LOCALIZAÇÃO:Setor 1, Quadra 55, Lote 025,
pertencente ao sr. Rui Dento Cunha sito
à Rua Monte Castelo, de fronte ao ~o 782.
VI - Nome vulgar: FLAMBOYANT
Nome Científico: DELONIX REGIA
Gênero:· DELONIX
Espécie: DELONIS REGIA
Família: LEGUMINOSAE
Bonito, Estado -
SABER que a Cima
sanciona a se
PRINCIPAIS CARACTER!STICAS:
- Folhas compostas, geralmente 5 foliola
das, digitadas opostas cruzadas de colora -
ção verde-escu:as na região central e verde
claras na regiao dorsal. -
- Flores pequenas de coloração roxo-azula
das.
- Fruto tipo drupa carnosa, de suoerfície -
lisa e coloração violácea-escuro:
- Raízes pivotantes com raízes secundárias
bem desenvolvidas.
- Arvores de grande porte com altura em tor
no de 15m.
LOCALIZAÇÃO: Setor 1, Quadra 62 Lote 050 ,
pátio da Prefeitura Municipal. '
II - Nome Vulgar: FARDl!ll SEC/
PRINCIPAIS CARACTERlSTICAS:
- Folhas compostas pequenas e caducas
- flores em cachos, de coloração amarela,
alaranjada ou vermelha
- Raízes suoerficiais.
- Arvores d~ médio porte, copa larga, a -
tingindo 8 m. de altura.
LOCALIZAÇÃO: Setor 1,Quadra 70, Lote 138,
pe~tencente a Iber Martinez, sito i Rua
Luiz da Costa-Leite, esquina com a Rua se
nador Filinto Muller. -
A:t.60) - t vedado, nas proximidades -
das arvores imunes de corte reduzir ou
impedir a visibilidade com:
I - construções;
II - fixação ou colocação de cartzes, a -
núncios ou faixas·
III - plantio de outras espécies vegetais
Art.70) - Igualmente fica expressamen­
te proibido pinta ou pichar o tronco das
arvores imunes de corte.
. J~.80) -_t vedado a destruição ou mu­
tilaçao das arvores imunes de corte,salvo
por a..:
s 10 - 1
Jus f 'as
fora! s '
de imun1 a o
cificar o proc
correção do pro!
+ro d . iníntro
3.-- Em cago de re9+" '
5 29 , l que tenha danifie
o rio ou vendava +
co" gtrutura da árvores, o cort ser
do ' ,,, . laboração de um relatá -
efetua lo apos a ifi 1
, . ; ucinto espec t canao o occr
rio técnico s + • - --
rido e dando baixa na árvores em ques1 o.
Art.
9
O) - A Prefviura Municipal seri
<.l dire:amente pelas árvoras img
responsave - '
nos de corte quando a:
1 - r:ianutcnçâo;
II - conservação;
III - tratamento;
IV - poda de limpeza;
V - coleta de sementes; -
VI - fiscalização e autuaçao;
VII - vigilância permanente
Art.IO) - Caberá também à Prefeitura ,
através da secretaria Municipal de Educa­
ção, promover:
I - educação ambicntul nas Cscol~s, com
ênfase aos cuidados para com as arvores!
munes de corte e os motivos considerados
do ato de declará-las imunes;
II - divulgação, junto â população local
e aos turistas, da localização das árvo -
res através de :
a) folhetos explicativos;
b) cartões postais contendo no verso a fi
cha técniéa da árvores e o motivo que
tornou imune de corte;
III - divulgação desta Lei.
Parágrafo Onico - Poderá a Secretaria
Municipal de Educação propor à comunidade
estudantil a criação da Associação dos A­
migos das Arvores Imunes de Corte, cujas
finalidades, além de educativas, sejam:
I - zelar pelas árvores;
II - realizar estudos e pesquisas sobre -
as ârvores imunes de corte, como também -
outras espécies regionais de importância
econômica e paisagística;
III - desenvolver consciência ecológica -
individual e coletiva.
Art.ll) - Constituem infrações, puni
veis com multa subscrita em valor monetá­
rio ou penalidades aplicadas, matar, le -
sar ou_maltratar, por qualquer meio ou mo
do as arvores imunes de corte especifica:
das no Artigo 50 desta Lei. •
§_lo - A multa poderá ser aplicada conco­
mitantemente com uma ou mais penalidades
§ 2° - A multa poderá variar de 100 à 200
UFM, sendo graduada conforme a gravidade
da infração cometida.
$ 3 - O valor da multa será semore rever
tido em prol dos verdes urbanos· sendo ve
dado qualque t ' -
r ouro destino que lhe auei-
ram dar. •
S 4 - AS penalidades serão aplicadas de
acordo com a gravid d d
sendo: ª e o ato praticado
I - trabalho gratuito nos verdes pübli
cos: munimo de 15 dias:
II - fornecimento da mud, - ·
getal afetada· - . • as da especie ve-
Ar.12) - {"amo_de_1oo mudas
as penalidades e1cindencias a multa ou
, Art.13) -, erao aplicadas em dobro.
eidirão sobre ""±ta e as penalidades i
tos. u ores diretos ou indire
Parâgrafo Cnico - : - •
das pelos incapa Nas in~raçoes comet;
1os que fora e?,a forma da 1ei cu e
çaõ, a multa ou
91
osª cometer a infra­
responsáveis di atpena recairá sobre seus
- re os naq·uel
sa a contravenção f ' e que der ca
da coação. orçada e sobre o autor
Art.14) - são aut .
Para lavrar Auto a"?idades competentes
rios Municipais- de . nfraçao, os Funcion!,
des de fiscaliza<Snados para a ativids
. Art.15) - A multa = •
imo de 15 dias cor{ Pasa no prazo "à
ta da ciência, será . os,.ª contar da da·
tiva. Inscrita na divida a-
ArtI6) - A .l
f ' ena.idade -
orme a determinação d e nao cumprida co~
tuirá contravenção ,"O Prefeito, consti
ser regida pelo có•? nal, passando daí a
Art.17) - NA, "-go Penal.
verdes o Rei_[jg transcritos ou a­
transmissão "ih, O te Imóveis ou ato de
tis" er vivos"
, sobre imóveis . ou "causa mor -
ha, sem a aoresenta ~a zona rural ou urbJ
va d, d : ao de
e ivida referent e certidão neaati
tas eg • ? --
d nesta Lei, por de . ~s multas orevis-
gado. 'c1são passada em ju±
Art.1) - O : -
mo de 5 d' infrator t -
a, lias, a conta. ,"Fa o prazo má'±
~ ura do Auto de a ciência da la
tar defesa Infração
• , para aprese;;
Parágrafo 0n;
o - • co - 1
u não apresentada Tulgada improcedente
visto, será ime. a defesa
de ao . e. 'Posta a mul, no prazo pr
1nrrator. a ou a penaliê;!.
a
l
........

l - DIÁRIO REGI' o
Carteira Profissional Registrada
Hospita Santo Aleixo
No trabalhe em ela, faça valer eu direito
Escreve: Marco Aurello bnffacIno - Atonto Joio/MS
Depois de novembro de l99] quando foram realizada mudanças profundas nas
regras da Prevfd@nela Social, em especial nas aposentadorias tanto urbanas
quanto rural,, terminaram-se as possibilidades futuras de adquirr-se o df -
re!to à aposentar-se me um vinculo de recolhimento junto llO INSS, Se o re -
{tro fá era de tremada Importância para os direitos do trabalhador, hoje
torna-e uma das únicas maneiras para após anos d trabalho quando atingir­
e uma Idade mafs avançada, tenha-se a tranquilidade do dire!to na uma aposen
rador1a que posa garantir-lhe, uma velhice no mínimo, menos árdua e diffcul
tosa, as vezes no presente quando encontramo-nos na plenitude para o exerci­
elo do Lrnh,!lho, nao damo-nos conta que se nossos pafs, avós, talos, etc, es­
rio hoje aposentados nós, os mais jovens, nao percebemos que a lei mudou, e
ão poderemos aposentar-nos como eles, pois a legislação atual é completamen
te d{ferente. Por Isso o trabalhador seja ele rurnl. doméstico, industrilÍrio
ou coroerc I ór Jo <leve EX IGIR dos empregadores o registro imediato em carte ira
yrofIstonal para não correr o risco de ser marginalizado dn sociedade no
1'.or:rnto cm que faltnrcm-]ho ns condiçÕ,rn m(nimas parn o exercício do traba -
lho. llc acordo com 01; pronunctnmentos do novo Hi'nistro do Trabalho alter Ba
rrlll e da Previdincin SOcial Antonio Brito os dois ministros mnnterio Cise!
!G para serem acionados, sempre que houverem empregadores que ainda d1ontc
do lel, ncgnrcm-se n ob~decê-ln aplicando-lheA cultuosns multns e até o en -
cerramento das suas otivldades, focn valer o seu direito porque qunndo as
suas condlçÕcs de trabalho estiverem esgotadas, nio tcrio meios de subsisti!
cln, e é contrn isso que devemos lutar, sem esquecermo-nos das vantagens que
os empregadores também usufruem ao registrar ieus trabalhadores, como nos
casos de acidentes de trnbnlho onde o empregador transfere para o Estado a
responsabilidade do acidentado, além doa tendimento médico hospltnlnr que f!
cario cargo da própria Previdincia Social entre outros vantagens. A Cartei­
ra Profissional é hoje sem d~vida o documento mnis importante que o trabalha
dor possue, pois nli deve estar registrndn todo a vida profissional do pró -
prio indivíduo, com todos os direitos e obrigações ali mencionados, para
qunndo forem requisitados diante das· necessidades do trabalhador. Companhei­
ro, saiba como exigir o sue direito pois só você pode defender-se dos maus
patrões, a lei é para ser respeitada no País todo e por todos, em caso de
dúvidas sobre o nssunto escreva pora:
MARCO AURÉLIO BONIFACINO - Rua Bela Vista, 730 - Antonio Joio/MS.
Trabalhador, o trabnlho dignifica o homem a "escrovidào" o humilha e o
joga nn marginalidade, faça valer o seu direito procure seu sindicato e ex_!
Ja deste. Um trabalho junto nos patrões pela elgalizacão faça com que o pró­
prio Sindicato peça ao Ministério do Trabalho que atende sua cidade fiscali­
zação para punir os mnus patrões, e orgulhe-se dos empregadores e empresári­
os que respeitam a lei e o Trabalhador Brasileiro.
±
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NEG !OS ·E OPORTUNIDADES
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JORNAL, 'TRIBUNA DA FRONTEIPA - DIÁRIO REGIONAL
L,A VI
COMENTANDO
3 DE DEZEMBRO
~ a data cm que o casal Dr. Ricardo
de Souza Rosa e sua esposa Tati canoraram
I0 anos de casados ! Felicidades!
TAMBÉM
Nessa data a filha de Gão e Tati, a
simpática Ana Carolina, festejou com mui­
too amiguinhos se 90 aniversário.
A lNIHADJ
Discoteca aconteceu no Terraço do
Hotel Pousada da Fronteira, a partir das-
20:00 horas. O som e iluminação esteve a
cargo de Wilson's Som, onde a criançada­
dançou pri valer!
DELICIOSOS
Comes e bebes foram servidos. Ana Ca
rolina recebeu a todos com a simpatia que
lhe é peculiar. Os papais corujas Gão e
Tati estão de parabens pela animadlssima­
Discoteca proporcionada aos pequerruchos
A aniversariante desejamos muitos e
muitos anos de felicidadésl
MlRIELY VELASQUEZ
Festejou com familiares, no dia 4 pp
seus 08 aninhes.
NESSE DIA TAMBÉM
4 t 4 4 $ # t t 4 # t # k k 4 k i t t :
p *
O
T •
o *
Mariely foi batizada, tendo como Pa
drinhos os tios Ivaldo e Estela.
A Mariely felicidades em dose dupla!
100 REGIMENTO DE CAVA
LARIA MECANIZADO
RECEBEMOS E
Agradecemos os Cartões de Boas Fes­
tas enviados :
Senador Rachid Saldanha Derzi e Sra­
Brasília; AUto Elétrica Dinâmica e Funcio
nirios (Luiz Calliari Machado e Flia) -
Bela Vista; Sindicato das Indústrias Gri­
ficas de MS (David Balaniuc) - Campo Gran
.de; Grêmio Pedro Rufino - Bela Vista. -
D
E
s
T
A
a
u
E
Nota para Impren
GAROTA N O TA 1 O
Estará acontecendo hoje (05/12) à par
tilr das 2l:00 horas no Grêmio Pedro -
Rufino grandiosa discoteca com con­
curso GAROTA NOTA DEZ em pról do Hos­
pital são Vicente de Paula.
Preço do Ingresso: Cavalheiros -
$ 15.000,00 - Damas $ 10.000,00 - só­
cios$ 5.000,00 - A título de colabo­
ração (guarde seu ingresso, pois o
mesmo estará concorrendo à 3 prêmios:
01 (um) litro de Whisk Old Parr
12 refrigerantes
12 cervejas
PARA REFLETIR
Não se queixe do mundo.
O mundo não é mau.
Os homens é que ainda não consegui­
ram ser bons.
Mas da lama imunda nasce a pureza -
dos lírios.
E também daquilo que nos parece.mau
e impuro pode surgir a luz mais sublime.
M
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* ELAINE CRISTINA - DE CAMPO GRANDE + +
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I
A
L
sa
Dando prossegui­
mento às atividades -
de instrução militar­
programadas para o
presente ano, o Coman
do Militar do Oeste -
fará realizar um exer
cício com tropa, no
período de 07_a 1l de
dezembro, em areas uI
banas e rurais.
o exercício se­
rá realizado, siITultã
neamente nas diversas
guarnições sob respon
sabilidade do Comando
Militar do Oeste; a­
brangendo os Estados­
de Mato Grosso do Sul
e Mato Grosso,
A eventual movi­
mentação de pequenos­
efetivos de tropa não
interfirirá nas ativi
dades normais da popu
lação. Os elementos -
da figuração .inimiga,
do exercício, poderão
estar em trajes civis
portanto armamento do
Exército e usando mu­
nicão de Festim
Sérgio Pacheco Olivei
ra-CMT/10O RC MEC
No Banco dos Réus o Assassino da Professora Mirna
Bela Vista-MS, 03 de dezembro de 92
No dia 23 de setembro de 1991, em
nossa cidade houve um homicídio que re­
voltou todos os habitantes e principal­
mente as mulheres e colegas da Sra., mãe
e professora: MIRNA GRACIBLA GONÇALVES -
CARVALHO, as duas Escolas em que ela tra
balhava chorou por perder uma companhei­
ra, que teve o fim tão trágico e tão re­
voltante!
A nossa amiga estava grávida de 04
(quatro) ou 05 (cinco) meses e mãe deu­
ma criança de apenas 05 (cinco) anos de
idade.
O homicídio foi praticado pelo pró-
prio esposo.
Todos os seus amigos e companheiros
aguardavam com ansiedade o julgamento e
somente agora no dia 07 de dezembro de
1992, realizará o tão esperado, o tão -
desejado julgamentol
Estamos aguardando que a Justiça
não falhe.
Que as pessoas entendam que é preci
so fazer J U S TI Ç A.
Por urna filha que ficou sem mãe,tão
pequena e órfã de mãe, por sua filha tão
bonita, tão sozinha. Está com sua avó ma
terna, masnão é como estar com sua queri­
da mae, junto com o seu irmãozinho que
hoje estaria com 09 (nove) ou 10 (dez) -
meses de idade.
Sendo assim, aqui vai o nosso pedi­
do de JUSTIÇA!
NO BANCO DOS RÉUS O ASSASSINO DA
PROFESSORA MIRNA
Na 20 feira, dia 07/12/92, acontece
rã _em Bela Vista Júri Popular do assas
sino que matóu no ano passdo, a própria
esposa e Professora Mima Graciela Gon
calves Carvalho. -
Nós abaixo assinados: Professores,
alunos, pais e amigos não pedimos vin­
gança, mas que os responsáveis no ato
da votaçao, do julgamento, façam preva
lecer a justiça.
Este é um alerta e pedido com mui­
ta fé, porque temos amor em nossa pró
pria.vida e cremos que a professora e
mãe Mirna também teria este direito à
sua vida e à criação e educação de seus
filhos.
(O abaixo assinado contém 42 assi­
naturas entre elas;)
Sandra Regina Purkott
* Geny Leal Luiza B. S. Oviedo
* Maria Rita Caniza
* Célia Regina Godoy
* Carla Pissurno
* Ilda Magalhães
* Maria de Fátima B. Pinto
* Maria Olímpia Brites
* Maria Carmem C. Arguelho
* Ester Félix Leite
* Helena Rondão
* Francisca Peixoto de Lima
* Jurema Loubet Viana
* Maria Helena Pagliosa Candia
* Maria Aparecida Ossuna
* Neli Candia - Gladis Candia
* Vanda D. Basso
* Lair B. Costa
* Maria Helena L. Silva
* Maria de Fátima F. Silva
* Rosemari Benites
Diário Tribuna da Fronteira
Faça Hoje Mesmo
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