• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1292_16_12_1992

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ro,
,.
OIARIO REGIONAL
ner.h VlS'tl - MITO GROSSO no SUL, -
A Câmara Municipal
de Bela V iota, em ses
são solene realizada
no último dia 11, sex
ta-feira, fez a entre
qa do título de cida­
dã Belavistense à Edu
cadora Ana Dutra Paes
de Darros, mais conh0
cida como "Tia Filhi­
nha", outorgado à ela
através de um Projeto
de Resolução de auto­
ria do Presidente da
cãmara Municipal, Ve­
reador Jorge de Souza
Rosa e aprovado por
unanimidade por todos
os vereadores.
"Tia Filhinha", a­
companhada da filha
Maria, do genro Ricar
do e de dezenas de a=
migos, recebeu com e­
moção nos olhos o ti­
,tulo de Cidadã Bela -
tense, sob os aplau -
sos de todos que se
fizeram presentes no
plenário da Câmara Mu
H. MENIG
O médico Fiori Mu­
rano, que completou
50 anos exercendo a
medicina em Bela Vis­
ta, também foi hornena
geado pela câmara Mu=
nicipal de Bela Vis .­
ta, na Sessão Solene
do dia 11, filhos, no
ras, amigos e familia
res acompanharam o
Dr. Murano e Dona Hil
da no plenário do Le­
gislativo Belavisten­
se, onde ele também
foi vereador por 27 a
nos.
A iniciativa de
Prestar uma homenagem
em reconhecimento aos
relevantes serviços
Prestados pelo médico
F1.ori Murano à toda
comunidade belavisten
se foi do ·vereador
Jorge de Souza Rosa ,
Presidente da câmara
Municipal, que fez o
seguinte pronunciarne~
to, na oportunidade:
Dr. Murano
" na simplicidade
deste Diploma de Hon­
ra ao Mérito, que es­
ta casa, expressa nes
'e momento toda a gra
tidão e respeito pelo
grande trabalho reali
ado por Vossa Senho­
Iia em sua querida Be
la Vista. -
Quantas e quantas
Vezes fostes visto
na calada da noite
Penetrar no tugúrio
do deserdado pela sor
; sem o1har diricul
ades, sem considerar
~s intempéries, para
evar ao infeliz o
onforto de vossa ci­
encia. "
a, Foste verdadeiro
''Scipulo de Hipócra­
-es, dedicastes vos -
5as en - . .
ç2, tergias à mitiga
ilo das dores alheias.
•. A ciência da medi­
ln. -
," e, incontestavel
nte, a mais humana
I DE DEZEMBRO DE 1992
"Tta Filhinha" recebe o T{tuto de Cidadã Belavlstente das mãos do Presidente da Ciara Jor­
e de Souza Rosa
nicipal de nossa cida­
de, ela, com seguran
ça, agradeceu a home
das ciências e o mé­
dico, quando humani­
tário, quando corno
vós não procura fa -
zer de sua profissão
um fim único de ren­
da, é o maior benfei
tor da humanidade. Ma
is que um sacerdote­
ª quem confiamos os
segredos de nossa al
ma, ao médico confia
mos os segredos da
alma e do corpo. A
ele estão abertas as
portas do nosso lar,
a ele entregamos o
nosso destino e o
dos que nos são ca -
ros.
O médico partici­
pa de nossa vida co­
rno se fora da famí -
lia, para ele não há
segredos nem reticên
cias. E ele, por sua
vez, paga com discri
ção absoluta e com
dedicação sem par.
Assim, sois vós
Dr. Murano, e hoje ,
esta casa Legislati­
va que representa os
anseios e a vontade
do povo de Bela Vis­
ta, com humildade
lhe faz esta hornena-
gern, que parece
muito pequena,
ser
mas
O Presidente Na -
cional do PMDB, Ore~
tes Quércia, apresen
tou no dia 25 passa=
do, em Brasília, a.
parlamentares e inte
grantes da Executiva
Nacional do Partido,
a versão preliminar
do anteprojeto de
programa, preparado
por uma subcomissao
liderada pelo Profeg
sor carlos Estevam
nagem, dizendo-se
muito feliz com o
gesto dos vereado -
N0 1.292
Na Tribuna da cã
mara, o Vereador
Paulo de Melo, às
lágrimas, destacou
a justiça das duas
homenagens que esta
varn sendo prestadas
naquela sessão, tan
to à "Tia Filhinha­
Dutra" corno ao Dr.
Fiori Murano, disse
o vereador em suas
palavras: "t com
muita honra que ve­
nho em nome do meu
partido, homenagear
tão ilustres bela -
vis tenses, tenho
certeza que essa o­
portunidade que te­
nho hoje, no ocaso·
do meu mandato, vêm
coroar de êxito e
de justiça a minha
passagem por esta
Câmara, porque sem­
pre lutei para que
esta Casa hornena
geasse apenas quem
realmente mereces
se.
Dona Fil·hinha, é
pouco darmos ape
Martins e sob a ori­
entação geral do se­
nador José Fogaça ,
coordenador àa Cernis
são de Elaboração dÕ
Novo Programa.
Orestes Quércia ,
ao apresentar o doeu
mente de 151 páginas
em reunião realizada
na sala 6 da Ala Ni­
lo Coelho do Senado,
disse que comentári­
os junto às lideran-
l)Iflf;'l'OR: JV/J.00 PI!REIHA
res de Bela Vista .
Este ano a Cãrnara
Municipal de Vereado
X9 EM.
tenha a certeza e~
feita do fundo de
nossos corações."
Muito Obrigado
Dr. Murano.
res procedeu a entre
qa de apenas um títu
lo de Cidadã Belavis
ense, outorgada à
"Tia Filhinha Dutra",
iniciativa que foi
elogiada por todos
os segmentos de nos­
a comunidade e ,
principalmente , por
aquelas pessoas que
conheceram a homena­
geada e o trabalho
desenvolvido por ela
cm Bela Vista ao lon
go de 22 anos, como­
professora e direto-
~===============-=-=-=-=.::: ~ ......:.::=r--
Combate ao Tabagismo
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Escolas do Estado
Dr. urano,50_anos de_Medicina,ao
vo Rclavl:.tcnsc
um titulo de Cidadã
Belavistense à senho
ra, por tudo o que
fez em pról de Bela
Vista trabalhando co
mo educadora, luta
árdua que bem conhe­
çO e corno cidadã de
respeito que sempre
foi em nossa socieda
de, antes mesmo des=
te título a senhora
já era bem mais bela
NOVO PROGRAMA D
DESENVOLVI EHTO EQ ILIB
cas partidárias, em
presários, jornalis
tas e outros sete=
res da sociedade ,
para a redação do
Projeto de Progra -
ma, que será então
discutido por todas
as instãncias do
Partido. "Peço a to
dos a atenção e e
máximo de empenho
no exame do nosso
novo programa. É ne
vistense que muitos
que aqui nasceram.
Dr. Murano, com -
pletar 50 anos de e­
xercicio da medicina
mas completar 50 a -
nos de profissão e
ter o reconhecimento
pelos serviços pres­
tados é motivo de
muita honra. Hoje
Dr. Murano, as hon
---------
RIZA O
DO BRASIL
cessário que ele se­
ja divulgado junto
às pessoas oue acom­
panham as atividades
ào nosso Partido, e
que essas pessoas a­
presentem sugestões
e novas idéias que
possam ser aproveita
das pelo Partido"
disse Quércia.
PÃGINl - 03
EXEMPLAR $ 4.000,00
,;
PÃGINI - 03
''
ra nas escolas ta
duais e municipis
em nosa cidade. Na
tural do município
de Nioaque, a duca
dora Ana Dutra Pes
de Barros cheqou em
Bel1 Vista no ano
do 1956 onde exer -
ceu a profissão até
1978, tendo em mui-­
to colaborado para
a educação de qran­
de número de bela -
vistenses, sempre
com dedicação e ca­
rinho para com todos.
rarias são para o
senhor, Bela Vista
é testemunha de sua
dedicação médica e
também é tes ernunha
outras áreas, como
educador e tarnbén
corno !egislaêor. A­
os homenageados dei
xo o meu abraço d
respeito.
Eterno
Apóstolo
Entendo que a
legenda e a figura
singular de Ulvs -
ses Guimarães Der­
sistiro pela sua
grandeza na memó
ria das gerações
de hoje e do ama
nhâ. PÃGINA - 04
COEI 'TANDO
- Por ancy -
PÁGINA/O8

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Apenas 5% desse valor ser,lo
cncomenrlados a pequenas
empresas. lslo nJo é bom.
lJom eria comprar mais dos
pcqurnos p,,r,1 dar força aos
municlpios, ,Is economias
regionais, aumentando os
empregos, fixando as pessoas
nos seus locais d,:, origem.
[spalhando riqueza,
dcsenvolvimenlo e progresso
pelo País inlciro. Em roâo canlo
h,l pequenos cmpreendimenros.
Para mosrrarque isso é verdade,
o SEBRAE esrJ lançando dois
Guias: um para convencer os
responsJveis pefas compras nos
govemos que pequenas
empresas s,lo (omecedores
confi,iveis. Ouuo para mostrar Js
pequenas empresas como t
podem conquisr,,r um mercatlo
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perados). . fiel sr • o d
"são Judas, Glorioso Apóstolo, ' ej ·o
::;uu I O nome do raídor foi causa de que fo r 1 nte como
0
i
. 1 a e ln•1ocr1 un1v~r , •• , •
mu os mas a lqrcJil vos honr ±..s m retédio. Ro
patrono dos casos deseopcrr1dos, dos n,gocio~ • •
gai por mim que sou tão miser,ívcl ! , • ,
Fazei uso, cu vos imploro, desse particular privilegio-
, 1 d 1 Lo socorro,
que vos foi concedido, de trazer visiv e 1w '
onde o socorro desapareceu quase por completo. ,-
Assiste-me nesta qrande necessidade para que eu possi 1
rec ber as concolaçócs e o auxilio do c&u, crn todau os mi-
nhas precises, tribulações e sofrimentos alcançando-m a
graça.
(Aqui
vara Deus
dade.
faz
O
pedido particular) e para que cu possa lou
convosco com odas os rlcitos por toda D "tcrnT
Eu vos prometo, ó bendí o são Judao lembrar-me sempre -
deste grande favor, e nunca deixar de vos honrar como meu cs
pecial e poderoso patrono, e fazer tudo o que es.iver no meu
alcance para espalhar a devoção para convosco. Amem • (J Pai
NOsso, 3 /ve Maria, 3 Glória).
são Judas, Rogai por nós e por todos os que vos honram­
e invocam o vosso auxílio.
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IFUNA DA
-----
---------------
Novo Programa do PMDB Prioriza o
Desenvolvimento Equilibrado do Brasil
O President MAcional do PMDD, ' Ores
tes Quércia, apresentou no dia 25 passado,
m Brasilia, a parlamentares e integrantes
da Executiva Nacional do Partido, a versão
,rrlimJn relo onl projeto de programa, pre
arado por uma subcomissão liderada pclo -
prof, Carlos Estvam Mar ins e sob a orien
·ação qral do Senador José Fogaça, coorde
nador da Comissão de Elaboração do Novo
programa,
Orcutcu Quórcia, ao apresentar o doeu
ento de 15l páginas, em reunião realizada
na sala 6 da Ala Nilo Coelho do Scnado,dis
se que nesta (ase do processo o PMDB está=
à procura de sugestões e comentários junto
às Iiclc>rancos partidárias, empresários,jor
nalistas e outros setores da sociedade, pa
ra a redação do Projeto de Programa, que
será enti.io discutido por todas as instân -
elas do Partido. "Peço a todos a atenção e
0 máximo de empenho no exame do nosso novo
programa.
~ necessário que ele seja divulgado -
junto às pessoas que acompanham as ativida
des do nosso partido, e que essas pessoas­
apresentem sugestões e novas idéias que
possam ser aproveitadas pelo partido", dis
se Quércia.
O Senador José Fogaça, responsável
principal pela elaboração do novo programa
disse que o PMDB, COmO Partido que sempre­
procurou ouvir entender as reivindicações
do povo brasileiro, pretende agora que o
seu programa, mais do que nunca, receba do
próprio povo as sugestões que venham ainda
r.1ais aprimorá-lo. Integram a Comissão de
Elaboração do Novo Programa do PMDB 21
membros do Partido, inclusive seu Presiden
te, Orestes Quércia. -
NOVO PROGRAMA
A seguir, transcrevemos trechos da
versão preliminar do anteprojeto de progra
ma.
••••
11
Vivemos boje uma realidade bem
diferente da que existia à época do mila­
gre brasileiro, quando o PMDB ao se consti
tuir lançou seu manifesto de Fundação e
seu Programa Partidário.
la«t
Orestes
Hoje,diante da transformação do qua
dro mundial e da crise enfrentada pelo Bra
sil, o PMDB tem a obrigação de· reposicio -
nar-se perante o povo hrasileiro. Como en­
te dedicado ao cálculo estratã~ico dos a··
gentes sociais, cabe ao nosso Partido o
dever de apontar um caminho .
Compete-nos apresentar uma proposta -
alternativa, capaz de integrar os diferen­
tes grupos e setores cujos interesses pre
CMBMTE I
CURRÍCULO DJIS
A Secretaria de Educa
,ão, com apoio do NúcleÕ
de Doenças Crônico-Dege­
nerativas da Secretaria
de Saúde, incluiu no cur
r!culo de ciências e pro
graoas de saúde das sé ::
Ties do Ig grau, temas -
referentes ao tabagismo.
A intenção é orientar
0
s 200 mil alunos de to­
do o Estado quanto as
-venças causadas pelo u­
so do fu::io e de como com
batê-lo. -
Esse trabalho, que já
'inha sendo realizado de
Raneira Inforal, passa
a ter maior ênfase na
Prevenção e conscientiza
ao dos males causados
Pr este veio que é res
ponsável pela morte de
milhares de pessoas to -
dos os anos.
Os estudantes farão
trabalhos de pesquisa
participarão de discus -
sões sobre a Lei Esta -
dual ng 1188 de 11/07 /91,
que regulamenta o uso de
cigarros e congêneres,t~
rãa acesso à trabalhos
de vídeo e ouvirão pales
tras de pessoal qualifi::
cado sobre o assunto,res
peitando o grau de ente~
dimento de cada série e2_
colar. Para dar sustenta
cão a esse trabalho a Se
cretaria de Saúde está -
repassando materiais pe­
dagógicos para a Secreta
ria de Educaçao, que vao
Quércia
de livros infantis até v{
deos científicos, passan::
do por catâlagos técnicos
com avaliações estatísti­
cas.
Para Leda Regina Tabar
da Angeli, Coordenadora::
do Ensino Básico, "a in -
tenção é levar os alunos
a refletirem, ainda jo -
vens, sobre a melhoria da
qualidade de vida indivi­
dual e coletiva, respéi -
tando o direito de todos
a um ar puro e uma vida -
saudável". Essa preocupa­
ção tem origem no fato de
57 do total de fumantes -
no Brasil, 1,5 milhão de
pessoas, terem de 05 à 19
anos, um número que jâ
foi maior e que vem dimi-
nuindo graças as constan
tes ações de combate a
prática deste vício.
Um dos fatores que -
vem colaborando para a
diminuição no uso do ta­
baco é a preocupaçao eco
lógica que se afirma en­
tre os jovens no sentido
de buscarem um mundo me­
nos poluído. Outro fator
é a prática constante de
atividades que incenti -
vem a diminuição radical
no número de cigarros
circulantes, como as pro
poções da Secretaria de
Saúde no Dia Mundial Sem
Tabaco, 31 de maio, e no
Dia Nacional Sem Tabaco,
29 de Agosto, que já tem
o evento "Largue o ctgar
tn repre en ar,
flu dos esforço
ui, cordo com a
formulad num Progra
pressão política
N ão.
O Processo de
ora empreendido, tornou- ·c
tamen e em função do proprio exito
çado pelo Partido na etapas anteri
do processo his.órico nacional. D
podemos afirmar, com grande orgulho cívico,
que o antigo Programa do PMDB, epci l
mente nos seus aspec .os essenciais, foi
plenamente realizado" ...
NOVO COMEÇO
... "A história do Par'ido confunde-s
assim com a longa jornada d lutas contr
o autoritarismo, cm favor da d mocracia -
política e do pleno restabelecimento do
Estado de Direito. Lutas que encontrar m
seu coroamento com a promulgação da Cons­
tituição de 1988. Durante esse tempo, o
PMDB foi uma grande frente de democratas,
veículo de uma opinião que não cedeu an e
a fraude e a forca.
As liberdades foram conquistas. plu-
ralismo tornou-se uma realidade e os inte
resses da população brasileira expressam­
se livremente.
Hoje é chegada a hora de um novo come­
ço. Na conjuntura atual a atualização pro
gramática apresenta-se como instrumento -
de recomposição da capacidade que o PMDD
sempre teve de representar os sentimentos
mais fundos da Nação e de intervir na vi­
da política do País de forma audaciosa,ao
mesmo tempo responsável, oportuna e consg
quente.
A renovação programática faz parte da
obra de reconstrução do Partido. Ela é es
sencial para que nossa agremiação venha a
atingir níveis cada vez mais elevados de
vida político-ideológico, modernização
doutrinária, harmonia entre discurso e
prãtica, disposição militante, capacidade
de agregar interesses e aglutinar esfor -
ços, dai resultando,em suma, o exercício
da verdadeira hegerronia poli tica" ...
RD N
STJIDO
ro correndo" como uma -
corrida tradicional do
Dia Nacional de Combate
ao Fumo.
Entre as 4 mil subs -
tâncias do cigarro, des­
taca-se o alcatrão, que
provoca a desorganização
celular, podendo resul -
tarem tumores malígnos
em vários Órgãos do cor­
po. A nicotina diminui o
diaretro dos vasos sanguí
neos, interfere na circu::
lação e aumenta o risco -
de hipertensão e derrame,
ao agir no cérebro e cora
cão provoca, na tragad,1 -;
aceleração dos batimentos
cardíacos, gerando sensa­
cão de estímulo.
É esse mecanismo que -
causa a tao indejesada d!
pendência.
LARGUE O CGiA
CORREMO
Y i a ç ã o e r uze i r • o d o S u
Conforto - Segurança - ficiencia
Linhas para todos os Municípios -
' Viação Cruzeiro do Sul
de MS - Conexão para as princi-
pais Capitais.
UMA ESTRELA BRILHA NA
CONSTELAÇÃO DE MS

04
1 T r l 11 /
Eterno Apóstolo
Entendo quo a legenda e a fl
qura inqular de Ulysses Gu1ma
rães persistirão pela sua_qran­
deza na memória das qerações de
hoje de amanhã.
Ma não me 1url<> - lllé por -
que minha moção xiqe - de ser
o portador desta homenagem para
reverenciarmos mais urna vez o
estadista, o parlamentar, o po­
lítico, o brasileiro Ulysses Gui
mar ães.
Eu, como todos os demais dc­
put,dnu qu pauonrnm por cala
Casa nos últimos 40 anos, tam -
bém aprendi com o dr. Ulysses ,
eterno o pós tolo da democracia ,
cl, justiço r,ocial e da liberda­
de, um cidadão do mundo.
Aqui, como lá (o-
a, + soa.voz r O Dr Ulysses
ora conselheira, ora • ô
~~~~~~~ - sempre (oi r.ão perdeu
coas crise. "aquela Eleição
cada desencontro, o
cada agonia, vivida
pela Nação e em to - o Brasil
dos os instantes de
ameaça ou violação p d eu
de nossas institui - er
ções, o Brasil, nes­
ses últimos tempos, não deixou
de contar com a coragem civica,
a inteligência privilegiada, o
amor à Pátria, a grandeza moral
e a indisfarçável vocação para
servir ao bem comum de Ulysses
Guimarães.
Mestre da minha geração, se­
nhor diretas, senhor Constitui­
ção, senhor dignidade, senhor
democracia.
O nosso maior parlamentar ,
que dignificou o Poder Legisla­
tivo e a República.
E eu tive a honra e o privi- Se assim for, melhor para
légio de conhecer este homem. De mar ...
conviver com ele, de aprender
com ele, recebendo dele as maio
res e melhores lições para o e=
xercício profícuo da vida públi
ca.
Fui seu discípulo, seu ami -
go, seu correligionário no nos-
o PMDB e ou eleitor na el l -
ção presidencial de 8%. Conte!
poraneo, portanto, do fato hl
tórico rm que se consti ni O
restabelecimento das eleições dl
retas para a Presidência da Re-
púhlica, rPndo C'n.C•munha, , in­
da, do grande equivoco em que
se perdeu a Nação, deixando fu­
qir a qrande oportunidade de
r i;gALor n díviclo dr. justiça PQ.
ra com o gronde brnsileiro.
ltoje emos todo o sentimen o
de que o Dr. Ulysses não perdeu
aquela eleição. O povo perdeu
O Brasil perdeu.
Mas, amanhã, quondo vierem
os dias de felicidade, pelos
quais tanto lutou e tanto
socrificou Ulysses
Guimarães, sua lem
branca nos dará a jus
ta medida das lutas
que trovou e, ao mes­
mo tempo, a medida in
teira deste mestre in
comparável, semeador­
do bem e da fcaterni­
dade, figura inconfu_!!
dível e admirável, o
maior brasileiro de
se
seu tempo.
Dr. Ulysses não morreu. Pes­
soas corno ele não saem da vida.
Vivem pela História e para exem
plo. Sua presença está em cada
canto desta Casa. Em cada cons­
ciência, em cada coração deste
País.
O mar, que até agora resiste
em entregar seu corpo, parece
querer guardar, para sempre, es
se gigante magnífico, punindo a
Nação que não soube cuidar do
seu filho mais ilustre. l
J
ANUHCI
JORNft
o
1
Repouse em paz, Dr. Ulysses.
Fernando Coelho é
Deputado Federal por Pernambuco
Carlos Alberto
Silva dos Santos, do
Rotary Clab d Ana­
nindeua/PA (Dit.
1770)
f, riste s ber -
mos dos problemas "
que cuusam hojn a~
grandes queimadas
na nossa imensa re­
giJo nmazónica cm
consequência da pu­
ra ignorâncin de
nossos camponeses
vem rvidcntcmente
ter uma orientação
técnica das autori­
dades responsáveis
pela preservação do
meio ambiente. Des­
rnatam e ao mesmo
tempo queimam hect~
res e mais hectares
de terra, causonclo
sérios dnnos à fau­
na, flora e - sem
dúvida, ao nosso p~
ís - e o que é pi -
or, para toda a hu­
manidade.
Oro, se os campo
neses são ignoran -
tes nessa parte, o~
de está a interfe -
réncia das autorida
des responsáveis p~
lo já crônico pro -
blema?
Me pa_rece que
só agora e que come
çam a se preocupar
com essa devastação
criminosa.
IR PIRA as
S GERDCOES
Já havei do o I' MJ.
bl
(. rio no o- v•,o
prol "" o
zônio, feito e ni
fa, tivemos
recente ente e
paulo, a aior
ta l elo pü í 6 e u,
das maiores do mun
do, quando parou o
tráfego de carro: na
cidade por alqumas
horas mm consequen -
cia da poluição gera
da pelos referidos
veículos.
Agora é a síndro-
me das queimadas, e
ai surgem as pcrgun-
os já um tanto quan
to tnrdias, o que fa
zer? Ora, a naturc -
za está sendo vitima
de crimes, e essos
au oridadcs não vêem.
Os camponeses, mui -
tas vezes inocente -
mente, não sabem o
crime que estão come
tendo, daí a necessi
dade da orientação~
través de técnicos
especializados pelo
governo.
~ doloroso saber
que o IBAMA não con­
ta com aparato sufi­
ciente para fiscali­
zar o problema. Já
se fala em Policia
Federal, Exército
Polícia Militar e,
por fim, nas própri­
as autoridades do
o p
nci
<lo mundo com re
cão à nossa
querida Amazônia ,
Pois vejam o pulio
do mundo sendo as -
sassi nado dessa m -
neira, e o que é r,,
or, pelos seus pró­
prios t:ilhos. Jt1 •
tempo e hora de se
dar um bastil nisso
udo, melhor preve­
nir do que remedi -
ar.
Nós, rotariano;;
dessa imensa regi -
ão amazônica, hi
mui to nos preocupa­
mos com toda essa
situação, mas infe­
lizmente as autori­
dades constituídas
até aqui nado fize­
ram. Então campa
rtheiros, vamos nos
unir imbuídos de un
só propósito: sal
var essa situação
enquanto é tempo.
___ ////// _
Fundado em Fevereiro/87
" A VERD/IDEIH/1
FELICIDIDE ESTÃ
EM lJUD/IR O
PRÓXIMO"
___ ////// _
s
Edital de Convocação
A Diretoria da Associação de Moradores da Agua Doce, convo­
ca seus Associados para uma Assembléia Geral que será realiza·
da no dia ~7/12/92, as 7:00 hs em sua sede para deliberarem s2
bre a seguinte Ordem do Dia:
1 - Prestàção de Contas. 1
Pedro Ricardo ljala Fernandes
Presidente
Bela Vista, 15 de Dezembro de 1992
1
dia
TE
- BEL.
,TO
DO
..

Diário Tribuna da Fronteira
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na da Mata Mineira - 44 anos -
de idade, funcionário de car
one- (067) 255-1261 reira do Banco do Brasil há
Bonito- MS 22 anos, Mano l Pinto de Souza
L-----------------------------------I Junior, recebeu segunda, dia
14 d dezembro o ti ulo de Ci-
dadão Campograndense.
A indicação foi da mesa
Diretiva da Câmara M unicip 1 -
de Campo Grand (MS) e teve
respaldo de todos os ou ros ve
readores. O agraciarnen o foi
fundamentudo nos relevuntes
serviços que o Banco vem reali
zando a toda comunidude campo­
grandense e sul-mato-grossense
sob a liderança do incansável­
Manoel Pinto.
Bacharel em Direito pela
faculdade de Ciências Juridi -
case Sociais Vianna Junior de
Juiz de Fora (MG), ingressou -
no Banco do Brasil como contí­
nuo aos 22 anos de idade, na
sua cidade natal -.Carangol
(MG). Logo em seguida, através
de concurso interno assume ou­
tras funções na Agência do Ban
co daquela cidade, iniciando=
brilhante carreira de Bancário
Do ano de 1970 à 1978 ocu
pa vários cargos - auxiliar de
escrita, escriturário, ajudan­
te de serviço e caixa executi­
vo. Seu desempenho funcional é
destacado e, com isso, vai
BMB Diversões
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1988, x ergo» n
Dír çio .
cm u Min
Gerais, precisn na cidade-
de Varqinha, oup ndo o cargo
de Superintenden e Regional Ad­
jun o, de onde nova nte é r o
vido para a Capital b lo Hori
zonte na mesma runção de supe­
rintendi nte adjunto, ali fican­
do pouco mpo, pois veio conv~
caclo oara Ma o Grosso do Sul,as
sumindo a função de Superinten­
dente Estadual, tendo tomado
posse cm 27 de junho de 1990.
Com competência, seriedade
e muita dedicação, implantou
nas agências do Banco no Estado
uma nova filosofia de trab, lho,
valorizando sobremaneira a àrea
de atendimento, priorizando a
clientela e todos aqueles que
procuram o Banco em qualquer re
gião do Mato Grosso do Sul, a­
lém de melhorar o visual de to­
dos os seus pontos de atendimen
to. -
Cidades de Mato Grosso do
Sul, que o Sr. Manoel Pinto de
Souza Júnior, também foi agra
ciado com título de cidadão: -
15.05.91 - Dois Irmãos do Buri­
ti(MS); 08.06.91 Aral Moreira -
(MS); 29.10.91 - Ponta Porã(MS)
09.12.91 - Costa Rica(MS); 21.
03.92 - Dourados (MS); 30.04.92
Glória de Dourados (MS).
EDITAL DE PROCLAMAS
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Cartório de Registro Civil desta -
cidade de Bela Vista-MS, faz saber a quantos o presente Edital de Proclamas
virem que apresentaram os documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código Ci­
vil Brasileiro e pretendem se casar:
JOLIO C~SAR ROJAS VADORA e MARIA MARLY MARIN PUCHETA, ele paraguaio
pecuarista, filho de Zenon Rojas Ramírez e Blasia Vadora Rojas, ela brasi -
leira, escritur~ria, filha de Urbano Puchcta e Maria Ivanir Marin Pucheta ,
ambos solteiros e domiciliados nesta cidade.
Se alguêm souber de algum impedimento, que se oponha na forma da lei.
Bela Vista -MS, 1l de dezembro de 1992
Janilde Rosa dos Santos - Oficiala - Cartório do 2g Of{€lo
T
- E ASSOC/ACÃO
= NACIONAL
DEJORNAIS
ffr)7yrjrjy#=fjrrr
L/IA,LJLU I/D', [',, .'l
Os jornais afiliados à Associação Nacional de Jornais -
ANJ comprome1em-se a cumprir os seguintes precc:i1os:
r)
~ Suste~tar a liberdade de exp~o,
o funcionamento sem restrições
da imprensa e o line exercício
da profissão
2
__JAwrroer ssnse
dos fatos de intuesse público,
não admitindo que sobre eles·
prevaleçam quaisquer interesses
// -
1
- ...,.Defender os direitos do ser
humano, os valores da democracia
representativa e a livre iniciativa
,-.1
;_) ~~urar o acesso de seus leitores .
is diferentes versões dos fatos
e is diversas tendências de opinião
da socieifade
r
()Garantira publicação de .
conlesU!ções objetivas das pessoas
ou organizações acusadas, em suas
páginas. de atos ilícilos ou
comportamentos condenáveis
rf
j Prese.rvar o sigilo de suas fontes
( •
a •~~m, '. di_;il,_ de'."'
indivíduo à sua privacidade,
saira quando esse direito
constituir obstáculo à
informação de interesse público
y o,.,,,cr,c, de fomu id"'ti6ol"1
pelos leitores, material editorial
e materi:JI publicitário
- -, Oc,m,;rn ... ,, .. .,.,,., .. ,
- cometidos em suas edições

l
1
JORNIIS NDS ESCOLIS
Lei n 6.064, de 29/09/92
cria o Programa
cias.
A Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso, tendo er
vista o que dispõe o Artigo 42 da Constituição Estadual, apro­
vn
O
o Governador do Estado·sanciona a seguinte Lei:
lrL.lO) - Pica criado o Programa "Jornais nas Escolas", a
cargo da Secretaria doe Estado de Educaçao e Cultura, com a a -
quisicão de exemplares de revistas_e jornais editados no Esta
do de Mato Grosso e sua distribuição qrauíta a alunos das Es
colas de 1o e 20 qraus do sistema estadual de ensino publico -
visando ao pleno desenvolvimento da criança e do adolescente
mato-qrossense e no seu preparo para o cxorcicio da cidada
nla, mediante principalmente:
1 - a formação do hábito da leitura e a convivência com o plu-
raliamo do idéias;
II - n estimulação do senso crítico;
III - o conhecimento dos assuntos que dizem respeito ao desen­
volvimento da sociedade e ao bem-estar coletivo e do indiví
duo oua história e tradição, direitos e deveres, necessidade
e a;piraçõcs, resultando, daí a indução e preparo para a parti
cipação; .. ,
IV - a vivência cultural, e dos processos cientificos e tecno-
lógicos ~
§ 10 - os periódicos a que se refere o "caput" deste Ar~igo
destinan-se, de plano, a leituras em salas de aula sob a coor­
denaço de Professores de língua portuguesa.
$ 20 - Na sua aquisição serão observados os seguintes critéri-
os:
a} o preço a ser pago nunca será superior ao de capa:
b) esses períõdicos serão entregues pela Empresa editoro nas
Escolas e nas quantidades determinadas pela Secretaria de Esta
do de Educação e Cultura nas datas normais de suas respectivas
circulações, sem ônus paro o adquirente;
c) para habilitar-se ao recebimento do que lhe é devido, a Em­
presa editora anexará à fatura os correspondentes recibos de
entrega dos periódicos firmados por diretores de Escolas, com
seu encaminhamento à Secretaria de Estado de Educaçao e Cultu­
ra
d) do preco ajustado e recebido, a empresa editora recolherá -
no prazo de dez (10) dias, a título de doação, ao Fundo Munici
pal dos Direitos da Criança e do Adolescente do Município de -
localização das Escolas contempladas com esses periódicos, o
valor correspondente ao percentual a que teriam direito as ban
cas de revistas e jornais em transações desta natureza;
e) esse valor, contabilizado em separado no Fundo Municipal
dos Direitos da Criança e do Adolescente, será destinado a a -
quisicão de roupa de trabalho do jornaleiro de rua, e sua as -
sistência;
f) nos períodos de férias escolares regulamentares a aquisição
será suspensa;
g) sem ónus para os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciá -
rio, a Empresa Editora encartará os periódicos a serem entre -
gues nas Escolas suas publicações oficiais, desde que enviadas
em tempo hábil e compatíveis com as características técnicas -
do respectivo periódico.
Art.29) - As despesas decorrentes desta Lei caracterizada -
como de manutenção e desenvolvimento do ensino, serão atendi -
das por dotações orçamentárias específicas, ficando o Poder E­
xecutivo autorizado e abrir os créditos necessários à sua exe­
cução.
Art.30) - O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo
de 60 (sessenta) dias de sua publicação.
Art.4) - Esta Lei entro em vigor na data de sua publicação
revogadas as disposições em contrário.
Palácio Paiaguás, em Cuiabá, 29 de setembro de 1992, 1710 -
da Independência e 104 da República.
Jayme Veríssimo de Campos
Oscar Cesar Ribeiro Trabassos
Antonio Alberto Schommer
Antonio Dalvo de Oliveira
Antonio Eugênio Belluca
Gilson Duarte de Barros
Omberto Camilo Rodovalho
Aréssio José Paquer
José Fernando de Queiroz
Cleber Roberto Lemes
Osvaldo Roberto Sobrinho
Filinto Corrêa da Costa
Roberto Tambelini
Paulo Maria Ferreira Leite
Eucário Antunes Queiroz
Luiz Vidal da Fonseca
Domingos Monteiro da Silva Neto
A Prefeitura Municipal de
Porto Murtinho orna público
para conhecimento dos interesse
do, que no dia 29 de dezembro
do 1992, às 10 horas, realizara
LEILÃO de uma Camionete Pick-Up,
Chevrole D-l0, ano 1904, Chs­
si n0 91G5244:E0027099, com ca
pota sintética, que se encontra
em exposição no pdteo da Secre­
taria Municipal de Infra-Estru­
tura, situada à Rua Couta Mar
qucs, no 587, cm Porto Murti -
nho.
01 - DA PARTICIPAÇÃO - Pode­
rão participar do leilão qual -
quer pessoa física ou jurídica
de qualquer natureza.
02 - DA ADJUDICAÇÃO - Ao par
ticipante que ofertar o maior -
lance será adjudicada a Camione
te supracitado desde que, no a­
to do leilão, efetue depósito -
no valor correspondente a 2oi
(vinte por cento) do total do
lance e o saldo de 80% (oitenta
por cento) seja quitado até 30
de dezembro de 1992. 0s pagamen
tos efetuados em cheque somente
serão considerados eficazes a -
pós a liquidação dos mesmos.
03 - DA RETIRADA DO BEM - A Ca­
mionete arrematada deverá ser
retirada na sede da Secretaria
Municipal de Infra-Estrutura a­
cima referida, após a total qui
para a Mãe
Excepcional
Pai, coloco fnha vtda e suas rios, para aliviar os sofrirentos de reu fIIho. Peço-Ihe Se
nhor:
Alivio para suas dores; Socorro para os noentos que est!ver en perigo; Proteção para suas
horas Indefesas.
Recorre-re Senhor para dar a reu filho retos de ser feliz. Para que ele tenha ns alegrias
da Infância, resmo que cronologicaente tarde, Na Sua r!sericórdia, Pai, estão todas as mt -
nhas esperanças de u dia o ouvtros dizer: Papai, Marie, espero receber a graça de sentir se
us braços, suas nãos, e ver seus rorrisos. AJude-me, Pa!, a ter: PacI@nela para ensinar-Ihe
tudo que for possível; Copafxio para co os outros defletentes; Satisfação cor as elhoras,
ainda que pequenas; Corpreensao para co os fxnorantes; Saúde para poder cuidar dele; alegri­
as para co ele repartir; aniro para viver; Resina€ao para co a sua vontade Pa!!
Peço-lhe para perdoar e dar coprcgnsão aos pafs, Irios e todas as que não aceftaaG Ex­
cepcionat. Apare os deficientes órfãos, os abandonados, o esquecidos. Ilumine, Senhor, os
cientistas, fisioterapeutas, professores e todos que são dedicados aos doentes. Dê-Ihes cora­
te para não desantraren er seu trabalho. Agradeço-lhe, tabn, pela confiança que teve e
Ia, entregando-e u anjo coo filho, e por tantas alerias que ele re di.
Proeto-lhe, PaI, que tudo farel para que ele saiba de Sua existência.
E alba as-lo. Esteja scrpre conosco. Aê
Oração
de um
Edital de leilão Público n· 004/92
tacão do valor do lance, den
,ae os cinco) dias « par
ir da data do 1ei ão.
O4 - DO LANCE INICIAL - O V
lor do lance inicial será dr
cr$ 70.000.000,00 (setenta 1-
hões de cruzeiros).
05 - DAS DISPOSIÇOES CERNIS
05.01 - A Prefeitura Municipal
de Por.o Murtinho reserva o di
reito de cancelar o presen e
1ei1ão, sem que caiba aos 1n.e
roscados indenização ou recla­
mação de qualquer natureza.
05.02 - Após o leilão, as des­
pesas com taxas, impostos e
transferência da Camionete cor
reroo por conta do arrematan -
te.
05.03 - A simples oferta de
lance implica na aceitação ex­
pressa, pelo ofertante, de to­
das as condiço0s cntnbelccidan
neste Edital.
05.04 - O arrematante que
deixar de uuur quaisquer
das exigências previstas neste
Edital, perderá o valor do de­
pósito inicial cm favor da Pre
feitura Municipal de Porto Mur
tinho.
05.05 - A camionete ora leiloa
da será entregue nas condições
em que se encontra, não poden­
do o arrematante, sob qualquer
alegação,recusar o seu recebi­
mento.
Porto Murtinho-MS., 11 de Dezembro de 1.992
Heitor Miranda dos Santos Prefeito Municipal
---------------------------- ... 1,
Dentes
Hoje vamos falar sobre os dentes. Quem nunca teve dor de
dente à noite é um felizardo. Pior ainda em noite frin e na -
fazenda. No Artigo do Dr. jaime vemos que prevenir ainda i'? o me
lhor remédio. Nosso Sindicato oferece um bom serviço de odon­
tologia aos nossos Associados, Dependentes e Empregados. Que
tal um exame preventivo nos seus dentes? Até breve.
A dor de dente é uma das do na boca, formando ácidos, que
res mais comuns e podemos evi- atacam as estruturas duras do
tá-la conhecendo um pouco mais dente, corroendo-as. Se a cá­
sobre nossos dentes, suas fun- rie não for tratada em tempo
çóes e higiene bucal. Ela é um ela continuará destruindo o
sinal de alarme que nosso orga dente até alcançar a polpa
nismo lança mão para nos avi - dental, provocando dores for­
sar que alguma coisa não vai tíssimas e infecção. Até que
bem com o funcionamento de nos o cirurgião dentista indenti­
so sistema mastigatório. Suma fique e trate a causa da cá -
sensação muito incômoda que P2 rie e analgésico, remédio que
de perturbar o desempenho físi combate a dor, é a melhores­
coe mental da pessoa. - colha para aliviar a dor de
A função principal dos den- dente. Para tanto, o paciente
tes é a de preparar os alimen- poderá lançar mão de substãn­
tos para facilitar a diges cias analgésicas,tais como· a
tão. Durante a mastigação os nador, novalgina, ma,nopyrol~
alimentos são cortados, esmaga etc., que devem ser tomadas a
dos e triturados, razão pela té que o profissional seja -
qual têm formas e funções dife procurado para executar
O tra
rentes. - tamente adequado. Acavidade -
Os dentes de leite, como os de cárie deverá ficar livre de
permanentes, têm esmalte, den- resíduos alimentares a fim de
tina, raiz e nervo (polpa). Pa evitar a fermentacão. A higie
ra evitar que a criança perca ne bucal (escovação dos den _
os dentes de leite antes do tes, bochechos, uso de fio
tempo, são necessários cuida - dental) é o procedimento im _
dos com a escovação, uso do portante para se evitar cárie
flúor, tratamento das cáries , dental, .e deve começar desde
etc. A perda de um dente, qual que a c~iança tenha dentes.Co
quer que seja, prejudica a mas mo o açucar é o principal ali
tigacão e a digestão porque ti menta das bactérias ele deve
ra o apoio dos dentes vizinhos ser consumido com cuidado de
que se deslocam e desengrenam vendo ser evitado entre a; re
as arcadas dentárias. A conser feiçoes. Sempre que fizermos
vação dos dentes em perfeito= uso de alimentos açucarados_
estado deve ser feita logo na devemos escovar, logo em se -
infância, pois embora os den - guida, os dentes. As mães de­
tes de leite caiam, eles ser - vem reduzir progressivamente
vem de guia para que os dentes o uso de açúcar nas mamadei _
permanentes erupcionem nas opo ras noturnas de seus filhos a
sições corretas. - d -
1m 'e evitar as "cáries de -
O dente dói para nos avisar m d •
ama eiras". O uso do flúor é
que algo o agrediu, comprome - re d
d
- comen ado para fortalecer a
t~n o a sua funçao e mastiga - est t
çao. As principais causas da ru ura do esmalte dentale,
dor de dente são: cáries den- consequentemente, evitar cri
t
. • es. o seu uso deve ser orien-
1na exposta por desqaste do t d
ª.º pelo odontopediatra e a
esmalte ou_ retração de gengi crian d
va, infecção da polpa (nervo), _ça eve !
0
má-lo desde o
etc. Dentre essas causas a ma- nascimento ate a idade de 12
is comum é a cárie, que ocorre anos. S importante lembrar q/
por fermentação de restos ali- somente
O
cirurgião dentista
tem condiçôes de tratar de se
mentares em contacto com as den
bacterias que estão presentes us tes e,meso que você não si
ta dores,visite seu dentista a ca­
da seis (Oh) meses.
Dr. Jayme Valladares Novaes - Cirurgião oentis·ta
'
t


, 16 1.
Pesquisa do IBOP Aponta
Correios como Instituição de
Maior Credibilidade
LEIJ E lSSINE
O JORNJL
0s brasileiros
ron' inm ,. L stão a -
efeitos com os ser
viços prestados pela
Empresa Brasileira -
de Correios o Tele -
arafos - ECT, sequn­
do revelou pesquisa
realizada em 27 Esta
dos, pelo IBOPE, no
eríodo de 20 de ju­
nho a 07 no julho de
1992. Com os rosul a
dos dessa pesquisa ,
a ECT passou a ser,
mais uma vez, a ins­
tituição brasileiro
de maior confiança e
crcdibilidad' junto
à população.
De acordo com os
dados do pesquisa do
IBOPE, 95'1. dos brasi
leiros estéÍ satisfeI
to com os S rviços -
dos Correios e 85% -
confiam neles
I supe­
rando em credibilida
de e confiabilidade -
C'Utros serviços pú -
blicos e privados e,
até mesmo, institui­
ções e profissionais
liberais. Além de
vir sendo escolhida
1
desde 1983, como a
instituição de maior
confiança dos brasi­
leiros, a ECT foi a­
pontada este ano, pe
la revis ta Exame, e
diçiio "Maiores e Me­
lhores 9 2" como il me
lhor Emprcsil do se -
ter de serviços pú -
blicos.
RECONHECIMENTO
/ •ficiencia do
Correio Brasil •J ro -
já é reconhecido a é
mesmo fora do Bra
si1. Atravessou fron
Lcirnn. Somente no
no passado a ECT -
pr'sLou conaultoriu
assessoria técnica
n 23 paiucs, com c r
ca de 40 missõ n no
xtcrior. Para este
ano, ainda, a Empre­
sa prct ndc ilmpliar
mais essas missões.A
lém disso, il ECT re­
cebo tamb6m técnicos
estrangeiros para
cursos de treinamen­
to na Escolil Supe
rior de ldministril -
cão Postill, localizil
da em Brasília. -
Por ser uma pres­
tadora de serviços -
públicos eficiente ,
cuja qualidade e cre
dibilidade mais um~
vez são comprovadas
cm pesquisa de opi -
nião públicil, é que
il ECT vem ampliando,
cada vez mais, a ga­
mil de serviços pres­
tados à população ,
com o objetivo de fa
cilitar e desburocrã
tizar a vida do cidã
dão. Por estar pre
sente, também, em to
dos os Municípios -
brasileiros ela pas­
sou il ser um "agente
de acão social do Go
verno" e integrante
do Progromn fuderal
de Desregulamenta
ÇllÕ".
Com 12 mil aqen
cias, espalhads pe­
lo Brasil inteiro, e
70 mil cmpregudos, a
ECT movimenta ntual­
mente uma fro il de
10 mil veículos, 62
aeronaves, que forma
il Rede Postal Notur­
na, e seis barcos
que compõem a Rede -
Fluvial da Amazõniil,
o que faz dela il
maior transportadora
do Rrasil, movimen -
tando um volume de
15 Milhões de obje -
tos postais por dia.
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do da cel bracão de
contratos de sequro
de vid, para seu -
empreg,vlo!.i.
L .men avelmente,
nas reclamarórias -
trabalhistas, os em
pregados têm plei::
eado a devolução -
do montnnte que foi
dcscontildo de sua -
folhil de pilgamcnto
il título de s guro
de vida, com base -
no Artigo 462 da
Consolidação das Lc
is do 'l'rábalho-CLT-:-
Sobrc o ilssunto,
anotamos recenlc c­
menda publicada pe­
la BIT-Revista, que
prevê:
"EMENTA: Devolu­
ção de descontos il
título de seguro de
vida. O lrtigo 462
da CLT veda o empre
gador efetuar qual­
quer desconto no Sil
léÍrio do empregado,
salvo quando este -
resultar de adianta
monto, de dispositI
VOS de Lei ou de
contrilto coletivo.
As outras duas -
hip6tcses que il Lei
ilUtoriza o emprega-
VIENCIA SOCIAL
TODO
Perguntas &
TRABALHO URBJNO
Pergunta: Quando
da rescisão do con­
trato, o empregado
que tem férias pro­
porcionais para re­
ceber, faz jus à
1/3 a mais? - I.C.T.
Porto Vclho/RO
Resposta: A Cons
tituicão Federal d
1988 prevê que um
terço a mais é devi
do quando do GOZO::­
DAS FERIAS. O obje­
tivo foi o de dar -
um dinheiro il mais
ilO empregado quando
inicia o período de
gozo dils férias, pil
ra que melhor possã
desfrutar das mes -
mas.
Esse é o nosso -
entendimento, muito
embora haja instru­
ções do Ministério
do Trabalho de for­
mil diferente, porém
contréÍrio à própria
Carta Magna de 1988.
Recentes emendas
do TST, rati.ficam o
nosso entendimento,
veja:
"EMENTA: Férias
proporcionais. Natu
reza Indenizatória.
Não incidência do
terço constitucio -
nal.
dor a proceder o
d con o cinj m-se
o dano causado pe­
lo empregado, desde
que est possibili­
dade tenha sido a -
cordada ou na ocor­
rênci de dolo. Re­
vinta conhecida e
provida. PROC. NO
TST-RR-50427/92.9 -
( lc. 1a T-2 6 2 8 / 9 2) -
10 Região-Rol tor :
Indal6cio Gomes Ne-
o (Juiz Convocado)
DJ.23/10/92 - PéÍg.
18877. In nIT-Revis
til - Seção de Juris
prudência Trabalhis
ta - Edição de No=
vembro/92 - no 19/
92.
QOJNDO O EMPREGADOR
NÃO DESCONTA EM FOLHA
Quando o emprega
do é beneficiado "
com o seguro de vi­
da, sem desconto em
folhil de pagamento,
quando se trata de
uma liberalidade do
empregador, o pedi­
do nas reclilmiltÓri­
as é ilO contréÍrio ,
isto é, o cmpregildo
pleiteia que o Vil -
ler do seguro seja
incorporado aos se­
us salários para
todos os efeitos le
gais (férias, 13€
Revista Provida.
RR-29728/91.4 (Ac.
40 T-1689/92) - 30
Região - Redator De
signildo: Min. Marce
lo Pimentel - DJ. 30/
10/92 pág. 19633.
"EMENTA: O Art.
70, Inciso XVII, da
Constituição Fede -
ral, prevê o paga -
mento de 1/3 a mais
do que o sillário, il
penas para as féri­
as gozadas. Revistil
da empresa provida.
RR-34896/91-9 - (Ac.
43 T-1718/92 20
Região - Redator De
signado: Min. Marce
lo Pimentel - DJ-:-
30/10/92 - PéÍginil -
19634.
As duils decisões
foram publicadas na
BI1-Revistil no 19/
92, edição de nevem
bro de 1992. -
TRABALHO RURAL
Perquntil: Há al
gum problemil em Õ
empregador rural
descontar apenas
5% a título de habi
tacão do empregado­
rurill oue ocupa mo­
radia na proprieda­
de rural? - Q.P.F.,
Bebedouro/SP.
Resposta: De il -
cordo com a Legisla
ltll!'t'C, CtIDADO
alúrio, 1
tras, etc),
absurdo ar
d que Lin
Jiírio d "
ra compl.:r:
COl'l o valo
ro ( d 'o t• • ;x:,:H
mente pelo enpreg ,
dor), assim como 4-
contcce cem h<lbit ,­
ç7o e alimentação -
quando forncid s -
graluitam.:!nt'-' ·ºJ
emprcg· 'o. i": liH en­
távcl que is&o vc -j
nha ocorr ndo.
as propostas a-[
presentadas para al
Comissão de Moderni
zação da Legislacao
do Trabalho (nova
CLT), sugerimos so-[
lucoes para esta -]
questao.
1
A BIT-Rcvinlu ,
que conta com d•'Z.>::.I
nas de colaborado -­
res (juristas de re
nome), estuda meca­
nismos capazes de e
vitar sérios riscos
Respostas
não só às cmprcnns
e trabalhildores
'
mas, também, às ,,ró
prias seguradoras •
que poderão ter di­
ficuldades na cele­
bração dos contra­
tos de seguro do
vida.
cão Trabalhista Ru­
ral, o desconto pe­
lo fornecimento de
moradia ao emprega­
do, pode ser de até
20% do Salário Mini
mo (do Governo). Se
o empregador desco.
ta apenas 5, el
corre o risco de
empregado, no dia
de amanhã, pleitea.,
il diferença (15':.) :i
título de salário
"in natura", isto -
é, que o Villor cor­
respondente aos 15
seja integrildo ao
seu salário para to
dos os efeitos le
gais.
PREVIDtNCIA SOCIAL
Pergunta: Duran­
te o afastamento da
empregada doméstica
para o nascimento -
de um filho, como -
ficüm os seus saléÍ­
rios? - J.N.P.N.,Da
gé/RS. -
Resposta: No pe­
ríodo em que a em -
pregada doméstica -
e'i-ar a2stada
por motivo de nasci
mente de filho, os
seus SilléÍrios ~erão
_pagos ·diretamente -
pela Previdênciil So
cial - é o Salário­
Maternidade.
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OMEN
No dia 13 pp
A qatinha Luciana,
filha do casal Dr.
Joa6 nalmunclo Pinto
'Pilho e Sra, comemo-
rou com alegro reu -
nião em sua residên­
cia, suas ll primave
ras!
MUI'TOS AMIGOS
De Luciana, compa
receram para cumpri­
mentá-la.
Aos presentes fo­
ram servidos delicio
sos salgadinhos, re­
frigerantes, varia -
dos docinhos e bolo.
A ANIVERSARIANTE
Desejamos mil la­
baredas de felicida­
des.
fino Cristalizado
Agradecemos
1
1
J
E retribuimos os
votos de Boas Fes
tas: cônsul Eduardo
Ocáriz e Flia (Bela
Vista); Posto Santa
Maria (Bela vista) ;
Big Car (Campo Gran­
de); Evilásio Miran­
da e Sra (Bela Vis­
ta); Sudney Nunes
Leite e Flia (Bela -
Vista); Javet Agrope
cuária Ltda (Bela -
Vista); Norinha Pe -
reira (Bauru); Depu
tado Federal George
Takimoto e Flia (Bra
sília); De La Lastra
Cabeleireiros (São
Paulo); Arno (São
Paulo).
O Casal
Ingredientes: Figos quase maduros: Açi
car, hqua,
MODO DE FAZER:
- Descasque os figos e coloque-os numa pa
nela;
- Por cima deles derrame água fervente.De
pois de 5 minutos, escorra a água;
-- Pese os figos Parn cnda 1kg de figo a­
crescente 1 kg de açúcar;
- Faça calda grossa e ferva até cozinhar
os figos;
- Deixe os figos na calda até o dia Se -
quinte;
- No dia seguinte, coloque-os numa penei-
ra para correr;
- Leve os figos ao sol para secar;
- Guardar em vasilhame fechado.
Eduardo Ocáriz e
Ana Maria, organi -
zou um suculento
churrasco para os
mais íntimos em come
moração ao aniversá­
rio do filho Duda
no dia 14pp.
ALÉM DE VARIOS
'Lembrete
c o n v i d a d o s para o C o n g r esso Nacional, Ti
Prabéns pelo sucesso!
r.
Inúmeros são os insetos que podem vi -
ver na habitação humana, causando prejuí­
zos econômicos e também problemas mais ou
menos graves no que se refere à saúde e
bem-estar das pessoas.
A mosca é suja, intrometida, é perigo­
sa para a saúde, podendo transmitir doen­
ças como: o tifo, tracoma, paralisia, di­
senteria, tuberculose e verminoses.
Seus lugares preferidos são: o lixo, o
esterco, fossas abertas, carniças, fezes
e outras imundícias. Saindo desses luga­
res a mosca carrega sujeiras e doenças -
nas asas, nas patas e na trompa.
Ela nasce no esterco e na sujeira, on­
de põe os ovos.
Do ovo, um dia depois sai o filhote -
chamado larva. A larva entra na terra. A­
pós 4 ou 5 dias transforma-se em pupa,que
é dura e imóvel. Depois de 3 à 4 dias,que
bra-se a casca e sai a mosca procurando o
ar livre.
Cada fêmea vive de 3 a 4 semanas e põe
900 ovos.
A limpeza é a melhor maneira de evitar
as moscas: Conserve a lata de lixo fe -
chada e enterre o lixo; limpe os arredo -
res da casa (evite águas servidas e sujei
ras); - faca uma privada com fossa, tampa
e bem fechada para as moscas nao entra -
rem; construa estrumeiras nos estábulos e
pocilgas; mantenha sempre limpas as insta
laçoes (pocj._],_g_as, estabulos, galinheiros
e outras); use tela nas portas e janelas;
mantenha semore limpo o interior de sua -
casa, principalmente a cozinha e utensi -
lios; e proteja bem os alimentos.
Proteja-se das moscas combatendo seus
focos de desenvolvimento.
·---------------
Parentes, presen­
tes também a avó pa­
terna Sra Tui e as -
filhas: Maria Vitó -
ria, Estela e Tereza
/]Idas de ssllh]n d_.
Nossos
Senti mentas
A Enfermeira Ge
ralda Ortiz e fami -
liares pelo faleci
menta de seu pai, o­
corrido no dia 14
PP·
AO JOVEM DUDA
Desejamos felici­
dades por mais um a­
no de vida. Parabéns!
NO DIA 12pp
Aconteceu a ceri­
mônia de Formatura
da jovem Cláudia Lou
reiro ocáriz (Direi­
to) em Campo Grande.
COMO RECENTEMENTE
Cláudia "perdeu"
o avô paterno, Dr.
Guilhermo Ocâriz,foi
oferecido aos fami -
liares um jantar no
salão de recepções -
do Edifício onde mo­
ra. Avós, tios e pri
mos, fizeram-se pre­
sentes, tanto do Bra
sil, quanto de Assun
ción. Mais uma vez
desejamos sucessos -
na profissão que a -
braçou!
Parabéns!! 1
Mosca:Suja e
Intrometida
O Grêmio
Preparando-se pa­
ra receber seus inü­
meros associados e
visitantes para o
Baile do Reveillon.
Aguardem maiores
detalhes!
MARRU JEANS
Aguarda sua visi­
ta. Muitas novidades
com pagamentos faci­
litados. Confira!
AÇOUGUE E
Mercado Estrela,
do popular Jeep, com
variados tipos de
carnes: bovina, lei­
tões, frangos, etc.
Faca sua encomen­
da para as festas de
fim de ano.
IPANEMA MODAS
Já atendendo sába
do á tarde, para fa­
cilitar suas compras
para as festas de
fim de ano.
Preços promocio -
nais: Malhas, Jeans,
Linho, Bijouterias e
muitos Artigos para
presentes!
O BELAVISTENSE
Renato Souza Lo -
pes, filho do casal
Antonio e Nair é es­
tudante do Colégio -
Técnico Miere Marie
Theodoro Voiron, em
Itu, São Panlo e for
ma-se no dia
16/12/92 em Prótese
Dentária. Esteve em
Exposição na I jorna
da de Prótese Dentá­
ria o trabalho de Re
nato e um colega,que
ganharam prêmio em S.
Paulo e agora foram
DEISE NUNES
1) '
1
EX MISS BRASIL

JENIFER DE ALMEIDA
Foto Nilson Ajala)
1
J
1