• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1293_18_12_1992

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,.
DIARIO REGIONAL
ELA VIS'TA - MATO GROSSO DO SUL, - 18 DE DEZEMBRO DE 1992
,
VICE-GOYERNIDOR IRY RIGO RECEBE DIU
DE CInDi SUL MITOGROSSENSE
A Assembléia Legis
ln tiva aprovou por
unanimidade, projeto
d autoria do d puta­
do Paulo Pedra que
concede título de ci­
dadão sul-matogrossn
se ao vice-governador
e chefe da Casa Ci
vil, lry Rigo. Segun­
do o parlamentar é o
reconhecimento pela a
tuação politica e os
inúmeros serviços
prestados à causa pú­
blica e ao Mato Gros­
so do Sul por Ary Ri­
go, tanto como cida -
dão como político.
Segundo o Deputa -
do, "Ary Rigo é um
dos políticos mais a­
tuantes e com livre
acesso junto aos mem­
bros da Assembléia" '
fnfatiza. Paulo Pedra
explicou que a aprova
cão por unanimidade -
VICE-GOVERNADOR - ARY RICO
dos 24 deputados re­
presenta o agradeci-
SICilLO BANCÁRIO
Um alerta aos ge -
rentes de banco de
nossa cidade e, prin­
cipalmente, à alguns
funcionários que pane
cem não saber que as
contas de clientes
das instituições ban­
cárias são protegidas
pela lei do sigilo
bancário, previsto na
Constituição Federal.
Alguns clientes há
dias tem nos reclama­
do que todo mundo sa-
be quantos cruzeiros
eles possuem deposi­
tados em suas contas,
esta semana quem se
surpreendeu fomos
nós quando um amigo·
fez a seguinte afir­
mação, "voei tem tan
tos cruzeiros na pou
pança"! Pelo jeito -
tem gente falando de
mais dentro dos ban­
cos de nossa cidade.
LEIA O INFORME TF
PÁGINA - 03
Entrevista/Alcir Call iari
Queda de Juro não pode
umentar a lnf lação
fj0 1.29] DIRETOR: IVAIDO PEREIRA XEMPLAR $ 4.000,00
Levado à Presidência do Banco do Brasil
Por uma constelação de parlamentares de es­
querda e sindicalistas, o funcionário apo -
sentado do Banco do Brasil Alcir Calliari
recebeu do Presidente Interino, Itamar Fran
co, a incumbincia de transformar o Banco no
Principal agente da retomada do crescimento
econômico.
Calliari - que fez no Banco do Brasil u­
ma carreira completa, de escriturário à di­
retor, chama, nesta entrevista aos repórte­
res Nelson Luiz de Oliveira e Vânia Cristi­
na, o presidente de "guru" e sua defesa das
melhorias sociais é tão entusiasmada quanto
a de Itamar. o Presidente do BB é a favor
de juros baixos, mas mostra estar afinado
com o Ministro da Fazenda, Gustavo Krause ,
quando diz que a queda das taxas não deve
Precipitar a inflação.
PÃGINA - 06
Saiba que, "embora
sua dor pareça insu -
Portável e sem reme -
dio, ela há de termi­
nar, e a alegria vol­
tará a brilhar cm seu
coração.
Não há noites a
qual não suceda a luz
de um dia radiante" .
Todavia, a jovem
Rosangela Mendonça
(20 anos, solteira,
residente na Rua
Luiz da Costa Leite
1119, Vila Donária),
não pensava dessa
maneira. Foi envol­
vida por uma turbu­
lência de idéias ne
mente do Estado ao
cmigrant que ado -
tou MS Como lar e
criou raízes, traba
lhando incansavelmen
te pelo desenvolvi­
mento e projeção na
cional. -
Natural de Passo
Fundo, no Rio Gran­
de do Sul, Ary Rigo
foi o primeiro da
vinda dos gaúchos
para o Mato Grosso
do Sul e fundador
da primeira coopera
tiva do Estado, a
Cooperativa de Mara
caju - Coop-Mara.For
m. do em Engenharia
Agronómica pela Uni­
versidade Federal do
Rio Grande do Sul cm
Porto Alegre, o vice
governador aportou
em terras sul-mato -
grossense no Inicio
da década de 70.
Eleito deputado
estadual pela primei
ra vez cm 72, Ary
Rigo voltou à ocupar
uma cadeira na Assem
bléia Legislativa -
por mais 2 mandatos,
em 82 e 86, tendo co
mo base eleitoral a
região sudocs e do
Estado. Sua destaca
da atuação como par
lamentar fez com
que torne eleito 1o
secretório da Assem
bléia por 2 vezes
sendo reconhecido
como hábil articula
dor político, condi
cão essencial para
secretariar os tra­
lhos da casa.
Paulo Pedra enfa
tizou que "não Hã
como questionar a
RE
O Dr. José Rai -
mundo Pinto Filho ,
Delegado de Polícia
em Bela Vista, após
a publicação da ma­
téria intitulada
"JUSTIÇA DE PORTO
MURTINBO SOLTA LA
DROES DE GADO", vei
culada no Diário do
dia 11 de dezembro,
pp., procurou a Re­
dação deste Jornal
e solicitou que se
fizesse a devida re
tificaçio na referi
da matéria pois, se
gundo ele, em momen
to algum teve a in-
FICAÇIO
tenção de criticar
a decisão do MM. Ju­
iz de Direito da Co­
marca de Porto Murti
nho. Disse que sua
intenção maior foi
a de enfatizar que
ficou surpreendido
com a soltura dos ir
mãos Ivo e Ival Jose
Godoy porque já ha -
via recebido ordem
do MM Juiz de Direi­
to de Bela Vista pa­
ra recambiá-los para
a cidade de Porto
Murtinho e o alvará
de soltura chegou na
véspera de tal recam
biamento. Disse ain
da o Delegado de o
lícia que a soltura
determinada pelo MM
Juiz de Direito' de
Porto Murtinho se
fez com amparo na
lei processual pe -
nal, que previ a
prestação de fian
ça para determina -
dos delitos, inclu­
sive para o delito
de furto, como era
o caso dos dois ir­
mãos e que, justa -
mente por isso, não
pode e nem tem poderes
para criticar tal decisão
atuação do vice-go­
vernador na vida pu
blica, tuas sim os­
s ltar os inán ros
serviços prestados
à população do Esta
do". A solenidade
de entrega do títu­
lo de cidadão sul
matogross ns acon­
tecerá no início do
10 semestre de 93 ,
quando a Assembléia
Legislativa reorna
o ritmo dos traba -
lhos.
Edital de
Convocação
O Pr s{dente em exercfcfo
da Liga EsportIva Eelavfsren
se, no uso de suas atr!bufçó
es estatutárfas,,» -
FAZ SABER, a todos quan -
tos o presente Ed!tal vIrem,
ou de1c conhectrcnto tivcren
que no dia 26 de dezembro de
1992, serão real!zadas ele!­
çôes para Pre[dente e VIce­
Pres! dente da LI •a f.spnrtlv.1
Belav!stense, para o bénfo
93/9,, de acordo con os esta
tutos. -
FICAM! CONVOCADOS a part!r
da publfcação deste edital ,
todos os pres!dentes dos clu
bes fI!fados, ftcando cintf
ficados de que poderão 6-
registradas chapas para con­
correr ao ple!to até o d!a
23/12/92 às 17:00 hs na sede
da ent!dade, s!to à Rea Ano
nto João, esquina c/Ante ' -
Marta Coelho, nesta c!dad
Bela Vtsta-'S.,·0/12
JOSÉ GLACY FLORES - r
kan: te grasil Liera mais Rerrsos ao .
Rural e às Micro, Pequenas e Médias f mpr sas
O Banco do Bra -
sil liberou para as
Superintendências
mais Cr$ 1,4 tri
1hão, sendo Cr$ 1,1
trilhão destinados
ãs operações de cus
teio agrícola e pe­
cuário, que irão be
neficiar mini, pe -
quenos, médios• e
grandes produtores,
e Crs 326 bilhões
para comercializa -
cão da safra, dos
quais Cr$ 276 bilhõ
es para EOF de tri­
go.
Com mais essa li
bera;ão, o total d
recursos distribuí­
dos, exclusivamente
para custeio agrico
la da safra deve=
rio 92/93, em valo­
res atualizados, $
23,4. trilhões.
gativas e ninguém
conseguiu afastá-la
do objetivo de por
termo à vida. Primei
ro ingeriu quarenta
comprimidos de tran­
quilizante - "Frizi­
um-so", foi interna­
da no Hospital eco­
locada fora de peri-
130 SALÁRIO
As agincias do
BB continuam operan
do com a linha de
crédito especial pa
ra pagamento do 130
salário dos funcio­
nários de microem -
presas e empresas
de pequeno e médio
portes.
A partir de ago­
ra, dobra o limite
do empréstimo por
empresa, que passa
de até Cr$ 100 mi -
1hões para até Cr$
200 milhões, ou o
valor da folha de
pagamento relativa
ao 130 salário dos
empregados da bene­
ficiária (inclusive
encargos), o que
for menor. Além dis
so, o Banco tornou mais
flexível a exigência de
UMA JOVEM INGERIU 40 COMPRIMIDOS E
ESTOUROU A CABEÇA COM BAL DE 38
go.
Ao receber alta ,
apesar dos conselhos
de amigos, continuou
irredutível em seu
propósito e desta ma
neira foi de forma -
definitiva: estourou
os miolos com um ba­
laço de "3". PÁGINA/ 04
garantias. Já que as
operações, antes ne­
cessariamente vincu­
ladas a garantias rea
is, passam a ser via
bilizadas também por
intermédio de nota
de crédito ou de con
trato com garantia
de aval ou fiança.
A linha de crédi­
to tem prazo de 12
meses e encargos fi­
nanceiros calculados
com base no índice
geral de preços-mner­
cado (IGP-M). Mais
encargos adicionais
de 12 a.a.
O prazo limite
para contratação
dessas operações se
rá o dia 21 de de=
zem.bro de 1992, da­
ta-limite para paga
mento do 13 salá
rio, conforme a Le­
gislação vigente.
Até o momento
já foram liberados
Cr$ 753,3 bilhões ,
que atenderam inte­
gralmente a demanda
apresentada em todo
o País. Para o mês
de dezembro, o Ban­
co do Brasil dispõe
ainda de cerca
de Cr$ 1,5 tri-
1hão.
Projeto para Menis
Rua será Desenvolvi o
no Interior
O Projeto "Não Cheire Cola, Jogue ao­
la , desenvolvido pelo Governo e~ camoo
Grande, será estendido ao interior de-Ma
to Grosso do Sul, a partir do próximo a­
no. O anuncio e da Fundação de Desporto
e Lazer (Fundesporte) que coordena as
atividades em conjunto com a Fundação de
Promoção Social (Promosul). PÁGINA - 33
rrrrIxço
Na Edt;ão n?1.291 de 11/12/92, Edital de tte!tacão
003/92 da Prefettura Mante.pa! _de Bela tara, zde si@. cor;­
gQBE·CIA P_LIA_P_yrzuç1o_r5_rr1sr. e sorri­
coo_E.Irri ZÉ.x·ir GrswEis. "ve e

li) tN/1.1, 'l'I 111t1Nfo. IJ/1. 1 t,e,i, fPJ - IH!.! í') l r Jflll1,
Projeto para Meninos de Rua será
Desenvolvido no Interior
V
M ,
o Projeto "Não Chei
roe Cola, Joque Bola",
desenvolvido pelo Go­
vorno em Campo Gran -
dr, oorã noLrn<liclo no
interior de Mato Gros
no do ~ul, n pnrtir
do próx Uno nno. O il -
nGncio õ an Fundnção
dr Dcaporlo e Lozrr
(fundoopor nl que co­
ordenn nn , tividnd D
cm conjun o com n
fundação de Promoção
Social ( J>romoau ll . O
objetivo é dar maior
oportunidade à crian
çno nn foixn ctãrin -
de 11 o 17 anos.
Lonçodo cm nbril ,
o projeto está sendo
drocnvolvido atuolrnen
te no Ginãsio de Es -
portes Avelino dos Re
io (Guanandi zão) com
n participação de 100
crianças. Os treina -
montes são de respon­
sabilidade do ex-joga
dor de futebol do Flu
minene do l io, ele
hor Ribeiro e o r
!.u1 LudO!J J,l stoo -
sendo apontados co­
rno ,,.,Llr;f,, óri<JD
endo om vis o s
vi órias conquista
clnn polo time <lo
prOJ<' o, em parti -
das realizadas na
CopiLal.
Dlontr do sucdn­
uo nlcnnçndo, a run
despor e e a Promo­
au1, contando com
,poio da CílIA (Con­
uclho Brosileiro·da
Infância e da Ado -
lescênciu), está
planejando levar o
proj to a cidades
do interior. Serão
mantidos entendime~
tos com os novos
prefeitos que assu­
mem no dia 1o de ja
neiro, para que as
Prefeituras passem
a integrar à socie­
dade dos chamados
"menino, de rua",
15m da ocup ,ç,io elo
po ocioso d toda
a juventude comunità
ria.
N/ CIPIT/IJ,
-- -
li pnrt ir de janei
ro, () projeto será
dcucnvolvido cm mais
doio b..iirros da capl
tal: Morenlnho III~
lovn Lim , rcgiõec
populouan e carentes
do cidade. Existe
também a perspectiva
de outros bairros de
Campo Grande serem a
t ndidos pelo proje=
to. Densa forma, a -
lém de buscar a inte
gração dos chamados­
"mcninos de rua", o
Governo estará possi
bilitando a dcscober
to de novos valores
que mais tarde, pode
rão ser aproveitados
em equipes profissio
nais de futebol. -
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VENHA E COMPROVE!
e

lnlor11e TF
EHERCilA FRACA/
ESCLARECIMENTO
Veiculamos no IN-­
FORME 'PF da emana -
passada comentários
eobru nn roclamacõen
de morador s dos
ooirrnu CnplriLo Snn
to e Parque da Pri­
mnvcras u rcnpoito -
da péssima qualidade
no fornecimcn o de e
ncrgia elétrica que-;
pelos menos nesses -
dois Bairros 6 tão
fraco que os apar
lhos eletrodom6sti -
cos não podem ser
ligados ao mesmo tem
po. Queremos expli -
car, para evitar os
mal-entendidos, que
as críticas que sem­
pre fazemos em nossa
coluna a respeito do
fornecimento de encr
aia, cobrança da ta=
CÂMARA EM RECESSO
de
A cãmara Municipal de Bela Vista estã -
em recesso e só deverá voltar a se reunir
no dia 10 de janeiro, quando será eleita a
nova Mesa Diretora que dará posse ao Pre -
feito eleito Abraão Zacarias. As ativida -
des_normais do Legislativo belavistense só
serao reiniciadas no mês de fevereiro a­
tê lá os novos Vereadores reeleitos terão
bastante tempo para elaborarem suas plata­
rormas de trabalho que nortearão suas con­
dutas políticas naquela casa, só esperamos
que os radicalismos e as diferenças políti
cas sejam esquecidas e todos se conscientT
zem de que é necessária a união de esfor -
ços para desenvolverem o melhor trabalho -
possível em prol de toda a comunidade bela
vistense.
Bela Vista terá
11 Vereadores
u
xa de iluminação pá­
blica, falta de lumi
n@rias, preços exor­
bitantos, te ... são
sempre dirigidon ã
diretoria da Empresa
e não ao, Chefe do E
crltório local dn
ENERSUL, ex-vereador
Marcelo Calvano que, '
a bem da vcrdadc,faz •
o possível e o impor
sível para que seja'
prestado um melhor 1°
tendimcnto à popula:­
cão, o que ele não
pode fazer é mila
grcs e por isso tam­
bém não poderíamos -
de forma nenhuma co­
brar dele uma melhor
qualidade no forne­
cimento de energia -
para nossa cida -
de.
Ao que tudo indica a cãmara Municipal -
de Bela Vista será mesmo composta por onze
Vereadores na próxima legislatura, o pedi­
no de alteração de nove para onze está tra
mitando na Justiça Eleitoral e, a exemplo
do que já aconteceu em outros Municípios,a
alteração deverá ser confirmada, com isso
o atual Presidente da Cãmara, Jorge de Sou
a Rosa e o Advogado Roner Loubet da Rosa
serão dois suplentes a assumirem as vagas ~
bertas naquela casa.
CHAPÉU A VISTA
Já fomos taxados até de fofoqueiro, mas
diz a regra que o bom jornalista só não es
creve o que não sabe e como estou sabendo
que poderá haver surpresos na eleição da
ra mesa dir tora
la Vista, vamos aviando, é
sados abriron os olho, uu b lo "chi.pu" -
está sendo armudo e alguns V readores pode
rão serem pegos de surpresi no dia 1o Te
Janeiro, quem visa amigo é!! Sem querer -
puxar a sadinha para o nosso lado, os lei
tores sabem que raríssimas vezes erramos
em nossas afirmações ou previsões.
Prefeitura
Dívidas sem
O Prefeito eleito de Bela Vista, Abraão
Armoa Zacarias, receberá a Prefeitura Muni
cipal de Dela Vista no dia 1o de Janeiro
"cm condições de engatar uma primeira e
sair queimando peneu", como dizia em palan
que o Advogado Ivan Afonso da Costa Mar
ques, isto porque o Prefeito Edson Mcdei -
ros de Moracs pretende deixar a casa com
pletamente em ordem, com máquinas, veícu -
los, caminhões e equipamentos cm perfeito
funcionamento. Segundo o Secretário de Fa­
zenda José Donifãcio de Moraes, a Prefeitu
ra não possui dívidas que possam comprome­
ter o trabalho da próxima administração e
todo esforço está sendo feito para que os
compromissos vencidos sejam saldados até o
dia 31 de dezembro. Com isso a futura admi
nistração poderá colocar em prática, logÕ
nos primeiros dias de Governo, as metas e
projetos para fazer com que "o povo volte
a ser feliz" o mais rápido possível, con -
forme compromisso de palanques durante a
campanha eleitoral.
JARDIM E D
Pc~as informações que dispomos, outro -
Prefeito eleito que receberá a casa prati­
camente em ordem e o Engenheiro José Vicen
te de Sanctis Pires, de Jardim. Na sua pri
meira administração no vizinho Municipio -
Pires fez verdadeiros milagres mesmo tendo
recebido a Prefeitura mal das pernas, es -
banjou criatividade, capacidade e aprovou
ser uma administrador nato, com trânsito -
livre em todos os departamentos das esfe -
ras estadual e federal, por isso o povo
jardinense espera que ele promova uma ver­
dadeira revoluçao na administração jardi -
nense nesta sua segunda gestão frente ao
Executivo daquela cidade, a sua vitória -
com mais de mil votos de diferença demons­
tram essa confiança do povo.
Guia lopes da Laguna
. Já em Guia Lopes da Laguna não podemos
dizer o mesmo, as notícias que temos não
soo nada animadoras para o Prefeito eleito
Jorge Caetano que deverá receber um verda­
deiro "abacaxi" para descarcar, mas capaci­
dade e muita vontade de trabalhar pelo Mu­
nicipio_ele possui de sobra, qualidades -
que serao fundamentais para tirar Guia Lo­
pes do marasmo em que se encontra.
Antonio João
Xiii, aí a coisa ficou preta, o Prefei­
to Ovaldete Coinete vêm sendo notícia na
imprensa estadual pelo verdadeiro estado -
r----------------------=--
a
. p lo r r:
muito» iojuan n «
li ver
Luiz Abreu
Já que es .amos falando e Prefeito e
leitos, não poderíamos deixar d le brar
do Luiz Abreu, de Porto Mur inho e tod
vez que lembramos nele lembramo: também
da Moção de Repúdio que os Vere, dores
murtinhenses, do PMDB,aprovaram e envia­
ram à nossa co-irmã Tribuna urtinhen -
se, que havia publicado uma pesquisa a -
pontando a vitória de Luiz Abreu. Na épo
ca dizíamos, o resultados das urnas d ri
a resps a aos nobr s edis, e deu!!
Justiça Seja Fei a
A bem da verdade, e para que nao se -
jam cometidas injustiças, temos ders -
saltar a arande administração feita pelo
Prefeito Heitor Miranda dos Snntos, de
Porto Murtinho, que colocou a nua cidade
em destaque no cenário estadual e nacio­
nal, em sua gestão foram conquistados
grandes benefícios para o Município eco
locados em prática projetos da maior cn
vergadura que com certeza transformarão
Porto Murtinho em uma das cidades mais
progressistas de nosso Estado, a exemplo
da implantação do Porto de Exportação, i
niciado por Heitor, asfaltamento da RodÕ
via Porto Murtinho/Jardim e dezenas de
obras nos mais diversos setores da Admi­
nistração pública, principalmente na á -
reade assistência social, onde sua cspo
sa, Dona Mirian desenvolveu um papel dig
no dos maiores elogios. E já que o assun
to e Porto Murtinho, vai aqui um abraço~
aos tios Valter e Osvaldo, aos primos e
as primas, final do ano vamos passar por
esta hospitaleira cidade, se Deus quiser.
Campanha
entre amigos
Queremos lembrar à toda comunidade .. e!
lavistense, principalmente àqueles que=
possuem um poder aquisitivo melhor que
a "campanha entre amigos" em prol do ga­
rotinho Lucas Gracienzo dos Santos Carva
lho, de 05 anos, continua. O garoto pas­
sou por um exame de "tomografia comouta­
dorizada" em Campo Grande na semana pas­
sada e foi encaminhado para a cidade de
Dourados, onde esta semana seus pais te­
rno uma posição mais concreta a respeito
da s~a_situação, ele está com um proble­
ma serio na cabeça e queira Deus cue não
mas é_possível que seja necessário uma~
Peração na cabeça e, que é pior, ele
dificilmente resistiria a essa cirurgia.
Nao deixem de ajudar, o que o pequeno
Lucas e toda a sua família esti passando
p~de_acontecer com qualquer um de nós e
soa~ ~eremos o quanto é importante e ne
cessaria a solidariedade humana. As doa­
coes, _de qualquer q_uantia, podem ser fei
tas diretamente na Caixa Exonõmica Fede=
ral, na conta corrente no 013 613390. 4.
FAX (067) 439-1380 Fone (067) 439-1380
Rua Almirante Barroso, n". 189
Bela Vista - Mato Grasse do Su
* PORTEIRA Lr.ILÕES
A CERTEZA DE BONS NEGÓCIOS*

'.x ·y1c l D 7r«
o ou. naco » ro am """"·""_
UMI }OVEM INGERIU 40 COMPRIMIDOS E
ESTOUROU I CIBEÇJI COM BILJIÇO DE 38
alba que, "embo- Ao receber alta , ma e falando coisas tuacão estava difí - ment pelo próprio - de loucuras e o Dele
ra ua dor pareça in aposar dos conselhos sem sentidos. Ao cil, qanhava pouco e instinto e não demo- qado Dr. Luiz Artur
suportável e nem re- de amigos, continuou constatar que a mes- não dava para sobre- roa para constatar - Zani instaurou o
médio, ela há de ter irredutível em seu ma estava completa - viver. Nesse instan- que Rosangela havia competente inquerito
minar, e a alegria - propósito e desta ma mente "dopada", Luzi te, ao avistar o veí se apoderado de seu ara elucidar o caso.
voltará a brilhar em neira foi do forma - neto e Eliza a enca- culo do PM Fred, que revólver que estava O valoroso Poli -
eu coração, definitiva: estourou minharam ao llospitol acabava de estacio - escondido debaido do cial, que estava de
Não há noites a os miolos com um ba- do Dr. Kamil e subme nar a poucos metros Banco e a irado con- frias, por muitas -
qual não suceda a laço de "30". tida a uma lavagem de onde se encontra- tra a própria cabe - vezes arriscou a pró
luz de um dia radian estomacal. De seu es vam, Rosangela disse ça. Como ainda esta- pria vida para al -
QUERIA Ml'.SMO - 11
te", DESERTA--SE DO MUNDO t6mago foram expeli- ao Rosário que que - va com vida, foi le- var seus seme han
Todavia, a jovem dos nada menos que ria ir ao Balneário vada ás pressas o es, em contacto com
losanqela Mendonça- Rosangela, jovem quarenta comprimidos e por isso ia pedir Hospital Santo Alei- a reportagem, decla-
(20 anos, nolteira, e bonita, trabalhava do tranquilizante uma carona ao Poli - xo, mas veio o fale- rou: Lamento profun-
residente na Rua Luiz na casa da Semente - "Frizium-20''. cial. Foi em sua di- cer antes de ser a - dumentc pela vida
#.%7# ±% %2%.. "%.2° : :57i:: "?t..e «r«a.
pensava dessa manei- 802 (ao lado da Sapa e mesmo assim pronti tima não deixou nada !:!0::1 i'C
ra. Foi envolvida taria Estrela do Sul). No dia seguinte , ficou-se a atendê-la. escrito que justifi-
por uma turbulência Morava com duas a Rosangcla recebeu al casse esses momentos (Firmino de narro::;)
de idéias negativas migas (Eliza e Luzi= ta, mas não abando = ESTOUROU OS MIOLOS -~-~----=~-----~~~-----
e ninguém conseguiu nete), andava sempre nou a idéia do suicí COM UM BALAÇO
afastá-la do objeti- alegre e nunca dei - dio. - Lá chegando, o PM
vo de por termo à vi xou transparecer a a Sábado passado , estacionou seu veícu
da. Primeiro ingeriu margura aninhada em pouco antes do meio lo e aproveitou para
quarenca comprimidos seu coração, dia, estava eonver - dar umas voltas com
de tranquilizante Quinta-feita pas- sando com o guia tu- o filho.
"Frizium-20", foi in sada, eis que foi en ristico Rosário Ro- Minutos depois ,
ter.nada no Hospital contrada por suas cha e teria dito que eis que ouviu um dis
e colocada fora de companheiras de habi estava muito desani- paro de arma de to
perigo. tacão, tombada na ca mada da vida. A si - go, voltou-se rapida
04
Neste Natal, nao deixe de enviar
pessoas que voce tanto ama, a sua
gela mensagem de Natal.
às
sin-
Ligue para 439-1410 Jornal Tri
huna da Fronteira - Diário regional.
:
14 Vara Cível 14: Oficio Cível
F.dital para conhecimento de terceiros
interessados, incertos e não sabidos, cxpe
dido nos Autos do Protesto contra aliena=
cão de Bens requeridos por "Dowelanco In­
dustrial LTDA". Contra seus ex-empregados­
José Manuel Pinhão Barradas Correia, Rogé­
rio Thomitão Deretta, Carlos Manoel Castro
de Mattos, Antonio Ferreira Mendes, Miguel
Catharini Neto, Orville de Andrade Filho,
Dilceu Scapinello, José Maria de Oliveira­
Souza Neto, Luiz Roberto Meirelles Fleury­
da Silveira, Jthur Guimarães Neto, Romeu
Garbin Filho e Giddalthy de Oliveira Go­
mes Junior!; contra as Empresas Guarany Re­
presentações LTDA. e seus sócios Margarido
Veloso e Geraldo Veloso~! Castelli & Cia
LTDA. e seu Sócio Waldemar Castelli Ju-
niortl Itahype Agropastoril LTDA. e sua só­
cia Maria Judite Peixoto de Mattos~I Inset
Center Comércio e Representações e Servi=
cos LTDA. e suas sócias Margareth . Bacil
Charmete Garbin, Maria Helena de Moraes,Ma
ria Antonia DUrant Gomes e Dilma Titara Ro
cha Scapinello, e ainda o Espólio de Lauro
Bittencourt Neto, na pessoa de sua inventa
riante Maria José Teixeira Almeida Bitten­
court - processo no 1688/92 - O Doutor An­
tonio Manssur, Juiz de Direito da 14~ va­
ra Cível desta Comarca da Capital, na for­
ma da Lei, etc ... FAZ SABER a todos quantos o
presente Edital virem ou dele connecimento
tiverem e interessar possa, que por parte­
de Dowelanco Industrial LTDA. foi ajuizado
um Protesto Contra Alienação de Bens con -
tra José Manuel Pinhão Barradas Correia e
outros, alegando a autora na inicial, em
resumo, ser uma empresa industrial e comer
cial cuja principal atividade é a produção
comercialização, importação e exportação -
de produtos agroquímicos. Nesta condição
produz e comercializa, em todo o territó -
rio nacional, através de distribuidores ,
produtos por ela fabricados ou importados.
Os r:us ex-empregados mantinham,com a
autora, vinculo empregatício e exerciam am
plos e gerais poderes de gerência e admi
nistracao, com autonomia e independência ,
especialmente na sua area comercial onde­
todos atuavam. O réu ex-empregado 'carlos
Manoel Castro Mattos ocupava o cargo de Di
retor de Vendas, o mais alto cargo hierár­
quico na.area comercial; o réu ex-emprega­
do Antonio Ferreira Mendes ocupa o cargo -
de Gerente de Marketing; os réus ex-empre­
gad~s Jose Manuel Pinhão Barradas Correia
Regeria Thomitão Beretta, Miguel Catharini
Neto, Orville de Andrade Filho Dilceu sca
pinello, José Maria De O. Souza Neto . Luiz
R.M. Fleury da Silveira, Arthur Guimarães­
Neto, Romeu Garbin Pilho e Giddalthy de
Oliveira Gomes ocupavam os cargos de Ge­
rente de Vendas, Gerente de Marketing de
Produto, Gerente de Marketing de.Produto,
Gerente de Vendas, Representante de Produ­
to, Gerente de Vendas, Especialista de Ven
das, Gerente de Clientes Especiais, Repre­
sentante de Ve.ndas Senior e Representante­
de Vendas, respectivamente e, finalmente o
falecido Lauro Bittencourt Neto ocupava
0
cargo de Gerente_de Crédito, a quem compe­
tia autorizar créditos aos Distribuidores.
Através de Distribuidores, como já afirma­
do, a autora promovia a distribuição dos
seus produtos, vendendo-lhes os mesmos pro
dutos em condições especiais de preço e
prazo de pagamento, de transporte e outras
provendo-os de assistência técnica, quando
necessária, fornecendo-lhes literatura e
instruções técnicas sobre os produtos, o
que lhes permitia revendê-los, no mercado,
a preços compatíveis e auferir lucro nor -
mal. Havia, pois, perfeita e profunda sin­
tonia de trabalho entre Autora e Distribui
dores, com estreita colaboração da primei=
ra aos segundos. Todo esse intenso e lon­
go relacionamento comercial dos Distribui­
dores, com a autora, fazia-se através dos
réus ex-empregados, que compunham o quadro
comercial da autora. Pois bem, os réus or­
ganizaram-se, ao longo dos Últimos anos,em
bando ou quadrilha, para a prática de negõ
cios escusos que lhes renderam maravilhoso
património material, com correspondente
perda econômica da autora. Realizaram, em
conluio com alguns distribuidores, . negó
cios jurídicos ilícitos, que lhes permiti=
ram enriquecer-se sem causa, ocasionando -
correspondente empobrecimento da autora.Os
réus, ex-empregados dado que tinham o con-·
trole absoluto da área comercial agroquími
cada autora, desde a Diretoria Comercial=
até o corpo de vendas no mercado, em con­
luio com alguns distribuidores, cujos no­
mes nao se encontram relacionados ainda e
que serão objeto de processo a parte se a­
propriaram de valores substanciais,em espé
c1e ou nao, que deveriam compor o patrima.
nio da autora. No exercício de seus· pode­
res funcionais os réus ex-empregados auto­
rizavam bonificações de produtos aos
referidos distribui­
res em quantidades anormais, ou concediam­
lhes descontos nas compras de produtos não
compatíveis com a praxe comercial, a fim -
de que estes, após revendessem os mesmos -
produtos a preços normais de mercado, aufe
rindo vantagens econômicas indevidas que=
eram entre eles partilhadas. Além dessas -
práticas danosas para a autora, de conces­
sao de descontos e bonificações abusivas
promoviam os réus ex-empregados o desvio -
de vultosas quantidades de produtos da au­
tora, que saiam de suas dependências ende
recadas a determinado cliente,sem que • jã
mais chegassem a seu destino. Em razão de
todos esses ilícitos, com fortes conota­
ções criminais, a autora demitiu por "Jus­
ta Causa" em 04 e 05 de maio de 1992 os
réus ex-empregados José Manuel Pinhão' Bar
radas Correia , Rogério Thomitão Beretta
Carlos Manoel Castro de Mattos, Antonio
Ferreira Mendes, Miguel Catharini Neto Or
ville de Andrade Filho, Dilceu scapinei1o­
José Maria de Oliveira Souza Neto, Luiz
Roberto Meirelles­
Fleury da Silveira e Arthur Guimarães Neto
e em 02 de julho de 1992 Romeu Garbin Fi­
lho e Giddalthy de Oliveira Gomes Júnior
bem como requereu a instauração de Inquéri
to Policial perante.o llo Distrito Polici­
al da Capital, sob o no 16.924, onde de­
monstrou-se o procedimento dos réus com re
lação à concessão de descontos e de boni?
caçoes, conforme depoimentos espontâneo •
de tres distribuidores e do proprietário -
de uma transportadora e do empregado da a~
tora·responsável pelo despacho de seus
produtos na fábrica, oue relataram o "mo
dus operandi" dos réus.
Os produtos eram desviados a Inset-Center­
Comércio e Representações LTDA., pertencente -
aos réus ex-empregados Romeu Garbin Filho, Dil
ceu Scapinello e Giddalthy de Oliveira Gomes JJ
nior, acobertados por suas esposas e mãe tam­
bém rés neste feito. As empresas Guarany e Cas­
telli, além dos indivíduos Geraldo Veloso, Mar­
garido Veloso e Antonio Ribeiro do Nascimento -
são autênticos "FANTASMAS", sendo utilizados pa
ra atribuirem aparência lícita à conduta il!ci:
ta dos réus. Tanto que a Guarany sequer foi lo­
calizada cm diligência determinada pelo Exmno.
Sr. Juiz Corregedor do Departamento de Inquéri­
tos Policiais da Capital de São Paulo, assim co
mo tambem nao foi localizada a Castelli no ende
reço onde supostamente estariam localizadas su:
as respectivas sedes. As notas fiscais em nome­
destas empresas era, ao que se pode concluir e
mitidas pelos próprios réus ex empregados par4-
acobertarem as transferências dos'valores que­
lhes faziam os distribuidores, após as vendas -
dos produtos desviados ou bonificados e aqueles
obtidos com descontos abusivos. Ciente da ilici
tude das condutas dos réus. S.Exa. o Sr. Jut -
de Direito Corregedor do Departamento de Inqué­
ritos Policiais da Capital de são Paulo, deter­
minou o bloqueio de todas as contas bancar1as -
dos envolvidos e a busca e apreensão de bens mó
veis e semoventes de sua propriedade, e de pro=
dutos ilicitamente encaminhados aos distribuido
res. Desta forma foram bloqueadas as contas cor
rentes que os rcus mantem nos EUA, em vários :
bancos, para onde remeteram parte do produto da
sua conduta ilÍcita. Apenas para se ter idéia_
dos valores efetivamente envolvidos, basta ter­
em mente que a autora requereu e conseguiu, do
POder Judiei.ano norte-americano
O
bl io d
b, - - oque e
contas ancari.as dos reus, cujo total monta em
aproximadamente US$ 1.500.000,00 ((um milhão e
quinhentos mil dolar<_;s). O depósito de recursos
no exterior, pelos reus, fez-se certamente ao -
arrepio das leis que vedam a remessa de divi­
sas e, certamente tambem, nao foi dado conheci­
mento dos correspondentes val
il i Bâ ores ao fisco bra-
s e ro. mais ainda: com part d
seu enriqueciment e _o produto de
. o sem causa, os reus adquiri -
ram bens imoveis.; no territÓri
patíveis co os seus ganhos ,, "?tonal, 1ncos
ses b f, 'Tais . Parte des-
ens a oram sequestrados
tes do país. tendo sido cose "artas par
us iniciado a transferência d o terem os re­
ceiros na tentati d os mesmos para te!
• • va e ocultar o pat i.mÕni
mealhado com as atividades ilÍ r o a­
uma verdadeira dila id - citas,promovendo-
p açao de seu p tri.môni
ma tentativa de dificul a o,nu
possível para a auto tar, ou mesmo tornar Ln­
nio. Nestas a,_'a recuperar o seu patrimÕ­
l1dades, cond coes, para_prevenir responsabt
» prover a conservaça "
us direitos nju.i
O
e ressalva de se-
• zou a autora a
para evitar que
O
• presente medida
s reus transfira b
alharam com suas 1lícitas ens que a
ros de boa-f atividades e tercei -
e, sendo determin d -
edital para conhecimento a, ada a expedição de
sados, incertos e , ,, Fercetros interes -
ao sa dos, os uai f -
turo, nao poderao ale i - q s, no u
Prosa seus ere ;"",,oranta- ara que
edital rei to, sera o presente
» por extrato, afixadi ,
ma da lei. são Paulo
24
a
O
e publicado na for
Escrevente Judic.ia.l d til e novembro de 1992.Eu
Ausma Garr ;) p, "}' Iografe!.Eu(Be1? Lon1a-
os., Fscriva Diretora
nton1o Hanssur - Jul; q,'? Subscrevi.
u z e Direito
de
en
to,
1
cta
e,
em •
ur
au
Pro

Variedades
Froilan
Cardoso·
-----------------------------------------

s.
o '
OPOSIÇÃO MESMO
' jl͕
A eleição da Federação
dos Trabalhadores em Edu­
cação, que foi rcalizadQ
no dia li de dezembro de
1992, só gerou revoltas -
entre a categoria, pois
ficou chapa Única que a
própria diretoria encabe­
cou, fizeram tudo para
que a chapa 1g 2 0posição
não registrasse sua chapa
inclusive na cédula elei­
toral só constava a chapa
1 unidade e os próprios
sindicatos municipais a -
conchavados com Biffi e
Elza Aparecida Jorge, in­
clusive a de Bela Vista ,
forçavam os trabalhadores
e votar na chapa l, mais
uma sabotagem e abuso de
autoritarismo contra o
processo democrático.
CONGRESSO
XXI Congresso Nacional
dos Trabalhadores em Edu­
cação de 7 à IO de janei­
ro de 1992, será realiza­
da na Universidade Estadu
al do Rio de Janeiro, pro
Roço Confederação Naco­
nal do Rio de Janeiro.
CONCURSO
Hesmo que em termos de
Patrocinadores os concur­
sos de beleza, estao sen­
do excassos foi realizado
no Estado de são Paulo
Concurso de Beleza com
candidatas de 13 à 21 a -
nos de idade Garota Top
Hodel do Brasil entre 4l
finalistas vindas de todo
Brasil, foi vencedora a
candidata do Rio Grande
do Norte , de 14 anos de
idade, morena e manequim
odelo fotográfico do Es­
tado do Rio Grande do Nor
e, que em julho do ano
que vem estará represen -
tando o Brasil em Los An­
eles. Lembramos também
Gue o Estado do Rio Gran­
de do Norte com uma candi
data chamada Jussara oi
ga das finalistas do
ss Ln!verso hi dez anos
atrás, de lã para cá fi -
cou dif[c[l para o Brasil
Leila Palhano - (Foto: Roberto Machado)
contemplar títulos superiores.
BELA VISTA
São inúmeras as perguntas se nao vamos fazer promoçoes, neste ano. Por mo
tivos de força maior não realizaremos promoções apesar de que as minhas pro­
moções sempre foram marcadas, pelo melhor, nós adotamos passarela nos concur
sos, investimos, por essa razão é que estamos deixando marcas nesses even
tos.
REGISTRO
Queremos registrar o agradecimento e respeito a todos os leitores. Deseja
mos um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de júbilo, esperança e realizações em
especial para Fabiona Magalhães Alves· Branco e Aline Magalhães Alves Branco
que estão deixando Bela Vista, de volta para sua terra natal, cidade de Bagé
Rio Grande do Sul. Valeu, vocês são maravilhosas como amigos e de volta do
outro lado do mundo, Japão, a gatinha Karla, que estava abafando na discote­
ca domingo no Grêmio.
EDUCAÇÃO
O Técnico de Contabilidade está a todo vapor, seus professores estao de
férias e nessa época estão fazendo de tudo para buscarem novas propostas de
trabalho para 1993, aos nossos alunos boas férias, aliás para todos os alu -
nos da cidade.
EDUCAÇÃO
Até o dia 20 de dezembro/92, os coordenadores pedagógicos já estarão de
posse do documento ou seja normas ou diretrizes curriculares que serão im
plantadas para o ano letivo de 1993, na rede Estadual de Ensino.
MUNIC!PIO
Na rede municipal de ensino, já sabemos que será o Secretário de Educação
Municipal, prof. Paulo Melo, que ficou urna temporada afastado do movimento
educacional, mas acreditamos que o mesmo avaliará os pontos positivos e nega
tivos na época que exerceu cargos na Agência de Educação de Bela Vista, como
Diretor da Escola Castelo Branco, hoje a Educação está com novas propostas e
direcionamento, acreditamos pôr uma administração competente em nosso municí
pio na área de educação, acreditamos também que o Prof. Paulo '!elo será demÕ
crático em escolher os seus assessores pedagógicos, que de acordo com ale=
gislação os mesmos deverao ter habilitação de Pedagogia que são tidos como
Especialistas em Educaçao, sem esses elementos é impossível traçar
O rumo da
Educação.
CURSO DE TEATRO
Curso de Teat'ro <:om Andréa Freire, atriz, pos graduada em Artes cênicas
pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, estã sendo realizado no Sindi­
cato dos Bancarios, em Campo Grande, de 30/11 à Il/12, este colunista parti
cipou de varias etapas, falar em teatro para quem noo conhece é até engra=
çado, mas no momento que estamos vivendo é preciso formar, orientar as pes­
soas para o mundo da sensibilidade, do espaço, do convivio e da visaô do
mundo, gostei e para mim foi muito Útil.
CARTÕES
Já começamos a receber Cartões de Natal, 0 primeiro a recebermos foi do
Grêmio Pedro José Rufino: "Que a magia do Natal nele Ano Novo o encanto de
cada dia". Agradecemos, pois é no Grêmio é que apagamos, o cansaço da seca­
na, encontro com os ::i.nigos, e como se fosse uma grande terapia.
- Porque sol
a,o liqu!dacfonf o entre os membro
teor!a. Chega de ficar apontando, aque l
querda, aquel é da direita, aquele de t l par-
tido, quele é de tal cf ade. Ba ta a divfs
nossa categoria, vamos todos Juntos
e fortalecer a nossa categoria;
- Porque é preciso Incentivar as novn lfderan
ças em todos os quadrantes do nosso Estado, den -­
tro da oossn categoria;
- Porque a FETEMS pertence a toda uma cateo -
rJa e não a um grupo que pretende se perpetualf -
ar no poder;
- Porque as (dilas e práticos slndlcnls ObAole
tas precisam ser substituídas por aquelas que con
dizem coo a nova ordem lnotalada, ou sejJ, dentro
da nova relação capital/trabalho - empregado/pa
trao;
- Porque não podem, os projetos portlculnrce -
ser m colocados acima dos interesses ioalores d"
toda urna categoria;
- Porque queremos uma transparência fio ncel -
rn, administrativa e política na FETEMS;
- Porque manifestações, atos, paralisa,;.Õei;, ~
ves, ctc ... devem ocorrer sim, se necessário for,
contudo, de forma consciente, coerente e nao manl
pulada, servindo a interesses ~x cus os a toda uma
categoria;
- Porque é necessário o gesto, sobretudo, huma
no de hurnildad~ e admitir os erros e não simples=
mente ficar dizendo que os profissionais em Educa
ção, são os primeiros responsáveis pelo verdade!=
ro caos em que a nossa categoria chegou;
- Porque é preciso respeitar as bases e parar
com essa visão estreita e rasteira de que o pro -
fissional em Educação é um tubo vazio e que serve
sempre como massa de manobra;
- Porque não nos limitamos às críticas, aponta
mos de fato muitas soluções e encaminhamentos; -
Assim, há muito que se fazer em nossa regional
integração dos sindicatos, encontros, debates
cursos, palestras, etc ...
(Milton Lima da Fonseca)
Fabiana Magalhães Alves Branco
CURSO DE TEATRO .
PROGRAMAÇÃO
O curso divide-se em três etapas:
Primeira etapa: Exercícios e jogos que darão
aos participantes noções de ritmo/equilíbrio/con
centraçao/direçao/agilidade/precisão/repetiçào/­
percepção/importância e significado de cada ges­
to, movimento.
Segunda etapa: Usando-se elementos vistos na
etapa anterior, nessa será feito um trabalho es­
pecífico com a criatividade de cada um tendo co­
mo base a improvisação e o música.
Terceira etapa: Elabora,;ào e desenvolvimento
de personagens, situações e histórias criadas
por cada·participante .

'
10
!MIA FIOT IRA- DI 1
ENTREVlSTA/ALCIR
QUEDA DE JURO HÃO PODE AUMENTAR A IHFLA~ÃO
Lrseir
CALLIARI
Levado à Presidência do Manco·do Brasil
por uma constelação do parlamentares de e
quordn o sindicalistas, o funcionário apo­
sentado do Banco do brasil Alcir calliari
recebeu do presidente interino, Itamar
Franco, a incumbência do tr;inoíormur o U<1!?_
co no principal agente da retomada do cres
cimento cr:on6micn.
cullinri - que fez no Banco do Brasil u
ma carreira completa, de e~;crlluriírio ii di
retor -, chama, nesta entrevista aos ropór
torcB Ncluon Luiz de Oliveira e v5nio Cri;
tino, o prosidonto do "guru" o !1110 dofcna­
das melhorias sociais é tão entusiasmada -
quanto a de Itamar. O Proi:;idontc do BU é o
favor do juros baixos, mas montra cotar a­
finado com o Miniutro da Fazenda, Gustavo
Krause, quando diz que a queda das taxas -
não devo precipitar a influção.
Entudo - Como o Banco
do Urusil vai se compor­
tnr no Governo ltamur
que tem como uma das prin
cipais metas a retomada­
do crescimento econÕmi -
co7
Alcir Callinri - Uma
das consequências dn cri
se é que os investimen =
tos em atualização tecno
lógica não são feitos e
também o parque agrícola
fico superado. Isso ocor
re ao mesmo tempo em que
se abrem os mercados ao
fluxo de comércio inter­
nacional e as empresas
são obrigados a enfren
tar muita competição. A
soldo da crise, porton -
to, vai exigir uma moder
ntzacão do parque Indus­
triol e também do parque
agrícola. ~ nesse espaço
que o banco vai atuar
corno principal agente fi
nnnciador do desenvolvi=
mento, suprindo as carên
cias de recursos das Em=
presas.
Estado - O Banco do
Brasil já começou a ope­
rar com uma linha de ca­
pital de giro a juros ~o
is baratos que os de er
cado. { pos!vel o Eanes
continuar tr'nal'ardo -­
de+sn orna isolada ou o
taco entra! terá de
aiar a taxa primaria -
d cs
C,,,:1nri - Todos no
6rnsi1 consideram que a
Taxa de juros está muito
alta para o setor produ­
~ivo. O grande problema
e como baixar os juros
de forma ordenada sem
criar problemas de reto­
mada inadequada, sempre
cipitar n inflação, de
fora controlada. O Co -
vemo quer uma saldo or­
denada, saudável e auto
sustentável. Mas ela de­
pende da arrumação das
contas públicas e da re­
cuperação da credibilida
de do Governo. Isto Já -
esta sendo feito. O Pre­
sidente Itamar Franco e
o Ministro Gustavo Krau­
se, porém, querem que o
Banco do Brasil dê o si-
Estado - Mas como se
pode alongar o prazo de
capta,ao, para alongar -
também o dos emprétf
nal de que nós estamos -
nos preparando para o no
vo ciclo do desenvolvi=
mento, Um indicador des­
sa nova fase é a capta­
cão de linhas de crédito
externas no valor de
US$ 400 milhões, para o
financiamento da importa
cão de máquinas e equipã
mentos pelas Empresas br!
silclras que precisem mo
dernizar suas fábricas.­
SÓ estamos aguardando a
autorização do presiden­
te para começarmos a em­
prestar. Estas linhas cs
tão sendo negociadas co;
a Itália, Alemanha, Espa
nha, Polônia e França. -
detez!nad, s!tuaçõe ,
o banco preclava de
rr,ilor fl<:.<lbilld::Hlê.
Estado - Quais foram
as condições oferecidas
pelos Bancos aos seus de
vedores inndimplentes? -
Estado - Que setores Cnlliari - Nós revisa
do indústria poderá se mos todas os normas para
beneficiar? negociação de dívidas
Calliari - O setor - vencidas e não pagas e
têxtil, o de couro/calça demos às agências liber­
dos são dois exemplos, dade para estabelecer um
mas toda a indústria es- plano de pagamento ade -
tá requerendo moderniza- quado às condições de ca
cão para enfrentar a com da devedor. SÓ não vamos
petição internncional.Ve facilitar a vida dos pi­
ja o caso do Mercosul, caretas.
que pode desestruturar -
uma série de tecnologias
brasileiras. Uma delas é
da produção de leite. A
Argentina produz leite -
muito mais barato, com
uma tecnologia bem mais
moderna. Se nós não prc- ••••••••~•••••ªªªªªªªªªª
pararmos as re&iÕes lei­
teiras do Rio Grande do
Sul, Santa Catarina e Pn
raná para enfrentar esse
tipo de coopctiçào, nos
vamos perder espaço.
Estado - Onde estão -
sendo buscados os recur­
sos internos?
Calliari - Há uma li­
nho para as pequenas e
m~dias empresas, da qual
ja emprestamos Cr$ 753 -
bilhões. Esses recursos
foram conseguidos com a
Caixa de Previdência dos
Funcionários do Banco do
Brasil, o Previ.
Trabalharemos com ou
tros fundos para conti =
nuar financiando as Em -
presos com recursos mais
baratos que os de merca­
do, e prazos mais lon-
gos.
os?
Calllnrl - ( di[lcll
alongar um prazo que lo­
Je & de overnlht. f pre
cIso Ir aos poucos, alon
ando para um ano, do1s,
cinco e i'H.iDlm por dí.1n -
te. O l'a{s nÕo pode vi -
ver nem confinnçn no fu­
turo.
Estado - Qual e a l­
tuação do Banco em rela­
çá0 aos seus empréstI
mos? A inadimplência nin
da está alta? -
Calllnri - A inadlm -
plência caiu de 307. para
237 dos créditos nos pri
melros 35 dias da nossa
gestÕo, em funç.ÍÍo da re­
cuperação de créditos em
atraso. A situação, por­
tanto, melhorou. Estáva­
mos apresentando prejuí­
zo no ano e agora já es­
tamos começando a ter
lucro. Uma empresa saudá
vcl tem de dar lucros e
devemos isso aos funcio­
nários, que estão traba­
lhando duro.
T4 do • A!rda s!m,
aluén e beneftcfou des
as negociaçoes?
Ca!lar! - Numa ent!­
dade que tem I2O m!l fur
cionãrlos. ccor.rcr. sltun
coes inadequadas. 0 1 -
portante é que no BB nós
não aceitamos esse t!po
de posição e temos uma -
fiscalização mu!to rlyt­
da. Se ocorreu alguma
coisa nessas circunstn~­
cias, o responsável va!
parar na cadefa. Fstamos
fazendo uma auditor1a pa
ra avaliar tudo o que a:
conteceu. Certamente al­
guma coisa pode ter ocor
rido. Há alguns anos 6
famoso eRcândalo da mnn­
dloca foi deocoberto por
funcionários do BB e nós
temos multo orgulho dis­
so.
Estado - A sua equipe
detectou, nessas negocia
çÕes leoninas, que diri=
gentes do banco usaram a
pressão em benef!cio pró
prio? -
11
Estamos
investigando os
indlcios de
irregularidadc!l,
mos se alguém fez
suje-ira, nós não
vamos ser omissos"
Calliari - Não obrigo
toriamente. O Banco esti
Estado - Que irregula
ridades, daquelas denun­
ciadas contra a gestão -
de Lafaiete Coutinho Tor
res, foram comprovadas?
Calliari - !li alguns
indícios de que ocorre -
ram coisas complicadas ,
segundo os primeiros re­
latórios ~uc recebi. Mas
cu não seria leviano de
começar a fazer acusa
cões. O que fiz, cm rela
cão a essas denúncias -
foi abrir amplos espacos
para o TCU e as audito -
rias internas do Banco ,
n fim de que tudo seja
esclarecido. E não dei
prazo para o final dos
investipaçÕes, de manei­
ra que elas não sejam
apressadas e injustas.Se
alguém fez sujeiras, nós
não vamos ser omissos.
Estado - Na gestão an
terior houve dificuldade
para renegociar d!vidas
va no centro das aten -
çoes, uma vez que aqui
ficava o coordenação da
defesa do Presidente Fer
nando Collor. Por esse
m~tivo, muitas negocio -
çocs foram feitas em ter
mos duros, para não dar
margem o que pensassem -
que algoém estava sendo
favorecido. O que nós (1
zemos foi mostrar ao Tcü
e ao Conselho Fiscal do
Banco que, para resolver
de deter fn dos etores
e outros tfvera mult
facIl!dades, coro os us!
ne!roas. Eles continuarão
a er tratados com prlv.
1é±tos?
Cal!!ar! - ; es serao
tratados de fora técnf­
c. O probl ma dos usi -
re!ros é mais complicado
do que o de qualquer ou­
tro, porque íoi o prJ~el
ro ramo Industrial monta
do no ílrnsil. De cotlo
que nós convivemos com
vários sc,;:e.ento!l d,, ln -
dástrfa mais antía do
Bras!l: alguns que nasce
ram com o Pafs e outros
que [ornn criados depol~
do Pronlcool.
Eotado - O Bonco do
Brasil acaba de fechar -
um acordo salarial, Quan
to está custando manter-
120 mil funcionários?
Calliari - Temos de
observar a relacão entre
custos e benefícios. O
Banco foi o oais punido
pelo achatamento sala
rial promovido pelo anti
go governo que resolveu­
fazer a execração do fun
cionário público cm cimã
do funcionirio do BB. O
resultado é que estáva -
mos perdendo os nossos -
melhores homens por cau­
sa dos salários indig
nos. Queremos mostrar pa
ra a sociedade que solá=
rio digno não quebra em­
presa, mas forma uma Pa­
is digno. Não podemos
nos vangloriar de pagar
o menor salário mínimo -
do mundo. Para se ter u­
ma idéia: até o mês pas­
sado nós vinhamas com
tendência de prejuízo e
depois de aumentannos os
salários passamos a dar
lucro.
Estado - Como fica o
BB no anunciado reordena
mento do setor públtco •
C'.,1 ! ll,,r l
!!Ação, para que ele te
nha unidade de atendimer
to em determinada pra -
a., eu acho isso vili -
do. Te os qu Introduz!r
a racional!dade no Pals.
á rultas cola trraclo
nals, tncluslve dentro -
do Bano do ErasIl. Te -
mos de nos modernizar pd
ra nos manter üte!s a so
ciedade e não sustenta
dos por ela. Não podemos
buscnr on lntcrcsaes dou
empregados em detrimento
dos Interesses da ocfe­
dade.
Estado- O sr. e pes­
mo um dos conselheiros -
do prc1.idcntc Itamar'/ D,!
zem inclualvc que o Sr.
estaria na agulha para -
assumir um cargo no mi -
nistério, caso uma refor
ma venha a ser feita. Iíi'
to confere?
Calliari - F.u sou um
burocrata colocado aqui
pelo presidente. Tenho -
muito pouco contato com
o Presidente e trabalho
harmoniosamente coo o Hi
nistro Gustavo Krause
que é quem me orienta.Eu
não conhecia o presiden­
te antes de ser convida­
do para o BB, mas posso
dizer que ele me impres­
siona muito pela serieda
de e pela visão social=
que ele tem,
Ele,sim,é o guru, dos
que estão trabalhando no
Governo.
Finalmente, apareceu
um homem que fala no so­
cial e age no social.
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- Ifanto Juvenil; Adulto; Sentor; Veterano; Feminino,
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Até 29 de Dezembro de 1992, no Paço Municipal e Liga Esp. ielavistense
Patrocínio/ Apoio
Janco do Ira11 S/A; I0! RC MEC; Prefeitura Munte1pal; Jornal Tribuna da
Fronteira; .Jornal Tribuna Popular; Rádio Bela Vista; Rádfo ella Vista ; Po
1fcta MIlitar; Polfcta CIvIl; LEI; Arco {ris/Cordtl; Eletro Som; Lanchonete
Barão; Farmiela Droganossa; Mercado Sacolão; Copagaz; Grupo Açougues Serena ;
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Promoçio: Clube don Corredores de Rua de ela Vta
I HlNlKARATONA DE BELA VISTA
CIDADR: BELA VISTA - DATA: Jl DE. DEZEMBRO DE 1992 - IIORÃRIO: 17:JO 11S
REGUl,AHENTO
TITULO -- I DAS FINALIDADES
Art, 12 - A "I MINIMARATONA DE BELA VISTA", promovida pelo Clube dos Corre
dores de Rua de Bela Vista/MS - tendo como finalidade desenvolver o gosto pe­
lo esporte, buscar maior participação em atividades, bem como propiciar ava­
lorizncão dos desportistas e o consequente descoberta de novos talentos no Mu
niCÍpio.
TITULO - II - DA ORGANIZAÇÃO
Art. 2g - A organização ficará a cargo: Dr. José Ribnmar, Jaison Leite Via
na, Prof!! Marta Hlarumi Ch!da Barbosa, Prof? Maria Aparecida Bertelli, Prof!!
Mareia llarumi, Dario de Souza, Antonio de Castro Vieira, Robney de Souza Cor­
rea, Sidronho Barbosa, Odilio Paredes e o representante do 102 RC Hec Major
Tabalipa.
T{TIJLO III - DAS INSCRIÇÕES
Art. 32 - "A MINIMARATONA DE BELA VISTA" prova pedestre, será realizada no
dia Jl de dezembro de 1992, nas ruas de-Bela Vista com percurso de 12 km (do­
ze mll metros), para a categoria masculina e 8 km (oito mil metros), para a
categoria feminina, conforme croqui em anexo.
Art. 4g - As inscrições deverão ser feitas individualmente de acordo com
cada faixa etária.
Art. 5g - As inscrições poderão ser feitas na Secretaria Municipal de Edu­
cação sito a Rua Santo Afonso ng 660 (Paço Municipal) telefone 439-1417 Liga
Esportiva Belavistense a Rua Antonio João em frente ao Posto Santa Maria.
Art. 61 - Todo atleta poderá participar desde que devidamente inscrito de~
tro de sua categoria.
Parágrafo Único - Os atletas menores de 18 anos, deverão apresentar autori
zacão dos pais ou responsáveis, conforme ficha de inscrição.
TITULO IV - DAS CATEGORIAS
Art. 7g - As categorias da "I MINIMARATONA DE BELA VISTA" - Corrida pedes­
tre serão da seguinte forma:
MASCULINO
Categoria Infanta Juvenil 14 à 18 anos
Categoria Adulto 19 à 30 anos
Categoria Senior 31 à 45 anos
- Categoria Veterano 46 anos acima
FEMININO
- Categoria Onica 14 anos acima
,.
TITULO V - DA COMPET1ÇÃO
Art. 82 - A largada da corrida será as 17:30 hs, do dia 31 de dezembro,
em frente ao 102 RC Mec, sito a Rua Alcebiades Bobad!lha da Cunha, 909.
Art. 9g - Todos os atletas deverão estar no local da largada às 17:00
hs, para confirmar sua participação e receberem as orientações finais para
a largada.
Art. 10g - Serão classificados somente os atletas que concluírem o per -
curso na sua totalidade.
Art. 112 ~ O atleta que cometer qualquer ato de indisciplina, perturbar
0
bom andamento da corrida, prejudicar os demais concorrentes, receber auxi -
lio de pessoas estranhas, será automaticamente desclassificado da corrida.
Are. 122 - Haverá rigorosa íiscalizacâo no percurso da corrida.
T{TULO VI - DA PREMI.AÇÃO
Art. 13g - A premiação obedecerá a classificação individual com medalhas
do Ig lugar ao 59 lugar por categoria.
Art. 14g - Na classificação geral os 03 (três) primeiros colocados da ca
tegoria masculina e os 03 (três) primeiros da categoria feminina receberão­
troféus e dinheiro, que será assim distribuido:
Ig LUGAR - TROFÉU
29 LUGAR - TROFÉU
32 LUGAR -·TROFtU
E CRS 600.000,00
E CR$ 400.000,00
E CR$ 200.000,00
OBS - Será ofertado ao Ig LUGAR da categoria VETERANO troféu e um prê _
m!o de Cr$ 200,000,00 (duzentos mil cruzeiros), independente da classifica­
cao geral, a título de reconhecimento pela dedicação e amor ao esporte.
CROQUI DA MINIMAONA D ZLA VI3
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PATROCINADORES:
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Supermercado Arco !ris e Dist. de Bebidas Cordil:
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Eletro Som - Afonso Dilon Nunes Leite
Lanchonete da Barão - Pedro Luiz Aguero Martinez
Farmacia Droganossa - Jair ena Barreto
Mercado Sacolão - José Luiz Lopes
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