TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1293_18_12_1992 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1293_18_12_1992Número da edição1293Data de publicação18 de dezembro de 1992Número de páginas8GeoCoordenada -22.11458682884646 , -56.52878028138642 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1293_18_12_1992 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ,. DIARIO REGIONAL ELA VIS'TA - MATO GROSSO DO SUL, - 18 DE DEZEMBRO DE 1992 , VICE-GOYERNIDOR IRY RIGO RECEBE DIU DE CInDi SUL MITOGROSSENSE A Assembléia Legis ln tiva aprovou por unanimidade, projeto d autoria do d puta do Paulo Pedra que concede título de ci dadão sul-matogrossn se ao vice-governador e chefe da Casa Ci vil, lry Rigo. Segun do o parlamentar é o reconhecimento pela a tuação politica e os inúmeros serviços prestados à causa pú blica e ao Mato Gros so do Sul por Ary Ri go, tanto como cida - dão como político. Segundo o Deputa - do, "Ary Rigo é um dos políticos mais a tuantes e com livre acesso junto aos mem bros da Assembléia" ' fnfatiza. Paulo Pedra explicou que a aprova cão por unanimidade - VICE-GOVERNADOR - ARY RICO dos 24 deputados re presenta o agradeci- SICilLO BANCÁRIO Um alerta aos ge - rentes de banco de nossa cidade e, prin cipalmente, à alguns funcionários que pane cem não saber que as contas de clientes das instituições ban cárias são protegidas pela lei do sigilo bancário, previsto na Constituição Federal. Alguns clientes há dias tem nos reclama do que todo mundo sa- be quantos cruzeiros eles possuem deposi tados em suas contas, esta semana quem se surpreendeu fomos nós quando um amigo· fez a seguinte afir mação, "voei tem tan tos cruzeiros na pou pança"! Pelo jeito - tem gente falando de mais dentro dos ban cos de nossa cidade. LEIA O INFORME TF PÁGINA - 03 Entrevista/Alcir Call iari Queda de Juro não pode umentar a lnf lação fj0 1.29] DIRETOR: IVAIDO PEREIRA XEMPLAR $ 4.000,00 Levado à Presidência do Banco do Brasil Por uma constelação de parlamentares de es querda e sindicalistas, o funcionário apo - sentado do Banco do Brasil Alcir Calliari recebeu do Presidente Interino, Itamar Fran co, a incumbincia de transformar o Banco no Principal agente da retomada do crescimento econômico. Calliari - que fez no Banco do Brasil u ma carreira completa, de escriturário à di retor, chama, nesta entrevista aos repórte res Nelson Luiz de Oliveira e Vânia Cristi na, o presidente de "guru" e sua defesa das melhorias sociais é tão entusiasmada quanto a de Itamar. o Presidente do BB é a favor de juros baixos, mas mostra estar afinado com o Ministro da Fazenda, Gustavo Krause , quando diz que a queda das taxas não deve Precipitar a inflação. PÃGINA - 06 Saiba que, "embora sua dor pareça insu - Portável e sem reme - dio, ela há de termi nar, e a alegria vol tará a brilhar cm seu coração. Não há noites a qual não suceda a luz de um dia radiante" . Todavia, a jovem Rosangela Mendonça (20 anos, solteira, residente na Rua Luiz da Costa Leite 1119, Vila Donária), não pensava dessa maneira. Foi envol vida por uma turbu lência de idéias ne mente do Estado ao cmigrant que ado - tou MS Como lar e criou raízes, traba lhando incansavelmen te pelo desenvolvi mento e projeção na cional. - Natural de Passo Fundo, no Rio Gran de do Sul, Ary Rigo foi o primeiro da vinda dos gaúchos para o Mato Grosso do Sul e fundador da primeira coopera tiva do Estado, a Cooperativa de Mara caju - Coop-Mara.For m. do em Engenharia Agronómica pela Uni versidade Federal do Rio Grande do Sul cm Porto Alegre, o vice governador aportou em terras sul-mato - grossense no Inicio da década de 70. Eleito deputado estadual pela primei ra vez cm 72, Ary Rigo voltou à ocupar uma cadeira na Assem bléia Legislativa - por mais 2 mandatos, em 82 e 86, tendo co mo base eleitoral a região sudocs e do Estado. Sua destaca da atuação como par lamentar fez com que torne eleito 1o secretório da Assem bléia por 2 vezes sendo reconhecido como hábil articula dor político, condi cão essencial para secretariar os tra lhos da casa. Paulo Pedra enfa tizou que "não Hã como questionar a RE O Dr. José Rai - mundo Pinto Filho , Delegado de Polícia em Bela Vista, após a publicação da ma téria intitulada "JUSTIÇA DE PORTO MURTINBO SOLTA LA DROES DE GADO", vei culada no Diário do dia 11 de dezembro, pp., procurou a Re dação deste Jornal e solicitou que se fizesse a devida re tificaçio na referi da matéria pois, se gundo ele, em momen to algum teve a in- FICAÇIO tenção de criticar a decisão do MM. Ju iz de Direito da Co marca de Porto Murti nho. Disse que sua intenção maior foi a de enfatizar que ficou surpreendido com a soltura dos ir mãos Ivo e Ival Jose Godoy porque já ha - via recebido ordem do MM Juiz de Direi to de Bela Vista pa ra recambiá-los para a cidade de Porto Murtinho e o alvará de soltura chegou na véspera de tal recam biamento. Disse ain da o Delegado de o lícia que a soltura determinada pelo MM Juiz de Direito' de Porto Murtinho se fez com amparo na lei processual pe - nal, que previ a prestação de fian ça para determina - dos delitos, inclu sive para o delito de furto, como era o caso dos dois ir mãos e que, justa - mente por isso, não pode e nem tem poderes para criticar tal decisão atuação do vice-go vernador na vida pu blica, tuas sim os s ltar os inán ros serviços prestados à população do Esta do". A solenidade de entrega do títu lo de cidadão sul matogross ns acon tecerá no início do 10 semestre de 93 , quando a Assembléia Legislativa reorna o ritmo dos traba - lhos. Edital de Convocação O Pr s{dente em exercfcfo da Liga EsportIva Eelavfsren se, no uso de suas atr!bufçó es estatutárfas,,» - FAZ SABER, a todos quan - tos o presente Ed!tal vIrem, ou de1c conhectrcnto tivcren que no dia 26 de dezembro de 1992, serão real!zadas ele! çôes para Pre[dente e VIce Pres! dente da LI •a f.spnrtlv.1 Belav!stense, para o bénfo 93/9,, de acordo con os esta tutos. - FICAM! CONVOCADOS a part!r da publfcação deste edital , todos os pres!dentes dos clu bes fI!fados, ftcando cintf ficados de que poderão 6- registradas chapas para con correr ao ple!to até o d!a 23/12/92 às 17:00 hs na sede da ent!dade, s!to à Rea Ano nto João, esquina c/Ante ' - Marta Coelho, nesta c!dad Bela Vtsta-'S.,·0/12 JOSÉ GLACY FLORES - r kan: te grasil Liera mais Rerrsos ao . Rural e às Micro, Pequenas e Médias f mpr sas O Banco do Bra - sil liberou para as Superintendências mais Cr$ 1,4 tri 1hão, sendo Cr$ 1,1 trilhão destinados ãs operações de cus teio agrícola e pe cuário, que irão be neficiar mini, pe - quenos, médios• e grandes produtores, e Crs 326 bilhões para comercializa - cão da safra, dos quais Cr$ 276 bilhõ es para EOF de tri go. Com mais essa li bera;ão, o total d recursos distribuí dos, exclusivamente para custeio agrico la da safra deve= rio 92/93, em valo res atualizados, $ 23,4. trilhões. gativas e ninguém conseguiu afastá-la do objetivo de por termo à vida. Primei ro ingeriu quarenta comprimidos de tran quilizante - "Frizi um-so", foi interna da no Hospital eco locada fora de peri- 130 SALÁRIO As agincias do BB continuam operan do com a linha de crédito especial pa ra pagamento do 130 salário dos funcio nários de microem - presas e empresas de pequeno e médio portes. A partir de ago ra, dobra o limite do empréstimo por empresa, que passa de até Cr$ 100 mi - 1hões para até Cr$ 200 milhões, ou o valor da folha de pagamento relativa ao 130 salário dos empregados da bene ficiária (inclusive encargos), o que for menor. Além dis so, o Banco tornou mais flexível a exigência de UMA JOVEM INGERIU 40 COMPRIMIDOS E ESTOUROU A CABEÇA COM BAL DE 38 go. Ao receber alta , apesar dos conselhos de amigos, continuou irredutível em seu propósito e desta ma neira foi de forma - definitiva: estourou os miolos com um ba laço de "3". PÁGINA/ 04 garantias. Já que as operações, antes ne cessariamente vincu ladas a garantias rea is, passam a ser via bilizadas também por intermédio de nota de crédito ou de con trato com garantia de aval ou fiança. A linha de crédi to tem prazo de 12 meses e encargos fi nanceiros calculados com base no índice geral de preços-mner cado (IGP-M). Mais encargos adicionais de 12 a.a. O prazo limite para contratação dessas operações se rá o dia 21 de de= zem.bro de 1992, da ta-limite para paga mento do 13 salá rio, conforme a Le gislação vigente. Até o momento já foram liberados Cr$ 753,3 bilhões , que atenderam inte gralmente a demanda apresentada em todo o País. Para o mês de dezembro, o Ban co do Brasil dispõe ainda de cerca de Cr$ 1,5 tri- 1hão. Projeto para Menis Rua será Desenvolvi o no Interior O Projeto "Não Cheire Cola, Jogue ao la , desenvolvido pelo Governo e~ camoo Grande, será estendido ao interior de-Ma to Grosso do Sul, a partir do próximo a no. O anuncio e da Fundação de Desporto e Lazer (Fundesporte) que coordena as atividades em conjunto com a Fundação de Promoção Social (Promosul). PÁGINA - 33 rrrrIxço Na Edt;ão n?1.291 de 11/12/92, Edital de tte!tacão 003/92 da Prefettura Mante.pa! _de Bela tara, zde si@. cor; gQBE·CIA P_LIA_P_yrzuç1o_r5_rr1sr. e sorri coo_E.Irri ZÉ.x·ir GrswEis. "ve e li) tN/1.1, 'l'I 111t1Nfo. IJ/1. 1 t,e,i, fPJ - IH!.! í') l r Jflll1, Projeto para Meninos de Rua será Desenvolvido no Interior V M , o Projeto "Não Chei roe Cola, Joque Bola", desenvolvido pelo Go vorno em Campo Gran - dr, oorã noLrn<liclo no interior de Mato Gros no do ~ul, n pnrtir do próx Uno nno. O il - nGncio õ an Fundnção dr Dcaporlo e Lozrr (fundoopor nl que co ordenn nn , tividnd D cm conjun o com n fundação de Promoção Social ( J>romoau ll . O objetivo é dar maior oportunidade à crian çno nn foixn ctãrin - de 11 o 17 anos. Lonçodo cm nbril , o projeto está sendo drocnvolvido atuolrnen te no Ginãsio de Es - portes Avelino dos Re io (Guanandi zão) com n participação de 100 crianças. Os treina - montes são de respon sabilidade do ex-joga dor de futebol do Flu minene do l io, ele hor Ribeiro e o r !.u1 LudO!J J,l stoo - sendo apontados co rno ,,.,Llr;f,, óri<JD endo om vis o s vi órias conquista clnn polo time <lo prOJ<' o, em parti - das realizadas na CopiLal. Dlontr do sucdn uo nlcnnçndo, a run despor e e a Promo au1, contando com ,poio da CílIA (Con uclho Brosileiro·da Infância e da Ado - lescênciu), está planejando levar o proj to a cidades do interior. Serão mantidos entendime~ tos com os novos prefeitos que assu mem no dia 1o de ja neiro, para que as Prefeituras passem a integrar à socie dade dos chamados "menino, de rua", 15m da ocup ,ç,io elo po ocioso d toda a juventude comunità ria. N/ CIPIT/IJ, -- - li pnrt ir de janei ro, () projeto será dcucnvolvido cm mais doio b..iirros da capl tal: Morenlnho III~ lovn Lim , rcgiõec populouan e carentes do cidade. Existe também a perspectiva de outros bairros de Campo Grande serem a t ndidos pelo proje= to. Densa forma, a - lém de buscar a inte gração dos chamados "mcninos de rua", o Governo estará possi bilitando a dcscober to de novos valores que mais tarde, pode rão ser aproveitados em equipes profissio nais de futebol. - ANUNCIE E VALORIZE O JORNAL DE SUi CID/DE Viação Caracol· * Linha Dela Vista/Caracol, saindo às 15:00 horas diariamente * Caracol/Dela Vista, saindo às 17:00 horas diariamente ** ônibus para excursões regionais e interestaduais, modernos e ~onfortáveis - informações: FONE: (067) 439 - 1665 DELI VIST/ M/TO GROSSO DO SUL CE Aos domingos em tres horários: Das 05:00 às 07:00 Das 11:00 ãs 14:30 Das 18:00 às 21:00 horas Comunicação de Francisco Braz Junior RÃDIO BELA VISTA "A VOZ DO lPA" Governo e pequena empresa. o Sebrae quer promover esse encontro. l'rocurc no ebrae O CUIA OE OCFCSA DA PEQUCNA CM PRESA que lhe interess.1r e I eja como pode ajudar a promm er esse encontro. SEBRAE: abrindo mercado para a pequena empresa. .,,,vr. ça, ' d va serão nda fos a peque s t o nlo é bom ,t , , t ., comprar mais dos f p ·nos 1.1 cJ.u for d o!IOi muiip is, às econornas /1 , 1 aumentando os empregos, foando as pessoas nos seus locais de orem. [ ,pdlnandn riqueu, desenvolvimento e progresso pelo/ 'ri s inteiro [m todo canto há pequenos empreendimentos Para mostrar que isso é verdade, o SEBRAE está lançando dois Guias: um para com cnccr o, responsáveis pelas compras nos govemos que pequenas cmprc<A< s,lo for11ec1 dote confiJ, r,s. Outro pJr,1 mo,tr,u ~' pequenas empresas como poúc111 conqwstdf um mercatlo ttio itnpor1,1ntt·. - - SEBRAE - - MS e. ahgtaleoas Mato e na»t»bt SEBRAE MATO GROSSO 00 SUL - A Femando Comea da Cs'ar 658 • Ce• trt> • Tt!I f067) 382-6360 • C...<tipc> Grarot Ipanema Modas Confecções e bijoutcrias - adulto e infantil, diretamente do Rio de Janeiro - os últimos lançamentos: conjuntos de linho, jeans. 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VENHA E COMPROVE! e lnlor11e TF EHERCilA FRACA/ ESCLARECIMENTO Veiculamos no IN- FORME 'PF da emana - passada comentários eobru nn roclamacõen de morador s dos ooirrnu CnplriLo Snn to e Parque da Pri mnvcras u rcnpoito - da péssima qualidade no fornecimcn o de e ncrgia elétrica que-; pelos menos nesses - dois Bairros 6 tão fraco que os apar lhos eletrodom6sti - cos não podem ser ligados ao mesmo tem po. Queremos expli - car, para evitar os mal-entendidos, que as críticas que sem pre fazemos em nossa coluna a respeito do fornecimento de encr aia, cobrança da ta= CÂMARA EM RECESSO de A cãmara Municipal de Bela Vista estã - em recesso e só deverá voltar a se reunir no dia 10 de janeiro, quando será eleita a nova Mesa Diretora que dará posse ao Pre - feito eleito Abraão Zacarias. As ativida - des_normais do Legislativo belavistense só serao reiniciadas no mês de fevereiro a tê lá os novos Vereadores reeleitos terão bastante tempo para elaborarem suas plata rormas de trabalho que nortearão suas con dutas políticas naquela casa, só esperamos que os radicalismos e as diferenças políti cas sejam esquecidas e todos se conscientT zem de que é necessária a união de esfor - ços para desenvolverem o melhor trabalho - possível em prol de toda a comunidade bela vistense. Bela Vista terá 11 Vereadores u xa de iluminação pá blica, falta de lumi n@rias, preços exor bitantos, te ... são sempre dirigidon ã diretoria da Empresa e não ao, Chefe do E crltório local dn ENERSUL, ex-vereador Marcelo Calvano que, ' a bem da vcrdadc,faz • o possível e o impor sível para que seja' prestado um melhor 1° tendimcnto à popula: cão, o que ele não pode fazer é mila grcs e por isso tam bém não poderíamos - de forma nenhuma co brar dele uma melhor qualidade no forne cimento de energia - para nossa cida - de. Ao que tudo indica a cãmara Municipal - de Bela Vista será mesmo composta por onze Vereadores na próxima legislatura, o pedi no de alteração de nove para onze está tra mitando na Justiça Eleitoral e, a exemplo do que já aconteceu em outros Municípios,a alteração deverá ser confirmada, com isso o atual Presidente da Cãmara, Jorge de Sou a Rosa e o Advogado Roner Loubet da Rosa serão dois suplentes a assumirem as vagas ~ bertas naquela casa. CHAPÉU A VISTA Já fomos taxados até de fofoqueiro, mas diz a regra que o bom jornalista só não es creve o que não sabe e como estou sabendo que poderá haver surpresos na eleição da ra mesa dir tora la Vista, vamos aviando, é sados abriron os olho, uu b lo "chi.pu" - está sendo armudo e alguns V readores pode rão serem pegos de surpresi no dia 1o Te Janeiro, quem visa amigo é!! Sem querer - puxar a sadinha para o nosso lado, os lei tores sabem que raríssimas vezes erramos em nossas afirmações ou previsões. Prefeitura Dívidas sem O Prefeito eleito de Bela Vista, Abraão Armoa Zacarias, receberá a Prefeitura Muni cipal de Dela Vista no dia 1o de Janeiro "cm condições de engatar uma primeira e sair queimando peneu", como dizia em palan que o Advogado Ivan Afonso da Costa Mar ques, isto porque o Prefeito Edson Mcdei - ros de Moracs pretende deixar a casa com pletamente em ordem, com máquinas, veícu - los, caminhões e equipamentos cm perfeito funcionamento. Segundo o Secretário de Fa zenda José Donifãcio de Moraes, a Prefeitu ra não possui dívidas que possam comprome ter o trabalho da próxima administração e todo esforço está sendo feito para que os compromissos vencidos sejam saldados até o dia 31 de dezembro. Com isso a futura admi nistração poderá colocar em prática, logÕ nos primeiros dias de Governo, as metas e projetos para fazer com que "o povo volte a ser feliz" o mais rápido possível, con - forme compromisso de palanques durante a campanha eleitoral. JARDIM E D Pc~as informações que dispomos, outro - Prefeito eleito que receberá a casa prati camente em ordem e o Engenheiro José Vicen te de Sanctis Pires, de Jardim. Na sua pri meira administração no vizinho Municipio - Pires fez verdadeiros milagres mesmo tendo recebido a Prefeitura mal das pernas, es - banjou criatividade, capacidade e aprovou ser uma administrador nato, com trânsito - livre em todos os departamentos das esfe - ras estadual e federal, por isso o povo jardinense espera que ele promova uma ver dadeira revoluçao na administração jardi - nense nesta sua segunda gestão frente ao Executivo daquela cidade, a sua vitória - com mais de mil votos de diferença demons tram essa confiança do povo. Guia lopes da Laguna . Já em Guia Lopes da Laguna não podemos dizer o mesmo, as notícias que temos não soo nada animadoras para o Prefeito eleito Jorge Caetano que deverá receber um verda deiro "abacaxi" para descarcar, mas capaci dade e muita vontade de trabalhar pelo Mu nicipio_ele possui de sobra, qualidades - que serao fundamentais para tirar Guia Lo pes do marasmo em que se encontra. Antonio João Xiii, aí a coisa ficou preta, o Prefei to Ovaldete Coinete vêm sendo notícia na imprensa estadual pelo verdadeiro estado - r----------------------=-- a . p lo r r: muito» iojuan n « li ver Luiz Abreu Já que es .amos falando e Prefeito e leitos, não poderíamos deixar d le brar do Luiz Abreu, de Porto Mur inho e tod vez que lembramos nele lembramo: também da Moção de Repúdio que os Vere, dores murtinhenses, do PMDB,aprovaram e envia ram à nossa co-irmã Tribuna urtinhen - se, que havia publicado uma pesquisa a - pontando a vitória de Luiz Abreu. Na épo ca dizíamos, o resultados das urnas d ri a resps a aos nobr s edis, e deu!! Justiça Seja Fei a A bem da verdade, e para que nao se - jam cometidas injustiças, temos ders - saltar a arande administração feita pelo Prefeito Heitor Miranda dos Snntos, de Porto Murtinho, que colocou a nua cidade em destaque no cenário estadual e nacio nal, em sua gestão foram conquistados grandes benefícios para o Município eco locados em prática projetos da maior cn vergadura que com certeza transformarão Porto Murtinho em uma das cidades mais progressistas de nosso Estado, a exemplo da implantação do Porto de Exportação, i niciado por Heitor, asfaltamento da RodÕ via Porto Murtinho/Jardim e dezenas de obras nos mais diversos setores da Admi nistração pública, principalmente na á - reade assistência social, onde sua cspo sa, Dona Mirian desenvolveu um papel dig no dos maiores elogios. E já que o assun to e Porto Murtinho, vai aqui um abraço~ aos tios Valter e Osvaldo, aos primos e as primas, final do ano vamos passar por esta hospitaleira cidade, se Deus quiser. Campanha entre amigos Queremos lembrar à toda comunidade .. e! lavistense, principalmente àqueles que= possuem um poder aquisitivo melhor que a "campanha entre amigos" em prol do ga rotinho Lucas Gracienzo dos Santos Carva lho, de 05 anos, continua. O garoto pas sou por um exame de "tomografia comouta dorizada" em Campo Grande na semana pas sada e foi encaminhado para a cidade de Dourados, onde esta semana seus pais te rno uma posição mais concreta a respeito da s~a_situação, ele está com um proble ma serio na cabeça e queira Deus cue não mas é_possível que seja necessário uma~ Peração na cabeça e, que é pior, ele dificilmente resistiria a essa cirurgia. Nao deixem de ajudar, o que o pequeno Lucas e toda a sua família esti passando p~de_acontecer com qualquer um de nós e soa~ ~eremos o quanto é importante e ne cessaria a solidariedade humana. As doa coes, _de qualquer q_uantia, podem ser fei tas diretamente na Caixa Exonõmica Fede= ral, na conta corrente no 013 613390. 4. FAX (067) 439-1380 Fone (067) 439-1380 Rua Almirante Barroso, n". 189 Bela Vista - Mato Grasse do Su * PORTEIRA Lr.ILÕES A CERTEZA DE BONS NEGÓCIOS* '.x ·y1c l D 7r« o ou. naco » ro am """"·""_ UMI }OVEM INGERIU 40 COMPRIMIDOS E ESTOUROU I CIBEÇJI COM BILJIÇO DE 38 alba que, "embo- Ao receber alta , ma e falando coisas tuacão estava difí - ment pelo próprio - de loucuras e o Dele ra ua dor pareça in aposar dos conselhos sem sentidos. Ao cil, qanhava pouco e instinto e não demo- qado Dr. Luiz Artur suportável e nem re- de amigos, continuou constatar que a mes- não dava para sobre- roa para constatar - Zani instaurou o médio, ela há de ter irredutível em seu ma estava completa - viver. Nesse instan- que Rosangela havia competente inquerito minar, e a alegria - propósito e desta ma mente "dopada", Luzi te, ao avistar o veí se apoderado de seu ara elucidar o caso. voltará a brilhar em neira foi do forma - neto e Eliza a enca- culo do PM Fred, que revólver que estava O valoroso Poli - eu coração, definitiva: estourou minharam ao llospitol acabava de estacio - escondido debaido do cial, que estava de Não há noites a os miolos com um ba- do Dr. Kamil e subme nar a poucos metros Banco e a irado con- frias, por muitas - qual não suceda a laço de "30". tida a uma lavagem de onde se encontra- tra a própria cabe - vezes arriscou a pró luz de um dia radian estomacal. De seu es vam, Rosangela disse ça. Como ainda esta- pria vida para al - QUERIA Ml'.SMO - 11 te", DESERTA--SE DO MUNDO t6mago foram expeli- ao Rosário que que - va com vida, foi le- var seus seme han Todavia, a jovem dos nada menos que ria ir ao Balneário vada ás pressas o es, em contacto com losanqela Mendonça- Rosangela, jovem quarenta comprimidos e por isso ia pedir Hospital Santo Alei- a reportagem, decla- (20 anos, nolteira, e bonita, trabalhava do tranquilizante uma carona ao Poli - xo, mas veio o fale- rou: Lamento profun- residente na Rua Luiz na casa da Semente - "Frizium-20''. cial. Foi em sua di- cer antes de ser a - dumentc pela vida #.%7# ±% %2%.. "%.2° : :57i:: "?t..e «r«a. pensava dessa manei- 802 (ao lado da Sapa e mesmo assim pronti tima não deixou nada !:!0::1 i'C ra. Foi envolvida taria Estrela do Sul). No dia seguinte , ficou-se a atendê-la. escrito que justifi- por uma turbulência Morava com duas a Rosangcla recebeu al casse esses momentos (Firmino de narro::;) de idéias negativas migas (Eliza e Luzi= ta, mas não abando = ESTOUROU OS MIOLOS -~-~----=~-----~~~----- e ninguém conseguiu nete), andava sempre nou a idéia do suicí COM UM BALAÇO afastá-la do objeti- alegre e nunca dei - dio. - Lá chegando, o PM vo de por termo à vi xou transparecer a a Sábado passado , estacionou seu veícu da. Primeiro ingeriu margura aninhada em pouco antes do meio lo e aproveitou para quarenca comprimidos seu coração, dia, estava eonver - dar umas voltas com de tranquilizante Quinta-feita pas- sando com o guia tu- o filho. "Frizium-20", foi in sada, eis que foi en ristico Rosário Ro- Minutos depois , ter.nada no Hospital contrada por suas cha e teria dito que eis que ouviu um dis e colocada fora de companheiras de habi estava muito desani- paro de arma de to perigo. tacão, tombada na ca mada da vida. A si - go, voltou-se rapida 04 Neste Natal, nao deixe de enviar pessoas que voce tanto ama, a sua gela mensagem de Natal. às sin- Ligue para 439-1410 Jornal Tri huna da Fronteira - Diário regional. : 14 Vara Cível 14: Oficio Cível F.dital para conhecimento de terceiros interessados, incertos e não sabidos, cxpe dido nos Autos do Protesto contra aliena= cão de Bens requeridos por "Dowelanco In dustrial LTDA". Contra seus ex-empregados José Manuel Pinhão Barradas Correia, Rogé rio Thomitão Deretta, Carlos Manoel Castro de Mattos, Antonio Ferreira Mendes, Miguel Catharini Neto, Orville de Andrade Filho, Dilceu Scapinello, José Maria de Oliveira Souza Neto, Luiz Roberto Meirelles Fleury da Silveira, Jthur Guimarães Neto, Romeu Garbin Filho e Giddalthy de Oliveira Go mes Junior!; contra as Empresas Guarany Re presentações LTDA. e seus sócios Margarido Veloso e Geraldo Veloso~! Castelli & Cia LTDA. e seu Sócio Waldemar Castelli Ju- niortl Itahype Agropastoril LTDA. e sua só cia Maria Judite Peixoto de Mattos~I Inset Center Comércio e Representações e Servi= cos LTDA. e suas sócias Margareth . Bacil Charmete Garbin, Maria Helena de Moraes,Ma ria Antonia DUrant Gomes e Dilma Titara Ro cha Scapinello, e ainda o Espólio de Lauro Bittencourt Neto, na pessoa de sua inventa riante Maria José Teixeira Almeida Bitten court - processo no 1688/92 - O Doutor An tonio Manssur, Juiz de Direito da 14~ va ra Cível desta Comarca da Capital, na for ma da Lei, etc ... FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele connecimento tiverem e interessar possa, que por parte de Dowelanco Industrial LTDA. foi ajuizado um Protesto Contra Alienação de Bens con - tra José Manuel Pinhão Barradas Correia e outros, alegando a autora na inicial, em resumo, ser uma empresa industrial e comer cial cuja principal atividade é a produção comercialização, importação e exportação - de produtos agroquímicos. Nesta condição produz e comercializa, em todo o territó - rio nacional, através de distribuidores , produtos por ela fabricados ou importados. Os r:us ex-empregados mantinham,com a autora, vinculo empregatício e exerciam am plos e gerais poderes de gerência e admi nistracao, com autonomia e independência , especialmente na sua area comercial onde todos atuavam. O réu ex-empregado 'carlos Manoel Castro Mattos ocupava o cargo de Di retor de Vendas, o mais alto cargo hierár quico na.area comercial; o réu ex-emprega do Antonio Ferreira Mendes ocupa o cargo - de Gerente de Marketing; os réus ex-empre gad~s Jose Manuel Pinhão Barradas Correia Regeria Thomitão Beretta, Miguel Catharini Neto, Orville de Andrade Filho Dilceu sca pinello, José Maria De O. Souza Neto . Luiz R.M. Fleury da Silveira, Arthur Guimarães Neto, Romeu Garbin Pilho e Giddalthy de Oliveira Gomes ocupavam os cargos de Ge rente de Vendas, Gerente de Marketing de Produto, Gerente de Marketing de.Produto, Gerente de Vendas, Representante de Produ to, Gerente de Vendas, Especialista de Ven das, Gerente de Clientes Especiais, Repre sentante de Ve.ndas Senior e Representante de Vendas, respectivamente e, finalmente o falecido Lauro Bittencourt Neto ocupava 0 cargo de Gerente_de Crédito, a quem compe tia autorizar créditos aos Distribuidores. Através de Distribuidores, como já afirma do, a autora promovia a distribuição dos seus produtos, vendendo-lhes os mesmos pro dutos em condições especiais de preço e prazo de pagamento, de transporte e outras provendo-os de assistência técnica, quando necessária, fornecendo-lhes literatura e instruções técnicas sobre os produtos, o que lhes permitia revendê-los, no mercado, a preços compatíveis e auferir lucro nor - mal. Havia, pois, perfeita e profunda sin tonia de trabalho entre Autora e Distribui dores, com estreita colaboração da primei= ra aos segundos. Todo esse intenso e lon go relacionamento comercial dos Distribui dores, com a autora, fazia-se através dos réus ex-empregados, que compunham o quadro comercial da autora. Pois bem, os réus or ganizaram-se, ao longo dos Últimos anos,em bando ou quadrilha, para a prática de negõ cios escusos que lhes renderam maravilhoso património material, com correspondente perda econômica da autora. Realizaram, em conluio com alguns distribuidores, . negó cios jurídicos ilícitos, que lhes permiti= ram enriquecer-se sem causa, ocasionando - correspondente empobrecimento da autora.Os réus, ex-empregados dado que tinham o con-· trole absoluto da área comercial agroquími cada autora, desde a Diretoria Comercial= até o corpo de vendas no mercado, em con luio com alguns distribuidores, cujos no mes nao se encontram relacionados ainda e que serão objeto de processo a parte se a propriaram de valores substanciais,em espé c1e ou nao, que deveriam compor o patrima. nio da autora. No exercício de seus· pode res funcionais os réus ex-empregados auto rizavam bonificações de produtos aos referidos distribui res em quantidades anormais, ou concediam lhes descontos nas compras de produtos não compatíveis com a praxe comercial, a fim - de que estes, após revendessem os mesmos - produtos a preços normais de mercado, aufe rindo vantagens econômicas indevidas que= eram entre eles partilhadas. Além dessas - práticas danosas para a autora, de conces sao de descontos e bonificações abusivas promoviam os réus ex-empregados o desvio - de vultosas quantidades de produtos da au tora, que saiam de suas dependências ende recadas a determinado cliente,sem que • jã mais chegassem a seu destino. Em razão de todos esses ilícitos, com fortes conota ções criminais, a autora demitiu por "Jus ta Causa" em 04 e 05 de maio de 1992 os réus ex-empregados José Manuel Pinhão' Bar radas Correia , Rogério Thomitão Beretta Carlos Manoel Castro de Mattos, Antonio Ferreira Mendes, Miguel Catharini Neto Or ville de Andrade Filho, Dilceu scapinei1o José Maria de Oliveira Souza Neto, Luiz Roberto Meirelles Fleury da Silveira e Arthur Guimarães Neto e em 02 de julho de 1992 Romeu Garbin Fi lho e Giddalthy de Oliveira Gomes Júnior bem como requereu a instauração de Inquéri to Policial perante.o llo Distrito Polici al da Capital, sob o no 16.924, onde de monstrou-se o procedimento dos réus com re lação à concessão de descontos e de boni? caçoes, conforme depoimentos espontâneo • de tres distribuidores e do proprietário - de uma transportadora e do empregado da a~ tora·responsável pelo despacho de seus produtos na fábrica, oue relataram o "mo dus operandi" dos réus. Os produtos eram desviados a Inset-Center Comércio e Representações LTDA., pertencente - aos réus ex-empregados Romeu Garbin Filho, Dil ceu Scapinello e Giddalthy de Oliveira Gomes JJ nior, acobertados por suas esposas e mãe tam bém rés neste feito. As empresas Guarany e Cas telli, além dos indivíduos Geraldo Veloso, Mar garido Veloso e Antonio Ribeiro do Nascimento - são autênticos "FANTASMAS", sendo utilizados pa ra atribuirem aparência lícita à conduta il!ci: ta dos réus. Tanto que a Guarany sequer foi lo calizada cm diligência determinada pelo Exmno. Sr. Juiz Corregedor do Departamento de Inquéri tos Policiais da Capital de São Paulo, assim co mo tambem nao foi localizada a Castelli no ende reço onde supostamente estariam localizadas su: as respectivas sedes. As notas fiscais em nome destas empresas era, ao que se pode concluir e mitidas pelos próprios réus ex empregados par4- acobertarem as transferências dos'valores que lhes faziam os distribuidores, após as vendas - dos produtos desviados ou bonificados e aqueles obtidos com descontos abusivos. Ciente da ilici tude das condutas dos réus. S.Exa. o Sr. Jut - de Direito Corregedor do Departamento de Inqué ritos Policiais da Capital de são Paulo, deter minou o bloqueio de todas as contas bancar1as - dos envolvidos e a busca e apreensão de bens mó veis e semoventes de sua propriedade, e de pro= dutos ilicitamente encaminhados aos distribuido res. Desta forma foram bloqueadas as contas cor rentes que os rcus mantem nos EUA, em vários : bancos, para onde remeteram parte do produto da sua conduta ilÍcita. Apenas para se ter idéia_ dos valores efetivamente envolvidos, basta ter em mente que a autora requereu e conseguiu, do POder Judiei.ano norte-americano O bl io d b, - - oque e contas ancari.as dos reus, cujo total monta em aproximadamente US$ 1.500.000,00 ((um milhão e quinhentos mil dolar<_;s). O depósito de recursos no exterior, pelos reus, fez-se certamente ao - arrepio das leis que vedam a remessa de divi sas e, certamente tambem, nao foi dado conheci mento dos correspondentes val il i Bâ ores ao fisco bra- s e ro. mais ainda: com part d seu enriqueciment e _o produto de . o sem causa, os reus adquiri - ram bens imoveis.; no territÓri patíveis co os seus ganhos ,, "?tonal, 1ncos ses b f, 'Tais . Parte des- ens a oram sequestrados tes do país. tendo sido cose "artas par us iniciado a transferência d o terem os re ceiros na tentati d os mesmos para te! • • va e ocultar o pat i.mÕni mealhado com as atividades ilÍ r o a uma verdadeira dila id - citas,promovendo- p açao de seu p tri.môni ma tentativa de dificul a o,nu possível para a auto tar, ou mesmo tornar Ln nio. Nestas a,_'a recuperar o seu patrimÕ l1dades, cond coes, para_prevenir responsabt » prover a conservaça " us direitos nju.i O e ressalva de se- • zou a autora a para evitar que O • presente medida s reus transfira b alharam com suas 1lícitas ens que a ros de boa-f atividades e tercei - e, sendo determin d - edital para conhecimento a, ada a expedição de sados, incertos e , ,, Fercetros interes - ao sa dos, os uai f - turo, nao poderao ale i - q s, no u Prosa seus ere ;"",,oranta- ara que edital rei to, sera o presente » por extrato, afixadi , ma da lei. são Paulo 24 a O e publicado na for Escrevente Judic.ia.l d til e novembro de 1992.Eu Ausma Garr ;) p, "}' Iografe!.Eu(Be1? Lon1a- os., Fscriva Diretora nton1o Hanssur - Jul; q,'? Subscrevi. u z e Direito de en to, 1 cta e, em • ur au Pro Variedades Froilan Cardoso· ----------------------------------------- 1· s. o ' OPOSIÇÃO MESMO ' jlÍ• A eleição da Federação dos Trabalhadores em Edu cação, que foi rcalizadQ no dia li de dezembro de 1992, só gerou revoltas - entre a categoria, pois ficou chapa Única que a própria diretoria encabe cou, fizeram tudo para que a chapa 1g 2 0posição não registrasse sua chapa inclusive na cédula elei toral só constava a chapa 1 unidade e os próprios sindicatos municipais a - conchavados com Biffi e Elza Aparecida Jorge, in clusive a de Bela Vista , forçavam os trabalhadores e votar na chapa l, mais uma sabotagem e abuso de autoritarismo contra o processo democrático. CONGRESSO XXI Congresso Nacional dos Trabalhadores em Edu cação de 7 à IO de janei ro de 1992, será realiza da na Universidade Estadu al do Rio de Janeiro, pro Roço Confederação Naco nal do Rio de Janeiro. CONCURSO Hesmo que em termos de Patrocinadores os concur sos de beleza, estao sen do excassos foi realizado no Estado de são Paulo Concurso de Beleza com candidatas de 13 à 21 a - nos de idade Garota Top Hodel do Brasil entre 4l finalistas vindas de todo Brasil, foi vencedora a candidata do Rio Grande do Norte , de 14 anos de idade, morena e manequim odelo fotográfico do Es tado do Rio Grande do Nor e, que em julho do ano que vem estará represen - tando o Brasil em Los An eles. Lembramos também Gue o Estado do Rio Gran de do Norte com uma candi data chamada Jussara oi ga das finalistas do ss Ln!verso hi dez anos atrás, de lã para cá fi - cou dif[c[l para o Brasil Leila Palhano - (Foto: Roberto Machado) contemplar títulos superiores. BELA VISTA São inúmeras as perguntas se nao vamos fazer promoçoes, neste ano. Por mo tivos de força maior não realizaremos promoções apesar de que as minhas pro moções sempre foram marcadas, pelo melhor, nós adotamos passarela nos concur sos, investimos, por essa razão é que estamos deixando marcas nesses even tos. REGISTRO Queremos registrar o agradecimento e respeito a todos os leitores. Deseja mos um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de júbilo, esperança e realizações em especial para Fabiona Magalhães Alves· Branco e Aline Magalhães Alves Branco que estão deixando Bela Vista, de volta para sua terra natal, cidade de Bagé Rio Grande do Sul. Valeu, vocês são maravilhosas como amigos e de volta do outro lado do mundo, Japão, a gatinha Karla, que estava abafando na discote ca domingo no Grêmio. EDUCAÇÃO O Técnico de Contabilidade está a todo vapor, seus professores estao de férias e nessa época estão fazendo de tudo para buscarem novas propostas de trabalho para 1993, aos nossos alunos boas férias, aliás para todos os alu - nos da cidade. EDUCAÇÃO Até o dia 20 de dezembro/92, os coordenadores pedagógicos já estarão de posse do documento ou seja normas ou diretrizes curriculares que serão im plantadas para o ano letivo de 1993, na rede Estadual de Ensino. MUNIC!PIO Na rede municipal de ensino, já sabemos que será o Secretário de Educação Municipal, prof. Paulo Melo, que ficou urna temporada afastado do movimento educacional, mas acreditamos que o mesmo avaliará os pontos positivos e nega tivos na época que exerceu cargos na Agência de Educação de Bela Vista, como Diretor da Escola Castelo Branco, hoje a Educação está com novas propostas e direcionamento, acreditamos pôr uma administração competente em nosso municí pio na área de educação, acreditamos também que o Prof. Paulo '!elo será demÕ crático em escolher os seus assessores pedagógicos, que de acordo com ale= gislação os mesmos deverao ter habilitação de Pedagogia que são tidos como Especialistas em Educaçao, sem esses elementos é impossível traçar O rumo da Educação. CURSO DE TEATRO Curso de Teat'ro <:om Andréa Freire, atriz, pos graduada em Artes cênicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, estã sendo realizado no Sindi cato dos Bancarios, em Campo Grande, de 30/11 à Il/12, este colunista parti cipou de varias etapas, falar em teatro para quem noo conhece é até engra= çado, mas no momento que estamos vivendo é preciso formar, orientar as pes soas para o mundo da sensibilidade, do espaço, do convivio e da visaô do mundo, gostei e para mim foi muito Útil. CARTÕES Já começamos a receber Cartões de Natal, 0 primeiro a recebermos foi do Grêmio Pedro José Rufino: "Que a magia do Natal nele Ano Novo o encanto de cada dia". Agradecemos, pois é no Grêmio é que apagamos, o cansaço da seca na, encontro com os ::i.nigos, e como se fosse uma grande terapia. - Porque sol a,o liqu!dacfonf o entre os membro teor!a. Chega de ficar apontando, aque l querda, aquel é da direita, aquele de t l par- tido, quele é de tal cf ade. Ba ta a divfs nossa categoria, vamos todos Juntos e fortalecer a nossa categoria; - Porque é preciso Incentivar as novn lfderan ças em todos os quadrantes do nosso Estado, den - tro da oossn categoria; - Porque a FETEMS pertence a toda uma cateo - rJa e não a um grupo que pretende se perpetualf - ar no poder; - Porque as (dilas e práticos slndlcnls ObAole tas precisam ser substituídas por aquelas que con dizem coo a nova ordem lnotalada, ou sejJ, dentro da nova relação capital/trabalho - empregado/pa trao; - Porque não podem, os projetos portlculnrce - ser m colocados acima dos interesses ioalores d" toda urna categoria; - Porque queremos uma transparência fio ncel - rn, administrativa e política na FETEMS; - Porque manifestações, atos, paralisa,;.Õei;, ~ ves, ctc ... devem ocorrer sim, se necessário for, contudo, de forma consciente, coerente e nao manl pulada, servindo a interesses ~x cus os a toda uma categoria; - Porque é necessário o gesto, sobretudo, huma no de hurnildad~ e admitir os erros e não simples= mente ficar dizendo que os profissionais em Educa ção, são os primeiros responsáveis pelo verdade!= ro caos em que a nossa categoria chegou; - Porque é preciso respeitar as bases e parar com essa visão estreita e rasteira de que o pro - fissional em Educação é um tubo vazio e que serve sempre como massa de manobra; - Porque não nos limitamos às críticas, aponta mos de fato muitas soluções e encaminhamentos; - Assim, há muito que se fazer em nossa regional integração dos sindicatos, encontros, debates cursos, palestras, etc ... (Milton Lima da Fonseca) Fabiana Magalhães Alves Branco CURSO DE TEATRO . PROGRAMAÇÃO O curso divide-se em três etapas: Primeira etapa: Exercícios e jogos que darão aos participantes noções de ritmo/equilíbrio/con centraçao/direçao/agilidade/precisão/repetiçào/ percepção/importância e significado de cada ges to, movimento. Segunda etapa: Usando-se elementos vistos na etapa anterior, nessa será feito um trabalho es pecífico com a criatividade de cada um tendo co mo base a improvisação e o música. Terceira etapa: Elabora,;ào e desenvolvimento de personagens, situações e histórias criadas por cada·participante . ' 10 !MIA FIOT IRA- DI 1 ENTREVlSTA/ALCIR QUEDA DE JURO HÃO PODE AUMENTAR A IHFLA~ÃO Lrseir CALLIARI Levado à Presidência do Manco·do Brasil por uma constelação do parlamentares de e quordn o sindicalistas, o funcionário apo sentado do Banco do brasil Alcir calliari recebeu do presidente interino, Itamar Franco, a incumbência do tr;inoíormur o U<1!?_ co no principal agente da retomada do cres cimento cr:on6micn. cullinri - que fez no Banco do Brasil u ma carreira completa, de e~;crlluriírio ii di retor -, chama, nesta entrevista aos ropór torcB Ncluon Luiz de Oliveira e v5nio Cri; tino, o prosidonto do "guru" o !1110 dofcna das melhorias sociais é tão entusiasmada - quanto a de Itamar. O Proi:;idontc do BU é o favor do juros baixos, mas montra cotar a finado com o Miniutro da Fazenda, Gustavo Krause, quando diz que a queda das taxas - não devo precipitar a influção. Entudo - Como o Banco do Urusil vai se compor tnr no Governo ltamur que tem como uma das prin cipais metas a retomada do crescimento econÕmi - co7 Alcir Callinri - Uma das consequências dn cri se é que os investimen = tos em atualização tecno lógica não são feitos e também o parque agrícola fico superado. Isso ocor re ao mesmo tempo em que se abrem os mercados ao fluxo de comércio inter nacional e as empresas são obrigados a enfren tar muita competição. A soldo da crise, porton - to, vai exigir uma moder ntzacão do parque Indus triol e também do parque agrícola. ~ nesse espaço que o banco vai atuar corno principal agente fi nnnciador do desenvolvi= mento, suprindo as carên cias de recursos das Em= presas. Estado - O Banco do Brasil já começou a ope rar com uma linha de ca pital de giro a juros ~o is baratos que os de er cado. { pos!vel o Eanes continuar tr'nal'ardo - de+sn orna isolada ou o taco entra! terá de aiar a taxa primaria - d cs C,,,:1nri - Todos no 6rnsi1 consideram que a Taxa de juros está muito alta para o setor produ ~ivo. O grande problema e como baixar os juros de forma ordenada sem criar problemas de reto mada inadequada, sempre cipitar n inflação, de fora controlada. O Co - vemo quer uma saldo or denada, saudável e auto sustentável. Mas ela de pende da arrumação das contas públicas e da re cuperação da credibilida de do Governo. Isto Já - esta sendo feito. O Pre sidente Itamar Franco e o Ministro Gustavo Krau se, porém, querem que o Banco do Brasil dê o si- Estado - Mas como se pode alongar o prazo de capta,ao, para alongar - também o dos emprétf nal de que nós estamos - nos preparando para o no vo ciclo do desenvolvi= mento, Um indicador des sa nova fase é a capta cão de linhas de crédito externas no valor de US$ 400 milhões, para o financiamento da importa cão de máquinas e equipã mentos pelas Empresas br! silclras que precisem mo dernizar suas fábricas. SÓ estamos aguardando a autorização do presiden te para começarmos a em prestar. Estas linhas cs tão sendo negociadas co; a Itália, Alemanha, Espa nha, Polônia e França. - detez!nad, s!tuaçõe , o banco preclava de rr,ilor fl<:.<lbilld::Hlê. Estado - Quais foram as condições oferecidas pelos Bancos aos seus de vedores inndimplentes? - Estado - Que setores Cnlliari - Nós revisa do indústria poderá se mos todas os normas para beneficiar? negociação de dívidas Calliari - O setor - vencidas e não pagas e têxtil, o de couro/calça demos às agências liber dos são dois exemplos, dade para estabelecer um mas toda a indústria es- plano de pagamento ade - tá requerendo moderniza- quado às condições de ca cão para enfrentar a com da devedor. SÓ não vamos petição internncional.Ve facilitar a vida dos pi ja o caso do Mercosul, caretas. que pode desestruturar - uma série de tecnologias brasileiras. Uma delas é da produção de leite. A Argentina produz leite - muito mais barato, com uma tecnologia bem mais moderna. Se nós não prc- ••••••••~•••••ªªªªªªªªªª pararmos as re&iÕes lei teiras do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Pn raná para enfrentar esse tipo de coopctiçào, nos vamos perder espaço. Estado - Onde estão - sendo buscados os recur sos internos? Calliari - Há uma li nho para as pequenas e m~dias empresas, da qual ja emprestamos Cr$ 753 - bilhões. Esses recursos foram conseguidos com a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, o Previ. Trabalharemos com ou tros fundos para conti = nuar financiando as Em - presos com recursos mais baratos que os de merca do, e prazos mais lon- gos. os? Calllnrl - ( di[lcll alongar um prazo que lo Je & de overnlht. f pre cIso Ir aos poucos, alon ando para um ano, do1s, cinco e i'H.iDlm por dí.1n - te. O l'a{s nÕo pode vi - ver nem confinnçn no fu turo. Estado - Qual e a l tuação do Banco em rela çá0 aos seus empréstI mos? A inadimplência nin da está alta? - Calllnri - A inadlm - plência caiu de 307. para 237 dos créditos nos pri melros 35 dias da nossa gestÕo, em funç.ÍÍo da re cuperação de créditos em atraso. A situação, por tanto, melhorou. Estáva mos apresentando prejuí zo no ano e agora já es tamos começando a ter lucro. Uma empresa saudá vcl tem de dar lucros e devemos isso aos funcio nários, que estão traba lhando duro. T4 do • A!rda s!m, aluén e beneftcfou des as negociaçoes? Ca!lar! - Numa ent! dade que tem I2O m!l fur cionãrlos. ccor.rcr. sltun coes inadequadas. 0 1 - portante é que no BB nós não aceitamos esse t!po de posição e temos uma - fiscalização mu!to rlyt da. Se ocorreu alguma coisa nessas circunstn~ cias, o responsável va! parar na cadefa. Fstamos fazendo uma auditor1a pa ra avaliar tudo o que a: conteceu. Certamente al guma coisa pode ter ocor rido. Há alguns anos 6 famoso eRcândalo da mnn dloca foi deocoberto por funcionários do BB e nós temos multo orgulho dis so. Estado - A sua equipe detectou, nessas negocia çÕes leoninas, que diri= gentes do banco usaram a pressão em benef!cio pró prio? - 11 Estamos investigando os indlcios de irregularidadc!l, mos se alguém fez suje-ira, nós não vamos ser omissos" Calliari - Não obrigo toriamente. O Banco esti Estado - Que irregula ridades, daquelas denun ciadas contra a gestão - de Lafaiete Coutinho Tor res, foram comprovadas? Calliari - !li alguns indícios de que ocorre - ram coisas complicadas , segundo os primeiros re latórios ~uc recebi. Mas cu não seria leviano de começar a fazer acusa cões. O que fiz, cm rela cão a essas denúncias - foi abrir amplos espacos para o TCU e as audito - rias internas do Banco , n fim de que tudo seja esclarecido. E não dei prazo para o final dos investipaçÕes, de manei ra que elas não sejam apressadas e injustas.Se alguém fez sujeiras, nós não vamos ser omissos. Estado - Na gestão an terior houve dificuldade para renegociar d!vidas va no centro das aten - çoes, uma vez que aqui ficava o coordenação da defesa do Presidente Fer nando Collor. Por esse m~tivo, muitas negocio - çocs foram feitas em ter mos duros, para não dar margem o que pensassem - que algoém estava sendo favorecido. O que nós (1 zemos foi mostrar ao Tcü e ao Conselho Fiscal do Banco que, para resolver de deter fn dos etores e outros tfvera mult facIl!dades, coro os us! ne!roas. Eles continuarão a er tratados com prlv. 1é±tos? Cal!!ar! - ; es serao tratados de fora técnf c. O probl ma dos usi - re!ros é mais complicado do que o de qualquer ou tro, porque íoi o prJ~el ro ramo Industrial monta do no ílrnsil. De cotlo que nós convivemos com vários sc,;:e.ento!l d,, ln - dástrfa mais antía do Bras!l: alguns que nasce ram com o Pafs e outros que [ornn criados depol~ do Pronlcool. Eotado - O Bonco do Brasil acaba de fechar - um acordo salarial, Quan to está custando manter- 120 mil funcionários? Calliari - Temos de observar a relacão entre custos e benefícios. O Banco foi o oais punido pelo achatamento sala rial promovido pelo anti go governo que resolveu fazer a execração do fun cionário público cm cimã do funcionirio do BB. O resultado é que estáva - mos perdendo os nossos - melhores homens por cau sa dos salários indig nos. Queremos mostrar pa ra a sociedade que solá= rio digno não quebra em presa, mas forma uma Pa is digno. Não podemos nos vangloriar de pagar o menor salário mínimo - do mundo. Para se ter u ma idéia: até o mês pas sado nós vinhamas com tendência de prejuízo e depois de aumentannos os salários passamos a dar lucro. Estado - Como fica o BB no anunciado reordena mento do setor públtco • C'.,1 ! ll,,r l !!Ação, para que ele te nha unidade de atendimer to em determinada pra - a., eu acho isso vili - do. Te os qu Introduz!r a racional!dade no Pals. á rultas cola trraclo nals, tncluslve dentro - do Bano do ErasIl. Te - mos de nos modernizar pd ra nos manter üte!s a so ciedade e não sustenta dos por ela. Não podemos buscnr on lntcrcsaes dou empregados em detrimento dos Interesses da ocfe dade. Estado- O sr. e pes mo um dos conselheiros - do prc1.idcntc Itamar'/ D,! zem inclualvc que o Sr. estaria na agulha para - assumir um cargo no mi - nistério, caso uma refor ma venha a ser feita. Iíi' to confere? Calliari - F.u sou um burocrata colocado aqui pelo presidente. Tenho - muito pouco contato com o Presidente e trabalho harmoniosamente coo o Hi nistro Gustavo Krause que é quem me orienta.Eu não conhecia o presiden te antes de ser convida do para o BB, mas posso dizer que ele me impres siona muito pela serieda de e pela visão social= que ele tem, Ele,sim,é o guru, dos que estão trabalhando no Governo. Finalmente, apareceu um homem que fala no so cial e age no social. 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AV - BRASIL CARACOL - MS -=- § ê ASSOCIACÃO - --- - - NACIONAL ..Jií-11 ' J DE JORNAIS ... y7r77e,r)/)rP=errem.r U I/nu(U f', f, a • Os jornais afiliados à Associação Nacional de Jornais - A 'J comprometem-se a cumprir os seguintes preceitos: -, Mantú sua independência ,. ) ' ~ Sustentar a liberdade de expressão, o funcionamento sem restrições da imprensa e o livre exercício da profissão -3~p:rar e p:blicar a rerdade. dos fatos de interesse público, não admitindo que sobre eles . prevaleçam quaisquer int_eresses I 1 - fDefender os direitos do ser humano, os valores da democracia representath-a e a lh·re iniciativa ,-1 ;_) ~~raro a~ de seus leitores·. as diíere.ntes nrsões dos fatos e às di-ersas tendê.ncias de opinião da sociedade / ()Garantira publicação de . contestações objetivas das pessoas ou organizações acusadas, em suas páginas, de atos ilícitos ou comportamentos conderuíveis o :rJ) Respeitar o direito de cada indivíduo à sua privacidade, salvo quando esse direito constituir obstáculo à informação de interesse público ) . / Düereociar, de ÍOrnlll identificá rei • pelos leitores, material editorial e ma.teria! publicitário [).--..-+ - cometidos em Sll3S edições 1 -'- • 'iJ. l t MIMIMARATONAI DOE BELA VISTA Categorias - Ifanto Juvenil; Adulto; Sentor; Veterano; Feminino, lrscrições Até 29 de Dezembro de 1992, no Paço Municipal e Liga Esp. ielavistense Patrocínio/ Apoio Janco do Ira11 S/A; I0! RC MEC; Prefeitura Munte1pal; Jornal Tribuna da Fronteira; .Jornal Tribuna Popular; Rádio Bela Vista; Rádfo ella Vista ; Po 1fcta MIlitar; Polfcta CIvIl; LEI; Arco {ris/Cordtl; Eletro Som; Lanchonete Barão; Farmiela Droganossa; Mercado Sacolão; Copagaz; Grupo Açougues Serena ; Sr. Hnfnel e [lia, Promoçio: Clube don Corredores de Rua de ela Vta I HlNlKARATONA DE BELA VISTA CIDADR: BELA VISTA - DATA: Jl DE. DEZEMBRO DE 1992 - IIORÃRIO: 17:JO 11S REGUl,AHENTO TITULO -- I DAS FINALIDADES Art, 12 - A "I MINIMARATONA DE BELA VISTA", promovida pelo Clube dos Corre dores de Rua de Bela Vista/MS - tendo como finalidade desenvolver o gosto pe lo esporte, buscar maior participação em atividades, bem como propiciar ava lorizncão dos desportistas e o consequente descoberta de novos talentos no Mu niCÍpio. TITULO - II - DA ORGANIZAÇÃO Art. 2g - A organização ficará a cargo: Dr. José Ribnmar, Jaison Leite Via na, Prof!! Marta Hlarumi Ch!da Barbosa, Prof? Maria Aparecida Bertelli, Prof!! Mareia llarumi, Dario de Souza, Antonio de Castro Vieira, Robney de Souza Cor rea, Sidronho Barbosa, Odilio Paredes e o representante do 102 RC Hec Major Tabalipa. T{TIJLO III - DAS INSCRIÇÕES Art. 32 - "A MINIMARATONA DE BELA VISTA" prova pedestre, será realizada no dia Jl de dezembro de 1992, nas ruas de-Bela Vista com percurso de 12 km (do ze mll metros), para a categoria masculina e 8 km (oito mil metros), para a categoria feminina, conforme croqui em anexo. Art. 4g - As inscrições deverão ser feitas individualmente de acordo com cada faixa etária. Art. 5g - As inscrições poderão ser feitas na Secretaria Municipal de Edu cação sito a Rua Santo Afonso ng 660 (Paço Municipal) telefone 439-1417 Liga Esportiva Belavistense a Rua Antonio João em frente ao Posto Santa Maria. Art. 61 - Todo atleta poderá participar desde que devidamente inscrito de~ tro de sua categoria. Parágrafo Único - Os atletas menores de 18 anos, deverão apresentar autori zacão dos pais ou responsáveis, conforme ficha de inscrição. TITULO IV - DAS CATEGORIAS Art. 7g - As categorias da "I MINIMARATONA DE BELA VISTA" - Corrida pedes tre serão da seguinte forma: MASCULINO Categoria Infanta Juvenil 14 à 18 anos Categoria Adulto 19 à 30 anos Categoria Senior 31 à 45 anos - Categoria Veterano 46 anos acima FEMININO - Categoria Onica 14 anos acima ,. TITULO V - DA COMPET1ÇÃO Art. 82 - A largada da corrida será as 17:30 hs, do dia 31 de dezembro, em frente ao 102 RC Mec, sito a Rua Alcebiades Bobad!lha da Cunha, 909. Art. 9g - Todos os atletas deverão estar no local da largada às 17:00 hs, para confirmar sua participação e receberem as orientações finais para a largada. Art. 10g - Serão classificados somente os atletas que concluírem o per - curso na sua totalidade. Art. 112 ~ O atleta que cometer qualquer ato de indisciplina, perturbar 0 bom andamento da corrida, prejudicar os demais concorrentes, receber auxi - lio de pessoas estranhas, será automaticamente desclassificado da corrida. Are. 122 - Haverá rigorosa íiscalizacâo no percurso da corrida. T{TULO VI - DA PREMI.AÇÃO Art. 13g - A premiação obedecerá a classificação individual com medalhas do Ig lugar ao 59 lugar por categoria. Art. 14g - Na classificação geral os 03 (três) primeiros colocados da ca tegoria masculina e os 03 (três) primeiros da categoria feminina receberão troféus e dinheiro, que será assim distribuido: Ig LUGAR - TROFÉU 29 LUGAR - TROFÉU 32 LUGAR -·TROFtU E CRS 600.000,00 E CR$ 400.000,00 E CR$ 200.000,00 OBS - Será ofertado ao Ig LUGAR da categoria VETERANO troféu e um prê _ m!o de Cr$ 200,000,00 (duzentos mil cruzeiros), independente da classifica cao geral, a título de reconhecimento pela dedicação e amor ao esporte. CROQUI DA MINIMAONA D ZLA VI3 ...... - . PATROCINADORES: Banco do Brasil S/A Supermercado Arco !ris e Dist. de Bebidas Cordil: Família Paredes Eletro Som - Afonso Dilon Nunes Leite Lanchonete da Barão - Pedro Luiz Aguero Martinez Farmacia Droganossa - Jair ena Barreto Mercado Sacolão - José Luiz Lopes Grupo de Açougues Serena - Ari Serena - Amélia Serena _ - Adilio Serena e irmãos Confecçoes Eduardo - ~ilson fhilemon Nabhan • Casa Pioneira - COPAGAZ _ Nelson Luiz Matoso Sr. Rafael Henrique Camargo Ferairo - vel e Elia. Gerente Ap!!_ I 1 4ro1o: I02 Regimento de Cavalaria Mecanizada Prefeitura Municipal de Bela Vista Banco do Brasil/SA Polícia Militar de Bela Vista Polícia Civil de Bela Vista Radio Bela Vista Rãd1o Bella Vista Paraguay Jornal Tribuna da Fronteira Jornal Tribuna Popular Liga Esportiva Belavistense me, t n ta, do Ias r DE da g_ Ô( f nc Pr, e1 rei Pr Pi, Co» se o, re sn4, Se to, ESPORTE É SAÚDE! PIRTICIPE! Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1292_16_12_1992 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1294_25_12_1992 Voltar para a lista de itens