• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1307_09_02_1993

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,,
CIARIO REGIONAL
QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO
BELA VIS'TA/MS 09 DE FEVEREIRO DE 1993 ANO 21 NO 1307 DIRETOR: IVLDO PEREIRA PREÇO DO EXEMPLAR CR$ 6.000,00
INÍCIO OIS IULIS 01 REDE MUNICIPAL
TRANSFERIDO PIRA O 011 PRIMEIRO DE MI Ç
_____ ,
I
Secretário de Educação Paulo Mello
(Da Redação)
O Sec. Municipal de
Educação, Professor­
PauloMcllo - informou
ontem que o inicio -
do ano letivo na Re
de Municipal de EnsI
no, que estava pre
visto para esta se­
gunda-feira, dia 08
foi transferido para
o dia 10 de março de
vido aos serviços de
reparos necessários­
que estão sendo fel
tos em várias esco -
las, como consertos­
de banheiros , parte
hidráulica, pinturas
limpezas de páteos e
recuperação da estru
- tura física de algu­
mas unidades.
Os Problemas serão Solucionados
pelas Comunidades
(Da Redação)
A partir de hoje, este jor
nal, e os demais da Rede vão i­
niciar um trabalho de conscien-
1
tização das comunidades de Bela

Vista, Caracol, Antonio João
Jardim, Guia Lopes da Laguna,
Nioaque, Bonito e Porto Murti
nho no sentido de iniciar-se um
movimento para o fortalecimento
do municipalismo, bandeira de
fendida por esta TRIBUNA desde
os idos de 1972.
Os problemas dessas comuni
dades se assemelham, moradias
energia elétrica, água, sanea -
mnto , escolas, estradas, mais
empregos e mais assistência na
área da Saúde.
Acontece que não temos vis
to resultados, só para citar aI
guns exemplos, no tocante a mo=
radías, CARACOL e PORTO MURTI­
NHO não possuem sequer um con­
junto residencial; nossos hospi
tais estão falidos, e nossas es
Abraão é o.
Prefeito de
Bela Vista
e quer o
Melhor para
Cidade
colas são um atentado ao que já
foi chamado de "País do Futuro"
futuro que nunca chega.
Os prefeitos que assumiram
cm janeiro não são salvadores -
da Pátria, e nem "milagreiros".
Quem falar ao contrário é
demagogo e mente para si e para
o povo.
Fala-se em MUNICIPALIZAÇÃO
da saúde, da educação, mas, a
realidade é que está faltando -
consciência municipalista - não
só das autoridades, mas do povo
que ainda alimenta bairrismos -
tolos e arcaicos.
Temos idéias, entendemos -
que o Brasil (e nossa região) -
só poderá prosperar, com justi­
ça social, através do munici­
palismo.
~ por ai.
Voltaremos ao assunto.
A Rede Munici
pal de Ensino de Be­
la Vista conta hoje,
com 26 escolas, sen­
do 4 urbanas e 22
rurais, incluindo as
unidades dos bairros
Cancha, Agua Doce e
Distrito Nossa Senho
ra de Fátima, até Õ
final da semana pas­
sada a REME já esta­
va com aproximadamen
te 2.000 alunos ma=
triculados, número -
que deverá aumentar­
até o fechamento das
matrículas que ainda
estão sendo feitas.
Paulo Mello a-
credita que o aumen­
to da procura por va
gas na Rede Munic
renda escolar envia­
da pela FAE e que Se
rã distribuída para
todas as escolas
tanto da rede munici
pal como estadual ,
"dessa forma os alu­
nos começarão ao au
las sem nenhum pro
blema, pois terão o
material escolar, me
renda e as melhores=
condições possiveis­
dentro das escolas -
do município, que es
tão recebendo diver­
sos reparos e melho­
rias" destacou o Se­
cretário, lembrando­
ª atenção especial -
que o Prefeito A­
braão Zacarias vem
dedicando à Educação.
SEGIJRAAAC PüEI IR
E UM CIOS
(Da Redação)
A situação da
Segurança Pública em
nossa região é um
caos.
Apesar dos almo
fadinhas, fechados=
nos gabinetes palaci
anos, afirmarem o
contrário, a verdade
é uma só: nada está
se fazendo para me
lhorar a situação de
nossa Policia Mili
tare civil. -
A começar pelos
salários e condições
de vida de nossos po
liciais, ganhando­
pouco, sem incenti
vos e arriscando a
vida no combate à
marginais bem arma
dos, bem alimentados
e "estranhamente"
protegidos.
t mentira para
todos os lados, des­
de os Gabinetes Pala
cianos às Redações -
de alguns jornais pa
pal deve-se em gran­
de parte às constan­
tes ameaças de gre
ves e paralisações
que vêm acontecendo­
na rede estadual de
ensino.
O Secretário in
formou também que a
prefeitura Municipal
já adquiriu farto ma
terial escolar, como
cadernos, lápis e
borrachas, que serão
distribuídos à todos
os alunos da Rede Mu
nicipal, de la a 8@
séries.
Segundo Paulo -
Mello, a Prefeitura­
estará recebendo tam
bém esta semana a me
Página - 02
Prefeito Jraao Zacarias
gos para falar bem
do Governo.
SÓ quem vive, e
viaja pelo interior­
de Mato Grosso do SUl
visitando Delegacias
Postos, conversando­
com policiais, pode
aquilatar a real si­
tuação.
~ UMA VERGONHA
Nossas Policias
(Militar e Civil)pre
cisam de viaturas, e
quipamentos, armas
uniformes (é isto­
mesmo, até unifames),
segurança para a fa­
mília, saúde para os
filhos, salários dig
nos e condizentes e/
as funções.
Como despertar­
no jovem a vocação -
de SERVIR, através de
nossa POLICIA se o exem
plo que vê, a todo
instante, é de misé­
ria, medo do futuro-
e falta de condições
para o trabalho?
Apesar desse
quadro caótico, os
nossos humildes or­
vidores, tanto d Po
lícia Militar como
da Polícia Civil,cc
tinuam trabalhando
nesta luta desigual­
com a bandidagem que
a cada dia se aprimo
ra, com armas moder­
nas e "estranhos pro
tecionismos".
Está na hora de
as comunidades se
mobilizarem em defe­
sa de sua própria se
gurança, e esquecer
um pouco os políti
cos promessistas e
os chefões de gabíne
tes refrigerados.
Eles estão fora
da realidade.
N#ALI'MO ESCOLAR:
UMI TDREFI DIFÍCIL
Página - 07
67: Leilão Apa Corte
As 20:00 horas (Sexta-Feira)
Dia: 12/02/93
Local: Parque de Exposições Rio Apa
Realização: Sindicato Rural de Bela Vista e POrteira Leilões
Rurais
32 CARECORTE
LEILÃO DE GADO DE CORTEI Às 20:00 horas
REALIZAÇÃO: SIND.ICATO RURAL DE CARACOL E PORTEIRA LEILÕES RU
w" Dia O9/02/93
Caracol Espera por Você

Controle da Natalidade,
1
( ,.
q0 ou l
, . ul11,1
f ou ouvir
qaém dizer equin­
ao cruzar -
o, ver pastar uma ma
1her humilde com vá­
rias crianças trás:
"pobre, o que mais
sabe fazer 6 filho",
ou "pobr não tem t •
levisão em casa, por
isso tem tantos fi -
lho", ou ainda "pa­
ra que pôr tanto fi­
lho no mundo, ncrá
quo niio vê que ales
vi:io sofrer?"
Não sabem esses ,
no entanto, que cxa­
L,mcntc por ser po -
bre milhares e milha
rs de famílias bra­
silciras nio possuem
condições de fazer -
controle da natalida
de devido aos altos­
preços dos anticoncee
clonais, senio veja­
mos: hoje, em qual -
quer Farmácia, a pí­
lula mais barata cus
ta quase Cr$ 50 mil
cruzeiros, o que pa­
ra um pobre é inaces
sível porqt1e este di
nhciro ele gasta em
outra.necessidade
como alimentação ,
por exemolo;camisinha
então, nem pensar,no fim -
do mês o salário de um
trabalhador de baixa
renda ficaria todo -
na Farmácia, o jeito
então, o que aconte­
ce na maioria dos ca
sos, é deixar que De
us mande quantos fi-
lho aui er par
c el, .te, por rua
vez, e vira por .o­
dos o lados para
criá-los, mal ou bem,
sofrendo ou não, um
dia eles se tornarão
adultos na maioria
dos caos, darão con
tinuidade a sina dos
pobres, muitos fi
lhon • muitos sofri­
menLon raro crii-los,
mas sempre com mui o
nmor e speronça no
coração.
Fie, aqui, uma su
g stão aos Governan­
tes que se dizem
preocupados com os -
mais humildes, com -
as camadas mais co -
r ntcs de nossa popu
lação, porque não o­
fercccr meios para
que essas famílias -
tenhnm condições de
fazer o controle da
natalidade, como por
ex0mplo, promover a
distribuicio, com o
dev.ido controle, nos
postos de Saúde e
Hospitais, de anti -
concepcionais e pre­
servativos gratuitos
para essa camada ma­
is carente de nossa
população, em todos
os Municípios do Pa­
ís, sem excessio.
Esta seria uma i­
niciativa que tanto
os Governos Munici -
pais, Estaduais e Fe
deral poderiam ado -
tar, basta apenas u­
ma melhor conscien
tização a respeito -
desse grave proble -
ma, principal causa-
() r
leir r
e m'
de rua
que infestam as prin
cipais capitais bra-
ileiras e as qran -
des cidades. Para fi
nalizar, os custos -
de uma iniciativa co
mo o que aqui propo­
mos, s rlo Inflno cm
relação aos que o
nacessível aos Pobres
LEI DE TERMI I O RECONHECIMENTO DE
PITERNID PELOS PBIS SOLTEIROS
(Ubaldiho Rodrigues - Da Redação)
Já está em vigor
em todo País a Lei
que concede direitos
às mães solteiras de
registrarem.seus fi­
lhos em nome do pai,
mesmo que ele seja
casado e tenha outra
família. A Lei 8560,
de 29 de dezembro de
1992 é resultado de
um projeto do Sena -
dor Nelson Carneiro
e apesar de pouco di
vulgada, já está cm
vigor.
Pela Legislação, o
pai citado pela mãe
no ato do registro -
da criança tem 30 di
as para comparecer -
ao Cartório,caso con
'as famí
ilds ,
F te e to
dos em, desde
os p s Municí -
pios até o Governo -
trário o Ministério
Público será aciona­
do para que possa a­
brir uma ação de in­
vestigação paterna.
A mãe solteira pode
chegar em qualquer -
Cartório que faz re­
gistro de crianças e
fornecer o nome e os
dados do pai, depois_
disso o Cartório se
encarregará de noti­
ficar o pai sobre o
Registro de seu fi -
lho, se ele concor -
dar melhor, a crian­
ça será regitrada -
imediatamente, sem
maiores problemas.Ca
so ele não compareçã
ao Cartório em 30 di
' - • t'
q- la já é ado d
co:n 5UCC:""!IO r V
as, ou ainda negar a
paternidade, o Minis
tério Público ficarã
encarregado de tomar
as devidas providén­
cias, devendo abrir
uma ação de investi­
gação paterna, caso
a comprovação se)
positiva, mesmo que
o pai seja casado e
tenha outra família,
ele será obrigado a
reconhecer a paterni
dade e assegurar os
direitos increntes a
qualquer criança, a­
tê mesmo às mães sol
teiras, que tiveram
seus filhos antes da
publicação da Lei ,
possuem esse direito
assegurado.
O objetivo da lei
é garantir à odas -
as crianças o direi­
to da filiação e cor.
sequentemente, recur
sos para alimenta -
ção, saúde e educa -
ção, com essa mudan­
ça na Legislação bra
sileira, o destino=
de milhares de crian
ças que hoje vivem -
no anonimato vai mu­
dar e poderio ter u­
ma vida melhor com o
reconhecimento da pa
ternidade pelos seus
pais.
Os "solteirões"
que se cuidem.
(Fmdado cc 20/02/1972
o
o
2s
:ac
;e,
1em
Publlcnciio da Rede llclavlstensc de Jonuils - Avenida Trl
buna da Fronteira,56 - Fone (067) 439- 141o- d. P. 23
cC- 15.513.203/0001-90 Insc. Est. 28.209.001.1
llcln Vlst,i -- Moto Grosso do Sul
Diretores
Ivaldo Pereira e Maria Estela Velásquez Pereira
:)lrctor Rc.sponsiivcl
1v:,Jdo Pereira
Reportagens
'aldLno Rodrigues e João Carlos 'elisque::
Gerente
Gllson Silva S.mtos
Redação, Adntntstração e Parque Gráfico - Avcnlcb Trtbu­
na da Fronte.ir-a, 56- Sede Própria - Fone (067) 439-1410 -
C. Posta1 23- Bela Vista - Mato Grosso do Sul
Sucurr- ... ,ts:
Antonto João, Porto MurtInho, 'aracaju, Bonito, Jardina e
Car icol (Correspondentes n Campo Grande, Brasfla e princI
pois c:iplt,lls).
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Iábula 'c!culos e Co:::unlcaçÕcs SIC Ltda, RuJ Ccl. Oscar Por
to, 1173 • CIP: 0003-005- Paraíso - São Paulo/57- Fone -
(OU) 570-2142 / 571-8803 • FAX: (011) 571-979~. • Av. Pro
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534 - SCS: Qundrn 01 - Bloco C • Ed, Baracat, 505 - Br.sI-
1a - DF • CEP: 70.309-900- Fone: (0ól) 223-1511- FAX:
225-4733.
No devolvemos originais.
0 Jornal não se responsabiliza pelos Artigos assinados ou
de orlgen dc{inldn.
Fil Lado à AJORI /MS e ABRJOR.
) -
Abraão é Prefeito de Bela Vista e
quer o Melhor para a Cidade
Bela Vista preci­
sa e vai mudar.
Se nio mudar atra
vés do diálogo, do
entendimento, vai mu
dar atravês das "ca­
cetadas".
Estamos perdendo
terreno, precisamos
de mais Empresas no
Município, sejam e -
las micro, pequenas
ou mêdias, precisa -
mos de gente que PRO ~!
duz, que gera empre::- r•
.e.- move o trem da pros-
peridade.
Para que haja condi
çÕes de trabalho, de
investimentos, precisamos
ac.:ibar cana f()lítica de Temos visto algu- precisanào de a
curral, de roca, de mas atitudes imbecis legres figurantes
tribos, ê uma idioti àe alguns aue se di- cheios de vida, oti­
ce ficar com o dedo zem belavistenses mismo, confiança no
no gatilho esperando mas nada fazem pela futuro e que dêem
o Prefeito oassar. o cidade, MORAM AQUI , um basta para. a cri­
Prefeito, NENHUM, po aqui possuem bens , se. Vamos ajudar
0
de Administrar sozi mas nio têm visão do Prefeito, nio impor-
nho, a cidade somos futuro. ta se ele é do PT
nós, o povo, as for- O teatro chamado PMDB,PTB,PFL, estes
ças que produzem. Bela Vista está "pês" que Brasil
Ili
! •• •~• • . ! • no
w y,
i
.gg
Prefeito Abraão Armoa Zacarias
Consu.tc nossos preços para toda linha alcool e gasolina.
MOTOR ~ Tapamentos (12
----
de hoje só atrara -
lham. No teatro cha
mado Bela Vista ha
muitos artistas que
já podem pedir apo­
sentadoria, vamos -
dar vez e hora aos
que pensam GRANDI: ,
aos que querem mesmo
uma Bela Vista me -
lhor. Demos um voto
de confiança ao Pre
feito e sua equipe
vamos deixá- lÔ trêba
lhar, mas não assistir
de camarote, vamos ar
regaçar as mangas,.
dar um chega prá lá
nos radicais de pl.an
tio e fazer desta -
cidaàe orgulho par
os nossos filhos. Kós
podemos ser exem:,los.
Bons ou ruins. Õeoen
de de nós. Vamos
cabar com as teiãs
de aranha das cabe·
ças mumificadas dos
que não querem cami­
nhar orá frente. A
hora é de acreài -
tar e trabalhar.
. Retífica em Geral:
' ENTREGAMOS SEU CARANGO, RAl'lDlN!IO!
* COLOCAÇÃO GRATUITA!
* MOTOR COM GARANTIA!
CAMPO GRANDE - MS
lo
Rua 13 de Maio, 3.709
em Frente a Santa Casa
Fone - 383-2517 e 384-444]

ECOLÓG
pbr2
J
13
e
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eras
JE '
'.O
,o qat servo de base -
ara o Projeto de Lei so-­
e Reforna Aqrária (cfr.,PL,
1 l 1) / J l , li rt,2o) e Reforma -
'rbana tefr. PL, 5788/90
Ar' s, 70 e B8o ) atualmente
debate no Congresso Na
·ional, Cor, ra soa aprova -
ão, a 'TFP empreendea meses
trás vigorosa campanha de
âmbito nacional, obtendo no
prazo de am mô, o expressi
vo otal de 1.13).932 assi­
nataras. A mensagem da enti
dade, dirigida ao Chefe do
Ex«tivo Federal e aos Pre
sident es do Sono do e dn Cârnn
ram pleiteia também a reali
ação de om plibiscito na •
cional para a apreciação
dos rc(cridos projetos. No
dia lo de dezembro Gltimo
uma comissão de s6cios e
cooperadores da TFP entre
q0u no protocolo do Palácio
do Planalto 40 caixas con -
tendo 119.873 folhas de abai
xo-assinato com o aludido -
nmero de assinaturas.
*
C frequente hoje cm dia,
na mídia, o emprego de ex -
pressão função social. En -
tretanto, quão pouco expli­
cativos são habitualmente -
as referências a tal expres
sãc! -
Se alguma empresa de pes
quisa de opinião pblica in
vestigasse qual a porcenta­
gem dos brasileiros (ou do
naturais de qualquer outro
Pais) aptos a dar de imedia
to um conceito definido do
que seja função social, é
altamente provável que os
resultados a qu0 tal pesqui
sa chegasse fossem dccepciÕ
artes para os usuários da
expressão.
Na melhor das hip6teses,
uma minoria não exlremamen­
te pequena de pessoas res -
ponderia corretamente às se
guintes perguntas:
- Se a presente voga da
rxp1essão função social da­
ta de tempos do Papa Leão -
XIII, Ou de algum de Seus -
sucessores;
- Se ela concerne à to -
dos os direitos de homem
Ou apenas ao direito de pro
priedede;
- Se a função social se
destina essencialmente a
servir a casa da distribui
,ão igualitária dos bens
mediante a transferência
para os que possuem menos ,
da maior parte possível das
posses dos que têm mais;
- e a função social a -
i:qiria, consequentemente,
a plena perfeição de se
µrbprio ex releio, no dia -
em qae todos fossem iqaais.
A reposta vaga e titabe
ante que a maior parte das
pessoas dari, a ssas per -
4antas se inspiraria em al­
go que melhor oc quoll[icil
como um ocnLimcnLo de com -
paixão instintiva e notavel
mente genérico, do que pro-=
priamente como um doutrino.
'Tal sentimento tem como
pronuupoGto que toda dor po
de e deve ser xtirpada da
vida do homem.
Desa ilusão ut6pica se
origina, em muitos espiri -
too, uma divagação sobre os
diversos sofrimentos cxperi
montados pelo ser humano ã
prop6nito da propriedade
privada e das desigualdades
s6cio-econ6micas decorrcn -
tes desta.
Nas miragens dessa diva­
gação, aparece - sempre di­
fusamente - a impressão de
que grande número de sofri­
mentos poderia ser remedia­
do desde logo se todos os
bens se dividissem igualmen
te entre os homens. E isto,
tanto à nível de nações, co
mo à nível de indivíduos. -
De fato, imaginam os uto
pistas que mediante essa di
visão igualitária cessari -
am, antes de tudo, as maiu
variadas formas de pobreza
que existem. Tal seria o
fim das carências que afe -
tam o corpo. E igualmente -
das que fazem sofrer as al-
Ou seja, mesmo entre pes
soas que não experimentam=
qualquer necessidade fisi -
ca, a propriedade privada -
ceria causa de um padecimen
to autêntico. Com efeito
toda desigualdade faz so
frer quem tem menos. A tal
ponto que a condição de um
miliardário seria justifica
damente penosa para este
quando posto em confronto -
com a de um multimiardário.
E não vale isto tão-s6 -
para desigualdades econõmi­
cas, mas ainda para os re -
flexos que essas desigualda
des podem produzir, Poje em
dia, nos vários campos da
existência humana. E tudo
isto pode despertar em quem
tem menos Ou é menos, uma -
tristeza ocasionada por sua
inferioridade.
*
Um igualitário famoso do
Século XVIII, o Padre
Funcionalismo Público paga
água e luz mais cara
qaidaana (Do
Corrcsponc'cr.t e) -D ia
tiamente o pobre o­
vo brasileiro vê,com
tristeza, a sua moe­
de desvalorizar-se -
cada vez mais, dimi­
nuindo a cada dia
que passa o seu po -
der aquisitivo. O as
salariaào não canse=
9ue acompanhar os
Preços dos produtos
necessários à sua so
brevivência.
Gastos com o la -
zer, há muito foram
abolidos.
Hoje, o trabalha -
cor em geral·gasta o
estritamente necessã
tio Para ver se con­
segue chegar ao fi -
hal do mês com al -
Suns trocacos. A in­
:lação no mês àe Ja­
Reiro foi a 29,9%,se
Sndo cálculos da s
cretaria de Planeja=
menta, de Ciências e
Tecnolngin,o que dcs
gosta qualquer brasi
leira. Disse o amigÕ
da esquina da Mare -
chal Mallet com a Es
tevão Alves Corrêa ~
que fica cada vez ma
is triste quando as=
siste pela Imprensa
nacicnal a descober­
ta de novas falca
truas nos Órgãos go­
vernamentais, propor
cionadas pelas cor=
jas que corrompem,im
panemente, a nossa=
sociedade. O servi -
dor Pblico, além de
assistir a tudo isso
sem nada poder fazer,
sem ter a quem recor­
rer (?), vê o seu pre
jaizo aumentar quan­
do recebe suas con
tas de água e luz
com abusivos aumen -
tos mensais, alguns
com 200% a mais e
o
TO - IS
c] ro
p. O ...
seja, cada sa r or d
zaria os inferiores. O
acarr aria - ja ie vê- qoe
cada inferior odiasse seu -
superior Não se poderia ex
pr lmi e de modo mais conciso
o principio gerador d. lota
de classes.
f, incontável o nmero de
pessoas que ve do mesmo -
modo as desigualdades ainda
existentes na organização -
social contemportlnca.
Bem entendido, nem todas
as pessoas têm coragem de
expliciter a é soas ultimas
conocquêncins '5Se pon o de
chegada extremo de suas di­
vagações s6cio-scntimenta -
is. Mas para lá tendem, com
celeridade maior Ou menor ,
incontáveis contemporâneos
nossos.
li função social da pro -
pricdade se lhes a[igura c2
mo a obrigação que pesa di­
retamente sobre todo mundo
que tem mais (e pesa in o -
bligo sobre todo mundo
que, a qualquer titulo, é
mais) de colaborar por to
dos os meios na tarefa e e­
·odir gradualmente a saa si
tuação, em beneficio dos que
têm ou são menos. De sorte
que desapareçam todas as de
sigualdades, e com estas a
causa que ainda fará gemer
a humanidade até o dia em
que a ltima desigualdade -
desapareça na Terra.
Ideal todo perfumado de
compaixão, que algum revolu
cionário ut6pico do século­
XVIII exprimiria sem receio
de se contradizer, mediante
o desejo - imprcgnado,segu~
do ele, de justiça - de "ver
o ~ltimo Rei enforcado com
as tripas do ltimo Padre".
Plinio Corrêa de Olivei­
ra é pensador e escritor ca
t6lica, tradicionalista, ex
constituinte federal, profes
sor universitário emérito ,
fundador e presidente da So
ciedade Brasileira de Defe­
sa da Tradição, Familia e
Propriedade - TFP.
Autor,entre Outros,do Li
vro "Revolução e Contra-Re­
volçao",qe inspiro a fan
dação de F?Ps Ou Boreaux-TFP
em 22 Países,nos 5 Continentes.
com o vencimento pa­
ra o início do mês.
Infelizmente, o
servidor vêm receben
do seus salários a
partir do dia 10 e
não mais no quinto
dia Gtil como cons­
ta na Constil.uição
Estadual.
de C
e ±OI.
d oa
lo.
no i
após caaa
Não era
trens, devido a ar
sageiros que asafr
port .
As estações ficavam c
das qae, diariamene, era
brança de ingressos na
gens.
Depois, veio a époc de LITORIA («
cio de vagão, com tração pr6pri~, o<lo
chado e com ar condicionado). Ouun~ ts p
saos que viajaram na sadosa liorina não
se esqueceram daquele transporte mais r
pido, mais seguro e mais limpo da Noroes­
te do Brasil?
Quantas pessoas aproveitaram esse
transporte raro fazer comprar. cm Pedro J.,
an CaballeEº• no Paraguai? Qu!nlOH cxccu-1
tivas iam a Capital pela manhu e retorna­
vam, à tarde, às suas cidades, com &Ou6
problemas resolvidos?
Esse tempo passou! ...
Hoje, com a rapidez dos transportes rg
doviários interestaduais, os trens de pas
sageiros foram ficando para trs, e o que
é pior, foram sendo esquecidos. Viagens -
diárias passaram para duas vozes por sema
na e a direção da NOB já cogitou, por di­
versas vezes, suspender o transportes de
passageiros, medida esta contestada pela
população dos Municípios servidos pela No
roeste do Brasil.
O que a direção da NOB (Bar/SP) ain­
da não percebeu é que m~itos passageiros viaja
ram ou viajam de trem até as fronteireçs
cidades de Corumbá ou Ponta Porã apenas -
para conhecer as belezas do maior santaá­
rio ecol6gico do mundo ou para fazer to -
rismo em Pedro Juan, isto é, estão fazen­
do turismo por conta pr6pria.
No domingo (31/01/93), o progra
ma "FANTÃSTICO" (Globo) mostrou aos teles
pectadores um trem de passageiros que vi­
nha passando pela mesma situação que os -
da NOB, mas que também atravessa por uma
região de rara beleza: a São Paulo/Santos
pela Serra do mar. Assim, transformaram -
esse trem de prejuízos num trem taristico
de muitos lucros.
Cabe agora à d~reção da Noroeste do
Brasil reunir-se com os Secretários Muni­
cipais de Turismo das cidades por onde os
trilhos da NOB passam para estudarem for­
mas de sobrevivência dos trens de passa -
geiros, principalmente, do "TREM DO PANT,
NAL", através do qual, ainda hoje, pode
se apreciar as belezas naturais da re
gião.
A sugestão está dada, o exemplo
ai! ...
está
Dessa forma, ele
é obrigado a pagar -
suas contas de água,
luz e telefone (qan
do tem) muito além=
do preço que vem es­
tipalado no recibo -
da Empresa.
O Servidor Pbli­
co paga, mensalmen -
te, suas contas com
multas de 10&, mais
correção pela TKD
além do acrêscimo
mensal da própria
Empresa.
BB Prepara Linha de
Crédito para Carros
O Presidente do Banco do Bra
sil (BB), Alcir Calliari, afir-=
mau que o Banco vai cortar su~
margem de lucro e arranjar US$
70 milhões (Cr$ 1,1 trilhão) pa
ra financiar a venda de 10 mil
carros. Os recursos terão de
sair dos dep6sitos e de sobras
de aplicações. A perda na mn1ar -
gem de lucr0, disse, virá com a
menor taxa de juros reais (aci­
ma da inflação, descontada a
TR) •de l 'l, para pagamento em se­
is meses e de 2'l. para pagamento
em até 24 meses. O Banco está -
disposto a financiar até 90%
do valor dos carros.
Segundo Calliari, .criando es
sa carteira o Banco participa -
do plano do Governo para manter
o nível de emprego no setor au­
tomobilístico e facilitar novas
contratações. Para o Presidente
do Banco õc Brasil, os recursos
sc±o suficientes para atender
a demanda reprimida poraue
"os pagamentos de parcelas ge
rarão novos: recursos para a
carteira, que será mantida a­
p6s o financiamento inicial -
. desses 10 mil carros".
RURAL - O Banco do Brasil
tem US$ B bilhões (CrS 132,6-
trilhÕes) aplicados no setor
agrícola, incluindo US$ 2,5
bilhões (Cr$ 41,4 trilhões) -
de investimento previstos pa­
ra este ano. Calliari disse -
que estão sendo concluídos es
tudos para liberar o crédito­
rural evitando inadimplência
e desconhecimento de· regras
pelos tomadores. "Os nlanos e
choques econômicos dos lt; -
m•.•s dez anos criaram uma si -
tcacão anacrônica: os agricul
tores não sabem direito auan­
to devem, o que prejudica o
sistema todo",

z
A
o
ÇIO
i.<'OM/ M'.,
cr tiria d Fazenda -
ta primoratdo o t ),tr t
ri l 1 ,· il I 7a,a0 para diminuir-
1 o .i , J ,; , 1<1 J 1 , e , 1 .
poro i o, [tosa a contar
com 111n 1.od, rn,, !.t' 'ma de in­
formá ica qu permite o qer n­
ciamnto con»loto do trabalho-
i 1 c,tl "'" todd''i (1' u1. cl 1
tas Outra modida adot ada a
partir desse ano e " c·r n r,, J 1-
•,1ç,10 do corn rndo llil !•r<>pr • t1 Sr
crotaria da Fazenda.
"Nenhum trabalho fiscal -
será iniciado nem concluído sem
o nosso visto", explica o se­
cretirio adjunto da Faz uda,An
onio de Barros. Para qarantir
o rrcrblmrnto doe rlbulos, o
Es ,ido vai coloc:ilr nas ruas 100
novos (incain qur, somaclos aos
150 iii cxintcntcs, formam o
"quadro ideal", segundo An o
nio do Barros.
Al6rn do reforço num~rico,
i Srcrc- 1:iriu vai investir tam­
b6m nn aualidade dos fiscais ,
com melhor aproveitamento dos­
experiências de cada um deles,
Pm dPtcrminodo setor da econo­
mia.
Com todos esses reforços,
li1 pt utnas e,
ntao não ofr
ia ,1o inten a, Lassarao
1 r, cbr vii as requleres d s
gentes da Secretaria.
"Nao vamos deixar pass r-
1 rrcqularidades", afirma o •·p­
Ct< t .ir io ,,d Junto. S"':lundo ,...l<',
cerca do 90 por cento das em­
pr,•:;,1 • hoje v isi adas pela Se­
cretaria de Fazenda es ão ·m
situação de irregularidade fi S
cal ou com contribuições ilbili
xo da mé-dia. -
Ma, a partir de agora s
sa situação vai mudar. "Vamos­
Jnibir a soncgnção e cnda um
vai pagar o que deve".
1NCEN'l'IVO JOS BONS PAG/OO
Os empresários que roce
bem algum tipo de incentivo,po
derão perdê-lo sempre que a Se
crctarin de Fazenda descobrir=
algum problema.
~ocaso do Pró-Indústria
criado para incentivar setores
do economia, e que atinge, ho­
je, a cerco de 100 empresas.
"Os benefícios fiscais jã
---------------------------===================================
n_ OI!
r, , r I ir re
qular".
J í r, <lC' g,rlo dr• cor_
tr <> dcri v>d' COll ('g•1ir-
alqum,s v ntagens, sepr que
<'St iv<>r COM ar conta!! t;;n dia -
com a Secretaria da fazenda.
1)01 ~ d<•crrtos do Govern dor PP
drossian qaran.em a redução da
, li quota in orn,7 de 17 por1.1 7
~0 a3 empresas gozar •m de regi
me especial - o q• e significa­
que o [J<'CUõlri sL ' OoÇOll)UCiro­
ou o dono do abi!Lcdouro deve ,
pura ob cr essa redução, ser
primeiro um Pbom contribuinte~
C/f.END~RIO PISC/L
40 GRAUS
DRINKS BAR
J 1 1 !e
ao leto narvlo
latonte, por
e tfrhos, sal a
d r cl.-Jlt 1 .,-
per Ivo.
V .. 1 t.1 cooft.rlr
Bou1to - ~
Mercado e
de Carne
DE: Antonio Casanova
l)()JG crtta.t>clf"c.h11enLo!'i !unto ta do outro pa
ra melhor atender a rande clientela.
Secos e MC>Jh:idos ena peral pelo pn""'ÇO all.s
cam3roda d:.t ctdade
11

Ao lado c.stá a "Dum de C.Jnlf" Sodt.1''. Car­
nes de Suíno, Bovinos, Frangos, Patos, Lfu! -
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J'ILDE ROSA DOS SANTOS, O±tela1a rlo (;.1rtÕrlo do Ro~lstro Civil d<•stn
cidade de Nela 'V!sta - MS,, FA? SARER, que apresentaram os documentos exigidos pelo artt
Ro 1O do Codto CIvII, Incisos I,II,II e IV e pretendem se casar: -
IIMtCO M'TOXIO DA CUNHA e JANE CARVALIIO llARR~:rc>. a-,bus br.,sll<'lros, solteiros, rosl­
dentes testa c!tl.Hh.•, ele, eletreeista, f!!ho de Rutens S!Ivelra da Cunti,, t' Errln[.1 Lc.•ftc­
da Cunha, ela estudante, fI1ha de Javro Menas Barreto e M!ar!a Carvalho Senturlon Barreto.
fü•l,1 llst.i - 'IS, 04 dt• fcvcn .. •tro d(• Pl9J,
O recolhimento dos tribu
os rclntivoe aos fatos ocorri
don cm janeiro de 1993 deverá=
ser feito ot6 o dia 05 de fcvc
reiro, para os setores de co­
mércio e indústria, adverte o
Secretário Adjunto An onio de
Barros. Terminado o prazo, A­
gentes Tributãrios Estaduais -
(ATE) "irio para a rua", expli
ca o secretãrio, para desccbrir
os faltosos. Os inadimplentes­
poderio perder o registro.
Farmácia e Perfumaria Drogacruz
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Fevereiro
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Assinando o jornal até o dia 20 voce pagara- por uma
assinatura de 01 ano o
de 6 meses_É isto mesmo, desta vez
O
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aniversariante é quem dá o presente_
Aproveite, faça a sua assinatura diretamente na
Sede da Tribuna da Fronteira, ou pe
lo fone 439-1410 - com d •
um e nossos corretores, ou nas sucursais_
Você pagará apenas Cr$ 500.000
É só até o dia 20 de
OBS: Voce receberá em sua casa ou local de trabalho, ale-m da
Tribuna de Fronteira, os Jornais Correi·
0 Jardinense e Tribu
na Murtinhense (Semanãrios) _
NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE - E
natura antes do dia 20.
Dia 20 de fevereiro o Jornal Tribuna da Fronteira
comemora 21 anos de circulação em. Bela Vista e re
giio.
É o primeiro Diário da Região_
Um dos mais tradicionais e combativos jornais
do interior_
Feito por gente que acredita na verdade dos
fatos e quer manter o povo sempre bem informado-
mais,
pode paqar com cheque pré datado, em nome do jornal,
até
O dia 28, mas faça a assi-
VN-JOS LÃ, J FESTA t SUA
t Sô ESTE MES!

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Prefeitura -Municipiil de Antonio João
Balanço Patrimonial
S/A
Imóvel
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rédito (Divida tiva)
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Passfvo Real Descoberto
Ativo Compensado
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Valores de Terceiros
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1.431.6)6.365,91
5.272.675,70
Pa lo Pera te
D/1da Fandad Ir ter,
! "' d J lo
Por Co.trato
D{da Fundada Externa
Hn t{tulos
Por Cont r,i to
D versos
Faldo do PaKslvo Real
S do Patrimonial
MAtIvo Real Liquido
Pnsoivo Compensndo
Contra p/VI, Poder terceiros
Contra p/Vl. Terceiros
Contra p/VT. Nom. [mlt.
Dlv,•r º"
1s7.229.470,2j
1.431.6 6. 6 5, li
llvnldcte Colncte - Profclto
l .43l .63fi. J65,9l lOTAL Gl:RAI.
Antonlo RIbelro Guimares - Diretor de Fazenda
1.4J1.616.35,91
Lucy Ramires Cu!mares - Contadora
Demonstração das Variações Patrimoniais
ViRlAÇOES /TIVAS CrS CrS ViRIAÇOES PASSIVAS Cr$
Rcsult, Exec. Orçnmentária
Receitas Orçamentárins
Rccelt,1:; Correntes
Rece 1 tas Tributá rias
Rcccltns Pntrlmoninl
Receitas Industrial
Trnnsf. Correntes
Outras Rec. Correntes
Receitns de Capltrl
Mutações Pntrimon.iais
Aquis. de Bens Móveis
Aquis. de Bens Imóveis
Aquis. de li. Na t. lnd.
Aquls. de Tit. Valores
Empre"stlmo Cone. Resgate
Diversos
Result. Exéc. Orçamentária
Despesas Orçamentárias
Despesas Correntes
Despesas de Custeio
Trasnf. Correntes
Despesas de Capital
Investimentos
Inversões Financeiras
Transferencias de Capital
~utaçÕes Patrlmoniais
Cobr. da Divida Ativa
Allen. de Bens Móveis
Alien. de Bens Imóveis
~lien. de Bens Nat. Ind.
Alien. de Titules e Val.
Emprestimo Tomado
Pec. Crédito
Diversos
lndcp. Exec. Orçamentárin lndep. Exec. Orçamentária
Inscrição Divida Ativa 12.552.252,00 Canc. Divida Ativa
Inser. Outros Créditos Encap. da Div. Passiva
Canc. da Divida Passiva 6.319.860,17 Doações Patrimoniais
Diversos - Baixa Realizavel 18.872.112,1 Diversos Bens Imóveis
Resultodo Patrimonial Resultado Patrimonial
Déficit Verificado fuperavit Verificado 164.190.945,71
4.465.138.465,42
4 .322.108, 73
4.616.)61.130,3,
42.865.194, 18
1.))).771.637,57
23.668.741,98
1.400.305.573, 7
3.579.047.686,96
229.855.456,24
544.636.831,75
832.000.000,00
21.654.41),74 5.207.194.388,69
3.778.512,80
660.374.969,02
3.778.512,80
660.374.969,02
TOTAL GEEdl ' 1 6.035.538.816.22Total GfBd!' J .025.220.%lo.z
Ovaldete Coincte - Prefeito Antonio Ribeiro Cuirães - Diretor de Fazenda
Balanço Financeiro
Lucy Ramires Guimarães - Contadora
RECEITAS DESPESAS
TITULOS CrS Cr$ TlTULOS CrS CrS
•Orçamentária
Receitas Correntes
Receitas Tributárias
Receitas Patrimoniais
Receitas Industriais
Transferencias Correntes
Outras Receitas Correntes
Receitas de Capital
Operações de Créditos
Alienações de Bens Móveis/ Imóv.
Transferencias de Capital
Extra Orçamentário
Restos a Pagar
Transf. a Câmara - Contra - Pare.
I.N.P.S - Receblmento
A.P.A.J - Recebimento
A.S.M.A - Recebimento
Secret. Educ. Recebimento
Despesas Classificadas
Restos a Pagar - Càcara
Outras Receitas - Câmara
Saldo do Exercício Anterior
Cata
Banco e/Movimento
Banco e/Vinculada
t;ãmara Municipal
Banco Bamerindus S/A
TOTAL GERAL
146.900.556,17
4.465.1)8.465,42
4.322.108,73
Orçamentária
Despesas Correntes
Despesas de Custeio
Transferencias Correntes
Despesas de Capital
Investimentos
Inversões Financeiras
Transferencias de Capital
Fxtra Orçamentário
Festos a Pagar - Pagamento 9.295.480,26
Transf. a Câmara - Pagamento 318.89).803,28
Salário Familia - Pagamento 32.519.530,00
Despesas a Class. Pagamento )3.432.41),68
A.P.i.J - Pagamento 1.866.101,00
I.N.P.S - Pagamento 14.104.883,00
éecretaria Educ. Pagamento 28.173.487,17
Auxílio Katalidade - Pag. 140.613,00
,.s.M.A.J - Pagamento 282.891,00
Restos a Pagar- Pag. Câmara 9. 626. 503, 54 448. 335 - 685 ,91
Demonstrativo do Saldo
Caixa 49.409,19
Fanco e/Vinculada 4.323.995,89
11.381.284,81 Fanco e/Movimento 816.819,80
8.867.100,99 Câmara Municipal
24.058.586,14 Eanco Bamerindus S/A 82.450,82 5 272 675 7
4.366, 14 44.311.338,08 • -- • • 1
56@.s@2.75a,a5l tonar cEgg I ta_gago.soa.7so,aa
4.616.361.130,)2
34).923.319,79
)18.89).803,28
63."766.861,00
2.337.0)4,00
502.282,00
28.173.487, 17
33.432.413,68
208.896.081,00
205.000,00 1.000.130.281,92
).579.047.686,96
229.855.456,24
544.636.831,75
832.000.000,00
21.654.413,74,5.207.194.388,69
Ovaldete Coinete - Prefeito Antonio Ribeiro Guimarães - Diretor da Fazenda
Balanço Orcamentário
Lucy Ramires Guiares - Contadora
R E C E l T .
T11'LOS' ?REVISÕES CrS EX'EOJCÃO CrS Dl FEREKCA ers TfnJLOS
% REC. COR.
Re. Trlb. 107. 797.000,00 1"6.900.556,17 •39.103.556,17
Rec. Patr. l.t.92.000,00 1.492.000,00
Rec. !nd. 74.600,00 7.600,00
Truns. Cor. 3 .129.470.000 ·ºº 4.465.138.465,42 ·1.335.668.465,42
i
Out. Ree. Cor. 17 .531.000,00 4.322.108,73 13.208.891,27
R,e. Ca. 1.93.862.400,00 1.293.862.400,00
5O'A +.550.227.000,00 4.bH,.361.130 32 o6. U4. 130.32
OÊFICJT 590.833.258 37 108.898.1.80,99
O7A. 4.550.227.000 00 5. 207.194.388,69 175.032.61.l .Jl
DESPESA
F1XACÃO CrS • EXECUÇÃO CrS
5.3 2.227.000,00
DIFERENÇA crS
175.0J!.6U,31

F TOS
(PachoaI MItfdlérI- Da Edtorfa Lo l)
Noite das Estrelas
Dia 12 de Fevereiro, com início às 22±00 horas,eontecerá o
maior evento social d todos os tempos que agitará toda a Região
que é a NOITE DAS ESTRELAS E OS JES'TAQUES DA REGIÃO SUDOESTE.
vária personalidade de Bela Vista, Caracol, Porto Martinho
Jardim, Antonio João, Ponta Porá, Maracaju, Bonito e Campo Gran
de serão agraciados com o Certificado dos Melhores de 92. _
A iniciativa é da Duendes Art's Publicidades e a produçao -
do evento levará a assinatura deste Colunista.
APOIO JORNAL1STICO
Do Oiãrio R gional Tribuna da Fronteira, Tribuna Murtinhenac
e Correio Jardinense (Leia-se IVALDO PEREIRA) •
APOIO CULTURAL
* l're[eitura Municipal de Bela Vista (Abraão Zacariaa)
* Prof itura Municipal de Caracol (Juvino Godoy)
Liga Esportiva Belavistense (Glaucy Flôres)
AS FAIXAS DE PUBLICIDlDE
Foram gentilmente oferecidas pelo amigo zé da Cordil e a ami­
ga Nímia (Confecções Nimia).
OS CERTIFICADOS
Que serão entregues no dia é uma Cortesia do Vereador Manco -
Rondon.
Marco sempre prestigiou eventos sociais de nossa cidade cola
borando com o desenvolvimento da Arte e da Cultura de nosso povo.
OS TICKS DE MESA
Foi um patrocínio do amigo Capacho Gerente da BRAIIMA CHOPP em
nossa cidade.
HOTEL POUSADl DA FRONTEIRA
Do meu amigo Ricardo de Souza Rosa (Gão) estará hospedando as
modelos Consagração da Região e os lgracidados da Imprensa.
Também no terraço de festa do Hotel estará à disposição da
Duende Art' s pi:ra a recepção festiva aos convidados.
A COBERTURA FOTOGRAFCA
A cargo do competente Altair Marques (melhor Fotógrafo de Be­
la vista).
AS MODELOS CONSAGRAÇÃO
De Outras localidades que serão agraciadas no dia, desfilar~o
com seus respectivos trajes típicos.
AS MODELOS PRATA DA CASA
Mostrarão os lindos modelitos da Moda Verão/93 (Eixo Rio/São
Paulo) de Confecções Nímia e Marruá Jeans.
RELAÇÃO DOAS AGRACIADOS (BELA VISTA)
- Melhor Advogado (Trabalhista) - Dr. Roner Lobet da Rosa
- Melhor Advogado (Criminal) Dr. Kleber Loureiro
- Melhor Advogado (Cíveis)- Dr. Jose de egreiros Szabo
- Melhor Farmácia - Droga Nossa (Dr. Jair)
- Melhor Posto de Gasolina - Posto Nacional (Horténcio Escobar)
- Melhor Casa de Calçados - Azuaga Calçados
- Melhor Loja - Ponto Certo
- Político Consagração (Coligação PS!/PTB/PFL) - Vereador Marco
Rondon
- Melhor Eletrônica - Eletrónica Vídeo Som
- Melhor Serviço Bancário - Caixa Econômica Federal
- Melhor Panificadora - Kcarolina
- Melhor Casa de Produtos Veterinários - Casa Criação
- Melhor Dentista - Dr. Elias Fazi Sassine
- Melhor Laçador Mirim - Victor Rojas Filho
- Melhor Madereira - Serrasal - Indstria e Comércio
- Melhor Contabilista - Jairo Vasconcelos
- Melhor Casa de Carne - Açougue Serve Bem
AGRACIADO DE CARACOL
Regulamenta d Cancursa d
e Fantasias do Grêmio Pedr
Carnaval 1993
DA ORGANIZAÇÃO
A proos
Rufino, sob
e; é do
coordet
I - Deverão entregar di
tes do Bloco, sendo que não serao ceit
a entrega da r.lação. Caso isto ocorre
dez pontos na soma geral dos votos.
2 - De cada cinco integrantes de Bloco que n o for
rã cobrada uma mesa.
3 - Os Blocos serão avaliados quanto a oraani çiio, disciplln
vestuário e animação.
4 - Serão premiados o lo lugar e o 29 lugar cor troféu
0BS: Cada Bloco inscrito, obrigatoriamente terá que apresen­
tar uma candidata à Rainha do Carnaval/93.
DA ESCOL!!/ DAS RAINl!AS
1 - A escolha da Rainha do Carnaval 93 acontecerá na l noite
na sexta-feira dia 19 de Fevereiro.
2- Os Jurados escolherão a candidata mais descontraída, simpá-[
tica e bonita (beleza plástica).
3 - Na la tarde do matine será escolhida a Rainha do Carnaval -
Infantil pelo Corpo de Jurados, as candidatas deverão fazer sua
inscrição na Secretaria do Clube.
DO CORPO DO JURADO
1 - A 1a Noite o Corpo de Jurados escolherá a Rainha do Carna -
val 93, serão cinco jurados com fichas individuais.
2 - Para o Concurso de Blocos e Fantasias cada dia a Coordena -
çaõ do Concurso escolherá cinco Jurados diferentes por tardes e
noites.
DA PREMIAÇÃO
Serão premia dos nas seguintes categorias:
CATEGORIA ADULTO FEMININO
1 - Meinor Fantasia Luxo;
2 - Fantasia Mais Original;
3 - Melhor Foliã.
CATEGORIA ADULTO MASCULINO
l - Fantasia Mais Original;
2 - Melhor Folião.
Juvino Godoy (Prefeito Municipal de Caracol) que estará abri­
lhantãr.,'o a NOITE DAS ESTRELAS como o melhor Político de Caracol.
CATEGORIA ESPECIAL
1 - Melhor Casal Folião.
CATEGORIA INFANTIL FEMININO
(8 ã 13 anos): 1 - Melhor Fantasia Luxo
2 - Fantasia Mais Original
CATEGORIA MIRIM FEMININO
(Abaixo de 8 anos): 1 Melhor Fantasia Luxo
2 - Fantasia Mais Original
CATEGORIA INFANTIL MASCULINO
(8 à 13 anos) - l - Melhor Fantasia Luxo
2 - Fantasia Mais Original
CATEGORIA MIRIM MASCULINO
(Abaixo de 8 anos) - l - Melhor Fantasia Luxo
2 - Fantasia Mais Original
CATEGORIA ESPECIAL
1 - Melhor Bloco Mirim (composto por trés ou mais integrantes);
2 - Melhor Bloco Infantil (composto por tre's ou mais integran -
tes,
OBSERVAÇÃO FINAL:
A DiretoriadoGSSPR avisa que durante o Carnaval não será to­
lerado qualquer ato de indisciplina, vandalismo (brigas, uso de
ntorpecentes, etc ... ), por qualquer folião, os quais serão pe­
nalizados conforme o· Estatuto da Entidade.
NÃO SÓCIOS
Suspensão por tempo indeterminado até reunião da Diretoria a
pós o Carnaval. -
SÔCIO
Suspensão de 30, 60 ou 90 dias ou exclusão do quadro social,
conforme a gravidade do ato praticado.
A DIRETORIA
Tribuna da Fronteira
Faça Hoje Mesmo
Sua Assinatu a
Cr$ 500.000
7

-fferr- Velhne ftut Pe
1 Mais um Sem Gril
,, <lo •
o a] o f s
d 111 1 or, ,. l por-
ru tq cem resulta -
nl O . io 1 , 1 o
f o r n e c e m aço a o d o a l u n o .
-e porem que, multas vezes, ao
ul elaborados, mal estruturador e em validade cI
r .. r [f1cu, portanto, de pouca conflabllfdade.
Professore, alunon e pafn se martirizam por -
ua das louvadas ou execradas notas, A nota, para
fto alunos, é o fantana causador de pesadelos e
desesperos, de choros e ranger de dente, Para ou
tros, é motivo de alegria e aplauso, O absoluto po­
ler de aumentar ou bafar as nota se consttuf nu-
"ara pedagógica" para certo professores, por
desconhecerem outras alternativas para Incentivar o
luno a estudar ,
Os educadores mio abedores de que a avaliação
da aprendizagem escolar no Brasil, hoje, está a ser
v t ç o d e u m a pedagogia dominante que p o r sua v e z , e4
ui a i;,•rvJço de um modelo ;mcinl dominonte. o nos­
so entender as pedagoylas podem ser resumidas em
dols Rrupoa: n~llí.'lns quc, de um lodo, tem por objc­
t!vo a donestlcaçao dos educandos e, de outro, aque
las que pretendem a humanfzaçao dos educandos. O pri
elro grupo de pedagogia está preocupado com a re­
produçÜo e conservnçÕo de socJcdndc e o segundo vo!
tudo puro perspectlvns c possibilidade de traosfor­
ação soci al.
No entender de Luckese, u avaliaçio ~ um Julga
ocnto de valor sobre munifestaç;es relevantes di
realidade, tendo em vista uma tomado de decisio. E
no contexto destes tr~s elementos (juízo de valor ,
caracteres relevantes du realidade e tomada da deci
sio) que comp;em a compreensio constitutiva da ava
linçào que, nu pritica escolar, pode se dar e nor
malmente sedio nrbitririo da autoridade pedag~gi-:
ca. Porém, a nosso ver, o componente da avaliaçio -
que coloca mais poder no mão do professor é o ter­
ceiro: a tomada de d<'cisào.
Anulisemos bem: apostamos no tn~ucesso do alu­
no, é também, ao mesmo tempo, apresentar o nosso "a
testudo de incnpncidnde" de ensinar. Nossa toada -
de decisio, não poderi ser tio somente 3provar ou
reprovar, mas também reorientar, porn que o aluno -
atinjo o mínimo do ideal estabelecido no planejamen
to do ensino.
A gama conservodorn do sociedade permite que­
se fnçn da avollaçio um instrumento nos mãos do pro
fessor outoritirlo pnro hostilizar os alunos, exi­
gindo-lhes cordutas as mais variadas, até mesmo as
plenamente irrelevnntes. Sendo a "autoridade", assu
me o postura de poder e exigir o conduto que qu!­
ser, quaisquer que sejam. Então, aparecem os "arma­
dilhas" nos testes; surgem as questões para "pegar­
es despreporados", nascem os testes para "derrubar­
todos os indisciplinados".
Poderíamos citar nqui como exemplo o aluno de
uma escola de pilotagem de avião que pode ser apre-
v do 10111 ,.
11 IIIIC •ler ll
deu u! t o
ls; somando-se dofs re
d fJ 'l t.: p ,n to, c u 4 d{ 1
l . Elltu note,: ,ullct,n,
.._. ,t í Rc-1~ 1 du8 e..: tnco
nós (eu, você e muftos
pl loto'!
Entao, o prfmelro passo que no parece Do: Mor ando Lir a
mental para redirecionar os canhos da prática dt o is copleto ferro
avaliação é a assunção de um posfcfonar inta peda,ó" peças da reqião,peças nova!
co claro e explícito, de modo a orientar diuturn_ Parabrisas novos e u do
mente a prática pedagógica, no planejamento, na ere das as marcas de veiculo •
cuç,io ,, na av11linção. Ru.i Luiz d,1 Costa Leite N 1.500
Decorrente deste, um tegundo ponto fundamental Peça inform.ções pelo lon
n ser levado em consideraçao como proposta de açao-
é n conv<:rsào dos •ducadorrn por,1 novos rumos da ( 067) 255--1460- Bonito - Me
p r ,í t I e a e d II c a cJ o nal . Co 11 v e r s ii o , ,1 q u l , e s t ã c i tn d 11 - ~-:-:-:-::::::::.:.:::::.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.:.~
no sentido d conoci ntlzaçiio e d~ prciclcn desta
conscicnt1znçâo. NÕo hasta saber que "deve ser as
sim", é preciso fazer com que OA colhHS "scjnm at­
sJm". 11,Í mu I to tempo que se vem demonstrondo que,
so com boas Intenções náo se modifica o mundo.
O ~timo nspecto que gostaríamos de considera~
e este i mnls t~cnlco, refer -se ao resgate da ava­
ltaç~o em uma cssincJo constitutiva. Ou seja, tor
na-se nccessnrlo que a avallaçio cducncionol, no
contexto de uma pedagogia preocupodn com a transfo!_
macio, efetivamente seja unr julgamento de valor so­
bre manifestaç;cs relevantes da realidade para uma
tomada de decisão .. Os dados relevantes não poderio­
ser tomados ao léo, ao bel prazer do professor, mos
eles terio ~ue ser revelantes de fato para aquilo -
que se propoc. Então, a avaliação estará preocupada
com o objetivo maior que se tem, que é a transfor­
mação soei a 1.
* 22 Ten. PM ALIRIO VJLLASA!'Ht ROMERO - O Ten.
Villasanti cursou o Curso de Formaçio de Oficiais -
(CFO), com duraçio de 04 anos, na Academia de Poli- Rua 29 de maio no 927.
eia Militar (APM) do RS e possui um curso de pós- Fone (067) 255-1333
graduaçio na nrea de ensino ministrado pela APM d,, Donito - MS
Ceará. ~=========================~
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É A BASE DA FELICIDADE
DE NOSSOS FILIIC'S!
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IA
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('()M IJJ1/
Animada fes inha, na roidencia da Bi
avó Bernarda, foi festejado no dia 6 pp.,
mais um ano de vida do inteligente Guilher
me,
E convidados fantasiados, s a decora­
ção também com motivos carnavalescos,
'l'Il MlRY
Fez o delicioso molho de cachorro -
quc-nlC'. Mornõc Vonia, tia Flávia e a bisa
Der narda prepararam os docinhos, bolos e de­
coro cão.
GUILHERME
Estav a"mil por hora" com tantos a­
miguinhos que foram cantar os "parabns à
voce". M l l labaredas de felicidades ao garo
tão!
NO DIA 06 PP
Aniversariou a Sra. Patrícia Ocariz -
de Souza Rosa. Um gostoso jantar e suculen
to churrasco em sua residência foram servi
dos aos inúmeros amigos que marcaram pro­
sença para cumprimentá-la.
1 DR. RENATO E PlTRICII
ber.
Nossos parabéns pela arte de bem rece
À Patrícia mil felicidades!
EM DESTAQUE
OS 05 1NINIIOS
De Denilson Leite Guimarães Aliendres
foi festejado no dia 07 pp, com delicioso­
jantar cm sua residência.
OS ORGULHOSOS
Papais Aliendres e Eni, receberam com
alegria os inúmeros convidados.
Cláudia Loureiro Ocariz, bachar~l ;i:;ui Cláudia e o noivo Marcos
cm Direito no dia de sua formatura. comemoração de sua formatura.
DENILSON
Super feliz, apagou velinhas sob os
aplausos dos presentes. Mil labaredas de
felicidades!
O INSTITUTO CULTURAL ITAO
Dando continuidade ao programa de di­
vulgação da Cultura brasileira, traz para­
a Itaugaleria Campo Grande a mostra Belmon
te e Seu Tempo.
10 de fevereiro de 1993 à 21 hs
Apresentação do filme Belmonte, de Ivo-
Branco
Exposição fotográfica de caricaturas
Aberta ao público até 5 de março
O ATO INAUGURAL
Do Colégio Particular de 20 Grau Cen­
tro Educacional da Fronteira (CEFRON) foi
no dia 08 pp. às 19:00 horas no Clube Paro
quial. A Diretora Floriana Lozano e as pro
fessoras Jurema Viana e Loza­
no receberam as autoridades, convidados -
com satisfação e cortesia, tenham certeza
que todos estamos torcendo p/quc esse co
légio tenha uma longa vida na comunidade­
bc-lavistcnse. Sucess0s prá voces!
UI SECRETÁRIO
EREE ELOGIO
Como e de meu fei­
tio, reconheço quando­
um funcionário merece­
críticas ou quando me
rece elogios.
F. sempre faço is­
to públicamente.
Hoje, em meu nome
em nome do povo bela
vistense, quero agrad;
cer e parabenizar pi­
blicamente o Senhor
NÉLIO OIÕRIO, Secretá­
rio de Obras da Prefei
tura Municipal de Bel
Vista, pela ação per:
nente em prol da comu­
nidade e pela atenção­
que dispensa aos muni­
cipes, sem hora ou
dia para atender as
reivindicações ate
Scc. de Obras de Bela
Vista Nélio DiÕrio
aos domingos.
Manuel Rodrigues
de Miranda.
Cores que Curam
Lançar mio das vibrações coloridas para man­
ter a saúde em dia é uma ciência nilcnar, surgiu -
no Egito Antigo que mais e mais médicos vêm resga­
tando. Para voce ter una idéia, uma pesqul~a recen
te revelou que 957 dos profissionais consultados a
creditam no poder das cores para ajudar na recupe­
raçio dos pacientes.
Na França, a cromoterapia é oficialmente reco
nhecida. Para beneficiar-se dela sem a ajuda de um
especialista, voce pode mentalizar as cores de a­
cordo com a tabela abaixo:
* Verde - é anti-inflamatório. Previne e ajuda na
cura de gripes, ansiedade, má digestio.
* Azul - Analgésico e sedativo. Evita e atua no
combate de dores de cabeça, ansiedade, dor de den­
te e outras dores, mesmo que voce nao conheça a
causa.
* AMARELO - Estimulante. Funciona bem contra o can
saço, dores musculares, gastrite.
* Violeta - Analgésico e bactericida. Alivia corr!
mentas.
* !odigo - Também é analgésico e cauterizante. Re­
comendado contra dores de garganta, além de corri­
mentos.
Quando voce estiver com o astral baixo colo­
que uma cor alegre, talvez uma roupa estampada.
Quando sua circulação não estiver das telho­
res, co dor nas pernas, etc, ou sua pressao esti­
ver baixa, vista-se de vermelho.
(O Progresso)
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