TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1333_16_04_1993 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1333_16_04_1993Número da edição1333Data de publicação16 de abril de 1993Número de páginas8GeoCoordenada -22.10917961224395 , -56.52568762008309 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1333_16_04_1993 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto #- 0 IARI ORE AL QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO - BELA VI'TM/MS I6 DE ARIL DE 1993 JllO 21 }j() ] • ) 1 } ~MISSIO CHINES SETE ESTRELIS Ff'l.ÇO f,O LXl.MPUh Ch$ 10.000,un A Missão Chine- sa que visita o Esta do no in terc;imbio ~enológico promovi do pelo Ministério - d,1 Agricultura, conh~ ceu também, os avan ços no melhoramento genético desenvolvi dos pela Empresa Se te Estrelas Embriões-; localizada há 30 qui lômetros da Capital, no municlpio de 'l'er~ nos. Buscando incor porar e aprimorar a ~enologia de desen volvimento de novas raças, a Missão veio à Campo Grande tam bém com o objetivo - de identificar cien tificamente o poten cial do gado zebu, e sua adaptabilidade - às condições climáti cas daquele País - constatando na Cen tral os trabalhos de aplicação de cruza tento industrial que colocam o MS em lu- 9ar de destaque a n1vel nacional e in ternacional. Conforme expli cou ao Grupo a Dire tora da empresa, Ro se Possari, o traba- lho é desenvolvido cm área de 2.000 hec tares, com a empresa comercializando cer ca de 2.500 embriões anualmente. Atua há apenas quatro anos no mercado, tendo e fetuado Com exclusi vidade exportações - de embriões de Nelo repara Paises vizi nhos e para a Costa do Marfim. Atualmente im porta embriões dera ças de carne e leite das melhores proce dências genêticas do mundo, principalmen te do Canadá, França e Jlemanha, desenvol vendo técnicas avançadas caro o processo de sexa gem, que permite ao criador optar anteci padamente pelo sexo do animal que irá nascer em sua pro priedade. Um embrião comercializado em forma de receptoras prenhas custa hoje em média 2 mil dóla- res e o índice de crescimento comer cial apontado pela Sete Estrelas em re lação ao ano ante rior é de mais dê L Empresário Osvaldo Possari 1008, conforme infor mou aos chineses a diretora da empresa durante a visita às instalações. Na opor tunidade, o grupo as sistiu o desfile de matrizes receptoras e bezerros produtos de transferência. Considerando o interesse de compra por parte dos inte grantes da Missão, o Superintendente do A .., Banco do Brasil, Ma noel Pinto de Souza Júnior, presente à reunião, informou q/ a agência do Banco do Brasil, em Pequim abrirá uma linha es pecial de financia= mento para aquisiçao de embriões de Ne lore pela China. (CE) + SETE ESTRELAS EMBRIÕES - A TtCNOLO GIA DE RAÇA. * POVO RECLAMA DO PODER LECIS.AAO 'Trem da Alegria' nas Câmaras Municipais . Várias denún- ê3, por cartas, te -funes e ate tele Çtamas, chegaram a edação deste jor l, no tocante ao «nacionamento de lgumas Câmaras Muni ipais de nossa re 3ião. , Com o Brasil a avessando uma das Pores crises de sua Stória, o povo não 9corda com os salá ~Qs e as mordomias-= Senadores, Deputa dos e Vereadores . E: isto mesmmo, também os vereadores estão sendo critica dos. Em Campo Grande , onze vereadores gastam Cr$ 200 mi lhÕes de cruzeiros - numa viajem ao Rio de Janeiro para par ticiparem de um En contro Nacional para discutirem sobre o PLEBISCITO ... Em Brasília, a Mesa Diretora da c~ mara destina 400 milhões de Cr$ cru zeiros a cada deputa do, para tratamento= médico odontológico. Matéria completa na Página 03 dosta Edição. Roney é Destaque na Câmara Pá ina/02 PODER LEGISLATIVO Bela Vista dá o Exemplo cal .is viv mo m t1 V NO VOS TEM'OS,afinal, parece-nos (li , , Ot sim, o povo blavistnsc nh, com os próprios pes, afinado com a no: e reali dade. A cor.ora;ao dos 100 di1 d8 A+ i- nistração de Abraao Zacarias, o Atual Prof ito, é uma demonstra;do de qao h, um projeto administrativo en anda n .o , há um PLANO DE GOVERNO, baseado nas ne cessidades reais do nosso povo, adminis trando a ravés de objetivos, de priorida des. Se o povo precisa de mais a end..men to na área de saúde, prã que construir - fonte luminosa ? Se precisa de projetos educacionais, de novas escolas, prá que construir elefantes brancos? A atual Administração iniciou a nua caminhada, havlamos dito que Dela Vista voltaria a crescer quando pisasse o duro, mas real, chão da realidade. Jbraão encontra dificuldadcs,os tem pos são difíceis, os deoerr.prcgados b~ tem às portas da Prefeitura Lodos on dias, mas o prefeito entendeu que, as vezes, é preciso dizer não . E vai enxugar ainda maio a mnguina, para que possa beneficiar toda a comuni dade. E que melhor exemplo, hoJc, do o nosso Poder Legislativo, a Câmara cipal de Bela Vista é um exemplo muitas Câmaras, onde prolifera o mo, o desrespeito ao povo. Enquanto em várias Câmaras o qua dro de funcionários é de 15,20 e até 4Õ pessoas, em Bela Vista a Câmara têm SEIS FUNCIONÃRIOS, e um prestador de serviços (guarda). E funciona muito bem. que Muni para erprequis • LILI RONDON 1Leilão Fazenda Santa Eugênia (< O Presidente Marcos Barbosa adminis tra a Câmara com rigor no controle das despesas, e não há nenhuma forma de pres são sobre o Prefeito, nem mesmo pelos Vereadores da oposição. Muita dignidade, respeito e uma alta dose de patriotismo faze~ do /osso Legislativo orgulho de nossa cidade. Aos vereadores, indistintamente, a gratidão do povo belavister.se, não só pela qualidade de suas indicações, reque rimentos, projetos, pronunciamentos, mas sobretudo, pela correção, dignidade e respeito ao povo. Em Bela Vista os salários pagos aos vereadores é merecido, muitos dedicam tempo integral às suas atividades, não estão preocupados com o favorecimento de grupos, partidos ou panelinhas, o objeti vo é o atendimento ao povo. - O Brasil tem jeito sim, e cabe aos eleitores, ao povo, provocar as ~udanças que o País precisa, é só começar pelas E leiçôes, não vamos eleger corruptos, va piros do sangue do povo, oportunistas enganadores. Realmente, as mudanças começam pe los municípics,aqui já começou. (IP) . CONVIDADOS ESPECIAIS - FAZENDAS: CARACOL, SANTA HELENA, EURECA, COSTA PERON, SÃO JOSÉ, l'OQlJEIRO, JATOBÁ E FAZENDA NOVA. • • lsoo MJCBOS E FÊMEAS (SELEC.IÓNADOS) Dia 20/04- 19.00 horas 1 'rERCA FEIRA PARQUE DE EXPOSIÇÕES RIO APA 1 CONDIÇÕES ESPECIAIS DE PAGAMENTO . . QUALIDADE E FORÇA DA PECUÃ.RIA DE BELA VISTA 1 • INFORMAÇOES: 439-1460/421-0421/382-6964 * REALIZAÇÃO LEILOBOI/SIND.RURJL Churrasco Beneficente DIA 17/04/93 - Em favor de: EDIVALDO ROMEIRO, 08 anos de idade - Surdo-mudo. PROMOÇÃO - AABB - Associação Atléti ca Banco do Brasil. FINALIDADE - Aquisição de Auditivo. Aparelho APOIO: Banco do Brasil S/A - AG. Bela Vista Loja Maçônica Estrela do Apa no 9 - Lions Club de Bela Vista - PRONAV Municipal PARTICIPAÇÃO: Correinha e Correirnar Prefeitura CF TO NO 021,DE 05-02-93 "Aprova o Pegimento Interno da refeltu Municipal de Antonio João e dá outras - rvldncia." Vi!ce Alves de OLIveira, Prefeita Muni- ipal de Antonio João, Estad de Mato Gros o de ul, no uso de uan atribuições 1e pio, e com base no lrt:. 26 da 1e! n5 497/ 93, do 11 de janeiro de 1993, LJLCllL'l'I: irt.1o - Fica aprovado o Regimento In - terno, da Prefeitura Mnicipal de Antonio João-MS, o qual tem, a finalidade de comple tau o processo de divisão de trabalho, ini ciado na Lei de keestruturação Administra l 1 v,1, de til lhanllo sua cu trutura cm unidade o or,J,inizacionais, criando as de menor nível 11fcr;,rqüico llúCCoa,'irias ao desempenhe de ,n.:10 utividodoo, detalhando as competinci ,,:J <lo!; órgüoo e ao atribuições dos dirigen Los e indicando seu rol.acionamento interno e externo. lrt.2Q - t incrente ao exercício dos carqcs de direção o chefia, em cada um doo nivelo o na amplitude determinada pelas l_!. rnitacõeo hierárquicas,o desempenho das ati vidades vinculadas ao treinamento de subor dínados, à direção, ao planejarner.to, à su-:' pervisão, à coordenação, ao controle, à prestação de informaçõe~, à administrar contatos externos e à manter o espírito de equipe e a disciplina do pesoal. lrt.3o - Para efeitos do Art.2Q concei tua-se como: I - Direção: A função de comandar o pes soal o as ações do órgão, tomando as deci sões pertinentes à sua posicãõ hierárquica e acionando todos os mecanismos, métodos e sistemas nec~ssárias à consecução dos fins a que se destina, com o máximo de produti vidade; II- Planejamento: A função de preparar pla nos, programas, projetos e atividades a se rcm closenvolvidos pelo órgão,definindo,com precisão, as tarefas a serem realizadas, o período de tempo exigido para sua execução a discriminação dos recursos financeiros humanos e materiais necessários; III- Supervisão: A funcaõ de orientar a execução das tarefas, observando as falhas eventuais e corrigindo-as, visando aperfei coar o trabalho cotidiano; - IV - Treinamento: A função de desenvolver inteligências e gerar mudanças de comporta monto, através de transmissão de informa - çÕcs, de~envolvimento de hacilidades, de atituees e de conceitos, fazendo com que - os recursos humanos coloquem em ação, aqui lo que tem de melhor, em termos de criati; vidade, capacidade de realização e eficá - eia, no desempenho de suas tarefas; V- Reciclagem: A função de dar formação complementar aos servioores do órgão, corr. o objetivo de atualizá-los e de adaptá-los - às inovações ind~striais, científicas e tecnológicas, com procedimentos e métodos que organizem e estruturem a atividade e o comportamento humano; VI- Coorder.ação: t a função de harmonizar-· a ação dos serviços e atividades do órgão, evitando conflitos entre tarefas e progra mas, a duplicacãõ e a dispersão de esfor - cos, a fim de se con~eguir os objetivos de sejados; - VII- Controle: ta funçãà de acompanhar as atividades que procuram alcançar um objeti vo, com a finalidade de permitir a tomada de decisões, que corrijam ou reforcem es sas atividades ou, até mesmo, os objetivos a serem atingidos o desempenho esperado através àe coleta e tratamento de informa ções que possibilitem comparar o c.esempe - nho real com o esperado para verificar se os resultados esperados estão ser.do, efeti vamente, obtidos. Caso essa comparação mos tre que o desempenho real apresenta desvi os, será necessário corrigi-lo com a fina lidade de garantir a segurança dos objeti vos. VIII- Informação: ta função de procurar avaliar o andamento da atividade planejada quando ela estiver sendc executada, atra - vés de : a) Corno obter as informações: observação visual, depoimento verbal dos executores reµniões de acompanhamento e elaboração d~ relatórios; • b) Corno apresentar as informações: relató rios, mapas, informações verbais, estatís ticas, gráficos e quadros; c) Quem receberá as informações: os chefes imediatos, os próprios executores trocarão informações e out-ros interessados; d) Finalidade de informação: reformulação dos planos, implementação de alternativas previstas, modificação dos rec,rsos empre gados e quais as decisões a serem tomadas; IX- Disciplina: ta função de estimular o processo de transformação gradual e pro s7 essiva para a conduta desejável, voluntá ri~, e racional do servidor, no sentido de cooperação, respeito e acatamento das nor Mu·nicipal "a ',r da or! "or'ec bilidade de cad to· - tspIrito de Equipo: f zir o servidor para o co de cooperação, respeito, dar idade com todas a r na ua atividade, e qu' consigo mesmo e pa a co ve e que avali e asuma de seus atos; Art.40 - A competência regimental, para o exercício de determinadas atribuições, ir plica na efetiva responsabilidade pela sua execução, sob pena de desti ui;ão de fun ções nos casos de chefia. Parágrafo Único- A autoridade competen to não pode excusar-se decidir, pro eian do por qualquer forma, o seu pronunciamen to ou encaminhamento do c~so à considera - ção superior ou de outra autoridade. Art.so - o Prefeito Municipal e os Dirigem tes dos órgãos integrantes da estrutura or ganizacional da Prefeitura poderão, a qual quer momento, avocar a si as competências dologadas neste Regimento Interno. lrt.6Q - os órgãos da Prefeitura Municipal devem funcionar perfeitamente articulados ontro si e cm regime de múLua colaboruçtlo. lrt.7Q - A subordinação hiorirquica define se no enunciado das atribuições, competên cias e posição de cada órgão administrati vo na estrutura geral da Prefeitura Munic pal de Antonio João-MS. Art.8o - As normas referentes a pessoal,ma terial, administração financeira, execução orçamentiria, contabiJ idade e outros siste mas administrativos serão objetos de regu lamentos específicos, acrescido do Rogi~en to Interno. Art.9? - O horário do trabalho da Profoitu Gabinete da Prefeitura. Em,05 de marco de 1.993. Nilce Alves de Oliveira - Prefeita Municipal Roney O Vereador Roney Moraes Simões (PTB), que exerce pela se gunda vez um mandato popular, vêm sedes tacando na câmara Mu nicipal pelo traba = lho desenvolvido e pela coerência em se us posicionamentos e pronunciamentos, o jovem vereador bela vistense, em recente sessão realizada com a presença dos pro fessores da rede es tadual de ensino que estavam em greve,con seguiu arrancar demo rados aplausos dos= educadores durante pronunciamento onde teceu severas críti cas contra o Governa dor Pedro Pedrossian e condenou a atitude de alguns colegas de categoria que insis tiam em trabaJhar , . ·boicotando a greve e enfraquecendo o movi mento que reivindica va melhores sal rios. Roney, que e do mesmo pàrtido do Governador, foi um dos únicos políticos de nossa região a criticar dura e aber tamente Pedro Pedros sian,·assumindo urna posição clara em fa vor da classe dos professores que hoje já retornõram às sa las de aula.Devido a essa posiçao, Roney conquistou a admira cão e a simoatia de grande parte dos in tegrantes do movimen to grevista, dentre eles vários ex-adver sãrios folíticos e simpatizantes de ou tros partidos, numa demonstração de ~ue a melhor política é feita com coerência dinamismo e integra cão às causas popula res. Quando da visita de Anton1o , e Destaque na Câmara de seis vereadores - de Antonio João à B~ la Vista em compa nhia do Vereador Joãczinho Franco,can diàato à Presidência da UVMS - União de Vereadores de Mato Grosso do Sul - o no me do vereador Roney Moraes Simões ficou gravado na memória - dos edis visitantes pelo seu desomper.ho na Tribuna da Câmara Municipal durante vibrante.pronuncia - monto e motivou co mentários por parte dos colegas antonio juanenses, tipo "es se é um vereador dos bons"! Em acirrados debates na Tribuna - do Legislativo bela vistense, o Vereador Roney Moraes Simões tem se destacado tam bém pelo seu autocon trole, frieza e edu cação, nunca se diri g€ a um colega usan do termos que nao condizem com o deco ro parlamentar, mes mo nos.momentos das· discussões m·ais acir radas, sempre conse gue manter a calma e; sabe como pouccs dis cutir apenas no cam po das idéias, acre ditando que é desa forma que os políti cos devem pautar su as concutas, "a igno rância e falta de controle não sornam em nad para o bom desemper.ho dos traba lhos de um vereado em pról de sua comu nidade, muito pelo contrário, apenas a trapalhar:i", costlr.a dizer ele. oocsicionista convicto à atual ad ministração, mas sem ser radical, Roney - Noraes Sines tem per princípio básico apoiar na Camara to- João tive, - ·id. + ao + Art.I o substitufd faltas e im; t. .. i • : I - O ecretário Geral pelo II- O Chefe de Gabinete pelo III - O Chefe do Departamento de Admin. s - tração e Planejamento pelo IV- O Chef do Departa,«n o de F nanças - pe)o V-- O Chefe do Departamento doe Saúde pelo VI - O Chefe do Depar amnto de Educação e Cul tura pelo VI - O Chefe do Dpar tento de Desportos pelo VIII - O Chefe do Depar amonto de Promo - cão e Assistência Social p lo IX - O Chefe do Depar amento de Obras,Via cão e Serviços Urbanos pelo X- O Chf do Departamento de Acricu!tu ra e Pecuária pelo Art.110 - Será feita aubatit.ulcJo aulo:~.:i tica nos ipeaimentos ·ventuais do ti u lares de crgos e funções de Chefia, quan do o período de afastamento não for supo rior a 30(trinta) dias consecutivos. P.:ir5gra[o Onico - Quando o período do afasta~ento for igual ou aupcrlor a J0 (trinta) dias consecutivos, o substitu - tos scr:io designados por ato da Prefei ta segundo as mesmas formalidades para a escolha do titular e· observando as dispo sições constantes do Estatuto do Servidor PGblico do Município. Art-12O - Os casos omissos no presente Ro gimento Interno, serão resolvidos polo Chefe do Poder Executivo. Art.130 - Este Regimento or.tra em vigor - na data de sua publicação, reogadas as disposições em contrário. dos os projetos é iniciativas que ve nham em benefício da nossa porulacão, i,!l depentes de onde ve nham, mas condena ve emente tudo aquilo - que considera preju dicial à comunidade belavistense, ou que não venham a somar - nada em pról de toda a coletividade. En quanto alguns o cri ticam o vereador se gue o caminho que o destino lhe reservou, representar dignamen te povo belavist se no Legislativo - honrando as centenas de votos que recebeu pela segunda vez,r.as Roney_ Moraes Simões (PTB) eleições de 03 de @! tubro de 92. EAEEEIE (Fundado e 20/02/1972 ) Publicação da Rede Belavstene de Jornal LTDA Avenida Tribuna da Fronteira 56 - Fone (067) 439-1410 - Cata Peta1 - 23 e.e.e. - 15.513.203/0001-90 Bc la V J.,: t.n - MAIO CR0SSo DO SUL Diretores Ivaldo Pereira e Ma:-ia Estela Velasqcez Pereira Din,tor Res-pons.âvc1 Ivaldo Pe:-etra Reportagens Ubaldno Rodrigues e João Carlos Vetascuez Ccrent:c Cilson Silva Sa.11tos e 'se C. s, ''-4 Banco do Brasil 1 1 o intndn - pausará atender no oo n ida!o }a do Dnco do pra- vos segmento da eco j) d Mato ror o nomia. ,al deverá roce - Segando adianto0 er nos próimon di- a oprintendencia - a as novas intra- estadual do B, será do para operaçoe cxtndido aos Esta - com o ando Contitu dos da região Centro clonal do Financia - Oeste os benefícios ;cnto do Centro-Oe- do Programa de Deen ~" ( FC:0) , para 1993. vol v ímcn to Inda±trI Além do njur;t<:G r,ro- nl, que vai permitir avidos no âmbito- o financiamento de dos encargos finan· construção civis,de ceiros favorecidos e mãqoinas e eqaipamen o Programa de Desen tos fixos no r;olo e volvimcnto Tlur 1, ao de mais benfeitorias nJtcraçõon mnin nig- que passem a inte nificativuo cHzem <Jrar definitivamente rc:;pcito ií umpliaçiio imóveis cedidos pc na uua próprio linha los Govern Esta de financiamcnto,quc dual Ou M ... lcipal , Povo Reclama do Poder Legislativo 'frem da Alegria' nas Câmaras Municipais Orçamentos e do - scmbolos relativos no crédito rr l e agroindustrial, se - rão corrigidos pela Unidudc do R0fcr6n - eia Rural e /.groin ·• dantrial. A inclaão de novoa Município~ nas sub-regiões da Região Contro-Oeate já foi pedida pelo - próprio Ministério - da Integraç3o Regio nal. várias den~ncias, tante, é lembrar o por cartas, telefone salário de uma Pro - nas e até telegrama, chegaram à Redação - deste Jornal, no to cante ao funcionamen to de algumas Câma.-:: ras Municipais de nossa região. Com o Brasil atra vessando uma das pio res crises de sua - história, o povo não concorda com os salá rios e as mordomias - de Senadores, Deputa dos e Vereadores. E isto mesmo, também - os Vereadores estão sendo criticados. Em Campo Grande , onze Vcreadore s gasta ram Cr$ 200 milhões de cruzeiros numa viajem ao Rio de Ja neiro para participa tem de um Encontro-:: nacional para discu tirem sobre o PLEBIS CITO... - Em Brasília, a Me sa Diretora da cama ta destina CrS 400 - túlhões de cruzeiros a cada Deputado, pa ra tratamento médico odontológico. Um verdadeiro a -. tentado à dignidade mente. do Povo que passa fo e e não têm condi • ~Ões nem mesmo de ar car com despesas má dicas, quanto mais - colll denti-stas. Enquanto trabalha dores desempregados - batem ás portas das fãbricas, das Empre as, com mui tos se transformando em ca ~lõs, nossos reore sentantes do Poder - Legislativo empregam ~ntenas, milhares , e Parentes, amigos, Cabos e lei torais, sim atizantes como as essores de coisa al 9-.n,,a, - E, pasmem, também !13 nossa região, em /rias Câmaras, fo - j formados verda - •!!lros "trens da ale 3ria", com a contra ~ação de dezenas de cionários. Eviden : que hã os que , ,.,ea11nente, trabalham, ~s a grande maioria ~ Siã encostada em Es / as, repartições ::- "em casa mesmo, só b C1:1parecendo ao "tr a ??ho" o final do ~n para receber o dque, o pagamento. ias, o mais revol fessora, de um Pro - fessor, qe forje mentes e indica cami nhos, obrigados a ta zerem greve parai - galar os seus salá rios ao"minirno". E o que dizer dos salários dos milita res? Eles não podem se manifestar, mas podem ... passar ne - cessidades,e se não controlar rigorosa - nente os gastos, pa.§_ sam fome. TREM DA ALEGRIA E PRESSÃO SOBRE OS PREFEITOS A denncia mais grave veio de Anto - nio João, nesse Muni cípio ü Câmara pos-: sul mais de VINTE funcionários. Lá um Vereador ganha em tor no de Cr$ 15 milhões de eruzeiros mensal mente,na verdade es ta é a base dos salá rios dos Vereadores em nossa região, de Cr$ 15 a 19 milhões de cruzeiros mensal- vinculada, 1 on ratos d to, leasina o, ala - Joel, oo adaaírin!o sob condições saspn 3iva. o Brasil, país virtualmente· tão rico e virtualmente tão po deroso, ainda não conseguiu rea lizar nua cxperiéncia dcnocrat! ca plena. to que nos amarra ao cionamento do Prefci atroso. togue nos impede a a to com Câmara é mui- proximação á contemporaneidade. to bom. Tivemos periodos curt1ss1rnos Na verdade, há a- de liberdades, logo interrompi ma espécie de pres - dos por regimes que afastaram o são sobre os Prefei- povo do processo decisório. tos, muitos exercen- Os resultados todos conttecem. do O mandato pela 1a Impôs-se o modelo concentrador vez, temerosos de re da rendo e dos privilégios. A - taliaçôes, procuram ccntuararu-se os contrastes en - contentar os Vereado tre pobreza e opulência. Herda res. nos para esta a próxima geração Evidente que há os desajustes cronicos t1p1c~s câmaras e Vereadores, de urna sociedade de fim-de-li realmente preocupa - nha. Marginalidade, v!olencia , dos com as Comanida- conflitos e a exposiçao aguda - des muitos com os de nossas misérias. salfi.rios qu~ recebem A nossa tragédia é que as cha ajudam.os mais caren madas elites conservadoras ja - tes, com remédios , mais se renderam ao processo de doações e até mesmo mocrático. Sempre que a socieda com alimentação. de conquistou o direito de deci Não somos contra dir sobre seu destino, as instl:_ u.m vereador ganhar - tições democráticas foram gol bem, desde que traba peadas. Ditaduras, regime mili lhe somos contra os tar, soluçoes congressuais, ar exa~eros, as mordo - tificios parlamentaristas, fo - mias, os gastos des- ram fórmulas adotadas quando se necessários e a poll acenou com a eventualidade da tica de empregos. - participação políti~a ~as mas Em Bela Vista a sas anônimas e dest1tu1das. A câmara Municipal pos democracia à moda dos n~cleos sui SEIS FUNCIONÂRI:: que comandam a economia desde_ os e o controle dos 1930, pode tudo, menos a parti- gastos é rigoroso. cipação do povo. Não há nenhuma Agora, repete-se o gesto. De pressão sobre o Pre- sacreditadas para propor o reg~ feito, nem mesmo - me de sua preferência, a ditad~ quando atrasa ore - ra pura e simples, levantam ma passe do duodécimo. is uma vez a tese do parlamenta Com tantos abusos rismo. O objetivo e o mesmo. E ainda se fala em re- vitar que a maioria decida e par gime parlamentaris - ticipe de um projeto nacional • ta I Entendemos que - Abominam a possibilidade de u.m todas as câmara Muni plano que possa refletir as ex cipais deveriam di - pectativas de retomada do cres vulgar, através da cimento em novas bases. Porque Imprensa, todos os isso significaria deslocar in meses relação de re teresses, abolir privilegios , ceita; e despesas,ri democratizar a renda e abrir, a lação minuciosa, não final,-uJII tempo d7 r7 dençao pa balanços, e,também, ra os 70 de brasileiros que a relação dos funcio ainda vivem marginalizados no ·nários. - lado escuro da _economi~ de mer- Esta divulgação - cada. Enquanto existirem insti dirimiria dvidas,se tições medianamente democrati pararia o joio do tri cas, a eleição direta para Pre go, e acalmaria os es sidência da Repblica será a piritas mais exalta= chave para galvanizar a banda - dos. Seria de bom al necrosada do País. Essa e a o vitre essa divulga - portunidade do debate sobre as ção, lembrando que o grandes questões nacionais. E o povo, pais de farol - momento em que se apresentam os lia, mães, na grande grandes projetos para o futuro. maioria, passam por_ É quando a sociedade como um· t.2_ dificuldades e nao e do e estimulada a contrapor se nossa intenção jogar us interesses através do voto, o povo contra o Le - aos privilégios de há nuito es gislativo, afinal ·é tabelecidos e prósperos. Nossas no LEGISLATIVO qu~ elites só podem pretender o con estão os nossos re trário. E: uma questão de coerên presentantes. eia elementar co.n a ideologia e Temos absoluta vantagens que as sustentam. certeza de que ne ~ Sejw~ éticos. nham Jornal cobraria Todos sabenos que o parlamen essa divulgação, que tarismo será o reino dos lob - é de INTERESSE PÜBLI byes, dos grupos econômicos,dos CO. cartéis, que substituirao parti dos e vão dominar a vida publi- A Prefeita de An tonio João, Nilce de Oliveira, repassou - para a Câmara mais de Cr$ 800 milhões de c;ruzeiros em 3 meses. Segundo informa - ções de uJll comercian te da cidade, além de receberem salári os de marajás, compa rando-se com a médiã dos salários pagos - por Ernpresas,até mes mo com o salário mi= nimo, hoje de CrS 1. • 700.000,00, os salá rios dos Vereadores em Antonio Joãô é "muito bom", os Ve - readores exercem pressão sobre a Pre feita, até um Monza foi doado à Câmara. A Prefeita não - critica os Vereado - res, diz que O Seu relacionamento com a câmara é "excelente". Também pudera! A Câmara M...nici - oal de Porto Murti - nho têm Z0•efetivos, mas comenta-se que há outros mais. Não podemos afir mar, mas que comen - tam, comentam ... Naquele Município também também o rela • va1 Ampliar o FCO rla), para o Centro 0te, serão benof{ ciados p!a criação do Programa de Apoio a Pol tica do Refor ma Agrária, ao tal serão destinados 10 dos recursos do FCO. A; associações e coopcr tivu~ r.crão - classificadas, qaan to ao porte, através das inGtituiçÕc::; de novoG porãmctros. e o t pas 2 rica! or )a o's 1ancar ão d a ra nova linha de fi yrc]unto da a irá, 1é do din!ei ro qae advém dos EGr« (E préstimos d9 Governo Federal). o fundo do Ccrrodi - 1..<1n,;;aclo e-, : •r ço do ano pusado , Jantmonte ccm o Pa cotr Agrícola, o f.n do é am, nova li .ha de aplicação finan - coira que bennficia a agrical ora. Qual- 1ao par ro rr cr.3. cL t a:;li ci qropec .... ,r ia ,,.rtc (10) plicacães n dos f u uY.OS t rodities a«rico las, ELHO GOLPE ca brasileira. Não apenas porque o retrato do Congresso atual seja esse no qual a irrcsponnnbili cadri chega a tal ponto que Deputados assinam projetos abGurdo,; OuC' nem chegam a ler. A próxima legislatura, r.ob a égide do parlamentarismo será pior. Num pais como o nosso, a e leiç5o proporcional é a mais enganosa. Prevalecem as pequenos que~ tões, as reivindicações r.:eno - res, o compadrio e todos ~3 vi cios da política de ocasiao. O parlamentarismo. será o e~ minho da deterioração rápida. E não é exatamente isso que pretendem as velhas raposas • aue se refestelaram no período áitatorlal e querem mais? Não venham com o exempo O - portunista da deposição de Col lorde Mello para justiéicar o Congresso Nacional e o parla - mentarismo. 2 bom lembrar que o Congresso só agiu e foi ~~ ~ltimas consequências quando a população vocalizou s~a indig nação nas ruas do País. Os meninos cara-pintadas t(com alguns emprestir.ios do Proudhon) sentiram-se capazes de sacudir a sociedade de seu topar. Pressionaram o Congres so que buscava fórmulas de con ciliação e pretendia, quando - muito, desmoralizar o Presiden te e punir PC Farias. A deposição foi possível no Presidencialismo. No parlamen tarismo, o primeiro-ministro - seria substituído por Outro , do mesmo grupo, do mesmo viés. O parlamentarismo foi cria do para estender a sobrevivên cia do poder social no fim do feudalismo. E tem servido para preser - var poderes e privilégios se - gundo a máxima leopardiana, de fazer parecer que tudo muda p~ ra ae nada se modifique. Ô Presidenciaiismo·é filho da Repblica, dos movimentos - de libertação nacional, da ex periência de soberania do povo. No Brasil, ditadura e parla mentarisrno, aparentemente opo~ tos, têm a mesma raiz: odes - prezo de nossas elites pelo P2 voe suas aspirações. Apresen tá-lo, agora, como solução pa ra os nossos problemas, ·é, n6 mínimo, uin deboche sobre as nossas esperanças. .Mais uJ11a tentativa de golpe sobre a democracia brasileira. Mas desta vez, tenho certe za, vai prevalecer o melhor p~ ra todos nós. Vai vencer o presidencialig mo, a democracia. o oarlarnentariswD está des tinado ao inferno dos oportu nistas e das ingênuas intcn ções. Enfim, o parlamentaris= se suoorta em má fé cínica ou em profunda ignorância da histª ria e dos modelos conheciãos. reerre a aa tare Roberto Requtão de 1lo e SL1a, Jarra41zt . Advogado, é Governador do Pars? Mecânica e Tornearia Saniodiesel eforma do máquina e imploren tos agrícolas, Serviços de tor no e tolda m geral. Atendimento camarada, o melhor preço da cidade, e o mais impor tanto: ~ A QUAL,IAE DE N0OS vrçor; 1 /vcnidn Drnull - FONC 495-1163 CIMCOL - MS ORTU SKR- SOMENTE A TORTUGA SUPERA A TORlUGA ** OMAR DAS. ZAHRA _REPRESENTANTE PARA BELA VISTA E REGIÃO l'RODUTOS VETERINÃRIOS/SAL MINERAL AVENIDA TEODORO-SATIVA - 1429 BELA VISTA - MATO GROSSO DO 57 FONE (067) 439-1274 O MELHOR PARA SEU REBANHO -:-:.t -. an5 TIJllO EM JEANS mi O MEI.IKlR 1'REÇO DA CIDADE ! 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T ndc cm visto os desencontros de preços cnlrec an r:.MPHL:SlS de nossos AS SOCIADOS, ficou estipulado de mâxima 20~ inferíor a nossa tn bela para negociação co~ clien= tela, onde solicitamos colabora ção e rigor neste item, acima de ludo por uma questão de cos rência e tTICA. 39 ENCONTRO NACIONAL Conforme já é do conhecimen to de todos ASSOCIADOS ADJORIA NOS e ABRAJORIA~OS, estará sen do realizado na cidade de são Paulo, no per iodo a combinar o 39 Encontro Nacio nal de Diretores de Jornais do Interior com CF-tadia e passa gens bancada pEla nossa ABRAJo= RI. Solicitamos aos companhei - ros do nosso Estado,fazerem su as inscrições em tempo hábil pa ra evitar correria de última ho ra. Maiores informações com a sede da ABRAJORI em Brasília,pe lo telefone (061)248-7887. - O Presidente da nosF-a ADJORI esteve em audiência com o Secre tário de Comunicação do Governo Pedro Pedrossian - OSCAR RAMOS GASPAR - orde solicitou que o Governo programasse somente Jor nais Filiados a nossa ADJORI , deixasse a nosso critério as MA TtRIAS que vinham programadas= r.as AUTORIZAÇÕES, tentou nego ciar uma mídia sobre o PLEBISCI to e outro,mídia sobre os 2 ancs do Governo Pedro Pedras sían. Os resultados já foram ob tidos conforme os companheiros já devem ter recebido. Queremos de público destacar a colaboração do companheiro e a d 15/03/93, I r,_'l' 110 endereço, port l0o os comunica Também ficou ace taca a ns idade de reuni: -nos tu ou mais vezes em reuniões mens is, par tratarmos de assuntos eferen - tens a n0a cla e e o fortale cimento da mesma. f pensamento desta gestão em aproximar mais nossos comp. nheiro que estão A4 fastados da nossa Associação,iR cluoivc rrogrum~rdo r •uni6eu - nas cidades de origens de seus Jornilis. JORNAL D~ ADJORI Estarcmoa em breve fazendo - voltar a circulur o Jornal d ADJORI-MS por isto,estamos roce bendo sugestões e matérias par a edição que cstarcmcs levar.do e distribuindo no 30 Enccntro - cm são Paulo. 10 FORU/1 DE DEBATES Estamos programando a rr:alí zação do 1 O FORSM DE DEBA'l'CS or: JORNIIS DO INTERIOR que será em nossa capital Campo Granéc- co~ data a ser marcada em nossa reu nião em são Paulo. - HOMENAGEADO DO Ml:'!S DE MARÇO Queremos prestar uma justa home~agem ao companheiro sócio fundador da nossa ADJORI - MS THEODORICO LUIZ VIEGAS díretor do Jornal FOLHA DE DOURADOS pe los serviços prestados em causa do JORNALISMO INTERIORANO con votos de muito sucesso. Avante, companheiro e mestre THEODORI - co. REMESSA DE JORNAIS FILIADOS Gostaríamos que os companhei ros remetessem EXEMPLARES das e <lições de seus JORNAIS - para caixa postal 44 - 79.990.000 Amambaí-MS. TELEFONES Estamos dispostos a atender nossos filiados pelos fones:_h9 rar1o comercial 481-1911 hera - rio noturno e fins de se~ana 481-1497. FAX 481-1595 em horá rio comercial. Pelo fort.ale cimento da nossa ASSOCIAÇÃO. - Cordialmente - Jorge Pacheco Presidente. PREFEITURA MUNICIPAL DE CARACOL PORTARIA Ng 036/93 O senhor Juvino Godoy, Prefeito_Municipal de Caracol, Estado de Grosso do Sul, usando das atribuiçoes que lhe confere 0 cargo. l Mato RESOLVE: Designar o Funcionário Cezário Souza Vilalb 1 de Agente Fiscal no Departamento de Fazerd a, otado no cargo efetivo - mente em Comissão de Chefe de Setor Pessoa~• ;1:~ exerc~r o cargo de prov_! a partir do dia 01 de abril _de 1993. ' ulado a Secretaria G_era.l Cumpre-se e publique-se. Caracol-MS 01 de abril de 1993 Ciente: Cezário Souza Vilalba - Juvino Godoy - Prefeito Ipanema Modas Confecções e Bijouterias ADULTO E INFANTIL Diretamente do Rio os últimos camentos: conjuntos de linho, jeans. Roupas em malha, shorts, camise tas, pijamas, calcinhas, bernudas, res e modelos à escolher. RUA CONDE PORTO ALEGRE,368 FONE: 439 - 1846 "FAÇA-NOS UMA VISITA" OS MELHORES PREÇOS DA CIDADE! BELA VISTA MS Mercado e de Carne Casa Sadia pe. Antonio Casanova oin tabeleeímentos junto um do outro para melhor atender a qrande cli ente]na. 'eco e Molhados em qeral pelo pre ço mais camarada da cidade! Ao lado etá a CASA DE CARNE ADIA ' Carnen de uinos, bovino, franqos. patos, 1inquicas mintas,queijos, ba- nhas, torresmos, etc ... 1 ' ' 1 1 1 : " 1 - 1 - - 1 l Fone (067) 255-1475 Donito - MS VISITE-NOS E COMPROVE 40 Graus Drinks Bar De: Luiz Curlanca Foi inaugurado à Rua Luiz da Conta Leite, 1910 (onde era a Farmácia do Pe drlnho), o 400 GRAUS DIUNK' S BlR, e um estabelecimento aconchegante para quem está a fim de descontrair. Bonito - MS Hotel e Churrascaria Canaã De: Pacífico da Silva Balta Apartamentos com ar condicionado", frige-bar, TV em cores e telefone. O único com luxuosas suites. 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DECRETO NO 107/93, DE 05 DE ABRIL DE 1993 l "Dispõe sobre os valorea doa diárias dos servidores do Poder Executivo, e dá outras providências". O Prefeito Municipal de Bela Vista,EQ tado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto na Lei Municipal 757/85, de 19 de junho de 1985, com a redação dada pela Lei no 911/91, de 13 de junho de 1991, RESOLVE: Art.10 - Divulgar, na forma de anexo desta Portaria, os valores das diárias a serem - pagas a servidores do Poder Executivo Muni cipal, quando em viagem fora da respectiva séde. Art.20 - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação e/ou afixação no quadro de avisos da Prefeitura, revogadas as disposições em contrário. ANEXO (Portaria 107) • Lei Municipal 911/91 TABELA DE VALORES DAS DIÁRIAS Auto Elétrica Bonito De: Valdemar Zanuncio Trindade Venda de peças elétricas, baterias_y novas e recondicionadas, consertos de motores de partidas, dínamos e alterna dores. Rapidez, perfeição e com garantia absoluta. Antes de viajar , leve seu - carango para ser checado pelos profis sionais da Auto-Eletrica Bonito. Rua 29 de Maio, 922 Fone - (067) 255-1333 Bonito - MS INITRIOR CAPITAIS CLASSI1'ICAÇÃO NESTE ESTADO E OU - TROS ESTADOS INCLUSIVE ID ESTAOO Prefeito Municipal 1.035,200,00 1.263.176,00 Secretários 817 ,231,00 1.035.200,00 Ocupantes de Cargos og Funções de DIre - 594.324,00 817.231,00 cao. Dem.als Func:ionârtos 371.358,00 594.324,00 - ; l ' confri do art.ao f de abril d r ,.. 1 no 4020/64. Ar .lo - Ou ermo da 936/92, fica aberto v Suplementar no valor d (Quatrocen os e quinze ro) a ser desigado n ções Orçamen árias. Cr$ 415.000.000,00 milhos d cru i- equin os pot a- 02.00 - EXECUTIVO 02.03 - iSGESSõAENTO JUP{BICO 03.07.020.2.05 - Serviços õur{dicos 3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pes senis .... 10.000.000,00 02.04 - SECRETARIA DE ADMINISTRA;MO 03.07.021.2.06- Servicos da Na1nitra - cão Geral 3.1.3.1- Remuneração de Serviços Pes soais .... 30.000.000,00 3.2.5.1 - Inativos so.000.000,00 02. 05 - SECRETARIA DE FA7.f''!n/ 03.08.021.2.08 - Manutenção aG secretaria 3.1.3.l - Remuneração de Serviços Po soais .... , 50.000.000,00 - 02. 06 - SECRETAR II DE SAOD! E PROMOÇÃO SO CIAL 13.75.428.2.11 - Serviços de Aclmir:istra - cão Geral 3.1.3.1 - Remuneração de S0rviço3 Pcn- soais 15.000.000,00 3.1.3.2 - Outros Serviços e Encargos ..... so.000.000,00 3.2.5.9 - Outras Transferências Pcs soais ..... 100.000.000,00 02.07 - SECRETARIA DE EDUCIÇÃO, CULTORA E DESPORTO 08.42.187.2.15 - Manutenção do Desenvolvi mente do Ensino do 10 Grau 3.1.3.2 - Outros Serviços e Encargos, .... 100.000.000,00 02. 09 - SECRETARIA DE DF.SENVOLVU!ENTO ECO NÔMICO 08.18.111.2.23 - Coordenação das Ativida des 3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pes- soais ..... 10.000.000,00 Artigo 20 - Para cobertura do Crédito Su plementar foi cancelada a inportãncia de Cr$ 415.000.000,00 (Quatrocentos e quinze milhões de cruzeiros) da seguinte Dotação Orçamentária. 02.00-EXECUTIVO ,02.08-SECRETARIA DE VIA ÇÃO, OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS- 10.57.316 1.13- Construção de Casas Populares . 415.000.000,00 Artigo 30 - Este Decreto entrará em vigo~ na data de sua publicação,revogadas as disposições em contrário. Bela Vista,15-03-93. Abraão Zacarias - Prefeito :runicipal Ferro Velho e Auto Peças Mais um Sern Grilo De: Normando Lima O mais completo peças da região, peças novas Parabrisas novos e-usados das as marcas de veicules. ferro velho e auto e usadas. para to Rua Luiz da costa Leite,1500 Peça informações pelo Fone: (067) 255-146o Bonito - Mato Grosso do Sul Fábrica de Malhas D_iana Mantém em estoque malhas de todos tamanhos, para colégios de Bonito e ceita encomendas de outras praças. Confecciona também agasalhos eu niformes para: jogado~e; e eventos. os Visite-nos e confira Fone (067) 255-1634 Rua Pilad Rebu'a Bonito - Mato Grosso do Sul venha conferirl lads Laynn Modas VISITE-NOS E CONFIRA! Bahia - Car Artigos em Liganete, Cotton·, Moleton, Crepe, Malhas, Camise - tas com estampas. etc ... Confecção própria diretamente de Belo !!orizonte para Bela Vis ta OFICI.'A MECÃX!CA Especializada em Serviços de Hecânica cm geral. 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Mas o a!dr, de qra ore reparadas agora e evitadas no aturo, imr fazer oi, com a responsabilidade de Governante, lg. f1e o qae jaluo indispensaveis. Perderam, com uma greve insensata, os quase trezentos mil !anos em particular e toda a comunidade estadual, qoe e, e1 fim, q0em paga a conta. Sobretudo, perde, você, professor ta), 0lo aço0lamento de pretensas lideranças que, cm basca de ao to-afirmação corporativa, arrastaram a categoria a greve, en l •iu,1nto 1, (·J c;ov<•rno jomüiu rw furtou i"1 innt;,ncüi clr-mocr,1 lcn dao negociações. _'Tal _radicalismo _foi _w._{Eu5trantc_reu ponta ao revolucionário processo_de democratização da_Edca- cio, ±s ±vo_ã cor9gm depreender. A - A atillzação político-partidária dos avanços democráticos implementados na Educação expressa tristemente o despreparo do m esquerdismo tardio, que instrumentaliza em causa pr6 - poria uma conquista que custou muito o meu Governo gurantir.J obsessiva distorção do procesoo por uma minoria radical pode rla comprometer, talvez de forma irreversível, a ge:;tão com; nlt~rin dtl Educação, que colocou Mato Grosso do Sul na van faarda dos nvançoo sociais concretos. f assim que o pnrtida rimno interesseiro acaba sempre lesando n sociedade. E neote momento toda a sociedade nacional por um longo pc rlodo de deocrcnça e, o que é pior, de desesperança. Talvez seja cosa a ~nica explicação possível para o [ato do profes sorado ter se deixado tomar por uma [~ria reivindicativa, no mínimo inconsequente. Ceder às pressõês de um punhado de pre tensoc líderes, dando aumentos que não poderiam ser pagos ~ seria uma insensatez de meu Governo que desembocaria fatal - mente no caos e na desordem. Você, professor(a), como toda a gente deste Estado, so Creu as consequências de uma triste aventura dessa natureza, que há pouco mais de dois anos mergulhou-nos em completa in govcrnabilidade. Encontrei, ao assumir o Governo, o Gabinete tomado pelo funcionalismo em greve e oito folhas de pagamen to, l.laclus·ive· do seu salário, em atraso. Algumas pagas com - recursos sacados a descoberto nos Bancos, o que não reduz o rombo financeiro ou a irresponsabilidade p~blica. Recobrei, de imediato, a governabilidade. Mas a enorme dÍ vida herdada até hoje não foi rolada com a União, em canse= quência da instabilidade e do absoluto descaso do Governo Fe deral que, ainda há pouco, em plena greve, literalmente se= questrou, através do banco do Brasil, 22 por cento de nossa arrecadação. Neste contexto, ceder às reivindicações que re-, dundaram na greve seria o mesmo que o Governo decretar sua - própria falência. No entanto, toda a sociedade é sabedora de que, ainda as sim, meu Governo tem garantido à você, Professor(a), aumen to sempre cinco por cento acima do concedido aos,idemais ser vidores, o que assegurou um ganho real, para o magistério , de dez por cento acima da inflação, no trimestre. Em respei to,apsoluto a essa mesma sociedade, que gera progresso e di visas, adotei o aumento da arrecadação como ~nico índice coe rente para correções salariais, e determinei o procedimento inedito de completa transparência nas contas pblicas. Por.elas, cada cidadão deste Estado é informado de que o Executivo destina 18,9 por cento de sua receita aos Poderes Legislativo e Judiciário, à Procuradoria Geral da Justiça e ao Tribunal'de Contas; nada menos que 41,71 por cento vão pn ra o pagamento de salários, incluindo o do Profescor, sempre com cinco por cento acima do restante dos funcionários; quin ze por cento estão comprometidos com a ~u~agem da divida (no mes passado a Uniao "es~ourou" esse limite em mais sete por cento); dez por cento s~o aplicados no custeio da máquina , hoje sob severa contençao de gastos; e outros quinze por cen to, preserva-os a qualquer custo para os investimentos, sem os quais o Governo perde a própria razão de ser. Tenho por princípio que o cidadão-contrióuinte tem o di - reito sagrado a obras e serviços que tornem mais digna e sa lutar_a vida de sua família. E disso não abro mão. .. E_e sob a inspiração que tem norteado toda a minha vida - p~blica, de demarcar um futuro mais generoso para toda aso ciedade, mesmo q~ando a realidade presente parece amesqui n~ar-se em ~ressoes localizadas e imediatistas, que lhe comu nico, atraves desta a minha. decisão pessoal de DETERMINAR o ·PAGAIENTO INTEGRAL DO ES DE MARÇO A TODO O MAGISTf°:RIO, E, mais que isso, ANISTIAR A TODOS OS INCURSOS EM·PROCES SOS D~CORRENTES DA ÚLTIMA GREVE, ARQUIVADOS OU EM ANDAMENTO DECLARANDO-OS EXTINTOS. _ " . • , Saudações cordiais, ~ PEDRO PEDRossIAN ~ Governo MS GOVF.RNADOR """". 1f wansparência nas Administrações Depois dos "cara pintadas" o Brasil já não é o mesmo, há uma generalizada indignação quanto aos políticos, adminis tradores p~blicos (Prefeitos, Governadores, Presidentes de Estatais, etc), Vereadores, De putados, enfim, com os que es= tão no poder, independentemen=· tece ~artidos ou ideologias. Há uma necessidade premente • de os administradores divulga rem minuciosamente as ·receitas e despesas, seja de uma Prefei tu.ra, de uma Câmara ou de uma estatal. O povo quer TRANSPARECIA. Quando se fala em transpa - rência, não ê publicar ou di - vulgar BALANÇOS, técnicos, fa la-se em divulgar dados, com nomes, valores, semanalmente , para conhecimento dos maiores interessados - O POVO. Os Prefeitos e Vereadores , de nossa região, Sudoeste e Fronteira, poderiam dar o exem plo, divulgadno relatórios mi~ nuciosos de suas despesas e re ceitas. E relação de funcionários. Se a intenção é passar o 3rasil a limpo, alguém tem que começar. SO E E ÉTICA NA POLÍTICA A IMPRENSA 5ão Palo", o, por a in i -oi. e r dicali o, co A4 alguns reflexos to bem en ootras publi cacções, cc.o "Veja" e a mesmo na Folha de São Palo. E soa inarredável decisão de tentar prc j ,,cli c.:ir me, aqu.lc Jorn3l - n5o tem hoal .do cn recorrer a todo tipo de acusação infunda da, que aou obrigado a desmentir através de matérinn p0qas , ainda que e=tou ja - mais consigam sanar o mal perpetrado por tais "dcn:..ncia:;". E já houve casos em que se recuso ... a pu blicar até mesmo ma térias pagas, impe - dindo totalmente • dessa'forma, que me defendesse junto aos leitores. Nos ~ltimos dias à falta de argamen - tos, o Jornal da fa mília tesqita resol veu apelar até mesmo para notórias perso nagens da ditadura - militar, tentando e xumar um processo da Comissão Geral de ln vestigações contra= minha adm.inistração na Prefeitura de Cam pinas. - Esse processo, co mo tofo procedimento do governo totalitá rio, foi conduzido - de forma secreta,en tre 1974 e 1978, sem que eu a ele tivesse acesso. Fui vítima - de um odioso tribu - nal de exceção do re gime militar, da mesma forma como cen tenas de outras pe~= soas pelo País afo - ra. No meu caso, fe lizmente, como nem a ditadura conseguiu - fabricar algo que me incriminasse, o pro cesso acabou por ser arquivado em dezem - bro de 1978, pelo De ereto do Presidente Geisel que extinguiu a GGI. Pois agora, esque cendo até mesmo qde o próprio Jornal foi prejudicado pela cen sara do Governo dis cricionário - que o obrigou a pub_licar - poemas e receitas cu _linárias em sua pri meira página -,o "Es tãao" tenta baralhar a inegável verdade - de que fui vítima ca ditadura, para criar a imagem de Que só não fui punido por - que teria feito um "acordo" com o regi me militar. S~prena infâmia, a de querer transformar-me,de vi tima que fui da dita dara, em seu colabo rador. E para corro boar suas aleivosias, o Jornal recorreu a depoi.reentos desprezí veis de Armando Fal cão e Paulo Egydio - ~lartins, este ~ltimo o Governador biônico em cuja administra - çaô norrer=. -~os no rões do DDI-Codi-· ô Jornalista ladinir Hcrzog e o operário do, o !{+ r do !, J e nado,Palo PYs rd, hoje il tre - Minis'ro do Sopremo rib.cal Fora.,A i, do presidente do senado, te rôn .o Por e'!a, q0 paese - 'm no proccso e - creto, q.o já perdo· rava por tr anos. Vejam bem: ele ex! - giu que o Governo en ccrrasoc o prccrono, fosse conclusão favo rávcl Ou contraria a mm, sem pedir favo res, porque niio ora admissivel que o pro censo se tornaosc in tcrmln5vcl, apenas= p,ra atingir objeti vos políticos da di tadura. o "Estado", porém buscou, no6 dcpoimc~ tos metirosos do ex governador e do ex - ministro, inverter a realidade. Felizmen te, no entanto,a men tira tem pernas car tas. A verdade foi - logo a seguir resta belecida por uma car ta do Ministro Paulo !3f'ossard. E mais: com o tes temunho de Paulo Egy dio Martins, Armando Falcão afirmava que eu, durante um con - gresso dos Municlpi os em Campos do Jor dão, lhe havia agra decido o "favor" da ditadura. Desmorali~ zei também essa ale gação, mostrando que o Decreto de Geisel arquivando o proces so foi baixado em de zembro de 1978, en ~ quanto o congresso - de ~unicípios se rea lizara em Maio de 1975. . . to obvia cial e tão flrnts ponto odiosa, qu não encontr eco, ' quer on re os pro >rios jornali tas , ma! os dos q,ais de ronstram por ela pa tente desprezo. Dia a rás, em Brasília , conver ndo com um Grupo de mais de 20 profissionais, cons tatel: a) qo mitos deles nc~ tlnhan co nhecimento dos ata - qaes do "Estado" con tra mira; b) que niio os movia qual quer interesn • cm (a lar no assunto, a chando muito maio portante discutir o relacionamento do PMDD com o Governo - Federal. t de constatar também a preocupacâo que tenho sentído,cc parte de un crescen te número de jorna - listas sérios, quan to à necessidade de adoção de padr6es é ticos mais rígidos - por-quem detém o po der da comunicação - social. Por exemplo, se nas sociedades ci vilizadas cabe ao J: diciário, e só a ele-; dizer se alguér.1 • é culpado por alga coisa, a partir de provas concretas,não pode um Jornal arro gar-se o direito de estar acima da Lei , :a. julgando e condenan- do sumária e irrecor e, rivelmente, com base em afirmações e ale- ~. gações nunca compro vadas. Caso contrá - rio, por que ter ~" Judici5rio? CABE AOS PRÓPRIOS JORNALISTAS• ASSUMIR A PREOCUPAÇÃO fTICA COM SUA PREOCUPAÇÃO Como poderia ter Bastaria então a· agradecido, em 1975, tribuir aos proprie um "favor" que só o- tários de veículos correria quase qua - de comunicação as tro anos depois? funções judiciárias Não abala, porém, do Estado. os autores dessa ma- Como essa sita nobra que, a um Ar - cão é absolutamente mando Falcão, e • o u inadmissível, e co:.: lhes contraponha o não consolida a àe:::g testemunho ilibado - . cracia tentar regu do ilustre Ministro lar a atividade jo do STF Paulo Bros • e sard. Não lhes caa - nalística por leis·~ sam incômodo os ime- decretos impostos a diatos desmentidos _ cima para baixo, ca que tenho publicado, be aos próprios jo:: demonstrando com da- nalistas, antes C tas e fatos O inveri quaiscruer outros, ~s- d5 sumira preocupaca? 1co e a incompetên-' ética com sua profi~ cia de suas alega - são' sabendo disti çoes. Montados na in gair entre, de ulll 1~ fluencia de um jor ~ o nal diário e em se.. do, a notícia e o e_ d - mércio· e de outr° po er econômico,pros + + ,e seguem em sua sanha, lado, a campanha P? conceitosa, a e'? na esperança de com jJl ela contaminar ou _ ra travestiàa de ' traspcblicaces e formacão factual % o recurso indescul?" ±a:.2g "i-.si»e de não divulgar noti petente - ·e_ per.so:::' c gens desmoralizada,_ 1as que demonstram rni.nha probidadê, co- de urna ditadura '<"º rno a recente decisão o Brasil já esque do Tribunal de Justi Ceu. ça do Estado, que =- .======= = = = P7r unanimidadê, con firmo, a correcão d minha conduta na construção do Memo - rial da América Lati na. Orestes Q ... érci 31 53, é Presidente 1'~ cional do PDB. F' Governador do .ts~ do d são Paulo , Senador da RepCbl ca ' -- j vo;,1 1 riqu,:l ;;,1Lr•11do que o nono am!4o tlUl n,,r:hi l, ,,r;t.,Í groqramando um jogo é·' vol<'l ,;ontra o t.1 e da Prefeitura d rto MurtInho, o ~ut o non no Prof.,, 1 Lo Juvlr.o Gocloy j:i cJcu u cmlsas aos atlo-· ta, Mal uma vez pa raLéns ao nosso ami go Raul, quo vollil e ela procura sempre aalllzar coisa no que diz ronp ito io [tiportc cm nossa e_!_ dade, o ao Prcfclto !u11icip,ü por ter da do total incentivo :: ,10 Cüpcrtc caracolen se. FU'IEDOL. Quem assumiu o 1 lcargo de Treinadcr do Esporte Clube Ro tiro Caracol, na se ana passada foi o Sr. Nelson Rodrigues dos Santos. Deseja - ~s que o treinador faça um ótimo traba lho cm sua gestão o torcemos que o Clube chegue ao final des te campeonato. Boa - Sorte! 15 ANOS Completou 15 ani nhes de vida, a garo tinha "FBIANA", nes te último dia 07.04. ~ você, os parabéns desta coluna. ROSA Desejamos à Rosa Jara, mui te sucesso e que ela se adapte bem em coronel Sapu cai, para onde foi tran!'ferida, pelo •anca !3amerindus. Boa Sorte em sua nova ci Jdde. qu ll::ÍO r;orn + ra 1..:1.J 'J(• t rl,,.Jr,, garrafa. 1 !O'f/1 1 O ara as secretária da Calara, pelo óti 1no <llrandlrncnl.o, porqu" o '{UC r,,:; ·1,i]n [ ;;>ll'nç:io. V,lleu g,irolur,. /GU/Jtl)r:tl r!,w prérnlrn,1 colun , c[·t.ir,"o:, r,ublican do as datas festivas do aniversário da nos :.;,1 CiclucJc. PARA ABRILHA r; 'J,.Jr 1ç 1 z1do na Ru pr : tl ' () Co ,io : .) I,c.. !l i?l~~ , <· de> COPCI:C'LO ( r:l cu!. ~ de n..icJc t r,. ESCLARECIMENTO A respeito da ma têria do dia OG.04.93, venho a pú lico esclarecer Õ fato envolvendo um Soldado do Exército. O fato que realmen te ocorreu foi um co ?o de discussão er Ie o soldado e uma tra pessoa. A refe ;ida arma que suoos-= ente teria o sol lado, nada mais era ~e uma garrafa, que :•tava em suas mãos, ,,t:otegendo-se de uma !il~osta agressão de ::i individuo que ten ~va soca-lo por mo vos E A. - '-, ute:.s. Confun 9S Porque na hora :::i/iscussao havia , tas pessoas acre r e alguns diziam e 1e ' '(' de as <0 i5 1 12 c9 o rc +3 :.r.~ e o L , , ,:). e. +0 é s .. Juckeline Bonamigo (Foto Roberto Machado) Jünilde Rosa dos Santos, Ofici<1la do Cartório de Registro Civil desta cidade - do Bela Vista-KS., FAZ saber a quantos o presente Edital de Proclamas virem, que apresentar2m os documentos exigidos pelo artigo 180 do Código Civil Brasileiro in cisos I-II-IV e V, e pretendem se casar: ARNILDO JOÃO SEREN/ e NELSHlD/ ·FER - N/NDES DOS SANTOS, ambos brasileiros, re sidentes nesta cidade, ele, natural de Santa Catarina, comerciante, filho de João Serena e Carolina Serena, ola, natu ral de /ntônio João-?IS. , lides do lar, fi lha de Pracildes Fernandes dos Santos e Beracy Mattos dos Santos. se alguém souber de algum impedimen to que se oponha na forma da Lei. Bela Vista-MS., 13 de abril de 1993. Janilde Rosa dos Santos Oficiala Cart. 20 Ofício. Conforme dizia o audo .o Liel Bru Jacques: -"f motuca - que 'ira boi do tato". . , .. '0.! uma nota na colura"Bonito City" cri icando o comodismo dos v readores, para que o me. 0r transem em a;ão e divulgarem alívíd;cJr lc']i0l,1tlv.i no i,1. le do de : 7 dc: [,..:verc·iro à l 7 e e• Março do ano era curso.r~ Lrintn dias aprosen aram em Plenário - mais de uma cer. ena de requeri mcn os e indicações, sendo qu a!J r:i.iin "penada:," inscrirnoc rH.!11 ta n,,t0ría. • - Como ''miséria pouca é l;ol:cl - CJCtn", Dr. Kamil Farah Said (Prc sidcntc ela C:imara), pl iteou:A:: profundamente e limpeza das va letas cxintcntco nan latcrain da Rodovia Bonito/Anastãcio (no mente 12G Kilometro0 l) puvir:'on:: tução as[5ltica nu 5rea urbana aquisição do uma umbulãncia pa ra a Prefeitura (nos bastidores comentam que quando ele entrou com a indicação a referida ambu lância jã havia sido adquirida:: º se encontrava na garagem). Luiz Trclha Falcão Está batalhando pela constru ção da "Casa do !ndio cm Boni :: to" e que seja implantado o"Sis tema 24 horas" nas Agi~cias Ba~ cárias. Geraldo Marques Indicou a aquisição de um ônibus para fazer a linha de Bo nito/Projeto Guaicurus; Constru ção de Matadouro Municipal,aqui sição de três escolas pré-molda das e criação de uma Escola Téc nica Profissionalizante. - Paulo Resende Que também é chefe da SANE - SUL local, requereu a constru - cão de um Po~to Telefônico na altura do Kilômetro 65, da rodo via qut demanda à Anastacio. - T,r,rc!.iCntou indic 1çüe:, 1 ot'l tas c que serão faci Ir·. r t, l<, dau L! efeito. Ricardo Ancel AveatPacu) Criação e in!,lul,.ç:Io de Cn. chc na Vila M.:ir,Hnb,1í,,; r:.ii:; ..', horário de ônibus da "Cruz"iro do Sul" de Bonito à Jzrdim;Cri • cão e instalação de Parques d Rccreaç~o com matcriàis reaprc- ~ veitávcis nas vilas onde a Prr fcitura tenha tc~renon disponl vois,inforrnaçõos xi:ro conccs55o e instalação de um<l ~rnissora d~ Rádio em Bonito. Elio Pcrlm Construção de sédes próprias para as Associaç6cs a~ :~rado - ros de bairros, construção de creche na Vila Marambaia, cos trução de dois Fcços artesiano~ (Ponte do Rio Miranda "Vila do Pescadores"), Projeto GuaicurJJ bem cono construção de incinera dor de lixos hospital<lres. - Notamos que alguns vereado - rcs apresentaram as mesmas indi caç6-:?s. Resta saber, quando Ludo is so será materializado? Rancho S Veteriné:ia VACINAS VERM1FOGOS - SAL MOTO Campo Ili R Grande-MS PRODUTOS VETERINÃRIOS EK GERAL O MELHOR PARA O SEU REBANHO! FONE (067) 251-1763 MINERAL CONSULTE t-;OSSOS PREÇOS PARA T•>DA LINHA ALCOOL E GASOLINA Retífica em Geral Pagamentos (12) PAX (067) TORTOGA 251- 1056 AVENIDA 11 DE DEZEMBRO, 273 JARDIM - MATO GROSSO DO SOL * ENTRECA.l-lOS SEU CARANGO., P.Ai'rDlKIJO ! * COLOCAÇÃO GRATUITA! * MOTOR CO>! CARANTlA! e Rua 13 de maio, 3.709 Em Frente a Santa Cá~ fane: 383-2517 e 3 PREFEIIURI MUNICIPIL DE CI CPETO NO 00/93 " Que cria, junto ao Gabinete do Pre feito, a Comissão Municipal de Defesa Ci vil, e dá outras providencias ", 0 Sr. Juvino Godoy Prefeito Municipal de Caracol, Estado de Mato Grosso do Gul, usando das uas atribuições legais,e CONSIDERADO, a necessidade de se man ter um istema permanente destinado à tra tar dos encarqos de Defesa Civil ncntc Mu nicíplo, para proteção à população e seus bens, nos casos de desastres de grandes pro porções; CONSIDERANDO, a neccaoidade de intc qração dos esforços entre os Poderes Muni= cipnin conotituido de forma a oe obter um melhor aproveitamento dos recursos existen tcn, e um atendimento adequado as oitua çõca provocadao por eventos deaastrooos; CONSIDERANDO, a necessidade de se re gulnr ao diferente□formas de cooperacio = das forças vivas da nossa comunidade, dis ciplinando e orientando a participação so cial, de modo que todos se sintam respons§_ veis pela auto-defesa dos interesses so ciais, e recompensados pelas contribuições trazidas para o bem comum; CONSIDERANDO, finalmente diante das circunstincias acima descritas, a necessi dade deste município integrar-se ao Siste ma Estadual de Defesa Civil: DECRETA: Art.1o - Fica criado, junto ao Gabine te do Prefeito, a Comissão Municipal de De fesa Civil: COMDEC com a finalidade de co ordenar as medidas permanentes de defesa , destinadas a prevenir consequências noci vas de eventos desastrosos, e a socorrer - as populações e áreas atingidas por esses cvcntos. Art.20 - A Defesa Civil compreende o conjunto de medidas permanentes, preventi vas, de socorro, assistenciais e recupera tivas, destinadas a evitar consequências - danosas de eventos desastrosos, previsí veis e imprevisíveis, a preservar a moral da popul11cão e a restabelecer o bem-estar social. Art.30 - A Comissão Municipal de Defe sa Civil constitui o instrumento de Coorde nação de esforços de todos os õrgãos muni= cipais com os demais Órgãos públicos e pri vades, e com a comunidade em geral, parã planejamento e execução das medidas previs tas nos artigos anteriores. - Art.40 - Nos termos da legislação es tadual, a Comissão Municipal de Defesa Ci vil - COMDEC - Subordinar-se-á diretamente ao Prefeito Municipal, e.ficará ligada à Coordenadoria Regional. Art.50 - A Comissão Municipal de Defe sa Civil coordenará, no âmbito municipal~ todas as medidas previstas no art.-20 deste decreto. Art.60 - A Comissão Municipal, de De fesa Civil será presidida. e dirigida pelo chefe do Departamento pessoal. S 10 - O Presidente da COMDEC tem a atribuição de planejar as medidas de De fesa Civil e, na ocorrência de qualquer si tuação de emergência, tomar as providen cias requeridas inclusive, requisitar fun cionários de outros órgãos municipais, e coordenar a ação de qualquer desses órgãos olici :do, íos que for situação. 20 - l de Cr - col, Estado 0l, dar o necessário suporte adm ni rst'vo COE.C e funcionará como sua secretaria cutiva Art,7O - A Comi&o Municipal de Defe sa Civil será consti uída de um represen - tante de cada departamento da Prefeitura - ou órgão equivalente, de cada umn repre en- tante de cada órgão equivalente, da admi nistração indireta municipal, cujos mE bros serão indicados pelos respec ivos ti tularcs. Art.8O - A COMDEC contará com um Con selho de Entidades, conntituidos por reprg ocntantcs de clubes de Serviços, Associa - ções Esportivas, Entidades Assis enciais e Sociedades Amigos de Bairros; com atuaçao no fünbi to Municipal. lrt. 90 - Qualquer dos Representantes que compõe a COMDEC ou seu Conselho de I:!! tidades, informará imediata e inadiavelmen te, à Secretaria executiva da comissão, ou ao seu Presidente, todas as ocorrências a normais e adversas que possam afetar par cialmente, de atendimento de suas necessi dades, ou ameaçando a existência ou intQ gridade de seus componentes. Art.10 - Tão logo tenha notícia da ocorrência de qualquer evento desastroso, o Presidente da COMDEC tomará todas as me didas para acionar a Comissão, e, se neces sário for, inclusive, o Conselho de Entida des, requisitando o concurso de outros ór gãos da Administração Municipal, cm caso de necessidade. § lo - Para o cumprimento do dispos to neste artigo, fica o Presidente da COM DEC investido de todos os poderes necessá rios, que serão exercidos, em nome do Pre feito, durante a ocorrência do evento de sastroso, e no período necessário à norma lização da situação. $ 20 - Se a situação exigir o Presi dente da COMDEC declarará a situação de e mergência na área atingida, a qual será de vidamente delimitada. § 30 - Se entender necessário, o pre sidente da COMDEC proporá ao prefeito a decretação de situação de Emergência ou Es tado de Calamidade Pública. - Art.110 - Os serviços prestados pelos membros da Comissão Municipal de Defesa Ci vil ou de seu Conselho de entidades, serão a título gratuito e considerados relevan - tes para o Município, devendo, se funcioná rio, constar dos assentamentos funcionais, sua participação como membro da Defesa Ci vil, quando da ocorrência de eventos desas trosos. Art.120 - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. r- O Edital de Condições Básicas, Parte inte - ·rante do presente "Aviso", está afixado no endere O ci tndo na letra "C" deste Aviso, sendo de Total nteresse do Participante o conhecimento integral- do mesmo, sob pena_de não poder alegar desconheci ~ento do seu conteudo e condições estabelecidas. - Caberão ao comprador as. providências neces- ~ s:~~=i:o ~ef orma e eventual desocupação do i.ÕÓvel - Maiores informações serão obtidas no seto • encionado na letra ''D" acima. _ Bela Vista - S 12- 04- 93 . Cocissao Permanente de Alienação da Agência cidade ° Pela Vista-!s. Gerência de Habitação e H!pote ==-===-==================Lc:a/dS Caixa Econot:úca Federal-Sureg/MS Governo do rasil, Paço Municipal de Caracol - MS 12 de Abril de 1993 Juvino Godoy - Prefeito Municipal * CONHEÇO E CONFIO* • I!e! ! r d a , O l l O 1 , 0 l cria. a ' ; - 0! 4. p+nu, r eco frio: cr 61.732.4504 ! ente xto: Cr$ 61,712,450,00-- € iue - I •170.22,00, O Intere: do para par!tpar da (oncotrrn- ta d.ver via1ar a importaneta de 1O" (dez per evento) de preço mínimo de venda a t!talo de cauçà na A, 7,4 cdde de ela Vista-MS sito a Rua ,@i ct± do Rego, 15 centro. interas qwi] 0' (oitenta por cento) lo valor depositado a tltu lo de auáo poderá ser tran ferido para paamentol de parte lo financiável, peaneendo os 20"(vi-1 r,• por cento) re~t,int<•!, hloque:,1t!o'l are 1.l or.ch.-:n,/ da venda, co a assinatura e re!nutro no Cartórfe de Imóveis do contrato de financiamento ou escr!tu ra e a averbação Junto à Prefeitura do Mun!e[pio.] • - • 1 C- No caso de participa,ao do ex-mutuar1o tu será per!ttda a ltberação de parte do valor depo-{ sitado a título de caução, para pagamento da parte n;o finnncindJ, assfn cono o preço MÍnl~o d~ vend,, n5.o !h.•rá o n:nunciado na lctrn ''A" der;te ,1vico (' sic, o ~calor dos valoreo cncontrado:J entre a dfv!-i da <-.xccutodu acrescida das custas de c,:ccuçoo,..1tu,, llzadas nonetarlomentc, ou o valor do Laudo de Ava 1facão realizado pela engenharia da CEF. D- A.proposta (modelo CEF) e o comprovante da :auçio deverão ser entregues, er envelope locrndo, ia Agência cidade de Bela Vista-~!S sito à Rua Se - ,,,stião Crispim do Rego, 15 Centro; no per!oclo de 12 19.04.93 no horário das 10:00 as 15:00 horas. E- Os interessados que desejam contar com fl n3nciornento, ou utilizar recursos do FGTS, dever§ dirigir-se ao endereço acima citado, com anteceder. eia m!ni□a de 07 (sete) d1as úteis do prazo esttl lado para entrega das propostas, a fim de inteira~ rem-se das condições, □unidos de CIC, RG,comprova~ te de renda e extrato do FGTS (se for o caso). J F- A venda ao ex-mutuário com finénciamento,de penderá ainda de_ au~_orização, por escrito, do Ge rente de Habitaçao e Hipoteca da Sureg/MS e o v lorde financiamento será de, no máximo 70Z (seten ta por cento) do preço mínimo encontrato de acordo coo o disposto na letra "C" do presenL" Aviso. G- A abertura e classificação das propostas se ra efetuada no endereço na letra "D" de presente Aviso, no dia 19.04.93 a partir das 15:00 horas sendo facultada a presença dos licitantes. H- O prazo para a assinatura do contrato sera de 30 (trinta) dias corridos, contados da data de abertura e classificação das propostas. Os contra tos nao assinados aéé 30.04.93 terão seus valores corrigidos, em 01.05.93 e pelo Índice de remunera ,;ão básica dos depósitos em Caderneta de Poupança com vencimento naquele mesmo dia, bem cooo O valor da parte nao financiada que não tenha sido paga ate 30.04.93. . " . ... CERTEZA DE BONS ~EGÔCIOS! . EFICitNCIA ,GILIDADS HONE.STIDADI: CERTIFIQOE-SE NA: Rua li mirante Barroso, n º. _ 109· Bel..a Vista - Mato. Grosso da Sul .. d C' í 1 • i Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1332_15_04_1993 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1334_20_04_1993 Voltar para a lista de itens