TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1405_29_09_1993 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1405_29_09_1993Número da edição1405Data de publicação29 de setembro de 1993Número de páginas8GeoCoordenada -22.100631016026 , -56.531267332479324 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1405_29_09_1993 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto # CIARIO REGIONAL ..... ----- ELA VISTA/M ANO 21 NO I.40 - 29 DE SETEMBRO DE 1993 - A+ FEIRA - DIRETOR: IVALDO e eee « t e CR$ 40,00 DTD PÚBllCO CONFIRMA JIPOIO DE 17 MUNICÍPIOS à WILSON BDRBOSI MIRTINS Liderancae Politicnn de 17 rnunicipioe da rogi5o da Grande Dourados, foram mobilizadas pa ra o ato público de apoio à can didatura a governador do sena dor Wilson Martins (PMDD), dia 24, em Fátima do Sul. Prefeitos, vereadores, de putados estaduais, ex-prefeitos e dirigentes de vários partidos estiveram participando da rcu j nião, marcada no auditório da Fifasul. Esses encontros, segundo o Senador Wilson Martins, "ser vem para mostrar que estamos buscando apoio de toda a socie dade, e defendendo um entendi- mento sadio, que não se dê lon ge dos olhos do povo". Para ele, a realização des sas reuniões que já aconteceram também cm cidades como Dourados Tres Lagoas e Aquidauana, ê a forma mais direta de responder com o apoio da população " aos conchavos e às manobras que vi sam frustar a população, impon do uma candidatura impopular e comprometida com métodos que to dos estão a condenar". Para o Deputado André Puc cinelli, coordenador do encon Deputado André Puccinelli, co ordenador do Encontro tro, o engajamento de todas es sas forcas políticas na campa nha de Wilson Martins, é demons tração clara de que o nome do Abraão: Bela Vista Deslanchar • val O Prefeito A braão Zacarias, dis se,ontem, que até a gora não conseguiu= assinar nenhum convê nio, nem com o Gover no do Estado, com o Governo ral, "estamos nistrando Bela com recursos Prios". Todos os convê nios, existentes na Administração ante tior, foram suspen sos, uns por falta de prestação de con tas, outros, por ir= regularidades, "esta mos normalizando to das estas questões" disse o prefeito. ' nem Fede admi vista Senador jã extrapola os limites partidários, "transformando - se numa exig6ncin de toda a socie dade". Ele garante que não encon trou dificuldades na mobiliza cão. "Diante do quadro colocado todos os que tenham compromis sos com o desenvolvimento do Es tado e não estejam a serviço de interesses excusas, ficam ao nosso lado", assegura. A mesma opinião tem o ex prefeito de Dourados, Bráz Mel= lo. "A Grande Dourados vive o mesmo sentimento do resto do Estado. O Senador Wilson Mar tins é o candidato indicado pe la voz das ruas e as lideranças populares estão naturalmente ao lado dele", avalia. Bráz considera ainda um fator aglutinador importante o fato da candidatura de Wilson Martins estar enfretando hoje resistências em alguns segmen os. "Na medida em que a popula ção e as lideranças prcebem a/ as reações de setores poderosos e influentes tentam ameaçar es se objetivo, cresce a mobiliza cão e o esforco cm Lorno dele". O próprio Senador Wilson Martins já avaliou essa situa - cão, lamentando que o Governa dor Pedro Pedrossian esteja pro curando implodir o PMDB ao p trocinar, dentro do partido,umii" candidatura que não tem respal do popular e que representa um entendimento entre forcas ad versárias do Partido. Transformar sua candidatu ra num movimento de resistência a essa manobra é, para ele, "a tê uma coisa natural, pois o povo não é bobo, ninguém quer mais se deixar enganar por fal sas propostas". Participaram do encontro, várias delegações do Es- tado. outro fato preo Cupante, é a baixa arrecadação do muni- ' '9 Clpio, com perdas consideráveis, todos os meses, o que im Possibilita um plane Jamento mais apura do, Não houve a prcÕ upacão com o setor tributário, não se Pensou no futuro. Esta semana o Prefeito viajará pa ra Brasília; buscara recursos para viabi lizar projetos a cur / . :- Prefeito Abraão Zacarias to e médio prazo. E procurará, também reativar alguns con vênios. Apesar de tan tos percalços, a Administração Munici pal está caminhan do. - Segundo o Pre Magnifica Feijoada Sábado dia 02/10 - No Clube Esportivo lavistense - ll horas PROMOÇÃO: CLUME RECREATIVO FLAMENCO - COM CSICA AO VI vO!! " ADQUIRA O SEU CONVITR " - Be Wilson artis: 'tClra se nata pela cabera' * Senador volta a defender as Prévias para escolher o candidato do PMDB ao Gover no . A realização de prévias para esco lher o representante do PMDB nas próximas eleições para o Go verno do Estado vol tou a ser defendida= pelo Senador Wilson Barbosa Martins em entrevista coletiva concedida à imprensa da Capital no último final de semana. Wil son denunciou pres sões aos prefeitos do PMDB que assina ram manifesto decla rando apoio ao candi dato João Leite Schi ~ midt, deixou a ente f der que existe um i t cordo entre ele e o l Deputado Federal Flá ; vio Derzi e bateu du { ro no Governador p f, dro Pedrossian; " - Página/ 04 Wilson B. Martins 4 7· Leilão Caracorte DIA 13/10/93 - LOCAL - TATERSAL DO SINDICATO RURAL DE CARACOL HORAS- 20:00 - REALIZAÇÃO SINDICATO RURAL DE CARACOL E PORTEIRA LEILÕES RURAIS CARACOL-MS ,* VÃ E FAÇA BONS NEGOCIOS! * CARACOL ESPERA POR VOCE! .' feito, Bela Vista vai deslanchar, a promessa do término das obras para Jar dim, feita pelo Gover nador, está sendo cum prida; no próximo ã no teremos condições de iniciar as obras que a população tan to reivindica, entre ' estas a estação Rodo viária e o mercado Municipal, evidente mente num sistema de parceria com a i Dr. Carlos Alberto O niciativa Privada" cariz (Cachito) Rotary Atuante em Bela Vista Na última sema na vários rotarianos estiveram no vizinho Município de Bella Vista (Paraguai) , mais orecisamente na Colônia Susia, pres tando atendimento mé dico-odontológico. Foi um mutirão de saúde, tendo a frente o Presidente do Rotary Club, Ge rardo Boccia, cirur gião dentista e os médicos Carlos Alber to 0cariz, Renato de Souza Rosa e Jaqueli ne Cavalheiro, tam= bém a Assessora do Presidente, Soraia. VEJA NA PAGINA/ 02. * ALBERGUE PARA DOENTES MENTAIS EM BELA VISTA. PÃG/02 c CIE E ARGEIII; AS PRIVATIZES .] ,,, Fábrica de Malhas Diana Mantém em etoque mi lhas para todos os tamanho, para Col6 qios de Bonito e acei lA rnco, endao dr 011 tras praçan. Conf<'cciona lom Aqaalhos e Uni for mes para: Joqadores e eventos. O melhores pre coo da cidade 1 Faça--nos uma vi:si ta e comprove Ponc (067) 255-1634 Rua Pilad Rebuá Bonito - MS Casa de Carne Sadia DE: 1NTONIO CASINOVA Carne de suinos, bovinos, frangos, linguiças mistas e de suinos, queijos banhas, geléia de mocotó, torresmos etc ... O 1'1çougue NO l de Bonito. Atendimento "Nota 10" c os preços • são convidativos 1 Rua Luiz da Costa Leite Fone (067) - 255-1475 Bonito - MS • Qualidade em produtos e serviços • Tudo para a sua festa Loja 1 24 horas, Rua Pilad Rebuá,1853 Loja 2 - Jardim Andréa (Defronte ao Clube do Laço) Fone (067) 255-1710 * Atendimento a domicílio Bonito - M Rotary Atuante t preciso esclare cer à população dÕ Sudoeste, a respeito da criação de um AL BERGUE para tratamen to de doentes menta= is em Bela Vista. Há vários doentes que perambulam pelas ruas da cidade, al guns já provocaram incidentes, destrui cão de vidraças, ata ques a crianças, uma doente mental foi ba leada por um Polici al Militar depois que atacou sua espg sa e filha. Outro doente ata cou também duas meni nas, filhas também de um Policial. Não são muitos, uns seis ou sete. A Promotora Públi ca da Comarca, Dra. Vera Aparecida reu niu-se com os· inte grantes do ROTAR , LIONS e MAÇONARIA, fa r. Carlos A. Ocariz clonais do Rotary,cu jo Presidente da Av: em Bela Vista tivera no iz r o Município d Vis a(Paraqui),n is precisamen e na Colo nia Susia, prestando atendimento dico odontolóc;ico. Foi um mutirão de aüde, tendo a fren tc o Pr0:.iidon ,, do ROTARY CLUB, Grrartlo Boccia, Cirurgião dentista e os medi cos Carlos Aber o Ocariz, Renato de Souza Ro:a e Jauucli nc Cavalheiro, tam bém a As:.cssoru do Presidente, Soraia. A iniciativn foi doe Serviços Interna ultas :dicas, exa , ot.rações, tra +amento preventivo , v.cinações, enfim,vm d,a d. trabalho e do mia dedicação ao próximo. Há do se lembrar cue cada POTARY CLUJ scol:e o s'u ca i nho para servir,esti pula metas e objr i vos,o Rotary Club de Dela Vista traçou ob tivos a curto e e dio prazo. Todos es tão sendo cumpridos. ~este rnés de outu bro,alén do pulcstrã ,» o dic e p :- '. i t. ' d,> C' Carlo 1brto riz realizr e: Porto Murtinho, tá rarcada t! uma Distrital l. ' 1s a c0t as enças do ro ariaí de Ponta Perã, Por" ar inho e conceiça, Outro problema - que o ROTARY quer judar solucionar dos doen es mentais quo temos m nos a cidade,espera-e ape nas que o GOVERNO Dã ESTADO ou alqum Depu tado INTERESSADO 4 ajudar, dc um sina! de vida. tFp] Gemila Palace Hotel DE: NAIM JlSER Com apartamentos super confortá veis e g;i.ragem privativa. Atendimento cordial e todos os ma teriais com a melhor higiene po.:;sivel. Preços especiais para grupos de ex cursão e viajantes. Rua Luiz da Costa Leite, 2085 Fone (067) 255-1421 Bonito - MS Albergue para Doentes Mentais em Bela Vista lando a respeito do problema e solicitan do a colaboracão dcs sas entidades. MantI veram uma reunião com o Prefeito Abraão Zacarias, pa rase resolver o pro blema definitivamen te. O assunto surgiu inicialmente no ROTA RY, onde cinco médi= cos são sócios, tam bém o Presidente do Lyons, Ribamar Cruz e Silva é médico. Po is bem, eles sabem das rcsponsabilida - des e obrigações de manter este Alber gue, só que já ESTA HAVENDO distorções ' cm várias cidades da Região comentou-se a respeito de uma CLINI CA (Sic!) para doen tes mentais que será aberta em B-ela Vis ta. Não é nada disso, longe está de a comu nidadc bclavistcnse ter condições de a brir, instalar e man ter uma CL1NICA,scrã apenas um ALBERGUE , um local para isolar os doentes, quando cm crises.E, além do ma is, essa iniciativa está em ESTUDOS,pois se o próprio HOSPI - TAL S.VICENTE DE PAU LA depende da ajuda particular. de prorno cões,da dedicação e esforço de sua dire toria,corno pensar em MANTER uma Clínica para doentes mentais? Fica o alerta aos nossos vizinhos, es tamos buscando meios de atender "Os nos sos doentes mentais~ e nao abrir as por tas para acolher do entes que perambulam pela demais cidades da Região. Gostaría mos, se pudéssemos , de a tendê- los, mas AINDA não temos con diçoes de atender - r nem os "nossos". Em tempo: Nem a Prefeitura Municipal ' está cm condições de arcar com o pesado õnus. Bem que o GOVERNO DO ESTADO , que tanto fala em "entendimento", pod~ ria se entender com o setor de sa_Q de e melhorar as condições dos hos pitais, Postos de Saúde, salários dos médicos, mais remi díos, etc,etc. LEIA E ASSINE • 1 JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA PREÇO DO EXEMPLAR: CR$ 40,00 Auto Elétrica Bonito DE: VALDEMAR ZANUNCIO TRINDADE Venda de peças elétricas, baterias novas e recondicionadas, consertos de motores de partida, dínamos e alternado res. * Rapidez, perfeição e garantia ab soluta. * Antes de viajar, leve seu caran go para ser checado pelos profissionais da AUTO ELÉTRICA BONITO. * SERVIÇO DE ALTA QUALIDADE * O MELHOR PREÇO DA CIDADE Rua 29 de Maio, 922 Fone - (067) 255-1333 Bonito - MS PERDIDO Adquira o seu exemplar do Livro "NAS MATAS DO PERDIDO", do Jornalista Ivaldo Pe - reira, na Agência do Banco do Brasil. 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Redação, Departamento Comercial e parque Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 564 - Caixa Postal - 23 - Fone (067) - 439.-1410 - Bela Vista -- MS SUcursais Jardi, Porto Hurtlnho_. Antonio João~ ~ nito, Caracol, Capo Grande e Correspondentes e Bras{lia e S5o Paulo. Propried:sdc da Rede Belavistense de Jornais LTDA C - NF 15.513.203/0001-90 * FlLlADO A ADJmtÚHS) E ABRJJORI O jornal não se responsabiliza pelos artigos assin éosw de or-li;= de.Hnida. * Exemplar ; 3o,OO • Número Atrasado 50,00 * Assinatura Mensal -----------...600,0 Assinatura Trimestral. 1.soo,oO • Assinatura Semestral 3.600,0~ * Assinatura Anual 7.200,0 + JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA: • • QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO " rr VICI DE PIPEL YIRI MOEDI FORTE NI CUMPRI DE FIZENDI vacas num prazo de eis anos. SÓ que ao final de cada ano, o comprador se compromete a for necer 25 da quantidade de be - zorros que naturalmente as mil vacas paririam nesse período. Vale lembrar que o índice de prenhez é de cerca do 801 no Ma to Grosso do Sul, a cnda ano.Es sa sistemática do fornecimento de 25% dos bezerros passa a va ler por todos os anos seguintes e ao final do contrato,ou seja, quando completar os seis anos o comprador além de fornecer parte dos bezerros, deve efe tuar também o pagamento das mil Uma nova moeda está revolu - cionando a venda d fazendas no Mato Grosso do Sul. Trata-se da •vaca de Papel", um contrato finuado entre comprador e vende dor, para pagamento a longo pra zo, em cabeças de gado. Segundo cxplicDçÕeo do Preaidcnte do sindica to dos Emprcsos !mobiliá rias e Condominios do Estado - SECOVI/MS, Carlos Roberto FL quelredo Gonçalves, o "Charles: o mercado imobiliário rural es ti bem aquecido não só devido - às variadas formas de pagamento de uma propriedade (sacas doso ja, arroba do boi, vaca de pa - pcl, dólar ... ) mas também devi do ao grande interesso de Empre sários paulistas, mineiros, gaú chos e paranaenses, principal mente, em adquirir terras no Es tado onde a agricultura e a pe cuária são promissoras. Muitos negócios são feitos - com prazos de dois a seis anos é a longo prazo que entra o sis tema "Vaca de Papel", que con siste no seguinte: o comprador de uma fazenda paga, normalmen te, por exemplo, 358 do valor - da propriedade (à vista) e o restante, parcelado em dólar ou cm gado (vaca de Papel). Esse - contrato podo prever, por exem plo, o pagamento de 1.000 (mil) CHILE E IRGENTINI: IS PR vacas. "Esse é um bom negócio tanto para o comprador como para o vendedor. Ambos ganham, sem dú vida alguma" comenta Charles que tem registrado, através do Secovi, muitos negócios com Fa zenda, tanto na Capital como no interior do Estado. "A Vaca de papel virou moeda forte no nos so mercado", acrescentou o Pre sidente do Secovi/MS. A opinião de Charles ê endos sada pelo corretor de imóveis especializado na área de Fazen das, Antonio Luiz Leal. Ele lem bra que a "Vaca de Papel" tem= segurança total numa transação imobiliária, pois esse contrato Marcos Rolim As experiências de privatização desen - volvidas na Argentina e no Chile merecem - um exame atento de todos aqueles que estão em busca do uma saída para a crise brasi - leira. Particularmente aqueles que se opõem ao receituário-liberal no Brasil - e com destaque nós do PT - devemos prestar aten cão nos desdobramentos econômicos, sociais e políticos naqueles dois países. Como integrante da comitiva de Deputados que procuraram se inteirar das experiên - cias de privatização no setor de telefonia, acredito que seja necessário, antes de tu do, situar as condições históricas concre tas que antecederam as políticas liberais naqueles casos. Para isto.,.;/ bastaria assina lar que tanto na Argentina, quanto no Chi= le, as privatizações foram o resultado de situações limite. No Chile, o processo te ve início durante a ditadura Pinochet e foi, literalmente, imposto a uma sociedade Ja traumatizada pela violência repressiva; na Argentina, a situação econômica havia - Chegado ao "fundo do poço" com uma infla - ao mensal de 2308. , Em ambos os casos, os serviços públicos havia chegado a um nível tal de degrada €ao - O que implicava não apenas ineficiên eia e atraso tecnológico, mas tambêm cor= na realidade, uma hipot ca d primeiro grau eran .e a Lei. I so qaran e portan o , a o vnde ·- dor, mesmo num. tra sação a lon go prazo, segurança no negócio, diz An onio Lal. MERCADO Outro fator que tem contri - luído para aumentar a procura 1,or torras no Mato Grosso do f.ul, segundo o Presidente do Sg covi, diz respeito às elevadas taxas de juros bancários. Ape - ar do bom faturamento nesse se ter, o Empresariado tem-se nos= t.rado um tanto preocupado. Essa insegurança tom justificativa: om outros tempos, quando o mer cado financeiro estava dessa ma neira, as frustrações foram - qrandes dos investidores. Por isso eles estão procurando Ou - tras fontes mais seguras para suas aplicações. O mercado de imóveis é um dos mais seguros e o que tem apresentado rendimen to ao longo de todo esses anos. "A insegurança do mercado fl_ nanceiro tem feito com que mui tos investidores procurem por - terras no Mato Grosso do Sul rupção - que as políticas de privatização adquiriram um sentido quase que "natural". Tudo ocorreu como se as privatizações não correspondessem a uma opção política, mas fossem, na verdade, a única coisa a ser feita. Cabe assinalar que a experiência de pri vatizar empresas de serviço público na Ar gentina implicou em um conjunto de defini ções legais específicas para cada setor pe los quais se estabeleceram, previamente metas de qualidade e quantidade a serem o brigatoriamente alcançadas pela iniciativa privada que opera os serviços mediante o regime de concessão. Estas definições cons titucm o que os argentinos chamam de "Mar= cos Reguladores". Mais do que isto, para ca da setor privatizado foi estabelecido um "Ente Regulador" - na ,•erdade, organismos estatais de controle técnico - a quem com pete a tarefa de fiscalizar o cumprimento dos marcos, aplicar sanções às empresas e, eventualmente, cancelar as concessões. Me dicas semelhantes estão em debate no Chile neste momento na tentativa do corrigir vá rios problemas decorrentes do afã privatis ' 4nto para o cultivo d aaricul 'ura ·no da peeuá ia, comen - ou Charles que nao em düvida t ± do um crscimento cada vz maior do vereado imobilii rio. Segundo informações do corre tor de imdvo1s Antonio Lui Le al, que trabalha uma das maio res imobiliárias do Estado, o hc are de terras no Mato Gros so do Sul tem valoriz do bas an . ..-' Em Maracaju, por exemplo, o custo do hectare está em torno de US$ 1.200. Em sacas de so)a, a região do Chapadão do Sul cu tá avaliada em 250 a 300 por hectare e na pecurlria, dcpendr~ do da região, varia de quatro a cinco vacas por hectare. Ao contrário dos grandes cen tros onde a agricultura o a pe cuária já estão muito explora - das, as fazendas no MS tom uma característica especial: são formadas por grandes ãreas com uma média de 20 mil a 50 mil hectares. Em são Paulo, por exemplo a média da maior fazenda exis - tonto na região, gira cm torno de 10 mil hcctnrrs. ""' ta da ditadura que chegou a conceder "1i - conças" de prazo indefinido e transmissí - veis por herança. Estes e muitos outros pontos devem ser aprofundados para que no Brasil não se in corra no erro de transportar soluções for jadas em contextos históricos distintos e, fundamentalmente, para que o debate não continue a reproduzir uma polarização sim plificada e simplificadora definida, no mais das vezes, a partir de pressupostos ideoló gicos. Um projeto responsável e comprometi do com o resgate da dívida social em nosso País não será possível nem co~ uma estraté gia de "privatizações selvagens", nem com uma defesa principista das estatais. t per feitamente possível pensar na construção= de uma "esfera pública não estatal" que permita a afirmação do Estado nos setores fundamentais e estratégicos e regule a par ticipacão dos capitais privados em busca= de uma verdadeira competição pela eficiên cia. Mais do que nunca, o desafio é de ordem política. Marcos Rolim - Deputado Estadual - (RS) Anuncie e Valorize o Jornal de sua Cidade t a e 3: 1i 'ª l lr in Li :t n. Cometa Dei Dmambay A EMPRESA COMETA DEL AMAMBAY oferece aos seus passageiros • o máximo em conforto, segurança e rapidez. -- ônibus novos, com ar condicionado, velocidade controlada e atendimento de primeiríssima ( serviços durante a viagem: ca fé, refrigerantes, sucos e lanches). Saída diáriamehte para São Paulo às 16:00 horas no Termi nal RQdoviário de Pedro Juan Caballero. 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Com relação às cr!ti- Na entrevista coleti- cas que faz à Pedros - va à imprensa, Wilson sian, o Senador foi ela- Barbosa Martins, bastao ro, "ele vêm tentando ele sestruturar nosso parti~ do, portanto é a ele que tenho de combater, "co - bra se mata pela cabeça'.' Na entrevista o Sena dor, que lidera todas as pesquisas de opinião p~ blica para as eleições - ao Governo do Estado, in sistiu na realização de prévias para a escolha - do candidato do PHDB , "as prévias estão previs tas no Estatuto do Parti do e o PHDB não pode con trariar a sua história"ã firmou Wilson, dizendo~ não acreditar que a maio ria dos membros do Dire~ tório Regional são con - trários à realização das prévias. Ele enfatizou que candidato a Governador será indicado pelas ba ses para vencer as elei ções, no seu entender "as prévias serviriam pa ra deter as manobras en gendradas pelo Governa - dor Pedro Pedrossiao vi sando impedir a sua can didatura e impor um nome impopular que representa apenas os seus interes - ses", destacou. O Senador descartou - qualquer possibilidade - de entendimento com o ex conselheiro do Tribunal de Contas João Leite Schimidt em função da li gação dele com o Governã dor Pedro Pedrossian e seus aliados, "ele é ho je muito mais candidato dos nossos adversários - do que do PMDB" enfati - "MANIFESTO OB'TIDO POR PRESSÕES " adas, o Snadar r • • . t - to, qae a direção ac!o nal do partido e l Í aten l:i a todos os desdobra •• mentos políticos em !{ato Grosso do Sul, "eles sa- bem quem faz o jogo do partido e q,em está a ervIço dos nossos adver ar los, no segredo a Is essa conspiração q,e será desfeita com as pre vias" assinalo,, A pro - post,1 do Senador, e que cot~ aendo nnallsndn pe la cpla nacional do PHD!l, é a realizaçiio ele prévlno em todos as [stn dos cm que existem disp: tas internos no parttdo pnra indicaçno do candi dato a Governador. Colocando mais lenha no clima 'pré-eleitoral , que já vem causando con sideráveis estragos nas fileiras peemedebistas , o Senador Wilson Barbosa Martins afirmou clarameo te que "o manifesto de prefeitos do partido era apoio à João Leite Schi midt foi obtido a par - tir de pressões do Gover oador do Estado e muito~ é dos que assinaram, no mo e mento certo, tornarão p blico o apoio à nossa • candidatura", nesta lis ta, denunciou o Senador, estaria incluído até mes mo o Prefeito da capital Juvêocio Cesar da Fonse ca. "Juvêncio é meu com panheiro, é uma lideran ça expressiva do parti - do" disse Wilson, afir - mando acreditar que o Prefeito de Campo Grande vai decidir-se pelo apoio a sua candidatura assim que o quadro sucessório definir-se totlmene. "CONSPIRAÇÃO SERÁ DESFEITA. PELAS PRÉVIAS" Mostrando-se certo de que as eleições prévias para a escolha do candi dato do PMDB serão reali APOIO Dll FLÁVIO DERZI ntade, d . 3 r r qae ex! te parto, entre ele o r - patado Federal Flávio DerzI e que aparece em terceiro lo,ar as pes - qaias de op1nfão pbl! ca para Governador, d trás apenas do próprio - Senador e do ex-prefelto de Ca~po Grande, Ludlo - Mart!ns Coelho. "os alia dos dele, (de rLívio Der r.i), tA:u r,anifestndo e;;:. de vez mais opoio à ml - nha candidatura, isso vem acontecendo em vi - riu5 regiões do Estado como em Corumbá, Doura - doe e entre todos os partidos" assegurou. Há de se destacar, po rém, que para as prévia~ serem realizadas, quando então Wilson Martins te ria reais chances de der rotar Leite Scoimidt nã disputa pela candidatura ts ao ' preciso an- e ela e} sr •. - da plo Diretório Refo n..l do part!do, onde, Pf lo meno por enquanto, 4 :--I alorfa dos eas ebr. s :- ... 1.lf,, .. ta-e pblica n te pendendo para o Lado "chfIt!ta", ma. o Se nador Wilson Martin nao ilcn·dlt:.. q,.e , .. 1.1 proj)"O; ta veja rejeitada pelá pala estadal do PMDI, no se" cntr•nd<·r ºcc:- ü realização das prévias o próprio p:irtido fic,1ria mals seuro, as bases sa tlsfeitas e, consequente mente, a cm"p,1nh:i eleitÕ ral seria muito oals fÓ: c IL" destacou IHlson Bar bosa ~;:srtios. ENERSUL NA MIRA DO SENADOR Na verdadeira saraiva da de críticas que desf; fcç. s do Senador, a presa estar!a vendo ,sa da para prover fands pa ra a capunh. do ex-coi ,,tlhc:lr<> ln.iu L11l1~ S, i! n!dt, a p.,rtlr do 1M ,n: to em que lançou o pro - rama de v,•nd,1 s de a- 0es. IHlHUrl 11.trtln:, ,1fir - moo que já oriento, se escritórfo para que esto de a possfbLlidade de i mped lr essa t r,rn~açi.o - que consldrro dnnosa dos cofres pblfeos "e cujo ohjctlvo principal é s r vir aos interesses elei torais do Governador Pe drossian, apenas e tão - somente isso', no se, entender. Pesquisa JESUS CRISTO NÍO Rf SSU$CITOU DO TERCEIRO 0111 Fernando A.A. Correa -· Autor do: "Os Deuses da Bíblia" e "O Tesouro de xeres• Jesus_Cristo veio à Terra por um imen- é mostrado nos versículos abaixo: "Aprox!DOO 50 proprosito celestial e, para tanto, o se deles o proprlo Jesus e caminhava com eleo. Os seus olhos, grande Espírito Iluminado teve que subme- por=, est.wau como que fechados, de i:x>do que não o rea,nhece ter-se as Leis naturais e a limitação fí- r.lDI (Luc,,s 24:15-16)". - sica. A Sua grandeza espiritual Lhe conce Ora os Apóstolos e os Discípulos convi dia poderes para transformar água em vi= veram com O Mestre três anos de sua vida, nho, _restaurar ossos partidos e tecidos encontrando-se quase que diariamente. Se rompidos, devolver a visão ao cego, levi Fia impossivel que somente depois de três tar sobre as águas_et~. Até m=smo para fa dias sem ve-lo, nao O reconhecessem mais, zer com que Seu proprio coraçao voltasse- O que teria acontecido a Jesus para que a a_bater, depois de ficar inerte por três Sua fisionomia mudasse a ponto de não ser dias. Entretanto, Ele assim não O quis! reconhecido pelos mais próximos? Aceita - _ O leitor,bíbl~co deverá observar que a mos que O Mestre, Espírito da mais alta poso terceiro dia que ocorreu a morte na Esfera Celestre, era capacitado a reali cruz, pela primeira vez acontece com O zar ~a~anha metar.,orfose, mas qual era o• Mestre um novo fenômeno que, até então proposito dessa transmutação? "Dia estas pa ainda nao havia sido realizado. lavras, ria Madalena) voltou-se para trás e via Jesus: de pc; m.is n.10 sabia. que era Jesus (Joa.o 20:14)". Na Bíblia está escrito que Pilatos ha- via ordenado que o sepulcro fosse selado._ explicação para este fenômeno é uma co d so: Jesus Cristo, após sua morte na cruz, m uma grane pedra e guardado por vá - nao re~suscitou. Agora Ele se apres~ntava rios de seus soldados (Mateus 27:64-QG). aos Apostoles materializado como nos mos Passado o saba_do, ao a~anhecer do tercei·- t • ' - d ram os versiculos abaixo: ro ia, um anjo do Senhor desceu do céu e revolveu a pedra que guardava o sepul - cro. Os guardas ficaram como que nortos (?) (Mateus 28:1-4). Todos os que visitaram o sepulcro constataram que ele estava va z10. Depois disso, algo de anormal aconte ceu fisionomia do Mestre porque, os seus discipulos e aqueles que Lhe eram prox1mos nao o reconheceram mais,como nos "Enquanto falava nisto, APARECEU Jesus no DC:io deles e disse-lhes: A Paz sejn convoscd. 1 Has eles t:urb.3dos e esparta dos, julg.,v= ver algc:e ESPlRilO (Lu=s 24:36-37)". Agora Jesus aparecia e sumia na frente das pessoas e o que elas realmente vian - era o Espírito de Jesus materializado ve ja.que Ele não entrou naquele local, Éle apareceu ... Por isso, não era reconheci.dO· "veio Jus, estando as port3.S fechadas PÕS-SE no ae..Lo deles (João 20:26)". "Abrira-se-lhes os olhos,e reconheceras "o i as Ele DESAPARECEU (Lucas 24: 31)". ' Restaurant ' * SOB A DIREÇÃO O Ponto de DO EMPRESÃRIO RODOLFO PEREIRA Casino· P aragua-y Encontro·· .. âa Sociedade * BEBIDAS NACIONAIS E IMPORTADAS Sàboreie o * ATENDIMENTO * JOGOS - LAZER - HOSICA Bella. 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Conserva, pois a pardacenta cu tícula, onde estão todas as suas virtudes. ARROZ INTEGRAL· B~VIDA e SAÚDE. Deve fazer parte de alimentação. Use e coprove. Vida nova, em todos os aspectos. MAURO EDUARDO BEARARI RUA TUIUTY,50 FONE: (067) 251-1291 Jardim - MS Muitos diz Gu a to!{tica é e. Iao é verdade. Ma qun.do os particulares, d e um p e q u e n o g r u p o , pessoa, is o rpre r á políti ando reses maiores, de ura ccmunid de, do am sccidde, d í temos a expressão maior da política. A olitica não é foi a de 1orna si todos os participantes, mas por reio de m a s de p a r t i c i p a ç ã o e represntacao. I o o c or r e nas çes, nos si.dicatos, nas Igrejas, em todos os lugares. Os partidor políticos surgiram como meio de const.uçao de possibilidades de participado donocrátics de toda a sociedade - na política. Ele devem expressar a diversidade de opiniões e in terens s sociais de uma região os País. ao a base maior da do cracia. Sem partidos ão há democracia. Es a só e constrói com partidos íort s, estáveis e que em coerencia de programa e a ç.'.ío. No Brasil, por causa principalmente da crise social econo mica que vivemos, a eleição de um governo ruim ou ineficiente , muitas vezes faz as pessoas apressarem o processo de substitui - ção desses governos. As vezes isso é muito importan , como no caso do Collor. Tínhamos que subs í tuir o presidente, porque , 1ém de ruim, ele estava d struindo o país, com corrupção e com desmandos. Em outros momentos isso~ mai!l co~plicado, como ,. o caso da antecipação do processo eleitoral. Hoje em quase to dos os Estados da Federação já se começa a discutir as elcicócs do próximo ano. No Mato Grosso do Sul tar.ibém é assim. Mas, se não há outro jeito, dada a fraquczadc nçÕcB do ~ tual governo e a ânsia de alguns, vamos então enfrentar o proble ma com seriedade. Isso implica em começarmos a cliscutir as pro postas dos partidos, em promover o debate dentro dos partidos. Há pessoas que se vangloriam de serem independentes. Hã a queles que dizem que não devemos pensar em partidos e sim em pro postas de grandes acordos de união. Essas pessoas estão enganando o povo, da mesma forma que fez Collor. Pois, no fundo, estão querendo destruir os partidos e fazer uma política individual. Antes·de pensarmos em acordos partidários, temos que respei tar os partidos, temos que ter propostas próprias, que unam a mI litãncia e aproximem o partido do povo. - O PMDB está discutindo, internamente, o programa e os nomes para a próxima eleição. S um processo que já se iniciou, mas ain da tem muito a andar, tanto no sentido de aglutinar as propostas mais populares e claras de desenvolvimento do Mato Grosso do Sul como também no sentido de indicar quais as alianças que serão possíveis e desejáveis para esse pleito. Sou um homem do partido, respeito a decisão coletiva, a par ticipação popular, a democracia. Por isso é que aceito o chamado dos companheiros para essa nova caminhada. Mas sempre manterei - minha coerência, vou lutar para que o PMDB continue com seu pro grama autêntioo, popular e democrático. Não podemos admitir aven turas nem aventureiros. - Dentro dessa linha, peço sua colaboração, vamos juntos, debater as propostas, organizar as soluções, sempre na dignidade da política, no desenvolvimento do melhoria das condições de vida e trabalho de todos. * Senador Wilson Barbosa Martins. discutir pensando Estado,na Novo Mercado DE: RAY.ÃO ARRUDA FARIAS. SECOS E MOLHADOS, LATARIAS EM GERAL, PRODUTOS VETERINÃRI OS, E REPRESENTANTE DA AGIP-LIQUIGÁS. ATENDIMENTO PERSONALIZADO! CONFIRAM OS MELHORES PREÇOS DA CIDADE! AV: BRASIL NO 565 - CARACOL - MS. Casa de Carne Xavier Rua Mato Grosso 515 Fone: 435-1227 Antonio João MS t. ,, 1, .e: ,f o ec a gJ de d d , ... lI %.3 1r. u r é ;e :e :e tJ : t: " ,. PEORIS QUE ROLAM •• • MORTE SEM GLÓRIA CAPÍTULO XII Tudo estava caminhando de acordo cm o previsto. Ate de chegar à cidade, Ar go ns morava em São Paulo, mas tinha caa no Rio de Janeiro, apartamento em Cambor iú e uma chácara nos arredorer de Campinas. Sua rede de narcotráfico, cuja base era São Paulo, utilizava-se de pequenos aviões,pi:5 tas clandestinas foram con. t ruída em vã - rios Municípios do interior. Foram muitos anou de atividadcn, dinheiro correndo sol to, sabia comandar e não tinha escrúpulos para nada. 'Todo o edifício montado começou a ruir no dia em que os americanos, inter feriram na Bolívia e na Colômbia, um a um foram caindo os chefes dos cartéis bolivia no o colombiano. Muitos poucos escaparam. Ccdo ou tarde chegariam até ele. O sistema já não funcionava, a distri - buiçio da cocaina nos morros cariocas, por falha humann, ji nio lhe rendia o suficicn to, pagava muito propina, as quadrilhas cs tavam cm luta. Todos os dias mortes e mais mortes, policia mata traficante, traficar tos matam policiais. 'A roda da morte girava.Era preciso desaparecer por alguns tempos. Se possível até mudar a estratégica. Encontrar um local apropria do para l!T3. nova base, desmontar todo o sistema e criar um novo. Mudar de estratégia. Não foi ficil, até encontrar o Gordo nu ma festa na casa de um deputado no Rio de Janeiro. Ficaram amigos. Se bem que ami - gos só sio amigos quando têm alguma utili dade. Assim pensava. Organizou tudo, através de Advogados Procuradores, foi vendendo o que tinha. Em dólares. O dinheiro era depositado num ban co de Assunção, com toda a segurança. - Quanto a sua equipe, apenas Pabrlo e Ro sa ficaram com ele. Passou o comando par alguns chefes do Comando Vermelho, no Rio; em São Paulo para a Máfia coreana e oelimi nou todos aqueles que pudessem atrapalhar . seus planos. Sua rede de informantes continuava atu ante, não o conheciam, só por telefone, mu dava de nome, usava de todos os artifícios, pagamentos através de emissários, depois - das informações checadas. Ninguém suspeitara de nada. Um homem - rico disposto a investir no Mato Grosso , cansado da cidade grande. Quer a paz do in terior. - Tinha o costume de anotar pensamentos , escrever com uma letra miúda, redonda (le tra de mulher, dizia Rosa) todos os seus - planos, elaborava-os durante à noite, às vezes acordava de madrugada, uma idéia sur gia, levantava e anotava no caderno doca= pa grossa. Assim foi o plano para dominar Arroio - do Meio. Cuidadosamente elaborado. Por enquanto só duas pessoas ameaçavam, poderiam destruir todo o esquema que esta va sendo montado. Jeruza e Jotagê. Tinha - certeza, ela contara a verdade apenas para o Padre e o radialista, para mais ninguém, mesmo assim nem tudo o radialista sabia.Ti nha certeza. O Padre estava em companhia dos anjos. Foram perfeitos os crimes. Faltava Jeruza e o rdiarista. Mas ti - nha homens na pista dos dois. Jota foi o primeiro. O caminhão da Transrort dora Araras pas sou pela estrada de Qucbracho, Jotagê apro voltou a carna. Chegou à cdde já d madrugada, apena o boliho do Pardo estava aberto. Agrade - cev ao motoris a e parou para tomar umn ca fé. Se 'ivese. Tinha. to bar, ardo aten dia a dois freguesa, um deles, para azar de Jolngfi, crn Pablo. Muito azar: - Boa noite. - Boa noite, Jotagê, por onde andava? - Estava em Jardinópolis, fui ver uns anúncios pnru a r5dio. Os dois homens apenas olharam. Não fizg ram comcntárion. Mas olhavam fixamente pa ra ele. Reconhecera Pablo. [esse Jeruza havia - falado. O que fazer? Não podia sair, se ,aisse, com certeza o pegariam. Ficou no br. Por mais de uma hora. Converoando com rardo. Até que este disse que tinha que fe~har. Prccioava dor mir, pois às 5 horas abriria novamente. Saíram juntos. Pardo e Jotagê. E os dois fregueses. O dono do bolicho n~o percebeu nada. Na esquina do T5nis Club, já perto do Hotel Vitória, um dos homens (Pablo) se despediu. - Vou dormir também, esta cidade de ma drugada é triste, não tem o que fazer. o outro comentou, rindo, para Pardo: - Vou dar uma olhada no tal de Baixa dão. Vamos companheiro? - Não, vou dormir. Pespondeu Jotagê. Cada um para um lado. Quando se viu so zinho, Jotagê iniciou uma desabalada car - reira. Correu mesmo. Para casa. Não chegou. Ao atravessar a rua, deserta, correndo, viu os faróis que se aproximavam. Uma Ca - mionetc, D 20, correndo, ainda, subiu na calçada, os faróis se aproximando, se apro ximando, depois o grito, o baque, a pres - são na cabeça, o corpo sendo esmagado no muro, o mesmo muro que muitas e muitas ve zes servira de apoio para beijos e abraços nas saídas dos bailes do Tênis. Uma morte sem gl6ria. O homem ao volante sorriu. Foi fácil. Muito fácil. Agora era voltar para o hotel e comunicar ao chefe. 0 radialista Ja era. Tivera o cuidado de descer e observar oca dáver atentamente. Mortinho da silva. Cabe ça e peito esmagados. Sem testemunhas. A= tropelado de madrugada. Pogou uma garrafa de wisky e enfiou na bocado defundo, de - pois molhou a camisa, jogou a garrafa ao lado do corpo. Pronto. O Radialista saira de uma farra. Bêbado. Fora atropelado. Nin quém viu. Mais uma morte estranha em Ar= roio do Meio. • Não houve muitos conentirios. A cidade estava anestesiada. Apenas a tristeza. Nin guém percebeu, nem mesro chamou a atenção no enterro, a curiosa observação de Pardo' mas quem daria ouvidos ao humilde bolichei ro? - - Ele entrou no bar para tomar café, es tava inteiro. Só se ao invés de dormir foi pro Baixadão com aquele sujeito. Pardo não talou isto para a Policia, PR ra ninqum. Foi quase um murmúrio para o Pont. s, qs estava ao seu lado. A conversa morreu ali. Quanto ao de.aparecimento de Jotagê,por alguns dias, e que ele tinha ido a Jardir6 polis, sem avisar ninguém. Ver anúncios pa ra a rádio. - Tudo muito simples. Tudo explicado. Aragonês sempre falava - "A qnialidade e irmã gêmea da simplicidade". Rimava e faz1a bem os ouvidos de P blo. O chefe sabia o que es ava fazendo.só faltava a mulher. Alheio ao que se passava em Arroio do Meio, Rudcl voltava para São Paulo. A morte do irmão o deixara arrasado. 0 jovem engenheiro fora esmagado por uma mo toniveladora, cm plena obra, no Egito, .•,úi ca pensara que a burocracia dos árabes fs se tão complicada. Foi preciso falar com o Embaixador, até ligar para o Ministro da Justiça, no Brasil. Era preciso investigar as causas do acidente, ele não queria sa - bcr, queria o corpo do irmão, cntcrrJ-lo - no cemitério das Primaveras, cm São Paulo. E foi feito, Picou alguns dias com a mãe o a irmã. Neste intcrim entrou cm contato com os seus superiores, foi chamado a Bra sília. Ao pegar o ônibus cm Arroio, com apenas três passageiros, Jcruza, aliviada, seguiu para a capital do Estado. Ficaria na casa da Irmã, cunhada da Jane, amiga de infãn - eia. Procuraria a Polícia tão logo chegas se. Do lá ligaria para a Rádio, Jotagê su mira. Precisava encontrá-lo. Na Estação Rodoviária, um negro imenso estava encostado perto do guichê da empre sa 'Pássaro Azul. Viu quando a bela morena desceu, chamando a atenção. Uma mulher ma ravilhosa. Que andar! O negro olhou atentamente. Pegou uma f9. to no bolso. Olhou. Olhou novamente para a mulher. Sorriu. - tum pecado ter que destruir este mo numento. as é ela mesmo. Jeruza, com a pequena sacola na mão se guiu em direção ao ponto de táxi. Não per- i cebeu que no mesmo instante o negro atra - vessava a rua e entrava numa Belina, no volante, um tipo nordestino. -_Zaca, siga o táxi, o Fiat, aquele ver de, e a mulher. - E: prá já. PRÓXIMOS CAP!TULOS: XIII - Ladrões matam para roubar XIV - O polvo Estende seus Tentáculos XV - Vale a pena lutar, Promotor contra a Máfia XVI - Rudel volta para Arroio XVII - A chegada de Gentil XVIII - A cidade reage XIX - Arroio isolada do País XX - Bentevi em armas XXI - O engraxate que ficou na história XXII - Somos pedras, rolando pela vida (Final). 1 (1 . 1 PROVA CICLISTICA EM PROL DA CAPELA SÃO CiERALDO r,All<EII ÃGIIA JlOCE - lll·.I.A VJ&fA - 11.!; - lllA 1/.10.9] - N; 10:0() l'(lll.., L0CML: CAPELA SÃO CERALDO -- MMIRO UA DOCE INCRI;MO: CR$ 50,00 LCML. PARA INSCRIÇÃO: MICICLETARIA F E COM ZÉ. CARIOCA REGI!LAMENTO: - g, @ã 10 voltas com salda de irente a Ire]a de Pedra, passando - o lado da Escola São Geraldo, em frente ao Sr, Lach! Ferreira, passando em frente a resld@nela do Sr. Antonio Ferreira, retornando a Ire[a de pedra, Será profbldo blcIeletas com Marchas. Só será permitido bicicletas - com aros 26, catracas 16, 18 o, 20, coroas com 1,8 dentr•u o, 52 dentes. Os organizadores da Comissão não e renponsabIlfzrão por quaisquer ncldcntca que pouaum vir a sofrer os participantes os pessoas que estive rem assft ido, Após a vistoria das bicicletas, q0alsqoaer problemas com as mesmas , tnl,s como: pneu furndo, hlctcletn quebrada, ou troca de bicicleta, s<-rá connfderado prohlcmn do clclleto, estando o mcemo nutomatlcnmcnte descla r,sií lcado. Quo lquc r atitude do concorrente , con5iderad11 des lea 1 pc la Co r,li;siio Jul1;nc.lorn, será punido e o ciclista lnfrntor será de:iclassiflcodo. fica bem clnro, que toda c.lecisiio da Comissão Julgadora aerá absoluta e n:io Sl'mo aceirn opiniões de terceiro,.;. PREMIAÇÃO : ~ lugnr - 1000 tijolos+ troféu 29 lugar - Pedaleira + troféu Jq lugar - Par de Pedal+ troféu 42 lugar - 1 Catraca + troféu 52 lugar - Troféu 6P. lugar - Trofêu COHISSÃO JULGADORA: * zé Carioca * Francisco Loureiro * Janete Festi * Regina Fernandes * Ciro Pereira * Baiano PX ARROZ SANTA ROSA Qualidade - a dona de casa já comprovou, ARROZ SANTA ROSA, rende ~ais, o sabor é especial, muito mais alimento. Atacado .e Varejo Compre hoje, e use Sempre, o Melhor MAURO EDUARDO BEARARI C- rnpanh acional de Vacinação Con1ra a ROA TUIUTY,50 FONE: (67) 251 - 1291 Jardim MS Na foto, o Veteri nário e Coordenador Municipal da Campa nha, Dr. Henrique .Pl,í11io E,.;cob.,r, qu • ajudou na vacinação. 25/09/93 ------------------- ---·---------- CIDADE OE BELA VISTA - ZONA UROINl ----- --- ESPÉCIE VJCIN/ 0S POPlJLlÇliO ALVO 'I, ----------- CANINA 2.108 FELINA 540 PRIMATA 06 - OUTRAS 05 TOTAL 2.459 Doses Recebidas Saldos (Frascos Fechados) (. ) (. ) NO de Postos 14 CIDADE DE BELA VISTA - MS - ZONJ URBANA ESPÉCIE VACINADOS POPULAÇÃO ALVO 'I, CANINA 1.853 FELINA 498 PRIMATA - OUTRAS 10 TOTAL 2.362 Doses Recebidas Saldos (Frascos Fechados) ( ) (. ) NO de Postos ( ) Município - Bela vista - Mato Grosso do Sul Data - 25/09/93 Coordenador Municipal - Dr. Henrique Flivio Escobar Natureza! Quem Ama Preserva * Apoio - Jornal Tribuna da Fronteira 1. , , LINCHONETE DOZE ;e ' ~ <<O Ponto de encontro das pessoas de bom aosto.>> ·t Bebidas· geladas Petiscos D, ±. Frango Assado (Aos domingos). ''-· il Rua Duque de Caxias, 630 - Belá Vista MS. l li il DISK PIZZ-1 439-2015 o o - Comentário Opinião .., 1 1 Jotaqê Flore Muito mais motivo de repa dlo e indignação do que o ca o da Candelária e do 1ndi-- o 1anomamin, foi aquele que involuntariamente tivemos a oportunidade de assistir_na semana passada no noticiário da nossa rede de 'TV e radio, quando foi mostrada a atitude de a lgunu Deputados Pcclc!r,:ds, que proporcionaram um horren do "show ele fnltn de decoro, falta de renpeito, falta de dignidade ... falta de tudo ... m plena sessão legislativa um lugar onde acima de tudo deve ser cultivado profundo respeito, tanto pelo povo,co mo pelou seus membros. 1 ·• Aqueles representantes do povo, mostraram à frente das_Cama ras de Televisão, toda a sua incompctencia, sua intransigencia e muito mais ainda, toda a sua falta de respeito para com este Pais 1. Acontecimentos dessa natureza nos levam a crer que esses_ho mens não tem seriedade nenhuma. A investida contra o Secreta - rio da Casa, a dilaceracão d~ documentos, os gritos cafajestes, 0 desrespeito aos colegas, sao uma pequena mostra da qualidade desses homens. - São exemplos, que nossas crianças, principal mente, não deveriam ter visto. o Brasil inteiro está a pedir e a exigir uma revisao na Constituicão, que sem a menor dúvida, elaborada sem bases coe rentes com a verdadeira vontade do povo, se revela cada vez ma is ineficaz. Ninguém, neste País, quer tirar direitos adquiri: dos pelos trabalhadores na carta de 88. Tudo o que o povo esta a pedir é que se reveja e se revise tudo o que se relaciona - com a corrupção e o crime. O que o povo esta a exigir é que sejam eliminados e expurgados da nossa lei maior os direitos absurdos concedidos aos bandidos, seJam eles or1g1narios de qualquer camada da sociedade! - Desde os menores latrocidas aos poderosos ladrões do chamado "colarinho branco". Os grupos que brigam pela manutenção do atual texto consti tucional, brigam por seus interesses pessoais e jamais pensam em defender os verdadeiros interesses da Nacão, pois se assim fosse o seu comportamento seria totalmente adverso. A maneira violenta com que esboçaram o seu protesto deixa claramente transparecer a impressão de que existem interesses mesquinhos em jogo, pois eles jamais lutam com tanto afinco em defesa da vontade do povo e somente quando alguma ameaça aos seus interesses pessoais ou de grupos estão para acontecer - aí sim, eles viram "feras indomáveis". Agora começa a "encenação", de que os responsáveis pelo ato violento e pela falta de decõro serão punidos. • A nós, cabe a certeza de que tudo vai ficar como está!! Não haverá cassação, não haverá suspensão e nem sequer uma advertên eia aos Deputados infratores. A Constituição, o regimento in terno da Casa, o código de ética, tudo vai ser esquecido, para que o ato de violência, que deixa qualquer bandido com vergo nha, seja considerado apenas .um acontecimento de rotina ou sim plesmente "mais uma atitude impensada" dos quatro "valorosos" colegas. Os coitadinhos serão perdoados porque não praticaram nada que pudesse macular a imagem do Congresso Nacional. Como a "Má fia" é danada, nem mesmo os adversários políticos estarão dis postos a exigir rigor na aplicação de uma pena, pois todos nós somos cientes de que aqui não se cumpre lei nenhuma!. Os crápulas, disfarçados de representantes do povo serão perdoados, para que tenham possibilidade de "continuar defen - dendo os mais altos interesses do povo brasileiro!". - Que vergonha! Amaral Neto Critica Tumulto na Câmara L io meu discurso, porque dian e da r volta provocada pelo despudorado espetácu lo n sta Casa, temi que o improviso res valasse para a falta de decoro parlamentar. Se o Presidente - do Congresso Nacio nal, Senador Humber to Lucena, pode ter errado, o despudor e a covardia de alguns Deputados do PDT e ao PC do B não podem ser tolerados sem um veemente protesto. Incentivaram e mantiveram nas gale rias uma turba de de socupados e moleques que estão para o P? vo como os carrapa - tos para os animais. Não poderia calar 'diante da invasão da Mesa Diretora do Con gresso por dois indi viduos sem caráter e sem estofo moral ou profissional e que travestidos de advo gados - a profissão ao Direito por exce lência - agiram como os moleques das gale rias. Depois de trans formarem a OAB em va lhacouto e órgão pro tetor de criminosos, esses indivíduos, La venere e Batocchio , perderam a compostu ra que lhes restava, se alguma havia,e su biram à Mesa, para a gredir o Presidente. Esta Casa, senho res Deputados, é a Casa do povo porque nós estamos aqui man dados por ele. E Ba ra neste plenário in gressar,bons ou maus, têm que se credenci ar pelo voto. O indivíduo Lave nere, mentiroso costu mas que já denunciei Números da Campanha de Vacinação Contra a Raiva Animal Supera Expectativas da SISA U A CAMPANHA REGISTROU NÚMEROS SURPREENDENTES, SIGNIFICANDO UM GP.ANDE SUCESSO NO BALANCO DA SECRETARIA DE SAUDE, QUE CONTOU COM A PARTICIPAÇÃO DO !AGRO. NA CAPITAL FORAM VACINADOS MAIS DE 69 MIL ANIMAIS. Mais de 167 mil cães foram vacinados no sábado contra a raiva em todo o Esta do, superando a ex= pectativa da Secreta ria'de Saúde que era a imunização de cer ca de 184 mil ani mais. A informação foi prestada pelo chefe do Núcleo de Zoonoses da Secreta ria, veterinário Pau lo Taveira, após re ceber dados parciais da campanha desenvol vida no interior,que esteve a cargo do De partamento de Defesa a Inspeção Agropecui ria de Mato Grosso - do Sul (!agro) . Taveira explicou cue O sucesso da cam panha deveu-se ao trabalho conjunto com o Iagro e as Se- cretarias Municipais de Saúde. "somente - no interior do Esta do, como levantamen to parcial do !agro, foram vacinados 130 animais, entre cães e gatos. Desse total, foram vacinados cer ca de 110 mil cães e com o número regis - trado em Campo Gran de, de 57.979 anima is, a expectativa já foi superada", disse o Veterinário. Com o número re - gistrado em Campo Grande, a campanha, este ano, já chegou a 199.294 animais (cães e gatos). So - mente na Capital fo ram vacinados 69. 294. O trabalho continua rá sendo desenvolvi do no interior do Es tado. "Em vários - nicípios, na zona ru ral, o trahalho não foi concluído, mas terá sequência", in formou Paulo Taveira. A estimativa ini cial era de imunizar 180 mil animais em todo o Estado (80% da população de caes e gatos), ó que, so mente no sáóado, ·foi ultrapassado. "Além da campanha ter oon tinuidade na zona ru ral de vários MunicI pios,as pessoas que não levaram seus ani mais para a vacina - cão anti-rábica, po derão procurar .os postos do Iagro ou mesmo as regionais da Secretaria de Saú de no interior e Õ próprio Centro de Controle de Zoonoses na Capital, que esta O D»patudo Amaral Neto (UDS-R) f z o requinte discurso a tribuna da Camara. "Senhor Presiden e e senhores Deputa- rão à disposição pa ra aplicar a vacina", declarou Paulo Tevei ra. MAIS DE MIL POSTOS . Para a campanha - anti-rbica, foram . . desta trituna, e uma excrescencia do Di rei'o. Batocch.o,scu sucessor na infeliz OAB, nada mais é do qu um Lavenere 9e cundário. A OA ds 1988 e de hoje igu la-se à UNE., à CNBB, CUT s à CGT na questão da revisão constitucio nal. São todos desmemo riados ou cínicos. Não existiu um só voto contrZirio do PT, do PDT, do PC do B ou PSD quando da vo tacão do artigo 3, como não há registro cm nenhuma comissão, nem nos arquivos da Constituinte,de qual quer tipo de protes to, crítica, apelo, ou lá o que seja,con denando a revisão, e oriundos daquelas e de outras entidades autodenominadas re presentantes da so ciedade civil. E foi por isso que, no pri meiro turno, dia 2 de julho de 1988, se gundo registra o Di~ rio da Constituinte, a revisão foi vito riosa, por 327 votos contra 165. E no 20 turno,dia 31 de agosto domes mo ano - três meses depois - a vitória do artigo 3 pela re visão ampla e irres trita foi maior: 426 votos a 4. Se a memória fal tar, basta consultar os Diários. No entanto,o PDT, hoje o mais encaniza do contra a revisão, tendo votado em mas sa por ela.sem nenh~ ma restrição oure serva, teve na pala vra do seu líder, o falecido Deputado Brandão Monteiro, o mais entusiasmado dos apoios, Ele fez questão de votar as sim; "Por entender mos que a emenda tem montados mais de mil postos de vacinação em todo o Estado e mobilizado um contin gente de 2,5 mil pes soas. A Fundacão Na cional de Saúde(FNS) repassou CR$ 3,5 mi- para o taturo co 7- ls, para a revi constitucional,o tDT vota sim." E O PT foi o que se viu, s tve à al ur do eu governador fluinen- nhores Deputa - dos, cheguei a sn tir verqonhe de per tencer a es a Casa , onde stou há quase 30 anos. Vergonha ao ver a agressão sofrida pe lo primeiro secretá rio, Wilr;on Cnr1po:; , que atintiu a todo o Legislativo. Vergo - nha pela malta apeli dada de povo ululan do nas galerias. Vergonha pelo ci nismo e pela hipocri sia dos que tendo unanimemente votado a favor da revisão querem agora impedi la pela forca e pela baderna. Em nenhum momento fizeram eles uma au tocrítica da sua po sição de 1988. Gostaria que al guns dos que votaram sim à revisão,provas sem que à época fiz~ ram qualquer restri cão ao seu próprio voto ou posição, s_g bre o artigo 39 mes mo que uma simples publicação de jornal. Não respeitam a palavra empenhada. Transformaram sua Casa em nau de inser satos. Nesta hora tão gr~ ve,quando o desempre ,, go,a miséria,a fome e a violência nos d_g minam, sejamos mais brasileiros e menos baderneiros. Ou o no vo ficará cada vez mais desestimulado, na sua sofrida jorn~ da pela sobrevivên - eia. Respeito, senhg res Deputados,é o ml nimo que o povo esPe ra de nós". (O Estn><tS.l':JJlD) lhÕes para aquisição de 261.200 doses de vacinas, 15.200 se ringas e 30 mil gulhas. o '[ a.. LI de prevenir! Economia e Segurança Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1404_28_09_1993 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1406_30_09_1993 Voltar para a lista de itens