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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1456_02_02_1994
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TRIBUNA ·DA
,
D/AR/O REGIONAL
,..
ELA VISTA/MAS ANO 21 N0 1456 02 DE FEVEREIRO DE 1.994 rnm.·ron: lVAr,00 l?LJIBlHA
10• RC MEC TEM NOVO COMINDINTE
/
I
I
/
O Cel. Sérgio Pacheco Oliveira (esquerda) passou o Comando do
B_egimento 1tonio João ao Ten. Cel. Edson Souza Rodrigues (clireftã)
•
, A exemplo do que
·aconteceu nas demais
cidades do Estado, o
Diretório Municipal
do PMDB realizou no
último dia 30, domin
9o, das 09:00 hs às
17:00 hs, a eleição
Prévia do partido pa
ra a escolha do PMDB
ao Governo do Estado
nas próximas elei
ções de 03 de outu
bro deste ano.
A eleição foi rea
lizada nas dependen
cias da Câmara Muni
cipal, o Presidente
do Diretório Munici
Pal do PMDB, Evila
Sio Nunes de Miranda
Presidiu os traba
lhos, secretariado
Por Geraldo de Almei
da e auxiliados por
Pedro Barbosa e Luiz
Carlos Escobar,o Pre
Q:eito Municipal ,'raãõ
rroa Zacarias abriu
a votação às 09: 00
s, no encerramento,.
as 17:00 hs, foram
Computados no total
l02 votantes, o Sena
dor Wilson Barbosa
=·!artins recebeu 1 O 1
Votos, não teve ne
Thum contra,sendo re
Cistrado apenas um
Voto nulo. A Vereado
~a de Aquidauana,Zil
ete Rodrigues de
Carvalho, que se ins
reveu para disputar
!s Prévias contra o
-enador Wilson Mar
ir.s, não teve ne
hum voto dos peeme
0
ebistas belavisten::
ses.
1 Na avaliação do
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j
Senador JUson M.1.rtins
1
1O0 dos votos e Bela Esta.
Presidente do Diretó.
rio Municipal, ex-ve
reador Evilasio Nu
nes de Miranda,a par
ticipação dos filia
dos do partido supe
rou as próprias ex
pectativas, pois não
foram colocadas con
dições ·a disposição
dos filiados e todos
compareceram espona
neamente à Câmara Mu
nicipal para votarem
e escolherem o.candi
dato do PMDB ao Go::
verno do Estado nas
próximas eleições.
O Secretário Muni
cipal de Obras Nélio
Diório e o Presiden
te do Diretório Muni
cipal fizeram a escr@
··'---- ~-- .... - ~
E+Listo M!anda, res. do
prFI LITIil ão7E.
tinação dos votos,
que teve a fiscaliza
ção do Vereador Is•
rael Chamorro da R2.
cha, todos membros
do Diretório Munici
pal do PMDB, o resul
tado não surpreendeu
ninguém, todos tinham
como certa a prefe
rência da esmagadora
maioria dos filiados
do PMDB pela candida
tura do Senador Wil
son Barbosa Martins
para ser o candidato
ao Governo, a exem
plo do que aconteceu
em praticamente tg
das as cidades do
Mato Grosso do Sul
onde o partido possui
o seu diretório. (UR)
Em bonita solenidade Militar
realizada no páteo de formatu
rs do 109 RC Mec na tarde/no!
to do último dia 29, o Tenente
Coronel do Cavalaria Edson R~
drigues assumiu o Comando do R@
gimcnto Antonio Joõo, em subi
ui;ão ao Coronel de Cavalari
Serio P checo Olivrlr , quo
foi transferido para o CMO- Cm
po Grande, por necessidade de
serviço e obedecendo o reveza
nento de Comando estabelecido
pelo Exército Brasileiro. Páy. 04/05
te.reenegregegregneenteara.eeettra .asnas raatroa
Polícia Militar dá Início
a Operação Carnaval
1
1
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1
L_ -~-~--- ~~---·-----
Blitsz de Trânsito e barreiras volantes serão uma constante
/
VAMPIROS E CANIBAIS
RELATO DE UM SOBREVIVEN'lE - OPttOI.O V
Página - 03
periodo de Carnaval.
0 2 Pelotão de
Polícia Militar de
Bela Vista deu ini
cio nesta segunda
feira, dia 31, à cha
no
mada Operação Carna
val que visa o patru
lhamento e policia
mento preventivo na
cidade e nas vias de
Pascoal Mitidieri
Comunicamos ao público em geral que o
Senhor Pascoal Mitidieri da DUENDES ART
PROMOÇÕES não tem vínculo empregatício -
com este Jornal, não é funcionário da Em
presa. Através da DUENDE ele compra o es
paço (1 página) que é de sua inteira res
ponsabilidade, publica seu informativo ,
vende anúncios (para este informativo) ,
publica notícia, promoções de eventos,t~
do sob a sua responsabilidade.
Repetimos: PASCOAL MITIDIERI não é
funcionário de a TRIBUNA DA' FRONTEIRA.
Informamos, outrossim, que o responsá
vel pela Sucursal de Caracol é KENNER -
·(DUDA) LEITE e o reoorter destacado para
cobrir a cidade ê JOÃO CARLOS VELASQUEZ.
A DIREÇÃO
acesso com vistas a
coibir crimes e deli
tos nesse período qu,e
antecede os festejes car
navalesc9. Página - 02
Polícia
Recupera
1 nstrumentos
de
Comunidade
Evangélica
1
* Veja a oatéria
em RONDA POLICIAL
sobre o furto
instrumentos
Igreja.
PÃGINA - 02
de
da
SINDICATO RURAL DE CARACOL INFORMA:
55 Leilão Caracorte
DIA: 09/02/9-4 Quarta-Feira HORAS: 20:00 HORAS
Reall
·zar.a-o S~dicat':' ~ural de_Caraco.l e PO.!:l
" "' teira Leiloes Rurais
• PARTICIPEI caracol espera por você!/
VÁ E FAÇA BONS NEGÕCIOS!!
RONDA POLICIAL
Polícia Militar da Início a Operação Carnav,al
0 29 Pelotão d
rol fdd i11 liL-lr (ln
pela Vista dou iní •
e lo nPnt .. '.ll'C)ur,d-J
feira, dia )1, a cha
mada Operação Carna
val que visa o patru
lhamento e policia -
mnto preventivo na
cidade c nas vias de
acosso com vistas a
coibir critnra 0 dcl_!.
ton n !Jt:n pPriodo
que ant cccl o:; fcG··
tojos carnavalescos,
Srgundo in[orm,l -
cÕc!i elo Coin,rnd,mtc -
do 2P Pclotjo, Tcnen
te Vlllas..inti, a opr
r..icc'.io vui extendcr-ic
t o final do Carna
val, então programa
da revitas no oni
bus que saem e che •
qam « cidade, harr i
ra volantes nas -
dovi,1:, de dC DGO dO
r1uni.clpio, butid,10 -
polici.ÜG .rn hurf'G ,
lunchonot e e simila
rcn, blilzo diurnao-
0. not:urn..ic, choc.t
genn de vcículon e
de pcono<ln deoconhc
cidas com reviotas -
pconoaio e noo auto
móvcio. Tamb~m a bar
reira □obre o córre=
go Entrelinha, ná R~
devia Dela Vista/An-
tonio João terá dia
riamente policiai -
faz ndo a fiscaliza
ção, todo o efetivo
do 29 Pelotão, cerca
de 20 hcm,•nn, srr,Í')
mobilizodoa duran c
a operação Carnaval.
Segundo o Of lclal,
também a 7 CIPM de
Jardim já deu início
aos trabalhos de po
liciamento prcv nti
vo pardo período de
Carnaval com a reali
zacdo de blitz, bar=
reiran e rcvictaa
tanto na cidade corno
nas vias de cJcesso à
aquela cidade, o po-
!ic!+! ! r'ou 4 -
± qu - : o 1" • 1i
olt ou v ..:. e '_.s .a. e r
com Docur ntaçlo ir
regular, a1m de por
te ilegal de arma de
fogo recerão aten
do especial dos Po
Jiciais, qum for
fl gr«do dcn ro de
qualquer uma dss
irrcqulJrldtJ<lca, a -
l"m de outrds previa
tas em Lei, serão i
m <li..it..irncntc dctldoa
e cncaminhddos tl De
Jegacid de Polícid -
Civil para as dc
vi<lao providên
cias.
E ital ~e Pr1cla
Polícia Recupera Instrumentos
• de Comunidade Evangélica
Na madrugada do
dia 23, sábado para
domingo, a Comunida
de Evangélica do Be
la Vista, situada na
Rua Duque de Caxias,
no 1315, foi vítlma
de furto mediante ar
rombaroento, utilizan
do uma picareta para
arrombar uma das ja
nelas da igreja, o
"amigo do alheio" le
vou um contrabaixo,
uma guitarra e um te
clado, instrumentos
musicais usados nos
cultos o louvores à
Deus.
A Polícia Civil -
de nosso cidade do
senvolvcu várias in
vestigacõcs na tonta
tiva de chegar aõ
dutor (ou autorcs)do
furto, numa dessas -
diligências obteve -
informações de que
um rapaz, residente
no Bairro das Prima
veras, havia tentado
vender alguns instru
montas com caracte
rísticas parecidas.
Sob o comando do De
legado Renato Cesar
Pereira, os Pollcials
passaram a checar as
informacões e logra
ram êxito na última
sexta-feira, dia 28,
chegando ao autor do
furto.
Segundo as infor
macõcs do Dr. Renato
Cesar Pereira, os
instrumentos musicais
foram subtraídos da
Comunidade Evangéli
ca pelo adolescente
A.B., 17 anos, resi
dente na Rua Barão -
do Triunfo, s/no, no
Bairro Primavera II.
O adolescente já ti
nha frequentado por
um determinado perío
do os cultos realiza
dos pela Comunidade
Evangélica, por isso
tinha conhecimento -
da existência dos
instrumentos musi
cais e do local onde
se encontravam.
Os instrumentos -
foram recuperados pe
la Polícia e devolvi
àos à Comunidade E=
vang6lica, o Delega
ão de Polícia instau
rou Sindicância que
deverá ser concluída
nos próximos dias e
encaminhada à Promo
toria de Justiça da
Comarca de Bela Vis
ta para o oferecimen
t.o de denúncia con =
t.ra o "mão ligeira".
--=============
NESTE CARNA V Al, BRINQUE,
PULE ALECiRE-SE, MAS NÃO
BRIN·QUE COM A AIDS
54:r,
c rtórlo
1 e .. r :,..:. vi
'C1 O P=-· •
ir, que apr .tar m o dr
}gidos elo ar itgo l do C6d'
[sile!ro, incisos I-II e IV e
[se casar :
ROSAL.VO MIRANDA DOS SANTOS
SANTANDNL, brasileiros capaz s, sol!
oiros, rosi!ente e d ciliados nes,
cidad e ; ,~ 1 e, , e, • rciarte, fi1h do
qul dos Santos Filho e Elz Mirande dos
Sartun, la, scretária, filha de Patr -I
cio Ramos Santando! Margarida Ibanhoz [
atando1.
Se alguém soulr de algum impedimento,I
qu sc oponh,1 na forma da Li. l
Bela Vista-1S., 28 d Janeiro de 1994. 1
1
1
----------------------
Junild Rosa dos Su.ntos
Oficial.a
Jribuna da fronteira
.-Diário Regional
* FUNDADO EM 20/02/1972
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira
Diretora Adm: Maria E. V. Pereira
Secretário de Redação: Ubaldino
gues
Reportagens: João carlos Velasquez, An
dré Ãvalo, Firmino de Barros.
Redação, Departamento Comercial e Parque
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira -
564 - caixa Postal - 23 - Fone - (067)-
439-1410 - Bela Vista - MS.
SUCURSAIS - J'1rdt..c,, Porto Hurtlnho, Antonio Jruo, 11o
nlto, C,,racol C.Wpo Crandc e Correpon -
dente ec Brasf u.a e são P.auJo.
Propriedade d.-i Rede llel.3vlstense de fomal.a UDA
ex;-:; • l!Y lS.Sll.203/0001·90
• O .Jornal não se r".:!sponG..lbiliz.a pelos .artigos a!iSlnados ou
de origeu dcflnldn.
* Exemplar·............. . . . . . . 200,00
* Número atrasado 300,00
* Assinatura Trimestral 6.000,00
* As5inatura Semestral 10.000,00
* Assinatura Anual 20.000,00
* FILIADO A ADJORI E ABRAJORI
Rodri-
Farinha de Mandioca
GRUPO
FART.Nl:ll SECA
5IB-GRUPO
FINA BENEFICIADA
CLASSE
AMAMLA
FARINHA S1'0 Josg LTDA
ROA SENADOR JOSCELINO KUBITSCHEK S/N - FONE (067) 251-2619
REGIS?RO NO MINISTtRIO DA AGRICULTURA NO 04000979
J A R D I M .
M S
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Jardim MS
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5 ,. .. '-' ..-...n,. A.LI~ ! ,
,
YIMPIROS E C
Relato de um Sobrevivente
Capitulo V
- Meu nomo G ponlzete, narci
na cIdade_de Capela Ata, na
Bahia, ai de 1á junto com a m
nha família, mulhr e cinco fy
lhos, num pau de arara, fugindo
da neca, dan, péiman condições
de vida, qualquer coisa era moe
lhor do que ficar lá, vendo o
.(ilhoo, b,1rrigudoi:; de docnç,1 ,
morrendo diil.-a-dia. ~ d mulher,
magra, olhos sem esperança, fa
zendo milagres na cosinha para
Dlirnentdr oo filho□, pelo mcnon
uma vez por dia, De vez cm quan
do ourgia um bico nas frentes
de trabalho, onde oe ganhava 2
mil cruzeiroo por semana, dava
para comprar farinha, carne de
ool, um pouco de arroz e ia se
vivendo. Melhor, oobrevivendo.
Foi quando o compadre João ,
maio Virgulino, todoo de Cape -
la, me convidaram para ir para
o Sul, tinham proposta para tra
balharem numa fazenda, ganhar::
bem, comer três vezeo ao dia
escola para as crianças, viver
com dignidade. Fiquei entusias
mado. Arrumei as trouxas e em -
barcamos no caminhão de Murilo,
atê São Paulo. Mais de cinco
dias de viagem.
Foi um sofrimento. O cami
nhão estava lotado. Olha, até
fome passamos, mas estávamos
contentes, e fome não era novi
dade.
Nem chegamos a conhecet São
Paulo, só de passagem, até as -
sustava, aqueles prédios, um
mundão de meu Deus, de gente e
casas. Fomos transferidos para
outro caminhão, viajamos mais
uma semana, só que a viagem me
lhorou, tínhamos comida à vonta
de, muitos até cantavam.
Numa cidade chamada Campo
Grande, embarcamos num ônibus ,
aí sim, a mcninada se divertiu,
olhavam as paisagens como olhos
arregalados, surpresas e mais -
surpresas. Quanta água! E ma
tas! Quanta fartura!
Mais duas semanas.
• Ning•1ém fazia perguntas, nin
guém reclamava, obedecíamos a
um homem que se apresentou como
Reis, "o contratador". Em Sao
Paulo ele deu a informação, sem
muitos comentários:
- Vocês foram contratados pa
ra trabalharem na Agropecuária
"Recanto do Sol", vamos fazer a
seleção.
Poucos ficaram para trás. Só
dois velhos, mais de 70 anos
mas fortes ainda, foram deixa
dos num albergue.
.Em Cuiabá deixamos ônibus, e
perdemos uma das meninas de Ca
pela, durante a viagem se enfei
tiçou por um dos auxiliares do
"contratador", ficou la mesmo,
não aidantou o choro da mãe. O
rapaz disse que casaria; montaria
casa num tal d» Várzea Grand .
Viagem sem mortes, e acredi-
t em , em doença. D e u s e P a d r e
Cícero estavam proegendo a gen
te. Até a chegada no "Rocnto -
do Col".
Sair do Serto de Capela
ver o que vimoo durante d via -
g m, parcc.ia um onho, mas a
ourpreoa maior foi d chegada no
"Recanto do Sol". Quanta linde -
zal
Era o Paraíso na terra. Ali
era o céu.
Ficamoo cm filao, o Dr. llon
o e apresentou, era o Geren -
te, todoo obedeceriam rigorooa
mcnte ouas inntruçôeo o dotcrmi
nuçÕc!J. -
De longe aviotávamoo a sede,
parecia coioa de cinema, e ou -
víamos, divcrsao vezcn - puni -
ção para quem se aproximar.
Fomos alojadoo na Colônia
por uns dias em barracões, de -
pois tomamoo posse de nossas ca
sas. Imaginai De material, ate
banheiro com vaso!
Ninguém cabia em si de feli
cidade. Era muita sorte.
Na verdade as casas eram pe
quenas, cosinha e sala, o banhei
ro ficava no quintal, pequeno -
também. Mas tudo de material.
Prá quem vivia em palhoça de
chãó batido, sentia-se num pala
cete. -
Nos primeiros meses tudo foi
muito bom, trabalhava-se muito,
das 06:00 da manhã às 07:00 ho
ras da noite, meia hora pro al
moço. Não havíamos falado desa
lário e o rancho era comprado~
na própria fazenda. Com 3 meses
no Recanto eu já devia mais de
20 mil cruzeiros. Cobraram até
as despesas da viagem.
Tentei fazer um puxado, que
serviria de cosinha, não, não -
podia, era proibido mexer nas
casas. O quintal era pequeno
mas dava para criar galinhas
plantar alguma coisa. Não, era
proibido. Como cuidar, se todos
na casa tinham que trabalhar? As
crianças menores eram deixadas
na "creche", um barracão, onde
se amontoavam iguais a animais.
Uma velha ê quem cuidava das
crianças a base do porrete. Uma
desgraceira.
Sair da Fazenda era proibido,
nem mesmo para passear em Rosei
ra, a cidade mais próxima, nãÕ
tínhamo: direito a nada, rece -
bia-se metade do salário mínimo
da região, descontava-se o alu
guel da casa, luz, água e taxa
de reserva - diziam que era uma
espêci~ de Fundo de Garantia.Só
não p,ssávamos fome, aprendemos
a se virar, muitos.caçavam, es
condidos, pois tambêm era proi
bidr. eramas prisioneiros.
fazenda tinha uma equipe
de qur tç
controlsva t+ao e a tod ,
'e tre r uni± r
certa. E s ç
dinheiro - mult {
rão do regulamento.
Todo eram cbrqado a si
nar uma csrécie de ccrtrato do
trabalho, sem duração, com
cláusula do quo seria obrigado
a pagar os débitos ant s d 1 ... -
dir demissão. Não inha coro pe
(1.ir.
Um grupo de sergipanos ten -
teu fugir, numa noite d tempeg
tade, sairam pro a o. Nunca
mais se ouviu falar deles. To -
das as estradas de acesso à Fa
zenda tinham guardas armado.
Os que conseguiam ir até Ro
eira e lá dar parte na Poli
cia, ficaram por lá mesmo, es -
tão presos até hoje. Acusados -
aos maio divcr::;os crimes.
E todoo os dias levas e le -
vas de migrantes chegavam, era~
distribuídos nas Fazendas do
"Vale da Esperança".
Na Casa Grande, como chanáva
mos a sede, aconteciam coisas
que nem o Demônio é capaz. Mi -
nha menina mais velha foi arrom
hada por um dos capangas, quan
ao tentei reclamar, levei uma
surra e multa. Depois ela se
transformou cm mulher dama. A
uns 10 km da fazenda funcionava
o cabaré de Mimi, gente do Dr.
Alonso, os lucros eram rachados,
meio a meio, entre Mimi e Dr.
Alonso. Ali se via meninas, mui
tas filhas de trabalhadores, a
té esposas abandonadas. Eram
também prisioneiras.
Consegui fugir, lá deixei mi
nha mulher e os filhos, com a
promessa de voltar. Ainda não
consegui. Mas tenho fé. Vou bus
car minha família, se Deus aju
dar.
FABRICA DE TUBOS LTDA
TUBOS DE CONCRETO, CIBROCOS, LlJOTÃO, PALANQUES, MUROS
E ARI'EF'ATOS DE CIMENTOS EM GERAL
ATENDE PEDIDOS DE PREFEITURAS
, .
;' _3É:jí755165
.:45+'4%4·
(
LI
PUA GAL. RONDON, 215
BONITO
e quo o
or. l,·
- pcnizeto te muita cora
gem, hoje é protegido da Iqre
3a, está Cuiabá, busca de
toda as for as senslblizar as
autoridades, na :!nqud lhe dá
atenção, Apear da derüncias ,
ninguém faz nada, foi em alqun
Jornais, não passou da porta. Os
donos do Valo ão poderosos.
- Mas como fqiu - repe iu -
Luca.
- Roubou u:r.<.1 ,!lnc!w-:t.r:'J:" 22,
num domingo de folga, saiu pela
mata. Passou o diabo, mas conse
guiu chegar em Cufabá. Uma aven
tura, Não é para qualquer um.
Carlos continuou d 1 r, Ou -
tros relatos, todos seelhant a,
alguns terrificantes, pessoas -
puras, ingénuan, trabalh dores,
iludidos por promessas de empre
goo, trabalho decente, foram pa
rar num verdadeiro ca~po de con
centração. -
- só não entendo com1o as au
toridades não tomam providên
cias? perguntou Tonho.
- A Igreja tem feito denún
cias, acontece que os Padres ga
nharam d fama de agitadores,nG~
mesmo a imprensa acredita nas -
histórias que contamos, respon
deu Padre Edinho.
- Mas o quê podemos fazer?
- Ora, Carlos, ir lá, formar
mos um grupo, pessoal da pesa -
da, entrarmos como migrantes e
lá mesmo, prepararmoo o pessoal
para uma grande revolta.
Assim o Brasil inteiro fica
rá sabendo, falou Lucas.
B
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l:
•
MEC TEM NOVO COMI D TE
E» b o n i t a solenidade m ! l i t a r r e a l i z a d a
no pteo d form turan do 100 PC MEC na
tard/noite do ãlti o d1a 29, o Ter nte Co
ronl de Cavalaria Edson Souza Rodr iqu s -
assumiu o Comando do Peqimento Antonio
Joao, cm substituição ao Coronel de Cavala
ria órqio Pacheco oliveira, qu foi tran@
ferido para o CMO - Campo Grande, por no -
c ·idade d serviço obedecndo o reveza
r,1 r to de Comando estabelecido pelo Exérci
t.o nr,irilJ ,J ro.
O novo Cc±andante, Ten. Cel. Rodrigues,
é oriundo do COTER-Draíl'a (Comando ele: o
porações 'Terrestres) e por duas vezes ser
v lu uo 100 RC MEC m Bela Vista, a primei
ra I 74/75 como Aspirante a Oficial, vl
tando em 1983 como Capitão e agora para c
1,1,11id,1r o hi !J tór lc:o Rcqim0nto.
JU'l'ORJDl.DES PRESENTES
Participaram da solenidade de passagem
de Comando da Unidade Militar de nossa ci
dodc o General de Divisão Francisco Ar
nulpho Pumplona de Paula Pessoa - Comandan
te Militar do Oeste; General de Brigc1da -
Jorge Cardoso Nogueira, Comandante da 9a
RM - "Região Melo e Cáceres"; Gene>ral de
nrlqada Sérgio Pedro Coelho Lima, Comandan
te da 4a Brigada de cavalaria Mecanizada -
Goncral de Driguda Sérgio Ernesto Alves
Conforto, Ch EM CMO/90 DE, além de autori
dades civis e militares de> Bela Vista e
Bella Vista-Paraguc1i, entre elas destaca -
mos: Prefeito Municipal Abraão Ar.moa Zaca
rias e esposa Olga, Vice-Prefeito Dr. Syd
ney Nunes Leite, Prnsidonte da Cãmara Muni
cipal Fernando do Freitas Elias; Comandan
te do 20 Pelotão PM, Tenente Villasanti ,
General Médico da Reserva Rubens de Castro
Pinto e Sra Clotilde, Cônsul do Paraguai -
no Brasil, Luciano Cunhcte, Comandante do
Destacamento de Exército cm Bella Vista Pa
raguai, Presidente da Seccional Colorada=
de Bcllc1 VIsta, Rosalina Gonzalcs de Rome
ro, Secretários Municipais, Vereadores, en
tre outros.
Pl.SSAGEM DE COMANDO
Após a leitura da Portaria de exonera -
ÇtlO do Cel. Puchcco, do Comando do 100 RC
NEC e da nomeação do Ten. Cel. Rodrigues ,
o General Sérgio Pedro Coelho Lima, Coman
dante da 4a Brigada de Cavalaria Mecaniza
da presidiu a cerimônia de passagem de Co
mando do Regimento Antonio João, cm segui
da os comandantes substituído e substituto
se aprcsentc1ram c10 Comandante da 4a Briga
da e rcceberc1m dele os desejos de felicida
dos e sucessos cm suas novas missões na se
quência da solenidade o General Lima foz
a aposição do Distintivo de Comando ao Ccl.
Pacheco, símbolo que identifica a passagem
do oficial pelo Comando de uma Unidade Mi
litar.
PRONUNCIAMENTO DO CEL. PACHECO
_Ao se despedir do Regimento Antonio
Joao, o Comandante substituído, Cel. Sér
gio Pacheco Oliveira fez o seguinte pronun
ciamente, o qual transcrevemos na íntegra:
"Regimento Antonio João, foram aois a -
~os inesquecíveis, onde a responsabilidade
incessante e a luta por ver prosperar a
virtude e a justiça foram uma constante e
eterna motivação profissional,lembramo-nos
muito bem do caminho percorrido, apesar da
multicidade de tarefas e metas a atingi1 ,
ousamos dizer, a missão que nos foi legada
pelo Exmo. Sr. Ministro do Exército foi
cumprida, estamos certos que também- será
pelo digno substituto, Ten. Cel. Rodrigues,
cuja nomeução consideramos das mais feli -
zes pelo conhecimento que possui do nosso
Regimento.
A missão foi fácil, pois contámos sem -
pre com a atenção do Comando Militar c!o
Oeste, na pessoa do Exmo. Sr. General de
Divisão Francisco Arnulpho Pamplona de Pau
la Pessoa e, em memória, do Exmo. Sr. Gene
ral de Divisão, Lebarbechon. Também conta=
mos com o apoio irrestrito do Comando da
9il Região Militar, na pessoa do Exmo. ·Sr.
General de Brigada Jorge Cardoso Nogueira
e seu antecessor, além da orientação crite
riosa e franca do nosso Comandante de Bri
gada, General Sérgio Pedro Coelho Lina. ES
sas condições alt~~ente favoráveis que nos
foram proporcionadas, aliada a_atenção dos
belavistenses e ao apreço tambem dos nos -
sos irmãos paraguaios, como também ao apoio
da·parte de nossas famílias, fizeram com
que, juntos, pudessemas dar continuidade à
obra daqueles que nos antecederam: .
Meu Regimento, o bom Deus permitiu intg
arar-me a sua família e hoje sinto-me orgu
Íhoso e agradecido por ter tido o privilé
gio de estar a frente àe homens tâo cheios
de amor profíarfonal, a qu deixo o ru -
profundo agradecimento repeito. Ao qran
de arquiteto do univerno, a minh epoa -
Suely c aos meus filhon, o mu agradeci:or
to todo especial, pela atenção e presença
sempre marcante nos maus e bons momentos -
do meu comando. Assim, ntrego a lança ao
Ten. Cel. Rodrigues, corto que el os.ará
em boa mão".
Comandantes Substltu{do e Substituto aprcncntao
se no Cmt. da 4g Brigada, Cen. Sêrgio Pedro Coelho
Lilllll, no momento da passagem de Comando
-<. .
... 17
l
General Lima faz a entrega do Distintivo de Co
mando ao ex-Comandante do 109 RC HEC
,t !
1!-
Cel. Pacheco em seu pronunciat:lento, tea!o aO lado
os Oficiais Generais que participaram da cêrimõOia
e o Ten. Cel. Rodrigues
ELOGIO AO CEL. PACHECO
Durante a cerirrõnia de passagem de Ccrnando do
10<1:R: MD:, um oficial do Canando da 4ij~Briga'da
de cavalaria Mecanizada fez a leitura do elogio
consignado pelo General sérgio Pedro Coelho
Lima ao Cel. Sérgio Pacheco de Oliveira
transcrito abaixo, na íntegra:
"Cel. da arma de ca,·alaria QEMA Sérgio
Pacheco Oliveira, afas1:a-se do Comando do
10 RC MEC após dois anos dedicados ao tra
balho e ao cumprimento das diversas mis -=
soes que lhe foram impc,stas. Neste perío -
do, vencendo enormes dificuldades peculia
res a situação conjuntural, conseguiu apre
sentar sua unidade sempre em muito boas =
condições, seja nas visitas às instalações
como nas inspeções de instrução. O excelen
te estado dos Destacamentos do 100 RC MEc
demonstram o cuidado e a apresentação de
seus efetivos. Sua uninade, como já tem si
do tradição, prestou mais urna vez, impres
cindível e eficiente apoio, em 1992 e· em
19 9 3 ao Exercício Coroarento do Coroo de
Forças Especiais da Brigada Paraquêdista.
Destacou-se ainda o Regimento Antonio -
João, na montaqem e execução do Estágio de
do n
;C.:o, l
prn , . - ~ • •
Unida!o blxvisr rs ,
citada. Scube mar.ter u
no io da ccid4do local, c quem
volveu um relac..on rento cordial e
,·,niao.
Ao dvuspdir-m do cel. Pacheco, desejo-
lhe nl no êxito ·m suas novas funções e vo
tos de mui .a .o'icidades à sua ui diarG
família".
Quartel cm Dourados, 29/Ci./1994
General de briqada érqio Pedro Colho L i
ma mt. 4a ida C Mcc.
Oficial da 4ª Brigada faz a leitura do elogio
consignado ao Cel. Pacheco pelo Comandante da 4~
Brigada C Mec
DESFILE EM CONTINENCIA AO
NOVO COMANDANTE
Ao final da solenidado militar
O novo
Comandante do 100 RC MEC Tcn. Ccl: Rodri _
gues, acompanhado do Col Pach
ram em revist • • eco, passa -
d
ªªtropa, o encerramento foi
marca o pelo o~sfilc d R • - ·
J _ . ::, o egimento Antonio
oao em continen~ia ao novo Comandante ,
passaram na sequencia, e Grupamento Mecani
zado e o Grupamento Hipomóvel. A solenida
de de passagem de Comando f • b
plaudida por tod . ' oi dStante a-
os os prosontes , uma
vez a ora e a e1za iás,'j;
racteristicas murcantrs. ca -
• + .5{---
ee,,15.ai"
211! Ir-
d " --
Tenente Cel. Rodrigues
em revista a trooa e° Cel. Pacheco passa!:!_
5
TE
TIi / UCURAÇÃO DO RETRATO DO
.X-COMADÃNT
lr,Óo o encerramento da solenidade, o no
vo co:n.:indc1ntc do 100 nc MEC convidou o:;
resentes para a inauguração do Retrato do
do cx-Corn,1nclantc, _rn ocu Gubinotc, apõe fp_
lar sobre a importanca da galeria de fo -
tos de ex-Comandantes, principalmente para
0
~ homcnugc,Hlos, o 'I'en, Cel. Rodriguco pe
dlu ao General Pamplona, mais alta autori
dadl) rnlli t<1r prcncntc, que fizcnac o deccr
r,uncnto da foto do Ccl. Pacheco.
O General, por nua vez, obedecendo uma
~ntiqa_ trudiçtlo do Exército, pannou a hon
rnri~ a cnponu do cx-Comand~ntc, Sra. suc
ly, quri d .nccrrou a fita inaugural sob os
aplausos de todos. Em Pcguida todos forillTI
convidadon a narticipa1.P1:, cJo um coquetel o
fcrccido pc]:J Regimento intonio João.
t
í J
L.. ~ · ..
/esposado Ccl. Pacheco, Sra. Suely
decorreu a fita inaugural do retrato dÔ
!!X-Comandante
74 e 75 e coro Coito no ano de 1982.
Foi condecorado com a Meda]h Milit.r
Prata; e Mdalha do Pacificador.
Corr.o Oficial Superior exerceu as fun
çÕc!.l de:
- Adjunto da Seção de i'l .:inr-j,1:-nn o d,
são de Ensino da AMA;
- Adjunto do E:icuLio Logio ico e Chcf-:-
20 Seção da )O RM;
- Adjunto da 20 Seção e da Divisão de
truçõcn Militar e Doutrin<l do Conando
Operações Terrc5trcn,
(Foton e Rcport.i9ec - Ubaldino nodriguc:J)
Prefeito Abraão Zacarias e esposa Olga,
entre as autoridades que preStlgiaram ª so
knidade de troca de comando do 100 IC MEC
QUESTÃO DE JUSTIÇA
Por uma questão de JµStiça, ficam aquí
• e 1 Pacheco por todo
os agradec:unentos ao e •
1
0 trabalho desenvolvido em pro! ~a popu a
ção belavistense durante o per1ouo em que
comandou o nosso histórico 100 RC MEC.
1
d inúmeros serviços de cunho
exemp o e • io d
casei@rio realiza4os e ,ç;; ~.Ç?
sa id d Ao novo coman an e, • •
comun a e. filhos sejam bem
(Rodrigues esposa Yeda e ,
Vindos e felicidades em Bela Vista,
CURRICULUM DO Novo coMANDARTE
e
v QEMA - Edson Souza Ro-
o Ten. Cel. ª • d de operações
d.ria de do coman o
., .ues proce • . DF Nasceu em Jagua-
·grrestres - Brasil1d,, 08 de Marco de
tao - Rio Grande do su A of de cavalaria
l95o, sendo declarado )?F ,romovido a Ten
1!.111 15 de Janeiro de
197 e P .
Cel em 31 de Agosto de 1991.
Possui os cursos: ,
de la 'ia - Academia Militar das Agu-
e- Cava ar1,
}has Negras -_1°
7
;;a ae Eaucacão Fisiea
e Instrutor - s •
do Exército -1976; . Ofº ..,_,_
da - Escola de Aperfeiçoamento de 1C1as-
1
9e •
d 2: do e Estado-Maior, do
?_- Escola de coma" curso de Operações
?:ltercito - 1988/
89
, eRAGC CAROLINA DO NOR
Psicoisicas - For., e;via neste Regi
'te, USA - 1993_, ten Oficial nos anos de
!:lento como Aspirante a
Flagrantes do Jantar no Coraj
CÕnsuÍdoParaguainoBras - • - nhete,éi.i--
berto, Federal e o te - Cmt
esposa
.,
j
'
--.
1. Cel. Pacheco, Suely, Sr. Yeda e Cel. Rodrigues
Presentes as Sras: Elda Simões, Jurema Viana e
Sandra Pereira
Jatson Viana e Dr. Fernando
J ,
ff ' I
-----·•·-- / sJ I_ 1
Geei, Dr. Fernando, Hepher e Sra. Dalva
t
I
--·-'
Cel. Pacheco
esposa
randa, Olga Zacari.as. e AleFsandra Leice
.1
É o ,llimento mais doador de vidas e saúde. Nãc é dpenas um
alimento. E um,rei:iédio capaz de salvàr vidas.
Tão completo, é que os macrobióticos fazem dele 60i de seu
regime.?. arroz bruto, do qual somente foi retirado a àura
casca de celulose. Conserva, pois a pardacenta cutícula, onde
estão todas as suas virtudes.
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embléia Legislativa
pelo Coverrador Pg
dro Pedrossian, pra
votação em regime ex
rordinário, começa
ram a ser apreciadas
pelos Depu ados.
Uma mensagm ins
titui a cobrança de
pedágio nas ro'ovias
Estaduais e outra au
toriza o Estado a
contratar empréstimo
até o limite de US$
90 milh6cn, dinheiro
a ser aplicado na
construção de ponte
e porto fluvial e pa
vimcntação de trêG
estradas nas regiões
Sul e Sudoeste de Ma
to Grosso do Sul. OÜ o Coverno submete
tras duas matérias - à apreciação dos De
encaminhadas à AL putados ao mensagens
são homologatórias: 051/93 ,que homologa
ratifica os termos - acordo sobre o con
do acordo sobre a· trole acionário das
participação acioná-· Minas de Urucum;OOS/
ria do Estado na Mi- 94,solicitando auto
neracão Urucum e re rização para emprés
gulamenta a autoriz~ timo junto ao Fonpla
cão já concedida pe- ta,até o limiete de
lo Legislativo para 90 milhões de dóla
pagamento, em condi- res;006/94, que dis
ções excepcionais p6e sobre o pagamen
(sem multa e corre- to de débitos peran
cão monetária reduzi te a Fazenda PÜblica
da) ,de débitos pera~ Estadual;e 007/94
te a Fazenda Estadu- que institui a co-
al. brar.ça de pedágio
O líder do Gover nas rodovias Esta
no,Deputado Waldomi duais.
ro Gonçalves, previu Nas exposições de
uma votação tranqui- motivos que justifi
la,sem muita contra- camas mensagens, o
vérsia, baseado na Governador Pedro Pe
"revelãncia" das ma drossian salienta as
·térias, "todas de in dificuldades finan
teresse do Estado". ceiras do Estado pa
Para o Presidente da ra desenvolver proje
Casa, Deputado Cíce- tos de infra-estrutü
rode Souza,as mensa ra portuária e via
gens serão votadas= ria. A instituição=
por acordo de lide da cobrança de pedá
ranças,condição nor- gio nas rodovias,por
mal em períodos de exemplo,é uma medida
convoczção extraordi que o Governo preten
nária,dentro do pra= de adotar para levan
zo solicitado pelo tar dinheiro à manu
Governo,ou seja, até tenção da malha viã
o dia 4 de fevereiro. ria: "o pedágio e
A votação antes de 4 uma das mais justas
de fevereiro é uma formas de pagamento
hipótese pouco prová a serviço público,po
vel, já que regimen- is seu contribuinte
dos têm o prazo d
vistas.
o rito de aprecia
cão da men agens
umoriu o pri ... iro
passo:leitura e dis
±ribu.ção de avulso
para vistas dos par
Írm.cr.tarca. cU.,cu,:'.!_
são do mérito e anca
minharento de vota
ç5o só deve ocorrer
na segunda semana de
convoc.ação,sc o rito
normal foi seguido.A
votação ainda cota
semana vai depender
de acordo de lideran
ças e velocidade na
discussão.
é u s. o dirto d
rodovia, ponte ou
obre e are integra
n à malha vi ria" ,
oh:s rva o Go rnador
na exposição do roti
vos que acompanha o
projétodu-lei. se a
ratéria for aprova
d ,através de medida
i:JC'"t°l'rior o Gov0rno
definirá os trechos
onde a cobrança será
efetunad. Quan o no
cmpré!1!:.i1r.o junto no
rundo rinnncciro pn
ra Desenvolvimento
da Bacia do Prata
(Fonpluta) ,o Governo
rcsaa:tt_a as facilida
des de obencão dos
recursos cxterr.os,co
no prazo de carência
de dois anos e amor
tização em cinco_ynos.
com US$ 90 milhocc,
acqunclo o Govcrno,Mn
to Grosso do Sul po
derá desenvolver pc
lo menos cinco pro=
jatos.Entre eles deg
tacam-·se os de cons
trução de uma ponte
sobre o rio Para
guai, cm Porto Murti
nho,e das rodovias
MS-14l(Ivinhema-Navi
raí,de 107 qui1me -
tros) ;MS-178,dc Bod~
quena a Bonito, num
trecho de 70 quilÕm~
tros;MS-384/474, li
gando Antonio João,
Bela Vista a Caracol
e Porto Murtinho,com
16 2 quilõme_tros.
Nas mensagens ho
mologatórias, o Exe
cutivo pede aval da
Assembléia para rati
ficação do acordo
com Mato Grosso acer
ca do controle acio
nário das minas de
Urucum,em Corumbá.Ma
to Grosso do Sul de
ve ficar com 40% das
ações.Na outra mensa
gem,o Governo pede
nova ap~eciacão da
anistia parcial dos
débitos com a Fazen
da,em virtude de cor
. reção técnica para
manter a modalidade .
de parcelamento.
d
fllSTORIA CONCISA 00 BRASIL
f RftNCISCO M. P. TEIXEIR4
A História do Bra
sil sob um ponto de
vista diferente .. ~
desse modo que Fran
cisco Maria Pires
Teixeira quer que
seu livro "História
Concisa do Brasil" -
(Editora Global) se
ja encarado. Deoois
de quase vinte anos
ensinando e escreven
do livros didáticos
de História oara alu
nos de 1? e 2o graus
o autor coneçou a
pensar em escrever -
um livro oara o lei
tor comum, dotado de
alguma instrução e
uma certa curiosida-
de.
"História Concisa
do Brasil" é un =~a
balho que o autor
usa sua experiência
didática para esc=e-
(Wagner Carneiro)
ver sem o compromis
so do didatismo esco
lar, produzindo. u
texto_compacto, de
bom nível de informa
cao, de leitura agr
davel e estimulante
como os grandes bes
sellers. Mas ao re
digir as primeiras -
paginas ele viu
quanto era difici1 k
empreitada. "Desco -
bri que unir o saber.
e o sabor, o rigor -
da análise e o pra -
zer do texto é um de
safio e tanto", rev
la rrancisco Tei:t:ei::
ra.
Esse desafio tal
vez não tenha sido
vencido plenamente
segundo ele. '
Mas a tentativa
~ resultado, com to:
casas suas deficiên
cias e qualidade, es
tão aí. "Nâo é um
livro para especia -
listas - acadêmicos i
ou escolareE. t um
livro para os cida -
dãos brasileiros, so
bre a história de -
seu País, r.o qual a
7
nforrnação pretende
induzir à reflexão e
ao debate. sobretu
do um livro sobre -
nosso passado que
num momento ~uito de
licado do nosso ore=
sente", conta.
"Eistória Concisa
do Brasil" já está
nas livrarias. Fran
cisco Teixeira, co~
esse trabalho, está
inovando a literatu
ra, mas acrescenta que 'à
histiiria racional não
precisa ser arada. Preci
sa ser conhecida". -
Prefeitura
I •
1
E,CE'TO NO TI/9J-CAINETE LO PREFEITO EM
J4 DE DEZEMBRO D 1.993.
ABPAO AMOA ZACAPINAS, PREFEITO MJNICI
L. DE BELA VISTA ESTADO E MATO GROSSO DO
»ML, unando das atribuições que lhe ao
conferidas e d acordo com o disposto do
Artigo 68 S 80 da Lei no 886/90 de 05 do
abril d. 1990 Artigo 43 da Lei Fed ral
r,CJ 4. 320/G-1.
DECRETA:
Art,IQ - Nos termos das Lei Municipais
rog 936/92 do J0.1?.92, 943/!3 de 01.03.93
e de acordo com a nova r daçao dada pela
r,d no 957/93 de 22.09.93, fica aberto um
crédito Adicional Suplementar no valor de
CR$ 29,827.000,00 (Vinte e novo milhooo e
oitoc:ento~; o vlnta e octo mil cruzciro!'1
realo) a oerem designt1dos nao oeguinteo Do
tações Orçamentárias.
02.00 - EXECUTIVO
02. 04 - SECRETARIA DE ADMINISTR/ÇÃO
03,07.021.2.06 - Secretaria de Administra
cão Geral
J.1.3.2-0utroo Servicoo e Encargos .
150.000,00
02.05-SECRETARIA DE FAZE~
03. 08. O 32. 2. 10-/morti zacao da DÍ vida /tiva
4.3.5.1-Amortização da Dívida Ativa .
350.000,00 ,
02.06-SECRETARIA DE SAÚDE PROMOÇÃO SOCIAL
13.75.428.2.11-Servlços de /drninlstracao -
Geral
J.1.2.0-Material de Consumo .... 125.000,00
J.1.3.1-Remuneracão dos Serviços Pessoais.
150.000,00
3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos .
1.010.000,00
4,1.2.0-Equipamentos e Mat.Permanentes ....
20.000,00
02.07-SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CULTURA E DES
PORTO ,
08.42.187.2.15-Man.Desenv.Ensino do 1 Grau
3.1.1.1-Pessoal Civil 2.405.000,00
3.1.2.0- Material de Consumo 4.900.CXXl,OO
3.1.3.2-0utros Serviços e Encarg:,s790.CXXl,OO
3.2.5.4-Apoio Financeiro ao Estudante.....
267.000,00
02.08-SECRETARIA DE VIAÇÃO OBRAS SERVIÇOS
POBLICOS
10.57.316.1.13-Construção da Casas Popula
res.
4.1.1.0-0bras e Instalacões .. 8.000.000,00
13.77.451.1.17-0bras de Gal., Aguas Plu
viais, Rec.Pav.Asfáltica
4.1.1.0-0bras e Instalações ...4.840.000,00
16.88.534.2.22-Manutencão dos Serviços da
Secretaria
3.1.2.0-Material de Consumo ...5.300.000,00
3.1.3.1-Remuneração dos Scrv.Pessoais .....
1.300.000,00
3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos ..... •··
200.000,00
02.09-SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO. ECO -
NôMICO
~ 111.2.23- Coordenação das Atividades
3.1.3.2-0utros Services e Encargos .
20.000,00 .
Art 20 - Para cobertura do Credito Su
plementar fo cancelada a importância de
CR$ 29.827.000,00(vinte e nove milhoes oi-
tocentos e vinte e sete mil cruzeiros
reais) das seguintes Dotações Orçanentárias.
01.00- PODER LEGISLATIVO
01.01- CÂMARA MUNieIPAL
01.01.001.2.01 - Unidade Legislativa
3.2.1.1-Transferências Operacionais .
14.745.600,00
01.01.001.1.01- Aquisição de Móveis e Equi
pamentos
4.3.1.1-Auxilio para despesas de Capital ..
l.638.400,00
02.00- EXECUTIVO
02.01 - GABINETE DO PREFEITO
03.07.020.2.02-Assessoramento Superior
3.1.1.1-Pessoal Civil ·...... 1.500.000,00
3.1.3.1-Remuneração dos Serv. Pessoais ....
148.000,00
3.2.3.1- subvencões Sociais 42.768,0_0
4.1.2.0-Equipamentos e Mat. Permanentes...
46.307,82 . .
06.28.166.2.03-Serviços de Alistamento Mi-
litar •
3.1.2.0-Material de Consumo .. _ .•. 21.384,00
3.1.3.1-Remuneração dos Serv. Pessoais ••••
42.768,00
3.1.3. 2-outros Serviços e Encargo_s • • • • • • • •
104.229,58
02.02 - SECRETARIA DE PLANEJAMENTO
03.07.021.2.04-Manutençao da Secretaria
3.1.1.1- Pessoal Civil ...• 120.000,00
3.1.2.0- Material de Consumo ..42.768,00
3.1.3.1-Rernuneração dos Serv. Pessoais ••••
35.244,56
02.03- ASSESSORAMENTO JUR!DICO.
03.07.020.2.05- Servicos Juridicos
3.1.1.1- Pessoal Civil 73.091,23
3.1.2.0-Material de Consumo 21:034,00
3.1.3.l-Remuneração dos Ser. Pessoais ....•
24.073,84
3.1.3. 2-0utros Serviços e Encargos 200. 000 ,00
Municipal de
1. J . ',.
02.04-7 C1
03.07.02.2.6-:
c ral
3 . 1. 1. 1 - cal Civil....·....235.000,00
3.1.3.1-r.. roc o do rv.Po i.....
170.000,00
).2.5.l- Inativos..............499.000,00
3.2,5.2- Pnsionis ..........220.000,00
3.2.5.3- Salário Família....... 64.132,00
03.07,021.1.03- Aquisição de Müvis rqui
pamento
4.1.2.0-Equipamentos e Mat. Permanentes...
32.785,35
15.02.494.2.07- Contribui;o ao Pasep
3.2.8.0- Contribuição ao Pasep............
2.600.000,00
02.05- SECRETARIA DA FlZE '!)/
03.08.021.2.o6- anutencão da Secrtari
3.1.1.1- Pessoal Civil 450.000,00
3.1.2.0-Material de Consumo...200.000,00
03.08.021.1.04- Aquisicão de Material Per
manente
4.1.2.0- Equipamentos e Mat.Permanents...
13.840,00
03.08.032.2.10- Amortização da Dívida Con
tratada
3.2.6.l- Juroo da Dívida Contratad<1 .
21.384,00 _ _
J.2.6.7-Correção Monet. s/operuçoeo de cr
ditos por Antec. da Rece ..... 42.768,00
02.06- SECRETARIA DE S/ÔDE PROMOÇÃO SOCIAL
13.75.428.2.ll- Servicos de ãdninfsracao
Geral
3.1.1.1- Pessoal Civil 330.000,00
3.2.5.9-0utras Transferênciao a ~essoas ...
20.000,00 /
13.75.428.1.05-Aquisicão de Ambulância P
oetor
4.1.2.0- Equipamentos e Mat. Permanentes ..
41.520,00
13.75.428.2.11- Construção de Postos de
Saúde
4.1.1.0- Obras e Instalações .... 132.160,00
15.81.483.2.12- Assistência ao Menor
3.1.3.2- Outros Serviços e Encargos .
85.536,00
15.81.485.2.14- Auxílio ao Idoso
3.1.3.2- Outros Serviços e Encargos .
13.840,00
02.07 - SECRETARIA DE r.DUCAÇÃO CULTURA E
DESPORTO
08.42.187.2.15- Manutenção do Desenvolvi
mente do Ensino 1o Grau
3.1.3.l- Remuneração dos Serv. Pessoais ...
1.500.000,00
08.42.187.1.07-Aquisição de Equipamento p/
o Setor
4.1.2.0-Aquisicão de Met. Permanente .
19.975,00
08.42.187.1.08-Construcão e Instalações de
Escolas
4.2.1.0-1quisição de Inóveis .
27.680,00
08.42.187.1.09-Ampliação e Reformas
Unid. Escolares
3.1.2.0-Material de Consumo ..... 65.470,47
3.1.3.1-Remuncração dos Serv.Pessoais .....
138.000,00
3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos .
61.580,00
4.1.1.0- Obras e Instalações .
192.000,00
08.46.228.1.10- Construção de Quadras
.... • - • ,, t
• I -. ,
das
Es
portivas
4.1.1.0-0bras e Instalacões ..... 53.600,00
08.48.247.1.11- Ampliação do Acervo da Bi
blioteca Mun.
4.1.2.0-Aquisicão d~ Mat.Permanente .
19.682,44
08.48.247.2.16- Manutenção da Casa do Arte
são
3 . 1. 2. O-Ma teria! de Consumo · .
85.536,00 '
08.41.185.1.12- Construção de Creêhes
4.1.1.0-0bras de Instalacões ... 50.ooo;oo
8.42.188.2.18 - Ensino Regular
3.1.2.0- Material de Consumo .... 150.000,00
3.1.3.2-0utros Services e Encargos .
640.000,00
02.08-SECRETARIA VIAÇÃO OBRAS SERVIÇOS PO-
BLICOS . .
03.07.025.2.19-Reforma do Paco Municipal
3.1.2.0- Material de Consumo.....5.360,00
3.1.3.1- Remuneracao dos-Serv. Pessoais ...
27.680,00
3.1.3.2- outros Serviços e Enc~gos .
1.533.000,00 _
10.57.316.1.13 - Construçao de Casas Popu-
5.o-as±siso ae m6veis.....27-680,00
10.58.025.1.14- Irnplantaçao e Renovaçao de
Calçadas e passeios
4.1.l.O- Obras e Instalacões .... 19.432,00
10.58.328.1.15- Const. de Ãreas e Lazer e
Arborização Urbana
4.1.l.O- Obras e Instalacões ... :··26.800,00
10.60.325.1.16-Aquisição de Equip. p/cole
ta de Lixo
4 .1. 2. o- Aquisição de Material Permanente..
128.800,00
Bela Vista
10. +.326.2.2:-°
3.1..0-Matrii! '
31..2- Carro
12.4,00
13.77.42l. 7-0rase l. 1w+
viai e Recap. Pav. A filtiea
4...9.2-Despesa d Ercíeio A triore
)3.0I.C,00
1 (. . H . "i .l4 . 1.18- Aqui!ç o d l.,1 ,d 1 , " ntos
Rodoviários
4.1..0- Aquisição d t. Per aente.,..·
126.7)0,00 .
02.09- SECRETARA DE DESENQLVIN;OS ECO
NO1CO
õê.TI11.2.23- Coordenação das A!vid4d
3.1.1.1-Pessoal civil....·...351.175,0
lr .30 - Este Decre o cn rarã om vigor,
na data de sua publicação, revoqad as
disposições cm contrário.
Rola Vista/Ms, 14/12/93
Abraão Armoa Zacarias
Prefeito Municipal
DECRETO NO 777 /94 - GJIHNETE DO PitHPCl'fO -
EM 11 DE JANEIRO D8 1994
ABRAÃO ARMO/ ZACARIAS, PREPF.ITO 1✓.UNICI
PAL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO
DO SUL uoando das atribuiçõco que lhe"ªº
conferidas e de ucordo com o dispooto do
Artigo 68, parágrafo 8 da Li 86/90 de
05 ãe abril de 1990 e Artigo 43 da Lei Fo
deral no 4320/64.
DECRETA:
Art.10 - Nos termos da Lei Munícipul no
961 de 10 de novembro de 1993, fica aberto
um crédito Adicional Suplementar no valor
de CRS 6.000.000,00 (seis milhÕAs a~ cru
zeiros reais), ao Orçamento Programa do Mu
nicípio para 1994, à saber:
02.00 - Executivo -
06.01 - Secretaria Municipal de Promoçdo -
Social.
15070212.012 - Manutenção das Atividades
da Secretaria
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais
2.000.000,00
15814832.014 - Programa de Assistência dO
Menor Carente
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais
2.000.000,00 _
07.01 - Secretaria Municipal de Educaçao -
Cultura e Desporto
08421882.019 - Manutenção do Ensino Iegul.a.r.
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais
2.000.000,00
Art.29 - Os recurros para cobertura do
Crédito Suplementar 'e que se trata este
Decreto, correrão à conta da seguinte dot
cão Orçamentária:
02.00 - Executivo
08.01 - Secretaria Municipal, Viação Obras
e Serviços Públicos
16885311.020 - Aquisição de Equipamento R~
doviário.
4.1.2.0 - Equipamento e Material Permanen
te 6.000.000,00
Art.39 - Este Decreto entra em vigor a
partir de 11 de janeiro de 1994, data de
sua afixação no quadro de avisos desta Prg
feitura.
Bela Vista/MS, 11 de janeiro de 1994.
Abraão Ar.noa Zacarias
Prefeito Municipal
• ·Edital de __ Proclamas.
1(
e
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Oficiala do
Cartório de Registro Civil desta cidade
de Bela Vista-MS., PAZ SABER a todos qar.
to o presente Edital de Proclamas virem,
que apresentaram os documentos exigidos
pelo artigo 180 do Código civil rasilei
roe incisos I-II-III e IV, e pretende.n
se casar:
ALTEMAR GUTl:RRRES DE OLIVEIRA E ELISE
TE MARQUES CLARO, brasileiros, solteiros,
domiciliados e residentes nesta cidade ,
ele, comerciário, filho de João Meireles
de Oliveira e Daicyra Gutierres de Oli,_
veira, ela, estudante, filha de Silvio
Claro e de Ercu Marques Claro.
Se alguém souber de algu~ inpedi::-:ento
que se oponha na forma da Lei.
Bela Vista-Ms., 31 de janeiro de 1994.
Janilde Rosa dos Sa:1tos
Oficiala
OMOSUL
DE REF
, ' ,
VII PRODU O I EDITO
ESTIME TO li BONITO
Um proj to poi1--
i J i r, l J co do r , . f J r , n · . -
tamnto e recomporei
;ao vegetal inédito
no Hra;il e±,tá sondo
rl0: 1Jnvolvl.do C'r1 Honi
to(01s), a 249 qu11o
metros do Campo Gran
de, pela Fundação do
Promoção ocial de
M,t o C:rn!;r,o <.ln Sul -
(l'rürno::ul). Dozr mr
noros carentes, intG
qrantes do Nücloo d
Plantas Nativas do
ór<J,io, DC' revc'z,1m
dor;cle nov-.::rnbro do
ano passado no plan
tio de árvores orna
mentui:::;, frutífer<ls
c medicinais às mar
gens dos sete mil me
troe de rodoviu que
ligam a cidade ao
Rio Formoso.
Em janeiro do ano
pussado foram intcr
ditudas pelo lhama ,
por danos ao meio am
1
1 '
J.....-l
Ciro-leste Bise Prioritlaes
ara Assistência iérira e a
ião {'iltoral
a
Para discutir as
principal~ dçÕes que
srrão desenvolvidas
junto a produtores e
comunidades rurais ,
cstfio reunidos, na
EMPAER, 16 represen
t~ntcs dos Estados
do Centro Oeste (Dis
trito Foderal,Goiás,
Mato Grosso e •Mato
Grosso do Sul). São
pessoas ligadas às
áreas de operação ,
planejamento e finan
ceira, que atuarãÕ
em conjunto para tra
çar o plano de traba
lho do ar.o de 94. -
Procurar fontes
de recursos para fi
nanciar ações de as
sistênci<l técnica e
extensão rural foi o
tema principal da
reunião. o Banco Mun
dial e o Ministério
da Agricultura são
os órgãos que devem
liberar a maior par
te da verba para os
Estados do Centro
Oeste. Segundo o Di
retor de operações -
da EMPAER de Mato
Grosso do Sul, Ivo
Busato, dS diretri -
bint, as obra da
·mpresa Construmat
Cjl1,•l Lro r.ol,r,, o
Hlo r• Jnh11r1-1::. Como
puniç3o a firma fica
ria responsável por
opor no local os
prrjuizo!:; ~ n..iLurcza
causados pela obru.
A partir de ·ntão,em
p,trc riu, o Núcl00 -
de Plantas Mativas
da Fundação de Promo
ç::io Social foi con
trutado para idc..ili
zar e executar um
projeto paisagístico
de reflorestamento
na região.
De acordo com in
formações do coorde
nador dos trabalhos
cm Bonito, Fernando
Dorges, as atividades
nos rios Formoso e
Anhumds fazem parte
da terceira etapa do
Projeto Paisagistís
co de Reflorestdmen-
zes dos Governos Fe
deral e Estadual dis
cutidas nessa reu
niâo, serão levadas
ãs comunidades para
serem adaptadas jun
to aos produtores ,
dependendo das neces
sidades de cada um.
Em Mato Grosso do
Sul as grandes li
npas de atuação se
rão: capacitação de
produtores rurais
nas áreas de tecnolo
gia de produção; di::
versificação da pro
dução e, manutenção
dos recursos natura
is existentes. Essas
orientações já esta
vam sendo desenvolvi
das durante o anÕ
passado e o trabalho
será de continuidade
em 94. "Estamos nego
ciando com as Prefei
turas Municipais uma
participação no pla
nejamento e nos cus
tos de assisttncia::
técnica e extensão
rural. O retorno des
se trabalho é perce-=
bido através do au
mento da produtivida
de cm ativid.-.des que
to, Dedo novembro ,
!Ili primeiro ostãgio
do projeto, os mono
rt e ão se dedican
do a reflorestar ac
margens da rodovia
qur dá acesso a cida
dn com 6 mil e soij
muda:. - das 4 Mil e
500 j::í foram planta
das - de bocaiúvas ,
caraguütcÍn, mbaÚb:.1!J,
c0dros, jenipapos ,
ingás e outras dezc
nas de espécies.
As margens da ro
dovia foram dividi::
das cm onze paradas
e nove canteiros que
contam uinda com ade
reços de pedras retT
radas do próprio lo::
cal. Num jardim de
cerca 50 metros qua
drados que também es
tcÍ sendo cultivado
será usada proteção
de arame farpado pa
ra que seja garanti-
ainda não eram descn
volvidas em larga es
cala como a sericul::
tura, suinocultura ,
avicultura e apicul
tura", afirma Ivo Bu
sato. -
O consultor da Co
ordenação Nacional
de Extensão Rural
junto ao Ministério
da Agricultura,Nival
do Estrela, veio de
Brasília para estabe
lecer novas normas
da relação dos Govei
nos Federal e Esta
dual na área de as
sistência técnica e
extensão rural. "O
objetivo é nortear
os projetos prioritá
rios para o CcntrÕ
Oeste e definir as
estratégias. O im
portante é estabc::
leccr uma parceria
dos Governos Fede
ral e Estadual" ,
enfatizou Nivaldo
Estrela.
GOVERNO MS
O futuro agora
do o croci n, o dai
ruda• A rodovi
t ar!m chamada d ro
<'ceie 1istíca devido
s divió para ci
clistas que coçaram
e ser construidas -
inda contará com um
canteiro com ãrvor s
'e porte maior onde
serão instalados bar
c•o!J mc:ioc.
Segundo Borges, é
intenso o lrab..tlho
c'.os menores no local.
J:lcs cstâo dlojados
no acampamento da em
presa e trabalham pi
la manhâ e à tarde ,
com intervalo pura
<llmoço tamb~m ofere
cido pelu Construmat
Cilveletro."São me
nores que jcÍ integr:i
vamo Núcleo cm Cam::
po Grande e que têm
rostado da experiên
cia cm Eonito por
ser um trabalho dife
rente, e pels opor+u
n idle (!._ conhcrt
novo lugares", ava
lia Borys.
O:; ,~ :-:or•·'.1 r,,IJ -
Iham cm Pb:.ito em
istora de rodízio
se revzardo a cada
quatro quinzenalmen
t.r. 7écnico:; ,;r r.f--'OÍO
do Pror. osu l e .. C,.:".'.;)O
Grande também ormam
a quipc do Projc·o
cm Bonito. A previ
r;Jo é de que at6 ài<l
30 clc janeiro, <lS
nargens da rc<loviu o
plüntio esteja con
cluído, e segundo
Fernando "cm doi!;
anos as mudas já se
rão árvores de gran
de porte".
FORMOSO E PRAÇA
A Praça Bocaiúva,
localizada no cen
tro de BÓnito, tam-
e +;
P roe+ ? • .... 1 1
do Pr 1 l'
.. , d
p' ri..
da orar«ntaia
local, Ara c-
cluir o proj••to,
,.i ,;,i Íl'V< rc-iro
mn0 s CONOçP
reflorntar o
metros de mata
lruíd, :1 !J proxi"':
dades do Rios c
moso e Anhum s, o
de serão planta4G
500 mudas em apro
xiradamente 15 ,IT
u s.
Preserve
a
Natureza!
S u p erm e r e _a d .O
ão Jo
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Aonde Vender Barato
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Cruzeiro do Sul, uma Estrela que
Constelação do Mato Grosso do· sur
ONFORTO, SEGQl(INÇI E TRINQUILIDIDE·
,
D/AR/O REGIONAL
,..
ELA VISTA/MAS ANO 21 N0 1456 02 DE FEVEREIRO DE 1.994 rnm.·ron: lVAr,00 l?LJIBlHA
10• RC MEC TEM NOVO COMINDINTE
/
I
I
/
O Cel. Sérgio Pacheco Oliveira (esquerda) passou o Comando do
B_egimento 1tonio João ao Ten. Cel. Edson Souza Rodrigues (clireftã)
•
, A exemplo do que
·aconteceu nas demais
cidades do Estado, o
Diretório Municipal
do PMDB realizou no
último dia 30, domin
9o, das 09:00 hs às
17:00 hs, a eleição
Prévia do partido pa
ra a escolha do PMDB
ao Governo do Estado
nas próximas elei
ções de 03 de outu
bro deste ano.
A eleição foi rea
lizada nas dependen
cias da Câmara Muni
cipal, o Presidente
do Diretório Munici
Pal do PMDB, Evila
Sio Nunes de Miranda
Presidiu os traba
lhos, secretariado
Por Geraldo de Almei
da e auxiliados por
Pedro Barbosa e Luiz
Carlos Escobar,o Pre
Q:eito Municipal ,'raãõ
rroa Zacarias abriu
a votação às 09: 00
s, no encerramento,.
as 17:00 hs, foram
Computados no total
l02 votantes, o Sena
dor Wilson Barbosa
=·!artins recebeu 1 O 1
Votos, não teve ne
Thum contra,sendo re
Cistrado apenas um
Voto nulo. A Vereado
~a de Aquidauana,Zil
ete Rodrigues de
Carvalho, que se ins
reveu para disputar
!s Prévias contra o
-enador Wilson Mar
ir.s, não teve ne
hum voto dos peeme
0
ebistas belavisten::
ses.
1 Na avaliação do
i
y«--
7
r
i
t
-1
~
t ~. ·•'
' '
l
i
1
j
Senador JUson M.1.rtins
1
1O0 dos votos e Bela Esta.
Presidente do Diretó.
rio Municipal, ex-ve
reador Evilasio Nu
nes de Miranda,a par
ticipação dos filia
dos do partido supe
rou as próprias ex
pectativas, pois não
foram colocadas con
dições ·a disposição
dos filiados e todos
compareceram espona
neamente à Câmara Mu
nicipal para votarem
e escolherem o.candi
dato do PMDB ao Go::
verno do Estado nas
próximas eleições.
O Secretário Muni
cipal de Obras Nélio
Diório e o Presiden
te do Diretório Muni
cipal fizeram a escr@
··'---- ~-- .... - ~
E+Listo M!anda, res. do
prFI LITIil ão7E.
tinação dos votos,
que teve a fiscaliza
ção do Vereador Is•
rael Chamorro da R2.
cha, todos membros
do Diretório Munici
pal do PMDB, o resul
tado não surpreendeu
ninguém, todos tinham
como certa a prefe
rência da esmagadora
maioria dos filiados
do PMDB pela candida
tura do Senador Wil
son Barbosa Martins
para ser o candidato
ao Governo, a exem
plo do que aconteceu
em praticamente tg
das as cidades do
Mato Grosso do Sul
onde o partido possui
o seu diretório. (UR)
Em bonita solenidade Militar
realizada no páteo de formatu
rs do 109 RC Mec na tarde/no!
to do último dia 29, o Tenente
Coronel do Cavalaria Edson R~
drigues assumiu o Comando do R@
gimcnto Antonio Joõo, em subi
ui;ão ao Coronel de Cavalari
Serio P checo Olivrlr , quo
foi transferido para o CMO- Cm
po Grande, por necessidade de
serviço e obedecendo o reveza
nento de Comando estabelecido
pelo Exército Brasileiro. Páy. 04/05
te.reenegregegregneenteara.eeettra .asnas raatroa
Polícia Militar dá Início
a Operação Carnaval
1
1
t
'
1
L_ -~-~--- ~~---·-----
Blitsz de Trânsito e barreiras volantes serão uma constante
/
VAMPIROS E CANIBAIS
RELATO DE UM SOBREVIVEN'lE - OPttOI.O V
Página - 03
periodo de Carnaval.
0 2 Pelotão de
Polícia Militar de
Bela Vista deu ini
cio nesta segunda
feira, dia 31, à cha
no
mada Operação Carna
val que visa o patru
lhamento e policia
mento preventivo na
cidade e nas vias de
Pascoal Mitidieri
Comunicamos ao público em geral que o
Senhor Pascoal Mitidieri da DUENDES ART
PROMOÇÕES não tem vínculo empregatício -
com este Jornal, não é funcionário da Em
presa. Através da DUENDE ele compra o es
paço (1 página) que é de sua inteira res
ponsabilidade, publica seu informativo ,
vende anúncios (para este informativo) ,
publica notícia, promoções de eventos,t~
do sob a sua responsabilidade.
Repetimos: PASCOAL MITIDIERI não é
funcionário de a TRIBUNA DA' FRONTEIRA.
Informamos, outrossim, que o responsá
vel pela Sucursal de Caracol é KENNER -
·(DUDA) LEITE e o reoorter destacado para
cobrir a cidade ê JOÃO CARLOS VELASQUEZ.
A DIREÇÃO
acesso com vistas a
coibir crimes e deli
tos nesse período qu,e
antecede os festejes car
navalesc9. Página - 02
Polícia
Recupera
1 nstrumentos
de
Comunidade
Evangélica
1
* Veja a oatéria
em RONDA POLICIAL
sobre o furto
instrumentos
Igreja.
PÃGINA - 02
de
da
SINDICATO RURAL DE CARACOL INFORMA:
55 Leilão Caracorte
DIA: 09/02/9-4 Quarta-Feira HORAS: 20:00 HORAS
Reall
·zar.a-o S~dicat':' ~ural de_Caraco.l e PO.!:l
" "' teira Leiloes Rurais
• PARTICIPEI caracol espera por você!/
VÁ E FAÇA BONS NEGÕCIOS!!
RONDA POLICIAL
Polícia Militar da Início a Operação Carnav,al
0 29 Pelotão d
rol fdd i11 liL-lr (ln
pela Vista dou iní •
e lo nPnt .. '.ll'C)ur,d-J
feira, dia )1, a cha
mada Operação Carna
val que visa o patru
lhamento e policia -
mnto preventivo na
cidade c nas vias de
acosso com vistas a
coibir critnra 0 dcl_!.
ton n !Jt:n pPriodo
que ant cccl o:; fcG··
tojos carnavalescos,
Srgundo in[orm,l -
cÕc!i elo Coin,rnd,mtc -
do 2P Pclotjo, Tcnen
te Vlllas..inti, a opr
r..icc'.io vui extendcr-ic
t o final do Carna
val, então programa
da revitas no oni
bus que saem e che •
qam « cidade, harr i
ra volantes nas -
dovi,1:, de dC DGO dO
r1uni.clpio, butid,10 -
polici.ÜG .rn hurf'G ,
lunchonot e e simila
rcn, blilzo diurnao-
0. not:urn..ic, choc.t
genn de vcículon e
de pcono<ln deoconhc
cidas com reviotas -
pconoaio e noo auto
móvcio. Tamb~m a bar
reira □obre o córre=
go Entrelinha, ná R~
devia Dela Vista/An-
tonio João terá dia
riamente policiai -
faz ndo a fiscaliza
ção, todo o efetivo
do 29 Pelotão, cerca
de 20 hcm,•nn, srr,Í')
mobilizodoa duran c
a operação Carnaval.
Segundo o Of lclal,
também a 7 CIPM de
Jardim já deu início
aos trabalhos de po
liciamento prcv nti
vo pardo período de
Carnaval com a reali
zacdo de blitz, bar=
reiran e rcvictaa
tanto na cidade corno
nas vias de cJcesso à
aquela cidade, o po-
!ic!+! ! r'ou 4 -
± qu - : o 1" • 1i
olt ou v ..:. e '_.s .a. e r
com Docur ntaçlo ir
regular, a1m de por
te ilegal de arma de
fogo recerão aten
do especial dos Po
Jiciais, qum for
fl gr«do dcn ro de
qualquer uma dss
irrcqulJrldtJ<lca, a -
l"m de outrds previa
tas em Lei, serão i
m <li..it..irncntc dctldoa
e cncaminhddos tl De
Jegacid de Polícid -
Civil para as dc
vi<lao providên
cias.
E ital ~e Pr1cla
Polícia Recupera Instrumentos
• de Comunidade Evangélica
Na madrugada do
dia 23, sábado para
domingo, a Comunida
de Evangélica do Be
la Vista, situada na
Rua Duque de Caxias,
no 1315, foi vítlma
de furto mediante ar
rombaroento, utilizan
do uma picareta para
arrombar uma das ja
nelas da igreja, o
"amigo do alheio" le
vou um contrabaixo,
uma guitarra e um te
clado, instrumentos
musicais usados nos
cultos o louvores à
Deus.
A Polícia Civil -
de nosso cidade do
senvolvcu várias in
vestigacõcs na tonta
tiva de chegar aõ
dutor (ou autorcs)do
furto, numa dessas -
diligências obteve -
informações de que
um rapaz, residente
no Bairro das Prima
veras, havia tentado
vender alguns instru
montas com caracte
rísticas parecidas.
Sob o comando do De
legado Renato Cesar
Pereira, os Pollcials
passaram a checar as
informacões e logra
ram êxito na última
sexta-feira, dia 28,
chegando ao autor do
furto.
Segundo as infor
macõcs do Dr. Renato
Cesar Pereira, os
instrumentos musicais
foram subtraídos da
Comunidade Evangéli
ca pelo adolescente
A.B., 17 anos, resi
dente na Rua Barão -
do Triunfo, s/no, no
Bairro Primavera II.
O adolescente já ti
nha frequentado por
um determinado perío
do os cultos realiza
dos pela Comunidade
Evangélica, por isso
tinha conhecimento -
da existência dos
instrumentos musi
cais e do local onde
se encontravam.
Os instrumentos -
foram recuperados pe
la Polícia e devolvi
àos à Comunidade E=
vang6lica, o Delega
ão de Polícia instau
rou Sindicância que
deverá ser concluída
nos próximos dias e
encaminhada à Promo
toria de Justiça da
Comarca de Bela Vis
ta para o oferecimen
t.o de denúncia con =
t.ra o "mão ligeira".
--=============
NESTE CARNA V Al, BRINQUE,
PULE ALECiRE-SE, MAS NÃO
BRIN·QUE COM A AIDS
54:r,
c rtórlo
1 e .. r :,..:. vi
'C1 O P=-· •
ir, que apr .tar m o dr
}gidos elo ar itgo l do C6d'
[sile!ro, incisos I-II e IV e
[se casar :
ROSAL.VO MIRANDA DOS SANTOS
SANTANDNL, brasileiros capaz s, sol!
oiros, rosi!ente e d ciliados nes,
cidad e ; ,~ 1 e, , e, • rciarte, fi1h do
qul dos Santos Filho e Elz Mirande dos
Sartun, la, scretária, filha de Patr -I
cio Ramos Santando! Margarida Ibanhoz [
atando1.
Se alguém soulr de algum impedimento,I
qu sc oponh,1 na forma da Li. l
Bela Vista-1S., 28 d Janeiro de 1994. 1
1
1
----------------------
Junild Rosa dos Su.ntos
Oficial.a
Jribuna da fronteira
.-Diário Regional
* FUNDADO EM 20/02/1972
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira
Diretora Adm: Maria E. V. Pereira
Secretário de Redação: Ubaldino
gues
Reportagens: João carlos Velasquez, An
dré Ãvalo, Firmino de Barros.
Redação, Departamento Comercial e Parque
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira -
564 - caixa Postal - 23 - Fone - (067)-
439-1410 - Bela Vista - MS.
SUCURSAIS - J'1rdt..c,, Porto Hurtlnho, Antonio Jruo, 11o
nlto, C,,racol C.Wpo Crandc e Correpon -
dente ec Brasf u.a e são P.auJo.
Propriedade d.-i Rede llel.3vlstense de fomal.a UDA
ex;-:; • l!Y lS.Sll.203/0001·90
• O .Jornal não se r".:!sponG..lbiliz.a pelos .artigos a!iSlnados ou
de origeu dcflnldn.
* Exemplar·............. . . . . . . 200,00
* Número atrasado 300,00
* Assinatura Trimestral 6.000,00
* As5inatura Semestral 10.000,00
* Assinatura Anual 20.000,00
* FILIADO A ADJORI E ABRAJORI
Rodri-
Farinha de Mandioca
GRUPO
FART.Nl:ll SECA
5IB-GRUPO
FINA BENEFICIADA
CLASSE
AMAMLA
FARINHA S1'0 Josg LTDA
ROA SENADOR JOSCELINO KUBITSCHEK S/N - FONE (067) 251-2619
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YIMPIROS E C
Relato de um Sobrevivente
Capitulo V
- Meu nomo G ponlzete, narci
na cIdade_de Capela Ata, na
Bahia, ai de 1á junto com a m
nha família, mulhr e cinco fy
lhos, num pau de arara, fugindo
da neca, dan, péiman condições
de vida, qualquer coisa era moe
lhor do que ficar lá, vendo o
.(ilhoo, b,1rrigudoi:; de docnç,1 ,
morrendo diil.-a-dia. ~ d mulher,
magra, olhos sem esperança, fa
zendo milagres na cosinha para
Dlirnentdr oo filho□, pelo mcnon
uma vez por dia, De vez cm quan
do ourgia um bico nas frentes
de trabalho, onde oe ganhava 2
mil cruzeiroo por semana, dava
para comprar farinha, carne de
ool, um pouco de arroz e ia se
vivendo. Melhor, oobrevivendo.
Foi quando o compadre João ,
maio Virgulino, todoo de Cape -
la, me convidaram para ir para
o Sul, tinham proposta para tra
balharem numa fazenda, ganhar::
bem, comer três vezeo ao dia
escola para as crianças, viver
com dignidade. Fiquei entusias
mado. Arrumei as trouxas e em -
barcamos no caminhão de Murilo,
atê São Paulo. Mais de cinco
dias de viagem.
Foi um sofrimento. O cami
nhão estava lotado. Olha, até
fome passamos, mas estávamos
contentes, e fome não era novi
dade.
Nem chegamos a conhecet São
Paulo, só de passagem, até as -
sustava, aqueles prédios, um
mundão de meu Deus, de gente e
casas. Fomos transferidos para
outro caminhão, viajamos mais
uma semana, só que a viagem me
lhorou, tínhamos comida à vonta
de, muitos até cantavam.
Numa cidade chamada Campo
Grande, embarcamos num ônibus ,
aí sim, a mcninada se divertiu,
olhavam as paisagens como olhos
arregalados, surpresas e mais -
surpresas. Quanta água! E ma
tas! Quanta fartura!
Mais duas semanas.
• Ning•1ém fazia perguntas, nin
guém reclamava, obedecíamos a
um homem que se apresentou como
Reis, "o contratador". Em Sao
Paulo ele deu a informação, sem
muitos comentários:
- Vocês foram contratados pa
ra trabalharem na Agropecuária
"Recanto do Sol", vamos fazer a
seleção.
Poucos ficaram para trás. Só
dois velhos, mais de 70 anos
mas fortes ainda, foram deixa
dos num albergue.
.Em Cuiabá deixamos ônibus, e
perdemos uma das meninas de Ca
pela, durante a viagem se enfei
tiçou por um dos auxiliares do
"contratador", ficou la mesmo,
não aidantou o choro da mãe. O
rapaz disse que casaria; montaria
casa num tal d» Várzea Grand .
Viagem sem mortes, e acredi-
t em , em doença. D e u s e P a d r e
Cícero estavam proegendo a gen
te. Até a chegada no "Rocnto -
do Col".
Sair do Serto de Capela
ver o que vimoo durante d via -
g m, parcc.ia um onho, mas a
ourpreoa maior foi d chegada no
"Recanto do Sol". Quanta linde -
zal
Era o Paraíso na terra. Ali
era o céu.
Ficamoo cm filao, o Dr. llon
o e apresentou, era o Geren -
te, todoo obedeceriam rigorooa
mcnte ouas inntruçôeo o dotcrmi
nuçÕc!J. -
De longe aviotávamoo a sede,
parecia coioa de cinema, e ou -
víamos, divcrsao vezcn - puni -
ção para quem se aproximar.
Fomos alojadoo na Colônia
por uns dias em barracões, de -
pois tomamoo posse de nossas ca
sas. Imaginai De material, ate
banheiro com vaso!
Ninguém cabia em si de feli
cidade. Era muita sorte.
Na verdade as casas eram pe
quenas, cosinha e sala, o banhei
ro ficava no quintal, pequeno -
também. Mas tudo de material.
Prá quem vivia em palhoça de
chãó batido, sentia-se num pala
cete. -
Nos primeiros meses tudo foi
muito bom, trabalhava-se muito,
das 06:00 da manhã às 07:00 ho
ras da noite, meia hora pro al
moço. Não havíamos falado desa
lário e o rancho era comprado~
na própria fazenda. Com 3 meses
no Recanto eu já devia mais de
20 mil cruzeiros. Cobraram até
as despesas da viagem.
Tentei fazer um puxado, que
serviria de cosinha, não, não -
podia, era proibido mexer nas
casas. O quintal era pequeno
mas dava para criar galinhas
plantar alguma coisa. Não, era
proibido. Como cuidar, se todos
na casa tinham que trabalhar? As
crianças menores eram deixadas
na "creche", um barracão, onde
se amontoavam iguais a animais.
Uma velha ê quem cuidava das
crianças a base do porrete. Uma
desgraceira.
Sair da Fazenda era proibido,
nem mesmo para passear em Rosei
ra, a cidade mais próxima, nãÕ
tínhamo: direito a nada, rece -
bia-se metade do salário mínimo
da região, descontava-se o alu
guel da casa, luz, água e taxa
de reserva - diziam que era uma
espêci~ de Fundo de Garantia.Só
não p,ssávamos fome, aprendemos
a se virar, muitos.caçavam, es
condidos, pois tambêm era proi
bidr. eramas prisioneiros.
fazenda tinha uma equipe
de qur tç
controlsva t+ao e a tod ,
'e tre r uni± r
certa. E s ç
dinheiro - mult {
rão do regulamento.
Todo eram cbrqado a si
nar uma csrécie de ccrtrato do
trabalho, sem duração, com
cláusula do quo seria obrigado
a pagar os débitos ant s d 1 ... -
dir demissão. Não inha coro pe
(1.ir.
Um grupo de sergipanos ten -
teu fugir, numa noite d tempeg
tade, sairam pro a o. Nunca
mais se ouviu falar deles. To -
das as estradas de acesso à Fa
zenda tinham guardas armado.
Os que conseguiam ir até Ro
eira e lá dar parte na Poli
cia, ficaram por lá mesmo, es -
tão presos até hoje. Acusados -
aos maio divcr::;os crimes.
E todoo os dias levas e le -
vas de migrantes chegavam, era~
distribuídos nas Fazendas do
"Vale da Esperança".
Na Casa Grande, como chanáva
mos a sede, aconteciam coisas
que nem o Demônio é capaz. Mi -
nha menina mais velha foi arrom
hada por um dos capangas, quan
ao tentei reclamar, levei uma
surra e multa. Depois ela se
transformou cm mulher dama. A
uns 10 km da fazenda funcionava
o cabaré de Mimi, gente do Dr.
Alonso, os lucros eram rachados,
meio a meio, entre Mimi e Dr.
Alonso. Ali se via meninas, mui
tas filhas de trabalhadores, a
té esposas abandonadas. Eram
também prisioneiras.
Consegui fugir, lá deixei mi
nha mulher e os filhos, com a
promessa de voltar. Ainda não
consegui. Mas tenho fé. Vou bus
car minha família, se Deus aju
dar.
FABRICA DE TUBOS LTDA
TUBOS DE CONCRETO, CIBROCOS, LlJOTÃO, PALANQUES, MUROS
E ARI'EF'ATOS DE CIMENTOS EM GERAL
ATENDE PEDIDOS DE PREFEITURAS
, .
;' _3É:jí755165
.:45+'4%4·
(
LI
PUA GAL. RONDON, 215
BONITO
e quo o
or. l,·
- pcnizeto te muita cora
gem, hoje é protegido da Iqre
3a, está Cuiabá, busca de
toda as for as senslblizar as
autoridades, na :!nqud lhe dá
atenção, Apear da derüncias ,
ninguém faz nada, foi em alqun
Jornais, não passou da porta. Os
donos do Valo ão poderosos.
- Mas como fqiu - repe iu -
Luca.
- Roubou u:r.<.1 ,!lnc!w-:t.r:'J:" 22,
num domingo de folga, saiu pela
mata. Passou o diabo, mas conse
guiu chegar em Cufabá. Uma aven
tura, Não é para qualquer um.
Carlos continuou d 1 r, Ou -
tros relatos, todos seelhant a,
alguns terrificantes, pessoas -
puras, ingénuan, trabalh dores,
iludidos por promessas de empre
goo, trabalho decente, foram pa
rar num verdadeiro ca~po de con
centração. -
- só não entendo com1o as au
toridades não tomam providên
cias? perguntou Tonho.
- A Igreja tem feito denún
cias, acontece que os Padres ga
nharam d fama de agitadores,nG~
mesmo a imprensa acredita nas -
histórias que contamos, respon
deu Padre Edinho.
- Mas o quê podemos fazer?
- Ora, Carlos, ir lá, formar
mos um grupo, pessoal da pesa -
da, entrarmos como migrantes e
lá mesmo, prepararmoo o pessoal
para uma grande revolta.
Assim o Brasil inteiro fica
rá sabendo, falou Lucas.
B
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/
l:
•
MEC TEM NOVO COMI D TE
E» b o n i t a solenidade m ! l i t a r r e a l i z a d a
no pteo d form turan do 100 PC MEC na
tard/noite do ãlti o d1a 29, o Ter nte Co
ronl de Cavalaria Edson Souza Rodr iqu s -
assumiu o Comando do Peqimento Antonio
Joao, cm substituição ao Coronel de Cavala
ria órqio Pacheco oliveira, qu foi tran@
ferido para o CMO - Campo Grande, por no -
c ·idade d serviço obedecndo o reveza
r,1 r to de Comando estabelecido pelo Exérci
t.o nr,irilJ ,J ro.
O novo Cc±andante, Ten. Cel. Rodrigues,
é oriundo do COTER-Draíl'a (Comando ele: o
porações 'Terrestres) e por duas vezes ser
v lu uo 100 RC MEC m Bela Vista, a primei
ra I 74/75 como Aspirante a Oficial, vl
tando em 1983 como Capitão e agora para c
1,1,11id,1r o hi !J tór lc:o Rcqim0nto.
JU'l'ORJDl.DES PRESENTES
Participaram da solenidade de passagem
de Comando da Unidade Militar de nossa ci
dodc o General de Divisão Francisco Ar
nulpho Pumplona de Paula Pessoa - Comandan
te Militar do Oeste; General de Brigc1da -
Jorge Cardoso Nogueira, Comandante da 9a
RM - "Região Melo e Cáceres"; Gene>ral de
nrlqada Sérgio Pedro Coelho Lima, Comandan
te da 4a Brigada de cavalaria Mecanizada -
Goncral de Driguda Sérgio Ernesto Alves
Conforto, Ch EM CMO/90 DE, além de autori
dades civis e militares de> Bela Vista e
Bella Vista-Paraguc1i, entre elas destaca -
mos: Prefeito Municipal Abraão Ar.moa Zaca
rias e esposa Olga, Vice-Prefeito Dr. Syd
ney Nunes Leite, Prnsidonte da Cãmara Muni
cipal Fernando do Freitas Elias; Comandan
te do 20 Pelotão PM, Tenente Villasanti ,
General Médico da Reserva Rubens de Castro
Pinto e Sra Clotilde, Cônsul do Paraguai -
no Brasil, Luciano Cunhcte, Comandante do
Destacamento de Exército cm Bella Vista Pa
raguai, Presidente da Seccional Colorada=
de Bcllc1 VIsta, Rosalina Gonzalcs de Rome
ro, Secretários Municipais, Vereadores, en
tre outros.
Pl.SSAGEM DE COMANDO
Após a leitura da Portaria de exonera -
ÇtlO do Cel. Puchcco, do Comando do 100 RC
NEC e da nomeação do Ten. Cel. Rodrigues ,
o General Sérgio Pedro Coelho Lima, Coman
dante da 4a Brigada de Cavalaria Mecaniza
da presidiu a cerimônia de passagem de Co
mando do Regimento Antonio João, cm segui
da os comandantes substituído e substituto
se aprcsentc1ram c10 Comandante da 4a Briga
da e rcceberc1m dele os desejos de felicida
dos e sucessos cm suas novas missões na se
quência da solenidade o General Lima foz
a aposição do Distintivo de Comando ao Ccl.
Pacheco, símbolo que identifica a passagem
do oficial pelo Comando de uma Unidade Mi
litar.
PRONUNCIAMENTO DO CEL. PACHECO
_Ao se despedir do Regimento Antonio
Joao, o Comandante substituído, Cel. Sér
gio Pacheco Oliveira fez o seguinte pronun
ciamente, o qual transcrevemos na íntegra:
"Regimento Antonio João, foram aois a -
~os inesquecíveis, onde a responsabilidade
incessante e a luta por ver prosperar a
virtude e a justiça foram uma constante e
eterna motivação profissional,lembramo-nos
muito bem do caminho percorrido, apesar da
multicidade de tarefas e metas a atingi1 ,
ousamos dizer, a missão que nos foi legada
pelo Exmo. Sr. Ministro do Exército foi
cumprida, estamos certos que também- será
pelo digno substituto, Ten. Cel. Rodrigues,
cuja nomeução consideramos das mais feli -
zes pelo conhecimento que possui do nosso
Regimento.
A missão foi fácil, pois contámos sem -
pre com a atenção do Comando Militar c!o
Oeste, na pessoa do Exmo. Sr. General de
Divisão Francisco Arnulpho Pamplona de Pau
la Pessoa e, em memória, do Exmo. Sr. Gene
ral de Divisão, Lebarbechon. Também conta=
mos com o apoio irrestrito do Comando da
9il Região Militar, na pessoa do Exmo. ·Sr.
General de Brigada Jorge Cardoso Nogueira
e seu antecessor, além da orientação crite
riosa e franca do nosso Comandante de Bri
gada, General Sérgio Pedro Coelho Lina. ES
sas condições alt~~ente favoráveis que nos
foram proporcionadas, aliada a_atenção dos
belavistenses e ao apreço tambem dos nos -
sos irmãos paraguaios, como também ao apoio
da·parte de nossas famílias, fizeram com
que, juntos, pudessemas dar continuidade à
obra daqueles que nos antecederam: .
Meu Regimento, o bom Deus permitiu intg
arar-me a sua família e hoje sinto-me orgu
Íhoso e agradecido por ter tido o privilé
gio de estar a frente àe homens tâo cheios
de amor profíarfonal, a qu deixo o ru -
profundo agradecimento repeito. Ao qran
de arquiteto do univerno, a minh epoa -
Suely c aos meus filhon, o mu agradeci:or
to todo especial, pela atenção e presença
sempre marcante nos maus e bons momentos -
do meu comando. Assim, ntrego a lança ao
Ten. Cel. Rodrigues, corto que el os.ará
em boa mão".
Comandantes Substltu{do e Substituto aprcncntao
se no Cmt. da 4g Brigada, Cen. Sêrgio Pedro Coelho
Lilllll, no momento da passagem de Comando
-<. .
... 17
l
General Lima faz a entrega do Distintivo de Co
mando ao ex-Comandante do 109 RC HEC
,t !
1!-
Cel. Pacheco em seu pronunciat:lento, tea!o aO lado
os Oficiais Generais que participaram da cêrimõOia
e o Ten. Cel. Rodrigues
ELOGIO AO CEL. PACHECO
Durante a cerirrõnia de passagem de Ccrnando do
10<1:R: MD:, um oficial do Canando da 4ij~Briga'da
de cavalaria Mecanizada fez a leitura do elogio
consignado pelo General sérgio Pedro Coelho
Lima ao Cel. Sérgio Pacheco de Oliveira
transcrito abaixo, na íntegra:
"Cel. da arma de ca,·alaria QEMA Sérgio
Pacheco Oliveira, afas1:a-se do Comando do
10 RC MEC após dois anos dedicados ao tra
balho e ao cumprimento das diversas mis -=
soes que lhe foram impc,stas. Neste perío -
do, vencendo enormes dificuldades peculia
res a situação conjuntural, conseguiu apre
sentar sua unidade sempre em muito boas =
condições, seja nas visitas às instalações
como nas inspeções de instrução. O excelen
te estado dos Destacamentos do 100 RC MEc
demonstram o cuidado e a apresentação de
seus efetivos. Sua uninade, como já tem si
do tradição, prestou mais urna vez, impres
cindível e eficiente apoio, em 1992 e· em
19 9 3 ao Exercício Coroarento do Coroo de
Forças Especiais da Brigada Paraquêdista.
Destacou-se ainda o Regimento Antonio -
João, na montaqem e execução do Estágio de
do n
;C.:o, l
prn , . - ~ • •
Unida!o blxvisr rs ,
citada. Scube mar.ter u
no io da ccid4do local, c quem
volveu um relac..on rento cordial e
,·,niao.
Ao dvuspdir-m do cel. Pacheco, desejo-
lhe nl no êxito ·m suas novas funções e vo
tos de mui .a .o'icidades à sua ui diarG
família".
Quartel cm Dourados, 29/Ci./1994
General de briqada érqio Pedro Colho L i
ma mt. 4a ida C Mcc.
Oficial da 4ª Brigada faz a leitura do elogio
consignado ao Cel. Pacheco pelo Comandante da 4~
Brigada C Mec
DESFILE EM CONTINENCIA AO
NOVO COMANDANTE
Ao final da solenidado militar
O novo
Comandante do 100 RC MEC Tcn. Ccl: Rodri _
gues, acompanhado do Col Pach
ram em revist • • eco, passa -
d
ªªtropa, o encerramento foi
marca o pelo o~sfilc d R • - ·
J _ . ::, o egimento Antonio
oao em continen~ia ao novo Comandante ,
passaram na sequencia, e Grupamento Mecani
zado e o Grupamento Hipomóvel. A solenida
de de passagem de Comando f • b
plaudida por tod . ' oi dStante a-
os os prosontes , uma
vez a ora e a e1za iás,'j;
racteristicas murcantrs. ca -
• + .5{---
ee,,15.ai"
211! Ir-
d " --
Tenente Cel. Rodrigues
em revista a trooa e° Cel. Pacheco passa!:!_
5
TE
TIi / UCURAÇÃO DO RETRATO DO
.X-COMADÃNT
lr,Óo o encerramento da solenidade, o no
vo co:n.:indc1ntc do 100 nc MEC convidou o:;
resentes para a inauguração do Retrato do
do cx-Corn,1nclantc, _rn ocu Gubinotc, apõe fp_
lar sobre a importanca da galeria de fo -
tos de ex-Comandantes, principalmente para
0
~ homcnugc,Hlos, o 'I'en, Cel. Rodriguco pe
dlu ao General Pamplona, mais alta autori
dadl) rnlli t<1r prcncntc, que fizcnac o deccr
r,uncnto da foto do Ccl. Pacheco.
O General, por nua vez, obedecendo uma
~ntiqa_ trudiçtlo do Exército, pannou a hon
rnri~ a cnponu do cx-Comand~ntc, Sra. suc
ly, quri d .nccrrou a fita inaugural sob os
aplausos de todos. Em Pcguida todos forillTI
convidadon a narticipa1.P1:, cJo um coquetel o
fcrccido pc]:J Regimento intonio João.
t
í J
L.. ~ · ..
/esposado Ccl. Pacheco, Sra. Suely
decorreu a fita inaugural do retrato dÔ
!!X-Comandante
74 e 75 e coro Coito no ano de 1982.
Foi condecorado com a Meda]h Milit.r
Prata; e Mdalha do Pacificador.
Corr.o Oficial Superior exerceu as fun
çÕc!.l de:
- Adjunto da Seção de i'l .:inr-j,1:-nn o d,
são de Ensino da AMA;
- Adjunto do E:icuLio Logio ico e Chcf-:-
20 Seção da )O RM;
- Adjunto da 20 Seção e da Divisão de
truçõcn Militar e Doutrin<l do Conando
Operações Terrc5trcn,
(Foton e Rcport.i9ec - Ubaldino nodriguc:J)
Prefeito Abraão Zacarias e esposa Olga,
entre as autoridades que preStlgiaram ª so
knidade de troca de comando do 100 IC MEC
QUESTÃO DE JUSTIÇA
Por uma questão de JµStiça, ficam aquí
• e 1 Pacheco por todo
os agradec:unentos ao e •
1
0 trabalho desenvolvido em pro! ~a popu a
ção belavistense durante o per1ouo em que
comandou o nosso histórico 100 RC MEC.
1
d inúmeros serviços de cunho
exemp o e • io d
casei@rio realiza4os e ,ç;; ~.Ç?
sa id d Ao novo coman an e, • •
comun a e. filhos sejam bem
(Rodrigues esposa Yeda e ,
Vindos e felicidades em Bela Vista,
CURRICULUM DO Novo coMANDARTE
e
v QEMA - Edson Souza Ro-
o Ten. Cel. ª • d de operações
d.ria de do coman o
., .ues proce • . DF Nasceu em Jagua-
·grrestres - Brasil1d,, 08 de Marco de
tao - Rio Grande do su A of de cavalaria
l95o, sendo declarado )?F ,romovido a Ten
1!.111 15 de Janeiro de
197 e P .
Cel em 31 de Agosto de 1991.
Possui os cursos: ,
de la 'ia - Academia Militar das Agu-
e- Cava ar1,
}has Negras -_1°
7
;;a ae Eaucacão Fisiea
e Instrutor - s •
do Exército -1976; . Ofº ..,_,_
da - Escola de Aperfeiçoamento de 1C1as-
1
9e •
d 2: do e Estado-Maior, do
?_- Escola de coma" curso de Operações
?:ltercito - 1988/
89
, eRAGC CAROLINA DO NOR
Psicoisicas - For., e;via neste Regi
'te, USA - 1993_, ten Oficial nos anos de
!:lento como Aspirante a
Flagrantes do Jantar no Coraj
CÕnsuÍdoParaguainoBras - • - nhete,éi.i--
berto, Federal e o te - Cmt
esposa
.,
j
'
--.
1. Cel. Pacheco, Suely, Sr. Yeda e Cel. Rodrigues
Presentes as Sras: Elda Simões, Jurema Viana e
Sandra Pereira
Jatson Viana e Dr. Fernando
J ,
ff ' I
-----·•·-- / sJ I_ 1
Geei, Dr. Fernando, Hepher e Sra. Dalva
t
I
--·-'
Cel. Pacheco
esposa
randa, Olga Zacari.as. e AleFsandra Leice
.1
É o ,llimento mais doador de vidas e saúde. Nãc é dpenas um
alimento. E um,rei:iédio capaz de salvàr vidas.
Tão completo, é que os macrobióticos fazem dele 60i de seu
regime.?. arroz bruto, do qual somente foi retirado a àura
casca de celulose. Conserva, pois a pardacenta cutícula, onde
estão todas as suas virtudes.
*ARROZ INTEGRAL?. VIDA E SAÔUEI
DEVE-FAZER PARTE DE SUA ALIMENTA
ÇÃO
USE E COMPROVE
VIDA NOVA: EM TODOS OS ASPECTOS!
MAURO EDUARDO BEARARI
RUA TUITM, 50 - FONE 251-1291
As em téia e, ça a eci r
Mensaens d Governo n {ri
r dágio e Autoriza Eiprésti
'
1SA· BELLE
CffifTER
a A C A D E M I A
MUSCULAÇÃO
AVALIAÇÃO FISIOTERAPEUT!CA
TRATAMENTO A LASER
* B O U T I ~ U E
2
L A N C R O N E T E PRODUTOS NATURAIS
Uma
à seu
Loja de
Dispor
Brasileiros
no Paraguai
(A~~ DO CASSI"!O)
FONE: RES. 439-1060
LOJA: 038 - 221 - 270
ISABEL? - LUCIFE E CECÍLIA
Balia Vista Paraguai
/• q1lf<'::7'.0 i':1'~
gen e:v'adas à
embléia Legislativa
pelo Coverrador Pg
dro Pedrossian, pra
votação em regime ex
rordinário, começa
ram a ser apreciadas
pelos Depu ados.
Uma mensagm ins
titui a cobrança de
pedágio nas ro'ovias
Estaduais e outra au
toriza o Estado a
contratar empréstimo
até o limite de US$
90 milh6cn, dinheiro
a ser aplicado na
construção de ponte
e porto fluvial e pa
vimcntação de trêG
estradas nas regiões
Sul e Sudoeste de Ma
to Grosso do Sul. OÜ o Coverno submete
tras duas matérias - à apreciação dos De
encaminhadas à AL putados ao mensagens
são homologatórias: 051/93 ,que homologa
ratifica os termos - acordo sobre o con
do acordo sobre a· trole acionário das
participação acioná-· Minas de Urucum;OOS/
ria do Estado na Mi- 94,solicitando auto
neracão Urucum e re rização para emprés
gulamenta a autoriz~ timo junto ao Fonpla
cão já concedida pe- ta,até o limiete de
lo Legislativo para 90 milhões de dóla
pagamento, em condi- res;006/94, que dis
ções excepcionais p6e sobre o pagamen
(sem multa e corre- to de débitos peran
cão monetária reduzi te a Fazenda PÜblica
da) ,de débitos pera~ Estadual;e 007/94
te a Fazenda Estadu- que institui a co-
al. brar.ça de pedágio
O líder do Gover nas rodovias Esta
no,Deputado Waldomi duais.
ro Gonçalves, previu Nas exposições de
uma votação tranqui- motivos que justifi
la,sem muita contra- camas mensagens, o
vérsia, baseado na Governador Pedro Pe
"revelãncia" das ma drossian salienta as
·térias, "todas de in dificuldades finan
teresse do Estado". ceiras do Estado pa
Para o Presidente da ra desenvolver proje
Casa, Deputado Cíce- tos de infra-estrutü
rode Souza,as mensa ra portuária e via
gens serão votadas= ria. A instituição=
por acordo de lide da cobrança de pedá
ranças,condição nor- gio nas rodovias,por
mal em períodos de exemplo,é uma medida
convoczção extraordi que o Governo preten
nária,dentro do pra= de adotar para levan
zo solicitado pelo tar dinheiro à manu
Governo,ou seja, até tenção da malha viã
o dia 4 de fevereiro. ria: "o pedágio e
A votação antes de 4 uma das mais justas
de fevereiro é uma formas de pagamento
hipótese pouco prová a serviço público,po
vel, já que regimen- is seu contribuinte
dos têm o prazo d
vistas.
o rito de aprecia
cão da men agens
umoriu o pri ... iro
passo:leitura e dis
±ribu.ção de avulso
para vistas dos par
Írm.cr.tarca. cU.,cu,:'.!_
são do mérito e anca
minharento de vota
ç5o só deve ocorrer
na segunda semana de
convoc.ação,sc o rito
normal foi seguido.A
votação ainda cota
semana vai depender
de acordo de lideran
ças e velocidade na
discussão.
é u s. o dirto d
rodovia, ponte ou
obre e are integra
n à malha vi ria" ,
oh:s rva o Go rnador
na exposição do roti
vos que acompanha o
projétodu-lei. se a
ratéria for aprova
d ,através de medida
i:JC'"t°l'rior o Gov0rno
definirá os trechos
onde a cobrança será
efetunad. Quan o no
cmpré!1!:.i1r.o junto no
rundo rinnncciro pn
ra Desenvolvimento
da Bacia do Prata
(Fonpluta) ,o Governo
rcsaa:tt_a as facilida
des de obencão dos
recursos cxterr.os,co
no prazo de carência
de dois anos e amor
tização em cinco_ynos.
com US$ 90 milhocc,
acqunclo o Govcrno,Mn
to Grosso do Sul po
derá desenvolver pc
lo menos cinco pro=
jatos.Entre eles deg
tacam-·se os de cons
trução de uma ponte
sobre o rio Para
guai, cm Porto Murti
nho,e das rodovias
MS-14l(Ivinhema-Navi
raí,de 107 qui1me -
tros) ;MS-178,dc Bod~
quena a Bonito, num
trecho de 70 quilÕm~
tros;MS-384/474, li
gando Antonio João,
Bela Vista a Caracol
e Porto Murtinho,com
16 2 quilõme_tros.
Nas mensagens ho
mologatórias, o Exe
cutivo pede aval da
Assembléia para rati
ficação do acordo
com Mato Grosso acer
ca do controle acio
nário das minas de
Urucum,em Corumbá.Ma
to Grosso do Sul de
ve ficar com 40% das
ações.Na outra mensa
gem,o Governo pede
nova ap~eciacão da
anistia parcial dos
débitos com a Fazen
da,em virtude de cor
. reção técnica para
manter a modalidade .
de parcelamento.
d
fllSTORIA CONCISA 00 BRASIL
f RftNCISCO M. P. TEIXEIR4
A História do Bra
sil sob um ponto de
vista diferente .. ~
desse modo que Fran
cisco Maria Pires
Teixeira quer que
seu livro "História
Concisa do Brasil" -
(Editora Global) se
ja encarado. Deoois
de quase vinte anos
ensinando e escreven
do livros didáticos
de História oara alu
nos de 1? e 2o graus
o autor coneçou a
pensar em escrever -
um livro oara o lei
tor comum, dotado de
alguma instrução e
uma certa curiosida-
de.
"História Concisa
do Brasil" é un =~a
balho que o autor
usa sua experiência
didática para esc=e-
(Wagner Carneiro)
ver sem o compromis
so do didatismo esco
lar, produzindo. u
texto_compacto, de
bom nível de informa
cao, de leitura agr
davel e estimulante
como os grandes bes
sellers. Mas ao re
digir as primeiras -
paginas ele viu
quanto era difici1 k
empreitada. "Desco -
bri que unir o saber.
e o sabor, o rigor -
da análise e o pra -
zer do texto é um de
safio e tanto", rev
la rrancisco Tei:t:ei::
ra.
Esse desafio tal
vez não tenha sido
vencido plenamente
segundo ele. '
Mas a tentativa
~ resultado, com to:
casas suas deficiên
cias e qualidade, es
tão aí. "Nâo é um
livro para especia -
listas - acadêmicos i
ou escolareE. t um
livro para os cida -
dãos brasileiros, so
bre a história de -
seu País, r.o qual a
7
nforrnação pretende
induzir à reflexão e
ao debate. sobretu
do um livro sobre -
nosso passado que
num momento ~uito de
licado do nosso ore=
sente", conta.
"Eistória Concisa
do Brasil" já está
nas livrarias. Fran
cisco Teixeira, co~
esse trabalho, está
inovando a literatu
ra, mas acrescenta que 'à
histiiria racional não
precisa ser arada. Preci
sa ser conhecida". -
Prefeitura
I •
1
E,CE'TO NO TI/9J-CAINETE LO PREFEITO EM
J4 DE DEZEMBRO D 1.993.
ABPAO AMOA ZACAPINAS, PREFEITO MJNICI
L. DE BELA VISTA ESTADO E MATO GROSSO DO
»ML, unando das atribuições que lhe ao
conferidas e d acordo com o disposto do
Artigo 68 S 80 da Lei no 886/90 de 05 do
abril d. 1990 Artigo 43 da Lei Fed ral
r,CJ 4. 320/G-1.
DECRETA:
Art,IQ - Nos termos das Lei Municipais
rog 936/92 do J0.1?.92, 943/!3 de 01.03.93
e de acordo com a nova r daçao dada pela
r,d no 957/93 de 22.09.93, fica aberto um
crédito Adicional Suplementar no valor de
CR$ 29,827.000,00 (Vinte e novo milhooo e
oitoc:ento~; o vlnta e octo mil cruzciro!'1
realo) a oerem designt1dos nao oeguinteo Do
tações Orçamentárias.
02.00 - EXECUTIVO
02. 04 - SECRETARIA DE ADMINISTR/ÇÃO
03,07.021.2.06 - Secretaria de Administra
cão Geral
J.1.3.2-0utroo Servicoo e Encargos .
150.000,00
02.05-SECRETARIA DE FAZE~
03. 08. O 32. 2. 10-/morti zacao da DÍ vida /tiva
4.3.5.1-Amortização da Dívida Ativa .
350.000,00 ,
02.06-SECRETARIA DE SAÚDE PROMOÇÃO SOCIAL
13.75.428.2.11-Servlços de /drninlstracao -
Geral
J.1.2.0-Material de Consumo .... 125.000,00
J.1.3.1-Remuneracão dos Serviços Pessoais.
150.000,00
3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos .
1.010.000,00
4,1.2.0-Equipamentos e Mat.Permanentes ....
20.000,00
02.07-SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CULTURA E DES
PORTO ,
08.42.187.2.15-Man.Desenv.Ensino do 1 Grau
3.1.1.1-Pessoal Civil 2.405.000,00
3.1.2.0- Material de Consumo 4.900.CXXl,OO
3.1.3.2-0utros Serviços e Encarg:,s790.CXXl,OO
3.2.5.4-Apoio Financeiro ao Estudante.....
267.000,00
02.08-SECRETARIA DE VIAÇÃO OBRAS SERVIÇOS
POBLICOS
10.57.316.1.13-Construção da Casas Popula
res.
4.1.1.0-0bras e Instalacões .. 8.000.000,00
13.77.451.1.17-0bras de Gal., Aguas Plu
viais, Rec.Pav.Asfáltica
4.1.1.0-0bras e Instalações ...4.840.000,00
16.88.534.2.22-Manutencão dos Serviços da
Secretaria
3.1.2.0-Material de Consumo ...5.300.000,00
3.1.3.1-Remuneração dos Scrv.Pessoais .....
1.300.000,00
3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos ..... •··
200.000,00
02.09-SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO. ECO -
NôMICO
~ 111.2.23- Coordenação das Atividades
3.1.3.2-0utros Services e Encargos .
20.000,00 .
Art 20 - Para cobertura do Credito Su
plementar fo cancelada a importância de
CR$ 29.827.000,00(vinte e nove milhoes oi-
tocentos e vinte e sete mil cruzeiros
reais) das seguintes Dotações Orçanentárias.
01.00- PODER LEGISLATIVO
01.01- CÂMARA MUNieIPAL
01.01.001.2.01 - Unidade Legislativa
3.2.1.1-Transferências Operacionais .
14.745.600,00
01.01.001.1.01- Aquisição de Móveis e Equi
pamentos
4.3.1.1-Auxilio para despesas de Capital ..
l.638.400,00
02.00- EXECUTIVO
02.01 - GABINETE DO PREFEITO
03.07.020.2.02-Assessoramento Superior
3.1.1.1-Pessoal Civil ·...... 1.500.000,00
3.1.3.1-Remuneração dos Serv. Pessoais ....
148.000,00
3.2.3.1- subvencões Sociais 42.768,0_0
4.1.2.0-Equipamentos e Mat. Permanentes...
46.307,82 . .
06.28.166.2.03-Serviços de Alistamento Mi-
litar •
3.1.2.0-Material de Consumo .. _ .•. 21.384,00
3.1.3.1-Remuneração dos Serv. Pessoais ••••
42.768,00
3.1.3. 2-outros Serviços e Encargo_s • • • • • • • •
104.229,58
02.02 - SECRETARIA DE PLANEJAMENTO
03.07.021.2.04-Manutençao da Secretaria
3.1.1.1- Pessoal Civil ...• 120.000,00
3.1.2.0- Material de Consumo ..42.768,00
3.1.3.1-Rernuneração dos Serv. Pessoais ••••
35.244,56
02.03- ASSESSORAMENTO JUR!DICO.
03.07.020.2.05- Servicos Juridicos
3.1.1.1- Pessoal Civil 73.091,23
3.1.2.0-Material de Consumo 21:034,00
3.1.3.l-Remuneração dos Ser. Pessoais ....•
24.073,84
3.1.3. 2-0utros Serviços e Encargos 200. 000 ,00
Municipal de
1. J . ',.
02.04-7 C1
03.07.02.2.6-:
c ral
3 . 1. 1. 1 - cal Civil....·....235.000,00
3.1.3.1-r.. roc o do rv.Po i.....
170.000,00
).2.5.l- Inativos..............499.000,00
3.2,5.2- Pnsionis ..........220.000,00
3.2.5.3- Salário Família....... 64.132,00
03.07,021.1.03- Aquisição de Müvis rqui
pamento
4.1.2.0-Equipamentos e Mat. Permanentes...
32.785,35
15.02.494.2.07- Contribui;o ao Pasep
3.2.8.0- Contribuição ao Pasep............
2.600.000,00
02.05- SECRETARIA DA FlZE '!)/
03.08.021.2.o6- anutencão da Secrtari
3.1.1.1- Pessoal Civil 450.000,00
3.1.2.0-Material de Consumo...200.000,00
03.08.021.1.04- Aquisicão de Material Per
manente
4.1.2.0- Equipamentos e Mat.Permanents...
13.840,00
03.08.032.2.10- Amortização da Dívida Con
tratada
3.2.6.l- Juroo da Dívida Contratad<1 .
21.384,00 _ _
J.2.6.7-Correção Monet. s/operuçoeo de cr
ditos por Antec. da Rece ..... 42.768,00
02.06- SECRETARIA DE S/ÔDE PROMOÇÃO SOCIAL
13.75.428.2.ll- Servicos de ãdninfsracao
Geral
3.1.1.1- Pessoal Civil 330.000,00
3.2.5.9-0utras Transferênciao a ~essoas ...
20.000,00 /
13.75.428.1.05-Aquisicão de Ambulância P
oetor
4.1.2.0- Equipamentos e Mat. Permanentes ..
41.520,00
13.75.428.2.11- Construção de Postos de
Saúde
4.1.1.0- Obras e Instalações .... 132.160,00
15.81.483.2.12- Assistência ao Menor
3.1.3.2- Outros Serviços e Encargos .
85.536,00
15.81.485.2.14- Auxílio ao Idoso
3.1.3.2- Outros Serviços e Encargos .
13.840,00
02.07 - SECRETARIA DE r.DUCAÇÃO CULTURA E
DESPORTO
08.42.187.2.15- Manutenção do Desenvolvi
mente do Ensino 1o Grau
3.1.3.l- Remuneração dos Serv. Pessoais ...
1.500.000,00
08.42.187.1.07-Aquisição de Equipamento p/
o Setor
4.1.2.0-Aquisicão de Met. Permanente .
19.975,00
08.42.187.1.08-Construcão e Instalações de
Escolas
4.2.1.0-1quisição de Inóveis .
27.680,00
08.42.187.1.09-Ampliação e Reformas
Unid. Escolares
3.1.2.0-Material de Consumo ..... 65.470,47
3.1.3.1-Remuncração dos Serv.Pessoais .....
138.000,00
3.1.3.2-0utros Serviços e Encargos .
61.580,00
4.1.1.0- Obras e Instalações .
192.000,00
08.46.228.1.10- Construção de Quadras
.... • - • ,, t
• I -. ,
das
Es
portivas
4.1.1.0-0bras e Instalacões ..... 53.600,00
08.48.247.1.11- Ampliação do Acervo da Bi
blioteca Mun.
4.1.2.0-Aquisicão d~ Mat.Permanente .
19.682,44
08.48.247.2.16- Manutenção da Casa do Arte
são
3 . 1. 2. O-Ma teria! de Consumo · .
85.536,00 '
08.41.185.1.12- Construção de Creêhes
4.1.1.0-0bras de Instalacões ... 50.ooo;oo
8.42.188.2.18 - Ensino Regular
3.1.2.0- Material de Consumo .... 150.000,00
3.1.3.2-0utros Services e Encargos .
640.000,00
02.08-SECRETARIA VIAÇÃO OBRAS SERVIÇOS PO-
BLICOS . .
03.07.025.2.19-Reforma do Paco Municipal
3.1.2.0- Material de Consumo.....5.360,00
3.1.3.1- Remuneracao dos-Serv. Pessoais ...
27.680,00
3.1.3.2- outros Serviços e Enc~gos .
1.533.000,00 _
10.57.316.1.13 - Construçao de Casas Popu-
5.o-as±siso ae m6veis.....27-680,00
10.58.025.1.14- Irnplantaçao e Renovaçao de
Calçadas e passeios
4.1.l.O- Obras e Instalacões .... 19.432,00
10.58.328.1.15- Const. de Ãreas e Lazer e
Arborização Urbana
4.1.l.O- Obras e Instalacões ... :··26.800,00
10.60.325.1.16-Aquisição de Equip. p/cole
ta de Lixo
4 .1. 2. o- Aquisição de Material Permanente..
128.800,00
Bela Vista
10. +.326.2.2:-°
3.1..0-Matrii! '
31..2- Carro
12.4,00
13.77.42l. 7-0rase l. 1w+
viai e Recap. Pav. A filtiea
4...9.2-Despesa d Ercíeio A triore
)3.0I.C,00
1 (. . H . "i .l4 . 1.18- Aqui!ç o d l.,1 ,d 1 , " ntos
Rodoviários
4.1..0- Aquisição d t. Per aente.,..·
126.7)0,00 .
02.09- SECRETARA DE DESENQLVIN;OS ECO
NO1CO
õê.TI11.2.23- Coordenação das A!vid4d
3.1.1.1-Pessoal civil....·...351.175,0
lr .30 - Este Decre o cn rarã om vigor,
na data de sua publicação, revoqad as
disposições cm contrário.
Rola Vista/Ms, 14/12/93
Abraão Armoa Zacarias
Prefeito Municipal
DECRETO NO 777 /94 - GJIHNETE DO PitHPCl'fO -
EM 11 DE JANEIRO D8 1994
ABRAÃO ARMO/ ZACARIAS, PREPF.ITO 1✓.UNICI
PAL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO
DO SUL uoando das atribuiçõco que lhe"ªº
conferidas e de ucordo com o dispooto do
Artigo 68, parágrafo 8 da Li 86/90 de
05 ãe abril de 1990 e Artigo 43 da Lei Fo
deral no 4320/64.
DECRETA:
Art.10 - Nos termos da Lei Munícipul no
961 de 10 de novembro de 1993, fica aberto
um crédito Adicional Suplementar no valor
de CRS 6.000.000,00 (seis milhÕAs a~ cru
zeiros reais), ao Orçamento Programa do Mu
nicípio para 1994, à saber:
02.00 - Executivo -
06.01 - Secretaria Municipal de Promoçdo -
Social.
15070212.012 - Manutenção das Atividades
da Secretaria
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais
2.000.000,00
15814832.014 - Programa de Assistência dO
Menor Carente
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais
2.000.000,00 _
07.01 - Secretaria Municipal de Educaçao -
Cultura e Desporto
08421882.019 - Manutenção do Ensino Iegul.a.r.
3.1.3.1 - Remuneração de Serviços Pessoais
2.000.000,00
Art.29 - Os recurros para cobertura do
Crédito Suplementar 'e que se trata este
Decreto, correrão à conta da seguinte dot
cão Orçamentária:
02.00 - Executivo
08.01 - Secretaria Municipal, Viação Obras
e Serviços Públicos
16885311.020 - Aquisição de Equipamento R~
doviário.
4.1.2.0 - Equipamento e Material Permanen
te 6.000.000,00
Art.39 - Este Decreto entra em vigor a
partir de 11 de janeiro de 1994, data de
sua afixação no quadro de avisos desta Prg
feitura.
Bela Vista/MS, 11 de janeiro de 1994.
Abraão Ar.noa Zacarias
Prefeito Municipal
• ·Edital de __ Proclamas.
1(
e
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Oficiala do
Cartório de Registro Civil desta cidade
de Bela Vista-MS., PAZ SABER a todos qar.
to o presente Edital de Proclamas virem,
que apresentaram os documentos exigidos
pelo artigo 180 do Código civil rasilei
roe incisos I-II-III e IV, e pretende.n
se casar:
ALTEMAR GUTl:RRRES DE OLIVEIRA E ELISE
TE MARQUES CLARO, brasileiros, solteiros,
domiciliados e residentes nesta cidade ,
ele, comerciário, filho de João Meireles
de Oliveira e Daicyra Gutierres de Oli,_
veira, ela, estudante, filha de Silvio
Claro e de Ercu Marques Claro.
Se alguém souber de algu~ inpedi::-:ento
que se oponha na forma da Lei.
Bela Vista-Ms., 31 de janeiro de 1994.
Janilde Rosa dos Sa:1tos
Oficiala
OMOSUL
DE REF
, ' ,
VII PRODU O I EDITO
ESTIME TO li BONITO
Um proj to poi1--
i J i r, l J co do r , . f J r , n · . -
tamnto e recomporei
;ao vegetal inédito
no Hra;il e±,tá sondo
rl0: 1Jnvolvl.do C'r1 Honi
to(01s), a 249 qu11o
metros do Campo Gran
de, pela Fundação do
Promoção ocial de
M,t o C:rn!;r,o <.ln Sul -
(l'rürno::ul). Dozr mr
noros carentes, intG
qrantes do Nücloo d
Plantas Nativas do
ór<J,io, DC' revc'z,1m
dor;cle nov-.::rnbro do
ano passado no plan
tio de árvores orna
mentui:::;, frutífer<ls
c medicinais às mar
gens dos sete mil me
troe de rodoviu que
ligam a cidade ao
Rio Formoso.
Em janeiro do ano
pussado foram intcr
ditudas pelo lhama ,
por danos ao meio am
1
1 '
J.....-l
Ciro-leste Bise Prioritlaes
ara Assistência iérira e a
ião {'iltoral
a
Para discutir as
principal~ dçÕes que
srrão desenvolvidas
junto a produtores e
comunidades rurais ,
cstfio reunidos, na
EMPAER, 16 represen
t~ntcs dos Estados
do Centro Oeste (Dis
trito Foderal,Goiás,
Mato Grosso e •Mato
Grosso do Sul). São
pessoas ligadas às
áreas de operação ,
planejamento e finan
ceira, que atuarãÕ
em conjunto para tra
çar o plano de traba
lho do ar.o de 94. -
Procurar fontes
de recursos para fi
nanciar ações de as
sistênci<l técnica e
extensão rural foi o
tema principal da
reunião. o Banco Mun
dial e o Ministério
da Agricultura são
os órgãos que devem
liberar a maior par
te da verba para os
Estados do Centro
Oeste. Segundo o Di
retor de operações -
da EMPAER de Mato
Grosso do Sul, Ivo
Busato, dS diretri -
bint, as obra da
·mpresa Construmat
Cjl1,•l Lro r.ol,r,, o
Hlo r• Jnh11r1-1::. Como
puniç3o a firma fica
ria responsável por
opor no local os
prrjuizo!:; ~ n..iLurcza
causados pela obru.
A partir de ·ntão,em
p,trc riu, o Núcl00 -
de Plantas Mativas
da Fundação de Promo
ç::io Social foi con
trutado para idc..ili
zar e executar um
projeto paisagístico
de reflorestamento
na região.
De acordo com in
formações do coorde
nador dos trabalhos
cm Bonito, Fernando
Dorges, as atividades
nos rios Formoso e
Anhumds fazem parte
da terceira etapa do
Projeto Paisagistís
co de Reflorestdmen-
zes dos Governos Fe
deral e Estadual dis
cutidas nessa reu
niâo, serão levadas
ãs comunidades para
serem adaptadas jun
to aos produtores ,
dependendo das neces
sidades de cada um.
Em Mato Grosso do
Sul as grandes li
npas de atuação se
rão: capacitação de
produtores rurais
nas áreas de tecnolo
gia de produção; di::
versificação da pro
dução e, manutenção
dos recursos natura
is existentes. Essas
orientações já esta
vam sendo desenvolvi
das durante o anÕ
passado e o trabalho
será de continuidade
em 94. "Estamos nego
ciando com as Prefei
turas Municipais uma
participação no pla
nejamento e nos cus
tos de assisttncia::
técnica e extensão
rural. O retorno des
se trabalho é perce-=
bido através do au
mento da produtivida
de cm ativid.-.des que
to, Dedo novembro ,
!Ili primeiro ostãgio
do projeto, os mono
rt e ão se dedican
do a reflorestar ac
margens da rodovia
qur dá acesso a cida
dn com 6 mil e soij
muda:. - das 4 Mil e
500 j::í foram planta
das - de bocaiúvas ,
caraguütcÍn, mbaÚb:.1!J,
c0dros, jenipapos ,
ingás e outras dezc
nas de espécies.
As margens da ro
dovia foram dividi::
das cm onze paradas
e nove canteiros que
contam uinda com ade
reços de pedras retT
radas do próprio lo::
cal. Num jardim de
cerca 50 metros qua
drados que também es
tcÍ sendo cultivado
será usada proteção
de arame farpado pa
ra que seja garanti-
ainda não eram descn
volvidas em larga es
cala como a sericul::
tura, suinocultura ,
avicultura e apicul
tura", afirma Ivo Bu
sato. -
O consultor da Co
ordenação Nacional
de Extensão Rural
junto ao Ministério
da Agricultura,Nival
do Estrela, veio de
Brasília para estabe
lecer novas normas
da relação dos Govei
nos Federal e Esta
dual na área de as
sistência técnica e
extensão rural. "O
objetivo é nortear
os projetos prioritá
rios para o CcntrÕ
Oeste e definir as
estratégias. O im
portante é estabc::
leccr uma parceria
dos Governos Fede
ral e Estadual" ,
enfatizou Nivaldo
Estrela.
GOVERNO MS
O futuro agora
do o croci n, o dai
ruda• A rodovi
t ar!m chamada d ro
<'ceie 1istíca devido
s divió para ci
clistas que coçaram
e ser construidas -
inda contará com um
canteiro com ãrvor s
'e porte maior onde
serão instalados bar
c•o!J mc:ioc.
Segundo Borges, é
intenso o lrab..tlho
c'.os menores no local.
J:lcs cstâo dlojados
no acampamento da em
presa e trabalham pi
la manhâ e à tarde ,
com intervalo pura
<llmoço tamb~m ofere
cido pelu Construmat
Cilveletro."São me
nores que jcÍ integr:i
vamo Núcleo cm Cam::
po Grande e que têm
rostado da experiên
cia cm Eonito por
ser um trabalho dife
rente, e pels opor+u
n idle (!._ conhcrt
novo lugares", ava
lia Borys.
O:; ,~ :-:or•·'.1 r,,IJ -
Iham cm Pb:.ito em
istora de rodízio
se revzardo a cada
quatro quinzenalmen
t.r. 7écnico:; ,;r r.f--'OÍO
do Pror. osu l e .. C,.:".'.;)O
Grande também ormam
a quipc do Projc·o
cm Bonito. A previ
r;Jo é de que at6 ài<l
30 clc janeiro, <lS
nargens da rc<loviu o
plüntio esteja con
cluído, e segundo
Fernando "cm doi!;
anos as mudas já se
rão árvores de gran
de porte".
FORMOSO E PRAÇA
A Praça Bocaiúva,
localizada no cen
tro de BÓnito, tam-
e +;
P roe+ ? • .... 1 1
do Pr 1 l'
.. , d
p' ri..
da orar«ntaia
local, Ara c-
cluir o proj••to,
,.i ,;,i Íl'V< rc-iro
mn0 s CONOçP
reflorntar o
metros de mata
lruíd, :1 !J proxi"':
dades do Rios c
moso e Anhum s, o
de serão planta4G
500 mudas em apro
xiradamente 15 ,IT
u s.
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a
Natureza!
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do ·sul Lida;
Cruzeiro do Sul, uma Estrela que
Constelação do Mato Grosso do· sur
ONFORTO, SEGQl(INÇI E TRINQUILIDIDE·

