• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1462_17_02_1994

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TRIB A DA FRO
..4"±3# DIÁRIO
- 20/0211972
~---~ ---==~=~~-----~----------------~- --
pKLA VISTA/H!'õ JNO 21 NO 1.462
_REGIONAL
17 DE FEVEREIRO DE 1.994 - QUINTA-FEIRA DIRETOR:
' -
- - - - - ... -
CI RCULACAO 1
ELA VISTA MOIO 15o
'
CAll/UH. N!MAQUF !
FURTO M,TINO 1N1 TO 1
r.r; I , Ull'L$ JA DI 1
e a a rato
IVJ.LDO PEREIRA Ex±. • Ll.J: cns 300,00
PREFEITO FIZ I ENTREGA DE UNIFORMES
i SERVIDORES DA SECRETIRII DE OBRIS
ARIA
u VI/Ç/ O. OlJf/A',
MUNIC, 'AL
± SERVI,O é avo
l
No sábado pela manhã, todos os servidores beneficiados já fo-
ram trabalhar uniformizados, na foto, com eles, o Secretario Ne-
lio Diório e Assessores . ~
JUVINO CONSTRUIRD
50 CBSIIS NI
PRIMEIRB EIIIPII
'
'
1
1
Na última sexta -
feira, dia 11, o Prc
feito Abraão Zacarias,
acompanhado de Secre
tários Municipais ,
Vereadores, Presiden
te da Câmara Fernan­
do de Freitas Elias
e esposa Hepher, la
Dama Olga e Deputado
'Zé {Cario.a" meato
Diretoria de Ci:lis
porte de maneira ge­
ral em nossa cidade
e que vêm atuando ul
timamente na modali­
dade de ciclismo ,
foi nomeado pelo Pre
sidente da Liga Es
CARNAVAL/S4 NO GMT IO PERO TUFEI
~
O Desportista Jo­
sé Dolores Ajala, po
pularmente conhecido
por "Zé Carioca", mo
rador no Bairro Água
Doce, um dos grandes
incentivadores does
o Reinado de Momo
este ano no Grêmio -
Pedro Rufino foi um
dos mais tranquilos
dos últimos anos,des
de o primeiro dia re
gistrou-se boa pre
senca de sócios, con
vidados e populares~
mas o fator mais po­
sitivo do Carnaval -
este ano no Clube
foi o fato de que
praticamente nenhum
incidente aconteceu,
apesar do grande con
sumo de bebida alcoÕ
lica que foi regis -
trado. Na Página - 08
desta Edição, os fla
grantes do domingo=
de Carnaval, regis -
trados por Ubaldino
Rodrigues, na próxi­
ma Edição da TF Os -
leitores poderão con
ferir a premiacão do
Concurso de Fantasias
do Carnaval Infantil
realizado nas matinês de
Waldcmir Moka, fez a
entrega de uniformes
novos aos servidores
da Secretaria Munici
pal de Obras que a=
tuam nos setores de
limpeza, coleta de -
lixo, borracharia ,
mecânica e lubrifica
cão, no total foram
cnLrcgucs 64 unifor­
mes, compostos de l
macacão, I boné e 1
botina, à 32 funcio­
nários, ou seja, do­
ois uniformes para
cada trabalhador.
Veja os flagran -
tes da entrega na
PÃGJNJ 05
portiva Belavisten -
se, José Glaucy Flô­
res, para o cargo de
Diretor de Ciclismo
da Entidade.
Página - 02
O Prefeito de Ca­
racol, Juvino Godoy,
construirá na primei
ra etapa 50 casas no
sistema de mutirão -
no Programa de Desfa
Velamento do Estado,
lançado pelo Governa
1 '
dor Pedro Pedrossian.
Cada casa terá u­
ma área de 36m, sen
do 2 quartos,l sala,
1 cozinha e 1 banhei
ro, cada terreno me=
dindo 10 x 25.
Página - 02

Salão lotado todas as noites, muita alegria e animação no Car
naval do Gremio
Estão Expostas Pinturas óleo sobre Tela e Acrílico sobre Te
la, dos dias 17/02 a 24/02 no Banco do Brasil, um trabalho da
]ovem Flávia Escobar Azevedo. Contactos para encomendas de Te··
las pelos Fones: 439-1484 e 043 327 0144 (Londrina)
56 Leilão Caracorte'
Sindicato Rural de Caracol Informa:
« »
DIA: 23/02/94 - Quarta - feira Horas: 20:00
'RE:J;!.IZJÇÃO~ Sindicato Rural de Caracol e Porteira Leilões Ru
rais.
PARTICIPE! C2RJa)[, ESPERA POR VOcit 11
VÃ E FACA BONS NBGôcJ:oSll
domingo e terça-feira.
"' ,..,
POR IM ~
confiram.
Quando saiu o pri
meiro número de Pon=
to-& Contraponto ,
houve quem nos per -
guntasse se éramos
candidato a . alguma
eleição.
A distribuição
cional da publica
cão, fosse esta a
tenção, indicaria
na
go inimaginável, po­
is só o Presidente e
o vice são eleitos -
nesse âmbito.
in
aI Página 03
MS terá oito- mil Telefones
Celulares em três aios
Oito mil termina­
is de telefonia celu
lar móvel serão ins­
talados em B0% do
Território sul-mato­
grossense dentro de
três anos.
Um contrato neste
sentido foi assina -
do no auditório da
TELEMS (Telecomunica
. ções de MS/SA)·, en ::
tre a Empresa e a E­
rickson, con as pre­
senças do Vice-Gover
nador e Secretário::
de Estado para Assun
tos da casa civi1,
Ary Rigo, e do Se
cretário de Estado
de Planejamento
Ciência e Tecnolo -
gia, Wagner Bertol -
li.
Veja Matéria Com­
pleta na Página - 04

DELI VISTI
ORIENTADOR COMERCIAL
ç0".
Ca.sa Vilalba
l>R: !>Y.VR11HIO V JT.1T,U/
Panificadora, gêneros alimentícios;
Distribuidora de bebidas Cola-Cola, Pil­
n<'n, ouro Fino e Got.an de Ouro.
Anexo Transporto Bellavistense (Saída
:00 de )la Vista - Volta 13:00 P. Juan)
"Uma indúr,triu que ndnceu com LI intcn
cão de melhor servir o povo Fronteiri-
BELLA VISTA - PARAGUAY k
. .
JS SOM E. VIDEO
Fitas seladas, agulhas para Toca-dis­
cos, pilhas, antenas para televisão, cai
xa de som, alto-falantes, etc ..•
Rua: Duque de Caxias
Fone: 439 - 1115
1.114
BELA VIST.l - MS
nsn VElE
CRIRÇBO
Dr. Sérgio .l. Loureiro Lima; Dr Car­
men l. Santiago Lima
- Produtos Agropecuários; Laboratório
de Anemia Infecciosa Equina, Sal Mineral
e Rações.
- Clínica de pequenos animais e Assis
tência Técnica à Fazendas.
Rua: Duque de Caxias, 1298;
Fone: 439-1533
Bela Vista - MS
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Frente à Escola Castelo Eranco; Fr~
tas, Verduras, Secos e Molhados, brinque
dos, chinelo.:;, ferramentas, máquina de
plantar, arame para cerca.
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Rua: Duque de Caxias, 1316
Fone: 439 - 1709
BELA VISTA - MS
JaviH C11str1irá 50 Casas a Pri !ra Etapa
t1oo C r'o, V !a
O Tr fito de Car rol,
contrairá na prirrira €t
item de tirano no pro4
tento do Estalo, lar,ado p» !o Gover:
Pedro P iro.ia.
Cada casa terá ua área de 36 1 , sen-
do 2 quartos, l s. la, ! cozinha e l ba-
nh·iro, e c da errono e medindo 10 25,
--- -·-
Segundo o pre(eito Juvino Godoy, estão
quase prontas 12 casas, todas as casas_que
serão • construidas (as 50 casas) ate mea
dos de junho, já estarão prontas para morar
com as instalações hidráulicas e elétricas
co restante de 50 casas estarão prontas
até o final do ano, se Deus quiser ,"isso
se não houver cortes nas despesas do gover
no.
11
.lSPALTO
Em um novo ritmo de trabalho, tocando
sempre as obras, para demonstrar·que veio
de fato para mudar o visual de Caracol
transformando Caracol cm uma cidade pro -
gressista juntamente com o Governo do Est~
do o prefeito Juvino está asfaltando todas
as ruas da cidade, dentro do possível.
Já está em.fase de acabamento jogar o -
piche, aprontando o asfalto de5quadras. Na
Avenida Mato Grosso já está sendo feita a
drenagem, bem como suas transversais, e
já foram arrancados os postes no centro da
Avenida, aquelas luminárias que foram su­
perfaturadas na Administração passada.
PONTE E 'ESTRADA
O Prefeito Juvino Godoy , preocupado -
com os moradores da região, os fazendei
j'.,LC .
Saundo o cre ar
te "o prefeito Juvino,
con« ruir a ponte sobr
ra&, com um vão de 23
te d f. zenda do sento
indo que esta Ja es a
ando omen e o a erro
mo a ponte obre
para a fazenda de
trada que demanda ,
"Estamos concluindo o reparo nee -
,..ário:; na estrada que de.anda o Sucu­
ri isto é desde Caracol ate a fazenda -
Sucuri e suas vicinis, além da ponte -
que foi construída na placa da Faz.
gua Turva" , " .
Segundo Juvino 'mais uma vez afirma,
a través da imprensa, que na minha Admni -
nistração irei transformar a imagem da
cidade de Caracol e aqueles que me criti
cam eu lhes responderei com obras", fina
lizou Juvino •
Tribuna da fronteirá
iário feioal
* FUNDADO EM 20/02/1972
Diretor-Redator-Chefe: Ivnldo Pereira
Diretora Adn: Maria E. V, Pereira
Secretário ~e Redação: Ubaldino
gues
Reportagens: João Carlos Velasquez, Ar
dré Ãvalo, Firmir,u de Barros.
Redação, Departamento Comercial e Parque
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira -
564 - Caixa PostaJ - 23 - Fone - (067)-
439-1410 - Bela Vista - MS.
SUCURSAIS - Jardim, Porto Hurtlnho, Antonio Jo.'io, Bo­
nito, Caracol, Crpo Grande e Cori-espon -
dente. e:o Bra.sllln e Sao Paulo ..
Propriedade da Rede llclnvlstensc de forna.1s LlDA
C- MF 15.513.203/0001-$0

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*Exemplar............. 300,00
* Número atrasado............. J00,00
* Assinatura Trimestral 6.000 00
a Assinatura Semestral 20.000:00
Assinatura Anual ....·..--..- 40.000,00
- "
_, ~. PILIJDu A lDJORI E lBRA.JORI
Rodri-
• 1
- j
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Salão Chaplin
DB: CASTRO CABELEIREIRO
Corte, Permanente, Alisamento,
xo, Tintura, Banho de Brilho e venda
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Rua: Barão do Ladário, 1854
Fone: 439 - 1859
DEL.l VISTA - !-iS
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Rua: Antonio João, 586
"ÕTIMOS PREÇOS E AQOT.LE ATENDIMENTO"!
!'ELA VISTI, - MS
'Z6 Carioca' Nomeado
para a Diretoria de
Ciclismo da LEB
O Desportista José Dolores Ajala, popularente
conhecido por "Zé Carioca" , orador no Bafr -
ro Água Doce, um dos grandes incentivadores do -
esporte de maneira geral em nossa cidade e que
vêm atuando ultimamente na modalidade d.,. ciclis­
mo, foi nomeado pelo Presidente da Liga Esporti­
va Belavistense, José Glaucy FlÕres, para o car­
go de Diretor de Ciclismo da entidade.
O Ciclismo, antes praticamente inexintente ec
nossa cidade como esporte de competição, começou
a ganhar força após o Jovem "Zé Carioca" ter cria
do a equipe "Ases da Liberdade", integrada hoje
por oito corredores e que já conquistou importa~
tes resultados em provas realizadas a nível re -
gional. Incansável batalhador pelo esporte, "zé
Carioca" há mu~to tempo atua no ramo, cooeçou -
com o Voleibol e Futebol, promovendo jogos e aj~
dando nas iniciativas de cunho comunitário nessa
área, principalmente no Bairro Água Doce. A par­
tir do ano passado optou pelo ciclismo, onde,.3 :
lém de fundador da equipe "Ases da Liberdade , e
o seu treinador e também atleta. Com todos esses
requisitos. não podia ser mais acertada a sua ng
meação pela LEB para o cargo de Diretor de Ci -
clismo.
Falando com a reportager.i esta sel!lana, "Zé Ca­
rioca" informou que a sua equipe já está regi:. -
trada na Liga, esta por sua vez vai encaminhar a j
documentação para o seu registro ã federação de
Ciclismo de Mato Grosso do Sul, com isso os "A -
ses d'a Liberdade" estarão aptos a participareo -
de todas as provas de ciclismo a serem realiza -
das, tanto a nível municipal, regional ou esta -
dual.
"Zé Carioca", já investido nas funções de DI­
retor de Ciclismo da Liga Esportiva Belavisten -
se, passou ã imprensa o calendário para o 19 Ca
peonato Municipal de Ciclismo, que será promovi­
do pela própria equipe "Ases da Liberdade", Co­
missão Municipal de Esportes e Liga Esportiva
quando estará em disputa a Taça Cidade de Bela
Vista. Segundo o Diretor de Ciclismo, todas as
provas da Taça Bela Vista serão realizadas e
volta do campo de pólo do 10g RC MEC, em percur
so de 40 quilômetros, num total de 45 voltas. Par
ticiparão da disputa da Taça corredores de equl
pes das cidades vizinhas, já que as corridas va
lerão também pontuação para o Campeonato Regi.crol
de Ciclismo. 'Essa promoção conta ainda com total a­
poio da Prefeitura Municipal,através do Prefeito
braão Zacarias, e do Banco do Brasil, agência local,
O Calendário das Corridas da Taça de Bela Vista
divulgado pelo Diretor de Ciclismo da LEB, prevê a
realização das corridas nos dias 13 de carço, 1 O de
abril,15 de maio, 19 de junho e a grande final no dia
20 de julho,data do aniversário da cidade, devendo
as provas serem realizadas sempre ã partir das
15:00 horas. (UR)
Javet
Agropêcuária
DE: HERMES ANTONIO OTRE
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rame.ntas, sal l!'.ir:cr:l e comum.
Rua: Antonio João, 528
Telefax: 439 1234
• A LOJA AMIGA DO HOMEM DO CAMPO"
BELA VISTA - MS


DIÁRIO REGIONAL, - o
PÔR I MÍO ND MISSI
U1Mo 0RFM:
p;clamação do relator da CPI do Orçamento, sobre os fatos
Ae há muitos suspeitados ma agora por ela apurados. Não e o
União que está orfã. f o contribuinte, que assiste aos que o
representam aprovar tudo que a burocracia pede em matéria de
1postos e ve_os 'Tribunais, em matéria de tributos, reconhecer
otiva;ão politica, pretensamente público, para confirmar im
posto juridicamente e altamente duvidosos. Orfandade geral. Po
der burocrático total.
LEI IHI.1C PJN'l'O:
Antes de 1963, a Lei Bilac Pinto já permitia o confisco
bens dos que se enriqueceram com dinheiros públicos. Não é
cao de desenterra-la?
de
o
CAPI'TALI SMO INCONSEQUENTE:
São Joé dos Campos, administrada pelo PT, e cujos sindica­
tos são controlados pela CUT, está aplicando, desde já, o pro­
grama aprovado no 80 Encontro Nacional do PT, no qual se li
que "o capitalismo e a propriedade privada não representam um
futuro da humanidade". Por isso, segundo a Prefeitura, rejeita
investimentos do_que denomina de "capitalismo inconsequente".
0u seja, Sao Jose passa a ser a sede do socialismo destrutivo.
O preconceito é mais importante do que produção de bens,de em­
pregos, de impostos. São José não é uma cidade qualquer. Será
a síntese do Brasil, se quiser reconstruir o fracassado socia­
lismo em nossas plagas.
CUT AJUDA PT:
O Presidente Regional da CUT de Minas diz que a entidade a­
judou Lula em 89 e Patrus Ananias para a Prefeitura de Belo Ho
rizonte. Mas disse que tudo foi feito de maneira transparente.
A pregunta é: transparência torna legal o que a lei define co­
rno ilegal?
IMUNIDADE P/RTIDÃRIA:
A China surpreende. Lá, onde o capitalismo, na nova doutri­
na do Partido Comunista, passou a ser uma forma de socialismo,
o filiado ao PC goza de imunidade. só pode ir a julgamento pe­
la justiça (que já é, em si, por enquanto, um arremedo) se o
partido autorizar (O Estado de 20/01/94). Não é preciso ser De
putado. Basta filiar-se ao partido. Cidadãos de Hl categoria,.-::
Os outros? Ora, os outros ...
CUBA OU NICARAGUA:
Qu.ndo maiu o prin ro ndr - 1000), e.pcia!rente con rarios
ro de Ponco Contr.ponto, hog «o abusos tributários e à poli
ve quem nos perguntasse e era- tica de etatização d econ
mos candidato a lquma eleição. Em artigo de 79, publicado
A distribuição Nacional da pu "o Es.ado de S.Paulo", sustenta
blicação, fosse esta a intnção, mos que o novo centro do poder
indicaria alqo inimaginável,po- poli ico estava localizado na
is só o Presidente e o vice são es.ata!s, que se sobx punham
eleitos nesse azbi .o. aos Governos, aos partidos, e
No segundo número, esclare - aos interesses da população,vo]
mos que, se o parlamentarismo - tadas apenas para os interesses
tivesse prevalecido, seria o ca de seus próprios quadro buro -
so de pensar numa eventual cani craticos, revelando um tatis­
didatura a Deputado Federal. No mo selvagem. f 1ôgico que o ego
quadro presidencialista,não era ismo econômico, endeusado no
animador ser candidato a mero inicio do capitalismo, continua
despachante de verba o o de no- a xistir, mas a realidade, nos
moacões. A contribuição de estu dias de hoje, nos pais s que
dioso de Direito, com especialf adotam a liberdade cconônica 0
dade no Direito Tributário e que são os empresários, muito
econômico e, por consequência , mais do que o Estado, os que as
no Direito Constitucional, não sumem a solução dos problemas -
seria significativa no Congres- sociais.
so, dentro do atual presidencia O certo é que a economia, a
lismo, onde exerce quase que a questão social, o exercício pro
penas uma função homologatória. fissional, ficarão profundamen­
A experiência de antigo militan te comprometidos, no Brasil,com
te político que fomos, entre os a política definida pelo PT, se
anos 45 a 65, a partir do comba este ganhar as P.leicões. o sin-
te, como estudante tema produtivo, agri
secundirio, à dita- Se Getulina foi pos-cola, industrial, co
dura do Estado No sível sem Lula na Presi mercial, de servi=
vo, não encontraria~ dência, imagine O que ços, sofrerá trans­
na realidade parla- acontecerá se ele esti-j formações profundas,
mentar, muito a fa ver li acirradas pela forte
zer. Ademais, a ar= disputa entre as inú
tificialidade de então Arena e meras tendências do PT. Pode-se
do então MDB retiravam da vida prever, em razão disso,uma gran
política qualquer seriedade, o de indefinição no novo Governo­
que levou a nos afastar da mili ao lado de disputas de rua, em
tância política, após duas déca entidades, entre os radicalis -
das no exercício de funções de mos em confronto, e uma enorme
direção em Órgãos partidários e insegurança de todos os setores
associativos, logo que os parti da sociedade sobre os rumos a
dos foram fechados, pelo AI no serem adotados. Para disfarçar
2. Exercíamos, então, a secreta a disputa interna, entre os es­
ria geral do diretório regional querdas radicais, é quase certo
da UDN e éramos membro do Dire- uma alentada safra de bodes ex­
tório Nacional. O erro históri- piatórios no início do Governo
co do fechamento dos partidos Lula, o circo das punições com
de então para criar dois fantas pletará a distribuição paterna=
mas partidários desestruturou= lista de pão. As massas de pres
as lideranças civis e restrin são sobre os órgãos de decisão,
giu a ação po~itica decisória a nos mais variados níveis, serão
âmbito muito restrito de pesso- rotinizados. Se Getulina foi
as sem efetiva vocação para es- possivel sem Lula na presiden -
sa tarefa. eia, imagine-se o que acontece-
De fato. O Pais nunca mais ri se lá ele estiver, com os ra
voltou a ter as lideranças equi dicais animados com o resultado
paráveis às existentes àquela e das eleições. Não se trata de
poca. Nem os partidos apresenta argumento "ad terrorem", mas de
ram, até hoje, maior consistên- constatação histórica e de fenô
eia, passando a exprimir meras meno de natureza física-social:
conveniências e acomodações. A a pregação radical conduz inexo
castração da ntividade política ravelmente a uma ação radical~
deu oportunidade, nos anos 70 , quando o poder é alcançado pe­
para que se organizasse, fora los seus autores.
do Parlamento, diversos movimen A questão vital em 94 é, por
tos de resistência, com grande tanto, política e, só por cons
teor de radicalismo. Em grande quência, económica, social ou
parte, por coincidência, filhos profissional.~ o ano do "ou
de parlamentares da UDN, tais vai ou racha", pelo menos em re
como Wladimir Palmeira, Idibal lação aos próximos 10 anos. Mas
Piveta, Frei Beto e muitos ou- quem conseguirá atravessar a
tros, insatisfeitos com a nova tempestade?
situação, assumiram a liderança Nesse quadro,
0 Ano Novo qua
do movimento estudantil radical se está a exigir que não se fi=
~;;;::;;;::;;;;;;;;;;;;=======================~=~1=~=~=~=~=i=~=~=;~==~ e de entidades de caráter es- que apenas como observador dos
querdista extremado. 'Esses movi
acontecimentos, palpiteando co-
lSA BELLE
' mentos acabaram desaguando nó mo o peixeiro na oraia. Parece
PT, com sua aparência romântica exigir, de quem tenha experiên­
revoluncionária. Era o PT, em eia no campo político, e que a
si mesmo, uma prova da falsida- • -
CEN
T~R de do quadro partidário. Teve gora esteJam afastados do pal
IC, de se apoiar, desde o inicio co, que se preparem para a hipÕ
tese de se tornar pescadores,se
em urna estrutura pré-existente assim exigirem os acontecimen -
dos sindicatos de trabalhadores. tos. Não parece adequado,em cer
Nessa busca de algo mais, para tos momentos da vida Nacional
alem da luta pela liberdade que d • '
que se eixe de assumir os ris-
caracterizava a UDN, foi feita cos da vida pública. pelo menos
uma aliança com os operários es • b - -
pecializados do ABC, com "si Para saber se é viável una par-
±e ai.s iis. ». -- : 2227.%.'
Junto de. forcas adotou um pro pessoas. Sem testar o caminho
grama mais a esquerda possível nã_o se pode, em consciência, a­
similar ao do Partido Operário' f
do fim do século XIX. 1rmar que ele "não é trilhável.
Prudência s·em audácia pode ser
Nesses quase trinta anos de covardia.
afastamento da vida politico-
partidária, continuamos a escre
ver artigos e estudos(cerca de
O Ministro Fernando Henrique, ao afirmar que o Lula não
programa de Governo, acrescentou algo que está na cabeça
muitos, mas muito longe das respectivas bocas. Fala que
gação de Lula "tudo é muito ambíguo". O modelo que o PT
"vir a ser é uma grande Nicaragua? Cuba? Não dá". O que
Covas e esquerda acham dessa previsão do Ministro F.H.?
diz que o único programa de F.H. é "aumentar impostos".
essa a alternativa: ou Cuba ou mais impostos? E que o
econômico nos levará a ser outra Somália? Sempre para
OS PLANOS ECONOMICOS:
FUNDOS DE PENSÃO DAS ESTATAIS:
tem
de
na pre
quer
Mario
Lula
Será -
plano
trás?
Há uma lei que dispõe que os funcionários públicos estão su
jeitos à ação regressiva, por parte do Poder Público, se este
for condenado a indenizar danos provocados por atos e omissões
praticados com abuso de poder e manifestamente ilegais ou in
constitucionais. Assim, os danos provocados pelos planos econõ
micos, que o Estado seja obrigado a pagar a quem os sofreu, de
vem - a cobrança regressiva é legalmente obrigatória - ser exi
gidos das autoridades que as tiverem praticado. Seria uma RevÕ
lução... através da lei. Aplica-se, inclusive, às Medidas Pro=
visôrias ...
Em compensação, O Estado do mesmo dia (20/01/94), em outro.
editorial, não considera que.pluralismo justifique que o di­
nheiro público· das estatais se torne dinheiro privado dos pen­
sionistas e aposentados dessas mesmas empresas. Isto seria im
possível se as empresas fossem privatizadas. Trata-se de di
nheiro essencial para investimentos nas estatais, inviáveis ~ 1
exatamente por não terem condições de investir para modernizar
e prestar serviços à população. Ponto & Contraponto)
Uma
à seu
* A C A D E M I A
"B O U TIQUE
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JORNAL É CULTURI

J
D tran/MS Entrega a Ministro
Hingel Propostas para Educaçao
de l rânsito nas Escolas
o D'retor do De -
partarvnto de Trâni
to do Mato Gronso do
ul, Sérgio Guima­
e Dias 0 o Cordo­
..dor Geral do Pro­
grama Volvo de Sequ­
rança no Transi t:o, U
1is±e Iarochiski,e
1v,·r,m cm Bra:.ilia·;
., úl.Limo di.i 26 de
j , 1d ro, fc1zcndo il
0ntrrg<.1 <.10 Ministro
da Educação Despor
Lo, r•urilo /vcldr -
inq), das Propostas
para p1 ntação de
EcJncM::-io c
1
,• 'l'riinai to
no Ensino de lo, 20
o 30 Grau:, O docu­
mento é o resultado
<lo LJemin<.1rio par<.1
profcaaores e técni­
con educacionala,pro
movido de 21 a 23 do
c,ut.ubro do ano passa
,'o em Campo Grande.
Segundo Sérgio
ia o Governo Pedro
pedroslan, através
de Detran/MS,já ver
der.envolvendo uÇÕ s
do educação para o
Trãn:rito junto a sg
cretarla:s Estaduais
0 Munic[p<.1is de Edu­
cação. "o Detram tem
se erpenhado em capa
citar professores e
técnicos que atuam
nos três níveis cdu­
cacionais. untam n
Lc com o trclnamentõ
;ão fornecidos mato
riain pcdagóg:cos •
que dão ao ennino de
trJnsito nan encolas"
afirma o diretor. A
iniciativa, pioneira
no Brasil, foi um
dos motivos que leva
ram o Detram/MS a -
ganhar pela segunda
vez o prêmio Volvo
de Segurança no Trãn
sito.
Dentre os pontos
apresentados no doeu
monto estão a inser
ção de conteúdos na­
âred de educação pa
ra trânsito, a cria=
MS terã oito mil l elef unes
Cgllares em três aos
Oito mil termina­
is de telefonia celu
lar móvel serão ins­
talados em BOI do
Território sul-mato­
grossense dentro de
três anos. Um contra
Lo neste sentido foi
assinado, no auditó­
rio da Telems(Teleco
municações de MS/SA'f;
entre a empresa e a
F.rickson, com as pre
senças do vice-Gover
nador e Secretário=
de Estado para Assun
tos da Casa civi1 7
Jry Rigo, e do Secre
tário de Estado de
Planejamento, Ciên
eia e Tecnologia -
v
1agner Bertoll i.
O sistema de tele
fonia celular móvel=
que não fixa a linha
a endereços, e sim
à usuários - foi tra­
zido para o Brasil
em 1989 com apare
lhos instalados em
Brasília e Rio de 'Ja
neiro. No Mato Gros­
so do Sul o processo
de licitação teve
inicio em maio do
ano passado e apre­
visão da Telems é de
que até o final de
1994, 1800 aparelhos
estejam instalados -
somente em Campo Gran
de. Nesta fase inic~
al, que também in­
clui, outros 200 te­
lefones em Corumbá ,
a Telems está inves
tindo cerca de U$ 4~
2 milhões.
Até 1995, segundo
estimativas da empre
sa, serão instalados
outros três mil ter­
minais a U$ 2 mi
lhÕes 'e 725 mil de
custo para as Re­
giões de Campo Gran­
de, Aquidauana e Dou
rados. Na terceira=
etapa, até 1997, se
rão instalados os de
mais telefones,abran
gendo cerca de BOI=
do Estado. o contra­
to com a Erickson pa
ra compra dos servi=
ÇOS totaliza U$ ll
milhões. O sistema a
ser instalado permi-
ão do epciali: 5
para ação de cxecu­
ção does conteúdo:
assegurando os recur
o h u m nos e m a t e r i
ais para o desenvol­
vimento dessas aço
criação de convênio
entre ::;ccrctaria::; cn
taduuis e municipal~
e com universidade
para por em prática
os en::;inamentoG nfi­
drca de educação pa­
ra o trJnnito. De
acordo com Sérgio -
Dias a aceitaçJo
das propostas pelo
ministro llingel foi
plena. "O . Rinistro
llingel assegurou
que equipes de espe­
cialistas irão ana· -
lisar o trabalho a­
presentado e demos -
trou grande otimis -
mo para a implanta· -
cão das propostas"
concluiu s6rgio
Dias.
(SECOM/MS)
te ainda ampliações
de linhas, segundo o
Diretor-Presidente -
da Telems, Estevan
Fregapani.
Com um custo de
adesão inferior ao
do sistema convencia
nal U$ 300 contra US
1.200 - a tendência
da telefonia celular
móvel é ampliar - se
substituindo gradati
vamente os aparelhos
comuns, segundo o Di
retor Presidente da
Telems. "A 1iferença
atual, além do con
forte, estã nas tarI
fas dos celulares ~
que custam em média
40% a mais", avalia
Fregapani destacanco
que a longo prazo
esta defasagem tam
bém deve ser reduzi=
da. Com as facilida­
des do novo sistema,
a média de 15 telefo
nes por cada 100 cam
po-grandense , deve.
aumentar segundo es­
timativas da empre.
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r '
P"EFEITO FIZ I ENTREGI DE U IFOR
1 SERVIDORES OI SECRETIRII DE OB
a üitina sexta-feira, dia 11, o Prcfci
Araão Zacarias, acompanhado de Secretá
4a Municipais, Vereadores, Presidente da
ara Fernando de Freitas Elias e esposa
epher, Primeira Dama Olga e Deputado Wal­
,ir Moka, fez a entrega de uniformco no­
,.;,; i!O:; ncrvidoro:1 da Secretaria Municipal
ae Obras que atuam nos setores de limpeza,
coleta de lixo, mecânica e lubrificação ,
o total foram entroque 64 uniformes, com
postou de l macacão, l boné e 1 botina, ã
2 funcionários, ou seja, dois uniformes -
para cada trabalhador.
A Lniclntivn do Prefeito Abraão Zaca
rias foi muito bem aceita pelos funcioná -
rios da Secretaria Municipal de Obras, em
sua maioria pessoas mais humildes e que
devido no serviço mais pesado que cxecu
tam, tinham suas roupas se estragando rapi
damente, com os uniformes, confeccionados
em tecido de excelente qualidade, esse pro
blcma será amenizado bastante, benefician­
do os servidores. É objetivo do Prefeito -
entregar uniformes à todos os funcionários
da Secretaria Municipal de Obras, visto
que nesta primeira etapa os motoristas, o­
~radores de máquinas e parte dos trabalha
dores braçais a inda não receberam. -
UNIFORMES PJRl TODOS
O Prefeito Abraão Zacarias, no ato da -
entrega dos uniformes, realizado na pró
~ia Secretaria Municipal de Obras, disse
se sentir satisfeito toda vez que consegue
algum avanço em sua administração, corno a
entrega de uniformes aos 3ervidores que
trabalham na limpeza, coleta de lixo e na
oficina da Prefeitura que se realizava na­
quele momento. Aos motoristas e operadores
o Prefeito assegurou que podem ficar tran­
quilos, "nossa Administração foi programa­
da para quatro anos e tenho certeza que
não vamos ficar só nisso porque pretendo ,
dentro em breve, fazer com que todos os
trabalhadores braçais e servidores da Se -
cretaria de Obras tenham o seu uniforme ,
porque sei que essa é uma maneira dos fun­
cionários pouparem suas roupas e fazerem
um pouco mais de economia" assinalou Zaca-
rias. •
1 t:
s+ <L1
'• •' '~
' . .
-
:;...,;.
«
Prefeito Abraão Zacarias ao falar aos servido -
~s, acompanhado do Deputado Moka, Presidente da
iara Fernando de Freitas e esposa, Secretarias e
Vereadores
lLIMENTJÇÂO DOS FUNCIONAAIOS
r
Em suas palavras aos servidores, o Pre­
feito disse saber queos salários dos servi
dores está defasado, mas tem um compromis­
so nesse sentido, "temos feito um grande -
esforço para que os funcionários da Secre­
taria de Obras sejam sempre os primeiros
~ receber, e isto está acontecendo". Abraão
-embrou também na alimentação que a Prefei
tura oferece gratuitamente à quase uma cen
tena de servidores, "o vale-refeição, que
Vocês recebem para almoçar na ASPUB As­
Sociacão dos Servidores Públicos Munici
Pais - parece que não é nada, dar refeição
Para uma ou duas pessoas é fácil, mas ali­
mentar noventa ou cem homens diariamente ,
como :azemos, se torna pesado para a Pre -
feitura, só mesmo uma Administração que­
tem comoromisso com o social e com a clas­
Se mais pobre, assume o compromisso de ban
car essa alimentação, como estamos fazen -
do" destacou Abraão.
CASAS POPULARES E APOIO A WILSON
z.ação das eleiçoes dsce ano e aprovei oa
para pedir à todos os servidores presentes
que votem conscientemente m pessoas com -
prometidas com Bela Vista e afirmou catego
ricamente, "o Senador Wilson Darbona Mar::­
tins é o nosso candidato a Governador".
Abraão informou também que no proximo -
dia 21 vai estar cm Brasília e, acompanha­
do do Senador Wilson Barbosa Martins, rei­
vindicará a construção de mais 200 ca­
sas populares para nossa cidade, para isso
o Prefeito deve levar cm mãos os levantamen
tos e cadastramentos realizados pela Pre -
feitura e que comprovam o elevado déficit
habitacional existente cm meio as camadas
mais humildes de nossa população.
Ao final de suas palavras, o Prefeito -
Abraão Zacarias pediu que os servidores bc
neficiados com o recebimento dos uniformes
façam bom uso dos mesmos, "conservem esse
materlnl, porque n dificuldade de vocês é
a mesma da Prefeitura, só que em proporção
maior e são essas dificuldades que nos im­
pedem de fazer mais pelo nosso funcionalis
mo, vamos lutar para que os demais compa -
nheiros de vocês também sejam beneficiados
com esses uniformes" enfatizou Abraão.
SECRETÃRIO NeLIO DIÔRIO
E
,
·,
.J
Secretârio Nélio Diório, um defensor da unifor­
mizaçao dos servidores
O Secretário Municipal de Obras, Nélio
Diório, também usou da palavra no ato da
entrega dos uniformes aos servidores da
sua Secretaria, ele iniciou dizendo que a
gradecer aos servidores da sua pasta não
era preciso, "já estou conhecendo todos vo
cês, sei da capacidade de cada um e estou
muito satisfeito com todos" afirmou.
Nélio Diório agradeceu ao Prefeito A­
braão Zacarias por estar atendendo um pedi
do seu e da sua equipe, uniformizando os
funcionários da Secretaria de Obras, segun
do ele "esta é realmente uma necessidade -
devido ao grande desgaste das roupas dos -
funcionários mais humildes". O Secretário
garantiu também que vai trabalhar junto ao
Prefeito para que os demais funcionários -
também sejam uniformizados futuramente e
destacou o trabalho da Primeira Dama e Pre
sidente do Fundo de Ação Social, Olga Zacã
rias, "que também batalhou muito para que
fossem viabilizados os uniformes para os
servidores e que com certeza em muito vai
beneficiá-los" ressaltou o dinãmico e a
tuante Secretário Municipal de Obras.
A LNTRECN DOS UNIFO ·g
- -- --
Após os pronuncísr nto do Prefeito A -
braio Zacari ., do Deputado Estadual wald
mir Moka o do Secretário Nélio Diorio, foi
iniciada a entrega dos bon tos e vist0os
uniformes aos servidores da Secre aria de
Obras, que teve a participação da rimei a
Dama Olga Bianchi Zacarias, Presidente da
Camara Municipal Fernando de Freitas Elias,
sua esposa Hepher Gideone, V readores Mar­
cos Barbosa e Israel Chanorro, Secretários
Nélio Diário e João Kali! , o +abém do
Prefeito Abraão Zacarias. o rosto de cada
um via-se estampada a alegria e a satisfa­
ção de cada servidor por estarem recebendo
mais um beneficio da atual Administração ,
uma iniciativa inédita que com certeza
em muito vai beneficiar os trabalhadores -
mais humildes desta Secretaria.
Primeira Dama Olga Zacarlas participou da.entre
gados uniformes
....
Presidente da Câmara Fernando de Freitas EIas -
,tambem esteve na solenidade
g
r
do Prefeito Abraao Zacarias
(Fotos e Reportagens Ubal-
4ino Rodrigues)
ANUNCIE E VALORIZE O
JORNAL DE SUA CIDADE
,
_Bastante à vontade, já que estava no
~eio de pessoas que ele considera comove­
r.os amigos, pois muitos já trabalharam
S_ele em sua primeira Adminsitracão, A­
raao Zacarias falou também sobre a reali-
;vista geral de entrega de unifora:es aos servidores da Secretra de Obras
TALÕES
EXTRAVIADOS
GERALDO TEBICH­
RANE C.G.C.
03.165.727/0001-17
EXTRAVIOU 04 TA
LOES DE NOTAS FIS­
CAIS D-1 O NO
001 A SOO, DE 501
À 1000 DE 15.151 A
15.200 E DE NO
15.401 A 15.450
PUBLICAÇÃO QUE
SE FAZ DE ACORDO
COM A LTI.

1
l a
e9
~ - --··· - ------ --- - --- - -------------- -----·- - -
FAMÍLIA E CASAMENTO: REALIDADES EM TRAHSFORMAÇAO
Supérfluo dizer família e ca
3amento são realidades que co -
conhecem profundas transfor­
mações em nossos tempos. Apesar
de todos os problemas e difucu.!_
didon n Eomllia continua sendo
umn ronpoitfivnl inntituicão doa
sociedades. Para a Igreja o ma­
Lrim6nio, sncramcnto do Reino,
dá especial valor à união de um
homem e do uma mulher e cria um
espaço que ela gosta de chamar
dc"lgrcjo doménticu".
Ouve-se, prorém, dizer que o
coaamonto é uma instituição fra
cassada, que dificilmente permi
Lo a realização pessoal. Casa­
mento, dizem alguns, é fruto de
um contrato de uma lei e de um
contrato. Esta é uma primeira -
constatação que fazem aqueles -
que não acreditam no casamento.
Nd.o h5. dúvida que, no passado
não poucos casamentos foram es­
tabelecidos em frágeis bases.
Não havia um forte e sólido a­
mQr pessoal que unisse os conju
ges. Dava-se importância a as=
pectos exteriores e juridi­
cos. Em nossos dias não se cc..,a­
cebe casamento sem amor. Sempre
é bem verdade, o amor foi o fun
damente do casamento. Acontece~
e pode ainda acontecer, que os
jovens se tenham casada por mo­
tivos exteriores e não tenham -
nutrido, no tempo do namoro, um
amor sólido. Muitos se casam
imaturamente e são incapazes de
construir seu casamento depois
de empreendida a caminhada. Não
se trata de rejeitar a institui
cão do casamento e da família,­
mas de fazer de sorte com que -
os noivos tenham plena conscién
eia do sentido da vida a dois
e familiar e empenhem-se em es­
tabelecer um diálogo constante
que seja alimento do amor.
Concebe-se, em nossos dias,
o casamento como uma realidade
que não pode se revestir de ca­
ráter duradouro e escável. Di­
zem alguns que é impossível fa­
zer uma promessa de fidelidade
e de amor para sempre. O ser hu
mano, dizem alguns, não pode as
sumir compromissos definitivos.
Tudo muda. A vida muda. O homem
muda. Cada pessoa tem o direito
de desfazer uma primeira união
e tentar encontrar a felici-
dade. Assim, vemos em nossos
dias surgir uma mentalidade ge­
neralizada da dissolubilidade -
do casamento.
Na realidade um homem e uma
mulher que se encontram e se
prometem amor e fidelidade es­
tão fazendo confiança no ama­
nhã.
o casamento é um risco.tum
salto no escuro. Os católicos -
sempre defenderam a indissolubi
lidadedo :::asa.'rellto. Necessário,-;"
no entanto, dizer _que, do ponto
de vista antropológico, apesar
de suas dificuldades, o casame­
to precisa ser uma união .está­
vel e duradoura. O casamento
não é um mero contrato. t uma
comunhão de vida. Supõe -te que
as pessoas que s encontram ox­
perimentem um amor int no
forte. Não se inaugura a vida -
conjugal apenas com um vago e -
difuso sentimento de bem que­
rer. Preciso será a certeza hu­
mana de querer hem em profundi­
dade ao outro. Depois de um te~
pode convivêncid, no namoro e
noivado, homem e mulher chegam
à conclusão de que podem unir -
cus destinos. Há uma entrega -
de vida a vida e uma promessa -
de fazer o posnivcl, e mesmo o
inpoonível, para que o outro se
realize profundamente. Ninguém
tem o direito de tirar uma pes­
soa de seu universo sem acerte
za de poder dar-lhe profundo e
constante amor. Sabemos que a
vida é capaz de oferecer surpre
sas. Deve-se no entanto dizer -
que, para o bem dos cónjuges, a
duraçao e estabilidade do casa­
mento são condições fundamen­
tais. Ninguém se entrega provi­
soriamente. Quando uma pessoa -
se entrega a uma pessoa há ne­
cessidade de um para sempre.
Acrescentemos ainda que o ca
sarnento comporta a chegada da
prole. Homem e mulher se unem
porque se amam e abrem seu co­
ração e sua vida para acolhimen
to da vida. Passaram a ser pais
e mães. Ora, o filho que chega
é um ser frágil que-depende in­
teiramente de seus pais. Essa -
dependência começa no seio da -
mãe. Continua nos anos da infãn
eia e mesmo no tempo da adoles­
cência e juventude. O filho pre
cisa materialmente dos pais.
Mais importante ainda, precisa
de um clima de entendimento, se
gurança e confiança na familia.
Todos estamos bem conscientes -
que uma família bem constituída
é melhor garantia do sucesso da
educação dos filhos. Em noss·os
tempos observamos que o divór­
cio ou separação dos pais e, e­
ventualmente, a constituição de
uma nova família, constitui um
dos fatores mais delicados na -
maturação da personalidade huma­
na e cristã das crianças. Os
mais prejudicados pelas separa
ções são precisamente os Ei­
lhos,mormente se ainda são
crianças ou adolescentes.
Critica-se também que a famí
lia era ou é um lugar de forma=
lismo e autoritarismo. Propugna
-s? em nossos dias por relacio­
namentos mais "democráticos". /'
família não pode ser lugar de -
opressão.
Alguns defendem um modelo de
família onde cada um faz o que
quer, sem compromissos mútuos.
DefPnde-se um mínimo de elemen
tos Para uma convivência "paci­
fica e um grande espaço de li­
berdade para todos.
Não há dúvida que o casamen­
to e a família precisa ter espa
ços de liberdade verdadeira. TÕ
dos estamos convencidos de que
ANO INlERNICIONAL OI F AMf LIA
o autoritarismo tanto do pai ,
quanto da mãe, o machismo
todas as formas de sufocamento
da liberdade ão reprovávei.
Etamos compreendendo melhor
que, na rc lidadc, odas as
pessoas ão iguais:pai, mãe, -
filhos, esposo e esposa. Com -
alegria assistimos a um proce
no de libcrt.'lção das pessoan,
de respeito a seus direitos. -
Ninguém pode ser cerceado em -
suas aspirações humanas e pro­
fundas e em seus direitos fun­
damentais pelo casamento e
pela a uma familia.
Necess<lrio se faz, no entan
to, dizer que pai e mãe exer­
cem urna autoridade no seio da •
familia. Não· falamos de autori
tarismo. Cada um dos cônjuges,
pelo testemunho de dedicaçao -
mútua, de serviço generoso pa­
ra com os filhos é revestido -
de autoridade. Precisa ser reco
nhccido como tal. Isso não si~
fica que os pais têm o direito
de impor. Cada filho é uma 1.
herdade. O pin stio cone!.
entes de tua mião ·ducador
como tal prciam mostrar hori.
zonte de realização para os f!­
lhos. Repetimos, por seu ·x.
plo e eu testemunho, são capa­
zes de tocar o interior dos fi­
lhos e fazer-lhes o convit no
sentido de que omem as me1±
res decisões. Na realidade a !
nília precisa ser um espaço d
confiança, felicidade, troca de
idéias, amadurecimento da perso
nalidade. Sempre de novo será -
preciso diotinguir, noG relucic
namentos familiares, liberdade
e libertinagem.
Estas são algumas mudanças -
e tr.i.nsfomaçõcs experimentud,is
pela família. Muitas outras são
detectadas:frequentes relaciona'
mentos sexuais antes antes do -
matrimônio, rnodificc1ções dopa­
pel do homem e da mulher no ca­
samento e na familia, conflito
de gerações. Estes serão temas
de outros artigos.
Hotel e Churrascaria Canaã
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·;;.,-
LIVROS & • AUTORES
lLVl,;O ClHNI.:1110 B/STOS
ANOS LOUCOS - A cidade de Paric, nos anoo 20, era a Capi­
tal d mundo. Os grandes artistas do século estavam lá, beben
do champanhe,conversando nos cafés e mostrando que a vida do
vc ccr vivida m alto estilo.A história deste período fasci­
ante está ·m "Os ano loucos", livro fartamente ilustrado do
aneri ano William Wiser que está sendo lançado.
'ULHERES - Um livro dedicado is mulheres muito criativas
Felação"a sua aparência.Este é o objetivo de "Meu corpo..
meu espelho", da americana Rita Freedman.
Lançado pela Rosa dos Tempos e pela empresa de cosméticos
,von, "Ileu corpo ... meu espelho" diz que a mulher não deve se
projetar em mitos de beleza, mas sim valorizar seu próprio
corpo,sua natureza e sua personalidade,que são únicas.
CZAR- Lm 1918, toda a familia do Czar da Rússia, Nicoláu
II, incluindo cri.1nçac e on criados, foi brutalmente assassi­
nada pelo Governo Soviético. O crime foi ocultado durante se
tenta anos,provocando muita especulação e dando origem a mT
tos e lendas. A reconstituição dos fatos hist6ricos está em
"O Último Czar - A vida e a morte de Nicolau II", de Edvaldo
Radzinsky, o autor teatral mais encenado na Rússia depois de
Tchecov.
RIPLEY - Tom Pipey, o personagem mais famoso de Patricia
Highsmith, está de volta no romance policial "Ripley debaixo
d'agua". A escritora diz que o que mais à atrai é colocar
pessoas comuns cm situações crl ticas, fazendo com que elas na
vegam contra a corrente, deixando-as mais loucas do que nor­
malmente são .Em meio ao caos e à tensão, os personagens de
Patricia Highsmith são quase sempre gente meio desajustada,
em busca de saidas.
SUÍÇA Até o final do ano serâ lançado na Europa o novo
livro de Patricia llighsmith, "Small G". Trancada em sua mansão
na Suiça, onde vive só com seus gatos, Patricia Highsmith con
ta em "Small G" uma hist6ria sobre frequentadores de um bar
sulco, sem nada a ver com seu personagem mais conhecido, o an
te -herói Tom Ripley.
PETRÓPOLIS - Autor de "Lucas Procópio" e "Os sinos da a­
gonia", o escritor Autran Dourado se refugia este mês de fe­
vereiro em Petróplis. Em busca de sossego, ele trabalha nos
acertos finais de seu mais novo romance, "ôpera dos fanto­
ches".
GORDOS - Em seu livro "A vez do gordo", a psic6loga Jane
Ogen diz que e besteira fazer dietas, porque elas só fazem a
Pessoa ficar faminta e pensar em comida o tempo todo. Ser gor
do e estar acima do peso médio, diz Jane Ogen, observando a
seguir que ninguém acha um problema ter altura acima da média
ou pés um pouco compridos.
DIETAS - Os gordinhos não êm que se sentir culpados do ex
cesso de peso. Em vez de dietas, que só enriquecem as cliní=
cas de emagrecimento, os gordinhos devem gostar mais deles
mesmos e se aceitarem. Esta é a mensagem da psicóloga Jane
Ogem em seu livro "A vez do gordo". O peso de uma pessoa é
uma questão genética e Jane Ogden garante que magros e gordo
comem em média a mesma quantidade de comida.
POESIA - Só agora, aos 77 anos de idade, o poeta pantanei
ro Manoel de Barros começa a ser conhecido pela maioria dos
leitores brasileiros. A Editora Civilização Brasileira está
lançando "O livro das içncranças", em que o poeta diz que a vida
sozinha não tem graça, que ela só pode ser melhorada com in
venção, assim como as coisas que não existem são as mais bonI
tas.
INÚTIL - O poeta Manoel de Barros, autor de "O lE,ro das
ignoracas", chama seu gabinete de trabalho de "quartinho de
s~r inútil". E: lá que ele mantém seus objetos de trabalho poé
tico, como um alicate cremoso, três vagalumes entortados de
luz e oito moscas portadoras de rios.
ESCREVER - Escrever descobrir novos significados nas pa
lavras, modificar as frases e cortar todos os excessos. A re­
Ceita é do poeta pantaneiro Manoel de Barros. Em seus livros
ele desenvolveu a técnica de deixar os substantivos passarem
anos no esterco, deitados de barriga, até que possam carrear
Para o poema um gosto de chão. .
FREUD - A vida cotidiana de Sigmund Freud é o tema da So
cióloaa e psicanalista Belga Lydia Flem em "O homem o romance
do inconsciente" que está sendo lançado pela Editora Campus. 1
Sem recorrer à ficcão, Lydia Flem coloca o leitor no escri-
tório de Freud, repleto de coisas antigas, lendo seus autores
Prediletos e usando sua vida doméstica·como alim~nto para s=u 1
~rabalho de· investigação dos segredos que levam a fabricacao
ªª alma.
Otávio Augusto Mostra seu lado
Poética em Fera Feria
Depois do grande
suces::o do persona -
gem Matoso, de Varp,
Otávio Augusto en -
tinuou na linha humo
ríctica fazendo un
dos qorces do pro -
grama Radical Chie ,
com Maria Paula, e a
gora cle esta no ar
com um personagem
que nada tem de cõmi
co. Afonso Henrique!i'
o bêbado poeta de
Fera Ferida provoca
mais compaixão e re­
flexão do que risos,
e vem conquistando o
carinho do público.
O ator,apaixonado
pelo personagem, ar­
risca uma explicação
para essa empatia
que Afonso Henriques
tem com o publi
co: "O Afonso Henri Por enquanto Afonso
qucs cria um lado !!enriques continua à
marginal.Foi um ho afoqar suas mágoas
mem que nunca teve na bebida e na po­
seu talento reconhe- esia.
cido, sempre rejeita Otávio Augusto es
do pela sociedade. E tá achando seu trabd
eu procuro não fazer lho na novela muito
dele apenas um bêba- gratificante:"O elen
do" ,diz Otávio Augus co da novela é bri
to, satisfeito com a lhante, os autores
aprovação do público souberam homenagear
e da critica. muito bem o Lima Bar
O poeta marginal reto e eu estou rom­
de Tubiacanga ainda um dos personagens -
vai sofrer mui to por mais bonitos, porque
causa de sua amada, na realidade ele tem
a etérea Camila(Cláu uma tragetória pare­
dia Ohana)jo lado de cida com a do pró­
quem ele·se sente co prio Lima Barreto ,
mo "um sapo olhando que também foi margí
para a Lua", segundo nalizado em seu tem
suas próprias pala - po", conta o autor ,
vras. Camila gosta que se empolga na ho
·dele como a um pai e ra de declamar os poe
fica muito perturba mas e acaba inclu1.n
da quando descobre - do coisas que nem es
que Afonso Henriques tavam no roteiro e
está apaixonado por fazendo citações por
ela, e ainda não se· conta própria. No fi
sabe o que os auto - nal, o resultado sem
res reservam para o ore aarada. Afinal
destino desses perso quem não gosta de pog
sia? nagens.
i
l, ..

Ator Otdvio
Além de brilhar
no elenco Fera Feri­
da, Otávio Augusto
eá atuando na peca
Querido Mundo."Eu es
tou num momento muI
to bonito da minha -
carreira.Na peça e
na novela estou vi
vendo personalidade
intensas. O Querido
Y!undo é uma comedia
ror:iantica e no palco
cu falo coisas que
eu nunca vi un pers.2_
naacm masculino fd­
lar. Ele fala dos
seus sentimentos,su­
dS frustrações, esse
tipo de coisa",conta
o autor. Famoso tam­
bém pelo seu engaja­
mento politico Otâ
vio Augusto esclare­
ce que nunca preten­
deu seguir esse tipo
de carreira:"veu la­
do político é mais -
vinculado ao meu la­
do cultural, não pr@e
tendo nunca me candi
datar a nada", garan
te o ator.
~o alimento mais doador de vidas e saúde. Não é apenas um
alimento. É um remédio capaz de salvar vidas.
~ao completo, e que os macrobióticos fazem dele 60% de seu
regime. É arroz bruto, do qual somente foi retirado a dura
casca e celulose. Conserva, pois a pardacenta cutícula, onde
estao todas as suas virtudes.
*ARROZ INTEGRAL _e VIDA E SAÚDE!
DEVE FAZER PARTE DE SUA ALIMENTA
€1o
USE E COMPROVE
VIDA NOVA: EM TODOS OS ASPECTOS!
MAURO EDUARDO BEARARI
RUA TUITY, 50 - FONE 251-1291
A I M - MS
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sua
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Cidade - Tribuna da Fronteira

.1O/IM, 'TIU'A DA FJ'TEIA l1/l/•I1J I r_r;l(,•:I',
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Flagrantes do Carnaval/94 no Grêmio Pedro Rufi
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SÓ olrncrvnndo: Vcrn Salomão, Hnrizcte Rodrigues
• 1• Constnncin Loubct,
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Dr. Coutinho e Esposa, Ten. Pacheco e Claudia.
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Dr.Cachito e Azaléa.
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Dr. Ivan, Dr. Gerardo e Dorinha.
Ivnldo, Flnvln Ocarfz e ERtcln.
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Sobrinho "Carcc.~•
1,
lvaldo - Estela, Ora. Azaléa,
posa Nclia.
Fernandinho e Elza.
Nazaré e Magali ~
briocaram a Festa do ~
Momo fantasiadas.
ANlVERSARIOU
7
o dia S/2 o i;arot.1.o CUllhc["m(" Azevedo Brito, "...J..:l.le 'r.Ll ~.!
an!zou a aniada festinha na residência da Vó Bernarda. T!a
r ri:-p1rou o c!(.>licio50 ... olho c!e c:>ch rr zere. Tia ar°";j
j
'-'l gostoso bolo. anta e Junior arruara o lindo painel dtc0~
f _ ►i e, t'l.:do e motivos de a.vião.
'- -«' l ENFIM
A rcr.:'!e;.ior.:ição do ~.Jt de Cullhenre, tev(' ::uito docinho, ref1
erants, rüsfcas carnavalescas e confctc-s, .:1 cr!.:mç.ada brf..,cCl
a Jn11:ad0 in! carnaval. FELICIDADES
1 !
NO DIA l4p;,.
Aconteceu u jantar no Hotel Po:J.sndn d.J Frontclr.1, !'lc=e~;!;
.inc!o o estl::iado Padre Br«i~dõo, que por cultos c1:,os t:-abalhO-'.
Pax-oqula S.1nto Afonso. Padre Bn1nd.io. veio .10 Brasil e apr-11~ ;;e
toe p,TiJ vir até a P-:-incesa do A_para rever ut:os a!s",f,_
agut de!xzr. O casal Cers! e Salo:e c!ccrone..1.r.1:n o ?adrt: • -
• • d .JO nn Ci c-y !
O GRD<:!O PDlRO RUTIIIO
Sohre .:1. ?residência de Miro Vargas, este .i:,o :-..;i!s U::-:
fc:. 1.0 ,:mi::-ado CJ:rn.1val.
O aJIUUNl'O K'JSI CAL
Agradou, e o povo caiu no S.ar.b,1. l':. C..1rn.iv.1l tr.'.lnqu!lO·
J 'DIA 16/02
a, Fet a abertura Oficial da Cx:l-p.1r..h.:1 d.J. Fraternida;:!c c.c:::i O -r:;:
r /ºº' A FA.'ftLU CXHl VAI? Fol oficlnliz,,dn pelo Podre W!lll0'1 •
f bentza Missa Campal ode centenas de ftétg orara e atar+__
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(FOTOS UBALOINO RODRIGUES)