TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1465_24_02_1994 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1465_24_02_1994Número da edição1465Data de publicação24 de fevereiro de 1994Número de páginas8GeoCoordenada -22.112360353002327 , -56.51102746790895 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1465_24_02_1994 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIB FUNDADOR: IVALDO PEREIRA 20/02/1972 ___ t ELA VISTA/MS -- r REC MEC COMEMORA O INIYERSIÍRIO DO REGIMENTO E A IOMDDD DE MONIE CISTELO PELIS TROPAS OI FEB MNO 22 A DA FRO DIÁRIO REGIONAL N0 1.465 24 DE FEVEREIRO DE 1.994 QUINTA-PE.IRA Vista da parte da tropa que participou da solenidade Militar realizada no páteo de formaturas do 100 RC HEC O candidato do pacto à sucessão es tadual será definido até 15 de março e nesse intervalo de tempo as principais lideranças políticas que formam esse en - tendimento, sob o co Rndo do Governador Pedro Pedrossian vão Procurar analisar no es que tenham compe tência administrati va e.o perfil deseja do pela população de ato Grosso do Sul. O Governador co - ll!entou sobre o pro - cesso de escolha do Seu sucessor, em en trevista durante a lllauguração do Conjun to Dalva de Oli vei - ra, Pedrossian disse que:o pacto políti co é o estado maior tias quem define os Roes é o povo". Pedrossian afir - ou que o povo quer candidato com ex Periência administra : b tva comprovada, não asta ser apenas um Político. . "Estamos procuran do e;t, - t· n ender esse sen nento popular e d@ Gov. Pedro Pedrossian finir um nome que te nha esse perfil. va mos escolher um can didato novo, honrado e com enorme capaci dade técnica", res - saltou. Dentro desse qua dro, segundo o Gover nador, o Secretário Estadual de Fazenda, Waldemar Justus Horn, "é uma excelente op ção", mas observou - que ainda não existe nenhuma definição so bre sucessão. - "Até 15 de Março teremos o candidato O 100 RC MEC de Bela Vista, sob o Co mando do Tenente Co roncl de Cavalaria - Edson Souza Rodri gues, realizou nesta quarta-feira,dia 23, uma solenidade mili tar cm seu páteo de formaturau, para co memorar o 1550 ani - versário de criação que terá a grande ta refade prosseguir a nossa obra", anun ciou. O Governador con firmou que vai cum - prir seu mandato até seu final e não é candidato ao Senado. "Passei dois anos e meio reorganizando o nosso Estado e agora quero concluir o grande projeto que estamos implantando, O Brasil ficou di ferente. - Quando aqui che - guei, em 1922, o ar mazém mandava O ca - derno para a fregue sia, era crédito d - berto ao consumidor sem qualquer juro . O padeiro fazia o mesmo, mandava pão. de graça por alguns dias, garantindo o freguês. A vida era fácil e decente. Eu sabia o que Esportes * VALDERI E MARCELO FORAM DES TAQUE EH PONTA PO Rà Veja essa e outras matérias na Página - 04 CIRCULA CAO LA VIS.A M O Mi {o A' COI. DIRETOR: IVALDO PEREIRA do Regimento An onio João e também a toma da de Monte Cas elo pelas tropas da For ca Expedicionária Brasileira - FEB na segunda querra mundial. O Secretário Muni cipal de Adminsitra cão, Evilásio Nunes de Miranda, represen Jotagê nos Bairros Veja os Comentá rios feitos pOr Jo tagê Flôres na Pági na - 04 Pacto vai Ouvir o Povo para Definir Candidato a Sucessão transformando Mato Grosso do Sul numa - terra boa de se vi - ver e mudando o seu perfil sócio-econômi • co", disse. A aprova cão do seu Governo= pela população, em mais de 60%, ·segundo Pedrossian, creden - eia o candidato do pacto a uma grande - vitória nas próximas eleições. {SECOM/MS) valia um mil-réis. Sempre tive orgu lho de ser brasilei ro. O Brasil que to - dos queremos não é muito diferente des te que está aí. ou o Prefeito Araao Zacarias, que não pode co.perecer por motivo de viagem, es tiveram presento, também o ex-praci - nhas que integram a Força r.xncdiclon.:irio Brasileira, direto - ras das Escolas Ins tituto de Educação , Ester Silva e alunos. Pàgina - 08 CORREIOS RECEBEM INSCRIÇOES PARA CONCURSO NO EXÉRCITO Com o objetivo de dar maior comodidade aosi~ teressados em participar do Concurso aos Cursos de Formação de Sargentos de Exército,os CORREIOS firmaram contrato com a Escola de Sargentos das Armas (ESA) para o recebimento das inscri~Ões dos candidatos. Em 2.500 Agências dos Correios em todo terri tório Nacional,os interessados terão à disposi - çaO a ficha de inscrição e o edital do Concurso, assim como todas as orientações necessárias. O período das inscrições será de 07 de Março a 15 de Abril. No ato da inscrição, o candidato deve rá apresentar Carteira de Identidade e recolher, na própria Agência dos Correios, a taxa de 24 UFIR mensal. (RP Regína Raoires - UNREJzy/),r;)-429) UMD CPI PDRD 18.$ Hoje, pelo amor - de Deus, não sei a quem pedir esclareci mentes! Abro os jor- O Brasil que Sonhamos NÃO~ PRECISO MUITO PARA TER UM PA1S COM O QUAL OS BRASILEIROS SONHAM Bastam alguns re toques e o País será aquele com o qual os brasileiros sempre - nais e vejo que os juros são de 63% ao mês no overnigth. Página - 03 sonharam e que lhes tem sido prometido - desde o descobrimen to. Página/03 Sindicato Rural de .Caracol Informá 56 Leilão Caracorte DIA 24/02/94 'QUARTA-FEIRA REALIZAÇÃO: .Sindicato Rural de Caracol e Porteira Leilões HORAS: 20:00 PARTICIPE CARACOL ESPERA POR VOCEI Vá e Faça bons Negóciosll Informe + COMO ·FICAM AS BASES MUNICIPAIS? T BINGO BENEFICENTE/AGRADECIMENTO; BRINCADEIRA DE MAU GOSTO; * BARRA DO ITà TEM DONO SIM SENHOR! l ; *REFORMADA COBERTURA DO PAÇO MUNICIPAL; * CÃHARA INICIA OS TRABALHOS LEGISLATIVOS LODIO A UM PASSO DE SER O VICE DE WILSON; ++ pGINA - 05 # 1o CDRICOL I ORIENlftOOR COMERCIAL TORNEARIA SANJOOIESEL • Av. Brasil, /N 'ONE A95- 1163 - Centro ClíllCOL-MS POSTO PORTEIRA. LTDA DE: Manoel Ro - drigucs dos San tos (Maneco) Ibrficantes Filtros, troca tle ôleo, etc ... TRANSPORTE PRÔPR!O lv: nrasil S/N, one: 495-1146 CJMCOL-M SUPERMERCADO TIMBIRI Câmara é alicia ao Pre. ito anicpa. no odoy, o'icitando DE: IIRTON FLO RIANO DOS SAN TOS --~" ;,. L i,..· . ' ,,.. 1 . O maior es- 1 (1 toque de gêne ros alimentí - cios, bebidas, frios, armari- nhos e ferra - gens da cidade pelo menor prcçe. /v. Brasil, 1.140, Ce:1tro Primeira uao ordinária do ano' que contou com a presença do Ver 'hirson Ferreira Leite, Jo·lio dos n '7 Doralina Podriquo Leite, Etanilau Nun Darci Souza Ne .o, Pascoal Puch ta, E9i ldo de Moura Pereira e Milton Luiz pender. Em cumprimento a lei orgânica do rmnici pio, em seu ar igo 7, e inciso 16, foi so licitada a presença do prefeito municipal na abertura da sessão do di 16 de Feverei ro do 1094, às 19 horn:, para fins de ex por a situação do muniipio. O Secretário d Gabinete, Renato Oca pos, representante do prefeito na sessão - disse, "Que para ele é muito gratificante cm participar du scss5n solene e explanou o que vem acontecendo desde o ano passado. Afirmou ainda que o exrcutivn, na medida - do possivcl, atenderá todas as solicita ções que foram endereçadas, em seguida o secretário fez a leitura de uma mensagem - enviada pelo prefeito no legislativo, e por fim respondeu as perguntas feitas pe los vereadores. Por outro lado os vereadores tamb6m re tribulram o mesmo gesto ao secretário e eQ peram a presença do secretárlomuitasvezes. LIMPEZA EM TODAS AS RUAS DI CIDADE O Vereador Pascoal Pucheta, requereu à _çâmara e endereçado ao prefeito municipal, no sentido de determinar ao setor competen te do município, que seja feita a llmpezã em todas as ruas da cirlade. Justificando que frequentemente vem cho vendo em nossa região e, com isso os arbus tos crescem em abundância nas laterais das ruas, causando uma má impressão a todos os que visitam a nossa cidade. Sendo que esse pedido já foi solicitado no ano passado e, até o momento não foi feita a referida lim peza, portanto através deste requerimento espero que esta administração faça valer o slogam que tem "CONHEÇO E CONFIO" porque é isso que o povo espera, finalizou Pascoal. PREFEITUM E GODEPAV Por não ter o conhecimento do contrato firmado entre a prefeitura e a firma Gode pav, o Vereador Josélin dos Santos apresen t requerimento na sessão e que ap6s sei ouvido e aprovado seja enviado expediente Em su justificativa Vereador Jo lio dos San - o afirmou qae o Legi la tivo não tem conhecimento desse con rato, não pode - mos desta maneira explica aos cidadãos sobre a refe- rida obra, ressaltou. Vereador Jo:_;é 110 <lo!' Santos - ( foto) NUNES SOLICITA CôPII OU RECOLHIMENTO no HtSS/199) r / Vereador Estanislau Nunes L FONE: 495 - 1145 CJRlCOL MS i LANCHONETE E IESTAUBANTE TDP'S De: Nelson e Zanir Lanches, pizzas, bebidas, refeiçôes, mat"'llita 0 marmitex. Som ambiente e melhor atendimento. * O po~to d0 encontro da Sociedade. Rua: Ponta Porã, NO 100 Centro C/PACOL-MS "lgradecc11DS à tc.,dc s que no:.; prestigi~, Tribuna la Fronteira - Diário Regional + FUNDADO EM 20/02/1972 Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira Diretora Ad:n: Maria E. V. Pereira Secretário Ae Redação: Ubaldino gues Peportagens: João Carlos Velasquez, A, dré Ãvalo, FirmiI,u de Barros. Rodri- Redação, Departamento Comercial e Par qae Crâfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 564- Caixa Posta' - 23 - Fone - (067)- 439-14l0 - Bel Vista - MS. SUCURSIIS - Jardim, Perto Murtinho, Antonio Joio, Bo- nito, Caracol, Capo Grande e Corrcspon - dente em Brasília e São Paulo. Propriedade da Rede l'k-l.:1vl::.tcnsc de .Torn.,.ls LlDA C- MF 15.513.203/0001-$0 # O Jornal não se r·posabiliza pe;os artipos assinados ou de origem definida. * Exemplar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300, 00 * Número atrasado . . . . . . . . . . . . . JOO, 00 * lssinatnra '!'rirnestral 6. 000, 00 '* A.s~inatura Semestral 20.000,00 Assinatura Anual 40.000,00 ,J cILIAD~ 1 IDJORI E ABRA,.JORI Estanislau Nunes, solicitando guias de recolhimento do INSS doa descontos em fo lhas dos funcionários durante o exercício de 1993. Requerimento este do vereador Estanis lau Nunes, endereçado ao orefeito munici pal, solicitando o envio a esta casa de leis, as c6pias das guias de requerimento do INSS· dos descontos feitos em folhas dos ·funcionários municipais, durante o exercício de 1993. Em justificativa o vereador lembrou que examinou o financeiro encaminhado a esta casa de leis, surgia-me dúvidas so bre o recolhimento. PEDIDOS DIVERSOS Pedido verbal do vereador Evaldo de - Moura Pereira, solicitando ao executivo municipal, que envie a esta casa de leis, uma c6pia da lei que sanciona o orçamento para o exercício de 1994. Pedido do vereador Milton Luiz Bender, solicitando ao executivo municipal a colo cação de bueiros na rua Ponta Porã em frente a residencia do sr. Atanasio Mar tins. Solicitação verbal do vereador Thirson Ferreira Leite e endereçado ao prefeito municipal. solicitando a raspagem da es trada que liga a fazenda Toro Moro e r~ mal até a fazenda do sr. Lauro ... CONHEÇO E CONFIO • I rAGLIOSI MADEIRAS L TOA. DE CARACOL ATENDEMOS TODO O BRISIL Serraria, Beneficiamento, Comércio de toras, tacos, forros, assoalho, vigamento, tábuas, Comércio de Madeiras em geral Gerando RUA MARCIONILIO MARTINS L.EITE S/NO · FONE: (067) 495 - 1138 Empregos e Caracol - MS Riqueza O Brasil que Sonhamos Mao ó preciuo muito para ter um Paí com o qual os brasileiro sonham O IrIl que todos queremos não e multo dIfe rente deste que está af, latam alguns retoques e o Pas neri aquele com o qual os brasileiros s e m p r e sonharam e q ue lhe tem I d o prometido dede o descobrimento, 0 retrato atual, em preto e branco e tons car reados, não dela de ffar um momento negro , talvez o pfor da Histórfa, CPI e manchetes so - bre corrupçao, arrastões, mfséra e toda orte de manifestações de violêncla social são flagran te fortes e vergonhosos, mas, pensando sensata mente, todos podem er apagados e, por essa ra - zo, uardam pcuquíssima ou nenhuma correspondên cln com o pafn que os nossos olhos - até mesmo os mafs Incrédulos e míopes - enxergam um pouco ndlnnte no horizonte, O Brasfl que sempre povoou os nossos sonhos ainda continua um Paf do futuro, porém cada dia lll11l6 J)OflBÍVel. Enpecinlmcntc a partir de agora, depois que a ooclcdndc, n1Jsumindo a sua parte nesse proces no nacional de "mnea culpa", tomou a decisão de exigir que o Congresso posse tudo a limpo, cansa dos de tantos discursos e frustrados com as pro messas de milagres de políticos e governos que se repetem, Os brasileiros, outrora orgulhosos de ter inventado e apologistas da "Lei de Gérson" e do "jeitinho", afinal decidiram revisar tudo, a partir dos seus própr'ios padrões ético-morais e de seculares omissões. Se não ocorrerem desvios ou recuos, daqui para a frente tudo pode começar a dar certo. Basta qua sejam adicionados a essa química regeneradora alguns ingredientes sim- ples, como uma boa dose de persistência e muito de orgulho nacional. Enfim, numa palavra - patrt otismol Que país é este? O Brasil de hoje é o resul tado de longos anos, talvez séculos, de um des vio cultural originado na crença de que isto - aqui era o verdadeito paraíso, pronto e acabado, de que fala a Bíblia. Caminha, na sua carta a El Rei, foi o primeiro a acreditar e propagar esta idéia, ao falar da terra muito chã onde em se plantando tudo dâ ... E t [o, e dur não passav ro. nejar cre ditar no futuro. Hoje, te - mos o dólar comercial, o dó lar turismo e o paralelo. O dólar comercial - que devia ser o mais acessível é o mais caro. Como podemos progred r assim? A taxa de over - como já disse - é de 63% ao mês, o que equivale a 35.076,38 ao ano. É superior em 14 ve zes a taxa de inflação d 1993, que foi de 2.500 ao ano. E vivemos num País m que a Constituição cstobol~ ce os juros de 12% ao ano! • "SE NÃO OCORREREM DESVlOS OU RECUOS, DAQUI PARA FRENTE TUDO PODE COMEÇAR A DAR CERTO" Pois bem, este País, se comparado a todos os demais no mundo, não está longe mesmo de ser o paraíso cantado no Hino Nacional e em tantas e legias que lhe são feitas. Pena que nos tenhamos descuidado dele durante tantos anos, talvez des- de que foi descoberto. - Grande, rico e bonito, este Brasil nao combi na com a vergonha da fome, da miseria, da falta de moradias, de escolas e de saúde. O resgate - da divida social ê,sem dúvida, o maior desafio - para que sejamos, de fato, o país das maravi lhas. Não dâ para adiar mais o acerto de contas com a maioria dos brasileiros que tem ficado com as sobras e que hoje - suprema humilhacao - so mos convocados e socorrer com migalhas para man tê-los apenas vivos ••• Corrupção e inflação, governos ineficientes e desonestos e outros desvios são problemas conjun turais, episódios, ainda que endêmicos, que esta mos resolvendo e vamos eliminar. Tudo isso,_toda via, depende da mobilização, da nossa pressao e do esforço coletivo. De imediato,na~ ha duvida de que temos que começar pela soluçao do proble ma maior: a volta do crescimento. Com ele_volta- 1 rão o emprego e, pouco a pouco, com decisao e - vontade política, certamente encontraremos um - jeito e teremos condições de promover um firme e decidido processo da distribuicao da distribu! cão da riqueza. No país que queremos , todos os brasileiros têm o direito de compartil~ar as be nesses destes paraíso. A sociedade, a uras pe nas e certamente pressionada pelo alto_preço que está pagando por sua histórica alienacao dos pr~ blemas do dia-a-dia do país, parece que decidiu assumir a sua responsabili'dade e forca e fazer a sua hora ·..Já não era sem tempo. 'lloligang Sauer é ex-presidente da Autolatina e Presidente da S Consult O rauil ficou difere.te. Quando aqui cheguei, em 1922,o armazém mandava o caderno para a freguesia era crédi o aberto ao co ou mldor em qualquer juro. o padeiro fazia o mesmo, man dava pão de·graça por al quns dias, garantindo o frg que. A vida ra fácil e de cento. Eu sabia o que valia um mil-réis. Sempre tive or Julho de ser brasileiro. llojc, pelo amor de Deus, não ei a quem pedir escla recimentos! Abro os jornais e vejo que os juros são de GJi ao mês no overnight. A gente ganha quando está do! mindo e perde quando esta trabalhando porque os juros crescem e se multiplicam co mo no milagre dos pães. o cruzeiro real é a moe da oficial. Tive dois che - ques devolvidos de pequenas importâncias para pagar re feições em restaurantes: eu esquecera de escrever a pa lavra "real". Quantas moe - das existem atualmente? Fiz um levantamento: • Como posso responder por Referencial cinco mil empregos que men- de salmente são reajustados e cadernetas cujos salários estão sempre defasados pois a inflação e os juros são sempre maio - res? Nós, empresários, esta mos na mesma situação, suga dos sem piedade pela saúva contra da especulação financeira. Nem nos tempos da Revolu pagar. cão Soviética assisti a tan ta miséria. - E tudo isso em benefício de quem? Dos economistas e tecnocratas que dita seus ukases para beneficiar os especuladores. Conheço ban queiros que consideram uma injustiça as taxas que pagam aos investidores e para is- Quem te [!J TR (Taxa que remunera poupança); [I] UNIF (moeda para paga - mentos de IPTU e outros im postos); [3] 1cv (moeda para tos imobiliários); [] UFIR (moeda para o imposto de renda); []) IDTR (moeda paga pagar contratos de seguros); [6] 1Pc (moeda para reajus tar aluguéis residenciais); [[] IGPM (moeda para reajus tar aluguéis comerciais). "NO TEMPO DE JK, A INFLAÇÃO ERA DE 181 MAS OS JUROS BANCARIOS NÃO PASSAVAM DE 10 0U 121 AO ANO" , 'ª vercinto, O :batido. No e ccnl111O. ' as amigo Tenho a certeza d que 3 Providente Ita. ar Franco « tá preocupado com o de cala bro provocado pela alta ta xa de j ros. Por que não brir um, cPI para apurar a ditadur instalada pelos e conanistas e tecnocratas? Se os juros ficassem nos 12 ao ano (co:::o 'Stl)bclc e· a nossa Constitui ão), São Paulo e Uio de J, nriro ntn riam cheios d torres d construção civil. Tcrlnmoo milhões do empregou a mais. O que o Brasil deve lá fora não é problema. O problema está aqui dentro. Se o Japão opera seu oi~ terna financeiro com juros - de 1, 8% ao ano e tem os maio res bancos do mundo, por quo não temos também os maiores bancos do mundo nós pagamos essa mesma por dia? Alguma coisa errada, meus amigos, e é com o Japão, No tempo de JK, a infla ção era de 18% mas os juros bancários não passavam de 10 ou 12% ao ano. Quem co - braso um por cento a mais era c•Jnsiderado agiota. E foi a,sim que o Brasil cres ceu se anos em 5. - se taxa está não Transcrição da Revista - Mairliete no 2.183 Adolfo Bloch, é Empresá rio, Diretor-Presidente da Bloch Editora Razão? Não deixa de ter razão o Deputado Hé lio Bicudo, ao encer raro seu discurso= pronunciado há pouco no plenário da Cama ra dos Deputados , com a admoestação de que "o futuro, que não está tão distan te, irá dizer quem tem razão" quanto ã revisão constitucio nal iniciada no mO - mento pelo Poder Le gislativo. O Deputado Hélio Bicudo não considera os seus pares como - verdadeiros represen tantes do povo brasi leiro ,e saros como me ros instrumentos de grupos voltados para seus negócios parti culares. Em sua maioria , são palavras do par lamentar paulista , eles retrataram os "in teresses dos grandes grupos, como a FIESP, a CNI, a FEBRABAN , os sindicatos atrela dos ao capital, as multinacionais". E não é só. O Deputado Hélio Bicu do afirma que o neo- Quer vender seus Pr~dutos _e ser bem Informado? fntao, Le_,a e Assine O Jornal de sua Cidade liberalismo "busca - se impor para a domi nação de sua econo mia (do Brasil) pe - los grupos indus triais e financeiros do hemisfério norte~ Desconsiderando o próprio Parlamento - que integra, defende Hélio Bicudo a não realização da revi - sao constitucional - por um, entre outros argumentos menos sig nificativos, 0 de que o Congresso, no decorrer de cinco a nos, "deixou de cum- prir seu dever, de regulamentar mais de uma centena de ques tões essenciais , transformadas em le tra morta". Afinal, quando a nossa arcaica "es querda" se compene - trará de que a sua utopia já disse a que veio, concreta - mente, e que sua ten tativa (de dezenas de anos, não esqueça mos!) na Rússia, nÕ Leste europeu, na China (com o seu pa radoxo de partido ú- nico e totalitário na política, ao lado de urna abertura na á rea econômica), so brando apenas cuba - (já nos estertores), que esta utopia já não mais impressiona, sobrevivendo apenas para os que já não - • ? veem mais .... Realmente o Depu tado petista tem ra zão: o futuro dirá - do trabalho de revi são, que está sendo feito para um Brasil melhor. (Agência Planalto) ARROZ INTEGRAL • , SANTA lDSA to alimento mais doador de vidas e saúde. Não é apenas um alimento.tum remédio capaz de salvar vidas . Tão completo, é que os macrobióticos fazem dele 60 de seu regime. É arroz bruto, do qual somente foi retirado a dura casca e celulose. Conserva, pois a pardacenta cutícula, onde estão todas as suas virtudes. *ARROZ INTEGRAL E VIDA E SAÚDE! DEVE FAZER PARTE DE SUA ALIMENTA ÇÃO USE E COMPROVE VIDA NOVA: EM TODOS OS ASPECTOS! ' MAURO EDUARDO BEARARI RUA TUITY, 50 - FONE 251-1291 4 j Jota ns Bairros MANIFEL,TM,DOES DE. APOIO Dfvr os }e}tores - desta to]una oaorda ran plenamente com a le braça que flzemo obre a "contramio no Contrirto" n Duque de ala com a Barao do L.dr 1o. f. Ina! de que mul ta gente Já observou na per1oa falha. l'ltOMlt:;'.iA DR PAI.AH UF. -- ·--·- .Jotnê PIre 0 Abraão, atual Pre feito, quando da realfzaço de um Comício all na "a[ada CorInthfana", prometeu que uma das pri e Iras medidas de ua Administraçao, eria a o luçio, através de um serviço de drenagem,naquele corrcgnzlnho que leva esgoto e Úgua nuja, p11sGn_ll do pela frente de várias residências e provocan do um danado mau cheiro. HP I e,nbro mui to hem do Instante em que o en " tão candidato Abrao, entusiasmado com a presen ça de um bom p~blico ao oeu comício e depois de constatar o entusiasmo dos correligionários, en [utizou: "Vejo um brilho nos olhos dos velhinhos e esperança no semblante dos Jovens!!" Lá no fundo, contemplnndo a tudo me encontra va com o Bigode, Chica, Gentil Vnrgas e outros - "usuários de óculos". O Gentil, reconhecidamente um grande gozador ou glozador, como queiram, provocou grandes gar galhadas dos demais, quando, ao ouvir a tirada - retórica e quase poética do Abraão, disse, com aquela cara e aquele sorriso que lhe são caracte rísticos: "A esperança dos jovens eu concordo ; mas o brilho que "ele" está enxergando é o refle xo dos nossos Óculos I" - Foi uma gargalhada geral, quando verificamos que todos os "fundistas de comícios" usavam ocu los e que eles realmente refletiam as luzes do palanque. Mas, de qualquer forma, a hietórinha que con to, serve para lembrar que o "corguinho" conti - nua do mesmo jeito. ********************* Esportes V alderi e Marcelo Foram Destaque em Ponta Porã pear de ter per dído na es reia con tra o time de Ponta Porá, pelo placar de 4 a 0, numa noite em que os qarotos bela vistenses no es ivoe ram bem, o timo hc•1R vistense foi alvo da atenção dou dirigen tes de vários Clubes profissionais que participavam da com petição. A atuação soberba de Valderi nos dois jogos realizados eh~ mou a atenção dos "o lheiros" que etav presente. O a'lera bolavisne foi on dado pelo Corurbaon e, pelo Comercial de Cano Grande Douradensoe, mas fi - cou acertado que den tro de poucos dias deverá es ar rceben do passagens para sé deslocar ao Rio de Janeiro, devendo fa zer teotes no F'lur.ii nense Futebol Clube, cujo Empresário de monotrou muito inte resse em mandá-lo i- mediatamente para o tr color carioca. J briJlnn ' at.u, - cão do jogador Marcg lo Feli principal - mente no jogo con ra Sidrol5ndia, onde nn la Vista venceu dé virada, pelo escore do 4 a 2, chamou a atenção de dirigen - tes esportivos, que buscaram contratá-lo para acertos. Marce- .lo foi o cérebro do time na virada espe tacular contra os S! drolandenses, que Outros Destaques A equipe de Bela Vista esteve basica mente montada com Evancs (Jair), Eber, Waldomir, Gladison e Derson. Walderi, Mu- nin, Marcelo, Vande ilson, Anderson e Mizael. Os outros desta - ques do time foram Edcrson, Munin e Van venciam por O que foram surpreor dos pelos qaroto Bela Visto, que no - 20 tepo jogar m tu do o que sabem vi r ram o marcador, n ma vi êri muito E. nitna. A derrota dos be-. lavistenses no jogo inaugural teve diver ,,os r::otivoo. Ilu:·,ír.:i cão super fraca, fal ta de expor êncio e .. competição e muito nervosismo. Uma Promoção Exemplar A Liga Esportiva de Ponta Porã, conse guiu realizar uma promoção cheia de re sultados exemplares. O Presidente da enti dade Sr. Marcelino= Nunes de Oliveira foi um batalhador in cansável e liderou - uma equipe de diri - gentes bastante a tuante . O apoio da Prefei tura Municipal de Ponta Por foi muito importante para o e vento. dcilson que estive ram muito bem. Clarisvaldo, Al - fredo e Israel, fo - ram muito úteis quan do foram chamados a Valeu como expe •· riência para outras cidades. Aconteceram algu mas falhas na organi zacão. O Colégio on de se hospedaram as delegações não tinha estrutura, pois fal- atuar, sendo que Al fredo foi o grande - "trunfo" quando en - trou na lateral es - qucrda no jogo con - ' tra Sidrolândia. tava água e luz nos banheiros e tinha disponibilidade de 2 chuveiros para 180 a tletas, fato que prG vcx:ou mui tos proble - mas. De qualquer for ma serviu como exe~ plo e experiência. AIRES GONÇALVES ... MAIS UMA VITÓRIA CONTRA OS ABSURDOS! O Advogado Aires Gonçalves - um belavistense de raiz, - grande caus{dico na área de tributos, teve o seu nome divulgado no caderno de E~onomia do Jornal "O Estado de São Paulo" falando sobre a sua espetacular vitória em favor dos seus cli entes contra a exigência da emissão de Notns Fis cais, prevista pela Lei 8.446/94. Advogado muito bem sucedido e dotado de uma cnpacidade profissionnl incomum, Aires é um gran de amigo dos seus amigos e é um grande entusias ta dos costumes belavistenses. Esse é daqueles que nunca deixa o sucesso su bir à cabeça. Parabéns, "parceiro"! FlSCALl.ZAÇÃO SANlTÀRJA A reportagem do "Fantâstico" levada ao ar nes te domingo para todo Brasil, chamou a atenção pi ra um sério problema. - Ao abordar o tema sobre a limpeza e higiene - das cozinhas das Lanchonetes e Restaurnntes, o programn mostrou muitas irregularidades, queima ginamos, possa acontecer aqui mesmo em Bela Vista. Pelo que sabemos, nunca se ouviu falar de uma fiscalização nas casas que trabalham com alimen tos, e os consumidores jamais tem acesso a esses locais, que são sempre escondidos. • Seria muito bom que o poder público observas se com mais seriedade esse assunto, mas que tudo fosse feito de maneira transparente e que o con sumidor pudesse ver estampadn nas dependências - uma prova da fiscalizacão. !e bor, para o dono e melhor ainda para o cons~ midor. *************************** UM PROJETO PARA BELA VISTA O bom trnbalho que vem sendo levado avante pe lo Kalife na Secretaria de Promoção Social, pode ria servir de base para iniciarmos o Projeto L~ ranja em Bela Vista. O estímulo à cultura da laranja poderá ser um bom negõcio para os chacareiros do "Nunca-Te-Vi" e outras zonns suburbanas e uma excelente fonte de divisas para o Município. Um projeto idêntico foi iniciado no Município de Sinop, lã no norte de Mato Grosso e o resulta do foi muito bom. Aqui, onde as terras são próprias para o cul tivo da laranja, o projeto deverã avança, muito mais, mesmo porque, estamos muito mais perto das zonas de exportação - que é, nos dias atuais o grande negócio para o citricultores. E um projeto de fácil aplicação. ANUNCIE E VALORIZE O JORNAL DE SOA CIDADE! JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA (Charles Magno Medeiros) As CPis do PC e Vamos pegar oca- do Orçamento, entre so das empreiteiras, outros incontáveis - que pode valer tam - escãndalos que pipo- bém para os fornece cam com irritante.- dores e prestadores frequência, compro - de serviços dos go - vam a promiscuidade vernos. que caracteriza as A corrupção come relações entre as ça já na campanha e empreiteiras e o Po- leitoral, com o fi - der. A Nação já sa - nanciamento de parti be, com relativa pre dos e candidatos. - cisão, os propinodu Um grupo econômi tos e labirintos da co financia um candi corrupção, que tra - dato, com o compro= zem não só um, incal misso de que, elei - culável prejuízo pa= to, ele devolva o fa ra a Nação (chega-se vor, com a concessão a falar em 10 do de obras ou de con - PIB), mas irrepará - tratos de fornecimen veis danos morais to de equipamentos e que corroem o tecido materiais ou presta- social. cão de serviços. O curioso, porém, Sempre foi assim. é que pouca coisa Antes, o financiamen tem sido feita para to de campanhas elei mudar este quadro. torais por pessoas=· Cassações, cadeia, jurídicas era ile sequestro de bens e gal. outras puru.ções para A recente lei e· - os PCs, anões e ou leitora! acabou com tros meliantes serão a hipocrisia e permi benvindos, mas não o tiu às empresas fi = suficiente para uma nanciarem, legalmen faxi~a no nosso cor- te, candidatos e par rompido sistema poli tidos. . - tico. Mesmo porque= Mas a legislação as punições, a tê o mo é manca porque não mento, ameaçam atin- obriga os candidatos gir apenas os corrup e partidos a revela tos. De pouco adian- rema fonte de finan ta encarcerar o Em - ciamento. - presãrio Paulo César .Outra fonte de Farias, se os corruE corrupção é a mania tores continuam lépi que os governos têm dos e faceiros, pron de atrasar o pagamen tos para financiar= to a empreiteiros , novas traquinagens. fornecedores e pres- Como disse, a Na- tadores de serviços. cão já sabe o rotei-. Diante da incerte roda corrupção, mas za de quando recebe= pouco foi feito para rão, empreiteiras em reverter este qua butem nas suas_previ dro. soes as inflaçoes f~ turas, o que eleva a camadas estratosféri casos custos das o= bras. f o t.el fatura mento, que vale tam bém para fornecedo - res e prestadores de serviços. Esta perversão provoca outra modali dade de corrupção. As empresas, via de re gra, são obrigadas a pagar propinas a po líticos, representan tes do governo ou tecnocratas para re ceber o que lhe é de vido pelo Governo. - . Recentemente sur g1u uma boa proposta para acabar com tudo isso. Os governos ao contratar uma 0 bra, pagariam à em preiteira com títu _ los do governo, res (Charles Magno Hedei ros e Jornalista e Professor Universitã rio) gatáveis numa data de tenninada. Vencida a da ta, o banco pag~ ria o título. Caso o governo não tivesse saldo no banco naque ' la data, a institui cão pagaria assim - mesmo à empreiteira, retendo, em contra - partida, os impostos que seriam destina dos á Administração, até o limite do títu lo quitado. f uma i: éia engenhosa que merece ser discutida pelos parlamentares, caso eles tenham, de fato, interesse em a cabar com as maracu taias. Como se vê solu cães não faltam. A carência é de homens bem.intencionados dispostos a implan - tara ética e a mora lidade na vida públi ca. (Agência Plana1to) Prefeitura Municipal de Bela Vista AVISO RESULTADO TOMADA DE PRo ""- NQ 001/94 A Comissão Perma Prefeitura_Municite de Licitação da nica que nao houve v de Bela Vista, co por Tomada de Pr, 'encedor da Licitação e a copra ade , ng o11/94, retere Prefeitura, pelo _u st iveis para esta firmas interessadnao comparecimento de as. Bela Vista, 17 de F evereiro de 1.994 Carlos ALberto Mundier Presidente da C.P.L. I0PNAL, 'TI pJ Informe TF - -------- O 'AMANHÃ,/QUER CONTROLE DA TV HA REVISÃO BINGO BENEFICENTE/AGRADECIMENTO On familiares da : anos do id a,"_ ' pequena Mariolly Espinosa Sanches, de dois " 1ade, vêm de público agradecer de coração à todas as pc:,00.10, r::mpronorio 1 , . ' t», po iticon o comerciantes em geral que cola boraram com o Bingo p ,. · • -- , t:11<.!Llc:cnte rcnlJ.zado co:n o objetivo de Jc vantar rncuroor par · · 1·- 1 A " a o :.;cu tratamento em centros mais especia i- 83· Pequena Marie11y já passou por exames em campo Grande , o. constatado realmunte um problema cerebral irrcveruivel que ti r a parte da m o b 1. lidade d e u m elo:; lacJo:-i ela IT!cn ina e de acordo com rrp~imeiron diagnóntico!J Marielly terá de se submeter a mui ta soterapia e_tratamento durante a vida inteira para evitar rnniorc., complicat;ocn. O Dingo Dcncficcntc (oi realizado no dia 06 de fcvcrolro no Ginásio de' Esportes de noo□a cidade e, mesrno nao tendo todas a cartelas vendidas, arrecadou recurnos □uflci ontcs para o início do tratamento da pequena Mariclly. Oeua lhes pague pela oolaboraçao, sao os desejos de todos os familiares da menina. - - uAAIO PDRIcIr.S _' BRINCADEIRA DE MAU GOSTO Dígna apenas de pessoas e elementos impróprios para o oonví vio cm sociedade, a brincadeira com os balões de água durante o Carnaval, _p~pul~rmcnte conhecida no meio dos adeptos como "guer ra de balao , vem se tornando de péssimo mau gosto e serve até mesmo como um divisor de nível entre as pessoas, pois só mesmo aqueles conhecidos "arruaceiros" se divertem com esse tipo de brincadeira. Para se ter uma idéia do repúdio que merece essa prática, mui tos nao respeitam nem mesmo as senhoras·mais idosas que cruzam pelas ruas próximas aos clubes nos dias de matinês carnavalescos, vimos por duas ou três vezes senhoras serem totalmente molhadas pelos balões atirados por elementos inescrupulosos e mal educa dos, até mesmo dentro do Grêmio Pedro Rufino foram atirados os balões de água, atingindo em uma das janelas duas senhoras que foram levar suas crianças para brincar. Isso não é coisa que se faça. Em Ponta Porã uma menina foi baleada e morta depois de ati rar um balão d'água contra um rapaz que saia do escritório de trabalho e em nossa cidade mesmo vimos por duas vezes pessoas a meaçarem sacar as armas da cintura e gritarem para não atirarem os balões, se insistissem a idéia não sabemos qual seriam as consequências. Será que os "balãozeiros" não acham outra brinca - deira mais decente e dígna para fazerem?? BARRA DO ITà TEM DONO SIM SENHOR!! Entid doe mo±il,z 27 ·nviar 100 mil Ape o pret d • ( [' 1 .:t.•·· Finalmente depois de mais de seis anos, as 45 famílias assen tadas na Barra do Itá, passaram a ser os donos de fato e de di reito do pedaço de chão em que trabalham, progridem e tiram o sustento de suas famílias. Nós que acompanhamos de perto os pri meiros passos do Assentamento e o_sofrimento daquelas familias , pois no início tudo era muito dificil, nao existiam nem estra das sentimo-nos hoje felizes e satisfeitos pela notícia de que os títulos de propriedade definitivos e registrados em Cartório Já está nas mãos dos assentados, este que, a bem da verdade, era um compromisso do Prefeito Abraão Zacarias com as familias da Barra do Itá e que foi cumprido no ultimo dia 11. Com esse docu mento em mãos, a Barra do Itá tem donos sim senhor!! REFORMA DA COBERTURA DO PAÇO MUNICIPAL o secretário Municipal de Administração, Evilásio Nunes de Mi randa em conversa com a reportagem esta semana, informou que a Prefeitura terá de fazer imediatamente a reforma de toda a cober tura do prédio do Paço Municipal, que se encontra totalmente com prometida ameaçando inclusive despencar a qualquer momento. O Ena? Luiz Carlos Cunha Tebichrane já deu inicio aos primeiros le V gt t e parte da cobertura que representava maior perigo an amenos .• - 1 • t d t lh d •• f : tirada Segando Evi.as1o, :o o o e a o e parte do ma- ' aa cerfura do Paco Manieipa! terá de ser substituí- d · ontra-se completamente deteriorado. o, pois enc CÃMlRA INICIA OS TRABALHOS LEGISLATIVOS -. Municipal de Vereadores iniciou nesta quarta feira A Camara • a de 94 b a Presid d V os trabalhos legislativos o ano . , so tenc1a lo e- d bista Fernando de Freitas Elias. A todos os Verea reador peemede ·um bom trabalho em prol da comunidade belavisten dores deseJ~mosue as diferenças político-partidárias sejam dei se, esperando qo que será difícil em um ano eleitoral como este, xadas de la o, m de toda a população belavistense deve estar mas o bem $9"%;_ outros interesses. acima de qua1sq L0DI0 A UM PASSO DE SER O VICE DE WILSON t de campo Grande, Lúdio Martins Coelho, está a O Ex-Prefei ºconfirmado oficialmente como o candidato a Vice um passo de se~ha a encabeçada pelo Senador Wilson Barbosa Mar Governador na __ d~ixou claro que a opcao agora e do ex-Prefeito, tins. Wil7on J~·aat;, a senador ou a vice em sua chapa. cá entre e; o~ ele sai can ~. anca se concretizando, os candidatos do "pacto", nos, c~m essaª-~ decolaram, bem que poderiam desistir de alçar que ate agor~ na m uma derrota vergonhosa nas próximas eleições. võos para evitare COMO FICAM AS BASES MUNICIPAIS? a essa pergunta pode estar no que há tempos o A resposta P~'.:rio vêm afirn,ando, "a política dá tantas voltas diretor deste dia is os adversários de hoje podem estar juntos que amanha. ou dep~ pois é, com a aliança de Wilson e Lúdio, só 1 ues"ll "'' • nl 1 nos pa anq 'd'ia em Bela Vista por exe p o, representa que para se ter um :-te Abraão Zacarias, Marcos Barbosa, Fernando de o PMDB do Prefei ºpTB de Edson Moraes, Garibaldi, etc... e o Freitas, etC-•• 0 s Roney e Geraldo Murano, vão estar defendendo PSDB dos verea~~~~os. só não sei se nos mesmos palanques, mas os mesmos ca n di candidato do "pacto" do Pedro nenhum desses uma coisa é certa, apoiar em Bela Vista!! três partidos deve A wocia,ao "o ? !oson Filho«" enviou d&ncia a cerca 1 27 tizan epar.o to d dos branileiras, cnvid.n todo. c assinarem e Ap 'o Senadores e Deputados a propó: i to da Revisão Constitucional. o A,,e lo e e- i {ca "a onda ava_ ::iuladora cl<' irr-or,1licJ,;,,,,, vulq., • ridade, v iolência que vos tomar. do conta da televisão brasilei ra". E afirma: "a experiência de total liberdade dada às TV: es tá main do que (clta. Triste c pcriência que nos trouxe péssi mos resultados! Fucanou agora , com a 11áxiro urg{!ncia, a expor_!_ ência do equilíbrio entre produ tores e consumidorca de 1n!orn~ cão, com direitos e deveres pa ra todos". Termina pedindo aos Senadores e Deputados que apóiem "clara e categoricamente a Proposta Revi sional Popular, apresentada por O Amanhã de Nossos Filhos, que visa rnforçar e ampliar os arti gos 220 e 221 da Constituiçio". EMENDA POPULAR Aproveitando a oportunidade aberta pela Revisão Cor.stituci~ nal para a apresentação de emen das populares, O Amanhã de Nos sos Filhos apresentou ao Con gresso Revisor, cm 7 de dezem bro de 1993, uma Emenda Popular, com 17.736 assinaturas, pedindo limites para a TV. r + s - + • l?e do dois exm, + ao .adore e De ne - o e preencha a de !..Ít .a ' ± r 1 o s . Mr d e i m S e nador e outro para um Deputado de sua Regiao. "Lembre-e d que vamo ter elei@&e neste no ar.nd8 preocupação dos políticos ó a rg eleição mas para e reelegerem eles depend :, do seu voto. Apro veite sua força enquanto elei tor exija deles a aprovação de nossa Emenda Popular. "F.!3tou ,1ccmoilnh<1ndo ·udo m Brasília. Prometo enviar-lhe in forces seguras sobre quais Senadores e Deputados apolnrarn e quais rejeitaram nossa Fenda. Paulo Henrique cnpcra fazer chegar em Brasília pelo menos 100 mil Pxcmplarcs do Apelo. Na carta ele sugere ao dcstinatá - rio qun peça nain apelos para divulgação entre parentes, ami gos, vizinhos, colegas. E incen tiva: "Seja um ativista da boa causa e inunde as mesas dos Se nadores A doq Deputados de sua Região com o maior número possi vel de Apelos". JORNIL E 'CULTURI ,. $ I !' ~~~- F ' ' 1 "' . "- 1 - ENTRADA: CANTO A família, como vai? Meu irmão venha e responda. Quem per - qunta e o pai, a verdade nao esconda. 1 - vem a Igreja reza e pede um amor que sempre rr.ede, quando é hora de doar? Sufocando o seu desejo, vai vivendo no vare jo, não é t:errplo nem altar? Vai levando a vida em curso, prega dora de discurso, sem combate à opressão? Nada falta, tem de· tudo, tem até coração mudo e jamais reparte pão? Preleitura Municipal de Bela Vista Araão Armoa Zacara, Prefeito Municipal de Bela do de Mato Groo do Sul, uando da atribuções que confrdas e de acordo com o d,posto do Artigo 68 n0 886/90 de 05 de Arl d 1990 e Artgo 43 da Lo, n0 4120/64. DECRETA: ---- ARTIGO 1O ) - Nos termos da Lo, Municipal n9 961/93 de 10 de Ovembro de 1993, fca aberto um Crédito Adconal Suplemen ar - no v.iloz de CR$ 50.000.000,00 ( c ... nqucnta M ... lhõco de Cruxciroa Rea, ) ao Orçamento Programa do Municipxo para 1994, à saber: OJ. 01 - SECRETARIA MUNICIPAL, DE AIMINISTRAÇÃO 0)07021.2.00U - M/NU'l'ENÇÃO DAS /TIVIDADES DA SECRETARIA 3.1.2.0 - MATERIAL DE CONSUMO 3.000.000,00 3.1. J. 2 - OUTROS SF.!WIÇOS E ENCARGOS......... 3. 000. 000, 00 05.01 - SF.CRET/RI/ MUNICIPAL DE SAODE 13750212.0lO - MANUWrENÇÃO DAS ATIVIDADES DA SECRETARIA J,1.2.0 MA'rERI/L DE CONSUMO................ 1.000.000,00 3 .1. 3. 2 - OU'rROS SERVIÇOS E ENCARGOS...... .. . 1. 000. 000, 00 06.01 - SECRETARIA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO SOCIAL 15070212.012 - MANUNTENÇÃO DAS ATIVIDADES DA SECRETARIA 3,1.2.0 - MATERIAL DE CONSUMO................ 1.000.000,00 J.l.J.2 - OUTROS SERVIÇOS E ENCARGOS 1.000.000,00 07,01 - SECRF.TARIA MUNICIPAL CULTURA E DESPORTOS 08421881.00 - CONSTRUÇÃO AMPLIAÇÃO E REFORMA DE UNID. EBCO lares 4.1.1.0 - OBRAS E~INSTALAÇÕES 17.500.000,00 08421882.019 - MANUTENÇÃO DO ENSINO REGULAR 3.1.2.0 - MATERIAL DE CONSUMO................ 5.000.000,00 J.1.3.2 - OUTROS SERVIÇOS E ENCARGOS 5.000.000,00 08.01 - SECRETARIA MUN. VIAÇÃO OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS 10070212.025 - MANUNTENÇÃO DAS ATIVIDADES DA SECRETARIA 3.1.2.0 - MATERIAL DE CONSUMO................ 5.000.000,00 3.1.3.2 - OUTROS SERVIÇOS E ENCARGOS 5.000.000,00 09.01 - ENCARGOS GERAIS DO MUNIC!PIO 03080332.032 - ENCARGOS COM A DIVIDA MUNIC!PAL 4.3.5.1 - AMORTIZAÇÃO DA DIVIDA CONTRATADA ... 1.500.000,00 15844922.030 - CONTRIBU'IÇÃO AO PASEP 3. 2. 8. O - CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO PATRIMONIO. 1. O O O. O O O. O O v,ta, Esta lhe a; 09 da L, - Federal ARTIGO 29 ) - Para cobertura do presente Créd~to Suplementar, fo, cancelada a importância de CR$. 50.000.000,00 ( c ... nquenta M lhões'de Cruze ... ros Rea.s) das ·segu ... ntes Dotações Orçamentar as. 05.01 - SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE 13750212.0lO - MANUTENÇÃO DAS ATIVIDADES DA SECRETARIA 4.1.2.0 - EQUIPAMENTOS E MATERIAL PERMANENTE ... 3.000.000,00 13754281.002 - AQUISIÇÃO DE VE!CULOS 4.1.2.0 - EQUIPAMENTOS E MATERIAL PERMANENTE ... 4.000.000,00 13754281.003 - CONSTRUÇÃO, REFORMAS E AMPLIAÇÃO DE UNIDADES DE SAÚDE 4.1.1. O - OBRAS E INSTALAÇÕES 2.500.000,00 08.01 - SECRETARIA MUN. VIAÇÃO, OBRAS E SERVIÇOS P0BLICOS 10585751.013 - PAVIMENTAÇÃO DREN/GEN E OBRAS COMPLEMENTARES - DE VIAS 4.1.1.0 - OBRAS E INSTALAÇÕES 10.000.000,00 10585751.014 - URBANIZAÇÃO DE VIAS E LOGRADOUROS PÚBLICOS 4. 1. 1. O - OBRAS E INSTALAÇÕES 4. 000. 000, 00 10603251.015 - AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA COLETA DE LIXO 4.1.2.0 - EQUIPAMFTOS E MATERIAL PERMANENTE ... 2.000.000,00 10603252.026 - MANUNTENÇÃO DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA PÚBLICA 3.1.2.0 - MATERIAL DE CONSUMO 1.500.000,00 3.1.3.2 - OUTROS SEVIÇOS E ENCARGOS 4.000.000,00 10603271.016 - AMPLIAÇÃO DA REDE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA 4 .1.1. O - OBRAS E TNSTALAÇÕ!iS 4. 000. 000, 00 10603281.017 - CONSTRU;ÃO DE ÁREAS DE LAZER 4.1.1.0 - OBRAS E.INSTALAÇÕES 3.000.000,00 16885321.021 - CONSTRUÇÃO DO TERMINAL RODOVIÃRIO 4.1.1.0 - OBRAS E INSTALAÇÕES 7.000.000,00 16885341.022 - CONSTRUÇÃO E RESTAURAÇÃO DE ESTRADAS MUNICIPA IS 4. 1. 1. O - OBRAS E INSTALAÇÕES • .' 5. 000. 000, 00 ARTIGO 3 ) - Este Derreto entrará em v gor, na data de sua - publ ... cação, revogadas as d ... spos~cões em contrár ... o. BELA VISTA-MS., 02 DE FEVEREIRO DE 1994 ABRAÃO ARMOA ZACARIAS PREFEITO MUNICIPAL ARROZ SANTA KDSA RENDE MAIS, O SAPOR E ESPECIAL, MUITO MAIS ALIMENTO! 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(ABIM) 150 MIL SOFREM DEPRESSÃO - Segundo a Sociedade de Psiquiatria, 150 mil porto alegrenses, com mais de 15 anos, estão a tingidos pela depressão. Uma das impor tantes causas dessa depressão é a imora lidade. propagada sobretudo pela televi são. Em artigo para a imprensa, o médico e psicólogo Bernardino Mendonça Carleial mostra as consequências negativas das ce nas de erotismo na mente das crianças . Mas contra isso - além da associação O AMA NHI DE NOSSOS FILHOS - , poucos ousam mo bilizar-se. (ABIM) REFORMA DO CÕDIGO PENAL - O Diretor de "O Amanhã de Nossos Filhos" entregou no Ministério da Justiça, em Brasilia, a Primeira parcela de um abaixo-assinado 1 com doze mil assinaturas. A entidade a proveita a reforma do código Penal para Pedir a introdução. no anteprojeto em, elaboração, de um novo ilícito penal Sonstituido pelos "atentados aos valores eticos da pessoa e da familia em progra as de televisão". (ABIM) PRESTIGIO DA NOBREZA - Convidadas pe la famosa empresa de modas Dior, jovens tecém-casadas, perte?1centes à mais alta nobreza da França, desfilaram em Tóquio com seus trajes nupciais. Isso mostra co Ro, apesar de tudo, o prestigio da nobre a européia, sobre tudo a francesa, conti nua grande. Pois se gasta rios de dinhei o para levar ao longínquo Japão jovens ªª nobreza para um desfile. (ABIM) ROCK PREJUDICA OUVIDO E CÉREBRO - O Prof. salomão Chaib, da Faculdade de Me dicina da Universidade de São Paulo, em Ratéria para a imprensa afirma que a mú ~ica estridente e alta - característica 1 ao rock - prejudica o tímpano e o nervo auditivo. E acrescenta: "exerce também Sobre o cérebro efeito tóxico, semelhan-· t: a certas drogas, dirinui a inteligên ia, embota a capacidade de critica e Percepção, criando uma espécie de aneste 1a zental". Mareia O Presidente do Grêmio Marie e Sonia j 1 Pinheiro J. Afonsinho e Lolota (ABIM) ---··- _ ___J Mundier, Martim e esposa, responsáveis pelo bar do Clube e que tiveram muito tra balho nos cinco dias de folia O CONTROLE EXTER E O CISIMENJ Caro leitor, imagine que, por uma des sas surpresas da vida, num determinado mo mento lhe seja pedido para julgar. Sim,juI gar logo de uma vez um conflito em que, de um lado, está o homem mais poderoso do Pa is, e de outro, uma pohre viúva desvalida. O leitor é o árbitro entre os dois. Não lhe seria permitido escapar de fa zero julgamento, que teria de ser rigoro samente imparcial. Entretanto, ser-lhe-ia lícito colocar suas condições. Qualquer pessoa com um mínimo de juizo estipularia uma única condição que resume todas as outras: independência. Ou seja,es tar fora do alcance ds pressões e perse guições do poderoso. Pois, sem garantias, como enfrentar a contigência de ter de con denã-lo? - Pelo contrário, se o leitor, ao mesmo tempo em que o julgasse, devesse passar a depender dele para efeito de honorários , promoção, remoção, punição etc., sP..m dúvi da consideraria sua situação em extremo de licada. E, se pudesse, talvez renunciasse à honra de emitir tão prestigiosa sentença. Com esse exemplo, é possível sentir na própria pele o problema dos juízes. O mais poderoso dos poderosos, o leitor já percebeu, é o Poder Político. Como con trariá-lo sem garantias? Diminuir essas garantias é tornar mais árdua a imparcialidade de quem julga. t torná-lo mais sujeito a pressões, sobretu do por parte do Poder Político. E portanto torná-lo mais falível. Com isso; fica pre judicada a segurança jurídica de todos nés. Ai está, distinto leitor, o mais fundo do problema do controle externo do Judiei~ rio, hoje nas manchetes dos jornais.Querem Leo Daniele criar um órgão político que disponha so bre as verbas, promoções, punições, remo ções, exonerações de magistrados. Se apro vado, esse órgão vai inibir a autonomia dos juízes face ao Poder Político.Não con sidero a Magistratura instituição sem de feitos. Mas como desejar que eles aumen - tem ainda mais, por falta de independência? O Presidente do Tribunal Regional Fede ral, Américo Lacombe. dá um depoimento -= pessoal. Foi ele quem julgou inconstitu - cional o bloqueio de cruzados novos no Plano Collor. "Se eu não fosse vitalício, o que ocorreria depois?", pergunta ele ("O Estado de S.Paulo", 27-6-93). Pergunta cheia de propósito! Representantes do Poder Político fazem questão de proclamar que são favoráveis à independência do Judiciário. Será mesmo? Então, porque ficaram tão furiosos com o caso do IPMF, que o Supremo Tribunal Fede ral impediu que entrasse em vigor no ano passado, por inconstitucionalidade? Faz lembrar a estória daquele pai, que permitia à filha que casasse com qualquer pessoa ... desde que fosse com José! A Ma gistratura também. Deve ter autonomia,mas desde que decida sempre de acordo com o Poder Político. Senão, "controle externo" nela! t preciso preservar, custe o que custar, a idéia de um Poder Judiciário i sento e, a seu modo, majestoso, que paire acima das paixões políticas do momento,as segurando o ,inpério da Lei e a Justica p ra todos. E para isso é preciso rejeitar º controle externo do Judiciário. (Agência Boa Imprensa - ABIM) === ===-=-===-=-==-============-·------=-= -=--=- " rir;mr ... JORNAL, TRIMIJA DA FRONTEIPA- DIÁRIO REGIONAL, t Y ' 10· RC MEC COMEMORI O INIYERSIRIO DO Rf GIMENTO E lOMIOI OE MONTE CISTELO PELIS TROPIS OI FEB tnJor TabalIpa, Sub-Cmt, faz a apresentação da tropa ao Cmt. Tcn. Ccl. Ro dr!gues. O 102 RC Mcc de Dela Vista, sob o Comando do Tenente Coronel de Cava lárta Edson Souza Rodri gucs , rea 11 zou nesta quarta feira, dia 23,uma Solenidade Militar em seu páteo de formaturas, para comemorar o 1559 a nlversário de criaçÃo do Regimento Antonio João e também a tomada de Monte Castelo pelas tropas da Força Expedicionária Br! s1leira - FEB - na segun da Guerra Mundial. O Secretário Munici - pal de Administrncão,Ev! lasio Nunes de Miranda , representou o Prefeito Abraão Zacarias, que não pode comparecer por mot! vo de viagem, estiveram presentes também os ex Pracinhas que integraram a Força Expedicionária Brasileira, Diretoras das Escolas Instituto de Educação, Ester Silva e alunos. d, .,1 l J r4. Ma! qu L b.lia o repúdio a tira nfa, ao etar{ mo e ao desrespeito auto-deter Inação dos povos. !ao fof, pols, um epf6dlo limitado no tempo; cara ter!za, ao cntrir!o, d e d!p dc o do LleIro pra d valores ma!o re da n0sua cIv!l!zio • 0 e plo de MONTE. CASTELO é ot!vo de ed! tacão e contante srímg lo para nós, soldados de hoj, lei{timo herdei - ros daqueles h rols. Que J)O COliANDhJiTJ' gago-.ar.". ele tos o tar, cos tera 1A, desprendimento, os culos da conjuntur segurando as [ a de, a Ceesio, a It dde e a Soberania Pátr!a." Ce Ex Zen!ldo de Lu Ministro de Et.ak dvire" Capitão Reis fez a leitura da Ordem do Dia do Ministro do Exército. O inicio da solenida- [ de Militar foi marcada pela leitura da Ordem do Dia do Ministro do Exér- cito, General Zenildo de Lucena, versando sobre a Tomada de Monte Castelo, transcrita abaixo, na in tegra: "O Exército Bras} leiro comemora nesta da ta mais um aniversário da conquista de MONTE CASTELO, ponto máximo de sua participação na Se gunda Guerra lundial. No exame do conjunto das ações ocorridas du rante aquele conflito que durou quase seis anos e envolveu milhões de combatentes e imensas áreas geográficas - o ataque coordenado levado a efeito pela 1? DIvisão de Infantaria Expedicfo nária em 21 de fevereiro de 1945 poderia parecer um episódio sem o désta- que verdadeiramente merece. O que empresta grande za à operação.- além dã bravura dos "pracinhas" e do discernimento dos chefes - é a energia vi tal, de cunho moral e ético, que movia a Força Expedicionária Brasilei- ra em direção à conquis ta daquele objetivo Mili tar. Nossos combatentes não lutavam apenas para atingir o ponto culrinan te da elevacão, defend- Na sequência da sole nidade Militar em comemo ração ao 1552 Aniversá = rio de criação do Reg! mento Antonio João e da Tomada de Monte Castelo, o Comandante do 102 RC Mec., Tenente Coronel Ed son Souza Rodrigues,usou da palavra, saudou inic! almente os ex-pracinhas da Força Expedicionária Brasileira, a quem reE deu suas homenagens, vo cês são os nossos heróis que foram citados na Or dem do Dia do Excelentís simo Senhor Ministrp d~ Exército, o Regimento An tonio João orgulha-se da presença dos senhores" a firmou o Comandante, que também agradeceu as pre senças do representante do Prefeito e das Diret~ ras de Escolas . ... r da por inimigo experimen tado a aguerrido. Pugna= var pelo fim das discen sÕes entre os homens, do racismo e do totalitaris mo e em favor do bem-es= tarde nossa Nação e da Os ex-Pracinhas foram homenageados na Formatura Militar do 102 RC Hec. Humanidade. MONTE CASTELO foi Comandante do Regimento Antonio João, Te.Cel. Rodrigues, lembrou a histó ria da Unidade Militar sediada em Bela Vista. o me.lhor momento da FEB primeiro combate bem su cedido na batalha dos A peninos e resgate da af vida representada por Transcrevemos abaixo, 112 Íntegra, o pronuncia mento do Tenente Coronel Edson Souza Rodrigues,Co mandante do lOQ RC Mec, que lembrou a história do Regi mento Antonio João e rea firmou o compromisso com a integração dos Milita res junto ao povo bela vistense e de nosso Esta do. - ''O REGillENTCl ANTONIO . JOÃO, o nosso IOg RC Me, comemora nesta data o sai 1552 Aniversário de crl.a eco. A origem de nosso Re gimento remonta à neces sidade e à conveniência da criação de organizaçÕes Militares e à presença de efetivos nas terras d antiga província de Mato Grosso, devido a crescente descoberta de minas de ouro, passou a atrair a cobiça de aven tureiros e a causar des mandas de ordem adminis= trativa. Paralelamente , a presença Militar na Re gião serviria para ini= bir a ação dos espanhÕis, desejosos de refluir o limite territorial bràsi leiro para a 1inha orisi nal do Tratado de Torde silhas. Este per'Íodo que preende o final do lo XVIII é o início com Sécu dÕ Século XIX marca a ori gem remota de nosso Reg! mento, criado pelo Decre to ng 30,de 22 Fev. 1839, com a denominação de Cor pode Cavalaria de Mato Grosso e com sede em Cuiabá. Ao longo de sua hist~ ria a sua designação foi alterada inúmeras vezes, por exigência de modifi cações estruturais havi das no Exercito ou, mais recentemente, por noder nização dos metos de com bate da nossa Ara Ligeira Do mesmo modo, nosso Regimento mudou sua sede por diversas vezes, indo de Cuiabá para Cáceres - em 1847, para Nioaque em 1858, para Miranda em 1903 e, finalmente, che gando em Bela Vista em 10 Dez. 1906. O lOQ Regimento de Ca valaria Mecanizado orgu lha-se de sua galeria de heróis. Já fizeram parte do nosso efetivo persona gens de vulto da histó = ria Militar do Brasil. O Tenente ANTONIO JOÃO RI BEIRO, Patrono do Regi mento, tombou em defesa do solo pátrio nas coli nas da Colônia Militar dos Dourados. PEDRO Jose RUFINO, nosso Comandante à época das lutas pela manutenção da soberania Nacional, está presente em nosso Quartel pols S! us rostos mortais jaze em nosso monumento centrad, Somos, sobretudo, her deiros da mística do guerreiro guaicurús,nat! vo das terras matogros - senses e lutador incansi vel pela liberdade d; seu povo e pela integri dade de seus dom{n1s, Final.mente, o REG!lfi! TO ANTONIO JOÃO reafin:a seu acendrado sentioento de ufanismo em re laç.10 ã sua integração com as c munidades sul-natogros - s enses, em especial a de Bela Vista, cidade que nos acolhe há mais de 87 anos de maneira gentil e cavalheiresca. Soldados do 10g RC Mec: Esta é a histórU do nosso Regimento. Este é o legado que nossos a tepassados nos deixaram. A responsabilidade e anter o noe do RECINEl TO ANTONIO JOÃO no mais alto nível de conceito no seio do Exército e da comunidade, é só nossa e não podeÔos desviar de! sa nobre missão. O coi: promisso de manter, no presente ,a chama que ac_! lentou os heróis dopas sado será,certamente., c_2 brada de todos nós no f;: turoº. EDSON SOUZA RODRIGUES - TEN CEL CAV COMANDANTE DO 102 RC Mec DESFILE DA TROPA. Ao final da Formatura Militar a tropa desfilou em continência ao seu Comandan te, ao som do dobrado "velhos Camaradas" executado pela Banda Musical do 100 ;<(:'. ~~ Importante destacar que a solenidade este va prevista para ser realizada na terça. feira, dia 22, mas devido a forte chuva que caiu sobre a cidade praticamente d rante o dia inteiro, ela foi adiada para quarta feira, dia 23, com isso o General de Brigada Sergio Pedro Coelho Lima,Coma7 dante da 4a Brigada de Cavalaria Mecaniz~ da, que estava em Bela Vista, não pode participar da solenidade devido a compro missos em Dourados., marcados anteriormen te para este dia 23. (Fotos e Reportagens. Ubaldino !ah'.:l.goeSI PREÇO DESTE EXEMPLAR CR$: 300,00 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1464_22_02_1994 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1466_26_02_1994 Voltar para a lista de itens