TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1468_04_03_1994 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1468_04_03_1994Número da edição1468Data de publicação4 de março de 1994Número de páginas8GeoCoordenada -22.115541022017478 , -56.50896642877822 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1468_04_03_1994 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto , D/AR/O REGIONAL CIRCULACAO MELA VI€r A IC 1O C COL l Poro rN [_GUIA tons ELA VISTA/MS ANO: 22 NO: 1.468 04 DE MARÇO DE 1.994 RELIITORIO DO EXECUTIVO MOSTRI a IÇÍÍO IDMINISTRATIYI DE 1993 .,. SEXTA--FEIRA DIRETOR: IVALDO PEREIRA 500,00 I .... 1raão: "Realizamos o que foi possível, embora estejamos conscientes que ainda es ta aguem do que deve ser feito" (, O Samb dos --Vereadores PÁGINA - 07 No último dia 23, quando a Câmara Munl cipal de Vereadores fez a abertura dos trabalhos Legislati vos de 1.994, o Pre feito Municipal A braão Armoa Zacarias apresentou juntamen te com sua Mensagem àquela Casa de Leis, ' um relatório de tra- VIVENDO E PRENDE PRESIDENTE OI IICDDEM O Presidente da A cademia Sul-Matogros sense de Letras, El pídio Reis, elogiou o livro Vivendo e A prendendo do Jorna - lista Ivaldo Pereira. Os três livros lançados pelo autor na região, Nas Matas do perdido, Pedras - que Rolam e Vivendo e Aprendendo obtive ram sucesso, com a colaboração dos Pre feitos Abraão Zaca - rias (Bela vista) , José Pires (Jardim), Medid! Provisória Entra em Vigor. PÃGINAS 03 e 04 Principais pontos do Plano Econômico INDENIZAÇÃO lDICION/L PJRJ TRABALHADORES DEMITIDOS SEM JUSTA CAUSA É A SURPRESA PAGINAS - 05 e 06 100 REGIMENTO DE CAVALARIA MECANIZADA (Cia. Cav. L.1839 - Regimento A. João) Nota para a Imprensa o comandante do 10O Regimento de Cava laria Mecanizado, tem a honra de convi - dar a comunidade belavistense_para assis tira formatura de Incorporaçao dos Re - crutas do ano de 1.994, a realizar-se no próximo dia 07 de Março de 1.994, as 09:00 horas no Pátio de Formatura do Re gimento Antonio João. EDSON SOUZA RODRIGUES - TEN CEL CAV comandante do 100 RC MEC --- ... 1 .. • • -:: . 1 Sindicato Rural de Caracol Informa: • 57· Leilão Caracorte balho contemplando - as realizações de sua Administração du rante 1993, primeiro ano de seu mandato. No Relatório do E xecutivo Municipal - estão registradas as principais realiza - ções levadas a efei to no ano passado , onde o Prefeito faz Luiz Carlos de Abreu (Porto Murtinho) e Juvino Godoy (Cara - cal), mais de 3 mil exemplares foram ven didos. - A segunda edição de Pedras que Rolam está sendo impressa e será colocada à venda nas livrarias de Campo Grande. O Escritor, Jorna lista e Advogado EI pidio Reis, enviou à Redação do Jornal Tribuna da Frontei ra, carta parabeni - uma verdadeira pres tacão de contas ao Legislativo e à comu nidade belavistense, pois em seu relatá - rio sao descritas as ações empreendidas - nos diversos setores da Adminis ração Mu nicipal ao longo de 93. "Realizamos o que foi possív l embora estejamos - conscientes que ain da está aquém do que deve ser fei to" ressalta a Mensagem do Prefei to encaminhada a Câmara Municipal. Veja as rcnlizacõcn do Ex cutivo Munici pal na:; Páginas 07/08 o - QUARTA-FEIRA REALIZAÇÃO: Sindicato Rural de Caracol e Porteira Leilões Rurais PARTICIPE CARACOL ESPERA POR VOCE!! V_EFACA _BONS NEGOCIOS! DIA: 09/03/94 HORAS: 20:00 MS Cria a primeira Defensoria Pública das Vítimas da Violê cia Foi instalada es ta semana, em Campo Grande, a prímeira Defensoria Pública - das Vítimas da Via - lência criada no Bra sil. A medida ínédita foi anunciada pelo Procurador-Geral da Defensoria Pública , D EINd , EXPOSS/M Prestigiem o maior evento da fronteira! Ocollzcçõo: • ..,_ . .. . . . . _ . ACENDA_DE LEILOES ··.c - º 51 º 3194 06/03/94 09/03/94 1 '-' - ·Sábado• 20 horas • Domingo. 20 h~ras . Q:u.rta-Fei.,a. zo horas / ~ 2' W;~ Cd,m~• ~, z, i..i [i f;ti issg=::r±! 5lt:±t- ; - ta. à. btatri ±!s; nas e limes Melra (chr e!ie: Gzz Sr± LEILª - ES ,ar,ub,retrloteo;,r,'..,). h:ui:~ro';.J. IM:tb,l'.m-.:; FURA5 IH,,, , "" vs nuns, G 10/03/94 11/03/94 ·r6 ds ««ades ·itaFein-2hras ·Srt2Feira.2}Eras Contato pelos tone±: 4216765 (Dourados) 431-1320 (Ponta Pori) zando o autor. Eis a íntegra: Senhor Escritor, Li seu livro VI - VENDO E APRENDENDO. Gostei. E muito. O volume já está in cluído na ESTANTE MA TO GROSSO DO SUL da Academia Sul-Mato grossense de Letras. Peco-lhe, se possí - vel, remeter-nos ou tros livros de sua - autoria, já que a es tante citada se pro= põe a possuir todos os livros escritos - Benedito Odacir de Rezende, como instru mento judicial e ex= trajudicial de aten dimento às famílias cm ou sobre Mato Grosso do Sul. Quando vier a Cam po Grande, venha to= mar um cafezinho co nosco aqui na Acade mia. Temos, certamen te, muito o que con versar . Com meu abraco Elpídio Reis Presidente da Acade mia Sul-Matogrossen se de Letras. carentes e sem recur SOS para garantir a rápida tranitação de processos criminais. PÃGINA - 08 PÁGINA - 02 13/03/94 forme ____________ unAr or, J F Nos últimos dias que antecederam o lançamento do novo plano econ Ic _ llinl1,1ro l<r11111rlo lil'nrlque Cnrrloso,vcrJfl<:ou- e, mals uma vez, a remarco ao{ abus!va de preços, principalmente dos gêneros alfrentfclos e de prfeIr [ necesldade, Exemplos desse verdadeiro assalto contra os bolsos dos co! ui r1lclnrc, :;nn r-lO&Lr,1dn1 Lodori O!l dJ115 p<•los 110Llcl1Ír!o,; d, ICl(•Jl <lU f:, t Ú'.l! o País, exitem casos em que os produtos, dentro de un t t' ,, subir"' -, té 6007, prova disso está no feijão, que de uma hora para outra defxou cl<: er comida popular pulando para o status de produto nobre·, po!fo eh 300,00 (Lre,cnL<J6 rruzl•lros renlB) no início de [uvcrclro &LU preço paqsou n l!'ui!li de 2.000,00 (dolh mll cruzeiros) o qu!lo, em menos de rrinto di11 1 ,, lstlo tem nome ,chama-e roubo e constitui crime contro a economia popular. Oi culpa dos, que fique bem claro, na maioria das vezes não são os supermercaditas, est s apenas repassam os preços poro o consumidor (é lógico que também tI ram o seu), mas quem está ganhando multo <linheiro na custos do pobr, povo brasileiro sio os grandes oligopólios e as empresas distribuidoras desses - produtos. O Governo precisa pôr a Polfcfa no combate à essa explornçno cri mi nosu. CONSELIIO AOS CONSUMlDORES Como sabemos, a lei da oferta e da procura tem o poder de rcgulnrizar e at~ de buixnr o preço das mercadorias, por isso todos os entendidos cm LCO n;mln estio nconsclhando nos consumidores brasileiros que nio comprem os produtos e mercadorias que estão com seus precas muito acimn da m~dlu! op- 1 tem por outru mercadoria mais barato e que substituo nquela que esta mui to cura, diminuam o consumo, enfim, existem diversos alternativas e, com 1s so, estarão (orçando a quedo dos preços, pois para o comerciante ficar com os seus produtos encalhados na prateleira é o pior neg6cio. O melhor agora é não se apressar e esperar para ver como o plano do Ministro Fernado Hen riquc serú assimilado pelo mercado brasileiro, a Única coisa certa é que a queda no consumo automaticamente provocará também a quedo dos preços e o - aumento do poder aquisitivo dos brasileiros e brasileiras.Quem viver verá! CLÁSSICOS PARA NINGUÊM BOTAR DEFEITO No Último final de semana o futebol brasileiro reviveu seus grandes no mentos, dois clássicos, um paulista e um carioca, levaram mais de duzentas mil pessoas aos estádios do Morumbi e Maracanã, para se ter uma idéia isso - representa nada menos que dez vezes d população total de Bela Vista dentro dos dois estâdios. No Morumbi, o favo rito e todo poderoso PAR!ALAT/PALMEI RAS não suportou o garra, a força e a determinação do time siio Paulino do Professor Telê Santana e perdeu por dois a um, para tristeza e decepção dos seus cntusi::ismados e fanáticos torcedores, a exemplo dos nossos nmigos Gil do Pereira, Gilnon, Jib6ia e Henrique Escobar, entre outros. Ja o Flnmengo teve pela frente seu orqui-inimigo Vasco da Gama, no Mara canà quase lotado, não fosse a desastrada arbitragem, que deixou de narcar pelo menos dois pennltis, um para cada lado, esta teria sido a mais bela - artida de (utcboldüs Últimos tempos, muita habilidade e categoria desfila ram no gramado, o endiabrado Dener logo cedo começou a descontrolar a defe so flamenguista, os zagueiros Rogério e Gelson, sem outra opçio, começaram distribuir pontapés nos atacantes vascaínos, ainda no primeiro tempo Gel son agrediu Dcner e os dois foram expulsos, em mais um erro do péssimo árhl tro, pois apenas o zagueiro do Flamengo havia cometido a agressão. as 'asco, que largou no frente, tinha também um matador de nome 'aldir, e ele Jccidiu o jogo fazendo dois belíssimos gols na vit6ria vascaína de três" - un. Saudações crusmaltinas ao Gloucy, Job, Tita, Rudel, etc ... TORNEIO INlCIO DO BELAVISTÀ0/94 Casa de Carne Sadia (',, r d, a{no, Bovino, no, qu ijo , f) , !l0', i1'0 mi , et ( uI- Atendi1 "Not 10" (' o., 1 r e<> .o c,,nv: J ti o,. nto 1 PUA LUIZ Dl COS'rt j_. . r L (067) 255 l 75 l (;' 1" ) M! FONE: - ARROZ SANTA ROSA ,,. QUAL,IDADE - A DONA DE CASA JÁ COMPROVOU, illROZ S/1 TA HOSI RLNDE MlI3, O SAAOR J!! P.SPIXIiL, MUITO MAIS /LIM[:N'l'Ol Atacado e Varejo Compre hoje, e use Sempre 'o Melhor * Mauro Eduardo Oearari * Rua Tuiuty, 50 FONF.: (067) 251 - 1291 Jardim MS Arroz, um alimento saudável * ARROZ SANTA POSA, MUITO MAIS ALIMENTO! No Último domingo, dia 27, a Liga Esportiva Belavistense promoveu o tor- 1-,e.lo inicio do Belavistão 94, os jogos foram iniciados pela manha e erans corre= durante o dia inteiro, o Tigrão do Fronteira, 60 Esporte Clube, fi cou com o título de campeão do torneio e levou mais um troféu para a sua gn leria, demonstrando que é noyamente uma das grandes forças e c3~didatíssimo ao título do Belavistão este ano. Os jogos do campeonato serio realizados - aos ó:xningos e a primeiro rodada jâ está marcada para o próximo final de se r.13110, dia 06, esperamos que também ~ste ano a torcida belavistense presti gie o futebol de nossa cidade. POLÍTICA É MESMO A ARTE DO INTENIENTO Por se tratar de um ano político, onde teremos eleições para deputados - estaduais, federais, senadores, Governadores e para Presidente da República n.dtos políticos estarão defendendo com unhas e dentes seus candidatos, mas en B,eln Visto um fato raro poderâ vir a a~ontecer graças nos entendimentos entre os dois maiores líderes da política estadual, Wilson Barbosa Martins e LÜdi.o Coelho. Como já afirmamos anteriormente, o PDB de Abra:io Zacarias, e PSDB dos Vereadores Roney e Geraldo Nurano e até o PTB do ex-prefeito Ed son Moracs poderio apoiar os mesmos candidatos ao Governo, isto porque o - candidato do "Pedrão" parece que não vai encontrar ninguém para apoi:Í-lo por estas bandas. Isso é l'-,ra os hcmms do Governo aprenderem a serem comp~ nheiros e deixarem de ficar alisando ndvemârios, Pedrossian aprendeu a li ção depois do "Chapéu" que tomou do Prefeito Juvêncio Cesar da Fonseca, que l.1 hora certa jogou água fria na fogueira do "pacto político" . Bem feito. PERGUNTINHA DO DIA Gostaríamos de saber por onde anda aquele articulista que usando as págl nas de um jornal da capital, falava cobras e lagartos do Senador Wilson - &rbosa ~brt.!.ns e tecia os maiores elogios ao ex-.COnsclheiro João Leite Sc.'tlmidt, só f:iltando dizer que ele era um "santo" . Parece que depois das deslavadas mentiras do nobre coleguinha terem ido por água abaixo, ele de cidiu tomar um chá de sumiço, mas quem conhece a peça sobe que mais cedo~ ou cais tarde ele reaparece e, não será surpresa para ninguém, se volt.ar mais npaúo.mado do que nunca pelo Senncor Wilson Martins. "Picareta" é assim mes ttol ! REFORMA DO PRÉDIO DO 22 PELTO P Jn que pelo jeito não adianta mesmo ficar esperando a boa vontade dos Õrgnos governamentais paro que a promessa de reforma do prédio do 2g Pelo tão PM de Bela Vista seja cumprido, o jeito vai ser encontrar umo solução por aqui mesmo e, segundo informações celhidas pelo I~FO~~E TF, entidades e clubes de serviço de nossa cidade j:Í estão se movicentando pnra, juntn r.:entc co::1 a Prefeitura Municipal, executarem a tão nccessilria reformn., o que virá a oferecer uoa melhor comodidade e consequent.emente cclhores con rliçÕes de trobolho poro o Polícin Militar de Bela Vista. Scgunào 3S i~forr.,.JçÕcs que recebemos, os priociros levantamentos, co co os custos da obro e a relação dos materiais necessarios, já foram fei tos por um Engenheiro, os envolvidos nessa importante iniciativa estão a ora tentando viabilizar os recursos necessários. Vai (lcar para o Gover no do Est:ido cu:r.prir a processa de uma viatura nova, feita ano passado! l TUBON FAFICA DE TUBOS LTDA 'l'UBOS OE CONCRETO, CTBROCOS, LAJOTXO, PALANQUES, MUROS lRTEFATOS DE CIENTOS EM GERAL * lT!:'uF. PF.DIDOS DE PREFEITUR.S* E RUA GAL. RONDON, 215 - FO'E: (067) BONITO - l".S 255-1202 p ----------------~ 1 i ribuna da Fronteira 1 DIÁRIO REGIO!iAL 1 * FUNDADO EM 20/02/1972 !oiretor-Reàator Ch~fe: Ivalào Pereira Diretora Adm: Maria E. V. PEREIRA !secretário de Redação: Ubalàino Rodri- , gues Reportagens: João Carlos Velasques, An ldre Ãvalo, Firmino àe Barros. 1 ' - Redacao, Departamento Comercial e Parque Gráfico Avenida Tribuna da Fronteira - 564 - Caixa Postal - 23 - Fone - (067) _ 439-1410 - Bela Vista - MS. SUCURSAIS - Jardt, Perto Murtinhs, Antonio João, Do- nito, Caracol, Caro Crande e Correspondem te rasIlia e São Paulo. - Propriedade da Rede Belavistense de Jornais L7D! cr.c - MF 15.51.3.ZOJ/ooo.l-')0 O Jorna! não se responsabiliza pelos artigos assinados e origem de!n! a. ou I* EXEMPLAR..................... soo 00 NOMERO ATRASADO.....-----.-.. 7003 ASSINATURA SEMESTRAL 45.ooo'oo i* ASSINATURA ANUAL •••.......... 90.000:oo * FILIADO A AOJORI E ABRAJORI PR.EC2 A SANTA CLARA! Pela interesso de Santa Clara ó Senhor todo podero so me abençoe e pr teJa volcc para mim O Seus olhos nisa ricordiosos e r.~ dê a paz e tranqui lidade derrane so · bre mim as su co P1osas graças de pois dessa vida me aceite no cu e conpanhia àe Santa Clara e de todos s Sntos em nome do Pai, do Filho, do Espírito santa a - neo. Fazer os pedi dosª Santa Clara um do negócio e 2 impossíveis, rezar durante 9 dias 9 Ave-'1 • ' 1 ,arias com 1 ve ª i:1ccsc, dej xar queimar no nono dia, mesmo sem fé seu ~edido será atendi- o. Mande publicar no 9o dia. L.J.✓ • t a t JORNAL, TRIBUNA DA FRONTEIRA • l .P. MA Medida Provisória entra em Dispõe sobre o Prol,ra tis ao disposto no caput It!do e t!pular cliuu- Sf te ma da E itabflfzaço Feo- dente artigo, la de reajuut de valo aço nom!ca, o Sistema Monetá 4 22 A perda de podur r+s por Indice de preço (SFH e 5)S); r1o Nacional, Ins Ituf qufsftfvo do cruzeiro ou or fndce que refl!- IV - a opruçoes de Un'dad Real de Valor(uV) real, em relação a URV, ta a variação ponderada crédito rural, destinada e drÍ outras provfdnc1as, poderá ser usada co o {n dos custos dos Insumos a custeio e 1,ve tJ. o. O Presfdent da Repi- dice de correção montá-- utilizados, desde que qualquer que seja a sua bllrn, no uso dn ntrlbul rin. nun p1•rlodtcidad ,;ejo fonte; io que lhe confere o $ 32 0 Poder Eecut!- anual. - as operações de art.62 da ConstItufçio, vo publicará a mtodolo 12- f nula de pl- arrendamento mercantil; dota a seguinte Medida 1a adotada para o cálcu no direito e não surt!ri VI - as operações pra Prov1e6rln, com forca de lo dn par1dndc diária e; nenhum e[elto cliusula tlcado9 pelo tscr de lc•t: rrc o cruzctro renl e a de reajuste de valores si;guro&, prcv1dênc:L, prl Are. I~ Vlcu .Instituí- URV. cujn perlod1cidodc !l ja vedo e copitaliz.1ciio: - da a Untdade Real de Va Art.5g 0 valor do til/, inferior a um ano. VII - as operacÔ<'& do lor(UitV), doLoda de cur: em cruzeiros reais, será $ 22- 0 disposto ne fundos, públicos e priv.!!_ so legal para ucrvtr n utllizndo pelo Banco Cen te artigo nio se apl!ca dos, qualquer que seja cxcl111;tvnmcntc como pn trnl do Brasil como par aos contratos e opero sua origem ou sua d.st! drão de valor monetárlo, metro básico para negocia referidos no Art.I6 des- naçao; de acordo com o disposto cio com moeda estrangeira. ta Medida Provieóri11. Vlll - os t!tulos e valo ncsrn Mcdtdn ProvlAÓrin. Pnrãgrnfo único.O Con Art.12 - E nula de rcs mobiliários e quotas 10 A URV, juntnmen- nclho Honcuirio Nacionnl pleno direito e niio sur dos fundos oütuos; te com o cruzeiro reol , disciplinará o disposto tirá nenhum efeito, nos IX - as operacôea nos Integra o Sistema Moneti neste artigo. contratos a que se rcfc- mercados de liquidaçio rio Nocional, conctnuo,~ Art.62 E nulo de ple re o nrtlgo anterior, a futura. do 'o cruzctro real o ser no direito a contratnçnÕ cstipulnçiio de cláusula Parágrafo Üntco.Obser uti llzoclo como meio de de reajuste vinculado a de revisão contratual vads as diretrizes esta pagamento dotado de po- vnrinc;ão cambial, exceto com periodicidade infe- b lccidae pelo Prestden der liberatório, de con quando expressamente ou- rior num ano. te dn RepÜblica, o Minis form1dadc com o dispostÕ torizodo por Lei Federal. Are. 13 - O disposto tro da Fazenda, o Conse no art.)9. Art.79 Os valores das nos orts.11 e ~2 aplic~- lho Monetário Nocional , $ 29 A URV, no dia 1~ obrignc;Ões pecunúÍrias de se igualmente a execuc;ao o Conselho de Gestão da de março de 1994, corres qualquer natureza, a par e aos efeitos dos contra Previdência Cocplementar ponde o CR$ 657,50 (sels tir de 1g de marco de tos celebrados anterior: e o Conselho Nacional de centos e cinquenta e se- 1994, inclusive, e desde mente à publicac;ão desta Seguros Privados, dentro te cruzeiros reais e cin que haja prévio acordo Medida Provisória e que de suas respectivas com qucnta centavos). entre as partes, poderão venham a ser convertidos petências, poderão regu Art.:!2 A URV será do ser convertidos em URV , a URV. lar o disposto neste ar: tadn de poder liberató- ressalvado o disposto no Art.I4 - Nas licita tigo, inclusive em relo rio n partir de sua emi~ art.16. c;Ões em andamento, a au- cão à utilizacão do URV são como moeda divisório Parágrafo Ünico. As toridade pública adotará antes da emissão do REAL, pelo Banco Central do obrigações que não foram providências para que o nos casos que especific~ Brasil, quando passará n convertida na forma do contrato a ser firmado rem. denominar-se REAL. caput deste artigo,a par obedeça o disposto nos Art.17 O salário m!ni ~ [g As importâncias tir da dato da emissão- artigos li e 12, podendo mo será convertido em cm dinheiro, expressas do REAL prevista no art. o contrato ser firmado URV em 1~ de março de em REAL, serão grafadas 32 serão obrigatoriamen- em Cruzeiros Reais, des 1994. precedidas do símbolo R$. te convertidas em REAL de que haja previsão de I - dividindo-se o va $ 29 A centésima par- preservado o seu equil{- adiantamento contratual lor nominal, vigente em te do REAL, denominada brio econômico e íinan paro adequação às dispo- c2da um dos quatro meses certavo, sera escrito ceiro, de acordo com cri siçÔes desta Medido Pr~ i~cdiatamente anteriores soba forma decimal, pre tér1os estabelecidos em visória, observado o dis à conversão pelo valor cedida do vírgula que lei. posto no parágrafo 19 dÕ em cruzeiros reais do ne!UC a unidade. Art .89 - Até a emis Art.15. equivalente cm URV do Úl são do REAL, será obriga Art.15 - Os órgãos e timo dia do mês de comp! tória a expressão deva= entidades da administra- tência, de acordo com lores em cruzeiro real , cão público Federal dire Arexo I desta Medida Pro facultada a concomitante tn, os fundos especiais-;- visÓria; e expressão em URV, ressa_! as autarquias, inclusive II - extraindo-se a mé vado o disposto ro art: .)3: as especiais, as funda dia aritmética dos valo- I - nos preços públi- çÕes públicas, as empre- res resultantes do inci cose tarifas dos servi sas públicas, as socieda so anterior. ços públicos; desde economia mista e Parágrafo Ünico. Da II - nas etiquetas e demais entidades contro- aplicação do disposto tabelas de preços; ladas direto ou indireta neste artigo não poderá III - em qualquer outra mente pela União proporaÕ resultar pagamento desa referência a preços nas às partes interessadas , lrio inferior ao efeti atividades econômicas em dentro do prazo de trin- vamente pago ou devido , geral, exceto cm contra- ta dias, contados a pa~ relativamente ao mês de tos, nos termos dos ares. tir da publicação desta fevereiro de 1994, em 72 e 102; Medida Provisória, a con cruzeiros reais, de acor IV - nas notas e reci versao cm URV dos valores do com o artigo 72, inci bos de compra e venda e dos controles vigentes , se VI, da Constituição.- prestação de serviços; observado o disposto nos Art.18 Os salários dos V -- nas notas fiscais, artigos 11, 12 e 16. trabalhadores em geral faturas e duplicatas. § 12 - O Poder Execu- serão convertidos em l:RV $ 1g- Os cheques, ng tivo f1xará os cennos e n~ dia LQ de março de tas promissórias, letras condições a serem obser- 1994, de acordo com as de câmbio e demais títu- vados na proposta a que disposições abaixo: los de crédito e ordens se refere o caput deste I - dividindo-se ova de pagamento, continiarão artigo, vedada a altera- lor nominal vigente em a ser expressos exclusi- ção da periodicidade dos cda un dos quatro meses vamente em cruzeiros reais, pagamentos. imediatamente anteriores até a emissão do REAL § 22 - Os Estados, o à conversão, pelo valor ressalvado o disposto no Distrito Federal e os Mu em cruzeiros reais do art.16 desta Medida Pro- nicípios, bem como os equivalente em URV, na visÓria. respectivos Órgãos, enti data do efetivo pagamen- $ 2g - 0 Ministro da dades e empresas a eles- to, de acordo com o Ane- Fazenda poderá dispensar subordinados, ou por xo I desta Medida Provi a obrigatoriedade previs eles controlados, inte sória; ·e ta no caput deste artigo~ grantes da administraçãÕ I - extraindo-se a é Art.9g - Até a =issão pública direta ou indire dia aritmética dos valo= do REAL, é vedado o uso ta, deverão observar, nÕ res resultantes do inci da URV nos orçamentos P& que couber, o disposto so anterior. blicos. neste artigo e no Art.14 § 12 Seo prejuízo do Art. 102 - Os valores desta ~Wú!a Provisória. direito do trabalhador à Art. 4 g O Banco Central das obrigações pecuniá Art.16 - Continuam ex respectiva percepção,não - i "º rias de qualquer nature- pressos em Cruzeiros p.. serão coputados para do Brasil, ate a em ss~ •~ do REAL, fixará a parid~ za contraídas o partir atê a emissão do REAL fins do disposto nos In- de diária entre O cruzel de 15 de arco de 1994 , e regidos pela legisla - cises I e II do caput ro real e a URV, tomando inclusive, para serem ção específica: deste artigo: d O cumpridas ou liquidadas I - as operações ati a) o décil::o terceiro P or base a perda O P - - d •ei com prazo superior a vas e passivas realiza Sêlário ou gratificn~;o der aquisitivo lo cruz.- - "- trinta dias, serao obri- das no mercado finnncei:. equivalente; ro real. • § JQ O Banco Central gatoriamente expressos ro, por instituicoes fi b) as parcelas de na- • era em Ul!.V, observado o dis- nanceiras e entidades au tureza não habitual; do Brasil podera con u- ·· ·a· ·- ca- independcncco:mre de posto nos arts. 82, 18 e carizadas o funcionar pe c) 0 abono de férias. ·' • • i 1ns 2 L. lo Banco Central do Bra= d) as parcelas percen p::.:cesso licitator o, d titucos de pesquisa e Art .11 - Nos con=tos sil; tua is incidentes sobre Õ reconhecida celebrados em URV, a por II - os depósitos de salário auxiliá- tir de 1g de março de pouponcn; e) as parcelas reune reputação, para i - - nen 1994, inclus ve, e per- III - as operacoes do ratórias decorrentes d-e 1o e cálculos pertn-: Art.32 Por ocasião da primeiro emissão do RF.AL tratada no caput do art. 22, o cruzeiro real não mais integrará 'o Sistema Monetário Nacional, dei xando de ter curso legal e poder liberatório. § IÇO Poder Executi vo, no prazo máximo de 360 dias a contar da P! blicac;r.o desta !edid:1 Provisória, determinará a data da primeira emis sao do REAL. ., $ 2g A partir da pr! meira emissão do REAL as acuais cédulas e moe das representativos ~o cruzeiro real contimuarao em circulação como meios de pagamento atê que se jan substituídas pela no va moeda no meio circ~ lante, observada a pari dade entre o cruzeiro r! nl e O REAL fixada pelo Banco Central do Brasil naquela data. s 3 g 0 Banco central do Brasil disciplinars a formo, prazo e condic;oes de substituição prevista no Parásrnfo anterior, ta ja buse d este per- c 1 fer!das na al do pari,r. fo rio aplicadas • w lá p r ln r r!das na alInea "e" do $ Ig erão apura4as de acordo com a nores aplicávefs e convertida mensal:ente LRV pelo valor desta data de paa mento. 5 4g Para os trabalha dores que receberam ante cfpaçio de parte do salá rio, à cxcessão de fêrJ: os e décimo-terceiro sn 1ir'o, cada parcel será computnên na data de neu f •tivo pagonento. $ 59 Para os trabalha dores contratados há me nos de quatro ceses da data da conversão, a ~e d1a de que trata este ar tigo será feita de modo a ser observado o salá rio atribuído ao cargÕ ou emprego ocupado pelo trabalha dor na empresa , inclusive nos meses ante riores a contratação. - § 69 Na lmpossibilida de de aplicação do dispÕ to no parágrafo anterior;- a média de que trata es te artigo levará e con ta apenas os salários re ferentes aos meses a por tir da contrataçio. - § 72 Nas empresas on de houver plano de cor gos e salários,as regras de conversão constantes deste artigo, no que cou ber, serão aplicadas ao salário do cargo. § 82 Da aplicação do disposto neste art:igo não poderá resultar pagamen to de salário inferior ao efetivamente pago ou devido, relativamente ao mês de fevereiro de 1994, em cruzeiros reais, de acordo com o art.7, 1n cisa VI, da ConstiruiC20. § 99 Convertido o sa lar1o e URV, na fora deste artigo, perderão eficácia as clã~ que assegurem correçao ou reajuste com prazo infe rior a doze meses. Are. 19 - Os benefÍclos mantidos pela Previdên - eia Social serão conver tidos em URV e 1g d março de 1994; I - dividindo-se ova lar nominal, vigente eo cada um dos quatro meses imediataoente anteriores à conversão, pelo valor em Cruzeiros Reais do equivalente em URV do Úl ti1:lo dia do cês de coope tência, de acordo com Õ anexo I desta Medida Pro visória; e - II - extreindo-se a mê dia aritmética dos valo= res resultantes do inci so anterior. S 1g - Os valores ex pressos em cruzeiros nas Leis ng 8. 212 e g 8.213, ambas de 24 de julho de 1991, com os reajustes posteriores, serão con vertidos em URV, a pa.'"dr de 1g de corco, nos ter os dos incisos I e II do caput deste artigo. § 22 - Os benefícios de que trata o caput des te artigo, co data de início posterior a 30 de novebro de 1993, serao convertidos e URV e I? de oarço de 1994, manten do-se constante a rela cão verHicada entre Õ seu vnlor no mês de co petência de fevereiro de 1994 e o teto do salário de contribuição, de que $ 4! - A cntrfbuf coes para a Seguridade Social, de que trat o artIgs 20, 2l, e 24 da Le! n! 8.212 de 1991, ra calculado e V e convertidos e fir n " termos do art! o 53 da Lef ng 8.38), d 30 de dezembro de 1991, ou em Cruzeiros Reais da data do recolhimento, LO'O i~ so ocorra antes do prl meiro dLa it!l do mes subsequente ao de compe tência. $ 5g - Os valores das parcelas referentes a b neffcfos pagos com atra so peln PreviJincia Soei ol, por suo respon,nbill dade no nrtlgo 41, pará grafo 7g, da Lei 8.21) , de 1991, com os altero çÕes da Lei 8.542, de 1992, atê o mês de feve reiro de 1994, converti dos em URV pelo valor em Cruzeiros Reais do equi valente em URV no dia 28 de fevereiro de 1994. Art.29 - Kos cios concedidos com base na Lei 8.21) de [991,com data de início a partir de 1g de março de 1994 , o salário-de - benefício será calculado nos ter mos do artigo 29 da refc rida Lei, tornando-se os salários-de-contribuição expressos ec, URV. § Cnico - P,u;:i os fin.s do disposto neste artigo, os salários de co,rribui cão corrigidos on arfá rente até o rês de teve reiro de 1994 ?elos Índi ces previstos no artigÕ 31 da Lei 8.213, de 199!, coo as alterações e UKV pelo valor em Cruzeiros Reais do equivalente em URV de 28 de fevereiro de 1994. Art.2I - Os valores das tabelas de venci:nen tos, soldos e salários e das tebelas de funçéie, de confiança e gratifica çÔes dos servidores c1: vis Militares serão ccn vertidos ez URV em pri melro de março de 1994. I - dividindo-se ova lor nominal, vigente e= cada ur dos quatro eses irediataente anteriores à conversão, pelo valor e cruzeiros reais do equivalente e~ URV do Úl ti.oo dia do c,ês de co::pe tência, de acordo cor:, Õ anexo I desta Medida Pro benef! visória; e II - extraindo-se a é dia dos valores resultan tes do inciso anterior.- Ig --0 abono espec! ala que se refere a e dida Provisória ~Q 433 , de 26 de fevereiro de 1994, será pago em cru zeiros reais e integrará, em fevereiro de 94,0 cál culo da êdia de que trã ta este artigo. - 5 2g - Da aplicação do disposto neste artigo, não poderá resultar opa ga.::ento de vencIDento : soldo, ou salário in:eri or ao efetivamente pago ou devido, relativa::ente ao mês de fevereiro de 1994, e cruzeiros reais, em obediência ao exposto nos artigos 37, inciso XV, e r.o 95, inciso III, da Constituicào. (Cetinua na Fig±na-0 ) . )() /1, 4 Medida Provisória entra em vigor - 0 dfpo to 4os f l II pl!a - a1árlo f I1ta vantagens pesoals no nln I Ili, Jtl, Ili lfir ,d de valor crto e deter- Inado, percebidas pelos nervfdores , <j1ll' niio ,,íiu calculada com base no vencimento, soldo ou a- 1,ir lo. $ 40 - As vantagens , , wuneratórfas que te nham por base estímulo k produtfvfdade e ao desem p1.11ho, Jldí(llh confonnc rItrfos específicos de apuração e cálculo esta belecldo em legislação espee[fica, terão seus valores em cruzeiros real s conv<'rt !don ém lll!V o cn da mês com base no vnlor ,•m lllV do d ln do paamen LO, $ 59 - 0 disposto te nrtigo nplicn-He ;;ervldorcu ele todns nes nos II - a d1f rena atr o valor, em cruzelrs r afs, recebido na for do Inciso nt rfor o valor, em cruzelr r Is, a ter p4os no ermos de te artigo, erá con vertida em llV pelo va lor desta na data do cré dilo ou dn dJ11ponlbllid-:; de dos recurso, sendo paga na folhn nnlnr1nl ubequente, $ 2? -- 0s valores dos dcmonAtrntivos rcfcrJdos ncotc artigo, relativa mente ao ms de competi ela de fevercl ro de 199, serao expressos em cru zciron rcuis, Art.25 - Após a con vcrano dos snlórlos parn URV de conformidade com os nrts.18 e 26 destn M~ didn Provis6r1a, continu am nsseguradas n 1tvre negociação e A negocio cão coletiva dos salárl- os. Art.26 - É assegurado aos trabalhadores, obser vado o dispoto no Ar. 25, no mês da respectiva data-base, a revisão do salário resultante cio aplicação do Art.18, com observância do seguinte: I - calculando-se o valor dos salários refe rentes a cada um dos do ze meses imediatamente anteriores à data-base , em URV ou equivalente cm URV, de acordo com a da ta ela disponibilidade do crédito ou de efetivo pa gamento; e II - extraindo-se a me dia aritmética dos valo: res resultantes do inci so anterior. § lQ - Na aplicação do disposto neste artigo, será observado o dispos to nos parágrafos lQ e 2Q cio Are. 18. $ 22 - Na hipótese de valor decorrente da apli cação do disposto neste artigo resultar inferior ao salário vigente no mês anterior à data-base, será mantido o maior dos dois valores. Art.27 - Os as autarquias e fundações , qunlqucr que seja o regi mé jur(dico de seu es soal. § 6g - Os servidores cuja remuneração não é fixnda em tabela terão seus snlários converti dos cm llRV nos termos cios incisos I e 11 cio ca put deste nrtigo. § 7g - O ministro de Estado da Secretaria de Admlnistraçno Federal e o Ministro Chefe do Esta do Maior elas Forças Arma das, cada qual cm conjuÕ to com o Ministro de Es tndo da Fazenda, publica rôo as tabelas de venci: mentos e soldos expres sas em URV para os servi dores do Poder ExecutivÕ cs termos deste artigo. § 8~ - As tabelas re ferentes nos poderes Le gislativo e Judiciãrio e Nl,list.ério Público serão publlcndas pelos dirigen tes máximos dos respectt vos órgãos. Art.22 - O disposto o Artigo 21 aplica - se nos proventos da inativi dade e às pensões decor rentes do falecimento dos servidores público Civil e Militar. Art.23 - Nas deduções de antecipação de férias ou de parcela do 132 sn lãrio ou da gratificação natalina, serã cor.sidera do o valor da participa~ cão, em URV ou equivalen te em URV na data do efe tivo pagamento, ressalva do que o saldo a receber do 132 salário não pode ra ser inferior à metade em URV. Art.24 - Serão obriga torinmente expressos em URV os demonstrativos de pagamento de salários em geral, vencimentos, sol dos, proventos, pensões decorrentes do falecimcn to de servidor público Civil e Militar e benct! cios previdenciários,efe tunndo-se a conversão pã ra cruzeiros reais na dã ta do crédito ou da dis: ponibilidade dos recur sos e favor dos credo res daquelas obrigaces. § 12 - Quando, em ra zão de dificuldades ope racionais, não for possí vel realizar o pag.:unento co cruzeiros reais pelo valor da URV na datn do crédito dos recursos, se rã adotado o seguinte- p roced k,cn to: I - a. con·versào p.:ira cruzeiros reais será fei ta pelo vnlor da URV do dia da emissão da orden de pagamento, o qual não poderá ultr.ipr:issnr os trs di..s iteis anterio res à data do crédito; valores das tabelas de vencimen tos, soldos e salários e as tabelas de funções de confiança e gratiflcaçÕes dos servidores Civis e Militares da União serão revistos em Ig de janei ro de 1995: calculando-se o va lor dos vencimentos, sol dos e salários rc.feren= tesa cada um dos Joze meses de 1994, em URV ou equivalente em URV, divi dindo-se os valores e; pressos cm cruzeiros reais pelo equivalente em URV do Último dia do mês de competência; e II - extraindo-se a me dia aritmética dos valo= res resultantes do inci so anterior. § 12 - Na do preceituado neste ar tigo, será observado o disposto nos parágrafos 22 e 72 do Art.21 e no Art,22 desta Medida Pro ·visÓria. § ZQ - Na hipótese d~ o valor decorrente. da aplicação do disposto neste artigo resultar in ferior ao salãrio vigcn~ te no mês anterior à da ta-base, será □antido o naior dos dois valores. Art.28 - Nas contrata çÕes efetuadas a partir do publicação desta Medi da Provisória, o salário será obrigatorianentc ex pressa· em URV. - Art. 29 - Na hipótese de ocorrência de der.ús soes sem justa causa, du fnd nlz ..o adicional equivalente e nquena por cento c!n ilt!mo alárlo receb!do. Art,32 - 0 valores da contrfbul,oe do Fun do de Gnrnntln do Te•?tJ de Serviço - FGTS re feridos no Art.15 da Lei ng 8.036, de Il de mafo de 1990, rão apurados em URV e convertidos Lm cruzeiros reais na data do dcp6slto no sistcmn banc,tir1o. Art.JI - Paro efeito de detrrrnlnncio do base de cálculo suj ita Ô in cidência do Imposto de Renda, calculado com bn se na tabela progresslv~ mensnl, o rendimento trt butávcl deverás r ex pressv em Ufir. § 1g - Para os efeitos deste artigo deverão ser observados as seguintes regras: I - rendimentos ex pressos cm lJRV serão con vertidos para cruzeiros reais com base no valor da URV no primeiro dia do mês do recebimento e expressos em Ufir com bn se no valor desta nomes mo mes; II - rendimentos ex pressos em cruzeiros reais serao: § 22 - O disposto nes te artigo aplica-se tan bém às deduções admit~ elas na legislação do 1- posto de Renda.· Art.32 - A Ufir conti nuafa a ser utilizada na forma prevista nas Leis ng 8.383, ele 30 de dczem bro de 1991, 8.451, de 23 de dezembro de 1992 , 8.848, de 28 de Janeiro de 1994, 8.849, de 28 de janeiro de 1994,e 8.850, de 28 de janeiro de 1994. Art.33 - Os preços pú blicos e as tarifas de serviços públicos pod_!ê· rão ser convertidos em URV, por média calculada a partir dos Últimos qua tro meses anteriores ~ conversão e segundo cri térios estabelecidos pc lo Ministro da Fazenda.- $ 1g - Os preços pu blicos e as tarifas dos serviços públicos, que não forem convertidos em URV, serão convertidos n.' de J ':' de da remuner dcpôsico•, f ros, quando o 11 pra,o ffxo c los bancos co • bancos de Inve. cos múltiplos com cartel rn comPrclal ou de lnvci t lmcntos de lxnr, l'l dt> ser r presen ativos no merca do, n critério do Banco Central do Brasil. Parágrafo inlco -0cor rendo a hipótese previs ta no caput deste artLo, a nova metodologla de cálculo dn TR i;er:i fixa da e divulgncla pelo Conse lho Monetário Nacional , nio se aplicando o dis pcsto na parte final do Art.1g da Lei n2 8.660 , de 1993. Art.36 - Os cálculos rafo ir tco f ;.,1, o dtr• ltc:. e não surtirá nenhu efe! to a apltcaçio d, {adie, para ffns ri corr• ,;;,, netária, c..lculado de f»rma dIf rente da sta- belecida no cput' deste ,Htigo. Art.)7 - A partir dP lQ de marco de 1994, o Instituto Brasileiro de Gengrafla F.stnt!ati ca - JBGE - deixará de calcular e divulgar o In dice de Reajustamento do Salário M!oioo - IRSM. Are.JS - 0 $ 2g do Art.2Q da Lei n2 8.249 , de 24 de outubro de 199!, ficn acrescido do segui~ te parágrafo: "§ cg - AS NTN pode rao ser denomfnadas em t:nidode Real de Valor". caço. Iras[lia, 27 de feve reiro de 1994; 173 de Independêncfa e 1069 d, RcpÜbllca. ITAMAR FRANCO }fou dei o Cor rêa Fernando llcn r !qu Cn rdo so alter Barel 11 Sérgio Cutolo dos Santos Alexis Stepnncnko Arnaldo Leite Pereira llomlldo Cnnhlt1 em real, na data da pri meira emissão deste, ob servada a êdia e os cri térios fixados no caput deste artigo. § 22 - Enquanto nao emitido o real, na forma prevista nesta Medida Provisória, os preços pú blicos e tarifas de ser: viços públicos serão re vistos e reajustados co; forme critérios fixados pelo Ministro da Fnzerdn. Art. 34 - O Poder Exe cutivo, por intermédio do Ministério da Fazenda, poderá exigir que, em um prazo de cinco dias Úteis, ' sejam justificadas as distorções apuradas quan to o aumento abusivos de preços em setores de al- 1 ta concentrncâo econômi~ ca, de preços públicos e de tarifas de serviços públicos. 5 I! - Até a prieira cr:ú.ssâo do rcnl,serã con siderado como abusivo - para os fins previstos no caput deste artigo, o aumento injustificado que resultar em preço equivalente eo URV supe rior à oêdia dos oescs de setembro, outrubro,no vc::bro e dezediro de 1993. - Cl DE REIL DE V R ) IOkt,AJ. 'li íl.l A 111 1 r, IY.I A ----·~ VI A/ Ir ço D 194 Principais pontos do Plano Econômico Indenização Adicional para Trabalhadores Demitidos sem Justa Causa é a Surpresa V<•Jo 0,1 prl1H'Lp,lir: ÍINHl do Pln110 YIIC:2: $l cn [uturn ., 1 ( COTAÇÃO - A prIelra cota ão da URV é de 647,50,em prlnwlro de> dem er expressas em l, se acertado entre as paz tes, no caso d con ra tos antigos, Esta regra enérfea não vale para alguns contratos e obri ações. Devem continuar março, Em d expressos em cruzeiros er deter. rais, at a ·missão do nodn, fl URV HC' trnnsfor- rcnl: os operações nt1 vos e pusalvob rcnllza = dns no mercado financei ro; os depósitos cm cu dcrnctn de poupança; ope rações do SFH(Sistema F nancclro da flobitacão); operações de crédito ru rol(pora custeio ou in vcstimcnto), de qualquer que seja o fonte dos re cursos; opcrncões de nr rendamcnto mercnntil(co= mo leasing), contratos COMO CALCU- de seguro, previdência l./R URV - A privado e copitnlizoção; taxa de va- operações dos fundos (pú rincao men blicos e privados); t{tu sal da URV, 1os e valores mobiliári= de acordo os e quotas de fundos mú com O anexo tuas; contratos dos mer da MP 434 • será determi- cados futuros. Posterior nada pela médio aritméti mente, 0 uso da URV pode ca Índices de preços:Il'C: rã ser adotado também Fipe, IPCA-E do IBGE e nestes segmentos excluí IGP-M. O valor da URV no dos, mesmo antes da ado Último dia Útil do mes ção do real, se assim for em referência é o valor estabelecido pc1Ds órgãos do URV no Último dia Útil competentes. Os contra - do mês cm referência é tos e obrigações serão o valor da URV no Último automaticamente converti dia Útil do mês anterior dos em real na data da corrigido pela Taxa de emissão da nova moeda , Variação Mensal da URV. de acordo com os crité Para isso, o valor do rios estabelecidos na é= URV é corrigido para ca- peca para os contratantes da dia Útil do mês em re que não tenham feito a ferência pelo Fator Diá- conversão para a URV. Os rio equivalente à Taxa contratos antigos conver de Variação Mensal da tidos em URV podem ter URV. O valor da URV de cláusulas de reajuste por um determinado dia é aque índice de preços, váli le obtido multiplicando-se das apenas se a pcriodi= o valor da URV do dia cidade for de no mínimo Útil·imediatamente ante- doze meses. rior pelo Fator Diário. . ~·-··· .. , fsse r,,o, é defioido eo rn oo"""'ros •e mo a raíz de ordem n da sÕ 1 • ••• -~:::VOS_ - As abri: ma de uma unidade à taxa .·. gaçoes pecunia de variação mensal da • rias contraí - URV dividida por ccm(lOO), ::. • das a partir onde, n é o número de di _ de 15 de março as Úteis do mês. Já 05 serao obrigatoriamente e valores da URV aos sãba- pressas em URV,desde que dos, domingos e feriados seu prazo de vencimento se referem ã cotação do seja superior a 30 dias'. rimeiro dia Útil imedi~ Valem as_exceçoes sobre p ir preços publicas e priva- tamente pos t er .o • dos, de produtos ou ser l'l:'"!'·':-;A:•••(<(ii( PARI.DADE - O viços além das regras • •• ·- •• • .,., -... Banco Cen- específicas para salá- trol vai fi rios. Os contratos cujas xar diari! obrigações pecuniárias mente a pari estejam em URV, a partir • dade entre a de 1g de março, poderão URV e o cruzeiro .real, ter cláusula de reajuste com base na desvaloriza- por índice de precos (di cão da moeda corrente. O vulgado por institutos= BC poderá contratar ins- de pesquisa ou que sejam titutos de pesquisa de fruto da variação dos preços que ajudem nos custos dos insumos), com cálculos da desvaloriza- periodicidade de uma in ção diária. O Poder Exe flacão e URV ou de uma cutivo deve publicar a mudança dos preços rela metodologia de ca;culo tivos da economia no 1o da URV, cuja variaçao P~ go prazo. der ser usada coo I nd ! CONTRATOS PC- ce de correçao monetãrla. BLICOS - Os or CAMBIO- O caentos püb1i BC usará a cos não pode; paridade d.a ser expressos URV como pa- em URV, até a 'râmetro de adoção do real. Nas lici ncgocwciio das tacões públicas em anda= moedas estrangeiras. Ca berá ao CMN(Conselho Mo netiro Nacional) e st abe lecer as regras des t a P2 ridade. Continuam proibi dos, no entonto, contra tos coo reajuste vincula do ao câmbio• exceto nos casos já autorizados (ou que venham a ser autori zados) por Lei Federal. m ~~r~s~ obrigações Pe euntarias po mu em novo mocdn,o rcnl, m pnrldude oindn n ser dPfinldn, Gubotitulndo o cruzelro rcnl. Seu s!mbo lo Rcr~ A$. Quundo o re ol cnlror cm circulação: on cidulns e moedas do cruzeiro rcn l co11timk1Tiio n circulnr como meio de pngnmen to, em paridud e o ser flxodo pelo Banco Centro 1. mento, os contratos pode rão ser expressos em URV (com cláusulas anuais de reajuste) ou cm cruzei - ros reais, desde que, oeste caso, estabeleçam regras paro a passagem por ocasião da emissão da novo moeda. Nos próxi mos 30 dias, todos os ór gãos e empresas públicos ligados à União proporão aos interessados a con- versão dos seus contra tos vigents para a URV. Iras[lia - A Medi ia Proviórla 4), que cria a URV e fol publicodtt no Dfárlo Offefal, traz uma surpresa narea trabi.Ihta: os trabalhadores de na!tidos sem Justa causa durante a vigencfa da IV tera direito a ua Indenização adicional equivalen te n 50% nobre o último alárlo recebido, além das verbas rescisórias já estabelecfdas por leI(Artigo 29). As demioes pós-plano ficarão mais custosas para as empresas. O texto do KP faz a ressalva de que a regr11 vale Aomente enquanto a URV cxlntir. A medida trnz afnda uma ressalva Importante quanto no abuso de preçor1: i;Õ vai l cvnr em cootn o co pa raçao atual deses preços com os praticados em se tembro, outubro, oovemhro e dezembro. Portanto, os ttumcntos prevc1:1tivou efctundoo em Janeiro e feve reiro niio cntrnm na mêd1n do ciÍJculo. O prnzo do c1nprcsár io scr,í de cinco d1as para justificar au mentos, /1 pr.Lmelrtt URV sera de CR$ 647,50 e entrou cm. vigor em 1? de março. Caber ao Bnnco Central fi xar diarinmentc o valor dn URV, com base na deova lorização diârin do cruzeiro real. Contratos novos a pnrtir de L5 de março devem fixar ao obrig.a,;Õcs pccuniârillS em URV. Os velhos contratos também po dem ser repactudos pelns partcn interessados até a emissão do novo moeda, o Real, quando então o Co vemo vai arbitrar as condi,;Ões da conversão. Coo: tratos financeiros em geral continuam expressos em cruzeiro real , como os do SFII (Sistema Financeiro da Habitação), contratos rurais, caderneta de pou pança, etc. Haverá uma paridade entre URV e taxa cambial. O câmbio não poderá ser usado como indexador de con tratos(com exceção dos casos previstos em lei).Pre ÇOS e tarifas continuam expressos obrigatoriamente cm cruzeiros reais, embora também possam ser ex pressas em URV. Os salários são convertidos pela média aritmética de quatro meses (oov/93 a fev/94). Os servidores federais, Civis e Militares terão a bano de 5% nos solários de fevereiro, a fim de su bir o valor da média em URV. CORREÇÃO MONE TÁRIA - O cál culo dos Íod} ~ ces de corre " dk cio serirts nomes cm que ocorrer a emissão do re al tomará por base o equivalente e URV dos preços em cruzeiros renis e os preços nominados ou convertidos em URV dos meses imediatamente ante riores. Atenção para o que diz o primeiro pará grafo do Artigo 36"aa MP 434: "É nula de pleno di reito e não surtirá ne nhum efeito a aplicação de Índice poro fins de correção monetária, col culodo de forma difcren- BE 'EP[CIOS - O b,r.ef!ci>B mantidos pela PrevLdncLa So c1a1 ta MR serao orer tidos em URV a part!r de lg de março. Valem as re gras de conversão para salirfo n{nimo. A média favorece os beneficfár! os que recebiam efetiva mente entre os dias prI reiro e I2. do mês se guinte. O ganho real e ator para s beneficiá rfos que demoravam mas para receber seus rendi rentos (que, em cruze! ros reafs, eram corroídos diariamente). Os valores cm URV devem respeitar as leis já exiijtentes tonto no sentldo de ga rantir que os novos valo rcs não ficarão oboixÕ do recebido em fevereiro em cruzeiros reais quan to no que se refere ava lares máxiros estabeleci , 1 ca dd f:, f do ,!dfo vem ser te l R l' ses. Seri feita uma G d!a ar!tmética com o va lor duR eoJJrios convur t1dos em RV na data de pagamento efetivo em ca da um do. I2 meses ante rfores ao dfssfdlo. Se 6 cálculo do novo n1Õr!o ficar Inferior ao reccbl do no més antrtor ao da data-base, vale o valor. te; converRiio sn lar iol dos fundonórios públicos, CivJri e Milit~ res, serão recalculados em primeiro de jnneiro de 95, mês de data-base dos nervldores. A fórou la de rccálculo é a se guinte: 1) para calcular o valor dos pagamento referentes a todoa os me ses de 9 em URV ou equi valente em URV, os valo= O Poder Executivo vai de te do que o estabelecido terminar as condiçÕes des nesse artigo". ta repactuaçâo, não sen-: Jj SALÁRIOS - To dos em lei. Os benefíci-: d i id d os que estiverem sendo o perm t a mu anças na d 1 ~ periodicidade dos paga ois os sa a pagos com atraso porre! mentas. Também os Esta= r os passam a ponsabilidade da Previ dos, Municípios e Distri _ $ ser expressos dência Social serão atua d d - em URV a par- lizados monetariamente to Fe eral evem atender 0 a esta determinação, bem tir de 1_ de até 28 de fevereiro de como órgãos, entidades parco quando todas as 94 pelas regras anterio! empresas a eles subordi- clausulas de reajuste de mente vigentes e nesta ondas. correcao por prazos infe data convertidos em URV. riores a doze meses per- ABONO - Os sa ca. Há u::ia ressalv· ~ara 1 T CORM~ PFeIC 1 11a MPA drm validade. O cálculo ~1/. lários dos- o caso de o cálcu!, re e do salário mínimo levará •·· sultnr em um núr:cro infe ' 434, a Truca em conta a conversão dos servidores pú i - - blicos Civis r.or ao salirto vigente de Referência valores nominais do sal@pi a tê o i:,ês anterior ã da B (TR) poderá rio mínimo nos ultimas '.. ; e Militares ' ta-base, deter::iinando ser calculada quatro meses(de nove:rbro/ • .,. •• ativos e 1na que será c:antido O ::-aJor a partir da remuneração 93 a fevereiro/94) pela tivos, da a~mini 5 craçao valor. média dos depósitos in URV do Último dia do mês direta, autar~uica e fu~ terfinanceiros, quandÕ d~ competência. Feita a dacionlal, terao abono es ~ NOVAS CO~TRA- os depósitos a prazo fi- conversão, estes quatro ~ecia de SZ nomes de TAÇÕES - As xo captados pelos bancos valores são somados e di evereiro de 94 e não po novas contra- comerciais, bancos de io vididos por qu.atro(média de ser usado para cálcu- taçoes, a par vestioentos, caixas eco= simples). O valor encon- lo de outros adicionais. tir de março~ nõmicas, bancos mÜltiplos trado não poderá ser in O abono vai integrar o devem ter os com carteiro comercial feriar ao salário eferi cálculo da rédia dos sa- salários obrigatoriomen ou de investimento deixa vamente pago ou devido larios do funcionalis::io. te expr~ssos em URV. rem de ser representati= de fevereiro, em cruzei- Ele será pago em cruzei-~ IMPOST vos no mercado, a crité- ros reais. No caso dos ros reais e será incorpo OS - O rio do Banco Central. salários dos trabalhado- rado ao salário de fev; ~.Q secretario ~n reiro. - ,~ Qº• Receita Fede- Ocorrendo essa hipótese, r~s em geral, a média • 1 o í d _ 0 :,. ra , s res e o pacágcofo pcimefco do ocf~Üka dos somo •• a~·· I!OLERITES -As ,;::_ Azevedo Lopes Artigo 35, prevê que o ses(de novembro/93 a te- ? e=resas, cs - Filho, expli- nova metodologia do cál- vereiro/94) levará = 65 pe·ses os ã Agência Estádo que culo da TR será fixada e conta a data do efetivo .'vidência pre- os ipostos serão calcg divulgada pelo Conselho pagaoento(e não pelo Úl- ~· cisarao entre lados co::i base na Unida- Monetário Nacional (N), tio dia do mês de compc ', ••• •• g.ar os deons de Fiscal de Referência não se aplicando o dis- tência). Os trabalhado= trativos salariais o (Ufir) diária. Confore posto na parte final do res que recebem antecipa dos benefícios previden- decisão anterior do pró Artigo primeiro da Lei çéo salarial, isto é, va c:liirios e~-pressos e::, ORV. pr1o Suprezo Tr!bunal Fe 8.660, de 1993, que fixa l, terão convertidas eG A conversao para cruzei- deral (STF) não podera o cálculo atual. tas antecipações na dar ros reais deve ser feita ser utilizada a Taxa de efetiva de seu pagamento. na data do crédito do p3 Referência (IR) cheta pg As perdas seriam maiores gamento ou da disponibi- ra este tipo de calculo. caso o salário total fos lidade de recursos para Ele disse que não há al se convertido apenas nÕ o funcionar1o. Hã,por, terações que coproreta pagamento da segundo par uma ressalva para as eo- a vida das ec:presas ne::i te. A êdia aritética presas que tiverem d!fi suas relaces coa a Re dos últimos-quatro meses culdade operacional de cal.ta. A lifir diária de nào· levará em conta ou- realizar este procedie ve ao longo do período tras remunerações feitas to. Neste caso, a deter- ter voriaç~o se:::elhante no período além do salá- minação é a seguinte: 1) ã t.:nidade Real de Valor rio(coo o dêcino tercei a conversão para cruzei- (URV). AssI, ganha que ro,·obonos e parcelas ros reais será feita na pagar no início do ::iês não habituais. abono de data do ordeo de pagaen quando a inflacão pera férias, co:nssões, etc.) to, que não-poderá ultrn necer alta e fi= indife Para o trabalhador con passar três dias úteis- rente caso a inilacão 5 ; tratado após nove~bro de ·antes do crédito do sali ja zerada. O Ar!zo 32 93, o conversão de salâ- rio; 2) a diferença des da Medida Provisória 434, rio levará em conta o tes três dtns será con consolida as iofor::iaçÕ~s cargo e e:::iprego ocupndo vertido em URV da cata de lopes Filro e afirza que pela pessoa, havendo com do paganento efetivo . e a ir contraria ser u::11.i paraçio com o salário de paga no folho snlarbJ ::arl:t c.:.-:hê:i para o cilelo .• outros trabalhadores na sub t esa situação. E ilt!- sequente. ds deduções ai!tidos : le gi 5,gc0 do Losrc de Rala. IR. - • • res cm cruzeiros reais serão divididos pelo equivalente em URV do úl tio dia do ês de cope tneta; 2) e seguida,ex trai-se a médio aritméti !<1 AI, '!'lll IA - 0!O Principais pontos do Plano Econômico Indenização Adicional para Trabalhadores Oernitidos sem Justa Causa é a Surpresa A IIA FIM DO IR'M - 0 Jr LltuLrJ l,r, ,1 lr Iro d• . ',eografa t Ftat[stfca " ( l 11( !·.) dt'J l<,l ri de calcular e divul- ',,r partir de 12 de arco o [dice de kea Jus t nco cio f:nl.irin M(nl:: mo (IRSM), Esse Indexa " dor deflacfonado fol utl ltzado pela equipe para rnlfltlnr o v" lor do llnl ,lwl<• l!e11l <ll' Valor (UllV) ti, CHI 6 1 ,7,50 a vigorar a partir de l2 de março, ü lndrxudor d tudos os alárlos, Incluindo o rL nimo é n URV. i l 2 lfJ 1 ; a do r < e'f n o rn ao, txpr t o 1J t m. 1' f 1 r com base em eu valor mt 0 e , lHPOSTO DP. :,,( / RENDA - O cn 1 3, eulo de Rendo Acrã d11 se { , utnte torna: d! 1) para efei- to da determinação da ba e de cálculo pnra a ln cidência do imposto, es tnbcl~clda em tabela pro gressiva mensal, o rendi tento tributável será exprcsso cm Uflr; 2) ren dimentos expressos em URV serão convertidos pa ra CRS com base no valor da URV no primeiro dia do mês do recebimento e expressos em Ufir com ba se no vnlor desta no mcs ao mês. Para o caso dos rendimentos estarem ex pressos em cruzeiros rcols, n MP define que estes precisam ser con Vêrtldos ~m URV do dia do recebimento. Depois disso, são novamente,con vertidos em cruzeiros reais com base no valor da URV do primei ro d ia J :: :a.- trlbulçiío do Fundo de Ga rnnt1il por Tempo d Sr vlço ucrno npurodos em URV e convertido• m cru zeros real na data do dcp6slto no u1stcma bun rfo. PREÇOS P._TAR_! PAS - Ate a emissão do re al, os preços e a,; tarifas _ públicos,dcv~ rno ser expressos em cru zeiros real. Os mesmos também poderno ser ex pressos em URV, mas noo obrigatoriorucdtc. Estn regra vnle para preços e versão. A observação ma tarifas públicos; cti- is lmportante está no se quetas e tabelas de qua- gundo parágrafo onde se isqucr preços do setor diz que enquanto não emi privado; nas notns e re tido o real, os preços e cibos de compra e venda- tarifas públicas serão e prestação de serviços; revistos e reajustados nas notas fiscais, fatu- conforme critérios fixa ras e duplicatas; nos dos pelo Ministério da contratos onde não está Fazenda. prevista a adoção da URV. .. ;· ,---· AUHENTOS ABU- Continuam expressos em ~E,/.,·;,-_ SI os ~ :'.'• ••• :· V - MP cruzc~ros reais(ate a •• ·,· 434 classifi- emissao do real):cheques, , ca como aumen notas rogtssórtas, 1e- a lffj%,, as aostv6 ras de cito e dats ;; "lli} , títulos de crédito e or --•:··· "··•-·:, e precos!pa~ dens de pagamento. Fe Siveis de justificacao - a critério do Ministro dentro das Camaras seto- d F d 1 riais, aqueles que ate a ª azen a a terar a obri primeira emissão do real gatoriedade do uso do cruzeiro real para estes segmentos. 0S PREÇO E 'f IY HIBLt CAS - 0 Ar! o ) d 4)', 11!!rlli q JP o preço as ar!fas d erviços públicos podo rno sr convcrtldo URV, por d1a calculada a par Ir dos últimos qui tro peses anteriores à conversao e segundo cri tério estobelccidon pc lo Hinlstérto do ra,..__n,h-: l'm 1,f>u pnrágH1fo prir,el ro explico que os preços e tarifas públicas que não for m convertidos cm URV, Gerão convertidos - cm real, na dotn dn prt melra emissão da novn moeda, observada a média e os critérios fixodou no Artigo 33, 011 seja, média dos Últimos quatro meses anteriores ã con apresentem preços equiva lentes em URV superiores à média dos meses de se tembro, outubro, novem- 0Z INTEGRAL ANTA hDSA ~. o alimento mais doador de vidas e saúde Não é apenas um. alimento. É um remédio capaz de salvar vidas: Tao completo, é que os macrobióticos fazem dele 60% de seu regime. É arroz bruto, do qual somente foi retirado a dura casca e celulose. Conserva, pois a pardacenta cutícula onde cstao todas as suas virtudes. ' *ARROZ INTEGRAL f: VIDA E SAÚDE! DEVE FAZER PARTE DE SUA ALIMENTA ÇÃO USE E COMPROVE VIDA NOVA: EM TOOOS OS ASPECTOS! MAURO eDUARDO BEARARI ROA TUITY, 50 - FONE 251-1291 JARDIM - MS ;>rt: r.L r1os ac rem abusfva dverio dr tanto para O Governo está fazendo a parte dele? "O Governo já fez a par e de le. Estõ cortando a própria car ne. Agora cabe à sociedade fa zer a dela. "Esta afirmação tem sido muito ouvida ultimamente , emhora muito pouco esclarecida. Coro ela se relacione à reconhe cida necessidade de urgente e quilíbrio das contas públicas mediante redução das despesas do Governo, condição "sinc qua non" para o combate á inflação, cahe a pergunta: qual a parte já feita pelo Governo? Com relação ás suas despesas, em 1992, o Governo Federal gas to 78 bilhões de dólares; em 19~3, 85 bilhões de dólares e já está pedindo autorização ao Congresso Nacional para gastar, neste ano de 1994, 89 bilhões de dólares(4,5% a mais que no ano anterior). Especificando um dos itens dessas despesas, a Fo lha de Pagamento do pessoal da adriinistração direta do Governo Federal, em 1992, foi de 14,2 bilhões de dólares; em 1993,che gon a 18,7 bilhões de dólares e a previsão orçamentária para es se ano de 1994 é de 24 bilhões de dólares(28% a mais que no ano anterior). Por sua vez, a Folha de Pagamento das empresas estatais, que em 1992 foi de 22 bilhões de dólares, chegou a 25 bilhões de dólares em 1993 e es tá prevista em 30 bilhões de do lares para esse ano de 1994(20% a riais que no anterior) . Soman do o pessoal da administração direta com o das estatais, o Go verno Federal vai gastar, em 1994, 54 bilhões de dólares, ou se~a, 23% a mais que os 43,7 bi lh~es de dólares já gastos no ano passado ... Portanto, a única coisa que o Governo fez, com relação a su as despesas, foi continuar mentá-las, no mesmo ritmo anos anteriores. E isso ten a ver com cortar a própria carne. E que fez o Governo Federal cor, relação a sua receita real ou seja, a arrecadação de trib~ tos? Em 1992, o Governo Jacy d Souza Mendonça arrecadou 37 bilhões d dólares • Em 1993, 46 bilhões de dól,r s (24 a mais) e já tomou todas as medidas para arrecadar, nes e ano de 1994,85 bilhões de dó laers (equivalentes a 85 11 1. aio do que arrecadou no ano pa sa do). e ectranha a qu ixa de ccr tos setores da sociedade dr gu~ o Congresso Nacional não apro vou todo o aumento de impos os solicitado, no csquecimen o de que arrecadaç5o de impostos pe lo Governo é a mesma coisa que pagamen o de impostos pela so ciedade, ou seja, empobrecimen to ainda maior desse povo.Não é possível ignorar que, em 1992 e 1993, de toda a riqueza produzi da no País, a quarta parte f.oi entregue ao Governo para cobrir suas despesas. E não foi sufici ente. Agora, cm 1994, quase a metade de tudo o que se produz lhe deverá ser entregue para pa gar seus programas... - Quando se diz que o Governo esta economizando, compara-se a proposta orçamentária de agosto de 1993_com a de dezembro, e is to nao e correto. A comparação das despesas previstas para 1994 deve ser feita em relação as despesas incorridas cm 1993 e, nesse caso, o Governo está gastando muito mais do que no ano passado. Quando se diz que o Governo esta fazendo a parte dele,deve se entend.er que ele está cortan do a carne da sociedade com ma is impostos. A esta cabe apenas trabalhar para pagar a conta go vernamental e seu eterno cresci mento: 85 bilhões de dólares em 1994, se o Congresso Nacional em sua proverbial generosidade' não aumentar um pouco mais esse sacrificio... A • . parte que o Governo tem feito, portanto,consiste em en carecer a vida dos brasileiros e usar assim o caminho mais efi ciente para aumentar nossa g gantesca infla - l tadora misé çao e nossa assus r1a. Falta o Governo fazer sna =sisa: sarar ee., á;2t eia Planalto) • a au dos nada Federal Jacy de Souza Mendonça, professor d f e ilosofia do Direito • 9 TMRE TI P a i x ã o N ·a e i o ·n a 1 DISTRIBUIDORA ANTARCTICA PARA BELA VISTA E CARACOL GOARANl'i, TÔNICJ, SODA ~~"'"" , ""-"""=- DIET , POP LARANJA E ÁGUA MINERAL. PROD□·ros DUBJR (CONHAQUE, 2INGA) , ETC. Ayenida Teodoro Sativa, 305 Fone: 439-1369 B e 1 a Vist a - M S C""-RVEJA, à t A RELITORIO DO EXECUT VO 1 IÇÍO IDMINISTRDTIYII DE ' No último dia 23, quando a Câmara Mun - cipal de V.readores fez a aber ura dos ra balhos Legislativos de 1994, o Prefeito Mu nicipal Abraão Armoa Zacarias apresento juntamente com sua Mensagem aquela Casa de Leis, um rela ório de trabalho con mplan do as rcQllzaç6eo de aua Administração du rant 1993, primeiro ano de seu mandato. No rclalório do Cxccu·ivo Municip 1 os- -o regictradae ao principais realizações levadas a ef .ito no ano passado, onde o Pref ito faz um v rdad ira prestação de contas ao Legisla ivo e ã comunldad• bela vis ense, pois cm seu relatório são d scri tos as ações empreendidas nos diversos se tores da Administração Municipal ao longÕ de 93. "R•alizamos o que foi possível, em bora estejamos conscientes que ainda está aquém do que deve ser feito" ressalta a Mensagem ão Prefeito encaminhada à cãmara Municipal. /baixo destacamos as principais realizações do Executivo Municipal durante o transcorrer do ano passado, mostradas no relatório cm pauta: G/BINE'l'E DO PREFEI'l'O - Concessão de 238 auxílios e subven ções, direcionados todos para os órgãos e entidades de cunho social; - Elaboração e Execução dos Projetos "SOS ESCOL/", "SOS ASF/LTO", PRÓ-CIDADE /CALAN'l'O, R/IO DE SOL, GENTE DO FUTURO ES PER/NÇ/, TV DO POVO e OPERAÇÃO CIDADE. Tam bê~ estiveram sob a Coordenação do Gabine te do Prefeito a realização dos seguintes eventos: Comemoração dos 100 dias da /dmi nistração Novos Tempos, JUNIFEST, FESTA DA M/NDIOC/ e a grande final do Circuito Est~ dual de Voley de Areia, além de inúmeras - outras atividades, como assinaturas de Convênios, procedimentos licitatórios e a manutenção eficiente do relacionamento do Prefeito com toda a comunidade, com Órgãos e autoridades federais, estaduais e de ou tros Municípios. ASSESSOR!/ JURlDIC/ Através da Assessoria Jurídica da Pre - feitura Municipal, foram emitidos no ano de 93, 39 pareceres jurídicos, efetivadas 03 desapropriações, todas amigáveis, ajui zadas 03 /çÕes Executivas Fiscais, além de dezenas de outras atividades, como por e - xemplo: 43 contestações, O~ processo admi nistrativo, 11 contratos diversos, 02 ter mos de aditamento, ,26 mensagens e Projetos de Leis 26 oetições, 04 Mandatos de Segu rança, atendimentos dezenas de famílias referentes a Loteamento da SETEAGRI, mais de 15 Audiências Trabalhistas em Aquidaua na, contratos, abertura de processos,etc ... AGRICULTURA E PECUÂRI/ As principais atividades do Executivo Municipal, nas áreas de agricultura e pe- cuária, foram essas: _ .. -Atendimento à 137 familias de pequenos produtores com gradeação, sementes, calca rio adubos e transportes, incentivos con cedidos dentro da política de Fomento Agro pecuário levada a efeito pela Prefeitura - Municipal; . -23 famílias foram assentadas_no siste- ma de comodato, em áreas da regi.ao do Aer9 porto Municipal, para que possam desenvol ver atividades agropecuar1as; -Apoio na Liberação de recursos do FCO, para a aquisição de rebanho leiteiro aos Assentados da Barra do Ita, entre outros - serviços de apoio e incentivos. INDÚSTRIA, coMtRCIO, SERVIÇO E AB/S'l'ECIMENTO No decorrer de 1993, foram desenvolvi das várias atividades nessa area, que pro moveram melhorias na comunidade, atraves de incentivos, programas e açocs Junto aos produtores, a saber: . . - . . -Incentivo às atividades secundarias de transformação, com a geraçao de produtos acabados; • b : pequenos produtores na usca -Apoio aos • d de mercado consumidor para os seus prou- tos; ~ t•ração da Olaria da Associação -Reestru UI ; D d P rodutores do Bairro ttgua o- e Pequenos - ce. Inúmeras são as atividades desenvolvi- I Abraão: "Realizamos o que foi 2gssivel embora estejamos conscientes q ue inda ta aguem do que deve ser feito" das pela Secretaria Municipal de Adminis tração, cujo principal objetivo é adminis trar as atividades relativas aos recursos sociais e materiais, relacionamos abaixo , alguns dos trabalhos mais importantes leva dos a efeito pela Secretaria de /dministr~ çao: -Negociação de Dívida já existente com a Previdência Social, cabendo à Prefeitura o pagamento mensal de CRS 3.963,56 UFIR, - num total de 240 parcelas; -Negociação de Dívida já existente com ~ PIS/PASEP, perfazendo um total deCRS 88. 021,66 UFIR, dividido cm 48 parcelas mcn sais de CRS 1,833,78 UFIR, que estão sendÕ pagas rigorosamente er dia pela Prefeitu ra; -Negociação de Dívida já existente com o FGTS no total de CRS 39.605.861,31 (posi ção atualizada em dezembro de 1993); In~Tieras foram as vantagens concedidas aos Servidores Públicos Municipais, que e recem destaque: Realização de co.curso pG blico e de Efetivação <lo Regime Jurídico - Onico e Elaboração do Plano de Cargos e Sa lários, visto oue ao assumir a Prefeitura no inicio de 93 foi constatado aue a naio ria dos servidores encontravam-se em situa cão irregular, sem um plano de cargos e s~ lários definidos e ainda com três meses de vencimentos em atraso. Foi promovido também pela Administra ção, o concurso Funcicnário Padrão d 1993, com o oferecimento de prêmios especiais aos três candidatos mais votados. Foram concedidos ainda no exc,rcício de 9 3, aumen tos salariais que atingiram o percentual: global de 3.592,63%. SAÚDE Com o objetivo de atender a sauae públi ca municipal, melhorando a assistência em Centros e Postos d Sade.tanto ra área urbana COITO na área ruraL,a Secretaria da Saude Muni cipal promove junto à comunidade várias atividades que permiten a melhoria na admi nistração e desenvolvinento das ações dê saúde e higiene sanitária do Municipio , senão vejamos: l.l- Atendimento urbano: a- Assistência .1édic.a. 9.237 oessoas; b- Assistência Odontológica: 2.275 oes- . . soas; l.2- Atendimento na Área Rural: a- Assistência Médica: 416 pessoas; b- Assistência Odontológica 48 pessoas; 1.3- Mutirões de Saúde r~lizados: 02; l.4- Vacinação: a- Contra Poliomelite: 7.853 crianças; b- contra Sarampo: 1.881 crianças: c- Outras: 3.44l pessoas; l.5- Medicamentos Fornecidos em CR: 2. 016. 103,00 CEME; 1.6- Biometria Escolar: r. ui çào c eia, . programas guir: 170 •nc,,ir. domiciliares, 179 palestras objetiv n . os e atividades, e . , de 01 prcqrama de integração e re lização de 02 cursos outras atividades de fundamental importam cia pera a assistência às pessoas mai necessitadas de nos::ic 1-1•1 ictpio ,como mos ramos abaixo: 2- Programas de Atendimento a Idosos; 2.1- reuniões de integração social sc~a nal~ente com lanches e ,tividadcs recrea tivas; 2.2- auxílio à idosos cor problemas de a posentadoria; 2.3- fornecimento de me li :amentos; 2.4- criação da Associz;ã dos Idosos. 3- Programas e Projetos e! Atendimento à triança e ao Adolescen• !; 3.1- Projeto Acalanto: atendimento à cri ança crecheira de 0 a 6 anos cm regime de 4 a 8 horas e, aco:npanhamcnto pedagógico, médico e odontológico; 3.2- Apoio total ao Conselho Tutelar ão - Menor; 3.3- Controle de Escabiose e pediculose. 4- Programas e Projetos de Atendimento a Migrantes: 4.1 -Assistência com roupas, calçados, a linentacão, medicamentos e passagens. 5- Outras atividades e Programas de Pro moção e Assistência Social com os resul tados alcançados: 5.1- aviamento de receitas médicas a 256 pessoas; 5. 2- registro de nascimento e Óbito a 283 pessoas; 5.3- foram ditribuicas cestas básicas pa ra 155 famílias; 5.4- foram entregues 5 5 cnxova is para re cém-nascidos; 5.5- 130 crianças receberam material es colar; 5.6- 320 pessoas receberam roupas e aga salhos; 5.7- foram entregues u:n total de 700 co bertores à população mais carente; 5.8- 200 crianças receberam uniformes es colares; 5.9- 04 cadeiras de rodas foram entregues a 1aosos em regime de comodato. 6- Ações, fatos e eventos de destaques: 6.1- 100 dias de Governo co:n lançamento do Projeto Acalanto; 6 .2-Projeto Esperança; 6.3- festejos alusivos ao dia das mães , dia dos pais e dia das crianças; 6.4- I Festa da Mandioca; 6.5- I Noite da Massas; 6.6- Projeto Coração de Papel, referente a reciclagem de papel. EDUCAÇO , CULTURAL E DESPORTOS Tendo co:n objetivo coordenar, organi zar, supervisicnzr e controlar as ativi dades relaciondes ao ensino pblico a tiidades culturais e desporivosdo Mui cipio, a Secretaria municipal de Educa zaô, além de atender a Comunidade, vêm - promovendo mudanças significativas nas atividades educacionais, como a redução ao quadro de professores sem prejuizo do nivel de ensino, investimento no quadro de pessoal, atendendo cerca de llÔ oro fessores e o beneficiamento de todos os alunos das escolas municipais e estadual coo fornecimento de merenda escolar. ' • J l / • fJ l !, f JO , O 10 - ÇIO DO DE 1993 Na área d Deportr entre 1s principais a i vidades de nvolviduds, podemos destacar : criação da Escolinha de Voleibol e Fut-SI, re orma da parte interna do Ginásio d Es portes, reparos no sisema hidráulico, qu dra e pintura, aquisição d bolas de volei hol, fu -sal, redes e uniformes para todos os clubes filiados à LIGA, além da promo ;ão de jogos interbairros,jogos inermuni cipais, jogos abertos de fvt-sal, voleibol masculino e feminino e participação nos GE RES e Copa Mor·na de Fut-sal. O1IAS VIAÇÃO, SERVI'OS P0BLICOS III'TAÇO E URDAISMO Muit s foram as limitações encontradas no exercício de 93 no que diz respeito à Secretaria Municipal de Obras, Viação e - Serviços Públicos, seja por equipamentos sem condições para o trabalho, como tam bõm das inúmeras reformas e recuperações - que se faziam necessárias nas instalações da administração municipal. Com n-etas pré-cs tabclccidas e um planejamento coerente co~ o orçamento do município, os problemas e mergenciais foram solucionados, como tam bém novas atividades foram levadas a efei to, a saber: -Recapeamento Asfáltico de 30.000 m? de vias públicas, calcamento de 100,00 m 2 , Tapa-Buraco numa extensão de 9.562,50m 2 em toda a extensão central asfaltada do muni cípio, que exigiam reparos; -Reforma do Posto de Saúde do Distrito Nossa Senhora de Fátima, Serviços de Manu tenção dos Postos de Saúde do Bairro das Primaveras e do Centro da Cidade; -Reformas das Escolas Municipais Marcon des Nunes de Miranda, no Distrito Nossas~ nhora de Fátima; Irmã Hildergard, no Da: ma-Cuê; Pedro Ajala, no Agua Doce; Colégio Piraquá, na Aldeia Piraquá; Santo Antonio, nas Caieiras, Perpétuo Socorro e Ester Sil va no centro da cidade, além da construçãÕ de casa para zelador no colégio São Geral do no bairro Agua Doce e instalação de energia elétrica na Escola Marechal Ron dão, no bairro Nossa Senhora de Fátima; Manutenção das quadras de VÕley de areia cm diversos pontos da cidade, para que as comunidades possam desfrutar das mes m1as; Implantação de 120 mts de meio-fios,207 mts de tubulações de esgoto, 300 metros de tubulação 0,60 m para águas pluviais, 688 mts de tubulação 0,40m para águas pluviais 177mts de tubulação 0,20m para águas plg viais; ESTRADAS VICINAIS Levantamento do grade e cascàlhamento de tubulações de águas pluviais na estra da da Fazenda Xerêz; Levantamento do grade e cascalhamento com tubulações de águas pluviais da Estrada do Alto Sapucaia, ex tensão de 08 kms, com construção de uma ponte com extensão de 04,50 mts, sobre o Córrego Sapucaia; -Cascalhamento e reforma da ponte sobre o córreg? Engenho Velho, na estrada Âgua - 2marela à rodovia Antonio João, juntamente om o DERSUL; pratolamento da estrada da Fazenda Panorama, 12 kms; patrolamento da estrada que liga a Fazenda Retângulo à Fa zenda São José, 07 kms; cascalhamento na Fazenda Primavera-02 Kms; cascalhamento e patrolamento Fazenda Vista Alegre-08 kms ; cascalhamento e Patrolamento Fazenda Santa Eufràzia-12 kms; COnstruçaõ de uma ponte - na estrada de acesso à Fazenda Formosa Re tiro do Cabrito, com extensão de 07,00 mts alén dos serviços normais de manutenção e conservação das ruas e logradouros -públi cos da cidade. PRINCIPA.IS ATIVIDADES NA ÂREA DE HABITAÇÃO Apoio às obras de conclusão do Conjunto Habitacional Erva Mate, construido pelo Go verno do Estado de Mato Grosso do sul,inaü gurado pela atual administração com ares= pectiva entrega das chaves aos mutuarios. ILUM!NAÇÃO P0BLICJ .o decorrer de 1993 foram instaladas em toda a cidade o total de 180 novas luminá rias, os equipametos que a Prefeitura uti liza para tais instalações são de proprie dade da ENERSUL ou de firmas especializa- das para tal serviço, logo no início da - admini .racuo ,todos os cons idor 4ue coon somem até I00k de energia, ficara ien os do pugamento da ava de iluminação pá blica, perfazendo um o ol de aproximad men e 1.300(mil e trezen os)beneficiados CEMITÉRIOS __ r _ te MS RIA A PRIMEIRA DEFENSORIA PUBLICA , ~ DA ITIMAS DA VIOLEHCIA Foi instalada es ta semana, em Campo Grande, a Primeira - Defensoria Pública - das Vítimas da Vio - lência criada no Bra sil. A medida inédi ta foi anunciada pe lo Procurador-Geral da Defensoria Públi ca, Benedito Odacir de Rezende, como ins trumento judicial e extrajudicial de a - tendimento às famí - lias carentes e sem recursos para garan tir a rápida tramita cão de processos cri minais. As vítimas= da violência, ou seus familiares, terão as sistência judicial e orientação a .é o jul gamento do caso. "O que ocorre ho je- explica o Procu rador Benedito Oda= cir de Rezende - é a ausência de uma as - sisténcia jurídica - às pessoas carentes, o que contribui para a demora na tramita ção dos processos e na sua conclusão. Uma estatística - da Secretaria de Jus tiça de Mato Grosso do Sul confirma essa morosidade judicial, eo apontar que dos 463 presos na Peni - tenciária de Seguran ca Máxima, na capi - tal, apenas l5% são Ri.carde Vélez lbdrigucz Revisão neles! Es sa foi a exclamação que me subiu à gar - ganta, quando assis ti, indignado, ao carnaval de grosse - ria e falta de deco ro parlamentar prota gonizado por autêntT cos meliantes que, a cobertados sob Õ pseudõnio de "União de Vereadores do Bra sil", partiram para o ataque contra um dos poucos Deputados que honram o Congres so Nacional, o se - nhor Nelson Jobim. Os manifestantes irritaram-se com o Deputado Jobim por - que ele, numa das ma is importantes e o= portunas propostas - que apresentou à As sembléia Revisora , sugeriu a redução de nove para cinco do número mínimo de Ve readores nas peque - nas cidades e o fim da remuneração dos integrantes das cãma ras nos Municípios com uma população in ferior a 10 mil ha? tantes. A proposta do relator, que faço votos para que seja aprovada, reduzirá- em quase 70% o núme ro atual de Vereado res, que chega a 55 mil nos 4.500 Munici pios brasileiros, e poupará aos contri - buintes os salários de pelo menos 28 mil deles. Ficou patente, de análise feita pelo Deputado Jobim, que os Vereadores exer - cem a sua função, em DB DO nuitos casos, apenas como "bico", pois as Cãmaras se reúnem a penas duas vezes por semana, à noite, con tinuando a exercer= os abnegados Vereado res outras ativida - des profissionais du rante o dia. Quando os Vereadores alega ram, na Assembléia - r.cvisora, que preci avam de salários pa ra comprar remédios e alimentos para se us eleitores, o Depu t.ado Jobim respondeu com propriedade: "Es tou propondo o fim= da remuneração por - que os parlamentares de Municípios peque nos têm apenas de fiscalizar a Adminis tração Municipal e d os, - i d ! l . r s4 pult as de construção + • tos de urnas por cipal. condenados por homi cidio ou outros atos de violência. A gran de maioria (72) são traficantes ou pequ_ nos ladrões. A Defensoria PÚ - blica das Vítimas da Violência foi criada através da resolução no 022, da Procurado ria-Geral da Defenso ria Pública do Esta= do, e o ato foi pu - blicado no Diário o ficial desta segunda feira, dia 28. os serviços serão pres tados gratuitamente às vítimas de qual - quer dano ou infra - cão penal e também a seus familiares VEREADORES nao atuar como assis tentes sociais". As razões alegadas pelo relator vêem-se re - forçadas pelo fato - de que os Vereadores dos pequenos Munici pios têm pouco a fa zer, devido a que a maioria désses Muni cípios tem uma auto nomia administrativa artificial, por te - rem sido criados por motivos eleitoreiros precisando de auxi - lios federais e esta duais para sobrevi Ao Presidente da Entidade, que recla mava de que os salã rios pagos pelas cã maras de Vereadores são baixos, o corajo so Deputado Jobim re Ricardo Vélez Rodriguez Doutor Filosofia e Professor Universitário em garan indo-lh s os - direitos cons itucio nais. A Defensoria o ricn ará as vi imas, adotará medidas judi ciais e acompanhará as diligências poli ciais ou judiciais , especialmente cm si tuações de crimes violentos. A nova Defensoria funcionará no prédio onde hoje já se en - contram instaladas - as Defensorias Pübli cas do Consumidor e da Cidadania, na Rua Padre João Cripa. (SECOM/MS) trucou curto e gros so: "Vocês querem ma is que isso? Então= me expliquem se rece bem por que são ve readores ou se deci diram ser Vereadores para receber polpu - dos salários?" "Revisão neles!" e,nas próximas elei - ções, "Urna neles!". Esse é o melhor - caminho para começar a moralizar a nossa Política de baixo p ra cima. O eleitora· do saberá responder a_altura à provoca - çao dos que, em nome da "União dos Verea dores do Brasil" o ram à rasilia 6G intuito de defender, com unhas e dentes , os privilégios que o neram ao contribuin= te, manchando a tra dicção ordeira e pací fica dos Municípios brasileiros. (Agên - c1a Planalto) Digital Datilografia PROPRir:TÃRIO Curso rápido BAIRRO COSTA E - JOEL V: 1BANHES e eficiente em Datilografia COM PROFESSORES ESPECIy,, 4+I ZADOS RUA MARECHAL DEODORO, S/Na SILVA • Bela Vista MS j ANUNCIE E VALORIZE O JORNAL DE SUA CIDADE Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1467_01_03_1994 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1469_05_03_1994 Voltar para a lista de itens