• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1541_23_08_1994

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TRIBUNA DA FRONTEIRA
---
DELI VI8T// MS 23 DE AGOSTO DE 1.994 - TERÇA-FEIRA
r oe a o . ao. ta teast e
/N0:22 NP: 1.5'11 DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA R$ - 0,50
ELEIÇOES 94
f ALINDO ft VERDI DE, O POVO SABE O QUE QUER
l
l
Sen. Wilson Martins
Depois do furacão
"collorido", quedes
truiu sonhos, mas
não esperanças, o po
vo aprendeu a sepa -
rar o joio do trigo.
Falando a verdade, o
povo sabe o que quer.
E está cansado de as
sistir, via horário­
gratuíto, pela teli­
nha mágica, cenas
dantescas de candida
tos que falam, fa
1am, falam-e não di­
zem nada. Só criti -
cam. Basta de críti-
Sen. Levy Dias
cas, queremos solucó
es. Nóa e o povo.
Respeitamos o can
didato ao Governo do
Estado, Senador Levy
Dias, afinal, um ho­
mem que começou sua
vida como caminhonei
ro, depois sargento­
do Exército e hoje é
uma das grandes for­
tunas do Estado mere
ce elogios. um
grande político da
capital.
Mas Levy é Levy ,
Pedrossian é Pedros-
1
Dep. Waldemir Moka
sian. Não vamos mis­
turar as coisas, Pe­
drossian é um caso à
parte, ninguém pode
usar o seu nome, mes
mo porque o Dr. Pe -
dro lançou três can­
didatos, Rigo, Schi­
midt e Valdemar, e
a tal da União ou
Pacto não aceitou
qualquer um dos can­
didatos de Pedros
sian.
Outro fato que
vem sendo explorado
pelo candidato Levy
%#
gjjpi%
$fel1/1/i$%%% 2
a! "jfi)!l

Antonio Carlos Arroyo
Dias e seus compa
nheiros, é a preten­
sa afirmação de que
o Dr. Wilson fecha -
ria a Universidade
Estadual, é MENTIRA,
reavaliar não é fe -
char, e aperfeiçoar,
melhorar, lembrando
que a Educação sem -
pre foi objetivo do
Dr. Wilson.
o povo já deci
diu. Vai eleger Dr.
Wilson Martins. E
vai eleger Fernando
Henrique Cardoso Pre
Sen. Rachid Derzi
sidente da Repúbli -
ca. E Lúdio Coelho e
Rachid Saldanha Der­
zi para o Senado. o
povo não quer aventu
ras. Quer experién=
eia.
No tocante aos
candidatos à Deputa­
do Estadual, o povo
sabe, MOKA e ARROYO, ,
de uma maneira ou de
outra, SEMPRE estive
ram colaborando com
a nossa região.
Arroyo desde os
T
.- M ELI
o Governador do·
Rotary Club, Distri­
to 4470, Gedson Jun­
queira Bersanete, em
companhia de sua es­
posa Anice Rahal Ber
sanete, visitou nos=
sa cidade, dia 16 pp,
numa visita de traba
lho e congraçamento.
Foi declarado hós
pede oficial do Muni
cipio, sendo recebi
do na entrada da ci­
dade pelo Presidente
do Clube, Ivaldo Pe-
-
I:.< - .
Gov. Pedro Pedrossian
tempos de Moraes, MO
KA, este é o Deputa=
do que carrega den -
tro de si a chama do
SERVIR, e sempre ser
viu o Sudoeste.
f': uma opinião.
Basta de engana -
ções.
(PP)
Página - 07
Moka e Sperafico visitam
os Bairros da Cidade
e==-
~ -' - .
de
u
o
s}.
~- ..
O Governador Gedson foi recebido pelo Prefeito Abraão Zacari-
a.triiceis
O Rotary Club de
Bela vista, com a co
laboração da Prefei­
ura Municipal - Ad­
ministração Abraão
Zacarias - da Gráfi­
a e Editora Apa e
do Empresário Osval­
do Possari (leia -se
Suplente do candida­
to ao Senado Rachid
Saldanha Derzi) pro­
moverá no mês de se­
tembro Concurso Li
erário com a parti­
cIpacão de estudan -
tes do Município.
k O tema desse Con-
curso será "CONTOS
BELAVISTENSES", cada
participante poderá
concorrer com até 3
trabalhos, no mínimo
auatro laudas cada
um, serão seleciona­
dos vinte contos os
quais serão publica­
dos em livro.
Os cinco primei -
ros-colocados recebe
rãa prêmios em di
nheiro, a coordena -
cão do Concurso fica
rã a cargo da Profes
sera Enoly Loureiro­
de Assis e do Profes
ser Paulo Melo, Se=
cretário de Educação.
BELA VISTA GANHA SALA DE AULA
PARA CAPACITAÇÃO A DISTÂNCIA
DE PROFESSORES
Centenas de pessoas e lideranç.as comunitárias prestigiara.-n
reunioes nos bairros
Os candidatos à
Deputado. Estadual
·Taldemir Mok.a e à
Depútado Federal Dil
so Sperafico, acomoã
nhados do Prefeito·­
Municipal Abraão a-
carias, Vereadores,Pre
sidente da Câmara MunT
cipal, Secretário João
Kalife, visitaram no ül
timo sábado os Bairros
Água Doce, Baixada Co­
rinthiana, Primaveras,
reira, sua esposa Ma
ria Estela e o PresI
dente entrante, bie
nio 95/96, Marco
Rondon de Oliveira.
as
Parque das Primave­
ras, Itaboraí, Cos­
ta e Silva e Baixa­
da Fluinerse, man­
tendo reuniões co.a
os oradores.
Página - 06
2
!!lt
s
a

1 p
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Tribuna da Fronte.ira FUNDADO-Elf:
H D6Rio REAL ?0/ 02/1972
DIRETOR-REDATOR Cill:FE: IvaJ.ào Pereira EXll!PLAR: R$ O ,50
GERENTE COMERCIAI.: !faria E11teL'l Vel.'1sques Pereira
SECRETÀRIO D~ REllAÇÃO: Uhaldíno Rodrigues ASSINATURAS:
, REPORTAGENS: Joi'io Carlos Velásquez, André Ávafo e SEMESTRAL: R.$ 45,00
Fin:úno de Rarros ANUAL: R$ 90,00
REDAÇÃO, DEPARl'AMÊNTO CO!ill!CIAL E PARQUE GRÁFICO: + OS ORIGINA'r.s D!_
Avenida Tribuna da Froateira,564 - CAIXA ?OSTAL - VIADOS Ã REDAÇÃO NÃO
23 - FONE: (067) 439- 1410 - tELA VISTA - MS SERÃO DEVOLVIDOS. OS
r ÃRTlCOS ASSINAOOS , NÃO
SUCURSAIS: JrdLr, Porto urtinho, Antonio João, REFLETE NECESSARIAMEN
Bonito, Caracol, Carpo Grarde e Correspondentes n: A O?INIÃO DO JORNAL
e Brasília e Sao Paulo
Propriedade da Rede Belavistense de Joratu - LTilA
7C-F - 15.513.207 0001 90 • i
FILIADO Ã:
ADJORI E ABl!AJO!'!
6% CEREAIJSIA, MDBURIL. III.
7 {Compra e Venda de Cereais em Geral SOJA. MILHO. ARROZ. FEIJÃO. TRICA>. AVEIA. ETC.•.·.
Comércio· de Produtõs Agrícol~s em Geral.
TILEFAX:(067) 435-1285 E FONE: (067) 435-1336
SEMENTES, ADUBOS, HERBICIDAS, lNSETlC1DAS, LUBRU'ICANTES, ETC
DST(FAZEMOS A BASE DE TROCA) DST
ROA JOÃO NUNES, 200 CEP:79.910--000 .. "ACREDITADO NO HOMEM DO CAMPO"

I, AI, TPIRUNA DA FOTEIA o
BELI VISTA GINHI SILI DE IULI PIRI
CIPICITIIÇÃO I OISTÍINCII DE PROFESSORES
Atendendo a um ref?Indicação apresentada pela
Vereadpra 0rlanda Freitas dos {Santos na Cara Munt
c'pal, o refie!to Abraão Armou Zacarta e o Deputa
do Estadual aldenlr Moka '1oram,a aquistção de j
um antena parabólica para o núcleo Educnaclona! de
feia Vista, destinada a equipar una sala espettal
pra a cape1taço a distincl dos professore e -
coordenadores da rede educcionn', tanto estadual,
como pnrticuiar e munlcipil
1

A aquisição da antena parabólica 1n!ctativa que
teve total apolo da chefe do núcleo educacional de
Hcln V!nta, profesHora Cleide Rodrigues, possibil!
tara a transmt+não direta dos programas educativos
da TV, do Rio de Jnnetro. ~ todos os educadores de
Pnln VtRtU, [actl1tnndo e incentivando o exercício
do prerder a ouvir, discutir, trabalhar em grupo
e colaborando em mu!te para a elevação do nível de
ensino em nossa ctdude e pra o crescimento profls
s[onal e todos os nossos profissionais que mil1 =
tam na rena educaciona!.
'lelhornr :, qunl_f,111,lc do ensino e encontrar solu
coes adequadas para os problemas identificados são
os prncipn!s objetvos da capacitação de recursos
humanon a distincla.
sala de aula para a c!tcio a distancia
do professores, equipada com antena parabólica
Sai Edital para Construção
da Ponte de 1.700 metros
sobre o Rio Paraguai
1
1
l
Deverá ser publicado
esta semana o edital de
concorrência pública pa­
ra determinar a empresa
responsável pela constru
cão da ponte de 1.700 ne
tros sobre o Rio Para
guai. Financiada pelo
Fundo de Desenvolvimento
da Bacia do Plota (Fun -
platn), a obra elimina o
Ültimo obstáculo natural
que ainda contribui para
o isolamento de Corumbá
e cumpre decisivo papel
no processo de integra -
cão latino-americana a -
partir da ligação rápida
e segura com a Bolv!a e
com os demais países do
Cone-Sul.
À ponte será erguida
em Porto Murtinho e aten
de as necessidades de
transportes sobre o Rio
Paraguai. O projeto ori­
ginal foi modificado, re
duzindo-se o vão princi­
pal de 147 poro 80 me­
tros de largura, bem co­
mo suprimindo-se um dos
môdulos da estrutura, o
que representou uma redu
cão de 207 nos investi -
moncos necessários para
a execução da obra. Hoje
mais de 300 carretas,por
dia, carregadas com insu
mos agrícolas e equipa:
mentos utilizam o trans­
porte por balsas naquele
ponto do Rio Paraguai, -
onde o tempo de espera -
para travessia chega a
ultrapassar 3 horas.
O volume de produção
e das exportações vai ser
aumentado acentuadamente
a partir da conclusão da
ponte, haja vista que o -
transporte é caro e demo­
rado, além dos riscos que
acarreta. As ferrovias da
região não suportam ovo­
lume de cargas e o Rio P~
raguai, por sua vez, sô -
suporta grande tonelagem
a partir de Porto Murtinho
o que inviabiliza o erans
,porte por hidrovia. Com ã
ponte, o transporte fica­
rá mais ágil, seguro e e­
conômico, representando o
surgimento de urna nova e­
ra no desenvolvimento de
Corumbá e municípios viz!
nhçs.
O Governo do Estado es
tá concluindo o processo­
de ligação de Corumbá ao
restante do Estado e do -
País com a pavimentação -
do trecho de 30 quilõme •
tros da BR-262 entre KM-
-·-- --
'ereadora Orlànda Freitas dos Santos
30 e o Rio Paraguai,
trecho que não tinha co
bertura asfáltica. A li
gação em sentido contrá
rio, ou seja, entre o
Rio Paraguai (Morrinho)
e Corumbá, num total de
60 quilÕmetros também -
está tendo a sua restau
ração concluída, assegu
rando assim o acesso rÕ
doviário confiável a CÕ
rumbá.
INTEGRAÇÃO LATINO-AMERT
CANA
A ponte sobre o Rio
Paraguai cumpre um im­
portante papel no pro­
cesso de integração la­
tino-americana e, prin­
cipalmente por isso, a
proposta do Governo do
estado para financiamen
to pelo Funplata fo z­
colhida.
Vencido o Último
bstáculo natural de
o-
##tttt## ##»»#w hha,
PANTANAL - No Pantanal de Aquidauana a vacina-
ção já foi completada, mas o levantamento anda -
não chegou atê a Secretaria, dada da distância e
dificuldade de acesso. Quanto ao Pantanal de Co­
rumbã, a Campanha teve início no dia 15 e vai ntê
Embora
O projeto da o final do mês.
P
onte seja funda-ental O balanço total da segunda fase da Capanha de
'" Multivaclnação de 94 em Mato Grosso do Sul deverá -
ser divulgado depois do dia 24 de agosto, prazo -
dado aos municípios para o levantamento da cober-
FERIADO HENRIQUE: MIM E R$ 40
SO COM_ PREVIDENCIA RESOLVIDI
a
cesso a Corumbá, o Bra­
sil liga-se à Bolívia -
por rodovia, aproximan­
do un mercado que tende
a crescer com a 1plan­
tacão do Mercosul.
no Mercosul, a venda de
gás natural da Bolívia
para o Brasil, com en­
trada do gasoduto a par
tir de Corumbá é, sem di
vidas, o·evento econo­
mico de ma!or repercus -
são a curto prazo.
O gás abrirá enormes
perspectivas para um no­
vo mercado, tornando Co­
rumbá um dos polos míne­
ro-siderúrgico de promi­
nerais da reglão.
O intercâmbio comer
cial da Bolva com o
maior centro industri
al do ra!s (São Paulo)
será muito maior com a -
construção da ponte so
bre o Rio Paraguai, si­
tuação que tende a conso
l1dar as relações econô
micos bilaterais e ln=
tegrar Rrasil-Bol!via no
mercado Sul-americano.
GOVEPNO MS
O FUTURO AGORA
dqu!rfd , fi está une1onande na e ola 'era Gul
ires Lourefro, oh a coordenação da professora
lga Laranjeira, no horário das IR:O a. 2:0 Ho
ras, com pro'essores de 1 à % séries e arde­
uadores,
Nesta iltfma quarta-feira, dia l/,reens hori
rio, aconteceu a aula inaugural, que cuntou cm á
partfctpação da coordenadora, pro'erra Ola, da
Vereadora autora da relvfndfcacio desse beneffcfo
Orlanda Freitas dos Santos, que também' educado­
rn e atualmente diretora da escola Dr. Joaqufm
Murtfnho e também dos professores Lufz, Mar1I ne
e V!rginea, da escola Dr. Joaquim MurtInho, João
Hnrcio e professora OlInpfa, ambos da rede muntct
pal de ensino e n professora Expcdlra, coordennd!
ra da escola Vera Cu[maries Loure!ro.
Campanha de Multivacin
é Prorrogada
Durante rodo esta semana- de 15 à 19 de ao:.­
to a campanha de Mult!vacinação continua em to
do o Estudo, pura garantir a meta de 957. de cober
tura contra a poliomielite, o Harampo, a difterl=
a, o tétano, coqueluche, a tuherculose e o tétano
neo-natal. A prorrogação é de Inictativa do MI­
nistério da Saúde, paro todo o Brasil. Em Mato
Grosso do Sul, os postos de saúde da Capital e do
interior estarão atendendo, para completar estn -
segunda etapa da Campanha de 94, realizada no sa­
bado, 13 de agosto.
O balanço parcial de Mult!vacinação, em Mato -
Grosso do Sul, divulgado pela Secretaria de Esta­
do da Saúde, já aponta o Índice de 79,987 da popu
lação menor de cinco anos vacinada contra a poli~
mielite, principal alvo da Campanha. Este percen­
tual corresponde a 2ó0.050 cr1ancas 1muntzadas, -
dentro da meta de 250.103, estabelecida pela Se -
cretaria.
Os outros dados preliminares apontam a seguín­
te cobertura na Estado: tríplice (difteria, téta­
no e coqueluche) - 18.6444 menores de cinco anos -
vacinados; anti-sarampo - 9.940; BCG (tuberculo -
se) - 2.23, lembrando que Campo Grande não ofere
ceu esta vacina na Campanha, por ser sistematiza­
da nos postos e ter excelente receptividade, du -
rance todo o ano.
A toxôide tetânica, contra o tétano neo-natal
atingiu 29.782 indivíduos maiores de 07 anos, 1n­
dependente de sexo. A técnica Kátin Barbosa Lima,
do Programa de Imunização da Secretaria de Estado
de Saúde, lembra que o baixo índice de gestante -
vacinadas nesta campanha contra o tétano neo-na -
tal não significa um dado negativo, mas sim o con­
trârio. Segundo ela, as gestantes têm, no acompa­
nhamento médico dos nove meses, recebido rigoros~
mente as doses vacinais necessárias~ segurança -
dos filhos.
Da mesma forma, destaca a técnica, a BCG têm -
sido aplicada nos recém-nascidos, graças aos cui­
dados das mães, orientadas jâ no trabalho de por­
to. Da! o baixo número de vacinações nesta campa-
O candidato Fer­
nando Henrique, da -
coligação PSDB-PFL­
PTB, anunciou que
pretende dobrar o va
lar do salário míni­
mo, passando dos R$
70 de 1 de setembro
próximo para R$ 140
no quarto ano de seu
governo.
Para que isso seja
possível no entanto,
o Congresso Nacional
deverá aprovar alguma
forma de financiar a
Previdência social,­
que paga hoje o sal!
rio mínimo a 11,5 mi
lhões de apQsenta
dos.
"Nunca fui contra
aumentar o salário -
mínimo para 100, 200
ou 300 doláres. O­
problema ê como a
Previdência vai pa­
gar cs aposentados e
qual o salário mini
mo que a economia­
brasileira suporta"
explicou Fernando -
Henrique.
. Ele lembrou que,
para cada R$ 5 de -
aumento no mínimo -
há um custo adicio­
nal de US$ 450 mi­
lhões por ano para
a Previdência So­
cial. Se o minimo -
for elevado com mui
ta rapidez,conforrne
os economistas que -
preparam o plano de -
governo de Fernándo
Henrique, poderá ha­
ver aumento do desem
prego, por existirem
empresas que não con
seguiriam sob.revi
ver.
O Governo Itamar
não elevou o salário
mínimo, conforme Fer
nando Henrique, por
que o PT e o PDT o
bstruíram a revi
são constitucio -
nal do primeiro
semestre deste a­
no, impedindo uma
tentativa de se re
solver o problema­
de financiamento
da Previdência o­
cial.
"Não fosse a o­
bstrução, podería­
mos ter resolvido
esse problema.
E agora os parti­
dos que apóiam meu ai
versãrio acusac o go­
verno de não ter au­
mentado o mínimo, sendo
que eles impedirar.i a
solução.
Isso é demagogia.
:E: hipocrisia. E
tentar 0nganar os e­
oi+-, "
ve
o!
;_
s r
ade


O Senador Pachid
Saldanha Derzi disse
que não haverá solu­
çio para os qraves -
problemas económicos
e ociai do País e
de Mato Grosso do
Sul em que haja um
planejamento regiona
lizndo dr dcnenvolvJ
mr.uLo.
O Senador, candi­
dato à reeleição, ex
plica que, seja pela
escassez de recursos,
seja pela deficiente
dotação dos fatores,
ou por circunstünci­
as históricas e poli
ticas, "o crescimen­
to econõmico não se
dá homogeneamente ,
ou seja, o crescimen
to é localizado e
não disseminado por
todo território. En­
tretanto, os proble­
mas de natureza só -
cio-econõmica decor­
rente dessa falta de
homogeneidade atin -
gemo Estado, e o
Pais, de forma gene­
ralizada", ressalta
Rachid.
Na opinião do Se­
nador, para minimi -
zar todos estes efei
tos o futuro governo
deve formular politl
cas (regionalizadas)
que objetivem, funda
mentalmente, a redu
cão das desigualda -
des sociais e a me -
lhoria da qualidade
de vida de uma ampla
camada da sociedade,
que não tem acesso -
as condições mínimas
de sobrevivência.
"No Nordeste e no
Noeste (Pantanal -
Norte), em razão de
especificidades re -
gionais - lembra Ra­
chid - esses proble­
mas assumem uma di -
mensão particular ,
que impede que sejam
solucionados no âmbi
to de uma política::
global e pelo funcio
namento eficiente -
dos mecanismos
mercado.
Por esta razão
emerge a questão re­
gional e o futuro go
verno deve formular­
políticas especial -
mente concebidas pa­
ra a promoção do seu
desenvolvimento".
de
alocação de recursos
públicor..;".
Com iuao, rcuumc
Rachid, os Estados e
Municípios, juntamen
te com a iniciativa
privada e o próprio
sociedade civil, pas
sam a ter um papel -
importante e decisi­
vo no enforco para o
desenvolvimento re -
gional. Fundação que
deixa de ser exclusi
va das lideranças pÕ
liticas. -
SUGESTÕES
SEM CLIENTELISMOS
Diz o Senador que
para tratar da ques­
tão regional, o Esta
do não deve adotar
posturas clientelis­
tas, assistencialis­
tas ou paternalistas,
"baseadas na destina
cão desordenada de
recursos públicos e
concessão pouco cri­
teriosas de incenti­
vos fiscais". Ele
lembra que a Consti­
tuição de 88 transfe
riu à Estados e Muni
cipios parte signifi
cativa da receita -
tributária, o que im
plica a necessidade
de transferir, tam -
bém, a responsabili­
dade por ações públi
cas.
"Na prâtica - res
salta o Senador - a
descentralização dos
gastos tem o mérito
de aumentar a capaci
dade de ação no com­
bate aos problemas
que lhes são própri­
os, além de conferir
maior eficiência à
Com o registro de
que o objetivo final
e o de obter melho -
res condições de vi­
da pará a sociedade
como um todo, da for
ma mais igualitária­
possível e a partir
de esforço concentra
do e conjunto, o se::
nador sugere algumas
diretrizes de desen­
volvimento regional,
"pelas quais vou lu­
tar no Senado depois
de reeleito".
O primeiro ponto
é a criação de condi
ções para o cresci -
mento integrado, au­
to-sustentado e espe
cialmente equilibra­
do.
O segundo ê o en­
caminhamento de a
ções direcionadas pa
O Vereador Edival
do Luiz Outra Var -
gas, o Luizinho, do
PMDB, falou em Igua­
temi que o seu apoio
à candidatura de Dil
so Sperafico para De
putado Federal faz
parte de um projeto
político comprometi­
do com a honestidade
e a moralidade.
"A candidatura de
Dilso Sperafico re­
presenta a conscien­
tizaçâo da população
sul-matogrossense na
busca de políticos -
sérios, honestos e
competentes", falou
Luizinho.
No livro Telecomuni­
cacções-histórias para a
história (1990}, o gal.
Alencastro e Silva de·
fende a tese segundo a
qual não existe uma for
tuna que não tenha vin­
do do esterco. Seu inte
resse advêm do fato dê
que o general foi o or­
gartizador da TELEBRÁS ,
tendo o seu nome asso­
ciado à recuperação do
serviço telefônico bra­
sileiro_que, antes da -
Revoluçao de 64, havia
entrado en colapso. Tra
ta-se, portanto, de um
personalidade represen­
tativa do grupo militar
que assumiu a hegemonia
naquela Revolução. ~ -
coisa, portanto, dos
nossos dias. O general
acha ainda que aquela o
rigem escabrosa da ri-
ra o atendimento das
necessidades bási
cas, erradicação da
pobreza absoluta
da miséria, asuegu -
rando condições para
uma distribuição ma­
is equitativa da ren
da e da riqueza.
Já o terceiro pon
to é a elevação sele
tiva da competitivi­
dade da produção re­
gional1 e, finalmen­
te, reverter tendên­
cias de deterioração
dos recursos natura­
is e do meio ambien­
te.
Por último, con -
clui o Senador é con
veniente fixar-se -
que o centro de eS -
tratégia de desenvol
vimento regional fun
damenta-se na expan­
são econõmica com de
senvolvimento sociaC
através da interação
de ações resultantes
de investimentos mul
ti-setoriais locali­
zados (com aproveita
mento de espaços po::
tencialmente rentá -
veis), articulando -
se projetos prestati
vos à base econõmicã
regional.
Senador Rachid
Saldanha Derzi - (fo
to)
Vereador Luizinho de Iguatemi diz que
Candidatura de Sperafico Representa
Compromisso com a Moralidade
número de votos. da segurança da re -
Sobre a eleição- gião fronteiriça.
de três de outubro , Proprietârios rurais,
ele diz que o momen- comerciantes e traba
to é de reflexão. lhadores em geral vi
"Devemos votar em vem ultimamente ater
pessoas que realmen- rorizados com a fal::
te estejan comprome- ta de segurança".
tidas com a nossa re Como Presidente -
giâo. Dilso Sperafi- da Câmara de Iguate­
co serâ o nosso re - mi, Luizinho informa
presentante na Câma- tizou os serviços do
ra Federal", disse. Legislativo, iniciou
Na mesma oportuni a construção do pré­
dade, o Vereador rei dio próprio da câma­
vindicou maior segu- ra e desenvolveu seu
rança para a popula- principal projeto ,
cão. "Os nossos re - como ele mesmo diz ,
presentantes preci - "a valorização do Ve
sam dar uma atenção reador". Projeto de
especial a questão - Lei que dá isenção
NOSSO ÓDIO ~O LUCRO E À RIQUEZA
O Vereador Luizi­
nho é o atual Presi­
dente da Câmara Muni
cipal de Iguatemi e
obteve o maior indi­
ce de credibilidade
dentre todos os Ve -
readores do Estado -
em pesquisa realiza­
da no semestre passa
do. "Sempre procurei
fazer um trabalho -
voltado à comunida -
de, principalmente
com a população mais
carente", falou o Ve­
reador. Luizinho es­
tâ exercendo o seu
segundo mandato como
Vereador e foi elei­
to em 92 com o maior
queza corresponde a "de­
terminismo do regime ca­
pitalista"(obras citadas
pãg.133). •
A aversão ao lucro e
o Ódio à riqueza acham-
se sedimentados em nosso
país desde o século' XIIII.·
Há aqui uma enorme con­
fluência entre o que es­
crevia os publicistas e
a atuação concreta da ln
qulsição, voltada prefe:
rentemente parans pes­
soas bem sucedidas. No
século XVII, notadamente
no período filipino, o
grupo de empreendedores
que assegurou ao Brasil
o predomínio no mercado
mundial de açúcar podia
agir com relativa desen­
voltura. Graças a lsto -
chegamos a ser territó­
rio .lto mais próspero
que os Estados Unido~ no
resto período. Nosso de­
cl{no ocorre na prirei­
ra metade do século XVIII
em que pese o surto mine
rador(ouro), cujo lucro­
foi aplicado na constru­
cão do Convento de Mafra,
em Portugal, e nas igre­
jas de Ouro Preto, no
Frasil.
Enquanto a.lnquisicâo
mandava paro a fogueira
os empreendedores que in
genuamente se mantiveram
ao alcance de sua mão,os
principais puh!icistas -
da êpoca ocu
pavan-se de combater a
riqueza. Tomo aqui o
xeplo de Feliciano de
Souza Nunes(1730/1808) ,
que era o líder da Acade
mia de Letras do Rio d
Janeiro, entio dencina­
da de Academia dos Sele­
tos. Nos discursos polf-
tico-morais(l758) adotá
o mesmo tom do gal. Alen
castro e Silva"As maio­
res riquezas que pode lo
grar o hme é a salva­
cão, a liberdade e a vi­
da. E se com a riqueza -
excessiva a salvação se
arrisca, a liberdade se
perde e a vida se estra­
ga, como não virá o ho­
re a ser tanto mais ne
cessitado quanto for ais
rico"- é a tese geral de
que parte). E, em rela­
cão à sua ore sórdida
(na resma fora como o
general associa riqueza a
eserco), escreve Souza
Nunes: "que penetrando -.
os ricos no centro da t­
terra vão buscar as ri­
quezas à resa região
dos mortos". t :o:uito an-:­
tiga e a arraigada a 1d&ta
de que o inferno poderia
do IPTU ao aposenta­
do, que reduz os im­
postos para as micro
empresas e que auto­
rizam o Executivo a
arrendar áreas para
o plantio de cultu -
ras de subsistência
são os destaques do
Vereador iguatemien­
se.
Em plena campanha
para Dilso Sperafico
no Município de Igua
temi e na região,Lui
zinho tem a certeza
de que o Estado esta
rã muito bem repre -
sentado na Câmara Fe
deral. -
encontrar-se no Centro -
da Terra(Dante atri­
bui-lhe esta posicão,pre
cisaente em baixo de Jê
rusalé), onde haveria,
labaredas incessantes( a
fogueira da Inquisição -
seria o comece dessa lon
ga trajetória). O gal.A
lencastro e Silva, uico
provnvelmence, não tem -
os discursos político-:o:o
rais, de Souza Nunes, co
mo livro de sabedora(e
bora a Ac.de1a Brasilet
ra de Letras ,o tenha -
reeditado recenterente).
A failiaridade (e a si
tonia) que revela e ze­
lacào às suas teses pro­
vêr de outra fonte: a ro
ral social contra-refor­
Dista que atê hoje cons- •
titui a grande realidade.
(Agência Planalto)
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'g) ANO INTERNACIONAL DA FAMÍLIA 1 9 9 4
1 Realida·de do Casal
---·-----/
la da, renalidades mnfi belas do mundo é, sem -
düv1da, o casl, O homem não existe para n oll -
do. Deu, o Altíssimo e Criador, fez o ser humano
como homem mulher, Não exitem, homem e mulher,­
pra n solidão, 'o feitos para formar uma unidade
na d!ver+Idade, feitos para serem casais,
A.J'DA MD'TUA
No cessará nunca a peregrinação do masculino
em d!reio do fenln!no, Há um apelo i uniao. Nin -
uén se casa por cr@ncia, para fuglr de situnções
Incomodar, por mera "fata!idade", Homem e mulher -
precisam viver unidos para se ajudarem mutuamente,
Um coloca à dlsposição do outro o melhor que tem -
em seu Interior no sentido de renalizar o outro.
Nesse Jogo de serviço hã ajuda mútua. Um comp)e
menta o outro, e, nese jogo de complementação, há
uma felicidade a dois e depois com outros. As r1que
zs de um, os talentos do outro, as caracterfsti -
cas de um e de outro se juntam e, nessa junçào,re~
llzam o belo serviço de mútua ajuda.
Quando as pessoas se cnsom, visum dar o melhor
de si que o cônjuge sej:i profundamente feliz e eh!
ue à realização. Ninguém tira alguém de seu un!ver
so para torná-lo medíocre. Há muitos aspectos nessa
realização: ser esposo, ser esposa, ser pai, mãe,
ser profissional, ser homem e mulher de Deus, ser
cristão e cristã em profundidade. A ajudo mútuo se
dá cm todos esses campos.
A DURA REALIDADE
Não poucas vezes, vemos casais ou pares que nao
souberam construir sua conjugalidade. Vivem um ao
lodo do outro, Alguns, depois de uma caminhado, se
param-se e buscam novo companheiro ou nova compa -
nhelra. 0.1trus vão rolando normalmente pelo tempo e
pelo espaço. Vivem como estranhos, mesmo tendo cer
tos momentos de união Íntima. Por vezes, alguns se
dão conta de que vivem numa pensão, mas não soube -
ram construir uma comunhão vital.
Há casais que chegam i infidelidade algumas ve-
zes. Há outros que, sem chegar no extremo
de[a de ter respeito com a dignidade do parceiro.
Há casais q vive solene Indiferença.
Quando um homem e uma mulher se casam, parece -
fundamental que tomem a decisão de construir sua u
nlão. Sentimos dor profunda vendo casais que dei­
xarnm criar-se um abismo entre suas vidas e se ser
tem impotenes para superar tal d!GtÕncia.
CONl'IÇÔES PARA A CONSTRUÇÃO DA CONJUGAL IDADE
-~tndamental será respeitar as diferenças: niio
se pode querer nivelar tudo no casamento, porque a
beleza consistirá na união do que é diferente;
-0 casal existe para colocar-se um a serviço do
outro; não se trata de uma postura subserviente, -
mas de uma atitude de estar e disposição dns neces­
sidades mais fundamentais do conjuge;
-Evidentemente, todn postura de machismo, de au­
toritarismo, de aniquilamento, de feminismo são
pouco aptos para o construção de um casal maduro;
-A partilha nos serviços domésticos parece 1m -
portante, para que um não se sinto "empregado" do
outro;
Mesmo não se reclamando atitudes românticas exa
gerados no longo do vida, será preciso sempre pen­
sar em manter vivo o chama da amoroso atenção, da -
delicada vontade de auscultar os desejos e as ne­
cessidades do outro;
-Fala-se muito da necessidade do diálogo: ess~
não é apenas uma conversa mais ou menos constantes
mas uma postura de descobrir o novo que irrompe na
vida do companheiro ou do companheiro;
-Momentos haverá em que será fundamental também
pedir ou conceder perdão: o vida de um casal não é
apenas tecido de acontecimentos positivos, mas ne­
la há também a presença do pecado e do mal;
-Ninguém é feliz no casamento, quando não se
sente valorizado pelo cõnjuge, quando sente que os
seus empenhos e seus esforços não são devidamente
levados em cqnsideroção;
-Importante se dor conto de que a vida passa e
que o amor também passo por diferentes e novas for
mas: não se pode conservar um amor adolescente,mas
transforar-se-à ao longo do tempo da vida,
rInho terno e sereno e entrepa delicada no
d1a.
ma cna­
da-a-
TER UM PROJETO DE VIDA CONJUGAL E FAMILIAR
Muitos casamentos fracassa, porque homem e mu­
lher não tê, propriamente falando, um projeto €o­
mum. NIngué se casa simplesmente por contingenci­
o, por uoa atração veemente ou por motivoa peque -
nos. Costura-se falar em três projetos fundamerta­
is:
a) PROJETO CONJUGAL - O casal saberá o que está
fazendo ao tirar alguém do seu universo. Certamnen­
te procurarão os dois a pleno realização do conju­
ge. Delicada e persistentemente, haverão de quest~
onar-se a respeito da ajudo mútua o que já aludi
mos,
b) PROJETO DOS FILHOS - Há uma vocação para ser
pai e ser nãe. Os casais sabem que os filhos fazem
parte de seu· projeto de vida, Saberão quantos f1 -
lhos terão, procurarão revestir-se de responsobill
dade no sentido de serem pai e mãe, formar-se-ão -
para serem educadores da mente e do coração dessas
crianças que surgirão da fecundidade de seu amor.
Ser pai e ser mãe é tarefo alegre, mas também -
missão revestida de grande tesponsobilidade, Será
necessária. a presença do pai e da mãe dos filhos.
Ambos saberão que suas energias e seu tempo to­
do serão desses filhos e filhas para os quais do
rão, por toda a vida, o melhor de seu amor.
e) PROJETO ESPIRITUAL - Mar1do eMlhér,u cristão
e uma crista,q/se asam deverão ainda ter un projeto
espiritual comum. Sua vivência do Evangelho, sua -
oração, sua vida de partilha, sua experiência de -
renúncia é comum. Vivem uma espiritualidade conju­
gal, não apenas individual. Um chora a dor do Ou -
tro. Um se coloca a serviço da construção espiri -
tual do companheiro ou da companheira. Quando ca
sais recebem o matrimônio simplesmente por tradi =
cão, por costume, não conseguem atinar com essa co
munhão de vida espiritual. (Pastoral Fnmílitrr - Pi
róquia Santo Afonso)
1 Ili
ICO VISIIAM OS BIIRROS DA CIDADE
Os candidatos à
Deputado Estadual
Waldemir Moka e à
Deputado Federal Dil
so Sperafico, acompa
nhados do Prefeito -
Municipal Abraão Za­
carias, Vereadores -
Marcos Elias Rios da
Cruz, Orlanda Frei -
tas dos Santos, Is -
rael Chamorro da Ro­
cha e do Presidente
da Cãmara Municipal
Fernando de Freitas
Elias, além do Secre
tãrio de Promoção So
cial e Desenvolvimen
to Econômico, JoãÕ
Kalife, visitaram no
último sábados os
Bairros Ãgua Doce ,
Baixada Corinthiana,
Primaveras, Parque
das Primaveras, Ita­
boraí, Costa e Silva
e Baixada Fluminen -
se.
A coordenação de
campanha do Deputado
Waldemir Moka, candi
dato à reeleição e
de Dilso Sperafico ,
em Bela Vista, optou
pela realização de
reuniões com os mora
dores dos Bairros da
cidade, em vez de
promover um grande -
comício, para propor
cionar um contato ma
is direto dos candi
datos com as comuni­
dades e para que os
eleitores possam co­
nhecer melhor o pos­
tulante à uma vaga
na Câmara Federal ,
Dilso Sperafico, que
disputa um cargo ele
tivo pela primeira=
vez, formando uma do
bradinha com Walde -
mir Moka, que concor do que com Wilson Go
re à reeleição para vernador, Moka Depu­
a Assembléia Legisla tado Estadual, ele
tiva. - como Deputado Fede -
Um dos pontos ma- rale o Prefeito ·A-:
is importantes desta braão em Bela Vista, 1
cados pelo Deputado- muito poderá ser feil
Moka em seus Pronun- to em prol da nossã1
ciamentos aos morado cidade, "mesmo por -
res dos Bairros da que o próprio Sena -
nossa cidade, foi o dor Wilson Barbosa
fato de que ele é o Martins já assumiu o
único representante compromisso de, sen­
legítimo do Sudoeste do eleito, ajudar o
à disputar uma vaga Prefeito Abraão Zaca
na Assembléia Legis- rias à administrar -
lativa, já que o ou- Bela Vista, como for
tro Deputado da re - ma de agradecer o
gião, Alberto Ron seu apoio e o seu en
don, é candidato à gajamento à sua cam
Vice-Governador na panha desde o início
chapa adversária e do pleito eleitoral"
fica sem mandato es- lembrou Sperafico. t
te ano. Abraão Zacarias•, t •
"O que não pode - que foi um dos pri l i '
mos deixar acontecer meiros Prefeitos .o Dilso_Sr _Marcos_Barbosa, Moka, Dona_Lurdes
é que estranhos, que Estado a assumir a feito Abra, pediu apoio aos dois cand d
- - - .. . __ . ~ atos
só aparecem aqui em candidatura do Sena­
épocas de eleição , dor·wllson Martins -
levem os votos da ao Governo do Estado,
nossa cidade à custa chegando a sofrer re
de muito dinheiro taliaçôes por isso~
porque essa gente pediu aos .moradores
não têm compromisso dos Bairros da cida­
com o povo de Bela de que ajudem a ele­
Vista" enfatizou o ger Moka e Sperafico
Deputado nos Bair porque Bela Vista
ros. tem muito a ganhar
Por sua vez, Dil- com isso, "não pode­
so Sperafico, que mos mais dispersar -
foi muito bem recebi nossos votos, temos
do pelo grande nüme= de dar uma boa vota-·
rode moradores que cão à esses dois com
participaram das panheiros, para que
reuniões nos Bair -,eles sejam fortaleci,
ros, e que vêm sendo dos e possam viabili
apontado pelas pes - zar benefícios para'
quisas como um dos Bela Vista,•tanto ã
prováveis eleitos pa nível de governo de
ra a Câmara Federal, Estado, como junto -
assumiu de público o ao Governo Federal"
seu compromisso com ressaltou o Prefeitor O
Bela Vista, lembran- belavistense. oka
I.taboraí foi um dos seis Bairros visita
e Spera. ico, acopa os e .ideran;as m
.....
J •
1 •

,JOJlt!/!, 'rfl f l!lHli D/ FPO/ITi.!HA DIÁRIO HEGIO'llL
07
GOVERNIDOR DO ROTIRY EM BELA VISTJI
O Cov<'rnndo.- <lo Rotary CJub, DIstr!to 4470, Gedon Junque Ira Wersanete
cm compnnhln de- ,.un cr,posn Anlcc Rahal Bersanete, visitou nossa cidade, dIa
16 pp., num vfslta de trnbalho e conraçamento,
Fol dccl.1rndo hó~pede oflci,,L do Munfc[pfo, sendo recebido na entrada da
cldndc pelo Prculdcntc do Cluhe, Ivaldo Pereira, sua esposa Marla Estela e
o l'rcsfdcntu entrante, b lênio 95/96, Marco }{ondon de Ol 1v1: irn.
~m seguldu, em companhia do Presldcntc e de Marco Rondon, foi feita uma
viulto de cortrula oo Prefeito Abrnio Zncorias, quando o Governador colocou
o Clube h dluposlçio do Prefeito para colaborar nas Iniciativas comunitárf -
~n. "O Rot11ry está pronto poro aervir, senhor Prefeito", disse Ge-:lson Bersa­
netc, Ahraiio Zacarias fnlou dn integraçiio Rotary-Comunldnde e disse que tam­
bém est,i ã dispo,dçiio do noi:ary. Presençn também do Vice-Prefeito, Sydney Nu
neH Leite. , .
Após o nlmoço, no Restuuronte dn Verinha, onde foi servJda gosto1,o peixa­
da, o Governndor reuniu-se com os rotnrionos no Hotel Pousada da Fronteira.
No mcmno loccl reunirom-se LIH integrantes do Casa do Amizade. Reuniões de
trabalho.
Digno de registro na prcnençaa de 90% dos rotarianos, segundo o Governa -
dor, "frequência digna de registro, uma das maiores nesta minha percgrinnção".
à noite, na sede do Clube, foi renlizado o jantar festivo, tendo feito
uso da palavra o Presidente Ivaldo Pereira e o Governador Gedson, ambos enfo
cando o lema do Rotory lnte!"'lacionol para este ano: SEJA AMIGO.
FLAGRANTES DA VISITA
Vice-Prefeito Sydn"y Leite, Iv.~ld<> P ... reira e «e!scn bersanete
Estela, Anlce, Gedson
....=.
convidados. Da esquerda para o direita: Rubcn Garcc
te e Sra, (Intendente de Belln Visto Paraguai); Syd
ney Nunes Leite (representando o Prefeito); Estela,
1valdo, Gedson, Anice, Dr. Robcrval Mngalhàes, (re­
presentando a Loja Haçonicn), Tenente David Tebich-
rani (representando o Comoodao<e do •.,::~ Mee)
' 1
. ,. -=-- ... :-~ ... -',-~. '';-_;;"' • ...~J
-f . _; .. ' à
Governador hor.ienageia Ival o, Presideite do o
tary, com o distintivo - SfJA A~!GO - lema do Ro
la e Marquinhos
CQStas,
eliane, Villasanti, Renato, KIka, Y!kir'
EaeGGT
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Eduardo, Ana Xaria, Elpfdia, Evilásio, Ivar.
Graça
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Tiki, Célia e filha, Liv~rsinda, ~~chado e G
ribàldi
rio Luiz Carlos Rahl e o Presidente dos
à Comunidade Seliman
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João Antonio
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JARDIM MS
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Advogados
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k
Centenas de Crianças Foram -ao 'Circe •
Zé Gatinha' em Bonito Tomar 'Vacina
am« rela. No balanço geral, ultrapassou
números anterior s.
Os
COLAORAÇO DO PAI
O Chefe do Executivo Local e o Secretá­
rio Municipal de Saúde, Dr.Alexandre Triz
zo, agradecem a todos os funcionários, vo­
luntários e demais pessoas que colabornrnm
para o sucesso de anis coto etapa de multi
vacinação. "-
Ressalta-se, também, a concientização -
dos pois, que atenderam os apelos das auto
ridades sanitárias e levaram seus filhos:
para serem vacinados.
GIL MARCUS SAUT
VILMAR DE ÃVILA
CAUSAS CIVEIS CRIMINAIS
Escritório: FONE:, (067) 255 - 1313
Residência: FONE: (067) 255 - 1228
RUA CEL. PILAD REBUÃ,663
BONITO - MS
Mais de trinta pessoas, cstivcran na v~
cinação do último dia 13, empenhadas o dia
todo, durante a realização da segunda eta­
pa da Campanha de Multivacinação,' levada a
efeito no Centro de Saiide, uma vez que, há
dias, o mesmo trabalho beneficiou toda a
população da zona rural. Equipes de vacina
' cão insta).aram postos volantes nas escola
é.nos principais redutos populacionais.
"CIRCO DO ZÉ CGOTINHA"
Para descontrair a petizada, à unidade
sanitária foi transformada no "Circo do zé,
Gatinha", decorada com motivos circenoes •
Uma mulher e uma simpát.ica garotinha, est_Q
vam caracterizadas de-palhaços. Na entra­
da, cuidavam da recepção, distribuindo ba
lÕes multicoloridos e grande quantidade de
balas. O som ambiente proporcionava um
clima de alegria,"aliviando a picada da in
jeção", que é temida até pelos adultos.
GRANDE MOVIMENTO
Advócacià
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CEP: 79.290 - 000
-BONITO - MS
VlCfNIS Ã DISPOSIÇÃO
Todas as vacinas continuam à disposiçi:ío
no Centro de Saúde, para serem aplicadas -
durante o expediente normal, cm crianças -
de zero a cinco anos, mulheres cm idade
fértil e adultos que ainda não foram imuni
zados contra febre amarela. Os retardatá-­
rios serão atendidos prontamente.
Firmino de Barros O Prefeito José Arthur Figueiredo e sua
esposa Dna.Vera Lucia, acompanharam os tra
balhos, que atingiu·um volume supreendentc.,-----~----------------
Forarn aplicadas 2.668 vacinas anti-pa-
lio, 637 trlplice, 177 contra sarampo, 66
jBCG, 517 anti-tetânica e 410 contra febre
l ~nilde Rosa dos Santos, Oficialu do -
Agropecuária [trili sa±..± r... li MS:, faz saber a todos quantos O presente
Edital de Proclamas virem que, apresenta­
ram os documentos exigidos pelo Artigo 180
do Codigo Civil Brasileiro, incisos I-II­
III e IV, e pretendem se casar·
Vidal Paredes e Antonia Louveira, bri­
sileiros, solteiros, residentes neste Mu
nicipio, ele, trabalhador braçal, filho -
de Henrique Paredes e de Dona Paulina Es­
cobar Paredes, ela, lides do lar, filha
de Miguel Louveira e de Dona Alberta Coe-j
ne Louveira.
Se alguém souber de algum impedimento
que se oponha na forma 'da Lei.
Edital de Proclamas

Advogado:
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Bela Vista., 22 de agosto de 1.994
Janilde Rosa dos Santos- Oficiala
Eital ie Frokamas
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do
Cartorio de Registro Civil desta cidade -
de Bela Vista-MS, faz saber a todos quan­
tos o presente Edital de Proclamas virem
'
· LAIRSON RODRIGUES BUENO [ IMPRESSOS GRÁFI [que apresentaram os documentos exigidos ,
t TIPOG ICOS PARA TODOS os FINS pelo artigo 180 do Codigo Civil Brasilei-
, ~ OABVIMS 3. 050 ro e pretendem se casar:
Estevão Ramão Rodrigues e Braulia Lou-
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[ roe. os» zs7 - 129 {_ ! ig,de Roa=ige tosveia.e aeAe!onia
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Bela Vista., 22 de agosto de 1.994
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Tempos de Ira ... E Esperança
Capítulo XII
#li klk kl k ttk ttkktkttttk##ti##tt###t# tt t t t t t r kit + t i ti t## # t # twt t titt t i #t t i # t t t # « t t t a t s k
ESTA SÉRIE SERÁ PUBLICADA EM LIVRO NO MÊS DE SETEMBRO
ktkttkkkttktrttkkkkkkttkkt ttktttk #tt#tt#kttittt# k ttttt t t# # ti ttt# tt tttt t t tt t tt t t t# t tt t # t « t t t t t e
- llumbcrto, faça um relató -
rio a respeito da situação, mi­
nucionnrnentc, nu nci de tudo o
que se passa, mas muitos dos
nossos amigos aqui presentes não
estão a par.
- Poiu não Dr. Martinez.
O Administrador relatou tudo
o que se passava, au presoõcs -
dos trabalhadores agora organi­
zados no Sindicato, a formação
dos cornitõu nao fazendas, o tra
balho nas cidades da região, a
chegada de fiscais do Ministé -
rio do Trabalho, urna verdadeira
revolução estava ocorrendo, até
a formação de uma Pastoral da
Terra, tendo a frente um Padre
jovem que, segundo comentavam,
viera de Porto Alegre só para
pregar a invasão de terras e i­
niciar a reforma agrária, na
marra, cm toda a região.
Depois do relatório de Hum­
berto, Martinez fez uso da pala
vra. Brilhante orador, empolgou
os presentes ao falar do Brasil
novo que estava surgindo no Va­
le, era preciso combater os ar­
ruaceiros, os que defendiam a
luta armada, a revolta.
- Não é só aqui não, nas
grandes cidades, nas portas das
fábricas, nas indústrias, eles
iludem os trabalhadores com pro
messas e procuram desestabili -
zar o regime. E o pior de tudo,
aproxima-se as eleições e o
candidato deles está liderando
as pesquisas. Se não fizermos
algo, podem até ganhar ...
Um dos fazendeiros presen
tes, Augusto, proprietário
Fazenda Rincão, interrompeu
orador.
- Desculpe Martinez,
falar?
da
o
posso
- Evidente, evidente, nossa
reunião é democrática.
- Os trabalhadores estão cer
tos, não exigem nada mais do
qu2 os seus direitos, trabalho
de oito horas, sábados livres ,
bons salários, casa para morar,
comida, saúde e educação para
os filhos. to mínimo que pe -
dem e além do maia, não sei por
quü tanta preocupação,
- Mas Auqusto, basta você an
dar por aí, verificar pessoal -
mente, todos os trabalhadores -
tem carteira assinada, possuem
suas casas, recebem seus alá -
rios cm dia, tratamento médico,
o que é que você quer, que divi
damos as nossas terras? -
-- Não é isto, temos mais de
30 milhões de brasileiros pas -
sando fome, aqui mesmo, a maio­
ria das fazendas possuem lavou­
ras, gado ã vontade, mostre-me
uma família que come carne to -
dos os dias, ou que não seja o­
brigada a racionar comida. O
problema é que nossas elites se
esqueceram do povo, desculpe ,
mas vou me retirar, é muita hi­
pocrisia de vocês ficarem discu
tindo o sexo dos anjos, a realT
dade está aí, do jeito que as
coisas vão, ainda teremos uma
guerra civil neste País. com 1i
cença.
Augusto falou e saiu da sa -
la. Pisando forte. Após um si -
lêncio constrangedor, Martinez,
aos brados, fora de si, exclama
va:
- Pô, qual é a desse cara ,
está do nosso lado ou contra
nós? Safado!
Todos falavam ao mesmo tem -
po, junto com Augusto sairam
também alguns comericantes
Roseira e o grupo dos paulis
tas, pequenos fazendeiros que
implantaram uma gleba no antigo
campo dos índios.
- Todos safados, gritava Mar
tinez.
A reunião acabou ali, não
houve jeito de controlar a si -
tuação, só ficaram na sala os
maiores proprietários de terras
na região, uns dez e mais os
donos das serrarias e das mine­
radoras.
Divisão no grupo do poder do
Vale da Esperança.
- Afinal, o que está aconte-
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cendo? Eu não vou permi ir ar -
ruaças em minhas terras. lava
Glaucy, proprietário de 20 mil
hectares de terrs, qanhos num
negociata política, depois que
vjudara a eleger o Governador -
de seu Estado, com ele era na
base de jagunços, de
tradicional família nordestina.
Em.pregados em suas terras cg
miam mandioca com carne uma vez
por semana. Registro? Direitos
trabalhistas? Nem pensar.
- Acontece Glaucy, que depo­
is da criação doo Sindicatos ,
do Partido deles, da ação da I­
greja, criaram asas e estão que
rendo voar alto, peão é peão
tem que saber o seu lugar, não
sabem o quanto custa manter uma
propriedade.
Quem respondia era Alcânta­
ra, tido e havido como um dos
homens mais ricos de Ribeirão -
Preto em São Paulo.
Alcântara continuou:
- E têm mais, o programa do
partido deles prega a reforma a
grária, taxações de grandes for
tunas, uma série de medidas
que, se implantadas, vão acabar
com os nossos privilégios. Não
demora muito de patrões vamos
passar a empregados, seremos di
rígidos por eles. Entendeu?
- E o que podemos fazer?
- Por aqui nós sabemos o que
fazer, respondeu Martinez, no
Vale da Esperança quem manda
somos nós, vamos acabar com to­
aos os movimentos deles ...
- Violência, Martinez?
- Lógico que não, Humberto,
foi-se o tempo, eles não querem
comida, roupas, remédios, esco­
las, tudo bem, vamos agir a e­
xemplo deles, conquistaremos to
aos, certo que gastaremos um
pouco mais, ma dpois tudo ol
ta a ser como era, varo: lança
um Plano Ererqencial. O ipr -
tante é qanhar as eleições, não
podemos sequer perder uma Pre -
feitura no Vale, na capital 4a
nhareios cil.
Puen .es, a é então calado
deu sua opinião.
Tudo bem, nada de violen -
eia, mas um pouco de pressão
sim, vamos ter que fazer, cui -
dar dos líders, e Ierbrar, mi
nha gente, se fizerem uma inves
tigação rigorosa aqui no vale
teremos problemas, não ~ó nós ,
o Senador, o Deputado e vamos
ter de explicar muita coisa.
- Como, Puentes?
- Bem, Dr. Martinez, estamos
em casa, podemos falar a vonta­
de, a verdade é qµc a nosua
preocupação maior são com os ne
gócios paralelos, tudo o que a­
contcce aqui está ligado à capi
tal e à São Paulo, Brasília, en
fim, onde vocês possuem fábri
cas, indústrias, suas cmnpresas,
com essas histórias de CPis se
resolvere~ investigar tocros ,
mas todas mesmo, nossas ativida
des, teremos problemas. Não se
trata aqui de brigar com meia
dúzia de líderes sindicais, im­
pedir reforma agrária, aumentar
salários, tudo isto não passa
de fachada, e temos mui ta
• gente grossa no Governo envolvi
da conosco. o que acontece e
que o movimento sindical aqui
no Vale está chamando a aten
cão.
- Sei disso Puentes. Mas
onde você quer chegar?
- Vamos dar nome aos bois.Fa
lar francamente. Estou cansado­
dessa ladainha.
Continua na proxima Ediçao.
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1.994
gito na
A61T0 19T-
L±t Ive no }lech Dance
no dfa I de aposto e ve
rtflque! o agito t o t a l d i
a lera,
O 11 m h l c n t c multo hom ,
povo anfmado e embalado -
no rltnm gostoso de Odc­
ar Som.
tando mesmo estava
Euntzeth, Taquara Kely, -
H n l n n o e Alexandra, que
deram seu show de balanço
e nnimação.
Entnvn hlpcr lcgnl, vn
lou o n g l t o ',
FATOS E BOATOS
Que anda tendo morce­
os em nossa c Ldade todos
sabem que é boato. tias o
que Valdecy(cy) e o llaia­
no andnm marcados todos -
sabem que é foto.
*
Que o boca cstnvn de -
namorada nova todos sabem
que é foto.
Mas que já está pensan
do cm casamento nunca se
sobe se é boato.
*
Que o pai da Mareia
(Carlos Gaucho) tem uma
bicicletnria todos sabem
que é foto. Mas, que a e!!
sa dele virou oficina to­
dos sabem .que é boato,
t#
Que o Marcos é noivo -
todos sabem que é fato.Ms
que ele não sai da Vila
Nova não sabemos se é boa
to.
l'.IIIVERSIRIAIITES
DO l!Bs
Quem jé esteve e esta
rã •rocando idade este
mês: Maria Eleuza, Roque,
Zeneida, Edmar, Bafo e
Cleiton Nunes.
À ele; nossos votos de
felicidades e realizacões
desta coluna. Parabéns.
QUEM ESTÁ VISITANDO
A nossa cidade é a ami
ga A'essandra. Esperamos­
que tire bastante provei­
to e que volte tMis vezes.
1JÁ Al..'GUNS ALUNOS
Do Aral Moreira que
saem da Escola e ficam na
frente da casa de certa -
pessoa, são eles: Magui­
nho, Adr'el e Claudio. O
que será que eles fazem
tanto lã?
Se cuidem, estamos de
olho cm voccs.
,1
1
Meu nome é Clarice Gomes Corra
Idade : 1 3 anos
Hàe: Cristina
Pai: Augusto
Colégio: P.C.X.
Série: 52 série
Melhor amiga: Sula e Ana Flâvia
Nas horas vogos: Ouvir músicas
Pretende ser: Manequim
Seu cantor: llarce lo Augusto
Cantora preferida: Corona
Sua otriz preferida : Elizandra Souto
Signo: Touro
Que tipo de roupa gosta de usar: esporte
Uma ndmiracão: Leomar
Quem voce levaria para uma ilha deserta: as omi­
guinhas do Leomar.
RF.CADllíllO
PL1ra: Janldcs Junior
Apesar de estar longe de
voce não te esqueci, Te ano -
muito.
Ass: sua naorada
Para: Adllson
Vocc é responsável por t
do que conqu t sta V'oce re con
qu!atou agora aguenta.
Ass: Clnrk.c e Sul a
Pnra: S.,0011
Ata não é aquela que exg
a uas 1irias, as sLn -
quela que não as detxa cair.
Ass: Valeria
Para: Ana FLãvfa
A amizade um pó iglco -
que ne o vento pode. lcva.-l.1.
Ass: Tat.1
PESAMENTO
Qu."Uldo seus olhos se enche-.
rcn de lágrts e o seu cora
çio ficar grande de tristeza -
restando-lhe so:::ientc uma vonta
de grande de chorar,não chore,,
ru estarei do seu lado para
que em seus olhos brilhe sonen
te fc li cidade.
~de- vocc sentir vontade
de gostar de alguém e seu cora
ão desejar ser rado de verda
de, não temas, lebre-se que
meu coração scr.i todo seu ..
E quando precisar de compa­
nhia n.lquclas horas. trlstcs,pg;
de me procurar, pois podes ter
certeza de que sempre estarei
ao seu lado,
Quando quiseres ouvir pala­
vras bonltn!., êncontrc-r:e e
estarei pronta para te dizer -
te ao.
O homem. da linha-de-frente.
"A Associação Nacional dos Veterano. da Força Expedfefanirta iras!letra
(ANVFEB) é uma sociedade civil que congrega ex-combatentes do Exercito e da
Força Aérea que lutara no Tçatro de Operações da Europa, durante a 2a Gran­
de Guerra Mundial,
O grande objetivo dos Veteranos é não defxar cair no esquecimento das v
lhas e novas gerações os gr3odcs feitos da Forçn Expediclonaria Dr3911 Jrn
(FEB) e do l!? Grupo de Caça da Força Aérea Brnsilcira(FAJl), n,1 C.1,:ipanh,1 da
itália,
Nio deixam, entretanto, de reconhecer os esforços e acrIfIcfos dos herót
os ex-combatentes da Marinha de Guerra; dos abnegados marujos da Mar Inha
ercante; dos contingentes militares, que, em dura vigília guarnecera nos­
sos ,ilhas e lltorol e dos avjadores incansáveis que, dia e noirc ate o r11;jfo.r.
a vitória, velaram pela nossa segurança territorial.
Nas guerras modernas, deixa de ser privilégio dos soldados d,1 l!nhn-d -f :.·
te o sinônimo de combatente. A amplitude dos meios bélicos envolve a nação
um todo, transfonnando sua população, virtual.Jnente, co combatentes na causa
omum. O sacrificio atinge militares e civis, inocentes que morrem sob a rui
a dos bombardeios, na retaguarda, ou o marinheiro que, de sua nave rnada
u em pacífico barco mercante, paga com sangue o preço da batalha; o aviador
ue ataca o inimigo ou garante as linh'ISde co~unicacõcs vitais para o suces­
o. Enfim, todos lutam, todos sofrem.
Mas, de nada adiantarão essa luta e esse sofrimento se o soldado da linha
de-frente fol incapaz de derrotar o inil:ligo. Se lhe faltar ânimo, r.oragem e
espirito de sacrificio.
O esforco de um povo inteiro e a amrgura a que foi. suhneti.d.:l teci o sido em vã
se os seus gene rais e canandantes forem inap tos para CXll'lduzir as Forcas no carinh o da glÕr
e.- pois, no homem que combate de arma na mão, que se encontra a chave ti­
nol da vitória ou da derrota.
Para honra da nossa história, sempre tivemos excelentes chefes e magnifi­
cos soldados nas horas em que cobi.cosa;olhos estrangeiros atentaram contra a
nacionalidade brasileira.
Os veteranos da FEB são os remanescentes desses rijos homens de linha-dc­
frente, que conquistaram para o -Brasil seu último grande feito militar. Já
marcados pelo peso do tempo, eles ainda marcham garbosos, como garbosos fo­
ram nos penosos dias de Monte Castello, nas jornadas gloriosas de ontese ou
na arrancada vitoriosa do Vale do Pó.
A boina azul do Veterano da FEB não identifica como um ex-combatente me­
lhor que outros, nem pretende discutir a ação ou o desempenho de seus irmãos
que lutaram pela mesma causa.
A boina azul é apenas um símbolo do soldado da linha-de-frente que lutou
na lama e no gelo, que enfrentou a mina infernal e o bombardeio impiedoso,
que venceu a astúcia do inimigo e tratou com bondade e o adversário vencido,
O veterano da FEB luta hoje para não ser esquecido, assi.l:l como ele não
esqueceu o sangue de muitos companheiros, derramado no campo de batalha, ou
dos amigos queridos, tombados na linha-de-frente".
Maj Lourival Lopes de Freitas
Presidente
*
N da R - O texto acima foi elaborado pelo Presidente da As­
sociação Nacional dos Veteranos da FEB - Seção Regional de Flo­
rian6polis, Maj R/1 Lourival Lopes de Freitas, e lido por oca­
sião da formatura comemorativa a Batalha de Monte Castelo, no .
Quartel do 63Q BI, em Florian6polis (SC), no dia 21 Fev.94.
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