• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1544_27_08_1994

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.,,
TRIBUNA DA FRONTEIRA
DIÁRIO REGIONAL
. .
JlP.1,/ VIS'I'A/Mc. /NO: 22 No: I. 541 DIRETOR RESPO! SiVEL: IV/LDO 'PCRt:ITU IH - 0,.',0
-- -------
27 DE /GOSTO D~ 1.994 - SÃDADO
------ -----------------
YEREIDOR DE BELD YISTI LUIZ ILEIDNDRE
PRESO DRBITRIRIIMENTE NO PIRIGUIII
Nn ~ltima quarta­
tcir:n, dia 26 pela
manhã, depois de ua­
bcr que cotava oendo
acuuado de ter dispa
rado um tiro de re
vólvcr contra a re­
sidência do Sr. Ki -
kin Ocáriz, cm Bella
Vista Paraguai, o Ve
reador de Bela Vistã
Luiz Alexandre Lou -
reir:o Palmiéri, diri
·giu-se até a vizinhã
cidade Paraguaia pa­
ra explicar à Kikin
Ocáriz que nada ti -
nha a ver com o fa -
to, mas acabou sendo
preso, de forma arbi
trária, pelo Comissã
rio de Polícia daque
la cidade, de nome
Vencculau Ricaldc.
Segundo ao infor­
mações, no dia 26 pc
la manhã a namorada­
do Vereador, que re­
side cm Bella Vista
Paraguai, recebeu um
telefonema de Kikin
Ocáriz, membro da
Junta Departamental
de Amambai (Diputa -
do), que disse à ela
1
que Luiz Alexandre -
teria dado um tiro
contra a sua casa na
quela noite. A namo­
rada então entrou
em contato com o Ve­
reador para comuni -
caro que estava a -
contecendo.
Página
O 10() RC Mec - "Regi
mento Antonio João" -
realizou nesta quarta -
feira, dia 25, no seu
páteo de formaturns, as
soler idades alusivas ao
Dia do Soldado, onde
foi homei.ageada a memô­
ria de Luiz Alves de Li
ma e Si I va, o l)uc:ue de"
Caxlas, Patrono do Exé!
cito Brasileiro. na so­
laric'<lade constar,m o Ju
ramento à Bandeira Na=
cional feito pelos Re -
crutns incorporadoR no
corrente ano, o compro­
~isso dos OflcinlH pro­
mov!dos ao IO Posto, a
eritrcgn de condecoraçó­
CH noH ,,grncinclos e n
entrega da barreta ao Praça mal distinto.
08
Vereador Luiz Alexandre Loureiro Palmié
ri ( foto)
10·~ RC MEC COMEMORA O D18 DO SOLDDDO
f
/
'enten.as de pessoas_da ocledadecivil, entre_alunos,professores, dire­
tores de Escolas e autor idades brasileira e pnrngunlns, pre»tlglnrnm as come
mornçocH nluttlvnn 110 ílln do Soldado no 102 RC Hec
---·---- -
Fronteira Unida
Brasileiros e Paraguaios
caminhando juntos
1
Em teapos de Merco ul, de interação latino a
ericana náo se admite atitudes e atos i lados
que prejudiquem o bom r,·l.,rlon,11'1 nto nn n nr,•1-
:-,,.
1 A prisão do Vereador Luiz Alexandre ioure!ro
l
l'nlt:1il'ri, o X,1nd •• quP_ t,111t,1s colllbor.,ç.J,•i:_prl'~­
tou (e presta) aos irmaos paraguafos, prtsao por
1
10 horns, injust.1, arbitr.irl.1, ha~l•Jd;,i 11uc1·1 de· -
núnc1a fal,-;a, de umn "testcr.unh,t" qul' aflrrou -
1 ter visto o carro de Xande passar em frente i
! residencia c1'! Kikln Oc,Íriz, depofs dos disparos,
1
e basC'ado nesta testenunh,,, contrrt todos os aru
mcntos e provas en contrárlo, faz-nos crer que
1 todos estão sujeitos à fatos der.ta natureza no
1 visinho País,
1 Dessa forma, se continuar esse estado de coi-
sas, os turistas brasileiros se afastarão de H~I
la Vista (parnguai) prejudicando o con~rcln d;
nossa cidade irmã.
O Governo Parnguaio precisa escolher a dedo
seus funcionários e dirigentes na 1:onte!rn.
Os protestos foram intensos, o Prefeito Muni­
cipal de Bela Vista, Abraão Zacarias, a Cimara
Municipal de Bela Vista, através de todos os se-
r us Vereadores, o Rotary Club, a conunidaGe, Pn -
fim, protestou contra a atitud~ arbltrárin, a
violencia contra uma autoridadP brnsileirn. Ou
se esqueceram que XANDE é Vcre~drr?
Sem o intuito de interferir na polÍtLca inter
na do País vir.inho, apcr.as n guJza de sugestão:
o Presidente ~sy,que tantos amigos e ad~irad~
res possui em Bela Vista, precisa tomar encrgl ~
cas providencias quanto aos mitrd~s pnucn ortodo
xos praticado3 por muitos de seus representantes
em Bella Vista, Paraguai, afinal as nutorld~des
de Bel la Vista r,epresentam o Governo Ct>ntr::1. 1
Repetimos, é preciso nomear para a frotei
pessoas integradas à filosoffn da interaçao
não da divisão.
A continuar esse espírito de dedo no r~rllho,
irregularidades, arbitrariedades, clima de revo)
ta e medo, quem sofrerá mais serio os noss0s vi:I
sinhos lojistas, o povo amigo de Jl,,J !J 'l,cr ,, is
to porque, repetimos, os turistns sr nfast. -~o:,
afinal ninguern está :, salvo de uma pr!s5o n ru
as de Bella Vista, inocente, sem culpas, h,ta]
/
alguém apontar "foi c1'.!", pronto, será pri.:1, E
quando isto ,1co-1tccer, pode até pedir ., prp',•,·in
dos santos, pois o que vale e a I.t.•! do "d!!,':l
que disse", e nio a Justiça.
A
IDOSOS DO PROJETO ESPERAN(A SAO OPJRADOS E RECEBEM OCQJlO§
.1- • r-;:-i
• !
HatérL1 na PÚglna OJ
Na última sexta-fel­
rn, pcln mnnh:i, n Pr<'HJ.
dente do Fundo de Aç,~o
Social de 11el11 Vl,n1•, 1~
Dama OlgJ Uianchl ZPcn -
r ia9 e a Coordcn,1<lorn do
Projeto Esperança, Consu
elo Barbosa, fizeram a
entrega de cinco Õculo~
de grau aos idosos Jull..10
Jara, Maria Cardoso, Al­
berto Romero, Sinforinno
Dãvalo e Leonir Duarte ,
todos membros do Projeto
Esperança, que sofriam -
de problemas de visão.
Mantido pelo Fundo de
Ação Social de Bela Vis­
ta, presidido pela 1g D~
ma, o Projeto Esperança,
que é coordenado pcfa sra
Consuelo Barbosa, presta
toda assistência social
e de sa~dd à centenas de
ldonoo da no1rnn cid11d1• ,
no últimos meses aque "
le,. que po,rn11,'In prob I e -
ma de visão vm sendo
encaminhado à Campo Gran
de para passarem por %i!
he e até cirurgias de
"catarata", com todws as
de,pen de vluents, e­
tadfa e de compunha "
te cu»tenda pelo Fundo
de Ação Social de ela
'/J ,, t ,, .
On e I nco J i.lor,oll
receberam o óculos ne'-
que
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T iate ao AS. Dona @ia. coordenadora do projeto Ese.a. G.
Connuclo e on idonos bcncficlndos com n donçno de ~culo»
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perados de catarata em
Campo Grande pelos Dr,
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Etapa do IV Circuito. E­
t,1Cl11.r I de Vn I d hu l d,· A­
r,· l.t, na quadra do Hotel
l't>t1n1<l.1 d11 Fronr,•trn ,
fez n aqutwlção do ócu­
los par terem doados a-
1 --- ---------------
! Morte por afogamento no Rio· Apa
--------- _1'.,_l' i_r,111, -
., (tl.111 •
os ldo,ros. l) Igr de r,, -
Istro a alegria e a emo
çio dos 1donos ao recebe
rem o óculos que val f4
zer com que eles posa
enxergar melhor e propor
clonar-lhes mafor felle{
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GERENTE COMERCIAL: Maria Estela Velásques Pereira
SECRETARIO D REDAÇÃO: Ualdino Rodrigues ASSINATURAS:
1
REPORTAGENS: Joo Carlos Velásquez, André Ãvalo e SD1ESTRAL: R$ 45,00
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Tr.ibuna da Fronteira
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. ,, '
Juramento à Bandeira, compromisso de. oficiais e
entrega de condecorações marcam o dia do Soldado
0 102 RC Mee -"Regi -
sento AntonIo Joio' •
+lfzu nesta quarta--fel
ra, dla 25 no seu pateo
de formaturas, as solenf
Ade, alu,Ivan ao dfa do
4o1dado, onde foI homenn
eada a memór Ia de Lu!z
AIVL•IJ de Lima o Sllvu, o
Duque de (;nxlun, Patrono
do Exhclto llrnnl.lciro.
Da olenfdade consta­
ram o juramento à BandeI
ra Nnc lonnJ feito pelos
recrutas incorporado no
corrente ano,o compro
m!nso dos oficial promo
vIdos ao primeiro posto,
a entrega de condecora -
çücr aoG agrncindos e a
entrega da barretn no
praça mals dlc-tJnto,
Partlc!param da bon!­
ta r,olcnldudc militar, - •
prcnldldn pelo Ten. Cel.
Edson Snuzu Hodriguca
CHI do 102 RC MEC, o Prc
feito Municipal Abraão -
Zacurius; o cônsul do Pa
rauaI em Nela VIsta,Sr.
ENTREGA DE CONDECORAÇÕES
Inicialmente fof rea­
llznda a cerimônia de en
trega de Condecorações-;
o PEcuarista Olímpio do
Amaral Cardinal recebeu
.20 título de Colaborador
r Emérito do Exêrcito Rra­
j sllciro, entregue pelo
Comandante do I09 RC Mec.
Os seguintes milita -
res, integrantes da Uni­
dade Militar de Rela Vis
ta, foram agraciados com
medalhas, outorgadas pe­
lo Ministro de Estado do
Exército, pelos relevan­
tes serviços prestados ,
que também foram entre -
gues pelo Comandante do
IO9 RC Mec, Tenente Coro
nel Edson Souza Rodri
ues; 2 Tenente Edva ldo
Silvestre de Lima (Mfeda­
lha de Bronze do Serviço
,mazônico)·; 12 Sargento
Carlos Mota Costa (Meda­
lha Militar de Prata)
1~ Sargento Sebasti.io de
Souzn Silvn (Medalha Mi­
litar de Pratn); 22 ~ar­
gento Adalcimar Coelho -
da Cruz (Medalha Militar
de Bronze e Medalha de
Prata do Serviço Amazôni
co); 22 Sargento Manoel­
Corrêa de Araujo (Meda -
lha Militar de Bronze e
Medalha de Prata do Ser­
viço Amazônico; 29 Sar -
genta Marco Antonio Cor­
rêa (Medalha Militar de
Bronze); 2g Sargento An­
gelo Josf Crist6faro (Me
dalha Mílitar de Bronze);
29 Sargento Juvenal Schi
moider. (Medalha Militar­
de Bronze); Cabo Izaque
ena Barreto (Medalha Mi
litar de Bronze); Cabo
r
«
/
V
( r
-z


LuclaM C11nhc•tc Filho; o
Comandante Interino do
destacamento de frontel­
ra n! 3, de Bella Vista
Norte-Amambay, oficial -
(Gomez; ex-pracinhas da
FEB, diretores de esco -
las, professores e cente
nas de estudantes, -
Dando Infcfo soleni
dadc militar, o Major
Tabal1pa, Sub-Comandan
te ao lOQ RC HEC, fez
apre&entaçio da tropa ao
ofJciol comandante.
Sífulo Trindade Abela
(Medalha de Prata do Ser
viço Amazônico); Cabo
Paulo Tomaz da Silva (Ne
dalha Militar de Bronze);
Cabo da Reserva Demétrio
Cardoso (Medalha Militar
de Bronze); Cabo da Re -
serva Manoel Canteiro
( ledalha Militar de Pra­
ta),
O Comandante da 42
Brigada de Cavalaria Me­
canizada concedeu o Oi -
O Pecuari~~a Olímpio do Amaral Cardinal recebeu
o Título de eolaborador Em~rito do Exército Brasi -
leira, entregue pelo Comandante Rodrigues
ploma de Praça Mais Dis­
tinto do 102 Regimento -
de Cavalaria Mecanizada,
ficando-lhe assegurado o
uso da Barreta correspon
dente, no Soldado Vander-
11 Rocha da Silva, do 32
Esquadrão de Cavalaria -
Mecanizada. A condecora­
ção também foi entregue
ao Soldado, pelo Coman -
dante do IOg RC Mec, Ten
Coronel Edson Souza Ro -
drigues.
COMPROMISSO DE OFICIAIS PROMOVIDOS AO 1O POSTO
Na sequência da sole­
nidade foi realizado o
compromisso dos Oficiais
promovidos ao I Posto ,
que prestaram o Juramen­
to à Bandeira Nacional ,
e seguida foi a vez dos
ecrutas incorporados ao
ixêrcito no corrente a­
: o, fazerem o seu jura -
menta à bandeira, num
dos momentos mais vibran
tes da solenidade mili =
tar, Lealizado com as
seguintes palavras: "In­
corporando-me ao Exérci­
to Brasileiro, prometo -
cumprir rigorosamente as
ordens das Autoridades a
que estiver subordinado
e respeitar os Superio -
res Hierárquicos, tratar
com atenção os irmãós de
a nnas e com bondade os
subordinados, dedicar-me
inteiramente ao Serviço
da Pátria, cuja honra
integridade e institui -
ções, defenderei com o
sacrifício da pr6pria vi
da". Ap6s o Juramento -
dos Recrutas, todos fo -
ram convidados à cantar
o Hino Nacional Brasilei
ro, executado pela.sem::
pre eficiente Banda Musi
cal do 102 RC Mec. Em se
guida a tropa desfilou em con
tinâic.ia à Bandeira Naci.ooal-:
I"
' ,a abertura da solenidade Ilitar, o Sub-Comandante do 1O' RC Mec
Tabaliba faz a apresentaçao da tropa ao Comandante, Tenente Coronel
Ma[or
Edson
Souza Rodrigues •
Ordem do Dia
Na sequência da Solenidade !"!illtar,
foi feita. a leitura da "Ordem do Da"
do Ministro do•Exército, Zenildo de
Lucena, alusiva ao Dia do Soldado
transcrita, abaixo, na Íntegra:
Anualmente nesta epãca,coa o caloro
so apoio da comunidade, engalana-se;­
nosso Exército para comemorar o Dia
do Soldado, data natalícia do Mare
chal Luiz Alves de Lima e Silva, o OU
QUE DE CAXIAS. -
Foi na caserna que se forjou o ho­
mem, o cidadão, o Soldado, foi na his
téria que se consagrou o Militar, o
pacificador, o sustentáculo do Impé -
rjo, Em meio século de atividades, Ca
xias viveu intensamente a Nação Brasi
leira, participou da processo de inde
pendência e lutou pela consolidação.­
Sufocou as rebeliões que assolavam o
Império de Norte a Sul, foi na guerra
da tríplice aliança que as suas virtu
desde homem e de chefe se revelarac­
em toda a plenitude._
Porem, a Patria nao precisava so -
mente do Soldado, convocou o cidadão,
com seu descortínio, para exercer ele
vadas funções políticas, é nesta oca­
sião que avulta-se o estadista.
Assim, mirando-se nes~e sublime e-
xemplo do seu patrono, nossa institui
çã0 se contrai em prestar especial hi
menagem ao SOldado do Brasil, aquele
que carrega sobre os ombros, com sere
nidade, confiança e orgulho profissi;
nal, a responsabilidade de ser chefe;
aquele que empunhando as annas da Na­
ça0, guarnece as mais longínquas fron
teiras deste vasto territ6rio, dos -
pampas à Amazônia, do litoral a·o PªEc
canal; às spntinelas dos nossos quar­
téis; ao Soldado do passado, que aju­
dou a escrever a nossa hist6ria, mui­
tas vezes com o pr6prio sangue; ao
Soldado do presente, que assegura a
soberania, a integridade nacional e
as tradições de G·l6ria do nosso Exér­
cito; ao Soldado que longe do lar
preserva em outras terras, a paz mun­
dial; ao Soldado, enfim, que tem hipo
tecado ao longo do tempo irrestrita::
solidariedade~ gente brasileira ,
constituindo-se exemplo de cidadão".
Depois da Ordem do Dia do Ministro
do Exército Zcnildo de Lucena, foi e­
xecutado pela Banda Musical do 109 RC
ec e cantado por toda a Tropa, o HI­
no i Caxfas, de autoria de Dom Aquino
de Corrêa, e Francisco de Paula Go
mes.
•. PDLIYRIS DO COMIND
Antes do encerramento oficial da
solenidade no páteo de formaturas da
Unidade Militar de Bela Vista, o Co -
mandante do IOg RC Mec - Tenente Coro
nel Edson Souza Rodrigues - usou da
palavra para agradecer a presença do
Prefeito Municipal, do Cônsul do Para
guai, dos ex-Pracinhas e demais auto=
rjdades presentes, ao povo em geral ,
aos estudantes, professores e direto­
res de Escolas, "que vieram irmanar -
se conosco nessa homenagem ao caior
de todos os Soldados do Brasil - Du -
que de.Caxias" afirmou o Comandante e
finalizou: "O 10? Regimento de Cavala
ria Mecanizado agradece tão honrosas­
presenças".
A Formatura foi encerrada com o
Desfile da Tropa em Continência ao Co
mandante do 102 RC Mec, ao som d7;
dobrado "Batista de Melo" de autoria
de Mathias d~ Almeida.
+ •• "
--?%ae
,« {
o
$
(Fotos e Reportagem:
Exércíto
Ubaldino Rodrigues)
forte
Nação Soberana
4
J
Quatorze (I) Militares entre Soldados. Cabos. Sargentos e um Tenente
foram agraciados com med.ühas do N•érito Militar
•o MATO GROSSO DO SUL TEM
l;SPERANÇOSA E FORMIDÁVEL
E DILSO SPERAFICO. •
7/tuas a6asa 7/taca
UMA GRANDE,
LIDERANÇA QUE
D/LSO SPERAFICO é candidato a
Deputado Federal por entender que
todo cidadão tem uma função social
e polltlca a cumprir pelo seu País.
Honestidade, seriedade e
competência são atributos que DILSO
SPERAFICO e WILSON MARTINS têm
para oferecer ao povo sul
matogrossense.
sg6caco i3si@
FRENTE POPULAR - PMDB

e:
t$@ $rÉRno SER a iiR FOR
REPRESENllllYA DO MS JIA CÂMARA f EOERAL
"O Mato Grosso do
!Jul tem uma grande ,
cnpornnçonn e [ormi­
dSvol liderança que
é nLloo Spcr:íico".
Quando o Senador
Wilnon narbosa Mar­
tins falou estas pa­
lavras em Amambai,no
inicio deste ano,com
certeza já vislumbra
va O potencial poli­
tlco do hoje candida
to a deputado fcde-­
ral, Dilso Sperafico
(PMDD).
De janeiro a agos
to, muitos fatos a:
conteccram e o MS vi
ve intensamente o mÕ
menta eleitoral. os -
candidatos intensifi
cam suas campanhas ,
cada um a sua manei­
ra. E os eleitores -
acompanham com curio
sidade a movimenta-­
cão politica e exi-
9em eleições limpas,
candidatos competen­
tco e rcivindicaç6en
atendidas.
No momento cm que
Dilso Spcruíico le­
vou seu nome à con­
venção do PMDB par a
ser homoloqada sua -
candidatura, ele ti­
nha cm mente os me
mos principias que:
hoje norteiam a popu
lação. "Cansei de "
ver os politicos de
braços cruzados, Co­
mo empresário e pro­
fissional colaborei
com o crescimento e­
conômico do Estado e
agora quero contribu
ir como cidadão e pÕ
lítico". Sperafico:
fala também que dis­
puta uma vaga na câ­
mara Federal pela
mesma razão que as
pessoas indignam-se
Oilso Sperafico e os Candidatos
a Deputado Estadual
Da mesma forma que o senador
Wilson Martins- hoje candidato
a governador da coligação Fren­
te Popular- políticos experien­
tes e sérios também acreditam
na firmeza de Dilso Sporafico ,
na convicção de seus propósitos
e na exatidão de seu caráter.
No Vale de Ivinhema, Dilso -
Sperafico buscou na pessoa do -
médico e ex-prefeito, Jercé Eu­
zébio de Souza, os mesmos prin­
cípios de vida. No Sudoeste do
Estado, o deputado estadual Wal
demir Moka abraçou a campanha:
de Dilso Sperafico. Na região -
do Alto Amambai, o advogado Ne
ry da Costa Júnior, o Nerinho
defende junto com Dilso Sperafi
coa valorização da Região. NÕ
municipio de Ponta Porã, Dilso
Sperafico tem um forte apoio do
vereador e Presidente da Câma­
ra, Álvaro Soares. Em Campo
Grande, o bancário Miguel Abud
usa sua experiência e determina
ção para lutar por melhorias sÕ
ciais e defender o nome de 011:
so Sperafico. Em Coronel Sapu
caia, o empresário Luiz Bordão
conquistou a dobradinha com Spg
rafico. Em Naviraí, o também -
ex-prefeito e atual vice-prefei
to, Ronald Cançado, busca com
determinação o atendimento as
reivindicações da população.
Todos esses, Nerinho, Jercé,
Moka, Álvaro Soares, Miguel -
Abud, Luiz Bordão, Murilo auith,
quando são enganadas
pelo poder público
"O descaso com a sau
de do País, o desem­
prego em massa e a
falta de moradias
não algumas questões 1
que prccioam de solu
çô8s imediatas. Não
dó mais para ficar -
auncntc desta luta",
diz o candidato.
Por essas e ou­
tras boas razões que
Dilso Sperafico é ho
je a nova liderança
política do Mato
Grosso do Sul com a­
peladores espalhados
por todo o Estado.
Também não é a toa 1
que Wilson Martins -
destaca sempre a im­
portância da candida
tura de Dilso Spera=
fico para o MS."Acre
ditei em Dilso Speri
fico desde o primeiro
Deputado aldemir Moka
candidatos i deputado estadual,
fazem dobradinha eleitoral com
Dilso Spcrafico, cada um na sua
região, e acreditam que o dia -
tres de outubro é o dia da mu­
dança. Dignidade e competência
sao atributos comuns a todos.
Dilso Sperafico afirma que -
os ~clíticos têm que ser repre­
~entantes de iato e de direito .
O ~stado precisa se impor mais
a nivel de União. Isso nós con­
seguiremos com o Dr.Wilson Mar­
tins no governo do MS e com po­
liticos capazes na Assembléia
Legislativa e na Câmara Fede
ral", diz Sperafico.
nomcnto cm que nos -
r.onhecemos.
Ele é um politico
Wilson Barbosa Martins
que preenche as nc - sense", fala Wil
ccssidadcs da popu- son Barbosa Mar
lação sul-matogros- tins.
±?-
O Mato Grosso do Sul
Conhece Dilso Speralico
Convicto de seus
ideais e com disposi
cão para o trabalho,
Dilso Spcrafico tem
levado sua mensagem
a todos os cantos do
Estado. Faz reuniões,
promove encontros, -
participa de comíci­
os, visita o comér­
cio, faz o corpo-a­
corpo e mantém conta
tos políticos. DilsÕ
Sperafico já é um po
lítico vitorioso des
de o primeiro momen-
to em que os amigos
e partidários Junta­
ram-se a ele nesta -
tarefa de tornar o
Mato Grosso do Sul -
um Estado forte, pro
dutivo e com melho­
res condições de vi-
da. •
De Janeiro para -
ca, quando iniciou -
sua caminhada políti
ca, Dilso Sperafico­
manteve contato dire
to com milhares de:
pessoas e participou
0 8OM SENSO E A MOtAL,
PREVALECENDO NESTAS ELEMOES
Dilso Sperafico -
tem mostrado conheci
mento das questões:
pertinentes aos inte
resses do país. Defe
sa de um Estado for­
te, incentivo à in­
dustrialização, poli
tica agrícola, refor
mulação na política­
educacional , digni­
dade aos idosos, man
dato transparente ,
Mercosul, cidadania
0. recuperação urgen­
te das estradas sao
alguns dos pontos de
fendidos e debatidos
por Dilso Sperafico
"Com certeza, diz
ele, o_bom senso e a
moral prevalecerão -
nessas eleições. Te­
rnos uma responsabili
dade muito grande cÕ
mo agentes poiíticos
de conscientização _
da população".
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de inúmeras reuni
coes. É umn politico -
incansável. E prome­
te mais. "Depois de
eleito vou visitar -
todas as cidades on­
de estive durante a
campanha e promover
reuniões para discu­
tir o meu plano de -
trabalho como deputa
do federal e as :
principais reivindi
cações da popula­
çao ", falou Dilso
Sperafico.
Se depender da
sua vontade de traba
lho, da sua confian­
ça e do apoio de -
ilustres políticos -
do MS, Dilso Sperg
fico será eleito e
tres de outubro para
deputado federal co­
mo uma das maiores
forças políticas re
presentativas do Mã
to Grosso do sul. -

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do para que a população nao corre iu
,a Nota Fscal, pesquise preso
abusos de preços.
Na sua última aparição, ele pediu encare!d en
te para que nio tenhamos vergonha de ped!r a no a
ffucal, mesmo que o comerciante seja nosso amizo!
Esse recado parece que foi dado para os habi -
tantes de cldades pequenas, onde a amizade e colo
ca acima dos mais altos Interesse da Naçio e onde
também, a exemplo do que acontece aqul, muita en­
te fica constrangida quando se trata de ezfglr os
% direitos,
Pofs bem. Precisamos reconhecer que o Sr. Ricu­
pero demonstra uma aparência de homem birio e con
ciente e sua Imagem nos Insp'ra a acreditar plamen
te nnqullo que ele vem pedindo
A prót.lca da verdndeir,. ClDADANTA é um dever de
totlos nós. Urge portnnto, que passer.10s a prutic:i­
ln, mesmo que paro tnnto, tenhamos que controrlor
oH interesses, mesmo daqueles que pensamos ser nos
sos amigos!
Nn realidade, o comerc ionte que abusa de pre
ç0s, que não olha o lndo do consumidor, n~o merece
amizade de ninguim, Não merece portanto, o seu
constrangimento e o seu respeito! ..
Vnmos atender o pedido do ministro, nem que pa­
ra Isso tenhamos que magoar "a 1 guns amigos'' amigos
que na verdnde, não são amigos e sim "Amigos da
Onça!".
Bem ao contrjrio do ~ue estnmos vendo no horó -
/ rio eleitoral, onde a enxurrada de promessas e -
1 umn Mrnclnha, o Ministro fala sério e deve ser a
1 '
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tem pfrito altr
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r·.,r iu
rt.As
dor ..
a emana pa ata, por o
le!'oi de Arela, no Hate! Pousada da
nuto, que é proprietario da Comer!d
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vencedores da competfio.
f sem dúvidas u exemplo, pois se #ela !sta pu
desse contar com mlor apoio da classe onere !ante
aos eventos que promove, tudo seria ais fácil, po
Is todos nós sabemos, temos grandes Idealizadores,
que precisam contar com a participaçao mais ativa
das classes comerciais e produtoras,'
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DR. HÉLIO RUIZ
r
K!ARA1 TUJBÃ
A(:ORA, f: POR CONTA DA SUNAB
As pesquisas de preços que cstiio srndu divulgo­
das peln "TrIbuna", desde a última semana passada
é um trabalho oficial do orgao que ja tem seu es­
critJrlo devidamente instolado em nossa cidade, r
rln SUNAB.
Bem ao contr~rlo, das pesquisas que até poucos
dias realizávamos, este não é um simples trabalho
jornalístico e portanto, te□car5u-r FISCALIZA -
DOR!
As pessoas encarregadas de v•sltar os supcrner­
cados, não aceitam imposições e vão direto às pra­
teleiras e gandolas v~rificar os preços e lança -
' los nns suas bem preparadas listas, para posterior
publicação.
A nossa parte a partir de agora é fiscalizar o
trabalho da SUNAB e acompanhar a sua ação orienta­
dora aos AÇOUCUES E MERCADOS, para que tudo aquilo
que é determinado pela lei, seja rigorosamente cut
prido, como por exemplo, a "PLACA OBRIGATÓRIA" que
determina as normas de comercialização da carne e
outros produtos similares.
Conversamos com o Luiz Péricles Aristimunha,fun
cionjrio responsóvel pela SUNAB e fomos informados
de que vai haver pri~eiramente w:,a Orientação aos
comerciantes e depois então a ação serj mais rigo­
rosa.
-Ninguém come sebo, nervos e membranas e no en­
tanto, ela vem junto com~ carne que compramos!
Se existe a determinação legal, vamos cumpri­
la!
A AGENCIA DOS CORREIOS ESTÃ BONITA, MAS FALTA
fUNCIONÃRIOS!
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FONES:
251 - 1012 ou 251 - 242tll
CEP: 79. 240 000
JARDIM
Desta vez não vamos ficar apenas na alusão ao
problema da nossa agência dos Correios, onde ape -
nas uma funcionória atende ao público, provocando
imensa fila nos momentos de maior movimento,
Jj abordamos esse problema nesta coluna meses a
trjs e agora, queremos pedir, para que um vereador
se sensibilize com a situação e, através da Câaara
Municipal, oficialize a reclamação junto a direção
da empresa, pedindo a nomeação de pelo menos, mais
um funcionório para o atendimento ao público.
O gerente local nos informou que Jj solicitou,­
mas ate agora nada foi resolvido.
Uma "forcinha" da Câmara Municipal junto à dire­
' toria regional dos Correios, poderá sanar defin!ti­
vamente o problema.
TRANSITO DE CAMINHÕES DO CALCÁRIO, PODE
MUDAR DEFINITIVAMENTE.
O Prefeito Municipal jj estj tornando as provi­
dências iniciais para tirar o transito dos cami­
nhôes de Calcário das ruas do centro da cidade.
••
1
Parece, que po~erá ser construido um mini anél,
·que vai cortar a area militar e sair na estrada da
•c~ieira, com um trajeto que vai passar pela parte
dos fundos do Quartel do lOQ RC.
A se conseguir esse_intento, será um desafogo -
para o transito da Barao do Ladário e lógico,
0
afastamento de um perigo constante que ronda os
transeuntes do centro da cidade.
Esta informação não é oficial, mas foi colhida
pela "nossa ante.na" inteiramente por acaso!
V:ile a pena conferir. •
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VEREADOR DE BELA VIST I LUIZ ALEXANDRE
PRESO ARBITRARIAMENTE NO PARAGUAI
' J
0cariz teria sido um desentendimncnto fami­
l inr.
Após constatado esse fa.o, as autorida­
des paraguaias e o proprietário da renidén
ria atingida ec apreosnram cm liberar o vg
reador Luiz Alexandre, o vereador en ão
vxiqiu que o Comissário de Polícia lhe fo;:
necesse um documento lrgal perante o Juiz
de Bella Vista Paraguai, esclarecendo que
<'le era inocente da .1cusaçâo qur. lhe foi -
imponta e que nada tinha a ver com o caso,
no que foi atendido prontamente.
O desenrolar das ncaociaçõeo ~e cxten­
deu at6 por volta das 18:00 hs, quando só
0ntao o vereador belavistense foi liberado
1 pelas autoridades paraguaias, depois de
permanecer detido na Comissaria de Polícia
de Bell Vista Paraguaia, injustamcnte,por
quase (/ez horas.
Segundo o vereador, em contato que man­
teve com a nossa reportagem, o que mais
lhe deixou indignado foi o fato do Comissá
rio de Polícia de Bella Vista Paraguaia e
o pr6prio proprietário da residência atin-
bgida pelo tiro, terem preferido acreditar
Vereador Luiz Alexandre Palmieri mais na palavra de um guarda noturno da
, . .Jf/refci tura do que na sua palavra e no tes-
_Na ultima quarta-feira, dia 26 pela ma, temunho de várias outras pessoas, que ga
nhã, depois de saber que estava sendo ac rantiam não ter sido ele o autor do dispa-
sado de ter disparado um tiro de rcvolver•f ro Luiz Al xand e t h- a· t t
i
- i . . • e r am em a 1an ou que an
contra ares dcnc a.do sr.Kikin Ocariz, em to ele como a Câmara Mnnici al de Bela Vis
Bella Vista Paraguai, o vereador de Bela - p -
Vista Luiz Alexandre Loureiro Palmicri, di
rigiu-se até a vizinha cidade Paraguaia pã
ra explicar à Kikin Ocariz que nada tinha­
a ver com o fato, mas acabou sendo preso,
de forma arbitrária, pelo comissário de Po
lícia daquela cidade, de nome Venceslau RI
calde. -
Segundo informações, no dia 26 pela ma­
nhã a namorada do vereador, que reside em
Bella Vista Paraguai, recebeu um telefone­
ma de Kikin Ocariz, membro da junta depar­
tamental de Amambai(Diputado), que disse à
ela que Luiz Alexandre teria dado um tiro
contra a sua casa naquela noite. A namora­
da então entrou cm contato com o vereador
púra comunicar o que estava acontecendo.
Como não tinha nada a ver com o caso ,
Xandc dirigiu-se até a residência rlc Kikin
Ocariz, em Bclla Vista Paraguai, para ten­
tar esclarecer o que estava acontecendo,pa
ra sua surpresa, logo em seguida após ter
chegado a casa de Kikin Ocariz, chegou tam
bém o Comissário de Policia de Bella Vistã
Paraguai, Venceslau Ricaldc, que convidou
o vereador a acompanhá-lo atê a Comissaria
de Polícia. A esposa de Kikin Ocariz ainda
teria dito ao Comissário que sabia não ter
sido Luiz Alexandre quem atirou contra a
sua casa, pois acreditava na sua palavra e
tambcm pelo fato do vereador ter tomado a
iniciativa de ir até o Paraguai dar as ex­
plicações tão logo soube das acusações que
estavam sendo feitas contra ele.
Xandc, como o vereador belavistense é -
popularmente conhecido, foi levado até a
comissaria de Polícia de Bella Vista Para­
guai por volta das 08:30 hs da manhã, até
o meio dia o Comissário de Polícia só ha-
via interrogado um guarda da Prefeitura de
Bella Vista Paraguai, conhecido pela alcu­
nha de "Cambay", que acusava Luiz Alexan­
dre de ser o autor do disparo contra are­
sidência de Kikin Ocariz, dizendo inclusi
ve que reconhecera o·vereador dentro do;
e:z ±.2.: ±.2 •
testemunhas garantindo que o veículo usado
pelo autor dos disparos não era a camione­
te fiat do vereador, de cor branca,o comis
sário de Policia de Bella Vista Paraguai -
nao quis ouvir essas pessoas, moradoras de
Bella Vista Paraguai, preferindo ficar com
a versão do guarda da Prefeitura, que acu­
sava Xande.
Apesar de manter o vereador de Bela Vis
ta detido na Comissaria de Policia, por
varias horas, toda vez que perguntavam à
ele se Luiz Alexandre estava preso,o Comis
sãrio dizia que não, mas mandava que Xande
esperasse mais um pouco e apesar de todas
as negociações tentadas por amigos, paren-
tes e autoridades de Bela Vista Brasil, na
da foi conseguido. -
Por volta das 14:30 hs o proprietãrio -
da Residência atingida, Kikin Ocariz, des­
cobriu que o autor do disparo era outra
pessoa, um rapaz conhecido pela Alcunha de
"Tcx", cunhado de um dos filhos de Kikin
Ocariz, que também possui um veiculo tipo
camionete, de cor branca, semelhante ao
carro do vereador Luiz Alexandre. o motivo
do disparo contra a residêncía de Kikin
9'
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MORTE POR AFOCiAMEHTO NO RIO APA
Apesar da longa estiagem e do pouco volume de - buscas feitas pela guarnição da Polícia Militar, co
suas aguas, mais uma pessoa morreu por afogamento mandada pelo soldado PM Valdecir Nogueira da Silva:
no Rio Apa. O caso deu-se ra última quinta-feira , Policial com experiência nesse tipo de caso e que -
dia 27, por volta das 15:)C, quando João EvÕdio - Ja participou de varias outros resgates no Rio Apa.
Mend1.s, viúvo, cor branca, 4) anos, residente em O corpo dil vítima foi encontrado nas proximidades -
Antohio João, que possuia familiares cm llela Vista, de uma "prainha", no lado Paraguaio do Rio Apa, há
ao tomar banho na localidade conhecida por 'paço - aproximadamente 150 metros do local onde havia desa
do Macaco", veio a afogar-se e acabou morrendo sem parecido. -
que seus companheiros conseguissem socorrê-lo. Segundo as infon:iaçÕes, João Evódio Mendes e al-
De acordo com as informeçÕes fornecidas pelo 29 gu~s amigos estavam comendo um churrasquinho eD uma
Pelotao P, por volta das 15:40 hs na última quar- chicara nas proximidades do "Paço do Macaco",depois
ta feira a Guarnição de serviço foi comunicada via dirigiram-se ate o rio para tomar banho,e inespera
telefone da ocorrência de um afogamento no Rio A- damente acabou se afogando. Pelas evidências tudo:
pa, imediatamente os policiais se deslocara para indica que a vítima sofreu uma congestão na água ,
o local e após se inteirarem dos fatos deram iní- mas todos os fato5 ainda serão apurados pela delega
cio às buscas, contando cor ajuda de voluntários . eia d P lí i Ci 11 d • • e o c a v , que /evera instaurar um inque
O corpo de João EvÕdio Mendes foi resgatado, já - rito policial para esclarecer totalmente O caso.
sem vida, por volta das 16:50 hs, após incessantes
Rotary protesta
.º Rotary Club de Brla Vista que pos­
sui_cm seu quadro social diversos para-
9uaios, protestou contra a prisão arbi­
traria do vereador Luiz Alexandre Palmie
ri. Prisão injusta e orbitrãria. O clube
enviará correspondência ao Presidente do
Paraguai, à todas as autoridades daque­
le pais denunciando o fato que prejudica
o bom relacionamento na fronteira.
PREFEITO DE BELA
VISTA HIPOTECA
SOLIDARIEDADE
.. -·.,
O Prefeito de Bela Vista, Abraão Zaca
rias, hipotecou solidariedade ao verea­
dor Luiz Alexandre Palmieri, lamentando
o fato e afirmando que "somos uma só fa­
milia, é inadmissível atos que prejudi­
quem o bom relacionamento entre nossos -
povos".
ANUNCIE E VALORIZE
O JORNAL
DE SUA CIDADE
ta e ostras autortdade, e,tio e tdando
as formas de ciairum providencia. das au-
toridades paraguaias superiore para qa
f tos ]amontáveis coro ase, ;ue cO ·roma­
tem a boas relações de vizinhança entro -
brasileiros e paraguaios na nos frontei­
ra, não vol em mais a acontecer.
Luiz Alexandre Loureiro Palmieri é o
mais jovem vereador de Bela Visa, pessoa
bastante conhecida pelo seu jeito alegre e
ex'rovertido e jamais tomaria uma a.itude
impensada como essa, primeiro porque nunc
teve nada contra família de Kikin 0cariz
e .ambém porque sempre manteve excelentes
relacções com os moradores e famílias de
Bella Vista Paraguai, onde inclusive rosi­
dc a sua namorada.
O vereador também agradec ·u o apoio e -
total assistência que recebeu durante o pe
riodo em que ficou no Comissaria de Poli­
eia, por parte de sous tios Eduardo Ocariz
e José Garibaldi da Rosa Neto, além do ex­
prefeito Edson Medeiros de Moraes, Prefei­
to Abraão Zacarias, e de todas os seus com
panheiros vereadores da nosso cidade e vá:
rios outros amigos que acompanharam de per
to essa injusticrt e arbitrariedade cometi:
da contra ele na vizinha cidade de Bella -
Vista Paraguai.
Prefeitura Municipal
de Bela Vista
[PORTARIA NO 264/94 - GABINETE DO PREFEITO
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA-YS,
NO USO DAS ATRIBUIÇÕES QUE A LEI LBE OFE
RECE;.
1
RESOLVE
Exonerar a pedido, Afonso Garcia Lei­
te, do Cargo Efetivo de Motorista Padrão
IV, Classe A, Referência 01, Lotado na
Secretaria de Promoção Social, do quadro
permanente desta Prefeitu~a - -. d
?2 as +sonso a- 1.s»4. é&±,"
disposto no artigo 48 de Decreto Lei
no 948/93 de 19 de abril de 1 993 Es-
tatuto. • no
CUMPRA-SE
BELA VISTA-S,22 DE AGOSTO DE
ABRAÃO AROA ZACARIAS
Prefeito Municipal
DECRETO N!? 265/94-GABilffiTE DO PREFEITO
1.994
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA
DAS ATRIBUIÇÕES QUE A Li VISTA-S,NO SO
RESOL'E El LHE CO:ffERE;
Exonerar a pedido, Geovana Mi
de Efeitvo de Auxiliar de s,,'ere, do Cargo
drão I Classe A, ., " vervços Gerais, Pa-
• s A, re erencia Ol Li .d e
taria de Educa ão d • ' ota a na Secr::
Prefe 'Si lo quadro permanente desta
re eitura, a partir de ,, 08 9'
o d is pesco no artt a '' '.4«. De acocdo eco
• .go Decreto Lei o 9'8/93
de 19 de abril de 1 993 n. -
• • do Estatuto.
CMPRA-SE
Bela 'lsta-MS, 24 de agosto de 1.994
Abraão Ann z
.oa .acarias-?rdetto Municioal