TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1543_25_08_1994 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1543_25_08_1994Número da edição1543Data de publicação25 de agosto de 1994Número de páginas14GeoCoordenada -22.102181730079785 , -56.53369889834669 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1543_25_08_1994 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto T.RIBUNA DA FRONTEIR rasas BELA VISTA/MS DIÁRIO - REGIONAL _; tacar esses JNO: 22 NO: 1.543 25 DE AGOSTO DE 1.994 - QUINTA-FEIRA DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA R$-0,50 Osvaldo Possari em ,Bela Vista 1 ' r a , I' . r 1/, Pe: 1 1/ 1 1 ·ti- / ' ' ' 1 ' 1 ' 1 1 ; '/ 1,,, ', ./? 1 r,:; / 11 i' 1 H Empresário Osvaldo Possari O Empresário Os - valdo Possari estará visitando Bela Vista nesta sexta-feira , quando manterá diver sos contatos politi= cose participará de uma reunião com vá - rias lideranças de nossa cidade. Nessa reunião que contará com as presenças dos Verea dores, Roney Moraes, 'Marco Rondon, Luiz Alexandre Loureiro - Palmieri e Geraldo Murano; ex-Prefeito Edson Moraes, de Ga ribaldi da Rosa Ne to, Jorge de Souza Rosa, empresários produtores rurais comerciantes, lide - ranças comunitárias, Possari falará ares peito da campanha do que Apa· 1 • Mi , des! e al ur' eis er? 0 ,ua ' 1e;; .na: /) IM.MA 7•E.AI.IENE durante sua caminha da politica no inte rior tem colhido inQ meras manifestações de apoio ao candida to da Frente Popu lar. Para ela, Wil - son reúne duas quali dades essenciais pa ra atender às aspir~ ções dos sul-matogro~ senses: "é honesto e competente". Com uma história de luta pelo aprimo ramento do setor edu cacional no Estado Marisa Serrano vê com otimismo o futu ro de Mato Grosso do Sul. "Wilson Martins 1 Para a candidata à Deputada Federal , Marisa Serrano, "a eleição de políticos comprometidos com a ética e seriedade ga rantem a manutenção do equilíbrio monet~ rio iniciado com o Plano Real". Neste sentido, afirma que Mato Grosso do Sul faz a opção certa ao eleger jã no primei ro turno Wilson Bar bosa Martins. • "Nossa população está atenta à postu ra dos candidatos e reclamam qualidade , assegura Marisa, que governará priorizan do o tripé Educação, 1 Saúde e Segurança garantindo o bem-es- tar da população e promovendo a justiça social, sem a qual o desenvolvimento é a penas retórico". Na Câmara Fede ral, Serrano quer contribuir para que o futuro Governador tenha garantido os recursos para inves timentos no setor so cial. Como Wilson Martins, estará ao lado da micro, peque na e média empresa , que hoje gera Goi Wilson reúne mais de 15 mil pessoas e bate record em Dourados 6 ~ # , . ., { , i" :N_+'', ,:. ; ,.. ·") 1 ' ( g; e? Ê " - :' • :;:J?" ~ W ees " ~· a Wilson: 'ugprimeir de esguios d inaugi@É?i!"e = 7E,,=, , Profa Marisa Serrano dos empregos no País defendendo incenti - vos fiscais e incre mentando a abertura de novas frentes de trabalho. "Não acre dito na política pa ternalista. o Gover no deve contemplar o cidadão com a infra estrutura básica mas cabe a cada um, tendo a oportunidade de emprego, traba lhar e sustentar com dignidade a sua famí lia", afirma Marisa. Senador Rachid Salda nha Derzi, de quem suplente. Em nossa região a candidatura de Ra chid já ganhou a pre ferência dos eleito- RACHID DERZI ~ DENUNCIA PICHA(OES , r 1 res, não só pela ex periência de Senador , mas sobretudo pela pre sença na chapa do earpre sário, uma pessoa ad mirada e repeitada no Sudoesté e frontcirn. :;»' O Senador Rachid Saldanha Derzi, dis se esta semana que está sendo alvo de ~agressões gratui tas" por parte de seus adversários , que depois da última pesquisa divulgada - pelo IBOPE passaram a destruir e pichar os painéis de propa ganda do Senador. Can didato à reeleição~ Rachid, segundo sua Assessoria, apareceu na última pesquisa - do IBOPE com 22% da preferência do elei torado e isto acabou provocando a reação dos adversários. Para Rachid, todo este vandalismo, de monstra claramente - "o desespero dos ou tros candidatos, que ao invés de trabalho só apresentam promes sas". Há mais de 40 anos de vida públi - ca, o Senador desta ca que seu compromis so sempre foi com a população. "Não sou homem de deixar com panheiros na beira do caminho em minha vida pública, ores peito que tenho por parte da família sul 680 CARACORTE DIA: 26/08/94 SEXTA-FEIRA HORAS: 20:00. CARACOL ESPERA POR VOCE!! Co:::i areca!! 9 -K Senador Rachid Saldanha Derzi matogrossense, são marcas dessa minha trajetória política~ Diversas pessoas, segundo a Assessoria do candidato, já re pudiaram as agressõ es e essas manifesta cães populares, na opinião do Senador, "são a prova eviden te de que a comunida de despreza os que sem argumentos seu tilizam do caminho - fácil dos ataques e, o que é pior, escu - dando-se no anonima to". Rachid afirmou ainda que as picha - cões, os ataques,não representam nada di ante "da forca que essa população me o fetece para que eu possa continuar lu - tando, como sempre fiz, lá no Congresso visan?o conseguir re cursos para aplica ção em setores es ciais da vida ds a mílias sul-mogros senses. O povo quer que eu permaneça tra balhando no Congres soe as pesquisas es tão aí, demonstrando claramente essa opção por meu nome" ,concluiu. ·Grêmio Pedro Rufino· INFORMA Grandioso Bailé Gaúcho a realizar-se no dia ?4 de Setembro/94, às 23:00 horas co animação do Conjunto Musical ECOS DOS PAMPA. PRECOS DE MESAS S6CIOS: R 35.00 NÃO SÓCIOS: RS - 50.20 vGRESSOS NO SÓCIOS - R$ - 15.00 S6elo gueno adquirires _parar5 RS 5.00 dado o cusro do Conjunto PORTEIRA LEIL ES • RURAIS · CERTEZI DE BONS NEGOCIOS -- JM/ L)l)IPl'. E!il'ECJ/ll,I1/.I A l'/lll :;1;1<VIH 1/QCf. 'J'O11lS /'.J ~EG1Jtml•·FP,1HJ'., J,J:rLôf·:S t:O '1'1'J'EJ{'.~/J. 1)) :;Ju/'l'A nI'l'/ Dl J>Ol('J.'f.IJU FONE (067) 439 •• 1550 l'OrtTEIHJ !.BILÕES • ~ 0 NOt-m CEHTO ** DELI VISTA MS ,CONSTRUCAO ESTRELA Novo Mercado r Portas, janel ss, f - ternit, Cala d'nus encanamentos, 'err 1 ens, madeira, forro pfsos, azulejos, mate - rJnJ<; ,.:létrlce·:1, !tfcir.Íu 1 j Lo:;, e te ílUJ lLVARJ;!; 13RAL, 1101 CJ - j 1 1, +uas rede •nt De: Ramão Arruda Parias sc,cor; e molhodos, latarias cm geral, produtos veterinários, e representante de agip-liquigús. Atendimento personalizado!! Os melhores preços da cidade. Av.Brasil - 565 Caraool-MS CRUZEIRO DO SUL ENCOMENDAS BAIRRO ANTO~IO Jol'o FONE: 439 - 1795 DELA VSITJ/MS Os Melhores Preços da Regiãa F· gani ir Loja Dois Irmãos De: Sirlcne Silva Leite Camisas mango longa, coristas, calcs Jeans, bermudas, :onjunto de molcton in~anti!, peças íntimas, brinquedos cm geral. E tem também arandos variedades cm cama mesa banho. Confiram .. '· Rua: Mato Gros n? 202 Caracol-MS • Entrega de encomendas com hora marcada. Fone: 384-4008 - Fax: 384-4931 - Serviço de Coleta: 382-2472 Entregas a Domicilio em Dourados, Corumbá e Ponta Porà. Cidades Atendidas: Água Clara, Antonio João, Aral Moreira, Amambai, Anastácio, Anaurilãndla, Angélica. Anhandul, Aquldauana, Aparecido do Taboado, Bataiporã, Bandeirantes, Bataguassu, Bodoquena, Bonito, Bela Vista. Caarapó, Camapuã, Cassilãndia, Campo Grand_e, Cbapadão do Sul, Corgulnho, Corumbá, Coxim, Costa Rica: Coronel Sapucala, Deodápolis, Douradlna, Dourados, • Eldorado, Fundação Bradesco, Flguelrão, Fátima do Sul, Glória de Dourados. Gula Lopes da Laguna, lguateml, ltaporã, Fazenda ltamaratl, lvlnhema, Jaraguari, Jardim, MaracaJu. Miranda, Mundo Novo, Nova Andradina, Navlral, Nloaque, Nova Alvorada, Paraíso, Paranalba, Pontinha do Coxo, Pedro Gomes, Porto Murtlnho, Ponla Porã, Rio Brilhante; Rio Negro, Rochedo, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde ' Sclviria, Silo Gabriel D'Oeste. Sidrolàndia Sonora. Tac.uru Terenos e Três Lagoas - ·. , ::, TL/8 __ - FÃBRICA DE TUBOS LTDA TUBOS DE CONCRETO, CIBROCOS, LAJOTÃO, PALANQUES, MUROS E ARTEFATOS DE CIMENTOS EM GERAL ** ATENDE PEDIDOS D~ PREFEITURAS** íl RUA GAL. RONDON,215 FONE: {067) 255 1202 BONITO.- MS .Casa de Carne Sadia DE: ANTONIO CASANOVA Carne de Suíno, Ravino, Frango, Linguiças mistês e de Suíno, queijos, banhas, geléia de mocotõ, torresmos, etc ... "O AÇOUGUE NOMERO 1 DE BONITO " ATENDI ENTO NOTA 10 E OS PREÇOS Si'í.O CONVIDATIVOS RUA LUIZ DA COSTA LEITE - FONE: (067) 255 - 1475 BONITO - MS Tribuna da F roritêfra FUNDADO EM: [ D1Rio RPICML ?0/ 02/1972 DIRETOR-REDATOR CIIF.FE: Ivaldo Pereira EXO!PLAR: R$ 0,50 GERENTE COMERCIAL: ~nria ü-tela Vcl.ásques Pereira , SECRETÃRIO DS: REDAÇÃO: lfoaldir:o Rodrigues ASSINATURAS: REPORTAGENS: Jo Carlos Velásquez, J.ndré Ãvalo e SEMESTRAL: R$ 45,00 Fi=ino de .Barros ANU/ú.• R$ 90,00 REDAÇÃO,- DEPA.~TAMJ':NTO COMERCIAL E PARQUE GRÃFICO: * OS ORIGINAIS EN - Avenida Tribuna da Froateira,564 - CAIXA ?OSTAL - V1ADOS À REDAÇÃO NÃO 23 - FONE: (0€7) 439 - 1410 - !:ELA VISTA - MS SERÃO OEVOLVIDOS. OS [ aaa.. s,.a.. I rrcos ssr«os ão Porto Murtinho, Antonio Jo,} REFLETEM NECESSARIAMEN l½nito, Caracol, Car:po Grande e Correspondentes n: A OºINIÃO - em Brasílfa e são Paulo ' DO JORNAL ;: Propriedade da Rede Bel.:wútensc dr. Joroa:u: - LTDA FILIADQ À: ,.- • -:-r~;,,w - 15.51J.2ff'I 0001 90 • / AD,IORI ·P. ABRAJO!'~ OG()<'' CEREftllSTA "IRPDPI[ lJOI.: · - Compra -e Venda --de Cereais em Geral SOJA. KiLTIO, ARROZ. FEIJÃO, TRIGO. AVEIA. nc ... •. Comércio· de Prod·utõs Agrícolas em Geral. TÉLEFAX: (067) 435-1285 E FONE: (067) 435-1336 • SEME:l.'TES, ADUBOS, !TERB!CIDAS, INSETICIDAS, LUBRIF1CANTEs, ETC DST (FAZEMOS A BASE DE TROCA) DST RUA JOÃO NUNES, 200 CEP:79.910-000 "ACREDITANDO NO HOMEM DO CA.>(l'O" El ter eia! ôes r 715 aju tro no S, go e res per, r.iarg; país ue, Ant, siry ±e 1.9° ::!e> Pis, A dos irer. ar, 48 0 de, coe?' .ba,1n, is POJ onde 1 ôOas ' o, dade, e-6. lo, seu eoe a ao Par tas !'.sta Pios "Irai. as se;lltac /1, Em Tupã, dias 2 e 3 ide selemtr - t SI#EPPI Para resolver, a nível nacional, a ques tão do menor assistido, as diretorias do - Legiões, Guardas e Patrulhas Mirins de to do o Brasil estarão reunidas na cidade de Tupã, Estado de São Paulo, nos dias 2 e 3 de setembro próximo, quando a Legião Mirim de 'Tupã promove o 10 SIMPÓSIO NACIONAL DR ENTlDADRS DE PROMOÇÃO E PROFISSIONALIZAÇÃO DE ADOLESCENTES - SINEPPA., cujo evento vem recebendo todo o apoio da Cãmara Muni cipal de Tupã, cujo Prenidcntc CALEVE'GIO!:!_ Co, entende que o menor não pode voltar às ruas e à marginalidade, rnúio que levoµ o Poder Legislativo do Tupã D investir na ga rantia de trabalho ao menor. DIAS 2 E 3 EM TUPà - NA ABERTURA APRE SENÇA DO MINISTRO DA JUSTIÇA Foram convidados especiais do Comitê O~ ganizador: a Presidência da República, os Ministros da Justiça, Educação, Trabalho, Previdência Social, bem como representan - tes, no Brasil, da ·Organização Internacio nal do Trabalho. o Ministro-Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, MAURO MOTTA DU RANTE, confirmou a presença do Ministro da Justiça e possivelmente, também, o da pas ta da Educação, dada a importância do even to, a nível nacional. CIRCULAR DO INSS NÃO ADMITE MENOR ASSIS TIDO. "A par ir da competência 06/91, em vir tudo da revogação do Decreto no 94,378, de 18/05(87, não mais existe a figura do me nor assistido. Assim encontrando o FcP a - situação de menor assistido nas empresas, deverá esta ser descaracerizada, sondo o menor considerado empregado e sujei o a rg mun·ração mínia de um salário mínimo, pro porcional ao número de horas rabalhada:;", (grifamos) . A informação da aplicabilidade da Circg lar no 58/93, somente foi divulgada agora, coiceando os empresários, pais de menores e diretores de Legiões e/ou Guardas Mirins em pânico, diante da noticia de que terão, inclusive de recolher o período anterior. Por ordem do Ministro da Previdência So cial, Sérgio Cutolo, depois de muito trab~ lho, po~ parte das entidades e parlamenta res, a circular foi suspensa provisoriamen te.' FISCAL DO 'l'RADALIIO QUER INTIMIDAR.DIRI GENTES DA LEGIXO MIRIM Na própria cidade de Tupã, um Fiscal do Ministro do Trabalho, mesmo ciente da movi mentação desencadeada pela Legião Mirim de Tupã, que inclusive tem como porta-voz o eminente ex-ministro do Trabalho VALTER BA RELLI; ciente de que a fiscalização da_Pr~ vidência Social suspendeu a fiscalização - e, ciente ainda, de que centenas de pais'- Embora suspensa provisoriamente, por de de menores estão aflitos, com o risco de terminação do Ministro da Previdência So- seus filhos perderem seus empregos, diri - cial, depois de intenso trabalho das Legi- giu-se a uma empresa naquela cidade e la ões Mirins de Tupã, Marília, Adamantina, - vrou um AUTO DE INFRAÇÃO, relacionando 10 Bastos e outras do Oeste Paulista, além da (dez) legionários mirins. Para o Jurista ajuda de parlamentares e até do ex-minis - Antenor Pelegrino, a atitude do fiscal do tro do trabalho Valter Barelli, a Circular trabalho é mesquinha e inoportuna, quer o no 58/93 ainda oferece considerável peri - fiscal intimidar os dirigentes de entida - go e, a qualquer momento centenas de milha des de assistência a menores desamparados. res de legionários ou guardas mirins podem ·tum ato de terrorismo, classifica a juris perder seus empregos e voltar às ruas e à ta, o momento é de buscar solução para o~ marginalidadé, o que é muito comum num dolescente e não simplesrrente atirá-la à pais tão despreparado como o Brasil, em rua e à marginalidade. Que o honrado e com questão de adolescente, como diz o jurista petente Ministro MARCELO PIMENTEL, tome Antenor Pelegrino, um dos organizadores do providências severas contra o fiscal que u simpósio que acontece em Tupã. • tiliza o Ministério do Trabalho para preju Pela circular no ,58, de 3 de junho de - diaar os adolescentes desamparados deste - 1.993, assinada pela Coordenadoria-Geral -- pais. tum absurdo! Que isso não chegue de Arrecadação e Coordenadoria-Geral· de ao conhecimento das organizações inter- Fiscalização, item 2.2, letra b. nacionais de amparo aos menores carentes. WILSON REÚNE MAIS DE 15 MIL PESSOAS E BATE RECORO EM DOURADOS A população de Doura A história da adminis- dos quer o candidato da tração da cidade é divid! Frente Popular, Wilson da pela população como an Martins,gvemador o ma- tes e depois de Braz. Por is rápido possível. Foi isso nas apurações de in o desejo demonstrado no tençÕes de voto, Wilson - comício realizado no - Martins nunca esteve abai bairro Água Boa - o ma- xo de 607 na cidade. O = is populoso da cidade - candidato teve a confirma onde mais de 15 mil pe~ ção de que os anos lhe d! soas compareceram. rama experiência e sabe- O ex-prefeito da ci- doria necessária para es dade e candidato a vi- colher Braz como seu com ce-governador, Braz Mel panheiro de chapa. "Cha - lo, desfrutou de todo o mnei Braz não apenas pela seu prestígio ao falar administração que faz,mas emocionado. Por mais de também para represntar es cinco horas, a popula - se povo e esse grande mu ão desafiou o cansaço nicípio. No novo governo para ouvir as lidera o candidato vai repetir o ças mais importantes do mesmo estímulo 9ue deu a Estado.Diversos municí- cultura e a educação. Em pios da região, como Na sua gestão anterior, ran Vira{, Ponta Porã e A- des projetos foram execu- ço que sempre mereceu rrctendc dac continuidade a esse -•-bai estiveram repre- tados levando a arte para no governo Vlson Mar - projeto reeditando a lei de inccn dTl t!vos, procurando desta vez este# sentados. todo o Estado, permitindo tins. d@-la a agricultura. Wilson se reúne com membros da. Igreja Deus é Verdade a parcitipação popu lar. Wilson agradeceu - aos artistas da terra, que estão unânimes no engajamento para tê-lo de volta ao governo. Al mir Sater, Paulinho Si= mães, Celito e Jerry Es pindola e Guilherme Ro~ don são alguns dos ar= tistas que estão empe - nhados nesse trabalho. O senador lembrou da lei de incentivos criada - no passado, que permitiu a celerar o desenvolvi - "Chamei os valores da - mento econÕmico da re gião. O município passou a ocupar o lugar de desta que na economia do Estado a partir dessa época,con a instalação de indÜstrias e A carreira de muito geração s milhares de em dos artistas sul-mato- pregos."Fui o primeiro go grossenses coincidiu - vernador a estabelecer u com o período en que ma po!{rica de estimules a a cultura ocupou o espa industrializacão".Wilson - nossa cultura para pres tar uma homenagem ao po vo de Mato Grosso do • Su1". O candidato ao gover no Estado pela Frente P~ pular, Wilson Martins, - dando continuidade a0s - diâlogos que vem sendo - tnantidos com os mais si_g_ nificativos segmentos da sociedade, recebeu em - Campo Grande, através de una intermediação do Pre sidente da Câmara Munict Pal e candidato a deputa do estadual, João Perei Ta (PMDB), membros da d5 sociacão dos Proprieta rios, Diretores e Instru tores de Auto-escolas. lês disso, Wilson conver sou com um grupo de evan &êlicos, llderados pelÕ As potencialidades da Grande Dourados terão um - impulso ainda maior na no va administração Wil - son-Braz. missionário Manuel Gon- çÕes recebidas, Wilson de ter aproximadamente 10 çalves Neto, presidente Martins reafirmou o com mil fiéis, Wilson pode da Igreja Evangélica - premisse de manter-se a "Deus é Verdade". berto ao diálogo, proc~ Durante a reunião com rando dessa forma, sa os representantes das rantir os benefícios que auto-escolas, o candida- já foram conqufs:ados - to da Frente Popul.ar ou- pelo setor. Para o sena viu os anseios da catego dor, o contato com es= ria e'suas expectativas sas entidades, represen em torno de sua futura ta o fortalecimento· d°ã administração. Para o democracia, uma vez que presidente da entidade - contribui para o exerci que conta com mais de - cio de um governo parti "Vnn:os levar a proposta 270 filiados - a inten - cipativo. - de apoio nos nossos demais çao é estabelecer um ca Ao receber o misso dirigentes, em seguida to- nal de conversação com nãrio da Igreja Evangé- marcos uma posição nato lica "Deus é verdade" - favorável", comentou o que possui mais de 70 misssionário. templos no Estado-além "quem vai governar Grosso do su1". Diante das reivindica constatar o peso de urna - candidatura aberta para to dos os setores e que ultr mamente, graças ao traba - lho desenvolvido pelo ve reador João Pereira, tem - conseguido a adesão dos E vangélicos, que cada vez - mais vem aglutinando-for - ças em torno do seu norne. tomenlári Opi1iã1 l 1 Só o Exército pode acabar 1 c9" a ioleneia que foi no notliirio - ac'oral há poucos dias, por parte de meros das angs do RIo de Janeiro, 'of chocante T' o:'cta! de Justfça, foI Impedido de subir o morro para cumprir o seu dever, simplesmente por - que os "guardas" do morro não permitiram e atrevfda mente lhe sugeriram que mand. sse a intimação por carta, através do corroo, Fica ot& engrocdda essa situação! 0 aente da Lei, da mesma Lef que é beneplãc!ta para com os bandidos, recebe a sua rccom;;<rnoa. Em - troca dos favores que a Lei lhes oferece, con cedendo-lhes de ( ensores públicos pagos com o nosso dinheiro, dando-lhes llherdadc condicio nal, sursfs, relaxamento da prisão, liberdade "por falta de provas", e outros tantos benef{- cios, eles - os fora da Lei - não recompensam com o mínioo reconhecimento e o mínimo respei to. As instituições nacionais estão sendo si~ plesmente desmoralizadas pública e abertamente pelos bandidos, que montaram um poder soberano nas suas :ireas de atuação, chegando a atitudes - que representam um confronto direto contra a - sociedade. Assún já é demais! .. Até quando vamos assistir à tudo isso, sem que alguma providência seja tomada? .. F.stá na hora de parar com essa mania de dar "colher de chá" para bandidos. Está na hora da sociedade exigir e empunhar as suas armas para se defender e acabar de uma vez por todas com essa situação constrangedora! A Arma da sociedade brasileira são as For as Armadas, in{ca instituição que não vai de forma nenhuma deixar se desmoralizar pelas gangs do crJme organizado. No momento em que o Exército tomar a inicia tiva de acabar com essa bagunça desmoralizan te sobre os morros, e entregar para a justiça to dos quantos forem os calhordas que lá forem en contrados! Motivos para essa irrtervençaõ, nós já temo de sobra, é só uma questão de querer! Na semana passada já foi dado o primeiro passo, Integrantes das Forças Armadas subiram o morro, vasculharam do jeito que quiseram e não houve um tiro sequer. É bom concordar, que se fosse preciso, eles fariam uma limpa geral e ninguém gritaria coi sa nenhwna, pois as Forças Armadas são os Únl cos que tem preparo estratégico, humano e béli co para liquidar, mesmo que seja fisicamente, com os bandidos. Essa gente que tem a mania de se doer por - bandidos em nome dos "direitos humanos", tam - bém não precisaria se preocupar com essa ação, pois os bandidos não são nenhum pouquinho bes tas de enfrentar uma força do Exército. Nessa hora, eles sairia tranquilamente dos seus bar racos e se entregariam, pois eles gostam muito de assassinar inocentes, mas quando se trata - de "colocar o seu na reta" eles sabem ser 'an jinhos"! Enquanto estiverem tentando subir os morros os desarmados e duvidosos policiais civis e mi litares, que pelo desinteresse do Estado na têm apoio log:stico, moral e financeiro para o cumprimento da s~a função, vamos continuar a ver a rotina de sempre. -Bandidos atirando, po liciais sendo sacrificados no cumprimento dÕ dever e uma sociedade entregue totalmente nas mãos dos marginais . As gangs do crime organizado já decretaram guerra à sociedade hã tntJito tempo e é preciso aceitar o desafio usando as armas que dispo - mos e esta arma são as Forças 'readas! Afinal de contas, quando a sociedade es:ã em périgo, a segurança nacional também está e os Generais vivem afirmando que a sua finali dade primordial é a defesa da soberania naci~ nal. A sociedade é a Nação e ·stá e perigo! Se ra preciso mais alguma outrn justificativa P!!c ra sua intervenção? .. Glaucy_ Flores Hotel e Churrascaria Canaã -DE PAC'FICO DA SILVA ALTA- Sen!ores turistas e visitantes, ao chegar e Bonito não deixe scus ve!culos ao relento cu debaixo de árvore. Hospe de-se no "Hotel e Churrascaria Canai', o Cnio ca es:ael naento coberto, ar condicionado, frigc-bar, IV e cores telefcne c todos os apartamentos turca falta energia e ne iu. Café dr manhã ro a!s - requintado estilo internacional. Anexo urc[ona a trad!clona1 "Churrasar!a Cana?", ARA TESEGAS DISQUE: 755-118 + 25-1180 · 255-1255 h!);,rtTO • ''S 10PAL, 'RI'NA A TROTEIA Ili /11<10 Jtí,í,U,' A!, ry ·1,1O 1."94 , . . " TEMPOS Barril DE IRA ... de E ESPERANÇA Pólvora huqusto, mais precisamente, cros. Trabalhar na Rincão era Augusto Mascarenhas de Iuca , sonho pera muitos dos migrantes proprietário da Fazenda Rincão, que chegavam ao Vale da Eperan herdara a propriedade do pai r a, o velho De Luca, que desbravara Augusto não impediu a visi a aquela terra por volta de dos diretores do Sindicato dos 1940, onde antes era mata fecha Trabalhadores Rurais em sua Fa da, território selvagem, índios zenda, muito pelo contrário , bravios, hoje era só pastos ver fez questão de arrumar um loca] de jantes, lavouras, com muito para as reuniões. Depois da vi- orqulho, como dizia Augusto nila arrumou uma sala, na Admi- "uma terra produtiva". nistração, onde uma jovem aten- o velho De Luca, depois do dia aos que quisessem se filiar, tantas lutas, muito trabalho , uma espécie do sub-sede, essa repousava no cemitério de Rosei sub-sede se encarregava dos tra ra; o filho maio velho ficara- balhadores da Rincão e de mais com a rcuponnobilidadc de tocar cinco propriedades da vizinhan a fazenda e cuidar doo irmãos. ça. Não foi dificil, desde peque Quando os Sindicalistas fala no trabalhara ombro a ombro com ram dos Direitos e Deveres dos o pai, enquanto ou irmãos estu- Patrões, das relações entre pa davam cm Bauru, Guto, como ora trões e empregados, a maioria - oonhccido, optou polo trabalho, dos que trabalhavam na Rincão cursou apenas o 10 grau, era um sorriam. Jté os Sindicalistas - autodidata. Lia muito. se renderam à realidade, ali ha Comparada com as outras fa - via muito pouco para fazer, zendas, Rincão podia ser consi- Sindicato só serviria quando da derada uma pequena propriedade discussão para reivindicar me - pelos padrões da região, 5 mil lhores salários. Uma negociação hectares. justa. . Fazenda modelo, motivo de in J Fazenda Rincão não era ex- veja para muitos dos que pos cessão. Segundo Augusto, muitos suiam terra no Vale só para es- dos proprietários, sobretudo os peculacão, ali se criava gado , mais jovens, tinham as mesmas i da melhor qualidade, lavouras - déias, os vampiros e canibais e de soja, arroz e plantações de ram poucos, com o tempo também laranja, pocã, melancia, abaca eles aceitariam as mudanças , xi, até uma horta que era orgu- sob pena de o povo se revoltar. lho dos trabalhadores, toda a O clima estava tenso no Vale produção era dividida entre e- da Esperança. A semente planta- les. da pelos sindicalistas germi Um dos irmãos de Guto, Hugo, nou, mas devido a ação de ele - o caçula, cursava Direito em mentas radicais, alguns desvios Bauru, mas duas vezes por ano ocorreram, e o que antes era passava 15 dias na Fazenda. Mui uma luta sindical, em defesa to inteligente. Foi ele, Hugo, dos trabal-hadores, de melhroes que despertou o irmão para a im salários, qualidade de vida, se plantação de uma administração- transformara também numa luta moderna na Fazenda e nas rela - política. cões com os empregados. Oriundos de Cuiabá, Porto Ve Fazenda produtiva e modelo , lho e até de Porto Alegre, xii em todos os aspectos, os traba- tas chegaram ao Vale e se apro lhadores com carteira assinada, veitaram do Sindicato dos Traba tiram direito à férias, 139 sa lhadores para divulgarem suas lário, até participação nos 1u- idéias, luta armada, invasão ·1 ~ -- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -,, .... ,lij Blocart Fábrica de Blocos e Bloquetes LAJOTINHA PARA CALÇADAS isto con os tr..balhador o movimento sindical, c te aqai na l - Martin.e pres , ou " • ilharen de tra il (' 1 a chegada do pessoal de 4o Pau lo, que criaram o Sindicato, i nicioa-ue um movimento, de p e ão e reivindicações. Eles cede ran, porque a imprensa, inici.l mente, ficou do l a d o d o s traba- ]adores, e chamou a a cnçdo pa ra o Vale, isto não é bom pará Martinez. Conseguiu calar prte da Imprensa, tudo voltou ao nor nu l, só que, o que era espera - do, muitos aproveitadores, pes soal <los sem terras, se infil - raram e eit3o criando problc - mas. No Senado e na Cii.mara F•de ral tem Senador e Deputado que quer a criação de uma CPI para investigar as atividades desses empresários aqui no Vale. Se is to a=onteccr vai feder. Toda a sujeira aparecerá e cora desdo - bramentos nas empresas deles. - E nós? - Sou considerado inimigo p0 lo Martinez, sabe como é, as lições do pai, nossas conversas, não faço parte do grupo. - A situação é muito confusa Guto, vou ter que visitar al guns amigos, conversar com o pessoal, vou a Roseira e Rial - to, preciso tomar pé da situa cão, prá te falar a verdade , não entendi nada. t uma mistura de luta sindical, interesses de patrões, negociatas, tráfico abusos, isso aqui até parece cc nário de uma novela global... ·- E pensar que tudo veio ã tona depois que ~rês homens re solveram vir par~ cá e lutar pe los interesses dos trabalhado= res. - Falando nisso, gostaria de conhecer o tal Lucas, parece ser um homem de bem.· • - E é. Alexandre Ferreira e Carlos Henrique Ferreira BLOCOS DE 10X19X39 e 20Xl9X39 LAJOTAS DE 20X20X06 o Para calçadas, pavimentação de grandes ou pequenas áreas CONSULTE-NOS PELO FONE: CONFECÇÕES DE BLOCOS E BLOQUETES, TUDO EM PRODUTOS DE MASSA DE CONCRETO AV. BRASIL, S/NO CENTRO CARACOL - MS ' terra , re orna r&ri na marra e o que é puor, a buca do p o d e r político. Q u e r i am o p o der nas pequenas cidades da re gião, Prof ituras, Câmara e A oci ações. Se em Roseira, tendo como ba se a Recanto do ol, o Sindica to era administrado por Lucas , Carlos, Tonho seus amigos buscando apenas conscientizar - os trabalhadores de maneira pa ci[ica, nas demais cidades e fa zendas os xiitas passaram a do minar, Houve divisões e ostra balhadores também se dividiram quanto aos métodos. O clima era cale quando Hugo chegou de nauru para viuitar o irmão e se inteirar dos fatos que estavam ocorrendo no Vale, depois que Augusto pedira sua presença. - A situação é essa; Hugo isso aqui se transformou num barril de pól.vora,· prestes a ex plodir, tem muita gente com o palito de fósforo aceso, e se explodir, ninguém vai•segurar. Teremos muitas mortes. - Mas pelo que vqce falou , se entendi, o pessoal da Recan to do Sol, com aquele corrupto do Martinez, e seus amigos, que rem acabar com o movimento sin dical ... - Não é só isso, cansei de te falar, os interesses são mui tos, se investigarem as ativida des da maioria dos fazendeiros da região, vão descobrir coisas que nem você imaqina. - Você me falou, contraban - do, tráfico, é isso? - Olha, Hugo, a verdade é que o Martinez e muitos dos pro prietários não passam de prepos tos, são testas de ferro de em presas internacionais, o Bra sil, ou melhor, a Amazônia está sendo vendida aos poucos, é ~m negócio que envolve bilhões de dólares. - E o tráfico? O contraban - do? - Todo .mundo sabe que o Puen tes é um traficante, na sua fa zenda diariamente o movimento - de aviões é muito grande. - Mas, o que tem a ver tudo Dois dias depois, Hugo,Guto, Carlos, Lucas e Tonho se reuni ram na sub-sede do Sindicato na Fazenda Rincão. NA PRÓXIMA EDIÇÃO: OS CHACAIS" CAPITULO XV Não percam! l *************************************************************** D BOI LEITURA ILIMENTI-NOS l llMI &NT&BCTICA Paixão - VIANA - Distribuidora Antarctica DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS SAO JOSE LTDA JRTUR / MÕNICA Praça N. Sra. !.maculada Conceição, 225 FONES:241-3480/241-3838 - AQUIDAUANA/MS da -Copa DISTRIBUIDORA ANTARCTICA PARA BELA VISTA E CARACOL - - . CERVEJA, GIJARANA, TONICA, SODA, GUARANA DIET, POP LARANJA E ÁGUA MINERAL VINHO (CONHAQUE, PINGA), ETC ... Av. Teodoro Sativa. 305 Fone 439-1869 Bela Vista r f . , . JORNAL TFIBU'VA DA I!O'TEIA Indicador Profissional à ADVOCACIA C1VEL, TllABALIIIS'rA E CRIMINAL Advoga.da, $ RAMONA GOMES JARA RUA MlIlJCAJU, 1 O 8 FONE: (067) 251 - 1354 VILA ANG2LICA - CEP: 79.240-000 JARDIM MS ► r Advogados· k GIL MARCUS SAUT VILMAR DE ÃVILA CAUSAS ClVEIS CRIMINAIS Escritório: FONE: (067) 255 - 1313 Residência: FONE: (067) 255 - 1228 RUA CEL. PILAD REBUÃ,663 DONITO - MS 1. Advocacia JOSE APARECIDO DE OLIVEIRA 01B (MS) 4259 RUA 24 DE FEVEREIR0,2.101 c. Pst 32 FONE: (067) 255 - 1456 FAX: (067) 255 - 1402 EP: 79.290 - 000 BONITO - MS Advogado LAIRSON RODRIGUES BUENO OAB/MS 3. 050 CAUSAS C!VEIS E CRIMINAIS RUA DR. CORREA, 380 - CEP· 79.280-000 FONE: (067) 287 - 1129 PORTO MURTINHO - MS Advogada t CAUSAS ClVEIS E CRIMINAIS VILMA DA SILVA OAB/MS 2574-B RUA CUIABÃ, S/NO CENTRO FONE· (067) 439 - 1290 BELA VISTA - MS BRAZ MELO DIZ QUE DILSO SPERAFICO REPRESENTA UMA PARTE DE DOURADOS O engenheiro e ex-prefeito de Dourados, Bráz Melo, disse na sex a-feira passada que Dil so Sperafico, candida o e deputado fede rol, "representa uma parte de Dourados. " O candidato a vice-governador da caliqu cão Frente Popular, Bráz Melo, participou de ·comício acompanhando Wilson Barbos~ M.:ir tins, candidato a governador, os postulan tesa uma vaga no senado, Ramez Tcbe e Lú dio'Coelho,.o empresário Dilso Sperafico e outros candidatos da coligação. Durante o comício, Dilso Sperafico dis se que a população brasileira não quer ma is saber de corrupção~ incompetência. "Co mo cidadão e como político tenho uma rcs= ponsabilidade muito grande como agente àe conscicntização e politização da popula ção", disse Sperafico. . O candidato disse ainda que Wilson Bar bosa Martins, Ramez Tebet e Lúdio Coelho - representam a esperança para o Mato Grosso do Sul. "Os candidatos da Frente Popular - representam a honestidade, a seriedade e a competência", falou Dilso. Ele frisou ain da que Wilson Martins.é reconhecido pela - sua atuação frente ao governo do MS e que a população já o escolheu como futuro go vernador. Na oportunidade, o senador Wilson Barbo sa Martins acabou de vez com as informa - ções incorretas de que ele havia dito que extinguiria a universidade Estadual. "Não sou contra a idéia, muito pelo contrário. propercuária riti AGROPECUÃRIA E AUTO PEÇAS BURITI COMtRCIO DE PRODUTOS VETERINÃRIOS Peças para máquinas e implementas agrícolas e Tratores MF - Massey Fergu son KLEVERSON AUGUSTO R. ARAMATSU CREA-MG 513/92 RUA 14 DE MAI0,320 JARDIM - MS CENTRO FONE: (067) 251 - 1818 Gráfica -e Editora Jardim Ltda· IMPRESSOS TIPOGRÁFICOS PARA TODOS OS FINS AV. DUQUE DE CAXIAS, 183 - CENTRO FONE: 251-1555 CEP 79.240-000 JARDIM-MS Advocacía DR. MARCUS RUIZ KARl1 MBARETt DR·: HtLIO RUIZ 1'!ARA! TUJHà RUA 14 DE MAIO,470 FONES: 251 - 1012 ou 251 - 2424 CEP: 79.240 - 000 JARDIM - MS Não quero extinguir a Universidade. Eu q0° ro é fazer uma grande universidado", falou o candidato a aovernador. No nsmo dia, Dilso Sperafico partiei - pou em Laquua Carapà de uma reuniao no Sa- 1ão Proquial. Estiveram em Laquna acompa nhando perafico, o Vereador Ponta poranen e klvaro Soares, que dispua uma vaga na Assembléia Leqist iva, Wilson Mart ns, Ra mez Tebo e Lúdio Coelho. Main de 1000 pes soas par iciparam da reunião e discutir am com os candidatos as propostas e reivindi cuçócs pra o MS. Dilso Spcrafico e Alvarn Soares fazem dobradinha eleitoral em Pon a Porá e região e têm o apoio de lideranças - políticas de Laguna carap@, entre elas, o - vereador do PMDB, Ivo Dalbosco, o de legado do PSDB, Paulo Bernardes, Clóvis Biribiu e o ex-candidato a prefeito, Fernando Iná cio Ramos de Oliveira. Oracao da Campanha da Fraternidade/94 Nós vos louvamos, Senhor nosso Deus, porque sois a fonte da vida e nos criastes para viver cm comunhão na família, na comunidade e na sociedade. Abençoai as famílias Senhor! Fizestes o mundo para ser a casa de todos Ajudai-nos a transformá-lo para que rea lizemos vosso projeto de vida familiar e convi - vência fraterna. Abençoai as famílias Senhor! Fazei que, a exemplo da família de Nazaré nossas familias vivam o amor, cresçam na fé, no perdão e na oração. Abençoai as famílias, Senhor! Ajudai -nos a lutar juntos para que todas as famílias tenham casa, comida, escola, trabalho, saúde e prci. dência social Abençoai as famílias, Senhor! Convertei-nos, neste tempo especial graça e reconciliação, para a fraternidade e para o cuidado com a vida. Abençoai as famílias, Senhor! Nós vos bendizemos pela missão da família de ser a casa do amor e da ternura, do diálogo e da fraternidade, da acolhida e da justiça, da partilha do pão para todos. Amém. ************************************** Família é o encontro de pessoas que se amam Loja Majuju Calças Jcan, Camisetas, neças ínti mas, vestidos, conjunto de moleton, adulto e infantil. Brinquedos em Geral Também avianentos para costura D~:Aparecida Paredes A.de Meceirosj Rua Du e de Caxias, 215 Caracol-v Empresas do: Posto Shel Jardim "COMPROVE A QUALIDADE DE NOSSOS SERVIÇOS" AV. DUQUE DE CAXIAS, 693 Grupo E Sérgio ""'"" ..,. Moretto FONE: 251 - 1920 JARDIM - Auto Posto Lagunão I EM GUIA LOPES DA LAGUNA, O MELHOR ATENDIMENTO. AV. SANTA TEREZINHA, S/NO FONE: 251 - 1359 GUIA ~OPES DA LlGUNA/MS ten imento ·Auto Posto lagunão II (Antigo Posto Rubão) - ªDESFROTE DE NOSSOS SERVIÇOS ESPECIALIZADOS" RODOVIA BR-267 - KM 23 JARDIM/PORTO MURTINRO .... JARDIM - MS Personalizá d o· j_ Preieitura Municipal de Bela Vista BALANCETE FINANCEIRO DO MES OE JULHO DE 1994 T [ 'J I' 1. 0 S Orçamentir tu R celta, IrHbutar ias Reetta Patrimonial Transferências Correntes Outrat receitas correntes Alienação de li ns Transferências de capital Somtt •. 1 •••• • ••• Extra-Orçamentar fa Salárfo Fam!la Empenhos na paar Cons lgnaçóes Soma, •• ,., ••• Saldo do exercício anterior CaIxa ílnucos contn-movlmcnto u,,ncos contn-nrrecnclnç5o ílancos contn-vlnculndn Bonco6 contas-csprcinis Soma . _____ H I·. C r. l~'!_.:.:.A_____ í [ T lJ I. O~ r-- :;-!-;-~, ! ........ -~-- AnterIor no_mês_ ]um!hd?_[4Prle r' N?' Or(.1r:~ntárl:i 1 • !-- o1- tertslatvo 1 ~{ ,{ 02- Judfc!arfa { 33,981 2», O)- Adr.,inlscraciio e l'lanej&:nento 1101.4-J,'ll•l7"•11',0,.'il 08- Educação e Cultura 1 9J.93J,Bll ll'.l.!7(.l,J. 09- Energln e Rec,Mtnerais IO- Habitação e Urbanismo 101,107,90/145.990,58 13- Saúde e Saneamento 32.153,49+ 50.036,80 15- Assistência e Previdência 19.147,89i 37.744,09 16- Trnnfiportes 1 406.064,17 99- Reserva de Contfns neta 10.414,)1 Somo , )67.820,1615]1 .)7/,)Y 416.478,49 Exrrn-Orcnmentirla Salárto famtl1a 1.319,391 657,06 4,13 Restos a pagar- pago 4.7)1,8S 356,16 Cortas a pagar- pao 144.9)),84 Corsignações 536,61 1,538,18 Soll'.a.......... 151.521,60 31,07 Outras operações 1.929,54 Repasse duodécimos(Câmara Municipal) Conversão de noeda Soma . Saldo para o mês seguinte Caixa Bancos conta-movimento Bancos conta-arrecadação Barcos conta-vinculada flancos contos-especiais Sorrn •.•••• , ...• _j 19.177,51 18,19 55.825, 10 228,75 75.249,55 Total Geral 1 60%.0l3.2158%.276.21l.l?3.O?:O1 Total Geral 1609.015.,43 ATOS DO PODER EXECUTIVO NO 007/94 - GABINETE DO PREFEITO Resolve: 22324.82 86.368,01 l01L6'J2,8J 6.)37,69 1.399, 34 7.7)7,01 401.425,37 140.990,25 542.415,62 4.916,01 11.971,55 16.887,56 1.963,20 9.000,00 10.963,20 17.938,13 17.9 )8, 1 J 454.905,22 249.729,15 704.634,)7 144.933,84 261.IJ0,3) 7.246,82 3.167,49 152.180,67 264.297,82 4, 13 356, 16 1.538,18 JJ,07 1.929,54 LICENÇA GESTANTE Fernanda Aparecida Gavilan, Professora Nivel I, Classe A, Lotada na Secretaria de Educação, à partir de 18.07.94 à 14.11.94 (Port.n9 224/94 do 18.07.94) LICENÇA PREMIO POR ASSIDUIDADE DE TRf::S MESES O Servidor, Ernetério Medina, Encanador, Lctado na Secretaria de Viaçao de Obras,re ferente ao Período Aquisitivo de 01.05.83 à 01.05.93. (Port.no 233/94 de 25.07.94). FERIAS REGULAMENTARES José Francisco da Silva, Vigia, Lotado na Secretaria de Administração, Referente ao Período de 93/94, à partir de 01.07.94 à 30.07.94. (Port.no 210/94 de 01.07.94). Ana tálio Diniz, ,Trabalhador Braçal, Lo tado na Secretaria de Viação e Obras, Refe rente ao Período de 93/94, à partir de - 01.07.94 à 30.07.94(Port.no 211/94 de 01.07.94). Inácio Gonzalez, Trabalhador Braçal, Lo tado na Secretaria de Viação e Obras, Re ferente ao Período de 92/93, à partir de 01.07.94 à 30.07.94. (Port.no 212/94 de 01.07.94). Rafaela Cáceres Girnenes, Auxiliar de Serviços Gerais, Lotada na Secretaria de Saúde, Referente ao Período de 93/94 1 à partir de 01.07.94 à 30.07.94. ( Port. no 213/94 de 01.07.94) Haroldo Chaves, auxiliar de serviços ge rais, lotado na Secretaria de Educação, Re ferente ao Periodo de 92/93, à partir de 04.07.94 à 02.08.94(Port.n9 214/94 de 04.07.94) Guilherrna Freitas Arce, Assistente de A dministraçao, Lotada na Secretaria de Edu cacão, referente_ao,Período de 92/93,à par tir de 04.07.94 ã 02.08.94. (Port.no 215/94 de 04.07.94) • Fábia Balbuena de Souza, Auxiliar de Serviços Gerais, Lotada na Secretaria de - Promoção Social, Referente ao Período de 93/94, à partir de 11.07.94 à 09.08.94. (Port.no 216/94 de 11.07.94) Claudernir Denis Orosco, Agente Adminis trativo; Lotado na Secretaria de Adminis tração, Referente ao Período de 93/94, à partir de 11.07.94 à 09.08.94. (Port.no 217/94 de 11.07.94) Marta Gonçalves, Professora, Lotada na Secretaria àe Educação, referente ao perio <lo de 93/94, à partir de 11.07.94 à.09.08: 94. (Port.no 219/94 de 11.07.94). Rosangela Maqalhàes Alves Branco, Tele fonista, lotada na Secretaria de Adminis tração, Referente ao Periodo de 93/94, à partir de 12.07.94 à 10.08.94. (Port.no 220/94 de 12.07.04). Sebastião Mendes Arquileira, Eletricis- 19.177,51 18, 19 55.825,10 228,75 75.249,55 ta, lotado na Secretar:i.a de Viação e Obras, referente ao período dn 93/94 à partir de 12.07.94 à 10.08.94.(Pnrt.no 221/94 de 12.07.94) Delfino Rodrigues, Diretor, Lotado na - Secretaria de Educação, referente ao Perío do de 93/94 à partir do 12.07.94 à 10.08.94 (Port.n 222/94 de 12.07.94). Demia Medina, Auxiliar de Serviços Ge rais, lotada na Secretaria de Educação, re ferente ao Periodo de 92/93 á partir de - 12.07.94 à 10.08.94.(Port.no 223/94 de 12.07.94). Claudete dos Santos Balta, Recepcioni ta, lotada na Secretaria de Promoção So cial, Referente ao período de 93/94, à par tir de 18.07.94 à 16.08.94. (Port.nQ 225/9i de 18.07.94). Rosangela Aparecida Torres, Secretária II, Lotada no Gabinete do Prefeito, Refe rente ao período 93/94, à partir de 18.07. 94 à 16.08.94. (Port.no 226/94 de 18.07.94) Rosilei Miranda, Professora Nível III , Lotada na Secretaria de Educação, Referen te ao Período de 93/94, à partir de 18.07. 94 à 16.08.94. (Port. n 227/94 de 18.07.94). Reina Cáceres, Auxiliar de Serviços Ge rais, Lotada na Secretaria de Promoção So cial, Referente ao Período 93/94, à partir de 18.07.94' à 16.08.94. (Port. no 228/94 de 18.07.94).' Maria Guilhermina Godoy Raffel, Direto ra de Departamento, Lotada na Secretaria de Fazenda, Referente ao periodo de 93/94, à part,ir de 19.07.94 à 17.08.94. !Port. no 229/94 de 19.07.94). Ailton Lino, Assistente, Simbolo CAI-I, Lotado na Secretar~a de Fazenda, referente ao período de 93/94, à partir de 20.07.94 à 18.08.94. (Port .a9 230/94 de 20.07.94). Lêa Regina Balbuena Garcia, Técnicc em contabilidade, Lotada na Secretaria de Edu cação, referente ao período de 93/94, à - partir de 21.07.94 à 19.08.94. (Port.n 231/94 de 21.07.94). Hiqino Marcelino Vilalbe, Motorista, L5? taco na Secretaria de Viaçao e Obras, re ferente ao período de 92/93, à partir de 21.07.94 à 19.08.94. (Port.no 23?./94 de 21.07.94). Francisco Garahi, Trabalhador Braçal lotado na Secretaria de Viação e Obras, re ferente ao período de 93/94 à partir de 26.07.94 à 24.08.94. (Port.no 234/94 de 26.07.94). Odeqar Laranjeira Gutierres, Diretor de Departamento,'Lotado na Secretaria de Via cão e Obras, Referente ao Período de 93/94 à partir de 26.07.94 à 24.Õ8.94. (Port. no 235/94 de 26.07.94). Ataliba Mendonca, Motorista, Lotado na Secretaria de Promoção Social, Referente - ao período de 93/94, à partir de 27.07.94 à 25.08.94.(Port.n0 236/94 de 27.07.94). Marv Grance, Técnico em Contabilidade, lotada na Secretaria de Fazenda, Referente ao Período de 93/94, à purtir de 27.07.94 14.423,89 ,23 14.424,12 3.9)),'JI 4.590,97 8.100 ·ºº 8.)00,00 13,06 279,493,28 213.210,46 274.098,48, 62.190,29, 76.891,98] l 899.197,ssf .97%. 4.731,85 144.933,844 4.470,52j 156.112,57 22.523,89 ,21 22.524,12 22.882,77 18, 19 21. 994,31 )12,89 45.208,16 1 589.?7~.szl 1.123.042,40! _Nraio Amo» acartas- Prefeito "unicipal Fdvaldo Pereira de Carvalho- Sec.de Fazenda Ninfa de Medeiros Freitas- Tec.contabtltdade I 22. 882, 77 18,19 21.994,31 312,89 45.208,16 à 25.08.94. (Port.nQ 237/94 de 27.07.94). Cumpra-se: Gabinete do Prefeito aos, 31 de julho de 1.994. Abraão Armoa Zacarias . Prefeito Municipal e''zz''rz r r=''z - a r-se Bela Vista Novos Tempos ---==--------===============--===--~====== i ORIENTADOR COMERCIAL r - 'IIOCIRII S1110 · ·aNJONIO L • Com duas 1, : para Melhor ·servir .. Atendimentd de Primeira Qualidade • ' • .-- , • 1 AV. 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Foi escolhida madri nha da escola a Profa Marly Loubet da Rosa Pinheiro. DESEJAMOS SUCESSOS Sábado dia 27, na sede do Rotary Clube às 17 hs, será realiza do O Chá da Casa da Amizade. o ingresso apenas 3,00 reais.A arre cada;ão será em pról ao Asilo dos Desamparados que necessita ad quirir com urgcncia um Freczer.Va e Colabore!! Sexo alivia dor de cabeça e evita stress Fol a bon!ta morna belavitense, Lucfane Costa Marques, que tara passando o cetro pra sua sucessora em Jardim 27/09/94 e en Bela Vista ela estará fazendo o mesmo no dia 04 de scter.bro. Parn béns à Luca e seus fa mfl1ares que tanto sou beram valorizar o t[tu lo de MIss. HISS SUDOESTE/9 A essa riova escg la, pois somos sabe dores da determina ção e capacidade da pedagoga Ana Maria! NO DIA 20 PP Aniversariou a sra.Ely Flores. Seu esposo Glaucy organi zou uma alegre reuni ão para alguns ami qos em sua residen cia 1 ANIMARAM A REUNIÃO Glaucy ao violão :! Waldebio dos Santos de Campo Grande no te clado. CASAIS PRESENTES 1$$ HA 151M% Será realizado o msls badalado concurso da no idade, no dla 04 de etbro 1.994, 48 2I horas, no Clube Esportivo Belavl tene. Dançaram e diverti ram-se até alta ma drugadal UMJ DELICIOSA Lazanha foi servi da.Logo após cantado os "Parabéns à você" e oferecido um gosto so bolo. - Á EL'f DESEJAMOS Muita sa6de,Paz e harmonia cm sua vida l Londres- uma pesquisa cientifica acaba de concluir que fa- zer amor alivia dores de cabeça - Segundo Kaye Wellings, diretora do PrcgrEc~ de Saudc Sexual da London School of Hygiene, a atividade sc>·ua! cstimula_a prg dução de certos hormônios que atuam como analgcsicos, '!lcm d<; proporcionar sensação de bem-estar e euforia. "O sexo e sem d~ vida o melhor remédio contra o stress e funciona melhor que a ~spirina cm casos de enxaqueca e cefaléias", escreveu a medi ca. "Além disso, o prazer sexual tem efeitos positivos sobre o coração a circulação e o sistema imunol6gico", disse Kayc. E acrescentou: "Depois, o melhor é donnir separadamente, parar~ laxar". FAMÍLIA E SUA NECESSIDADE Pastoral Familiar - Paróquia Sto.Afonso O assunto familia apresenta muitas fa cetas e tem suscita do muitos estudos e reflcxões,com respos tas e conclusões as mais diversas, de a cordo com a visão do mundo ou com os prin cípios e ideologias escolhidos pelos in teressados em apro fundar a compreensão dessa experiência hg mana. De fato, muita tinta gasta no esfor co de explicar a ori gem da familia e sua necqssidade, desde a época das familias - extensas até à fami lia nuclear dos dias atuais. E muito ain da se escreverá, es pecialmente hoje,te~ pode angustiadas preocupações, em fa cedo comportamento das pessoas, dos jo vens de modo particg lar, diante de uma situação que parece caracterizar-se pelo vazio existencial,pe la falta de projeto e utopias, pelo re curso ao consumismo 'irrefreável, pelo me do da chamada disto= pia(projecão de um futuro pior do que o presente). A familia é a salvação do futg ro- repete-se sempre com nais insistên eia. Por outro lado; há enormes dificuldg des para encontrar - referências ou mode los de iden tificacão. A FAMILIA NA ÓTICA CIENTIFICA Para alguns, a fg milia se foi consti blindo evolutivamente, passando por um Pe ríodo em que predomi nou o poder das mu lhcres- matriarcalis mo, desembocando, mais recentemente,no domínio masculino-pa triareal ismo. - Na visão do deter minismo evolutivo, ã familia seria o pro duto das etapas do - desenvolvimento eco nômico da humanidade, de forma que, quando mud~ o contexto eco nômico, muda também a estrutura familiar, sucessivamente, até o seu desaparecimen to. Para outros, a questão estaria lig~ da à biologia.WesteE marck, que escreveu a Hist6ria do Matri- m1onio Humano, susten ta, contra o Matriar calismo e diminuindÕ o peso do patriarca l ismo, e casamento - monogãmico, cujas raizes se aprofundam na biologia. Essa realidade é demons t:rada pela prclc-.ngada dependência da crian ça em relação aos pais e pela necessi dade que tem dos cu! éados destes. Para Lacan, a fa milia precede a for mação de igrejas e estados; é resultado da pr6pria biologia do ser humano; apare ce como grupo natu ral de pessoas uni das pela relação big lógica e pela neces sidade de meio am hiente propício ao desenvolvimento. Após a Primeira - Guerra Mundial, as teorias evolucionis t:as se foram enfra uecendo, e surgiram outras que analisa ram a familia do pon to de vista das fun çôes que lhe são es pecificas. Assim, a familia teria como funcôes primordiais proporcionar seguran ca econômica, educa- Está tudo pronto cm Jardim, para ser real! zado o evento contando com a participação de dez municipíos entre - eles Bela Vista. Na próxima edição a foto da gatinha que preten- de arrasar na passare- la em Jardim, a reali- zaão é de NIlson AJa- la Produções que ta bém produzirá o MIss Bela Vista/94. KISS MATO GROSSO DO SUL/9r. Será realizado em A quidauana no dia 10 d; setembro/94, um belís simo show de mulheres, onde o Estado Versão Miss Brasil Bela Vista estará com sete anos de parti cipação graças aos nossos colaboradores e simpa: tizantes, esperamos que. toda a folia, alegria se repita e esperamos que haverá muito sucesso, CONTATO Em contato com os coordenadores do concurso de Miss, é gratificante trabalhar nessa área , afinal é um esporte de beleza. Cabe ã cada muni cipio a responsabilidade em colaborar financeira mente com a sua representante, so~ente nssim,elã estará física e pisicologicamente tranquila 1 na semana do concurso. cão, iniciação e cul consequente corrida, tivo da religião,prg das populações para teção e lazer. as cidades, encon- Em uma linha posi trou no surgimento tiva, em que ó oon- da urbanização uma flito aparece minimi idéia central para zado, a familia foi substituir a especu definida como "unida lação histórica pe de de personalidade- la análise da socie em interação", uma - dade contemporãnca organização em equi- e, no tumulto provo librio dinãmico. cado pelas metrópo- A denominada Esco les na vida das pes la Sociológica de soas, localizou razões Chicago também apre- para afumar a im:x:>rtãn sentou sua contribui ciada família,pela in cão, quando, anali- dispensabiliaaá dos zando o processo de serviços emocionais industrialização e a que cumpre". • EL MAMBMI A EMPRESA COMETA DEL AMAMBAY oferece aos seus passageiros o máximo em CONFORTO, SEGURJNÇA e RAPIDEZ. ônibus novos, com ar condicionado, velocidade controlada, atendimento de primei=íssima (serviços durante a viagem: café, refrigerantes, sucos e lanches). 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(Cnrlos Torres Pastorino) - ! : - 1 L Luciana Arruda Lima. qu~ estará nns tc sábado em Jardim, representando a ci dade de la Vita no boncurso Miss Sudoeste. DIA 13 Realizou-se no clube cowboy, um sensa - cional baile "DOS PAIS". Os casais não dei xaram de marcar presença: Jairo o Magali, Joaquim e Julia, Moedir e Assunção, Darcy e Neuza, Eydc e Sirlcnc, tlio e Cleidir, - -·.Renato e ~ucn, entre outros. Também os jo vens marcaram presença cm massa: Sebastião Israel, Diorge, Clinamar, Fábio, Rodolfo, Alcedir, Abner, Rodrigo; Rosa Maria, Fabia na, Claudia, Liliane, Rosinéia, Lucimar, Lucicnc, Idi.::ine, Nadiele, Alcssandra, Zil ma, Ana Carla, Adriana. Todos se diverti - ram e dançaram até altas horas da madruga da. NOSSOS PARAFf:NS Ao garotinho Wesley Godoy, filho doca sal tlio e Cledir, que no dia 13 p, rece beu parentes e amigos cm sua rcsid~ncia cem salgadinhos e um delicioso bolo.A ele, desejamos muitas felicidades!!!!!!!!! ANIVERSARIANTES Da semana, os nosso parabéns. 11/08 - Tercza Leite Côrrea l2/98 - Daime 14/08 - Alfredo Godoy I4/08 - Erivelto Garcia 15/08 - Assunção O. Godoy 15/08 - Wilmar Alves Nunes 15/08 - Altamir Rodrigues 16/08 - Juliana Godoy Naban 18/08 - Sandro Braga Rodrigues 28/08 - Celso Serena. VISITANDO COMEMOROU ------- Seu 1o aninho de vida, nes e último dia 14, a pequena FOSICLEIA ACOSTA. Ti!ha éJo casal Felipe e Cida. O radicional lo foi no clube cowboy. A querida POSICLÉIA, milhões de felici dades! l ! ! DEPOIS De um bom tempo fora de nossa cidade,o jovem ISRAEL GUTIERRES, está de volta re - vendo pa"rentcs e nmígos. Valeu garotinho, já estávamos com sauda des:! ! ! ! < Esteve em nossa cidade, o candidato a D~putado Federal Osc.::ir Goldoni. A recep - ao foi na residência da D. Genilda Ferrei Ta Leite. Onde fez acertos políticos com - Varias pessoas do município. TAMBÉM OLARIA f; CAMPEà ~pós três (3) meses de competição, um campeonato mais longo já realizado Caracol. Esteve nos visitando, o simpático padre LINO, da cidade de Porto Murtinho, junta-· l!!cnte com seus amigos àa ITÃLIA. Adoramos conhecer vocês! ! ! ! QUARTA-FEIRA Neste quarta-feira, o candidato a Depu tado Estadual ARROIO e companheiros, esti veram cm nossa city. Eles foram recebidos ~~rum grande número de pessoas, na resi - Cen ' ,a do Sr. Dorotcu Jara. Já a tarde, - douve uma reunião na residência do Verea - Or Evaldo Pereira, para acertos políti :os:!!!! cm - cm A linguagem verbal é o mais primitivo - meio de comunicação- entre os seres huma nos. Eles necessitavam expressar suas i déias, desejos e vontades; precisavam sair de dentro-de si e se expressar dentro da realidade. Após os sinais verbais, surgiram os sím bolos visuais dessa necessidade: os sinais pictográficos (a imprensa); os sinais sono ros(o rádio); .o som, a imagem e o movimcn= to ( o cinema); e recentemente a televisão que, em apenas 50 anos, conseguiu integrar todos os lares, estados, países, ideologi as, geografias e povos. VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: UM PRODUTO A SER CONSU'-'IDO De repente, os veículos de comunicação tornaram-se simplesmente produtos a serem consumidos, como um sabonete, créme de barbear ou refrigerante. Como produto de consumo, os veículos de comunicação foram identificar o perfil do seu mercado consu midor que tipo de jornal? O que eles que= rem? Os veículos passaram a se adequar nos interesses de seus consumidores (lei tores, espectadores); passaram a oferecer o que os consumidores desejam; jornal com manchetes escandalosas e novelas que apre sentam os conflitos humanos, sexo sem li mitcs, violência sem escrúpulo e apolo - gia do poder e riqueza. Banalisamos o a mor, as virtudes e a vida. Ao poder tudo pode e tudo se permite. O QUE O CONSUMIDOR QUER, ELE TEM Na Televisão, o produto de maior consu mo no Brasil e no mundo é a novela. No - nosso país, diariamente, cem milhões de - pessoas, das diversas classes sociais e culturais, consomem uma média de três ho ras de sonhos~ fantasias. As emissoras estão certas ou erradas? os espectadores estão certos ou errados? Muitos diretores de emissoras reconhe cem a função educacional e social de sua emissora e investem em programas cducacio nais Logo, eles vêem suas audiências caT rem vertiginosamente. Aí eles concluem: se o povo quer fantasia e sacanagem, va - mos dar a ele fantasia e sacanagem. E os índices voltam a subir. No Brasil, comunicação é uma atividade empresarial igualzinha às outras: neccssi ta de consumidores (espectadores), fatura menta (patrccinadores) e lucro (novos in= vestimentos). O jornal é, por excelência, um veículo do poder, ele só pode sobreviver se espe lhar os interesses das grandes elites - e lites econômica e política. t POSSÍVEL EVANGELIZAR ATRAVES DA TELEVISÃO? A princípio todos dirão "sim", desde - ·que a mensagem se adapte ã linguagem do veículo. Na televisão, tudo é espetáculo e movimento. Não existe nada mais monóto no e sem interesse do que assistir a uma missa pela TV. São 90 minutos de imagens paradas, voz monocôrdia, cenários de gran de pobreza. - A televisão exige movimento, cores, cortes dinâmicos, brilho, muito brilho. Na TV, a imagem deve ser um mosaico em movimento para despertar sucessivo inte - resse no espectador. Você conhece várias apresentações de pastores que se colocam diante do vídeo - e começam-a falar em Cristo. Eles se ex - pressam de maneira submissa; os fiéis são um bando de desesperançados cm busca de emprego, saúde e amores. A própria cara do ------------·-- - - - - Foram pana a fin l os times de Olaria fut0bo] clube o porte Clube Santa Fo a, para a decisão da TAÇA AIRTON SENNA. A' s do jogo começar, o time Santa Rosa era o campeio, mas dentro do campo as coisas com plicara e o jogo iicou empatado em 1 X l, foi para os penaltis, E nos penaltis quem acertou na lotria foi o time da OLA HI/, F.C. Esó de parabéns todos os times que par'iciparm dese sensacional campeonato, os árbitros, os b ndeirínll,:w, o prccicl0n!c da comissão de esporte, e seus membros, cm especial o prefeito Juvino Godoy qu" • m - muito colaborado cem o esporte, cn1in, a - todou os que prestigiaram ç torceram por seus clubes. Até a próxima pcssoal!!lll ! ! !! i##tttttktktti#tttttktttttkttktttt#t4ttkt#tkktttt#$t 4 4 ttttttttttwttttttttt 4ttttt# t t t t OS MEIOS DE COMUNICIICÍIO E I FAMÍLIA pastor interage com a imagem de Cristo.Pit samos a ver o Cristo gordinho, careca, co~ um bigodinho antigo, terno de mau go,-•o e - de segunda classe. Não dá para o espectndor encontrar a figura brilhante, translúcida - de Deus é luz, sabedoria, compreensão, com paixão, serenidade, autoridade, grandeza e ternura. Ele possui atributos infinitos, e não dá para enquadrá-lo cm uma simples tela de TV de 20 X 20 cm. Na TV, Deus torna-se - simples demais e se nivela aos insignifican tcs atributos humanos. - A evangelização pela TV deve ser realiza da através de programas de catequese, visa~ do atingir crianças de até 7 anos, usando - os recursos do próprio veículo, a dramatiza ção, apresentação de desenhos animados; pro curando despertar a imaginação infantil c,a través dos estímulos adequados, permitindo que os pequeninos viajem através dos seus - canais de fantasia e i~aginação, alcançando Deus no mais alto infinito. CONHECER DEUS t UM ATO DE REFLEXAO E MEDITAÇÃO Os veículos imprcs_sos-jornal, revista, - livro e um simples folheto - são os instru mcntos adequados para o homem refletir De us. Além da forma e conteúdo, o ambiente de ve ser adequado para este mister. Tendo to= das as condições ideais, a comunicação con segue transmitir, através da forma e contcú do, as idéias, experiências e testemunhas= que podem despertar, na mente humana, os ·neurônios que abrigam os desejos cósmicos - e finitos do ser. Os estímulos provocam a sintonia com todas as dimensões humanas:rea lidadc, inteligência, corpo e humanidade. - A experiência divina exige uma atenção - total, para que se possa ouvir e comprccn - der o silêncio de Deus, Sua criação, o sen tido da celebração da vida e a justificati va de sermos simples peregrinos cm busca rl~ perfeição e do amor infinito do Pai. E a família, como fica? Devo desligar a TV ou a realidade? Ligo meu desconfiômetro e aceito o cha~a do do mundo moderno? Viver é um espetáculo fantástico da vi da. Agora, é sua vez de subir ao palco e fa lar um pouquinho de você. PASTORAL FAMILIAR - PARÓQUIA STO. 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Era preciso neutralizar as lide rança dos trabalhadores na re qião, acab. r com o movimento indical, expulsar os líderes do Vale e proibir a entrada de militante da Pastoral da Ter - ra, CU'T o demais entidades, nem que fosse a força, Implantar um regime de terror, com visitas - noturnas às casas dos principa is militantes, no bordel da Mi mi, nos bares em Roseira,enfim, semear o pânico e o medo entre as famílias. E culpar as lide - ranços dos trabalhadores. Os "xiitas", Com isto vamos jogar as mães, as famílias contra o movimento, Martinez ouvia em silêncio Não concordava com Puentes. Foi Alcântara o primeiro a discordar. - Não vai dar certo. Nós per mitimos a fundação do Sindica= to, cedemos cm muitos pontos , plantamos gente nossa no meio deles, sempre estamos bem infor mados, toda essa pressão que vo cê pede, voltará contra nós, o Brasil está de olho na gente eu já estou tendo problemas na minha cidade. Não vai dar cer to. O que acha Martinez? - Concordo com você, tive que pagar uma fortuna em propi nas para passar o último carre gamento de urãnio. O Embaixador disse que o negócio está fican do arriscado, até o Banco nas Bahamas criou caso com a última remessa para depósito. Prefiro dominar os Sindicatos, ter to - dos eles nas mãos, cativar os trabalhadores, sem violência. Puentes não gostou da idéia. De todos eles, era o pior, ma - fioso mesmo, ligado ao cartel ae Medellin. Com ele o diálogo era na base das metralhadoras , assim é que havia expulsado os índios de suas terras, sem que ninguém movesse uma palha. E di ziam que em suas terras havia= minas de ouro. E era verdade. Os Chacais discutiram atar de inteira. E chegaram a conclu são. Foi a palavra de Martinez que pesou. - Vamos dominar os Sindica - tos, concorrer na próxima elei ção, desmoralizar os atuais di rigentes e, se preciso, neutra lizaremos os mais radicais, te mos os nomes de todos eles. Da cúpula. Esse pessoal sem líder fica igual a estouro de boiada. Puentes saiu sem se despe - dir. Junto com ele mais dois fa zendeiros, mineiros de Uberaba, e a capangada. - Martinez e os outros estão ficando frouxos, não vamos com bater esses cretinos com pão mas com balas, ele se esquece que estamos afundando até o pes coco, dá uma de bonzinho, vamos ter que agir mesmo com rigor. - Você está certo, Puentes. Concordava um dos fazendeiros , FERNANDO HENRIQUE PRESIDENTE de Minas. - Pusentes é perigoso, Marti- nez, - Pode deixar, sei lidar com elo. DE IRA ... E ESPERANÇA Chacais - Pior é que eutá ligado ao pessoal do tráfico, precisamos tomar cuidado, disse Alcântara. - Ele não me preocupa, o que me preocupa mesmo é aquele De Luca, não o Augusto, mas o ir - mão, o caçula, o tal Hugo, esse cara tem idéias subversivas. - E o que vamos fazer? - Se for preciso eliminar al quém no Vale, esse alguém sera Hugo, lembre-se disso. - E ou Sindicalistas? - Bem, quanto a eles, o pes- soal da Rural vai dar um jeito. - Vai matá-los? Lógico que não, a repercus são seria muito grande, achare mos um jeito de mandá-los de volta. Presos. Deixe comigo. - E o Puentes? Ele poderá comproemter todos nós. - Falei com o Senador e o De putado, Puentes não ficará li= vre muito tempo. Poder e bilhões de dólares em jogo. Os Chacais se devora - vam entre si. O mais forte e 111dis inteligente sobreviveria. Martinez agia nas sombras. O mesmo fazia Puentes. Paulo, Rido, Jobinho e Juli nha pertenciam ao Grupo "NAZI de Pinheiros", jovens ricos e da classe média alta, filhos de industriais, empresários, fazen deiros, a maioria estudantes u niversitários, praticavam artes marciais, frequentavam Clubes - da elite, passavam suas férias em Búzios, Guarujá, Angra, to - dos tinham algo em comum: não gostavam de negros, migrantes nordestinos, bicoas e prostitu tas. O mais incrível, o livro pre ferido, de todos eles, a Bíblia dos "NAZI de Pinheiros" era MEIN KAMPF (Minha Luta), de A dolf Hitler. Possuíam sede própria, um galpão localizado nos fundos de uma fábrica de doces, na Aveni da Faria Lima, em Pinheiros ali se reuniam uma vez por sema na. Vinte e seis jovens, idade entre 17 ã 23 anos. Não usavam drogas, poucos bebiam. Geração saúde, mas contaminada pelo vi rus da intolerãncia, do radica - lismo, do mal. Sexo sim, . era normal. Entre eles. Entre o que chamavam "tribo". E tudo era permitido, menos as relações homossexuais. Assim diziam. Nas madrugadas_frias de São Paulo, saiam em grupo de sete ===-, ---, o1 Queiroz Deputado Federal 4510 o sete para eles era um número mágico. Saiam á cata de mend 1o, que dormiam nas vielas a curas, nos bancos das Praça , debaixo dos pontilhões, noc ter minais. Eliminavam esses mendi g0s, para eles "sujavam acida de". Caçavam também negros, bi chas e prostitutas. Matavam a pauladas, facadas, tiros, não antes sem torturar e aterrori - zar suas vítimas. Paulo, antes de iniciar as reuniõeo, dizia: "vamos criar - um País forte, uma raça pura , se preciso vamos dividir o Bra sil, o sul rico e branco. Dei - xar o nordeste para os negros e as raças inferiores. Precisa mos expulsar do sul os famin tos, os vagabundos, faremos o que for possível e até o impos sível para limpar São Paulo. E depois os outros Estados sulis tas. Para atingirmos esse ideal tudo é válido". Foi depois de uma dessas reu niões que Paulo resolveu dar uma chegada a Recanto do Sol. - O velho está precisando de uma ajuda, quem quer ir comigo até lá? Todos levantaram as mãos. Ele resolveu levar Jobinho, Rido e Julinha. Quatro "NAZI de Pinheiros" e ram suficientes para agitar a Recanto do Sol. Julinha saiu cedo da sede. tão eram 8 horas. Vestia uma mini-blusa verde, os cabelos louros soltos, a bermuda de cotton realçava suas formas,sem sutiã, os bicos dos seios,agres sivos, apontavam para o alto. o rosto angelical. Coxas grossas, bunda arrebitada. Uma jovem lin díssima. Chamava a atenção dos trabalhadores. Gostosíssima! Tibúrcio cuidava do pomar , tinha seis ajudantes,orgulhoso de seu cargo, era chefe. Com 27 anos, estava na fazenda há cin co anos. Viera do norte. Era um dos que viviam bem, afinal, cui dava do pomar e frutas não fal= tavam em sua casa. Um privilegiado. Viu quando Julinha se aproxi mou. Olhava a moça com olhos e cobiça, sua mulher, Maria dos Remédios, apesar dos seus 24 a nos, estava acabada, feia, os trabalhos na fazenda colaborara para aquela velhice precoce. E a moça! Que coisa linda. Que gostosura. Puxou conversa. Ele todo en cabulado. A moça sentou num ban quinho, levantou as pernas, en costada na árvore. Que visão! Estavam ali, só os dois, no meio do pomar, os outros empre gados saíram de perto. - Vocês não tem melancia?per guntou Julinha. - - Temos sim, a dona quer eh~ par? - Quero. - Vamos lá, apanharemos uma. J:: longe? Não, perto. Vamos? - Vamos. Tibúrcio olhava as pernas, a bunda, o andar, aquele jeito de andar! Estava excitadissimo. E a moça começou a conversar, a perguntar, conversa picante maliciosa, até que chegaram na plantação de melancias. Não ha via ninguém por ali. Perto o açude. A moca viu. - Puxa! Que lindo. Posso na dar? Não tem perigo? - Não, não tem. J:: _ raso na beirada, lá no meio é fundo. capitulo riLircio era moreno,mn is pra crioulo. Forte. Ser aneyo r11o. Picou olhando, viu a moça t rar a bermuda, ficar só de cal cinha, depois a blusa, ficou nua, nuazinha. Tibúrcio olhava, admirava o corpo, sen 1a o per fume, ela chamou. - Vem,vams torar banho juntos. Vem, não tenha medo. Vem. Ele foi. Tirou a roupa. Ela, rindo muito, começou a nadar deu um mergulho e voltou à to - na. Tibúrcio abraçou-a com for - ça. Apertando-a. - Calma, vamos sair d'Jgua, procurar um lugar onde ninguém possa nos ver. Tibúrcio a levou para o melo da plantação, um barraciio pcqu~ no. - Aqui a gente guarda o adu bo. Se abraçaram, Tibúrcio eGta va louco de desejo, aquilo era sonho ... No chão, perto de uns socos de adubo, o machete, grande, a fiado, Julinha viu. Mandou Ti - búrcio deitar, queria ficar por cima. Olhou o membro do homem, duro, grande, olhou com desejo. E pensou: , - Não vou perder esta oportu nidade, nunca vi um desse tama nho. Ficaram ali, dez, quinze mi nutos? Julinha aproveitou-se do sertanejo forte. Era diferente dos jovens da tribo. Mais ma cho? Não sabia dizer. Tibúrcio respirava forte, fe chou os olhos e sorria, satis ~ feito, que mulher!! Não viu Julinha pegar o ma chete, lentamente, só sentiu a dor, profunda, e o sangue esguí char forte. Olhou apavorado, a moça arrancara o seu pênis com um só golpe. E não deu tempo pa ra nada. Gritou. Viu a moça cor rendo, entre os pés de melan eia, gritando. Socorro. Socor - ro ... Foi Tião, filho de Ingrácia, que socorreu Tibúrcio. Levou - o para a enfermaria da Fazenda. Julinha, já vestida, contava para todos, o homem, o tarado , .a atacara quando tomava banho no açude. Teve que se defender, errou o golpe, deu para acertar a barriga, capara o homem. Os amigos ficaram sabendo da historia, Martinez mandara tra tar de Tibúrcio, riu ironicamen te, mas não o punira. Já estava punido. A meiga e bonita Julinha fi zera.sua_primeira vítima. Ninguém, na Fazenda, entre - os trabalhadores, acreditara na historia da moça. Tibürcio era um homem sério, se enfeitiçara aquela história estava mal con tada. Tinha coisa ali. . Paulo.só queria saber se moça tinha transado com o gao. _-_Lógico que não, deixei ele doidão, depois capei. Nao ia falar que havia tran- sado sim, e gostado mt - - u1 o, nao e que o.caboclo era bom de ca - ma, ou melhor, de chão. Precisa va voltar na plantação de melan c1as, era muito excitante. - Tibürcio se r ; ecuperou em pou cos dias. E contou a história - verdadeira para os ani t nu.gos - vou ma ar aquela moca _ d. . voz rouca i (az1a c0 d so rida, envergonha- o, sua vida nunca ma· . a mesma. Também!!y ias ser1 .J a ne- Próximos Capítulos Capitulo XVI - NOITE DO TERROR Capitulo XVII - ILUSÃO DOS SEM TERRAS Capitulo XVIII - O ENCONTRO Capitulo XIX - A CAMPANHA POLITICA Capitulo XX - OS XIITAS ATACAM Capitulo XXI - INTERVENÇÃO NO VALE Capitulo XXII - MORTES E PRISÕES capitulo XXI1I - BSPERANCA E SONHO Capitulo XXIV - SOLITARIO NA NOITE f de R é e [· C C Did F _, Roteiro Comercial l' ·ª ., Antonio João ·wsAPATARIA E!;, SELARIA DO POVO kMIEM lH6)83 [A IA« MG Fabrica-se Botinas, Sapatos.Calcados de couro, Badana e Arreio9 em geral. Aceit.e-se Encomendas @677 S9 -1MI@l Rua C~mpo Grande 656 - Antonio Joao ,- ;•·cENTRO EDUCACIONAL--; DE ANTONIO JOAO . 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I B I II C O N C E R T 2 V AI MIARECAIR INIUGURIÇÍO DO CENTRO DE CONVENÇIO ·----------------- Um espetáculo como Catpo Crande nunca viu, Essa s a certeza do que vai acontecer - no próximo dia 1o de Setembro, quando Ii hi Ferreira acompanhada da Orquestra Sinto nica do Rio de 'anciro e do Coro do Teatro Municipal, faz o uhow de inauquração do Ccnlro de ConvPnçÕt'!l "Jl«l11clo Popular do cullura", con:Jtruíclo pelo Governador Pedro P dronsian. O cvenLo n:it:.'t progrnmodo pora às 20:00 horas e vol contar com n presença de todas as principais auLoridadcs elo Estado. A produtora do show "nibi in Conccrt 2", Oeolinda Vilhena, esteve dia 23 do corrrn tc mõs, viultnndo o local onde serã rcnll zndo o espcl6culo. quando ela, o auditóri, "Manool de nr,", reúne odas ar condiç ;ara a aproontação do show, que vai colocar 7> possas no palco e torG l hora e meia d duração. Do acordo com ela, o espetáculo na verdade um arando musical, onde Bibi apresenta um repertório bastante variado , que vai desde canções do Edith Piaf, pas - sando por Verdi, C:ouno<l, Vil..1 Lobofl, Chico Buarque e Tom , 1obim, r.ntr<· outros. A orquestra Sinfônic.1 do Rio de Janci - ro, com uma formação de 40 músicos, será regida pelo maestro érqio Kulmann e acom panhada por um coral d 20 vozes do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Um momen o d<: grande emoç5.o no espeliÍculo é a apr<•::.c'n'":i. ção de Tina Fcrrcír.J e 11c•gin::i J'c•r:-r•ira Pi- .ro, til,o 'icru m car a. ·o la ro João Caetano, < . d pib' 1 . • o e c rItic. 'a coluna do !!Idcqatd Aael, de o G!o- bo, o ptáculo foi classificado como "um daqueles faas imperdíveis". Para Mauro Tr!ndade, do Jornal do Pra - si 1 o espefáculo " cativante e profunda r·n e emocionado". A ltima apresentação do "Bibi In Con cer' 2" e deu no Teatro Nacional de Bra si'io, quo ficou corplotamente lotado, O Tesouro do Lopes Francisco Solano Lopes, Presidente da República do Paraguai, durante a Guerra da Tripice Aliança, antes de ser morto er Cerro Corá, transitou por território br« si lei ro, na região de Amambai, Ponta Porã e outros Municípios dessa parte do nosso ter ri tório. - Face a ess~ fato, correu por muitos a nos, a existência de tesouros fabulosos nas entranhas da terra e naquela região, , pertencente à Lopes. Era uma lenda genera lizada e na qual muitos punham fé e jura - vam, de joelhos, por todos os santos e pe la Divina Providência. Em 1.977, quando era Juiz de Direito de Ponta Porã, ocorreu, na região de Amambai, a descoberta de um valioso tesouro de Lo pcs. Após muita conversa versando sobre os fabulosos e imaginários tesouros de Lopes , que deixara muitas mentes impressionadas e sonhando encontrar a çortuna, de uma forma tão fácil e nas entranhas da terra, certo dia, dois empregados da rica fazenda, pro priedade de uns catarinenses e riogranden ses do sul, encontraram, no meio cta mata , u~ pote cheio de moedas de ouro. _Levaram o fato ao conhecimento dos pa troes auc se a ressaram em ver o :abuloso tesouro. ~â no meio da mata, reabriram o buraco, tiraram o pote para fora e passa - ram 3 con'"ar as moectas de ouro. reita a contagem, chegaram a um acordo, no sentido de o trsouro ser repartido ao meio entre patrão e empregado. Os emprega dos propuseram vender a sua parte ao pa trão. Os Patrões propuseram, então, levar uma das moedas para sabrr o valor <•·:ato cb tesouro. Os empregados tiraram uma das moe das que entregou aos patrões, e as demais voltaram ao pote e para o •undo da terra , onde aguardaria a sua avaliação. Os catarinenses ou riograndenses do sul, de posse de uma única moeda, partiram para os seus pagos, e, lâ chegando, avalia rama moeda, chegando a conclusão dr que o fabuloso tesouro valia imensa fortuna de dezesseis milhões de cruzeiros (naquela 8- poca o nosso dinheiro tinha muito valor). Combinuram dar um tombo nos empregados, reduzindo o valor do tesouro pela metade , ou seja, oito milhões de cruzeiros. Os empregados, "pobres coitados", nunca tinham visto tanto dinheiro, logo, aceita ram a proposta sem tugir nem mugir. Veio a segunda proposta. Pagar dois mi lhões de cruzeiros a vis'"a e o restante com uma promissória om o prazo de trina ib ÕÍilS. Os "Pobres coitados" dos empregados a ceitaram. Pegaram os dois milhões de cruzeiros e desapareceram, para nunca mais dar notici as e nerr cobrar a nota promissória. - Os patrões, catarincnses, ou riogran - denses do sul, pagaram pela ganJncia. Quando foram vender as moedas do tesou rode Lopes, veio a tristeza. - Somente uma moeda era ele ouro, todas - as demais eram falsas. !'aviam caido no conto do vigar10. Os dois "pobres coitados" eram nada menos que dois espertos malandros que os passaram para tras. -------------------------====~--=--====== PENSAMENTO As discussões auxiliamn m muitos casos de assuntos obscuros ou ~•a compaPhciros desinformados, mas servir aos s~mclhantes, doando-lhos, o melhor !o nós, e o argumen to decisivo para clarear os agentes d~ solução a qualquer problema. ------- - ·- ·-----------------.,....- .--------- - !l .l --- , R EPUTADO ESTADUAL PTB - VIANA - Distribuidora Antarctica D!STRIBU!DORA DF BRBIDAS SXO JOSE LTDA ARTUR/ !-IÔNICA Praça N. Sra. Imaculada Conceicão,225 FCf~ES:241-3480/241-3838 - AQUIDJUANA/MS &NTABCTICA Paixão da -Copa DISTRIBUIDORA ANTARCT!CA PARA BELA VISTA E CARACOL CERVEJA, GIJARANA, TONICA, SODA, GUARANA DIET, POP LARANJA E ÃGUA MINERAL Av. VINHO (CONHAQUE. PINGA). ETC ... 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