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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXII_Nº1583_07_12_1994
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TRIBUNA DA FRONTEI
,
D/AR/O REGIONAL
Grx V1sTM/s ANO: 22 N0:1.583 07 DE DRZEMDRO DB 1,994 QUARTA-FEIRA EDI'1'0R: IVALDO PEru:IRA R$ - 0,50
MELHORIAS 011 ·acíCII BRINCI'
O acortinamcnto da
das me orias executa
Munici al foi
A Campanha "Tro -
que o Troco pela Vi
da" foi oficialmente
UE I
urna
1
Assinada pelos Ve
readores Marcos Eli
as Rios da Cruz, Fer
nando de Freitas E
lias, Fernando Jorge
de Barros, Orlanda
Freitas dos Santos ,
Israel Chamorro da
Rocha, todos do PMDB
e ainda Geraldo Pi -
nheiro Murano, do
PSDB, foi apresenta
da na Sessão Ordiná
ria da última segun
da-feira, dia 05 ,
uma indicação endere
cada ao Prefeito Mu
nicipal Abraão Armoa
Zacarias, solicitan
do à ele que encami
nhe ao Legislativo -
um Projeto de Lei
doando para a Cãmara
Presidente da Câmara Municipal
Vereador Fernando de Freitas Elias
Municipal o prédio onde funcionava anteri-
A "Acácia Branca,
departamento femini
no da Loja Maçônica
Estrela do Apa, de
Bela Vista, tomou a
iniciativa de execu
tar alguns serviços
e melhorias no pré -
diodo Necrotério Mu
nicipal, localizado
no cemitério Munici
pal de Agua Doce.
Em vista do sol
forte que penetrava
no interior da Cape
linha do Necrotério
Municipal, onde fre
quentemente são rea-
0
10 D
PIL
ormente a Prefeitura
ttunicipal e que hoje
P. utilizado pela pró
pria Edilidade Muni
cipal.
Na Coluna "CÂMARA E
tlOT1CIA E INFORMAÇJla'
na PÃGINA OJ
Pouca leitura e
má redação os males
do estudante são.
Será? Melhor não
radicalizar.
Afinal, se uma re
laçic de interdepen::
lizados velórios de
corpo, as senhoras
da Acácia Branca pro
videnciaram todo o
acortinamento das ja
nelas, tornando o ar
biente mais cômodo e·
livre do forte sol
que, principalmente
no período da tarde,
castigava os usuári
os daquele local.
Segundo as infor
mações, a Acácia Bran
ca também deverá ins
talar um fogareiro a
gás num dos cômodos
do Necrotério Munici
pal, utensílio de
muita necessidade pa
ra as pessoas que u
tilizam o local, tan
to para os velórios
coto para os exames
nêcrópsicos ou autóp
.ias de cadáveres.
Outra melhoria
que a Acácia Branca
está executando no
necrotério municipal
é o conserto do enca
namento de um dos ba
hheiros ,quc se encon
tra danificado. De
parabéns a Acácia
Branca.
Começa a Campanha
troque o troco pela vida
;.
Prestando ua homenagem à sua
cidade natal, o jovem Ramão Lourei
ro inaugurou no Último dia 15/11
em nossa cidade a Lanchonete "DG
FISU BURGUER", uma casa em es
tilo Mac Donald's, oferecen
do 40 tipos de lanches, 4 t.:!_
pos de maionese, sucos natu
rais, refrigerantes, wisky,
vodka, cerveja, etc ...
Neste mês, grande pro
coção de fim de ano:
junte 10 cupons ga
nhe 1 "X-SALADA";
15 cupons, ganhe
um lanche da sua
escolha.
'
deflagrada, dia 27 campanha é a capta - ~
Último, a partir da cão de recursos que
assinatura de um con permitam a continui- '
vênio entre o Presi- dade do trabalho de- r
dente do Conselho Es senvolvido pelo Cen
tadual dos Direi tos tro de Atendimento e J.
da Criança e do Ado- Orientação Renascer,
lescente, Maria Apa- que procede a reabi
recida Pedrossian e litacão de menores
o Presidente da Asso carentes viciados em
ciacão Comercial de drogas.
Campo Grande, Nelson '
Nachif. O objetivo da Página 04
Restauração da Laja
Mar;iia 'Ln e /ertate'
Página - 08
Livro ensina fazer
Jornal
BURGUER
RUA VISCONDE DE TJNAY
(em frente à Escola Ve
ra Guimarães Loureiro)
dência leitura-reda
ção, o êxito ou o
fracasso no desempe
nho delas depende de
fatores intra e ex -
tramuros escolares.
Pena que este es-
BENEFICtNCIA HOSPITALAR DE BELA VISTA
5
JANTAR DANCANTE
DE NATAL
DIA: 09/12/94 às 20:30 horas
LOCAL: Grêmio Pedro Rufino
INGRESSO: R$ - 15.00
- •
~INDICATO RURAL DE CARACOL - INFORMA:
. 75· Leilão . Cara corte
DIA: 09 DE DEZEMBRO DE 1.994
SEXTA-FEIRA
HORAS: 20:00
ra
REALIZA€O
L
Si~d~c~to ~ural de Caracol
eiloes Rurais. e Portei-
PARTICIPE E FAÇA BONS NEGOCIOS!!
CARACOL ESPERA POR VOCE!!!
paço não nos permita
analisar em profundi '
dade a paródia.
De qualquer for - ~
ma, é certo que, se
as notícias atraem a fu
nós, adultos, nossos V
alunos também são a
traídos por elas.
Página -02
Leitura de
Jornais
Cresce nas
Escolas
Uma pesquisa rea
lizada entre os alu
nos das 7a e 8a séri
es da EMPG Corra d
Mello, uma Escola Nu
n1cipal de campinas, _
podera se constituir
numa das primeiras a
comprovar a eficácia
do Programa Jornal -
na Educação como for
mador do hábito a
leitura. te
Página
02
L{PIO PEGIONA,
JORNAL NA EDUCAI€CÃO
llVril" ensina a fazer Jornal
M Aparecida 1ore1í
Pouca leitura e
má redação os males
do estudante são,
Será? Melhor não
radicalizar. Afinal,
e há uma relação de
JnLordcpcndGncin lei
tura-redação, o Gi
Lo ou o fracasso no
desempenho delas de
pende de fatores in
tra e extramuros es
colares. Pena que es
te espaço não nos
permita analisar em
profundidade a paró
dia.
De qualquer for
ma, é certo que, se
os notícias atraem a
nós, adultos, nossos
alunos também são a
traídos•por elas. ou
vão atrás delas, mes
mo que tão-somente
para enfrentar oves
tibular ou fazer um
trabalho escolar. E
a mídia aí está para
dar suporte a esse
interesse, notadamen
te a mídia impressa.
O Jornal vem se
tornando um excepci
onal auxiliar das a
tividades didático -
pedagógicas desenvol
vidas em sala de au
la. A atualidade e a
utilidade das pági -
nas de nossos diári
os são incontestáve
is. o Professor lan
ça mão delas em to -
das as disciplinas
do currículo escolar,
e o aluno passa a in
teressar-se por jor-
nal e a querer ele
próprio fazer jor
nal, trabalhar com
a noticia.
Sob esse aspecto,
o livro-manual. "Faça
ueu próprio jornal"é
um convite à imagina
cão, à objetividade
e à formação do espí
rito critico de pe -
quenos e jovens estu
dantes. A feitura de
um jornal de 20 pág!
nas com cinco cader
nos ou cinco tipos -
diferentes de jornal
refletirá a capacida
de de pesquisa e de
trabalho em equipe.
A redação acabará
a perfeiçoada.
Cada seção ou ca
derno do jornal - no
tícias e quadrinhos;
editorial, lazer e
classificados; cultu
ra; turismo; espor
te - ganha capitulo
ilustrativo no manu
al. O Capítulo O Re
pórter - Seção A o
rienta a montagem da
primeira página do
jornal - uma manche
te, uma ilustração e
a previsão do tempo
nela aparecem.
Reforcando ai
déia de que as noti
cias estão à nossa
volta, as colunas Na
Escola, Na Cidade e
No Mundo ajudam a de
senvolver o "faro" -
jornalístico. Daí
que um certo "fareja
dor" (cachorrinho 7
personagem) passa a
ocupar parto dao pá
qinas do manual in
formando ao leitor o
que é crédito, edito
rial, classificados,
correspondente, maté
ria, dentre outros.
Há ainda orienta
ção de como se elabo
ram as colunas do
jornal "O Repórter".
A Página Diverti
da tem quadrinhos,ad
vinhas, previsões. Õ
capítulo O Repórter
Seção B trata do edi
torial, da charge e
das páginas de lazer
e musical, com direi
to à lista das "dei
mais". Os classifica
dos também não foram
esquecidos.
Cultura, turismo
e esporte são objetos
dos capítulos seguin
tes - o Repórter cuI
tural, O Repórter
Viajante e o Repór -
ter Esportivo. Pela
ordem, ganham desta
que a resenha de li
vro e a crítica de
cinema e vídeo; o
guia do viajante e o
enviado especial a
um ponto turístico
os esportes na esco
la e o perfil de um
atleta.
NO capítulo dedi
cado ao "universo
dos jornais", por
meio de perguntas o
aluno que se fez jor
nalista em "O Repór
ter" conhece um pou
co da profissão. Um
glossário de termos
~------------------~------------ ---------
Sucesso Editorial n mo do t do
exposto e folheia um exemplar,
afirme Beatriz. "Principalmen
te por tratar um tema sério
difícil, como a confecção
um jornal, de forma lúdica e
prazerosa". Segundo a editor -
assisten e, o livro fez grardc
sucesso na recinte Bienal do
Livro en são Paulo, em agosto
passado, tornando-se um dos
preferidos do público.
Indicado para crianças e jo
vens na faixa entre 09 o 17 a=
nos, a obra estimula o leitor
a confeccionar seu próprio jor
nal através da pesquisa, dia=
gramação, recorte o aplicação
de cor em figuras. Na verdade,
o livro é composto por um ma -
nual didático - teórico - e um
encarte prático, para ser re -
cortado na forma de um jornal.
A editora oferece esse encar -
te - jornal à parte, o que é
ideal para escolas ou famílias
numerosas".
A Papiros pretende prosse -
guir com esta linha de publica
ções voltadas a outros segmen
tos, corno ciências e teatro.
Também está sendo estudada a
publicação de um livro dando
sequência ao "Faça seu próprio
Jornal". Maiores informações -
poderão ser obtidas junto à P~
pirus Editora, à Rua Gabriel
.Penteado,253 - em Campinas/SP.
"Trata-se de·um livro que - CEP: 13.035-451 - FONE: (0192)
chzra a atenção de ruem o vê 31-3534 e 31-3500.
O livro "Faça o seu próprio
Jornal" foi trazido para o Dra
sil em 93 graças à iniciativa
do então Diretor da Papiros E
ditora, Nilton cornachia, já
falecido. "Nosso cx-cdi tor es
teve na Feira do Livro de
Frankfurt, em 92. Na ocasião ,
entre outras obras, seu inte -
resse foi despertado pelo Make
yor on Newspaper, publicado -
nos Estados Unidos e em outros
Países com grande sucesso",con
ta Beatriz Marchesini, respon
sável pela tradução do livro e
atual editora-assistente da Pa
piros.
Os direitos foram posterior
mente negociados com a editora
Harris Media, dos Estados Uni
dos e em 93, o original já es
tava sendo traduzido do inglês.
A edição original, no entan
to, estava voltada ao público
norte-americano, fazendo refe
rência aos seus valores cultu
rais como o jogo de Rugby. As
sim, foi necessária uma adapta
cão do texto e dos termos jor
nalísticos ao português, feita
pelos jornalistas Paulo César
Nascimento e Maria do Carmo
Pagani, que retrabalharam a
tradução, enxugando as frases.
Além disso, o glossário também
foi adaptado à realidade brasi
leira. -
comuns ao jornalismo
impresso completa o
manual. Não exausti
vo, dá bem idéia do
vocabulário usado
nas redações.
Professores e alunos, mãos à obrai
e hora de fazer um Jornal.
Maria Aparecida Boreli é do Comitê
Leitura e Circulação da ANJ
de
s
Uma pesquisa realizada entre
os alunos das 7a e sa séries da
EMPG Corrêa de Mello, uma Esco
la Municipal de Campinas, pode
rá se constituir numa das pri -
melras a comorovar a eficácia -
do Programa Jornal na Educação·
como formador do hábito de lei
tura. Neste caso, o projeto Cor
reio Escola, desenvolvido pelo
Correio Popular nas Escolas Pú
blicas e Par_ticulares de Campi
nas.
Efetuada recentemente pela
Professora da cadeira de Portu
guês, Elizabete Pimentel, a pes
quisa comparou a 70 e a 8a Sé
ries da Escola, verificando que
houve um aumento do número de
alunos que têm jornais e revis
tas em casa e que lêem jornais
diariamente (42 da oitava, con
tra 18 da sétima série). Outro
lado importante: nenhum aluno -
da sa série declarou jamais ler
jornais, contra 18 da sétima.
Esses resultados comprovam que
o hábito de leitura de jornais
é maior entre os alunos da ülti
ma série do 1 grau. Além dis -
so, a compreensão do texto tam
bém é superior.
"Na verdade, trata-se de uma
pesquisa informal e com algumas
falhas na sua metodologia, es -
clarece Elizabete Pimentel, fa
zendo a devida ressalva. "Desse
modo, os resultados nos levam
somente a hipótese e não a re -
sultados definitivos. Por exem
plo: este interesse maior pela
leitura poderia ser.um processo
natural decorrente da idade, in
tercsses e maturidade dos alu -
nos da 80 série em relação aos
da 70.
No entanto, não se pode des
considerar um dado importante :
os alunos da 8a série da escola
pesquisada participaram, no·ano;
anterior, do Projeto Correio Es
cola, desenvolvido pelo jornal
Correio Popular.
Nesse projeto, os alunos re
ceberam diariamente, durante •.:
quatro meses, os jornais do dia
e os Professores desenvolveram
várias atividades em diversas ã
reas, como geografia, educacão
artística, português e matemãti
ca. -
Segundo Elizabete, como re -
sultado direto, os alunos da 80
série, que passaram pelo Proje
to na 7a, participam mais das a
tividades da Escola, pois até
criaram seu próprio jornal, co
mo a supervisão de urna das Pro
fessoras, além de revelarem una
auto-imagem mais positiva, na
medida em que afirmam entender
o que lêem ..
EFICIENCIA COMPROVADA
"Meu objetivo, ao efetuares
sa pesquisa, foi o de realmente
tentar auferir e mensurar os re
sultados dos projeto Correio E
cola, por mim implantado na
EMPG Corrêa de Mello sob a su
pervisão de Cecília Pavani do
Correio Popular", confirma a
Professora Elizabete Pimentel.,
monitora desse projeto nas Esco
las Públicas de Campinas. "Que
ria comprovar, embora com resul
tados modestos, que o uso do
Jornal:em sala de aula pode con
duzir ao hábito de leitura.
Mas, para isso, é fundamen -
tal ensinar o aluno a compreen
de-lo e a lidar com a sua orga-
nizacão".
O questionário chegou às ma
os dos Professores através da
própria Cecília Pavani, durante
um grupo de estudos vinculado -
ao projeto correio Escola. As
perguntas foram elaboradas se -
gundo bibliografia retirada de
uma tese defendida na Funcamp.
Quanto ao projeto, Elizabe
te o considera de fundamental -
improtãncia. Tanto que, por ini
ciativa própria, continua usan
do o jornal em sala de aula, pe
dindo aos alunos que o tragam -
de casa ou lançando mão dos e -
xemplares assinados pela Esco -
la. Mas reconhece que a maneira
ideal e a determinada pelo pro
grama do Correio Popular, pela
qual os Jornais chegam diaria -
mente às mãos dos alunos.
"Com o jornal disponível na
classe, o aluno cria o hábito -
de folheá-lo e passar os olhos
pelas manchetes. Acredito que o
jornal é o meio ideal para cri
ar esse costume, pois estampa
em suas páginas aquilo que o e5
tudante ve acontecer à sua vol
ta", explica Elizabete Pimentel
"Além disso, a sua natureza
é multi-disciplinar, mostrando
ao aluno o lado prático da teo
ria que lhe é ensinada pelos
Professores das diversas matérl
as". Mas,_a seu ver, a grande
vantagem e a de conter uma lin
guagem formal de diversos esti
los, dando aos alunos os elenen
tos de maneira correta. -
r'
(Transcrito do Jornal ANJ/Nove
bro/94)
A BOA LEITURA.. AUMENTA E ALIMENTA O CONHECIMENTO"II
-
'
!Tribuna da Fronteirà
/
• '
)
FUNDADO EM:
DIÁRIO REGIONAL 20/02/1972
EDITOR: Ivaldo Pereira
.
GERENTE COMERCIAL:
EXEMPLAR: R$ - 0,50
Maria Estela Velásquez Pereira
SECRETÁRIO DE R:DAÇÃO: Ubaldino Roc!r!.gues
ASSINATURAS:
REPORTAGENS: Joao Carlos Velásquez André Luiz Á-
SEMESTRAL: R$ - 45.00
valo e Firmino de Barros •
ANUAL: R$ - 90,00
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRFICO:
+ OS ORIGINAIS EN -
Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL -
VLDOS A REDA.ÇÃO 1ão
SERÃO DEVOLVIDOS. os
23 - FONE: (067) 439 - I4IO BELA VISTA/MS ARTIGOS ASSINADOS NÃO
SUCURSAIS: Jardin, Porto Murtinho, Antonio João
REFLETEM NECESSARLAME!
Bonito,Caracol. Capo Grande e Correspondentes
. TE A OPINIÃO DO JORNAL
ew Bras li.a e Sao Paulo -
Propriedade da Rede Belavistense de Jornais - LTDA
FILIADO A:
CCC-MF - 15.513.203/0001/90 ADIORT e ARDA InT
JORNAL, TRIBUNA DA FPO' IRA - D!Í#TO REGIONAL
Câmara é Notícia e Informação
A #CTI
A"Tu.: COM15À D
DOAÇÃO DE PRPDIO A CKMAA MUNICIPAL
Assinada pelos vereadores Marcos Elias
Rios da Cruz, Fernando de Frcita!l Bliau ,
Fernando Jorge de Rarroa, Orlando Prcitan
dor. Santos, Israel Chamorro da Rocha,todos
do PMDD e ainda Geraldo Pinheiro Murano,do
PSDB, foi apresentada na Sessão Ordinária
da última segunda-feira, dia 05, uma indi
cação endereçada ao Prefeito Municipal A
brão Zacarias, solicitando à ele que enca
minhe ao Legislativo um Projeto de Lei do
ando para a Cãmura Municipal o prédio onde
funcionava anteriormente a Prefeitura Muni
cipal e que hoje é utilizado pela própria
Edilidade Municipal.
Na justificativa dessa importante indi
cação, os vereadores consideram que à Cãma
ra Municipal até hoje não possui o seu pr
dio próprio e com o encaminhamento desse:
projeto de lei, pelo Executivo Municipal ,
fazendo a doação do prédio, será possível
a realização de ampliações, como a cons
trucão de um novo plenário e gabinete para
os vereadores, "haja visto que consta no -
Orçamento Municipal para o exercício fi
nanceiro de 1995, verbas para esse fim" -
assinalaram os autores da indicação.
LIMPEZA NAS RUAS DA CIDADE
A vereadora Or
landa Freitas dos
Santos, 1a Secretá
ria do Legislativo -
Belavistense, foi au
tora de indicação en
dereçada ao PrefeitÕ
Municipal, com cópia
ao Secretário Munici
pal de Obras, solic1 [
•tando à eles que de
terminem a limpeza -
das ruas da cidade ,
com roçadeiras, prin
cipalmente nos cost~ ~
dos dos muros e cer 1
cas das residsneias: $$%' '
Na justificativa j/., • o
de sua Proposição, a ia +wü, is
Ver. Or landa observou Santos.
que com a proximi-
dade das festividades de final de ano, se
az necessário que nossa cidade tenha um -
visual mais alegre e mais bonito, "pois es
ta é uma época em que Bela Vista recebe
inúmeros visitantes e, com a realizaçao ·
desses serviços de limpeza, todos levariam
daqui uma boa impressão" afirmou a vereadQ.
ra.
ATERRAMENTO DE RUA
Luiz·Alexandre Lou
reiro Palmiéri, vereã
dor do PTB, em expedi
ente encaminhado atrg
vés da Mesa da Câma
ra ao Prefeito Munici
pal, com cópia ao Se
cretário Municipal de
Obras, reivindicou o
aterramente da Rua B~
ráo do Melgaço, esqui
na com a rua Afonso -
Pena.
Luiz Alexandre a
firmou na sua· indica
cão que com as ülti-
Ver.Luiz Alexandre
..
;
ma chuvas que cairam em nossa cidade,a
citada rua a erosão provocou a abertura do
um enorme bura.co que quase cortou a via -
pública e, devido a pouca iluminação no -
local, acidentes mais érios podem vir a
acontecer,
, DESOBSTRUÇÃO DE BUEIROS E PATROLAMENTO
Em outra indicação de nua autoria, diri
gida ao Prefeito Municipal, a vereadora o~
landa Freitas dos Santos solicitou que se
ja determinado ao setor competente da mun1
cipalidade a desobstrução de bueiros e pa
trolamento nas ruas Barão do Melgaço, Afo~
so Pena, Marechal Deodoro, Alvares Cabral,
Barão do Ladário, Barão do Triunfo, Santo
Afonso, Geraldo de Souza Rosa e Amélia
Paim Rosa.
REFORMA DA PONTE DO CANDELÃ.0
,-
r ·,
i
l
l
Israel Chamorro -
da Rocha, vereador -
Peemedebista, em in
dicacão apresentada
à Mesa da Câmara, en
dereçada ao PrefeitÕ
Municipal, com cópia
ao Secretário de o
bras, reivindicou a
reforma da ponte so
bre o córrego Cande
lão, na via que dá
acesso ao Aeroporto
Municipal.
Ver.Israel Chamorro
MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES
Marcos Elias Rios
da Cruz, vereador do
PMDB, foi autor de
uma Moção de Congra
tulações endereçada
ao sr.João Kalife,ex
tensiva aos seus fa
miliares, parabeni
zando-os pela forma
tura de seu filho -
Mauro Gabriel Kali
fe, em medicina.
Na sua Moção, Mar
cos Elias desejou aõ ·.r: ••• _
formando muito êxito Ver.Marcos Elias
nessa brilhante e abnegada profissão, e -
que o trabalho empreendido venha de encon
tro às necessidades do próximo.
MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES
----;
1
o·vereador Luiz AleY.andre Loureiro Pal
m1er1 apresentou à Mesa do Legislativo MÜ
nicipal uma Moção de Congratulações endere
cada ~o sr.Edson Medeiros de Moraes, pa
rabenizando-o pela sua posse na presidên
cia do Sindicato Rural de Bela Vista e de
sejando-lhe êxito em sua gestão. "Somos -
sabedores de sua eficiente atuação em ou
tras administrações em pról da sociedade:
belavistense, que durante o seu mandato -
sejam sempre cultuados laços de entendimen
to e cordialidade entre esse órgão e aso=
ciedade belavistense" frisou o vereador
Luiz Alexandre.
.,
1 :_,
!to LeRi a
de Let n!007/94 J Escutt
r te+!d e f! s d
ta, para o exs
Apôs estudo ao r
pauta, a omis ao
e aprova;ao.
f o parecer
Sala das Ses ces, 0 de Deebro «'e 1.994
Fernando Jorge de Barros- Presidente; Geraldo
PInheIro Murano - Relator; Marco Antonio Randon
de 0l!veíra - Mro.
PARECER N 008/94
AUTOR: COMISSO DE FINANÇAS E ORÇAMLNTO
Os vereador s que abafxo subscreve Interan
tes da Comissão permanente de Finanças e Orçamen
to desta Casa Legislativa e reunidos no Plenárfó
da Câmara Municipal, tara nal!ar o Balanço Ge
ral da Prefeitura Munfv.-. referente ao xerc!
cio financeiro de 1.993.
Após analise ao referido processo das cont ~
do Executivo Municipal, concluímos pela sua aprg
vaçao.
Solicitaoos de sua Excia., Senhor Preslclentc
desta Casa LegislatiVn, que envie expediente ao
Exmo.Sr.Presidente do Tribunal de Contas, comunt
cando-lhe dessa nossa decisão, após aprovação -
pelo Plen:irlo.
Sala das Sessões 18 de novembro de 1.994
Dr.Fernando Jorge d.e Barros - Presidente;
Dr.Geraldo Pinheiro Murano - Relator; Marco Anto
nio Rondon de Oliveira - Membro
PARECER N? 010/94
AUTOR: COMISSÃO DE FJNANCAS E ORÇAMENTO
Os vereadores que abaixo subscrevem integran
tes da Comissão Pennanente de Finançao e Orçamen
to desta Casa Legislativa e analisando o Proje:
to de Lei nQ 010/94 do Executivo Municipal "Cria
o Conselho Municipal de Assistência Social e dá
outras providências"
Após estudo ao referido Projeto de Lei em pau
ta, a Comissão opina pela sua tramitação e vota
cao.
to parecer
Sala das Sessões 05 de dezembro de 1,994
Fernando Jorge de Barro - Presidente; Marco
Antonio Rondon de Oliveira - Relator; Geraldo Pi
nheiro Murano - Membro.
PARECER NQ 016/%1
AUTOR: COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E REDA
CÃO FINAL
Os vereadores que abaixo súbscrevem integran
tes da Comissão Permanente de Legislação,Just1-,
ça e Redaçao Final desta Casa de Lei e reunidos
no Plenàrio dn câmara Municipal, para analisar o
Projeto de Lei nQ 009/94 - Executivo Municipal ,
que "DISPÕE SOBRE DOAÇÃO DE IMÓVEL EM PAGAMENTO"
Após estudos ao referido Projeto de Lei em •
pauta a Comissão opina favoravelmente ao mesmo
alegando que e: ·
Legal
Jurídico
Constitucional
Tem concordância Gramatical
to parecer.
Sala das Sessões,05 de dezembro de 1.994
Marcos El~as Rios da Cruz - Presidente; Roney
Moraes Simoes - Relator; Israel Chamorro da Ro
cha Membro.
IVIODELOS
FILTRO ICQUIF L
DIIVIENSIONADOS -,, voe!;! SENTIRA. A DIFERENÇA NA PUREZA DA ÃGUA.
,;, PLEXO AO VERIFICAR, LOGO NOS PRIMEIROS DIAS, A
DE SUJEIRA RETIDA NO SISTEMA
KOl.Til'LAS APLICAÇÕES
PARA BEBER - A ACQUAFIL fornece 800 à 10.000 litros/hora de á ·
da pa.ra toda a sua residência portanto de d gua filtrada e purifica-
- • , agora em iante se• f i h •
cos terao sabcr e aroma mais autênticos. • u ca ez .no, chá e refres
PARA SAODE Azia • -
_ , ma digestão, fermentação intesti 1 -
tamente, deixarao de existir com o uso continuo d . na e gastrite sao males que, cer
tros centrais ACQUAFIL. Ia agua filtrada e declorada pelos fil _
PARA COZINHAR - A água purificada mantém o sabor
anta caprichar nas receitas se a água utili7 d original dos alimentos· de nada adi-
HAMADI a4a nao for de boa qualidade. '
- EIRA - As crianças são mais suscetíveis -
pela agua. Com ACQUAFIL, o banho e mamad ir d a contaminação
rança. e a o bebê podem ser
E FICARA PER
QUANTIDADE
de doenças transitidas -
preparados com ais segu-
CARACOL - MS
INDICADOR
PROFISSIONAL
Fisioterapia. e
Reabilitação
CLlUCELI FERREIRA GODO'/
FLs'0terapeuta - Crefito -8-8432-F
conventos: UNIMED, MANCO DO BRASIL, TELEMS, -
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A Campanha "troque o Troco pele Vida" -
foi oflciulmontc deflagrada dia 27/11, a
partir da nüninatura de uJ;i convênio entre
o prcnidente do Conoelho Entaduül dos D_!:.
rcitos da Criança e do AdolcDcentc, Mariü
Aparecida Pedrossian e o prenidentc da As
sociação Comercial de Campo Grande, Ncloon
NnchiL O objetivo da campanha é a cüpta -
ção de recursos que permitam a continaida
de do trabalho desenvolvido pelo Centro de
Atendimento e Orientação Renascer, que pro
cede a reabilitação de menoren carentes vi
ciados cm drogan.
Com um trabalho pioneiro no pais, o Cen
tro Renüscer, é coordenado por Wanderlei -
Moura Pinho e hoje procede o atendimento -
de 50 familias, cujos adolenccntes foram -
aliciados por traficantes nas ruas de Cam
po Grande. Ao assinar o convênio dando inI
cio à campanha, a primeira dama do Estado
e presidente do Conselho Estadual dos Di
reitos da Criança e do Adolescente, Maria
Aparecida Pedrossian, ressaltou a irnportâ~
eia da participação de toda a comunidade -
nesta ação.
Segundo ela, manter as ações do Centro
Renascer é uma atitude de fundamental im
portância para a sociedade sul-mato-gros -
sense. "Trata-se da nica entidade não go
vernamentaldo Pais,que desenvolve este tra
balho a partir de técnicos aqui mesmo des
cobertas, cujos resultados tem sido satis
fatórios, devolvendo à vida a estas crian
ças", disse a primeira dama
Para o presidente da Associação Comer -
cial, Nelson Nachif, a parficipação do co
rnércio nesta ação deverá ser total, princi
palmente os empresários estão conscientes
de suas responsabilidades .. "e preciso que
todos nós estejamos unidos em ações desta
natureza, até para evitarmos que amanhã ou
depois nossa cidade enfrente urna crise so
cial grave como ora ocorre em outros cen -
tros do País", disse.
COMO FUNCIONA A CAMPANHA
Todos os estabelecimentos comerciais da
cidade estarão sendo visitados a partir de
hoje por um grupo de voluntáriosdo .Centro
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Renascer, convocando-o a participar d
Campanha. Cada loja comercial recebera ±
ma urna s o "Vaies-Vidas", que serao re
passados ao consumidores no lugar dos
trocos nos valores de 0,01;0,05 e 0,10 -
centavos de Real. O "Vales-vidas' dev
rão ser deposi :ados pelos_consumidores
nas urnas e no final do mês o comerciante
presta conta destes vales coordenadoria
da campanha. .
o dinheiro arrecadado ocr<l dcutLnüdo
ao Centro Renascer para a continaidade de
suas ações.
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gradável recepção
aos convidados
festa dos 15 anos
Flávia, filha dos
dicos Cachito e
paléa.
MESAS COM
Tampo redondo CQ
bertas com lindas
toalhas de rendas
brancas, .delicados
arranjÓs flores no
centro de cada uma ,
vasos com viçosas fQ
lhagens, um pilar
com muitos balões
brancos e prata com
pletavam a delicada
decoração.
O SABOROSO JANTAR
foi
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A-
Servido, foi fei
to pela Sra. Jacque
line Batilani Loure~
roe equipe. Eficie~
tes garçons atende.
rarn à todos com'ma1-
to profissionalismo.
:·, FOI DESTAQUE
Também a mesa de
doces com variados -
e deliciosos bom -
bons, tortas, doces
-e bolo.
PARA ABRAÇAREM
COMANDAVA
O animado nom Jusculino Rodrique.
/OS l'lllí'J'fRIÕE!J
Cachito e Nzaléa os nossos Parabéns pe-
la arte de bem receber. A Plavinha mil Fe
licidilde:i I ! I,! ! 1 I ! !
Flavinha, do Rio
de Janeiro vieram:Vg
v6 Aqui1éa, as Ti
as, Ari'édia e Aquilea
e a priina Luciana.
DE CAMPO GRANDE
O primo Carlos E
dardo e esposa Pa
tricia.
FELIZES
Na festa da ani -
versariante a vó ~li
da, a madrinha Elza
com a filha Jacqueli
ne.
MUITOS PARENTES
Alguns casais e
vários amiguinhos de
Flávia fizeram-se
presentes.
Curtos1dadeo !Mltcas:
I REENCARHA(ÃO (Ili)
Fernando Alvcr; C0RRtA
Como Jesus Cristo havia dito aos apÓr;tolos :
"1de e pregai o Evangelho cm todo mundo", eles
cumpricm com dctcrmino_çiio a ordum recebido. Já
huv1.nm deixado o África, c:ncontrnvnm-sc no 0ri
ente Médio, haviam atravessado a FrIgla e a pro
víncio dn Galácia, quando foram proibidos P'-'lo
Espírito Santo d~ anunciar a polovrn d" Deus -
na Ásia, Tendo chegado à MIfsta, intentavam pas
sur a Bitínia, mas não lhe permitiu o Espírito
de Jesus, confomc é explicado cm Atos 16, 5-7.
Por que o Espírito Santo não permitiu que o
vangelho de Jesus fosse levado também à Ásia,on
de imperava o budismo? Seria o mesmo que dizer:
Ide e pregai o Evangelho cm todo o Mundo, menos
na Ásia! Será que havin alguma ligaçao entre Bu
da, que morou no 0rh!ntc, com Jcsus, que morou n
0cidcntc, e, por ebõ0 razão, não deveria haver
interferência entre os seus ensinamentos?
O Atos II (Livro que não foz porte do Bíblia)
distribuído pelo Centro Metafísico MARK-ACE,
INC: 327 N.E. 20 th Terracc-Miomi, Flórido-USA,
diz nos versículos 23 e 24 (Disse Jesus) Consi
derai! Sou Mclquiscdequc, o rei do retidão a
quem Abraão pr!scnteovn e se alegrou de ver-me
um dia. Consid.,roit Eu sou o Guotoma Sidharta,
BUDA.
r contado cm João 8, 56-58, que certo vez Je
sus discutindo com alguns judeus, disse a eles
que Já h,w i.1 se encontrado com Abraão e que o
profeta [icvu feliz cm revê-lo. disseram-lhe o
judeus: Tu ainda não tens cinquenta anos e vist
Abraão?
Ora, Jesus nau iria mentir aos judeus que A
braão ficou cheio d,, gozo por encontrá-lo; entr
tonto, como Abraão e Jesus viveram em épocas d
ferentes, é impossív-,J <1111· os dois tenham se en
controdo. Porém, pesquisando sobre a vida de
braio, notadamente, a ün!cu pessoa que ele de -
monstrou sentir alegria e prazer quando cr.con •
trou foi Melqusedeque e, nesse encontro, Abrai
ajoelhou-se a seus pés e Ele o abençoou (Gêne
sis 14, 17). •
A Única torrou de Jesus ter se cncontrado con
Abraão foi através do reencarnação, Jesus foi
rccnca~nação de Melquised,;que. JÕ tinha conheci
uontn desse mistério e, por isso, disse: "Nu sa
do ventre do minha mãe e nu tornarei poro ló
(JÕ 1. 21)". A mesma coiso disse Jesus o Nicod
mos, como nos mostra o texto.
DEU NO DIÃRIO DA SERRA
Do dia 1/12: Estado Registra l44 ca
sos de AIDS em l ano.
O ~ltimo relatório trimestral - de j
lho a setembro da Secretaria de Sa~de es
tadual registrou 49 casos em Corumbá; 29
em Dourados; Maracaju, São Gabriel D'Oes
te, Ladário, Rio Brilhante e Bela Vista -
4, Três Lagoas 28; Ponta Porã 18; Aqui -
da.ana 5; Porto Martinho, Paranaíba, Te
renos e Miranda 3; Ribas do Rio Pardo ;
Rio.Verde, Glória de Dourados, Fátima do
Sul, Camapuã e Cassilãndia dois casos,ca
da município. -
Com registro de um.caso são as cida -
des: Agua Clara, Bataiporã,Coxim, Selvi
ria, Vicentina,Sidrolândia, Paranhos,Ino
cência, Ivinhema, Coronel Sapucaia, SonÕ
ra, Deodápolis do Negro, Sete Quedas, Ja
tei, Bodoquena, Nova Andradina, Anauri
1andia Caarapó, Amambai, Naviraí, Juti,
Itapora, Bandeirantes, Aparecida do Tabo
ado,Itaquirai e Anastácio. -
ROA«Y HOMENAGEIA PROF13SI0A! ? DR.v
No último dia 02 do corrente, o iotary de Bela Vista ho
geou três profissionis qoe s e destacaram n o x r c i o d e
profissõc. Vale ressaltar qe essas três homenagens foram o "
início de uma érle de homenagens que o Clube prestrd a diver
sos profissionais e d!versoscampos da atividade human. •
A ele;ão foi coordenada a.ravé da Avenida d Serviço
fissioanis, qae tem a frente a companhv ira Enoli e contou
aprovação nnime de todos os rotarianos. .
Todos os homenageados receberam o Diploma dg !onra_ao Mér!
to Rotário. Foram homenageados o agente de Policia Civil Nery
Gonçalves, a professora Glória Battilani e a agente de saúde -
Natividade.
E!OLI
Enfocou a importância dos homenageados para o crecimento -
da comunidade, dizendo que a Natividade foi indic da pela com
panheira Azaléa, o Ncry pelo Villasanti e R •n, o e a Glória
por ela mesma. -
Enfatizou que os homenageados tinham r vali:ações, que embo
ra desconhecidas por mitos, foram de relevr:ia na vida da co
munidade. Disse tamhém que o rcconhccinen o divulga e_ inccnt.i
va os ideais de servir.Lembrou una famosa frase de Aristoteles qoe
diz: "Dignidade não só existe cm receber honradez, mas cm mcr.9.
cer" .
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RENATO CESAR PEREIRA
o. Companheiro Renato fez uso da palavra para tect!r com(,ntii.
rios a respeito da vida profissional do agente de classe cspe-
cial Nery. - .
Falou sobre sua dedicação, competencia e dignidade por mais
de 16 anos de serviços prestados à comunidade. Ressaltou a sua
integridade,lealdade e a sua lata incansável contra o crime.
Disse também que o agente Nery retornara para suü casa com
a satisfação do dev~r cumprido.
CACHITO
Designado para homenagear a Nativi~ad~, Cachito :essaltou -
quanto ela é querida no meio dos prof1s!'1onais de saude de Bela
Vista e que os títulos ora outorgados r~~resentam o reconheci
mento de toda ocupação ~til e benéfica a sociedade.
Lembrou que por mais de 30 anos, Natividade presta_os seus
serviços com dedicação e entusiasmo, alem do que tambem trans
mitc conforto espiritual, levando a palavra de Deus aos que
sofrem. Disse que a história da Natividade se confunde com a
história do Hospital são Vicente de Paula
Cachito disse que sentirá muita falta da colaboração impor
tante do agente Nery no exercício d~ sua função de médico le
gista, pois o policial é um excelente colaborador.
ENOL!
. A companheira Enoli foi a responsável direta da homenagem -
prestada à professora Glória Battilani. Começou lembrando que
a professora foi uma excelente aluna e também auto-didata, ten
do participado do início do Curso Normal de Bela Vista.
Enfatizou uma outra virtude da professora Glória, que é a
pintura de telas à óleo e de sua participação na la Coletiva -
de Pinturas da Terra, onde contribuiu com 08 telas. Citou as
virtudes da professora Glória no exercício da profissão. Lem
broa que a professora Glória aposentou-se como professora cate
drática.
GARIBALDI
Disse que Rotar:y congrega os mais diversos segmentos da so
ciedade e que entende ser justo o reconhecimento prestado aos
três homenageados, pelos serviços prestados à comunidade.
ROBERVAL
Disse que a reunião apesar de pequena era altamente signi
ficativa, pois se homenageava naquela noite pessoas de desta
que. Disse tainbêm ·que: "Pessoas anônimas fazem o Brasil do
dia-a-dia" e que essa frase resumia o significado das homena
gens.
IVALDO
O Presidente Ivaldo Parabenizou a companheira Enoli pela
sensibilidade em selecionar os homenageados daquela noite.
_Lembrou_das virtudes dos homenageados e disse que o Brasil
e constitaido por pessoas anonimas como essas.
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presente Edital de Proclamas
virem que, apresentaram os Do
cumento exigidos pelo Artigo
100 do C6cliyo Civil Dranilci
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pretendem ue casar:
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'l'EIIIO LIM7, brar;llciron , uoI
toiros, residentes nesta cida
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180 do Código Civil llrauilei
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vino Souza e de Thomázia Rios
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Filho e de Maria Lurdes Wer -
ner, residentes e domicilia -
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l'AOí.L 'I A.Jlll,ll rum:s. GRÃO MESTRE DO GRANDE ORIENTE DO ESTADO DE MATO
GR0SS0 DO SI., FEDERADO AO GRANDE ORIENTE DO BIASIL, NO EXERC!CIO DE A
TRIVIÇÕES LEGAIS,
ll J·: S O L V E
AIJfOITZAR, OI•: CONFORMlDADE COM ARTIGO 61 DO REGULAMENTO GERAL DA FEDERA
,MO, O FUNCIONAMENTO PROVISÓRIO DA AUGUSTA E RESPEITÁVEL LOJA SIMBÓLICA :
"LUZ E VERDADE" AO ORIENTE DE BELA VISTA, MS, JURISDICIONADA AO GRANDE O
RIENTE DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, FEDERADO AO GRANDE ORIENTE DO BRA
SIL.
FICA O GRANDE SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO ENCARREGADO DA PUBLICAÇÃO E
DIVULGAÇÃO DO PRESENTE ATO, .
DADO E TRAÇADO NO GABINETE DO GRÃO MESTRE ESTADUAL AOS 24 DIAS DO MES
DE NOVEMBRO DE 1994, E.'.V.'.
FADEL TAJHER !UNES - GRÃO MESTRE ESTADUAL ; JORGE NAGY - GR SEC ADMINS
TRAÇÃO; l'AULO CEZAR DE MELO - GR SEC GUARDA DOS SELOS
Ata de Fundação
A GLORIA DO GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO
Aos 23 dias do mês de novembro de 1994, E.' .V.'., nesta cidade de Bela
Vista, MS, ãs 20':oo horas, reuniram-se os mestres macons Sérgio Luiz Perei
ra, CGO 142647,, Jair Rossato, CGO 0124355, José Luizari Filho, CCO 163601:
José Gregorio de Barros, CGO 152340, Paulo Marinni Filho, CGo 170594, Es
tanislau Annoa, CGO 137721, Aleir Gauna Moraes, CGO 152339, João Carlos de
Bordon, CGO 170593, e mais or irmãos Paulo Ceznr de Melo Çrande Secretá
ro da Guarda dos Selos e seu adjunto irmão João Rosa, todos irmãos apren
dizes membros da Arls Luz e Fraternidade Jardinense. 2082 e residentes em
Bela Vista, todos ativos e regulares do Grande Oriente do Brasil, devida
mente relacionados no Livro de Presença, para o fim de restaurarem a au
gusta e respeitável loja simbólica Luz e Verdade, fundada sob os auspicios
do Grande Oriente do Brasil em 6 de junho de 1886 neste oriente. Foi con
vidado o irão Paulo Czar de Melo, grande secretário da Guarda dos Selos
do Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul, Federado ao Grande Ori
ente do Brasil, para presidir os trabalhos, tendo sido nomeado Secretário
da Sessão e o irmão João Rosa. O Presidente iniciou os trabalhos colocando
em discussão a restauração da loja,o que foi aprovado por unanimidade dos
presentes. Em discussão foi aprovado por unanimidade que deve ser mantido
o nome de "Augusta e respeitável Loja Simbólica Luz e Verdade", a primeira
Loja Maçonica desta região, fundada por militares logo após a Guerra do -
Paraguai, devendo a mesma funcionar sob os auspícios do grande Oriente do
Estado de Mato Grosso do Sul, federado no Grande Oriente do Brasil. Foi -
adotado o rito escoces antigo aceito para ser praticado pela Loja, que se
reunirá regularmente as 22 feiras, às 20:00 em local a ser determinado pe
la futura diretoria provisória. Em seguida passou-se a escolha da direto
ria provisória que ficou assim constituida: Veneravel Mestre Sérgio Luiz -
Pereira, M.'.I.'. CGO 142647, Ig Vigilante Jair Rossato, M.'.M.'.,CGO -
163601, Orador José Gregório de Barros, M.'.M.'.,CCO 152340, Secretário -
Paulo Mariani FLIho, M.'.M.'., CGO 170594, Tesoureiro Estanislau Aroa ,
M._·M. ., CGO 137721,_Chanceler Alcir Gauna Moraes, M.'.M.'., CGO 152339,
M. · de Cerimonias Joao Carlos de Bordon, M.'.M.'., CGO 170593. Decidiu-se
que a diretoria provisoria deverá solicitar a autorizacão de funcionamento
provisório junto ao Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul e em
seguida a c?dn constitutiva, junto ao Grande Oriente do Brasil, para ser
novamente reconhecida como Loja regular. Justa e perfeita de acordo com as
Leis Mac~nicas em vigor. Ficou decidi-00 que todos os restauradores se com
prometem a assistir assiduamente aos trabalhos da Loja. Nada mais havendo
o Presidente da Sessão passou a direção dos trabalhos ao venerável da Di
retoria provisória, que desta forma tomou posse na sua função, sendo todos
os demais membros da sua diretoria considerados empossados em suas respec
tivas funções.
INTERPRETAÇÃO DO TIHRE E DO ESTAN-- '
·DMTE ARLS LUZ E VERDADE
TIMBRE- Formado por do! trinu
los equ!láteros concêntrico, vfua
lizamos no seu ângulo superior fn
terno a estrela flaejante,cos le
tra "G" em seu interior, repre
sentando a forca criadora, o
Croode Arquiteto do Universo,
que é D2US. Logo abaixo os -
logotipos do Grnnde Oriente
do Estado de Moto Grosso -
do Sul e do Grande Orien
te do Brasil, sicbolizan
do a vontade dos funda
dores de que a Loja -
mantenha sempre alto
os nomes das Potên
cias Maçônicas que
lhes dá a Regula
ridade. Ao cen
tro vemos uma
figura cir
cular em cu
Jo inter!-
or podemos '----------------------------->
vislumbrar o nascer do
sol no Rio Apa, ·simbo-
11 zsndo a LUZ da VERDA .
DF que todos os dias -
ilumina a cidade de -
Bela Vista. Pode-se na
margem do rio o Terri
tório da cidade vizi
nha de Bela Vista, Pa
reguai, local da mais
célebre epopéia mili
tar brasileira a Reti
rada da Laguna,na Guer
ra do Paraguai. Ladean
do o circulo temos os
dois marcos, represen
tativos da fronteira -
Brasil Paraguai, Bela
Vista-MS com Bela Vis
ta Paraguai. Logo abai
xo o nome da Loja com
o nome da cidade natal,
bem como a data da -
restauração da Loja -
que fora fundada por -
militares durante a fa
mosa retirada de Lagu
na e que foi devidamen
te regularizada pelo:
Grande Oriente do Bra
s!l em 1886, recebehdo
o número 886 na federação.
ESTANDARTE: O estandarte incorpora a figura do Timbre sem o triãnguÍo,
tendo a mesma interpretacão, sendo que foi concebido para ter um formato -
clássico de estandarte, Cabe salientar que foram infrutíferos os esforços -
para se restaurar o estandarte original da Loja, perdido na longa noite dos
tempos que a Loja passou adormecida.
ARLS LUZ E VERDADE
ORIENTE DE BELA VISTA
RESTAURADA EM 23/11/1994
i
ARLS LUZ E VERDADE
ORIENTE DE BELA VISTA
RESTAURADA EM 23/11/1994
r
Sérgio Luiz Pereira
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NECROTERIO MUNICIPAL RECEBE
MELHORIAS 011 ·acíCII BRINCI'
O acortinamcnto da
das me orias executa
Munici al foi
A Campanha "Tro -
que o Troco pela Vi
da" foi oficialmente
UE I
urna
1
Assinada pelos Ve
readores Marcos Eli
as Rios da Cruz, Fer
nando de Freitas E
lias, Fernando Jorge
de Barros, Orlanda
Freitas dos Santos ,
Israel Chamorro da
Rocha, todos do PMDB
e ainda Geraldo Pi -
nheiro Murano, do
PSDB, foi apresenta
da na Sessão Ordiná
ria da última segun
da-feira, dia 05 ,
uma indicação endere
cada ao Prefeito Mu
nicipal Abraão Armoa
Zacarias, solicitan
do à ele que encami
nhe ao Legislativo -
um Projeto de Lei
doando para a Cãmara
Presidente da Câmara Municipal
Vereador Fernando de Freitas Elias
Municipal o prédio onde funcionava anteri-
A "Acácia Branca,
departamento femini
no da Loja Maçônica
Estrela do Apa, de
Bela Vista, tomou a
iniciativa de execu
tar alguns serviços
e melhorias no pré -
diodo Necrotério Mu
nicipal, localizado
no cemitério Munici
pal de Agua Doce.
Em vista do sol
forte que penetrava
no interior da Cape
linha do Necrotério
Municipal, onde fre
quentemente são rea-
0
10 D
PIL
ormente a Prefeitura
ttunicipal e que hoje
P. utilizado pela pró
pria Edilidade Muni
cipal.
Na Coluna "CÂMARA E
tlOT1CIA E INFORMAÇJla'
na PÃGINA OJ
Pouca leitura e
má redação os males
do estudante são.
Será? Melhor não
radicalizar.
Afinal, se uma re
laçic de interdepen::
lizados velórios de
corpo, as senhoras
da Acácia Branca pro
videnciaram todo o
acortinamento das ja
nelas, tornando o ar
biente mais cômodo e·
livre do forte sol
que, principalmente
no período da tarde,
castigava os usuári
os daquele local.
Segundo as infor
mações, a Acácia Bran
ca também deverá ins
talar um fogareiro a
gás num dos cômodos
do Necrotério Munici
pal, utensílio de
muita necessidade pa
ra as pessoas que u
tilizam o local, tan
to para os velórios
coto para os exames
nêcrópsicos ou autóp
.ias de cadáveres.
Outra melhoria
que a Acácia Branca
está executando no
necrotério municipal
é o conserto do enca
namento de um dos ba
hheiros ,quc se encon
tra danificado. De
parabéns a Acácia
Branca.
Começa a Campanha
troque o troco pela vida
;.
Prestando ua homenagem à sua
cidade natal, o jovem Ramão Lourei
ro inaugurou no Último dia 15/11
em nossa cidade a Lanchonete "DG
FISU BURGUER", uma casa em es
tilo Mac Donald's, oferecen
do 40 tipos de lanches, 4 t.:!_
pos de maionese, sucos natu
rais, refrigerantes, wisky,
vodka, cerveja, etc ...
Neste mês, grande pro
coção de fim de ano:
junte 10 cupons ga
nhe 1 "X-SALADA";
15 cupons, ganhe
um lanche da sua
escolha.
'
deflagrada, dia 27 campanha é a capta - ~
Último, a partir da cão de recursos que
assinatura de um con permitam a continui- '
vênio entre o Presi- dade do trabalho de- r
dente do Conselho Es senvolvido pelo Cen
tadual dos Direi tos tro de Atendimento e J.
da Criança e do Ado- Orientação Renascer,
lescente, Maria Apa- que procede a reabi
recida Pedrossian e litacão de menores
o Presidente da Asso carentes viciados em
ciacão Comercial de drogas.
Campo Grande, Nelson '
Nachif. O objetivo da Página 04
Restauração da Laja
Mar;iia 'Ln e /ertate'
Página - 08
Livro ensina fazer
Jornal
BURGUER
RUA VISCONDE DE TJNAY
(em frente à Escola Ve
ra Guimarães Loureiro)
dência leitura-reda
ção, o êxito ou o
fracasso no desempe
nho delas depende de
fatores intra e ex -
tramuros escolares.
Pena que este es-
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paço não nos permita
analisar em profundi '
dade a paródia.
De qualquer for - ~
ma, é certo que, se
as notícias atraem a fu
nós, adultos, nossos V
alunos também são a
traídos por elas.
Página -02
Leitura de
Jornais
Cresce nas
Escolas
Uma pesquisa rea
lizada entre os alu
nos das 7a e 8a séri
es da EMPG Corra d
Mello, uma Escola Nu
n1cipal de campinas, _
podera se constituir
numa das primeiras a
comprovar a eficácia
do Programa Jornal -
na Educação como for
mador do hábito a
leitura. te
Página
02
L{PIO PEGIONA,
JORNAL NA EDUCAI€CÃO
llVril" ensina a fazer Jornal
M Aparecida 1ore1í
Pouca leitura e
má redação os males
do estudante são,
Será? Melhor não
radicalizar. Afinal,
e há uma relação de
JnLordcpcndGncin lei
tura-redação, o Gi
Lo ou o fracasso no
desempenho delas de
pende de fatores in
tra e extramuros es
colares. Pena que es
te espaço não nos
permita analisar em
profundidade a paró
dia.
De qualquer for
ma, é certo que, se
os notícias atraem a
nós, adultos, nossos
alunos também são a
traídos•por elas. ou
vão atrás delas, mes
mo que tão-somente
para enfrentar oves
tibular ou fazer um
trabalho escolar. E
a mídia aí está para
dar suporte a esse
interesse, notadamen
te a mídia impressa.
O Jornal vem se
tornando um excepci
onal auxiliar das a
tividades didático -
pedagógicas desenvol
vidas em sala de au
la. A atualidade e a
utilidade das pági -
nas de nossos diári
os são incontestáve
is. o Professor lan
ça mão delas em to -
das as disciplinas
do currículo escolar,
e o aluno passa a in
teressar-se por jor-
nal e a querer ele
próprio fazer jor
nal, trabalhar com
a noticia.
Sob esse aspecto,
o livro-manual. "Faça
ueu próprio jornal"é
um convite à imagina
cão, à objetividade
e à formação do espí
rito critico de pe -
quenos e jovens estu
dantes. A feitura de
um jornal de 20 pág!
nas com cinco cader
nos ou cinco tipos -
diferentes de jornal
refletirá a capacida
de de pesquisa e de
trabalho em equipe.
A redação acabará
a perfeiçoada.
Cada seção ou ca
derno do jornal - no
tícias e quadrinhos;
editorial, lazer e
classificados; cultu
ra; turismo; espor
te - ganha capitulo
ilustrativo no manu
al. O Capítulo O Re
pórter - Seção A o
rienta a montagem da
primeira página do
jornal - uma manche
te, uma ilustração e
a previsão do tempo
nela aparecem.
Reforcando ai
déia de que as noti
cias estão à nossa
volta, as colunas Na
Escola, Na Cidade e
No Mundo ajudam a de
senvolver o "faro" -
jornalístico. Daí
que um certo "fareja
dor" (cachorrinho 7
personagem) passa a
ocupar parto dao pá
qinas do manual in
formando ao leitor o
que é crédito, edito
rial, classificados,
correspondente, maté
ria, dentre outros.
Há ainda orienta
ção de como se elabo
ram as colunas do
jornal "O Repórter".
A Página Diverti
da tem quadrinhos,ad
vinhas, previsões. Õ
capítulo O Repórter
Seção B trata do edi
torial, da charge e
das páginas de lazer
e musical, com direi
to à lista das "dei
mais". Os classifica
dos também não foram
esquecidos.
Cultura, turismo
e esporte são objetos
dos capítulos seguin
tes - o Repórter cuI
tural, O Repórter
Viajante e o Repór -
ter Esportivo. Pela
ordem, ganham desta
que a resenha de li
vro e a crítica de
cinema e vídeo; o
guia do viajante e o
enviado especial a
um ponto turístico
os esportes na esco
la e o perfil de um
atleta.
NO capítulo dedi
cado ao "universo
dos jornais", por
meio de perguntas o
aluno que se fez jor
nalista em "O Repór
ter" conhece um pou
co da profissão. Um
glossário de termos
~------------------~------------ ---------
Sucesso Editorial n mo do t do
exposto e folheia um exemplar,
afirme Beatriz. "Principalmen
te por tratar um tema sério
difícil, como a confecção
um jornal, de forma lúdica e
prazerosa". Segundo a editor -
assisten e, o livro fez grardc
sucesso na recinte Bienal do
Livro en são Paulo, em agosto
passado, tornando-se um dos
preferidos do público.
Indicado para crianças e jo
vens na faixa entre 09 o 17 a=
nos, a obra estimula o leitor
a confeccionar seu próprio jor
nal através da pesquisa, dia=
gramação, recorte o aplicação
de cor em figuras. Na verdade,
o livro é composto por um ma -
nual didático - teórico - e um
encarte prático, para ser re -
cortado na forma de um jornal.
A editora oferece esse encar -
te - jornal à parte, o que é
ideal para escolas ou famílias
numerosas".
A Papiros pretende prosse -
guir com esta linha de publica
ções voltadas a outros segmen
tos, corno ciências e teatro.
Também está sendo estudada a
publicação de um livro dando
sequência ao "Faça seu próprio
Jornal". Maiores informações -
poderão ser obtidas junto à P~
pirus Editora, à Rua Gabriel
.Penteado,253 - em Campinas/SP.
"Trata-se de·um livro que - CEP: 13.035-451 - FONE: (0192)
chzra a atenção de ruem o vê 31-3534 e 31-3500.
O livro "Faça o seu próprio
Jornal" foi trazido para o Dra
sil em 93 graças à iniciativa
do então Diretor da Papiros E
ditora, Nilton cornachia, já
falecido. "Nosso cx-cdi tor es
teve na Feira do Livro de
Frankfurt, em 92. Na ocasião ,
entre outras obras, seu inte -
resse foi despertado pelo Make
yor on Newspaper, publicado -
nos Estados Unidos e em outros
Países com grande sucesso",con
ta Beatriz Marchesini, respon
sável pela tradução do livro e
atual editora-assistente da Pa
piros.
Os direitos foram posterior
mente negociados com a editora
Harris Media, dos Estados Uni
dos e em 93, o original já es
tava sendo traduzido do inglês.
A edição original, no entan
to, estava voltada ao público
norte-americano, fazendo refe
rência aos seus valores cultu
rais como o jogo de Rugby. As
sim, foi necessária uma adapta
cão do texto e dos termos jor
nalísticos ao português, feita
pelos jornalistas Paulo César
Nascimento e Maria do Carmo
Pagani, que retrabalharam a
tradução, enxugando as frases.
Além disso, o glossário também
foi adaptado à realidade brasi
leira. -
comuns ao jornalismo
impresso completa o
manual. Não exausti
vo, dá bem idéia do
vocabulário usado
nas redações.
Professores e alunos, mãos à obrai
e hora de fazer um Jornal.
Maria Aparecida Boreli é do Comitê
Leitura e Circulação da ANJ
de
s
Uma pesquisa realizada entre
os alunos das 7a e sa séries da
EMPG Corrêa de Mello, uma Esco
la Municipal de Campinas, pode
rá se constituir numa das pri -
melras a comorovar a eficácia -
do Programa Jornal na Educação·
como formador do hábito de lei
tura. Neste caso, o projeto Cor
reio Escola, desenvolvido pelo
Correio Popular nas Escolas Pú
blicas e Par_ticulares de Campi
nas.
Efetuada recentemente pela
Professora da cadeira de Portu
guês, Elizabete Pimentel, a pes
quisa comparou a 70 e a 8a Sé
ries da Escola, verificando que
houve um aumento do número de
alunos que têm jornais e revis
tas em casa e que lêem jornais
diariamente (42 da oitava, con
tra 18 da sétima série). Outro
lado importante: nenhum aluno -
da sa série declarou jamais ler
jornais, contra 18 da sétima.
Esses resultados comprovam que
o hábito de leitura de jornais
é maior entre os alunos da ülti
ma série do 1 grau. Além dis -
so, a compreensão do texto tam
bém é superior.
"Na verdade, trata-se de uma
pesquisa informal e com algumas
falhas na sua metodologia, es -
clarece Elizabete Pimentel, fa
zendo a devida ressalva. "Desse
modo, os resultados nos levam
somente a hipótese e não a re -
sultados definitivos. Por exem
plo: este interesse maior pela
leitura poderia ser.um processo
natural decorrente da idade, in
tercsses e maturidade dos alu -
nos da 80 série em relação aos
da 70.
No entanto, não se pode des
considerar um dado importante :
os alunos da 8a série da escola
pesquisada participaram, no·ano;
anterior, do Projeto Correio Es
cola, desenvolvido pelo jornal
Correio Popular.
Nesse projeto, os alunos re
ceberam diariamente, durante •.:
quatro meses, os jornais do dia
e os Professores desenvolveram
várias atividades em diversas ã
reas, como geografia, educacão
artística, português e matemãti
ca. -
Segundo Elizabete, como re -
sultado direto, os alunos da 80
série, que passaram pelo Proje
to na 7a, participam mais das a
tividades da Escola, pois até
criaram seu próprio jornal, co
mo a supervisão de urna das Pro
fessoras, além de revelarem una
auto-imagem mais positiva, na
medida em que afirmam entender
o que lêem ..
EFICIENCIA COMPROVADA
"Meu objetivo, ao efetuares
sa pesquisa, foi o de realmente
tentar auferir e mensurar os re
sultados dos projeto Correio E
cola, por mim implantado na
EMPG Corrêa de Mello sob a su
pervisão de Cecília Pavani do
Correio Popular", confirma a
Professora Elizabete Pimentel.,
monitora desse projeto nas Esco
las Públicas de Campinas. "Que
ria comprovar, embora com resul
tados modestos, que o uso do
Jornal:em sala de aula pode con
duzir ao hábito de leitura.
Mas, para isso, é fundamen -
tal ensinar o aluno a compreen
de-lo e a lidar com a sua orga-
nizacão".
O questionário chegou às ma
os dos Professores através da
própria Cecília Pavani, durante
um grupo de estudos vinculado -
ao projeto correio Escola. As
perguntas foram elaboradas se -
gundo bibliografia retirada de
uma tese defendida na Funcamp.
Quanto ao projeto, Elizabe
te o considera de fundamental -
improtãncia. Tanto que, por ini
ciativa própria, continua usan
do o jornal em sala de aula, pe
dindo aos alunos que o tragam -
de casa ou lançando mão dos e -
xemplares assinados pela Esco -
la. Mas reconhece que a maneira
ideal e a determinada pelo pro
grama do Correio Popular, pela
qual os Jornais chegam diaria -
mente às mãos dos alunos.
"Com o jornal disponível na
classe, o aluno cria o hábito -
de folheá-lo e passar os olhos
pelas manchetes. Acredito que o
jornal é o meio ideal para cri
ar esse costume, pois estampa
em suas páginas aquilo que o e5
tudante ve acontecer à sua vol
ta", explica Elizabete Pimentel
"Além disso, a sua natureza
é multi-disciplinar, mostrando
ao aluno o lado prático da teo
ria que lhe é ensinada pelos
Professores das diversas matérl
as". Mas,_a seu ver, a grande
vantagem e a de conter uma lin
guagem formal de diversos esti
los, dando aos alunos os elenen
tos de maneira correta. -
r'
(Transcrito do Jornal ANJ/Nove
bro/94)
A BOA LEITURA.. AUMENTA E ALIMENTA O CONHECIMENTO"II
-
'
!Tribuna da Fronteirà
/
• '
)
FUNDADO EM:
DIÁRIO REGIONAL 20/02/1972
EDITOR: Ivaldo Pereira
.
GERENTE COMERCIAL:
EXEMPLAR: R$ - 0,50
Maria Estela Velásquez Pereira
SECRETÁRIO DE R:DAÇÃO: Ubaldino Roc!r!.gues
ASSINATURAS:
REPORTAGENS: Joao Carlos Velásquez André Luiz Á-
SEMESTRAL: R$ - 45.00
valo e Firmino de Barros •
ANUAL: R$ - 90,00
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRFICO:
+ OS ORIGINAIS EN -
Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL -
VLDOS A REDA.ÇÃO 1ão
SERÃO DEVOLVIDOS. os
23 - FONE: (067) 439 - I4IO BELA VISTA/MS ARTIGOS ASSINADOS NÃO
SUCURSAIS: Jardin, Porto Murtinho, Antonio João
REFLETEM NECESSARLAME!
Bonito,Caracol. Capo Grande e Correspondentes
. TE A OPINIÃO DO JORNAL
ew Bras li.a e Sao Paulo -
Propriedade da Rede Belavistense de Jornais - LTDA
FILIADO A:
CCC-MF - 15.513.203/0001/90 ADIORT e ARDA InT
JORNAL, TRIBUNA DA FPO' IRA - D!Í#TO REGIONAL
Câmara é Notícia e Informação
A #CTI
A"Tu.: COM15À D
DOAÇÃO DE PRPDIO A CKMAA MUNICIPAL
Assinada pelos vereadores Marcos Elias
Rios da Cruz, Fernando de Frcita!l Bliau ,
Fernando Jorge de Rarroa, Orlando Prcitan
dor. Santos, Israel Chamorro da Rocha,todos
do PMDD e ainda Geraldo Pinheiro Murano,do
PSDB, foi apresentada na Sessão Ordinária
da última segunda-feira, dia 05, uma indi
cação endereçada ao Prefeito Municipal A
brão Zacarias, solicitando à ele que enca
minhe ao Legislativo um Projeto de Lei do
ando para a Cãmura Municipal o prédio onde
funcionava anteriormente a Prefeitura Muni
cipal e que hoje é utilizado pela própria
Edilidade Municipal.
Na justificativa dessa importante indi
cação, os vereadores consideram que à Cãma
ra Municipal até hoje não possui o seu pr
dio próprio e com o encaminhamento desse:
projeto de lei, pelo Executivo Municipal ,
fazendo a doação do prédio, será possível
a realização de ampliações, como a cons
trucão de um novo plenário e gabinete para
os vereadores, "haja visto que consta no -
Orçamento Municipal para o exercício fi
nanceiro de 1995, verbas para esse fim" -
assinalaram os autores da indicação.
LIMPEZA NAS RUAS DA CIDADE
A vereadora Or
landa Freitas dos
Santos, 1a Secretá
ria do Legislativo -
Belavistense, foi au
tora de indicação en
dereçada ao PrefeitÕ
Municipal, com cópia
ao Secretário Munici
pal de Obras, solic1 [
•tando à eles que de
terminem a limpeza -
das ruas da cidade ,
com roçadeiras, prin
cipalmente nos cost~ ~
dos dos muros e cer 1
cas das residsneias: $$%' '
Na justificativa j/., • o
de sua Proposição, a ia +wü, is
Ver. Or landa observou Santos.
que com a proximi-
dade das festividades de final de ano, se
az necessário que nossa cidade tenha um -
visual mais alegre e mais bonito, "pois es
ta é uma época em que Bela Vista recebe
inúmeros visitantes e, com a realizaçao ·
desses serviços de limpeza, todos levariam
daqui uma boa impressão" afirmou a vereadQ.
ra.
ATERRAMENTO DE RUA
Luiz·Alexandre Lou
reiro Palmiéri, vereã
dor do PTB, em expedi
ente encaminhado atrg
vés da Mesa da Câma
ra ao Prefeito Munici
pal, com cópia ao Se
cretário Municipal de
Obras, reivindicou o
aterramente da Rua B~
ráo do Melgaço, esqui
na com a rua Afonso -
Pena.
Luiz Alexandre a
firmou na sua· indica
cão que com as ülti-
Ver.Luiz Alexandre
..
;
ma chuvas que cairam em nossa cidade,a
citada rua a erosão provocou a abertura do
um enorme bura.co que quase cortou a via -
pública e, devido a pouca iluminação no -
local, acidentes mais érios podem vir a
acontecer,
, DESOBSTRUÇÃO DE BUEIROS E PATROLAMENTO
Em outra indicação de nua autoria, diri
gida ao Prefeito Municipal, a vereadora o~
landa Freitas dos Santos solicitou que se
ja determinado ao setor competente da mun1
cipalidade a desobstrução de bueiros e pa
trolamento nas ruas Barão do Melgaço, Afo~
so Pena, Marechal Deodoro, Alvares Cabral,
Barão do Ladário, Barão do Triunfo, Santo
Afonso, Geraldo de Souza Rosa e Amélia
Paim Rosa.
REFORMA DA PONTE DO CANDELÃ.0
,-
r ·,
i
l
l
Israel Chamorro -
da Rocha, vereador -
Peemedebista, em in
dicacão apresentada
à Mesa da Câmara, en
dereçada ao PrefeitÕ
Municipal, com cópia
ao Secretário de o
bras, reivindicou a
reforma da ponte so
bre o córrego Cande
lão, na via que dá
acesso ao Aeroporto
Municipal.
Ver.Israel Chamorro
MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES
Marcos Elias Rios
da Cruz, vereador do
PMDB, foi autor de
uma Moção de Congra
tulações endereçada
ao sr.João Kalife,ex
tensiva aos seus fa
miliares, parabeni
zando-os pela forma
tura de seu filho -
Mauro Gabriel Kali
fe, em medicina.
Na sua Moção, Mar
cos Elias desejou aõ ·.r: ••• _
formando muito êxito Ver.Marcos Elias
nessa brilhante e abnegada profissão, e -
que o trabalho empreendido venha de encon
tro às necessidades do próximo.
MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES
----;
1
o·vereador Luiz AleY.andre Loureiro Pal
m1er1 apresentou à Mesa do Legislativo MÜ
nicipal uma Moção de Congratulações endere
cada ~o sr.Edson Medeiros de Moraes, pa
rabenizando-o pela sua posse na presidên
cia do Sindicato Rural de Bela Vista e de
sejando-lhe êxito em sua gestão. "Somos -
sabedores de sua eficiente atuação em ou
tras administrações em pról da sociedade:
belavistense, que durante o seu mandato -
sejam sempre cultuados laços de entendimen
to e cordialidade entre esse órgão e aso=
ciedade belavistense" frisou o vereador
Luiz Alexandre.
.,
1 :_,
!to LeRi a
de Let n!007/94 J Escutt
r te+!d e f! s d
ta, para o exs
Apôs estudo ao r
pauta, a omis ao
e aprova;ao.
f o parecer
Sala das Ses ces, 0 de Deebro «'e 1.994
Fernando Jorge de Barros- Presidente; Geraldo
PInheIro Murano - Relator; Marco Antonio Randon
de 0l!veíra - Mro.
PARECER N 008/94
AUTOR: COMISSO DE FINANÇAS E ORÇAMLNTO
Os vereador s que abafxo subscreve Interan
tes da Comissão permanente de Finanças e Orçamen
to desta Casa Legislativa e reunidos no Plenárfó
da Câmara Municipal, tara nal!ar o Balanço Ge
ral da Prefeitura Munfv.-. referente ao xerc!
cio financeiro de 1.993.
Após analise ao referido processo das cont ~
do Executivo Municipal, concluímos pela sua aprg
vaçao.
Solicitaoos de sua Excia., Senhor Preslclentc
desta Casa LegislatiVn, que envie expediente ao
Exmo.Sr.Presidente do Tribunal de Contas, comunt
cando-lhe dessa nossa decisão, após aprovação -
pelo Plen:irlo.
Sala das Sessões 18 de novembro de 1.994
Dr.Fernando Jorge d.e Barros - Presidente;
Dr.Geraldo Pinheiro Murano - Relator; Marco Anto
nio Rondon de Oliveira - Membro
PARECER N? 010/94
AUTOR: COMISSÃO DE FJNANCAS E ORÇAMENTO
Os vereadores que abaixo subscrevem integran
tes da Comissão Pennanente de Finançao e Orçamen
to desta Casa Legislativa e analisando o Proje:
to de Lei nQ 010/94 do Executivo Municipal "Cria
o Conselho Municipal de Assistência Social e dá
outras providências"
Após estudo ao referido Projeto de Lei em pau
ta, a Comissão opina pela sua tramitação e vota
cao.
to parecer
Sala das Sessões 05 de dezembro de 1,994
Fernando Jorge de Barro - Presidente; Marco
Antonio Rondon de Oliveira - Relator; Geraldo Pi
nheiro Murano - Membro.
PARECER NQ 016/%1
AUTOR: COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E REDA
CÃO FINAL
Os vereadores que abaixo súbscrevem integran
tes da Comissão Permanente de Legislação,Just1-,
ça e Redaçao Final desta Casa de Lei e reunidos
no Plenàrio dn câmara Municipal, para analisar o
Projeto de Lei nQ 009/94 - Executivo Municipal ,
que "DISPÕE SOBRE DOAÇÃO DE IMÓVEL EM PAGAMENTO"
Após estudos ao referido Projeto de Lei em •
pauta a Comissão opina favoravelmente ao mesmo
alegando que e: ·
Legal
Jurídico
Constitucional
Tem concordância Gramatical
to parecer.
Sala das Sessões,05 de dezembro de 1.994
Marcos El~as Rios da Cruz - Presidente; Roney
Moraes Simoes - Relator; Israel Chamorro da Ro
cha Membro.
IVIODELOS
FILTRO ICQUIF L
DIIVIENSIONADOS -,, voe!;! SENTIRA. A DIFERENÇA NA PUREZA DA ÃGUA.
,;, PLEXO AO VERIFICAR, LOGO NOS PRIMEIROS DIAS, A
DE SUJEIRA RETIDA NO SISTEMA
KOl.Til'LAS APLICAÇÕES
PARA BEBER - A ACQUAFIL fornece 800 à 10.000 litros/hora de á ·
da pa.ra toda a sua residência portanto de d gua filtrada e purifica-
- • , agora em iante se• f i h •
cos terao sabcr e aroma mais autênticos. • u ca ez .no, chá e refres
PARA SAODE Azia • -
_ , ma digestão, fermentação intesti 1 -
tamente, deixarao de existir com o uso continuo d . na e gastrite sao males que, cer
tros centrais ACQUAFIL. Ia agua filtrada e declorada pelos fil _
PARA COZINHAR - A água purificada mantém o sabor
anta caprichar nas receitas se a água utili7 d original dos alimentos· de nada adi-
HAMADI a4a nao for de boa qualidade. '
- EIRA - As crianças são mais suscetíveis -
pela agua. Com ACQUAFIL, o banho e mamad ir d a contaminação
rança. e a o bebê podem ser
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de doenças transitidas -
preparados com ais segu-
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COMEÇA • 1 CIMPINHI
TROQUE O TROCO PELII VIDI
A Campanha "troque o Troco pele Vida" -
foi oflciulmontc deflagrada dia 27/11, a
partir da nüninatura de uJ;i convênio entre
o prcnidente do Conoelho Entaduül dos D_!:.
rcitos da Criança e do AdolcDcentc, Mariü
Aparecida Pedrossian e o prenidentc da As
sociação Comercial de Campo Grande, Ncloon
NnchiL O objetivo da campanha é a cüpta -
ção de recursos que permitam a continaida
de do trabalho desenvolvido pelo Centro de
Atendimento e Orientação Renascer, que pro
cede a reabilitação de menoren carentes vi
ciados cm drogan.
Com um trabalho pioneiro no pais, o Cen
tro Renüscer, é coordenado por Wanderlei -
Moura Pinho e hoje procede o atendimento -
de 50 familias, cujos adolenccntes foram -
aliciados por traficantes nas ruas de Cam
po Grande. Ao assinar o convênio dando inI
cio à campanha, a primeira dama do Estado
e presidente do Conselho Estadual dos Di
reitos da Criança e do Adolescente, Maria
Aparecida Pedrossian, ressaltou a irnportâ~
eia da participação de toda a comunidade -
nesta ação.
Segundo ela, manter as ações do Centro
Renascer é uma atitude de fundamental im
portância para a sociedade sul-mato-gros -
sense. "Trata-se da nica entidade não go
vernamentaldo Pais,que desenvolve este tra
balho a partir de técnicos aqui mesmo des
cobertas, cujos resultados tem sido satis
fatórios, devolvendo à vida a estas crian
ças", disse a primeira dama
Para o presidente da Associação Comer -
cial, Nelson Nachif, a parficipação do co
rnércio nesta ação deverá ser total, princi
palmente os empresários estão conscientes
de suas responsabilidades .. "e preciso que
todos nós estejamos unidos em ações desta
natureza, até para evitarmos que amanhã ou
depois nossa cidade enfrente urna crise so
cial grave como ora ocorre em outros cen -
tros do País", disse.
COMO FUNCIONA A CAMPANHA
Todos os estabelecimentos comerciais da
cidade estarão sendo visitados a partir de
hoje por um grupo de voluntáriosdo .Centro
Advogado
m LAIRSON RODRIGUES BUENO
] o»is 3.os0
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS
RUA: Dr. CORRF.A, 380 - CEP: 79.280 - 00
FONE: (067) 287 - 1129
ADVOCACIA C!VEL, TRABALHISTA E CRIMINAL
Renascer, convocando-o a participar d
Campanha. Cada loja comercial recebera ±
ma urna s o "Vaies-Vidas", que serao re
passados ao consumidores no lugar dos
trocos nos valores de 0,01;0,05 e 0,10 -
centavos de Real. O "Vales-vidas' dev
rão ser deposi :ados pelos_consumidores
nas urnas e no final do mês o comerciante
presta conta destes vales coordenadoria
da campanha. .
o dinheiro arrecadado ocr<l dcutLnüdo
ao Centro Renascer para a continaidade de
suas ações.
PORTO MURTINllO - MS
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RUA: MARACAJU, 108
FONE: (067) 251 - 1354
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rá no dia 09/12/94
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No dia lo pp, o
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Padre Eduardo (do Pa
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local.
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endimento 1 1 1 1 -
O ROTARY CLUBE
No dia 03 PP,
palco de bonita e
gradável recepção
aos convidados
festa dos 15 anos
Flávia, filha dos
dicos Cachito e
paléa.
MESAS COM
Tampo redondo CQ
bertas com lindas
toalhas de rendas
brancas, .delicados
arranjÓs flores no
centro de cada uma ,
vasos com viçosas fQ
lhagens, um pilar
com muitos balões
brancos e prata com
pletavam a delicada
decoração.
O SABOROSO JANTAR
foi
a-
da
de
mé
A-
Servido, foi fei
to pela Sra. Jacque
line Batilani Loure~
roe equipe. Eficie~
tes garçons atende.
rarn à todos com'ma1-
to profissionalismo.
:·, FOI DESTAQUE
Também a mesa de
doces com variados -
e deliciosos bom -
bons, tortas, doces
-e bolo.
PARA ABRAÇAREM
COMANDAVA
O animado nom Jusculino Rodrique.
/OS l'lllí'J'fRIÕE!J
Cachito e Nzaléa os nossos Parabéns pe-
la arte de bem receber. A Plavinha mil Fe
licidilde:i I ! I,! ! 1 I ! !
Flavinha, do Rio
de Janeiro vieram:Vg
v6 Aqui1éa, as Ti
as, Ari'édia e Aquilea
e a priina Luciana.
DE CAMPO GRANDE
O primo Carlos E
dardo e esposa Pa
tricia.
FELIZES
Na festa da ani -
versariante a vó ~li
da, a madrinha Elza
com a filha Jacqueli
ne.
MUITOS PARENTES
Alguns casais e
vários amiguinhos de
Flávia fizeram-se
presentes.
Curtos1dadeo !Mltcas:
I REENCARHA(ÃO (Ili)
Fernando Alvcr; C0RRtA
Como Jesus Cristo havia dito aos apÓr;tolos :
"1de e pregai o Evangelho cm todo mundo", eles
cumpricm com dctcrmino_çiio a ordum recebido. Já
huv1.nm deixado o África, c:ncontrnvnm-sc no 0ri
ente Médio, haviam atravessado a FrIgla e a pro
víncio dn Galácia, quando foram proibidos P'-'lo
Espírito Santo d~ anunciar a polovrn d" Deus -
na Ásia, Tendo chegado à MIfsta, intentavam pas
sur a Bitínia, mas não lhe permitiu o Espírito
de Jesus, confomc é explicado cm Atos 16, 5-7.
Por que o Espírito Santo não permitiu que o
vangelho de Jesus fosse levado também à Ásia,on
de imperava o budismo? Seria o mesmo que dizer:
Ide e pregai o Evangelho cm todo o Mundo, menos
na Ásia! Será que havin alguma ligaçao entre Bu
da, que morou no 0rh!ntc, com Jcsus, que morou n
0cidcntc, e, por ebõ0 razão, não deveria haver
interferência entre os seus ensinamentos?
O Atos II (Livro que não foz porte do Bíblia)
distribuído pelo Centro Metafísico MARK-ACE,
INC: 327 N.E. 20 th Terracc-Miomi, Flórido-USA,
diz nos versículos 23 e 24 (Disse Jesus) Consi
derai! Sou Mclquiscdequc, o rei do retidão a
quem Abraão pr!scnteovn e se alegrou de ver-me
um dia. Consid.,roit Eu sou o Guotoma Sidharta,
BUDA.
r contado cm João 8, 56-58, que certo vez Je
sus discutindo com alguns judeus, disse a eles
que Já h,w i.1 se encontrado com Abraão e que o
profeta [icvu feliz cm revê-lo. disseram-lhe o
judeus: Tu ainda não tens cinquenta anos e vist
Abraão?
Ora, Jesus nau iria mentir aos judeus que A
braão ficou cheio d,, gozo por encontrá-lo; entr
tonto, como Abraão e Jesus viveram em épocas d
ferentes, é impossív-,J <1111· os dois tenham se en
controdo. Porém, pesquisando sobre a vida de
braio, notadamente, a ün!cu pessoa que ele de -
monstrou sentir alegria e prazer quando cr.con •
trou foi Melqusedeque e, nesse encontro, Abrai
ajoelhou-se a seus pés e Ele o abençoou (Gêne
sis 14, 17). •
A Única torrou de Jesus ter se cncontrado con
Abraão foi através do reencarnação, Jesus foi
rccnca~nação de Melquised,;que. JÕ tinha conheci
uontn desse mistério e, por isso, disse: "Nu sa
do ventre do minha mãe e nu tornarei poro ló
(JÕ 1. 21)". A mesma coiso disse Jesus o Nicod
mos, como nos mostra o texto.
DEU NO DIÃRIO DA SERRA
Do dia 1/12: Estado Registra l44 ca
sos de AIDS em l ano.
O ~ltimo relatório trimestral - de j
lho a setembro da Secretaria de Sa~de es
tadual registrou 49 casos em Corumbá; 29
em Dourados; Maracaju, São Gabriel D'Oes
te, Ladário, Rio Brilhante e Bela Vista -
4, Três Lagoas 28; Ponta Porã 18; Aqui -
da.ana 5; Porto Martinho, Paranaíba, Te
renos e Miranda 3; Ribas do Rio Pardo ;
Rio.Verde, Glória de Dourados, Fátima do
Sul, Camapuã e Cassilãndia dois casos,ca
da município. -
Com registro de um.caso são as cida -
des: Agua Clara, Bataiporã,Coxim, Selvi
ria, Vicentina,Sidrolândia, Paranhos,Ino
cência, Ivinhema, Coronel Sapucaia, SonÕ
ra, Deodápolis do Negro, Sete Quedas, Ja
tei, Bodoquena, Nova Andradina, Anauri
1andia Caarapó, Amambai, Naviraí, Juti,
Itapora, Bandeirantes, Aparecida do Tabo
ado,Itaquirai e Anastácio. -
ROA«Y HOMENAGEIA PROF13SI0A! ? DR.v
No último dia 02 do corrente, o iotary de Bela Vista ho
geou três profissionis qoe s e destacaram n o x r c i o d e
profissõc. Vale ressaltar qe essas três homenagens foram o "
início de uma érle de homenagens que o Clube prestrd a diver
sos profissionais e d!versoscampos da atividade human. •
A ele;ão foi coordenada a.ravé da Avenida d Serviço
fissioanis, qae tem a frente a companhv ira Enoli e contou
aprovação nnime de todos os rotarianos. .
Todos os homenageados receberam o Diploma dg !onra_ao Mér!
to Rotário. Foram homenageados o agente de Policia Civil Nery
Gonçalves, a professora Glória Battilani e a agente de saúde -
Natividade.
E!OLI
Enfocou a importância dos homenageados para o crecimento -
da comunidade, dizendo que a Natividade foi indic da pela com
panheira Azaléa, o Ncry pelo Villasanti e R •n, o e a Glória
por ela mesma. -
Enfatizou que os homenageados tinham r vali:ações, que embo
ra desconhecidas por mitos, foram de relevr:ia na vida da co
munidade. Disse tamhém que o rcconhccinen o divulga e_ inccnt.i
va os ideais de servir.Lembrou una famosa frase de Aristoteles qoe
diz: "Dignidade não só existe cm receber honradez, mas cm mcr.9.
cer" .
.Tornearia
Sanjodiesel
AVENIDA BRASIL, S/NO
FONE: 495 - 1163 - CENTRO
MECÃNICA EM GERAL
CARACOL - MS
RENATO CESAR PEREIRA
o. Companheiro Renato fez uso da palavra para tect!r com(,ntii.
rios a respeito da vida profissional do agente de classe cspe-
cial Nery. - .
Falou sobre sua dedicação, competencia e dignidade por mais
de 16 anos de serviços prestados à comunidade. Ressaltou a sua
integridade,lealdade e a sua lata incansável contra o crime.
Disse também que o agente Nery retornara para suü casa com
a satisfação do dev~r cumprido.
CACHITO
Designado para homenagear a Nativi~ad~, Cachito :essaltou -
quanto ela é querida no meio dos prof1s!'1onais de saude de Bela
Vista e que os títulos ora outorgados r~~resentam o reconheci
mento de toda ocupação ~til e benéfica a sociedade.
Lembrou que por mais de 30 anos, Natividade presta_os seus
serviços com dedicação e entusiasmo, alem do que tambem trans
mitc conforto espiritual, levando a palavra de Deus aos que
sofrem. Disse que a história da Natividade se confunde com a
história do Hospital são Vicente de Paula
Cachito disse que sentirá muita falta da colaboração impor
tante do agente Nery no exercício d~ sua função de médico le
gista, pois o policial é um excelente colaborador.
ENOL!
. A companheira Enoli foi a responsável direta da homenagem -
prestada à professora Glória Battilani. Começou lembrando que
a professora foi uma excelente aluna e também auto-didata, ten
do participado do início do Curso Normal de Bela Vista.
Enfatizou uma outra virtude da professora Glória, que é a
pintura de telas à óleo e de sua participação na la Coletiva -
de Pinturas da Terra, onde contribuiu com 08 telas. Citou as
virtudes da professora Glória no exercício da profissão. Lem
broa que a professora Glória aposentou-se como professora cate
drática.
GARIBALDI
Disse que Rotar:y congrega os mais diversos segmentos da so
ciedade e que entende ser justo o reconhecimento prestado aos
três homenageados, pelos serviços prestados à comunidade.
ROBERVAL
Disse que a reunião apesar de pequena era altamente signi
ficativa, pois se homenageava naquela noite pessoas de desta
que. Disse tainbêm ·que: "Pessoas anônimas fazem o Brasil do
dia-a-dia" e que essa frase resumia o significado das homena
gens.
IVALDO
O Presidente Ivaldo Parabenizou a companheira Enoli pela
sensibilidade em selecionar os homenageados daquela noite.
_Lembrou_das virtudes dos homenageados e disse que o Brasil
e constitaido por pessoas anonimas como essas.
Agora o Sebrae está
de casa nova.
Você já deve ter ouvido falar sobre o Sebrae -
O Servtço de Apoio à Pequena Empresa, mas
sabe o que ele realmente faz? O Sebrae infor-
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Edital de
Proclamas
Jani!de Fonsa dos Santos, O
ficiala do registro civil dei
ta cidade de Dela Vista-M:. ,
FAZ SABER a todo quantos o
presente Edital de Proclamas
virem que, apresentaram os Do
cumento exigidos pelo Artigo
100 do C6cliyo Civil Dranilci
ro, l ncl;iou I, II, III e IV e
pretendem ue casar:
,llIR CUP.VlG e ROSlNGELA CJN
'l'EIIIO LIM7, brar;llciron , uoI
toiros, residentes nesta cida
cJr1 ele, militar, filho de
Junrcz Cucvau e de dona Maurí
ci.n Domingucr;; ela, lides do
lnr, filha de Milton Lima Pa
niago o de dona Maria .. sucli
Canteiro. O pai da prct:cndcn
Lo ne encontra om lugar incor
to e niio uabido (Sr. . .Milton
Lima Paniago). Se algu6m sou
, borde algum impedimento que
se oponha na forma da Lei,
Dela Vista-MS., 06/Dcz/1.994
Janildo R. dos Santos/Oficiala
Edital de
P.raclamas
o Sr. Jo<lo Arádio Vieira,
Oficiul do Cartório de Paz e
ílcgiutro Civil de Caracol-MS,
FAZ OADEH que pretendem ne
canar e aproucntaram ou Docu
mentos exigido pelo Artigo
180 do Código Civil llrauilei
ro:
OHJLDO SOUZA e ANA CRISTI
NA WERN8R, ele bra::;ilciro ,
ooltciro, maior, filho de Da
vino Souza e de Thomázia Rios
de Souza, reoidcntes e domici
liadou nesta cidade de Cara -
col-MS., ola brasileira, sol
teira, filha de Arno Werncr
Filho e de Maria Lurdes Wer -
ner, residentes e domicilia -
dos nesta cidade de Caracol -
MS.
Se alguém souber de algum
impedimento, que se oponha na
forma da Lei.
Caracol-MS., 05/Dez/1.994
João Amádio Vieira --oficial
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PORíAJUA NO 316, DE 06 DE DEZEMBRO DE 1.99
das diárias dos Servidores do ro - "Di:põe obre os valores
der Executivo e dá outra9 providências".
O Prefeito Municipal de pela Vista, Estudo de +t0 Grcs
'
tendo em vista o dispost
do Sul, no uo de nuas a•ribuiçõcs e
da Lei 757/85, de 19 de junho de 1. 985, cc a red ,'io dada pe-
la Lei no 911/91, de 13 de junho de 1.991.
RESOLVE:
Art.10) Divulgar, na forro cJc anexo desta Portaria, O5 va
-
Exccuti-::-
lores daa diárias a serem pagas a servidores do Poder
vo Municipal, qunndo cm viagem forn da respectiva de.
1rt.20) - Esta Portaria entrará em vigor na data
de :,Uil pu-
blicação e/ou afixação no quadro de avisos da Pr fc.iturn, r ovo
gadas as disposições cn contrdrio.
Abraã.o Arrr.oa Zacarins
Prefeito Municipal
TABELA DE VALORES DAS DlÃRIAS
CLASSIFICAÇÃO
Interior neste Estado Ca.pitain
e outros Estados Incluaive do Estado
Prefeito Municipal 47,31 57,73
Secretárion 3(,35 47,31
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GABINETE. DO GRÃO MESTRE
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l'AOí.L 'I A.Jlll,ll rum:s. GRÃO MESTRE DO GRANDE ORIENTE DO ESTADO DE MATO
GR0SS0 DO SI., FEDERADO AO GRANDE ORIENTE DO BIASIL, NO EXERC!CIO DE A
TRIVIÇÕES LEGAIS,
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AIJfOITZAR, OI•: CONFORMlDADE COM ARTIGO 61 DO REGULAMENTO GERAL DA FEDERA
,MO, O FUNCIONAMENTO PROVISÓRIO DA AUGUSTA E RESPEITÁVEL LOJA SIMBÓLICA :
"LUZ E VERDADE" AO ORIENTE DE BELA VISTA, MS, JURISDICIONADA AO GRANDE O
RIENTE DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, FEDERADO AO GRANDE ORIENTE DO BRA
SIL.
FICA O GRANDE SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO ENCARREGADO DA PUBLICAÇÃO E
DIVULGAÇÃO DO PRESENTE ATO, .
DADO E TRAÇADO NO GABINETE DO GRÃO MESTRE ESTADUAL AOS 24 DIAS DO MES
DE NOVEMBRO DE 1994, E.'.V.'.
FADEL TAJHER !UNES - GRÃO MESTRE ESTADUAL ; JORGE NAGY - GR SEC ADMINS
TRAÇÃO; l'AULO CEZAR DE MELO - GR SEC GUARDA DOS SELOS
Ata de Fundação
A GLORIA DO GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO
Aos 23 dias do mês de novembro de 1994, E.' .V.'., nesta cidade de Bela
Vista, MS, ãs 20':oo horas, reuniram-se os mestres macons Sérgio Luiz Perei
ra, CGO 142647,, Jair Rossato, CGO 0124355, José Luizari Filho, CCO 163601:
José Gregorio de Barros, CGO 152340, Paulo Marinni Filho, CGo 170594, Es
tanislau Annoa, CGO 137721, Aleir Gauna Moraes, CGO 152339, João Carlos de
Bordon, CGO 170593, e mais or irmãos Paulo Ceznr de Melo Çrande Secretá
ro da Guarda dos Selos e seu adjunto irmão João Rosa, todos irmãos apren
dizes membros da Arls Luz e Fraternidade Jardinense. 2082 e residentes em
Bela Vista, todos ativos e regulares do Grande Oriente do Brasil, devida
mente relacionados no Livro de Presença, para o fim de restaurarem a au
gusta e respeitável loja simbólica Luz e Verdade, fundada sob os auspicios
do Grande Oriente do Brasil em 6 de junho de 1886 neste oriente. Foi con
vidado o irão Paulo Czar de Melo, grande secretário da Guarda dos Selos
do Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul, Federado ao Grande Ori
ente do Brasil, para presidir os trabalhos, tendo sido nomeado Secretário
da Sessão e o irmão João Rosa. O Presidente iniciou os trabalhos colocando
em discussão a restauração da loja,o que foi aprovado por unanimidade dos
presentes. Em discussão foi aprovado por unanimidade que deve ser mantido
o nome de "Augusta e respeitável Loja Simbólica Luz e Verdade", a primeira
Loja Maçonica desta região, fundada por militares logo após a Guerra do -
Paraguai, devendo a mesma funcionar sob os auspícios do grande Oriente do
Estado de Mato Grosso do Sul, federado no Grande Oriente do Brasil. Foi -
adotado o rito escoces antigo aceito para ser praticado pela Loja, que se
reunirá regularmente as 22 feiras, às 20:00 em local a ser determinado pe
la futura diretoria provisória. Em seguida passou-se a escolha da direto
ria provisória que ficou assim constituida: Veneravel Mestre Sérgio Luiz -
Pereira, M.'.I.'. CGO 142647, Ig Vigilante Jair Rossato, M.'.M.'.,CGO -
163601, Orador José Gregório de Barros, M.'.M.'.,CCO 152340, Secretário -
Paulo Mariani FLIho, M.'.M.'., CGO 170594, Tesoureiro Estanislau Aroa ,
M._·M. ., CGO 137721,_Chanceler Alcir Gauna Moraes, M.'.M.'., CGO 152339,
M. · de Cerimonias Joao Carlos de Bordon, M.'.M.'., CGO 170593. Decidiu-se
que a diretoria provisoria deverá solicitar a autorizacão de funcionamento
provisório junto ao Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul e em
seguida a c?dn constitutiva, junto ao Grande Oriente do Brasil, para ser
novamente reconhecida como Loja regular. Justa e perfeita de acordo com as
Leis Mac~nicas em vigor. Ficou decidi-00 que todos os restauradores se com
prometem a assistir assiduamente aos trabalhos da Loja. Nada mais havendo
o Presidente da Sessão passou a direção dos trabalhos ao venerável da Di
retoria provisória, que desta forma tomou posse na sua função, sendo todos
os demais membros da sua diretoria considerados empossados em suas respec
tivas funções.
INTERPRETAÇÃO DO TIHRE E DO ESTAN-- '
·DMTE ARLS LUZ E VERDADE
TIMBRE- Formado por do! trinu
los equ!láteros concêntrico, vfua
lizamos no seu ângulo superior fn
terno a estrela flaejante,cos le
tra "G" em seu interior, repre
sentando a forca criadora, o
Croode Arquiteto do Universo,
que é D2US. Logo abaixo os -
logotipos do Grnnde Oriente
do Estado de Moto Grosso -
do Sul e do Grande Orien
te do Brasil, sicbolizan
do a vontade dos funda
dores de que a Loja -
mantenha sempre alto
os nomes das Potên
cias Maçônicas que
lhes dá a Regula
ridade. Ao cen
tro vemos uma
figura cir
cular em cu
Jo inter!-
or podemos '----------------------------->
vislumbrar o nascer do
sol no Rio Apa, ·simbo-
11 zsndo a LUZ da VERDA .
DF que todos os dias -
ilumina a cidade de -
Bela Vista. Pode-se na
margem do rio o Terri
tório da cidade vizi
nha de Bela Vista, Pa
reguai, local da mais
célebre epopéia mili
tar brasileira a Reti
rada da Laguna,na Guer
ra do Paraguai. Ladean
do o circulo temos os
dois marcos, represen
tativos da fronteira -
Brasil Paraguai, Bela
Vista-MS com Bela Vis
ta Paraguai. Logo abai
xo o nome da Loja com
o nome da cidade natal,
bem como a data da -
restauração da Loja -
que fora fundada por -
militares durante a fa
mosa retirada de Lagu
na e que foi devidamen
te regularizada pelo:
Grande Oriente do Bra
s!l em 1886, recebehdo
o número 886 na federação.
ESTANDARTE: O estandarte incorpora a figura do Timbre sem o triãnguÍo,
tendo a mesma interpretacão, sendo que foi concebido para ter um formato -
clássico de estandarte, Cabe salientar que foram infrutíferos os esforços -
para se restaurar o estandarte original da Loja, perdido na longa noite dos
tempos que a Loja passou adormecida.
ARLS LUZ E VERDADE
ORIENTE DE BELA VISTA
RESTAURADA EM 23/11/1994
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ARLS LUZ E VERDADE
ORIENTE DE BELA VISTA
RESTAURADA EM 23/11/1994
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Sérgio Luiz Pereira
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