• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIII_Nº1606_03_03_1995

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1)
n:
J
TRIBUNA DA FRONTEI
DIÁRIO REGIONAL
--
ANO: XXIII
AL APROVA POR UNANIMIDADE EXTINÇÃO DE
302 CARGOS E REDUÇÃO DE ASSESSORES
no
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1
1
N. 1.606 BELA VISTA SEXTA-FEIRA
03 DE MARÇO DE 1.995 RS - 0,50
Presidente da Assembléia Legislativa
Deputado Roberto Orro
AR NAVAL/95 La
ER. BELA VI
OCamaval deste ano foi sem dúvida um
dos mais calmos e tranquilos do. últimos anos.
anto no Grémio Pedro Rufino. como no Car­
naval de Rua do "Bicuclão". locais onde o
Reinado de Momo foi promovido. nenhum
incidente d.: maiJ.es proporções foi registra­
do. apenas pequenos desentendimentos entre
foliões mais exaltados pelo excesso de bebi­
das. mas que rapidamente foram contornados
pelas equipes de Segurança e pela turma do
"Deixa-Disso". Agitação maior mesmo só na
folia carnavalesca. Página - 06
Presidente do grêmio Pedro Rufino.
Sgt. João Kalife (foto)
6
o
Os Deputados Estaduais tora que extingue 302 cargos
aprovaram por unanimidade, em comissão do quadro perma­
na sessão de quarta-feira .o ncntc da Assembléia
Projeto de Lei da Me a Dire- Legislativa e reduz de 15 para
F
BNDES PRIVATIZA
F NAL DO ANO
Ate o final deste ano. os
serviços de transportes da Rede
Ferroviária r:cderal (RFFSA)
serão explorados por
A. CADA
EL OR
DE, 'EN
A Greve dos Defensores
Públicos de Mato Grosso do
Sul começa ganhar repercussão
nos círculos políticos. O líder
do PT na Assembléia
Legislativa, Deputado Estadu-
al Ben Hlur Ferreira. em pro­
nunciamento realizado na ses­
são de quinta-feira, cobrou res­
postas imediatas do novo Go­
vemador para os baixos salari­
os pagos à categoria e as pés­
simas condições de trabalho
para o desenvolvimento da ati­
vidade jurídica. Página-03
LEILÃO SANTA RIT
1
-
"REALIZAÇÃO: Porteira Leilões
LOCAL: Chácara Santa Ria
DIA: 06/03 Horas: 20:00
BELA VIST A/MS Compareça e faça bons negócios!
VIAS AT
particulares.O processo de:
privatização das seis malhas
ferroviárias do País. entre elas .
a SR-1 O. que compreende
1 O o limite de assessores da venientes dos cargos extintos
estrutura operacional de cada a investimentos na
um dos 24 Gabinetes e desti- inform. ização do Poder. Pági­
nam o valor dos recursos pro- n1-03
Mato Grosso do Sul, está em·
fase de conclusão.
A garantia é do técnico
llaroldo Fialho Prates, repre-
sentante do Conselho Nacional
de Desenvolvimento Económi­
co e Social (BNDES).
Página/05
O
proxa
A possibilidade de
dcscrcdenciamcnto dos Esta­
dos de Minas Gerais e São Pau­
lo do fornecimento de carnes
para o Mercado Comum Euro­
peu tem aumentado a prcocu-
DE
PARA
c
Be1+ur(a_esquerda)cobra_melhores_condições_salariaisedetrabalhopa­
r, os Defensores.
Seguranca 'úblic: is
a das comunidades
pação do Governo e dos' cha, que aproveitou para fazer'
Pecuaristas de Mato Grosso do • um alerta aos fazendeiros que
ui. A afirmação é do Diretor ainda não vacinaram o rebanho
geral do Departamento de Ins- contra a febre aftosa. Página­
peção e Defesa Agropecuária 05
(IAGRO), Helinton José Ro-
IAGRO INTENSIFICA
CAMPANHA DE VACINAÇÃO
A Secretaria de Seguran- explicando como funciona o da cidade compareceram para
ça Pública quer trabalhar cm programa ·denominado discutir e viabilizar a criação
parceria com as comunidades ISECOM - Integração Segu- de um Conselho de Segurança
sul-matogrossenses na busca C ·idad
rança omum a e. A segun- Comunitária, que vai ser o vér-
de soluções para os problemas da reunião foi realizada, na es- 'tice da ação. Página - 02
- de segurança do Estado. Para cola Alcídio Pimentel. na vila
isso. est:i visitando Bairros da Carvalho, onde lideranças co-
CARNAVAL EÍvrsrs ...
'

A
EGURANÇA PÚB
MAIS PRÓXIMA DAS COMUNIDAD.
A Secretaria de eurança Publica quer trabalhar em
parceria com as comunidades sul-matoprossenses na bus€d
de soluções para os problemas de segurança do Estado. Para
isso. está visitando bairros da Capital e cidades do interior
explicando como funciona o programa denominado ISEC'OM
• lntcerm;,10 Seurança Comunidade. A ,cgunda reunião foi
rcali1;-id.1 .11.1 c,L·ol:1 /ltíclio l'imcntcl. nn Vila Carvalho. onde
lidcr,111~·.,, co111111111aria, de diversa, regiões <ln cidade c.:0111-
pareceram para discutir e viabilizar a criação de um Conse­
lho d, S,11ur,111ç.1 Co1111111itaria. que vai ser o v.:rtic..: da açüo.
O Sl.!c.:rctario de Segurança l'ithlic.:a. Joaquim D'Assunção
Felipe <l..: Soum. i111c1111111111a p.:rq:rinnç,1o pdo interior. pa~­
sando pelas cidades de Três lagoas. Paranaíba. /pan:dda
<lo Taboil<lo e Ch:1pad,10 <ln Sul. para divulgar o programa.
O ISECOM foi criado cm 1983, durante a primeira
gcst:iu do gn1·cmmlor Wih,rn ílarhosa Martins. Foi implan­
tado cm 33 fonicipios. e com ajuda comunit:ria construiu•
se 33 <lckg.adas de polícia e dois quartéis da Polícia Miliwr.
Apesar cio éxito alc,mçad(,. as administrações subseqllentes
não d,ram contimnda<l, à, açiks do programa. "Estamos
reativando o ISECOM porque é uma iniciativa que deu ccr•
to. Mas dest:l vez é mais fücil trabalhar. porque u população
sabe o qu..: qud'. explicou o secretário.
O prog.rama prevê :.t formação de um conselho comu­
nitário. quc vai ditur as diretriLcs da ação da polícia na co­
munidade. Quem fornece as informações é o Conselho. for­
mado por pt:ssoas escolhidas entre os mor.idon:s e segmen­
tos rcprcscntatios dos bairros. / sl.!crctaria quer ouvir as
necessidades de cada comunidade. mas leva ao conhccimen·
to de todos as limitações do setor. qu<: carece de investi­
mentos. Sou,~1 conta que 70% das viaturas policiais estfio
sucal<:adas. <: cxbte até crisc no fornccimcnto de material d,·
cxpedient..:. " lguns inquérito que c,tiiu 110 Fórum lêlram
escritos no ,·erso !k fonnul.irios. / situação esta, a cn11c.1.
mas estamo, providenciando 111atcrial suficiente para l ano"
• Além do sucateamento de equip:11m:ntos. a poli­
cia enfrenta a làlta de pessoal. 1 loje a formulação policial do
Estado se limita a quatro mil policiais militares e dois mil
policiais cil'is. qu<: rcpre,cntam metade do efetivo planejado
para Mato Gwsso do Sul ha no,c anos. como míonnou o
delegado Sidnci ilberto. relações púhli.:;1s da sccrctaria. Mas
a situ:içào <lel'C melhorar um pouco. visto que a segur.mça
está incluída entre uma das cinco prioridades do Governo
federal e entre as primeiras do Govemo Estadual. Mais poli­
ciais dc,·cm ser ineorpor..1<los ao qu.-idro. com a reali,.açào de
concurso.
Sem cscomkr a realidade. a ccrctaria de Segurança
Pública quer cstahelt:ccr ;i parecna com cada comunidudc.
que cxem:r:1 o papel de orientadora e até fiscalizadora da
polícia. "Em um go1 cmo <lcmocr:itico a população deve par­
ticipar. 1:io simplesmente ditando normas administrativas.
mas fiscalizando. o que é mais importante". comentou
Alberto. Todas ;1s ações concorrem para um objetivo. que é
dar mais segurança à popubçào. com vista a uma melhor
qualidade de vida. Os bandidos que se cuidem e os maus
policiais também. porque a vigilância será maior. e o canal
de comunicação estabelecido pelo 1 ECOM é li!!ado direta­
mente às autoridades maiores da segurança publica. " A
comunidade scr.í a gr,rnde aliada. prestando informações à
polícia. e dando mais condições de trnbalho aos policiais. O
Con,clho também vai dizer quais os policiais que sào bons,já
qu,· ,·,urà" mais próximos e até sabcr;o ond<! moram". afir-
muu o WdCt,nll.
A prux1mid,1<l..: ,rm,· o polici.il, o bairro preteade ser
ainda maror com o ISECOM .Uma das idéias da associação
de moradores da Vila Carvalho é que o policial que more 110
bairro trabalhe lá mesmo, evntando deslocamento e aumen­
tando il segurança das pessoas da regi±o "Ele vai poder pr.::,•
BN
FERROVI
lo Sério de Almeida, preadente '+
tia de Segurara Publia
encomendado um tudo{ 1·'
CI h. :t fi,11 d.: (L •11',I 1 1.
de suas restd'netas.
ES PRIV
,
S ATE FI
/té o linul deste arh1. '" ,cr, iço, de tran. porte da Rede
Fcrrovi."tria federal (RFFS/) ,er,io c>-plorados por p,1rticu­
larcs. O processo de privatização das seis malhas fcrroviári•
as do P,1ís. entre elas a SR-1 O. que compreende Mato Grosso
do Sul. cst;1 em fase de conclusão. A garantia é do térniw
11:.roldo Fialho !'rates. reprcscnta11tc do Conselho Nacional
ele Dcsl.!statizaçào. úrgào subordinado ao Banco acional d.:
Desenvolvimento Econôm coe Social (BNDES). Ele parti•
cipou. no Pali1cio !'(,pular da Cultura. do encontro promovi­
do pt:la Secretaria Estadual de Planejamento. Ciéncia e
Tecnolog.ia. para diseussiio do transporte intermodal. parti•
culam1cntc a situação do transportc li:rrovi.iriu.
/lém dos técnicos do B DES. o debate reuniu repre­
sentantes da Rede Fcrroviária.1 lidruvia Paranâ-Ticté. J=cpasa.
Secretarias Estaduais e c111prcsarios. Com a privatizaçilo. o
Governo tem condições de concretizar um projdo de dcscn­
, oh,ímcnto para o Estado. baseado em canais dc c,c11,1m,·ntll
de produção, através de estradas. trilhos e rins. a preços mai,
baixo, qu.: os atuais.
No momc1110. o processo de desestatização depende
de reg.ulamentaçiio para. em ahril. sair o !.:ditai e prova,cl­
mentc cm julhn ou agosto, segundo o tecnico do íl 'DES.
ocorrer a licitação., expl ração do serviço vai ser repassa­
da mediante conce,s:io. tipo arrendamento. seguindo moldes
adotados nos EU/ e Canadá. confonnc apontou um estudo
prévio feito pelo conselho. O modelo a ser seguido é adequa­
do cm runção <lc,scs paiscs reunirem caracteristicas seme­
lhantc:s ,b do 13ra,il. no tocante as particularidades geograli­
eas e de transporte de cargas tcrro, 1.irio.
Somente poder:io participar na concorrência publica
para exploração dos serviços. o~ candidatos cap:tcitados tcc­
~1cam~ntc pam a operação e com capacidack linancciru. paru
mvcsllmcntos na recupcrnçào e melhora da malha ferroviá­
ria. Os primeiros interessados. scgundll 1 laroldo Pratt:s. são
os_ pr~prios usu:írios. Por i,so. ele acn:dita que com a
pnvatl7.açiio. a melhoria dos serviços de tran,portc deve acon­
tecer num curto espaço de tempo. em função da ncccssidad<:
de: retorno dos investimentos feitos pelos c:-.ploradores.
SOLUÇÕES URGEl'-TES
/ pesar das prec:iricdadcs. o trnnsporte ferroviário de
cargas cumpre uma funçilo vital no cscoam<:nto da produção
do Estado. Mas acumula degradação a cada ano e só admite
soluções a curtíssimo pr,1zo. wnfonne o superintendem.: da
R-1 O. Guilherme /zc, cdo.
O funcionamento clicaz do transpor<: ferroviário se
encaixa no amplo projeto elaborado pela cplan. para facili•
tar a circulação da.~ riquoas. O Sccretáno-/djunto. Jo:io
Pl'<lro Cuthi Dias, mostrou aos empresarros e autoridades
to Posto LAG • NÃO
sEm Guia Lopes, o m_elhor atendimento
Av .. Santa Terezinha, stn•. Fone: 25{359
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: i ,· IJ 1. ,, l 1
os polar
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presentes no debate. o quanto a condes atuas de lran
portc oneram os produtores. deixando d± gerar mar €p!e­
go e rendas. Com a privatizaço, o l t.ado pode explorar eu»
potenciais proporcionados pela toe:lzaçio estatega - Von
sai das de transporte a O.:,t,· Rio }'aragua) e a leste (Hidrovia
Parani-Tietê) - e capacidade ·rodutrva. viabilizando a
1111-1111,,Jalid:i<lc almc1:id.1 pcl,, 1, ""'''' c p,·111, pwd111<•1,,
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!ri3 Re2'anal
Furtado ar 20 d Fswr 'c d 1.972
Propnsdzds:. G:ase E±tr4ta-CGC''G3 201 2/000
lvuldo Pereir -
REDATOR:
usldino Rodrigues
rn:.;,,onr.~.Gi:t.rs.:
Jo •. G1r-L.-/ Í '-:-,
ia Caros e .+t
SIJCURSAIS:
Antc:-Jo Jot!o - Eli de Lma Prt) '.:! r-tor,nc. Gorces
Jerdm- nd:sé Aval
Caracol • Kener L6p Lete

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Av. Du ue <k Crutias, 693 - Fone: 251-1920
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CARNAVAL
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Pedro Pedreira
Foi o primeiro Carnaval do REAL, não só cm Bela
Vista mas em todos os Municípios da região - Sudoeste -
vimos confirmadas todas as previsões de os analistas desta
TRIBUNA no decorrer dos últimos 10 anos.
Muita gente está chamando papagaio de-urubu, outros
ficam ali, bestializados, olhando como se participassem de
urna festa de horror, um verdadeiro estranho no ninho.
A verdade, às vezes, dilacera, magoa, penetra fundo na
carne a atinge até regiões adormecidas de nossos próprios
pensamentos.
O leitor deve estar se perguntando - o Pedreira pirou? -
onde ele quer chegar?
Antes de mais nada, a "banda"- aquilo era banda? - que
tocou (ou empurrou?) o carnaval no Grêmio Pedro Rufino
merecia era CADEIA. Enquanto lá nos sertões de Piram botas
o conjuntinho animava o pessoal com sambas enredos e axé
music, aqui no pedaço a tortura era com "Atirei o pau no
Gato", "Mamãe cu quero" e ... "Se a canoa não virar" A ca­
noa virou.
A tal de "Banda Prisma" foi uma afronta, deram o gol­
pe do conjunto no pessoal gente boa da Diretoria do Grêmio.
Movidos a mé, muitos carnavalescos se desligaram da
realidade, num esforço mental conseguiram vislumbrar um
quadro na Marques de Sapucai e caíram no samba. Estavam
na Avenida. E fim de papo. Atenção pessoal, o nome da
b ... anda é PRI MA. Um atentado a paciência, aos ouvidos e
ao bolso.
Bem ... e daí? Como é que fica o comentário?
Vamos lá: Bonito e Porto Murtinho confirrnarnm suas
vocações turísticas, Bonito um caso à parte (milhares de tu­
ristas), carnaval e Murtinho muito bom, em Antonio João
até trio elétrico, bons também os carnavais nos clubes de Jar­
dim, Caracol e fantástico o de Aquidauana. Um senhor Car­
naval de rua.
E Bela Vista, o que tem a ver o Carnaval com a atual
situação do Município, no tocante a eventos sociais, política,
negócios, cultura, esportes, lazer e tudo o mais?
Todas as noites. antes de irmos para o salão, dávamos
uma volta pela cidade. um cemitério. poucas pessoas nas ruas.
lanchonetes vazias. a cidade de luto.
Os "tradicionalistas, conservadores" torcem o nariz. se
empinam todos como pavões e olham com desdém a massa
ignara. Gente, gente, O SONHO ACADOU,
Há alguns meninos e meninas. a maioria estudando cm
centros maiores, ou já formados. que DE PERT ARAM, em
contato com "outras culturas", despertaram. pisam firme o
chão da realidade e sabem que os tempos são outros.
las há os que teimam cm continuar na marcha do
pangaré, até motivados pelos eternos e posudos adoradores
do passado.
O passado serve como exemplo de luta, de pioneirismo,
mas a vida continua, caminhamos para a frente e não para
trás. Assim é a vida.
ou pessimista? ão, só o fato de editarmos jornal no
interior. é uma demonstração de vontade e de otimismo. Só
não gostamos de dar murro cm ponta de faca.
Gente, Bela Vista precisa mudar, e mudar muito, o cen­
tro de poder deve mudar de mãos. está na hora de passarmos
0
bastão da liderança para :-s classes empresana1s, gente que
faz, gera empregos, impostos. trabalha. constrói, edifica, acre-
dita e segue em frente. . . .
Precisa haver uma mudança nos quadros politicos, é
preciso que os jovens ingressem na política, nos_ negócios,
enfim, precisa surgir uma nova classe em Bela ista.
A pobreza do Camaval de Bela Vista é reflexo do em­
pobrecimento da comunidade, que ate então vivia sob a roda
viva de alguns poucos "beneficiados" pela sorte (ou melhor,
heranças) e hoje já não possuem a mesma fibra (capital) de
antigamente. .. .
Nós acreditamos em Bela Vista e, formadores de opi-
nião. vamos iniciar o processo de mudanças, valorizando o
que merece ser valorizado, investindo em talentos, promo­
vendo quem merece promoções e fazer o possível e o impos­
sível para cativar novos migrantes, gente que. gosta de traba­
Ihar é investir. Está na hora, BELA VISTA é um o"P"8°
investimento, as oportunidades são muitas, para os 1esper­
tos, pois há muita gente que está dormindo, sonhando com o
passado de glórias. Até a próxima. .. .e
PS: Em Julho teremos a EXPOBEL e a festa de aniver-
. . da 'd d ortuno lembrar aos promotores dos even-
sano c1 a e, op . .
iod que é preciso muito trabalho,
tos neste peno o .
• 1ça talento e AUDÁCIA, sob pena de vermos a
conscientiza o, .
nossa cidade entregue às moscas, galpões (no Parque) vazi-
os e a decepção nos olhos dos que plantaram as pnmeiras
sementes. É só um alerta. Vamos a luta.
[ ANUNCIE AQUI!
BANCADA DO PT DEFENDE
MELHORES SALÁRIO PARA
DEFENSORES PÚBLICOS
A greve dos Defensores
públicos de Mato Grosso do
Sul começa ganhar repercussão
nos círculos pollticos. O líder
do PT na Assembléia
Legislativa. Deputado Estadu­
al Ben Hur Ferreira, em pro­
nunciamento realizado na ses­
são de.quinta,feira, cobrou res­
postas imediatas do novo Go­
vernador para os baixos salári-
os pagos e as péssimas condi- r
ções de trabalho para o desen­
volvimento da atividade juridi-
ca.
A paralisação dos Defen­
sores fecha temporariamente
os Juizados de Pequenas Cau­
sas e outras instâncias jurídi­
cas de defesa do cidadão. A
Dcfensorie, conforme atribui-
ções constitucionais, presta Ben tur a esquerda) cobra relheres
serviço gratuito na área juridi-_ i295 Pfensores. .
ca e é largamente utilizado pe- cação apresentada pela banca­
las camadas mais pobres da da pelista, cm momento alguns
sociedade. Ben Hur reclama era corporativista, mas repre­
quc "a greve cerceia as pesso- sentava os interesses da socie­
as, o cidadão de recorrera Jus- dade sul-matogrossensc, que
tiça gratuita, por isso merece depende dos serviços prestados
respostas imediatas do Gover- pelas Defensorias.
nador". A Deputado Cetina
O funcionamento das Jallad (PMDB), adiantou que
Defensorias, na análise de Ben o Govemador já manteve con­
Hur, é fundamental para rotina tatos com a representação sin­
j urisdicional. O Deputado dica! da categoria, mas o cum­
aproveitou a oportunidade e primento das reivindicações.
sugeriu a Wilson Barbosa de imediato, esbarra na falta de
Martins, iniciar o "Governo da arrecadação pela qual passa o
Cidadania", pagando melhores Estado. Lembrou que as
salários aos Defensores Pübli- Defensorias foram criadas na
cos. Esclareceu que a reivindi- última gestão de Wilson Bar-
hosa e que, na época Secreta­
ria de Ação bocal e (Comum­
tária, utilizou largamente dos
serviços prestados pelas
Defensorias. A Deputada tam­
bém enfatizou sua solidarieda-
de ao movimento: "Sou repre­
sentante da classe e pretendo
acompanhar de perto as nego­
ciaçes com o Governador".
, A disparidade salarial
entre Promotoria e Defensoria
Füblica foi questionada por
Bcn Ilur. que sugeriu estudos
que aponte para isonomia en­
tre funçàt:s jurídicas. I loje o
Defensor Público recebe ape­
nas RS 1.300, valor muito bai-
xo em relação a responsabili­
dade de 120 profissionais aten­
der uma média de 9.550 a
10.000 pessoas por mês aqui
no Estado. O mesmo
questionamento foi realizado
pelos Deputados Cetina e Pau-
lo Estcvão (PTB).
O adicional noturno de
apenas RS 80.00 pagos aos
Promotores foi duramente cri­
ticado por Estevão, que a
exemplo de Ben Hur, também
é Advogado. "O valor é irrisó­
rio para um dos mais importan­
tes dos Juizados. pois defende
as pessoas mais simples". re­
clama o Deputado pctebista.
ASSEMBLÉI
APROVA PO
EXTINÇÃO DI 302 CARGO
REDUÇÃO DE ASSESSORES
LEGISLATT
UNIA NIMDA
Os Deputados Estaduais egundo o Deputado A política de
aprovaram por unanimidade, Roberto Orro. Presidente da enxugamento funcional e raci­
na sessão de quarta-feira, o Mesa Diretora. com a redução onalização do poder
Projeto de Lei da Mesa Dire- de 302 cargos a Assembléia Legislativo não está esgotada.
tora que extingue 302 cargos Legislativa erá um fôlego or- avisou o Deputado Roberto
em comissão do quadro pera- çamentário de RS 130.2 mil - Oro. Na última quana-feira
nente da Assembléia dinheiro que será utilizado no foi encerrado
Legislativa e reduz de 15 para programa de informatização. recadastrnmcnto dos funcioná-
10 O limite de assessores da "essencial à melhoria da qua- rios. com mais de 1.050 pes-
estrutura operacional de cada lidade de serviços". soas ter se apresentado à Co-
m dos 24 gabinetes. As medi- missão de Recenseamento.
das, com efeito retroativo a cujo Coordenador é o Deputa-
partir de primeiro de Feverei- do Maurício Picarelli. a pró-
ro, fixam também a unificação O Projeto foi votado com xima semana, a Comissão fará
da nomenclatura dos cargos rapidez, cm primeira e segun- radiografia do recenseamen­
dos Gabinetes e destinam o da votação, logo após ser apre- to. para apurar a situação de
valor dos recursos provcnicn- sentado o parecer favorável da cada servidor e começar o tra­
tes dos cargos extintos a inves- Comissão de Constituição e t>alho de definição das neces-
tirnentos na informatização do Justiça. pelo relator Valdomiro sidades funcionais da Assem-
Poder. Gonçalves. hléia Legislativa.
assas.as
O Projeto. ao limitar em
dez a quantidade de assessores
por cada gabinete parlamentar,
propicia um considerável ajus-
te à remuneração, que se situa-
rá de RS 300,00 brutos, (para
·O servidor com a simbologia
PLAL.07.l) a RS 2.294.8 (os
enquadrados como
PLAP.07.10). O símbolo.'
PLAP significa Poder
Legislativo/Assessor Parla­
mentar, que é a referência úni-
ca na identificação funcional
da Assessoria Operacional dos
Gabinetes.
ABASTECEDORA AGROSSOL'
DE COMBUSTÍVEL LTDA
ATIANTJC
251-1103
Combustivel Filtrado, Filtros,
Troca de Óleo, Borracharia e
Lanchonete
A
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CÂMARA MUNICIPAL DE CARACOL
Balancete Financeiro do mês de Dezembro de 1 . 994
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Duod.u Receber 60.965, 19 26.500,00 87.465,19 l'.csto a pag::,.r /92 9,83 - 9,8
Jlc,op.Cop1 tnl 25,72 - 25, 72 esto a pagar /93 70,24 - 1 870,24
Desp, (contra -
pnrtld,1) 12.633,0'.J 18.967, 15 31.600,18 Resto a pagar/9 2.624,67 9.780,36]_12.40503
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vas fomas de vida n fraternidade com os eela[
dos da sociedade. E a Quaresma é um tepo forté
na manifestação da graça de Deus, adequado para
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A campanha Fratern!da
de, assuída em 1.96/ em
plano nacional, tornou -
se, ao longo desses anos,
um privilegiado processo
de evangelização, e nf­
vel nacional, durante o
período da Quaresma. In
fluência, como inspira -
dor e fio de condutor,as
principais atividades
pastorais do ano, como:
mês vocacional, rês b{­
blico, missionário e ad
vento.
A Campanha da Frater­
nidade passou a ser, ta
bém, um fator de unidade
pastoral, aglutinando as
Igrejas locais numa mes-
* CF EH POOLIA: Com sete encontros, inclu!-
ma proposta de reflexão -
da a Via-Sacra, para a oraçao entre as fam!lias;
e ação. Tornou-se um PRO
GRAMA CONJUNTO do plano
de atividades p'astorais
dos· Organismos Nacionais
da CNBB, assumido pela -
Presidência e Comissão -
Episcopal de Pastoral e_._ _.
por todos· os Assessores
~acionais. t uma atividade pastoral conjunta. A Campanha deve ajudar na vi
vência do Mistério da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, na penitência-
• conversão, na educação da comunidade para a Fraternidade e num compromisso
pessoal, comunitário especial que vise atingir as causas dos males que
destroem ·a Fraternidade. t toda a Igreja voltada para os mesmos desaf1os -
e esperanças.
O tema atual abordado pela Campanha visa sempre a Fraternidade a ser re
construída no Igreja e na sociedade. É destinada a todas as ·pessoas de boa
contade e ãs·comunidades cristãs e católicas, com sen~ido Missi.onárlo. O
tema não é voltado só para necessidades internas da Igreja ou .de uma de -
terminada pastoral, mas também da" Sociedade. A Campanha deve ser a vivên -
eia da Fraternidade e não uma si.mpl"es campanha ..
. A Campanha da Fraternidade é um momento forte de conversão, oração e
prática de gestos concretos de fraternidade. Realiza-se através de deba -
tes, palestras círculos de reflexão, mesas redondas, celebrações, orações,
passeatas· e outras atividades concretas sobre o tema proposto a cada ano. E
la não deve ser reduzida ao momento da celebração Eucarística dominical~
mTas ser desenvolvida durante todos os dias do tempo da Quaresma.
Para 1. 995 a CNBB, por sugestão· das D:l,o·ceses, escolheu o tema 'A Fra -
ternidade e os Excluídos". Isto porque, vê acentuar-se entre nós, a desi
gualdade.
Há um número crescente de pessoas esquecidas pela sociedade. E, mais,
são, até mesmo, relegadas à margem. Não contém para o país. São "massas so
brantes".
A pergunta "Eras Tu, Senhor?! nos remete ao Evangelho e ao Plano de De
us. O rosto do Senhor se oculta no rosto dos peouenos e dos excluídos. t
neces~ário reverter esta esta situacio social, reintegrando os ex­
cluídos da grande mesa do Mundo.
OBJETIVOS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE DE 1.905
1) Chamar atenção para a realidade de :exclusão social no Brasil, co
clamando para mudanças comunitárias e sociais.
. 2) Apontar caminhos de uma sociedada democrática, justa e solidária ond
não haja nem excluído nem excludente.
3) Integrar na comunidade e na sociedade, o que está ã margem, permiti
do-lhe espaços de convivência e de participação.
4) Abrir o coração ao Pai das misericórdias, acolhendo seu Plano de a
mor Preferencial aos pequenos, num processo de conversão.
5) Apoiar as organizações e movimentos dos próprios excluídos, modifi-
cando as condições que deixam à margem tantos irmãos. •
6) Fazer gestos concretos de fraternidade conhecendo e indo,ao encmtto
dos irmãos excluídos. •
PAI NOSSO .

Deus abençoe à todos!
Pe. Willian Gonçalves (Pároco da ParÓqµia Santo Afonso)
A Campanha deve ser a vivência da Fraternidad
e não uma simples campanha
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C:rPrnlo P Jro Huf Jno prrrril u nc m·,
I bonitas fant»tas apresenta -
das no Carnaval Infantil promovI
do pc J o clube na matIn@ de te rç:Í
fc1rn, cl1u 21l, i:o Loltd 15 (oliÕ
cu 1DlrlnH ru,·b<'r,,n cl,i dln•Lorl;;'
do clulH, hLJnlto,: pren011t0,i como
lumbrnn~a elo cr.r11.1v;Jl lnfunli J,
Lendo e]eu: Lunnu O, Acioly, Kci
tlnnc Mirnndn, h•ri111nda Cnbrcirn:­
Thuiná Abr<1710, S 11 viu Andrade, Ma
r!na da Nos, 'thafs Loureiro, .Je
sIca Saraleul, Ivana F. dnaMtota,
Talita Brás,, Vesa Freitas, Pau
lo Roberto CLJrreiu, Adrinno Go ~
mes, Bianca Dantas e Vanessa Go­
me, (Nas fotos ahulxo os premia
dos no c~n1t1v.ll lnfa11tl Ido GPR) :-
onde o Rdn1,!o do Moro [o! rru:sov!do, rct:1!,1.n 1nci­
dente de L'l'110r '.. proporçõ,•~ fíli télll'itr:ido, :•r;cn,rn
pPq11cr10s d<>~cntcndlrAJntor. <nl rc foi IÕ••'.. ::;,:,iG E-x,11-
CIHNAVM, INPINTTT, DO (;rt2MIO PEDHO ftUI'INO
CA 'NAVAL/95 EM BELA VISTA
tdos pelo excesso de bebidas, mas que rapidamente
foram contornados pelas equipes de repurana e pe-
1a turra do "dl'.'ix1-d isso".
OS PREMIADOS NO CARNAVAL IDOL'rO DO ffH!~H}_Q
Apear de nio ter promovfd este ano nenhu t!­
;,o de concurso para o carnaval adulto, a clirctorl1
do CGrmlo Pedro Rufino premiou o casal Al!ir Abel-
1., F·rl"cirn e CAsflda Ossuna e o bloco 'Irra d
Te rerê", de Bc-lla Vi5t.:l P,1r.,guol, por terem e de
tocado no c.,rn:iv,11 do Clube. O casa! AIdr e Ca .sII
d,, que reside:~ n,1 cidndc de t,;rugLJ11i1,l'l (RS), l<'v.1-
ram um prmio mais do que merecido, todos os anos
clcG porticip,10 do Carnaval do Grc:oio P<Jdro ltu(ino
e desta vez nio fol diferente, exibindo bonlt~H e
criativas fantasias tod.1s a~ noitc1, e> csp:,,lhando 2,
lcgria e animação pelo salão do clube. Parabéns.
( '
.r
)-
j l
~
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, ( · l ..
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r
- A
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a.4ia.
::· í')c.:::__,b
Al'llir ,, Cassildn, cils<.11 f0l1âo dest.1qu.o no Gr;ê,-:,Lo'".

...,_ I
J
O blo_co "Barra del Tererê" de Bella 'ista
Paraguai.
tambem recebeu um prêmio da diretoria do GPR.
CARNAVAL DE RUA DO "BICUDÃO" FOI SUCESSO
No tocante ao carnaval belavistense deste ano,
quem esta_de parabens pela corajosa iniciativ~, co
roada de exito por sinal, é o batalhador Lu·ilian;
Rajas, o "Bicudo"• que encampou a ide·i d ._
e
a e promover
um arnaval de rua aberto para toda
1
i
l i
a popu açao e
nv stense, r.iesmo sem contar com q h -
í · uase nen uc apo-
o • com excessao da. TR Distribuidora de Bebidas da
cidade de Ponta Pora. '
r
[_
Pobres e ricos, gente de
e credos, esqueceram os prob1::!:s as raças, cores
lia no Carnaval de rua do , • ~ e caira::i na fo­
f alto da rua Duque de C i 'bicudao", em pleno as­
ão, incorporando todo ax
1
as, no bairro Antonio J~
cão que faz do Carnav ~ e 1ma de alegria e anima -
sileira. Um ponto alt ª ª maior festa popular br;i­
destacada na promaçãoa:en~e positivo que deve ser
dão" é
O
f t d
O
arnaval de rua do "Bicu-
• a o e que durante
as matinês não foi rei as cinco noites e dE
sentendimentos mais~~ i
st
rada nenh=a briga ou de-
er os, coisa d
cer em eventos dessa • rara e aconte -
centração de pessoas ~tu~eza devido a grande con­
era totalmente gratuít enoo em vista que a encradn
ditou o sucesso da f a. promotor do evento cre-
esta e a pe f i i
nou no Carnaval de r r e ta ordem que re_
ua, primeiram • d
pois aos próprios foliões ., . ente. a Deus e e-
,. ;vil idade e de bo ' que dernm um exemplo de
m comportamento" afiruou o Bicud<'·

I
1'11,JílltA ''.f''.í('!l',I. í)I, ,i·I., Vt',1A
',! <.I<, 1 /li fi !li :; 11; i l'Al. il,. r:..z1.::JJA
!'IOR DE. TRITA, O
ano»
a, €
11an°
6move
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ap0
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CO·MUNICADO
A <;J"CIO-:T,IUA 'ltl'!Cj i'AL Ili: l'A/.1.'DA, ,J'l-,\1(.S '
SETOR DE l llf l:l:TJÇÃO, co:1l': LCA A l'Oi'l/1.JÇÍ l :-1 (.EJl,L
Ql'I•: os CA!l~lf:S no l.l'.T.l', DO EXEICfCJO f)f. l.995,s•:
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f Orientações Trabalhistas Urbanas e Rurais
Nem sempre o acordo é recomendável
Quando o empregado é condenado a indenizar o patrão
Reclamante ousados, profissionais da mentira, pedi­
dos abusivos e fantasiosos. litipincia de má-fé, fazem da nossa
Justiça do Trabalho uma verdadeira "indústria de reclama­
ções trabalhistas".
Para o empregado não há nada a perder e tudo o que
vier é lucro, razão pela qual apresenta um pedido altamente
considerável, na expectativa de levar o empregador ao de­
sespero e agonia, na certeza de que o mesmo aceitará qual­
quer acordo para estar livro do processo. No dia-a-dia, infe­
lizmente, é o que ocorre na maioria das vezes.
Para combater esse mal, o empregador deve contratar
Advogados especializados em direito do trabalho, para uma
excelente contestaçio e ótima instrução, visando ttazer a ver­
dade aos autos, o que valoriza a Justiça do Trabalho e contri­
bui de maneira especial para a disciplina interna da Empre­
sa.
Nem sempre o acordo é recomendável. pois um bom
profissional, uma boa contestação e uma instrução bem ad­
ministrada por um Juiz imparcial e firme, a questão pode ter
outro desfecho, como a que vamos expor a seguir.
O acordo na Justiço do Trabalho é recomendável quan­
do a reclamação é justa e •S pedidos são apresentados com
base cm cálculos verdudcíros, sem fantasias ou má-fé.
A imparcialidade e rigor de eficientes juízes, como Dr.
Claudinci Sapata Marques, da JCJ de Lins/São Paulo, valo­
riza a Justiça do Trabalho e faz com que tenhamos maior
confiança naquela Justiça especializada. Veja um trecho de
uma sentença proferida por aquele exímio magistrado.
IAG O -1 TENSI­
FICA CAMPANHA
-
DE VACII 1AÇAO
A possibilidade de dcscrcdcnciamento dos Estados de
Minas Gerais e ão Paulo do fornecimento dé carnes para o
Mercado Comutn Europeu tem aumentado a preocupação do
Governo e dos pecuaristas de Mato Grosso do ui. A afirma­
ção é do diretor geral do Departamento de inspeção e Defesa
Agropecuária (lAGRO). Helinton José Rocha. que aprovei­
tou paro fazer um alerta aos fazendeiros que ainda não vaci­
naram o rebanho contra a febre aftosa. Ele fez um balanço da
primeira etapa de vacinação.
a avaliação do diretor do IAGRO, as exigências do
Mercado Comum Europeu. tem servido para aumentar as
responsabilidades dos pecuaristas ul-Matogrosseiises. Di­
ante disso. ele não vê dificuldades no cumprimento da meta
estabelecida pelo ôrgào. "O nível de consciência dos produ­
tores, somado à vontade do governo tem gerado resultados
até animadores". Mesmo assim. o IJGRO vai intensificar a
campanha nesses últimos dias. A intenção é acelerar os pas­
sos para o fim da aftosa no Estado - que segundo Helinton
deve acontecer até o ano 2000.
O !AGRO prevê que no final da primeira quinzena de
março já tenha coletado todas as informações para uma aná­
lise mais detalhada dos resultados da campanha. Munido de
algumas estatísticas dos anos anteriores, Helinton apresenta
um quadro positivo a respeito do controle da aftosa no Esta­
do. Em 1986 foram registrados 179 focos: cm 93, sngiram
43 casos, já no ano passado, foram verificados apenas 21.
Essa redução traça um perfil significativo da ação do Gover­
no Estadual e da própria consciência dos pecuaristas.
CUIDADOS COM A VACINA
Para quem ainda não vacinou os bezerros de até I ano
de idade, o !AGRO está alertando para algumas precauções
no manejo da vacina. A temperatura tem que estar cm média
de 2 a 8 graus e descongelada. Após a vacinação, os
pecuaristas tem 15 dias para fazer a comunicação nos escri­
tórios do órgão, espalhados pelo interior do Estado.
"LITIGÂNCIA DF. MÁ-FF:•·
Alegando o autor. falta de cadastro no PIS, com a pos­
terior comprovação pela reclamada. do referido cad,htrn ( FI,
73-que diga-se já era de pleno conhecimento do recte.. atra­
vés de carimbo aposto cm sua CTPS), bem como, falta de
pagamento de abonos. cujo pagamento também foi posteri­
ormente comprovado pela reclamada (Fls. 120/121 - com
exceção de uma pequena diferença no nbono de maio/91).
além de outros pretensos direitos trabalhistas. julgados im­
procedentes, deduziu pretensão contra fatos
incontroversos (CPC, Art. 17, 1), o que o caracteriza como
litigante de má-fé.
Ademais, praticamente todas as pretensões úeduLid.is
pelo autor, foram julgadas improcedentes.
Logo, reputando-se o autor, litigante de m:.í-fé (CPC,
17, 1 e li), deverá o mesmo indenizar a reclamada cm valor
equivalente aos honorários advocatícios por ela suportados,
para defender-se cm juízo".
Decisão firme e eficaz! Parabéns Excelência!
BOLETIM
ORIENTAÇ
E PREVIDE
SuCES:O
Lançado cm janeiro próximo passado, o Inform-FAX -
Boletim de Informações Trabalhistas. Previdenciárias e Fis­
cais· Urbano e Rural. já é sucesso em todo o território naci­
onal, pela rapidez nas informações oficiais que são passadas
aos assinantes de todo o território nacional. O Informe-FAX
é dirigido pelo Consultor Trabalhista ANTE OR
PELEGRJ O, especialista cm direito do trabalho. autor de 7
livros sobre questões trabalhistas. editor da BIT-Revista além
de Professor de Cursos de Obrigações Trabalhistas Urbanas
e Rurais.
REME SA EMA AL PELOS CORREÍO
Face às precárias condições do sistema de telefonia em
todo o País, os assinantes tem optado pela remessa de Inform-
FAX, através dos Correios. .
Todas as semanas o Inform-FAX, leva até o assinante
informações úteis, atuais, e precisas tais como:
• As_ últimas informações da semana com resumo e comentá-
CONSULTA AO LEITOR
Leitor: Gostana de indagar ao Dr. Pelerino, se o em­
pregado não registrado tem direito a rescindir o contrato sem
conceder Aviso Prévio ao Empregador? Penso que não.
(GL.JM- Suo Carlos/'P)
Consultor: Em primeiro lugar, importante esclarecer
que não compensa manter empregados sem registro, pois os
riscos de uma devassa fiscal são iminentes. Está em vigor
uma Portaria do Ministério úo Tr::ib:dho. que admite a de­
núncia anônim:1. i,10 é. qualquer pessoa pode ligar ao órgão
do Minbti:rio do Trabalho e denunciar o empregador que
mantém empregados sem o devido registro em artenta e ou­
tras falhas no cumprimento das Obrigações Trabalhistas.
Quanto ao Aviso Prévio. pouco imporia se esteja re­
gistrado ou não, a pane que quiser rescindir o contrato de
trabalho, deverá avisar a outra com antecedência mínima de
30 (trinta) dias.
AL DE
BALHISTAS
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rios sobre as novas Leis. Portarias. Decretos. Resoluções etc ..
- Calendário das obrigações Trabalhistas. Previdenciárias e
Fiscais. da semana seguinte (PIS. FGTS. INSS. IPI. IRF.
etc..).
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Trabalho.
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Tupã/SP - FAX (0144) 42-4461- Telefone (0144) 42-3645.
PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO - PMDB
Diretório Municipal de Bela Vista-MS
EDITAL DE C
O PMDB - Parido do Movimento Democrático Brasi­
leiro, pelo Presidente da Comissão Executiva Municipal do
Municipio de Bela Vista-MS.. de acordo com o estabelecido
no Estatuto do PMDB e na legislação eleitoral vigente CO­
MUNICA que fará realizar CONVENÇÃO MUNICIPAL
com a finalidade de eleger os mandatários dos órgãos parti­
danos para exercício no biênio 95/97 e CO! VOCA todos os
seus filiados com direito a voto. quais sejam. aqueles que
contarem com mais de 6 (seis) meses de filiação com domi­
cilio eleitoral neste Município para pariciparem da mesma.
que acontecerá no dia 12 (doze) de março de 1.995. ás 09:00
, horas na sede da Câmara Municipal de Bela Vista-M.. sito
OCAÇÃO
à Rua Cel. Dias, número 554. nesta cidade, tendo como oh­
Jeto a segurnte matéria:
ORDEM DO DIA;
I - Eleição do: Membros do Diretório Municipal e ecti-
vos suplentes: resp
2- Eleição dos Membros do Conselho de Éi- D; ··];
P
·d• · . 1ca e 1sc1p ma
artudanos e respectivos suplentes;
3- Eleição dos Delegados à Convenção Estad al •
vos suplentes. u e respectu-
Bela Vista-MS. 02 de Março de 1.995
E:vil:ísio Nunes de Miranda - Presidente
INJAI.CTICI .

CERVEJA
PAIXÃO NACIONAL
.NA-Dis ntarctic