TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1730_08_06_1996 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1730_08_06_1996Número da edição1730Data de publicação8 de junho de 1996Número de páginas8GeoCoordenada -22.102932773413258 , -56.53393870628271 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1730_08_06_1996 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto " EL VISTIS NO: XIV N° ã7ão 08 DE JUNO DE 1.996 -EDITOR: iüLDo PEREiR -R$ 1,O0 Comandante Geral da Porteira Leilões informa PM visita o 3° Pelotão ,t ' ' • 1 Em frente ao prédio do 3º Pelotão PM. o Cmt. Geral da Policia Militar Prefeito Municipal Presidente 1 da.Câmara. Vereadores. Membros do ISECOM. Cmt. do Policiamento do Interior e outras autoridades e nridados que prestigiaram a visita 9, Na última terça-feira, dia 04, o Comandante Geral da Policia Militar do Estado, Cel. Francisco Libório da Silveira, acompanhado do Comandante do Policiamento do Interior-CP! • Cel. Roberto Pinheiro de Lima, esteve em Bela Vista para uma visita ao 3° Pelotão de Polícia Militar e ao Destacamento PM Florestal local. O Oficial e seus acompanhantes foram recebidos pelo Cmt. do 3' Pelotão PM, 1 º Ten. Alirio Villasanti Romero, pelo Prefeito Abraão Zacarias, Presidente da Câmara, Vereadora Orlanda Freitas dos Santos, Vereadores, Membros do ISECOM local, Comandante do Destacamento PM Florestal, Sargento Sovernigo, Delegado de Polícia Civil, Jair Bispo Evangelista, entre outros. Página - 06 Dia 10/06 - 104" Leilão Santa Rita - Bela Vista Tatersal Santa Rita da Porteira - 20 Horn, Dia 13/06 - 91" CARACORTE - Caracol Tatersal do Sindicato Rural - 20 Horas Dia 15/06 - 28" LEILOAJ - Antonio João Clube do Laço de Antonio João - 19 Horas Dia 17/06- 119" APACORTE - Béla Vista Tatersal do Sindicato Rural - 20 Horas Este Leilão é para colaborar com a realização da EXPOBEL/96 4 Porteira Leilões Rurais, trabalhando para o progresso de Bela Vista e realizando bons negócios para os produtores rurais. RAHA 1 DIDATO A VEREADOR li O Empresário Luiz Carlos Rahal é candidato à Vereador, isto, segundo suas palavras "se os companheiros do PMDB homologarem o meu nome na Convenção do Partido". Pela 11 lógica já está confirmado. Não resta a menor dúvida que Isto ocorrerá, Bela Vista necessita de homens com vontade firme, caráter e determinação, essas qualidades Rahal demonstrou durante todos esses anos, para muitos é um exemplo de trabalho e idealismo. . Dono de um curriculum Invejável, Rahal adotou Bela Vista no coração, aqui trabalha e cria os seus filhos, ao lado da esposa Maruce, nunca esmoreceu, apesar dos percalços, das armadilhas dos planos e da_ intolerância dos homens que não souberam enxergar a luz que brilha nesse moço humilde, mas determinado. Participou de várias entidades (Rotary, Grêmio, Belavistense, Associação Comercial e Clubes Esportivos). É o futuro Presidente do Rotary, eleito por aclamação, período de 97 /98. Parabéns ao PMDB por acolher em seus quadros LUIZ CARLOS RAHAL, e parabéns ao povo de Bela Vista, aos que souberam compreender Luiz. CONTA COM O APOIO DA TRIBUNA. Para isto estamos na luta, para incentivar pessoas como RAHAL a participarem do processo político. Voltaremos ao assunto. (PP) ' 1 } l Arroyo quer desenvolvimento aliado à Preservação Ecológica Temos em nosso Estado, vários ecossistemas, com características bem distintas, como o Pantanal, a região dos Campos de Vacaria, o Cerrado do Bolsão, etc. Cada ecossistema apresenta problemas peculiares e devem ser vistos de forma individual, objetivando a sua l preservação. 'SUPLEMENTO CULTURAL ] ,_ ~~ Creio que o grande 'problema com que todos nós nos defrontamos, é a adequação do desenvolvimento com a preservação, pois o exemplo que o mundo nos dá é péssimo, eis que nos países ditos desenvolvidos, a devastação foi de grandes proporções e, hoje, tiveram que tomar medidas para reparar os maleficios. Página - 02 I rroyo aliad ,. qu r desenvolvimento· Preservação Ecológica Temo, m nono ftado, virlos eossstemas, com caracter[stfcas bem dlstinta, como o Pantanal, a relao dos Campos de Vacura, o Cerrado do Bolsio, etc. Cada eco--fstema apesenta problemas peculia r, . e devem ter visto, de fora individual, ob.Jetl vnndo n tilHl pn 1i,e rv;1ç,io. - Crefo que o prande problema com que todos nós - nos defrontamos, é a adequaçio do desenvolvimento cen a preservado, pols o enplo que o mundo nos di, péssimo, els que uos países dito desenvolvi d, ... , a devastacuo foi de randes proporcoes e, ho i•, 1 Jv,-ram qu" L<lm,1r lll'·d1c'·•v. purn n•pnrnr os male IJ~in,,, l'or .:xt>mplo, (l Floresta Negra na Alemanha: ,; ,11tlflrlnl, 011 ,;ejo, foI plantada pelo homem.Nos I'.! 1.1<l<l!' t:nldoo , prlndpnJmcnl1• n11 regliio - 110rr", d,,a.m·i tou-s" tudo, obr lgando-os a replnntnnsn as florestas. Da mesma fora em retoes da Ásin , <lULrus <ln Europa, etc. [sílcs pnlncs, dltoo desenvolvidos, que usornru nhusar,1m do llnrnll, f,,:cm c,1rís1:drnnr. campanhas 8 DE JUNHO DE 1996 - • ~ -~ -~ ~ ~ ~ -r ........... ...,___._,_,.,~ --.;.,· FISIOTERAPEUTA· CREFITO 13081-F ~- apregoando a preservaçao, nas não com o significa do que nós entendemos, mas como slnôuiuo <le imohi liumo e rPtY-OC<'S!lO. f'rctt•ndt'r que qu:.ilq•wr ntivida de prcF .. crvncionJra:.1 seja enc:nr.1dü comn o "não fa: r.Pr", somente atende a interesses Inconfessivefs - de quem nos quer manter na trJutc coJdiçao de ter- ceiro mundo, • Dcr,t:1 fonnn, o desafio com que nos defrontamos, é conjugar de [onna h.1rmônicn o descnvolvinento e o progresso, cor medidas efetivas de preservação , sem contudo pern.inecen,10,; .Inertes, dc• iY.ando a na tu reza cumprir seu pnpel. t. perfeitome:nte possível : com o uso de técnicas adequadas, promover o desen volvimento alindo~ prcservaçio ecol~gica. A conservocio do solo, a uL.lllznçào de ticnicns agrícolas rnodcrnns, a Jnntnlnçiio de indÚ'itr!ns com absoluto controle, a pecuária racional siio atlvidn dcs perfeitamenlc cm sintonia com a preservação : dos recursos naturais. O plnnejamento urbano ade- • qundo, J>drccrto permitirá que a natureza não seja agredlda. I#e tf a ff##e3±8±210.8 % DR. HÉLIO RUIZ E DR. HÉLIO TADEU RUIZ 1 - - 1 Leilão de lmóve ·s Barr erindus DIA 14/JU~ liO f!-! S. PAULO URDJKOS - 12 PAHC.2LJS l'1 XlS RURAIS - o~ sm1CSTRi'TS l'lX/S 2LEM CAIS C7799,02E 7.J 1 ______ UL.JllJ..A_V.L'iI.Al1'1S-- - - - -· D)enom{nadas Fazend Ipune dei!it ando co o Rio Apa e Corrégo Taquarussi, contendo cana sede em made!ra c/180,00 m'; casa do erdor d energla elétrica c/1i,0, casa de capataz madeira c/70,00 n", alplo, cocheira (110,0o 1,1 manueIra (130,00 m), pesqueira à margem do .l Rlo Ap,1 (36,00 n) e cerca em todas as dlvisas ' de liites e invernadas com 5 ffoss de urae, o!atr.5. IJO e 5.6;5 do J~ CRJ Loc.,l, contato c Ag.Bela Vista/s, FONE: (067) 439- I4l. ta!s 149 Ir.1Óveü; (Aparcar:c>ntos, CnsCTs, F,1zc,n<l.is, h~I rcnos e Prédlo,; Comerc!.;is) er<1 SP, PK, RJ, l'.G: !la, se, RS, GO, PE, AI., DF, RS, GO, l'A, TO, MA,' A, AC, RN, sr:. Serão vendidos cm lcll~o públi co às 10:00 h em São Paulo na Av.PJulistn, 7)5 12 andi.lr. ACEITAMOS LANCES VIA FAX: (011) 5584-0405 lNFS: (011) 5589-7944 - Cnrvalho 1.l'ilÕe.s "Atendimento Fisioterápico nos seguintes áreas: Traumata Ortopcdin, Nourolagia, Reumatologia. Problemas Respiratórias, Estética Facial e Corporal Rua Monte ~ln,750 -§1255-1382 • 801llTO AJA/93@4a9448 VILMt Dt SILVA VERA LOUREIRO DE ALMEIDA OAB/MS 2574-B OAB - 2573 • B (CAUSAS CÍVEIS E CRIMIN AI§) RUA CUIABÁ, S/N • CEN'l'RO j ~ (067) 439 - 1290 BELA VISTA/MS 7%n055%7%@0fie7lã DR. MARCUS A. RLIIZ - "KARAY MBARETÊ" AUSAS CÍVEIS E CRIMINAI CONTRATOS-EXECUÇÕES (067)251-1012 e 251-2424 JARDIM/MS @fie29»si ·vera Alba Peíxoto Martínez (0AB/MS 3.842) Causas Cíveis • Trabalhistas e Agrárias Contratos • Inventários . Direito de Família 435-1322 m JOÃO/MS C[ÂUSAS CÍVEIS E CRIMINAjD ( RUA 14 DE NUH0,470 • CENTRO) ~ (067) 251-1012 • 251 - 2424 JARDIM/MS ,_ . ~ Ponte Fixa cm Mctala Plástica, Ponte Fixa em Metalo Cerâmica, Ponte Móvel, Clareamento Dentário, Aplicação de Flúor, Raio-X e Facetas Laminadas DR. LAUCÍO!O VALOEZ OE BARROS CRO 340-MS RUA TEN. BERNARDES,447 - ~ 251-14.1 • ' RES. AV. CEL."CAMISÃO ·'E 251-10Í9 ·j JARDIM :!MS- j _,. '.!! Revelações de Filme a aro +se1% ! rerodvcão de totos. tos /si t?' ,«j para casamento, aniversário "° E ""cu e reuniões. Para documentos ~- r :í?} •· J '"'':'., 1 e materiais fotográficos _ f ._ l Av. Duque de Caxias (erl' 1 frente a Prefeitura) g (067) 251-2412 JARDIM-MS 7etz3@t Dentisea Dr. José Ricardo N. Rodrigues "A Saúde começa ;nla boca, ,·11ide bem de seu sa"isoº Clinico Geral, Prótese, RX, Tratamento de Canal e Gengiva, Cirurgias em geral, Flúor, Ponte Fixa e Metalo Cerâmica, Clareamento Dental Horário: 2" à 6" Felra • 08:00 às 12:00 e 14:00 às 19:00 Hs Sábado • 08:00 às 14:00 Hs ulio Nº CARA.COL 1 Dr. Max César Lopes 0AB-MS6827 Causas Civis, Criminais e Especialmente Reclamações Trabalhistas Rnua Marechal Rondon, 426 - 1° Andar (Em dma Lio Arm.irinho e çula) n v."y Prepare-se, vem aí o Vestibular da UEMS - Unidade Jardim. CURSO: Ciências, Habilitação em Biologia INSCRIÇÕES: 27/05/96 a 11/06/96 no Correio de Jardim. A inscrição custa - R$ 35,00 DOCUMENTOS ECESSÁRIOS: Certidão de Nascimento ou Casamento RG I I Documento Militar, Título Eleitoral, Certificado de 2° Grau. OBSERVAÇÃO: Também aceita-se que. 'se faca Vestibular a Título de Experiênr!~ uivastes 4tatu@a@ ° Consertos de Aparelhos Eletrônicos em geral º. Assistência Técnica cm Antenas Par.ibólicas º GST de Som em Carro!? Rua Marechal floriano Peixoto, 1022 BairrJ)_Antq_nl_o Joãq_ -'lf? (067) 439-1215 1 . ~ BELA VJIS'fA / M&. :,... _- - _.;::,- TRIBSUR DA FRONTEIRA S!-SEMINÁRIO Fundado cm 20 de Fevereiro de 1.972 Propriedade da Rede Bclavistensc de Jornais CGC.MF 15.513.203/0001-59 __,. DIRETOR - EDITOR-CHEFE: Ivàlào Pere.irJ ,--------------------- SUCURSAIS: JARDl.M-RuJ 14 de:vlaio.342-fl (067)251-1669 BONITO - Rua Monte Castelo. fN CARACOL· A,-<'nidu Brasil, SfN ,1'101'<'10 JOJ.o - Praça Eug~nio Penzo. SlN . PORTO '.IURTlNHO - Ru:i Coronel Poncd::l(067J :!S: - !:'.:. TABELA DE PREÇOS: ASSINATURA ANUAL: R$. 60,00 ; ASSINATURA SEMESTRAL~ R$ 30,00 PREÇO DO EXEMPLAR: R$ - 1,00 __, OS ARTIGOS ASSINADOS NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL. ORIGHJA 15 ENVIADOS A REDAÇÃO NÃO SERÃO DEVOLVIDOS. ___,., AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564 1it (067) 439-1410 - FAX (067) 439-1544 ; BELA VISTA. MS __.., ) 1 +JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA- B ISEMANARIO G8 DE JUNHO DE 19 96= LIVRO MOSTRA TRILHAS DE "GRANDE SERTÃO: VEREDAS" No livro "Nas Trilhas do Rosa"( I 08 páginas, R$ 26, 00), recém-lançado pela Editora Scritta, o Jornalista pau listá Fernando Gran to re ela importantes detalhes da principal obra ele Guimarães Rosa - "Grande Sertão - Vereadas", qve este ano está completando 40 anos ele publicação. Granato e o fotógrafo Walter Firmo percorreram as trilhas do romance pelo sertão de Minas Gerais mais de quatro décadas depois da viagem do escritor. Eles encontrar.n vários personagens - alguns idosos, mas ainda lúcidos - e algumasfa;:endas, bem preservadas, visitadas pelo romancista Por Hugo Almeida - Agência Estado Durante dez dias, cm maio de 1952, Guimarães Rosa (1908-1967) acompanhou a cavalo um grupo de vaqueiros e seiscentas reses, num percurso de 240 quilômetros. Médico e diplomata, Rosa tinha na época um livro publicado "Sagarana", de 1946. MUNDO POÉTICO - Já no primeiro dos 14 capítulos de "Nas Trilhas do Rosa", o leitor entra eno mundopoético de Guimarães Rosa. Manuelzão, de 91anos, o mais famoso vaqueiro - personagem, recebe o repórter e o fotógrafo num dia de má notícia para ele, mas não deixa de conversar com os dois. É um início inesperado. No quarto capítulo, a surpresa é Bondóia, o poeta do grupo de boiadeiros. Em "Ave, Palavras" (1970), Rosa transcreve versos inteiros dele. E o último capítulo de "Nas Trilhas ... " parece filme. • Para fazer a viagem e o livro, Fernando Grana to usou como guia as cadernetas do escritor - hoje no acervo do Instituto de Estudos Brasileiros, da Universidade de São Paulo, Grana to ouviu de vários personagens relatos fiéis às anotações de Rosa, além de apontar na obra do escritor mineiro trechos quase idênticos aos das cadernetas. O leitor acompanha, no livro de Granato e Firmo, o nascimento de "Grande Sertão: Veredas". PASSAGENS CURIOSAS - Há passagens 'curiosas, como as lembranças de um casal que hospedou Rosa. "Ele jantou aqui nesta mesa, conversou muito e, depois, subiu a escada,com um copo d'água e a lamparina na mão", disse dona Antonieta, mulher de Juvenal Correia. "Foi para este quarto, deixou a lamparina aqui nesta mesa, deitou nesta cama". Francisco Guimarães Moreira Filho, primo de Rosa, tinha 14 anos quando o escritor ajudou a conduzir o gado de seu pai." Andávamos de jipe por essas paragens e o Guimarães dizia brincando que era o melhor lugar do mundo, não fossem tantas porteiras para abrir", afirma. Com belas fotos e bem escrito, "Nas Trilhas ... "vai encher os olhos até de quem ainda não leu nada do autor de "Primeiras Estórias"(1962). Trabalho simples e competente, é uma ótima reportagem literária, de leitura leve e cativante, como uma boa novela. BlNDÓIA, O VAQUEIRO-POETA (trecho de "Nas Trilhas do Rosa") Em Andrequicé, seguimos para a casa onde mora outro vaqueiro da expedição de Guimarães Rosa de nome Raimundo Ferreira do Nascimento, $ a conhecido como Bindóia. Vamos sem Manuelzão. Resiste até boje uma certa. rixa entre os participantes daquela viagem. Há queixa que só Manuelzão teria ficado famoso. Bindóia conta que Manuelzão inventava histórias. Dizia que para aparecer na televisão ou em jornal era preciso pagar. Além disso, declarava que, naquela expedição do João Rosa, so ele, Manuelzão, seria inteligente. O resto, tudo matuto. Bindóia mora num rancho logo em frente do local onde houve o segundo pernoite na expedição de Guimarães Rosa, na casa que foi de um certo Geraldo Tancredo. Em 1952 eles levaram sete horas de viagem da Tolda até Andrequicé. Chegamos depois de meia hora de viagem de carro, por uma estrada empoeirada. Bindóia nos recebe com chapéu na mão. Dirige-se até o alpendre, onde sentamos para mais um café, fraco, com muito açúcar, à moda sertaneja. O velho vaqueiro, que ia na cabeceira da boiada, e provocou caJ riosidade cm Guimarães Rosa por andar descalço com uma espora amarrada no calcanhar, conta que era o poeta do grupo, responsável pelas modinhas cantadas. Divertia a todos e topava tudo. Menos comer o toucinho do feijão, porque desde aquela época já tinha estômago fraco. "O doutor João Rosa anotava tudo que cu falava e dizia que só com meus versos dava para escrever uns dois livros", conta Bindóia. Pedimos para relerbrar algum verso e ele dispara: "Meu cavalo é minhas pernas,/ e meu arreio é meu assento./ Meu capote é minha cama/ e meu dinheiro é meu sustento". Esses versos encontram-se num livro póstumo de Guimarães Rosa, "Ave, Palavra", com apenas uma palavra trocada. Rosa trocou "dinheiro" por "perigo". Bindóia desconhece esse fato. Fica ainda mais eufórico quando conto (Trecho de 'Nas Trilhas ..."- Pág. 38/40 - de Fernando Granato). OUTROS LANÇAMENTOS CURAS ANGELICAIS- Livro com depoimentos de pessoas que garantem terem sido tocadas pela "presença angelical" cm situações drmaáticas. A própria autora, Eileen Elias Freeman, conta que, há alguns anos, ao ser internada para submeter-se a uma cirurgia, sofreu forte reação alergica a um antibiótico. Ela diz ainda que, depois de rezar a Deus, foi "visitada por um anjo"e, uma hora mais tarde, começou a melhorar. Lançamento da Record/Nova Era, tradução de Ricardo Aníbal Roscnbusch, 240 páginas, RS 15,90. A SABEDORIA NO TRABALHO / Livro destinado a ajudar o leitor a enfrentar os desafios no seu trabalho diário, por meio de uma técnica simples de utilização de moedas, semelhante à usada no 1 Ching. São 200 pequenos textos com orientações sobre como tirar o melhor proveito possível de determinadas situações. Autora: Patrícia Wisdom. Tradução de Ann Mary Fighiera Perpétuo. 126 páginas, RS 9,90. Record/ Nova Era. • Acaso Sou o Guarda de meu Irmão? John Edgar Wideman (o próprio autor) e seu irmão mais novo, Robby, foram criados pelos mesmos pais, no mesmo ambiente, o gueto negro de Homewood, em Pittsburgh, Pennsylvania. Mas hoje, John é um professor universitário e consagrado novelista; Robby está na prisão, cumprindo prisão perpétua por assassinato. Em Acaso sou o guarda de meu irmão?, John procura uma resposta. "Por que Robby está rás das grades, por que cu estou aqui?". Duas vozes são escutadas ao longo do livro: a de John, moderada, analítica, sensata e profundamente angustiada; e a de Robby, contestadora, corajosa, mas doentia às vezes. Juntas, estas vozes criam uma obra que é vital no seu comprometimento e profundamente chocante. John Edgar Widcman é um dos mais importantes novelistas dos Estados Unidos. Ganhou o prêmio PEN/ Faulkner em 1984 com a Trilogia Homewood: Damballah, Hiding Place e Sent For You Yesterday. Foi professor de inglês na • t» Universidade de Wyoming e agora leciona na Universidade de Massachusetts, em Amherst. Acaso sou o guarda de meu irmão? John Edgar Wideman. Tradução de Cid Knippel Moreira. Romance. 318 páginas. Preço: RS 21,00 Receba o seu exemplar em casa O LECTOR circula gratuitamente em livrarias e centros culturais. Como a procura é grande, a saída do Jomal é sempre rápida. Se você deseja recebê-lo em casa, para garantir a sua coleção, escolha um de nossos planos e faça uma assinatura. enviando os seus dados com um cheque nominal à Protexto Comunicação Ltda: Av. Nosa Senhora de Copacabana,1018 - Sala 906 - Rio de Janeiro - RJ - CEP: 22060-000. Se preferir, você pode nos enviar, para esse mesmo endereço, via fax, uma cópia do certificado de depósito na conta da Protexto Comunicação, n" 114213 Agência: 0066, do unibanco-RJ. Caso você queira dar uma assinatura do LECTOR de presente, envie-nos os dados pessoais do destinatário. Mandamos o Jornal para todas as ·idad b ·1 • o · · • · c1 a es rasteiras. prmero numero pode acompanhar uma mensagem sua. Outras informações: TELFAX (021) 247-6191 . Telemensagem: (021) 532-0770 - C6digo: 500-076. E se você ainda não leu as entrevistas anteriores do LECTOR faça logo o seu pedido antes · , r, • , · que o nosso acervo se esgote. Já foram nossas capas, por ordem de publicação: Nlida Piion, Fernando Sabino, Ly gia Fagundes Telles, Zuenir Ventura, Paulo Coelho, Joel Silveira, Sylvia Orthof, Ziraldo, Zélia Gattai, Lya Luft, Josué Montdl ·Jus&LviGoldfurb. -.: : • '» ' ' ' " Ioelose uz io) darli, coordenador do prêmio Jabuti. Todos eles e muitos outros, esperam por você. ASSINE O JORNAL DE QUEM LÊ Semestral: RS 18,00 - Anual: RS 28,00 N. . " a- '' iumeros Anteriores: RS 3,00 cada 111- - TERROR NO Debandaram com os carrões. Apenas um fi ou. Bernardo, 18 anos, filho do proprietã rio da empresa de ônibus que fazia a linha 'arandazal-Rio das Almas e para a capital. Ingressara na turma apesar dos protes - tos do pai, homem ligado à Igreja, inte irante da Pastoral da Família, rico, justo -! cJ,i grande conceito. Respeitado na comnuni dado o Osório Rocha. - O coroa está completamente fora de intonia, careta, isso tudo faz parte de ser jovem, não fazemos mal à ninguém! Ber nardo p nava em voz alta, atraindo para si a atenção do que passavam. Lembrava-se dos comentários do pai, an L or ; de sair: - Meu [ilho, abandone a companhia claque los jovens da Marambaia, são viciados, o vício leva à degradação do corpo e do espi rito. O corpo é o templo divino e guardião do espírito, só com a harmonia poderemos - encontrar a felicidade. Cuidado, falo para o teu bem. Aquelas palavras soavam como grego. - Não tem nada não, pai, só nos diverti mos, o povo fala demais, nosso negócio e só curtição. PS, o senhor não vi, estou a té trabalhando! E estudando! O pai se retirava, resmungando - se is so é trabalhar! Ir na empresa, duas horas por dia, conversar fiado com as funcionári as e motoristas, esse menino não tem jei = to. Até trancara a matrícula na Faculdade. A mãe era a culpada, sempre tolt~ante, per doando, protegendo. - Mas as palavras do pai não cairam nova zio, o rapaz se questionava, algo de novo se processava em sua mente, certo ou erra do? Normal ou anormal? Na volta para casa pensava na experii~ eia de Marcus. - Se não quiser entrar não entro. E pron to. Ninguém vai me obrigar. Respondia ele mesmo às perguntas de seu inconsciente. Fumara uns baseados, algumas vezes, em companhia de Nininha, mas nunca experimen tara drogas pesadas. Antes das 10 horas todos estavam na por ta da Marambaia, carros e motos, Bernardo entre eles, no seu carro Nininha e Pat. Ni ninha puxava fumo, cheirava pó, topava qualquer parada. Pat não, nunca havia par ticipado de uma festa de embalo, mas a ami ga a induzira ao uso da maconha. O povo comentava. Quem diria! A filha da proprietária da melhor escola da cidade viciada em drogas! Mas não era viciada, fumava o baseado nas noites de baile e discotecas. Defendia, a te na escola, a liberação da maconha. Um desastre, a mãe queria morrer. Depois que o Deputado Rosenildo importara algumas se mentes de maconha para fins medicinais e industriais, o debate a respeito da libera çao aumentara. Ganhara força. Linda, de uma beleza angelical, olhos verdes, corpo escultural, cabelos castanhos, falava baixo, voz rouca, diferente e vir - gero. Por convicção. Isso deixava a·rapaziada louca, cobiça díssima. E surgiam as piadas. A todos respondia com sorriso e ocomen tário: • . - Não estou pronta, ainda. Quando tran sar será por amor, sou contra modismos. Mas acompanhava a turma por modismo. Mesmice'. O querer ser igual. - Direção à loucura, à curtição total, varnqs nessa pessoal. Gritou Marcus. Foram para o Bosque, a uns 40 km da ci dade, reserva florestal, com muitas árvo - res, jardins e o riacho que corria mansa - mente, poético, em direção ao rio das Al mas. A comunidade zelava pelo meio ambien te, a consciincia·ecológica era· um fato. Um exemplo. Se Carandazal era a cidade dos ri c9s, Rio das Almas considerada periferia , ali a maioria dos moradores eram funcioná rios das usinas, das lavouras e canaviais. Viviam com relativo conforto. Era dali que saiam as gangs, os jovens marginais que a- terrorizavam a região. . O Bosque, à noite, tinha aparência fan tasmag@rica, sons de animais, sapos, gri los, _pios de coruja,. ruídos estranhos (sa be la Deus de que!) quebravam o silêncio Por alguns instantes ele voltava, o silên cio, a natureza permanecia muda como se es tivesse à espera de algo que a razão no explica e a lógica confunde. Fica a sensa çao de algo anormal. Para um sensitivo o mal estava à esprei ta. Comentava-se na região que era no Bos que que.os Malditos se encontravam para su -:: reun.1.oes, a fantasia· falava mais alto e diziam que nessas sessões invocavam as for ças do mal. Faziam até sacrifícios humanos:- Pouca gente tinha coragem de·frequintar o Bosque à noite, era temerário e atraía manifestações sobrenaturais, dizia o "Ve - lho". E soe o loca 1 do cncon tro da turma da Marambaia para a "experiência". Ingênuos, irresponsabilidade dos jovens, sozinhos temiam até o quintal ele suas casas, em grupos e dopados, enfrentavam a tudo e a todos, numa demonstração de falsa cora - gem, eles que não tinham coragem nem para viver uma vida normal. Viviam de momentos, de sonhos, (ou pesadelos?) provocados pe las drogas. Acomodaram-se todos ao redor de seus carros, agrupados, numa clareira circunda da por pés de flamboians, bancos, churras queiras, era um dos locais preferidos para piquiniqucs com a família, de dia. Marcus tirou do porta luvas, um pacoto uns 2 kilos, - é para hoje, amanhã e duran te a semana, não vamos exagerar - falava rindo, olhos esbugalhados. Colocou em cima de um banco e iniciou o processo alquímico, explicando sem que ninguém entendesse, nem queriam entender, da mistura surgiu uma pasta, grossa, mal cheirosa, depois passou na língua e tomou junto - com um gole de conhaque, segundo ele podia se utilizar CE nhaque, uisky, pinga, menos a cerveja. Vários jovens fizeram uso da pasta, dei tavam-se nos bancos, nos capSs, outros no chão. A "bomba", como dizia Marcus, caneça va a surtir- efeitos. Risos, gritinhos, uns desmaiaram, outros sairam andando pela ma ta, conversando sozinhos. - Como é, Bernardo, vamos nessa? Deixe de caretice. - O meu negócio é outro, tudo bem, fico na minha. Respondia à voz pastosa que se ouvia no escuro. Suavemente Pat se aproximou, com um pou co da "Bomba" nas mãos e um litto de wisky. - Experimente, eu já experimentei, é le gal, a Nininha está prá lá de Bagdá, ficou com o Tuinha, foi pro mato. A garota passou-lhe a pasto dando-lhe um beijo, suavemente, no rosto. - Tudo bem, vou nessa com voei. Era alucinado pela menina. O efeito da "bomba" deixou-os alheios a tudo, sussurros, amassos, risos, choros, os sons se confundiam, uns cantavam, algu mas das meninas tiraram as roupas, ficando só de calcinhas. Os jovens acompanhavam Não perceberam quando, saindo do nada, vin dos dos fundos do Bosque, silenciosamente, vários rapazes apareceram na clareira. To dos integrantes de uma gang de Rio das AI mas, roubavam e estupravam, se escondiam na região, lá prás bandas da estrada velha para a capital. A Polícia os; caçava à meses. - Festa da pesada pP.ssoal, tamos nessa, fumo, mé e muita mina, queremos participar também. A voz fanhosa do negro Ticão soava como as trombetas do Apocalipse. Alguns dos rapazes correram para o ma- to, gritando, outros conseguiram entrar nos carros, nas motos, saindo a mil por ho ra. Era uma loucura. As meninas, puro ter= ror, berravam desesperadas. Os rapazes que ficaram tentaram. dialogar, conversar com os marginais. Ofereciam as meninas, a "bom ba". Covardes. Doados. - - Prá que dividir, se podemos ficar com tudo. Negócio seguinte: os frangotes se mandam, rápido, deixem as meninas e o fu - mo, ou seja lá o diabo que for. Falava Ti cão, ameaçador, 3 na mão direita enquanto a esquerda distriouia tapas. Bernardo, ainda lúcido, tentou intervir, reagiu, cairam de pau em cima dele, deixa ram-no desmaiado. Não tiveram piedade, apesar dos pedidos das meninas, foram para cima de duas delas que estavam nuas. Dopadas, choravam baixi nho, gemiam, passavam de mão em mão. OUtras paralisadas, pelo terror. Ouviram-se tiros na noite. Gritos e ge midos. Risos. Gargalhadas. Passaram-se mais de uma hora. Um dos jovens, que conseguiu fugir, ao chegar na cidade avisou a Polícia e os fa miliares. O Delegado demorou a atender, co mo sempre, o Dr. Roberto de Souza estava às voltas com o seu jogo preferido, o truco. Recl·amando, abandonou a mesa de jogo e saiu com dois investigadores e quatro Poli ciais Militares, em duas viaturas, demora= ram uns 30 minutos, a gang não estava mais no local. E o pior, levaram com eles três meninas, Nininha, Pat e a filha do Verea - dor Zaqueu, Lúcia. Dois dos rapazes, Marcus e Fefeu, feri dos, com tiros nas pernas e nos ombros; Ber nardo, todo quebrado, encostado em uma r vore chorava igual.à criança. Várias meninas cobriam os rostos de ver gonha, outras riam e choravam ao mesmo tem po, ainda sob os efeitos da "bomba". Eiii BOSQUE seguida chegaram os pais e a ambulância, to dos foram para o Hospital geral, onde os médicos foram proibidos de darem quaisquer informações. Era para manter sigilo. Noite de dor, escândalos, loucura e ter ror. A primeira providência do poderoso Dr. Nereu foi a de calar a imprensa, o jornal da cidade - não publique nada, vamos aguar dar. Falava com autoridade, afinal sua fi lha, Crls, estava entre os jovens. Chorava muito, o pai mais preocupadc com a imagem do que com a filha, afinal e ra o candidato à Prefeito Municipal. As mães de Nininha e Pat, desesperadas, pediam providências, ameaçayám, xingavam o Delegado, como se ele fosse o culpado. Ti veram que aplicar calmantes nas duas. A Policia de Carandazal e das cidades vizinhas procuravam os marginais, até peões das fazendas e braçais dan Usinas sairam à caça das feras. Fizeram cerco nas estradas, eles haviam fugido em dois car - ros, pertencentes as vítimas, mas nada de encontrá-los. A cidade ficou em polvorosa. Dois dias depois as jovens foram encon tradas. EDITAL Pelo prcsentr Edital, nos termos cstabrlrc! dos pcla Lcg!clacão El!toral v!gnt, ficam convocados os Senhores Membros do Diretório Mu nicipal do Partido da Social Democracia BrasI leira (PSDB), os Vereadores filiados ao Parti do no Município, para o Convenção Municipal do Partidoda Social Democracia Brasileira, a rca- li1zar-se no próximo dia 16 (Dezesseis) de ju nho de 1.996, com início às 8:00 horas e ténni no às 17:00 horas, tendo como local as depen - dêncfas da Ciirnara Municipal de Jardim, sito o Av. Duque de Caxias N2 208, nesta cidade de Jardim, com a seguinte ORDEM DO DIA: a) Apreciação e votação de proposta de coli gaçao para as Eleições Majoritárias e Proporei onnis de OJ de outubro d 1.996; - b) Escolha dos Candidatos do Partido para - as Eleições Majoritárias e Proporcionais, de 03 de outubro de 1.996. Jardim-MS., 05 de Junho de 1.996 Ver. Renato Ferraz Presidente do Diretório Municipal do PSDB EDITAL DE CONVOCAÇÃO O Partido d: Social Democracia Brasileira - PSD3, d Guia Lopes da Lagunn-ns, de confornid_:: de com os Artigos 19, 32 Inciso I Letra B, c 95, do Estatuto do Partido, convoca os Membros do D ire tório Municipal parn deliberar a seguinte - pata: - Escolha de candidato a Prefeito e vi cc-prefeito; - Escolha de candidatos a Ver0ado res; - Decidir sobre alianças e coligações coo outros partidos políticos. Convencao Municipal a ser realizada no dia - 23 de Junho, no horário dos 08:00 às 17:00 ho ras, no Plenário da Câmara Municipal - Guia Lo pcs da Laguna. GERALDO PESSANHA CARVALHO Presidente do Diretório Municipal do Partido da Social Democracia Brasi leira - PSDB - Guia Lopes da Laguna. EDITAL O Presidente do Diretório Municipal do Par ido Trabalhista Brasileiro, PTB, ae Ira± , Estado de Mato Grosso do Sul, na formo da Lei vigente, e de acordo como Estatuto Par!dá - rio, CONVOCA os convencionais habilitados para o Convencao Municipal, à realizar-se no dia 16 (Dezesseis) de Junho do corrente - 900 hora d, ,- ano, as as, nas pendências do Prédio da CARA MU N I C I P AL DE J ARD I M - S, st A " " - xias, nesta cidade' ":o a v. Duque de Ca- - -- de Jardim, que se prolonga- [,,j$?"; 17o eras, +s icinscroe6is is. assuntos A - Escolhn_dc Candidatos::,. Vereadores· ,,,"ovacis as co1teascGss co ss±os'sr- C - Outros assuntos de int os. cresse Po.rtid5ri- Jn.rdi.ro-MS. • 05 de Junho de 1.996 EDMILSON BRUM ESCOBAR PRESIDENTE DO DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PTB ·ORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA-= BISEMANARIO 8 DE JUNHO DE 1996 Bella ista Norte Telma Medeiros Loureiro En este dia entrevistamos ai renomado médico Cirujano Dr. Milciades R. Schupp Medina pr. Schupp nos cuenta un poco de su estória: R. Yo estoy viniendo de Ciudad de Leste, dond fui médico y egresado de la Faculdad de Medicina de la Universidad Nacional de Asunción, donde estuve hasta el ano de 1975 haciondo cirujia en la Faculdad de Medicina y después me fui a Ciudad de Leste, en Alto Paraná, donde trabajé por espacio de veinte ano. Porque veniste para Bella Vista Norte? R Y por diversos motivos, verdad? Me llegaron a conbencer que tenia que sair dei Alto Paraná y buscar otro lugar más tranquilo, un lugar carente de médico, un lugar que oy conozco, donde residen mis familiares. Muy cerca de aqui ostan mis padres y entonces volvi acá ahora, así como me fui ai Alto Paraná, cuando habia muy pocos médicos y hoyu estoy llegando en Bella Vista con idea de quedarme a trabajar acá. Cuando !legaste en Bella Vista Norte como encontraste el sistema do Salud Pública? A• Bueno, la salud de una comunidad, sabemos bien, que está administrado envárias formas y está a cargo dei Ministério de Salud Publica y Bien Estar Social acá nel Paraguay y después están los colegas médicos que se han dedicado a la medicina privada. La situación de Bella Vista Norte és un poco diferente; tenemos un Centro de Salud que tiene un médico que está viniendo de Bela Vista, Brazil a trabajar acá en el Centro de Salud y dcspués a no hay nada. En la mayor parte del dia Bella Vista no tiene ni un solo médico ni en la medicina privada. Estan yendo todos ai Brasil los pacientes dei Paraguay. Y a la vez, una gran ayuda que hacen los colegas brasileiios por nuestros 1 conciudadanos, puesto que aqui no hay infraestrutura ni colegas quelos pueden atender. Y el Gobierno del Paraguay, que lo que pretende hacer con esta situación? A· Bueno, yo no sé la idea. No puedo juzgar que idea tiene el Gobierno. La administración de la salud acá depende de la región Sanitaria de Amambay. En Pedro • Juan Caballero esta la región Sanitária y de ahi se administran los otros Centros de Salud. Y este Centro de Salud realmente esta con esse problema. Parece ser que no hay colega que quicre quedar acá. Pasaron rnuchos colegas por el Centro de Salud y hoy dia este en essa crise. Y no sabemos hasta cuando ... realmente, el Centro necesita una asistencia pennanente con una mlnima infraestrutura para-atender los casos graves, y los oiros, que acá no se puede atender, hay que transladarias a oiros lugares, ya sea al Brazil o el mismo Paraguay • Pedro Juan tiene muy buena infraestrutura. Solo que esta alejado com 76 km de caminho muy dillcil de recorrer con un enfermo. Pero, en este aspecto y0 vuelvo a repetir que el hospital dei Brazil esta realizando un trabajo rnuy importante para con los paraguayos. lue lo que usted espera de Bella Vista Norte? R - Por lo que se esta vendo, Bella Vista és una ciudad que está comenzando a progrezar de forma rápida en estes últimos tiempos y yo espero una especativa de que esto siga cresciendo en todo sentido, en el aspecto comercial, de la salud ... Que nuestras autoridades pongan, quizá, mas atención y doten de menor infraestrutura también para que el médico puede venir a trabajar. Por que algun medico que quiera venir y viene a ver una enfraestrutura muy precária también ve la posibilidad de venir a begetar y de quedarse muy atrasado con los aspectos de los avances médicos, no puede realizar sus trabajos. De manera que todas estas cosas son espectativas y quiá ya la ciudad evolucione. A medida que la ciudad evolucione la sociedad se vuelva fuerte eso también és una presión para que la autoridad dote de comodida a todas las instituciones públicas. Gracias a Dias, las otras instituciones están bastante bien. Hay servicio de água potable, através de CORPOSANA, la ANDE funciona bien, la ANTELCD también y realmente, hay que reconocer, el servicio de Salud es el que está más atrasado de todos. Las últimas palabras para el pueblo de Bella Vista ... R- Y para el pueblo de Bella Vista heterogeneo, paraguayos y brasile Nos que viven acá, creo que hay que alertarles a una convivencia pacífica mancomunada de paraguayos y brasileNo, trabajando muy bien, fonna muy tranquila. Ojalá que esta siga asi! Y que se progrese junto como toda la frontera. Baile Show Ayer se realizó la fiesta esperada por todo los bellavistenos el Baile Show con el Conjunto Musical Grupo Show Madrigal y el Pato Record Show. Esta fiesta hace parte de la gira que rcalizan por todo el Norte dei País. Ellos estan conquistando cada vez más un gran número de públicos. La orquestra esta integrada por cinco jovenes que se le consectuam la número uno dei país en la musica tropical. Hoy e! conjunto estarán transladandose para Pedro Juan Caballero - y así culminam su gira. WASMOSYEN BELLA VISTA EI Presidente de 'a República, ingeniero Juan Carros Wasmosy, estuvo de visita sorpresiva ai sábado, 1°, en Bel la Vista Norte acompanado de los empresarios, ingenieros y arquitectos de una importante cadena mundial de hoteleras, responsables por el investimiento dei Hotel Casino, cinco estrella, en nuestra ciudad. Quizá, este proyecto sea el início de tantos otros que vengan a traer el desarrollo para la región dei norte dei Paraguay. MEDIO AMBIENTE Se festejó em miércules, 5, el dia del media ambiente, nel Paraguay. La sociedad cada vez más exije aciones de los programas de protección del media ambiente, para mejorar la calidad de vida. Atualmente, aún que sea poco, los ciudadanos paraguayos buscam la conciencia de la preservación de los recursos naturales del media ambiente. l .. 1 '·· DAN YNovedades #toa o»fecetonas I CASA "RAMIREZ" 7 Artículos P/ Regalos Perfumes, Juguetes y Tejidos En general Ramos Generales COLCCI- WRAGLER- FÓRUM- ZOOMP MARTEL -VAN- HEUSEN . 038-307 439.1839 FAX:316 VES /TLARET F0N0S: 038-293 V Lomas Valentinas y Yatayty Corá Lamas Valentinas - (038) 242-205 Relia Vista Norte Paraguay Callc Lamas Valentinas,367 - 038-221 Bella Vista Norte - Amambay - BELLA VISTA - PARAGUAV [CASA LINO ELECTRONICOS - COSMETICOS JUGUETES - REGALOS Calle Lomas Valentinas Bella Vista Norte - Paraguay Eva Confecções "Onde você compra mais barato" Roupas Infanto Juvenil e Adulto Cama/Mesa e Banho - Tecidos cm Geral Rua Barão do Triunfo. SINº 1 próximo 1 [$cota Joaquim Mur 1 ~nho) . 11 BELA VISTA · MS rasi cAsA BRITEZ Artículos Nacionales e Importados 038-365 I2439-1278 (Brazil) BELLA VISTA NORTE FAX: 038-265 PARAGUAY SERVICENTRO RIOMAR S.R.L. (POSTO) EEB» TELEFAX 038-247 - 038-212 Av. Gral. Samanieg0,268 - Bella Vista Norte· Paraguay Publiciclad y Propaganda en esta columna llamar ai-ir 439-1410 JORNAL. TRIBUNA DA FRONTEIRA- BI-SEMANARIO 8D E JUNHO DE 1.99% Corilándilllte Geral· da· PM visita o 3° Pelotão }a última tera feira, dla 04, o Comandante Ge ral da Polfcfa MIlltar do Estado, Cel.Francisco LI bár fo da S1lveIra, acompanhado do Comandante do Po lIclamento do Interior - CPI - Cel.Roberto Pinhel ro de Lima, esteve em Bela Vista para uma visita - ao 32 Pelotão de Polfcla MIlitar e ao Destacamen to l'H l'loreutnl locnl. O oficial e seus acompanhan tes foram recebldos pelo Comandante do 32 Pelotão P', I9 Tenente AlIrlo VIllasantI Romero, pelo Pre feito MunlcIpal Abraão Zacarias, Presidente da Ca mara Municipal, Orlanda Freitas dos antos, Verea dores, membros do ISECOM local, Comandante do Des tacamento PM Florestal, Sargento Sovernigo, Deleg; do de Policio Civil Jair Bispo Evangelista, entr; outros. O Ccl.LlbÓrio passou em revista ao efetivo lota do no 39 Pelotão PM, fez vários esclarecimentos aos policinl1, sobre a atual situaçiio da Polícia Mi litar como um todo, conversou com os membros do - TSF.COM local e com o Prefeito Municipni Abraão Za carias, em seguida, acompanhado de todos os presen tcs, visitou o imponente prédio do 3Q Pelotão PM: que está passando por reformas, graças a um convê nio firmado entre a Prefeitura Mun:lcipal e o Gover no do Estado. Posteriormente o Comandante Geral dâ PM reuniu-se com o Prefeito Abraão Zacarias no Pa ço Municipal e também visitou o Comandante do 10g RC Me, Tenente Coronel Paulo !la Silva Magalhiies , na sde do Regimento. Entrevista à Imprensa Na visita ao 3g Pelotão de Polícia Militar, o Comandante Geral da PM concedeu uma entrevista aos órgãos de imprensa da nossa cidade e da vizinha Bella Vista Paraguai, abordando diversos assuntos relacionados à atuação da corporação em nossa regi ão, que lhe foram colocados pelos repórteres. Inicialmente o Gel.Francisco Libório da Silvei ra teceu comentários sobre a atuação da Polícia Mi litar em Bela Vista, disse que tem acompanhado ó trabalho do Comandante Villasanti e dos seus coman dados través de informações do Comando de Policia mento do Interior, de autoridades locais e membros do ISECOM que vão à capital, "elas são as melho res possíveis, apesar de todas as dificuldades en~ frentadas, numa demonstração que a propalada cri se niio tem sido obstáculo para o bom desempenho dos serviços pela corporação aqui em Bela Vista" , afirmou o Comandante Geral, que também disse-se sa tisfeito com a postura e apresentação da tropa qu; integra o 3Q Pelotiio PM. n RECIJRSOS HUMANOS Indagado a respeito da possibilidade de se au- mentar o efetivo do Destacamento PM Florestal de - Bela Vista, que hoje dispõe de apenas seis polici ais, o Cel.Libório disse que a preocupação maior do seu comando no momento é exatamente com relação ao pequeno efetivo que a Polícia tlilitar·possue , cerca de 4.000 homens para atender todo o Estado e informou que recentemente o Governo dó Estado auto rizou a realização de um concurso para o ingressÕ de mais l. 000 homens na PM, que deverá ocorrer den tro dos próximos meses. "Após a formação do pes soal, em janeiro ou fevereiro do ano que vêm, have ra a possibilidade de se melhorar o efetivo tantó da Polícia Florestal como do 3Q Pelotão PM, tendo em vista que a formação e distribuição do pessoal sera regional, estando prevista a formação de 50 policiais militares para serem lotados nessa área", afirmou. REATIVAÇÃO DA BARREIRA DO ESTRELINHA Respondendo a pergunta sobre a possibilidade de reativaçao da barreira policial do Estrelinha, na rodovia Bela Vista/Antonio João, o Comandante Ge ral observou que alguns postos de policiamento fo ram desativados exatamente pela falta de um efeti vo maior, ele salientou que a corporação vêm sofrer do uma diminuiçao em seu quadro em função do baixÕ soldo e atrasos no pagamento mas a intenção é real 'mente reativar esses postos, como a barreira do Es trelinha, que exercem um trabalho importante por - sua localização estratégica nessa região de fron , teira. patente que ocupa", ressaltou o Cel.LIbórfo. VIATURA MAIOR E MICRO-COMPUTADOR ConnJdernndo o terreno acidentado que caracter! za a maioria das estradas da nossa cidade e re1ao, foi perguntado ao Comandante Gera 1 da PM se não existe a possibilidade de sor substituída a viatu ra Ipanema da Polícia Militar, que é pequena e r.uf to baixa para o atendimento normal das ocorrências, O oficial informou que essa possibtlidade está sen do estudada e também depende de liberoçÜo de recur sos pelo Governo do Estado, reconhecendo a necessi dade de veículos maiores para atender os munic!pi: os do interior, onde as estradas cm sua maioria são acidentadas e não asfaltadas. Outra colocação feita ao Gel.Francisco Libório da Silveira, foi com relação a possibilidade de ·ser viabilizado um Micro-Computador para uma maior agilizaçio dos trabalhos do 3Q Pelotão PM, como por exemplo o cadastramento dos meliantes de toda a nossa regiio que vêm sendo idealizado pelo Coman dante do 3g Pelotão PM. Ele informou que inicial: mente estio sendo informatizados os Batalhões e as Companhias Independentes da PM, que já estão em - vias de receber os equipamentos, "posteriormente , numa segunda etapa, serão atendidos os PelotÕes,co mo e o caso de Bela Vista", afirmou. 7 REFORMA DO PRÉDIO DO 39 PELOTÃO PH Sobre a pos'Sibilidade do Comando Geral da PM - ajudar na reforma do prédio do 3Q Pelotão PM em nossa cidade, que está sendo executada em parceria entre a Prefeitura Municipal e o Governo do Estado, o Comandante Libório acenou positivamente, disse - que estava levando em mãos uma relação dos materi ais que estiio faltando, como portas, janelas, mate riais hidráulicos e elétricos, elaborada pelo Tenen te Villasanti e o Engenheiro responsável, garantiu do que vai desenvolver todos os esforços para que eles sejam viabilizados o mais breve posE-Ível, "des sa forma estaremos também dando a nossa parcela d; colaboração para a recuperarão desse verdadeiro pa trimônio história de Bela ·Vista, que é esse impo nente prédio que abriga o 39 Pelotão, cuja constru cão, segundo fui informado, data de 1913" enfati: zou o Coronel. ATUAÇÃO CONJUNTA COM A POLÍCIA DO PARAGUAI MELHORA DA DIRIA DOS POLICIAIS Outro problema que os Policiais Militares vi nham enfrentando ultimamente era o baixo valor das dior as pagas aos PMs destacados nas barreiras ou ª sei ,iço em outras localidades e até mesmo a fal ta d pagamento dessas diárias, a esse respeito o Coman lante Geral informou que há poucos dias conse guiu uma melhora considerável junto ao Governo a Estado, segundo ele, a diária que antes era de ape nas R$ 4,00 (quatro reais) para custeio do café - almoço, janta e pouso, classificada por ele como - um absurdo, agora foi equiparada às diários pagas aos demais funcionários do Estado, ou seja, cerca de R$ 24,00 (vinte e quatro reais) no interior e pouco tMis •. de R$ 30,00 (trinta reais) no capital e· algumas cidades maiores, tonto paro o soldado como para o Comandante Geral, "afinal de contas entende mos que diarin é uma ajuda de custo para suprir as necessidades do cidadão a serviço, independente da Outra pergunta feita ao Comandante Geral da PM foi com relação a uma maior integração das poli cias do Brasil e do Paraguai, considerando-se as dificuldades hoje existentes para o combate a cri minalidade na fronteira, onde é comum os meliantes praticarem cri.me de um lado e se esconderem no País vizinho. O Cel.Libório lembrou que recentemen te foi realizada uma reunião em Foz do Iguaçu (PR) com a participação de diversas autoridades do Para guai que, numa demonstração de boa vontade, fize rama entrega de uma série de veículos (80 no to tal) furtados no Brasil e levados para o Paraguai. Informou que já foi iniciado através da Secretaria de Segurança Pública do Estado um intercâmbio maior com a Polícia do Paraguai, começando por Pon ta Porã e Pedro Juan Caballero, mas que deverá se extender por toda a fronteira em breve, "com isso tenho certeza que dentro de pouco tempo teremos as Polícias do Brasil e do Paraguai completamente in tegradas, a exemplo do que ocorre na relação entre os dois povos amigos e irmãos", destacou. A RESPONSABILIDADE DA CLASSE POLÍTICA Na entrevista concedida imprensa em Bela Vis ta, o Comandante Geral da PM também falou sobre a responsabilidade dos políticos com relação à Segu rança Pública, afirmando que muitos criticam o era balho da Polícia mas na prárica nadá fazem por ela. Por a o comandante, a 'alta de preocupação da clas se política com rela,.ão a Segurança Pública pode - ser definido como um problema de cultura nacional, porque em todo o País, tanto nos grandes centros - como nas pequenas cidades, o setor enfrenta sérias dificuldades, exacamente pela falta de prioridade de investimentos, principalmente no que diz respei to ao elemento humano, enfatizando que o policial hoje recebe um salário indigno, que não lhe ofere ce condições de viver decentemente e observou: " O homem que não tem segurança para si mesmo e para - sua familia, não tem condições de oferecer uma boa segurança à população e esses fatores estão rela cionados diretamente a responsabilidade da classe política em geral". Ainda com relação ao assunto, o Comandante Ge ral da Polícia Militar frisou que tem muita· espe rança e confiança no Governo do Dr.Wilson Barbosa Martins, "sabemos das dificuldades que o Governo - do Estado enfrenta, decorrentes da situação dif{ cil encontrada, mas esperamos que no decorrer dos próximos meses a crise seja debelada e o Governo - possa direcionar alguns investimentos para a Segu rança Publica, começando a amenizar as deficiên cias que hoje enfrentamos" ponderou o Cel. Libór_io. O oficial também elogiou o integração que exis te em Bela Vista entre as Polícias Civil e Militar bem como a atuação do ISECO, "esse trabalho con junto· é muito importante porque dá uma sensação maior de segurança à comunidade e serve de exemplo para outros municípios". O Corone 1 também lIXlStrou-se feliz e satisfelto pela presença do Prefeito Muni c!pal Abraão Zacarias, da Presidente da Câmara tu nic!pal, Vereadores e membro do ISECOM , que prestigiaram a sua vis!ta ao 3! Peloto P. O Cmt.Geral d» PM Cel.LIbórío, ao ser recebido pelo Cmt.do 3g Pelotao Tenente V11asantf Cel. • .'rio fala aos Policiais Militares Ao centro, o Comandante Geral da P, O Corandan te do Policiamento do Interior e seus aco~panlnntes > l w t±± Cel.Lima Cel.Libóro,Pr,e:eito Abraão, Presi dente da Camara Orlanda, Presidente do ISECO Dio Cesareo Cmt.do3g Pelor, Ten.Vllasanti U flagrante das autoridades e convidados visita âs obras de f a- re orado prédio ão 35 pi tao P! (Fotos e Reportagem: UbaldLno Rodrigues) J O lU A I TR I B L ·A DA FRO ] U R. A - JH-Sl:1A ·muo__ OB DE J ..lL '1 :l O _ .D U . 2 2!) _ _ • Casa Veterinária CRIAÇÃO! • !Jal Mlnornl n llnçõrs • Al<slnlêncla à Paiendas l,ahor.1tllrlo do Annmla Infecciosa Rqulna o }lruceJo,d • Tudo p9rn lnRomlnnç, ~ Artificial e Nltrog,nlo líquido Asslntõnr,la i pequcnoR nnlmals LI J'I l DE CAB!lA QUUJO DI C'Im, fIPO FJU~SCA. Você pode adquiri-los na Ru Duque de Cai is, 1.2 1 /fl. U'J-!SH J iC/1 ,ll/ lU °'J H' / Carmem A. Snntingo Lima Sérgio M. loureiro Lima 1,fülca VetrrlnArla • RMV-6.M. 0911 MMdico Veterinário ·CRMV.6 IJ. 0947 @ com. 439~1533 Res. 439-1102) RUA DUQUE DE CAXIAS, 298 - BELA VISTA . 1 • -- , D "D... 4. ti." C, .SA O PONTO DE IENCO TRO DE EXECUTIVOS a. ao .i a. o a IÍHA VISTA À CAilPO GRANDE: 05:30 - . IS:00 - 23:J0 IIORAS UEL. V!ST: , CA:llPO GHA1'DE COi11.1/LDEAÇ,O [!l JARDJ:l: 09:00 II ORAS (este horário não corre aos llOilll'iÇOS (' FERIADOS) m:t.A VISTA t .lAHDTl1: 05:30 - 0'>:00 - 15:00 - 23:00 HORAS llEL Vl~TA À CORUMil,, pas.,an<lo por .Tanlim, Guia Lopes. Ilonito, Ilo<loqucna e ~lirnndn: 09:00 HORAS. (Nio corrr nos DOl11:'GOS e FERIADOS) BELA VISTA, PO:-.7'/ POR,, pnss:rndo por Antonio .Jo,io: 06:0U e 16:_00 HORAS fl[LA 11. TA ' DOURADOS, com baldeação em Antonio .João: 06:00 (n:io corre aos DOMINGOS e FERIADOS) : . . . o • 1 0]5fil!J] . , G G.iIDlIGi:rfro ®ill . . ~ G'.ffiü•l:t01) ~ ( American Bar - Música - Estacionamento - Segurança ..To tal - Privacidade - Piscina - Lindas e Finas Recepcionistas 1 Rua Joaquim Murtinho, esquina com 13 de Maio j PORTO III IHO/MS - E E 7EesstEe± #tta Sistema Rodízio Cupim, Frango, -·-,.,. • -· . Miúdos, careiro, tgz25z2ri,:i;fume: G .. ·~ .... ~.,. - , :..·, ~ tr::::D--r Carne de 3ado ""é&G# 21 %#is #% em Geral ~ .! .'t,. • Para excursões preços especiais Construção Éstreta] • De: BERNARDINO HOFFMAISTER preços da região L .t - L __ _J .RUA Al J ARES CABRAL, 11 O "{G7) 439-1795 - 8ela Vista./S O melhor e mais luxuoso' da região, com Apartamentos e Suítes com Ar, TV, Vídeo, Sauna e Som Ambiente 1--------- ,,---------------1 odovia 3r-267 -km 04 saída para Nioaqae Gi DALAGUN . ,.,....,,-,::;:;:,......; aaaa fflI I .,. T TEo o OE SAMPAIO E O GRUPO .. O MAUJR SHOW BAILE DE TODOS OS TEMPOS [ JARDIM) AIMA lnformacões,, NA - 439-1369 INGRESSO À R$ 1 O, 00 ATÉ O DIA 12 DE JULHO OU À R$ 20,00 COM ÔNIBUS 1DA E VOLTA NA V/ALVA DISTRIBUIDORA ANTARCTICA 15 '1:'I.AA!I.TADIQ 08 DE IUNHO DE 1.996 --- PÁGI 'A . 0 JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA BE-vrM? - + - tllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll~ O Ensino Rei i g ioso / / l. li,na Escola Pública ,O SALÃO DE BELEZA CRIS~ / odiado em Bella Vista-Parquai, entará promovendo - / / r o próximo dia 15 de junho, como homenagem ao Dia dos h / p»is, una sensacional Baile no Clube San Gerardo. I !. Bundo 1'roplc;il 4, animará CDDil noitada da.'1çante, ~ I :•i.io clci::c c!o co,nparcccr. Jnotc cm sua agenda! / / 0 PREFEITO DE DOURADOS ~ / / / llumbcrt.o •r,Jixcria, <)Stará fazendo a entrega da liJ E·· / / tapa das Caras do 'ardir Canaã VI, no dia 15 de junho, / / cm nourddOY. A oopulacão agradece! / OS MORADORES 'i / na Vila Nova, enfeitaram com esmero as ruas, pois na / I 5~ Feira, Dia do Corpous Christí, a Procissão formada - / / por contenas de fiéis, rezaram e cantaram por aquela vi / I la. A Procissão terminou com uma bonita Missa campal em / ~ frente a Igreja Matriz de Santo Afonso. ~ / / //ll//lll/ll/llll/llll/lll//llllllllll/lllllll/llllllll/llllllllll/l/llll/ll/1 PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA Decreto Nº 914, de 07 de junho de 1996 1t Rc,'ljusta os venc~ntos dos servidores da administração direta das autarquias c fundações - do Poder Executivo Municipal, e dfl outras providC.nc ias". ' O PRI:l'ElTO MUNICIPAL DE BELA VISTA; ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de suns atribuições - que lhe fol conf-cridn pelo nrtlgo 2Q , do Lcl nQ 965, de l3 de dezembro de l.993. D E C R E T A: Art. 1e- Ficrun os vencimentos dos servidores municipais, as aposentador ias e as pensões pa- cas por orgnos da ndminlstrnçno dirctn, outnrquins e fundaçocs do Poder Executivo Municipal rc..:a- Justdos em 12,00 (doze, por cento) sobre os valores vigentes no mcs abril de 1.996. ' Pnriigrnfo Onlco - O plso do Grupo Mni;lstérlo, de conformidade cOfil o disposto nQ § lQ , "ln fi ne" do artigo 39, da Constituição Fcdernl, corresponderá à t1plicnçÃo do pcrccntunl fixado neste nrtlgo. Art. 2Q - Rcvog.xn-i;c 16 disposições cm contriirio. Art. JQ - Este Decreto cntr.1rll ~m vigor n.n dnto de sua publicnçiio, rctro.,gindo os seus efeitos partir de 1 de mio de 1.996. BELA VISTA-IS, O7 DE JUMIO DE 1.996 ABRAO ARDA ZACARIAS - PREFEITO MUNICIPAL Portaria Nº 188/96 D Gabinete do Prefeito O PEGEIO USICTPAL DE ELA VISTA-S, NO USO DAS ATRIBUIÇÕES QUE A LEI LUE CONFERE; RESOLVE onerar a pedido, FERNANDO_JORGE_DE_BARROS, do cargo em Com!ssão de Secretário Municipal de VLaão, Oras e Serviços Urbanos, sIbolo mi-t, n partir de Jl.05.96. , CJHPRA - SE BELA VISTA-!S, J.DE MAIO DE 1.996 ABRAÃO ,R.'OA ZACARlAS - PREFEITO MID1CIPAL De: ZAMBONI E UGOLINI LTDA Atendimento Classe A - 24 HORAS Recepcionistas Gasolina - Diesel Restaurante Rodízio a Rs 4.@@o anta Terezin (na Rodovia Guia Lop.es Av. a, Nioaque) 370 .3° ' OK_TOBERFEST/96 PRAIA DO CAMBORIO E MUITO SHOPP EM BLOMENAO - STil CATARINA SA!DA - DIA 10 DE OOTUBR0/1996 RETORNO - DIA 17 DE OOTUBR0/96 HOTEL - Café da Manhã Almoço Jantar VALOR - 5 Pagamentos de R$ 60,00 HAPPY KOMENT TOUR TURISMO - FONE: 741-1127 - CAMPO GRANDE/MS ó,, Bispos da Igreja Católica no Pra+il, conscientes do valor t prescindível da educação como processo arplo intral, decis!vo r formação da pessoa e da socfed.ade, acompanhamos co Inter sse a tra! tação do Projeto da Lei de Diretrizes e Bases da Educaçao Nacional LDBEN no Congresso Nacional. A aprovação, pelo Senado Federal, do P rccer N? 30 de 1.996, á encaminhado à Canora dos Deputados, nos f i retonar a questão e massa 34? Asnblla Geral. O povo brasileiro é profundamente marcado pela rrlliosfdade,A sul história está ipreznada de aspectos religiosos. Sua cultura e fdent! dade fundamentar-c em diferentes tradições religiosas. A Lef Magna, promulada "sob a proteç,io de Deus", afira, em su preâmbulo, que a fraternidade é o bem supremo da Nação. O Estado mo derno não pode e não deve abdicar do seu dever Intransferível de asse guror os direitos individuais do cidadão no exercfclo da cidadnfa, dos grupos que buscam a realização do homem e da mulher coo pessoa - cm todas as dimensões do seu ser, SurprC'CTldru-nos o acicscimo da expressão "Son ônus para os cofrs públicos" ao artigo que cstebelcc o Ensino Religioso como "diGcipli na dos horários no·=is dos escolas públicas" (art. 30 § 32). Esta expressão contraria a Constituição Federal no seu artigo 210 § 12, que reza: "O Ensino Religioso, de matrícula facultativo, consti tuirá disciplina dos horãrtos normais das escolas públicas de nino fundamcntal". Se- o Ensino Religioso é disciplina dos horários nor□ais das escolas públicas, alguPrn deverá ministrá-lo e o Estado não pode e ximir-se do responsabilidade do ônus, o que tornaria esta disciplina <!lemento estranho ao currículo escolar. "A prrcepção de vencimentos - pelo exercício do cargo é a regra da administração broi;ileira ( ..• ). Cargo tratuito é inodimissívcl na nossa organização administratl va ( ... ). Diante! deste princípio, resultn que todc aquele que for ln: vestido num cargo e o <!xercer ( ... ) tem direito ao vcncimento respec tivo" (Lopes Meireles, Hely, Direito Admirústrotivo Brasileiro, 13!! - ed, são Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 1.987). Agir diferente morte scria inconstitucional. O Ensino Religioso é disciplina garantida pela Lei Maior. Por is so, não pode! ser trotado como adendo n<!m como favor prestado a deter .minada dC'nominação religiosa. Ele é parte integrante de um processo - de educação global inserido nos horários normais das escolas públicas e compete ao Estado arcar com o devido ônus. O professor de Ensino Religioso foz parte do sistema educacional, t<!ndo resguardados os seus direitos com o mesmo tratamento dispensado aos demais profissionais da educação. Consequentemente, sua remunera cão, por parte do Estado, além de ser decorrência da L<!i, ~ o cumpri mento de um.dever paro com o cidadão. O Ensino Religioso, comprecnd.ido como prática educotiva que abre ,1 p<!ssro à diirensão do transcendente, é mediação que ajuda o encontrar respostas às questões existenciais e a definir as exigências éticas - increntes ao <!xercício da cidadania. Nesta p<!rspcctiva, contribui pa ra diminuir a violência, a ccrrupç.:Ío e as desigualdades soci..Jis. Já existem, cm nosso País, significativas experiências de Ensino - Religioso Escolar, expressão de trabalho articulado entre! diferentes confissões rcligosas e Secretarias de Estado da Educação. São expcri ênci..'.ls que, superando o proselitismo, assumem a educação da e na reli giosidadde, tão necessária ao desenvolvi=nto integral da pessoa. Se r:l.:i lamentável comprometê-las e onulor o expressivo trabalho vivenc1 do no Ensino Religioso, hoje organizado era todos os Estodos do Bra - sil, com <!xceção de um. Queremos, ainda, lembrar que, no processo constituinte, a segunda maior crocnda popular apresentada foi a favor do Ensino Religioso, e contou com apoio de diferentes dcnominoçÕes religiosns e entidades, o que expressa o desejo<! a aspiraçãc do sociedade brasileira. Além de inconstitucional, o expressão "sera Õnbus paro os cofr<!s pÚ blicos" é um d<!srcspci to para com a pessoa humana em processo de for: moção, paro com o profissional do cduc4ção - professor, e para com a sociedade brasileiro que entendeu a importância dessa disciplina no processo de educação integral e for-mação de pessoas-sujeito, compro~ tidos éom a vida, com o história e com a construção de Ull.'.l nova sccic dade humano mais justa e solidária. - Estamos nos empenhando, em·nossos dioceses e comunidades, coo o apoio do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs - CONIC, da Comissão La tino-Arnericono de Educnção Cristã - CELADEC e do Fórum Pennonente de Discussão sobre o Ensino Religioso, pora qu<! a mesmo sociedade brasi lc.iro que, no processo constituinte, apoiou e fez aprovar a croendo - pró-ensino religioso, mais urna vez, assuma a sll.'.l responsabilidade e o defeso dos seus direitos. ' Aos Senhores (as) Deputados (as) Federa!s, representantes destas~ cicdnde, propomos· Seja supressa a cxprcssoo "sem ônus poro os co fres públicos", mantendo, ossi.m, o artigo 46 do Projeto do LDBEN ori- ginal da Câmara dos Deputados. • Deus abençoe os nossos Deputados e os faça intérpretes e portado " res da esperança e dos aspirações do povo brasileiro. Itnici, Indoiacuba-SP, 22 de obril d<! 1.996. Paróquia - S::nto Afonso. Farmácias de Plantão mês de Junho de 1996 01/02 - DROGARIA SÃO MATEUS 06 - DROGARIA SÃO !-!.ATEUS 08/09 - DROGARIA DROGASSUL 15/16 - FARMÁCIA XODERNA 22/23 DROGARIA DROGANOSSA 29/30 - DROGARIA DROGALINE .......................... ............................ .......................... ' ............... · . .......................... .......................... SRA,ADALGISA SRA. ADALGISA SR . PENPJ DR. SULIA SR. JAIR SR. CARLOS OBS: AS FARMÃCLS QUE NÃO ESTIVEREM DE PLA.>n'ÀO DEVERÃO PERMANECE FECHADAS E AS SOLICITAÇÕES EVENTUAIS SÕ PODERÃO SER ATENDIDAS SE CO TAR NA RECEITA A INFORMAÇÃO DE QUE A DE PLANTÃO NÃO DISPÕE DA MEDICA: CÃO CITADA. DR. JOSf: DE RIBA?'.AR CRUZ E SILVA - Sec.nun.de Saúde de Bela Tista Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1728_05_06_1996 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIV_Nº1731_14_06_1996 Voltar para a lista de itens