• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXVI_Nº2104_06_11_1999

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Prefeito de Antonio João ter a apoio do
Secretário de Educação do Estado
-
O aporo do Secretano
de Educação do btaclo.
Pedro Kemp Gonçalves. foi
pedido pelo Prefeito Dú 10
Queiroz Silva para conclusão
de alumas obras que estão
parali,ndas ou cm atraso por
falta de liberaçiío de rccur­
sos. (Uma delas é a reforma e
ampliaçlio da Escola Estadu­
al /ral Mon.:ira, que se arras­
ta desde o governo passado e
<:stà inacabada. D;'1cio apon-
vtou que citou o caso de pu­
blico "para que a sociedade
saiba que se a obra não sai
não e por culpa do Pedro
Kemp ou do Prefeito".
l·alou d,1 emenda d,i
senador Kamez Tebet para
ref'orma do Clube Social
União e garantiu que quer
a.abar com os muros da Eis­
cola /ral Morcirn para cri­
ar um mini centro estudan-
11I. com uma pra a para lazer,
cultura e esportes. Dise de
sua esperança de inaugurar
a B1bliotcca Municipal ain­
da este ano e das di ficulda­
des que cst:'t enfrentando
em bancar as Creches Mu­
nicipais O Prefeito fez. urn
apelo veemente no sentido
de se firmar parcerias com
o governo para resolveres­
tes problemas.
lante por cento dos reurso para hahta@
vão para mulheres arruo de família
(Ufltt',t)U,ltr, a ,,u
1
t .. t li 1 sem be1a
Lelatia, umproy to de leque de os
teut os publcos adunss da hahau+o lhe
sustentaculo de familia 0projeto loaptv tu
tado Linho(PDI) Lleent de que apropotao de na t
observada por oaao da drstnbuião das verbas destinadas
à habitação, por faia de renda ou por qualquer outro entro
1 111✓:11ho .l!ir111,1u que"" r que 1.10 - ,111 otadia - .,d­
quire, no Pais e no E tado, aspetos dramaticos, reveladores
de grandes desigualdades soias que se aravam e atmpem
em profundidade e extensão, as mulheres amimo de familia
Segundo dados dos Instituto Brasileiro de Geografia e
E«atistica - IHGlemtorno de vinte por cento das era de
38 milhões de familias brasileiras são sustentadas exclusiva­
mente por mulheres Apesar desses cnatos, as mulheres
sustentaculo de famiha, competem de forma igual no mercado
habitacional que lhe-, oferece acesso testtto aos programas
convencionais de financiamento O Deputado l uizinho lembra
que o ro,cmo preci ... a criar mecanismos como a reserva de
parcela das verbas habitacionais do Estado pata beneficiar
mulheres que sejamo único ou o principal sustento da familia e
por isso quer parantir através da lei essa parcela
PEC para a saúde ainda não é ideal, ava • a Mo
l
e, Câmara apml'Oll v111c1ilação de recursos da Umãu. Estados e muncipos para o setor. ;á a par/Ir do ano que vem
Pela proposta, os recursos da União ser votada cm dois turnos. tido de apressar a votação em segundo tut-
para o sctorno ano que: vem scr.io acrcs- Moka diz que o valor que o go- 110 na Câmara e no, doi, 1ur111» 110 S.:na-
cidosdc 5%. ESladosc 1mmicípios. por sua , cmo pretende gastar com o setor cm do". comc11tou
,·e1~vãorcscrvar 12°oc 15%des.:usor- 1000. estimado em RS 22,5 bilhões. é Coma,alteraçõe,i11trod11mla,pela
çamentosâs.1údc.resp<.'Ctivamcntc. pequeno. O deputado defende a PEC. MoJ..a cntcndcquco,problcma,en-
"Vamos lurar por mais recursos". dcstinaçii o de RS 24 bilhões, o que re- frentados pela saúde. especialmente na rede
avisa o deputado, que começa a mobili- presentará um aumento de 6,6%. publica, serão. emparte. amenizados "Que-
zar a bancada de seu partido para votar Ele admite. no entanto. que dificilmente remos ver nos,a população rcndo um atc'II·
logo a matéria cm segundo turno. Se a PEC será aprovada a tempo de ser inclu- dimcnto digno, a altura do que ela rccollle
aprovada na Câmara. a proposta segui- ida na proposta orçamentária da União do em imposto, e conrribuir,,i,~, aos cofiL-,, do
rá para o Seu ado, onde também deverá próximo ano. "Serão feitos esforço no scn- goemo federal. estadual e municipal.
a
•. ·-· O vice-líder do PMDil na Cã1n.1ra. de­
putado Waldcmir Moka, considera Insuficiente
a aprovação. cm primeiro tum o, da Proposta de
Emenda Constitucional (PEC) que prevc a
vincubção de recursos da União, Estados e mu­
nicípios para aplicação na saüde a partir de 2000.
"Embora não seja exatamente o que o
setor considera como ideal, penso que houve
um avanço.já que o Governo se propõe a ne­
gociar uma solução para os problemas da saú­
de", a, aliou Moka. que intcgl"J a Frente Parla­
mentar da Saúde dn Càmara.
Caso Reverendo Moon
Começa apuração de denúncias
(ô}
TaEMS
Urna empresa Tele Centro Sul
,
t
é
Prefeito de Antonio João, Drício Queiro: Sifra
Projeto de Lei do deputado
Luizinho beneficia mulheres
COMUNICADO
Informamos a Interrupção Programada
no serviço interurbano de Porto Murtinho
em decorrência da manutenção corretíva
emergencial em sistema de transmissão, •
a ser executada pela
Ramez afirma que assassina­
to agride a Nação inteira
operadora de longa distância.
O Grupo de Trabalho instalado peb
Comissão de Defesa do Conswrndor, ilao
Ambiente e Mmonas da Cãm.1ra Federal
1ruaou mspcç:io na Fazenda New Hope, da
Assooaç.io das Familias para a l..'rnfica­
ção e a Paz Mundial. cm Jard11n-MS O
objetivo é verificar possíveis irregularida­
des na propncdade da Assooação dmgida
pdo Reverendo i•foon
Segundo o deputado Fl:ivio Dcrzi
(PMDB-l'vlS), presidente da Comissão. o
grupo irâ se reunir com o prefeito de Jar­
dim - uma das adades onde eustem pro­
pneddes do reverendo - our pessoas que
moram n.1 região e 1Stonar pcssoalmcn1c o
complexo onde estio as inst.:1-
laçõcs da Assooação
Segundo o sccra.-no de
Mao Amb1cn1c do Mato Gros­
so do Sul. Egon Krakhecke, em
entrcvist.:1 ao Jornal Folha do
Povo, rentemente houve uma
dmúnoa de que estana havn­
do dcsmat1m0110 as margens
do Rio Perdido. dentro d:i pro­
pncdade do revcrmdo Moon.
cm arca de proteç.io
amb1mtal "E j:i csti correndo
um mult1 diária de RS 6,8 n11I
por dia por causa de irrcgubri­
dades na 1mpl:mraç.io do com­
plexo", dcst.:1cou
A paralisação poderá ocorrer nos dias
07111199 a 08/11/99, das 23h00 às 05h00.
Para maiores informações, está à disposição dos
cllenres
O serviço 800-1106 da Te/ems. •
Além de vistoriar a
fazenda. o grupo mvest1gar:i
as ações do reverendo no
Est.:1do, como a quantidade
de terras adqu1 ndas, soncg.1-
ção de impostos. entrada ile­
gal de cerca de 800 estran­
geiros no Pais e obras cm li­
cença da Secretaria de ;,!ao
Ambiente ($ema)
A Comissão, caso
aponte 1rrcgulandadcs, pcd1-
râ a mtcrvenção do Mirusté­
no do Trabalho. Receita Fe­
deral. lbama e Scma. Oco­
ordenador do Grupo, deputa­
do Fernando Gabcira (PV­
RJ), ressaltou que as rm-esti­
gaçõcs não estão sendo fe­
tas no mtwto de tolher a liber­
dade reiggosa
Ao defender a aprova·
ção do voto e pesar pda mor•
te da Prefeita de 1undo
Novc>'MS , Dorcdma Falador.
assassinada a tros na scma­
na passada, o Senador Ramez
Tebet (PMDB- MS) afinnou
qoc ela fo vrtuma de wn ·as­
sa.iSmato covarde"
Na op1mão dele. o
cnmc contra "uma prefeita
que unha mais de 80% de
apoio popular representa,
também, uma agressão à
toda a população"
Ramcz. Tcbct prosse­
gwu· "H;i unia onda de o­
lênoa no Pais e, o que é pior,
acompanhada de 1mpun1da­
dc. Na CP! do Judio à no VCJO
casos daqueles que têm a
rcspoosabd1dadc de smtcn­
ciar se omitirem e ate tirar
CA!IINHO DE Ll'Z
Para os meus amigos Garibaldi e Suely
Tenho um quadro na Redução que nos momentos IT131SdJfi.
ce,sde mmhavich, teioe releio, é um bálsamo, alva e noscbespe­
rança E a hsténia de um caminhante, igual a nós. p..-u:i quem Jesus
prometeu ayudar nas hor:,s de :i.flição, cammh:lr 3untos, "Pt.~ na
Areia.em determinado momento, o caminhante so vê uma pegada
na are:a, reclama para Jesus. "Senhor, sua promessa ena de me ayudar
~ ho~.s ci.;!:ó.11ç:l(). sempre esteve ccnug,o, m.1S na horamcisdi.fic1I.
so vi :is mmhas pegad.,s, por qui me :il::!ndonasu,s? Jesus respon­
c:i?u: Filho, as pegadas que voce viu na areia eram mmtus nesse
mome.nto difícil e.u te carreguei no colo" Pigina-03
Senador Ramez Tebet
da cadeia os que devcnam
mandar para la"
O Senador por Mato
Grosso do Sul disse que teve
a opomm1dadc de conhecer a
prefota e acompanh.1-la a dois
mm1ster1os em Brasil1a.
rendcadno verbas para seu
murucrp10 "Era uma pessoa
de bem. que tombou pela ação
de cn minosos covardes. a
mando do contr.ib:mdo ou do
tráfico de drogas que tanto
ela comb:rteu•. md1gnou-se o
parlamentar
PARA SUA COMODIDADE
J
Vendas de Bebi­
das quentes e
geladas:
Bnthma e Skol
Entrega a domicilio
NOTA DE
FALECIMENTO
'oticíarnos o faleci­
mento do jovem Gustavo
Lou.reiro da Rosa. no dia
05/11. ;os familiares nos-
. VeJam como é fácil comprar 110 Superme~cado Arco
Ins A!ém do melhor atendimento, do menor preço da cda­
de e do prazo de 40 dias ou 5% de descontos nas co:-npras a
vasta, acertamos os Tiquetes (Valek, Vale Alimentação, Che­
que Card.ip,o Aluncntaç.io, Ticket A!1111cnt.:1ç.-io, Corrc,os
Alimentação) e Can5o de Crérlrto VISA (lodos) A pan::r
de hoje você e a sua familia terão mais uma facilidade 2
sua disposição ao fazer suas compras, ocê terá :i opor­
tunidade de progrumar o pagamento das suas com­
pras. com a data que você recebe o seu salário.
Supermercado Arco Iris- servir bem para servir sempre
Rua Duque de Caxias, esg com A Teodoro Sativa -t439-1958

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Pr unic.,pal
de Carac ,I-MS
, J 1 , ~ J.
UE CITA( /.O C(:'1
t- '/', DE 20 (VINTE) IH S
' IJ()I I OR/ 1 f 1/ Ili 1 ! '.IC fll ff / '
l)J ,Jdll 110 1)/ (OMAR_A D li ' I
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Ili 111, 1.1('
1 //. ~ /dll I{ ,llh qtJ ll p1, l '1 c cdd . .! 11.i:1 1>11
Lltk conhecunento tiverem, expedido nos auto»n 43/
<J<J tl, iC,'iO IJI il>U(, ,() qu.: JOSI 1,1)1 l, D/
C'O~ 1 1vl/lH)l'I.S 1: 1/C 1,1{/ f IJ/1/ JII DIN/
D/ ( OS J i 1/l{()UI S p1,111llll' <.:Ili l.1.:1: de 1'.1Ji{li
111:1.1 / ( ,iRCI. 1 01'1 • /. L'lll 11,imitc por este J11i10
l' Crn tnnu Judí<:iul. que cm seu cumprimento e atendendo
ao mats que dos autos consta, pelo presente edital, com
pinto d<: 2(J (,1111<:) d,a,. lic.1 ('I 1/D.< a requcml.1
Mil{li lll.l.l:N1 G1J{C'li 1.01'1:S. p,1rn1•11ai,1.
estando atualmente em luar incerto e nJo ,,1bi<lo. <lo,
termos da presente ação. par J. (]lll:rcndn. cm11c,t,í-J.1110
prazo de quinze dias, ficando advertida de que não sendo
contestada a aio, presumir-se-ão como verdadeiros os
fatos 11.11n1clos 1111 cxn,diul. l para que ninguém alegue
igm11.l11cia. li,i cxpc lido o presente cd11.tl que !>l'r,1
afixado na sede deste juizo e puhlic<1do n., lonn.1 <l.11ei.
Dado e passado nesta cidade e Comarca de Ilda Vis1a.
Estado de Mato Groso cio Sul. an, vintc diJ dn mê~ <lc
011111!,ro cio ano de ml novecentos e 11Cn rnt,1 e nm e. l·u.
Eclgmd !banhes. Escrivno Judicial" digitei.
Elizabete nache- Juira de Direito
Edital de Proclamas
J:mildc Rosa dos Santns. Oliciala do Rcgislro
Civil tkst,1 cidade c comarca de lida Vista-1'1S .. faz
saber a todos quantos o prcscntc Edital de Proclamas
virem. que apn:sentar.1111 os documentos c,igidos pelo
artígn 180 do Códigll Ci'JI Brasikim. inl'i,os 1-11-IV­
V prctcmkm se ca,ar:
W,NDEHLEY DUARTE t' CI.EI DE ilAIUA
ROl>IUGUES ROCII,. :unl,o, ,olteiros. residcntes <:
domil'iliados nesla cida,.k: de. motorista. natural de
Con11nh,i-1'1S. filho de H,·m:mlo Duarte e d,· Livrada
Rccaldi: ela. funcionária pública. n:nural de Bela Vista-
1'.IS .. filha de /mando Rosa da Rocha e de Isaura
Rodrigues Rocha.
Se alguém souber de algum impcdimento quc sc
oponha na fonna e.la Lei.
Oda Vis1a-MS .. 03 de No'cmbro de 1999
Janildc Rosa dos Santos- Oficiala
Fundado em 20 de Fevereiro de 1972
Propnedade de Maria Estela Velasquez Pere.ra
CGC 03.201 266/0001-90
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Diretora Adin,nisl--aliva: Mana Estela Velasque1 Pereira
Redator-Cl1efe: lvaldo Pereira
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Cx Poslal 23 • Cep. 79.260-000
-Jard,m!MS •
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• Porto Murtmho.lMS - •
Praça Thomas Lararjeira, sin • 287-1239 1Scdc Própria)
• Bonito/MS •
Rua Monto Castelo, sin (Sede Própna)
- Antonio João!MS •
Rua Bela Vista, 660
- Caraco//MS -
Av. Brasil, s/n • (067) 495-1198 (r Js,
Assina:
Anual: RS 100,00- Semestral: R::, ••. Mensal: RS 15,00
A1 op.lnlbu c:midci.n ns matenas assinadas na ieprsentara recessar.arte
li oplnllo do Jom.d, ll'nda de ,~,.po•u.:ib!ltl!.1C!e e,, ~.a .:a.1:,re-..
Filiado: ADJORI e ABRAJORI
lhe confere o aro
I< 1 () 1 1
l-oneder ala tamente nw pra m ueip '
por Id (quatorze) mees, ao funionaro Sr JRDL
t.rll r. (;OIJ() l ,1.,.J .. lll ,1 [1'11<,r11 ' 1 "
continuo, a partir de I$ de outubro de 1999, om f('Ctftc,
cm 1-1 de dc1<11,hru 1k: {1()1)
II.Cumpra-e e publique·e
Caracol-Ms., I5 de Outubro de 1999
l),lrnar d.1 '1,1,., Leite- Prefeito Muni+p. ,t
PORTA RI
• ., 072/99
1 () 073/99
D!mar da Silva Leite. Preteto Municipal de 11.,,nl.
Estado de Mato Grosso do ul, usando das atnbçees que
lhe co11kn.: o c,,;,1rgn
RI·', O 1 11 •
1 · Dc1111t1r o r . .lOAQl 111 '1110'-10 JJC)
SANTO!. dn L,1rµ,, de Â,!Cllk Jdr11111,-,1r.11,,,
1
. 11.1 '°,1,,"l ll'1,1t1J
de I d11c:11.1o. eúdiµ,1 l';A 1 •I 05. p.,J,.h, I. l ,,t'< l,1 7. d"
A11no 1. a p.rrlir de J Ide (Jutuhro de 19'19
li• C"urnpra-,c e p11hl1q11c-w
C a,ae,il-~I .. 20 de Outubro de i'l'l'J
Dilmar d., Sih a I eile • l'rcfrrlo f,1111.ip.d
PORTARIA Nº 074/99
Dilmar da Silva Leite. Prefeito Munepal d ( ,,rawl.
Estado de Mato Grosso do Sul, usando das atribuições que
lhl.' confere o cargo ...
R f: S O 1. V E:
l-Conceder Férias Regulamentares aos funcionários
nhai:o n:lacion,HJo,:
• .JEL'1:'IIF. IH)IIEHTO li EIRICK. operador de
iV1:lc.piina .... rctl·n:ntc 98 99:
CARLOS .llJNIOH GODO'. i,:cnlc
Admini,1ra11, "· rckrcnlc •)71'18.
• IIONORIA OF. SOUZA. A1" cn C,cr.11,.
referente 117•'18:
. ',t.F.NIR DE .n:srs ESl'l;'l,'OS, 'EI(;,,
111~.dc /Icónico. rcfrrcotc 97 98.
li• Cu111pra-sc e puhlrquc-,c
Carnwl-:..1<; .. 20 de Outubro de l<J'l'l
Dilowr da Sih,1 1 eilc • !'refeito> 11111,c1p.,I
i c e=is>
1
GELO Dt _llA_'lR" E T,un 11,,no R 2,50
At.c 001. - R 0,68
L
GA~OU:--..,-R 1,38
TROCA DE Óu:o - R 7,50 (3111os)
LA',GE.I - RS 8,00
f"on,fux: (ll-. 67) 439-134.1 _: BEL+IST+-MS
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ve e
he agem]
em heca
desobru '-"-' '-llh. !r.!I.,, , e de um ahl 1.. q t:' as placas
originais eram G! 9749 o Paulo P. constando contra o
culo, resta» com alattne por toubo, om ootfte1d
registrada na dade de Si» Paulo
2 ( ,·11Ju11dt> r.11., e te r>cr.,n.,mcldll. J,,r,.:Ju de
oura(Chaves, afirmou que havia recebido o vexulo na manhã
do dia 30 1099- sábado - na capital paulista. devendo entrega­
ln 11J uJ.,J, ,k (, rumh.1-'vl. pdo que 1c·,cJ,,11 I<' <(H).0(1
l oi autuado em Magrante delito. incurso no Amigo 18) do
digo Penal «keeptas±o). c colocado à disposwlo do Pode
udrearo da ««marca de orumba-S
· lll JI t I kp.,rt.1111,·ntr> ,.k 011,:r.1,<i, de I r,ll!lc1r.1) •
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públiw que recebeu da Fundação Estadual de :·k10
,mh,cnk • 1'.1n1:111.1l ',J :!,-IS. a Licença Previa n
()<J 1 9'/ p.1r.1 atrdade de l ,in.1 Jc lle,1..:l.q;cm e
Compostagem de Lixo Doméstico, com capacidade para
pro""·" l:i 1011 d1.1. co111 Jlid.,J<: de OI (11111) ,111u .•
rnntJr de22de Ou1ubro de I l)<Jl/. locJ!J1~1u.1 n.1 llR Ucla
Visl,L Cara..:lll • Dstrito Nossa Senhora de E atira, no
municipio de Bela Vista MS"
ilcc:1nica-Torno-Plaina e Soldas em ºfral
rv. Brasil, 120 - Centro - Ccp:79270-000
Caracol - :IS
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·gos Gar1·- rloc11r:.:o,1,lio..se ~~:_~_·~ •. ,q:-~J-.,
hreg emele, mdo 'I
o faça de trampolim• I
b aldl
• e Su ely /Ili/{' as cidades
B
oa f)Jrtc· dJ ,,f11- 1 ir,11 .. ro 1r .. n,pol1111 p. 1.1
ão dos brasle- ofederal Claro que 1sso
Tenho um quadro na Redação que, nos; rosé municipal étão velho como a politi-
momentos mais dificeis de minha vida, leio e] Eis uma verdade ca, mas aqui aparece em
relero, é um balsamo, alva e nos da esperança frequentemente esqueci- toda sua crueza,
E a história de um caminhante, Igual a nós, da, num pais rendido ao
para quem Jesus prometeu ajudar nas horas de sonho (e à ilusão) fede-
aflição, caminhar juntos. "Pegadas na Areia", ral Quase 80% dos bra-
em determinado momento, o caminhante só vê, sileiros vivem em cada­
des Grande parte deles,
em grandes cidades. E no
entanto as questões mu­
nicpars, da limpeza das
ruas i1 conservaç:1o do~
monumentos, das opções
de transporte coletivo ao
horário dos parques, pas­
sando pelo tr:ins1to, os
bura os no asfalto e a co­
leta de lixo, para não fa­
lar na segurança e na po­
luição. questões que em
parte também siio muni­
cipais, ficam rdcgadas ao
segundo plano,
esmagadas pela opção
prcfcrenc1al pelos pom­
posos megatemas - as
emendas con titucionais.
as rcfonnas. as disputa­
das entre.: monetaristas e
desenvolvimentistas
Abrem-se os prin­
cipais jornais. e que.: se
encontra na primeira pá­
gina? A dc.:cis.io de ontem
do Congresso. A vagem
do l'rcs1dc.:n1e. A menos
que surja um caso de pro­
po rçõcs descomunais,
como o cscândalo da Câ­
mara de São Paulo. os as­
suntos de politica muni­
cipal ão relegados às pá­
ginas 111tcmas. lá longe. O
federal nos esmaga Resul­
tado. condenam-se as ci­
dades. o espaço ondc vcr­
dadetamente se vive, onde
se come. se dom1e. se ama
e se odeia. a afundar mais
ainda pela desatenção, no
processo de degradação
uma pegada na areia, reclama para Jesus, "Se­
nhor, sua promessa era de me ajudar nas horas
de :tlliç5o, sempre esteve comigo, m:is na hora
rnai~ dil1cil, só vi as minhas pegadas, por qu2
me abandonastes? Jesus respondeu: Filho, as
pegadas que vocc viu na areia eram minhas, nes­
se momento di11cil cu te carreguei no colo"
A história é mais ou menos assim.
ão há explicações e nem justificati­
vas para os atos do "enhor da Luz, só nos
resta compreender, a cada instante de nos­
sa vida, de nossa caminhada, nos depara­
mos com situações inusitadas, recebemos
golpes que nos derrubam, perdemos o equi­
líbrio e passamos a duvidar até mesmo da
finalidade de viver. E questionamos.
omos como folhas ao vento, mas é pre­
ciso saber escutar o suave murmúrio dessas fo­
lhas quando vagueiam de um lugar para outro,
até . e acomodarem na relva suave.
A linguagem do espírito é a melodia das
mai~ altas esferas, é silenciosa, nós a podemos
ouvir quando quietamos a alma, quietamos os
brados e os reclamos do mundo da maténa
1 5o há palavras para acalmar o grito
d'alma quando perdemos um ente querido,
um pai, mãe ou filho. O filho, que não é o
nosso filho, mas filho de todo um sistema,
se assim podemos chamar, implantado pelo
Senhor da Luz para caminharmos cm dire­
ção à eternidade, é carne de nossa carne, é
sangue do nosso sangue. ós e ele, o fi­
lho. somos um, unos, ligados por laços cós­
mico que só Ele pode explicar, não nós.
• E o Guto se foi, não há palavras, só sau­
dades, lembro palavras do Padre Marcelo na
missa no Dia de Finados, "nada de tristeza, só
audades" Repito as palavras, ADA DE
TRISTEZA, Ó SAUDADES.
Muitas vezes, Três? Quatro'' cm sei. Mas
sempre cruzava com o prestativo Guto na ro­
dovia para Jardim, caminhantes, olha a palavra
novamente, caminhantes, é o que somos, ele se
foi, para uma nova caminhada, em outra dimcn-
ão. não, não vamos perguntar por quem o
sinos dobram, .eles dobram. nem perguntar o
POR QUÊ, nossas mãos, nos os olhos, nos­
sos passo , não são meros processos mecâni­
cos, não, não são, nem sempre a imagem no
espelho rcílcte a nossa imagem verdadeira, é pre­
ciso compreender. essa hora, meus amigos,
façamos uma õração, não a repetitiva, mas a
oração que o Pai vai ouvir cm silêncio.
Eu estou orando, não o meu Eu mate­
ria'., passageiro, mas o Eu que sempre está
cm contato com o Senhor da Luz, orando,
compreendendo, perdoando e com a espe­
ranço de que a nova vida, a verdadeira vida,
é o principio do entendimento.
À Flávia, esposa do Guto, além de
saudades, fica a missão educar, preparar
para a vida a filha querida do casal, é sem­
pre assim. assim foi, assim será, fica sem­
pre a semente plantada pela energia cria­
dora de mundos. E a vida continua ... sem-
prc continua.
Nada de
Shalon (PP)
tristeza, mas de saudades.
que ja as vitima
Estas considera­
ções vêm a propósito de
uma informação
publicada pela competen­
te colunista Dora
Kramcr. do Jornal do
Brasil, na última 1crça­
fcira. Tratava-se de um
plano do ex-governador
Lc.:oncl Brizola. As prin­
cipais figuras da oposi­
ção, como Luís Inácio
Lula da Silva. Ciro Go­
mes, Miguel Arraes, e o
próprio Brizola, se
candidatariam a prefeito
no ano que vem - Lula cm
São Paulo. Ciro em For­
taleza. Arraes no Recife.
Brizola no Rio de Janei­
ro. Fom1ariam assim, nas
palavras da coluni ta, tra­
duzindo o pensamento de
Brizola. "uma base de po­
der estruturada para que.
numa proxima etapa. a
esqucrda pud,;. almej:ir
com chance à Presidên­
cia da Republica".
explicitado ate as visceras
A cidade é pouca ots
terntono das rudezas E
o cargo de prefeito uma
chateação a aturar enquan­
to não se consegue algo
melhor a verdade
Bnzola não esta sozinho
Grande parte dos politi-
cos pensa assm, e maus
pensa assim quanto maus
destacado e inlluente for
Deseja-se outro
exemplo? Fernando
Collor de Mello Ele se
diz candidato a prefeito de
São Paulo. Que sabe
Collor de São Paulo? Se
o soltam na Avenida
Pslista, não conseguirá
dizer que lado vai para o
Pacacmbu e que lado para
o Paraíso. Que gosto, que
paciência tem para as
questões mumicipais? A
má-fé começa na encena­
ção da suposto candidatu-
• ra. Collor finge morar em
São Paulo. Invoca o tes-
tcmunho de um amigo. o
é 1 .
dara nem n.
dção de morador A can-
mo no de Collor, on-
figura-se o desrespeito ás
cidade lo entanto há ou
ao menos houve, um tpo
diferente de homem pu­
blco - um tpo que teve­
lava vova,ão para o cargo
de prefeito Que parecia
de outra, oport11111dadl!S
ão por acaso, eles for­
mam a classe dos grandes
prefeitos, aqueles dos
quais as cidades não es-
quecem l'c.:rc1ra Passos,
no Rio, for um ddes. Pre-
feito ao tempo do pres­
dente Rodn g11cs Ah es
( I 902-1906 ). !'cm ra
Passos fo1 quem ra!>gou a
Avenida Central. atual
Rio Branco. e comtruiu o
Teatro Municipal, entre
outras inic1a11vas que de­
ram nova feição a cidade
Prestes MJJa. cm São
Paulo. fo1 outro Prefeito
duas vezes (1938-1945 e
1961-1965),abnu avenidas.
projetou monumentos e in-
.
E lastimável sob todos os aspcc-
tos a situação que estamos vivendo. se
encarannos a presença constante, fir­
me e irremovível até de grupos estran­
geiros, que vêm comprando de manei­
ra integral as estatais brasileiras, le­
vadas agora e ultimamente neste está­
gro a outros destinos.
Pelo jeito que a coisa se manifesta
teremos em breve que adotar uma políti­
ca nacionalista. tipo áquela que promove­
mos sob o lema "o petróleo é nosso".
Estamos deixando o caminho
aberto aos grupos estrangeiros, ampa­
rados pelo FMI que leva nossas divisas
e nos compensados juros por alguns
milhões ou bilhões de dólares, enfraque­
cendo de maneira brutal as economias
dos brasileiro . cada vez mais enterra­
dos pelos desmandos de uma política
sem base e sem motivo que nos condu­
a a melhores dias. aumentando o poder
das forças vitais da nação. agora muito
sacrificada por um processo corrosivo
que arranca tudo do mais pobre e não
estabelece esquemas de equilíbrio en­
tre as classes privilegiadas e as classes
pobres e carentes. estas sempre trazidas
para a rua da amargura ..
Precisamos "ouvir" no Congresso
Nacional a voz de senadores e deputa­
dos em defesa das classes mais sofri­
das. as quais precisam de amparo e de
,igilància constante.
Não basta a imposição de s:i.lários
minguados que já perduram há cinco
anos; não basta os descontos que vem ai
de inativos e ativos, com maior carga tn­
butária na Pre1 idência Social? No bas­
ta a tolerância dos poderes públicos
com os banco que financiam, em épo­
cas certas. alguns candidatos reconhe­
cidos eleitos para a Câmara ou Senado.
t' ll 11
tre os pretentos de capt.
talvez eaknmelemr. que.
ao longo de trés mandatos
(1971-1975 1979.1983,
1989-1992), 1mpnmu a
untha a fac que ostcnt.a
hoje Lmer vwour povmad
mascandt argatp.amante
"o" pretato
Aproxima-se o ano
de eleições munt1pais, e
mutto se vau ler eouvr que
em São Paulo se travar
uma preva da eleç.ão pre­
sdencal. que em Belo
Honzonte estarão em jogo
os pi.mo, do g(lCrnndor
ou quc cm Porto Alegre se
vão defimr as pretensões
de sabe-se la quem A fe­
bre federal atacara com
força, cont,irmnando, di­
mmnumndo e talvez engolmn­
do o debati.: mumapal E
pena Só marginalmente
se falara na limpeza das
ruas. no, õrnbus. no~ par­
qus, ou no problema cruaal
e dcos1 - embora pou­
cos se tenham dado conta
disso - de como embelezar
as cidades (Veja)
O entreguismo parece total
afora, as altas doses de d111heiro 111jeta•
das nas campanhas presidenciais. que
passam de rabo erguido para o caminho
da vitória. deixando candid..1tos pobres
na rua da miséna e scm ~ustcntac,;:io para
uma mínima tentat11a de ele,çào''
E assim. chegamos ao 13NDf.S que
"resolveu financiar grupos l!strangc1ros
na ,enda da cncrgéuca paulista Tietê -
depois que a Duke Energy (Estados Uni­
dos) desistiu de participar do leilão. mar­
cado par ao ultimo dia 27 Apesar do fi­
nanciamento que podera at111gir 50% do
preço mínimo (RS 721.7 milhões) a
Duke manteve a sua decisão. Os grupos
habilitados são a none-ameri<.-ana AES,
a belga Tractebel e a brasileira VBC­
Yotorantim. Bradesco e Camargo
Corrê:a", confonne nos infonnou a Fo­
lha de São Paulo do último dia 27.
O grupo brasileiro da maior qua­
lificação financeira foi praticamente
banido pela política vesga que se prati­
ca no Brasil atualmente. Na Votorancim
se encontra o nacional mais rico d te
pais; temos o Bradesco. o maior banco
privado brasileiro e exemplo de adminis­
tração bancária para todo o Mundo, se
preciso e ainda. aCamargo Corra "a nos­
sa querida Camargo Corra" a quem mui­
to deve três Lagoas e o três lagoenscs
na área das construções notavei. com o
erguimento de Jupiá e Ilha Solteira aqui
nas "barbas" do nosso Município eexem1-
plo fiisame da capacidade realizadora em
favor da pãnia querida
Se nem esse grupo nacional foi
respeitado. o que dizer dos outros bra­
sileiros que exercem atidades meno­
res e em áreas. também não menos im­
portantes como na pecuara a agricul­
tura e a indústria n:i ional Por que não
querem reconhecer o v:1!or mcenó vo ate
do homem brasileiro

E11:--íR) ··MUN1clPAL DE CAR, coL
t, . cxo I
da Lei N" 325/99 dt. 22
c
1
.! Outubro de 1999
l'rt,.ri<l:11h ,1 ,trtm uh tn .11IJ, 11.1
d.ilinr.,,,,,, d<, Or1,11111 nto I i,c al para
o I•:( 1 d1 i11 1111,lllll iro til' 2000
I- Educarão
Elaborar programa de apoio a dstrbui, do
de merenda esolar. Muni+pio
I►) 1 n-,1111.11 11 11111(, Ldl11.,1<. 111nal no
1u1lh. •J•lll .1 mlu ob1 .. r .1 demanda de rians,a cm
dade e«colar, o nmeto de analfabeto os inde
l' l ,l'dU l 1rr1.:tlllll l,
l l ,dul,H u•tlil pulf11<.,1 L'tilu..,n JOnJI que
nseja a parte pado igualitária de pars, alunos,
prole ores e a omunidade,
h Promover a valando do mastro, atr ave
du lll 111,11111._11111 d e doentes, tcnucos e admrstradores
lados ao nsmno medo« fun<l.unc1t1:il.
)Investir t4 a]ut+a tk 11M1LnJI diú.uc.u e tk
apoio pedagogo, necessário ao êxito da alo
educaca ale drstrbuião de módulos de materal escolar,
1 ) Dar continuidade e ampltaç.ao d.1 n:dc
tisica, om implantado de novas salas de aulas,
bl.'111 u11110 rcfo111rn e rep,1ro't d.1<i tentes,
inclusive qursião de material para reposição e
pata novas escolas.
li - llahil:oçiio Popular
.1l l{cdu,ír o déficit h.ib1tJ ion,il da
pop11l.11i,,)o com rc11d.1 de até 3 !.,il,irio, min11110,
11H·di,111tt a con,truçao de 111orndiali c lolc>
urbani,.1do~. mdhori.1 11.l) h:th1t1 tk" e rtpo10 ao
uso de tecnologia habitacionais, desde que h.1ja
111.:omp.n1hnmcnto e estudo para liher,1ç:'o de
recursos da Comissão de Obras deste Poder.
h) lmplnntrtr infra-etruturn e ,tn 1ços
publicos essenciais nos conjuntos habitacionais,
l) ltnpkmcntJr ti progrJma Lk C)lllllulo
para :111to•con!-itruçJo com forncc11ncnto de
l111HCrt,1 Oll telTl'II0.
111 - Recuperação e Consolidação da
lnírn-c,trulum llrli:111:1
,1) D:tr !-il'quência ,,, ações di: recupcraç.1o
de íl,l.) l' avenidJ.S. promovendo quando oportuno.
a sua p.1, imcntaç:'lu,
h) Conscn ar e rc,taurar a, E!-itradas
!tunic1p.1i<i:
, ) Inicio de obras que busquem assegurar a
pans. ,,, urb.rna;
d) lTo!.scguimos cm n:~ime pnor11:1rio. d.,s
obras em Jt1d:1111L'nto;
IV· Oulros Ohjcli,·os e iktas
,1) Rc-.:qu1p.1mcnto da C.imara ~1un1c1p:il
patJ a::,ilizaç;o e modcrnizaç:1o dn procc,so
Lcgisl.11i, o:
h) Manul-.:n~Jo. c,p.msJo e rccqu1pamcnto
dos serços essenciais do Municipo, inclusive
n.:ordc11.1111cnto dJ. estnitma org:111ic.1 tl.1 Prcfritura:
Implantar o sistema de proCC)li:-tmcnto de
d.nJo, du municlpio, inclusive rcordcn:tmc:n10 da
e'tn1tur.1 org:.i.nic:t d.t Prcfritura:
d) Estruturar o cadastro de imóveis do
municipio;
"') Oc5cn,olcr l! imph:mcntar programas
permanentes de valorização e capacitaç:1o dos
récu~," hma,,no~ de aumenlo da cíiciCncia dJ
111.l4u1113 publica e de adequaçJo dos sen iços
púhlicu" às ckmand.~ da 5ocic:dadc-.
ANEXO li
I'• inrid:ide~ a serem observadas na
cl:•':>01~1çiin do Orçamento de Seguridade
Social ara o Exercício de 2000.
I-SI:de e saneamento
,1) Propii:i:tr J população carente do
II- Assistnia Social
a) Propar alternativas pana ll1rnt n11 r J
111011 l,t'k: Jrr1.. llllJJ.J rx,r pt I portadoras de
needades e pt'.(1<11
h)I qmp,H e aparelhar oficinas alteratrvas
de IOICIJ~:"lo e tJj1 ltll.1t,.a,, µ,1111 .,,on.,I.
~) Prorno,cr opi>rtunid.idt: p.1rJ o
desenvolvimento de atividades ocupa1ona»
produtivas e'ou de prestação de serviços para a
popul.1çJo c.irrntc, n11nor,1ndo J qutsti'to de
desemprego, gerando aumento de renda, atraves da
1mplantaç:lo de ccouo, dt: produç!o e
co111crc1ah,,1 Jo tk ,1ll11u.·nhh. ben1, t prcstJ ~o de:
:.c-r,•1 º"
d) lmplc111c11tM o ;nt.·11dm1c-11to d.1 u1J11ç,1
de O a I O Jnos de 1d.1d<.
A EXO Ili
Oulrns meias e prioridades
Ad111i11is1rnç:1o e l'l:111cj:1mc11to
0l- Supervso c apoio a Administração.
01 • Ampll,1çâo, rdorm:-t ~ melhoria, do
l'aço Municipal.
03 - Con,truç;lo de unidade d< apoio a
adminislrnçJo.
04 lnfonna1i1,1çJo das açôe,
administr.llid'):
05 - lmplanoaç;ln do cadaslro unobiliârio e
econômico:
06 - Aquisição de ,dculo p:ora apoio a
adrninistraçJo:
07 - Apoio ao clube do Servidor Municipal.
08 • Elabornç.lo de programas de
institucionali,açâo e: norm:itizaç~o na jrca
administrativa.
09 - Aqui!liç.lo de moveis e cquip . .11ncntm,
para o Paço Municipal.
1 O • Manulcn ;lo das a1i, idades do
Gahmcle.
1 1 • Cu')tc:ir despesa com assessorias;
12 - Assist..:ncia a entidades íilan1r6picas:
13 • Custear despesas com o cerimoniJI;
14 - Man111cnçJo dJ~ a1ividades dimi1a1s:
15 - Manu1ençl'o d.ss ativid:idcs com o meio
ambkntl':
16- Manutençilodc ª'" idades dadefosa civil:
17 • Prolcçfo a llora e a fauna:
18 • ;ções d~ proti: Jo ao meio :unbic:n1c.
19 - Manutenção e apoio e ass1stênc1a
social:
10 - Defesa contra inundações:
11 • Custear dc:spcs:is com preca1ória:
22 • ManulcnçJo da As~cs.soria Jurldica:
23 - ~1anutcnç:lo Ja cobrança da divid:i ntia.
2.t • Manutcnç:lo de defesa do consumidor.
25 - [laboraç3o e implcmcntaçao de
proJelOS,
26 - [laboraç3o de programas de
dcscn, olvimc.:n10:
17 - Custi:ar despesas com pc:squisas e
estudos;
18 - Custear despesas com projetos:
29 - Recqu1pamen10 do CPD:
30 • ~tanu1enç3o d.1 Divis3o de Controle
Orçamentária:
31 - Amortizaç:lo da divida com
parcelamcn10 do F9I~ P~. EP. IN e outros:
Em tempos ue real o negócio é econom,izar comprando com qualidade
Ganhe 65% no pr_eço da gasolma (mais barato),
e 35% no preço do óleo diesel (mais barato)
É isso mesmo, abastecendo no Posto Dos Fronteras
essa é a diferença do preço
Seja inteligente, essa é a diferença
POSTO DOS FRONTERAS
Bella Vista-Paraguai
J <J., ILU
O.! "'.LtritJ!e"M!l
lundJ' t< Ili
li • ( < fl 1 -.1 nJc ◄ 'l tf 1 (
04- Aporo a festas ll-ll 1
05. Aporo .1 Jdu n ,ult1.;r.1
0é6 Apoio en ir
prof aonalante
07 • Construção implanta Ao d
Ccniro ele I llu, ,~o ~ l ultura,
0. Aqurção de materas ddato»
e pedagogos
OQ - M~nulenç.lo de Lur,u, plt,1
C3pJllti.l !O rroJ1hlOllJl.
1 O - Cut .ir ,fr..,ftt'h lOOI ., mtrcnJ,
l'lUf.1r,
1l- 1an@tenção da rede de ensino de
1 e, gr,tU,
12 - O~'fii.:',lli COIII ClH'iO J d1...i:ua1.1,
13 • A1t:11d1n1rntu e,prc1,iluJdü p.ir,1
cr1,1nç:t de Iº gr.111
1-l • 1,tnutcnç.lo de cur'io de rn:­
t'!:ICul,1.
I5 - Manutenção de curso de suplência
16 - R<cq111par a b1~i<0lt'L.1 publocJ,
Snúdt' e Saneamento
Saúde
l.!11 e 1 1
OI • lmplc111c:n1aç.1u e ma.nu1cnç.lo d.1
glãneia epidemiologica.
02 - Aqu1lç:lo de ~unbul:inc1.h.
03 - t.111111,nçJu do I undo lu111e<p.1l de
Saüde.
Caracol agora tem ...
038286
(Bella Vista-Paraguai)
·--+ Gasolina Super e Co11111111 - Filtrado
Oleo Diesel - Filtrado
CLIENTE AMIGO: Vamos sei- objetivos, vale a pena abastecer no
Posto Dos Frontcras, vocc p:igar-;i menos 65% no preço
da gasolina e 35% no preço do óleo diesel.
Vale" pena 110 preço ena_qualidade
POSTO DOS FRONTERAS - No Km 1 e meio -
Na saída para Assunção - Pertinho do centro
lt). lnlj lnTll'•' 1 ln em 111 l!tflio
1
1
' ... tlJ
l'- Treinamento e capa +ta.a
dos teursos humanos,
I -Oficinas de aparta.ao nstant
r,· ... ur o, h111n.irw·,
11- Ofc.:tL"tllnr:nto de bolas a
profissionais de saude. vrsando o aprmotare
kCllJl(I
Saneamento
0I- Drenagem de aguas pluvar»
2 - Programa4o de construo de lo's
:anll,líhh,
03 - AmpltJç.lo da rede de ,,h l,l..:l1ffü:: t'
de agua potável,
() 1 - 1rnrl~1nlJÇ,)) de .11i:rro , 11.tnO,
05 - Keilagem do lo
Dtlm.ir da ta Leite- Prefeito Municipal
Som para festa, aniversário,
propaganda de rua
e som em geral
Rua ilurilo Godo) - S.i - Tcl. (0xx67) 495-1204 - C:,racol-,VIS
FALAR COM ROBSON (DJ BOLA)
#2f,'E5
Fl?DNTEll?II
Produção de rações para:
. Bovi~os er11 semi-confinamento·
. Vacas leiteiras; '
Bezerros mamote·s e desma d • .
Equinos; • . ma os,
. Aves de corte e de Postura·
Concentrado para: • . '
Bovinos em semi-confinamento·
(.
)
Av. Brasil, 240
Caracol-MS
CEP 79270-000
Fone:
0XX67 ""495-131'7

secretaria da «
Inspetoria da H
DECLA'AÇÃO
DE ISENTOS 199
O prazo para entrega da Declara;ao de
Isentos 1999, foi prorrogado para o dia 26 de
0vemhro de 1999,
QUEM ESTÁ OBRIGADO?
- As pessoas fisicas possuidoras de nu­
mero de inscrição no PE que ficaram dispen­
sadas da Declaração de Ajuste Anual do 1m­
posto de rend::t de 1999.
- O dependente de declarante do imposto
de renda, que possui numero de PF própno;
- O residente no exterior que deseJar m:m­
ter ativa o seu número de inscrição no CPF
Q EM ÃO ESTÁ OBRIGADO?
- /s pessoas fis1cas que ficaram obriga­
das a entrega da Declaraç:io de ajuste anual do
mmposto de renda de 1999:
- O cônjuge ou companheiro(a) cujo nú­
mero do CPF houver sido informado na decla­
ração do imposto de renda de 1999 de seu côn­
Juge ou companheiro(a);
- As pessoas que fizeram a mscrição no
CPF no ano de 1999.
COMO?
Pela TER ET no endereço
www.receita.fazenda.gnv.br
- Pelo telefone 0300 78 0300. / ligação
custa R$ 0,27* por minuto se feita por telefo­
nes lixos (convencionais) e RS 0,50* por mi­
nuto se a chamada vier de telefones móveis (ce­
lular):
- Do Exterior: 55 78 300 78 300,
(*) mais os tributos incidentes sobre ser­
viços de telefonia
- Por boleto lotérico. nas casas lotéricas
com cniadas com a CEF, ao custo de RS 0,50,
- Pelos Correios, através de fonnulário
próprio, ao custo de R$ 2,00.
ATE ÇÃO:
- Haverá a emissão de recibo.
- A falta de apresentação da declaração
de isento implicará cm suspensão e posterior
cancelamento do número de inscrição no Ca­
dastro de Pessoas Físicas - CPF.
- Caso a pessoa tisica não consiga efetuar a
entrega da declaração de isento, procure uma uni­
dade da Receita Federal para maiores informações.
QUANDO?
Prazo final - 26 de Novembro de 1999
Receitafone: Ligue 0300-78-0300
24 horas no ar!
familias antoniojuanen­
eberão Bolsa-Escola
mmhas carentes de /Antonio
João. selecionadas pela E un
dação de Promoção Social
de Mato Grosso do Sul
(l'tomo. IJ. rct.tbcram no
ultimo dia 26 a cadernetas
de cadastro credenciando­
as a recebe, um salario mi­
nimo por mês do Govemo
do Estado para manter seus
filhos na f sola Mais de
duzentas pessoas acompa­
nharam a solenidade de lan­
çamento do Programa Bol­
sa-Escola foi realizada as
10:00 hora . no salao paro­
quial da lg.,cja 0!.,'1 Sc11ho­
ra do Perpetuo Socorro
Eaiv eram presentes o
Secretario Estadual de Edu­
cação, Pedro César Kernp
Gonçah e,. Prefeito Dácio
Queiroz Silva, Presidente da
Promo ui. Valdetc de Dar­
ros 1arins. Vice-Prefeito
Juneir Marques e o Presi­
dente da Limara Municipal
Era Ido Graciano.
Prcstig.iaram ainda o
evento os Vereadores
Joãozinho franco, ciso
Lozano. L.eony Ferreira
ascimento, Wilsinho Gon­
çalvcs. Osvaldir unes e
Jamir Fuch além do Presi­
dente do PT. Olmar Docira
e Dr. Cario, "Carlinhos" il-
va Direto es municipais de
Obras, creu Dutkcvicius
Nantes e de Educação, Pro­
fcs.sora Eva Luiza Echeveria
também participaram da so­
lenidade. O Prefeito Dácio
Queiroz ilva lembrou o tra­
balho da Promo ui em An­
tonio João. depois de cadas­
trar mais de 300 familias e
1ambém1 o fato de o Muni­
cípio estar arcando com
50% do total do programa
para sua cidade.
Etc infonnou ao c­
cretário Pedro Kcmp que o
Municipio tem aplicado cor­
retamente os 25% destina­
dos à Educação, se propon­
do firmar outra parcerias
com o Governo Popular de
DROGARIA DANIFARMA ( LÍDER)
-~ ~.=.i- "]
Qualidade, bom atendimento
e experiência
Aplicações de Injeções;
medicamentos;
perfumaria em geral
VOCE CLIE TE EM 1° LUGAR
A.Brasil, 120- 495-1197 -Caracol-MS
sortancia daquele momento na vida das
pe o.<,ara, ,,,w:n:lllol -1
ressaltando que o atual ind e d de n­
prego, "pura a comumdade pobre te di­
nheiro será de grande valia. pois alem do
incentivo financeiro, vai colo ar todas as
cnan;as nas salas de aula"
O Vereador parabenizou Pedro
Kemp por ver cumpridos seus compro­
misso e afirmou que estas aoes" o dig­
na de um govemante" E concluiu asse­
urando que, para Antonio Joio, "a Bol­
sa-Escola representa muito"
Também fizeram uso da palavra a
Presidente do Promo ul Valdete de Bar­
fll!.. o Presidente do Pl. O!ruar Boetrn -
que disse se :,c1111r realtndo con1 o lan a­
rncnto do programa em Antonio João
"Mas para que dê certo. e prcci o que a
comunidade panidpe". afim10u Boerr:r, que
elogiou a p.1r1icipaçiio da Prefeitura Muni­
cipal no programa. "Com todos juntos a
coisa vai melhorar". con tuiu
Pedro Kemp con iderou o Progra­
ma Dolsa-Escola como "a obra mais im­
portante do Governo Popular", uma vez
que investe na pessoa humana. "Com o
dinheiro que e tamos gastando podería­
mos ter construido um grande ginásio ou
uma rodoviária cm Campo Grande. mas
a bolsa é muito mais imponantc que
grande obras", assegurou O objetivo,
segundo ele. cm primeiro lugar é tirar as
famílias da miséria
"Enqu.1n10 exNir urm farru1ia sem ali­
mento para dar aos seus filhos, o governo
vai continuar trabalhando para aumentar o
ílolsa-Escola. pois entendemos que pobre­
za é sinônimo de doença. de degradação
Paulo Rocaro/Geraldo Ferreira
A Presidente da fundação de
Promoção Social de Mato Grosso do
Sul. Valdete de Darros Martins, disse
cm Antonio Jo:io que a instituição vai
implantar outros programas de atendi­
mento às famílias carentes do Município.
dentro de parceria que pretende finnar
com a Prefeitura Municipal Ela disse que
no primeiro ano de governo os recursos
ão limitados. "ma levaremo adiante
até que todas as meta do Governo
Geraldo Ferreira'Paulo Rocaro
No encerramento da solerndac!e de
implantação do Bolsa-Escola o pübltcoprc­
sentc pode ass1st1r à aprcsent;1ç:io do Co­
ral do Grupo de Jovens da Igreja Católica
(Jl.,'l'IC) cá dança de polca paraguaia com
a aluna Clediane, ao som da müs,ca "Pás­
saro Campan:i•. O jovem Eudêbcr da Sil­
va Oliveira. da Escola Novo lhlênio, t;1m­
bem fez uma apresentação musical.
Secretario Estadual de Educação,
Pedro César Kemp Gonçalves
da familia" , afirmou Kemp I le derou claro que
alem de dar condições dignas para a amilia so­
breviver, o programa vai tirar a cnam,a~ chs rua
e das drogas Cada familia recebera por mês RS
136,00 para manter os filhos na I scola "A cri­
ança tem o dirci10 de ser criança". ponderou
40 MIL BOLSAS
Pedro Kemp disse que a me1,1 é pagar
até 40 mil bolsas até o final do atual Governo.
lembrando que cada cri:mç.1 niio pode faltar mais
que duas ve1..cs por mê, a aula. para não ter a
Bolsa suspensa. "Educar e um compromisso do
Governo Popular". afirmou. Segundo o Secre­
tário de Educação, Bolsa-Escola não é um fa­
vor ou um presente do Governo. "é um dever
do Govemo Popular e um direito da, famílias
carentes". concluiu
PROMOSUL ANUNCIA OUTROS PRO­
GRAMAS PARA ANTONIO JOÃO
Popular sejam concrctí1.ado,". afinnou
Ela orientou as mães a participarem das
reuniões do Doba-Escola para que ajudem a
construir uma wciedadc melhor e maí justa
O Govema dor Zeca do PT, segundo ela, "tem
um compromis o muito grandc com, ocês e
tenho certeza que aqui neste Município mui­
tas outras coisas boas no,, amo, construir
cm parceria com a Prefeitura" Valdete de
Darros garantiu que a equipe da Promosul
e tará em Antonio João nos próximos dias
implementando outros programas
BANDA MUNICIPAL MIRIN FAZ APRE­
SENTAÇÃO "CIDADE MARAVILHOSA"
r.- --
A Banda Meucapal Minn fez o encerramen­
to da solaucbde m1crprcundo as mUSJcas • Cidade
Maralhosa" e • Arrugas para Sempre•. sob a ri>
gnca do instrutor musical Franco Wllans dos
Santos. O plaruão para mfonnaçõcs sobre o Bolsa­
Escola funaonar.i da.s 07 00 ás 17 00 horas na Es­
cola Estadual Pantaleio Coelho Xavier O progra­
ma Bolsa-Escola implantado pelo Govemo Popular
de Mato Grosso do Su! tuaa-se de um cornpronus­
so de campanha do Governador 2cc:, do PT
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Matriz: Praça Nossa Senhora da Conceição, 225 - (67) 241-3838 - Aquidauana
,

eranças partidárias repudiam as­
sassinato da Prefeita de Mundo Novo
O assas.mato da Prefeita de
Mundo Novo D)orcelmna lolador
(PI) foi repudiado com veemên­
ia pelas hderança partidaras na
sessão da Assembléia Lerlativa no
ultimo dia 03 Em pronunciamento
na tnbuna, os lideres dos partidos
com assento na Assembléia
Lerslatva exigiram a apuração ra­
pida do crime A continuidade ad­
ministratva for defendida pelo líder
do PMDB, Deputado Onevan de
Matos Segundo ele, cm reunião da
Comissão Executiva Municipal do
PMD11 em Mundo Novo, ficou de­
libcrado que o vice, Klebcr Corrêa
de Souza, deverá manter a equipe
montada pela ex-prefeita e dar con­
tinuidade as ações planejadas pela
administração petista
O líder do governo na Assem­
bléia. Deputado Laerte Tetila, apre­
sentou Moção de Pesar pela morte
da Prefeita e fez um pronunciamen­
to crnocionado. "Caiu um baluarte
das causas populares no Mato
Grosso <lo Sul, disse Tetila, que foi
confortado pelo Deputado clito
Câmara (PMDB), que r_ccordou a
atuação da ex-prefeita quando amn­
da era uma líder de movimentos
populares apoiados pela Igreja.
"Que o exemplo dela estimule nos­
sas lideranças, com as mesmas idéi­
as", pregou {elito Câmara
O líder <lo PPS, deputado Ge­
raldo Resende, também manifc tou
indignação pelo crime, seguido pelo
líder <lo PSDB, Deputado Waldir
cves, pelo líder <lo PTB, Deputa­
do Cícero de Souza e pelo Vice­
Lider do PDT, José Carlos
Monteiro. "É preciso esclarecer o
crime e acabar com a impunidade",
observou o líder do PSDB, Cícero
de ouza e Onevan de Matos ad­
vertiram, no entanto, que os boa­
tos e suposições sobre as causas
<lo crime não podem se anteceder
as investigações. "Precisamos
agu' d:::- :i conclusão das investi­
ga-_s, para que as suposições não
exponham pessoas inocentes", dis-
e Onevan "ara Cicero de Souza
cabe à Policia esclarecer o ~rime ~
nenhuma hipótese pode ser colo­
cada como fato· concreto.
/ fala mais emocionada, en­
tretanto, foi do líder do governo
Laerte Tetila, observan' + no
1
lato Grosso do Sul, "i, en-
te, ainda existem agentes políticos
que não se furtam cm cultivar cos­
tumes da velha ordem colonial. Em
pleno limiar do terceiro milênio, ain­
da conserva a mentalidade insana e
atrasada que discrimina, explora,
oprime e humilha. A invés de pre­
ferir a beleza da disputa pelo dilo­
go, pela democracia".
Tetila lamentou que "ao invés do
confronto elegante e sadio no cam­
po <las idéias, ainda há aqueles que
sentem na boca o gosto de sangue e
a ,-ontade implae:ível de matar a quem
pratica a honestidade e se coloca em
defesa do povo, alimentando assim
uma tradição perversa, covarde.
Mas, o que querem os covar­
des que encomendam pistoleiros e
mandam matar? Querem o nosso
sangue, mas não querem a nossa
dor, porque a dor de quem tem ide­
al humanista e cristão, a dor de
quem ama o povo, nenhum canas­
trfío, nenhum canalha, nenhum as­
saltante dos cofres publicos, amais
irá sentir Sua admumistração vinha
lummnando os horizontes da polit1-
ca em nosso Estado A Prefeitura
de Muni.lo Novo c:,tava entre as três
melhores de Mato Grosso do Sul
Sua aceitação estava acima de 90%,
notou o líder do governo.
Para Laerte Tetila, "não é con­
cebivel que alguém mande crivar de
balas e matar uma prefeita de for­
ma gratuita Há, sim, profundos in­
teresses por tr:is desse assassina­
to, que precisa ser esclarecido.
Dorcclina morreu porque contrari­
ava interesse . imbolo de resistên­
cia à corrupção, à bandalheira, ao
assalto, aos cofres públicos,
Dorcclina nos mspira a sonhar com
administrações éticas. sérias e ver­
dadeiramente honestas, embora sai­
bamos que cm algumas cidades de
Mato Grosso do ui o preço da ho­
nestidade é a morte.
Mas, saibam os covardes, os
canalhas, os mandantes deste cri­
me, que não há calibre que possa
matar o ideal humamsta, tal qual o
de Dorcclina. O humanismo para
nós é muito precioso. Bem mais
precioso do que a nossa curta exis­
tência. Dorcelina recebia muitas
ameaças. Ameaças de morte e sa­
bia que corria risco de vida. Ela co­
nhecia seus inimigo e sabia do que
eram capazes. Mesmo assim, egu­
rou a barra, suportou, enfrentou e
avançou na luta, sendo fraterna e
companheira do povo, até o fim.
Ela foi espelho para o seu
povo, foi a companheira dos sem­
terra, das gestantes humildes, dos
Idosos desamparados, dos doentes,
dos deficientes fiscos, dos analfa­
betos das cnanças sem escola, foi
uma prefeita companheira no verda­
deiro sentido da palavra Uma com­
panheira com deficiência fisca, que
não cursou faculdade, mas que su­
perou hmites, a ponto de figurar. bem
antes de sua morte, e por duas ve­
zes, na capa da Folha de São Paulo,
como exemplo de administração mu­
nucpal para o Pais
Sabia que estava fazendo his­
tória, e que isso poderia cw,tar-lhe
a própria vida porque a sua ó11ca
era a dos excluídos e o seu cami­
nho era o da justiça social
Dorcelina foi morta não só pela
quantidade de obras, programas e
projetos que realizou, mas pela ori­
entação que dava ao povo, para que
tomasse consciência de seus direi­
tos. Direito de se organizar, de de­
cidir, de viver, de progredir, de as­
sumir o seu próprio destino, porque
Dorcelina sentia na alma a chaga da
injustiça que o povo lascado sentia
entia porque foi uma lascada tam­
bém, porque tinha orgulho <la sua
origem, a qual Jamais traiu. Sabia de
onde veio e por quem deveria lutar.
E isso incomodava.
Apesar de não ter cursado ne­
nhuma Universidade, a não ser a
Univcrsidadc da vida, Dorcclma ti­
nha a persuação nos lábios Foi
uma oradora que não perdia o fio
da meada. Até os mais humildes en­
tendiam a sua mensagem E isso in­
comodava! Dorce foi uma líder do
povo, tal a capacidade que tmha de
argumentar, convencer, denunciar
o opressores, o preconceitos. os
desmandos, o assalto aos cofres
públicos. E isso incomodava'
Em nosso Estado, infelizmen­
te, amnda existem pessoas ou gru-
pos de pessoas fanatcas ela vo­
lênca e que a todo custo buscam
e impor pela matança, pelo terror'
Os a iassmno da Dorce estão
enganados ao pensar que calando a
voz dessa lider estarão sufocando a
luta popular Sua morte não surtira
o efeito que os covardes assassmnos
desejam O efeito sera contrato. Scu
nome sera mas um referencial de
luta, como são os de Chico Men­
des, Santo Dias, João das leves,
Marganda Alves, Pe Josino, Marçal
de Souza Sada detera esse projeto
novo. de transfonnaçilo e bond::idc.
O Governo Popular tudo fara
para que aquele pistoleiro que cei­
fou a vida de Dorcelmna e os man­
dantes cruéis do crime scpm pum­
dos conforme o que a lei ordena,
pois o assassinato dessa prefeita, que
teve rcpercussiio nacional, ag.re<lru
não só o povo mundonovense, mas
a toda a imensa parcela dopo, o sul­
matogrossense e brasileiro que luta
cm prol da honestidade na at1v1dadc
política e contra a violência
Sabemos que a morte de
Dorcclma não será suficiente para
saciar a sede de sangue e de dor
Para os opressores, é preciso conti­
nuar oprimindo, aurando, matando,
pois é assim que percebem o mun­
do, pois são esses os seus valores
Assassinaram Dorcclma e, certamen­
te, beberam, fcstcJaram, porque con­
seguiram o que queriam Mundo
ovo não terá mais a Prefeita Mas,
será que os vagabundos que perpe­
traram o cnmc não pensaram que,
mais doloroso que o povo perder a
prefeita, é <luas crianças ficarem sem
mãe, um esposo perder a compa­
nheira e um pai e uma mãe terem que
sepultar a própria filha? Dorcelina
está morta, e nela, cu perdi uma gran­
de companheira".
Atividade de Mo n e
er investigada esta
As atividades do Reverendo
Sung Myung Moon, em Mato Gros­
o do Sul começam a ser
;:1 cstigadas nesta semana, quando
a Comissão Especial da Câmara
dos Deputados, criada para este
fim, estará visitando o Município
de Jardim, dardo inicio aos traba­
lhos de coleta de dados com o ob­
jetivo de conhecer os empreendi­
mentos na região e analisar as de­
núncias contra a organização co­
mandada pelo coreano.
Os Deputados que integram
a comissão - Flávio Derzi
(PMDB-MS), Pedrossian Filho
(PFL-MS), Ricardo Izar (PMDB­
SP), Jorge Tadeu Mudalen
(PMDB./SP) e Fernando Gabeira
(PV /RJ) - estiyeram visitando a
Assembléia Legislativa no último
dia 03, quando pediram ó apoio
dos parlamentares para reforçar
os trabalhos de investigação.
Os deputados federais foram
recebidos no gabinete do presiden­
te da Assembléia, Londres Macha­
do (PDB), que deixou a Casa à dis­
posição para auxiliar nos trabalhos
de investigação.
Os deputados estaduais An­
tonio Carlos Arroyo e Paulo
Correa (PTB), Reginaldo Ferreira
(PL), Antonio Braga e Celina
Jallad (PMDB), Loester Nunes
(PDT) e Mauricio Picarelli
(PSD), vão acompanhar a Comis­
são Especial da Câmara que es­
tará logo mais em Jardim.
Na parte da tarde, reuniram-se
no Ibama com o objetivo de tratar
de questões ambientais, já que há
denúncias de que as propriedades
de Moon estariam trazendo proble­
mas de degradação e poluição para
a região onde a. atividade: do Re­
verendo estão in:taladas.
De acordo com a programa-
emana
ção, o Prefeito de Jardim, Márcio
Campos Monteiro (PMDB),
recepcionará os parlamentares. Ain­
da no Município, o assunto será am­
plamente discutido com universitá­
rios., entidades ambientalistas e vári­
os segmentos da sociedade.
Os deputados que integram a
comissão especial foram unânimes
quando disseram que primeiro é
preciso levantar dados e detalhes
obre as acusaçõc de que Moon
estaria sonegando imposto, entre
outros que estariam sendo come­
tidos por ele no Brasil.
"Estamos na fase de coleta de
infonnações. Se hou er problema
fi cal, encaminharemos o caso
para a Receita Federal Se houver
problemas trabalhistas e
ambientais, encaminharemos para
os órgãos competentes", disse
0
Deputado Fernando Gabeira, co­
ordenador da comissão.
J
)

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-
.. .; .. Cruzeiro do Sul
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Mato Grosso do Sul
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CEP 79.005-240
Fone: (0xx67)721-4008
Fax: 724-9190
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E-mail: viacruz.@zaz.com.br
·e_*
• Jf-
*
- Cruzeiro do Sul

"Boi manso" e a pescaria
lvaldo Pereira (Do livro 'Na Roda
do ferer", Volume 2)
) apelido surgira na
inflei, mais precisamente
na Escola Muni ipal Padre
Gusmão, uma das professoras,
'mia, carioca de Vila Izabel,
rritada com a indiferença do
me111no. ,1t111clcjcitocle n,ioestou
nem aí, uma mansidão que, às
Vl''l,l'"· R11perava o limite da calma.
aquilo niio ern culma. até parecia
doença, mas o menino era forte
até demais, foi quem num
momento de raiva gritara • voce
até parece 11111 boi manso - a classe
toda caira na risada. E o apelido
pegam. A partir daquele dia o
filho de D.Lurdes e do
Sr.Aristimunho passara a ser
"Boi Manso". E o cômico na
história é que a profes ora Cinira
só viera a ver um boi vivo na
pequena cidade ele Riacho Verde.
E o Luizinho, ou melhor. "l3oi
Manso" nem aí para o apelido. Só
ria. Só ria. A mãe não gostara
nem um pouco, fizera queixa da
professora para o diretor, não
dera cm nada. Luizinho cresceu.
tornou-se um homem. mais de
1.80 de altura. 90 kilos.
Sua vicia não tinha nada de
ext rnordin(u·io, estudou. fez curso
de mccànico no Senai, casou-se
com a Rulinha e. depois de
casado. muclou-se para o Mato
Grosso do Sul. Profissional
competente. responsável,
progrediu, tinha carro. casa
própria. t •·ê;; filhos, um deles com
a sua cara. jeito e manias.
1unca.
mas nunca mesmo. ninguém vira
Luiz oi Manso" sair do sério.
ne1 • 10 quartel. soldado da
oif':t.it:iria. suportava as gozações
os amigos rs era querido pelos
oficiais. calme:. sempre sereno. era
o de melhor pontaria e o que mais
aguentvu as marchas. Sem
reclamar.
ó uma vez. apenas uma vez.
"Pi Manso" saiu do sério. 1 ·á
vnlc"'. quem contou essa '.a
fo, o Adão Antune , da cic1 ... 1e de
C.,racol. ele presenciou o ocorrido,
testemunha dos fatos. Estií lá
para confirmar. Foi assim que
ncont ceu.
'
Logo que chegrn na cidade
de Bela Vi ta. "l3oi Manso" se
in talou com a sua oficina e fez
muitos amigos. Nunca havia
participado de uma pescaria, um
de seus amigos, o Jotacê, pescador
de final de semana. o convidou
para "ir pegar uns dourados e uns
pacus" no Apa.
- Mas e tá dando mesmo?
perguntou.
- Precisa ver. coisa de louco,
é jogar a linha e puxar uns baila
de dez. até quinze quilos,
respondeu o Jotacê.
Tudo cascata. O máximo que
ele conseguira numa pescara fora
uns piavuçu, piraputanga e touxe
para casa dois pacus, comprados
na boca da pescaria de uns
ribeirinhos. Ruim <le pesca o
,Jot aci•.
Mas Boi Manso se
empolgara, apesar das bronca da
mulher, compram IH> armazém do
Ricardo linhas, anzois, chapéu,
bota. até uma faca, dessas de
Rambo. Entusiasmadissimo.
Arrumaram as traias.
pegaram a camionete de Jotacê,
que só pegava no tranco. nem Boi
Manso dera jeito e se foram para
o Apa, lá para a Cachoeira.
A realidade era diferente da
fantasia, mosquito à beça. até
parecia que haviam combinado.
formavam a esquadrilha e dá lhe
ataque, o alvo preferido era Boi
Manso. Ficaram lá um dia inteiro
e uma noite. mal dormida, os
incidentes com o mecànico
superaram tudo o que se po sa
imaginar. picadas de mosquito.
um quase afogamento (ele não
sabia nadar), o arroz queimado.
o anzol que se enroscara no dedo,
a térmica de estimação que caira
no rio, o susto com a cobra (Jotacê
garantia que era sucuri) que
aparecera na folhagem bem perto
da rede onde dormia. A pescaria
do Jota cê estava se
transformando num desa tre. E
os peixes? Nada. Nem uma
fisgada.
No dia seguinte, à tarde, o
"lucro" da pe caria eram dois
piavuçu (cios pequenos). dois
bagres e un lambaris que Boi
Manso pegara quase que à unha.
"para a frit.ada" - dizia ele. Meno
de dois kilos de peixes.
Levantaram acampamento.
a camionete só pegara depois de
Boi Manso trabalhar meia hora.
remendando aqui e ali.
improvisando peças e mais duas
h-..:·a~ Pmpurrando µrá cá e prá lá.
li.Manso sem reclamar. Nadica
de nada.
Pegaram a estrada. Jotacê
explicando que era a Lua, na
.outra semana •·nltariam. aí sim.
pegariam peixes e dos grandes. E
falava. Boi :llanso quieto. Só
resmungava.
Já perto da cidade, viram,
numa curva. um carro amarelo,
parado. ao lado trê homens.
armados. Jotacê se assustou.
Falou, quase gritando. - vamos
atropelar, pode ser um assalto.
Boi Manso nem aí.
A camionete tinha freios, só
que para funcionar era preciso
centenas de bombadas, foi parar
quase cem metros à frente. Um
do homens. colete da Polícia
Florestal se identificou. e deu a
bronca,· por quê não pararam.
Jotacê deu as explicações.
• Documentos do carro.
dentidade e desçam para a
revista.
Foram uns 15 minutos de
discussão, ·Jotacé discuta. Boi
Manso quieto.
Os policiais apreenderam os
peixe, os anzois, isopor. linhas,
at'• a foca Rambo ele Bor ..'.lan<o.
Pegaram tudo e ainda
ameaçaram, na próxima vez.
m ulln e apreensão do ca rro.
Jotacê. d sconlrolado.
poss sso. a meaçava mundos e
fundos, até chegar a cidade. l3oi
Manso calado e ,Jolacê
reclamando. Mandaria uma carta
até para o FHC, para o Zeca do
PT. para o Presidente da
Chcchênia. E reclamava.
a porta da casa de Boi
.Manso, eslava o Adão, e perando
o mecânico para leva-lo a Caracol
consertar um Gol que há muito
tempo vinha dando problemas.
Adão viu Boi Manso descer
da camionete, pegar o resto das
tratas. Jotace desceu Junto -
sempre reclamando- ouviu.
também, quando Bor Manso falou
um palavrão - ·Jotacé, assustado
respondeu algo, e Boi Manso, 90
kilos de peso, acostumado a
levantar motor de carro no
muque, dar lhe uma porrada,
daquelas de derrubar cavalo, uma
só, seca, ouviu o berro de ·Jotace
que• desabou. 'ariz quebrado,
espirrando sangue, Adão correu
pegou o coitado C' o levou para
Hospital. m io desacordadr
antes deu urna dura no mecanc
e am1go.
- O que é iHlO 1301 .lanso?
- Esse cara me fez perder a
mmha faca.
Adão, depois. quando soube
da história, caiu na gargalhada.
nunca mais Boi Manso e Jotncê
se falaram. E nunca mais o
mecânico quis saber de pescarias.
Quando quer comer peixes
compra no .ferca<lo do Ricardo.
VELHICE
1 _Mde Medeiros -Aninolis_ Goiis-
Velhice. página da vida onde se ,·e o desfilar das rccordaçik, mais
queridas transformadas cm saudades; onde estão gravados os momentos que
se foram sucedendo, formando um encadeamento de fatos. a que se dá o
nome de vida.
ão etapas que se sucedem num emaranhado de contrastes. os risos.
ora lác.rimas: às vezes vitórias. outras vezes fracassos: glórias e decepções:
akgri;s.: tristezas; colhe-se rosas. fere-se nos t:spinhos: alguns momentos
de felicidade. quase sempre a dor.
Mas. s,1o i:slt:S contras1es que se fundem e se equilibram na luminosa
passarela da experiência. por onde caminha o ser humano.
Feliz dc quem consi:gue superar os embates e desencontros da
caminhada e. ao chegar o crepúsculo de sua existência. pode contemplar a
bandeira de suas conquistas. tremulando. vitoriosa no altar de sua consci.:ncia.
fazendo crer que:
• os espinhos que lhe feriam os p.:s. i:nsinaram-lhe a prosseguir com cautela:
• os desenganos que lhe batiam à porta, trouxeram-lhe sabedoria.
- as lágrimas que tanlas vczc~ lhe rolavam pela face, banharam de luz
seu espíri10;
- com a dor que lhe dilacerava o coração. aprendeu a olhar para o alto e
buscar cm Deus. fc.: i: consolação:
- se injustiças causavam-lhe revolta. o discernimento lhe fcz confiar na
Justiça Divina e crer que "as pedras atiradas voltam ao ponto de partida":
- ingratidão e calúnia não Ih.: atingiram. por saber que o perdão é a
mais sublim..: vingança;
Há também o idoso que o destino inclemente atirou na sarjeta.
Trôpego. sujo. esfarrapado. doen1c. rasteja-se pelo becos tonuosos da vida.
São cria1uras que caem e ficam estiradas no caminho. sem tentar erguer-se.
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a pobrcza de sua infãncia. sen1iu frio. fome. faltou-lhe carinho. escola. religião.
a ju, cntude. não teve orientação. oportunidade. educação. nem
trabalho e nem amor.
E. a perambular pelas ruas. tortura-lhc a mágoa de saber-se vítima de
uma estrutura social desumana e injusta. Cerca-se de maus companht:iros.
Entrega-si: ao vicio. Bebe. fuma. torna-se um viciado cm droga . um
delinquente.
Chega a velhice. sem amigos. sem ideal. sem esperança, sem saudade
e. sem Deus. tropeça numa sucessão de miséria e sofrimentos.
EDITAL DE PROCLAMAS
J:milde Rosa dos Santos. Oficiala do Registro Civil desta cidade e comarca de
Bela Vista-MS .. faz saber a todos quantos o presente Edital de Proclamas virem. que
apresentaram os documentos exigido pelo anigo 180 do Código Civil Brasileiro.
incisos 1-11-III e IV prclendem se cas:ir:
EDSON ARECO e KATLANE PEREIRA LOPES, ambos. brasileiros.
olteiros... resiJentes e domiciliados nesta cidade; ele, militar, natural de Bela 'ista­
MS .. filho de José Areco e de Damiana Candia Areco: ela, lides do lar. natural de
Bela Vista-MS. filha de Ademir Lopes e de Helena Rita Pereira Lopes.
Se alguem souber de algum impedim.:nro que se oponha na forma da Lei.
Bela Vista-MS.. 05 de Novembro de 1999
Janilde Rosa dos iantos - Oficial.a
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