9_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº9_06_10_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título9_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº9_06_10_1976Número da edição9Data de publicação6 de outubro de 1976Número de páginas5.99GeoCoordenada -21.48365729605545 , -56.14727075606029 Documento 9_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº9_06_10_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 7ROM0ÃO DO JORNA! 1 1 o " o fundador 'Diretor Responsável Ivaldo Pereira TRIBINA A T LilH• rctac!'t- l"Olll bi!idade Admlnislrnç.1o - lluu 1'e11. Bemardes ,Jardim - ilt. --------------- ,Jardim OG a 13 de Outebro de Hl7ü Semanário N,o o 1 libertando os municipios Um Acontecime11to: - 1/oto Grosso presente no R~volução Social ) ) 4 6 3 a PELA primeirn vez r!esde o Governo 7 Cvsta Silv11, enccn·ado em HJG9, um pre- 1 s,dente dn Hepúblicu dialoga com jorna lisiu1:1. O !'ato, que menc de RepórterH l'olílicos de Hrasíliu no dia 20 d julho: durante uma hura, ciuco jornalistas con vet·~u ram com o Presidente Ernl sto Gei~el sobre diversos assuntos, inclusive tem:s relati vos à vidu do Puí-·. Um acordo rotre ce- valheiros, no entauto' impediu que a c:on· ve·sa fosse divulgada em seus detalhes. J, A auú énrlc 11 !'oi m.,rcud:i. pot· i .- te;·ferêueia do li iel' da ~laio1fa no St 11:1 lo. Próni Portela. N> l'in-tumnm ,,nxcr::nr a se,· marradtt, quirndo dari uma entre- apenas, na atual forma de re cionamento d Uni Vi-t•t l'Ol tiva. ão com as unidades federada}e sus células mu Quando os jornalistas cump:,men- nfcipai~. uma tt,11dê1ll'ia para centrnlismo, capnz hrnm ·o Pt·esidente, ele tomou lugar à ffiP de levar-nos a um regime de Estado unitário· na 4 e numerosos fotógrafos começaram a da menos verdadeiro. O que ! 'Clll procurundu trabilh➔r. Co:nentário de Geisel: fazer rle,de 1961. ntravé, de u~n politicn rncionnl de modernização gru,lnnl ,lt- n•$sns imtituiçõr,, é Os seus colegas tiram tantas fortalecer n untonomin 11111nici11al, dando-lhe sen futogra fias, ffiêiS 90 por cento jogam fora. tido pratico e objetivo, librrtrl' do os municípios As fotos que s:>bram vão pura du pobreza t•. com isso, crian n condiçii() essen e arquiv,, . observou um jornalista. eia! parn umn autonomia ver;]deira e sndia. '1 Ó J é • · ,,sim, ,.,m qut"hra da a, onomia assegurada Mas St e es que veem - 10- aos Estados c .1unidpios nos termos dn Comti- . sistiu O PreRidente. tuiçào. estnhdcccr:.im St' nons, ormns de coopera I Ante-: da audiênc!a, um acessor ção, racionalidade e entro-ame;Ato nus relaçõrs in da Presidência perguntou se os jornalista!! tcq::>,,ernnmc111ais ,1uc nd,J11iri am sentido Mais j riam publicar a conversa. menos egoi,t e li CIIOS isolacionista. Se ele autorizar _ disse um de- Passamos a pruticar um F,·,I rulismo solidário que reparte entre a União, os [Estados e os muni les - nós faremos pergunta e publicaremos cipfos as rcspousnbilidadcs p n cxccuçilo cios pro Durante a conversa o Presidente ::-ramas govcrnnmcntnis, medi, te n nplicnção tios rez comentarios genéricos sobre proble- recursos, de que os Governos odem dispor, dc mnas politicos, ecodômioos e sociais mas ob maneira mnis eficiente e vi,u 1" no dc;cnvolvi- b He;·vou que o enconomicos era a solutamen mento integrado. Os municipios contam h ·e com a ação vigi te informal: servia p•tra uma troca de im- ln_nte e solidária da Uniao, 4d lhes dá npoin téc pren:;õo~ Subre o memento nacional, mas 111co e frnuncc1ro para a cx,•c ,ão de obrn, e ser sem autorização para nada publicar .. o viços, que pela sua pr6priu I turcza estilo muito se despedir, o Presidente disse: acima das possibilidades loca}. De forma alguma E 35a. f t boa exclui-se n partidpaçào dos l tados e d<"S tluni, sta au ienc1a oi J?Ul O cipio~. Antes, pr?cura-se fixa lhe, a cotrt'sponsa- parque voces mc conheceram mclhc,r _ bilidade no e•forço con'unto a edificação nacio- . . Estiveram presentes ao encontro_o5 Jorna mil" 1 listas Ruhen Azevedo L1m11 (Folha de ::Sao !'nulo) (lJ ·d. , - d b ~ ~ YX Flnmarion ilossri (O Est. de SP), Alfredo Obrezi , 0 IECUrso prouuncrn "+ Yerura 0,,}' ' ner (Correio Brasilien,e), Antonio Texeirn Júnior Congres s o Estadual_de ,V#ieípios Guirujl] (ó çbó) _e Tarcisio Holanda Jornal_do Brasil :3,0J.? 6 )- / 1 X ·, ~ ~ 1 1 / e... d I G • l 1 1- h b' lm 1 ,...,; • v • ,, 1 '-' / .,..~un o e .,,, . e1Ee . rcve. ou que e a ,tua ente ' , 1/ li;; / pefn manhü ,·ános Jorn:us entre eles o Jom:il do I lhí ,. 1 J , 1 Brusi!. O Globo e O Estado <le São Paulo. A Geisel recebe Jornalistas E9f ,/"'t 1 1 ° encontro d e Turismo Cuiabá - O S2cratà1·io 'lr.çao Tada no • da indústria e Comércio e o Diretor de Programação da Turimat, Paulo Ca!ltro Pin to' vicijaram para Camboriú a fim de par~ ticiparem do encerraml'nto do I Co□!?re~so )-{ra1:iileiro de Turismo e Termalismo e Ex posição de Equipamentos de Turismo. La zer e Hotelaritt, O Congresso contou com a promo ção do Governo do Estado de Sa.ita Cc1ta rina da Empresa Brasileirn de Turismo, do Consórcio Nacional de Desenvolvimento das E..;tância;- e Centros Turísticos. d<i> do de todas as questões coúcernentes ao turis mo e tei.'malismo, a busca de soluções pa ra proble~tis comuns e a troca de experi ências. Trabalhudor, ve ja o que o Governo r,,z em st-u bem-·Hco: Concedeu aoR empregados o direi to de receber a :a tilicação n tall na parcelada Olll'l'Úea .SOK f:lll!)' t'g'a<l'l:i O ÓÍI'1'i 1,, u:1 uuxílto-rll'S<'lll pg • pois cr:ou fJiHlo clt> uuxílir• ao cl •-empr, g-u JO. . l'JOU () FGTS, o.:4e d lei o- os d·nó, L (·npo te SerV; ç0 dos e:upreg:dus. oced ·a férias ,w t aballwrJor nvul de Monteiro Sá '! Cia. Ltda. noile - lubrilicanle a preca de fornecedores Super troca de füo A SE VICO DO ., 1 IJPlf:'l'fUiíl ,,u t'Ll lú rio ain;no pura o menor. Amp rou os em prt'i.!ados <lomé:ticoi, ua P, evi:lêncu ·o cml. D)eu direito ao empregado estudan· te de coincidir os sua 'l férias escola ras com as férias elo tn balho. r'avort!Ceu aos maíores de 70 anos <le idade e aos invá lidos que não exer ça atividades re muneradas. que não uul'ira cn rendimentos ou oüo tenham mei os de prover o pró prio sustento. Criuu bolsa de estudo pai a o :::m- pregado. t-oncedeu Iériat. ao tr11balhador avul so. Criou a aposentado ria com IO0o/o paro mu lhncs com 30 anos de serviço. Estendeu o direito do so.lário-f.au1ilia no~ fi. lhos dos lm·álido •. Amp:u-ou os empre gados emn autarquias pe rante o INPS. C:riou o abono de emergencia pari o em pr-q;ndo Dispõs sobre m:io de-obra ociosa e instituiu um sistema Para adminis trá-la, Dis;:iplinou a concessão ele e Prestnçfio assistencia jurídir.a na Justiç.a do Tra bulho :io t.radalhndor rindi calizado uu nüo. Griou a aposentado rin para o empregador rural. Criou o PIS, dettr minondo n 1111rt.ieip.,.ção do empregado no lucro do. empreso.. .J,r:tlm • H Correio .Jan11o~n ]. a 1 t , O MOB IL lfu 11 uld 1,p,, .,•j, 11 1re11 tivv1t1 1,;,or- ficou ,mper-orguJho,o. ,Jú pejff\ll 11u111 j01·• E tuniunade de ,1·,·q 11, • ,r:ol;1. .. retunto, nal e i.olctravu as 111a11<;h1.;te , c11U:udii• r·l;n.i, . , .. ,11 11:1" uli:,t i1:11: se- Ucu para perturlrnr o.,; compuuheiros li' vinte <' 1, .. ,, 110 tk Jul:i eh• Íf!U,,l con- de trabalho. dando conselhos torio t' r.t tra luch qu , 1 · r,• ,1tlv,•rhJ.":;d,. ainda po- direito, para que u rnacaculla e tudu-se, 1lorla, 11J11·. - • a Jlt_h urn 1~1·:111de Ha- Qur•riu, por força. que un, Yelho purleiro crlfinlio, el!l rwo BC 1;0•1 , ,1Y1i, :ilrnu1Hlilll1L'Ill••, uma seu otimismo exorbitado, que o micróhio folb11 1111 11•.;,;1 ri,. ainda tinha toda uma vida pelu frente ... Qu no sistent· oeiul da fúbri- • Vem cá, Lui1.! Tu sabe (]Ul'lll foi cu 011d1• l1 ,ili ol', t',• o t·u11, i•ou fJ/11''.t eHtu- Pedro Arves Cabrá'? dar na c litur: que fuesanava il !!11ite - Nilo. no hail·, o. 1•,.1 11 ili•t•Ph'lilf "Ili si uma ve- - Fuz ató vergonha, rapaz. Foi um Jhu. OHJlt'I , :,. , !t,, 1.r1u l 11d111·.i,eclda. Armirnnte português. que llescob1iu o Bras!I. Niio pPI,I u'l un•, , • z, l'. -e, !l•.u rte 1•stalo. - Qual é a Cnpltú do Rio Ornu<le do Níto irit p p r nad, re eberi todo mate- Norte? r!itl e:,.icil'lllu pnrn :q111rtl.1"r us cad!'t·nos, láplt>, - ô Luiz. tu salle o que é bUDENE, boi r,1eho, 1 i;e r,,ur;davu pura a escola. Dir- SUVALE. SUDAM? se-iu qu estava - guurdndo-se s enormes _)2) propurçõ. H - movido pl·L! lilosoHu de !lar- - Serà que tu nilo notJ meu tJXempro? cel Prnu·,t: '·A La HPcherche du temps per• 'l'u nun sabe nada. Veve TIO iscuro, nurfu du·· (Em busca do tempo perdido). belo de pai e mãe. Tu num sabe nem o Com 1•folto, apresentuvu vlsívd pro- que é ilba, arquipélago (dizia bem pronun gresso em sua clusse de aulu. s~u rf'ndi- ciado ). enseada ... tu num sabe nem o que meuto eticolu1· era bom. Oava tudo, estuda- é singular e plural, sabe!... Vn a tudo vapor. Cunqui~luu logo de saída - É, mas eu Sl'i uma coisll que Tu a atlmira(:ão dos colegas e ela professora: num sabe! com seu entusiusmo contagiante. Decorou a - Pode dizer. tuboaJa cm 10 rl:as, cometin1ento que, em Eu sei o nome do sujeito que vai na seu caso, eru Llose p-ua elefante. Meteu a tua casa toda noite quando tu sai pro tá de cara na carlilllu prn valer. Logo que apren- MO JRÀ ... deu a assiner o nome, tirou seu titulo de eklto1·, co11bciente de que com esta docu r.1e11lo, atlquiriu » condição de verdadeiro cidadão brasi!t1i1 o, llomem útil. de quem depeu:1h1 também u Pleiç,io, a escnlha do presidente dn Repúbl;cu. ~ua dedicaçllo aos ei-tuuos :is:,umíu aspt cto de verdadeiro fana tismo. i'uo fulavú m.-titi em ·uu'tra coisá. Pal reciu ·1t(~ (•stes margin,1is qur-, após vinte r:_nos de c,-eti11ict', tornam-~'-! protestantes, ficam santos em umnu se«nu e passumn 8 a_111 ·n· com ,: blbli, debaixo do br!!ço, Pn srnanrlo o que niío abem. Nosso operário --------------- - ;.,__ ~~-----: par prefc í o ( 4 I ... vice-pr .'eito A CRUZ ..5 extraviado o Certiu- '.,•. cado de Pr0prieda- de tfe um veículo marca Chevl'olet Decd 1'1"" J' 0 e , •>•• omemora-se o ''Dia ii11 1976 FE-0993 cor p of " d. 1 , r essor no ia 15 de outubro sendo Branco-Evereste. ti- f que suu 1.a. esta ,oi presidida tH·lo Cur po camioneta. cer- deal do Rio d} Janeiro D. Sebas tificado n." 177:120 t1ao. Le.me, no ln!-llu· to de Educação duque MT 31 Propriedade la cidade. 1 Com(,rcinl :IIoreira Este dia se ll'E foi cowen,0rarlo po Ltdu. Av. Duque de rém, nunca com a, ~xprl'sf!ividade i. 'qur Caxiai:: _ laz JUS. Pubhcnçao qu'.! Este ano fugi , d 1· ,..... t • • se- faz.. para. oblen . _ • . 1 o a r0 ma. o JJJI e orw ' .a. 4, ·ó ' .y l-, +e.d?mico iovis7;lquu das seu]d; lodmetro - Coluna~ ! (] 1 pror oveauo um j :.ec clmrauco •l' r1J1. "e{/c/wcia e resp,,nsabilidnde ª serviço do cliente'" 1 ~_iyte~n zucuo _ Prc jes~or-UniYerdtúl .(,, ;J(I Rt M 2hal R 1do ! cia G de outubrep"!omigo) na chcar: ua r·arec a on on - 513 - Jardim Mt; do 'r. Asi Dib, km .+ ·0do., . Gre [pgpf@ p,@?@ij +xpp.atei iis @s ir LQJtfülJ,b~ ~ ela Pol!(:13. F,· Este é um !)aÍs O ,ur so de Bach].eludo em Direi!o O D:r@tório c·tu, 11ci n .d ·, 1d d ... T·· ,· ., ·~ -. l " l'C,ft;;.:;5 )]'f>" .., A •'-OCÍ!tf'Jll ra 5ll"ir a ' r: 1 • ·"· " ·"' • ' E • u,., .L'..LU(;E.c·ão a A•sociação c'.o!:- .rluc:-ctor' s CJ.!(;'' ' ' • • do !igist&4. V.ly: se Junt-.m e ohtP,uuam, ,.· • 1 , 1::, euc da F-!uc;, '•Din do ~.Je,LJ'E' p ... ,.,e tamlJP1'1 a 8 ,. "'"r>nN,,.,.,-, 1 . •• comeíl1or:1'10 cr;rn • 5 ".tu+n!o "!° ·:?ce. RELOJOARIA de Antonio R. B. Melo Consertos de reloglos em geral ' t ' { ; • } r • y t Rclogtos de ponto - pcrimetro - oÍimetro PARA VEREADOR Evaiisto Bambil - ------- ---~--------------------= . , para prefeito $ Aitevir de Alencar . , • vice-prefeito Juarez Tavares Correia 1RERl Nioaque JORNAL Correio Jardineme (Fundado em l de Agosto de 19i6) Diretor - Redator Chefe l'ALDú PEREIRA Gerente - Gílson Silva SnntGs • Produção - Wilson Geraldo Dutra _ "As opiniõe~ t:mitidn;;; nos artigos assinados n:10 rc::presentam o ponto de , i<:i <lo j<'rn:il pn ~lendo até ser contrárias a ete. ls opiniões <lo Jornal acham-se expressas nos Flitori ro e: 1 comentário;. n_ão_ª_é_õi-n._·Ld_o_,-_·· ------- SALh: O~ :'IESTRES Franci:;c0 d·· • .;,; 0 . . ~ r. -..,,; !DIZ CORR[IO IARDl!IE!ISE ê uma pu~!i~ncão àa 'ldiiora Corrern 1 Jardinense" - CGC-Mf - 0369á4DI/Oill-tn • ASSINATURA ANUAL JaTdim e Guia Lopes da Laguna Cr.', 100.00 Demais Municipios Cr$ 12!'.r(l 1 R ~ - A" •• .., - 1 !, .,:içao e •1mm1s-.açao - kua Tenente Bernardes - 2o36 - Jardim - ,L Grosso [Composlo e Impresso na 6rálica Trmuna ~a frgnleira] d ssocíão Brasileira ia ir j ., r-c::-.,, ,..,. ,. __ "' ,l u .6.Í I testa@ao; eu.iizs la. a maai] dos coa~,$"d&e ade que reecbeg; veJ ato d es, P 0 . ocae,ião do ínominú ! a se s. !2,, v raite«@o co»ire] F'iel ao roara f d me11tot1 ~ui eriuç-, eº ma que un. a· 1 mais n·unsigiu na ore,: 1908 •. a ABI JS· upre.sa a d; 1 , ' ia da hberdade de I •-u" a .n• manif - s,imo::oto, como -.i~ -, . , est~çuo do pen e:; zelei; ·.j!"Tios bás;ecos para o[ ~-•'"~- v JU:na 1 co E - .. .. f rá oêsse car, temo; lotes em prestações mensni, a parlir de S loo,o0o mensais com o0 meses p pagar sem juros. 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E em virtude desta luta cívi ca de Zair Cansado no rádio carioca, mo biilzando diferentes setores da vida públí ca, as Bandas de Música sertlo. flnfllmente aIHparadas polos meios competenlei-i. A Fu nurte, órgão recem•criado no Mlnlslérlo da Educaçilo e Cultura. reunirá em fins de IlJVemhro em Brni;llia todos os mae tros das bandas civis elo Brasil para dar· lhes ciencla de medirias importantes que ímpe• dirão a morte~ de numerosas cuterpes. a co meçar pelo for11ecimento de ioetrumental apropriado. E haverá ainda um Encontro Nacional de Uandae. Cuiabá- (Sdiuat)- A Secretaria de Administração prorrogou per mais 30 dia o prazo para s servidores públicos reque rerem suas estbtlihades. Segundo o Secretário los Ferreira de Freitas, de Administração, 'a esabilida de não se dá função e, sít, no eriço pó. blico". Explicou, que deverão requerer, os servidores que a 21 de javiro de 1/i7 fos sem funcionários públicos e que cotassem naquela data como cinco ano ou mais de i;ervlço público. O prazo para apresentação do rque rímento vence.u 110 úitlmo dia 2, mas, on siderando as distancias entra cidudos, u Secretaria prorrogou esse JH'UZó por ais trinta dias, Fundação Cultural de t. Firmou conven2a com Uf ti, I par a vereador ' i 1 , tJ para prefeito Carlos de Souza Medeiros vice eito misau .a1ciso Sefiela 'a Comunidade Um órgão especializado na pesqui sa de opinião publica, a "Ucape'', acaba de conforír ao jo 'sta radialista Zair Cansado (que foi um dos fundadores da TV Rádio aciona de Brasilia, em l9i'8) o título de " enlinela da Comunidade'' em meio· a outras personalidades agraciadas por relevantes serviços prestados llO ano - de 1976. Por outro lado, Zair Cansado re cebeu nos ultimos meses manifostações de apoio ao eu programa "Retretas de To dos os Tempos" da Asse:-sot'ia de Rel:.. cõeo Públicas da Presidência da Repúbli ca, através do Cel. José Maria Toledo Ca margo. que inclusive enviou-lhe cópias da marcha "Brnsil Pra Frente·•, dos Ministé rios do E..xército e da ;farinha e da Câma ra de Vereadores de Friburgo, que apro vou moção de aplausos ao trabalho ern de fesa das Bandas· de Música. A Rádio Rio de Janeiro (1400 KHZ) pa~sarú brevemente a transmitir com a po tência de 50 KW, para todo o Erasil, po dendu todos o interessados neste traba lho de Zair Can-ado em Retretas de 1'0 dos os Tempos'' escrever para a Rua Te.o doro da Silva 371- Vila Isabel - Rio de Jane.ro, enviando sugestões, partituras, discos raros e históricos das bandas. de .Monteiro Sá e· Cia. Ltda. Borracharia oia e "EQUIPE noile - lubrilicanle- a preca ~e f ornece~ores TENKCA Caiobá - (edimat) - A Fundação Cultural de Mato Grosso firmou convénio com o )iuseu de Arte e de Cultura Popu lar da Universidade Ferlt>ral de Mato Gros so, para publicação do livro intitulado "As Artes Plásticas em lfoto G!·osllo n•Js séculos XVI!I e XIX" "As Artes Plasticas em Mato Grosso nos Séculos XVIJI e XIX". é m~is uma O· bra do escritor acional arlos Francisco de Moura. O trabalho constituí uma origi nal e excelente fonte de pesquisa, no gê nero, para o Estado de Mato Grosso. será. ser. Em tuas aventuras, soliüíno já nfl.•J serál!. Em seus olho,;, sempre rellitirá algo, E eo, teus olhos lerão, de amores, A mais variadas paísagens. Ora pensa o 80liíái-h,, tristonho, Onde estás, amor, eu te espero Um coraçao por ti Palpita, veuba, amor eu te espero Solitár16 Entre mil !5êres piireee sós. Onde stás ora pensando, Talves numa pos.,ível aveutura, Talres esta simples aventura. amor Um dia debalde, amor sentirá. O aventureiro ~olitário 11ofrerá, Sentirá alegria!!, a glória imponente Super !roca de óleo A SERVl(O DO LIENTE" ., Higiene - Conforto - Ótimo atendimento - Refeições Caseiràs - Espeto Corrido - você encontra no: IDJ OIIIDEIROS de Milton Xavier "O Hotel dos Boiadeiros oferece toda a comodidade e possui um bar anexo a serviço dos hóspedes" Hospede-se no Hotel dos Boiadeiros e comprove: Excelente Serviço Avenida Duque de Caxias 19) (ao lado da Mineração Uoc:loquena), no centro da Cidade - Jardi.m - ~fate Grosso Este é um país que vai pra frente Casa Pecuarista Produto, Veterinários e Agrícolas, Ferragens Ari±os a o±ara c Materiais de Construção em Geral lv. Duque de Ca xias - 606 Fone: 157 Jardirn Mato Grosso • J l. mi i.;i , ,t<! d6! !'l'.~, que . j 1 l'J'1.•tu,.u b.i 1H1l' c1,,ri d· 1-,uuo.; o b, s ott implementação, serviços ie base t iro'nnagg·mn e colocado de ,;!-sl';i! r, para (·OnClll ·· o 1:1 • '" i1 .,.,. 1 ... n:;,~n,ções, r1tl'i lên, . 11 io ;r,-1·•·111•;,,, a. 1 la St C.:l'C!'.Uria <!e l'IH d<'i,•11,eulo. 111 sta s• gu ida fase, Jll'P.vê o fi 11 .. ::l'i:'".' 11ln cm rJ11aF p:11·r,~h1B d,, ein"u · ilhõ<•,, 11riC'n e r,, .. ,,, - '.+k. o' ,tl ore1mentuio da Ro dv'± ·'e 2'3» plt ,, p r;, :!:!~.<i qullô u? to, abra;u ra os techos de Cus-i 1 '"din- 11 '11't" [l:1irnunrl0. r·n1·. naíba. JpnrP '1 ,. cl:• cl•) 'l':1hoa,10• V(·:'liu. JIP.m rlfl l11terliga (_':io 1 <' 1.!11lro ..;ui co1P o ,'i•rte rnulog-ros « s'n, t rodovin serve de nlimeutnrlora u I! ' :l:il.o Gl'0!-'~11 a eon rir empréstim1J nu YUlúl' d,1 dt•l; mililÕl'S e dólars pra n coyclsão de /bpas de • '.lVimrntnçiio asfú!liet-c nn Rnrl ,J,t BR- i8/MT - 2-!8, qm~ ·1i!l1 p'int•i1rnlmenl!' br · hncinr um l1rnrro trecho que i11tel']ign1 ('. 0 J.~ntro-Sul do Puís 1.:0111 o NnrlP 111r1l;)"t os ense. árens nm11zô11icn1, e limite,; de Ma b Grosso com Goiás. Minas Gerais e São taulo. O í'mp1 é!llim<• ron, spo:ide u s ... gm1 u purceJ,1 lil' uma opP1 uc;ü.o gl<•ll .. l de 20 . ~~------------------ laboratório de Análises Clínicas ·'Louis Pasteur" Cx.- Postal: 4- Fone:152 - ,Janlím - JIIT _Mais uma upç5o corno nuxiliar no diagnós tico cin nq;1_;neia ~lédica, utcnclc-~c a <jt1nlq11er hora do dia lj:.JC, ido /(•il .1-: tJ 1.'.u,- c:1uso fúi útil :'t m1 ~11te (' ,10 cntpt, . • d1 Lc, lJ,1 •!nntP repeito dos puob! mas b • lu 1-!"11~r•- t l'l1L'f!ll l .i c• .. 11,;Ju,ci. ~ oi' 111, l,.:-. ';t•ln 'i-, ·; ,•;!i pro:·r, illt.J· , º''• ... t•:111 i'oçs de C:dd:L-, a c; . .1,•,a ;r, Sul ·, I•llhli ·ou o s uinte teste p:,r- 1 t N e@ide tos a aos eletivos no pleito de j,) (.(; llO'('rt!Ul'I: Examé de ('1mi:Piê11cla V, ce oahc ler e escrever? Vocp s11l)e o que é púhlicn? Voe e i,;e jull! e, paz dt• diri~ 1.i, o 1,,u111c.:1- pío co1110 prel'dto ou como v,•n·o lo1'! V, CC' it'ú r,cupu r, car::o pe111<110.lo •·111 t<i>l'1c·io. ou it-á eu:d,.: , .. verclude rh 1•olr-11 püll](,_'ll ,,111 henr'icio ,lo povo? Voce i-alrn o que é url.lani,;m1,? Voce conhere os problemas municipal,-'? Voee jú leu alguma eoi-u sobre aiminuis- traçüo publica'? Voce r-alie quui~ ~.lo o:.: limitei do muuí· cipio? Vnee s;,h.; quantús qu1lomdro quadrados tê.;; o nos~o munieípiu'! Voce rnbe o que é cecreto e o que é lei? Voce sabe! o qut> é pl-1no di· r tor? Voce sabC> o que é s,u1e·•mento? Voce sabe o que é lei orçami>ntárln'? Voce sabe o que é :Js~1stêncin sociiil? -; IJ~~'5..=:JJ>e r: que é Puucaçáu e cultura? Voce tendo iniv~ ·uJime:i!ar do {Pi-te acJma, puderá ser u~ to. {'.U born ,.,. reador. Mas, não tendo e@pi!!o do hrm público, por fflvor. em non,e do!! rrIBg!f.!.._ pes, ~:l, Se :'l!et.:. Fiqu'-' nn !'PU efil'ritórh no eu emprego na -un l'áhr ca. Pr eis 1- ms de H, rn:·n, Es-lar1-cidc •. Ch, g:1 d· Expt-1 iêuc1a ... E n 1is t, .. raur.idato,; í1el, viste11s<'S ·:amo, ao Te-V ... O cl 'P· Uh•ildo B•·l'f'm cm1-P[!Uiu um HU'<ilio na 01 ,1 1-m d,• 200.0CO,OO p·r:: ,, coni-lrt1(,:i"lo cJ,, IIma eseola no mun;c:ip1,, de Anlouio ,João. O ho·ue:-:1 traballrn ... " m, 1·eee u pJapsr,s ... ~ , ... ~~ E. .77, .G5 ? 1? .'f',- 1?l d ·; . - .4 L,%j f'·•y ~À 0• l--l a ' ., ; Ri. lE3 L,-..:,, ~ t'.l .:.....~ "-" .......... ·•, 'I _. t' '"" • d us tais f ~ tj ~f ( 1 1 • • j 1 ~ ( j ( l ~ t s le i ir ti0o atados vntt! a jw,-·-· ,;.t d,, :.;r. Ul.-:p • de Nova iu:eu b ,tl1i.•11.o .1:111d,1in.i llip'1J ln ,, .1 (:.·Iil;, ll Ili lic::c, a TFP re pudla cor,1 (':-:p d;d energi11 '.L Yiolência lnt'['c-'C'.( 1 :Jlllt'll(" qH•di ncadu como 8Ut:J'Í)f' gu pt•lo Dir 11icn - conLtI a Ds so;-i 8flffr,H!:t de u1:1 Hispo da f-in11ta Jg; 1! jn. E vrrhern Igual mer1tC' us 1,ÇÕPS deli tur,sa,; d que foram víti1JJas um part·nl0 r!e 8ua Excfa. e um era;- gado d omésti CI) do Sr. Itoberio .1a-·ínlto. ?o vs cvjuniur,_ TF:' 1ecom. n! -a;z"- 1 ~ e;:: u..: ... l,('jq~. <: . 'íH'r:~ .,, f:'•. t.:Ol'J'I•-.. r o,.d .. ,; :, P :,!mp;..1i Zilli t s u 'TI·• a tituc! • •'(' S' J't•ílid::d,· 'Í/. i lanlt- (' d0 r-rl'c:: f,., l: b:,, uidem e:n nos-o ! dA. E rl'C.:O mf!r.da cr,nf1a:1ça r;1 :JÇ'.iio rln Pn,l;•r I';1b'.i c'l, emp~r1h'lr1o <'1·1 pu,,ir tui:; q;õe~ P prcYcnl:- que outr s correr". Este e um país que vai pra frente ·-------------------------------------------------- iARpNE /SE REVENDED( R AUTORIZADO gWE '0;.i .. --- w_::_J~ R_u_a_I.o de Maio, 365 - Jardim Mato Grosso ''/,Jlw: d.ao Responsabilidade' LS a JIJ/ tlllíf, - N. 9 CEMIT: I.Jr ' r, Ili SI. : Jardinei se 11', LIBERDADE RABA' HO Vai adquirir transformadores para cinco localidades Cuíab:1 . A Centrais Eltricas Matogros ,emeli - CF:MAT, ncnba de di, ulgr edital de pré qualificação e licitação simultânea. para a_aqui4 de cinco 1rnu•fornwtlore• ,le,tm;:ido• n henef,cinr com energia elétrica os municípios de Porto O-ridio, "Antonio João", Sidrolàndin, l'onta l'orl t' Campo Grande dt'ntro d,1 área do l'HODEGHAN. ' Se,,undo técnicos da CF..IAT, .,,;t~ muní dpio~ c-nqu;drndos ,!entro da àrca de infl1.11·11c-iu do programa federal 1-'HODEGRAN, , foram indic-ndog pela t'mprepn no Governo Federal que acatou 11 indicação ele instalnc;.io ou nmplta,;ào do fornecimento de energia ell:tric,1 ne-.•a. localidudcs. Qg trime!orm11dorcs ora licitado• , nriurn ,Je 13.H n ({-) KVA de potêncin e serão forn.-cido< num pmzo médio de :?l me;;es, porqut', 1hdn as suns cnnicleritilÍCM de projeto, terão que ser fabri cados segundo as especificações recomendadas pela CEMAT. Aa ~ropoEta■para n licitação <leHrão ~rren tre,:ues à CEMAT flCf:Ull<ln r.nractl'rl•ticas coutida8 nas ''nor· ruas tl·cnicM del,wrndo, por tt:cnicos 6r(!iiO pnrn aten derà~ peculariedades do projeto, até o <lia 10 de no vembro, A CEMA'T requer depósito de _caução não inícrior a dois por cento da proposta hc1tunte. " ... lr11bal11ando ,iuntrHl, seja no t'llrnpo f•('.Ol)()lllir.11, H(!ja, ,,., campo ROCial, o UH' ,mo 11,1 (11, a política. nós podemos l'eal111t•:it11 ·J II dlzar um futuro melhor. Fut.ul'o <Jll(' 1,•r.•,;,os que co1111tralr na base tia conppc a·· .o. E temcs que co,rnll'Uir, so br eludo, vom r .limo. com ordem, com paz, lot•f.l'" d • )fitaçõei. o longe das um biÇÕL'., 1,or; ,-;diJrlosl:-.las que vivem, multas vezes, um mundo irreal, sonhando com o pussam que o povo vive triste, prJ vaúo de libertLH.le, opl'imiclo e sob o arbí• ll'io da violluch Não c1·eio. A acolhlc'l que_ me l'aze~, a.B fi~iouomlas que eu vejo uqut, como vi em outras regiões do Pais, 11110 conconll•m. Crnio que o povo está muito mn.h; do meu lndo, do ludo do Gov. e do lado da lro, l[lll' p, lo 1 '!-p.t é de uma biéaio., regerão os destinos do ECI. Nossss cumprimentos à nova equipe :,... E] Magniflca escolha de 'M!is Es- tunantil", Srta. Judith Loureiro, para a d ti«fação do Rei que valsou com sua eleita sou OR louro~ da vítíH ia. -« EI Belo par. formava Srt l. Elwna Cafure - Dr. .Joelson Peixorn. i><-X' E] Foi notado um pe quno lapso. ao anunciar-se o trnje <1ll8 r.nndídnta"'. quando se rt'feriu a "traje dt· maiíl", po1R o corrí:!lO seriu dizer. traje de unho, ou então, dizer que o desfile r-eria de mo!!!• mas nüo própl'iameute "traje do maio , no entretanto, de muito bom gJ(: El Mensagens às mãe, cri1:1nça: "~eus filhos i;üo o amor, tratem-os com carinho pois infância só temos uma. é sabido, de umli- infância 1 todo um futuro de equilibrio individual. pomabilidade c-abe aos gt'nÍt,:re, l,;r:1r,'' (br, Milan 'oureiro Filho). ....... --,'1 _,/ ** __ ..,. Esta coluna qo,·ríwrabenit.ar o no,rn filú EOÍO Altevir de Al<"!.:ar, a quem queremos lar o uosso apoio i,:continenti, e conclamur a popula~iío da vizinb cidade ele l'iioaque para que em 15 de Rov. consagre nas urnas este moço, pois ele merece 1o dia da ruturo rto e ufetu e como dependi• cuju re,- :)<,(-~ Jardim ameia pvr um mtlhor ~cn iço ri<' águn e que nosso representunle 1.10 Ll'~i•lati, o Eatu dual tome as provid.Sncia•, e como cidade de entrnu cnmcnto rodoviário, ueceeeitu muito do precioso liquido para coutinuar mcrel'eudo o prol!re-,;o e ~i111 po.tia dos que por aqu: habitam e transitam. CriHiuo Leini Loureiro. l .1 r l' r ·' i r .1 •tJ', 1 .. 1!t '11-,1 d,i.!' + s 1}y i j' ,.-UI !:l<lt;, h' ' l'rl 1 to e Administra€w, da Sociedade Civil deEducaço da aran de Dourados, o mi istro da Edueaçn Ney Braga, vira ' esta cidade no di do mes emn curso runo i0formou '» p:Pf. n.,ti, Orí_m- lH' rg pres. d a lllti titulç:io d<' <'nsiuo. (_) l.'.OOV!tl' pura u titular dnquela ps ta foi fito ante.on tem em Brussiliu, p ta nd se «deslovu Mm Ur:11,hc•rg- <' o prereilo .ron.o da Có mu1·u, oc;rnl:1u <JllC o minir-tro aHsinou a nutorí:1.açüo pora o inicio dns uulai:; 1·i·1 e, Administração fie: u mareado para o di: seguinte, qunaudo os 200 nc,vos cicadêrui cus estarão aos bn co,.; do l r-t..1belcci menro t.Upcrlo,·. " .... Eempre me sinto feliz, quando me encontro com os que tam bém trabalham, embora em outros seto res, mas sempr( com o mesmo objetivo, a mesma finalidade, que é o do nosso desenvolvimento, que é o do nosso pro gresso. Estou, pois, aqui, não apenas como um visitante, mas como um dele· gado de todos vocês e qut: vem .ldmi rar e testemunhar o valor do trabalho que aqui realizam. Há poueo, um dos oradores, re- . ferindo-se às cores que a natureza apre senta com a soja, falou no verde-amarelo da nossa ban deira, Eu vos falo numa outra coisa que a nossa bandeira tem que é o seu lema: Ordem e Progresso. Este lema, que vem desde a fun dação da República. suscita. até hoje, na bandeira, coru esta1:1 palavras. no pro grama do Governo, a doutrina básica da segurança e do Desenvolvimento. O Bra sil é um pais firme. Temos oito e melo milhão de km2; temos 110 milhões de h/tes. Para manter ·esse território e as segurlr o hem-est11r dPssa população, repartida por áreas diversificadas, um extremo -"ui progressista, um Nordeste com um terço da população, mais de 30 milhões de habitantes, vivendo numa á· rea semi-árida, com extraordinária difi culdade; uma imensa Amazônh>. que precisa ser povoadli. e conquistada, ex.is te de todos nós um esforço, um trabalho imenso, não só econômico, mas político, social, um desenvolvimento integrado, que resulta não aper,as do governo que nüo e o único responsável. mas que resulta do esforço de todos nós, cada ucn carregan do a sua carga de responsabilidade. produzindo, não egoísticamente para ai p,2p;@ !r'11~ff't 61LJn.1l 1 r ~-- ~lJrl l ül" J' &)ti mas tamoe para os seus e para a coleti· vidade naci~nal. Estou certo àe que liiifii!ll DOS temos conduzido. São notório!! e r"co nhecidos os sentimentos de generosiJa de e de vinculação social do povc, brasi leiro, onde não há castas, não há pre conceitos de raça nem de ri::ligião, on de todos vivemo- ir1m1nados numa oran de Nação. O _Gav. da ~ua psrte, te~ fel ,o tudo qt?,e e rcs~ivel para que este· desenvolvimento integrado e essa ordem a8ica, com segurança, se realize neste ais. Tem I~it~ e continuará a fazer. sem desfaletimen!o, convencido de aue está no cam1nbu certo. E bem verdade que º.:':dredcursos fião limitad0s, que as necess1 >t es sempre fião rna·c, os recurfios. É bPm cert • I re~ q.ue ções não são erf . 0 que as soiu- d rf • · - P ettas, Deus nos livre as pente1çoes. Só queren s ]j que é possiver , ~. mot1 rea 1zar o denos numca · e que seja bom. Não po- • 1 magmar a perre· - • que ela está r 1çao, pois diva. não k.#, "e los«. asa. za o que pode : O Governo reali em riirê {[,[P?U qye o povo ar c~paz, o que é de i aqwlo de que for representa uni f meus.., vulor-, porque fiai em mim· e- .. orco de cnnjuntr,. Con confio em ;ô~~ohai no Governo, como Presidente #yz;O 12l (Do liiscu~so • pr.Jnunc1a do em Sía. Rosa, na II Feira Nacional da S . 02·04-76). OJa. e e I I Continuar navegando CORREIO_JARDINENSE_ANOXX_Nº859_14_05_1996 10_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº10_18_10_1976 Voltar para a lista de itens