49_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº49_08_02_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título49_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº49_08_02_1978Número da edição49Data de publicação8 de fevereiro de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -21.48447967785003 , -56.148393517064136 Documento 49_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº49_08_02_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto fardii Mato ·Grosso do 5ul Ano li H.o 49 .. 8115.02-78 Dir «aor lLMO. Senhor Redutor Chefe Do D1al'lo Lia Seno Cnmpo Orumlo- M, Gross Em lXuticlaR Pollt,:llllR Em Gula Luµes "IJ.ileg1:1do Cul uo Co11- lo Do Bilhete" Pagina do Diário da Serra, do dio 10 de ,lauelro/ 78 O Dei· gado de Gula Lopos d11 Loguan Mt, uão caiu no "couto do bílhete" con• forme publ!cn9i10 110 Dlérlo da ::ie1'!'0. aci ma r )ferláo, eutrotanlo um pacato cida do deste Municipto, foi agraciudo com o "conto do bilhete premiado" clelxuado esta nutol'ldacle, de meuclonnr o nomo da vitima, pura uão RcH·vlr do ohac11lu TID ffiJ A Pollcla Rodovinriu Federul, prendeu no úldmo sábado um casal componente de urna gang de vigurif'tnt! upllcadorefl ct,> conto do bilhete premiudo, conto do paco e outros contos b que estavam ugido em pequen~s cidudos do Sul Mutogrossen- Hoja uo completarem três meos do atentado covarde, sunguinário e mons- , truoso de que fui vitl um e, quase que touilm( 1nte rocuperado, curvo-me pura a gradecer á Deu: a proteção recebidu; volto-me para cgradecer penborndl'meote ao corpo médico, aos enfermeirljs e en [errneirns. às autoridade em geral, aos meus amigos e à toda pt,pulaç!1o jurdioen• se, pelu d';_,monstraçüo de amizade, espí rito comunitClrio, de amor e solidttriedade ao seu soruelhante, tudo fizeram sem pou par esforços e sem medir socrificios, uns doando o seu TJróprio sangue para salvar ma a vida. Estimvdcs l!!itorns, infelizmen te ou felizmente desta vida só nos é da do conhece:- o pussado e o presente, o futuro é um pon-ir insonc'.àvrl, um cami nho e curo muitas veze:: tortuo 1) e cheio de surpresas; dizia um vdbo só bio: ''que o mesmo fogo que queima s palha, der rete o ouro pura modelar joia; feliz foi o pensamento desse !ábic, porque os bo men fenecem mas os seus ideais, us suas lutas corajosas contra o mal hão de Bo recer um dia e a humanidade ou melhor a. 11ocicdacle é constituída por um elo in terrompível entre as ~craçõtis pasF,adlis íl IB1 íl [L mi se prlncip,drneate nu regtúo de Guia Lo pes da Laguna, onde chegarum uté rnoR mo enrolar o Delegado de Policia local cotn a venda de um bilhete de loteriLL 1>01· três mil e quinhento cruzeiros. Tudo teve inicio quando o coruandan- e futm as, e assim sendo, todos prestu rilo suas contas uo tribunal !inal da vidu, e esta, nuda mais é que urna sequéncia de trans[urmaçõPs. e muitas vezes se morre para imortalizar um ideal, um ato, unia baoct.:ira empunhada ou uma batalha. Por isso, coro8 leitores é preferível tombar lutando do que permanecer em pé aco vardado e espúliada. Aquele que ruo a tentaram contra a vida tenho-os concei tuados como criminosos covardes, pois ugredir trniçot-iramente sol, a capa do unonimuto é próprio dos cuvardPe dos desfibrados dos pusilânimes. So homún culos morais, que se envergonham ds sua própria pequenez e não suportam a claridade da autenticidade. Vivem nss sombras, e coDdenào a ua deformidade de onde lar,çam traiçoriramente li sua peçonha repelente contra aqueles que lutam pela práUcu do bem, da justiça e da honestidade. Estes deixo-os às mão!! da ju~tiça comum e julgamento Divino porque creio q~e chegará o dia em que o bem subjulgnrá o mal. Cttrtas na Mesa voltará no próxi mo e cuchilou o cachimbo cei. Eroanc!o Martins Rurbosa ao público ó Ido de , otící . Pnlic1 ,1 , muito embora, cem publicaçô fl- como órn ncont •ceu. --o''sito d·si digna redço, o dos- 11 enuttdo, para que e l,1 ,utorit.1:1,l •, ulio fique uo rldlculo, p »r nte o Lei LI que vlv e u furHJ:o que exer.: . ,1 udo.➔met,lo Gula Lopes da Laguna Mt, 17 de janel ro do 1078. lenaud Mongenot Dlegado de Polícia de Guia Lops da Luguu Muto GroihO. 1 • 1 te do destucamento Pc:llci 1-. lilit11r dE' Gu!n Lopes da Laguna, comuuicou u PRF que três elmentos, entre els umna mulher Ou pante>olíl!ict,o que f·i saratn ainda est rem os elementos arm maáos de revolveres. Por volta de 08.30, 011 ultura do Km 24 da BR-267, proximidudes de Terenos os Pa trulheiros ederais depa rara rn com o veiculo dos marginais um fusca de cor bordenu, placas G(J-:!3~() de Promi:o~Zlo SP 1 sendo imediatemento dad.1 ordem de pa rada o veiculo que era dirigido pelo vi gurista Milton Martins Prats, teudo como passageiro!:> o rei:tante du gung José Al meid1:1 Silva e EuuicP. Pereira Bippes, todt•S resideutes em Promissão. Ao serem fiscalizudos, a PRF en- 1.:ontrou com oi; elemeutos trê, rcvolHrntral apenas Eunice Pereim Biµpes e José Alrueidú ilva. Quanto ao veiculo ern posse dos elemebtos, err, de propriedade de Maria Centurião l18rti11,, mulhe1· do fugiliYo sendo o vt>iculo rt1cdbido tlO páteo du 3ª. Ciretran pois antes de serem prr~os os elementos haviam colictido com um poste em Terenos. Eotretauto, embora réus coofessos e etarem sendo procura dos em outras cidadc•s o marginais foram liberados no domingo, e segundo fon:es da delgacia central, por ordem Judicial mediante habeas-Corpus. e isto mostra a tranquilidade de ser baudido en Muto Grosso. 'o Reir» de- 1 11 hro ', tot I, A noitadas eram brilhnt dut pelo con junto "Embalo 70." Ha VII: 1 iullo, hluco , <l tacando-o entr eles o Embalo 78, "b!oco dos Ciganos " 0 conjunto era orga nzudo pelo Tenente ira-. Piro, tnHI' Iro da band de música militar de Cum po Grande. O rei momo, muito ulmudo er o Sr. (.'h1hlu Conlou ·orn u pre H·r,ça <!e IIIUlll>!!, fo iões. L se encontrava tmnbem o Sr. Prefeito e familia. m dos folio:s mais unimados era Car lo· PalhJno Ao Sr. Edson Manda dori o diretor do clube ns purabn , poill tudo estava muito bem orgd ulzudo, ou mais perfeita ordem. g g IM luito aulmarlo o carnaval em Jaraim. No Esporte Clu!Je Jttr dirn ú Buile era animado p:>lo conjuuto "Tl:lpajós rd um suce,so total. No cocurso de fanta Rias. o primeiro lugar conbe à jovem Sol1.1oge lascarem. c·om li sua ranw,ia cubana. O ~-'-' lugflr ficou com a s(•nhoru Y:iiá, fantasia buiuoa. O Rei Momo, muito a nimado, o Sr. Edu Pei xoto, esposo d1.t Dona Yaiá. Ha "ia l!J uitos b!ocos que chamaram atenção pdn trnje e pcJu anima ção. ~ntre r)S quais o Tradicional Bloco dos Bem Casudos. A soc:edade jardinen se fez-1, e prr sente. .. pe ar de ser carnaval. u ordem era total, e-tava tudo muito bem organizado e o presiden te do E. C. Jardim, sr. ho.o, está de paraben-, FIA T .. ,o Carro do Ano" Procure o seu Agente em Bela Vista: Noedi !site Larangeira "O Somercio Jovem de Mato Grosso . _ do Sul" Eletro Doméatico em geral ~Iove1s - Voce faz o plano de pagamento Conces,.,ionário ULTRAG . .S entrega automática - plantão ao- dominaos e ft,ria dos troca de botijão pequeno - Assislênci1i. têcnie1:1 ºpermanente t;;J Seção de peças especializadas Vereador Romeu de Medeiros S /N Rua Jardfm Mato Grosso do Sul ADVOGADO SOJ! O1)O Rua 3 de Outubro U.t) (!,Jfg,Q) '.D3 c.±1»AIA Bela Vista Mato Grusso do Sul Dr. Carl•>. Edy Sá t ledeiro.; 0.-íl - . lt_ 616 Dr. Cyrio Falcão Advogados Ca.ustts Civis - Criruinui Inv t:is. T:·abalbisrns Rua Rui Barbosa, 2?7-1 C. , Fo:::e ~ liG 3 . Campo Grande - Ruo Sebastião Gr!spim do 771 Bela Vista - ·-------------- ------.-!------------~------------------ ~ .:.:lo Grosso I.. go 319 Fure M to Grosao .Jrdim t ·------ -- ED D1111:TOIIIO HE<:10 AL - Ti111lr1rt·~ oi Arnulrlo I•: 1n111 .lt' Flµ1lt'ircrlv 02 Ferlo Corres da Costa 0:l Jusé i'f. F. Fru1wlli 0I Pedro Pedrossian 05 Antonio Mendes Ganle 06 llollvit' Coelho 07 Iehid Saldanha Derzi 08 Uhaldo Dnr(,i11 09 Valdomiro Al es Gonçalves Ia 'ássio Leite de Barros li CnrlM Honnld Allmnezc 12 Edison !'ires de Al111Jidn 13 Horácio Cerzósimo l Joio Dantas Filgueiras I5 Joo Leite Schimidt I6 Londres Machado 17 Pnulo ti. C. Snldunl111 l8 Hubt:11 Fiµucir6 de Oliveira 19 Arrr l'aeirn Lima. . 20 Alridcs MenczcP hir111 ílCAillJõ Dx. Joelson M. Peixoto -Advogado- Causar, Civis e Criminal'J Rua 1.o de Maio S/N - Jardim - Ws. BELA VISTA MATO GRO SO DO UL Dr. Ivan füonsu da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Rua Volun1nrios ria Pàtria. 376 - Fone '210 Bela Vista Mato Grosso Sul l. I0 -MÉDICO Consultório: 7 à llh5 16 à 19 hora «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural, 12 às 15 hs Dr. José Atanasio Neto Advogado Causas Civis, criminais, Comercinis. I!! ventario@ e Partilhas, Regularizações de Terras Juuto ao Incra Etc. Av. Duque de Caxias. -. o 788, Jardim - Mt. Fazenda 2 de Ouro Gula Lopes da Laguna Mt, T 71 A4ri ligo 2 Ayte« Marque- 2 Carlos tephanini 2I Dei, Lutos Hoa, · 26 Edilherta Celestino Oliveira 26 Edil Ferraz 27 Gani Mohamed E+gaih :lH '"' Anum·iaw Crn/1'111111 29 los Elia. Moreira 30 Joio da Câmara 31 José Pereira de souza Martin- 32 Lauro Murchado de souza 33 Levi Dias :11 Lú,lio 1l11r1in,; Co,·lho :l5 Marre lo ;1 ir1111rl,1 f-loare• 36 D0saldo Ferreira Dutra 7 Paulino Loper da Costa 38 lares Tebet ;19 Hurl,·I E,pinrl1,!11 Trinrlndc 10 ib6rerates da atara ,li Vulilt',ino Hodrij!,,r, Gui111ar0r· •l2 uher F.•cobr.r Nune• -IJ Woher Fi,uelino Oins . 11 'nldir dos Saulo~ l'ere1rn PLENTES 01 ,,kindu Frunco .!achado 02 Alberto Cub I Urull O3 João de Paula Ribeiro O 1 lfclnr e. Eugênio 05 llcrvê Mende Fon1ouru 06 alvinno )lendrs Fo1<tourn 07 Libindo As•is Gocloi 08 Elius Carneiro de Arruda Dr, Pedre ]o é Palmieri Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 Dr. Laucídic, Valdez de Barro:; c:rurgião Dentista CRO - 557 Mt. Clinica de Crianças e adultos - Ralo X Atende-se com hora marcada Consultório Av. Duque de Caxias, 508 (Ao L~cl11 do Banco Dr. Ké io Loureirci Pinheiro ADVOGADO - Rua 15 ílelt Vista de Novembru S/N Mato Grosso do ui Rua 26 de Agosto, 384 - S:ila 24 Fnne 4-0650 - Campo Grande llTS. Cícero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio João n.o 753 Bela Vista Mt Sul 09 Manfred Ale Corra Ili I li( l,d, 11. JI, '"' I ' ll tnio ot "' 12 Wiltn Paulino , I Laueidio Pereira da Cunha [I Mal!rudes de Oliveirs I ir 15 0saldo Grubrt Delegados Junto a Convenção Titulnre i'nclo ,al ol Jo M. E. Fragell o2 Pedro 1',·drn••Í.111 OJ l.údin I ttin• ••f'lho OI C{,,sin L,•itt' d· B.uros o::; 1.ni Diu, fl(, João da Câmara 07 Marcelo Miranda Soares 8 Paulo Coelho Machado ()9 J,, ~ Eli,1, lore1r:1 J'J JH·lio Pd11fo Delegados Junto a Convonção ·upi ntes Nacional ol Fernando Luis A. Hibeiro o2 , rmnndu Anache 03 An1ôniu Lope Lins 01 'nher De11ecli10 f'ornciro o'i .'lloie •~ Frunri,ru ,m~ral_ 66 Pedro Ubirajara de Oliveira o7 Alexandrino Marques 68 Daladie Agi o9 José Garcia Goes 10 An1õ11io Teii-,•iru de Lima E, pum os fin• do artigo n.o 69,Lo da Reso lução número 9.252, do 'Tribunal iupcrior Eleito mi dc1crmino a publicaçno na 11nprensa. local o presente edital. ( ampo Grn;irle, 11, .. 25 dr Ja~eiro de_ 1978 Senador Hnrhid aldanha Derzi - Presidente da Comis•:io Provisória Sindicalizado Creci 10.132 Venda de Lotes a prestação Administração e Venda de Imóveis. Matriz: A v. 4 9370 4-9 90 Dit Ce.logeras, 25-12 FoneR Campo Grande MT 'ul Filial: A v. Duque de Caxias, 2(i9 JarGirn r.rato Grosso Sul Quer vendar ou alugar seu imovel? Não dê a qualquer Um. Pr!'(;:., li F HTH > 1), ~1'A ,ff. - T" P, r,1 l.1... li•l' um,l l!lCt1- l nlrn ; lt ptrl'li.o d!- miuulr o peno do fard que carrega. D)o conir± -:-to. C,lll'-uf O p~ 1 f • til! r o cor ç o. !',ir o no .,~ nlrun po A elevar, proeisamo retirar o pe dos far. l'loa d 1. menl , tl v lllO!' abandonar o untimeo to. tl ódio. Jru., pr<i CU· pnçúo o lçn. Ounollo r tiram ses pe OI!, a a!m eonsuguo levar s com lev zu. lfotr tun• to 110 mundo xl..,t m vti'rlos prolllcm1t . E co• mo retirar o peso desses problem s? Diz s qu o <lifícii slà llÍ, m ' b !!ll entregar cs11 a pe1011 u DEU. Deus e1til pr II ale di zendo: "TU, que carre gas o p so, vem a mim. dar-te-AI descauso··. É bom orar uo rnomento de pegar au 11000. E bom adormecer menta lizando o Bfilgulate: " Ó Deus, dormirei eu l~egan do este problema a vos sa ~abecloria e Amor: solucionai-o durante o meu S o n o;" Será um sono tranquilo e agra dável. E uõ dia seguinte abrir-se - á urna nova perspectiva pura a eolu cúo do problema. Boas idéia:i virão. laga!ães ganha ma:s uma adesão O deputado federal Lins e ilva da Arena de Per· narnbuéo, que ilá tempo vinh!:!.-se mostruudo ad mira dor do senador ~[a· galhães Pinto, aderiu formalmente à c::rndid11· tura do p0lílieo roineir_o à Presidência da Repu· hlica sua adesão ficou formalizada num eacoo· tro que manteve no Rio com Ma"'alhãei; e Severo GomP. ·, provável cand_i• da to à vice presidênCI!i na chapa ao senador. Já em Belo Horizonte, o deputado federal Silo Costa também <la Arena, decl!:i;Ou que já definiu sua posição com relaçã_o ac,s caadidatos à Pres1- dên.cia da República: vo tará em branco. DOQ ENA DERIV anos DE p O POSTO DO CLIENTE EXICiEHTE ,, , PBRA NOS: VOCE E DE SUMA IMPORTANCIA BBDSTEÇR E VOLTE SEMPRE ... Avenida Duque de Caxias 326 Jardim Mato Grosso do Sul JUSTIO V,S('O 'C'aO"i 1'1•pt-,irl••ntr- 1h O ll H'l Jlún, d11 osr•~rn lnrl1vlclual pI·op. l 1111••:i· t<' dll11 <' dn •e 11ô111ic.1 'J Hoelal, of. IL<'i toH du liomL'lll 11IH·nngt•111 o l1111hitu (111 'olillcu, ll'udu:1.ido•1 no ,· .. co11h,.<·lme11to, rL todo clclud1111, ria l'ft'livn po~~ibllida lo llo lnlP1·1'01'ir no OX!l'C:ÍCÍO doH prH'.(•]'1 1 ~ vernmentais da iunl de dinidde da peso humana, e»o raiz emerge u pr'N, ogal!v9 de vc;,, " voto n:ui m 1(C'd11,i qm, ltJll dlsserern l'lli-peilo. S • lodo1-t vem dn me11rn11 0rigm 11 :nrsma rnzilo - duturlos rlc lciênliro ii:H trumentoH partt ngir sobre o mPio -- iguais bil.11 dt:1 c1H~sidi.n,r·•Re em tudo quanto, a todns co 0cHrnenle, por lodos possa reso! Hl'·se. E já. Mlum1,s em ple!Ja órbltn dus 1·eluçõJs de produção, exPrcício e trnns l'erênria rlc 11utorirl11de. E•tP, o fundnnwnto da democracia qu,· µ,,rtP clu iguudadl', para operar nu igu daçü" do iguulizável. 1 ão AO ignornm us desig!Jalriades: COll· sidera-se porem quo uulPs del,·s, maior que ela;;, n fiuslê-as e 1•xp!icá-lnl'l se PS· tnd, o território muito mais vu~to du igualdarit• - como planície por sobre u quul se 11gig11ntu111 piucuros e s,m·unias. s.- muito ddpende, em ve1·dode, de conlwcimentcifico~, certo é quP, ás resoluções de ordem genérica e que (odr>~ alillf{L'!ll, l1J1f,(a o 1111111.. L'll >, 1 tJ ra I Ili (jllP 't-lizllll'lll••, , . , dl!lll 11, !l JU eatte a generosidde do povo. O ót1m11, pur ,t llrtl 011 nlgum,, pode, por out1·0H. nüo jul'.,!Hl',hL' bn111 !' 1 111 ,n , tórla de bem comum - se impor jvel a i11to11lu do todc•3, -- ill 111111l-111lo·fl' :'i, 11,. do 111nl01· 11C1mPro, 111<'-.1110 porque . .i•h'I 1 atais faeilm.:ulc i,;p pocle1ú llllllll(•r II p ,: este, o p1 lodpio dntl rn11iorl 11-'. Da regra de tratar-se igualmente o Jgunl dl'cun·r1 11 dl' trnlur-HHigu,11: cor d in11;1-~t• a riqueza d 1 vurilade; não se lhe sacrifica, porém a ígualdadP. D igualdade essenciul da natureza hüurnna e cto~ direi Lo,.; indivlduui, prop, ia tuPnle clitos é qur !<Url!em - como i-••u vPrda CJl'L FZEO MA EIR A COMO •. (J:-, -------· -·------- Correio J ardirense :-.E'.;-.;.!Wl I' l . J il o ! . I , , , 111-,· l'.-t. • ;,9,,11 U, ·-li" ill.! .:o- H, d.•r·, Hu,1 T,·n. ll,·11ur,I_,. fiem-: lu Uel.1 i-t 1 dn,i, , Ir 11 1 ,r lun l .t•J t,,,. 1 ti p1 !.· C.Jl'I , ~ 1 ~ l • i (, r , .. -1 J:,·,L1111r (!,.-í,· h .. 1 i , 1•~r ·,r 1 derini-tracão; 'faria E tela P eira Gerente: Dorial Conde Departamento - Comercial: 4hro }reira Pecas Originais; Ford, Vilis, '.le1·cedes, Volki.vagern, ChPVrc,let; Acessórios, ihtteri1:1l de Pintura, etc... E~pr,cializada em Tratores ilassey Ferguson, C B 1', Fia t: Breve Auto Peças Universal em Nioaq __ u_e_. ~ . :-, :-, 1 1 ! 1: ~ 1. .. in~1tura 1111 d Jardim Cr • lo,., 1, Dr-w1i-- :luuidpio, l.r .... ; l11. 11 d., UIU,.l'F 0::- urli!!O .. puhlir:1d, ..... cunl :t .... in 11nr .. d1J• ~!Ulntu uni,er•JI. l·unrbdor: h.ildu Pcrl'ir.1 l ' !J ti 11 1 I' li !J . ( 11 (1 l Ma g d ' de s 1: f}J!lllld!° t· ., ~cri ,,,,·n- 7ir a pretens0e do S ·111tl<11' iaga' 1 1ii ~ Pinto qu<•. 11.1 O!Ji111:-:o dn l·r, l t 111 Obl't', IJ !(• (]Ili" !'6 , ~ ,,,t,• o úlflmn u IPntn do • •undor arcnisl·1 n 1 p Ú I Ít' 1 d os pr p·lllk1p.1r do p:•or•p' O. (}tJ:rnto :t llr-1 ( 't'I lll ,1 llpPio {: e1111d1- (l[l!l1!"1 111 i>>. Uo,·r>rnar 1 Pr 11í 11 •í1·0. ••nl•·rH!P o lídt•r oposicionista que isto só P'Y'lt rú '-1'I' det'idido llll CoUl'f'llÇ:iO do l':Hli 1lo, o. ,, r co11voc·a<la dt·ntro de 4s cli,1 . ,io contrl'.lrlo de seu corr igluP:í.rio :l 111r•1 'a11(·0111·t:loi-. pre idente do .!DH P"rrrarn· !J•ic·.110, Fr:•ii,1,; 'r;brc· nüo crê que Magulhes Pin ,,, <;prra O l'ÍS<•t) cJp SPf r- !-~ado em razão de ~PU mo,·imento de rPbel dia detutro da ,HE.'.. É TE :1 P O D E C, O .• ·S T R C I I! ., Rua 1/arechol Rondon 474 Carnpo Grande MS ' • -- ----- ·larilm_ !!! Corro ±rate:g Paulo VI Dit que ·1 Igreja Não anulará Casamento Valíc11no, AFP - O Papa Plo VI drplornu O l'f'CUl'HO i fl fltllilC'ZllR juridies para obter do lrl bunals eclesiásticos u nnulnçl'ío de um mtri mônio. O soberano Pon llflco AC llil'igl:1 a nO jui- z •s. arlvogurloH o runclo nrios do 'Tribunal de Lu Jlotu, 11 qtH'lll rc•cp beu em udl@neia, por motívo do abol'lurn do no jurídico, "Comprova mos com p Hhr'', disse o Pnpu, ··a l<'J1dô11cl1t a SI'•• rem uurovcitudus dotel' miadas concessões, pu ra rugir prutlcumcnte u. Lei do um proccsRo cu oônico. E isto, muito h'equeutemento, g-ruçRs ll criação de Yulsos cio· micilio. fis''. Segundo certas fontes do tribunal diversos cosais de pui ses b11ropeu1:1, n Espa,1hn Poliretudo, crlum folsos domicílios especialmen te nõs Estados Unidos, onde os ll'ibunids ecle siá licos sfio em grri: 1 fo.vorávels ll anulação do a;natrlmônio. Em seu discurso, Puulo VI clese jou que prlJCPSB0S mo Íd rápidos evitem que os casais esperem por multo tempo uma respos ta a seus problemas, "amiúde e angustiantes" PREÇO DE TE EXE:lPLAR CHS ::,00 Esporte pard Todos GO O Grau e tiginoamente nos próximos anos, isso 1111 vis n <lu política que vem rendo ado tada por Garcia Neto, que não se ca a d frisar que 'o homem é a meta do meu governo". . 'f·ndo ingrr-irn<lo ulndu l!IU!to J0, vt•.:i 11a vina públil'fl, puuro ap6!-. coJJclulr o CUJ'RO superior, Uarc-ia Nto em se destacando nos vários cargos de impor- lfl ocia que teP1 assumic!o na 'lei públi ca Llo pais. . . Em 1!117 foi Diretor de Obras Pü blieas de Mato Groso, tendo ter»indo sru mandato, d,.ix,rndo utr,11-, ,te si obras que o imortalizaram pra sempr em seu Estado. Foi professor de desenhe de má quinas; cliretvr da ewpre,;a Constru 01? Comércio LLCla foi pimeiro prefeito elei. to em Cuiabá; foi diretor do Departa mento de Eslrndui;; tle RudH?t'm de Ser- 1 r,ipe; vice g,,vuuudor de Mu.Lo Grosso d e H)(j 1 ll l[)(J( i. Na C+mata Federal, entre outros cargos, exerceu os de Presidente da Co- missão de desenvolvimento do Centro Ütlilte e vice llder da bancada da ..-rena , e do Governo. Das distinções recebida Dedicando prulicnmente trela sua destaca-se a medalha Euclidlls da Cunha, vida a Mnto Grosso e uo pais, o Gover- que lho foi outorgado. em 1974. naclor Garcia Net•) tem :;A destn<,ado ao longo desses unos nu vida política por t-:eus pensamentos liberais e a cld~sa is posiçõe; dPmocrútical:l. Defende11do sem pre a redemocratização do pís, com a extinção do JI-5. ;;em contudo incorpo ra-lo à Constituição, o UoverntdLr de :lato Grosso vê u uecessidurll:' de salva gu&rdns, porém, como vrlho conllecedor político, menos rigoroso do que o Al-5. Como homem ele Idéias liberuis, Gareia Neto tem pregado a volta imedia ta das eleiçõe~ dir·etus puro ge,vernador de E todo, corno uindu, u curto prazo, para PrrsidPnte d:1 RPpública. A 1Jarticipaçüu efetiva dcs atuais governadores no processo de escolha de seus sucessores tem sido uma da afir mações constantes de Garcia Neto, que peusa, porém, que essu pnrlicipuçüo de- verá ser de tal forma que o governa,Jor não seja levaao a participar, sendo de pois preterido, o que só o levará ao de . ; prestigio juto ao p3vo. Enaltecendo sempre a polilicll do . Presidente Geisel, o Governodor de fo. : to Grosso ruostr:t u esperança de que . todos as medidas ctel'endidas pO!' ele até . agora, como a redt·mocratizução do , país, sulvnguurda,:, Ptc, sejam tomadas' pelo Presidente da República ante que , e ·te termine seu manda to, ou pelo me- 1 nos, deixe-a em c:onlliçõe de serem irn pl,1n:adus pelo set.! suce sor, emliora con- ! ·idere que elas já poderiam ter ,:ido 1 implantadus. ! ua acJministraçií.o ll l'rent':! do Go verno de M:ito Gro~so tem sido dirigiàa. durante todos estes anos, no i-entido ele • implantRr a infra t'struturn aecessària ao desenvolvimento que hoje Assoma aquele Estado, e que, tende u crescer ver- "Duas grandes linhas de ação tem sido desenvolvida pelo Governo Federal. A primeira, QUtl encerra as definições do plano de integração nacional, da politica Louremberg unes Rocha Secretário de Educação de integração nacional, que e desenvol ver o pais 11 p!lrlir cio desen. Jlvimento de codas as suas regiões, e não somen te a partir do desenvolvimento concen- e • o trado de algumas regiões, E dentro dres. a flosofi e do plano de interação na· l'ion, 1 Pfll un. r,rl•11 1 11 • l't.tpa. f:llo (,ro. +so pastou a er benefieido com u con« truéo d Culb+-5Santarém. Trabalho OTÁVIO DE OLIVEIRA Secretário da. Fazenda No Programa do Proterra, <, go verno de Mato Grosso aplicou cerco de sete bilhões de cruzeiros o que fez com que o rebanho bovino da amzônuiu ma togrosense utmngise a quase cinco milbõer de cabeças, já com rtois granrle. frig0ríficos, at ir do na rPgião. Esses grades programas do Go verno Federal num esforço de descentra liza r o desenvolvimento brasileiro che garam a :lato Gro:;so C(,!TI excelente re sultsdos tão necessários a demarragel do proce-so de desenvolvimento Mato grossense. Os progra!Tl!ls especiais nurna. i,egunda etApa dPssa filosofia de integra· 1 ção oa".!lonal, rriou o Pól0 _A_mazônia, o Pólo Aripuanã. o Pólo Jurema Teles Pi· ree e o Pólo Xingú ,rxguala. Os programas especiais de !Jto Grosso que serão a ·eguoda etapa d Pol!ttca de Intsgração ~acional, 11reve investim..-nlos tia arder., de cinco bilhões de cruzeirns. do;; quais, cerca de dois bilhões, serão para infra etutura te » apn,xima<lan.ente três bilbõP.,i de cruzei· ro em crédito. Dentro desse programa. está previsto a implantaç- de rodaia:!. cerca de quafro mil quilôrnelroa; melbo· rado 1.300 quilômetro e conservadüR 2.-100 quilômetros de rodavias. . . grande linha de ação do gover no f~deral tem sido aquela de drsenvol· ver O pai,-. a purtir Jo de.P;:;volvirneoto (Co:1tinuação ... ) IB Ma-üeiras bruias e aparelhadas - Vigamentos - forros Uma Industria que acompanha o Progresso «ssoalhos batelas Guari;ôes. de BO UTO , I Rua Santana do Paraiso Nº 1 ex. P 1 Bonito Mato Grosso do Sul ,·o 1r 1 <, o de to.ls camarins social f!l'll, qur• r+? de«envolvimnto ocorra partir do envolvimento de classe ou rupo 'is dai o runde resultalo d politi. ena do INH, do plano de i;torção ocial do INPS do Funrural e da p%titica la. J (.d clt· ,~f)'('J'll(l Desafios O 13m1-dl nni,1 úlllrnoH 11110s uiúo e poclt•rú <itllllr·lliulr nl11cl11 Ol!lit-1 para tn'!l Ki• do uma lula corrnt1111ll' nu án•11 •:conô111i cn, p1·incipnlmc11te r;oc!11I, ()li" (• ,i dt• uu mealo dt1 11ívc>l úe emprogo :1rtlcipaçio mui to utiva l' contrlbuLlo He11slvelrnentc pa ru amenizar eslPS prohlPmns. ri t 1! 1 t, V 1 d p, lo l (1 •i-f/1 p ir f•>f<; 1 l 1" 1rnrlnr111 cl ativ r o 11 1 , gI ir·ultur 1, <'r r,10 1!1 1 !'111 tt, u colaborar no e+ »rgo do tr na.-í,1•1J<! ti• 11111<1er1l •r IJ. • -p •I ( 1 'I ezunylo, o governo desenvolver a tricultura, optando por um e forço mui to 1t anclu p "' 1 o d•· Puv,,h l1111•rrtn iu d11.:t1·i,!I 11111 1 't'í'. qu • o 1,1•11 li dxo rll'· 1-it•mpl'11l1t1 IH·t•ju•l11•,1 n ti• l'fl'olli11,1 l't11 da agricultura. Os produto ariccia 11 ;ir, " ,1 o , 11 1 o , lz d o p 1i r q II t • nãP ll,1 irHl11. tri11iH. :d(•m d<• 1·011Hl1lu11· uma verdudeiru doslo econômica do própI i1J E«ta«do, se euraeterizando +ida Mato (jrn:-!"io 1·otn11 urr~ proclutc,r dt· n111tél'ia-· prl ma!-. [)pi,;.;:• l'orma, 1l difinic,:1'1 de tr(I~ metuss do governe. u de desenvolver a ll!!rlntl(Ul'il, :1 i11dú»l•·1,! ('0111 •P!!llrt'lllO dl' 1111 l•~rorço rara O d1 1 t-l'll'Ol'.'llll •otu da p, ópria :1gricullurn qu ja truz defini ç11l's de l'ilosoria cio rróprio guvL'r11ndor G1rn:ia I •to, tarnb(·m coropatiLili1.1111do com o e forço do puis em desenvolver e llll lhot· clistrl;iult· o produto ele d"M'll· vo!YilllP 11lO cio Est l(!O, e umnu tereeira m·ta que é o do fazer um esforço muito g:·a1HI" pra o cll'Sl'll'11lvi11wnto :-<'ciid - grnn,leR diretrizes nnrtl'inrn t! aç;1o do g-1verno: o de,;euvol'illlento du 11gricultura. da i11clúst1·ia l' o cl• ~e11, -ilvi- 11wnto social. No que tange a ag u rum pode se nettt grande estorço d overao matogrDSSPII"'•· ll(!"ie ~l'l0r. 1-:111 l!)i' ! llii 'Í:lffi :3'-i escritól"ios dP ass1,t1"1 ·i:, t,·,,, it•a :i ngricuItura. /,i início de 77. em 5 ., ;,. l'l'ilórios e atua!pH·ntl:'. somalll u :1 total. de• Sll. O E,tuun km I l:l tt"•c'.1 t· .~. 111 je são :IOO. Cnm reluçüo a e,,1i.u·1 1ad 1 ·" .1r mazena111enlo t-ram i!J mil l,1II la:!•~- ilo jP, 110 iuieio do ~x,•n·ícw, ;;:10 1.: 1 rnil to11t>laous iustalJd,1~. thbra11 lo :1 C' :l':1 1·í darli;- estüticn. O governo tem cl,1clo u1mhé111 um apoio muito grnndi> nu parte fu11!1j,'tria Existia em Mato Grosso um dep ,rl:lmer, to de tc>rras. fechado. e uma situaçüo l"untliãríu multo d1ri,·il. O E,tacl.o pos. ui ' umn ú1ea ele 1~0 milhões de J;ectarrs a tituladti, com titulo defiuiliYo 70 milhões ue becl1•res: 'títulos µroYi órios 90 milhões d•) IH'Ct1ues. O gon,•rno de Mato Gros o con, base em estudos delalbudos E-laho rea um nee vdige de teras que insti!ui 0 lsi tuto de Mato Grosso. que começa a· de sen'uln•r o <;eu trabalho, eoru p~rspect:•• yas de solucionar grnnde;; pi'Oblei:rn.s, principalmente os que surgirem vm lU/'-i Na última lPcacla, ~lato Gro.,;so, !e ve a maior b:XD de cre:,:cimento demL 1 • gráfico do pais, com exerço ds Brasilia, com 5,9Gº 0 ao ano. Iesse sPnlid0 r, que se pode cousi<ler:1r o p,1p,•I d·· l:,to G10,; so como 11111 grande ubson·pclor de em prego de mt't0-de-obrn oriund;i d11 árel' exuurida 110 puís eomu rio uonlest<! e populaçõe~ nrnrn:inai~ dP g,·11 nd e, cen trtJ. urbano•. ~lato Gro,-.-ill t•~m desem[h'nhndll relevante papel. que de certa forma é u·nu m.U1eira rl<' 111,JlllJr :l1,tnbu1,a0 <lt: rcudu. O c.:11:1 o oe,,tl.! t.•.11 hoj•· eer..:a dt: sete mrlhõ!s d1! 1.J::ib't 111tes r!os qn is dois milhões de habitantes sü,1 o, iuucl,:s dl' outras ea do pais. O outro fenômeno de graoce iruportãncia é o cr<.'scimento rápido da pr·oduç,1o de CPnlro Oeste l! tio Estqrlo. Np,tP ponlo. lutr, Gro:,:so P <J Centro Oeste tem tido uma grande par tieipação na solução dos problemas que o paít; vem perseguindo que é o de equi librar sua balança de pagamento, "p3 dfieamenttõ ua b..1la11ç:1 vom~rcr .J. A Pslrulura ee•)uômic.: muwg1_os: ·eose e<:ta dhtiotu da s.-gu1:1te ru.rn setor 111- 'lu~tria! e 29, no serviço. O . .:_ Pl'óclU!:)' ug!"Ícúla em su· quu:-.J tota_lidadP ~ao ex;:iortudol, io natura. a ruucl ira e~n türa e pr:nic m~nle 'i0"' 11 d:J produça,) __ ue arrnz :-:ai. em cu:-cu p,ll'tl out1 u~ reg10:s. O baixo desemp 'nho do setor industrial ,·er,1 sendo apontado por tée~1icy:- go~er aumentais, como um ponto limitadíssimo uo des ~nt·ol imeoto da própria agieul tura. p, 1 ra utn a1elhor..1mento no :-e_tor, de;; upon1a111 duoe,; diretrl1,e;c; que termm C,3L1To Presi!·ate da TORRES CE Jl A T C'om 1 11 1 rlos objetivo<. do "'º·er- ) desn Ivtnen gr <·ullu,· tt,, l flr1•11 de,, li q J• ,, r l HUilH' 1!1' 11'1 !11- 1!., {r,11 Jl'll c·i1,·ul1 Ç 10 r:n, 1r,l : , , :tll'll"ll to 111 1 t!•, L" 1 ,! 11 ~oi upenus de 25, O que demonstra a ci1,;pand:iile 1H1 volJJIIIP :. ~l'r trirn1-porl11- rlo e 11 111·• l"rac•;1n d I r ,,1,. I, r ! :. o cp1'• aderr-m li t{l',llllf,• ,]Pld/ :J! 'lll .!tJ.:ll!ll'll. te o Esta lo de M to Gros 0 po -1J1 rlot ()Uilôrnet1·o!"i lfp f' tr .. 1!11-, q111• iú d,-, i,1111 er pi 'lffil• 11ta da-. n flllüo clP G,u-:iJ :'·:to, tem levado a Mato Grosso o des ·nvolvimen to e a infra-e !rutura tã,J nece,;-•1r:os no a primor 1mento do IJ0mem. Drntrn rios programas traçados por aquele gon·rno exi:-le quatru grn11t.lt 1 da Chr!parJa dos Gui ·1:1rãe.~. vui produzir na sua primeira etapa. 1to mil litro,- dià rio;;, de! ,l'I.J,io .iliJgir um rl,ilhii,1 de fitM,; din ute finai de lni'>. E-t·• é o único pro jto que visa produzir àic•oí,l de manr1to a., o primeiro a ser aprovado no Brasil Um prog-rama de in;pluotaç,io cie cl.!-; tritos industriais f i ri .. sPnyo]•irfo p-•lf'l go·.-erno c:iatof~ro--~t'n:: )lato (,ro "º e, m u H'lil"iu. com Paraguai e também nus fronteiras em l~::1TJ rJo liarç:L c, rn G:iiu- t' Tri;: Co- 1::icões com Süo 1-'aU,!l. Estes U1s1rit :- i 1 : • lm em fase de impl 1nl ç;i •- • O Governo desenvolveu g ande esfot ço na utilização do mi11e1 io-- de Crur•um .e.;;la g.-s1·1o de Gu: l'Hl . '•t<,. for m eri . das duas empresa de mineração, que j1 e- ttlo E:Xpurlando c.-rc.: de t(:(J mil tone la las cl minério dP mangfinê--. [H11·a os Es111 u. ·o ido:; "' J, pi'in. fm;.,, esu dP mine1·ação Fermat .-, em I' se ele iu,. talação em Trés Marias. produzirá em ~u• pr írat'ir E-lap:.i, c:,:m:u Ju 4-1 ~il to ne! du • de l".irro-lw . l'umbém com ajuda do btaclu, lui ins talada uma usin, lllllt,:lll''1 til) ~()(•JP() federal que o de ieien ,.,,,,, 1 e polar d 111. • llí'IT 1 notvel O tfp,.(•fl'(IJ im1·:1to i,;o('] ti ri•• pai· Com relação ao [CM, passou de 199 milhõe de cruzeiros para 2l rnil!l1i1•s 1111 l,ír.nio 7-l íli tPn.fo aJl't Hl'lltado lllll c-r<•.-c·l11w11to da •11 deru d<' li~1.:.! 1 ' ,,. Nu ár•'tl de ,-,,11íill· holl''P um erP:-ci tento de 207. ·Justiça e Segurança Pública 43,, Sanenmnto bási r, 1 ,. hahita(·fto :1!11J' 1 1 l' prr,111• (':ÍlJ HJ1·11:I ,. pn•vl d(•rir-l1t !11:l'' ,,. COLU A SE!CHD· 0-IE .GfL-DE''E!{ AO::; ,.' rEP.-"SADOS A S lei para a con crt'rizaçilo do 1rieal é ugractt'<'cr a Deu$, e ao mesmo tempo, aos An tepassados. Esta "ida, QUP é você p:.irtiu de Deus, que é a cuu:::a p:·Ílne::iru e atrnvéi! ria 'ida e al rua dos au te:pa .. ado, ruunifestou-se aqui como uma "pe!'sca dütada de earáter- pró prio''. E llÍ ntá '·yocê". .ãe exi-tiodo Deus. vo c.:ê não ~xislc não exis rinio , s antepas~ados. "você nãc. txi~te. Reco nhecE-r u fonte (0, ') 1g 'li:ict1 coLhecê!I' a causa ciP onde n·io a ,;ua vi J::i; ~ir.;uifica rP0onbecer que a ·ua exi tê□cia aqui, neste mome to, se deve a Deus. que é a causa 1 primeira. e d~,·e ao !:int•TH"•ados. que são a eausa t-i'gundu; e aos Pais, que são o intermé Oflsiv••lmonto olé o próximo mes d novembro. Enl"ncllmen tos neste sentido vem ti01tdo mootidos pelo lus lftuto do lde1JtHicnçlio do Estado e n ·ecretu rfu de egurnnça Pú bltcn. A medido visa dimi nuir a sobrecarga de trabolho nos cllvorsos postos ele ldeo'lifi1.:uçüo, de vez quo o moviment~ de prnces OR duplicou nos últiarns dluf'l, O Instituto de ldentil'i- cnçih• vem recebendo atmdmeate, ce1·ca de I.G00 prncessos/dln. entre Carteiras de Ideutiducte e Atestados de Antece dentes. Há pcuws tempos, o movimento er11 du or dem do 700 documen tos/dia. Por e8te rn<•tlvo. os snvidcres daquele Insti· tuto para evltat· o acú mulo de processos e a consequente demorn na entrega dos docu mentos, vem enfrentando uma carga diária de doze horas de trn bnlho. Esporte para Todos 1' l EF D 0 prefeito municipal de Jurrlir11, Fnnondo de Freitas, indignado com as críticas a-sacadas contra a sua pesou, pelo digno deputado Huben Figueiró, pessoa a quem preza muito como amigo e fazendo valer-se da Lei n. 5.250, de 69/p2/7, co111c•tou as críticas que sofreu, dizendo da rt·n)i. ,ladc de sm:s afin11açües rontrn n fnhn de nux!!io •conl1ccin n pí',,.o: , <' (, how fri•or, ,, fon. ilt' Jurclim. t1t·111 110 p1ujc10 t-'CÍ•ll'. 1•,1,1 ,·•trJda. niio p.1•-.i dt- 111.,i, um dos projetos, como o de enerzi elétrica Ma- racaju-Jardim, que sofrera até licitação topogrifi <·a. par..1 Jlt-llÍ1l'ar a lth..-rJ1,;ir, do t'rhn JH' a ude. ,·o t: ile-, i:1,l,1, po,1,•rio111t-rllt', p,irn 0111ro muni("(. pio de seu agrado, no Norte do Estado, A energia ,·lí•tri<'a ,-111 ,l,1rdi111, (· até rime falar que existe; fica o Dep. Figueiró, convidado a pausar uma noi. te em Jardim, neste erão, e ver o sofrimente do po,o, ("(HIJ u ou .. ~nria ,la Ili/. (" a falta de í1;.::ua; ninguém desconhece que Jardim está fora do pla no da :i a n e 111 11 t pnra o a1111 r),. 19711, rorno j,í t'•lr, t' c·u 19i7, haju , i-to n~ lit·ita·•k• j,i puhli <·adas pelo Ór!.(ão, nn imprrn•u <'•tndual, h<'nPÍi!'ian• do o cidade de Guia J.,,pr, <la f.a;:una, , izinlia d.- Jnrrlini, mn, Jardim está fora de qualquer plano, nl'•tr último. e f,·lit.mf'nt..-, último ano de desgo ,crno do ,,Ji::,írquico Carria ;'ero; até ripuuuã, <(UC' reuclu ol::1111111 Contrihui p:ira o E-tndo, n niiu ser as vergonhosa- negociatas oficiais dtt tPrra-. e-tá r-:rdif'nrl,i auxilio .--1udual. , ia Sant'nrnt. parn -rir àg trato«da e esgoto para {nlio-,- que tamh(·rn nu-rec.-111 ma• o munidpio de Jardi111, e-tá excluído como é óbvio. Municípios outros, como :vliranda. Por to ~furtinho. trada escolaia:, hospitaíi::. ']Ili' Jardim recebera auxílio para pagamento de energia elétrica foram concluidos ih[es cinquenta por cento do cu-to da implantação de do previstc1. D~as mil f!J 11:!ilias com tra- rele, i•iio na cidad e-ta Í:- a 111,i,,r da~ JJÍlldu- a diç'ão agrieola e devidamente assistida única televisão qur • P'"º dr Jardim conhece. é serão implanta das nas área 8 socin! a ac1ut"l>l d,, U'•ndor de frango! ioaqu recebru i- JTia,!!t'fJl •ulHr-rtrinruda; P(,rto lurtiuhn, t'fJJ torre partir dt> janeiro. t'•J>t'cial totalmente paga pelo E-iarln: 1-lf'la i-1u, No campo social, podemos destacar tarnhí:-m mPrlianlt' -11!,,.-nção. rna~ Jardim não! nrontrar quof<JUt'r , iotura do Dnmal, na í<'!!Íiío. custo, para as familias de pequeno po· Di~•e •1uc a c-idad,· rle Jardim l!'rn dui- c<ilé::io• Jer aquisitivo. Esse programa serÁ. a do E-1:ido, <Jllt' ., -Jtirl,· púhlicJ prt·ci-n ir11erdiwr, primeira central da América Latina porque nrm estábulo é igul. e aí -im. nobre de- Outro programa é o de apoio a co- puta<lo Fi;.:-ueiró, hou,., intafaéncin dr-1<: prde1• me;-ciF11ização do 8 rfesenato matogros to. qut: rnpli<"OU , erb:i e au"Cílio do Estado para seuse. Os artesões tem assistência téc1d- ,uas recupterJ'<il'•, o qu,, lambérn foro, C•IIJJO não poderia deixar de ·er, negado pelo governador. ~a 0 social da PrOil0l e vendem sua :-ohre :l Gu.1 ,nnu1·nc1a dCJllfO da AreuJ, d1--t: O produção, seja quul for e qualquer que Prefeio, que Dep. Figueiró e·tá completamente seja o volume, a, casas de arteSÕC'S, que enganado. porque. -r qui-e-se. j+ restaria "agasalha existem em todo o Estado. e qu comer- do" dentro do partido da situa;o, dado aos mui • lhares de convites e até pressão sofrida em Cui+- cializam OS prcuuto , b:í. para ingressar no partido dn •!'!-1nçJo. co~a, condição para receher qualquer_auxílio para o cu n111nicípiíJ. nrn::. nunc-.:::1 ace-ttou ,c./u!llquer cc,o, 7 l~t'. por questio de convicção pes-oai e por ter o+' pelo- principio- de liberdade, que norteiam MDB. e não ser cabresteado de um, governador incom história continua até os dias de hoje, em oluçào pelo 'operante Governo do Estado'', que nem se •1111·r n, rl<·•pe,n, r-o1r1or:1rin, d,·-c·111hol-nu :1 f-i,or «!o :'ll11nidpio: a í111i,·,1 1111idarlt: ,.rnit.íri.1 q11i- exi•• te na cidade, fora co-truíla pelo Município; o serviço médico ali é cobrado pelo E-tado, a taxa de Cr loo,oo por indigente; o atestado médico para fins e-colares, é colado a !r 2o,ooe o mé dico que "atende' ao posto, exi-te, é de-conhe ido na cidade. Auxílio para pagamento de pro f,·•-ore- e de-p,·,u, <'111 !!l'r,d. r.-al111,•111,• r1çii11 pC';,oul do Ucp. Figu,·iró, 11111- 111 ... -1110 :t•• sim, porque o ::ir. Der· ,ado 1i11lrn int.-ri---e em ver regularizado o p mvento de um cheque de CrS 7;';.onu,oo C(llt' r. Govf'r11nclor, cujo 1'11equ,· fi>ra •·mitirlo li:, 111:ii- de Para o Governador Garcia Neto foi o grande achado d!! Pro oi, ia que - l' artesanato matogrosse[)se, aiuJa muito puro em suas orig_ .. n~, estú sendo preser• vado e estimulado com esse sistema . ..:.. , o (CONTINUÇÃO) o Produtor do Calcar,o odoquena USINA Escritório JARDIM - de Rodovia .Jardim Venda Admioi-tração: Porto Murtinho Krn. Av Duque de Caxias MATO 54 Cenlro GROSSO DO SUL ,Tarrtl 1'ft • ~rr (;,, ~ ! f' Í<) .r ll rrll n • n11n .;........,_ .;...;.;~.;.;.;.......;;..:;..;: __ _:,:..:.:,:_.:..:.:,::..;_;.:.:.:.:...:.:..:~::.:.:..-------------- -- ·----------- B fe t e D PI ' Existem muita pesos que qu rcrn o progreso de no ('[<lad< .. '.1uH 11pl'll'H, querem. Porém vxl«te uma pesou sn lonal que recebe os que uq.chegam de umn maneira espetacular. Qu 11 1Pl11 honra de conhecer o r. zlb, pode ter certezu le que tão cedo não deixa rA Jriim e aqui se e·tbílzu faeli. en- 111, uc1111Jo lrruP11tlv11<10 por <•'11. ,J,,, ,1ir11 tlPVP lllUilo ll ele tenhor, muito a e+ no. Ele é pura u cidade o verdadeiro ben í1 1 1lor Ele reulmc11t<' quer e njuJa u pro greto de Jardim. Nilo digo lt,Lo 11ponas por nós (meu l:JH['OSO, ( u l m 'UB dui!l J'illlos), Cjue clroga01011 aqui bá ,Iper1as ,lnh, 1Ul'tl1'H, 111uH por aquell:'tlo 1-iio o. u rgo,; ocupudo!.l r,or c·lc: Parte relliosn ocupou os eguinte cu.rgoll: 11:.1 liga católlcu: ,h•1,ur. Marlu • José sendo conselb iro, presidente, vice coordeoudcr e coordonudor gornl. Na SvclPdado Silo Vi,:c11te de Puultt 2 2 te1rnureiro. A6Mi9tôneln Soc.:fal chi ,for din- participou da comissão le trum,for mar o Estatuto de Assistência Social de Jardl!íi, para o Uospllal .1urech I Roudon 42 de ciuç·io e d vigrl 1: mi,- ,O fj flf•L . • jl 1 ' o do 1A 1 da dim. ,Jardim: i:e il!Jllh: ~L'lurla IJ, m maior SI a e • . 1 • Apn •ci 1la P"!" irn C1Jnci de Materiui para construção, Madeiras em Geral. Cal, Telhas e Tijolo- Atacado e Var0jo DE MAIO S/N '---------- ---------------------------------·--------------' <a:::-===:11 J DIM Ili M Avenida 11 de Dezembro - s/n listria de Biocos Jardine@se, cais ora fdíisiria d Jarln q a foi cri: la Jardinenses. Especializada em Fabricatão de Blocos. Jardir Mato Grosso do Sul trndito ~ Pr pri Se Sua Empresa está precisando de Dinheiro O F i n o n e i a 1 e mprestar Se sua empresa preci,;a de crédit0. nas mü~ di,•ersas formas tem para e prazos, o Fiuanci':1.l tem --emµre a !iah:1 de 1"inaaciamento adequado para atendê-lo. Para isto Sasla que da tenha o cadastro em ordem. O Financial atende. porque nos~o negocio é emprestar e niio complicar. Fale com o gerente do Financial. Ele irá sugerir a melhor opção para· sua empresa. Agencias: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Goias. '.llina Gerais, Distrito Federal e :fato Grosso. ··--- E José Barateiro da de Destefani Vendas no Atacado e Varejo Dezembro 164 - Jardim f7 Mts. SE C El J U li. . D 1 [ N o f Voc o RRÊNCIAS OLICIIIS A lnl111 tlo lnformnçõo11 sobro luscrl çllo tlu contJ'lbu111too uu1ônornos do JNPS etá gerando weias dificuldades pura os segurados desa categoria que querem upo entur. E que para fins de upoent· rlorln o JNSTl'I' TO oxlgo do l' •que, e11lo docunrnnto tio bulxa uo CADA.::iTRü DA PREFEITURA como contrllJulnle du "ISS" onde d ovo ter-se inscrito 01:1 mesma ópo c em que se inscrevu na PREVIDÊNCIA Esta mnlriculu coulribulnteo autôno moo sem exigir documectos comprobató· rios do cadastro profissionul da prefeitu ra nem os lertu pará essa necessidutle Não esluu•lu cuduslrudo ua Prefeilurn. ele óbviamente não pagou durente todo o lompo o IMPOSTO DE IS cobra lo pe la Muulclpalldade var1:1 o flxercíclo de suu profissllo. Se quiser aposentar terá de se cndustrnr e pagar os mensalidades utwsudus, SeguuJo O!l 'l'écnicos da Se. cretnrla dn J.i'azeutln d11 Prefeitura :'lluoi clpnl de J ardi, esse fato está crindo puru a Prt:felluru não só problemas de ordnm ti-lbutárlu, mas espet:ialmente de !.lrdon.. Rocia!. A maioria dos profissionais que estilo nessas condições é c11n tituida de carroceiros, costureiras, profissionais auxillaros da construção civil e obras bldráullcus, pedreiros. encanndores, cabol~lros, lavadeiras e outros cuja ren da, ntt tüuloria dus vezes, não chega a ser euficlente pum a sua manutenção e a da familia, Em condições de se aposentarem se ja por INVALIDEZ, DOENÇAS DIVER AS seja pot· tompo de serviço, muito dos contribuintes autônomos do INP vêem impossibilitados a r,onrretizaçüo desse seu direito, por deverem à Prefeitura quunt'a que não poàem pagur. Para evitar o agravamento do pro blema, a Prefeitura híuoicipal de Jurdim filz um apelo uos profissionuls que ainda uão 110 inecreveram como autônomos e que o queiram fazer junto no INP , que providenciem também na época seu Cnu dastro na Prefeiturn Municipul de através da Secretaria da Fazenda. Os profis,;ionais autônomos, cada. tra dos na Prdciturn, devem rugar e te ano uesalmente, a seguinte taxa: 1- advogndos-ugent~s propriedade indus trisl - arquitetos - dentistas - Farmacauti· cos- médicos e urbanistas-4 UFM Cr 72,00 II - agenciadores de propaganda • agentes de propriedade artislica ou literária - a gentes a representautes comerciais- al faiates, anlistas, analistas técnicos, as ses11ores, audlloreR calculistas, consulto· res, contadores técnicos em cantab;!ida de- guarda/ Livros- corretores de câmbio corretores de seguros e titulos decora dores demonstradores, despachantes, eco nomistas, instuladore e montadores de aparelhos, maquiuas e equipamentos, modistas, organizadores, paisagistas, pi· lotos civis, pintores em guul (exceto imóveis) plunejadores, programadores. projetista .. publicítários, recepc!oni!,tus e relt1ções públicas de feiras de amostras, de congresso e congêneres. técnicoJ em contabilidade e veterinários 3 UFM CrS 54,00 III- administradores de bens e negócios, cinegrafistas, corretores e intermediado res de beus e imóveis, deseubistes téc nicos, estenógrafos, fonoaudiólogos, guias de turismo, enI'ermeiros, obstetras, orto pédico,·. peritos e avaliadores, protéticos prote_e dentAril') provisionados, secretá rios, t:-..:dutcres e intérpretes 3 UF CrS 54,0ü, !V- cautor,•s, fotógrafo~, limpadores, lu brificadores, mecanicos em geral, musi cos, professores e. restauradoras 3 UFM CrS 54.00 V- Coloeadores de 'apetes cortinas. com- posltores, gráficos, datilógrafos desenhiu tu , rollgruflstus, jorualiRta:- li11c,tlpl:itas massagitas e assemelhados priflsio nnl tuxiliares da construção civil e obras hidraulias, raspadores e lustrado res de assoalhos, revires, taxldermus tas, zincografistas e outros assemelhados :! FM CrS 31i,OO VI- amcstrnrlores de animais, bordadeiras co.rr•egudorcs, carroceiros, cobrador s, costureiras, deslnf ecta d<: l'é:d, enco rdena.do res de livros e ravistas, doceiras, floristas blgleclzadoreg, Jlmpudoreu dl' Imóveis lustradores de bens imóvels e vendedores de bilhetes de loteria t•sporllvci, domés tlon11 2 UFM CrS 313,00 VI- barbeiros, cabeleireiros, manicures pedlcures, tratadores de pele e cutros proflsHlouais de saHl.o de beluza 2 UF'M CrS 31l,00 VII-Demais profissionais não prevlotos nos itens anteriores 3 UFM CrS 54,00 A Prefeitura Municipal de Jardim optou pelo regime de arrecadação buncá ritt para recebimento de Impostos e taxas de qualquer natm-eza, para rne!hor faci lidades de seus contribuintes. A Prefeitura Municipal ds Jardim está Implantando também este ano, o novo CADASTRO FI 'CAL DOS CONTRI BUL TES. de ISS, Predial/Territorial, Fei ras e Alvarás de Licença, Criou a U n I rl a J o a Fiscal Municipal - UFM para base geral dos r1 colhimentos dos autõnuroos, sendo que po ra o exercíi::io de 1978 tem o valor de CrS !J00,00 (novecentos cruzeiros), e é restrutul'!ldo anualmente de oonformldade com o salário Minimo. Para a arrecadação criou o DARMU Documento de arrecadação municipal, dividido e modelo 1. DARMU -para reco lhl•nento de protocolo-expediente e Alva rás - e modelo 2 DARMU/CAK ET, usado pura recolhimento de I ·, predial, terri torial e de Feíra. DELEGACIA DE POLICIA Ola 27/1/7 Amilton Villba e irglo da Silva foram d, sobretudo no Rio de Jan<'?iro on de ainda µossui urna sede, uo tempo em que não existia universidade<! QaI Ma.to Grosso e a maioria dos estudantes do Estado iam tentar curso superior na antiga Capital Federal. A entidade esteve vários anos paralizada e agora tenta reorgani zar-se. Prefeito de Jardim, Fernando de Freitas Contesta Criticas de fi .. gueiró e Acusa Ciarcia Neto (Continuação) petente e insolente como Garcia Neto, Ademais Jardim, é um dos eoucos municipio que já de . pertou para o Brasil de amanhã que já está sendo construído sob o batuque do MDB, partido que tem o seus valeres próprios, galgados no princi pio dernocrá11co e de liberdndc, e que dispensam "agasalhos" furados, que se impõem pela corrup ,;uo ens ano 1975 azul 1113 ST 1617 Presidente Prudente. Tombem .. responsave N vld11 cio um com nldade to os 011 home tem r ponsabilidudeu além da obrigação da n dn m t'Oll1lft11, O pudr , o Julz, o t dlco, o ompr 1úrJo, o oper.rio, o prof or, • militar, o simples rte sll.o, u tanton oulroa, to do podem fazer algum cols , por quem no s be ler e screver. Indiq as classe do Mobral em agon Analfabetismo O RGINIZllÇÃO R u o S ô o P a u I o S/N s. Empresário, o Mobra continun depender de você. O Brasil é o ónlcd Pai!> de mundo, em qu o núrnfro absolutt, df nnuHabetos diminuiu t su década. Para que e ta image permaneça, o Mobre tonta com vc.cê. Eocamínhe quero não sabe ler e escrever ll• clases do Mobral. Aprender é Legal. •• Ajude a quem precisa ó :lobral! Afinal. .. Por que nn está no Mobral? A vida é SensacionaL, Descubra estudando. Pro cure o Mobral preço deste exemplar Crs 3,0 MARTINS Máquina de Benefic.ior Arroz, e Secador poro Cereais Atacado e V 01~;-o. 'MA ORGANIZACIO PARA SERVI ANTONIO JOIO E5IO Antonio João b 1 J 1 Continuar navegando 48_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº48_30_01_1978 50_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº50_19_02_1978 Voltar para a lista de itens