TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº224_29_08_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº224_29_08_1976Número da edição224Data de publicação29 de agosto de 1976Número de páginas8GeoCoordenada -22.104265222860317 , -56.52738735046496 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº224_29_08_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 5EMANARIO INDEPENDENTE Fundador o OI rotor Responsável Ivaldo Perelra . , LA YI1A }.falo Grosso - ' ' ! No_224_- _Bela_VIsta__29_de_Agosto_de_1976- 8_Páginas Preço do exemplar Cr$ 2,00 - Fundado em 25-2-72 'O Verdadeiro Jornal n6o se limita a lnfor mar, é oplnotl vo também' (Herbert Motes) 1 A DOMINGO SECO T'aí um coia para a Camaru dos vere nrloree apurar: Por que motlvo o servlço nutonomo Responsável pela distribuição da gua em nossa cidade, não com parece com o precioso liquido aos domingos? Justo no dia mais gostoso da semana, o referido serviço lucra o registro, e quem quiser que vá ao Apa ... ou espere .a feira. Indagado a respeito, o funcionário responsável limita-se a esclarecer q u e "tem chefe e que ele mora em Campo Grande" ... Não Pendo de nossa alçada Ir adiante, flcn. a BUJ?estllo à quem de direito acreditando interpretar com i 11 s o a justa Irritação gero 1. Ocupações tradicionalmente dominguci rae como fazer uma bóia maneira, regar as plantas, lavar o carro, tomar seu sau to banho etc, síio de11agmdávelmente dlfi cultadas, quando não totalmente proibidas com o castigo da lei seca ... Quem vem da fazenda, ou da pelada, ou mesmo da rua empoeirada, e quer pegar um nineminha, seja molequa ou d ou tor vai de camisa suada.. E os sermões, os recintos, profanos e sagrados, os compri mentos, o amor dos namorados cheiram a • galinha assada ... do almoço ... Até quando? e a· pergunta que está na bôca de todos - é que esperamos seja en caminhada o quanto antes ao distante chefe de Campo Grnndf'. A água anda bem cara, para nüo pingar no domingo ... LE MAR CONTRASTE (Nioaque) Em concorrida sessão realizada no último dia 22, a Aliança Renovado ra Nacional de Nioaque prnmoveu HU11 Con venção, na sede social do· Laguuu Clube. Esteve presente grande número de próce res politicos da histórica cidade, além d e 23 convencionais. rigiu à residência do jornalista Altevir 1972, cronista llterA- Alencar, par'l comunicar o resultado doe rio do DJ(nio d.a trabalnos do Diretório Municipal, visto que Serra, produzindo Altevlr não compareceu à Convenção do um art. por dia (300 Partido. Em sua residência foi servido l! colunas por ano). gelro coquetel e, na oportunidade !alou o Polígrafo de rara Prefeito Zeno Gazote, enaltecendo fecundidade, é etu as qualidades do homenageado e EXpressan dante universitário Representando o Juiz Eleitoral da do. de público sua irrestrita solidariedade, e professor de Por- 10.a Zona, compareceu o jornalista Plínlo pois "vejo neste jovem os atributos de um tuguês e Inglês no Sélis, da Rádio Difusora de Aquldauana. verdadeiro Jider e o talento de um grande GinAsio e na Escola Como era de se esperar, a Arena administrador." Normol de Nioaque. ali se clndrn. Houve duus listas de can'.!l Em vibrante improviso que impres Como poeta, já es· da tos ao pleito de 15 de novembro próxJm•J. sinou profundamente os presentes, Altevlr, creveu e editou se As sublegr,ndas est!io completas, orador de longos recursos possuidor de te livros. em Forta sendo que, até o presente momento sómente um magnetismo pessoal contagiante, disse leza, Recife, S o a Arena 1 requereu reglsho em JUIZ. estar psicologieamente preparad0 para os Paulo e Campo Grau A Arena 1, tendo o poeta e educa embates da campanha e em fase de con de. E também mili dor Altevir Alencar como candidato a Pre elusão de seu Plano Intensivo de Ação de tar, 1.° Sargento do feito e o Dr. Jua:e~ Távora Correm a Vice. Governo (Plaig) Que já "faz uma idéia do Exército Br!l&!leiro, obteve no escrutímo 14 votos. A Arena 2 , peso da cruz que receberá sobre os om condição que o eno indicando o senhor Enio Cruz Moura (atual jros". Frisou tambem que todos os proble brece mais ainda, vice-prefeito) a prefeito e Ed Nogueira pa mas do ilunlcipio são emergentes e exigem identificando-o com ra seu vice, recebeu 7 votos. soluções imediatas. Mesmo assim, está pre os principios da Re- Após a convenção, os convenci0 prado para o desempenho de cargo de volucão. Nunca foi nais, pessoas importantes na sociedade iamanha complexidade. Agradeceu emocio politico. Nasceu no Nioaquense, operários, gente humil d e, en nado a confiança que o povo da terra lhe Pinuí. E casado. Sua fim, uma expressiva massa humana s e di dispensou mesmo em sua ausência na Con • esposa e duas filhas venço e prometeu explorar todas as suas moças, são suas alu potencialidades interiores " mesmo as ador na3. mecidas", em beneficio do povo e da terra. E afirmou categoricamente: Em ioaque, o Que é Preciso Fazer, Pode Ser Feito. E o Que Pode Ser Feito, Eu Faço! Integram o "Esquema Altevir Alen car" jovens da faixa etária dos 25 aos 40 anos. Ele mesmo tem 41 anos. Lançou candidatos a Vereadores: Pedro Vitoriai) da Silva (Professor, estudante da Escola Normal, índio da tribo Terena e líder na Colonta da Funai em "Água Branca." e "Erejão'': Orides iIoraes de Souza, jovem comerciante; João Carlos Chern:.ont, funci n4rio da municipalidade, com 23 anos d e Idade, lider n8 areu estudantil e desportiva, !campo rran~e. ~a correspond•nl• franc·,~co de Assis Diniz] e que já residiu nos ESlados Unidos; João a u u ~ ~ Cesar Leite, estudante do 2.o grau; Sebas tiüo Ferreira Gomes, comerciante e funcio nário público, que tem por reduto o eleito ral o "Monte Alto"; Walter Lopes, jovem pecuarista e pertencente a tradicional fa milia Nioaquense: Terezinla Martinez, estu dante ginasial e funcionárifl estadual, re presentando a mulher nioaquense no "es quema"; Aristeu Pereira Magalhães. far maceutico e Waldir Meireles, atual Pres. do Poder Legislativo, chefe político na Colônia Agrícola de Morrinho. "Essa as sessoria é fora de série", disse ao repór ter um observador, no momento em que esta equipe foi anunciada ao público. Altevir de Alencar, por decais conhecido dos leitores da Tribuna da Fron teira. jornalista 1:om mais de mil crônicas e reportagens publicadas em jornais dos mais diversos estados do pais. Foi, em Incompreensível a maneira como a Coo venço do MDB de Campo Grande solucio nou a escolha de seus candidatos a Pleito da grande cidade. Walter de Castro, o de putado da oposlçào mais votado em Mato Grosso merecia melhor tratamen to de seus correligionários, ele que sen, lavor nenhum, um dos mais lidimos politi coa matogrossenses que ingressou na pug na eleitoral com tamanho prestigio, sem COll.t isto querermos elogiar seu partido. que finalmente, cometeu um fiasco. se assim bem aquilatarmos. Ora, se na eleição de 1971 o Dr. Wal ter de Castro mereceu o apoio maciço dos seus correligionários, cursando ver dodeirà surpresa. noti meios politicos do Estado a ua eleição tüo brilhantemente conquistada, porque agora 11ue ele firmou sua reputação de politico de escol, por tanto merecedor da mais restrita confino ça, vê-se repudiado pêlos companheiros que, insensiveis ao mal que estavam acar retando ao proprio Partido, olvidaram-no lplesmente. Em politiea sempre houe e haverá injustiças Mas essa foi cruel demais para um leal, principalmente que de maneira bri lhante vem representando Mato Grosso no Congresso · Comentou-se que esse nobre deputa do havia desistido de sua candidatura a prefeito de Campo Grande em beneficio do Dr. Plinio Rocha e que receberia apoio nu eleição de 1.978 para o Senado. Ainda hem se assim acontecer, pois deisa forma a Oposição manterá na Câmara dos Depu tados, um representante que honrará sem pre seu Estado e o Partido que o elegeu, sem o risco de perder a eleição ao candi dato da Arena, Dr. Eloy Pereira, que vem conquistando força dentro da opinião dos mais destacados proceres empenhados na batalha· eleitoral para a conquista de cobi çado posto de comando. Jota Jota PARAQUEDISTAS R%% T o-' EM CAMPO GRANDE O Clube de Paraquedismo Aguias de Campo Grande estará se apresentando na Base- Aérea de Campo Grande no dia 7 /9/ 76, em comemoração ao "Dia da Pátria". A exibição ocorrerá às 09:00 horat1 prec1 amente e desta foraa àquele clube esta rá homenageando a Pátria Brasileira, co lhendo aplausos e provo::ando grandes e moções à multidão que se fará presente. O último 'show", coroado de suces sos. ocorreu na cidade de Aquidauana no dia' 15 de agosto próximo passado, data em que aquela cidade completava mais um aao de emancipação político-administrativo Dentre os 12 paraquedistas que saltarão 3 são do município de Bela Vista ·Mt, a sa- ber. Luiz Carlos R. Antunes, filho do co nhecido casal Bonifacia e Mário R. Antu- e nes. • Geraldo Escobar Pinheiro e Edmun- do Beoites. . O clube manteve contatos com autori dades de Hela Vista para uma apresenta ção de paraquedismo no decorrer do mês de dezembro, sendo que os apresentadores serão as ÁguiaR BelaVistenses acima citadas De parabens, está o povo de Bela Vista, pois sua primeira equipe de paraquedistM esté. s11 preparando para presentear o po vo de sua cidade com um emocionante eepetáculo .. RETIFICAÇÃO Na edição anterior, na coluna "Caracol Informa publicamos umo nota a respeito de iregu· laridades na "Escola Castelo Branco", Não se trata desta, escla e sim, da Escola Ruben de Castro Pinto de Caracol- Por um lamentável erro de revisão os aome5 foram trocados. Nossas escusa8 a dire toria da Escola sstel Branco. A DIREÇÃO Juarez Távora Correia, membro de importante família dtl região, Cirurgião Dentista formado pela Universidade da Bahit1. Clinica e rc•aide. em Ni?aque. Homem de sólida formação moral, hu mll!le e comedlJo, levará. consigo p/ a Prefeitura, como Vi ce Prefeito. o tiro cinio de alto funcio nário do INPS e a vivência noa gran des centros: Rio de Janeiro, SP e Salva dor. Conhece gran de parte do Brasil, é tambem homem de palavra fácil, ad mirado por todos". «Atenderei ao che mamento rle meu po vo, para ajudar Al tevir a cclocar Ni oaque no seu devi do lugar, no conjun to dos .Municiplos progressistas de meu Estado, sempre vol tado para o pro gresso e empenha do no bem-estar de minhu gente». CffiMUNICADD Comunicamos que a par ir da próxima semans •·O Cn.mmbo" rdnicfará suas atividades, circulan do como suplemento do Jornal Tribuna da Fron teira. A Direção -------- ........ _ Jlrln Ví,rn • llt Trib ma da Fronteira E UMA FIRMA DO GRU O P TR LHA AG ICOLA ,, Rua Barão do Rio Branco u·.o 2322 Fone 4-2983 (CAMPO GRAIE MT) Rua Gaigans, EM BEUl VISii N.o uc 581 Fone 2751 o (Tupã-SP) ■ Laboratório de Análises Clínicas "Louis Pasteur" Cx.- Postal::!- Fone:152 - Jardim - MT . 1'lais uma opção como au.riliar no diagn6, ,"" "", ,"mencia 1dica, atende.e a qualquer ora o 1a ou noite. Técnico • Resp. Luiz Gomes Bezerra. Farme. Qaimico • CRF - 20, 055/62 RUft RVE ªDEDOR AUTORIZADO l.o DE Maio 365 Jardim Mate Erosso l'oderíamu• ,lizcr qualquer coirn ,i111p:11icn e este domingo. ± : sonora ., 1 e, porque lo os pais, os maio Principamen , res responsáveis pelo nos+o suco. {+amos falando com pe>o4· • • ~ r li tinta J t < u~ e-.tu p!wina é no~Fa, ,•arnow !1 a ª 1 1 r: louo , 1 ue não ( 1 q u e só no e o papel para quer "r' j <l rle, Mas que fiqui: 110 mente e to os aqu pape. . . que tem um P,,eha d. humanidade através da n :,:rande a 1 história, os velhos sempre ficam para 1ra8. Mgun relutam. Mas são exemplos isolados. 1 d O que ocontece é que costumamos n ian onnr os velhos no caminho.· . Desligamos os mais antigos, jogando·os em qualquer canto. N6s os cscon<lemos. 6a os ignoramo. . ± As vezes, tiramos deles até mesmo o direito de conviver com neto• e bisnr tos. Olhe bem um ro~lo de 70, 80, 90 nn'>•• O que você vê'! Tristeza, piedade, desencanto, quase sempre. Exatamute o contrário do que deveria er. Úma pessoa que che:,:ou aos oitenta anos, é 1 um grande patrimônio humano, f: o 6nico elo de ligação vivo, que temo, com os anos anteriores f nos•a exietêucin. f: a expcriêncin profunda e silenciosa, rnma da à custa de suor e lágrimas. f: uma homenagem à natureza, s e rn est.arda lhnço. ~ . Uma demonstração de amor e resp e 1 lo à existência. . ? Por que, então, jogar um velhinho num asilot Ou, por que isolá-Yo culturalmente, soc1alm-,11 te. economicamente fisicamente, espiritualmente, asiluudo-o num quarto dos fundos de no;,n cn,;a. Fale mais com os velhos. Aprenda com elea. Dê a eles algum trabalho. . Eles sabem muito mais do <Jue voei: 1ma:.:ina. Eles passaram por tudo o que você está pns . 1 .ando agora, e passarnm por t u<lo o q u e j você vai passar depois. 1 Os velhos podem ser 6teis. Os 'elbos podem dar conselhos. Os velhos falam, os velhc-s riem, os velhos choram, os velhos t~m grandes idéias e também 1 erram. Eles •6 precisam de uma oportunidade. . E é _bom que todos nós pensemos um ponr,o nisso, hoje. Porque esse será o nosso fotur(), GENTIEZ DA GAKC E REVISTAS €CIIELANI ___ BELA VISTA .M.T E EIS VOLKSWA<iEM Bel Vista • Mato Grosso - --------=-----Tribuna dn Fr,rnrcira l' • U;(Jlld fl 1) ] ________ __::, __ INDICIDOR PR FISS ONIIL DR. JORCYR M. MORERft r. loracio ar!in dos Santos 29/876 Médico • Veterinário EHDlRlCO: Casa n.o lO • Vila Mililar em YISlA III 60$:0 Labor a to r i o de Analises Clinicas Dr. Everaldo • Rocha I» - (II! 40O III Endereço: Res. R.Cel. Ponce 856 Porto Murtinho Mt HAROLDO MEDEIROS 0AB - MT !183 CPF 008-295870 Rua 15 da Nonrnbro 177 - Bela Vista Ora. Maria ilparecida Z. Grella -~- r.._. Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Odontopediatria Prótese em geral "Consulta com hora marcada" Dr. João e. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 1° andar, Fone Residencia. 4-4385 Campo Grande - Mato Grosso Cirurgião Dentista RUA DR. PORlO MUílllllHO conm. 286 1,1410 GROSSO ADVOGADO ffifí;(C})J'.f {.)}l]ô - Rua 3 de Outubro (A0 LADO DA €C)13AI Bela Vista Mato Gro11so Qr. GIL MARCOS SAUT a)0640 - OAB/IH 951 Rua ren. Azam~uja li.o 032 - BOIIIIO • IH Dr. José Atanasio Neto Advogado Escritório: Av. Duque de Caxias, 78 Credenciado - INPS - IPEMAT Dr. Ciro Bauhur Torres Gallo Bioquímica • ilt'rnQlolo;,:ia • fücteriulo;:ia • Urináli,e Para-itologia • Sorologia (Toxoplamose) • Liquorlogia Cultura de Urina . Diaz. Chagas - Enzimelogia Rua Cel Juvêncio 225 Jardim Mt Ja rd im ilato Grosso lnacio Ciuitte Melges Cirurgião • Dentista C R O - 126 - M T Atende-se pelo INP • IPEMAT • IPASE Rua Duque de Caxias - 289 Jardim - MT. Para Vereador Reeleja Afonso Dilon Nunes Leite Para Vereador Sebastião Godoy -A ENA - A2ACOL Para Vereador Oscar f errnira Leite - EN - Vote E111 Nermito ~e Souza PARA VEREADOR - ARENA - €AACOL Produtor do Calcáreo Bodoquena km 54 - Rodoyia Jardim - Porto. Murtinho - "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso'' Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Po,tal 08 G-->Ges@ é i6Gis±t o-x-90±0-96 €006-08$ 082 8086 (d630e&4 $04464@ 6t@4 Móueis Estof ~dos flelr®-d@mesticos em Geral SITOS E ZAELLA LT. Avenida Duque de Caxias, 446 JARDIM Mato Grosso - a 1 1 1 a= Ili U) 4 :::, tr .... CII ac: :.1 c3 s a U) o CI ':..} ..... Ili a:: "t:1 ...., o .... » e.) .... - i::i.. e: .. 8 t, .... ..... CF) m: d - ir;_ CD d2 G> "" a.. 1%. o i-, a e MLl ge a ..... - la .... e.a - 3 .... - .... cu C...,- - a: - Ml -= a:: - .... e= ... -- ca a cu - o a:, cn » a:: - .... ra - 3 ca.. J ' 1 ' ) Comércio de Tratores e Máquinas Agricolas - Adubos e Inseticidas $±M2399'12$ €2331)1€2424$ » 33327±$±3)12y73 ±CU5PJ0 7332%123) Rua Crispim do Rego, 180 Rela ·Vista Mato Grosso 29-8-76 Pagina 4 "" "" "1 " " SAL Hll OERZI SISTEMA TELECOMUNICAÇOES EM MATO GROSSO ça e Desenvolvimento Nacional. Saldanha Derzi tnmbem so referiu eloglosamllnte ao Pres. da Telecomunica ç0es de Mato Grosso (TELEMAT), Guido Antonio Barbosa Fregpani, bem como a toclos os seus funcionários, dizendo que todos são homens capazAs e dlnO.mlcor,, fn zendo um grande trabalho em beneficio cio povo matogroosense. Saldanha Derzl, disse a!nda que MT se prepara dinamicamente pa:.-a o ano 2 mil. Lamentou o operoso parlamentar núo ser possível comparPcer a essas inaugurações pois tinha compromissos Inadiáveis no Congresso [acional onde exerce a ruoç!l.o de Vice-Llder do Govêr□o, no· Senado Fe deral, onde matérias dos mais altos lnte resses da República estavam em votação. llaoHestou ainda da Alta Tribuna da República sua felicidade em ver lIato Gros o mterligodo e moderolz11do. O enador aldaoha Derzl, foi um dos grandes batalhadores pela idéia da Telebrás, hoje a grande realidade noci onal. Congratulou-se com o Govêroo e o povo matogrossense por este grande e vento, que coloca Mato Grosso entre os grandes Estado& desenvolvidos do Brasil. lgradeceu sua Excia. em nome do povo de Mato Grosso a presença do linistro das 'Telecomunicações nas inau gm·ações citados. Ao terminar Derzl leu da Tribuna o documento dando os oúmeroR de termi nais telefônicos de caia lluolcipio benefi ciado. Rondooópolis; 2 mil terminals"!com circuito DDD. Caceres. 500 terminais Poco né 400 terminais, Cuiabá; ampliação de termrnuis para 4.500 (ODO), Itaporã. 300 terminois. Fátima do Sul 500 terminais. Rio _Brilhante; 200 terminais. Campo Gran de; mauguração oficial da 2.a etapa DOO. O Senador Saldanha Oerzl (ARE NA-MT) congratulou-se, com o Ministro das Comunicações, Euclides Quandt de O liveira, em CuiRbt, pelfl inluguração do slsterot1. de Discagem Direta Operacional, ligando as cidades de Pocone, Kondonópo lls, Cáceras, Cu!abá, Itapor!l., Fátima do Sul, Rio Brilhante e Campo Granrle, ufümando que, 1lentro de um ano, todo o interior matogrosseose deverá estar interligado pe lo DDO. Disse o rtopresentante arenista que o Ministro Quandt - "um homem simples, humilde, mas de uma grande energia no cumprimento do dever"- tem conseguido dlnamtznr a sua Pasta, realizando uma o bro extraordinária que é a telecomu nicacão em todo o País, num trabalho que segundo disse, é indispensável à eguro.o- D. FIORI MUNO MÉDICO RE IÃO on J · RNIMIT JOR ALISTAS DO SUL ... P RTICIPARAO Para prestar es clareclmentos A ele ger nova Diretoria, o administrador do Sindicato dos Jorna listas Profls ionals no Estado de Mato Grosso, Ruy Sant'A na dos Santos, es tó convocando todos os mllltautes na Im prensa matogrosseo- Stl a participarem da reuoHí.o prevista p/ as 09,30hs do dia 11 de setembro pró ximo, na ala de reuniões da Delega cf Regional do 'Tra balho, em Cuiabá. "Os propósitos do Jornamut, reiterou o administrador, es tão voltados à va- Dr. Pedro Jo e' p 1 •• a me1r1 Atende pelo I PS e IPEMAT Horários: Manhã ' - Hospir.nl 13;00 • - 16;00 hs: Posto de Saúde 1 16,00- 19,00 hs: Consultório B R 15 d N ela Vista M t G ~1_. __ e_1_ov_e_m_b_ro~,_7_s_._F_o~n~e~l~7~8--.~B~e~ln:.....:_V=is~tn~ • ...!...---------=-=~ª=º rOSSO Advocacia Agrária Ratificação Títulos Terra Faixa Fronteira Rua 15 de ovembro, 160 lorização e no 1 tulecimento do dlcalismo que; trn cedendo as latenç es, se traduum el ações concretas e beneficio da diz mica sindicalista' A reunião, ressul tou ainda R11y San:i' Anna, ocorrerá ap entendimentos Ii tidos com o dele,;,1 do Regional do Tr. balho, J oúo fü: Dias de Moura R lho. Atendendo a coo vocação do admloi, tr'.ldor do J ornarnal militantes da l prensa do Sul d E ·tado movimeo!Jlm· se a fim de formar delegação que pqt , cipará da reu _). 1 l.. do dia 11 de sete□ bro. L 1% Nasc_emos para Servir e crescer Madeiras de toda a especie (Peroba, J atobá !Pê etc) .:..... p t . , , ron a entrega - Bo Destoca - Terraplanagem - Açudes - Embeiramento m Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35 preço· Posto Sê.o e ristovão de Theoboldo Amaral Lavaegm Lubrificação Troca de Óleo Borracharia Balanceamento de Rodas Rua Conde de Porto Alegre s, Bela Vista 1 Mato Grosso [ ;..._______ Documento Perdld IIz Nolasco ex!r"; ou seu certitig". Propriedade N ,J 012, expedido e;, 06/75, da Camio$, Tipo Chevrolet, C-0·_ Verde. Ano Fabri? çis ró;y, cgiéi;"; A B R 11515 P .P 4' 3, FE- 0848 M - Horrach_aria dia e noile • tubrilicante a preca de Fornecedores - Super troca ." Monteiro Sá ~ "@4 6 ssó o arre» Jardim AIELL I Cia Ltda. Bela Vista, Mt Trlbum1 da Fronteira 29/03176 ALTERACÃO $ fC.ME.RI DO ONTT ATO SOCIAL DA SOCIE.DADE E - 110 IGRICOLI L TUI lIéreules José Talini, brasileiro, casndo. do cornórc10, rcM'dentc e domicilin<lo nu Av. Teo,lo ro Sntivn, "'ª município do llcln Vii.tu Estudo de Mato Grosso, CPF n,o 0211260621 e portador da Car teira de Identidade n.0 459701 SE/AS S 142I2. ex pedida pelo Instituto de Identificação do Estado do lio Grande do Sul. Florentino Cassimiro 'Talini, brasileiro, viuvo, do comércio, residente e domiciliado na Av. Teodoro Sativa, s/n municipio de Dela Vista., E-ta do de Mato Grosso, CPF n,o 063761950, e portador ela Carteira de Identidade n.o 16.279-S E 3311-5 V 2112, expedida p e l o Instituto de ldentificnçáo do Estado de Mato Grosso. JlrlefoFo de !Jarros Loureiro, brasileiro, solteiro, maior. do comércio, residente e domiciliado I Há multo o que se observar e mesmo aprender nas pes,;oas, no que res peita à exteriorização de seus sentimen tos ou de determinados estados de espíri to. Jesus Cristo nuncu sorriu. Foi visto, multa vezes, chorando. Em seu mix to de dl vlno e de humano, tinha nas fa ces e nos olhos a doçura encantadora e comovente, o ar angelical que existe en tre a lr!Rteza e a nostalgia. Conheço um Indivíduo que só vi ve rindo. Mesmo quando está sozinho, mui ta" vezes esboça um leve sorriso, e tem para o mundo um bl'ilho dlnmantino no olhar. Que maravilha deve ser seu mun rio Interior! E pobre, conquanto parece não enxergar os riscos Infelizes que o ro deiam, tratando a todos desvalidos e a bastados, com urbanidade e alegria conta giante e afetuoso. Quem estiver deprimi. do, mesmo sem o dizer, conversando com Ple cinco minutos, sai da fossa, automati camente. se revigora, cria nova alma. Conheço outro que, por contraste vive constantemente zangado, a cara fe chada (assim como quem passou a noite fuçando ribo.ncPim), o ceuho sempre frnn zido. Tanto é assim que, ainda jovem, já está com a testa cheia de rugas. Tem vinte e poucos anos de idade, mas carre ga uma ~parência de velho e as feições de um revoltado. E relativamonte rico, herdeiro de considerável fortuna, bem nas cido, goza boa saúde, Reus negócios pros peram. A esposa é linda (está na cara) é esposa de rico, só pode ser bonita, mas leva uma vida de cüo. Ele tra ta a mulher por cima dos beiços (dizem até que ela já arranjou um poeta para compensar as amarguras matrimoniais, co mo se poeta fosse remédio para e~sas coi sas, meu - Deus!). Este homem é um touro bravio. uma onça acuada. Constantemente revoltado ... e o que é pior, trata todo mundo com hostilldade. Este deve carre gar um inferno dantesco rlentro do cora ção! Seriedade, minha gente, não é si sudez. O verdadeiro lider obtém a colabo ração ~spontâneo. do seu grupo, levando os problemas mais intrincados na base da esportiva, até encontrar uma solução, uma saida lógica. Não precisa nem ser líder. Basta ser humano. • Os casais de nawor·ados gerulmen te andam alegres, sorridentes, achando o mundo cor de rosa. Depois de casados (também geraltn0nte) adquirem uma serie dade imprenssionante, passam a falar pou co, trancam-se dentro de si mesmos, dan , a Hua Gal. O6rio, 835 municipio e cidade de Be la Vista, E-tado de Mato Grosso, CPF n.o 002012601 e portador da Carteira de Identidade n.o 4.628.784- E3333-1 4222, expedida pela cercaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, componentes da sociedade Comércio de Cereais União Agricola Ltda. estabelecida na Av. Teodoro Sativa, -n, Mun. e ci dade de Bela Vista. Coarcial do Est em Cuiabí sob n.o 38,092, por despacho dado em 11 de Nov. de 197·1 resolvem de comun ocordo alterar o Contrato Sociui. uaA condições e cláusulas 1eguintc1. Da Denominação A sociedude Comercio de Cereais União Agrícola Ltda denominar-s.--a doravante Armazl:ns Gerais Agricola Ltda Da capacidade do Armazenamento _ A capacidade consta dr. uma capacidade para l250tn (Hum mil duzentas e cincoenta toneladas) que corres pondem a 25.ooo se (vinte e cinco mil sacas) de cere ais de 50 kg (cincoenta quilos) cada, do a entender ue o mundo passou de cor Oos Objetivos comerciais o_u _ Sociais do rosa a preto, de estalo. E depo!E; de ca Sociedade terá por objetivo Fundamental, sado que dilo adt~UB às ilusões da vida doravante sacagem e Armazenagem de Cereais. de sonhos. Existem os melancólicos por Do capital E t - O Capital s<>clal que er:i de crS 450.000,00 (Qna naureza, os triste de nascença. 8.e8 nao trocentos e cinco mil cruzeiros), fica elevado para silo brutos, Pelo contrário, s!io até tratá- crS 465.ooo,oo (Quatrocentos e sessenta e cinco mil veis, dóceis Sentimentais, prece que fo- cruzeiros) sendo o aumento de capital intgrali ram picados pela mosca tsé-tsé, aquela zado e distributdo da seguinte forma: que dá tristeza e, depois, sono. A) Hércules José Talini, aumentará ua h d t li d· cota de capital de cr$ 135.ooo.~o (cento e tnn!JI. e Ac O uma gran e o ce zere Gnco mil cruzeiros) para. er$ l56.000,00 (cento e cin que o intelectual deve andar com O peito cocnta e cinco mil cruzeiros) os quais integralizará estufado feito peru de quintal. Tiro isto o nto da a.sinatnra ria presente Alternçáo contraiu por mim, que sou um Intelectual fora de ai r lo.ooo,oo (dez mil cruzeiros) em moeda corren série, talvez O maior do Brasil, e não an. te 'acioaal, e o restante crS lo.000.00 (dez m,l cru do ussim cheto de vento . . . zciro) inte"rnli7.nrá atê 31 de Dezembro de 1976 em 1 b • moeda cor;ente Nacional. Os medíocres as supostas celebri- By Florentino Casimiro Tlini, aumentará dades, sim, vivem cheios de ar como os soa cota dr capital de cr l35.000,00 (cento e tnn balões meteorológicos. A modéstia comuoi ta e cinco mil cruzeiro) para crS L55.ooo,oo (cento e cativa é o ornamento do mérito. Querem cincoenta e cinco mil crULeiros) os quais integraliza i h rá no ato da assinatura da preeente Alternçllo co,.tra exemplo? Jorge Amado, embora. na m n d tu 3 1 crS lo.ooo (dez mil cruzei.roa) em moe~a correl'! abalizudíssima opinião, não seja uma suml te acional, e O re,tante crS Io.000,00 (dez mil cruzei dade, é uma cultura de que_todos nós nos ros) integralizará até 31 dr. Dezembro de 1976, um orgulhamos. E um dos nossos maiores ro- bem em "moeda corrente Nacional. mnncistas vivos. Seus livros estão tradu- C) Ildefonso de Barros Loureiro, aumenta zidos e vendendo nos Esta.dos Unidos. Mé rá sua cota de cnpitnl do crS 135.ooo.oo (cento e trin ln e cinco mil cruzeiros) para crS 155 000,00 (cento xico. Argeotinn, Canadá, França, Europa e e cincoenta e cinco mil cruzeiros) os quui• integrali Bahia. Pois Jorge Amado é um gozador, 8- zará no ato da assinatura da presente'Alteração con legre, irrequieto, amigo do pescador, do trotuol c.rS l~.000,00 (dez mil cruzeiros) rm moeda vai redor de ruas (gari é frescura descul- corrente acional, c º. restante cr$ lo.000,00 (dez Pe "' a m· palavra1í) é amiO'O também do, m,I cruzeiros) mtegrnhuu-á até 31 de_ Dezembro de P u• d ªR • bll p d O lh 1976, lambem em moeda corrente Nacional. res. u epu cu. o em o ar uas re- vistas, nos jornais, seu sorriso larg0, aber to. descontnido bonachão, mostrando uns dentes horriveis, cariados e. sujos. Sabe viver em paz com Deus e com a bomba atômic.:a. Altevir Alencar Conta o venerável desembarg11dor Fernando Lopes Sobrinho que Silvio Ro mero na melhor forma de sua intelectu- · alidade, crítico literário nivelado a José Veríssimo e Ararlpe Júnior, Silvio Rome. ro era, mesmo então, circunspecto congê nito. Tambem jamais alguém o viu sor rir: Sua cara parecia o tronco de uma ca jazeira. Cala dão olhar agressivo. Andava· permanentemente imerso em profundas me dltações. Certa ocasião este beletrista e professor examinava uma turma do 2.o • ano da Faculdade de Direito do Rie • de' Janeiro. Exame oral. Ora, como em toda sala de auia tem um enrolador, quando chegou a vez de um pilantra, por sinal pe dante e tolo, o emérito educador per guatou; "O que é Direito?". Resposta: Di reito, professor, é o circulo dentro do qual nos obramos! O velho mestre largou aque Ia gargalhada: Há hâ-há hááá! Em segui da feçhou,se em CO,J'iB e disse: Meu fl. lho, eu perguntei o que é Direito. Não lhe perguutei o que é penico. Do admlstração A Sociedade doravante será ndmini•trad3 pelos três sócios, atuando todos eles como sócios gerentes e todos terão direito a nmn retirada mensal n titulo de "Pro.Labore" a qual nunca poderá se.r maior no má..·dmo permitido peln Legislação do lm posto de Renda em vigor. Os sócios assim assinarão pela firma Armazéns Gernie União A_gricola Ltda. Hércules José Tolini; Armazens Gerais União Agrico ln Ltdn. Florentino Casimiro Talini - Armazéns Gernie União Agricoln Ltda. Ildefonso de Barros Loureiro_ Disposições Finais As demais cláusulas constantes em contra to permanecerão inalteradas. E, por estarem justos e contratados, assi nam o presente instrumento de Alteração contratual, em S cinco) vias de ignal teor e forma, e com eles rluas testeronnhas e tudo presentes. Bela Vista MT. o5 de Abril de 1976. Hércules José Talini, F1orenli no Cnssimiro Tnlini, Ildefonso de Barros Loureiro, Te1temunhas. Alfredo Olgeclr Heck e Roque Joa quim Paez. Junta Comercial do Estado de Mato Grosso Certidão Certifico que, por dedsào dn 2a. TURllA, primeira via da presente Alteração Contrat=I. registrada sob o no. 38092. Cuiab4, 14/04/76. Joio Barbosa Cararurá Secretário Geral a foi RfPJn!C4 ff DfHII/A DO Bfüll Isto • Ia /ss» Coma d hrli !tio h 1: 0litio mandato d'e Intimação O Dr. Valter José Rodrigues Contrera, Ju i de Direito em subs tituição legal da Comar ca de Jardim, Estado de Mato Grosso, na for ma da lei, rtc • , , M A N D A, s qual quer um do Oficiais de Justiça deste Juízo no qual for este e n trcue, indo por nim devidamente assinado que, em seu cumprimen to, Intime-·, nata o marca o Sr. Bento Fer nandes Leite, brasileiro, viúvo, pecuarÍ!C.a, re,i• deutc nesta cidade de Jardim. pura responder nos termos da ação de n.o 588176, de "Protesto Jurlicinl Contra Aline nçào de Bens", que lhe move a requerente Naure linn dos Santos, que cor re por este Julzo e Ca.r tório de l.o Oficio, para que se abstenha da venda de bena imóveis, semo ventes e móveis, poden do contesta-la ob pena dr. revelia, nos termo• e de acordo com II c6 pia da petição anexa, e despacho cio MM Juis de Direito em Subst. legal, com o teor seguin te: D.E.A. Defiro o proteto, salvo o ;,cdido de averbação, eis que, não enconlni. amparo na Jurisprudência. Int. Jar dim, 21/1)6176. (n) Dr. Walter Jo•é Rodrigue, Contrera, Juiz de Direi to em Subst. legal. Cum pra se com observancia das cautelas de estilo. Dada e passada neta cidade e Comarca de Jardim, Est. de MT, ao, viute e cinco dias do mes de Junho de mil no vecentos e setenta e •ei•. Eu Escrevente Ju ramcntndo do Cartório do l.o Oficio o datilo grafei e subeerevu. O Juiz de Direito Valter José Rodrigue, Contrera Juiz de Direito cm Su bst. legal Anuncie neste jornal Colabore o. esporte de Bela com Vista e o m p ar e ce ndo na quadra do C.E.B - J , i f 1 ~ R» u LIDA "Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Gres cemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o Povo Belavistense Avenida Teodoro SatJvaD Perto da Ponte Internacional IDUA VQSiVA IM.l Bel Vi«ta • M Tribuna ,la Frouteirn Página n.o 6 .. --- Estado de Mato Grosso Comarca de Rela Vista • Cartório do 2.o Ofkio EDITAL DE CITA~ÃO COM PRASO E T INTII (30) 011S EDITIL - ' tl j O dr. Vnhcr Jos6 llo drigues Contrera, Juiz de Direito du Comnrcn de Dcl11 Visto, fütu,lo de Moto Grosso, na forma da lei, ele ... Faz Saber ao» que o presente Edital virem ou dele conhecimento i-iverem, com o prazo de trinln (30) dins, que c, ta Waldemar Pai, brasi leiro, casado, comerei rio, residente em lugar incerlo e ignorado, p/ com puccer cn~ Juizo muniíe• 1nr·EC nos termos do Des quite Judicial, requerido por Franciw1 Malheiro• Paim, tudo confórmne pe tição abaixo transcrito; Exmo Sr, Dr Juiz de Direi10 da comarca de Deln Vista-MT, Francis ca Malheiros Paim, bra »ileiru, casado, lides do lnr, residenle e domici liuda neslo cidade Es1n do u1rnvés de Assislen cio Judiciúria Grn1ui1n, cnrln de provisilo iuclu sa vem a presença de V.' Exn. requerer Dcsqui te judicial contra Valde mar Poim, braeileiro, cn sndo, comerciário, resi denlc e domiciliado em lugar incerlo e ignorado pelo■fotos e íundamen tos, que paun a enume FAZ SABER a todos quan tos o presente EDITAL virem ou dele conhecimento tiverem que na séde deste Juízo, no edificio do Formn e aia das Audiências, no dia 13 de setembro de 1976, às 9.00_ horas. o r. Porteiro dos Auditórios João Hilário Pereira, levnrd a pri· melra Praça Oil bens penhorados na Exe cuçlo que Banco ltn.ú / A move contra Edson lIedelros de Moraes, em trO.mlle por êste Juizo e Cartório do 2º Oficio e para eventual 2° praça designo o dia 04 de Outubro de 1.976, às 9.00 horas no mesmo local, para os seguintes bens pe . nhorn.dos; qun.lrocentes 1, cincoenla e dois ( 452) heclares de terras pastais e lavradias da fazenda Vista Alegre, e In vernada Chava de Ouro, neste municipio transcrito sob n 20.067 ns. 49, livro 3-K, avaliada em duzentos e vinte e seis mil cruzeiros (crS 226.000,00), valor por quan to será levad para ser arrematado pa ra quem maior oferta oferecer, acima do. avaliação, sendo feita a. venda a visto, ou mediante fiador lconeo pelo prazo de três dias. E, para que ninguém alegue lgnor!l.ncia, expedi o presente Edital que será tmblicn.do ria Imprnnsn. Oficial do Estado e duaR vezes em jornal diário, na forma de lei. O Que Cumpra com in teira observo.nela das prescrições legais. Dado e passado nesta cidade de Bela Vis ta, Estado de Mato Grosso, aos dezeseis dias do mês de agosto do ano de mil no vecentos e setenta e seis. Eu Goeth Esco bar Nunes, Escrivão do Segundo Oficio, n fiz datilogro.far, subscrevo. Dr. Valter José Rodrigues Contrera. Juiz de Direito Cerilmlcn., tecelagem, Decoração, roupas para todas as idades, de da região. CASA DO rar: a) Em 22 de junho de 1961, co111rni11 núpciaF com O requeriJo, confor me ccrlidào inclusa; b• que deu• união, ti,•ernm ires íilbo,, Wnnderley, Vitoria e Gloria e Wal decy, cerlidões nco;;1.11da,; e» ucedeu então, um hiato inesperado na vida da requerente, po1 a partir de 1972, o reqae rido abnndonou o lar conjugnl volunlnriomenle &ern rnotl•o nlt?'-!'" npa rcnlc, nunca mais retor nnndo até estu dn1n. es rondo em lugar incerto e nilo 1nbid;, deixando filhos menores; d· que 0 casal não tem imóvel algum a partilhar; e Consequentemente, etá o Dr. Valter José Rodrlgues..------------7 Contrera, J u i z de Direito da Comarca de Bela Vista, Estado A casa do Artesão de ln.to Grosrrn, na forma da É Bela Vista lei, etc; Em nova dimen11!!.o Valorizando o artista Falando por suas mãos Não há ml:!smo quem resista A casa do Artesão. ta peça ria. exclusivas curiosida- Rn: Cuiabá - 489 - Bela Vista-MT. Programação do Club, E portivo BELA VISTENSE até o dia 1/1/77 21/08 - Conj. Los 11.ensy's 04/09 - « p 25/09 - lmbra-Sem 02/10 - _ 30/10 - lmbra-Rom 06/11- 30/11 - Imbra-Som 04112 - 21-25/12 - Imbra-Som 01- 10-77 « delineado, que o requer! do transgrediu dispo+iti tivo de li, ou )a, d bandono de lar conjugal durante mais de dou ano continuos, sendo que argumento nce vários para que o requ rente ycça ,le-qu1h:, Pº'" o c6digo civil, artigo 317 inci•o Í V. usaim o íncnl ta: Pelo exposto, requer a V. Exu, n "cituçno do requerido em todos o termos desta, e e•rnndo o réu em lugar incerto e ignorado, eja o mes mo citado por edital, se gundo artigo 231 item I e li da lei processual civil, para que dentro do prazo legal conteste que rendo e : final condena do. requerendo igualmen te em sentença que pas ará a assinar seu nome de solteira. Fronciacn i'lalheiro. Prolestn por prova 1cuemunhal, peri ciais, enfim, todos os meios de provo _permiti dos em direito. Gozando do, benefícios da Assis rencin Judicilirin Gratuito DAR, com os documen tos inclu,os. Pede Defe rimento. Dcln Visto, 15 de março de 1976 «a· dr. ergio Roberto Pe rondi. O presente Edital será afixado no lugar de coslume e Jlublicudo e nn formo da lei e seu prazo, que correrá da primeiro rublicnção, con siderar-se-a tr11mcorrido assim que decorram os trint:i ,3o• dias fixndos e assim perfr.ltn a cil.ll ç.lo. Dado e pnesndo nes ta cidade de Deln Vislll, Est. de MT aos primei ros dias do mee de ju nho do ano de mil nove centos e se1en1a e seis. Eu, Escrivão do segundo Oficio, o fiz datilografei, subscrevo. 1 SERRARIA CASTELO Dr. Valter José Hodri gues Contrera Juiz de Direi10 Preço deste Exemplar Cr$ 2,00 -----·~ Compra de Madei- ra bruta Venda de madeira Serrada Antonio João Mt De Antonio Remo Penzo ··n DE RO ESTOS!i: - Cartório do 1.o Oficio ·i· sa. co Eu José Avelino e Silva, oficial do rgisJ II. 1 • 6 . ·, e Jirolt'•tos cinta c1tlncli- e comaro d}tra 1 e 1111 'C:I• • J 'f G ;,.· Í • Dela Vi•ia, 0 E.,cado e ., ato ro»n.r,a 1,r,r, 10 da lei etc... 1' 1 • 1 ,/ma Faço saber ao que o presente datal varem ou d!l. .'' conhecimento que e encontram rm L (ln, ui }}"" ksni is-, • 9. e«a ih@l«. ri[até protesto por falta de pagamento e/ ou aceite ou de·{ner' volução, os seguintes títulos: [II l) Apresentado pelo lhnco do Ur,,,1 foi /A a)- Duplicata n. 1.12: vencimento; 2)0 76 valor crS 5 I0; Emitida pela firma Emxovais Il: da Madeira Ltda. contra Judite G. iou4 ., 2)-- Apresentados pelo r. Sludaru :'i,,,. cc çã re kawa. ,- ., 3/01;5 4o -Nota Promissória n. 02/05, vencimento ó/ ' valor crS 8:J-l,80. Emitida por Adoni Ferreira d 4a il,n. 3010,;rr ;o b)ota Promissoria n. 03/05, vencimento ' a valor 1.000,00, Emitida por Adoms Ferreira da ~,!. ja Promissória _n.04/05, vencimento 03/065, rus valor crS 1.000,00. Emitido por Adon1s FermrJ dJ de ilva. , .: de d) Not.n Promissoria n. 05/05 encimento: 30'07175 Valor Cr$ lo0o,oo. Emitida por Adori Ferreira da Silvo. 3) Apresentndos pelo firma Martin• Cowrr• cio Imporlação e Exportação Ltda. a) Duplicata n. 163313vencimento. com aprescnt.açilo da mesma, valor crS 3.561,76. Ei z '1,_ conlra Celson Lopes. met b) Duplicala 11. 163332, vencimento, com a aprew:• con toção da mesma, Ynlor cr ,1.3 i-l,52. Emitida cor.ti! no, i'.llnnurl Vicente Lopes loc c)Duplicat.a n. 163316, vencimento:c.?rn a oprr "p senl.llção da me,mn, valor crS :!.862.20. Em111da conto Manuel Vicente Lopes ra -l)AprcsentndosJ,ela Credicard. Cia. de Ta· rismo, Promoções e A miniurnçilo. . trar a) Nolll Promissória n, 03710, vencimrnto. 1 t çã tn valor crS 5,1.()92,11. Emitida por Wnldemar 1'.~ ra reira b)/ iota Promissória n. 09668 ,vencimeolo nlor d O( 12.397,28. Emitida por Waldemar Moreira. , SQ 5) apresentado pelo r. Hito Loureiro. 1 a) Nota Promissoria NQ 08; vencimento: :JII ! e 03/76; valor crS 525,00. Emitida por Silíl 1 , nH no Vieira !is E por ter sido ímposslvel encontrar os rl~ 1 cã vedores ou seus paradeiros. pelo prestf, ..,fl. edital que será afixado no lo.:al de cos. p1 me e publicado devida ou darem as 'at zões de sua recusa e no mesmo tempo, t.l I a falta de pagamento, ou compartcimwto not/i::-~ -· do competente protesto no prazo lt!l3' ldf: Prazo: 3 dias a partir da publica" b Bela _Y_ista-Mt., 24 do agosto de 19~- • 9 1' O Oficial de Registro de Protest 0 • Pro p FAÇA UMA FESTA ONDE VALE TROCAR QUASE TUDO! D • CONHECA OS MÉTODOS DE PROLONGAR 'A VIDA 00S ALIMENTOS! E OUTROS ASSUN;OS FASCINANTES! DE sul REVISTAS CINEL(N_IJ v '.lll e u li - J«eh Vista M+ Tribuna da Fronteira "IQU , Campo Grande (do ·correspondente) y Ao aproximar-se o mes de agosto + em razão da crença popular cio que gosto é o mes de cachorro louco', pre- ~ :~ndl'IDOB com C!!le despretencloso ll'ab•tlho, Har algumas informações úteis aos leito re~ deste jornal, certos que com isso esta remos prestando mai um trabalho a nos m populaçllo. A ruivo. ó transmitida alrnvés do .:ontato direto com o u.nlmnl ooutamlnaclo, dus o virus que está na saliva, só pene •• tra no corpo quando enoontru um ferimen "; aberto, como é o caso da mordida. U I 1 ,J111 vez no corpo, começa a caminhar em ,Zlreço ao cérebro, através dos nervos, pan,;té atingir a meriula onde eRtli o sistema ,u de- 1ervoso central. Quando chega ali e co . 1 1 -neça a corroe-lo é que a doença se manl • 1 !estn. ' 111 -06 No animal principalmente o 1 1 :àc - esse ciclo, chamado de incuba i- ;ão, dura de 12 a 60 dias. podendo, ex ·epclonalmente, ser mais prolongado no '5, 1omem, 40 a 120 dias, dependendo do lu da ar onde foi mordido ou arranhado. Quan - _ 5 o mnls próximo ao cérebro, mais curto íl- i a período de incubaçüo. Os animais mais senslveis ao vi- 5, us silo o cão e o gato, mas a raiva po la !e atingir qualquer um deles, Inclusive os ie grande porte. No Animal arranhada por um animal, este deve ser encaminhado uo hospital, pura exames do unlmal 1:wguirlor; ele obsorv:,ç.lo. Em caso da inexistência de tal assistencia, em ci dade do interior, o dono do auimal deve rá mante-lo preso em local que não haja contato com outros animais ou pessoas e observar as reações e sintomas. A pessoa mordida ou arranhada por sua vez, pr cura um médico ou o proIJto socorro, ondn toma a vacina con tra o tétano ou o reforço, no caso da pes soa já ter sido vacinada. Depois, aguarda 10 dias enquanto o animal é observado sob supervisão de uHslstêncla médica. Se durnnte esses 10 dias o animal fugir, morrer de outra doen ça ou 'presentar os sintomas da raiva, a vitima 60fre. o trat11mento que varia con forme o locl do ferimento e a idade da pessoa. . O TRATAMENTO 4 1o animal, a doença se manifesta z..# 'res formas que formam o ciclo. Pri- -..,. n'eÍrnmente, o animal ncu diferente. des onfiado, nüo atende aos chamados do do " 1o, rejeita alimentos e procura sempre os e locais escuros. É o período chamado <a 1 'prodromlda" que antecipa a doeuça e du- 1'11 de 01 a 02 dias. A medida que o virus vai pene- • ando no sistemu nervoso vem a excltu J• Çúu e o animal fica furioso, morde e ge ralmente foge de casa. Durante esse peri rS odo, z a 3 dias, ele atacu a todas as pes soas e morde paus e pedras / Quando o virus atinge o c:érebro l~ ! a medida que o vai destruindo, o anl tnal fica cambalennte: é a chamada parn- 1 dt llsin. As patas não o sustentam, a respira ,. lo fica ofegante, a lingua pendente e a ,;.J l_nvação abundante (espumante). É iá ll ra Prestação final, que termina com a morte através dà asfixia. Este ciclo dura de · na a 10 dine. 1 1 · Mas apenas um dos sintomas po- ;'' de surgir e os outros passarem desperce- 0 • bidos. 'Então, o dono elo animal que apre S. sente qualquer daqueles sintomas deve 6 • Procurar - incontinenti - o veterinário ara o diagnóstico. NO HOMEM· . No bom em adquire n doença a tra Q és da mordida ou arranhão de um ani- l 11 al contaminado. Em seu corpo o virus ague o mesmo ciclo que no animal só ue num período mais longo, de 40 a_ 120 ias. Quando uma pessoa é mordida ou '' No combate á ra!vn humuna, a aplicaçílo d~ vacinas vnria conforme o lo cal da mordida ou arranhão. e o Ierimen to for nos membros inferiores, são aplica das 14 vucioaa: se for nos membros supe riores 21 vacinas. Se. for na cabeça, 28 va clnas, que süo aplicadas diaríamente no abdomem e sub-cutaneas. A quantidade va ria courorme a idade. até 10 anos, melo ceu1imetro cúbico diariamente: ar.ima de 10 anos, um cm cúbico diariamente. Esse tra tamento serve apenas para a mordida que está· sendo tratada. Se a pessoa voltar a ser mordida e novamente comprovada a raiva, uecessita de novo tratamento. Prevenção As vacinas ão preventivas ao ho mem e ao animal, isto. porque: Quando manifestada a raiva, não há cura: A raiva é :lortal. Um animal que nunca tenha toma do a "anli-rábica", necessita de duns do ses quando o fizer, com o espaço de 30 dios entre uma e outra. Depois, deve ser vacinada uma vez por ano. Onde Fazer Procure sendo o caso ser sempre 1:onsullndo por um médico. Quanto ao a nimal, sómente, confie em· veterinários. ão permita que seu animal seja consulta do, tratado ou vacinado por leigos, curi osos 011 charlatãos. E não se esqueça: Co labore para a Erradicação da Raiva, vaci ne seu cüo uu.u vez por ano - não o dei xe solto na rua. Francisco de Assis Diniz. VOTE EM GETULIO L4NO Para . Vereador PARA VEREADOR M.D.B NIVALDO DE BARROS TKIBUNil on FRO Fundado em 25-02- 72 Redator-Chefe - .Joafdo ]]mira "As opiniões emitidas no artigos as+ina dos não representam o ponto de vista do jornal podendo ser até contráriasa este. As opiniões do Jornnl, nchum-,e expreF ns nos Edítonuis e nos coment6rios não assinados" ----------------- "Tribuna do Fronteirn" é uma publit·nção do Emprern Grnficu Tribuno <la Fronteirn CGC. MF, 05.201.26/ 0001-90 Ias€r, 15059234-3 Assinatura Anual Ilcfu Vista Cr$ 100,00 Demais Municípios CrS 120,00 Rc<lnçilo e Oficiuus • Hua Ottque de Caxias mn Cx. Postal 23 - Bela YisL, - :ln10 Grosso de Antonio R. B. lIelo Consertos de relogios em geral Helogios de ponto - perímetro - olfmetro Velocímetro- Colun•• ''e(iciwcia e rtsponsabilidadt a serviço do cliente" Rua Marechal Rondon - 513 - Jardim Mt i . 1 Casa Pecuansta 1 Produtos Veterinários e Agricol, Ferrageus Artigos de Montaria e Materiais de Construção em Geral v. 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Conslderando oportuna a dlsposlç!lo ao diálogo, revelada ern nota da redaçilo que> ncom~nubou II tliv11lg11çllo de minha carta 1/8 76 volto u dirigir-lhe algums palavrus, a nda sohrn o mesmo a11s11nto. Desta vez, começo pela Imprensa luglêsa, cltuda pur· sua pessoa, como 11 melhor do mundo. Re>almente, ali existe condlçilo do profunda p11rlicipaçllo rio leitor na confocçllo do jornnl, Mas isto Sr. redator, tanto por seu funtáatlco grou de polltiznçllo, como prlocipnlmente pela Quolldado de iformuçio que dlsyõe. Entro outras coisos, di· agruma-lores e revisores suo esco!hiàos a dedo, t1ubmetendo-se periodicamente a ri· gorosos testes de conhecimento, que vão desde a Hngua fnglêsu, até us malt1 1;utls concepções e tendênclui; do jornalismo a, lual, o dai pra fora ... Pois ao i;orn do Blg· Ben, só quem 1;ube se dá bem ... Outra peculíartdude /para ai guns a mais notl'lvel) du melhor imprensa do mundo, consisto na rernunere.çiio (sim senhor ... ) lmpllclta •1 qutt:quer tipo de cola boração. As famosas cartas dos leitores citadas em sun nota, sl o pagas e muito bem, na clvllizuda Ilha do oorte! E ai do jornal que trocar santa por aatu na terra da rainha: a; sempre muito mal... Os herdeiros de Shakespe are são por demais zelosos de suas cria· ções e não perdoam as cochiladas, princi pulment!' em serviço ... Casos famosos co mo o da virgula que encheu de libras o bolso do autor, fazem a delicia dos "pro tegldos das musas", t11o sacrificados em outras part•·s do mundo! • Cultivando ao mesmo· tempo, o que Ironicamente o povo denominou; " o último orgulho nacional'' ... (já que a outrora •'rainha dos mares", úl tlmamente anda melo mal..) Em têrmos de imprensa, contudo, o que para êles há multo tempo é fato concreto, p/ nós ainda é remoto i deal. Donde se conclui, que qualquer com paração é mero culturalismo e que em qualquer lugar a única maneira de desper tar o leitor é melhorar o jornal!. .. Reconhecendo seu esforço nesse sentido, a opinião pública de Bela Vista. não tem lhe negado apoio, tanto da parte do povo, como do execulivo muni clpal. Cooperando cada vez mais para que a Tribuna assuma seu verdadeiro pa pel na comunidade, propiciando-lhe efeti• vas condições de cre~cimeoto, ela nüo me rece de maneira nenhuma a injusta cate goria de u.morfa, muito menos ser respoa sabillzadR por atribuições exclusiva e; do jor· nal. No meu caso, por exem plo, ao contrário do que insinuou o dlstia to redator, acompanho atentamente as pu blicações da Tribuna. 'Tratando-se de um semanário, desconheço evidentemente seu "dia a dia" ... l'las de tres anos pata cn, nilo houve sequer um número que lenhe. deixado de ler. Minha crítica é séria sin cera, e bem intencionada. AS repoda gens «atenção pura o plural, revisor!. .. » aludidas na 1 carta, foram lidas, aoultsa das, qualificadas francameute. Ar:. omissões apontadaR com objetividada. Seria Isto pos sível Sl'l.lll conhecimento dhs mesmai:,? ... txatamente por acompn- . nhá-lus é que tenho direito e condições de crltlcá-lus . .-final, numa época como a no.asa, quem 11e dispõe 11. criar um jornl, se1a em Londres ou Bela Vista, tem que saber fazer uma notícia, tem que dar con la, pelo menos do noticiário local - inde pendente de .qualquer colaborução «"extra redação"». . Poderia entrar em . deta- lhes, matéria pur matéria nltada, cada qual com seus «porqués». Deixo isto, po rém. p'ra quem me lê. Acrescentando que afio vejo porque o critério na sele ção e divulgação dos fatos, tenha que se ·•motivar'' no interesse do; que poderiam colaborar com a redação"!... Pdreoe-me mal.a coa11equente que ele se motive no compromisso oom a verdade (Código de honra de todo bom Jornalista). Pas- tJar a limpo a memória do tudo que o ô lbo viu, o ouvido registrou, o coração sen tiu. 'Trazer a informação ao nivel dos fu los. ou pelo menos um nível acima da que· rida água do Apu ... Porque tanto a implacá vel e divina lel conhecida como r.ausa e efeito, soberana neste planeta, não per doa: Quem dá, tem que receber. . E para cada nova ml'iqulaa que a Trlbuua conse guh· ( e aqui meus pambéa11 pela "caçull· nha"!.) mais e ma.is Couteúdo o povo vai exigir ... Sócrates e Platão, por e xemplo, com o JJerdão do referido colabo rador, dispensam explicação!. Quem real mente chega a compreende-los, jamais tem u pretensão de explica-los... Amhos gastaram muiln massa cinzeut.a para nos dflix11r o teRouro que deixaram: sublimes verdades claramente expost.is. e o objeti vo é levá-las ao povo com proveito, por que não usar suas simples palavras, aces síveis até às crianças? Iuúmeras são as boas traduções, até em edições de bolso dos iluminados filósofos. Agora, confusas erudi ções ninguém. mas ninguém mesmo engole. Acho que até ema não engole, pressentindo o perlgc de ficar com o gogó mole!.. Quem quer conhecer o i;abor indefinível. mora vllhoso, e cada vez mais raro da água pura, só tem uma coi sa. n faz&r: achar uma fonte, chegar-se a ela, e desfrutá-la a vontade. Quem quer alocar o "bruto materialismo" com Sócra tes e Pintão, nada melhor que pisar fir me neste chão e deixar fluir pela boca dos proprios, sun. lição imortal. Afinar, êles foram dos pri meiros a reconhecer, que o povo quer e precisa snber, o que se passa a sua volla. o que se fêz, o que se faz, o que vai se fazer. Não faltando à Tribuna, atualmen te, nem material nem equipamento p/ tal. o que depender de mim tilStou pronta a colaborar. Que.ado tenhÓ o que dizer, nada me custa falar.. Espe rando, de sua parte, uma certa garantia de revisão e tipografia, pois estimo mtiito meus «tils ·es» e só assino meus próprios er ros, suficientes p'ra mim ... Numa frase co mo o célebre «JJ porém, engasgou», se você esquece o ponto p'ra risada, quem engasga é o leitor!.. E que dizer se além clli-s~, o trabalho de Aracy, vira elogio de Ary .... O lwrr,em jfl foi definido mil veres. As difiniçôes variam desde o ponto de vista filo6fico ao puramente humorí tiro. O homem, diz De au111urclrni-, difrrc do• animais no beber em te r rede e n o a m a r e m tôdas a, ;,crnçÍ>c>'. l:'nra Antaole Trance, o que distingue o homem dos outros animais é a men tira e n litcraturn. Há um clichê I ã o •lhc• quanto o primeiro apren diz de sociológo; o ho mem é um anin,al ,ocial. Entre outras coisas, isso significa reconhecimento implícito de ua necessi dude d e comunicaio, que é o meio como êle transmite aos outros u as mensagens. C e l in Cherry diz que "comuni car-e é, de nlgum modo associar e. Verifica-se nu caria da 11uer' ·la Lc· :'lar, urn autêntico pr.ra dor: demonstra a leito ru um conhccirnenlo jor nalístico no seu todo, e ao mesmo tempo, um tornl de,conhecimento, pura no dizer outra coi a, do Cuncionamenlo de um jornal interiorano, Fala na redação de not[ cias, como se desconhe ce5i::emoi: as regras primá rins do jornalismo, tais como: lécnicu do •lt:ed•, piramide invertida, suite, texto legenda e até mes mo do "copy-desk". Qual qur.r jornalista sabe que no redigir uma notícia, há que se ter em mente, de início, as interroga çues. segu111tes, tilo ,·e lbas quanto atuais: Quê? Quem! Onde? Ounndo? Como? Por que? • fere. mos, então: Quê e Quem - n subst11ncia; Onde? Quando'/ Como? Por que? - os acidentes. m su· jeito, um complemento direto, complementos cir cunstnncinis. Aí estão a ossnturn e n muFculnturn da notícia. A crítica, ca rn Le-.fnr é o ato de emitir julgamento sõhre obra de arte, no caso da crhicn no jornal u ma crilica 1?ráfico-jo'rnn Hstica. - Exercer n crflicn -friso iInchndo de Assis afigura-se a alguns quc é uma tarefo '5cil como n outros!pnrccc igunln1en te fncil a tnrefo do Leis lador; mos. p/ exercet n rrlticn, é preciso ter al guma coiso mais que um simples desejo de folar à multidão. oce, caríssima Le Mar, fala em "nível jor nlístico, em redação de mntérins, que, "mui tas vezes. a realidade, r---------------------:•ao simplesmente fotos promocionai d e coisas te gente que, na comuni dnde, nilo represent,ir-jo noticia". Saiba: não é n quantidade de informa ções emitida que é im -:--:-:---:-----------•----- portante paro II ação; an Ano V - Bela Vista - lIT. - 28/08/76 N 224l e. a quantidade de . ·rnformnção capaz "---------------·------.l•tle pe?etra: .º suliciente num dispositivo de arma dndo ••• Divertido é lembrar em 'unea-Te-Vi!.. Le Mar 14-08-76 Bela Vista l1T. Londres, nn- TRIU DA FRONTEIRg ''Orgüo Independente à Serviço da Região" PIIRII VERE NOTI DJI REDJIÇIO E .Nelson Ramão Leite zenamento e comunicação, de modo a erir à tilho à Ação, oee em sua carta, diz que na l terra existe condições de profunda participa leitor n confecção do joral, por seu fintá4 grau de Politização e pela Qualidade de hf, ã» que di-põe. Ora, Le-:'llnr: n '',11hlimc 1,i d causa e efeito, soberana neste planeta, no perda uma opinião pública amorfa, produz jornais raq cos, continuo com esta as-rtva, com um pare e: quando falo em participação do povo bel±ia e na confecção do jornal, não peço matérias "et r.-daçJo", t'lllt•ntb t':,rf-•iurn lciforu falo na par paço "economia do leitor", Para um jornl et íl! .l,Í rr'!• })r('('i.a Ft'r t'COllOflli(·u111rnte forte. ( mo noticiar fatos e notícias "exclusivamente de li, Vista",se o nosso faturanto em publicidade e as natura aqui, não tinge 30 o/o do global. Suo fat coo e»te que a leitora desconhece e "injnu-tum e" transforma em críticas; ão inúmeros os prol ma que Desconhece por não "viver" o cotidianj ri..- um jornal interiorano, O diretor, o Hcrforor, e Uirrtor romercial, o vendedor de assinaturas, lo mesma pe-oa, caríssima Le Mar e isro, nio se prend..- em bancos das Escolas d e Comunica&e lsso se aprende vivendo ns agruras de uma imprej a que busca aperfeiçoar-se tendo e o 111 o 111odi14 grandes jornais. guardadas as devidas proporções d Equipamentos Técnicos, Com referência aos Erro Gráficos, Iria II Tribuna n.o 219 e quanto u miu alocução à impren,a inglesa, a J.-itoru de,·e ;abt que foi em Londres, precisamente em 1808, que d culou o primeiro jornal brasileiro. F.ru a manifestação do joro,L mo caboclo fora de nossns fronteiras, ainda que r fJetindo da primeira a úhimn página assunto temas de inlerc,sc~ nacional. im, com Hipólito da Cos em Londres, o Irasil ingressava no jornalismo pro priamenle dito . E por isso que coneidero imporu, te fri•nr u influencia dos jornais ingleses na formt çiio de nossa imprensa, principalmente no seu ap to gráfico e no seu "amor a livre manifesrnçàu d, pensamento", ilo estamos tão longe do! p droes dos jornais ingleses, baja vista o re·peito ; n opinião mu11dinl nutre pelos nossos grande, .j1. nais (Jornal do Brnsil, O fütndo de Sãô l'aalo, O Globo, etc, etc). Quanto na peculiaridades dos it gleses, são próprias dos ingleses. O nosso povo jovem, a nossa imprensa é jovem, e as possibilidi des de atingirmos um Alto lível, são alentador.• pois não temos o problema do desgaste, citado pela leitora, pois, na terra da "outrora rainha dos mar' a8 coisas nilo nndam bem últimamente", O que é i Verdade? O que o POVO quer? Voce decconber, ns atuai, conjunturas"? Pois, diz: Qunndo tenho o Que Dizer, Nada Me Custa Falar". É a expresso máxima da verdade? ua voz intima concorda cot e•ta nfirmatÍ'a? "Quem quer conhecer o sabor ia definível, mnra'ilho,o, e cada vez mais rnro d,,. gua puru, s6 t.,:rn uruy coisa a fazer: acbar uma foo te, chegar.se n eln e Desfruta-la a Vontade". •• ão Le-Mar .•• quero ser ur "" ~o d ~:;ua somente. Um Lago é muito. Um füu' ~ emais. E o Mar, Imenso pi o meu destino. Qu•r•: ' ser um copo d agua. De água yurn, trnnquiln, EqÍ) tremer. Fecbndn em mim. guardando u 111 raio dr sol que nela vier bater. Mas sendo um t.-opo D'águ: deixarei gotas de minha alma para mntar a ed {#,] "o «nha Rio., Fonte. aro sr A6 •Divertido .. divertido é ch T mem lembrnr iInrrc, Venus, Tnu•Ceti ... e viver errn-. , ·Divertido.. é ver a fruta qu no arvore parece doce e que muitas vezes tofll.1• se umnrgn nos labios. Em Caricia de agosto um importante tema: O HO · E PRECISA MAIS DE SEXO DO QUE A MULHER? De Revistas Cinelandia Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº223_22_08_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº225_05_09_1976 Voltar para a lista de itens