TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº225_05_09_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº225_05_09_1976Número da edição225Data de publicação5 de setembro de 1976Número de páginas8GeoCoordenada -22.101466018018943 , -56.528761322208624 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº225_05_09_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto SEMANARIO tMDEPENDENTE • " • fundador e Diretor Responaóvel [valdo Pereira • 3212 /151 dk ato Groro ,. ·•o Vordod=1 Jornal nfto •• !imlt:1 a lnfor mnar, é oplnotl vo também' (Herbert Mores] ' ±i'd _! No_225 ela_V1rt 5_de_Setembro_de 1076--- 8 Pina+ Pro do exemplar Cr$ 2,00 - Fundado em 25-2-72 e n lo m 'a d 01 u t ) Na do, die .ra, a. .Jla, .ns çilo la f}U· mo 111 de l•)t e."3 E,- ,r da ra ai "Temos a cada lnst11nle, a cada minuto, diáriamente em nossu vi la a o portunidade de Servir. A hunidade de ve conjugar mais o verbo Servir. pois, 1 esseocla do humanl:ano está em ervir. O Rotary ó capaz de levar os homeaa a se compreenderem melhor, o nieto se ea • contra o seu papel primordial: Um mun do melhor. Como obi;ervou Gnn•lhl em sua■mowórlne, os meios que nos podem levar à verdade e à dignidade !ló podem str verdadelroll e dignos. Bsses meios o preciat da justificação dos fins pois justificam-se por si mesmos. Assim t Roary, jm;tifica-se por si mesmo, pela mensagem ltruistn e de compreensão que leva a todo homem de boa vontuae··. Com e&tne paluvrns o dr. Luiz Mnoocl da Cruz Valente, Oov. do distrito 451, deu Inicio a sua palestra aos rotarianos de Bela Vistn, realizada no centro Educacio 11111. Com a presença dos rotarianos Hor teoclo Rou Escobar, Nestor Alcldes Alma da, Alvaro Mnecnrenhn11, Sidney Monteiro Ma&carenhas. Noedi Leite Laranjeira, Ro berval Borges, Eduardo Ocariz, Clrc- Be- 11hur Torre11 Gnllo, José Garlbaldi, J 0!l.cyr Marque11 Morelru (Atunl Presidente), Clo rias Marcolino de Olh•eira, Ivaldo Pereira, Alberto Salamene, Antonio Enrique Bnz _o, Vladimir Padilha, Carlos Edy de iJ. Sfedeiros, Pedro Palmieri o Gilberto Alves Correa, a usembléin do Clube transcorreu IIUtn clima de intenso companheirismo e Participação dos presentes. Enfocando u ntceutdn.àe de. uma Participação Ativa do Rotary nos problemas da comunidade 0 gov. Valente disse que num mundo con turbado, onde o desalento, n desunião, a deslealdade e ·a falta de amor ao próximo llnp1r11m, é a roda deatnda uma motiva lo de melhores dins. Prosseguiu: "Faça Rotary cm 1ua casa dando um exemplo dignilicnntc· àqueles pnra quem somos se UI idoloe: .nos101 filhos, nonos rotariu lloa dg futuro". O Governador que reside •tn Penapolil (Sp) velo em companhia de •ua esposa d. Marlo Amella e do compn llheiro Nilson Gome• e esposu, que, segun do u palavra• de Vo.lcnte ... "está em to das". JANTAR FESTIO A noite, no salíio do Gremio Pe dro Rufino a Casa da Amizade ofereceu Uln jantar o Gov .. com a presença dos Totarianos belsvistenses e esposas, assim como de tnúmeroll convidadoe. Destacn taoa a presença doa rotarianos de Pto. urtinho Horaéio Cardln do, Santos (atu }} Pres. do cfub), eu pai Vahlcmar Leite Os Santos, Luiz Augusto Codorniz e dos r. Manuel Rodriguea de Miranda e upo •a. Fer1tandea Alves Gomu Filho e es• Poaa, Flori Wurano e esposa, João L. Pl llhilro e esposa, Luciano Moreno e es- posa, Carlos A. Ocariz ( o populur Chachl tol e os mílnino!! ,Jeforaon Morolrn e Flá vio Gar1bslcH. O Governador do Distrito 451, preferiu brilhantes palvras a respeito do Rotary de nosr.a cidade. enfocando, prin cipalmente, "a sua tradição, suas caracte ristlcas Internacionais". Sinto alegrla imen sa em estar aqui com voces, vejo qu, a roda está girando ... vejo o Rotary viver em cada rotariano de Bela 'ista... e por ver tudo isto, é que parabenizo a todos, principalmente, pela escolha de ■eu presidente ... J oacyr },forques More1rn ... coo1 ciente ... ativo ... responsavel... homem que se prt1parou para dirigir o Rotary do Be la Vista. Exímio orndor, Luiz Valente ca tivou a todos pela simpatia e conheci mento, e, ao cumprimentar o r. Tito Du arte, que tomava posse naquela noite, destacou, "o seu brilhante currlculo que por si demonstrn o tipo de pesson que é". Foi uma noite de fcAtn e de muito compn nhelrlsmo. O clube distribuiu o boletim "O Companheiro·· que foi um11. grata iur pres~ aos presentes, merecendo elogios do Gov. Um trabalho dos compaaheiro11 Ivaldo, Roberval, Razznno e Pedro, que em 'prazo "record" cumprirn.m a promes sa: Entregar o Boletim quando da Vi11ita do Governador. Arnlo, 20/08/76 Sr. Vereador Ar naldo Marques ds Silva Càmnrn llunlclpol Aatolo João MI Nobre Pntrlclo Saudando o cor dla] e fraternalmun- te estamos divulga do os Melhores Ve readores do uno de 1076 desse Est. E, congrutulando • nos com a laboriosa o ordeira ente desse Município pela mero c1dn claesificução do caro Vereador, encarecvmos a no ce8idade d e sua presença que multo nos honrará na 19 íleunlilo da Famllla Municipalista Bra,!l leira a realizar-se dia 09-10 76 ua «Cidade Canção» do Paraná Mariogá. E se o a migo !or casado, Ie ve 8sua esp08a, p0is ela. vai a c.lorar e val guardar dessa via gem uma lmperecf vel recordação. Por favor con firme sua presença escrevendo ou datl lograf•rndo Agora ao dr. Sílvio M. de Bar ros. Faça força p/ Ir a Mariugê'I, pois t11lvez seja esta a ultima reunião, uma vez que nosso «de ficit« vem crescen do desde 1957 e o ffilX. cada vez me nor. Assim participe desta que poderâ Fer a ultima Reuni- Ac■inado- ASSISTENCIA TECNICA MORE- ão da Familia A.uni O Gov. Valente par~benizou o NA• KANTARO OGAWA . Chefe do Setor cipulisttt Brasileira. Rotary local pela criação do Rotnry de Eletrônico Repetição. Os. Vamos rea Plo. 1-lurtinho e afirmou que o Rotary de 2. Com zs pessoas abaixo podemos executur lizar conjuntamente Jardim e Guia Lopes "brevemente se tor- o ncima expo,to, qul.l ainda esclareço CJUe a 13.a Expo. !ostra nará uma realidade". É Bela Vista que se já está instalado em Antonio João, Mt- refe- de Jornais de todo destaca, é o Rutnry de nona cidade que, ride material. 3. BelaTiatensea preci1111.mos o Brasil. E, como dia a dia vive a mensagem de Paul Har- ainda. adquirir um novo Equipamento de re- VS. deve saber, Ma ris (fundador do Rotary) ... Servir ... - nrva para que a imagem não sofra aolução rlngá conta coa o Cile continuida<le, vamos colaborar. 4. Dr Pe- canal 8 de TV. B, dro Joaé Palmiore- Sidney Mucarenhas- eis os melhores Ve Manoel Rodrigues do Miranda- Sr MlU'io Ba- readores de MT, 76 ttilani, Joaé Carneiro Junior, Agencia do 1- Felix Balaniuc-ve Banco do Brasil S/A, ar Wolke Monteiro- Zoé reador do Ano-CG Pinheiro- sr Eudo Pinheiro- Joã.CI PinhE:iro- 2- Arnaldo Marque■ ar Helio Battilani- sr Ulisses Pinto de A]- da Silva-Antonio João meida.- sr Tomaz Vieira- Antonio Garbim 3 • José Francisco Mar Suli T bi h ..,. que• Neto Tres La,.ou ar man e c erany- ar nestor Alcides i- Mao! José da Silva- Almada- ir Diocleciano Va1concelo11 Rondonopolis 5 . ..ruildo ifos,ahiro Fuk,ia- sr Roslltnd Fernandes- r Tulio Iermuth Jaeiara 6Ame Loureiro- ar Abraão Zacuiaa• ■r Ger.tldo Tebicbcru• rico Monteiro Salgado ny- Dr Ely de Arujo Barbosa- Antonio Urbictll• Dourados 7-Jair de Oli Cap C&1tro- Arinidc■Pcrrupat.o• ara Isbe.h da Rocha veira·Aquidall:lDa 8 ll , l!atto1 ar Gilbcrlo- Otllcilio Lima arOsvaldo Turi• don Maximiano Peres ni- sr NivaldoB srros. Dr Walter Contrera- er Gentil Kondepenolis 9 - Jesé Jeé da Var:;as d .. Ro,a- ■r Arnaldo Barreto- sra Joanitu Pal- Silva. Aautado J0 Morl■Nua micre- 1r Wil■on Antunc1 sr Bigode- e Oficiai■e rth Ha-(uiabá Hars (oacours: E Sargento• do 10.o R C. n1 H Bela Vi■ta. Mt- l.o S.t .. mbro de 1.976 n • onorolo d1 .lqoloo Ro chedo, Hors Concour,- F.unicio lfarçal Ro■a • C:h Rcp TV B. Vi11a Miguel Adib-D.iamantino Criação de a e ] LA Outros i.'.HJC clubes Càsa do Ortesão Nãc importa a sua idade Há uma cas na cidade Onde você vai achar Lembranças de Bela Vista Criadas por miios do artistas Que todos vão ndorar O presente maia bacana ú ''recuerdo" mais legal Aquele que a gente ama E que ao bol■o não faz mal Só no Artesão, irmão ... Originalidade e imaginaçiio é com a casa do Artesão. Rua Cuiabá 489 - Bela Vista Mt. AJ?ENA i:M AÇAO 016.! .. .amigo eleitor Coroo vl.i A votnçüo, Aí vem mês de Novembro Por isso é quo te lembro Vote com muito a.mor Em cnndldato da Revolução. Estejas 11empre precavido Usando muita atenção, Escolha iseu candlda.to Cabra que, sem desacato Faz discussão, é utrevido Defendendo ·a Ruvoluçüo. &colh.1 eempre o melhor, Daquele, n 11eu dltspor, Aprezentacos pela Arona Que m1is prece açucena Gent11 qut: traz d, cor Legfolação, 1:c:ja o que for. Ao ez;colhcrei: candldzi.to Lt:mbrtHrn do .r.mlgCo O que escreve, o Jota Jota, Que!, narla de idiota Sendo eleito, de lmt1di!l.to Defenderá a Revolução. Este candid11to é bom, Velho que não nega logo Briga, pinta o sete, Em tudo que ee mtti, Mantém o m@smo tom. Som derrotn, no epilogo. Este Candidato .... é BOM. Transcrição de recibo:- DA ASSISTENCIA ThCNICA MORiNA 1. Recebi do Sr Ennicio Marçal Rosa, de Bela Vista, Mt- à quantia de Cr$ 15.0U0,00 (Quinze mil cruzeiro11), pua confecção e estágio abaixo discriminados:- · 01. Um ampliador Linear pua 35' W- para Rep de Antonio João- Mt 02. Boostertran sistorizado- para Rep Antonio Joii.o- Mt 03 .UmBooster valvular - par Rep de Be lu Vista- Mt. 04. E,tágio para Sr. Floriano Nunes (Hospedagen e Alimeutação para. 15 dias, pr recuperação dos Equipamentos de trausmissão de Bela Vista e Antonio João bem como consertos de Televisores.) Campo Grand:, Mt- 05 de Julho de 1.976 Uf. U. ,. - [U.C. TCllBUNA 00 INTE!lhJR Pagina 0! Tribana da Fronteira Servico Público Federal ' ln,lltuto Nacional do Colonlzação e Reforma Agrarla INCHA Cordenaç6e Regiona( dos Projetos Fundiários do Estado do Moto Grosso CHPFIMT O Instituto Nacional de Colonização e llefor ma Agrária· I ACHA, través« da Coordenação Iegio nl do+ P'rojeto-_Fundiários do Estado de Mato Grosso CRPF/T, eriada a Portaria n.o L213, d- 26 de Agosto de 1975 com fundamento n o urtigo 3o do Decreto n.o 76691, de } e novembro de 1975, combinado com_o lipo-to_nos artigos_2o do Dért Lei n.o 1MI, de Í! de Agosto de 1975 e 5.o da Lei 11.11 •1.917, ,lc 6 ,lc nbril de 1.966, 1·011,·ocn todos os detentores de títulos sujeitos a ratificaçMo, abrangidos pelos Memorial Descritivo a seguir trans erito, u presentarem enus títulos e demais doeumen tos, relacionados no urtipo S.o e seus parágrafos do Decreto 76691 de 28 dé novembro de 1975, a partir das B8 horas do dia 16 de go»to de 197. A apre»entaçào dos citados documentos deverá er feita na Sedo do Projeto Fundiário de Jardim, o rua Duque do Caxias, n.o 989, caixa Postol, 47, em Jardim • MT. A !1io nprescntnçílo d o • citados documentos importnrá em restrições legais relativamente aos im6vcis cujos detentores 11iu "' hubilitnre111 uo pro cesso rntificut6rio no prnzo ncimn cstipulutlo Memorial Desrritivo Roteiro O presente memorinl rcícn, rn n nrcn pnru rntl (icnção de Titulos situudos no municipio de llcln Visto, Muto Grosso A referida area possui conformação irregular estando quase sun lvln idnde Ctllnprcentlidn entre o Rio Cnrocol e Piripucn, rendo romo cnnfrontnllle ui cm toda a ma extensão o Hio . pn o Poente em toda sua extcn,ào o Hio Cnrucol, n Nn,ccntc o Hio Piripucu. Córregos Luiz e Córrego anta Vitório. 1 O Ponto Ml' de referencia esta junto a desem bocadura do rio Curncol 110 Apn pnrtindo dai se guo-,e o, Hio Cnracol ncinrn uté d sun cuhcc,·irn en conLrundo ai o ponto 1 de llcforcncin, do ponto I egue-e em linha seca numa distancia de 11.900m, no rumo dc 1 7-1.o25 E nté encontrar o ponto 2 junto a Fazenda Livrada, dai segue-se por um aramado numa ,listnndn de 7.loom, no ru• ruo de 270, E, cortando a rodovia BR '!.67 n 250 m antes do ponto 3, deste ponto segue-se com ru mo de N 29o. E nua distancia de 5.800 e cnrtnn do a BI 267 a 1.300m do ponto 3, utingiudo uci 1110 o ponto 4, sc•uindo-sc dai o rumo de N 890. E a distancia de i.2oo. cortando n rodovia DR-267 n 2.000 mn do ponto }, segue-se por um urnmadu nt6 encontrar o pontll 5 J,. rcfcrcncin, tini segue-se por. um aramado 110 rumo de • 77o.l1l E num" di, tnncin de ~l.~0m ate o ponto 6, segue se dni por umn linbn ,sccn no rumo de ·• 20o.30 E nu"'ª clis tância de 10, 100111 onde •e encontro o ponto 7, jun to· n cabeceira do C6rrcgo . Luiz, seguindo-se dai corrcgo abaixo uté o ponto 8, numa distancia de 5· 900111, não se leva.utlo cm considcruç.ilo n ~inuosidn de do C6rr.!go (medida cm linha reta), dai segue se em linha Se<:n no IU1110 de 830.40 E numa distan cin ~e 3.500m uté encontrar o ponto 9, junto n ca beceira do Córrego janta Vitoria, seguindo-se daí o Córrego Sànta' Vitória abaixo até a sua desemboca dura no -C6rrn;o S. Lmz, no ponto 10, •e•ue-sc o C6rre;:o S. Luiz abaixo nté sua tlcscmbo~dura no Rio· Pir:ipucu no ponto 11, ,c.,uindo-,c ela[ o Riu Piripucu até_ a sua tlcscmbocndura no Hio Apn no pontll 12. do ponto 12 segue-se o Hio Apu nbnixo ut6 o ponto MP na ,!cscmbocndurn ·c10 Rio Cnmcol, fechando assiu a área em questão, dando a mesma wna. conformação irregular, com árcn aproximada de 218.000,0000 tfa. O, dado em reforcnciu foram retirados do mn pn rodu,;ário <lo E,tudo de :11:ito Grosso. ·As Jinâncias e rumos mencionados no presen lé ilemoriul são, medidas aproximadas Cuiuhá - MT., 22 de Julho de J.976. Alt.nmir Yollmann Coordenador Hc;:ionnl tlc PF 'si )IT. Casa Pecuarista AlEMOENOO A UMA EX IILU.:R Prof. J. Barros Da Academia de Letras e llist6ri,, de C'. Cra111le Nas saudosas três séries do antigo Curso Científico, Colégio Esta dual Cilntlldo Ma1fa110, Jquldauuua, rru nba "didática especlul" consistia em fa zer º" alunos "brlucurem" com o idioma. Óuva-Jbes "1'esteg'' em versos, sobre tex tos poéticos e• Inda não vistos em aulas. Os alunos haviam crlarlo e ad0_tado .? lemu "Llnguagem-Cullura-Persoualldade • Eram 3!i4 e&tutlantes. Dos 180 ,cTeRlf'S>i propostos em 1909, publico o Nr. 83, a pedido de ex-alutua ora em Be la Vista, qu~ deseja «recordar» o I0 con quietado no trabalho es-!rlto e coa!Jrmudo em arguição no quadr-o-nrgl'O (Quudro·ne gl'O bojA ó espt.nlalho ... ) TEXTO.... Meu Caboclo luar, ouinl lqlo, pela rle-ioga:tens - . Caboclo ligeiro, valente, cismudo, tostado do sol, quA é destro na Hecha, no tiro, no laço, Dll rede e no anzol, caboclo que a.vança11 na curva enganosa dos igarapés, que onças ferozes, caboclo, quem és? - Caboclo, que em cima de um pau de jangada, por mures além nnvegaR cnntnndo saudades profundas dos olhos de alguém, caboclo que afrontas dor mares brn vios o rtur0 revéR, caboclo valente, Sllllpira teu nome, cabo clo , quem és? hrlacando intimidas, - Caboclo que em plena coxilha, di - tnate dos pagos, ao luar. te soltas no lom 1,o de ur.1 poldro rebelde, risonho a cuntur, e danças o samba batido ao compa so dos teus próprios pés; caboclo, re ponde teu nome ligeiro, cabo clo, qnem és? -- E o fot·te caboclo, fitando o hori zonte. responde viril:- - Meu nome é o nome mais belo cios nomes do mundo, rueu nume é - Brusil! Do Professor:- Fechudo o problem de •·metro" e de "1 ima~". ao quadro específico d:ts formas parelhas, nos diga e o tipo serlí ou não dlstlco. Após tê-lu f<•ito, situe em seus pa gos os "tipos'' diversos brasilios que pinta ao ritmo enfá tico. J autor em veI sos. Os oito" objetos diretos isole, pe dindo à aditiva o termo iadicur lhe que lembra um «agente» de forma passiva. Por fim, o caboclo que fita o hori zonte, lhe pede, sutil, que os nomes indique dos termos eguintes:- "do mundo" e «Brasil». 08 :- ~esse Teste o problema princi pal r o '·agente" <lu passiva. Dos 328 con co, rentet- 319 conquistaram notas plenas e 23 notas 10. Quem gosta de brinc&.r com lingu portuguesa ui tem üm bem passa-tempo de interpretação e leílura 16 gico-siotática ... VOTE EM CiETULIO· LIHO Para Vereador Bela Vista M.D.B Laboratório de Análises Clínicas "Louis Pasteur" Cx.- Postal:!- Fone:132 - Jardim - llT ili. no diagnós ; is uma opção como auxunar ar "; fdica, atende-e a qualquer tico em urgenca ' '· hora do dia ou noite. Thnico . Ht•,p. Luiz Gome• !Jeurru. )'o,,r.. Químico • CllF • 20: 055/62 Produto• Vrterináruit e Agricolas, Ferragn Artigos de Montaria e Materiais de Cote·truç+o m Geral Av. Duque do Ca- xlos 606 Fane: 157 .Jardim Mato Grosso RI VREDDOR Nelson Ramão Leite DR. ISilüC LENO PRUJANSKY Ex-,,ssistt:nte .lilitnr de CUnica Médi.-:1 nn Faculdade de Medicina de Suo Paulo, por designação do Ministro de Guerra Ex-Chefe de Reumatologia no llospiU1l da Benefi ccncin de São Paulo - Ex-Assistente de Cardiologia da CUni• ca Obstétrica <ln Faculdade de Medicina de ão Paulo• Ex• Assistente de Gastroenterologia na Escola de Medicina - Cli nica Médica Cirurgia - lleumntolouia •Ginecologia• Endocr<•· nolo;:iu • Gastroentcrolo!!iu • 'euroÍogin - Traumotologia - Fisio ternpin Elctronica • )Iedicina P,icossomaticL1- ~edicina Espor ti,n • Gcrintrin. Consultoria - Galeria Popular, N9 - Telef. 321 (Recado) /101110 /2or11 Horário - Diariamente das 6,30 às Hl hs. inclusive aos abado& iVlÉDICO Atende pclo INPS e IPEMAT Horários: ilanbã • llospitnl 13;00 • 16;00 bs: Posto de núde 16;00 • 1900 hs: Consultório R. 15 de Novembro, 75 - Fone 178 . Bela Vista Dr. Pedro Jo:-é Palmieri Advocacia Agrária Ra!Hictiçiio Titulas Terra Faixa Fronteira Ru>t 15 de Bela Vista: uve-mbro, 160 Mato Grosso de Monteiro Sá e Borracharia dia e noile - La~ülicante a preco de fornecedores· - . 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Pouco adianta repetir o surrado chavão de que a juventude é a esperança da Patrin - e essa juventude não e lá ligando. i9- rã.o nossa esperança, na medida em que se prepararem. a merlida em que assu- smirem agora, em seriedade, a sua condi v·çrw e sua tarefo de Estudantes, pura estarem capacitados u assumir amnnhíL as graves responsabilidades que nós, da geração passada, iremos devagarinho de positóndo em suas mãos". Falamos depois da gratidão que os moços devem demonstrar pelas amplas oportuniãudes que hoje possuem .de se preparar. Gratidão aos pois quA valorizam tanto a educaçúo dos filhos. E tambem à própria nação que coloca à disposição dos seus jovens uma imensa rede de en sino - "inlmagiuavel no tempo dos seus avós quando o ginasio mais próximo es tava em Campinas." "Mas é principalmente na escola da vida que se forma. Porisso, respeitei? os mais velhos. Sigam o bom ex. dos pais em seu labutar simples, mas honesto • Lembramos tambem, que a juven· tude é contestatária. _ - E as injustiças sociais? - Ela corrupçao nas altas esferas? - E o escandalo das mordomias? ID.J l, 1 r i 1 . 1 Respondemos com o Salmo. " Aquele que caminha na justiça e fala com retidão, que despreza um be nefico extorquido, ou recusa um presen te que corrompe, aquele que fecha seus ouvidos a propósitos maldosos, que cerra os 0lhos para nüo ver o mal - esso hahl tará nas alturas. Esse será abençoado." Citamos depois uma longa passa gem do livre, "Jesus Cristo Me deixou ln· quieto", onde se dizia: . "Jesus de zaré nos incomoda. E nos incomoda, porque num mundo que se Julga acima dele,ninguem jamais conse gue emitir uma frase qe não esteja con tida nas dele. Nem conceito humano al gum, que não seja consequencia do seu . Esse homem de Nazaré vem di zer ao mundo que ninguem consegue ser alguma coisa Ee mlo seguir suas palavra Que uloguem pode coi a alguma de sub tanclal, se nfio se apoiar ele. E que homem é urna perfeita nulidade sem < seus ensinamentos. Que é cego e aud perdido pelo. vida, se não o segue". '· Não pusso dizer q u e tenho a resposta para todas as angustias dos ho mens do meu tempo. Mas eu creio que Jesus Cristo é a resposta." E terminamos com uma palavra do velho Arcebispo de Cuiabá, D. Aquino· Se sonhamos com uma Patria grande de vemos valorizar o pequeno pedaço do Brasil que e cada um de nós". 1 1 :l », 1 o 1 13 o e l r. IE. ·o 3. ' a e: 1 >S >r d p :a h a Si ~ .... Tenho confiança ti, juventude em Nilo importn que haja alguns excên tricos, com os seus excessos e ns. Funs turbulêncinsl Acredito no Vos so coração. Sois vós que apressareis <rrecipitorcis) a derrocado dn mcn urn e a bnncorrotn do <linheiro. Sede intransigentes no dever de amor. ia cedais, não transijais, 'ão odiei.. }lide-vos no coro dos egoístas sempre cheios de si me•• mos ,dos hipócritas todos inchados com as suas virtudes muito polidas desses que. 011 vidn, só se interessam da sua vida, persuadidos de que Deus lhes oferecerá no Paraíso luga rcs marcados. <queles que já pen· sovam no suo rcformn, quando ain da chupavam o momodcirn. Hecusoi• vos a por o vosso futuro na ara gem. Lutai, de cara de coberto, de nunciai cm voz alto! Não permi tais que façam trapaça à vosso volto! Dizei, e muito bem, que o maior mal que vos po derio ocomcccr é o de não serdes ú teis a ninguem, o de a vosso vida não servir para nado Denunciais a lênda, a armo dos covardes VIO• É infame quem, aos murros ou aos berros, teta impor o sun lei. Aque le que bote é um desertor. Por ma is que comigo, ele está vencido Porque perdeu o seu rosto de ho mem. Afastai vos dos ocioos da inteligência. ecos estéreis, eles conduzir-vos-ão por cominhos sem flores, que desembocam no nodo. Aquele que terá sempre razão, aque le o quem pertence o omanhil nque• lc que @erá o último vencedor é o que tem maior capacidade de amor. SEDE SEMEBDORES DESTE A4MOR Da Inteligência que atraiçoa, da má quina que escraviza, do dinheiro que corrompe, alvai o amor. Ira- zei em vós o fermento revolucioná rio e misericordioso do Evangelho Compreende que o importante não é o que recolhe. mas o que ,e Ee· meio. Não aquilo que se é, mas aquilo que se oferece. Fazer cada um aquilo que pode, sabendo que é a Providência que faz tudo. E que ela nos orno com amor que Ja mais lerá fim. ede semcr,dorcs dei , te amor. Tornai-o contagioso, radi oativo. E que ele contamine o mun do. Amanhã será a aurora; estas preparados? DR. FIORI MURDNO MÉDICO Atende pelo INPS e IPEilAT Horários: Manhil • llospitol 13;00 • 16;00 hs: Posto de Saúde 16;00 - 19;00 hs: Consultório R. 15 de Novembro, 75- Fone 178 • Bela Vista Dr. Pedro José Palmieri Advocacia Agrária Ratificação Titulas Terra Faixa Fronteira Rua 15 de Novembro, 160 Bela Vista Mato Grosso Empresa Cirafica Tribuna da Fronteira Impressos a cores, Recibos, N. Fiscais. Impressos para Colégios - Blocos para correspondencias Impressos de Alta Qualidade "Perf 1,= R elçao e apldez a Serviço do Cliente Exigente" Rua Duque_de Caxias, s/n Bela Vista - MT. FIL (Continuação) Desenvolvimento de um exames vestibulares da matéria do Federal do Rio de Janeiro e Letras. Ajuda e incitamento ao assunto ProL Stumpf. programa de Universlda Faculdade de pelo Xeuófaues ou znófanes de C:olofoo uma cidade da Federação Jonica, assinulada por seu Santuário de Apolo, conhecido por refor- . mndor da rilosofia jonica, iniciador da critica religiosa e dos estudus geológicos, alem de colaborador da idéia de habitalidade dos pla netas, era um poéta rapsodo, isto é, que vivia de cnntar versos, estabeleceu-se ao sul da pe ninsula na cidade jonica de Elea ou Velia, que deu nome a sua escola "de gente Eleatica" no dizer de Pintão. Draper na História do de senvolvimento intt>lectual da Europa" jufga-o fundador do racionalismo; Gomperz, nos "Pen sadores da Grécia" qualifica-o de pensador intrépido o mais ousuclo e iorluente de sua é P'>üa, de grande coragem filosóHca. Como mo ralista deixou um'l sentença, que "A sabedo ria vale mais que o vigor dos homens e dos cavalos; e é injustiça preferir a força . fls1ca !l sabedoria benéfica". Os Sofistas O ndvento da democracia, favoreceu n orutória e os rnfistns. A Segunda metade do seculo quinto, AC é n época áurcn dn ."ofüticn. . • • O te, mo Soíistc;;, no principio era sinomino de fi- loso{os 011 snbios, <lcnominn,•n•Sl' nssun o . homem que realçava pela inteligencia e cultura. Andration chamou assim nos Sete Sabios; e Dio:;cncs <lc Apolonia e Xeno fonte. aos filosofos. Depois o termo significou professor remunerado. Provavelmente isto começou desde que Eu pedoclcs criou a retórica, passada n Corax e Lysias. Protágoras, como sofista. foi o apurador do relati vismo de Xenofanes, estensor do idealismo sensorial de Dem6erito climinn<lor da razão metafisica e . mlsucn, e as-im fundador do seusualismo e do fenomenismo. Mo- ralista idealista rcnlistn, da Justiça e prazer. +g5 • Proti@ora de Abdera que viveu de 1ll a lo, pu cipahmenteé em Atenas, onde segundo Platão fez lri lbtes conferencias, foi u__discípulo ds Ierécli9,7" <JUcHào da cxistcncin e de Xcn6fancs, Hcnc no e e m6crito, na do conhecimento. Dos 5ofistas, foram: Críticos Religiosos Perseus -- discipulo de Protàgoras, cscre,·cu "So- bre os deuses" Protlikos. de Ceos embaixador em Atenas, foi muito estimado pelos espnrt.unos, conhecido como um caracter sério. te,·c que beber denta antes <le '6crute8 só por ter dito ',que a natureza deu no homem o pio; dos presentes. a vidn, e que os deuses silo nomes dados pelo homem aos objetos uteis u vida, fazendo a rdJ,,ião ir dos ritos e festas dos trabalhes dos campos. Para P'latão era un pessimista. Kritias, de Atenas acompanhou Xenfóanes na idiea de ser a religião uma criação humana; mas, a fez provir do legislador, para obter u confissiio dos atos hu manos pelo amor ao paraiso e horror no infe1no e as- m prevenr os c-runcs. , Diígoras, de Melos - era um poeta ditirambi co, discipulo _de Demócrito. Por parodiar os Ministérios de Eleusis, ridicularizando a rel,giiio, foi condenado n morte, porem rscapou e refugiou se emCorinto. Assim por hoje é só, no próximo número des ln folha continuaremos o estudo dos ofistas, trazendo cn tão a voces queridos alunos, os nomes de outros sofistas, complcti.ndo o nosso trabalho para depois então, entrar mos no desenvolvimento do 2.o Periodo da Filosofia Grcgn. Por hoje, grato pela ntençào da lciturn destas notas. Bingo e!l beneficio Escuela San Jose Premias Cr$ 20.00 - • 1.- CrS 1.000,CJ0 2.-Una cosina a gas (4 hornallar.) 3.-Una bicicleta monareta 4.-Una vaca 5.-Una f11,z cte'Crislo 6.-Un poncho de !una para dama. 7.-Un juego de Té (18 plezas) 8.--Una colcha de croché 9.-Un whisky 10.-Uo rcsario gigante Dorn!ngo: 12 de Setiembre re 1.976 Estádio Parroqulal 20;00 hs. 1 DIVINA EUCftftlSllfl Maria Glansanto Sempre a Igreja Cat6llca cosorvou rellgl sumento, co mo tesouro precioslsslmo, o dom da Eucaristia recebido de seu e!!poso: Cristo. E com o penhor de um amor Imenso, ela tributou, nn Conetl10 Va ttcono II nov11 e solenlselma protissão de Fé e de Culto u) mistério dos mistérios. P!l.o dos anjos, dos ho mens, humanidade toda: co rôa da fé católica, A pre sença de Deus na sagrada Eucaristia é d mesma pre +enç de Deus no céu... É um mistério insondável, fi lósofos e médicos, pensaram imuginuram e meditaram du rante longos anos, escreve rum coi,ms admirâveis mas no terminarem suas pesqul sa8 sentiram fraqueza da inteligência humana e termi naram com estas palavras: "Mistério", nüo compreendo mais. Esse mistério profun do faz parle de nossu reli gião católica. Nós temos de reconhecer a soberania do criador. Diz o profeta. nun ca desprezeis as co!trns pe quenas e ocultas. porque po dem. trazer em si prodlgios. Vemos na Sagrada Eucaris tia, u migalha de pão, a go tloha de vinho se transforma no corpo e no sangue de risto. É o que vemos todos os dias 1:1obre os nossos alta res: mistério de fé. As gotas de água de nosso batismo cavaram em nós oceanos de graças e é esse pão àivino que nos sustenta • a vida da al. Se pergunta des ao artista de onde ele tirou sua obra de arte, ele levando u mão à fronte dirá: "daqui''. Se pergunt&rmos a Cristo, de onde tirastes a Eu caristia, esse sacramento do amor? Ele pousando a des tra sobre o coração d.irá: "daqu". Se Jesus nos perguntar on de está o vosso recouhecl mento por esta dádiva celes te que vos tenho foito? de verimos apontar para nos sa própla vida e responder: "Seahor. está aqur·. Quem 1 IRso não puder responder, não julgue que seja um mls tério impossivel mas sim. que o orgulho humano é e normne, o respeito humano é tamanho. Infelizmente em nossos dias poucos sabem recoahecer esse mistério. As criatura); não procuram entender o soberania da d! vina Eucaristia. Nós cristãos devemos dizer sempre: "Se nhor, creio em vossa pre sença real em corpo e san gue, alma e dfvlnd11.de. mas aumentai ou a nossa fé mi nha fé". O CflMINHJ Cientifico, Religioso e Gilesalice A N O I I - 0 5 / 0 9 / 7 6 -- Bela V i -i a - TRIBUNA DA FRONTEIRA - O JORNAL - D o REALIZOU . Realizou-se no dia 29 pp. chá e jantar beneH cente, organizado pela Ca sa da Amizade. lIais de 70 pessoas compareceram, o que vem denonstrar o eleva do espírito de solidariedade da mulher belavistense. O total arrecadado no chá e jantar foi de crS.!.370 00 [do is mil trezentos e setenta cruzeiros] que será dividido em partes iguais entre 0 Hospital de Bella Vista [Pa raguay] e Beneficencia Hos pitalar de Bela Vista. ,. Ca sa da Amizade foi visitada MI 'TR EEIIERIECEATE pela sra. Maria Amelia Va lente, esposa do Governa dor do Distrito 451 do Rota ry, dr. Manuel da Cruz V lente. Na oportuuidade, D. Maria Amelia, com sua sim Patia e grande cultura, trans ~mtm valtosos ensinamentos as srs. componentes da Ca sa da Amizade. A diretoria da Casa da Aamizade, por mtermedio desta coluna' vem ª público agradecer a todos os que direta ou . indireta mente contribuiram para o sucesso de l'Uas realizações. Triht11t'.1 ,t. rr•>Ol<'Íra ,, • P_Ã;?_"_;"_"_JL_º_" _ UMll E IR FIR, ll GRUPO PllTRULHíl IIGRICOLA 4 f { I ----,{- , .... ,. ••• • ~ .,.. :, 1, "''·' ·,:..,$ ... ' - - . . , - ,. ; ..,,. 1 .. ·, 2- • ' 1 • ·; i .. .. . •• .."=-rte·, {/l 3r » +! .. i i ·..é" • ~ .. ,.. - ~~ ·, ±%#±gp ia.Se l#% ..%%° 952%3! • ,±. "G" ?ç.".y ;>li # = jl p .< •· •· ;v 1Í ~ J 1 1 -::.,. ... · • ;°'fj;_ .• ! 1 ;±gg&G . ij.{ - ,-' '- ,z? . ,,,.,,_..., · .u.. ·""" •• ,, ... ~: ,:c-,.;,~1 •• ±;gs?:A'.as !··±±.°·· .,a;: °, %r -~~'ti.":·."'·'="!.~ ,. ,.. { -~~,.:-- .. • ... ., ... í'>lf ·., - • :o • • •·::J.;:fl•,..~• .s,%ik,,'iéêjSê $ ; " S c --s - - --- i d- Rua Barão do Rio Branco ~to 2322 fone 4-2983 (CliMPO GRnNDE - MT) Ciaigans, N.o 581 Fone 2751 {Tupã-SP) HOTEL PiUJtRlllMBl EM UUHMM (HOTEL SiRIEMB) Rua BELll VISTB UCIINO 'Ar w t'.ti , . . CASTELO De Antonio Remo Penzo - .. - .__,.., • -Ji, "l";_:',1 •• - +y.-°z .y7, 3 Fé.f ±f? -} ,. ... ·1 ,· ' t @ . Compra de Madei- ra bruta Venda de madeira Serrada Antonio João - Mt r-rr f ,,.__. f<-" ------ ±51A0 DZ MNI0 60$0 €MICA L& LA IA CM!CIO DO .O C;CIO Edital de Gitação com Prazo de 20 dias Dr. Vultor José Rodrigues Contreru, J u 1 z tle Direito da Comarca ele Bela V'Is la, Estado do Mato Grosso, na forma dn lei etc; FAZ SAílEll que por ~Stl ,Juízo e Cartório do 1.o Oficio movo os tar :uos de um Processo de Exe~uçflo 0<' qnan· lia certa contra devedor sol vcu to rcquorl do por '.IODE TO CARDOSO cotr GE RALDJNO vmmA DE AL.!J<:IOJ, do teor sC'gufnlo: Exmo Sr. ,fufz de Direito da Co marca de I:lela Vista • 1t. MODESTO CAI?r DO O, brasileiro, uesqu!lado, ugrícullor, rPsldente e <lomlclllado 11estu cidade d e Bela Vista - Ml, por seu advog-udo lnfru ussloado, vem com rund11meuto no urt. 585, fncii;o r, do Código de Processo Civil, pro mover n presente Execução d e quantia certa c<rntra r!evedor solvente, contru GE RALDINO VIEIRA DE ALMEIDA, brasileiro, comerciante, rc-sldente lll·sta cidade de Be la Vista-~H., à rua Santo Jonso, n.o 1007. pelos motivos que passa a expOr: 1. O Su plicante é credor do Suplicado da lmpor tfiocla dP C1S 10.000.00 (dez mil cruzeiros) represeotadu por U'll<l nota promisxória, e millda em duta de 'l:7 de janeiro de 1976 e veZJclda em data de 11 de março de 1976, sem que o devedor se dignasse hon rar o seu pagamento. 2· Baldudos todos o P.Síorços µara o recebimento a,nlgável da dívida, o Suplicante outra alternativa não tem senllo a prt-,enle execuçtlo reque rendo a V. Exo. se digne mandar citar o Splieado para pagar o débito principal de CrS 10.000,00 ( dez mil truzeiros) acres cido de juros de mora desde o venclmen to, cu~tas judiciais e hou oràtioi, ud vocatl cios que for'!m nrbltradoi; sob pena de, oiio o razendo enn 24 hora, serem penho rados tantos de seus beos quantos bastem pard a soluçJo do pri'lclpal e mHis encar gos (art. 659 do C.P.C.). ficando desdf lo go intimado para oferecer embargos á pra sente na forma da lei. 3. Recaindo a penhora em bens imóveis, requer-st> desde já, seja também intimada a esposa do SupJi cado, cumprindo-se assim, o dispositivo contido no § 1º do ... rt. 6füJ do C.P.C., ex pedindo-se mandado para sua respectiva inscrição no Registro de Imóveis compe tente. 4. a eventualidade de não vlr a ser encon Irado o uplícado requer o Suplicante quP. 0 or. Oficial de Justiça promova o arres to dos bens do devedor, tantos quantos bastem para a execução, consoante o dis posto no art. 653 do C.P.C. 5. Requerendo os heneficlos do art. 172 e seus parágra fos, protesta pelo depoimento pP.ssoal do Supfü:ado, sob pena de cúnflssão, inquiri- ção de testemunhas, vistorias, pericias, juntada de novos documentos e demais provns em direito admltlda11, atribuindo-as á presente o valor de CrS 10.000,00 (oez mil cruzeiros) & mais encargos a serem a purados oportunamente. Nestes têrmos, P. deferimento. Bela Vista, lh., 03 de junho de 1976 (a) Dr. Pedro José . Palmle ri. Despacho: D.R.A. Cita-se o devedor pa ra pagar o débito em 24 horas, sob pena de penhora de seus bens. Bela Vista, 1/l / 06/76 (a) Dr. Yalter José Rodrigues Con trera. egundo DPspacho: Vistos, etc. Cita se o réu por Edital na forma da lei. Bela Vista, 13/08/76 (a) Dr. Valter José Rodri· gues Cotrera. E constando do referido processo que o executado encontra-se em lugar incerto e não sabiclo, fica o mesmo por intermédio do preser,te Edital, cem prazo de vinte dias. citado para opor em bargos á preseute execução, querendo, sob pena de I'P.Vt'lia. O presente será afi xado no Foum no lugar de costume e publicado na forma da lei, para que não se alegue ignorância. O Que Cumpra-se, Observadas As Prescrições Leguis. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Be Ia Vista. Estado de Mato Grosso, aos de zeseeis dias do mes de agosto do ano de mil novecentos e setenta e fieis. Eu (Pedro Vergllio da Silva), Escrevente ,Juramentado, o datilogrufei e assino. Dr. Valter Jose Rodrigues Contrera Juiz de Direito EG PEV P'ela Lei 11 • 11 áll90 ,le li de Junho de 197:1, foi modifica ,ln II Lei 11 .u 3.llll7 ,t., 26-llB-ú0 (llri:11l11111t·11to da Ire idéneia oeiuh), lei esta cuja relutação, entre lunto, ,(, foi fri111 prlo Iknr.111 11.u 72.171 ,lt, 06 clr. (setembro de 197} noventa dias np6•) , . Pelo novo regulamento, base das contribuiçó flng r,mprq:oilon·s pa,,1111 11 err feita não mais obre o valor «das retirl prólabore, ma sim pelo tempo ,Ir filir,çfw, co 11foru10 rH·11lo11111111·1110 cFlnbclt'c1tlo pl'lo arf. z.!í,: Clasoc 1 2 3 •l Trn1pn ,Ir filíuçi10 N.o .i .. snlario• rnlnirno" Até I 111111 1 ~lnis ,h: l nté 2 nrrn• 2 iluis .te 2 :1 nnos ;1 r.tui~ tlo 3 • 5 nnos 5 Mnis ,!~ 5 • 7 1111M 7 Mni, tlu 7 • 10 0110➔ 10 Mnls tlt: 10 • 15 nnos 12 Mais de 15 0 anos 15 Mni• .t,· 20 25 anos 18 • Jlllis tlc 2..' '""'" . 20 Os empregadores, portanto, pasaram con 1ri111ir .lo mais sobre o que retiravam nu Cirmu, s pelo 1r111po tlt> !ilioçào. , . , Nnum país de dimensões continentais, publicado 11 0 Di:írio Oíiciul <ln União, cm Ilru•Hrn, só chegou 110 conhccl111n,10 da grande maioria dos contribuin 1cs 11l••unb 1111,•r~ 1lt'poi• (fin• rlc 1973), prmc1pnl mrntt~ OR rt'~iilcntcs nus frnutt·iros; cln nnçàu, <1ue nilo r.lispucm 1lc ml'ios p11bliri1(1rio, e 11111i10 menos de acia do I l' • pura 11ric111nçi!º• . ;ubcml11-lhes tão +)mente recolherem as contribuições pontual mente. Se, par fazer o legulunento foram precisos 90 dias, imagine o tempo necessário para tor.lo o pnls se conscirntizar r.lo u,sunto! . Asvim, só na pur1ir tlc janeiro, de 197-1, 90 dias mnis ou menos após a vigêeia do novo regulamn 10 e•U1bclccido pelo rcforitlo Decreto n.o 72.771 de 66,69.73 é que os interessados, tomando conheci mento das moclificnções cetobcleci<lns, pussnrnm a rc colher de ncortlo com o cnqu11drn111cn10 no novo ,i,tcmu, que deixou tlc se hnseor no ,·nlor dn rcll rnr.la pró-lubore 1lc coda cmprC"ldor pnrn o tempo ,lc !ilinçi1o, e ussim mesmo pelo conhecimento que tivc,·tun na.9 tcluc;õcs con1 pessoas rcsulcntt•ij nn5 capitais estaduais. odn mais 16~ico do qne o cum pnmento dn lei. Acontece porém, clue o INP levantou umn luestilo: ,6 cs~á ct•ncor( ollllo com o;, recolhimento• ,·nquadrndo• nté 31 de outubro rlc 1973 (30 dias n1>6~ 11 vigencia da lei) e cm cnsos cxcepcionni• ~té o fim daquele ono (dezembro tlc 1973, 90 dias npós). 5 6 7 li 9 l•l MENTO DD C SOCIDL. 'lr "I<' NiO FOI ESTADELECIDO A LEI U, ., • ' 1 , IN'l':, U:'11 l'llAZO DE OI'<;, 0, claro esta que 0 . 1 . , • .. • , 0111 1 ,11hbc1d1de p,,ru d,~,•t·rin, cm <.t 1111..:1 1ns1u.11< rn, e . , . _ d 1-u:u todos os recantos do país, por interédi, ,,, 11 ,,t'nda11 c'-tttheltct:r c~t--c pra1..o e comurut·a· o a li itere-dos, e não gora, caciosamente, rcuar direito- adquiridos'por lei e iapo-tergai. Acham os empregadores prejudicado», pretendem iripetar nadado de gr4n """, uma interpretação maliciosa que prejudica o '! rflo da lei, que procurou urupurC.-Lo• na Fllá'b '~ ,:'.; ce depois de tunrnq e lnntos anos de contr/ n riíiis.. i» «,ie@fia.zr pgr _r;; pies inl<'rp~t!lnçào ti~ _l'rnw uo Ucf1111do ru • negar direito adquirido. De qualquer forma, cabe-nos auxiliá-lo nct • l e He,,uercmos un1plos c•cl11rec1111cnto• c111er~,•11crn, • , 1 <luntlo d INPS sobre como vem mterprrtun• o t! c~ 111 prirncnto il lei wbrc o n•.unto, ªº. 1 mi:•m 0 1 " 111 • .,., ..... ,,uint, ti 111e<l1c as: po <JUt' rn«crunr,H ~• ,,. 1 1 1 n) . n·,pt'iÍo us ronl ribsiocs cgua«ara" JS} contribuinte~ op6s o u<lventn do Decreto ll;O • dr 06.09.73, ::ien,1 Prazo r.le Opção, que a lei não es tnbelccc· b) . e,u:bclrrimcnto pelo INPS, se nasim o desejar: prazo de opçào no mlnimo rle 12 mcsc• npós 11 v1 i:cnciu cio novo r<'gulnmcnto; 011 e) . e,tnbclccimento ilc Prhzo <lo_ Opção Vindouro, pois à lei não tem efeito retroajo,_çow ar! ] blicidodc pelo pai•, para que a finalidade la CI nilo Hejn burlada, com ·e,·itlcnte preimzo do esp•n~~ goveraa111en1nl que procurou amparar . Ulmbcm nado empregadores, que oté agorn nunca twcram cm seu fo,or, tendo-lhes cnbid,, sempre recolher, e FÓ recolher! m grupo de empresários helavistenses, ~n.ca minhou ao Deput&do Ubal<lo _Dorew, un!ª. sohcrtn ção no sentido tle interceder Junto no .:1111,atro do Trubnlho e no Pre•ir.lcnte cio l 'P para reparar a injustiça cometida. O dcputnclo tomou as devidas providêncins, ntcntlcndo no apelo dos emp_resános he lnvi,icn,cs e o novo rc,.nlamcntnçào fo, aprovada pelu Con"r~ss'o. Mais un."11 vez o dinnmico deputado ntenclc O "solici1nçiio do povo bel11vistcnsc, e tlcn11 feitu com umll medida que irá beneficiar Todos os Empresários Brasileiros. 'otn; 'o pr6rimn rdiçào ~ublicare!"os na Integra a lei n.o 6.332, de 18 tle Mn10 de 1976 que autorizou o rcnjustamcnto. PROHU CIAME TO DO DEPUTADO oi.pó MEM.. O ir. JJrr-1tlrr:lr, •. • I J'n'Jlo'•rin ,1:,. 1 re· 1 • l , tlll!l·JO 'O J 1. ! epre elogiada a' '' ,]caj. amplas tva! - a • !I .1..:, 1 • idenéia e A--ir"%pna. adiantado i-tem" • hoje emplo 0 ~q(ficada+ r or • 1 ,,una• J • previdenciário per-i-tcn+ "",, Aas autoridades do clames a exigirem a aten,4 " setor. ;f mente ao problu H,-rrríwo JtO'" t-('f-C'l;H .. l r' j,,,..nti,1· ,lo 'I :. s patronais, ante ' ,p; ,1 das contriburçor :4., Social, F-·e dip!' novo Itegulamento Pr!"" 1 de 195 'De- 1 rlnt·1 ,,e- ú ut- . t'l<'lll ·1 • - ma Veza!- !' ",,'' ,es de contrito@g4o ·J77J • lt0ll .t• ). '' ereto n. 0 • ,f, dde com o tempo J p• r]., 1·011 orm • , ( <101: t'ruprrµ,1, _or ... _ . dr,. .. ,J., ...... t') cutrc o Jll • de filiação, di-tribuid "",, ~ae lirio. Des-a nimo de um e o mxnmo_' t' ,l.- .-ontribuir ~o- forma, os mpre-+rios di",,jau e à no 1 re,JH'Clln• retirnr .,. " • . r re a. di, pelo formalizada. ,u •Í•lf'ffl!llll'l, 111"' i.iule "( •• p f dl' díru.,n•io lesaltemos que, _num a",,,Ao eu Drasf continental. esse aio oficial, publf',,de maio la, ó chegou o conhecimento_d ' ;Ates • ·t ' i l n•iln•v• rt+1'tn t" ria do~ ,·ontrJ ,nutlf-". i ,,,.. '. • • em de meios nas fronteira- da sç@o qwc 0,"1"""; j tn+- : t, nos / penca de C<Jru11nu·a,~:o r ruu1 º. ,nes . e ':· 1 sua titulo uC'ional riu l'r""dencrn .:,ot1a pnru (lrl • .. ,, 1 a•·ão no limiar de 19Tl, •t'lll 1emr 1 1 1 • l'~rtnn• ~ , • • 1 e t uu re to. JJaru (]Ue tudos ~e con'C'JC"UIILDt-!eJn le,·11111.- uK,unto, . , ·'d , é cne 0 que vem n<'orren<l11. ::,r. l r.,.., ente I 1 • r· 1 o prazo 0 INl'S meuuo nilo tcnilu a l'I ,xar O I .. l J . d rle ,6 a, 111111• a paru ea opção, vem ent,·n< cll o 1973 quando procern11ln até 31 de outubro de I ou ém caro- excepcionais, até o fim daquele. "" 011 Fcja trintu ,. noventa dias após a z" _," He:?ulumenlo reFpec1i,uruentl:'. O• preJU 1 ':f5. ª decorrentes que afligem sobretudo º' contn ,u,ntes rio interior, são altamente danosos para a classe empresarial, ssim abstaculizada no eu desejo de exercitar, quanto á formo e à quantia da contri buiçào o direito de escolha o.-e~urar.lo na lei. 'O cmprc,nrio r.lc Dela Vista, no meu Est. constituiu exemplo vivo do que afirmamos: de sinformados quontu no prazo esrnbclec1do pelo Instituto, , re'elia <la lei, jul~am·se a,:o_rn, co!n inteira razão, prejudicados nos seus legitimo in 1er<es5<'S. Urge que o ~linislro N:iscnncnto e Sal vn determine a rcvisiio d .. sse nco, recomcnr.lnndo que o Instituto acional <la Pre,idcncin Socilli considere ns côntribuiçüc~ enquadradas pelo• C_?_n 1ribui11tes np6s o ad,·cnto tio Decreto no 72. 1 li de 6 de selembro r.lc 1973, sem prazo <le opção. ~erit1 nté possivr.l atendt'r n cs!õa rcivio• dicaç,lo ,los empregadorc• me,mo fixando-se um prazo minimo de op,;ào de doze meses após n vigência do Regulamento ou o est.:ibeleciwento <le<'pruzo de opção n vencer • pois n lei uiio tem efeito retroativo • precedir.lo de ampla publicid11 de pelo Pais, poro que n finolidade da lei não e jn burln,ln. com endentc n::ravo no interesse I!º vernomental. que procura t11mbem amparar o s empregadores, até agora jungidos npenas no seu& deveres e tão esquecidos noe !eus direitos. Em o que tinha n dizer. "GS,SPR,, ASSEMBLEIA GEHAL {Convocação) A dir<•l1 1ria do GSSPH. conoca seu quadro 110C'lll p1tra uma assembléia ge ro I u realizar-se dia 12 de setembro . e:: 1!J7G, com n i;egurnlf' ord('lll elo dia.: DlH<'UIH' !1 o e ''º tnçüo ctc 11ovus eweu das nos l·stntulos do clube. O b 11.: A All"C!Dlblfü 6 erú aberta polo pre sldeutc d:i ontldnde, em ti! cbnm11d11. àll 08.00 hs com z,. pre r;ençu minlmn da metade de seu qur. dro ooclul; Em 9 A cbnrondn às 08.15 b com u presença rufai ma de 1/3 de eeas sócios; E, Iinalmentt, em 31' e últ11011. cba mada, às 08.30 bB com qualquer númc ro de sócios presen ces. Pelo compareci mento agrudgc11: A Diretorlll Preço destt Exemplar CrS 2,00 DOEST DE EMlllO f. 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