TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº228_26_09_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº228_26_09_1976Número da edição228Data de publicação26 de setembro de 1976Número de páginas8GeoCoordenada -22.10299286214335 , -56.531509265695924 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº228_26_09_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto MANA1O INO(PCNDtNTl:: Fundador o Dlrclor Ronponnúvol Jvalrlo Pr rnll'a "O Vt1rdad Iro Jornal não H limita a lnfor mar, ó oplnoll vo tambóm' !HCJrbcrt Moses) 33L /IS1A 1 Ma to OroHHO .-, P d I C'-S ·> 00 lf'u11cl.·11ln em 2:i-!!·7'- ANO V [N.o 228-- Bela Vista 26 de Setembro de 1976- 8 Páginas- 'reco Io e"Uw!!E:z:'='' '-' ·------~'"------- HOMENAGEADA GLEIS_} LEGISLAI! l lrnpr<'nsa: ----; "O picipul objetivo da imprensa 1 é ~nir ú oror·urn da verrlurlc, pre:in díticil <' carn. A l111:J1· 1•sa. c'iq~ílo d, ,•xprP•silo <· y de controle da opinião pública, cub· li- l <lima t11r ra d,, imp,,r-,e como instrumeP to do dos ·nv]v mento econômico-nolitico } e social. Husada ni-to é que a Bsncadn 1 da Jren,,, ne~ta .~sembléia Leglsli,liVIJ. eslruturu <' mnnt:'>IP 1-uus rel:,çõ<·R e m os homens da Imprers. 4s A Bancudu Arenista, então, registra Í 'i 11e~t., instante o i::eu profundo r,•4peilo ao;; · j que militam nos jornais, rádivx e televisão } l '[9em nosso Estado, pela comemoração em • • / ; _ tlJ próximo passado, do Dia h Iapvensa. 1 ; 1 Confiamo~ nos quP f.iz.,m jorna- !/ {] tismo s@rio o a estes pedimos pnra que 1 , ~, nio reduzam o conhecimeotl' desta época 1:' , 1 à Rim pies reflexão superficial doR fato:.. (· l Porque os olhos e os espert1nçns de nos- ~.· j sos irmãos brasileiros estão no dizer l qu<> ar:retlitum no pnder político, como eic- 1 ·' . ··'j oeram na crlstolina informação jornalística k • . · o reflexo do liberdade de imprensa, não ~t: ·. .. • .,. · ·, · ~ apenas lnfurmando, mas, sobretudo, trans• . • . . .-....4 formando. .._.e--....:...-----·-·..._:...,,...._, •. ~ A própria obrevivência da liber- dade e dos direitos fundamentais da pes o humana são funções inerentes à im prensa. A imprensa livre, responsável, é força viva a favor ctn construçiio nacional. As im, a Bancada du Arena, con fia e aplaude aos que fazem jornalismo pela passagem de sua data comemorativa, na certeza da continuidade sadia dos nos sos rel!,cionamentos". CUlA.BÀ - O Deputado Ruben Figueiró líder do Governo na Assembléia Legislativa solid'lrizou-so na R<!ssüo do dia 13, com jornalist.J , esnecl11 )mente os de Mato Gros,;o, pela passagem do Dia dn Imprensa. É o seguinte o teor da mensagem que pronunciou sobre os_ protissional8 e a PELA ,. €Construirá f98IREM ., ·r i ,, 1 ! l-: 1 l - 1 :- 11 l SANEMAT LEVAP MAIS' ÁGUA PARI! DOURADOS E r Cuiabá - ( EUIMAT) - A SAEVAT es tâ licitando materiais e equipamentos pnrn o !Sistema de abai,terirnento de água em Jar dim. Para Instalação imediata i;erão com prados grupos geradores de energia elétrica e moto-bomba submerso para o serviço de captação de água. Em Dourados, a SANEMAT instalara mais um conjunto de moto-bomba submer so para reforçar o sistema dfl captação e distribuição de água para a população. Nes sas cidades, como vem acontecendo nou tras regiões do Estado, a SANEMAT está a:npliando os si,rviços de abastecimento para ter condições de atender às novas liga ções domiciliares financiadas em até 18 a nos, a cinco cruzeiros m,rnsals, ja que é lema daquela Companhia atender a todas as famíhas residentes nos bairros distan es dos centros das cidades matogrossenses. J t l 1 ! I L ( j bro e anuncia que os elementos técnicos das licitaçõi!s podem ser adquiridos na e- crelarla mediante pagamento de taxa fixa- Além de Dourados 8 Jardim, outras cl da para cada uma das lici~çõe!'. O prazo dades terão os seus serviços de abasteci de execução das obras, depois de licita- mento de égua ampliado, sendo as prl das, será de 1 O dias. melras Cui11bá, Corumbá, Ladário, Juciara, Reitor Cumprimenta Imprensa Pocgné, Aquidsuaaa, Dom Aquino, Ponta - Pvra, Aparecida do Taboado, Glória di, Cuiabá - • ( edimat) - O Reitor da Dourados, ~uirattnga, Cassilândia. Mirand~, Universidade Estadual de Mato Groseo Porto Murtinho, Fatima do Sul e Rondono prof. J oãu Pereir:i. da Rosa, enviou ofici~ polis. ao Diretor do Sedimnt, Levy Campanhã de Souza, cumprimentando os funcionários <10 Órgão pela passagem do Dia da Ira prensa, transcorrido n 10 de Setembro. No mesmo oficio, o Reitor esten de os cumprimentos aos profissi".lnais de mprens'.l de todo o Est. de Mato Grosso. . MAIS ÁGUA CUIABÁ - ($EDn1A'l'),-: A Se cretaria da Viação e Obras Publicas _d? Estado de Mato Grosso divulgou duas lici açõe!- deslinad:ls à construção de etnpas de armazens para cert!uis em Aqu!dauann. A primeira licitação destina-se à tomada de preços para a parte de . estrutu r11. metálica, 8 a oegunda para as obras complementares. O edital divulgado através da Se crotaria do Viação e Obras determina a entt-,ga lias propostas no dia 15 do outu- P/VE E DOR Afonso Dilon Nunes Leite BRASIL ENERGIA ELETRICA As poucas Indús tr!ull he]avJstc,uses entre elas a Empre· s11 que edita este jornal Empresa Grafica Tribuna da Fronteira - viveram momentos difíceis na semana que pae sou. Não sabemos a causa - me8 a energia mAis uma vez foi deficiente. Pa rece-nos que, na au sência do prefeito municipal (estava ulafando) o rltm<n 1 usira. não i o mumo" Oolta d~ óleo cu problemas técnicos Não sabemos. Esta sltu&ção não deve se rtµetlr, pois, as pou cas indústri'IB sofrem e muito co.m estas deficlenclas. Espera mos que "providen cias euérgkas" se jam tomadas, do contrario. a situação tende a desregularl zar urna norma que vem sendo i;atisf11tórla m:nte atendidu Da a tua! administração: o fornecimento da energia elétrica aos usuârios. Este é um pais que vai pra frente Rela Vl1ta • Mt. Tribuna da FronteirJ. ED UMll W R ~ e 90 GRUPO P lu l co Para Vereador Ci - T LIO tlHO M#. • 1 n' Cr 0 · .·: . . :;.:_ . (;;r··. : •• -~~ -. A;/ . _.,: li • '.i. • •• I ; ··' ' { p t · • ;"> "! ', te a $5w°? • ,v, .; '- • , • · t f é /f• + , } r « +tr s+sé P e, r,4 i-" " í'• • a a{ "'j t. /!, •• ) i., • , ) • . . ~ ' . _.,., ·1 ? ?t .. ... ,t -'.-~· ' :· ; ..... ~.,~· _.. • . •I j :. 1 • 1 ·•1·1u· •f(' .: • j , 1 ' • l '''' , • ! ! •I 1 r '•• :. :·. .'..'°.- Nf» '·: ,·.i] ·±,»»é - é, ii. ' • ---~- Jfl:1 -.V~ t •• , ·' •• ,. ! J v z».+ " /.:'' '';' • <o. - '..' ~ .@+,' EM». /,. . :_•,..•Pl . • ..... ., , ~j 5ij .. --.. 6 ,,. ,. .. - ., :.. ' ltJ ·s •,V 1 Jl :1 l . ~ "? « , .. .,, • l TRIBU A OA f ONTEIRft Fundado em 25-02-72 Redator-Chefe • .Jo,1/do Pmír.i "A opiniões emitidas nos artigos assina do• nào rcpre-t'11ta111 o ponto de , ista do jornal podendo ser até contrária«a este. A opiniões do Jornal. cham-se expressas nos Editoriais e no co111en1ár-io~ niio n,srnaJos" •'Tribuna cb Fronteira" é uma publicação da Empresa Grafíca Tribuna da Fronteira CGC. MI'. OJ.201.266' 0001-90 lnO(T, 1:;o:;9734.3 Assinatura Anual Bela Ví~ta CrS 100,00 Demais Jlun!cípios CrS 120.00 Hedaç.ào e Oficinas • Hu11 D11que de Caxiu • 1 n Cx. Postal 23 - Dela Vista - Jfoto Gros• o R. U. FEIA MURANO MÉDICO Atende pelo INP e IPEJlAT Horár-io8: Manhã IIoFpítol 1 13;00 - 16;00 hs: Poslo de núde 16;00 - 19;00 bs: Consuh6r-io 1 15 de 1 ovembro, 75 • Fone 178 • Bela Visto Rua Barão do Rio l!llranco tl. 2322 =! ione 4-2983 ,Rua Galgans, M,D.B - Bela Vista L--------- Em Bela Vi~ta - Hotel Panorama - em Campo [;rande - Mt. Tupã Sp. Jardim .: Hotel Siriema n. 581 - fone 2751 SERRARIA CASTELO PARA VEREADOR NIVALDO DE BARROS Dr. Pedro José Palmieri Advocacia Agrária Ratificação Titulos Terra .Faixa Fronteira Rua 15 de Bela Vista ovembro, 160 Mato Grosso De Antonio Remo Penzo Compra de , Madei r,1 bruta Venda de madeira Serrada t Antonio João - Mt Casa do Drtesão Não importa a sua idade Há uma casa na cidade Oode você vai achar Lembranças de Bela Vista Criadas por mãos de arti .. taP Que todos vão adorar O pi eseote mais bacana e, "recuerdo" mais legal Aquele que a gente ama E. que ao bolso 11ão faz mal So no _A!tesão, irmão ... Ortgrnalidade e imaginação ó com a Casa do Artesão Rua Cuiabá 489 - Bela Vista Mt. ------------- l 1 1 i O·li Vi•I~ , fl. ..... - ... .. - Trih11rll1 ,!11 l'_nnrrira DR. JODCYR Médico - Veterinário (IIO[R[~O: Casa n.o IO - Vila Milílar F mn v1srn MAIO GROSSO Dr. Everaldo • Rocha M(OICO - CRM ~00 MI Endereço: Rs. R. Cel. Ponce 856 . Porto Murtinho Mt. . HAR0LDO MEDEIROS OAB • 1lT !183 • CPF 008-295870 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista Ora. Maria üparecida Z. Grella C,: Cirurgiã Dentista (CR0-387) Odontflpedlatrla Prótese em geral "Consulta com hora marcada" Dr. João e. Palm~eri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 302: A40)1 03)10 M024813 €O2Lo, 428 1° andar, Fone Residencia. 4-4385 Campo Grande ato Grosso Dr. loracio ardi dus S Cirurgião Dentista DR. roRIO MURil!IHO comn, 288 MnIO GROS~O ADVOGADO ~g;eç:r;JQ'.f(Ç)';)OO - Rua 3 de Outubro (A0 LADO DA €)A1ANYY Beln Vista iIato Grusso Dr. GIL MARCOS SAUT 2y0640 - OAB/MI 951 Rua Ien. Azam~uja !Lo 032 - BOIHIO • MI Dr. José Atanasio Neto Advogado Escritório: Av. Duque de Caxias, 788 Rua Cel Juvêncio 225 Jardim Mt Jardim Jlato Grosso Dr. CIro Benhur Torres Gallo Fasa Hisquíris Pnra Verea~or Afonso Dilon Nunes Leite lnacio Guitte Melges Cirurgião • Dentista C R O - 126 - 1'! T Atende-•e pelo INPS • IPE~IAT _. IPASE Rua Duque de Caxias - 289 . @3 """ . , ~~ t2±l .a 7E& ARENA - a3A€O1 Par a Vereador -Sebastião Godoy u, = d A RENA ::, - e tr -=--- ,.. e-:, A7A€01 a = '" «g LI e-:, Vergador .... r. a r a a) g3 e -2 o Oscar Ferreira leile M..! > : ffij ffi1 [ ~n [õj '"O - - pg o .... c2324€01 era tJ ·- - , i:i.. s • .... (1) OOermito de SC01a -~ tlJ o PARA VEREADOR ..... l VffiJIDJ Produtor do Calcáreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso'' Escritorlo em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Po,to.l 08 ~ = -::€<.~~ *;:,;;r:-~ = -=~ !:6(; 9309830-063-086439€8c3 Móveis Estofadas E!eir@-domestõces em Ger~~ . SITOS E ZRCIIELL LTN ' Avenida Duque de Caxias, 446 JARDIM Mato Grosso - 1,1,J e:, (...:, . Ir=- e3 ....,.. - M,,,I a ...... €.» r = IZ:al kll a: a:: - l.!!.I e= lm■ "'ICI e-= z Q:I = 1 - a-, .u, =- a:: - .... ra l - ca CI.- l 1 l .,:__ ....: ■ Comércio de Tratores e Máquinas Agricolas - Adubos e Inseticidas SEM±NyT±$ ±RI&ADAS 223±212)2 ZCl)y0 1324%123 Rua Crispim do Rego, 180 Bela Vista Mato Grosso ,. Bel VI»ta Mt. ·-·------- - ,. ... Tribunn da Fronteira -- PllRll VEREADOR Nelson Rumão V. da Silva Para Vereador Arlan Xavier Brum li P/ MONCLAR ROSA CORREA Ele ILDEFONSO PINHEIRO PARA , >> Atanazio Mele filho Aticvir Alencar labor«dora á iacooda e exaustiva posição de conor e+te do esposo. E a vi!4 0a juga! deixara de ser uma idealizaçao a dis, para s transíotmar numa compell cão dei;ual injusta. jà que o homem que vê em ua mulher uma adversaria, ende a se afastar dela... que os inimigo não mandam flores, os contendores não 8e hclja n. « f evidente que umo as mulheres Arno talvoz com mais intensidade que mui tos outros homens, porque sou poeta. Extralo da Natureza a matéria-prima_com que estruturo meus pobres versos. 'Toda via Rei quauto seria l'idículo u mulher llll· dar <l<' violão debaixo <lo bruço, fazendo serestas, ir à boate sózinha, chegar em ca sa de madrugada com o paletó debaixo do lmiço, fumar charuto, jogar no ataque do Coritians. Não basta, polo menos. a liber dade de ser <lona de urn lar? Vamos ver se encontramos pofisso mais estável T üvel e invejavel que a do esposa? É tão verdade isto que todas elas buscam avida ente este emprego. Conheço mulher bar heira. jol'nal1stn. médicH. engenheira, <len tista. magrntrada, palhaça. deputada, poll cíal, uftcíal do exé!'cito, escrítora, ud voga da, indmitrial, empresária, pecuarista, co merciante, a viadoru, corretora, balconista, tr,Iegrafista, soldado, motorh;ta. Só me falta ver agora (e talvez nào Psteja longe dis- to) mulher pai ou avô ... AGRADECIMENTO »9 1 1 C.E.R. 3- Candído Hoeira - e aos tienhores motorü1tas: Nllto Luiz de ~fatoi, e Nume dos Santos. O meu sincero agradecimento às fir mas supra citadas pelos relevantes ser viçus pre lados, quando do aterro à e norme erosão na rua 3 de Outubro, entre s rus G. Lopes e Cel. Dias, na altura do Nº 457, dando oportunidade, assim de pro1<seguir adentrando no tnreno 'em sua Irent", com caminhõeR de mate rias para a construção ora em vigor. Muito obrigado, ''pessoal" bom de Jardim, que con,põem a equipe C.E.R. 3. As. Euripedes H. Ferreira Rua 3 de Outubro, 457 - Bela Vista. - M I llá poucos dias um dos leitores des tu. coluna pegou-me pelo braço, na ''d. e advertiu: "Meu jovem, não ataque a! 1 u_ lheres em yuas crónicas, que esta s a'i tude poderá ter efeitos nega!ivos e reju! eiis" Ouvi em slêncio, e não dilui porque discutir con quem não entende as coisas é o me. mo que ptHlSll' munlt:1gu em venta de g-ato. Eximi-me de argumentar. Fuço-o agora apeou! para con1g1r um lap· HO ou rne'sruo um rvidPnti! eoguno d1• meu leitor, já que so do.:iX()U troit' prlas couclu sões impensada,-;. . Desejaria lembrar que tenho plena consclêncla do que vJm de uma mulller eu chegara! a outra. Dific1lme11le outro homem amorá e respellurá mais as mulheres do que eu. ~ó se for um tarado. Escrevi t' ed_1to1 em duas sórlei- sucessivas. um llVl'O lnt1tulado Poemas para quem subo Amar, totalmente Inspirado no valor, oa ternura. na beleza e nas virtudes das mulheres. Sem;,re rui um upolngistu. do belo-sexo e, em momento nenhum ofendi Marb ou Leonor. Sou ca sado, u:no mlnhu mulher, embora não an de agarrado • com ela como carrapato em orelha de burro. Considero a mulher _um complemento do homem, em tua sublime missão ele veículo de perpetuaçao da espé cie humana. Que seria de nós sem as I!'.lU lheres? Mas não me move a indiferença em face á igualdade absoluta de direitos entre homem e rnulhet, nem ô respeito às SU'iB limitações tisicas e psicológicas. Homem e mulher siio diametralmente díferentes. E é eRta diferença que torna o tréco interes i,ante. Agora com relação ao 'omen's L!b" tenho minhus restrições. Sei perfei tamente que, de certo modo. não há dinhei· ro no mundo que pague o trabalh0 de uma mãe, de umu. dona de casa, de uma espo· sa dedicada. :fas nilo é porisso que ela vai engolir a gente, ou mesmo se nivelar a nós homens, na viria prática. Jesus disse: "Mulher. submete-te e obedece ao teu marido". Submissão não é servidão. Existe uma astronômica dístll.ocia entre .,servir,, e .,ser servil... Obediência é colaboração consciente. Assim, porque a mulher é o coração da familia ... e o homem o cérebro que pensa e decide, os braços que sustentam e constroem. No lar, a mu lher é a Hl.mpada; o homem, a. energia t>létrica. A mulher, o monumento; o homem o pedestal. Sem o pedestal, o embesatuen to, a estátua cai por turra. A senhora Betty Frie:ian que anda pelo mundo espalbundo discórdia entre os casais, cr·lando zonas de atritos, não passa, p/ mim, de um virago. Velhona fracassada no amor, divorciada, sem fühos, nariguda, assanhada, fedorenta, vivaldina. Se nãe souLe manter o próprio lar, como poderá ensinar às outras mulheres a sustentur a unirlade do seu? Igualdade, oeste caso, se. rá o cesequilibrio, a oscilação. a queda Passaria a mulher de sua condição de co- Para Vereador Vitor Vieira REZ O.JOARIA SEI de Antonio R. B. Melo Consertos de relogios em geral Rclo;!ios de ponto - perímetro -:- oHmt:tro Velocímetro Colunas "eficicncia e responsaf,1/idadt a serviço do cliwte" Rua Marechal Rondon - 513 - Ja.rdim llJt de Borracharia dia e noite - lubrilicante a preca de fornecedores "EQUIPE TECNICA Monteire Sá e Cia Ltda. Suoer rroca de óleo A SE e > LIE (09.76 GEISEL, ·A Tôqulo, JN- Foi realizada crnguindo rildo esquema cerimonial, a solenidade de chegada oficial do presidente Ernesto Gei sel ao Jpo, sendo introduzido no Palá cio A!asaka pelo imperador Hiroito. esse seu primeiro diu de estada oficial no ,País do 811 NaRcenle" . o chefe dn Governo rea lizou, ainda um visita formal ao Impora dor num Palácio Imperfal, com quem tro cou presentes, posou pra fotos oficiais,e l'Occl>eu UI! visitas do primeiro ministro Ta lrno Mlki e do govemador de Tóquio Roy ckichi Miobe, no Akusnka. A noite, o pre sid ·nte da República brasileira e comitiva foram homeneados com um banquete pelo Imperador, onr!e fol'am foilos rliscur os de saudações e trocados brindes. Chegada Oficial Seguindo as pormus do cerimonial japones, o presidente Ernesto Geisel e a Se nhora Geisel aguardaram à porta do Pulá do Aktvmka o imperador e a imperatriz que chegaram às !l:30 hs(hora local). Após uma breve saudação seguida de cumprimentos no terraço, o governante brat-ilelro e sua esposa foram introduzidos ao Palácio, já u gora como hóspedes oficiais. Fornm exe cutados, a seguir, os Hinos nr.iunais do Brasil e do ,Japão, passando us quutro a se guir para o Palácio -descoberto onde o pre sidente Ernesto Geisel e Dona Lucy, acom panhados do embaixador brasileiro em Tó quio, Hélio Cabrol, foram apresentndos ao príncipe herdeiro Akihilo e sua esposa a prlnr.esa Michike, às quatro outras filhas do Imperador, hoje csdas, e ao primeiro- mi nistro Tó.keo Miki. Dirigindo-se a uma pia- Não Sofrerá Multa Brasilla, ANDA - O Senado Federal aprovou em primeiro turno, o substitutivo da Comissão de Constituiçãp e Justiça do senador Italívio Coelho (ARE A-i1T) intro duziado modificação no texto do Código Eleitoral, de modo a que não mais incida multa sobre o eleitor fa!tJso que requeira transferencia de inscrição para outra zona eleitoral, assim como ao cidadão que; ao completar 18 anos, se lista eleitor fora do prazo em vigor. O substitutivo aprovado é de autoria lo senador Nelson Carneiro (MDB-Rj) que, ao relatar a matéria, entendeu que se a provado o projeto, na sua redação origi nal. "será uma porta escancarada a abu Aos, reconhecendo, no entanto, que II par llclpação de cidadãos nos pleitos eleitorais se me afigura do interesse da legilimic1ade populnr", ele propôs nova redação ao projeto, na qual o alistante ou eleítor que comprovar devidamente es lado de p'obreza ou justa causa, ficará i sento do pagamento de multa". ICIAL taformn colocada no centro do pú!io, o presidente do Brnsll fol toaud::ido por um toque da Banda Marcial, reverenciando-e na qualidade de chefe de Estado, passando depois em revista á tropa formada em sun honra. Já agora tendo ao seu [ado o imperador Hiroito, o chefe do Governo foi apresentado pelo mestre cerimonial aos membros do novo Gabinete do ,.Prernier'' 'fükeo Milti empossados quarta feira. Na fila. de cumprimentos, se encontravam tum bm, alguns membros do Corpo Diplomá tic0 acn:ditaclos junto ao Governo japones e todos os íuucionúrlos da Embaixada do Brusil. ·' No Palácio Imperial Encet rada a cerimonia de recepção, o presidente Ernesto íleisel embarcou no au tomóvel juntamente com o imperad11r Hlro ilo, rumo 110 P1dúcio Imperial. enquanto Dona Lucy seguia em outro carro eru com panhla da imperatriz Nagako. A comitiva chegou ao Palacio Imperial úR 10:05 hürati, (hor local), sendo o presidente e o impe rador conduzidos ao salüo 'Takenoma pelo superintendente da Casa Imperial, ao sa lo, sómente tiveram acesso os dois intér pretes e o grão mestre de cerimonias. De pois de aguardarem no salão Chldori-Cbi gosanoma o final das conversações os membroe da comitiva presidencial foram apresentados ao imperador e : imperatriz enquanto o Camareiro- mor e a principal da ma de companhia da imperatriz eram apre sentados ao presidente e sua esposa. Laboratório de Análises Clínicas "Louis Pasteur" Cx.- Postal:-!- Fone:152 - Jardim - MT Mais uma opção como auxiliar no diagn6s tico cm urf!Cncin Médica, atende- e n qualquer hora do dia ou noite. Técnico • Hcsp. Luiz Gomes Bezerro. 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Na !undament,1 çú.o de sua proposição. argumentou o autor, que a2te o atual ritmo de progresso da huma nidade, os jovens não apenas ingressam nas UniversidadeR, como, lambem adquirem mais precocemente a experi0r.1cl11 neceG!!á ria à assunção de responsabilidades. O projeto mereceu pareceres favo ra veis das Comissões de Con~tltuição e Justiça e de T,:ansportes tendo esta G de putado Su.ntos Filho. relator observado que negar-se ao jovem, que ja nos provou sua eficiencia e seu descorllnlo a oportunida de de conquistar. um pouquinho mais ce do. sua Carteira. de Habilitação para diri gir veiculos, seria o mesmo que obstaculo znr a sua plena integração à sociedade e a vida útil e produtiva. O prnjeto pelas lofor mações deverá ser aprovado no fim. Investimento Japones no Brasil Tóquio - O go vêrno juponês conce derá empréstimo no valor de um bilhão e 500 miTuões de dóla res p/ financiamento de únportantes pro jetos industriais e a gríco!as 110 Brasil ,in forma a imprensa de Tóquio. Afirma que este compromisso ja ponês será incluido numa • declaração conjunta, a ser divul gada pelo primeiro ministro Takeo lke e pelo presidente Er nesto Geisel, no pró ximo sábado. Entre os projetos importan tes estão os destina dos ao desenvolvi mento de alumínio, aço, energia elétrica e a mineração, com visitas ao aproveita. meato glonal da ba eia amazônlcb. • Industriais brasl· leil'os e representan tes do goero estio no Japão reallzaudo as con·,ersações pre paratórias pra a concretização desses planos. Camara é Noticia Em Sessão realiza du 110 dia vinte de Setembro na €{1ma· ra iunlcJpnl, o Vere ador Afonso Dilon Nunes Leite, solicitou ao Sr.pres. da ,amara 1111111/clpal p/q11t u/a envia do oficio ao c5r. !Dirtlor cliefc do DEíl.MA'l', ern Ponta Porã, r.,o sen tido de fazer reparos na Estrada Bela Vis t11, Antonio Joúo que se encontra em pés simo estado de coa Fervação. Inclusive as - ponteR da referi da rodovia, tem sido coma de diversos a cidentes; Vereador José Slm püclo do Costa Mar ques, apresentou Mo ção de Coudulênclai, a r'amíliu do Sr. Lu dlo Martins Coelho, pelo falecimento de seu filho e sua querl• da genitora. O Vereador José Slmplíclo àa Cosia Marques. apresentou Moçã0 de Condolén ciss «Sra. Est nislsda Ferreira Rodrigues pelo falecimento de seu esposo Casimiro Rodrigues. Para Vereador vote em Vitor Vieira MDB BELA VISTA Tratares e Equipamentes FOZ e ampla iinha Venha conhecer as Tratores FORD- 4.690 e 6.690 de implementas BLU·LINE Exposição e Vendas na Chácara Sinuelo Jardim Representante Autorizado : ARTHUR T. MARTINS NETO Emn Tempo, conheça toda a linha FORD DE VEÍCULOS T Tribuna d:J. Fronlt.•ira DL ] O Senhor Marto Batillanl, atu l Pres. do Diretório Municipal da Arena. vem .:onduzlndo brilhantemente os traba lhoR re[ereutes àll atividades políticas do partido cio govPrun. ~ua atuação frente ao Dlrelórlo rPpercute em oufraR cidades, on de nem sempre o concenso r •la mal8 alto .-e1·ece elrgos .... atendeu apêlo da clas::e patronal e resol veu um cruciante problema com relnção ao INPS. B irem é o deputado de Bela Vista r, quando visita nússu cidade. o po vo vibra. >14 O supervisor de área do Mo brnl. Jlvc1ro Pereira. deseuvolveodo suas utívldades · nu reglüo. Alvnro é figura ad mirada nas cldarles clrcunvlzinhns. Emérl· to colaborador deste jornal, ele é o res ponsável pela mais recente aqulsiçiio da Tribuna: o no~S') correspondente em Cam· po Grunda, Francisco de Assis Dinlz. + O nosso estimado Carlos Edy S4 de MedeiroR. advoga<lo ~hlilante nesta comarca, ga:ihou, há poucoR dias, notorie dade Esta mal, uo responder uma nota pu bllcada no jornal Correio Jardinense. Dr. Curlos Edy respondeu u altura. . . E um dos mais brilhantes advogados do .Sudocslc, altm de polilico i11fluwte. O adoogado btlaois te11Sc, filho de tradicional familio. matogros sene, é pres. do diretório Muulclpc.l do lvíovime.nto Democrlülco Brns!lelro. K O 0e. federal Ubaldo Barm, ' trabalhando incessantemente pelas reivlndi• cações belavi11tcnses. Há poucos meses ele + Outro dE>puta do que dedica cari nho especial aos belavistenses, é Horacio Cerzosi mo, rlep. estadu· ai. Cerzósimo re cebeu pouca vota ção em nossa ci dade, mas não dei xa de atender as reivindicações da regrnc. l.'..!. • o i..l ... :::.. ...; Precursor 5 da Brigada Para-quedista $LH1 ·A ISSN CID D ._.. . _ la Faremda 'o«a E'ran serlo reali- Ma reido ta "e : a o, ' 1 lt tl • l(lr-rrJn1t·nrn u11t"rue11rn • .I, r<i111 <lj•II• tu'»« a; to j' ... f -« do Curso de .{reeuror Para-que' .. t ,_perten ' , Hrirli Eira Quedista do Exército (t'Ulf, • •• • , • l li 1 te nlo (), .. J!rr,·ur•<,rt'.:· • <:UJll tr., "' H• r<· t·v,,n • chega ao onbeirrnto do piblo, ag em com+ ~.«de Lan na- operações militares da- Força« ;"!', 44, guiando e orientado as seroe ira uevt»a·, + • • e a tropa na conquista de eus objetivo. • Qu.-:11 ,.lo d,- '/ . Verdadeiros .Anjo. ds Guarda" dos demais Eira 9urdi-ta, ·ua_'missão é das mais arriscada ,i- deve,n infilrsr em terreno hostil, pratica- I • 1 h para orientar todo inicio das opera n1PU(4? ,~u U{ o-. ç<ir• t G • L • 1 " etí E.ru en Le m a;-.Precede, rua lt t·ra .. ,. ,'' ;A, todo um trabalho de gigantes do qual de- ff",UllllU1J t f f pende o frliz início ou o fragoroso desastre das a- c;•k• de conil,atc. ..: .. ) Precursores" surgiram durante a "egun- da Grande Guerra Mundial, com um pequeno al tamente selecionado grupo que tinha por missão infiltrar em território inimigo, para conduzir a ai acJo de bombardeio a seus objetivos, com o dee :,ohirnenlo da técnica, o trabalho dos .Precursores foi e modificando à medida em que as aeronave mprezadas se tornavam mais auto.suficientes. _ Hoje em dia seu trabalho é mais sohs, ticado demand,rndo conhecimentos que o t,,rna 'um combatrnte de ei;cola do Exér cito Brasileiro. Atuando em comum acordo com a Fõrç'.'.I Aérea, de seu trabalho depen• de a st gurnnç:.. de mllllaras de outros com buteutes, que aprenderam a ver nos, Gor ros Vrrrnellws" a certrzn de sucpsso para suas mls,,ões. D 1 EH Braeilia - Depen dendo da capacida de de produção da Indústria NaciClnal, cte modo que possa haver um equilíbrio entre a procura e a disponibilidade cios fabricantt>s, o NE deverá baL·ar uma norma até o final do aoo, obrigando o uso do tacôgrafo - aparelho que regis tra veloci<lade e tempos de parada do veiculo, nos õni hu,; inter-estaduais. Estudos estão sendo feitos pela Diretoria de Transporte Rodo viário do DNER - Dcpr.rtnmcnto Nacionnl de Estrada de Roda- r m o b j e t j·. ando a adoç.ão deste dis positivo, C' o m finnli dade de m e I h o r disciplinar o camprimcn tc> dos horário• por -parte dos motoristna de trans po_rtc Lcoletivo de passa• ge1ros. O CURSO Funcionando na própria Brigada Pára• . Quedista, no Rio de Jnnelt·o, o ,,Curs<> de •:,J Precursor Pára-QuPdista•· tem formado, ao longo de 25 nos de existência, dezenas de Oficiais e arg~ntos de nossas Forças ,rmadas e Pai:-es nmigo . Aos 11luooE do e-urso são ministrados instruções sobre co municaçõe.;, metl:,orvlvgiu, topografia, foto inrl)rmaçõe,, dPstruiçõe~ e técnica de lan çamento. /prendem a construir e a operar zona,; de pouso para aviões e helicópteros, zoo~,; de lunçamento e Pár-Quedistas. São treinados para atuar como elemento11 de lt gação entre a Força Aérea e o Exército, o perum rádio e rádio-telefone, auxiliam nos tra ball.Jo:; d e foto-interpretação, executam tarefas com explosivos, servem de guias de tropas nas montanhas é nas selvati, atuem 1 1 com e contrl! guerrilhas. 11 1 3' INSTRUTORES Nos saltos de adestramento de ,,Lança- · mento de Precursor" , a serem realizados no dia 26 Setembro às 08:30 horas atuam como instrutores na Fazenda Costa Peron INSTRUTOR Cap AMARA TE Cap FERRAHEZI CAP C LDAS MONITORES................. ST CORDElRO 1.°Sgt ALUlZO 1.° Sgt VEIGA 1° sgt PEE<EH<A 2º.8gt LUIZ 3°. Sgt SlLVIO Nascemos para Servir e crescer Madeiras de toda a especie (Peroba, Jatobá, lpê, etc) Destoca - Terraplanagem - Açudes Rodovia Bela Vista Antonio João KM 35 pronta entrega Embeiramento Bom preço Este e L um País que vai pra frente E%l +g - fs II.pR 0 1,#gg37 lJ# :s° <ir 4. 4 ± lllj fr-1®Litl l. LJ· • ~ "Uma Firma Que Ajuda Construir a Nova BELA VISTA" ■ t Crescem,,s de Avenida Teodoro Sativa Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o Povo Perto da Ponte Internacional • IlíEi!.~ 'V~~)'] 6 Belavistense Bela Vista - Mt. Trihuna da. Fronteira pgis2 """T- ICM º· D CIB DE SINTO IGOSTINHO, EM RECIFE ■ . SECRETARIA OA FAZENDA PARA: E!ITO 00 OtS!TO FISCAL (!Ct) • . ASSUNTO: PARCELNI tarem seus Os contribuintes que acer - dia 30 de setebro deste ano débitos ate o rão os seguintes benefícios: 1-K vista: .-. etária sobr.e as OI spensa da correçao mon . to de 751 sobre as mesmas cnul tas e descon 2· Parcehdos: - - la sobre as Dispensa d2 correção nonetur multas e desconto de 301 sobre as mesmas. / ,. ' . ' - ._ .. ~: #E# g l-------· __ .,. ..1.1.Y Atenciosamente Como você vé o Governo do Estado está dando todas as chances para você ficar em dia Aproveite estes beneflcios, o Governo não quer prejudicar ninguém, ao contrário. Procure as Exatorias Estaduais antes dodia30 de setembro deste ano. • • 1 ' Nas proximidades de Recife, situa se o Cabo de Santo Agostinho. Descoberto em 1500 pelo navegador espanhol Vice.ate Pinzón, aquele local é célebre pelas bata lhas enutre brasileiros e holandeses, que ali se travaram. A Fundação para o desenvolvimen to do Patrimônio Arl1tilico o H!stó1 ico do Pernambuco, mediante recante documento, defende as edificações históricas do Cabo de Santo Agostinho, pois 'não v? incompn tibilidado entre as exigências do desenvol vlmento e n preservuçüo da memoria do passado". O conjunto de cdificio~ ó conRtitul do por uma igreja, ruínas do um convPnto carmelita e um l'llrol. No sentido de serem resgunrdadas a tradição histórica e a cultura do povo pernambur:ano, o& técnlco11 nfirmam que "oe vnlores naturais e criados por nossos ante pauadoa silo, por si sós, o grande atrativo da região". Condenam a cont1lrução • de gran des boteis no local, o que represenhuia uma ameaça de descaraclcrlz11ção do cabo de Santo Agostinho, famoso na História do Brasil colônia. Canadá Frances: População em Retrocesso Estatísticas recentes provam que a taxa de crescimento da população de fala francesa do Canadá está decrescendo, ao contrário da maioria de fala inglesa. O governo de Quebec, responsavel pela sobrevivência da cultura trances no Canadá, está temeroso. Entre os fatores contraproducentes incluiu-e a emlgracão e o baixo índice de natalidade dos canaden 8e11 da língua francesa. e$72D0 D2 21210 G0&O Prefeitura Municipal de Rela Vista EDITAL N.o 10-76 Sec. Adm . Em 10 de Setembro de 1976 De ordem do Ex mo. sr. Prefeito Mu nicipal, Dr. Ruben Abbott de Castro Pinto, pelo presente Edital fica notifica do o sr. Aniceto Vi veiro, para compare cer nesta Prdeitu:.-a Municipal no prazo de 30 [Trinta] dias a contar desta data a f:ím de tratar de assuntos de seu in teresse. Prefeitura Muni cipal de Bela.. Vista 10 de Setembro de 1976. José Maria de B arros e Vasconce- • Ioa. Sec. Administrativo. Higiene - Conforto - Útimo atendimento - Refeições Caseiras - Espeto Corrido - você encontra no: to HD .DEIROS / de Milton Xavier "O Hotel dos Boiadeiros oferece toda a comodidade e possui um bar anexo a serviço dos hóspedes" Hospede-se no Hotel dos Boiadeiros e comprove: Excelente Serviço Avenida Duque de Caxias 490 (ao Jade d!!. fü,_11racão Uo<loquena), no centro da Cidaae - J!lrdim - Mato Grosso TRBTOREST - COMERCIO DE MIQUINflS E IMPLEMENTOS IGRICOLAS Adubos TAMOIO e inseticidas -- Sementes selecionadas Roa: Sebaslião Ctispili1 do Rego 376 Bela Vista Mala 6ross1 -------------------------= Posto São Cristovão de Theobaldo Amaral Lavaegm Lubrificação Troca de Óleo Rorracharia Balanceamento de Rodas Rua Conde de Porto Alegre sjn Bela Vista 1 ato aros ___ ROTIIRY E 'rraduzldo do The Roturlan por Diana Currey, Bolsista Universitária do D)is trilo G67, Kansos, UtlA, estudando cm Belo Horizonte. O mtor unselo do nosso mundo é ver-se livre do flngclo e da devastação da guerra. A guerra tem cuu11udo - e ainda CIUR11 - mulR perdas humanas e econôml cus que todas Utl Intempéries combloadus que a natureza posa desencadear. -Quem causa n guerra ? -O Homem! Assim o homem mom - pode promover os 6egulr o seu fim. Desde o principio a guerra tem si do ucella. e conslderudn cumo o último re cur8o para resolver as diferenças entre tribos, olüs, nações. O Ulblla e outros livros grados entro outms coi8as, ão histórias de guer rtB det:encadeadt<s hú 1riilbares de anos. Tão lntivllável é a guerra na men te dos homens, que todas us grnnctt>s na ções e multo.e das menores se mantem em oneroso estado de alerta a fim de enfren tá-la, com a certeza de qu~ elfl virá, mais cedo ou ou mais tnrde. E inevitável e tra gloamenh,, ala chega. Parece nüo ter fim a Imaginação e a engenhosidade dos homens e das nações, no esforço p/ alcançr a superior! dade nos uraamentos bélicos. Se u mes mo criatividade, energia. dinheiro, recur sos extraordinários destinados à guerra e à prepraço p/ a guerra, pudessem ser desviados para .o melhoramento clu vida dos povos em lodos os países, o beneficio resultante seria lninrnglná vel. . !fale o vezo e n tradição de guer ras e 11 aceitação, quase universal, de sua inevltabilidude, permanecem por tantos séculos que não é possível acreditar-se que a guerra possa ser abolida dentro de pouco tempo. Contudo os esforços dos diploma tas no mundo reafirmam o mito que a paz imediata poderia ser conseguida e as guer rua do futuro evitadas por acordo de paz por organizaçõe11 Internacionais, ou pela acumulaç~o de armamentos tão destruti vos que nenhuma nação teria coragem pi começar uma guerra. • Homens de boa vontade tem teu- • tado por várias maneiras banir a guerra e criar uma paz permanente. A Liga das Na ções, organizada depois da Primeira Guer ra Mundial e as Nações Unidas após a se gunda, ambas pretendiam manter a p1:1z no mundo. Nenhuma das duas o conse<>uiu A história guarda incontaveis "ali anças e pactos, todos, com o objetivo <la paz permanente. E a.inda temos guerras. Tanto as nações mais poderosuR como as menos poderosas trocam embai xadores e diplomatas na esperança de cri ar uma compreensão, que possa evitar es guerras. Nenhum das muitas tentativas te v.• aucesso. As nações do mundo atual mente se preparam para mais gue~ra ain da. Algumas ser!l.o grandes guerras - al gumas mundiais nas quais todas ag na ções serão envolvidas mais cedo ou mais tarde. PIZ A pa;,; não é um contrato t·ntre n,1 nações para eliminnr a guerra p/ sempre. Paz não quer dizer estoque de ar mamentos fabríca 1loa para deter os agre ores. 'Também não é fultu ou deitrulçfto do armumeutos como gesto <l'} boa volhade ... / paz não é a comuulcaçü.o e o contato diplomático entre nçõs A paz no é nem palácio de mármore ou um blo o de bronze fundido para durar para sempre.. Muls do que tudo paz Hão é ai go permanente, estático, imutável, algo que pode durar por toda a eternidade. Que é então, a puz '? Em primeiro lugar n paz é algo vivo e em crescimento. E só pode viver e cresce. no seu habitr..t natural: os cora ções e a mente do homem. A paz é bem mais do que a ou sência de guerru. É como um curvulho. Uma semente cai no chão, brota, cresce. e só o ho- No começo é fragll, podendo ser racllmen meios de con te destruída pela bota de algum )enhador descuidnclo. Mos nutrido pelo Rolo, pPla água e pelo vento, começa a crescer. Fl nalmenlr. atinge o tamuuho e n rorça p/ resistir uma violenta tempestade. Quando um carvalho para de crescer, já está co meçundo a morrer. Assim ncontece c,' u paz. Os governos sózlnhos não podem evitnr as guerras e munter .1 paz perma nente. Apesar disso os governos, por suas agências 1• seu pet1soal, podem ajudar mu terlalmentEI no crescimPnto <la paz. Mas u única maneira de criar uma pz permanente é persuadir- os povo;i de todas as nações de que hà uma manei ra melhor do que a guerra para resolver as diferenças nacionais. Obviamente essa convicção ão pode nascer em um só dia em um eó mês ou em uma só década. Mas, possivelmente, poderia nas cer em duns, três ou mais gerações - por homens devotados à paz -- que saibam usar meios disponiveis de comunicação. e quando os povos de to.ias us nnçõell forem persuadidos de que há uma maneira melhor para resolver as diferen ças entre nações, tornar-se-á impossível para qualquer ditador envolver sua nação numa guerra. e um forte e contínuo movimen to pela paz pudesse ser promovido em to das as naçõee e suetentado pela verdudei ra liderança dessas n11ções, a probabilida de da guerra diminuiria ,odos os anos. Em todas as nações a história precisa ser contada pelos próprios pacifis tas em termos facilmente compreensíveis para todas as peosoas. Como no Rotary, devia. haver um esforço para se criar um entendimento, boa vontade entre os povos de diversas linguas. de diferentes passados, de variados níveis educacionais e padrões de vida. A finalidade seria a criação even tuul do mesmo tipo dEI compreensão que h/i. entre os Estados Unidos e Canadá, e entre os rotarianos em todos oi; países. Os Estados Unidos estão gastando bilhões cte dólares para se defenderem con tra nações a milhões de milhas de distan eia - as quais, da mesma maneira, estão gastando • bilhõe11 piua se defende rem cos Estados Unidos. Na entanto, os Esta dos Uaidos não sentem a menor necessidade de gastar um dólar para se defenderem do Canadá, e o r:anadá niio sente nenhu ma necessidade de se defender do eu vi zinho do sul Quem pocleria e realmentt1 empre enderia um movimento para a paz perma nente em todo o mundo? Não há nenhuma organização no Nossos filhos, netos e bisnetos se- munclo com melhores qualIicações para rüo chamados para dar suas vidas como levar avante tal programa do que os 16500 o fizeram seus pais, rnhos, irmãos e pri- S.otary Clubs que existem na teru. mos desta e de anteriores gerações. • Seria inteiramente condizente com E prudente considerar-se o custo • o objetivo do Rotary· O desenvolvimento econômico tanto q11anto o humano da gaer da compreensão internacional, da boa ra. Voce teu alguma noção de quanto vontade e da paz através de um coma dos impostos que paga todo ano vai parn nheirismo .mundial de homens de negócio as guerras passadas, presentc>s e futur11s? e _proH ·sionals unidos nn ideal de servi:.-.". _ Ou quanto mais poderia ser gasto Creio que tixiste nc - Rotary - e só no - ae nao houvesse mais guerras para Rotary o potencial para a realização uma vida melhor, para o alívio do sofrimen de tal programa. lo, e nos setores da educação, pesquisa O Rotary - tanto quanto entendo . progresso econômico ? é a única orzanização que abrange quase No podemos olhar a guerra por o mundo inteiro na extensão das suas o futro ângulo ? tentativas pas!adas lnfruti peraçoes. Nenhuma outra organização tem ~ra• para cea.seguir uma paz duradoura entre os membros tantos homens que ocu- D O nos trouxeram paz. pam posições de liderança e influencia e que com- i1 t ' ·.o tng'•dias cio: !JUl'rl ,L preendem to pemn .senhumna organização. a pão ser ; j@reias, po-vi ideais ais altos do que i y«a t o::: oo !<otury. Sa os Hotary C!ubs adotasse n um movimento para a paz permanente como forma concreta de serviço internacional, haveria oportunidade suficiente psra todo rotariano ter m papel na ua realizaçáo. Nosso mundo uifo tem ueohumu outra prioridade senão a tentativa de resol ver o problema da duração da paz mundial. Mas sómente pode havor paz na terra paz permanente quando houver boa vontud entre os homens. A boa vontade existente entre os rotariano,: já ó um cornl"ÇO pro missor. "Liberdade com Responsabilidade" ,no 5 - I·la Vi-ta MT. 26/09/76 • 5 É POIS É "Os cães ladram e a caravann puna' é, pois é ... Recebemos do sr. Osvu!do Grubl'rl u seguinte correspondên.!ia: ··(jost,.unos de ler esta coluna, no ente nto houve uma fa. lha por p·!tte do colunista no que concer ne a Delegacia Regional de Ensino quu do afirmou que Jardim estava pleiteando a transferência da sede daquela DREC pa ra este município. Ao sr. Governador foi solicitado o seguinte: 1) Transferêta da titular daquela DREC para. onrte 3. Exca. o governador o entendesse. 2) Criação da DREC em Jardim. 3) Em última hipótese que filiasse Jardim a DREC de Aquidauoa que seríamos melhor atendidos. Esta é verdade". Pedimos excusas aos leitores jardinenses e fazemos uma retificação: "Jardim não quer a transferência da DREC ... Jardim quer umu nova delegada de ensino.... «° Falando em delegacia de Ensino, os senhores Edmuson Escobar, Alcides Flores e Osvaldo Grubert foram os porta vozi-s junto ao Governador para "EXIGIR" a transferência da Delegada de Ensino ... pa rece que os políticos jardinenses foram drf.sticos: "Sai a delegada ou a Arena perde a eleição ... " oG Agora, bonito se, mesmo com nova delegada, a Arena perder as eleições em JARDIM ... aí a cobra vai fumar"-·· %-9 Entre nós o CaplLJio - José de Riba mar Cruz e Silva médico-veterinário, transferi do para o 10 RC. O capitão Cruz é uma personalidade cativante e eu<>randecerá ainda mais as relações entre civis e mili tares. Émerito conhecedor das ciências hermtticas, ele manteve demorada pales tra com o nosso Diretor, outro adepto do esoterismo. Boas vindas ... o9283 O problema dos ladrões de carros e de residencias, está extrapolando todos os hm1tes __ Sao reclamações diárias e eada vez mais graves. Pedimos, novamente, ao ~ecretáno de ::segurança Pública que •·olhe c_om unais carinho _o problema. pois, repe timos, é lNADllis::sIVEL uma cidade de fron teira contar cem parcas recursos policiais. A hora em que surgir um caso muis grave, ai então o Gov~roo ira Htender o apelv dos belavis tensl;S. Senhor coronel Madeira Évora. antes que isso aconteça, vamo resolver situa ão. confiamos na pronta intervenção de V. Ereia.. oec-«<- ;{3"2;J; Aveias Te»aoro sais «ao «e arrastando a longos meses. O povo pergunta o tue está acontecendo. Pouco+ homens. a iné'te;'j maquinas enfim, as obras paralizaram e (que paga o, impo,to.s) •em s:ibcr porque. o povo !:l'l::,>!K; o "proh1emo." do Bebvi, e d . está sendo levantado. 0 .,,"O,_ gradativamente que pagaram os titulos a ,,, "nemenos' (aqueles de volta ou "explicaee' 'a/ querem o dinheiro E s a respeito..E. POIS É. o propalado interurbano ., Q d •• •o • nau º··· até a próxima Ser Scricicul tor Será renlizado um curo completo obre "Como criur bicho-da-séda". ,s Jnscri(:ÕOR C'Ei tnrão abertas para os interessndos, partir do dia 25/09 ur. Prdcllura i[uul cipal. As vagas são limitadas: l para o bair ro Nunca tei, l para o bairro Ava Dice e 2 pa ra o bairro anchu. -te curso scuá ministrado peles te nices Fedo de cu za Carvulho e Sônia • Carvalho. Será tl'órico t' prático a comprhando um eridu completa de bicho-da seda. Terà portanto a duração de 1 mê o final do cur 8o, produção será rendida, cabendo o lucro aus particípan. .) tes. Aproveitem a. oportunidade! MOEU ME#TO Pezdido 1 f Foi extraviado o Certi ficado de ropriedade, n.o 0040 emitido por ~ B. Vista em 915176. do veiculo marca Volkswn· gcn, ano 1976, cor marrou Savana. Chassi BJ 315886 ?ilotor BJ 032.30-1 Tipo 1300 L - Chapa (2) n.o 0323 C J. Certi!icad o de garantia, Recibos TRU-Seguro obriga tório. pertencente a Paulinho Pinheiro Werneck. Tambem Certldllo de Casa mento d e Paulino Pinheiro Werneck E' Ana Leite Weme ck Publicação que e faz para obtenção da 2.a Via Casa Pecuaristá Produtos Veterinários e Agrícolas, Ferragens Artigos de 1Iontnrio. e Materiais de Construção em Geral Av. Duque de C'a xias - 606 Fone: 157 Jardim Mato Grosuo j 1 ' ' t 'í l Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº227_19_09_1976 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOV_Nº229_03_10_1976 Voltar para a lista de itens