TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº262_17_09_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº262_17_09_1977Número da edição262Data de publicação17 de setembro de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.117449388986444 , -56.52888098618358 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº262_17_09_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto r----------a.-.-----·-----------------------'-----,-, D J 7 /! 77 - o e ( Campo (h'ande CE) O 10º Reglrr,ento dP Cu valaria, Redln-1 féu Guakurus. Esta temporudu hípica foi do em Bela Vista. foi o cumpeilc da rnurcflda para o próximo mês d outu 'C'eruporuda Hipica eulizadu durante três bro. As duas últirnus provafi realizadas dias em Campo Grande e encerrada na 4a. DC. foram rleoumlnaclatJ ''llireto c o m u ri Is pula d as ú 1 li - ria de Veterinária" e "Estado Maior do mas provas, na 4a, DC. O encerrurnento Exército", tipo Grund Pl'ix. da tempor-11dn culminou com um ulmoçu, no Círculo ~lilltar, quando foi <'ntregue uo 10º llC o Troféu Guuicurus, de posse transitótin. Ficou decidido que a próxlr11u tempo rada (süo reullzadns quulro, 011uJ!m2ule), a última deste uno, erll realizada ua cicladP rle Amambai. Jucul oude é sediu do o 17º llC, até então detentor do Tro- WIACÃO CRUZEIRO 'DlA DA I » Nesta data quando se comemora o o D E SF [ L E Do Sul I Mn nM IER) A_ cr- DIA DA n!PRE s:., U chefia dll Casa O rtesflle l!ÍYÍCO militar coutou com fl : 8'11.:JJ 11:uitº-J> Civil Depnrtumento de Divulgaç!.io de presença de toclrJ,- os eblaheleclrnent(.S llato Gros o desejam transmitir a esse de ensino ia ctdude, representantes de 1 ?.r.~~o _cl_e c~m_unica<;ilo e ao~ seus_ JJl'O· clai-st'S, clubt'S de ser"riço (_O_Hotary Club llss1011a1s seus cumpril~enton e o I espt-1· apresentou um carrn itlegnncu ). p pelo to pelo trabalho de informação que de- tóes do 1o Regimento de uvala;ta. empenha Junto a coletividade Cordial 1 mente. Dr. Ai-quimede Pereira Limu (Cue- ,LJTORIDADES l'AR,GUAIAS fe da Casu Çivil) e Sr. '.Levy ,Caapanhà Prestigiundr. o ev, nto, estiveram no de ouza (Diretor do SEDIMA.1). pulanque oficial. n se11!Jor consu! do Pa raguai. D. Edu~:,do Ocarlz P conwnd!lnte do Destacamento de Bella Vista. ten. Sin • clulfo C,tbaiia,;. A Emissora Mariscal Lo pes cobriu o desfile através das palavras dinâmicas do S!'U diretor Vuléri0 Prnha. Os u. uãrlos da Viação Cruzeiro do Sul estilo descontentes com o atual s1::t·viço prestac!0 pela empresa. Alegando ''!'alta de educação dos motoristas" um passu geiro ht pouco iliat1 utrús reclamava do critério de escolha dos motoristas, "as vezds - afirmava o usuário - eles co locam elemJntos ~em preparo. E _nilo fa lo em cultura, falo em EDUCAÇAO". A gora, mais uma vez, chega a no sa re daçiio recbmnções dos preços dus pas sagens, dos despachos (verdadeiro roubo segundo um moraJor de Jardim) e da péssima qualidade dos on:bus. nbemos que a empresa mudou de dono e pedi mos ao novo proprietário que tome pro vidências a respeito. O 10º flC fui cumpeJo tanto nus pro vas para subtc11cnteH-1mrge11toR como pa 'nt oficiais. Al.irn d '!1 mlliiare clui; guar nições da 4a. or,. IO ltC. l?" HC e llo. nc, participaram t11mhem da ternpr1rada hiplcu de Campo Grande inúmeros civis (a!unos do 1 PO!'l e SocieJadl' Hipicn de Campo Granfo). [{}100. -MÉDICO- Consultório, í às :a horas 16 às 19 ho:-a:- « IPEM.A. T e INPS» Posto de Funrural, Saúde e 12 às 15 horas 0 desfile civice» militar que teve lugur na Ave:ida Teodoro Sativa, u purtlr ctaH !I horn!i cio dia 7 pp, foi o ponto nilo rlus comemorações da data mugna de nossu história. Após o hasteamento do Pavilhiio Nacienal, abrindo ol'idnltnt·n!P os festejos, centenas de pes0as ocuparam o lungu ria a, e ida, e aplaudiram intensamen te aos contigentes escolares e do 10 Re gimento de.Cavalaria. O desfile foi assis lido pelo snhor Prefeito Municipl, ·José Simplicio da Costa Marqus, Cel. Orlanrlo Mentzingem (comandante do 10 RC ve. read,,rt se demai, !iUIOridadr,; municipu is. TOR 1 EIO INICIO No Estádio :luuicipaI. inúmeras equi pes de futebol deram inici1 ao l0l'lll'io José Simplicio da Costa Marques que es tâ em pleno andamento com clulws de divt-rsos bairros. Este torneio é uma pro ruoç:io tlu Prefeitura :,lunicipal que atra vés do prefeito municipal ofertará um belissimp troféu uo campeão. O Preteit de Be!a Vista, Je ' Simplico da 'qus, avtsn a popula- ção B·lavint probl do corte de l'l1l'f',!i l t-1( tr I li llffl p:hl•' (l(',1rrId1) nus Motores da EMAI, mas que providenei iá foram tomai s e os toenieos já e encontram em nossa e lade, e que possivelmente segunda reir I já tenhamos energia em abundanci. 1 ESTU E E P li I IS DE Volto à U om o "campus" no vumL•ntt· O('Lfj)tld() por tropa:-< dn Pollcl!l Mlllt11r e agentes da Policia Fe ei r1I1. relniclarnnt-!W h!l aulas do segundo +etues tr na Universidude de Brasília. Foi meiço o comparecimento de alu nos às aulas, que tru correram hl'íll lncidcnt1•f'I. , • tropas polfcinls clu•garnm 110 "campu,o·• untes do inicio das nula lá permeeendo duran te todo o dia. O ,wgun do semestre letivo du UNI deverá prolonaur· se até o final de dt'ZCJll hrc,, para que sejam re CUJH'l'auns as aulas per di la,; durante o JOOVl mento grevista que pa ral1zou aqué'le t'tilu1.lele cirncntu por qua. e clol 1 me,;e11. Mensagem d e Jesus Cristo E olbai por vós, nüo acuntcça que os vos~o,· cornçõeo se curreguern cll-' glulúnuriu de embria pues e dos cuidados du vida e venha sobre vó; <!e impro,J,o aquele ;!ia, porque virá como um lu ço sobre todos o:; que habitam nn l'af'.e da tPr ni. vigiui pc,is em torlo o te•r>po. orando. pura que sej;.ti& li.1v1dos por dignos de evitar todas estas coisas que llão de acontecer e de Pstar em pé diante do Filho do homem. ( . Lucas: 21. 35, 35) ·A Diretoria do frigonfico Rio Mirando ltda., avisa aos Srs. pecuaristas em geral da região que 1a m1c1ou suas atividadas de ·abate no propno estabelecimento. Os interessados poderão procurar asso escritório na Vila frigorífico S/N em {iU_IA LO P E s· DA L-A (i UNA 1i fl 7'7 .. -----------------7 Bragi13, An<la - O reputado Ubnldo Barém (Arena ~l'l'), apre,,enlou rmencln ao projrlo de lei que cria o Es:aclo ,!e Mato Grosso do Sul, estnlwlecendo !'_111 quntro o número de senndo_reH dn no,:a unlclacle rederntivn, no pi>noclo de rn,;:i a 1983. O prazo pora n npresenlaçã" de emendas encerrou-sri dio ri p p chrgan:lo quase o umn centena de propo~ição de senodore~ e deputnrln . O projeto cio g,,. verno procura rr.sover o problema da ropresentaçlô no Senado Federal Pslu belecendo que r ~en1vlor eleito pelo a tual Estado de Mato Grosso cujo manda· to termlrrnrn em 1!183, que. no caso, é· o sr. llendes Cnnalle, da Arena. repre sentorá o Estado em que tPnha domicílio rle orol. No r,,so, Mato Grosso do Sul. Assim, o novo Estudo só eleg·riu dois se nadores e outros tres. sendo que o que li ,,er menor votação ficará com mandato de apenas quatro ano.;. , err.end!i Burén:. que altera o nrl. 3G do projeto para de terroiuar que dois senadores os menon votodo!' dos quatro lerão mandato redu zido, segundo obs1,rvadorPs Irará para o sr. MeIJdrs Cunalle um concnrrenk qut: normalmente não existia. Assegura Barém que !iÓ !icçiio jurídica pode-se a tribuir n um senador eleito pela popula. çllo de dois tt,rrilório!', que cnni-tiluem dois Estado11, n rt>presentaçüo rle um só desses. Acho que o vontade eia popul:i o inteira dos dois Estados não pode ser fraccionudu. Pura o deputado, u silu11ção cio coa dor '.lendes Canulle é tlllÔ'.llUla e não exprime só a Yontade rlo 2st·Hio de~ membrado. P<•r L110, quer que o ºº"º Esl!'.do eleja tres sruudores compirtan do uma represenlaçã;; de quatro com <J H. Mendes Canulle. Admite que a ~ilua ç!i.o é semelhante a do Kiu dt> ,Jun.'iro Qll", depois da fusão, ficou, numa lgis la~ura, com sei;; senadores em SU'.i n:pre sentaçüo. A em,rndu dos parlame11tares guiunos qu.:: m,1nda anexar u G.iius u- 1110 faixa cttt dez quilôm,·tro:- ,11.,,c,lrudus do tei-ritó~io ue ilalo G:usso - o dobru <lo atual Oi ·tr:to fecléral - fui a presen tacia oficialmente. Da ban•;ada, de Goiás. apenas o rdltor, senador 0:;ire::; Teixei· Dr. Oto iIaracajá Branquinlio Ora, Tazue llara Bra11qni11ho Clínira Geral e Pediatria f 1 rn,;iounnlio em pe>dodo mtegral pura melhor atender OR belnvi!,lrosP~. Rua Duque de Caxias Bela Vi~ta - Mt. u a f r n te i r Propriedade da ORJIVAPE ttt. lf '' 1 I r . . e a / de I ' t r ( j r ,1 h'e ater( hh. r 1 1 .. ll(!io Gu~rlr- 'orrt • ,, • C ;, 1 .l ,•) o: lt,•!,!'ill,l lt-ncft•.i. ,; 1 r 1 , , 1 • ,· ,. , 0 • l'<'lt<Hll" Ldo, 1 bera , o tn "" _. ...-. f • ltuir ~lurq1II' r 11ll'Í lio ' ,•,IPir<•• • l+pressão: ilon Roberto de 5oura H redacão, Administração e Oficina d lua Duque de Caxias 1-:,. llt-l.1 111u. 11 Assinatura Anual crs 150,00 CrS 1BO.UO llrl., i-1.1 Dern,,i, lunlC'ipio- s o ADVOGADO :;;:::C;)l{fJí11ü !lua :1 de Outubrn CJ. U '.LADO !JA Clfü"fílAi"ll Bela Vista Mato Grosso Uma Lição Esqu cidcx ··O uso de um Jornl depende de um grande nme r de irenun«tàneias e piso que um jornal »e parre on llt1trn r,npr~•• qu,lq,wr. I)/l·"'t'. rnlttlCtl1l''· ('OH A r-1!· presa jornalística o qur nlo e di com outra; ela conta de iukiu ~•()111 ,.'1rio~ in11nia.n" nn. tos, que vão desde o analfabe to que nlo l porque n4o M be, até o mis analfabeto, que ão le porqur no quer. [a nlo Ao Henas estes: a «sneia mesmo do jornal a erio«idade. sexto sentido qu tem por órgão o repórter, mi tu ,Ir· ouvidn, ,,lho I' foro, rom àos para escrever e ptnt pnro D urlnr rlt•prf•.;: 11 n, _l'or PºU' eo, um habitante de Marte em caricatura. Oru, o rl'p(ircer q11er ~_•brr, saber para contar, «aber juta· mente oisn» qe o outro não querem que se saibam. E aí etá um dos maiores 11i111iiro• rio jornal: 01 que i•111 ,1,t"µrt"rlo~ pnro gurtrdnr, que lo tolos os qu o repór· ter prorurn. 11<·0111pnrd10, hn·Jn, hi,l,ilho1riro r- curioso ( ••• J (Puhlirarlo nn priml'irn 11úmr, ro rir O (;lobo, em 29 de Ju• lhn <1,· 192,'i, ,oh o p•enrlilní • 1110 <l, ."Dan Xiquote", na pri tnl'itft p{q.::i110, ron1 o tltt_Jlo O, inimigos natos Dom iquot era um clo1 111ui1oa psnudô111• 1110s ,lo Jorualisla e poelíl Bu6• tos Tigre) y Saúde, Segurança e Educação. Fatores indispensáveis ao -des€nvolvlmento do nosso Es~ado. < ( ,,., /' _; 4 ! tet o ai l rt t, T foi iun - 2 ". L I r Um governo tr3balhando ··....,. --!..;: por um ;.)CVo mais feliz. ·---x= • tJ1•g "''"'" H·m did ( !-' u ~ <'om torar Tobii àeo dos Ças. PurliL ran dadt dos t DO·S C1.,rn :noderoas instala-;õ!!s, dispõ':! de um grande estoque da calçados. Parui,:o d,.,s Salçados é especia liza io o rumo e le:n tudo pura bem servi-lo. Em Dl!I léria de. 0açado s. conbti;-a a últiu,a moda luaçada nos grandes centros, visitrndc., Paraíso dos Clllçados. Praça Presidente Dutra· - 163 Ponta Porã - MI ... ,I $ ,.r-f ,,: 8:; A ·' , + , í , ' ' :.a:.±il i T] sulista, "poderá ser em breve o quarto t:~tarlo do F.;rleruç:lo". 1centuou quo o Norte, que terá simplesmente o nor:r>e de ~Jato Grm,so, tarnbem tem muita poten cialidade e com o auxílio que receberá 1o governo federal "poderá vir a i:er o nos•rn Texa.R do futuro". NUo ncrecllla o deputado Paulo Salrl:rnhn que um ano seja. t11mpo sur!clente par-a se concretiwr a total df,·is:111 nrlmlulstru tiv dos dois fü;tados, rnzã o porque a comissão que h'á tratar do acervo prt lrl rnonlal rleverll continuar sou tmbalbo por um pc!rforlo mais longo. Aluda sobre a rllvlsão, o parlamentar recorda que Sul e Norte são compl<!lamente dlferentet>, a começar du flora e fauna, além do pró prio homem. "O sullsta acrescenta o de nu tudo é ''paulista", enquanto que o nor tista ~ umnzônlco. Até a linguagPm é ,_lJ. ferente, existindo uma brincadeir;;. de que no Norte se fala o cuiabanês" Se, gundo o Parlamentar, o Sul está muito mais ligado à São Paulo do que a ilat<J GroFso e com a separção estes laços deverão 1ie Pstrc-it,1r ainda mais. Natural mente, diz Suldanlrn, o orte ficará ain da mais vinculado a Golós. O governa dor de Mato Grosso do Sul será nomeu do pelo presidente da República e o de putado nlio arrisca prognósticos, mas diz que no Norte um nome está revestido de maior força e tem tido aceitaçíi.o em torlas as tendêaciao;;, sendo poHível que o llngenlle?ro Frederico Carlos Soures Campos, atualmente Secretário de Viução e Obras Públicas, venha a ocupar o c~r- São Paulo (AE-FD) - ~luto Gros&o, já ,ste.vn dlvldi<lo há muitos anos e u se- . paração que está sendo feita ago é a penas de direito, afirmou o deputado ;Paulo Salduoha, presidente da AsRemblé- 1 l•.1 Lr;gislutJvu duqueie fütaJo, que tem visitou o governador Paulo Egydio. O parluawntur. que l'Stá em visitn ofici l u Silo Paulo, ucrescentou que iluto tirosso do Sul era "Incomparavelmente mais fo;•u, economicamenttl do que o Nor te" e, lembrando palavras do governador ' go. Contando-se os dois partidos, o Sul tem maioria ao atual Legislativo mato grossern:e-- 1· ,ubrou o deputado, qu é u lista e renista. A Arena tem 18 deputa dos, dus quais oito do ul, enquanto o MDB tem eis, sendo apenas um do Nor te. Assim, exi lern 13 sulistas em 2-1 de· pul.adoil. Vende-se uma motocicleta YN! D 5 Tratar à R.15 de Nove~bro ' Vila Militar Casa 4 Eh Iist - 1,11. Documentos Perdidos José Vieira rle :'11edeiros Neto. décla ra que foi estraviadu a sua CH de ca tegoria profissional "B" de ° 200-015, PlilJ 11º 200.015 expedida peh 31 11 Ciri-trau. Gula Lopes da Luguna - ,LT. Paulo Roberto B. Boeira, declara que foi estruviadu sua CNH, 1° 0012066. PBU 200. 928. Publicação que se faz para obtenção da 2 via. T obios Granja sequestrado por denunciar violências 1. 7 DE SETEMRO Ernando F. Gasco O povo belavistense, unido como sem pre, demonstrou seu patriotismo na Se mana da Pátria, principalmente no dia 7 do corrente mêõ, em que as ruas da cidade foram tomadas por seus estudan tes que souberam rq>resentar s'.!as esco las desfilaatlo graciosamente. como tam bem a orgaaizaçlio cicl!sta de Bela Vis ta, que de maneira toda e:;pecíal parti cipou atlvamel:!te no acl)ntecimeoto históríco de nossa Pátria, acobertado pe lo .1obral em sua c:lmpanha: esporte pa- ra todos. - Nossos agradecimentos sinceros às a-u toridades civis e militares que dedica ram todo seu indispensável apóio na me-· dida possivel: . Sr· Prefeito ~tuaicipal Regimento de Cavalaria. Antonio João Policiamento de- Bela Vista , Tobias Granja, ndator •lo Jornal de Alagoas Advogados do Brasil e à A BI, da qual foi ~cqucs1rnd,, ils 2 horns da madragada de 29 de é sócio, Tobias Granja revelou que seu punbo, ne> nnmidpio de São SébaHiilo, por um sequestro ap11rentemente motivado por trapo de sohlu<los da PM sob II comando de um d S argento de nome Ulisses. . onlcm ,lo snrgcnlo urn incJ ente em íi.o ·Sebastião, na rev- ,_ abra <)UC voce está pmeso! Tobias rcsponclcu !idade teve suas origens nas denúncias 1nega(ivumcnte. Foi o suficicmc para que c o m por ele formuladas contra violcncit18 po thutes e coronhadas de fuzil, os soldados colocas- liciais. Em reportagem !l siuada Tobias sem a porta -t1buixo. A cusa foi inva- havia denundado que o delt>gado José dida e alguns pertences do Jornalista Renê da Silva obrigara detentos a in (Elnvelope com ê!0cumentos um revolver gerirem uma mistura que ele prórrio de rom respectivo porte de arma, cheques,) uomlnara de «PONCHE» composta de !oram roubados coniorme mais t ar d e; defectos e urina. Por ordem do Gover Tobios Granja, que também é 11dvogudo nador flivaldo Suruugy, o jornalista foi denunciou a seção alngoana da Ordem libertado. A ABI em telegrama assinado dos Advogados do Brnsll. - . por Prudente de Morais, neto manifestou Yiolentamente e com muitas amea- sua solidariedadG a Tobias Granja. Na ças, Tobias foi colocado num carro e sua C'olun:1 Sempre aos Domingos ele re r>nrtiu de íi.o Sebustiãe para. uma es latou todos os fatos. Na Jllaoclletina da tranha excursão por diVArsas outrns ci- coluna Tobias color.ou esta frase,· A vi- idades to!s como A~apiruca, São Miguel tória dos muus _anima ou incita os de- i dos Campo e Jllace1ó. , 1 mui<> 1 A OR1GEM DA VIOLENCIA - ' Em cartas enviadus à Ordem dos (Boletim da ABI) ) ,__ __,.;;__ ...:..._ _ 1 , r- • '{l ! .1 _ ___.. A,0UI AÜANA PALACE Apartamento co:n ar Condicionado, Quartos com Ventiladores e Serviço de PRX lt. ilanoel Antonio Paes de Barros, 905 - Fones 1277 e 1687 Endereço Tdegráfíco HOQUIPALACE Aquidauana Mato Grossc. Bel Vi.ta (to, 10 de setem- 1,rn <l,· 1977 Hmno. r. Ialdo Pereira D.D, lJireror <l<t Tril,un11 da 1-'rnnlc·ir:1 Nesta l'rr, .. ulo St"nlwr Nesta data em que e come mora o Dia da [prensa vi. mos tran-mitira , a, e, a t ravé- de V, 5a., a todos a qurele- que trabalhar nesse ór. ão de Imprensa os nossos parabéns Transmitindo informação e ,·uhura no po,n de 11<:ln Vis• tn, " Tril.n,no <l.i Fronteira tem colaborado de maneira e fetia para o pro;gre»-o e bem ,•,1,ff < ,•,la COUlllllÍ<la<le e <lo país. Fazemos votos para que se órgão de imprensa continue durante muitos a 11 o .ti, ofert·c,·n<ln ao poYo d.- llelu Vista o» inestimáveis serviços que rcconht·ecmu-. e aprecia mos. Atenciosamente Posto Ipiranga LTDA. tlias J:larborn E CITO LAICIIES O ponto de encontro dcde Porto Mato de Socle- murtinhense Rua Dr. Correa N º 5G Murtinho Grosso .( 17-!-i7 I CONHEÇ E TORES A agricultura só é forte quJn<lo é mecanizada. MccaniLt: sua l,1,·oura com ii;l.,_ cy I crru,on. Do dc,111:itamcnto à colhcil.t, a maillr e mais completa linh:i <lc m:iquin'.L'> c impkmcnlo, ngrlccila., do llra,il. • _ Converse com o rc'cmk:dor jfa~cy l·crgu,on de sua rcgi:io. . . Esludc com ele o cqu1p:imcnlo matS adcqu;ido , ?$ '-} para a ~u.1 l.1 Ul'J e a mdhor forma de se obter o financiamento. • Aproe:te o crédito que toda a rcdc b:mcan:i c,l:i lhc ukrccc11do. Pl,rnlc mab: ~ q Massey-Fcrguson do Brasll S.A. •I AMA _, Rua (7 A~ í) •íl)1 !11, ~~©(~IR' ti}i B 2ligá ih /:a 4± jl Um Teodoro Sativa Novo Conceito SINA em Assistêricía Tér:nico - Bela Vista Mt. lTDA. l "SEU Gasolina, ·ÓÍeos CAP-RO ivERECE Lubrificantes, Ólsos Borroc.haria O MAIOR CARINHO Diesel Filrrado, Lavagens, Lubrificação e Aten~ão Motoristas Agricultort>-, e ·usuarlos de 11,bril'icaates em geral. ,uto Puslo Miradão avisa a todo;; que está promo- vendo a Cmparihs do Lub ilicunte. __Lubriireuntes a preços E-pecíeis dg are IIRANGA Especial TEXACO {r'?:jjg{as a 'e ]g ;ys. -·---. 4n...4a C! g2 la à. • • Rela ViRtr - lt. 'f'r:t,•1 .. B --- 17-fl,i TRI ... i l ' 1 !,- L ] CLEI5É5 R U 7 9 fID 1f 00 ~ ?Z , QUIAgs QUE COLEM LERES Indústria Brasileira Ter uma Colheitadeira AutomotnG sr.e é pos suir uma mjquin:1 que· colhe lucro., e 1.,:ot,_-11: representa a conquista da tranquilidade e se gurança na horn da colhl'lla. 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Antigamente, o cundIclulo di,putavu lSte cargo pelo voto populur e podia consr·gtti-lu inde pendenten te de seu companheiro de chapa; agora. não: tem de ser eleito jun to coru o Presidente". O Senador fez questão de uflrmar que não está descumprindo qualquer orienta "" çüo do Pulacio rto Planalco com o lan çamento de sua c•1ndidutura, o que cor• responderia a aotc>cipnr o debate suces Cereois Alocado e Vereio. sóriu: "Sou um politico e devo percorrer o puís para subsidios que me permitam fzer um programa de Governo. Aiodu MT não tenho metas. ms em breve preten do divulga-las".·Disse ainda que o bem 1 estar do pc,vo brnsileiro será a base deste programa de governo. Ele diz que nilo teni fórmula csp~eial pura viabiliz:tr sua candidatura à l'res1 dêacid d!i República: ''Procuro o apoio do povo. Porque sei que na hora em que u questão sucessória for examinada, minha candidatura será vista com~ a que tem grande apoio populur". O 5ena Dola Vista • Moto Grossa dor disse que ni1o é fovorável à convo- Antonio. João MINERAÇÃO BODOQUEM LI"s, Produtor do alário Bodcquena km. 54- Rodovia Jardim • Porto Murtlnho 1 "U m a Empresa q u o a cr e d it a n o s u d o e s to o n o N o v o M a to G ro s s o .. I 1!1it:tt-k'.o em. Jud.L.?!l Arwtda Duqae de Culu: (ao la,dl) do llotd Orltalt} Cx. P,ut.sl 05 Fortaleza • O Senudor Magnlhües Pin to disse, que sua candidatura à Presl rlêncla <la Repúbliea i:t•rsí vitoriosa • E la terú êxito, nuo teuho dúvidui," • e que r.fío govnnaI ú com o AI-:, por que us reformas politicus que estão por vir da l'ÜO ao pais us ~alvaguurda • íoclfspensá• veis à garantia do regime. Considera-se um cnndíduto de -pacifica ção e diz que o MDB eRt3 entu,-iasmado com sua candidatura pois e pr r-1 rlelu uma mensagem novu. O apolo da Opesi ção, segundo o Senador, ainda tem sido discreto, mas ele qualquer modo, pura - le. "motivo de muita 6ufüfoçúo e muita honra". ' RUA. GENERAL OSÓRIO S/H caçi:ío de uma CooJtilulnte agora, m:is uc!m!te que, i;e as pr6xlmu!! reform111:1 de carult'r constilucio:rnl núo atem.lerf'm no desejo do país ela porter/1 ser convocudn. COM ADMIINISTRADORES O Senador iíngulhãeb Pinto falou pa, ra os participantes de um c•nco11tro naclo• ual de administradores, que se realiza em Forl'alezn. Ele declarou que ''enquan· to oã<> p·,ssult· um sistema empresarlal potente e estável, em todos os nlvels, o Brasil não decolará do estágio de nação emergente em que se encontra". ''Nosso país, quf' cresce, demográflca mente, u taxas que poderão elevar sua população a 200 milhões de habitantes, no ano 2000. t ,m de estruturar, solida mente, suas forças produtoras. Isso é io dispen~ávd tanto para pruvn as cres ceoteo necessidades do mercado interno, quanto paru fazer face aos compromis• r,os iot!:'rnacionai.:1. A estabilidade do sis tema empresari<1l tem rerlexos diretos no sistema social. Dela depende,m a melho, ria de vida da popul!!ção, a distribuição mais equitativa de rendas, a criação de novos empregos e a oportunidade a gra· dual eliminação dos núcleos de misérla, que aioda se encastelam em vastas re· giões do território pátrio". Para o Senador Magalhães Pinto, só o slFtema de.mnC'ráticc, propicia a livre em presa, só ele buruaoiza o desenvolvlmen· to. "Ru mesmo sou um produto da demo cracia; minha vida se dividi; entre a de· dicação à empresa privada e à coi,;a pú, blica; atuei nos dois campos da adml· nistraçáo e posso garantir-vos que O U cessos obtidos só se torneram possiveis, por ter Eempre prei;ent€11 os valores Iun· damentai.3. que alicerçam a filosofia d~ mocrática·•. CCMZRCIL EIPOTRO E IMFORTEOR BEL VISTII LIDA Sementes SEiecionadas - Adubo 1rdlao" - labrirtmles Imlicida~ - BELA VISTA ry .•.· :.1 ' 1 MATO <iROSSO Artigos finos para E#J2CE de E:-milda Proença Senhoras e .Senhoritas, Bolsas, as últimas novidades moda brasileira. 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Até a avalinço das respostas do público qunnto ao Interesse e E:hwnct'io sócio-cultural. NosRo louvor e grau dão a Imprensa brnsllel rn e matogrossense em especial, porque Infor mar é o dia-a dia de quem ama a verdade. A Emater-Mt e os produ tores rurais, no eu tra balho de uumentar a produoiio e a produtivi dacle, reconhecem a par ticipação da imprensa na construção de dias mais fellze,. ama a verdade DIRE , CLO , D No ola 05-09 77, as 21 horas no Teatro da Casa du Cullura da PU:;}tT (Faculdades Unidas Católica8 de Mato Grosso) haverá u solenidade de posse de nova Diretoria do DACLOHE assim cons• tltulda: Nome da Chap11 Vencedora: Situação Presidente: Geraldo Escobar Plnheit'o 42 ano de 'Direito. Vice-Presidente: Ayrton de Morais 3° a no de Direito 1° Secretário: WiImar V. Matos 29 ano de Direito 29 Secretário: Teresa Cristina Razuk 2% ano de Direito: 10 Tesoureiro: Getulio José Costa 2° ano de Direito 22 Tesoureiro: Alei Araujo 2° a n o de Direito. Conselho Fiscal Antonio Pedro de Figueredo (4 ano) Joanu Caetano de Lima (3° ano) Dar Monteiro (2° n) > Representante do corpo discente no Conselho Departamental. Geraldo Escobar • • N V Pinheiro 4° ano Representonte do corpo discente na congrngaçüo Hogolho Massud 4° an'> Representante do corpo discente no departamento d direito público 'Tereza Cristins Razuk 2 ano Representante do {corpo discente no departamento de direito privado Joana Coetauu de Lima Representante do corpo discente no departamento de fundament'l de direito Issa Nicolas Ferzelll 2° ano , elelç/io ocorreu no dia 25 de Agosto p.p. sendo que u Chapa Sltuaçfio teve uma Vitoria esmagadora sobre a Chapa Solução. Trabalhar e Integrar é o lema do novo grupo que dirigirá os deatlnos do Diretório duraute o presente ano e os acadêmicos desta faculdade muito espe ram da nova equipe que compõe o Da olobe. (Do Correspondente de Campo Grande Francisco de Assis Diniz) e , l' RIO G/3 li M S Leia e assine o Jornal Tribur.a da Fronteira TFP Enalte«e Soldado Brasileiro "Que margem de tempo e de atenção consagraram º" brasllelros nesses_ dios a leilura do noticiário sobre o Dia do Soldado? Qual a amplitude, em seu co ração do apreço e do reconhecimento que tem por nossas Forças Armadas?' Essa questão foi formulacla pelo prof. Plinio Correa de Oliveira, Presidente do Conselho Nacional à!l TFP, em entrevis tn concedida a. imprensa, por ocasião das comemorações do Diu do ioldado. ··ocorre ao noss público que as con dições em que vive, ele nãc as teria se nos anos de 1960 até aqui, as Forças Armadas não estivessem • empenhadas em uma luta lndõmlta_ contra a agressão a mão armada e a g•.;erra revolucioná ria psicológica que Moscou move ao Bra sil?", acrescentou .o catedrático paulü,ta. ''Digoum et justum est, aeguum et sa lutare" - assim rezavam as pala nas mi lenares Ja liturgia católica: "E coisa di goa e 'justa, equitativa e salutar, prestar honra quem a merece". A tal disposi ção de espirito todos nós devemos ade rir sinceramente, b.ini>feciados que so mos por esses bravos, pe1o fato de ga rantirem, para cada brasileiro, um lugar ao sor·, concluiu o entrevistado. En«d: o Espeeilizdo às E-colas Mili!ares d> Aeronautica, Exército ou Marinha, Atenção jovem brasileiro, eja um Ca dote! Iogresse na Força Aérea Brasileira, Exército ou Marinha. A Força Aérea necessita de piloto. Voe gostaria de pilotar um 'Mirage', voar na "Esquadrilha da Fumaça ou +ingrar os mares levando a Bandeira do Iras1l? Estude por conta do Governo Federal, ingressando na Escola Preparatória de Cadetes do Ar, Cadetes do Exército ou Coló,;lo Naval, e faça do seu sonho umn reullt!adc. Idade de 13 até 23 anos . Solicite urgente, por carta, sem compro misso, as informações gratuitas de cor do com a Portaria 371 GM/3 do Ministé rio da Ae:ooáutica, fu,;truções do Minis tério do Exército e :larlulrn, no 1rngulato endereço: Preparatório Militar G/3 Armas Caixa Postal - 1.883 • Capítal - SP Prestação de Conln Saldo anterior , 1.233,33 Ordem de Pagto. conf. oficio n 9 03-76 708,33 Idem, conf. oficio cJe 10.09.86 /SN 600,61 Deposito pelos seus membros 1.500 00 4,092.27 DE::iPESAS Aquisição de um aparelho de som, conforme recibo de 07/06/86 2.600,00 DISPONIV8L Banco do Brasll S.A. conta de depó- sito, conforme extt·ato 1.492.27 4.0!J2,27 Conferimos a prestação de contas no valor de CrS4.092,27 (Quatro mil e noven at dois e vinte e sete centavos) Bela Vista Mt. 07 de Junho de 1977 Afonso Dilon Nunes Leite Tesoureiro Dr. Fiorl llurano Presldent11 e Bela Vi,ta lIT. 7 de junho de 1977 Ao Diretório Regional de Mato Grosso Cuiabá - MT Senhor Pre,identc Em anexo estamos remetendo à V. s.• "pre, tnção de Contas do "Diretório Municipal da Are na - Fundo Partidário" do exercício passado. em outro particular, formul.,mos os nos.01 protestos de estima e distinta consideração. Atenciosamente: Afonso Dilon Nunes Leite Tesoureiro Dr. Fiori Murano Presidente C O M É R ( 1 O E REPR E S E N T A Ç Õ E S Mauro Jorge Gusmão Adubos, Inseticidas, Herbicidas, Sementes, Calcários, Tratores Ford, Implementos, Colheitadeiras Ideal, Cataventos. Brevemente filiais em Bela Vista e Antonio João Avenida Brasil, 2286 - Caixa Postal, 203 79.900 , Ponta Porã Mato Grosso ]'- - - - - - ------= O SETE NOVA IN Sllr> r>·1ulo, por Cf(JvfH ,Junior, da ,r,f,J 4 pince Leopoldina, com seus dedos nfilud e róseos, duledamente fechou ll Curta. Jlas foi Chrn Unl geH(<►1 udn ,. lnipaclknle quu 11plii:ou o Hl'lo eh· llahi-i burgo nu cera inda líquida do lacrl'. Hesitou um tomento, relembrando o eon teúdo da mlsslvn, corroborando o (''>ll· relho'de Jos· Bonilclo: "Senhor, o da do, est lançado e de Portugal não temos 'esperar senão escravidão e horrores. Véiili ( V.A.ll. quanto u111es 11 de1:ida-~1•". O porta lor Paulo regro rec lheu a cor respondê&nela, curvou-e e retireu·se e8- tn[ando cavalo pelos e mi hos entre u cb'ü e Sl10 Paulo,, Lida u t: li r t!(Jllll<W1t @,'i «u etosta.so ma [J:ial Ct•lllri, buium o s111Hi11:~ IHl'co ,10, il ,.;rb:1m e o agitado sangue lente] no- dos B onça. o Jovem Prieipe !llllll 11 :: 1~·1v:1lo .Ec, reuilndo a e tlva, 8a :ou d1 espada. Uui grilo rouco, como um•1 j·1r,1, ma~ também como umn de a!lo, a 3sou-lhe os ltib!'os: "lud •p.111dêucln ou Inrte!" N > gesto e na Ir use ua ;ola o E3ra sll u II tô ·1 mo. M 1,1 e,sa 1111touomlu política mlo signifleou nsu real iuJep:.>ndencm d1l uutro:1 c ,mp >s. A nossa soberania juri dlc11 pleni.l, dtll 11 dti 1875, quaodCl o inci dente CHRI TIE levnu-nos à rPvis:1u dns Tratados dJ 18~G r-: de18:V) A'é rn '.lo ti nharn,,s ele toleme lrlhuu ds 1 ,glt>.,es eru território br11silelro no,; q1Ptis l'r I n jl gados, por juíza I e leis br!lil 1tc ,.- , os confliLOtl enlce os n11clonui.; e :1;; sú•lito, d S.M. Brltílulea. A no,s t indPpc>nclt'n~i11· soclul vai se fazendo cu-t si e vagro sumente. Um modelo '3nc;al br,1s,leir0, justo e eq11ílrilml', vem se t1sboçnn lo 111 longo de 11ossfl História. e tem ns maif d1versos coustrutúre-,: Eu -ébio eh, Quei róz, lsabc-1 de Urugau~ 1, .Jc1i°l•> Càntli 10. Getúlio V1ugus, L'ndotr > Co!lor, Flori,; ·e no Paixão, Itobe"rto SampJ,a e o anôni mo burocri1tu que ln11rnt m 11 ubrn pri· ma que é o Pl::i - P A E.'. !a-1 arnd:! es• turnos longe de poder o h·n cm orgu lho o nosso mortPlu soch I P l ,Lo 1101< tor na dependente~. Dep·nctenle~ de ul11çõqs tmportndus, dependt>ntei- ,la CHi,l ide dc•s pises mais d e s e n v o I v i d o s, da caridade dos p .í-esmais desenvolvi duH ""fll'lld"11lt fl ... A i11dt•fl('lllll!11(·1,1 ·c ll u/)n;IC.ll r•nt:í,1, Pil' l' ·,- l'iill:i vr•z 111,1h lon: rri11qu•1.' .. Enriça cemnu-n s, wim. Mas d eu-ta de um a u fadar en ivida vento l" '(p,J"flO, 60!íilltl•J >) um l10_t(1~·j,; p:;IJ IIIJU )111:'IIIIJ ite Pll'>l'l!ll.'H, m:lfl llm1l ,d 1,; fl·8er v11 i; 111i11 •rniR E m1n:-r10 11111, d,1 sq,:uuda 1,·,rr;i, r,: " !!"? r; d 'P•'llde~(p lll'S"l' :l'-'[J<'C· to rio 1:il ro, lllU, q•:é o quito de quartzll quu venrl,•mo~ .i rlol'I dôlur<'!-i o rcco1•1- pramos. transforrado, nu dois mil dóla ros, Mas u nn:;sa lr.depenrt.1ncla pol1t1c 1. e- prece e»ir cuda vez mais nsseu ruda. EI I Jú nn,: pHrmiliu c1Jr1r :nm·cu•los l:'Xf)Orta1Jor,'R aller11>1 li vo", j:i nos poR 1- bditou u·nu atllu Jt• h,rnefll,1 o coerent11 rh1 0<1so rio Oriento :'llédl11 e nos uproxi m u da nova Ar. leu Portu e du ·•r6prlo 1'01 tugul ri •moerálico. O pr1 1gna trsm responsável a plitica do Itam rat, nas mãos hábeis de um; Gibson lladi 1i;·1 ou úl:' uw Azeredo d11 Silveira, Ll'tn :-ld,1 profícu:1, h')lll'<'f'U e independen te Que o Todmanu. o rnnitl recente vl :-lt 1nt·• 11·J1t, ;1merlcaao, leve u0 eu Pre,;ldente ess·1 impressão de idepen Lleneiu, 11rn~mc1 por que a VPIIJU lógica e,1:il11a qu,• nii, se deve misturar catego rhs filo~ôtit!as. Direitos, h11ma11ol' são di reito, humaaos l' n ;da têm t1 ver, por exe npl11, c'Jm energi-1 oucl ar. E oe.,tes dot • camp >S, o innss.icre suli110, a condí ç1o :-oclnl dos negros e dos "chicanos", (IS •IYLA Y viet1111mít,ts, a ln~trumentali· znção sexual rtu mulher', e a genocida ulilizaç,lo do a tomo em Ngasaki e IIl rrshlmu, silo !'ato,; que nil.o . uuto1num moralmeal•' os •1ossús vizinhos C' amigo!l do Nort•• 1> siit11rem·f'b numu posição de crilie ,. Ê fundam ntal paru 11o~sa inde p •11Llê,,da n·ul o controle d,1 tecnolugi: nucl:l:11·. E, c,'rl<".ment, 11lnguém. pret,·n dt' neg eia: siste nu político por auto-su r1cíec1u en rgé i :11 já que isso significa ria um r.;torno tios te•npos flll que o velho e h•gítimo rn•IMdu dizia: - "De lá nad 1 temos n espernr se11ào escravidão e horrores". E htu foi a 155 t1nos p~ssn ctos. Ministério da Edul!ação e Cultura da Coordennção e mu is de 1000 índio!! Coordenação Estadual do obra! Mato das Tribos Terenas s Guaranis. Grosso ~ui Agência Cultu1·1il Já em t975 mais 17 ruu nicípios foram C. Grande 08.09.77 11gradt-cidos com Postos Culturais, sc'ndo 1 :~'flf'-!:JLl,QADE que a 1" inaugurnção ocorreu em 14 de O.,P.r,Qgrarn,a .de.,_,Atividade Culturais maio, no rnJoicipio ct·e ~liru,1tla, dando do Mobral, fllérn de oi>j-!tivar a amplíu- início à 2 fase de implautuçilo. ção cio universo cultural do Mobralense, No dia 4 de outubro, Uuia LO!)l'S da vistu sobretudo à complementar os de- Lagunu foi o 35 muuicipto u receber mils prgratas do /Mbrl. pra atenuar u,u Posto Cc.lturul. oU,,.IQ:pP.d,1t.1,,l,",~gr~;j&_~p,ap,l"Í.nnlfabetis1110: Na 3" fase, o ano de 1976. súmente a 11[aFltu•u.o, perigo. da,; :d?8er,çii.f);-, diminuir e ida , 1e de Inocência foi conte,nplada cc,m o número de reprovaçls; /agi cumo fa- um 1-'usto C'ultür,íl. ilfndo que a innugu tor de mobilli11çao: 1 iÍlcedtiv;rr 11 0 11 espíríto rnção ocorrP11 no dil1 31. 10.7G associativo e 8º.ffiÜ_nHl}tfO,<f! divulgnr a rtrav0s ou of. iOJ 16/77 de OS.US.77 foi lilosofla d ~fobr4), .. ,~i.t;•;progrnrnn estt "Olirilado ma:. ri 11 pna 14. Posto Cullu sendo trnplanbdo ~tru,·1'~ de pu5lo_; fixoi- 1 rai_s ~uj 1s inaugur,,çõe, ucor,e1üo no (oq postos cullura1,) e po,tos volantes próximo uno. (Mobraltecma) distibu'dos por todo o pi I--- 3. E A OBRALTECA CHEGO l 2 - SITU ÇAO D8 !!PLANTAÇÃO 1 , ~lohruh,•ca ,·i,i1ou n municíp'o, da COES- No ano de 1974 fort11U inuumirJdos 1 'f/'.IT/ 'l'L no período t!e 111arço a junho cio a,:,o Postos Cu1L11r1iis na Coe:H/~lt/Sul l'"f'·"l",- O 1,·atnnlm de bonecos e o show ao I • 1 Nesta l" r d • 1 t - • · 1 ' 1 '11 f»r 1111, 'l" ponlo, culminante,, atr:unclu mrlhn- 1 - aee e 1mp un liÇuo ,a u tirou rc,- <lc ·,·,~.-c1:•cior,·s. uµldade inaugurada foi e[etuadu no mu- ,1 .. 11IOADES DOS POSTO.:, CULTURAIS nlcíplo de A'Juurilàndla no dia 10 de .,,_ , m,iori,tlo, Po,tos Cultur:ii• teu, t1,,,.,ll•ol- nl>vembro/74. ~,'_,lo cli ·, ,o :•·~prugra111u•. rlcs1.Hc,mdu ~" o de b Ainda nei-sa 1!! fuse de lmplaataç:-o 1:;11cr,11u u, t u)d, Artcrn1u10, lcatro, l·oklon,, e npssu Coe a, ±, ., __ V+ O· E-porte. As avidades que merecem enfoque ·ão. • est foi alvo ile ande espettcu- Enipré-timo de liryreneura-, pequeno- fe-i- ll / lmprt!DSIL de Mato Grosso, P&runú ni, ,fo música-s rei6it- criarão de conjuntos e'São Paulo noticiou e registrou u inau-} uieais; exvi+@eu!na),, cadastramento d guração do Posto Cultural na Colônia ur1rsàn,, e,pctuculos te.,1ra,~ aprc-cntuçüe, folcl6- lndigea Buriti. ria- e aivil!e- sgjjg1 ira> de E»- ' Na oportunld d J. • - t• • t por!c Pum_ 1 udu,. 1 ruf1»1011uhzJçuo P,·cla;!6~a·a t 11 e, p_:si-o,s impor ao es e ,1., 0J,1liw,.10. r ~ d Funnl e do Cecut (Centro Cultural ô." @IS ,Ip!zo 1 dL Muhral) se fiuram prL•sentes e.orno: ;; - ATIVll)AOE.-; J,JS 1-.XPHESSl"A O. Senhora Lilfam Barreio. Cel. Aler! /,1-E?1A, ±!vi _E.iipis tsfi Verlangieri de Castro (então detéiá l' _Orfiiriíõ siíÉsfiii. R<eaiontd da Funal) Pr fe t d •. • 1 - 1 r111u·,ro F.xpupl4,I. z • 1 no1I Culturnl cio 1 o_ !-'--"' ' "' 1 OS 0-S IUUDICJ- E,1utl!, 3 - !'ar1icipa,;fro ao l" Tcmin,iriQ de P 09 V .ouru08j--quaae-todos,~ l-em-entos- -fü.efou.o.;--do :,ui dc-lla:.....G.r.o,.u.____ _ __ tl,.. , /'. ". Pôr da Fror.teira OLUNI O•·IE - D falto nos outros o v a r d i a () in,lidrluo l(U<' u.ln 1c1r1 J ,uficic11te l'ull•Ót"n· eia de que 'eu os outro+ +orno+ um ó tora-e euoí-ta. 'Tornando-e goí-ta, [ 1,1 n "-t'Uflr a ne ... ee.-«idade de rebaixar os outro para e mostrar imporlllUI<". 'e r, '"" nula (· (lO. pr,-c,-a_ dar_70 ou ti) para outros a fim de sentir-e uperior. orna se ciumento, e é homem rico, irrita se, +t alguem tira notas mais altas, ente ódio; e se um ealga de serviço ganha ordenado nvelhor que ele, fiea nervoso. Manifestando tais cd1111es. u.'u íi.Ó ~ tormentará eu próprio e,plriw, cu11w turnhe111 (,. cara impossibilitado de alcançar o uee+o. Uma pe+-oa que e esforça para lcançar r nota V) quando : que o outro irou U), poderá ir a +r um grande homem. Mas quando o indivíduo não pensa assim e clgse a folar nurl elo outro parn dt· minu!-lo de r,la 111rullhll:lu. li ouve uma época rm rpw u Seich_o: _ o - I~ so freu crftica-c por 'artt! ele outrJ:, rellg-1oe~. Tratava- e Iam em de ciúme por cau•u cln ,u • l ,crinridade da St'icho • N -Ie. Como dizia o hos• 1in1 lto, as Religiões nino ·e manifestariam contra a Scicho.o-le, e esta fosse real:ente um mnu ensinamento e uão tivesse por ; .. t-o, nf'nbu1111 for ç-n. Se f0..,-:e ut11 mau t"n..-.1n1.1rut"nl<1. u➔H',ito~, cornprc::en,Jeriatu por i-Í nH•f.1Ud"l que nào haveria nenhuma neceF- ... idade de rnanífel-t.an·n1 .. f:c contra rela, pois um ensinamento em valor acaba dre+a parc::cendo H>r i-1 111e .. 1uo. )1a<,j l,.l"t~ n.1u. u,·01Hcce com a Sric h>•No I,,. A f!lln Poutnna t! a utc~ma do Budismo prega a mesma verdade contida nos cnsinnmt:nlos de: t 'ri-19 .. lf111 d1,,o Ct'fll multo mais vida no rnoclo ele:: pre~ar. Com o receio ele HCrcm darolaclo,; l'"I" np irr,·imcnln de algo tão pn<len, .. o como u Seicho-o.le, ele» começaram a criticar-nos como mcdidn ele pre,,.nçào. Cena , ez, um Lonzo panicipou ele uma reuniàu da. S..'.'iehn•.:'o-lo e fel varias críticas contra a tnes· na, aconselhando que u pessoas deixassem a 'ei ,.-ho•:'o•lê, poi"' c .. la t>ru um mau en-inamento, A pc~.;on..i ficaram ou, intlo o <"tn ,. i_lt'ncio, ruas final mente um deles e levantou e disse; ") senhor falou mui(o mui <la St'il'ho 1'io le. mas u•1ui t'U nunca OUÍ nin;.:uc!n1 fulur mal do J.u,li.;.1110 n,.nJ do Cristinni~mo. A Seicho .'lo 1~ r6 vive e_l o gi n n d o os outros. Bor is-o não e r e 1 <JUe o:, Sl!Ui cnsinn111,·11lo~ i,;rja111 ruins··. O bonzo ficou cnrubcci<lo diante •!e.tas pulu>rus. f: rculmcnlc• lamt'ntá,·d o fato d as pessoas prccieurr-m rehuixtir ug outro .. para se mostrarem imporruntee. f: <luí que e originam o conflito:;. O "modus vivendi da S-,icho-No-lt, é não rchai• xnr nin:;uém. não folar mui de pet-~ou alg-un1r1 Pelo contrário, ele l.·ont-Ír-lt." t'rn dc:--cubrir us quulidudcs. cm cu<las u ... pct-~Oal" a do::;iú-Jn ... 1) Por determinação <lo r Cel Cav Orlando ilcnlzin::cn, Com,nduntc do IOº RC, serão aliena• tias -1 (três) viaturas com a, caracted,1icas abaixo citada: - Jcep 11-1 Ton, marcn Willys, -lx-1, motor a ga solinu, 9J l!P, ano de fabricaçào,1961 (EU l!l-12523, chassi n, 4/5221/00370» -Jecp ]/,1 fon. m•Jrca ill,,, -lx-1, motor a goso• lina, 90 HP. ono fabricuçfo 196-1 (EU 21-1:!522, rhnssi n, ,l/5~2-l/C012ll). - Jeep Ili Ton. marca Willys. -lx-1, mo•or a ga,o lina, 90 IlP. ano tle fabricação 1961 (EB 21-1252-! chassi 110 -1/522--1/0lllll 2)y Os interessados na aquisição das referidas viu• turn!'I devt>riio entre~ar :-Uad proprosra:, até o di:i 2o set 77, cm envelope, lacr-Jdo que ,cr:fo aLcrto, no tlin '!:7 set 77, às J.1:00 li. no quar1d ilo lO.. RC 3t erio prestadas informações e outros clemen to~ ,,,.cc5ó~ário!- ao perfcirn conbecimento do ob jeto tia li,·itarào no •tuartd <lo (O, HC., das 1-1;00 à- ló;oo hs, devendo os interessados entrar em li~.1çfio co1u o l, Ten Marco Aurélio Bastos Do mingues. -1) O,.; proponcnlcs <Jllc ti ,·creu: sua a propostas ucc::ita:1 deverão fnzcr o pagntnento de amu caução no valor de 2o, do total devendo ainda liqui• cl..tre.01 o tutul <lu pi..gamc:.nto dnõ pr,>poStas no má .. ximo até -18 hora~ ap6,:,a <JU=iuc.lo será entrer,uc o objeto da transação. r 5) O n:io cu1,1primrnto do prnzó de -18 horas prescrito no número acima. acar-retarú reciEâo,.. DIJ.• tom:lrica do contntto, perdcodo o proponetJte, a caução de 20%. 6) Ser±o considerados ,·cnct:dort:• o;; prop<>stns que mt'lhor ofor1a faça pnr-.1 cada , iutura. r TRIBUNA , POETICI Miguel Ângelo Pedroso - Cap Cav Prcs,dcnt.e dn Corui•~ào de Liciln:ào o quP t'U nrloro <'lll li, Nü o é 1t tua beleza. A beleza, é em nós que ch1 u:,:le;tc. , belozn ó 11111 couc~'ilo. E II Relo7.íl ó trlst_<'. No é trt,te cm ,;1, Mas pelo qut• há nela rio fragilidade t, tio lncertt•,.o. O que eu udoro em li, Não $ tua inteligeni+. "'ào ó o teu espírll•> ~u(lf, Tüo ó~ll. t11o Jurnlno,o. - Ave Roltu uo céu nutl· nnl da mont,rnhu. Nem é u tuu clêrdll Do corução dos ho11H!111 o das coiss O que eu adoro cm ti, Não é u tua graça m11FI· cal Sucessiva e renovada a cada momento, Graça aérefl corno o teu próprio penR11menlo. Graça que perturba e qu 1 t.rn liEfez. O que eu adoro em ti. Não é a mãe que já perdi, Não é a lrrnü que já perdi, E meu pol. O que eu adoro em tua natureza, Não é o profundo lnstlo to materMI Em teu flan«o ubeno co mo uma Ierlda. Nem tua put'eza, nem tua Impureza. O que P.U adoro em ti - lastima-me e consola-mel O que eu advro em li, é a vida. DOCUMENTOS PERDIDO~ O abaixo assioado deala rn parfi os devidos flmi que foi extraviado o documento. Carteira de Identidade. R.G.-58.221 expedido cm Aquldauana. Publicação que se faz para obtenção de 2• Via. Olga Mendonça - Faria O abaixo assinado de• clara para os devidos fins que foram extra vin dos todos os docuwe::i tos, Carteira de ldentid& de N? 04238, Registro Z-54, .237. Carteira de Motorista, Carteir11. de Cheque Ou ro do Banco do Brasil Publicação que se faz para obtenção da 2!! Via Shicbiro Nishikawa O abaixa assinado de clara para o s devidos !!os que foram extravf. dos os docum.-ntos do segcite: Veiculo Volks w a g e n 1 500. a no 1971 - côr azul pa vllo Chasis- BS 151560. Plutar.,co ColJna 1 J 1 Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº260_28_08_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº263_24_09_1977 Voltar para a lista de itens