TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº265_09_10_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº265_09_10_1977Número da edição265Data de publicação9 de outubro de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -22.12126604542578 , -56.51779101297539 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº265_09_10_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto co Fu11darlor: Ivaldo Pereira - lao VI WJ PBG:ÇO DE STI EXEMPLA! CHS 2,CO O prel~lto Municipal de Rela Viste, José Slmpllclo do Costa Murqus, esteve recente mente em CuiaM. ondo mnntPve contatos com inúmeras secretarias visando solucloonr alguns casos que estavam pendentes. o DE CRAN, entregou a prostaçüo de contas ela Prefeitura, e foi Informado pela titular do órgúo, que deverii estar presente dln 5 de Outubro, nn clclocll' de Campo Grande, para assinatura do convênio de urbanização. Es te convênio já foi assinado e estabelece: o seguinte: 1) FNDU, do município cS 239.Gl ,ao.Sendo: P) crédito vindo d~ Brnsílin 139.68I,oo b) Crédito da SEPLAN (Secretaria de Plane jamento) 100.000,00. Estas verbas poderão ser aplleadas indistintamente. CEMAT nom o Cel Estevào Torq:!ato da ilvo, da Cemat, o prefeito municipal recebeu a con firmação da extensão da linha de transmis- , são de Jntonlo João para Bela VMu. Se gundo o Cel Torquuto - ''Já foi publicado o Edital para a tomada de preços. no i:entldv de ser u!lqulrldo 177 postes de concreto!! e 1o0 luminárias. Esta aquisição é para a re forma parcial da reda de energia elétrica da cidade. Com· a visita do prefeito á Cerna t, fi cou realmente con!imdo: "Bela VIsta roce berá energra elétrica de Urubupungt _Reformas de Escolas No ,Departamento ele Obrns Públlcna, con seguiu a liberação da verbn de 150.000,00 que se encontrava no Uepartament'>, para a parcial reforma das escolas estaduais. Ficou um restante de 150.000,00, que sná liberado quando da visltfi de um representante (En genheiro Dr. Dlnulmo) n n0,sa cidade. O en genht>lro, virá provideneiur a rnedlçílo de obras Juiz par Bela Vista a Corregedoria Gerul da Ju liça, u prfei Costa Marques. solicitou junto ao Desmb sr gador ergio Martins Sobrinho, o prt.>enchi mento da vaga existente na Comarca. Esta mel.lida exige uma certa urgência. pois o a tuo! ,luiz, que responde pela Comarca de Bela Vista, está lotado en.. Jardim, e iual mente,· respondendo turnbem pelas Cúmarcas de Porto Mm Unho e ?llat·acajú. Secretaria de Educação P- Cultura Junto ao Dr, Louremberg Nunes Rocha, Se cretíU'io de Ell11caçíio, couseguiu a libernçíio do pag>1mento do débito reft:rente ao forne cimento de enérgia elétrica à ecretari11 de Educação e Culturn, consumidas por seus colégios em Bela Vista. A verba foi recebida junto u. S&cretarla da Fazenda Cuiabõ.- Não procede o notícia de que Indiquei o sr Pedro Pe,lrossian para gover nar }ato Grosso do ul e, muito@ menos, ou candidato ao cargo, disse em Ciabí o Ministro Rangel Heis, que se encot a na Capital para assinar convênios com o Gover- 1· no do Estado no valor de CrS IO milhõ:~ p 1- l j ra cobertura do cana! da Prainha e asfalta mento de um trecho d&. pista que liga a c! do.d(' ao centro político administrativo. O Sr Rangel Reis abordou, também, o pro blema rios fluxos migratórios para Rondônia, onde milhares de pe,goas f'Ftil.o enfrentando toda sorte de dificuldades porque núo e11con tram terra para cultivar Afirmou que a itu ação j está sob controle e que o Iusllluto llcional de Colonização e Reforma Agrá ria (INCRA). e>ti procurando assentar as milhares de familias que foram levadas pa ra a área "por pessoas sem codiçõys", f Noedi Leite Larangeira ire!ó:ío la r., B.ep.re:.en tação a <. ~ • 3 Brasilia Em reunrno cio Diretó, lo ~u□lcipul da Are na, realizada no dia 5 do correute ficou ele, liberado que mandaria a füa~llla, uma repre sentação do Diretório composta de 3 rnem bros chefiada pelo Presidente Dr. Fiori Mu rano A m,,f;; os companhPfros Dr. Ely de A raujo Barbas, Noedi Leite Larungeira e ,Jo sé Joaquim Ft::rreira Souto, p!ira estarem p!'e· sentes ao a to da assinatura pelo Exmo. Sr. Pre1:1idente ela República d:1 L"I que cria o Estadv d~ Mato Gros.;o do Sul, marcada pa ra o -<lia li do corrente. (Jota Jota) Prefeitura Municipal de Bela Vista Decreto N, 04/77. ec. Adm. Em <'6 <l,- Outubro de 1.977. O r José Simplicio da Cc,r.a )!arque-, Prefeito Mnu nicipal <le Belo Vista. E.c..<lo <le lllnto Gro,so no uo de fUllS aLribuições. legais .. DECRETA Art. - I.o Decreto ferindo liunicip:i.l dia li de Outubro, <luta <lu crinciu do Eotado de Mato Gros- so Sul. • Arr. - 2.o O presente Decreto entrará em vigor na d.ta de sua publica,ão, revogando-se em contrário. José iplicio da Costa Marques - Prefeito Municipal. I l!ÇOIJG Inúmeras reclamuçõcii chegaram a nossa red!lção, o respeito ds falta de bl!!iPne em alguns açougues da cidade. "Carne éo mos ca varejt>ira é com:tm"- afirmou um dos denunciantes. É necessário que os fiscais da Prefeitura etetuem um Rigoroso levantamen to e punam os r~::ponsáveis. Quem não tiver condições de manter um c:.>rto p!ldrão de hi giene em seus estabelecimentos, devem ser llulJados e severamente repreendidc.s. TRIV Um grupo qualquer com um objetivo comum, uma ] conversa animada e de-percebidamenta entre opiniões e relutos, nce uma idéia. Desejamos inicialmente, a travéR dl'sl11 colunu, levnr nlguma fllf}fliiU;!AOI, ali:rum Ju .. zer e especificamente intertr os qur, por tempera mento e formação, gostem das coisas simples, bierá po- i• 11111 rela10 rio din-a-dia, Acreditem, nào nos passa peln cabeça 111·111111111~ outri~ prrtcn,iio. O prin,eiro prn blema encontrado foi o ntinente no d1ulu. ,pó, um diálogo com uma pessoa desta cidade, especificamente em uma ca»a comercial, optamos pelo "Trivil iimples" já que coaduna com aquilo que objetivamos narrar. Nossa mior meta, talvez razio de er desta iniciativa, é sermos úteis, Aspiramos influir po,itivumenlr, nem que seja sub-reptieiamente, no penamento dos quo nos acompanharem, lendo nossos artigos, Começamos hoje e pretendemos, sem fula modéstia, agradá-los até •]lle por qunlqucr motivo deixemos dP oqui comparecer: E neste finl de linha, coro um "lugar de rc,•onheci • mcnto", cuml'rimcnlnmos o Diretor destll scrunnúrio pela opurt11111dndc. ' A Visitu A visita n 11111 hoapitnl de doenças contagiosas algo deprimeate, que dá a qualquer pessoa uma sensação de angústia e medo, Por ai vontocle que +e queira e&t11r, há sempre um ccrt<, e,c,úpulo em nos nproxmrnr. mos dos doentes, em tocarmos em seus objetos e uté em repirarmos o mesmo ar. Além di»u, chocu nos o YUÜo de uni outro caso grave, quun<ln fisionomia do pociellle tcn1 mnis o 11parência ele uma máscara grote, ca do que de um ro&IU humano. Com frequência, o senBÍ• bilidado dos nossos sentimentos ficn abalada despertando cm n6s ,·ompaixão pnrn co111 uquelns pcs,ons· Um episódio que me marcou profundumcn1e ncon• teceu num ambiente assim. Certo amigo meu tinha um parente internado no posto de sn~<le du ciducle num pn'il11ão dcs1inodo, n tllul'! precário, a tuberculosos. Prccirnnd<> visitn•lo, convidou- me puru acompanhá-lo e, como não hnviu iu. con'cniu,tc, acedi. , A primcirn impressão que tive ao transpor a porta do c_normc, Fnldo cheio de leitos foi da limpeza e as,eio. O puo encerado, os lençóis imnculndamente branco• as paredes de azulejos brancos ecm uma mancha conti nuava uté a laje de cobertura II uns quatro metros de piso. Cndn duento tmlrn cm ma cabcccirn um crii,rlo• mudo repleto do remédios. Ena primeira imprcs ào passou logo, untes mesmo de alr.ançormos a cama do doente n quem visitávamoF' A par cio nmbientc de limpeza, pairuvn no or um cs• pcctro de dor, sofrimcnlll o 11111 ch~iro ltorrlv~I ele l!tor te. Raquel nla do pavilhão, estavam os casos irrecupe rave1s. Üi paciente• 11nha111 o aspecto de amontoado ele ossos cobertos por uma fin camada de pele 1ransparente. Igualmente 1mpress1onndo, fiquei ao ver o h!Jmen n quem _fomos visitar • losto magro e fino, e,cnssos cabe los grisalhos, o perfil ante bonito, provavelmente, hoje trazia mnrcns J.lrofunclns do soírunento físir.o, olbos fuu. dos com olheiras negras e, <la bocu que fc torna,n cnor• me pela magreza, puecia. onhnrcm os dente•. O l.'eltc- par• cmlmenle descoberto oscilava pela respiração dificil. No entanto, ao curupriment5-lo fiquei surpre3o com o bri lho intenso do seu olhar. Era um contraste que realçava ainda mais a aparência doentia daquele desconhecido' A conversa iuiial foi simples e informal, Yersando sobre o estado do doente, como ,e c;entin, 5,c O atendi mento era adequado, se no precisava de nada. Ne••e drnlogo, f1que1 a morgem, pois me •cntia pouco à vontade e deprimido. O nosso doente mostrou ser de palavra fácil e o sen espírito demonstrava uma Tort11leza· que! não condizia absolulamellle com seu fí. sico. Isso foi me clcix,rndo mnis á 'OUlade e, depois de certo tempo, o mal estar havia diminnido. Como si: tivesse lit.lo C"ru 111euj pcn:;amcnto", a certa alturn, aqucJ., homem fez uma obser'oção que me dei xou sem ter o que dizer, estarrecido, envergonhado. «ES -- Notei que o meu jom amigo, chocou com a aparência das pe++oas que moraru aqui, E, mui to natural. Eu mesmo, à vez>, me urprerendo com a minha,própria imagem, e chego sentir um certo pavor quando olho purn o Indo e enxtrJ:n meus rornpnnhe1ro, de infortúnio, alguns em pior estado do que eu. De morou muito para dizer isto por ter n rc,pirnçfio difi• cil e ponue um acesso de C1Jsse deixou-o 1•fr1?:t1Jh! e com os olhos brilhantes de áua. Compreendo, Entretanto não consigo entender cvrno comegue c,,nverenr tanto tempo .em uenhum la menco pdo seu cflud,J e manter uma t'JCpre•~ão de ulhe inmento n sua própria doença. Arrrpen<li-rne imeclinln• mente por unu ta conFeg11ido e,cnnder o mu tpanto com o <JIH! via. Oc repenlt-, deu-me vonlu,le de rnir imcdiutnrnente duli por e.tur Mlormen1ando e;olsticr•• mente aquele homem com minha total falta rle lato. Ele que passava a ter outra fisionomia 1os meus olhos, Jlí qmise nfio Yin doença em se11 rosto, tal a sercníd11· de que refletiu seu semblante. • En:;ann•se, meu ,curo. Muitas vezes 1enti penn de mim mesmo. Nessa• oca,iõcs, implorei a vindn dn mor Jc. Mas ficava vexado em ver- no meu redor nlituém em pior situação, Aliás, vou contar lhe uma hiHória rápida que, upe,ar da simplicidade, explica em parle o meu cHodo de espírito· - Havin numa aldeia, um velho padre <JUC, em virtude da pobreza da paróquia, raramente tinha algo mas para comer nlém dos frutos de uma macieira que havia em seu quintal. Esse padre mortificava se pela vida que levava e, muitas vezc• no recolhimento de sua cla, perguntava a Deu• o porque daquele infortú nio. _Nunca· recebia rc•postu. Acontece que ele costuma• vn J0f!Ur u cnscu elas 111 a ç ii s nua l n d o• <lu _igreja onde não passava ningaém. otou, um dia que simn que Jogava as euscus vinha mu homem 111Jhrnpi lho que ns apanhava e comia, o que lhe chamou 0 - ten_çao. T~dos o• ,lius, n rneõma, coim. Enquanto isso, mnu e mau uumen1111'11 o seu descontentamento em face da folta de uma refeição dccenle, a ponto de se 1or nur mnl-humorudo e runzinzu. Um din no 'cr o ho mem aprnximar•se, resoh·eu snti,fozer n sua curio.icln <le. Abriu _a poria e chamou o vagabundo. Antes que pudcsrn dizer alguma coisa, falou-lhe o miserável com ,·oz serena: • A san benção. padre. . Deus Cl uhcn:ôe re1pón.leu cou, rispidez. Quero fn. zer•lhc 11111n peq:unln, homem. Porque vem romer os rcsloS de maçã que jo~o foro todos os dias? - Porque ser isto a única refeiçiio qnc como durante o dia padre. Ora, aqutlo surpreendeu de tal forma o padre que, por rnomentc,s. ficou sem palavras porque sempre pensou que era o mais prbre dos homens. Quando falou de novo, c,1nrn menos anressil•o e <le mnnstrnva umn cerla piedade pelo vabundo. Digu•me umn coit::o: você deve se r;nsidcrnr o mnis pobre e infeliz dos homens. - Absolutamente, padre, agradeço a Deus que me dá algo para comer, pois conheço gente que, por vezes, nndu conEeguc parn rnntnr a fome. Deu um soriso e cun• tinuou: emprc há nlguern em pior situação do que nós. - Envergonhado, o padre fechou a porto. e fo, reznr em seu orntôrio, dando graças pelri refeição diária, que pn>■arn a representar un, banquete. O homem que contava isto terminou de falar e fi. cou por longos instantes a nos observar, como que querendo ientir o impacto daquilo que clissern. Como vês, meu jovem (tosse) eu procuro me satis fnzer com o quinhao a que tenho direito. E vou levan clo a vida. ní dali envergonbntlu comigo, rnns mnral'ilhado com a simplicidade ela filosofin daquele homem que, os porlas dn morte, tinha forças suficientes parn colo car-se acima de seu sofrimento. NO 'O APA Tribuna da Fronteira - SEMANÁRIO NDADO }lecbtor-Cheft: E.! '.!/2/7'! Ialdo Pereira Os artigos publicados com assinaturas des uulore• uilo trnduurn " op11.iao _rio Jornal Sua publicação obedce ao propósito do deba. te dos problemas municipais e de refletir n diversas tendência« do pen·amuento. Tribuna dn Fron1cira é urnn puhlicQç.io da OHJIVAPE- CGC·MF: 03.2uo.763loooJ.7-t Heda:Ao e Admini,lra,;ão Hnn Duque de Co• xia , 6/D Bclu Vi,tn • Mato Groi!o Oficinas: Rua Duque de Caxiae, H'11 llela Vi,ra Mat,1 Grouo Dr. Ivan Afonso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Haa Voluntários da Pátria, 376 . Fone 210 Bela Vista Mato Grosso SERGUJ ROBERTO PERllNDI ADVOGADO Bela Vista Mato Grosso Dr. Oto Maracajá Branquinho Dr. Tazue Rara Branquinho Clinica Geral e Pediatri• . Fi1-!:r.ionaodo em período Integral para melhor atender os belavlstenses, Rua Duque de axias Bela Vista Mt 1, o e 1 , i ) e. Artigos moda de finos • para Senhoras e Senhoritas, Bolsas, as b_rasllelra. 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Com n cnndldaluru de Carlos Edy Sá de Medeiros germinando nos baetldorls da poU llcm local, alguns "pretensos" cadi.inatos a cundldnlos da Arena, perderam o impeto e rstlio nu expectullva. Será multo dlrlcll con • corrtir com o popular Carlinhos. Até mesmo os orenlstus acreditam na força do presld,m· te do Diretório lfonlclpal do MDB. E a Tribuna, ngora l!lUito mais jornal; co• !unas novas estilo Rendo opresentadas e ve lhos colunlstt1s voltam a ln refa de politizar b orientar (car<o d,> Jott1 Jota). E- u Nova Tribuna ... Por falnr em Ti ibunn Forte, e., nosi:o jor nal .foi o único a cil'Cl!lar no dia 2 de Outu-· bro, om edição especial comemorativu uo nniversário de Bonito. Esta edição foi Impres sa em nossas oficinas e o povo de Bonito Vibrou ... E Muito. E o prefeito interino, José implício da Co-ta Marques, 'lemonstra dia a dia, suas qualidades de líder e de bom administrador. A classe política blsis tense e»tá satisfeita com o veterano político, e caso, o Dr, Castro Pinto o possa reassumir, Co-ta Marque 6 o liomtm, E,;teve em uo»n Redução, o depu1udo Sr.rgio Cruz, nprc,enrnu,J_o o seu projPto Novoeue. Sn;do Cruz é u dos mais atuantes deputado,; do )!Dll ti uru velho nmigo da Trihuno O momento nüo é propicio mu vnmo• folar: a l're· feitura Municipal existe (se isto é existir) un funcio nário que uilo dá valor às coisas da terra. Explicamo,: Possuímos umu gráfica, fazemos qualquer tipo de im preso, os nossos preços são iguais, r as vezes meno res, do• de Aquidouunu e Campo Grande, as o cuia dilo (contrnriundo ordens) enttega todos os scniços da Prefeitua para ns gráficas de fora. Qual o problrma in<lividuu ( Quer cascata quer'/ Aqui nilo lc111 nilo. Vo ce desconhece que as poucas indústrias belavi+tenses, • e 1nmbé111 o comércio pagum impostos aqui? Olha uqui 6 individuo ... hem deixa para lá ... Mas em noua o piniilo vocc deveria se mundnr, sumir no mundo, ir ... Estumos senlind-) um ·esvazhunento do Pro jeto Sudoeste (união <los prefeitos) ;parece que o Idéia de centralizar e canalizar as frças em A quidauau, não deu certo. O que eru espe rado. As cidades ela fronteira estão ligadas mnis diretamente· à Ponta Porá e Dourados. Isto é certo· e mostra o bom senso dos pre feitos da regi!lo. pois, em· _PontA Porã, tc>mos um Senador, um D:>putado FedPrnl, e um De putado Estadual (que é o atual PresideutP. da Ai:sambléia, Paulo S!lld<:1uha), nlém de contar mos e integrarmos com a força política de . Dourados e com elt1 o PHODEGRAN. Os acenos de Aquidauanu são muito esperanço &OR mas não traduzPm a r e u 1 i d a d e. Se deve existir alguma liderança ou centraliza ção. vamos p e n sr enu termos de Ponta Poril. Eunmos falonclo a rspeito das cidades situadas na foixn de fronteiru (Porto Mortinho, 13cln 'isto<: An toqio João) Senlwr, lh•rai- 1106 t!u maquinações polfticas doo "ellrna Cncique, e irlcrccda junto ao Go,ernador, no ,entido de ser u~udo o bom semo, cnso o prefeilu Castro Pinto no volte n osrnmir. , . Amém. Era Nilo ser haixo com os grnodu, nen, nrro,::ante com os miseráveis, servir ooa opulentos com altivez e nos indigentes cou1 cnridude. : mar a Pátriu, eFtrct!!ccer o próximo, guardar a fé cru Deus, na verdade e no bem (Rui Bor_bo,o ) Com· refrrêncin no Ílem 1 desta coluna, sentimos o dever de defender e upoior um homrm Íntr(!ru e cum pridor de •uus obrigaçõe~; O Senhor Victor l'enzo, ele merece o trotamento e n folia de respeito de prelen sos ''guordiàcs elos coisos públicos,,. Caluniadores e pretensiosos indivíduos que pensam guardar a verdade, quando o único verdade que conhecem é 11 de suas 1ncntes dcentina e nefastas. Porque voces não agem e niio "buscam truzer puru a nossa cidade o que ela ne cessita, ao invés de ficarem expelindo Ycneno como cascúYcl. Sim, não há outra expressão: cobra, E mesmo ns im, restamos oferdendo os ofídios. O vereador Ely de Aruujo 13arboea foi o poria voz dos denúncias contra o senhor Victur Penzo. O verea dor enfocou n necessidade de n ambulância do FUN RURAL ser guordnd:r. nn garagem <lo Prefeitura." quan• to as demais dcnúncina; foram de peisoos "ulheioF· n Câmnru". Estn explicação se foz necessárin, pnro nào comprometer o 't:rcador. TO M 0 6 OS~ O DO SUL E O E T O HJ J .. RIC Aproxima-se o Ia 11 de Outubro de 1977. Data por demi aguarduda pelos matogros Fenses <lo i;;ul, que marcar:l uma furn nova p u a todas us tivi i d es do homem que l'VO lui, que mareara a estruturação das base dn nr>va uuidud~ dti Feder.u;ilo, CcJIIJ todas U!:! lmplle:.içõe, do ,;lstema sócio-político urlrnlnli trativo que norteará o destino desta rica re gião. cuju pot(lJJdnlldadc econOmlco-culturul foi n cnsa principal do weu desmembramen to <lo noite, tu1·uu1H.lo-n uutõnoma, governo próprio, vida nc.,va. Os jornais de Mato Grosso e porque no dizer do BrasU tambá'.l1, tem-se preocup~ do em fazerem comentários os muis diversos so bre esse problema que empclgn u naco In teira, t:.I a magnitde motivutn pela feliz I niciativa do Exmo. Sr. G"'ueral Ernesto Gei el, Prasid +nte da República o tomnr 3 co rajo8s decisão de dividir o Estado de Mato Grosso p r a nmpliar a grandezu e u cons- trução da um Bra-il msior. Desses comentários, cs de afores reper cmssões na políllcu eiitadu d são os que de b.1tem sobre a lndlcnçf.io d11 homem chave para seu p:-fmelro goverm1áor. Nomrs de proeminentes homens públicos tem sido co gitado dentre eles dois ex-governadores do Estado e um Ministro. !làs, como é natural e ndrnl-slvel em um Pll.ls_ democrátictJ, as opções so marcada8 por interesses políticos que suem, à luz dos aconter.imentM com surpreendentes motiva ções, para cuja solução. exfge um descortl olo salutar, muita Isenção e sobretudo que os postulantes tenlrnm urna vivencia polítlca eleitoral que satisfacam o Sistemu. Ultimamente foi afiiRtada a po~slvel lndl cnçáo do Sr. Ministro Rnogel Reis, contesta da pelo Sen. Italivlo Coelho. que justificou cer Mato Grosso do Sul dentre seus políticos, e lementos capazes pum ocuparem esse posto que realmente é de muita responsablll('ade e exige as condições irnp'.lSlas pelo Sr. Pre sidente da República: "ser polític( que tenha uma grande inrluênrlo. eleitoral que posa fu turnr votos para a ARENA''. Óra, multes são os nomes lembrados, to dos eles com. vasto preBtíglo político e em eleições passadas, ganhüram pelo número de voto recebidos, quer em eleição direta ou indireta. Porque então ·náó incluir no ról desses candidatos, o nome do ilustre Senador ltall vio Coelho que reúne todas as qualidades morais para Pxercer tifo honroso cargo? AmantP, h<!nquisto, com relaclonamanto político em todo o Estado de Mato Grosso e z~loso do SPU mandato, tambem por ques• tões dE" arrastar votos para a ARENA, ele deu provas do -seu prestigio pessoal o ser eleito suplente do saudoso senador FiHnto Muller, na eleição da 1972. Quem mais que ele teve tantos votos? Jota Jota Sergio • Henrique Martins R~fcições farta e .Ambiente Familiar Rua Teodoro Rondon, 845 Fone 1244 ' Aquidauana Mato • Grosso 1 ,L-------,--~-_:_ , A<llll Vfl!lll • t. Tr:bunn ria Frr,n;_ylr,i _ !) fll-i7 COI E + li AMA- um Novo Conceito '· Rua -Teodoro Sativa S/N em Malril: Rua Marechal Flciane, Esq. s/ i.o de !Muiu®, fone 139-42f'Ponta Porã = Maio !:rossc Filial: ãmambai Escritórios de Vendas ntonio João, Caracol e ira! Moreira. Assistência T ér:nica Bela Vista 1 Mt. Com modernas instalações, dispõe de ucn grande estoque de calçados. Paraiso dos alçados é especia lizado ilO ramõ e tem ludo para bem servi-lo. Em matérla de. calçados. conheca a ültiu,a moda lançada nos grandes centros, visit·tndo Puraiso do Calçados. Praça Presidente Douta . 163 Ponta· Porã • MJ . / .. , .. A l f!Pln Vl-,1:t - MI. Trlhu1P'. d,1 Frnnte'ro !).,O 77 :,;...;.;;;.....-------------------------- -----------~-------------- 1----------------- CD TRIT li P -SLC ' ■ Comercial Guavira L tda. 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Enlretanto, é preciso que os cálculo;; i:.e jam feitos com projeções numéricas, pra que cada criador possa, reulmenle, conhecer dns vnntagons do cruzuwento industrial com inseminação arllüclal. CÁLCULOS TEÓRICOS -DE PRODUÇÃO A tabuluçiio de resultados de vários pro (?ramas de Inseminação artificial, exlloutudu no longo de muitos anos, estabeleceu uma média de comparaç!io, cujos íodlce:; silo al cnçaveis desde o primeiro programa. Essa tabela estabelece valores discretos parn a lnsemlnaçüo e, proposllalmente, eleva os resultndos de monta natural bem acima da média oaelonal, justumente para estabe. leoer a comparação somente no campo das vantagens obtidos pelo vigor físico, quais se- jam: • 1adlce de Prenhez: nota naturul:. 70%; in semlnac!lo artificia!; 75%; reglstrando,se já no primeiro programa um aumento percentu· al de 5 no número de animais obtidos pe lo emprego de inseminação. Ressaltam3 novamente o foto de que pou cos criadores do Brasil conseguem um indl· oe de 70°1., em regime de monta nutural, n média nacional fica em toro dos 0% 0 que elevaria a diferença de produção pura cerca. de 25%/ om favor da iuseminução. Considerando um rehonho do 1.000 vucas teriamas cerca de 350 novas fêmeas produzi das por monta natural, contra 375 por lnse minaço. As vacas de monta natural teriam o ini.::io de sua vida reprodutiva aos trinta meses, en quanto que as vacas de inseminação Pstiio aptas a conceber aos 24, pois as de monta natural têm seu deiienvolvimento condiciona• ào àe médias de seus rebanhos, euquanto que as de lnirnmlnação, incorporuudo t!ill sangue novo, apresentam inevitavelmente a precocidade como característica. Nesses tnmos, o produtor além de ganhur, 25 vaça_s, ganha 6 meses de pasto paru cada uma, o que representa 12 anos e 6 meses de desfrute de pasto em cada parição de eu I bulo. Esse valor, traduzido para dinhiro quer dizer que é poseivel produzir nais de G vucus, sómente com u disponibilidade do p1- to, usando-se a inseminação artificial. T'eudo em vistn, que nosso cálculo está baseado num rebanho de 1.o0o vacas, teremos srguu do média habitual, 350 machos de monta uaturnl contra 375 de lusernlnuçilo ,nllficlal. Novamente a pracoeidade decorrente do cho que de sungae, ulluda u outra caracteristicu decorrente que a capacidade de ganho de peso, que faz pender par os filhos de lnee mlnaç!lo urtillclal a halunçn dos resultudos econômicos o financeiros. Um macho produ zido por montu nulurnl, 1,ómente t:slurá pron to para o o bate aos 48 meses, época em que estará com cerca de 540 kg., já que os nú meros que estamos 11presen1ando. decorrtin tea do anos de peRqulsa e de u vallaçil.o, tra duzem uma média nacional obtida em regime de crio a campo. Um filho de iasemiouçil.o artlfi_ciul (produ to de cruzamento orientá-lo), aos 48 meses estará com 800 kg, pe1mndo portanto 2H0 kg a mais que o média de um boi comum. Pedimos atenção para a. compuraçúo de peso8, ode os [ilhos de Inseminação arllri clul apareceui aos 48 merns, pesando quase 50%/ a mais do que ua animal produzido por monta naturul. Quer dizer que llí'BSO reba nho de inseminação artificial está valendo quase que 50% a maltl do que os anlm:1Is produzidos rle maneira convenciona!. Na ver dnde o pecuarista terá no final de 4 mesas 260 kg, a mais de carne para cada rilho de Inseminação. ganhando o equivalente ao au monto de peso, como una lucro liquido e a dicional, pois a despesa para a crluçiio de um e outt·o é a mesma, dado os resultados que apresentamos são todos para a cria em regime de carupo. O moior peso aos 48 mess favorece aos filhos de loserninaç!lo ortilicial em outro pon• to: aos 3o meses, portanto 1 meses antes do animal convencional, os produtos do cruza mento orientado eF-tariio com 500 kg., e 8).1· tos para a comercialização, caso o Interesse do pecuarista seja o da alta rotatividade de sus pastos. Cado. boi, neste caso, ganhará 18 meses de tempo de cria, que poderá ser utilizado para Afeito de estabelecimento de desfrute médio anual de uma propriedade. Na produção de gado pura abate, a ine ininação vem sendo moda sistematicamente pura ll melhoria do pa.drilo daR carcaças. A precocidade, n capa·cidu de de ganho de peso juntam-se a um terceito fator que é a melho ria da di,poslção tl da qualidade, das carca ças nos animais produzidos por inseminação artificial. J(l existe um movimento, apoiado p o r p e c u a ri s t a s, a u t o r i d a d e s e principalmen pelos e industriais da carne, no sentido de s li berar o preço da carne de no Ilho precoce, Lealmente um produto nobre, que em mere dos intertaclonais, desde há muito vem go zando de privilégios especial na comereiuli- ' zuçúo. Esta qualidade de carne, usundo-se o pro- ' cesso de monta natural, só seria pussivel de se obter empregando-se técnicas mais olabo radas de cria, técnicas quo eventualmente envolviam processos de confinamento ou do beml-co11fmurueuto dos unimult:1 comuns. a inseminação artifteiul programa da para n obtenção de bois tipo carne, a pre cocidade seria um sub-produto obtido atu ralmente ~ naR mesma11 condições de cria de animal convencionais. pois seria esta uma curacterístlcu lnc1.•rporudu a cudn a nimal por processo genético- parllndo-se da premissa de que o criador utilizaria em suas vacas, sêmeru de touros. provados e positivo, cientificamente garantidos como melhorado res, com prngenlrs (filhos) que po.;snm ates tar e garantir isso e com dados de progra mas de cruzamentos orientados. "em >t preocupaçfio <IP anullsnr o rendi, mento gfobul da propriedade no longo de um período de produção dilu lado, onde en trariam como fatores de cálculo: a) O ga. nho:. de tempo na produção de novas ,•acas; b) Sua consequente projeção dos rnndirnen tos decorrentes do maior número de bezer ros produzidos pelas sorna das duns vanta gens dn ln~eminnção (a preeocldude e o per centual de prenhez de cada vaca), vamos expor o rendimer,to, fim cruzeiros, compara do entre bois parn abate, com 48 meses pro duzidos por inseminação artlfklal. Como naturalmente as matrizes fdcunctudns artificialmente jA apresentam maior número de crias lnco!'porarr.os os 5% no total do cálculo: Ren ta bilida de de um rebanho de 350 ca beça: de bois produzidos por monta natural, vendidos aos 48 meses, com 540 kg a CrS 145,00 por arroba de carcaça CrS g't3.5oo,oo 875 cabeças de inseminação artificia!, com oo kg de peso ao abate CrS 1.441.125,oo. Diferença ou lucro produzido pela insemina çuo art1hcial: Cr$ 527.62..'J,oo ou seja mais de Cr$ 130.000,00 por .ano! TE TEMUNHO3 VALIOSOS Geraldo Bordon e José Ahreu Ribeiro Le me Diretores do Grupo Bordou vem desen oledo em suas fazendas, na Amazonia e em Mato Grosso, programas de cruzamento 10dustr1:us com base em inseminação artHl ciul com resultados econômicos extraordiná rioa. - O Zoo_tecnista José Esteves Junqueira coordenara este ano um novo ptograma ma~ (Continua ... J COMÉ-RCIO E R E ? R E SENTA e õ E s· w + Mauro .Jorge Gusmão Adubo~. Inseticidas, Herbicidas, Sementes, CaLcário3, 'l'ratoreJ ForJ, Implementas, Colheitadeiras Ideal, e: Cataventos. Brevemente filiais· em Bela Vista e Antoni0 Joã•> Avenida Brasil 2286 • Caixa Postal. 203 Ponta· Porã ---------------:.. ~J 79.900 Mato . 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MliRTINS Máquina de Beneficiar Arr~z, e Secador para· Cereais Atacado e Varejo. UMA ORGANIZAÇIO PARA SERVIR ANTONIO JOIO E REGIÃO Antonio João MT • Aviso que e&t-á a disposição dos Srs. Viajaotes a Lancha Onibus que faré a linha de Porto Murtinho à Corumbá. O Horãrlu de Salda de Corumbá para Porto Murtinho t.o (Primeiro) S!i.°Qado de cada· mes chegando em Porto Murtiuho ' • às segundas-Feiras de r;ada roes às 7,oo horas. • Sai da de Porto • Murtinho para Corumbá 1.a • seg_unda feira de cada m~s às 13,00 hs. Serviço de Navegação da. Bacia do Prata S 1 A: Sede em Corumbá; Rua 15 de Novem bro, 32 - São Paulo, A vendia. São Luis, 258-602 Rio Guanabara; Av. Almirante Bar- roso 6-s/903 Porto Murtinho Rua Joaquim Murtinho, Centro ....... ···- -· . ., Campeonato Aberto de Futebol Prfeitura x Agricultnre· 2 _ 9 Gol. Grego, os l» m ao, JTm do , tempo l'r.-f,ituro: (,.·r.dtl,,. l(,,.uh••• ("nrclu-o. L11i7 Cario•. (),,.aldu. Ivan, Iodrigue, Alfredo, Ademir, Olimpio, Jrt- uic, t1 Clorft,r:uir<,. Agricultores: Silvio, os, Alberto, Hamio, Justino, Tt>orlor,,, IJinni.io. )'lir, M:írcfo, V, lf, Lribtrê e Guego. Cereal Ouro 1 x nilo Esportiva 2 Gol•: E,kurnr, ao, l0 111 <lo l" lruol'> (Clert,11) e Otto 111a :!O 111 Ju l, trepo. Detinho. de penalti, marcou gol da vitória para o União aos l m do 2o tempo nilo Esportiva Bel@intense ligue, Caturebs, Alfredo, Guto e Emilio lo) Jair. llolirnn ,. l:lctinho; 1dãu, lcco e 0110. Cereal Ouro Vnlrnir, F'ernnntlinho, Ta1nlo, lem,1o, Pedro (Perontli) Luiz Nehinbo, l'loriano entrou no Tri u a Oue e ]'e meia Bel ita- M. fr leira t;,"7 ,,,},. ' ..... ,. 91077-- i Leia e ssine o J· rnal 1 . ' Tribuna da fronteira Luiz Carlos, Tadeu, A· CurloR, Ccli11, Edrnur, !u;:ur do Tadeu. ESP lnoui;uro-rue, hoje, neste Scmnn/1rio, qu~ri,lo " famoso, como comentarista esportivo. l'eco na Deus que nesta "º"ª 'função ,lê-me a mesma implicilaode que ulé aqui norteou os llH"lU fl"""º"· l~ra,ltço no Sr. Uirc1or da Trihuna du Frontcirn. lvnldo Pereira II opo1tuni1l11dc. O Cumpc,muto du Putchol Abcr10 Jo~6 Simplicio d,1 Costa Marques; vai cada vez melhor. Domingo próximo pasado dia ? de out., tivemos o cguintes jogos e re,ult.Pdod: l.o ílcira lliu-Apu; Agricuhon1s ?X0 Pre- feitura • :Z.o íleira llio-Apa; U.E.Bclnvi•tensc. 2Xl C. Ouro 3.o O. Fontouru; Ca~n e Posr.11 3Xl Juvcntu• 4 o O. Fontnuru; lpiranga 3X0 Vin11· tle Julho Atuaram cnmn juízes os scuhore~: Uzail Os.una, Sn· turniuo, Adélio e O comenlari,111 qur. lhrs escreve nes· te momento hon du Nascimento. VI todos os jogos r confcpao que cado ,•cz mais nfionço-me de que o cs• Wrffi® Tf porte organizado é II melhor muncira de unir os ho mens e construir mentnlidades sadias, E«taremos sempre a disposição dos senhores espor ti.taP e queremos toda colaboruç:lo pouh-d e críticas p!lrn quo us,irn venhamos n melhorar cada vez mais dando uo público que nos OUVtl a "23e lê na Trihu• na tudo ,le hom. Apro,cito n oportunidnde para fohr, tombrm, nn, "Ruu de Lnzer" •ruc será realizada diu 12 d~ outubro (din ,ln criança) em nos;n comunidade num tmboll,o conjunto clu Dele{!uciu Regional de EnEino rlc Belo VíHn (DltEC-6) ., n ccrelnrin de Educação e Culturn do Município de Bda Vista e, nas próximnt participa ções no,,uJ, aqui ou nn H6dio, duremos mnis detalhes do que ,·ni ,cr os jogos da •·nua de Lazer''. Ivan Nascimento O diretor-H•dntor-Chcfe dn Tribunn da Fron•eirn jorunliun haldo l'acir11, foi convidado pelo senhor Monclar Rosa Corrêa, diretor ,ln União Esporti,·11 Ue (avuteu•c pum 111.tcgrnr o quadro do dirl'toria do mnis Jovrm clube du ,:ulade. S:guudo informações, "filtm• du" o convite foi nceito • Estnmne nguardnndo n pos,c Jn no,·u diretoria du Liga_Esportiva Belavitense,_pura assistirmos o "vibran te' Campeonto Municipal. Tudo está muito parado. S~m ~xphcaçocs <le ambas na portes, da ex e du norn Dtrctonn. Falando em novn diretoria, todo, perguntam: "Por• que os dirigentes da LEU nilo frcqueotom os estádios? Pedro Pedreira Parece que os desportistas estão descontentes. E quan do falamos cm dcsportislus, fnlamos no todo e nào aos rPprescntantcs de um ou dois clubes. Aos corintinnos de Ucln Vis111 o meu nbruço ... mes• mo •e o Co1·i111iiio niio chegar lá ... mos ,·ui chegar, por todos os atos, pais de santos, babalorixás, etc ... Vamos promover grandes eep~láculos... Atenção LEU ... Mãos u obra ... Vamos no E.iádio ;lunicipol. .. prestigiem o Cam peonato Aberto de Fuu,bol os E CH,~ x OE:lFILE O ch 1 , heneficrnte or~auizodo peln rio du Ca&n da Ami:rnrld contou com inúmeras : ro,. o rias. dn ci<latlt' Anotei: Sra : Neuza antann, Maria Hi1n Loureiro. Teili Borges, Beatriz Medeiros, Fley V. Mello, Apre· ciflo M. Miranda. Leopoldina Bnrhoan Araújo, llei1h Mariu G. Delvalbe@ e ª" ~rias Cristiane Carneiro, Td mo M. Loureiro, Jusiane Lopes, ;1.u dn, Graças Assi, e Gilcn Liuo. Pre.iigiarnm com was pre,cnça11 do1ua; de Bella Viela Para::uay. nu. Maura Lopes, Luzia de Gnrcete, Lurde!I ,!e Cavalhero, Dcolinda Brujada, Bea· triz Brujodu e Elva Duurle. Srtas: Wilma Gonçah·e,, Mariu Roque!, Cedlia Gonçah·e•, Yolnndu Coronel, Joana Vnh:n•uelu f' Rumona Dnzzano . . pre,euçu desse colorido de gente elegante deveu se sobretudo no Desfile de Modas sob o patrocioio de Mariza Modas. O, modernÍ••imos trojes' leve». colori dos, sexi, para este verão foram apresentados pelai Srta~: ;lari,.a de Oliveira, Elda. Fátima, Dci~e J:. Rocha e Sras: Nice Miranda, Zenóbia Gomrs (ge,tautc) e Eliane Chagas. Nnscimcntos: Nasceu o garotão Marcelo, filho do jovem Clleal: Sér• gio e Cladir. Quem está loda feliz é a vov6-coroja Adélia Machinsk V 1 (R e s p ó n s a v e l Ivaldo Pere1· J oltamos com n nossa coluna rolária, biiscando não ra 16 d1vulg:ir o que foz ROTARY em Bela Vi,tn ma. tambén' levar o espirito de ROTARY a todos s h mens, indistintamente, que buscau harmonizar tende, [ cu, transmitir idéias. na busca do IDEAL de todos, que e um mundo melhor, com mais comprceusGo, com O protocolo, Salamen, traçou breves, mas belíssima pa mnu amor, onde o HO~lE~I. fi~ura máxiuou Ja criação avrns a respeito ~o dia da Criança e ,lin do professor, encontre o "eu verdadeiro cnmmho" ' cníocaudo a rclnçõl.o entre ::in1bot!, dando prisma eapeciul ao papel do mestre na formação_ do _jovem e no dn cri. ançn, 11emelbnntes os rosns no jardim de nossa vida." • nuncuu, ainda, os anivcraàrio do jovem lvaldo Perei ra Jumor ·e o seu (sob 1/rcssuo dos cornponheiros pre• sentes). ··o Sén·i,o niio é s6 de •erci inferiores .. Dcua ,uc dá '? fmto e n luz, é " primcirn n 5ERVIR. !'ogre ia chama lo •••im: O SEHVIDOH. E EL •, que tem os olhos em nouns màos nos pergunta todo dia: SERVISTE HÓJE Q?? ,srore, ao eu sigo ou a teus niir? va ne a Mistral • Dl@>33 lleu.niilo do dia 7. realizada no Re•lournutc <lo Gaucho %"","" pregremgs 4o» ·eggie. ggspiheirj; ouza elo. vilas10. Noedt, Genil Reinaldo ::,idnc Ro berval Salamene, Eduardo, Ivaldo, Clovis, I, ,, ; Suleiman. ' , orenco e Presidência; companheiro Eduardo, Secretaria,comuna- nbeiro Noedi; Protocolo, companheiro Salamene. t> ~ cotnp3nhc1_ro Hobcrvnl efetuará uma palestra,n pró xima sexta feira, em comcmoruçào 110 Dia do ilédico O companheiro convidou dois .111é<licos de nossa cid d. P'!ra compuecérem á reunião: Dr Fiori Murano e "o e Cicero, • • r FJouve votação para novos ·sócios, sendo aprovados cinco futuros companheiros. O assunto polêmico da reunião ·foi o ti· mão • . D um lado Souza Neto e Jvaldo (corlnttanos) contra os tute buona gente (palrneirense faoalicos) comandados pelo Rei naldo. t:J'ossa próxima reunião serà na Casa Pa ruqmal e pcRsivelmente contará com u pre seça do senhor prefeito municipal além da 1teressunte e util5sima p:ilestrli do Dr R . bervnl a respeito do dia do M•édico. • 0 ot re lc rs« dinâmica Dirclo• : nhn a presença de De ns ' 1e, '' Presi Vice lo 2.o S ' ~ ,,o !.o 2.o '3.o Depo ANIVERSÁRIO de casamento: Snturnino e Domingo completaram dois ono1 de casados. Fernandioho e Zen6bia, brindaram seus 5 anos de vi,Ja·n-dois. Rodeada dos filhos, noras, genros e neto, foi come n.orado com um delicioso 'churrasco os 7l anos da Sra. Froocucu Barbosa. Do_min:;o p.p Alberto alamene e OJila, tawbcm festeJarnm 12 anos de Ciliados. Dia 5 .P:P· o Sr. Fernandes Alves Gomes comemorou o nnt.ahc10 dr sua filha. Cidinho e de seu amigo gto ' . , Foi servido suculento churrnsco no ,,rond<' número. de coovididoa! civis ruilitares e lambe':'n de Bella Vista Paraguay. A fesl.á foi animada com muito "?P_ muita bebids_ Aos anhcrsariantc. os noEaós pn· ro cns e aos nnfilrtues nosS?, elogio~ pela bonita fosta . 2-939+3 • Snho~do .P·~· Alberto S~Limene recebeu ami"o• em ua resfencia que foram .e. y ., ni r. • < cumpr1menla· os pelo seu a· versano. , os convidados foi servido um coquetel. ] ososs 1 Daniele Veronica Santana Vn=11s f na se "Rs tez seu lo aninho 1 . emana P·P· pnra a linda festinha compar-ccernm múmeros lllJliguinhos de Dniele. , · .. BAILE DA SAUDADE So,ra d,a "2 do correm. B ·1 d G P] e o..Jai e n Snudad .. o • • ,. uma promoção cm hencffcio d C e • D :z::ode e dn Cnpela do Divino F..pirito n:i"; da Ami· J,·ntar Beneficrnlf' . i'II • à[ até n cidade de Jardim anz,i • ddu eHar.í lc,·ando para este Yrrlio apresen';:º~ mo ernl_ssimos modelo, te organizado • pela Sra M 0 ·.os R~m 111111.ar heneficen· • ar,a tta Mumno Gnrci:a. Direi ltelaç ConR Após palav te o +8 do luta da foi dif ães para Fo De Es de Vi, cá su v€ ni Nc: o a na, cn· • ~ 1• Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº264_02_10_1977 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVI_Nº266_16_10_1977 Voltar para a lista de itens