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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº381_17_06_1979
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O Vl•n udo1· Nlvnldo r:le lllrros, da
ARENA, protestou, em plemario, contra
"a quulltteagio do movimento minortá.
rio de nalguns profas ore como dos pro
ft·H 01·r i do Bela fl. ta''. Sugundn o V'!·
reudor, ó inconcebivel arrolar umn cla
lll' Pnquuuto o rnovlm uto otnniJestlnH·
menie provocado por quatro ou cinco
professores municipais se uproveltaram
de> sun lideranças diante de alunos lugO
llU0fl, Cl'lllnQllll, pura fHZl➔l' umu mini
passeuta. Disso alnda o v rPa<lor "que" a
./
m•ltérla publicaria no Dii'u lo cln Serra, u.1
qual o rlt-putud,i 'iorg10 Urnz :lflr•n4vH que
pistolros tentaram i apdtu a reunião em
nos± cidade, é um de»lavada e in!are
10 >11llrg., COJ)firlnJ.r1n. jll']O Vll!'O<ldOL' 81JJI;)•
<leblsf;',.Gctullu Lino. "Prnlestou. ulndfl'',
o reluto em uta do aparte fefto pelo
VP.rondor- lldofo111w· Pioh il'O uo verNtchl·
Carlos Centurião quando protestava as
m·ntiraa desairo ns assacadas contra o
prpfelto nris pMnunctamento. YL•ilos pelo
dc•putu<lo Serglo Cruz, quanclo ele diz1u
O deputado Londres ~fochado, pre•
D f
sldent!! da ,Assr,mbléla LL'l!i.:Jativa. PIB·
e inição SOi esta semana pos ado como GOVtll"OlldO!' do Estudo ln
terinimíll.llB, . após n exonernçi.lo de
Horl'y Amorim Co!1tn. em dir:curso pro•
CAMPO GRI-NDE (do ce>rrespoo• nuncillclo na Assembléla reconheceu us
dente) 'Tudo Indicu que esta semana dificl ludes que está encontrando para
sltuéo de EIy de Arujo Barbos po- serenidade do momento politleo e pe:
derá ser decidida pdo gorntno do E~t!i, cllu o emp1>11ho de lodo. pn1,1 a eonti
do . .:./guarda .
80 upenaA a p'."lsse tio i,e- nuhlude_ dos t1 ub,ilhod quo _vlnh.1m , en:
nhor' ~lat·celo Mrnnda pura a deinlgo do reu!izudos até ugora. Disse Londres:
do prefeitos dus áreas consideradas d 8 nestu vportnidude, este Bucal, onde
segurunça nr:..cloonl. 1. quPdu de HtllTY os eruéntos L-eputados Estadums, com
Atuorim Gostu provocou umn purulizuçüo pnn~elro,; de C.1~u e de lutai-, sem dls•
o processo de escolha e ueima de tud
I
tlnçuo ae p:.1r1idos ou de grupos, com a
uma mudança de entérios. Ates, o cá,' generosidade que lhes és peculir esco-
·.·. Iheramme seu Presidente. propiciando
dltJuto que reuniu miores psslbllidadvs ti • ,._ º . . • ,.. _
em lkla V;slu eru E,·llé.l-lio Miranda, asim a oportunidade deste evento, não
gvr, já se cometo aqui na capita1, poderia rlelxar _J"llnals, de j)Ublico, de
que Ely de Araujo, devido as suas liga: preHtnr-Jhe,; m~1~ uma vez ,1 mlnha l
ÇÕt•t- eom O !.:!l'Upo Independente é u Que morred.omn gru llrlilo, t.Jlnto pelo gesto
reúne mlures possibilidades. Ms não de carinho como pela cunfiunçu que ~:
foi dt-scurladu a hlnótese de que Pe- mim sempre rlcpos1turam, e que eu,
1
•
dro luu nlo intervirá no procr.;so de ciprca e mode,tumente. pNcuro retr,
(>Scollm. devido uo premlo que recebeu; buir. Mas, passadas as horas de tempes
Governu do Esradll (utravé, do pt>rlroF- tade, qunn,fo dos dmg,•nt-s o povo está
slait Mnrcelo Mini). Assim, po- esperar calaria, as_attude .g?"",
c!erllo !:!Urgi. nnvtis nll:.•rnu tivus para , josas. os gestos d:sprendidos, cu, IV ] n
P;feitura Municipal de Bla Vtn, in. era Presidente de u dos poderes deste
clm,lv.-•, coru a po,,,-ibilidar!P do lunçn- E. lll·10. e agora as-ur,o um ouiro, ea
"mento "' outros nomes". qunto se processo a substituicáo esta
iuul, só posso transmitir a toses os sul
mnat0grossense o eu voto de jé e es
p·rançu, de que, pus:ados esses difíceis
·mom;-ntos, retotabelecido1< os princlpit1s
in1<lilulclouais que os homens ctirig,'ntes
que bú uma granrl di erenç
11 entre o ,fo.
putado Sergio Cruz e o prefeito muntei.
pal ,, Bela Vi ,t,:i, teto porque, aquele
fora eleito por mflh t H ;Ji> vutos e e lt•
fot•,, nom urlo por qu,,Jquer um. ·•O ve
I'Pt.dor NIvaldo disse que o t
1mlaeut(1 Ge
neral Ernesto Geiel, ex prendente da
llepúhli ·a, u/ío qu·1lqncr urri, antes de
tuJo é um cldadüo btot:dlell'ú de ulta
putontt1. D! ·,e: ·'aluda ,1ue pnr ser· um
preBldoul Imposto, é decorrente da fase
rtivoluclo111lrlu que vlver.:rns."
r.
Nelson Derzi
-ador
u
,(!O
CR:I 23-882 - CPF .11.98.88.33·7.Si
E,peciafündo eni f.LINICA :Jf'l)l(;A na S.rntn
1'.11,n do Riu de Junciro e r·; jHGlA GERAL
ll•l Bn~pitül d:i Comnauhi:i '-itierúrgir-'I Nucio
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por cerlo encontrarão, :'!fato Grosso do
su 1, l n d i f e r e n t e a o s oo
m e s e s u e e s R õ e~ .marchar à
coleremcnle para atinglr o destino que a história
do llrn;II lh1· reservou Conclamo, pois, asslru
corno jú o íiurn t1111e • no 1110 de promulguçilo ela
no,:su Lei Magna, a todo para a serenidade,
pnra o trabalho, para u ordem democrática, p•1~
quc aciwa rlo; partds, das querelas e das opi
niões prpq ini, de'<: prn'alt-ccr sunprc o 1:,:pirll0
cívico tio put(ioti,mo vh·o e cada v~z muis atuan
te. R, só s+in ereros grandes como todos
t,8pcra111 <JUC ,cjamos",
Arena • Jardinense
se renovo
A Arena, de Jardim, através de
seus correligionilrios, entce os quais fi.
gura a p,~,sou humaua de Alcldes Cava
lheiro Flores. o apular Cidoca, e rene
va através de pessoas de lições apren
dldo.s dd um p-1ss1-1.do rec.:ente: '' A sltua
çii.o polílic.:a de Jnrdiru, no momento,
exige de seu povo um posicionamento
reallstn perante 1,-:on'tecimeotos qu•J Im
pedem o prog,esso e ..i harmonia do po
vo jardlnense". Ci'.loca, mal:- uma vez,
fula uo povo, através este jornal, lncl
taudoo a colabor-ur, p.:ln trabalho, pela
otdt>ru. visando concretizar anseios e
metas que li:'vnr_ão a cidade de Jardim
ao lugar de destaque que el& hem mere
ce. •• . . hora é :l.e real1dades, às vezei.
duus, mus realidades, qu8 devem ser
encar idas com espírito pl1tt·iótico e otl•
nista". Par Cidoca ··o momento exige.
acimn ele tudo. p ,rtieipaçüo res~,onoãvel
de todos aqueles que estão encarrega 4os
de conduzir o deetinu du Cidade Caçula".
-
ESC 01,: ,DVOCACIA 1-EMPRESA JURIDl?A CYRIO .FALCAo-1
P l 1
eausus
au ,, ilbP.rto d« Cstelo Branco civis CYRIO FALCÃO
AlJVOGJDO i e men:inl CAl1LO E. MEDEIOS
Cri in- 1 ,N O, 10 tfüAG,
Cn1an, C1vü, • Cri 1.a~iF . Trnl,ulhi,t.us • Acom-
1
pinha prosso na Justiça de Carpo Graude
Rua Z6 de posto, Si44 - FONE d33-1432
tlití,i" 36 ,le .A.J-■l'<í • 7.• A:: ar • Sala 73
Advocacia perante Tribunal d Jus-
tia da Et do de Mato Gr«e:so do nl. 5nus
encü» Oral; Elaboraz de Memoriais; A
dvomacia Especializada; Cstatos Pernn
t , co;-11 o, col g:::1. ••
OI
C,USAS ,iJVEIS
l'f() .GI:ARlô - f1'"li "fÁRIOS
P. C!U'.l'O 10 -
ccraTõnIO -- Ia Ri '.Lo, 2774 Ctl j
lefsne MJ-9: Campo Gr»nd MS ela V'isa
( A Lad
PeroR
kua } de Ontubro
da iratrs )
A baixo, trechos do
pronunclumeoto de HA
fto povo dP th!to Gros ·o
do . ul: "Essa chegada
6 emoclonutmente multo
dif rentP de quantas ou
truH, porque forçaA po
deroSê!B se levantaram
conduzindo o: !atos à
verdades aparentes, e
não Jotenclonals".
"Não quC'ro e nãn
d<>vo oPste momPnto dl
flcll, fazer declaracõe11 e
coml'ntArios. a única. at!
tud '.! quP Pntenclo coeren
te coru a mensagem que
:-;empr~ levei e tenho lc·
vado da fra tnnldade, de
~upPrlor enfendlment<•.
de forma a criar r111 con
dições para p!"lsper!dadP
e de:1env0Jvlmento do
nossa comualdad9".
"Por l,so mesmo,
peço a todo1i os meus
queridos amigos, e 11gra
decendo r,sta acolhida
que é decorrência" na
tural daquilo que tem
acoatecl<io, a simpatia,
a generosidade do povo,
peço a meus amigos nes
tes momPntos dlflcel:!,
que mantenhamos a nos
sa E'erenidade a fim de
que, dessa forma, primei
ro de tudo, sejamos di
gnos de nós mesmos e
tenha.moR liempre presen
tes as nossas obrigações,
flS nossas responsablll
dadet<, dfl juntos, com
amor no coração, co
trulr aqu!Jo que todos
nós sol)barnos aqui para
o noi:so Estado".
f: verdade que com
o coração magoado e a
razão ofendida, chego
desta vez a nossa querf
õa capital, mas digo a
todos, que a !uta nã'l
terminou (aplausos). que
ela há de continuar no
entendimento de todoi>,
com a força de todo11
para que eja efetiva
mente Mato G!'OS'!1o do
Sul, o Estado modelo
que desejllmos construi!,
que està no coração, e
que. por força de cir
cunstância, neste mo
mento, não habita, h
mentavelment~ no cora
ção dP aJgum,".
Após estas declara
çõ,1:1, o g<,vero.ador Har
ry Amorim Costa, só dis
se - e isto quando su
biu !lo carro que o le •
vou para sua residênel:i
- que depois dessa "não
vou dar no pé", eviden
ola.ndo a posslbllldad~
dl'I continuar no Mato
Gros;;o elo Sul, na lul:
nolltl.ca ao lado de Le
vy Dia: e do m&vfmento
r:-no,udor.
17 l
- !rabi% _d rr!"!D
~:...;.,:;:.;;,::_;,;,;.;...-----
'Tondo o prefelto Fernando de
Freitas decldido colabornr com o 'frl,
bun» l de contns do fü;tado ( 'rSE ) <1 n
f'i'mur Municipal os quns estão, ll
upenas, cumprindo d4spoitlvos dn Lel
Oranlea dos Manleipios olleltando iu
tot·v1•nçiLo no ll1111lelplo do ,l,ndllll, túl
gesto teve mngnifia repereusão, fuzeI
do com que regos e troianos upiau
dissem o seu alcaide e estrunhase que0
o governador Hrry Amorlt, em inde
fensavel " rebolugio ", de três mese,
continue procrastinando em tomur u nti
tude que de S. Exna esporava.
A utttudo do 01·. Fer11f1udo de Frei•
tas é povlção correta, pols, em verdade
no e pode !ll'rmllil' que o munlulplo
nonllnuo à driva, em receber verbas 0
flmmclomontos, Jsi;c tudo porque o llus•
tro govornudor do Estndo, u pedldo, se
gundo se comenta, do prefeito Prata, ele
Maracaju, e do d·putndo Arl RIgo, e
neguP n cump1·l•· um simples dlsposlllvo
logal.
Rnzllo, mullu razllo. tem o prefel•
te, jarellnense quando escreveu:
( ... ) " em defesn dos ~,rôprlo&
interesses do l1uolclpto " .
Contudo, julgo mos de Interesse
lazer alauns rcpuros, data v(loa. em al·
auns "
0
conslderando " do Sr. Prefeito
transcritos em seu longo documento,
publlcadc em o "Correio do Estado'',
dia 05 do corrente.
Na verrlude, n upresentuçllo de
contat1, ao TCE, reforRntes nos anos de
1975 e 1976 devia ter sido feita pelo ex
prefeito Sr. Eraldo Silva, mas, como es-
te não o fez, não h~ como possa o Dr.
Fernando de Frettns se excusar da re
ponsnbtlldade por elas, umn vez que
S. Exa não tomou as provldênc.Jlus ln·
dlcadas. como, por êxemplo. nomear u
ma comi são para proceder uma rigoro-
sa audltagem no. Prefollura, no receber
o " espólio" que lhe couba arlmlnl!llrar.
Essa é a razíio peln qual nilo a•
creditamos defensnvel alegação do i
lustre prefelo de Jardim.
O Dr. Francisco A. anto e Silva
patrono da Câmara Municipal, n. esse
respeito escreveu:
"Como bem demonstra o Relutó
rlo do Tribunal d'3 Contn.s, ninda lmpe
rnva, em Ul78, a llPgalldaul' contábil
administrativa, em evidente desacordo
com as normas de getülo Hnnnceiru
l!oni-tante da lei orglloica e da lei lede
rnl n!! 4 320 de 17 de marco de 1964.
Desde a sua posse ocorrida em
fevereiro de 1977, deveria o impetrante
(Dr. l<"ernando) eapaclt'ir-se dE" sua obrl·
gaçno legal de prestar contas. Findo o
primeiro mas de sua gestuo, já se iniela
va etõta obrigação, que, desde logo,
deveria ser do ··seu conhecimento•·
ião i,eria após dois anos de ges
tl!.o e. só após o conheciml(nto do pare
cer do Tribunal de Cc-ntn.s, que o impe
trO:nte dE"verla procurar cumprir suas
obrigações funcional.
Nesse oficio, des~u!pa-tic o impe
trante. allrmanco que não pre11tou contas
da sua gest!io, porque não houve pres
tação de contas dos exercícios anterio
res, que eram da rei;iponsabllidade do
prelsllo nntecessor.
Sem dfivida, esta afirmação é uma
1
flccllo que uµarece npenns como umo
deculdudna argumentação. A própria lel
orgll11lc11 a!'l1it !Jllrll que u pre ·t,1çlo de
ooutn11 r;e faca cm ruJaçfio a cuda exor·
ciclo finau,:olro.
Niío <·xlsltt nenhum dlzposlttvo
kgul q110 lmneça o lmpetrnule de exer
eer até o dia 31 de março de cadu uno
n prentnçí<, de contHA do exrcíclo
Ylirnncch·o do uno u n t e r l o r,
ou d remeter o balancete mensal
e documentos eompr batórlos. o 'l'rlbu
nal ct
13 Co11t11e afio poderia Impedir que
O fugitivo do Inferno Drnnco l Volume
@réiísri»_icif@tio '9"%""
·EnololopMin Culturul vo'umes
íllhlloteca de Contnbiliclude 3 vnlurnos
Rt•lnçõe• IIumunnA e Psi~nlogfn Oerul ~e; volumes
Enciclopédla de Pesqisas Atuais 4 volume8
Mornl e Chlcn 3 volumes
Arte Cullnfiria 3 volumes
Anntomin e Fidologin 3 volume•
Vcrdndes 5ebre II tiello 1 volumf.
Paulo Francis
Rua da Perdirão
Cnso Hosemberg
O Trniclor
ll Guerra ilundinl (todas us batalhas)
Ultima viognnçn
O C.!rculo .Fechado
O Tiro Perfeito
Mnnunl do'Motorista"
Arsenal do Terror
"S ô A. C U L T U R A L H E D A R Á
0vos II O H l Z O N TE S"
Distribuidora Carícia
Banca do Odevar
dn w
o lmpetrant<· pr-e-. l:t ·, "° coo i:
restio, de exercicfo, até o dia 31 d
{arco de !077, a ma cbrtgyao d
pr .' tor u conto.:; d 1976, que não foram
prestades. ro
lfastavu o lmpctrunl ,,:: ·enb<', ••
se um pouco do prineíploi d gesto
Jioancelru da ll 4 320, mormente no
ca
O
do rnua<'Íplo de ,Jurc!lm. que J)Oo•
i-ula lei de orçamento que estica re
celta e fixa a despes para cada um do
exercícios fluancc>lro& anuuL •
(continua)
CYRANO DE HBKJEH'C
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Bela Vieta 11S.
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L.
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d e, > e u l ai te '1 u
homem?"
''Ü'I que, li,J(I VI j '
tiração de to e eu
nes! o n«o tenho de q
me admirar?'
"Pr [»rs ·mnpre o am!
o que aponta os erros
qul que só tece elo-
nos"
··Pobt,• bunl!lni<h, ,
011( r,incl,1 ·" Pdl u nn-,
o trudamus da a!rolo.
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bro Nº 201. Tratar com
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Dela VI ta - MS.
VEM A
O mundo é pequeno: ele cabe Inteiro num grande jorual
E chega todos os elas à sua cidade. Ou aauu <'asa,~se
voce é um dos nost1os assinantes.
O Estado de São Paulo, um jornul de opinião para
leitores que • em o que dizer.
Repre entante ne ta cidade
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Fanta Limão Litro.'
Seis copos
dedicados àqueles
que têm muita sede
de Fanta Limão.
Que gostoso
que é refrescar
a familia inteira
com o sabor natural
de Fanta Limão.
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'II" "" '7 !"
A
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1 ov S u
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Rodada
Decisiva
O D<>putado Hulwn Flgaelró, na
lslo do Interior relatou favoravel
mnrnt o projeto n" 171/7) de uut·ri# du
Deputado iv.Ido Kruer. do Paraná,
qut~ cl'lu condiçõ( puru o Í!,
1II. Ffuau-
clar 1_1 uquhilç/lo rl•• p1·oprl•·rlt1<'cs r□raf,
de tó dois módulos,
Em seu parecer. dIe Figueiró:
"~ou fworflvrl. De fulo, 11 f:xaçiJo
<ln homm no enampo deve constituir
um das metas prioritária los Governo.
A mxim de Franklin. decorridos
aéouloii, ainda contlnun permaneoteml"nlo
vâllcla "tH' nbandonnrmos os cumpPF, o
que 1-11-'rfl dus c!darlt•A"'
O melo eficiente, ou melhor - um
deles, $ n struturaço de propriedade
purn o tr11bolhador rum], nu fo1·ma pre•
conlzn Ja pl'lo projeto.
De minha pnne. uumenturla. os
módulos para cinco para ampliar n ârru
de acesso aos benefícios preconizados
pelo projeto, Mns, fico como ele está
pura nllo criar ob'.llâc11los legl !ativos à
tmmlt!H,llln dn matê, la que f Pm elevado
nlerrnre 1ooclol, pelo que congrnlnlo com
; su autor Deputado Nlvaldo Kru~er pela
·----~-----~-----'--~-----_:;; oportunlllnd~ e alcance da medida
legl&latlva.''
Drputado Federal Ruben Figueiró
íl
E Harry Amorim Costa, o gaúcho
que gosta <Je um bom churrasco ( é evi
dente). de um bom pupo, dt:1 paluvrns
lrancrts e direta!', foi demetido pel» Pre
sidente Joüo Flguclredo, que t,;mbflm
gostn. de um bom papo e de pulavrat>
Irancui; e diretatl. O trabalho aos senu
dores Canale, Pedrossian e Derzl surtiu
efeito. Com esta, ficou provado que tres
sent1dore'> valem muls do que uma de
zena de deputados t> quarenta prefeitos.
Como disse Itnllvio Coelho, t·K senudor
e cacique do grupo Financial " foi ex
tirpado um corpo estranho". Agora, va
mos esperar ( corno espernmt•s meu
Deus) u nomPaçilo ( sem ore a nomeação/
do prefeito de Campo Grande. Marcelo
liranda, para o lugar que estfl sendo
oeupaclo, intcrlnumente, por Londres
Machado: a cadeira ( ou poltrona ) do
gabineta maior do ERPE. a de Chefe do
Executivo matr grosse-nsE'. O jogo de
Xadrez prossegue. Com , ~ta m1rnobra
l dos senadores ) os m ieípios de faixa
de fronteira vão esperi:u· mais um pouao
( eomo esperamos meu Deus ) para ver
e que pé que fica problema (é um
problena ) da substituição de seus pre:
feitos. Enquanto Isto, o povo assiste d€
carnr.rote I contrt1 rt sua vontade ) ma-
uob.111s e movimp, dos pollt!cos.
Ficaria tudo rnai,; fácil •e ele - o povo •
Pude,~~ opinar. Na escolhn de seu ~overnador e,
em nosso caso, a ecolla do prefeito. Mas, 80•
tnos obrigados u ~fperar (como erqeremo, meu
Oeus) a propalada e de fundido abertura para,
reta abertura, ser lncluidn os e1aiçõe• dirotns
no• munlc[pios considerados aréns de sei;_uronça•
uaclonnl. VPmos esp~ror tnmbem que o tio,·erno
cio E•tudo equipare o~ solários d11s profesaoras
municip!a aos da rede estadual, isto sem demo
oginas e movimento• que - provado está • não
levam a nndo, a não ser o publicidade negoli•n
do mun!ciplo ,.. dt> pereonngens o)h,-!os o noesn
realidade politica e Roolal como n político estn.
dui1l, a do municipio está em compn .. o de c,pe•
ra o<'Unrdando o definiçilo outra vez' de lidernn•
ças, para em seguida' esas lideranças dellne rem
rumos e caminhos a serem percorridos. E, Fran
celino Pereira tinh·, rn.zào - que pois é este - nós
aproveitamo para perguntar: que E,tudo é
eHe • ou melhor. o <lle é que este povo - OA po
lltico pretend~ru rea mente. Nó•, o povo, estamos
esperando (como esperamos me Deus) nté quc
alguem ou nlgun,n coi,o, digo ou aconteçu, para
realmente lermos uma deflnl~ilo, Enquanto isto.
vnmos ePperar, até quando? (P.P)
Discurso pror u:v:iodo pelo
Depu!ado Ruben Figueiró
Em fio dfl ubrll, fui céu m Roera
a cldade eterna um dos rlor.s valo.
res da !ual geração d educadores de
nosso País: Padre Jo-é Scampini.
Natural da região de Mi]o, na
ltállu, veio para o Ir sil em Hl30 e or
denado :1,1cerdole dertJr/lu toda su·1 vida
uo maglstétl'> e, dentro dele, à firma
ção do mulcn· celltro de Easlno Superior
de lnln:atlva partfilulur do centro-oeste
bruAllelru: u FUC!1/ T - focuJcl:.irJt-!!! Uul•
das Católicas de Mato Grosso, onde
agregam centenas de rullhares dP. joVADB
que residem no extremo oeste brallelro.
Foi com seu idP1.11l,mw, sua pn•
st:vcranç,1 nu pen-eguíçllo do grande o
bjellvo da mldRúo t-11lel'llana qut! se llli •
plautt-u a por ussim dizer, e Uolversldacle
Cutóllca de lInto Gros~o.
Morreu jovem, quando ulnda mul
to se espernva de seu espirllo plonl'iro.
Mas o que fez em vicia, justifica a adml·
ração sobretudo das gerações mais
moças que tinham nele um porarllgma, e
dos ldeo!lsta1> de todas as idades, qui,,
nllo obstante o passar doa anos, não
envelheceram els nllo abandon1-1m seus
Ideais, taIIibém o respeitavam pela obra
que ajudou, Inclusive com sarrifício de
sua saúde. a conE-trulr.
O reconhecimento é a memória
dn grntldfio. como 11firmou o grande
parlamentar .José Bonifflclo.
Ao reconhecer a obra do Padre
José Scumpini, estou desta Tribuna e
em r,omA c!e jovens idrnlistas de tod!lB
ns idades de m1:u Eotado. munlftlstando
a gratidão ao excPpcion:tl preledo cuja
memória e!'torA Fempre pre!'ente em meu
Estado de Mato Grosso do Sul e espe
clalmentP em sua Capital • C. Grande.
Hoje ter pros ·gul·
monto o Campeon, .to
Belavlstense de Fut bol,
com O, p,-rlldll!'l AABl-t X
Operário e Belafsten
_,e x Bugt>nlo Penzo. P r
bancários o time do
EB. é um rodadu de
vi-iva vlsamlo a cl1s if1-
t:uçi'.l.o pa111 o 2 turno .
A Mrroto. cllmluaró. am
b11. 1H1 1-qulpe . O tlroe
de Autouto Jo/o e o 0-
perárie, mbo Jogando
u sua segunda parLlda,
enlrarllo t:ro tampo com
o espírito, mn!s trrrnqullo.
pois dPper11J m unfcumen•
te de 1HHl próprlai; for.
ça.s. O prhcelro jogo lnl
clur - se. ó 13,30 hora
(AABB x Operõrlo) e a
purtl•!a de fundo (Beln
vJAte:ise e Eugenia Pen
zo) às 15,30 horas. Repe
timo : pura a AA BH e o
Bela vlstene ó a vlLórla
interessa é v)stn oor es•
te prisma, os dofs times
prometem um grande
esretáculo ao públlco
que há prestigiar o He
lavlet!lo 79. Vá ao Esta
rllo, Torça paru o seu
lime. Viva lliOIDenl<'B de
emoção.
Brasil não aceitará
o preço do mercado
livre
Fique
À
AMA
FIUAIS:
do Lado
Em
do
E
Apolinário Máquinas Agrícolas
mamhai, Bela Vista e Mondo • Novo
E critórios de Ven'as: Antonio João,
O ministro das Mlnatt
e Energia, César Cala
disse ao sub secretArio
do Te,rnuro dos Estado
Unidos, l<'red Bergsten,
que o draE-Jl "n!l.o está
comprando, não cowpra
e jamais comprará'. pe
tróleo no chamado roer
cado livre internactoe11I.
Segundo o ministro,
Bergsten demonstrou
grande interesse pelo
programa energético do
Brasil. Depois de uma
entrevista com o secre
tárlú-geral do Mlnlstl>rfo
da Indu,trla e do Comér
cio, o subsec!'etárlo do
Tesouro Informou que
seu país eatA interessado
no . programa do álcool.
Mais FORTE
N
Caracol, Aral Moreira. lgnatP-mi e Eldoraà.e
• adeiras Serr das e
Rua Santana do Paraiso, n.o l
ar.}
Forro, e ate es
Benito Mato Grosso do Sul
/
'['rihu:, rt
I Frf
eu+do o ex Senalor !ta!fio Co-
lho, n que la de Hrry Amorim Co! ta <J ••
,rreu, úle«ti·nt- de um 'pocre» ''
rjetgo" do to Grosso do Sul a umn
corpo estranho wle in erido.
Ese corpo estranho, segundo )ta
livio Coelho, não se trata apenas de
Amo·ts Costa, mas tambétn de quase
t
O
lo o eu secretut[ado; O ex • cn- dor
dlsse tambem que Harry Amorim errou
na uplicuç1o di recursos er prefeitura&
·'Irre+ponve!s" administrativamente co
mo Nlonque '! ,hHdlm. Par,, Italiv10 e
Droeesou eperda RE rOMADi do
Mato Grosso do Sul após a oaturnl re
jelçüo de todos o corpos estranhos. E
ll cotr1cldêncl1i mais l111port11ntl"' e agra
dllvl'l pua til9, é qu,, essa retomado
neonteceu justamente na mesma dita em
qu o :1u to Grosso do Sul comemorou a
+mdu de Corumb, ma Guerra do Pa
ruguui, a 13 de junho de 194.
MU
D :~QAS publlcttáriu, é só procurar o departn-
• • m·ento comercial do jornal. Palar com o
A dlreçüo desse jornal está entu- ilvaro ou nu própria Redaçúo, com o
bulando contatos com empretiu dP Silo Ivaldo.
Paulo, ligada ao rumo Je máquinas grá-
llcus, visando aprimorar o equipamento ' PREFEITO
que anda "deilgushulo". Como a menta· Com a mudança do noveroador o
Udade dos "donos do Jornal" é de pro• . a!>sunto sucessão municipal foi pronoga
gres1c10 e dloumlt;ID0, espernmoA para do; vamos esperar a nomeação do novo
breve algumas mudanças no uspecto governdor que tudo indica será o
grálluo da nossa TF. . O Redator-Chefe, atual prefeito de Campo Crande. senhor
jornalista Ivalclo Perem1. irá nu próxima ~larcelo Mirnndn. AI então, a cúpula es·
semana à. capital do grande Ebtado P
11
• t!Olherá o prefeito de Bela Vista.
ra verlticar o preço de novos equipa•
mentos, isto com relação ao Jornal. AlNDA CONTINUA
EDIÇÃO ESPECIAL
A edlQii.0 de 20 de Julho próximo
será em homenagem ao niversrio de
Bela Vista. já conversamos com o ilur•
oiano, lá em Campo Grande, e vamos
edita-lo em "lt sett". Os Comerohrntes
que desejarem inserir sua mensagem
- Suites - nparmmentos -- quartos - u
o?Ondlciooado e telefone& - o melbor hotel
da regiao.
dirigid<l por Nelcy lllendonça Ximenes
e Doracy Mendonça Silveira
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sinônimo de requinte e bom go,to
Rua: Manoel Paes de Barros - 904
PPX. 1277- 1687
Aquldauano MS.
Continuam os estudos, na área fe·
dernl, dos nome de E! de Araujo Bar
bc.sa e Eviláslo Miranda, para uceder
o atual prefeiio de Bela Vista, Ruben de
CastrCI Pinto. Após os últimos aconteci
mentos, ficou pateute que haverá des
dobramentos polltlcos, ou seia, poderá
surgir novu alternativa na escolha do
prefeito. Comenta-se que Sidney Mascare•
uhas está coJado pura entrar ''como
alternutlvu". E uma excelente alternatl·
vu ...
"POLOS DE DESENVOLVlMENTO"
Mudou o Governo ... mudará o go
Vdrnador ... mudará tambem o i-istema.
Com Isto 1 tul história de polos regionais
de desenvolvimento vai por água abatxo.
Vamos fort9.Jecer todos os municípios.
Nada de centrallza.çiío, a P.lllltlca modero&
pede DESCENTRALIZAÇÃO. O novo go•
vernador (Marcelo ~kanda)? deverá
começar o SfU governo com 11 reintegra•
ção das CIRETRANS. aô.a. de mudar.
Aprimorar sim, mudar não .. Iniciaremos
a luta.
Ex- Gov. Harry Amorim
BELA VISTA
Uma verdadeira explosão de pro•
greso assola a nossa querida Bela Vh,ta,
uovos buncoA, novas empresas, constru
ções, rlesenvol,;imento do esporte (e,
que desenvolvimento) d, acima de tudo,
muita tranquilidade política. Sem dt'ID'l·
{!üglu, srm ufaoismos, sem mentiras. •. é
u hora e a vez da Princesa do Apa.
EXPOSIÇÃO
No próximo mês, dia 17, Iniciar.se
ó. a 81! EXPOBEL, o maior aconteeimento
Agropecuârio da região. Tudo indica que
t-'ste ano a EXPOBEL será palco de gran•
des uegócios e de variadas atraQões.
Não i.e eRqueça: visltt' BELA VIST ,. em
JULHO e sinta o pulsar do gigante que
despertou.
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_ • O cl¼fé que convida à segunda
xicará envusado eletronicamente
à vácuo para -perfeita presPrvação
do produto.
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Governo
dá assis-
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Nio que
.' p,1 lir O C••::ré
lo , situado ntte o Es.
ti.1 O ti u Pl' •fellllil d•
Nfosque, este munulcipio
potl •r fi liqulcln r tu<l J: (1
débitos referenlv» ao
pessoal alem de !·dr
nlzur todo o S'll bt le>rriu
l118Utuclonal. implunt:1(10
LO municll'.JI0 i;l ... teo,,
de Pl:rnl'j..iniento, Flnan•
ças e Administração, o
bsrvundo • recumen
dações da Secretaria de
Planejamento e Coorde
naçú•J Geral cio E ·tudc.
O convênio assinauo
pdo ex-governador Hur•
ry Amorim e o prefeito
ltevir Alencar, sob a
lntervenlênclu do secre
tárlo ,Jardel de Paula.
du Sepl11n-:18, tem o vu·
lor de GUO mtl cruzPiros
importflncla oriuod1:.1 do
Fundo Estadual de A •
slstêncla Frnaocelrn
(Funda!), de acordo com
a Exposloão de Mo•
ttvos fpfta pelo titular
<la Secretaria rte Plane·
jameoto e devidamente
autorizado pelo Gover
nador.
Segundo o coovêclo
caberá ao Estado pres·
tar assistencta técptca à
Prefeitura Municipal d
1
!d·
tin,ldU à. modernlzaQãO
lnstituclooal; de !DOdO u
alcanc;ar melbor eflclen
cla e eficácia em êUU
8
a.ções, tendo, por ~nlo·
que principal a !mplaD·
tação dos Sistemas u
icipals da Planejareu
to finanças e Admlnls·
trnção e o treiaameuto
dos respectivos recursos
huD111nos técn!cGs, 11Iérn
rle ajust11r c o ro
11
Prefeitura o orçaroe~to
do exercício de 19
19
•
visando a aleenç
o equilibrío fínancelr
0
dentro das efetivas p~f•
sibilidadez de realizsçà°
da receito municipal.
Por sua vez, cabera
à Prefeitura· dl" Níoaque
liquidar os débitos co_!Xl
o peJsoal cclocar à di
• d pes-
posiÇ-ãO do Esta o • .
soal para efetivar ll"
Inovações e todo 0 acer
vo documental da Pre
f P.itura necessário P1g~
realização do traba n·
estabeh-cldo no co
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rapldamente a terra, ·m torno de tum @q tar ua aul to-
quilometro por dl, mn.o, s medil a mla no próxi-
np1 •JXI .11çi11, r, l-!l'llv lvc (' <• z ,r· i ,J(. l l,l,,
Iu velocidade, cone!to
() ~[1',l('lffivn 1) lt(,l('I lcnr O, f ngunrJo O
1
111 t•llJIJ
lformuçõs, terá nos1bila'e de e»f de Segurança 'lona
rio Br:•tsll, H<• eo11t:-~t!I> riu qu•• 3
1c' :•Ylmw· qu criir1 1,ub1.11Plf(u à
vu que• a quo,!a ro, ,, no Acun» Paeii~. tpr ciso io re iler
co. reino de probabilidade seria uma Juüo !atista Figuel
f11ixn d 170 qutloru, lt.0 de Ja•rrura . 1t!do. O r t»bckelmento
poclerlu atlugll' ó.r· t- dc.,n unente povo. da autonomf politler
d!w, como u cidade de Rio d. Janeiro, desse n;uuicípio foi b
Sfi() Paulo ou Mutc, Oro ..
0
do :ui. 0
j lo tl detlh dos e ·tu
looal mHl8 pro'lívd i,erin r cirlurlo pau- dor e o parecer foi fa.
llstn de !-3auru. Oi·, JnI6rlo ,tiudu diz qun vor(1vcl. P,11'11 1kb Vi1,ta
1~ pruvlP/lo do Iucul <ll' quc•du pratl@. 3a noticia taz alegria
ITil'Dll' lmpos~ívíll. bÔmoulP pt l'ml:Jnctn-~11 • Isfação, pol wqui,
oonbecô-lo 2ü mia. unt,.
8 ri. lJUt'<lit. cofr onde o prefeito e nomva
nero nele eont ndo 200 mil qullo.1 cio, o puvo pPrman<:l'e u
ro I iu 81HII'!DD P=-ll'.l[~O. prínclp· lml'll ll' mar g, ni <lí gr~lUf1('?., rl I'•
pelo espetucular lmp•zcto. clt;ões politlcaF>, uma
delus escolha do pre.
feito. Com essa roPdlda,
o presidente João Fl·
guí.:lr·r-do, mau uma ,·ez.
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EM RITMO DE CAPITAL.
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Vor:ÍJ vai atender seus Problemas do Município, ou Negócios. J.B. Entrlll]a sua
Roupa sob Medida no mesmo dia. - Chega pela manhã, à tarde volta com sua Roupa
Sob Medida.
Tradição e Garantia nos Tecidos que usa,consagrada
pela P
7
squisa Pública desde 1957
RUA 14 DE JULHO, 2.104 CAMPO GRANDE
FCl E 624--3932 MATO GROSSO DO SUL
..Jar •
.. 54
e Cí2xias Ce1lro
Mato Grosso de Slll
MURTI
PARTIU OCO, 010
PARA PORTO
o
O Progre RO • Trlh11n11 na turdinhu
de ontem desfilou pela Marcelino P!re
us 13) totladas de toup, gêneros all
mentlcloH, 111edlc11mP1,loH H um11 lnflnl·lu
de outt•op <,bjeto ... quo e omprdos de
veriam ohcgut· a CllbH ,te IO mllhõ ·s <10
cruzeiros, acondicionados em dez cml
nhóes, posto a dl-posição paru o truus
porte.
O qu,1 r, t levndo puru os refugla-
dos umu provn de mor inconfundrvel
do povo douradense, 0 trabalho árduo
ms, de prolando grndo Intimo, prlncl•
plllmente, ci<>H humtlçlt•R qul nüo tllu·
biaram em oferecer aquilo que temos
oerh•Ztl em multo lhe!! AMl
1
1 vn fallnndo.
muK, no penimtnPnlo dt~ nuxlllar o trrofil'
murtlnheuseEt, deu nté o que n/111 podia.
como forma de amor pelos necessltdo.
Dourados e Porto Murtinho hoje
esto ligados por laços de amor tnsepu•
ráYels. Nosasos lrmllos, Jamuls lt·üo su
cumbir se ,ieponder do dadivoso povo
d• nossa reglllo.
Nesta tarara rle auxilio todos se
deE'tacam: eja a Radio Club9 que lni•
elou .e que ficou também até o fim, oo
mo todos os clubes de serviços, os mls•
sloné.rlos de trabalho anônimo como
Caetano, do Pastor Getro, da Policia
Mllltar, do Corpo de bombeiros e de um
of'm número de outras entldadeK que
nlio medlram esforços no uuxlll11 no
llagelado murllnhe11so.
•
A Redaçõo da TF, é um do◄poucos lu•
gares, em Deh Visto, onde se trata de polh!cn,
de eportes e eventualmente, da vida dos polltl·
co,. Aqui, a qualquer horo, o bom bate papo re
cebe sempre boas vindos. 1 última •Pxtn- feiro,
e•tcve conosco o vcrenilor 'lvoldo de Barros, o
vereador mnls ntunnte a nl•el polltlco e oplnati•
oro· Traduzindo: o Nivaldo é um dos poucos que
falam e t-scrcvem e assina o que cscr,wo. t um
homem de posições. llli muita gente que fala
fala o fala, ma■quando se trata de pnunr parn ~
papel, aí a hist6ri11 é outu. Fogem do jornal co·
mo o diabo foge da cruz. Voltando no Nivnldo.
Ele perguntou:
- Onde flcarllo, ngorn, os homens (polltlco.)
acm cadelra1
- Sem cadeira?
. - Sim, cadeira■, ou sej", po,ições definidas.
Part1dãrloP.
- E.-q,lique, nobre ,•ereador.
- Olha, negóclo seguinte: Algumas lideran·
tta polltlca• ora ui encontram no grupo de Pe
dtoulan, ora no de Harry ou Levy, ora no de
Canale; ore. no de Frng.clli; ora no de Bnrem, oro
no dele, mesmo, que ll o nmos esperar pra ver
como é q_uc fica (•empre cm cima do muro). E
agora, onde é que flenrüo, no de Mor('elo?
bto, conforme diz o Nivaldo, é que faz
Bcln Vistn •er n terra dn incógnito e do imprevi
slvel. E com ele ainda a perguarn:
Os supostos enndidnto~ n prefeito ele nos•
sa cidade nindn trrllo vez'!
Alfobeli,"oçáo Funcional o Educação Integrado
Autodidatismo o Orientacão Profissional o Treinamento
Profissional Colocação de Mão de Obra o Educação
Comunitaria para o Trabalho o Educação Comunitária
Para a. Soude o ProgrJm.l Cultural o Ação Comunitario
Esport:! Põlr::t Todos
Apóie o Mobrnl de sua cidade
.... -.-..-
O sonha tornou-se Realidade
_.,.._ em Bela Vista, Existe uma Churrascaria onde VOl·ê ood.,rá levar sua
Hpe11a, seus filhos, seus aratgos e sentir-se reulmeute em sua própria cusa
MEU
Aquele algo
RODIZIO CO PLE
Rna Duque de (·xi (Ao Ido do Ginasio Estdual ) Bela Vista !lS
mais em Churrascaria
Min iro, de Uberba, I) anos. e genhe.
ro Mare lo Miranu Soares exerce utuslete +
lunão de prefeito de Campo Grande. P'sl de 4
filbo . Puto Eduardo, Paulo Henttque, .n. ei.
li e A C;'stina -- evado com s Sra. Anti
'r Cançeto oars (arit) vis pua o sul
do to iroso .- hoje Mato d,os o do ul e
196, quando fol nome:do pelo entl gc rnt t
Pedrosan mo chefa do stor 'T'écnteo da ? Re.
l!!rei d» DERMAT, em Três L cus. S cartel
ra no DEMAT ti pida e j 199 I era
chef r.a H1 g!on:,i ui. No auu :• guíntl·. fui 1:oa, .i
do direto:-presidente do Centras E!éttlcs Mtgr
sene e um uno depois ussumtu u prei'ên Ia o
pERMA'T, A no governo d· Jose Irg AII, Iic/o
ou dreção do órgão ut 1074. Darnte o governo
de Jor;(> Greia Neto foi túo P• 1't1tgulrlo poitU<: I·
mente que cubou sendo obrigado der:tir-se do
ó1ão e em 1977, com pio do ex-fito L y
Dias e ex governador Pedro Prudroslan, elegeu-se
prefeito d umpo Grande.
É um dos poucos remanescentes da la
''lndepender:tt:" da Arena, liderudu por Pedro-ln
e que está ainda "esfacelada, mts com tendépds
de reagrup&.mento. Como bom mineiro, const•gulu
convlvn coro o governador ,Jo,t'1 r'ragelll, líd1,r a
ala "Ortodoxa" mas não teve o mei:mo RuceF .·,
no governo de Garci,1 Neto e por Is o acabu
d~mitlndo-se das funçõeR de eng@helro do DER·
MAT. Agora, conseguiu cousenso das duas alas
políticas mais fortes ao obter apoio dos três ena
nadores arenlPtas do Mato Gror,1-0 do Sul e por
fpso 1rnu nome foi indicado para suceder Harry
Amorim Costa.
co
Hoje, dhndo coot1nuldade ao Be
lavlstilo 79, jogarão no "Octávio Fontou
ra" ª" equipes do Relavlstense x Euge·
nlo Peozo e AABB e Operario. O time
dos buncárlos empatou com o Vila Nova
l! perdeu para o 1º de lIaio e precisa da
vitória para pensar na classificação pare
º. i,egundo turno. Será uma partida dlfi·
cil, pois o Optlrárlo, que até ag()rA. jogou
apenne contra o Vlla Nova, empatando,
c,ferecerá re,;;ietencla ao cime de Guego
contando com o entu~lasmo de seus jo
vem; defensores. Nilo acreditamos na vi-
tória do Operário. .
Nilo queremos dize!.' com isto que
o seu time não posst:i condições de
ven.cer e até mesmo se clatoslficar, acon
tece que o banco PRECISA da vitória.
Jogará para Isto. Será uma partida difí
cil, vista pelo .,prisma do vencedor asse
gurar sua classificação. Explicamc,s: A.
AABB vencendo, ficará com 3 pontos
ganhos e Jogará 11. sua última partida
contra o Sessenta. Na hipótese de per
der. será dascbssilic11da. Venct!ndo po
derá. ainda ter esperanças, dependendo
do resultado dos Jogos do próprio Ope
r4rfo e do Vila Nova. Para nós, Sessenta
e 1- de olmo, sao os dois times, pratiea
mente clnssltlcados, pois o timé de Ca•
raccl possui quadro paru vencer uma
das suas duas últimas partidas (contra o
Vila e o Operario). A terceira vaga fia
ra entre a AARR, dependendo do resul.
t~do de amanbil, Operario (se venaer,
ftcar~ tudo ma.Is fácil) e o Vila Nova,
que Jogará sua classificação contra o 1%
de M:io. Esta difícil esta chve. No to
cante uo Belavistense, que boje enfrenta
o Eugenio Penzo, ele tambem precisa. do.
vitória. So perder, vai descan11ar O 88•
gundo turno. Joga_rá a sua próxima par
tldli <:ontra o Un.lao. Vencendo hoje po
der se classificar. O Eugenio Pénzo.
:1udi1 ~ u:na Incógnita. Vamos ver couo
quP Hca após os jogos de boje.
O miolstro Petrônio
Portella estará levando.
segunda !Pira, ao pre. l·
dente João Baptlsta FI·
gueiredo o projeto de
anistia, que não lJavl.i.
redlglôo, mas cuja tio·
tJoração não lhe tomará
mais do que 30 minuto
No despacho com o che
fe do governo. Petrõnlo
recebeu as diretrizes
llnalíssimai,, da matérlD,
sobre a qual. a partir de
agora, lnexhit;!ID dúvidas
ou intflrrogacões. se:rfi
um projPto curto, norma
tlvo e segundo acentuou
o senador pelo Piauí. O
mais abrangente possive
beneficiando a quanto
foram punidos pela Re
volução. desde ü4 exce
ção aos que cometeTarn
os chnmados crimes de
saague - a.sPaltos, se
qüestros, assassiustos
atos de terrorismo -
mesmo sob motivaçl
política. Em cadn ml01
5
térlo. couform~ já se
encontra definido, serão
criadas comissões e5Pf
cials destln!idu.S a exu
nar, a pedido, a relote·
gração de funclonãrf0!
1
áfestados ou aposentado°
compulsorlameute.
T+
1 D
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dao braileiro Ftvto
Koutzzl, é um exemplo
po lflvo 110 ín t'lol" em
que. a!Pud ndo ju lo
anelos dus mal diferen
ti camuda +reiais do
Ira.il se anuncia
grande medida pacifica
dora de no su socJedade:
u ,nlst1n.
O p trl, mentar ar
gumentou qUP o ru o un
brafi!le!ro FJ(lvlo Kuulzzl
evldenri, ''claran ente ,1
necessldnde da urgente
institucionalização da
anistia pois, purudoxnal
mc-nte, o cldndtlo nnlFtlJJ•
do nri Argentma nllo po
de voltar uo Bru!lll. ondn
ter!a q111> cumprir pt>ua
po):li<'a de quatro cnn ...
de rl ão. Por l11so vfajn
pura a Europa.
O deput.ido J ollo
~fenezes (i1DM-PA) afir
mou que há, <lentro do
próprio Governo, um pe-•
queno grupo do COIT'!líl•
do que conllpira para
sua manutenção n( Po
der. razão pela qual o
projeto de redemorratl
zação do País eo!reut'l
dificuldades.
A nall1:1ando revela
ções feitas noa livros
dos G:!nnals Olín:plc:
Muurão e Hugo de Abreu
e dn senador Lniz 'llano,
o parlaaentar colocou
os fatos reg:strados no11
últimos 3.oos como sin
tomas da que há fissurs
dentro do Governo: o
epJi,ódlo mais recec!e
envolvendo o 1;,ena<lor
Jarbus Passarinho e a
assessoria de impreni:a
rJo Palácio do Placaltn,
o próprio teor do pro.
nuoclamento do senador
paraense admitindo ris•
cos de um ret10cesi;:o
politico e o fortalecim<>o
to do braço da direi te,;
o Impedimento da CP!
sobre CR casos ds iortu
res; proibição s mani -
festações P"Iitlcas d<'
militares da r-eserva; a
preterição de generuls
qualificados para promo
ção; o remanajamento
dos comandos militares:
u demissão do Genera 1
Sylvio Frota do cargo de
:Uuistro do Exército f'
do Genernl Edna.rdo
D'Ávila do comando do
I Exército, etc.
E
r
.,
• (1
O jovem poHtlco j1udlru nBl', ex
ondlduto a prelélto, Ernando Martlus
B1trboea, em con<•Apond<· ola 1.uv!udu 1H>
deputado Federal t.,0IH1 S<•hlmlut, dl:t. de
un Ida a Campo Grande para muuter
conlalo!I com o mesmo pra tratar de
peeun 11 rdei·enles n .Jnrdlm. Segundo
Ernando, "querln oonve!'Bnr como o eml·
nente parlum1•nlar n respPlto cio situação
de nossa esquech.111 ,Ja1·cllru". Diz Barboe11
''Jardim hl multo v m i,eudo considera
da pelo 11eu poslcl(lnamento geogrA!ico
eetratéglno o crntrullzcu.lor, pelo seu pro
g1'('tltlO, como o f:lturo polo de desenvol
vimento desta regilo de nosso Estado.
Acontece que, Justamente a({oro, quando
o Oovorno estã prt>tendendo Instalar o
polos de deHcnvulvlmeuto nut1 cldade11
po lcionudrt • pnra tal, surgem as lutas
das forças políticas daqui e aall (nalu•
rnls) querendo tirar-nos e#se privilégio,
comenta-se que será instalada uqul, só
mente uma Uf{<lnci11 dt1 :::ecretarlu de
Recursos Humano, e, oilo wals um polo
de desenvolvinento. L, a realidade é que,
ató o momento não houve nadu de con
ereto nesse entldo, são apenas especu
lucõeti de ba!llldores QU polltlcoti. Tudo
está como dantes, na estoa zero. NÓ8,
j11rdlnenset1, contamcs com o lrreetrlto
upolo de V. Excla, para 11 conoretlzaçlío
Colncldlnbo com a data comemora
tiva da Retomada de Corumbá, ocorrido
tambem {a 13 de junho, (13/6) foi
promulgada a Constltuiç!lo rlo Et>lado de
Mo.to Grosso do Sul. O Teatro Glauce
Roeha foi pequeno para acolher o gran
de número de autorid~des e represen
tantes oi vis e mllltm·es que prestigiaram
o pcontaclmento. O ato histórico teve
inicio àR 8:30 lwrut1. com n banrln rla
Policia Milltur executo ado o Hio acio
nal. Em seguida o presidente da Assl'm•
bléia Constituinte rio Estudo, Londres
:dachado, deu por aberta oficlnlmPnte a
senão solene: Foi feita n leitura dn
Cartu Magna de Mato Grosso do Sul,
seguindo.se a promulgoçfio pelo presi
dente da constitulute. Nesse momento
Londres Machado declnl'OU em pleno vi
gor a Constltulçllo do Estado.
PRO UNCIAMENTOS
DEPUTADO VALDOMIRO GONCALVES
trabalhos tnlnterruptos, tomados de
amor, de Idealismo e da mais profur.da
reepon~nbllldade, vem a lume uma curtt1.
que, 1H' n!ío é perfeita. reveste-se de
uma fldelldude Incontestável ao pensll
mento e anseios do nos+o povo"
SERGIO CRUZ
"',o depois de clr;co meses de
de&la no a asplraçllo. Apó 11 queda de
Harry Amorim, a idtlu de ct.'ntrulizuçúo
através de pólos rei;rlonal1 dP. desenvol•
vlmento, não ·erO. mais coloc da em p n
tlca. O que haveró., agora, será o ds 'n
volvimento harmonioso de todus os co
munas e uma Descentrallznção. 1'~mo
absoluta CAl'lE'ZU de que Jardim oüo 11 rá
esquecida pelos nossos maiores, ma8,
respelto do polo, ficou patentP que mu
duá a política do Governo. O que cou
oordamos plenamente. Momos lavorávels
ao desonvolvtm~nto HarmooioB" de todas
as ctdudes do OESTE (ex sudoei;te mrv
togrossenee ). •
RAMEZ TEBET
«Proclamamos com orgulho: foi
um trabalho que se fez com fé e esperan
ça, com respeito lei fundamental da
República, mas elaborado com a allivt'!z
doe que não trnnelgem com o dever e
com a iodepeodêncin, dos que n!ío se
curv11m perant~ o Poder. Nilo nos otnlti•
mos iunto às baaes polítlcafl que susten
ta::n o nosso mandato. Reclamamos a
colabornção de todoR na 1ngente e gran
diosa tar<:>fo. da elabvracfi.o dl Lei, fonte
doe poderes do ERtado», 11crescentnu
Disse Ramez, que «submeto-no
à uma grat1Uc2nte pMvacão». refel'lnt!o
se à procura de um equilíbrio na íntran·
i:.lgência cívica de cada um doe compo
n~ntes da Constituinte. A perfeita con
ciência da Importância do trabalho que
estava sendo feito não foi Psqueclda «e
1 la noi:. serviu de inspiração constante
na elaboruçã.> de cada artigo ou pará
grnfo».
J
Neste 13 de junho volta a tonrnr
o seu lugar como dat,1 histórica nei:.tfl
nosso Estado. O passado registra a Re
tomada di> r.ornmbá; o foturo marcará o
mais revelante ttcontecimento político
desta unidade QU<l surg e sob o signo da
espnança. Mato Grosso tio "ul. resulta
do d." um_a .lutu se.!Ul!lr de seus filhos,
ganhu hoje o seu ti testado· dt- .naio:-ldu
de, conRubstanclado na Constituição· pro
nu/gada, forum eis meses de pesquisas
coxultas, debates e decisões. Meio ano
treionndo democraciv. Meto uno fintando
o accrb,1 casui mo da C<•nstltuiçã O l<'ede
l'd l. tlocu_111t, nto iustituriona!n:entP 8 pó
crlto, pots qu~. ao inves de assegurar
ai, mantfestaçoes de liberdade, • fortalece
o Estado e desalenta Nação".
Quando você fnr à Campo
Gronde visite o "DOM MARQUES"
eshurnnt0 e burrnscaria
ar eonEliilonado .... Sistema Rodlzlo
Annida Goi:.ta e Silva, nº 312
(;:amyo Grande , MS.
Dr. José Atanasio Néto
ADVOGADO
Causas cíveis, criminais " agrárias.
EecnL Av. Duque de CllXias, 8íB,
JardJm. MS.
Economia.'? Segurança'?
---====V I J DE
Conforto'?
o
Gr.mio
X
- .
/per0rio+ardny
Jogando aml+tos»
mente quintn feira p
no O tàvlo f'(lutoura, ç
Gremlo üolflo emp, l<i
com n boa equipe rlc,
OporArlo rlt' ,Jardim ..
eáuide jardinense, dirigi
da por alme Silva Avill
contando em suas fil i
ras com experlmentu-
clos jogadores, como
Lori e 'Taelnha., apre«ser.
tou um futebol envolven
te e equilibrado: O Gn
mio, mais uma vez, jo
gou n base do entus!AF·
mo, faltando no time de
Eder, jogadores mal,
velozes no meio camp
e uma detc•sa mal; '·fe
chada". No ptlm<'lro teo1·
po, o tln..P de Jardim
apresentou um melhor
parlrilo de jogo e mar
cou através de Lorl.
numa jogada onde ll
exprrlênr.la do rourll·
nbenJe falou mais alto.
Lr,go upós. o roes·
mo Lori perdeu um p
nalll com n bola baten'
rlo na trave. O empate
vlo por intermédio de
Afranlo. que pnr sinal jo
gou uma excelente pat
tida. No 2º tercpo. o
Gremlo jogou com nals
imeto e teve maiores
oportunidades de gol.
na foi o Operário qu°
m»rcou primeiro. atr'
vés de 1!ciabe. Qua,
1
no fin»l, Afranio, no°
men•e. rnnrcou eropat"
a partida O juiz foi 5.?·
turoino. com bo'I atuaçao
auxillado» por Fermino ?
Elvio. A renda não f, 1
fornecida, mas bom pú·
bllco prest!giou o acoote·
cimento.
Tranquilidade'?
1 BUS====-
Alem de tudo o que ostá eserito aeima, i roee anda será Servidc por MOTORlS'l'AS • ...
V
• d Q o-a.aritadOfl
ia)e • nibus ·· • A Viação Cruzeiro do Sul
Renovou sua Freta para mclher tonder os nus
iagem Iteliget é
Unários. Linha prn 35 unieipios de Nosso Estado
· ª Cruzeiro do Sul J
"
QUADROS:
OPERÁRIO: Canci.o, J.
Carlos, Adilsop, Pires e
Daocindo· Lori e Cardo·
so; Carlinhos, Tacirb"
Djalmu e Osvaldo.
GRE:'.1!O lJ.l!ÃO
Dutra, Basilto, Negro, ,
Odlr e Laucidlo; Alfredo
e Anão; Bit, Penedo.
Afranio e Otavio.
O Vl•n udo1· Nlvnldo r:le lllrros, da
ARENA, protestou, em plemario, contra
"a quulltteagio do movimento minortá.
rio de nalguns profas ore como dos pro
ft·H 01·r i do Bela fl. ta''. Sugundn o V'!·
reudor, ó inconcebivel arrolar umn cla
lll' Pnquuuto o rnovlm uto otnniJestlnH·
menie provocado por quatro ou cinco
professores municipais se uproveltaram
de> sun lideranças diante de alunos lugO
llU0fl, Cl'lllnQllll, pura fHZl➔l' umu mini
passeuta. Disso alnda o v rPa<lor "que" a
./
m•ltérla publicaria no Dii'u lo cln Serra, u.1
qual o rlt-putud,i 'iorg10 Urnz :lflr•n4vH que
pistolros tentaram i apdtu a reunião em
nos± cidade, é um de»lavada e in!are
10 >11llrg., COJ)firlnJ.r1n. jll']O Vll!'O<ldOL' 81JJI;)•
<leblsf;',.Gctullu Lino. "Prnlestou. ulndfl'',
o reluto em uta do aparte fefto pelo
VP.rondor- lldofo111w· Pioh il'O uo verNtchl·
Carlos Centurião quando protestava as
m·ntiraa desairo ns assacadas contra o
prpfelto nris pMnunctamento. YL•ilos pelo
dc•putu<lo Serglo Cruz, quanclo ele diz1u
O deputado Londres ~fochado, pre•
D f
sldent!! da ,Assr,mbléla LL'l!i.:Jativa. PIB·
e inição SOi esta semana pos ado como GOVtll"OlldO!' do Estudo ln
terinimíll.llB, . após n exonernçi.lo de
Horl'y Amorim Co!1tn. em dir:curso pro•
CAMPO GRI-NDE (do ce>rrespoo• nuncillclo na Assembléla reconheceu us
dente) 'Tudo Indicu que esta semana dificl ludes que está encontrando para
sltuéo de EIy de Arujo Barbos po- serenidade do momento politleo e pe:
derá ser decidida pdo gorntno do E~t!i, cllu o emp1>11ho de lodo. pn1,1 a eonti
do . .:./guarda .
80 upenaA a p'."lsse tio i,e- nuhlude_ dos t1 ub,ilhod quo _vlnh.1m , en:
nhor' ~lat·celo Mrnnda pura a deinlgo do reu!izudos até ugora. Disse Londres:
do prefeitos dus áreas consideradas d 8 nestu vportnidude, este Bucal, onde
segurunça nr:..cloonl. 1. quPdu de HtllTY os eruéntos L-eputados Estadums, com
Atuorim Gostu provocou umn purulizuçüo pnn~elro,; de C.1~u e de lutai-, sem dls•
o processo de escolha e ueima de tud
I
tlnçuo ae p:.1r1idos ou de grupos, com a
uma mudança de entérios. Ates, o cá,' generosidade que lhes és peculir esco-
·.·. Iheramme seu Presidente. propiciando
dltJuto que reuniu miores psslbllidadvs ti • ,._ º . . • ,.. _
em lkla V;slu eru E,·llé.l-lio Miranda, asim a oportunidade deste evento, não
gvr, já se cometo aqui na capita1, poderia rlelxar _J"llnals, de j)Ublico, de
que Ely de Araujo, devido as suas liga: preHtnr-Jhe,; m~1~ uma vez ,1 mlnha l
ÇÕt•t- eom O !.:!l'Upo Independente é u Que morred.omn gru llrlilo, t.Jlnto pelo gesto
reúne mlures possibilidades. Ms não de carinho como pela cunfiunçu que ~:
foi dt-scurladu a hlnótese de que Pe- mim sempre rlcpos1turam, e que eu,
1
•
dro luu nlo intervirá no procr.;so de ciprca e mode,tumente. pNcuro retr,
(>Scollm. devido uo premlo que recebeu; buir. Mas, passadas as horas de tempes
Governu do Esradll (utravé, do pt>rlroF- tade, qunn,fo dos dmg,•nt-s o povo está
slait Mnrcelo Mini). Assim, po- esperar calaria, as_attude .g?"",
c!erllo !:!Urgi. nnvtis nll:.•rnu tivus para , josas. os gestos d:sprendidos, cu, IV ] n
P;feitura Municipal de Bla Vtn, in. era Presidente de u dos poderes deste
clm,lv.-•, coru a po,,,-ibilidar!P do lunçn- E. lll·10. e agora as-ur,o um ouiro, ea
"mento "' outros nomes". qunto se processo a substituicáo esta
iuul, só posso transmitir a toses os sul
mnat0grossense o eu voto de jé e es
p·rançu, de que, pus:ados esses difíceis
·mom;-ntos, retotabelecido1< os princlpit1s
in1<lilulclouais que os homens ctirig,'ntes
que bú uma granrl di erenç
11 entre o ,fo.
putado Sergio Cruz e o prefeito muntei.
pal ,, Bela Vi ,t,:i, teto porque, aquele
fora eleito por mflh t H ;Ji> vutos e e lt•
fot•,, nom urlo por qu,,Jquer um. ·•O ve
I'Pt.dor NIvaldo disse que o t
1mlaeut(1 Ge
neral Ernesto Geiel, ex prendente da
llepúhli ·a, u/ío qu·1lqncr urri, antes de
tuJo é um cldadüo btot:dlell'ú de ulta
putontt1. D! ·,e: ·'aluda ,1ue pnr ser· um
preBldoul Imposto, é decorrente da fase
rtivoluclo111lrlu que vlver.:rns."
r.
Nelson Derzi
-ador
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CR:I 23-882 - CPF .11.98.88.33·7.Si
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su 1, l n d i f e r e n t e a o s oo
m e s e s u e e s R õ e~ .marchar à
coleremcnle para atinglr o destino que a história
do llrn;II lh1· reservou Conclamo, pois, asslru
corno jú o íiurn t1111e • no 1110 de promulguçilo ela
no,:su Lei Magna, a todo para a serenidade,
pnra o trabalho, para u ordem democrática, p•1~
quc aciwa rlo; partds, das querelas e das opi
niões prpq ini, de'<: prn'alt-ccr sunprc o 1:,:pirll0
cívico tio put(ioti,mo vh·o e cada v~z muis atuan
te. R, só s+in ereros grandes como todos
t,8pcra111 <JUC ,cjamos",
Arena • Jardinense
se renovo
A Arena, de Jardim, através de
seus correligionilrios, entce os quais fi.
gura a p,~,sou humaua de Alcldes Cava
lheiro Flores. o apular Cidoca, e rene
va através de pessoas de lições apren
dldo.s dd um p-1ss1-1.do rec.:ente: '' A sltua
çii.o polílic.:a de Jnrdiru, no momento,
exige de seu povo um posicionamento
reallstn perante 1,-:on'tecimeotos qu•J Im
pedem o prog,esso e ..i harmonia do po
vo jardlnense". Ci'.loca, mal:- uma vez,
fula uo povo, através este jornal, lncl
taudoo a colabor-ur, p.:ln trabalho, pela
otdt>ru. visando concretizar anseios e
metas que li:'vnr_ão a cidade de Jardim
ao lugar de destaque que el& hem mere
ce. •• . . hora é :l.e real1dades, às vezei.
duus, mus realidades, qu8 devem ser
encar idas com espírito pl1tt·iótico e otl•
nista". Par Cidoca ··o momento exige.
acimn ele tudo. p ,rtieipaçüo res~,onoãvel
de todos aqueles que estão encarrega 4os
de conduzir o deetinu du Cidade Caçula".
-
ESC 01,: ,DVOCACIA 1-EMPRESA JURIDl?A CYRIO .FALCAo-1
P l 1
eausus
au ,, ilbP.rto d« Cstelo Branco civis CYRIO FALCÃO
AlJVOGJDO i e men:inl CAl1LO E. MEDEIOS
Cri in- 1 ,N O, 10 tfüAG,
Cn1an, C1vü, • Cri 1.a~iF . Trnl,ulhi,t.us • Acom-
1
pinha prosso na Justiça de Carpo Graude
Rua Z6 de posto, Si44 - FONE d33-1432
tlití,i" 36 ,le .A.J-■l'<í • 7.• A:: ar • Sala 73
Advocacia perante Tribunal d Jus-
tia da Et do de Mato Gr«e:so do nl. 5nus
encü» Oral; Elaboraz de Memoriais; A
dvomacia Especializada; Cstatos Pernn
t , co;-11 o, col g:::1. ••
OI
C,USAS ,iJVEIS
l'f() .GI:ARlô - f1'"li "fÁRIOS
P. C!U'.l'O 10 -
ccraTõnIO -- Ia Ri '.Lo, 2774 Ctl j
lefsne MJ-9: Campo Gr»nd MS ela V'isa
( A Lad
PeroR
kua } de Ontubro
da iratrs )
A baixo, trechos do
pronunclumeoto de HA
fto povo dP th!to Gros ·o
do . ul: "Essa chegada
6 emoclonutmente multo
dif rentP de quantas ou
truH, porque forçaA po
deroSê!B se levantaram
conduzindo o: !atos à
verdades aparentes, e
não Jotenclonals".
"Não quC'ro e nãn
d<>vo oPste momPnto dl
flcll, fazer declaracõe11 e
coml'ntArios. a única. at!
tud '.! quP Pntenclo coeren
te coru a mensagem que
:-;empr~ levei e tenho lc·
vado da fra tnnldade, de
~upPrlor enfendlment<•.
de forma a criar r111 con
dições para p!"lsper!dadP
e de:1env0Jvlmento do
nossa comualdad9".
"Por l,so mesmo,
peço a todo1i os meus
queridos amigos, e 11gra
decendo r,sta acolhida
que é decorrência" na
tural daquilo que tem
acoatecl<io, a simpatia,
a generosidade do povo,
peço a meus amigos nes
tes momPntos dlflcel:!,
que mantenhamos a nos
sa E'erenidade a fim de
que, dessa forma, primei
ro de tudo, sejamos di
gnos de nós mesmos e
tenha.moR liempre presen
tes as nossas obrigações,
flS nossas responsablll
dadet<, dfl juntos, com
amor no coração, co
trulr aqu!Jo que todos
nós sol)barnos aqui para
o noi:so Estado".
f: verdade que com
o coração magoado e a
razão ofendida, chego
desta vez a nossa querf
õa capital, mas digo a
todos, que a !uta nã'l
terminou (aplausos). que
ela há de continuar no
entendimento de todoi>,
com a força de todo11
para que eja efetiva
mente Mato G!'OS'!1o do
Sul, o Estado modelo
que desejllmos construi!,
que està no coração, e
que. por força de cir
cunstância, neste mo
mento, não habita, h
mentavelment~ no cora
ção dP aJgum,".
Após estas declara
çõ,1:1, o g<,vero.ador Har
ry Amorim Costa, só dis
se - e isto quando su
biu !lo carro que o le •
vou para sua residênel:i
- que depois dessa "não
vou dar no pé", eviden
ola.ndo a posslbllldad~
dl'I continuar no Mato
Gros;;o elo Sul, na lul:
nolltl.ca ao lado de Le
vy Dia: e do m&vfmento
r:-no,udor.
17 l
- !rabi% _d rr!"!D
~:...;.,:;:.;;,::_;,;,;.;...-----
'Tondo o prefelto Fernando de
Freitas decldido colabornr com o 'frl,
bun» l de contns do fü;tado ( 'rSE ) <1 n
f'i'mur Municipal os quns estão, ll
upenas, cumprindo d4spoitlvos dn Lel
Oranlea dos Manleipios olleltando iu
tot·v1•nçiLo no ll1111lelplo do ,l,ndllll, túl
gesto teve mngnifia repereusão, fuzeI
do com que regos e troianos upiau
dissem o seu alcaide e estrunhase que0
o governador Hrry Amorlt, em inde
fensavel " rebolugio ", de três mese,
continue procrastinando em tomur u nti
tude que de S. Exna esporava.
A utttudo do 01·. Fer11f1udo de Frei•
tas é povlção correta, pols, em verdade
no e pode !ll'rmllil' que o munlulplo
nonllnuo à driva, em receber verbas 0
flmmclomontos, Jsi;c tudo porque o llus•
tro govornudor do Estndo, u pedldo, se
gundo se comenta, do prefeito Prata, ele
Maracaju, e do d·putndo Arl RIgo, e
neguP n cump1·l•· um simples dlsposlllvo
logal.
Rnzllo, mullu razllo. tem o prefel•
te, jarellnense quando escreveu:
( ... ) " em defesn dos ~,rôprlo&
interesses do l1uolclpto " .
Contudo, julgo mos de Interesse
lazer alauns rcpuros, data v(loa. em al·
auns "
0
conslderando " do Sr. Prefeito
transcritos em seu longo documento,
publlcadc em o "Correio do Estado'',
dia 05 do corrente.
Na verrlude, n upresentuçllo de
contat1, ao TCE, reforRntes nos anos de
1975 e 1976 devia ter sido feita pelo ex
prefeito Sr. Eraldo Silva, mas, como es-
te não o fez, não h~ como possa o Dr.
Fernando de Frettns se excusar da re
ponsnbtlldade por elas, umn vez que
S. Exa não tomou as provldênc.Jlus ln·
dlcadas. como, por êxemplo. nomear u
ma comi são para proceder uma rigoro-
sa audltagem no. Prefollura, no receber
o " espólio" que lhe couba arlmlnl!llrar.
Essa é a razíio peln qual nilo a•
creditamos defensnvel alegação do i
lustre prefelo de Jardim.
O Dr. Francisco A. anto e Silva
patrono da Câmara Municipal, n. esse
respeito escreveu:
"Como bem demonstra o Relutó
rlo do Tribunal d'3 Contn.s, ninda lmpe
rnva, em Ul78, a llPgalldaul' contábil
administrativa, em evidente desacordo
com as normas de getülo Hnnnceiru
l!oni-tante da lei orglloica e da lei lede
rnl n!! 4 320 de 17 de marco de 1964.
Desde a sua posse ocorrida em
fevereiro de 1977, deveria o impetrante
(Dr. l<"ernando) eapaclt'ir-se dE" sua obrl·
gaçno legal de prestar contas. Findo o
primeiro mas de sua gestuo, já se iniela
va etõta obrigação, que, desde logo,
deveria ser do ··seu conhecimento•·
ião i,eria após dois anos de ges
tl!.o e. só após o conheciml(nto do pare
cer do Tribunal de Cc-ntn.s, que o impe
trO:nte dE"verla procurar cumprir suas
obrigações funcional.
Nesse oficio, des~u!pa-tic o impe
trante. allrmanco que não pre11tou contas
da sua gest!io, porque não houve pres
tação de contas dos exercícios anterio
res, que eram da rei;iponsabllidade do
prelsllo nntecessor.
Sem dfivida, esta afirmação é uma
1
flccllo que uµarece npenns como umo
deculdudna argumentação. A própria lel
orgll11lc11 a!'l1it !Jllrll que u pre ·t,1çlo de
ooutn11 r;e faca cm ruJaçfio a cuda exor·
ciclo finau,:olro.
Niío <·xlsltt nenhum dlzposlttvo
kgul q110 lmneça o lmpetrnule de exer
eer até o dia 31 de março de cadu uno
n prentnçí<, de contHA do exrcíclo
Ylirnncch·o do uno u n t e r l o r,
ou d remeter o balancete mensal
e documentos eompr batórlos. o 'l'rlbu
nal ct
13 Co11t11e afio poderia Impedir que
O fugitivo do Inferno Drnnco l Volume
@réiísri»_icif@tio '9"%""
·EnololopMin Culturul vo'umes
íllhlloteca de Contnbiliclude 3 vnlurnos
Rt•lnçõe• IIumunnA e Psi~nlogfn Oerul ~e; volumes
Enciclopédla de Pesqisas Atuais 4 volume8
Mornl e Chlcn 3 volumes
Arte Cullnfiria 3 volumes
Anntomin e Fidologin 3 volume•
Vcrdndes 5ebre II tiello 1 volumf.
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Cnso Hosemberg
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ll Guerra ilundinl (todas us batalhas)
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O C.!rculo .Fechado
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0vos II O H l Z O N TE S"
Distribuidora Carícia
Banca do Odevar
dn w
o lmpetrant<· pr-e-. l:t ·, "° coo i:
restio, de exercicfo, até o dia 31 d
{arco de !077, a ma cbrtgyao d
pr .' tor u conto.:; d 1976, que não foram
prestades. ro
lfastavu o lmpctrunl ,,:: ·enb<', ••
se um pouco do prineíploi d gesto
Jioancelru da ll 4 320, mormente no
ca
O
do rnua<'Íplo de ,Jurc!lm. que J)Oo•
i-ula lei de orçamento que estica re
celta e fixa a despes para cada um do
exercícios fluancc>lro& anuuL •
(continua)
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nes! o n«o tenho de q
me admirar?'
"Pr [»rs ·mnpre o am!
o que aponta os erros
qul que só tece elo-
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O D<>putado Hulwn Flgaelró, na
lslo do Interior relatou favoravel
mnrnt o projeto n" 171/7) de uut·ri# du
Deputado iv.Ido Kruer. do Paraná,
qut~ cl'lu condiçõ( puru o Í!,
1II. Ffuau-
clar 1_1 uquhilç/lo rl•• p1·oprl•·rlt1<'cs r□raf,
de tó dois módulos,
Em seu parecer. dIe Figueiró:
"~ou fworflvrl. De fulo, 11 f:xaçiJo
<ln homm no enampo deve constituir
um das metas prioritária los Governo.
A mxim de Franklin. decorridos
aéouloii, ainda contlnun permaneoteml"nlo
vâllcla "tH' nbandonnrmos os cumpPF, o
que 1-11-'rfl dus c!darlt•A"'
O melo eficiente, ou melhor - um
deles, $ n struturaço de propriedade
purn o tr11bolhador rum], nu fo1·ma pre•
conlzn Ja pl'lo projeto.
De minha pnne. uumenturla. os
módulos para cinco para ampliar n ârru
de acesso aos benefícios preconizados
pelo projeto, Mns, fico como ele está
pura nllo criar ob'.llâc11los legl !ativos à
tmmlt!H,llln dn matê, la que f Pm elevado
nlerrnre 1ooclol, pelo que congrnlnlo com
; su autor Deputado Nlvaldo Kru~er pela
·----~-----~-----'--~-----_:;; oportunlllnd~ e alcance da medida
legl&latlva.''
Drputado Federal Ruben Figueiró
íl
E Harry Amorim Costa, o gaúcho
que gosta <Je um bom churrasco ( é evi
dente). de um bom pupo, dt:1 paluvrns
lrancrts e direta!', foi demetido pel» Pre
sidente Joüo Flguclredo, que t,;mbflm
gostn. de um bom papo e de pulavrat>
Irancui; e diretatl. O trabalho aos senu
dores Canale, Pedrossian e Derzl surtiu
efeito. Com esta, ficou provado que tres
sent1dore'> valem muls do que uma de
zena de deputados t> quarenta prefeitos.
Como disse Itnllvio Coelho, t·K senudor
e cacique do grupo Financial " foi ex
tirpado um corpo estranho". Agora, va
mos esperar ( corno espernmt•s meu
Deus) u nomPaçilo ( sem ore a nomeação/
do prefeito de Campo Grande. Marcelo
liranda, para o lugar que estfl sendo
oeupaclo, intcrlnumente, por Londres
Machado: a cadeira ( ou poltrona ) do
gabineta maior do ERPE. a de Chefe do
Executivo matr grosse-nsE'. O jogo de
Xadrez prossegue. Com , ~ta m1rnobra
l dos senadores ) os m ieípios de faixa
de fronteira vão esperi:u· mais um pouao
( eomo esperamos meu Deus ) para ver
e que pé que fica problema (é um
problena ) da substituição de seus pre:
feitos. Enquanto Isto, o povo assiste d€
carnr.rote I contrt1 rt sua vontade ) ma-
uob.111s e movimp, dos pollt!cos.
Ficaria tudo rnai,; fácil •e ele - o povo •
Pude,~~ opinar. Na escolhn de seu ~overnador e,
em nosso caso, a ecolla do prefeito. Mas, 80•
tnos obrigados u ~fperar (como erqeremo, meu
Oeus) a propalada e de fundido abertura para,
reta abertura, ser lncluidn os e1aiçõe• dirotns
no• munlc[pios considerados aréns de sei;_uronça•
uaclonnl. VPmos esp~ror tnmbem que o tio,·erno
cio E•tudo equipare o~ solários d11s profesaoras
municip!a aos da rede estadual, isto sem demo
oginas e movimento• que - provado está • não
levam a nndo, a não ser o publicidade negoli•n
do mun!ciplo ,.. dt> pereonngens o)h,-!os o noesn
realidade politica e Roolal como n político estn.
dui1l, a do municipio está em compn .. o de c,pe•
ra o<'Unrdando o definiçilo outra vez' de lidernn•
ças, para em seguida' esas lideranças dellne rem
rumos e caminhos a serem percorridos. E, Fran
celino Pereira tinh·, rn.zào - que pois é este - nós
aproveitamo para perguntar: que E,tudo é
eHe • ou melhor. o <lle é que este povo - OA po
lltico pretend~ru rea mente. Nó•, o povo, estamos
esperando (como esperamos me Deus) nté quc
alguem ou nlgun,n coi,o, digo ou aconteçu, para
realmente lermos uma deflnl~ilo, Enquanto isto.
vnmos ePperar, até quando? (P.P)
Discurso pror u:v:iodo pelo
Depu!ado Ruben Figueiró
Em fio dfl ubrll, fui céu m Roera
a cldade eterna um dos rlor.s valo.
res da !ual geração d educadores de
nosso País: Padre Jo-é Scampini.
Natural da região de Mi]o, na
ltállu, veio para o Ir sil em Hl30 e or
denado :1,1cerdole dertJr/lu toda su·1 vida
uo maglstétl'> e, dentro dele, à firma
ção do mulcn· celltro de Easlno Superior
de lnln:atlva partfilulur do centro-oeste
bruAllelru: u FUC!1/ T - focuJcl:.irJt-!!! Uul•
das Católicas de Mato Grosso, onde
agregam centenas de rullhares dP. joVADB
que residem no extremo oeste brallelro.
Foi com seu idP1.11l,mw, sua pn•
st:vcranç,1 nu pen-eguíçllo do grande o
bjellvo da mldRúo t-11lel'llana qut! se llli •
plautt-u a por ussim dizer, e Uolversldacle
Cutóllca de lInto Gros~o.
Morreu jovem, quando ulnda mul
to se espernva de seu espirllo plonl'iro.
Mas o que fez em vicia, justifica a adml·
ração sobretudo das gerações mais
moças que tinham nele um porarllgma, e
dos ldeo!lsta1> de todas as idades, qui,,
nllo obstante o passar doa anos, não
envelheceram els nllo abandon1-1m seus
Ideais, taIIibém o respeitavam pela obra
que ajudou, Inclusive com sarrifício de
sua saúde. a conE-trulr.
O reconhecimento é a memória
dn grntldfio. como 11firmou o grande
parlamentar .José Bonifflclo.
Ao reconhecer a obra do Padre
José Scumpini, estou desta Tribuna e
em r,omA c!e jovens idrnlistas de tod!lB
ns idades de m1:u Eotado. munlftlstando
a gratidão ao excPpcion:tl preledo cuja
memória e!'torA Fempre pre!'ente em meu
Estado de Mato Grosso do Sul e espe
clalmentP em sua Capital • C. Grande.
Hoje ter pros ·gul·
monto o Campeon, .to
Belavlstense de Fut bol,
com O, p,-rlldll!'l AABl-t X
Operário e Belafsten
_,e x Bugt>nlo Penzo. P r
bancários o time do
EB. é um rodadu de
vi-iva vlsamlo a cl1s if1-
t:uçi'.l.o pa111 o 2 turno .
A Mrroto. cllmluaró. am
b11. 1H1 1-qulpe . O tlroe
de Autouto Jo/o e o 0-
perárie, mbo Jogando
u sua segunda parLlda,
enlrarllo t:ro tampo com
o espírito, mn!s trrrnqullo.
pois dPper11J m unfcumen•
te de 1HHl próprlai; for.
ça.s. O prhcelro jogo lnl
clur - se. ó 13,30 hora
(AABB x Operõrlo) e a
purtl•!a de fundo (Beln
vJAte:ise e Eugenia Pen
zo) às 15,30 horas. Repe
timo : pura a AA BH e o
Bela vlstene ó a vlLórla
interessa é v)stn oor es•
te prisma, os dofs times
prometem um grande
esretáculo ao públlco
que há prestigiar o He
lavlet!lo 79. Vá ao Esta
rllo, Torça paru o seu
lime. Viva lliOIDenl<'B de
emoção.
Brasil não aceitará
o preço do mercado
livre
Fique
À
AMA
FIUAIS:
do Lado
Em
do
E
Apolinário Máquinas Agrícolas
mamhai, Bela Vista e Mondo • Novo
E critórios de Ven'as: Antonio João,
O ministro das Mlnatt
e Energia, César Cala
disse ao sub secretArio
do Te,rnuro dos Estado
Unidos, l<'red Bergsten,
que o draE-Jl "n!l.o está
comprando, não cowpra
e jamais comprará'. pe
tróleo no chamado roer
cado livre internactoe11I.
Segundo o ministro,
Bergsten demonstrou
grande interesse pelo
programa energético do
Brasil. Depois de uma
entrevista com o secre
tárlú-geral do Mlnlstl>rfo
da Indu,trla e do Comér
cio, o subsec!'etárlo do
Tesouro Informou que
seu país eatA interessado
no . programa do álcool.
Mais FORTE
N
Caracol, Aral Moreira. lgnatP-mi e Eldoraà.e
• adeiras Serr das e
Rua Santana do Paraiso, n.o l
ar.}
Forro, e ate es
Benito Mato Grosso do Sul
/
'['rihu:, rt
I Frf
eu+do o ex Senalor !ta!fio Co-
lho, n que la de Hrry Amorim Co! ta <J ••
,rreu, úle«ti·nt- de um 'pocre» ''
rjetgo" do to Grosso do Sul a umn
corpo estranho wle in erido.
Ese corpo estranho, segundo )ta
livio Coelho, não se trata apenas de
Amo·ts Costa, mas tambétn de quase
t
O
lo o eu secretut[ado; O ex • cn- dor
dlsse tambem que Harry Amorim errou
na uplicuç1o di recursos er prefeitura&
·'Irre+ponve!s" administrativamente co
mo Nlonque '! ,hHdlm. Par,, Italiv10 e
Droeesou eperda RE rOMADi do
Mato Grosso do Sul após a oaturnl re
jelçüo de todos o corpos estranhos. E
ll cotr1cldêncl1i mais l111port11ntl"' e agra
dllvl'l pua til9, é qu,, essa retomado
neonteceu justamente na mesma dita em
qu o :1u to Grosso do Sul comemorou a
+mdu de Corumb, ma Guerra do Pa
ruguui, a 13 de junho de 194.
MU
D :~QAS publlcttáriu, é só procurar o departn-
• • m·ento comercial do jornal. Palar com o
A dlreçüo desse jornal está entu- ilvaro ou nu própria Redaçúo, com o
bulando contatos com empretiu dP Silo Ivaldo.
Paulo, ligada ao rumo Je máquinas grá-
llcus, visando aprimorar o equipamento ' PREFEITO
que anda "deilgushulo". Como a menta· Com a mudança do noveroador o
Udade dos "donos do Jornal" é de pro• . a!>sunto sucessão municipal foi pronoga
gres1c10 e dloumlt;ID0, espernmoA para do; vamos esperar a nomeação do novo
breve algumas mudanças no uspecto governdor que tudo indica será o
grálluo da nossa TF. . O Redator-Chefe, atual prefeito de Campo Crande. senhor
jornalista Ivalclo Perem1. irá nu próxima ~larcelo Mirnndn. AI então, a cúpula es·
semana à. capital do grande Ebtado P
11
• t!Olherá o prefeito de Bela Vista.
ra verlticar o preço de novos equipa•
mentos, isto com relação ao Jornal. AlNDA CONTINUA
EDIÇÃO ESPECIAL
A edlQii.0 de 20 de Julho próximo
será em homenagem ao niversrio de
Bela Vista. já conversamos com o ilur•
oiano, lá em Campo Grande, e vamos
edita-lo em "lt sett". Os Comerohrntes
que desejarem inserir sua mensagem
- Suites - nparmmentos -- quartos - u
o?Ondlciooado e telefone& - o melbor hotel
da regiao.
dirigid<l por Nelcy lllendonça Ximenes
e Doracy Mendonça Silveira
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Rua: Manoel Paes de Barros - 904
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Aquldauano MS.
Continuam os estudos, na área fe·
dernl, dos nome de E! de Araujo Bar
bc.sa e Eviláslo Miranda, para uceder
o atual prefeiio de Bela Vista, Ruben de
CastrCI Pinto. Após os últimos aconteci
mentos, ficou pateute que haverá des
dobramentos polltlcos, ou seia, poderá
surgir novu alternativa na escolha do
prefeito. Comenta-se que Sidney Mascare•
uhas está coJado pura entrar ''como
alternutlvu". E uma excelente alternatl·
vu ...
"POLOS DE DESENVOLVlMENTO"
Mudou o Governo ... mudará o go
Vdrnador ... mudará tambem o i-istema.
Com Isto 1 tul história de polos regionais
de desenvolvimento vai por água abatxo.
Vamos fort9.Jecer todos os municípios.
Nada de centrallza.çiío, a P.lllltlca modero&
pede DESCENTRALIZAÇÃO. O novo go•
vernador (Marcelo ~kanda)? deverá
começar o SfU governo com 11 reintegra•
ção das CIRETRANS. aô.a. de mudar.
Aprimorar sim, mudar não .. Iniciaremos
a luta.
Ex- Gov. Harry Amorim
BELA VISTA
Uma verdadeira explosão de pro•
greso assola a nossa querida Bela Vh,ta,
uovos buncoA, novas empresas, constru
ções, rlesenvol,;imento do esporte (e,
que desenvolvimento) d, acima de tudo,
muita tranquilidade política. Sem dt'ID'l·
{!üglu, srm ufaoismos, sem mentiras. •. é
u hora e a vez da Princesa do Apa.
EXPOSIÇÃO
No próximo mês, dia 17, Iniciar.se
ó. a 81! EXPOBEL, o maior aconteeimento
Agropecuârio da região. Tudo indica que
t-'ste ano a EXPOBEL será palco de gran•
des uegócios e de variadas atraQões.
Não i.e eRqueça: visltt' BELA VIST ,. em
JULHO e sinta o pulsar do gigante que
despertou.
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_ • O cl¼fé que convida à segunda
xicará envusado eletronicamente
à vácuo para -perfeita presPrvação
do produto.
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dá assis-
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lo , situado ntte o Es.
ti.1 O ti u Pl' •fellllil d•
Nfosque, este munulcipio
potl •r fi liqulcln r tu<l J: (1
débitos referenlv» ao
pessoal alem de !·dr
nlzur todo o S'll bt le>rriu
l118Utuclonal. implunt:1(10
LO municll'.JI0 i;l ... teo,,
de Pl:rnl'j..iniento, Flnan•
ças e Administração, o
bsrvundo • recumen
dações da Secretaria de
Planejamento e Coorde
naçú•J Geral cio E ·tudc.
O convênio assinauo
pdo ex-governador Hur•
ry Amorim e o prefeito
ltevir Alencar, sob a
lntervenlênclu do secre
tárlo ,Jardel de Paula.
du Sepl11n-:18, tem o vu·
lor de GUO mtl cruzPiros
importflncla oriuod1:.1 do
Fundo Estadual de A •
slstêncla Frnaocelrn
(Funda!), de acordo com
a Exposloão de Mo•
ttvos fpfta pelo titular
<la Secretaria rte Plane·
jameoto e devidamente
autorizado pelo Gover
nador.
Segundo o coovêclo
caberá ao Estado pres·
tar assistencta técptca à
Prefeitura Municipal d
1
!d·
tin,ldU à. modernlzaQãO
lnstituclooal; de !DOdO u
alcanc;ar melbor eflclen
cla e eficácia em êUU
8
a.ções, tendo, por ~nlo·
que principal a !mplaD·
tação dos Sistemas u
icipals da Planejareu
to finanças e Admlnls·
trnção e o treiaameuto
dos respectivos recursos
huD111nos técn!cGs, 11Iérn
rle ajust11r c o ro
11
Prefeitura o orçaroe~to
do exercício de 19
19
•
visando a aleenç
o equilibrío fínancelr
0
dentro das efetivas p~f•
sibilidadez de realizsçà°
da receito municipal.
Por sua vez, cabera
à Prefeitura· dl" Níoaque
liquidar os débitos co_!Xl
o peJsoal cclocar à di
• d pes-
posiÇ-ãO do Esta o • .
soal para efetivar ll"
Inovações e todo 0 acer
vo documental da Pre
f P.itura necessário P1g~
realização do traba n·
estabeh-cldo no co
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rapldamente a terra, ·m torno de tum @q tar ua aul to-
quilometro por dl, mn.o, s medil a mla no próxi-
np1 •JXI .11çi11, r, l-!l'llv lvc (' <• z ,r· i ,J(. l l,l,,
Iu velocidade, cone!to
() ~[1',l('lffivn 1) lt(,l('I lcnr O, f ngunrJo O
1
111 t•llJIJ
lformuçõs, terá nos1bila'e de e»f de Segurança 'lona
rio Br:•tsll, H<• eo11t:-~t!I> riu qu•• 3
1c' :•Ylmw· qu criir1 1,ub1.11Plf(u à
vu que• a quo,!a ro, ,, no Acun» Paeii~. tpr ciso io re iler
co. reino de probabilidade seria uma Juüo !atista Figuel
f11ixn d 170 qutloru, lt.0 de Ja•rrura . 1t!do. O r t»bckelmento
poclerlu atlugll' ó.r· t- dc.,n unente povo. da autonomf politler
d!w, como u cidade de Rio d. Janeiro, desse n;uuicípio foi b
Sfi() Paulo ou Mutc, Oro ..
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do :ui. 0
j lo tl detlh dos e ·tu
looal mHl8 pro'lívd i,erin r cirlurlo pau- dor e o parecer foi fa.
llstn de !-3auru. Oi·, JnI6rlo ,tiudu diz qun vor(1vcl. P,11'11 1kb Vi1,ta
1~ pruvlP/lo do Iucul <ll' quc•du pratl@. 3a noticia taz alegria
ITil'Dll' lmpos~ívíll. bÔmoulP pt l'ml:Jnctn-~11 • Isfação, pol wqui,
oonbecô-lo 2ü mia. unt,.
8 ri. lJUt'<lit. cofr onde o prefeito e nomva
nero nele eont ndo 200 mil qullo.1 cio, o puvo pPrman<:l'e u
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pelo espetucular lmp•zcto. clt;ões politlcaF>, uma
delus escolha do pre.
feito. Com essa roPdlda,
o presidente João Fl·
guí.:lr·r-do, mau uma ,·ez.
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EM RITMO DE CAPITAL.
Criou uma seção de Confecção rápida para os moradores das cidades Satélites.
Vor:ÍJ vai atender seus Problemas do Município, ou Negócios. J.B. Entrlll]a sua
Roupa sob Medida no mesmo dia. - Chega pela manhã, à tarde volta com sua Roupa
Sob Medida.
Tradição e Garantia nos Tecidos que usa,consagrada
pela P
7
squisa Pública desde 1957
RUA 14 DE JULHO, 2.104 CAMPO GRANDE
FCl E 624--3932 MATO GROSSO DO SUL
..Jar •
.. 54
e Cí2xias Ce1lro
Mato Grosso de Slll
MURTI
PARTIU OCO, 010
PARA PORTO
o
O Progre RO • Trlh11n11 na turdinhu
de ontem desfilou pela Marcelino P!re
us 13) totladas de toup, gêneros all
mentlcloH, 111edlc11mP1,loH H um11 lnflnl·lu
de outt•op <,bjeto ... quo e omprdos de
veriam ohcgut· a CllbH ,te IO mllhõ ·s <10
cruzeiros, acondicionados em dez cml
nhóes, posto a dl-posição paru o truus
porte.
O qu,1 r, t levndo puru os refugla-
dos umu provn de mor inconfundrvel
do povo douradense, 0 trabalho árduo
ms, de prolando grndo Intimo, prlncl•
plllmente, ci<>H humtlçlt•R qul nüo tllu·
biaram em oferecer aquilo que temos
oerh•Ztl em multo lhe!! AMl
1
1 vn fallnndo.
muK, no penimtnPnlo dt~ nuxlllar o trrofil'
murtlnheuseEt, deu nté o que n/111 podia.
como forma de amor pelos necessltdo.
Dourados e Porto Murtinho hoje
esto ligados por laços de amor tnsepu•
ráYels. Nosasos lrmllos, Jamuls lt·üo su
cumbir se ,ieponder do dadivoso povo
d• nossa reglllo.
Nesta tarara rle auxilio todos se
deE'tacam: eja a Radio Club9 que lni•
elou .e que ficou também até o fim, oo
mo todos os clubes de serviços, os mls•
sloné.rlos de trabalho anônimo como
Caetano, do Pastor Getro, da Policia
Mllltar, do Corpo de bombeiros e de um
of'm número de outras entldadeK que
nlio medlram esforços no uuxlll11 no
llagelado murllnhe11so.
•
A Redaçõo da TF, é um do◄poucos lu•
gares, em Deh Visto, onde se trata de polh!cn,
de eportes e eventualmente, da vida dos polltl·
co,. Aqui, a qualquer horo, o bom bate papo re
cebe sempre boas vindos. 1 última •Pxtn- feiro,
e•tcve conosco o vcrenilor 'lvoldo de Barros, o
vereador mnls ntunnte a nl•el polltlco e oplnati•
oro· Traduzindo: o Nivaldo é um dos poucos que
falam e t-scrcvem e assina o que cscr,wo. t um
homem de posições. llli muita gente que fala
fala o fala, ma■quando se trata de pnunr parn ~
papel, aí a hist6ri11 é outu. Fogem do jornal co·
mo o diabo foge da cruz. Voltando no Nivnldo.
Ele perguntou:
- Onde flcarllo, ngorn, os homens (polltlco.)
acm cadelra1
- Sem cadeira?
. - Sim, cadeira■, ou sej", po,ições definidas.
Part1dãrloP.
- E.-q,lique, nobre ,•ereador.
- Olha, negóclo seguinte: Algumas lideran·
tta polltlca• ora ui encontram no grupo de Pe
dtoulan, ora no de Harry ou Levy, ora no de
Canale; ore. no de Frng.clli; ora no de Bnrem, oro
no dele, mesmo, que ll o nmos esperar pra ver
como é q_uc fica (•empre cm cima do muro). E
agora, onde é que flenrüo, no de Mor('elo?
bto, conforme diz o Nivaldo, é que faz
Bcln Vistn •er n terra dn incógnito e do imprevi
slvel. E com ele ainda a perguarn:
Os supostos enndidnto~ n prefeito ele nos•
sa cidade nindn trrllo vez'!
Alfobeli,"oçáo Funcional o Educação Integrado
Autodidatismo o Orientacão Profissional o Treinamento
Profissional Colocação de Mão de Obra o Educação
Comunitaria para o Trabalho o Educação Comunitária
Para a. Soude o ProgrJm.l Cultural o Ação Comunitario
Esport:! Põlr::t Todos
Apóie o Mobrnl de sua cidade
.... -.-..-
O sonha tornou-se Realidade
_.,.._ em Bela Vista, Existe uma Churrascaria onde VOl·ê ood.,rá levar sua
Hpe11a, seus filhos, seus aratgos e sentir-se reulmeute em sua própria cusa
MEU
Aquele algo
RODIZIO CO PLE
Rna Duque de (·xi (Ao Ido do Ginasio Estdual ) Bela Vista !lS
mais em Churrascaria
Min iro, de Uberba, I) anos. e genhe.
ro Mare lo Miranu Soares exerce utuslete +
lunão de prefeito de Campo Grande. P'sl de 4
filbo . Puto Eduardo, Paulo Henttque, .n. ei.
li e A C;'stina -- evado com s Sra. Anti
'r Cançeto oars (arit) vis pua o sul
do to iroso .- hoje Mato d,os o do ul e
196, quando fol nome:do pelo entl gc rnt t
Pedrosan mo chefa do stor 'T'écnteo da ? Re.
l!!rei d» DERMAT, em Três L cus. S cartel
ra no DEMAT ti pida e j 199 I era
chef r.a H1 g!on:,i ui. No auu :• guíntl·. fui 1:oa, .i
do direto:-presidente do Centras E!éttlcs Mtgr
sene e um uno depois ussumtu u prei'ên Ia o
pERMA'T, A no governo d· Jose Irg AII, Iic/o
ou dreção do órgão ut 1074. Darnte o governo
de Jor;(> Greia Neto foi túo P• 1't1tgulrlo poitU<: I·
mente que cubou sendo obrigado der:tir-se do
ó1ão e em 1977, com pio do ex-fito L y
Dias e ex governador Pedro Prudroslan, elegeu-se
prefeito d umpo Grande.
É um dos poucos remanescentes da la
''lndepender:tt:" da Arena, liderudu por Pedro-ln
e que está ainda "esfacelada, mts com tendépds
de reagrup&.mento. Como bom mineiro, const•gulu
convlvn coro o governador ,Jo,t'1 r'ragelll, líd1,r a
ala "Ortodoxa" mas não teve o mei:mo RuceF .·,
no governo de Garci,1 Neto e por Is o acabu
d~mitlndo-se das funçõeR de eng@helro do DER·
MAT. Agora, conseguiu cousenso das duas alas
políticas mais fortes ao obter apoio dos três ena
nadores arenlPtas do Mato Gror,1-0 do Sul e por
fpso 1rnu nome foi indicado para suceder Harry
Amorim Costa.
co
Hoje, dhndo coot1nuldade ao Be
lavlstilo 79, jogarão no "Octávio Fontou
ra" ª" equipes do Relavlstense x Euge·
nlo Peozo e AABB e Operario. O time
dos buncárlos empatou com o Vila Nova
l! perdeu para o 1º de lIaio e precisa da
vitória para pensar na classificação pare
º. i,egundo turno. Será uma partida dlfi·
cil, pois o Optlrárlo, que até ag()rA. jogou
apenne contra o Vlla Nova, empatando,
c,ferecerá re,;;ietencla ao cime de Guego
contando com o entu~lasmo de seus jo
vem; defensores. Nilo acreditamos na vi-
tória do Operário. .
Nilo queremos dize!.' com isto que
o seu time não posst:i condições de
ven.cer e até mesmo se clatoslficar, acon
tece que o banco PRECISA da vitória.
Jogará para Isto. Será uma partida difí
cil, vista pelo .,prisma do vencedor asse
gurar sua classificação. Explicamc,s: A.
AABB vencendo, ficará com 3 pontos
ganhos e Jogará 11. sua última partida
contra o Sessenta. Na hipótese de per
der. será dascbssilic11da. Venct!ndo po
derá. ainda ter esperanças, dependendo
do resultado dos Jogos do próprio Ope
r4rfo e do Vila Nova. Para nós, Sessenta
e 1- de olmo, sao os dois times, pratiea
mente clnssltlcados, pois o timé de Ca•
raccl possui quadro paru vencer uma
das suas duas últimas partidas (contra o
Vila e o Operario). A terceira vaga fia
ra entre a AARR, dependendo do resul.
t~do de amanbil, Operario (se venaer,
ftcar~ tudo ma.Is fácil) e o Vila Nova,
que Jogará sua classificação contra o 1%
de M:io. Esta difícil esta chve. No to
cante uo Belavistense, que boje enfrenta
o Eugenio Penzo, ele tambem precisa. do.
vitória. So perder, vai descan11ar O 88•
gundo turno. Joga_rá a sua próxima par
tldli <:ontra o Un.lao. Vencendo hoje po
der se classificar. O Eugenio Pénzo.
:1udi1 ~ u:na Incógnita. Vamos ver couo
quP Hca após os jogos de boje.
O miolstro Petrônio
Portella estará levando.
segunda !Pira, ao pre. l·
dente João Baptlsta FI·
gueiredo o projeto de
anistia, que não lJavl.i.
redlglôo, mas cuja tio·
tJoração não lhe tomará
mais do que 30 minuto
No despacho com o che
fe do governo. Petrõnlo
recebeu as diretrizes
llnalíssimai,, da matérlD,
sobre a qual. a partir de
agora, lnexhit;!ID dúvidas
ou intflrrogacões. se:rfi
um projPto curto, norma
tlvo e segundo acentuou
o senador pelo Piauí. O
mais abrangente possive
beneficiando a quanto
foram punidos pela Re
volução. desde ü4 exce
ção aos que cometeTarn
os chnmados crimes de
saague - a.sPaltos, se
qüestros, assassiustos
atos de terrorismo -
mesmo sob motivaçl
política. Em cadn ml01
5
térlo. couform~ já se
encontra definido, serão
criadas comissões e5Pf
cials destln!idu.S a exu
nar, a pedido, a relote·
gração de funclonãrf0!
1
áfestados ou aposentado°
compulsorlameute.
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dao braileiro Ftvto
Koutzzl, é um exemplo
po lflvo 110 ín t'lol" em
que. a!Pud ndo ju lo
anelos dus mal diferen
ti camuda +reiais do
Ira.il se anuncia
grande medida pacifica
dora de no su socJedade:
u ,nlst1n.
O p trl, mentar ar
gumentou qUP o ru o un
brafi!le!ro FJ(lvlo Kuulzzl
evldenri, ''claran ente ,1
necessldnde da urgente
institucionalização da
anistia pois, purudoxnal
mc-nte, o cldndtlo nnlFtlJJ•
do nri Argentma nllo po
de voltar uo Bru!lll. ondn
ter!a q111> cumprir pt>ua
po):li<'a de quatro cnn ...
de rl ão. Por l11so vfajn
pura a Europa.
O deput.ido J ollo
~fenezes (i1DM-PA) afir
mou que há, <lentro do
próprio Governo, um pe-•
queno grupo do COIT'!líl•
do que conllpira para
sua manutenção n( Po
der. razão pela qual o
projeto de redemorratl
zação do País eo!reut'l
dificuldades.
A nall1:1ando revela
ções feitas noa livros
dos G:!nnals Olín:plc:
Muurão e Hugo de Abreu
e dn senador Lniz 'llano,
o parlaaentar colocou
os fatos reg:strados no11
últimos 3.oos como sin
tomas da que há fissurs
dentro do Governo: o
epJi,ódlo mais recec!e
envolvendo o 1;,ena<lor
Jarbus Passarinho e a
assessoria de impreni:a
rJo Palácio do Placaltn,
o próprio teor do pro.
nuoclamento do senador
paraense admitindo ris•
cos de um ret10cesi;:o
politico e o fortalecim<>o
to do braço da direi te,;
o Impedimento da CP!
sobre CR casos ds iortu
res; proibição s mani -
festações P"Iitlcas d<'
militares da r-eserva; a
preterição de generuls
qualificados para promo
ção; o remanajamento
dos comandos militares:
u demissão do Genera 1
Sylvio Frota do cargo de
:Uuistro do Exército f'
do Genernl Edna.rdo
D'Ávila do comando do
I Exército, etc.
E
r
.,
• (1
O jovem poHtlco j1udlru nBl', ex
ondlduto a prelélto, Ernando Martlus
B1trboea, em con<•Apond<· ola 1.uv!udu 1H>
deputado Federal t.,0IH1 S<•hlmlut, dl:t. de
un Ida a Campo Grande para muuter
conlalo!I com o mesmo pra tratar de
peeun 11 rdei·enles n .Jnrdlm. Segundo
Ernando, "querln oonve!'Bnr como o eml·
nente parlum1•nlar n respPlto cio situação
de nossa esquech.111 ,Ja1·cllru". Diz Barboe11
''Jardim hl multo v m i,eudo considera
da pelo 11eu poslcl(lnamento geogrA!ico
eetratéglno o crntrullzcu.lor, pelo seu pro
g1'('tltlO, como o f:lturo polo de desenvol
vimento desta regilo de nosso Estado.
Acontece que, Justamente a({oro, quando
o Oovorno estã prt>tendendo Instalar o
polos de deHcnvulvlmeuto nut1 cldade11
po lcionudrt • pnra tal, surgem as lutas
das forças políticas daqui e aall (nalu•
rnls) querendo tirar-nos e#se privilégio,
comenta-se que será instalada uqul, só
mente uma Uf{<lnci11 dt1 :::ecretarlu de
Recursos Humano, e, oilo wals um polo
de desenvolvinento. L, a realidade é que,
ató o momento não houve nadu de con
ereto nesse entldo, são apenas especu
lucõeti de ba!llldores QU polltlcoti. Tudo
está como dantes, na estoa zero. NÓ8,
j11rdlnenset1, contamcs com o lrreetrlto
upolo de V. Excla, para 11 conoretlzaçlío
Colncldlnbo com a data comemora
tiva da Retomada de Corumbá, ocorrido
tambem {a 13 de junho, (13/6) foi
promulgada a Constltuiç!lo rlo Et>lado de
Mo.to Grosso do Sul. O Teatro Glauce
Roeha foi pequeno para acolher o gran
de número de autorid~des e represen
tantes oi vis e mllltm·es que prestigiaram
o pcontaclmento. O ato histórico teve
inicio àR 8:30 lwrut1. com n banrln rla
Policia Milltur executo ado o Hio acio
nal. Em seguida o presidente da Assl'm•
bléia Constituinte rio Estudo, Londres
:dachado, deu por aberta oficlnlmPnte a
senão solene: Foi feita n leitura dn
Cartu Magna de Mato Grosso do Sul,
seguindo.se a promulgoçfio pelo presi
dente da constitulute. Nesse momento
Londres Machado declnl'OU em pleno vi
gor a Constltulçllo do Estado.
PRO UNCIAMENTOS
DEPUTADO VALDOMIRO GONCALVES
trabalhos tnlnterruptos, tomados de
amor, de Idealismo e da mais profur.da
reepon~nbllldade, vem a lume uma curtt1.
que, 1H' n!ío é perfeita. reveste-se de
uma fldelldude Incontestável ao pensll
mento e anseios do nos+o povo"
SERGIO CRUZ
"',o depois de clr;co meses de
de&la no a asplraçllo. Apó 11 queda de
Harry Amorim, a idtlu de ct.'ntrulizuçúo
através de pólos rei;rlonal1 dP. desenvol•
vlmento, não ·erO. mais coloc da em p n
tlca. O que haveró., agora, será o ds 'n
volvimento harmonioso de todus os co
munas e uma Descentrallznção. 1'~mo
absoluta CAl'lE'ZU de que Jardim oüo 11 rá
esquecida pelos nossos maiores, ma8,
respelto do polo, ficou patentP que mu
duá a política do Governo. O que cou
oordamos plenamente. Momos lavorávels
ao desonvolvtm~nto HarmooioB" de todas
as ctdudes do OESTE (ex sudoei;te mrv
togrossenee ). •
RAMEZ TEBET
«Proclamamos com orgulho: foi
um trabalho que se fez com fé e esperan
ça, com respeito lei fundamental da
República, mas elaborado com a allivt'!z
doe que não trnnelgem com o dever e
com a iodepeodêncin, dos que n!ío se
curv11m perant~ o Poder. Nilo nos otnlti•
mos iunto às baaes polítlcafl que susten
ta::n o nosso mandato. Reclamamos a
colabornção de todoR na 1ngente e gran
diosa tar<:>fo. da elabvracfi.o dl Lei, fonte
doe poderes do ERtado», 11crescentnu
Disse Ramez, que «submeto-no
à uma grat1Uc2nte pMvacão». refel'lnt!o
se à procura de um equilíbrio na íntran·
i:.lgência cívica de cada um doe compo
n~ntes da Constituinte. A perfeita con
ciência da Importância do trabalho que
estava sendo feito não foi Psqueclda «e
1 la noi:. serviu de inspiração constante
na elaboruçã.> de cada artigo ou pará
grnfo».
J
Neste 13 de junho volta a tonrnr
o seu lugar como dat,1 histórica nei:.tfl
nosso Estado. O passado registra a Re
tomada di> r.ornmbá; o foturo marcará o
mais revelante ttcontecimento político
desta unidade QU<l surg e sob o signo da
espnança. Mato Grosso tio "ul. resulta
do d." um_a .lutu se.!Ul!lr de seus filhos,
ganhu hoje o seu ti testado· dt- .naio:-ldu
de, conRubstanclado na Constituição· pro
nu/gada, forum eis meses de pesquisas
coxultas, debates e decisões. Meio ano
treionndo democraciv. Meto uno fintando
o accrb,1 casui mo da C<•nstltuiçã O l<'ede
l'd l. tlocu_111t, nto iustituriona!n:entP 8 pó
crlto, pots qu~. ao inves de assegurar
ai, mantfestaçoes de liberdade, • fortalece
o Estado e desalenta Nação".
Quando você fnr à Campo
Gronde visite o "DOM MARQUES"
eshurnnt0 e burrnscaria
ar eonEliilonado .... Sistema Rodlzlo
Annida Goi:.ta e Silva, nº 312
(;:amyo Grande , MS.
Dr. José Atanasio Néto
ADVOGADO
Causas cíveis, criminais " agrárias.
EecnL Av. Duque de CllXias, 8íB,
JardJm. MS.
Economia.'? Segurança'?
---====V I J DE
Conforto'?
o
Gr.mio
X
- .
/per0rio+ardny
Jogando aml+tos»
mente quintn feira p
no O tàvlo f'(lutoura, ç
Gremlo üolflo emp, l<i
com n boa equipe rlc,
OporArlo rlt' ,Jardim ..
eáuide jardinense, dirigi
da por alme Silva Avill
contando em suas fil i
ras com experlmentu-
clos jogadores, como
Lori e 'Taelnha., apre«ser.
tou um futebol envolven
te e equilibrado: O Gn
mio, mais uma vez, jo
gou n base do entus!AF·
mo, faltando no time de
Eder, jogadores mal,
velozes no meio camp
e uma detc•sa mal; '·fe
chada". No ptlm<'lro teo1·
po, o tln..P de Jardim
apresentou um melhor
parlrilo de jogo e mar
cou através de Lorl.
numa jogada onde ll
exprrlênr.la do rourll·
nbenJe falou mais alto.
Lr,go upós. o roes·
mo Lori perdeu um p
nalll com n bola baten'
rlo na trave. O empate
vlo por intermédio de
Afranlo. que pnr sinal jo
gou uma excelente pat
tida. No 2º tercpo. o
Gremlo jogou com nals
imeto e teve maiores
oportunidades de gol.
na foi o Operário qu°
m»rcou primeiro. atr'
vés de 1!ciabe. Qua,
1
no fin»l, Afranio, no°
men•e. rnnrcou eropat"
a partida O juiz foi 5.?·
turoino. com bo'I atuaçao
auxillado» por Fermino ?
Elvio. A renda não f, 1
fornecida, mas bom pú·
bllco prest!giou o acoote·
cimento.
Tranquilidade'?
1 BUS====-
Alem de tudo o que ostá eserito aeima, i roee anda será Servidc por MOTORlS'l'AS • ...
V
• d Q o-a.aritadOfl
ia)e • nibus ·· • A Viação Cruzeiro do Sul
Renovou sua Freta para mclher tonder os nus
iagem Iteliget é
Unários. Linha prn 35 unieipios de Nosso Estado
· ª Cruzeiro do Sul J
"
QUADROS:
OPERÁRIO: Canci.o, J.
Carlos, Adilsop, Pires e
Daocindo· Lori e Cardo·
so; Carlinhos, Tacirb"
Djalmu e Osvaldo.
GRE:'.1!O lJ.l!ÃO
Dutra, Basilto, Negro, ,
Odlr e Laucidlo; Alfredo
e Anão; Bit, Penedo.
Afranio e Otavio.

