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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº431_27_09_1979
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Governador Marcelo Miranda
Rcccpçào no Aetopox to
Ap6R u ml1'l!lll <'amp·1l tndo,.. l'or11111
recep.;Jo11ar o go,·,•roarhr 11rr,,Jo llr1111-
da e sua comltlvu, no 111 roprirt , lo1·ul.
Politeos e por receber±m Marcelo
Pedro'l<,lfit! com muito e11rl11llo. t) HPl'll
dor Pedrosian disse de ua ale!ria ' "'
vollur a Mela VI«ta e reafirmou o pr<,
póslto de contlnu1tr a Juru 1•rn pról clu
Prlr1eesn do /,pu .. comitiva ge>vt'rtlil
mPnto.1 acompanlrnda por d.:1.,•rHli' dl'
carros, seguiu porn u prnçn ,lvaro 1· -
curenhus hOodo soududa nr, rar:1l11ho por
popul&reo HO':! gritos de lnrct'lo Elv e
Pedro'', •• ' •
Com a prei:;enca do governador
Mureelo ~1frunda; srnndo;- Pedro Pedros
~lan; SC'cretftrlos de Estado, Ten. Col
Conrado Dias (comandante do 102 RC,)
Lufz Carlos Nazaret Superintendente
regional do 8f-lnco do Brasil, Autoridades
ilillltarei. do Pflraguay; dPputado Rude!
Trindade; verradores de Bela Vista, Jar
dim. Caracol e Porto Murlinho; prefeito
de Campo Grande Albino Coimbra, pre
feito rle Aquldauana. Pedro Ub!rajara;
prefeito de Jardim. Fernando de FreilaR
prefeito de Caracol Oscar Fnreira LeUP.;
prefeito de Antoalo JoAo João Fr.-ilre,
Assessores do Governo Estadual, politicos
da região, presidPntes de Diretórios e
grande númrro ele populare:,. O ato de
pos~e. pela prim
0ira vez, em Bela Vista,
foi Pm praçu públi"n e o povo vibrou
com as palavras proferidas por Ely, Mar
celo e Pedro. O prefeito belavistense. em
determinado momento, Llissa: "Tres
palavras dizem bem o nosso sentimento,
o sentimento do povo de Bela Vista -
ATÉ QUE ENFIM
Missa Campal
Às 8 horas foi reE.llzada uma missa
em ação de graças, dedicada pelo pnvo
de Bela Vista ao prefeito Ely. Na oce
st
ao estavam presentPs os vereadores
Carlos Centurião, Getulio Lino, José
Marques, ldelfonso, Pinheiro, o coman
dante do 10° RC. Ten. Cel Conrado Dias,
f.utoridades militares do Puraguay, j orna-
tu
lSl~s e ceatPnas de pessons. Na opor
mdade o padre Jaime enfocou a parã
~oia dos talentos e disse da satisfação
h
O
povo pela nomeação de E!y um
ornem do povo.
_I
f/
r
Prefeito Ely de Araujo Barbo,:a
Governador e o Povo
Saudado pelo grupo dP- jovens.
cantando música u governa<ior Marcelo
Miranda procurou os abraÇ'.lS populares
e a populaçã;:, delirou quando o gover
nador disse "não vim trazer promPssas
vim verificar o que Bela Vista precisa,
e junto com o pre!elt(l, vamos trabalhar
pela solução dos problemas''. Após a
poslle de Ely, ~o governador Marcelo
Miranda, com vibrantes palavras disse
de sua 1;atisfação em estar em Bela
Vista junto com o povo. Disse ainda que
nomear Ely de .raujo Barbosa era cum-
,
CERNO CONSTRUIR.A UNI
DE SEGLURANCA EM B. IST .,
Ceio ~m brev6 contato com o gov, Mar•
no P ~~:_anda, o mesmo nos 1formou que
coo ro~
1:no 11.no o Governo dará inicio a
rle Slrue;ao d.a uma Unidade Integrada
tni~sie.gurança. Disse ainda que é inad
ho~ vel um governo, ruja meta é o
Eeguern, relfgar ao abandono o setor de
$i,}%?ga p&biteu que em todo o Estado
blica ICttá.r10 ·•. A resprito da cadeia pú
Pelas
10
!ial, Marcelo ficou surpreendido
o sec conct~ ções da me;-ma. Disse que
Pere· retár10 de sr·O'urança. ,João Batista
da :a foi verificaºr in loc0 a situaçãe
o."a, ficando abismado com as
a..,"Oes, prometendo providencias
es.
O chefe da Cesa Civil, Leite Scbi-
E
midt, disse tambem que o atual predio
onde funciona a Cadeia Pública será
tombado pois represP.nta om patromonin
histórico do município e do Estado. Leite
Schimidt a.firmou ainrta que o setor de
segurança será uma das mP.tas prioritá•
ris do governo Marcelo Miranda. Re<l
fü·mou o propósito do Governo ~m cons
truir no próximo ano uma Unidade de
Segurança em nossa cidade. Esperamos
que esta coni!lruçao tenha rmc10 o maie
breve possível, pois, agor?, não .há des
culpas a "caravan~ da alegria'· veio a
Bela Vista. Veio, viu e se surpreendeu ...
com a recepção calorof!a do povo bela
vistense e com suas dificuldadt's.
prir um <lrsrjo popular, pols ele represen
tu o povo. Qunm , .. , f{J na pr,,f-,ftllra, não
é o Ely. ~üo voe""· O povo prc,rnnrn na
paça uplaudiu dt
1morn,11moot~ o govr>r
na dor que tu u1 b"m (, povo e que fúln
como o p,)vo J!• b• 1.
Audiências
JflÓS as Olenilades o I{ WCl'Jl[lÓOl' ,for
gelo Miranda concedi u adleneIs na
prefeiturn munlcipnl ao', vMParfoMr:, 11
,r;sociuçíío rle P11f-; t• M(:nlt'1'H, ao Hotary
Cluh e à luçount'ia. 'f'()rfo: foram ouvi•
dos e Marcelo enviou suas reivindicações
às Secretarias competentes. Foi servido
mais uma vez, tlO povo e aulorldadea,
u!ll arroz '!nrretei1·r, sendo quP o gc•nhor
governador aµrovou multo a ldóla, poi11,
mesmo cout,·ariando os "manequins", re
presenta a verdadeira int"grnçãu povo e
aulorlrfades. Os políHcos, repetlmoa, que
não se integrarem com a atual filosofia
do governo. que é popular, sem dúvida
alguma pasrnrão para o rol dos (j que.
cir!os. A pos,;~ de Ely foi unw fe.;;tn e
lfarcelo Mírundu. pes-;oulment•J ve!'llieou
a força do nosso prefeito qu& qui em
Bela 'll8ta reprePr□t.H a força do gover
no. , recepc,ião ao governaclor e sua co
mitiva foi culornfla e ~farcelo :'.lirnuda
levcu de ~ela Vísu, não l:!Ó r·1:-ivindic1;1-
ções, !Ilds tombem o citlo1· huwuno de
sua gente.
Destilaria de
Alcool ara
Fela Vista
Em eu discurso de
« FI do trufo dls-
JHI •• ' 1 o do
e que insta/'!
uma usina de b nefleH
monto em tola Vista
,,,•tlll ,1 1111!11, ,li) pnrtl. OH
no+ os inúmero proble
ms e que o otrt 8e
riam teto}vido poste
ri.rmnte, pnl 1 '
1
,lr1 ltw
tala@o trai Inúmero
benefietos, At«lto, '
nenn,ento, Rodovias, Co
l.111111<',J(,:Ú< ~. ~l'J-ll)rlll(Jtl,
1
,,
1
,,m 111, Jld1.1
1 l'OJll•J
onwoquneia da itd
leão da destilaria. O
povo IJ, JaVLlll'll
1
' vl-
ln•o•t JilHh lltlll V!'Z,
quarto Marcelo ara
HIt que uma usina erlu
Istladu em nowsu Cl
1l11d,•. !}l!ltll ljUC1 llr'lll
V«tu pouf todua d
1:on.JlçôP1I f.lllrtl hw ,,
que etu de#tllurla er
uma reultdnde.
Lucidez e
Equilíbrio
O deputado Jorge
Arbage (ARENA.PA) a
cw:ou o purtido <lo. Opo
si;üo de assumir uma
lluhn d'ti oouúuto t;l6t(~
mu1lcwnwnta radical nu
combate ao Governo
procurando de 'J.Uill([Uúl'
rno•i > r:,,m
1
,rorJJP(<'l' tl
imagem dos homens que
integram o curo adml-.
nlstrattvo do E tado. Pa-.
ra o vice-líder dn Maio
ria (J .'.1lJfj rc1(/1. cuiente
d, lu<:ttl(:Z e ,,11ull1brl0
pum o desempenho do
pop!:l q,1e lhe ic-.::uwbe o
prncli:.rn polí :e<, do País.
,forg~ Arbege &.fir
mou que no ;,tio du O·
posição ex.lstern ii6JJl'e
seutantes parlamentares
de conhecido valor polí
tico, mas ao lado destes
reilita uma ínF;xpressiva
e claudicante minoria
ídeológica, que "vomit1.
ot:trmant:;nt"'roente a ver
Mna de seu Gdio ínconu.
do".
"N{=
do v1m aqui para
conversar. fiado,,
Em audiêocin com vereadore<> bd
lavistensei,, o g!Jv •1·nador ~larcelo ,:,ofo
cou &s rr.&tus p~ioritâr,;o; de PU govec
n o e disse .Que 8ela
Viste, sem dúviia alguma, integrar um
plano d& desen<vr.l•:imeoto a que 0s e
readores bela1steuses não são obriga
dos e. c.:rniw.r em qc{;HJ t'eté enlrúndo,
as que a :-orna de s E'F!o.;-<,•os Ji,v~ra a
r·esultados reais de d~,-, .o,·olvilnPnto.
Pediu que todos Cdt':lll í'U~1rr..s ':!' tor
no de Ely e que o dtá!logo seja fator de
.integração. D15::>e gu:::: u seu governo se-
rà de prioridades e onde for necessário
uma atuação mais diamica e!a ser5p0s
ta em prárica. Enivcou o Pro~lr.:oQl corno
soluçEo para o ptoble.rna
energético e enfatica
mente repetiu: "não vim
trazer promessas e mili
to menos fazer demago
già, quero _air do go
verno como entrei de
cabeça erguida''. E!ooioo
a urüüo dÕs vereado°i-es.
sem cores partidária;;, e
pediu, mais uma vez,
que as riivergênciar,
quando houverem, sejam
resolvidas através do
d!f!1ogn frc1nco e aberto.
nróprio o.e homens iate•
ligentes e conscientes
de hUBs obrigações peran
te a comuniaade.
Mer ari
~ /.j/1)/
ull 1J1 ,
da
CDMEIICI
& ME EI OS li
S , "" i- folltn l,. ,.,. n, ,ai 111 '"/'' li•.
is- opagiz • Malas, Produtos ter!nri
li, )Jr •., 111011!1 ,1,. 1 JI .. , 1, li"
Mtriis para bileias, pars inta!só#
]trens 'l t imenti - 'l#tas Arria
para ptenle - ometleoe lo!ç1,
Huna »conde de 'Tauny, 523
Nitoque to Grosso do sul
lndú&trins Motnlicnr. lrmnos
/nlllll05
COMUNICADO
r,,nnw• 111, ndrnllo llll (Hkinn do Mnarion.
Temo nra pronta entrega: Portas
de corn'r, GrnrlP'- cil' proteç,iio ,lt1IH'·
las venezianas, Vitrós e ferrari em
GN!ll. l'Ot-1!-o,; Preços C'qu•ip.1ruru•fi(I
com os do Cnmp0 Gt·and::- .'lkncli
mento feito por pessoal espeeiulizdo
-- - _, , -------------·
Qunutio ,oc(> fôr tt Campo
Ort1ndo ,l.itt> o •·Dmr l.RQUtS"
ar C'ondicl ,u1ulo. ~it:tl'U1fl Hoclizlo
Csmpo Oraac!P ilS.
CISll La ZfllOITI
De Miguel Lcn:z:llloBI o FIiho
'idros . Ferr,,, . Ap rr-llto, S!lni1í1r!o•
Tubo, C:!llrnn!zado~, p11:,tico, . Tinrns
1.iomb , p.ir:, Api:l, !'!l'
Rua Augusto Mascarenhss 589 - fone 1093
Aquldnuunn - ~1oto Gro1;so lo Sul
Lotes à 5.000.0D (cinco mil c:-u.
ZtlirOt<) preços de lançamento
Jardim F.-philo S:rnto, o mclbr•r lo1~11-
maa10 da cidade.
O m,•lbor e mais Central da cic!nde
BmpreendimentN Abdct!ln S:iln ,(Pupito)
E.critório, de Yl!ncla " informações
SETEAGRI {Representante Nivaldo de Barros)
Bela Vista MS.
Num ris de fato que poderim,
perfeitamente, erem condrn«do em
um peça 'entral, ou em umn novela
intitulada "A (Comédia", ou 'A Fre In
fiitn", o Dr. Ferunndo de Fn•II, "• Prn
feito 'IIerVenclonado' do dardlm, con.
vldou, espeeinlmnte, autoridade, pes
os gradas, e de eu seleelondo 'cur
rlolattum'' para assistir n "pose" do
Interventor Paulo Américo do Rels,
Imaginem o leitores, penas prn
uIg111llllfillll 1 1:1,m lfllll fl1111110, l!Olll {!Ili
l't11 1111(' IO, o nolJrh i111Jot· ('/11,!'o rlfl ('Ell
8 receberlu um Pen Cel encarreudo de
umn indfcnela para uma 'expiadel'
nos Buluneeto ou Prestações de ConlnA
qu<•, por dever de ofelo, teria de sub
lllt 1,
1
1' li 1j)l eelçào de ewcnlóe superlo.
Polfl IH'm. T~~H• ''/nlmo", 11ílo foi
quele que se constatou nn "pose" de
Pnnlo tm(•doo, Prufolto "por lcl", do
,llll'dlm. rJur11nl HO dlul', !10 <lln11 oRtm; que
ÔS})('['U!DO:{ f.l(' l'l'piln,11, pt,I' <IIVOl'BflA VC7.1:'fl.
O Dr Fernnlo de Freitus proce.
d u. dl· C't•rt:i f,irm11. Colllo um "IJoHt"
(nnfllrlilo) qu:' tiVP8'1l' convlrluclo p,iren-
11·:-1 f- nmigos parn um almoço, ou
"corklflll" ...
Flou, tambem, não propriflmeute
pnra se congrntular com a .t to lntPrven
ulonistu do Govcmw, mBs puru abrir us
portns da Prefeitura e dizê.la preparada
"for tL,o ordeal" (parn o que dei· e vl,:r).
E se fosso só isso...
Com unrn coragem que merece rA
glstro, o PrPfrilo ''lntervenciouudo" ln
terpretndo, fielment , o ambleule políti
co nnclonnl, preenche de sucessos do tipo
Lutfnlns, t1Tnlul's, Bunco füo Econôrnico,
compra da Light e Uslnus de /ngra dt,s
Reis, Open Marlrnt e lnflnçüo, disflo para
quem qulsosso ouvir:
- que tinha, mesmo, cometido nl
({Ullll:lB lrregularidado8. corno u emissão
do uheque prés-dntados.
Evldentemeuto. el!éque prt)-datado
quer dizei', o.penas, "CHEQUE SE~! FUN
DOS'' e se um Prefeito, o Ato da Inter
vençiio confessa isso, é de rrer-se que
sua confiança no desfecho rla novela é
o mesmo de um jogador de poquer com
4 ases e um corlogo na müo.
No peque::O rosário de irregulari
dudes desfíP,dos pelo D1· Fernaudo de
Freitas, apareceu tamb~rn, um "Padre•
Nosso". Emitiu, em diversas oportunida
des, V!llt-1s para pngameuto de funcio
nórios. Esse~ vale!!, couhecidos como
"vales-corrida" do Dr Feroaudo. tiuham
endernço certo: Casa Euro-Brasil e Mer
ca dinl.Jo São José. Comentou-se, certa
vez.que, quando a conta chegou a
CrS 700.000.00 a Casa Euro Brasil levantou
bandeira bruoca ...
A Edilidade de Jardim represen
tada pelos seus Vereadores, riam con
trafeitos, uma vet que a elu cabia, pnr
l<.>i, um paradeiro o est-as "cosit118".,.
Mas, a Cu.mura iIuoicipal, sabe o
risco que ·corre em t mur utitudes coo
tru um Prl'feito que não tem papas na
1Joaun e que, uo engrossar o caldo como
no bcaso do tal ''cheque sem fundo" pa.ru
• • •
. d,a EdIs, pas
pagamento de jetons 0" ,j4 e Inde-
Ieçar de morte os hum
fenos representantes4 do p00.
0 plor de tudo é que na Deleael
,. f I CuOlfHV/1•80 um
Heglonal de Pollcla !' q.5 meses!!!
reponsu vel que no dt•cor re>r e, foB
n/lo nr,!1011 Jc-lln, nl'lo deRcolirlu rn;um:
no teve ttnço criador+ P;%,,"~
Ili li
. r.nm o Rru cJnvrr. q110 fmp c,-1,
' • {l lf'I' O QUU
dúvidnu, em riscos de função, Pd "_ qes.
o !!• OCI'0110 povo RUl•rnntof!1'()Ht!Of18C
lfnn CrS 18 oon,oo Ul01Jflalr1 !ieITUlldO fomoH
lnforin111tos.
A. C/lm11ra Municipal de ,Jurdlm,
aomo todns s Càmuras Municipais, é UI
poder desurmndo e, Infelizmente, nesta
Comurca o/lo c11conlru guf.l'tclü, apoio,
eurunça par seus umros dias de
"' • 1 , ·11 ve'I. vir
apústla, ueeesitando, cerit ,.
trn1m do
1
Pontu Porii pal'l1 que os Edis
putl<•0sem, ao menos, rf'pouslll' trauqullos
ao lado de suos fnmlllns.
Nudn obstante, tudo l~i;o, ?U, menos
por isso mesmo, houve "festa" patroe
nudu pelo Prefeito ''intervenclonado D1 •
Frrnnndo de FreltaR.
Ao Coronel Paulo Arnérlco dos Reis
u quem admiramos, extirumos e deseja
mns um feliz sucesso em suu nurln 1:1g111-
davel misso, que, se não é um dus 7
trnbnlhos de Hórcules, tem um slgul1Icn
do muito Pspeclnl, pcls Paulo Amérl<io
é um dimunte entre duas rochas gneas
Senador Pedro Pedrosslun e DI' Fernando
ds Freltu11, pud<'nrlo acabar sendo tritu
rado poi· <'lus i;cm fazer com que para
mereoê lo ...
Cyrnno de Bergeruc
QUA TOS
O ABORTO
MAT HO
MUNDO
Novu York - . Rlí11-
sln, França, Itltna, Aus.
lrla. Gréc:la e quase t.
dou o .. pnh<'s comunJ,;.
tu'> dn Europa Orleulnl
cncontrnnI·~<.> entre à
queles onde existe talor
número dl' ubortoH em
relação o nascimentos
Hrgundo eflbtistlcn ola
bornda por uma organi
zação médica intE'roaclo
nul l! !PPfi'. Ner,se primei
ro vrupo - onrl e ocorr1
1m
muis de 500 uborlos por
mil rrnsclmcntos en.non
trnm-se apenas dois
pulses lallno-amerlounos
Cuba e Argentina.
No sPgundo grupo
de 201 + 500 abortos por
mil r.usclmentos P!lCOo
trurn-s<.> Brasil, Estados
Unidos, Polônin, íle
manhu Oriental e Suécia
enlrt' outroi:i paisei,. Na
ções com índices de 50
a 200 abortos por mil
nusclrnrnto~: Espanha,
Cunudá, Alemanha Ocl
denml e grnnde. núm<.>ro
de puíees da Africa e
América do Sul. Da Cbi
n comunistu os dados
são dPscon becidos. ( A.gen
eia Sou Imprensa· ABB1)
Otica Cientifica óculos jóias, relógios
presentes e troféus Esportivos
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On I' .r,Hloxo! . fal elda e ta a
viva'. r: c ... 1nvn 11um 1 1<ltlli o l• ri", 1
ela. como todo mundo a supunha moru
e d l vez que aparecesse nu fr, 111t• ílt•
alg,1 rn e, ,ih cltio t•uu 1.-l aquele tt 11
terno e ela mesma Jh/11 •ria 1.11 l-1 r ti
l!Ul-lO lt'U par, ntes o teceb r tlhl bals- '
co, P !11 d • "fantasma" n gente e defen
de como pOc1t>. t>,•n !'Indo ol !fü, prM'llf('II
cJcullnr-H·. I' col111 u a casa da madrnh
tas cono uão poderia tear all , em ela
ber, resolveu aparecer na frente dela'
d u tudo errado, 11 v lha 1;1orreu no 11l11.
Por jsao agora nriqutta, "llnuo11",
chorav desconsolada o complet lltH'11t,1
de orlu11tnda
Aflnul, ('!:t nlio podln nwlt-1 i;111rnr
tar aquela sltuação. Resolveu parecer
em público ci N!Clurecn 1urlu. , r,1101Pl1 a
provldCnclu foi dl1<;plr-se du mortalha.
Assim, solu à rua num vcqtldo du rna.
drinba e de cbelo penteado: parecia
outru. Por oocte p::iE<sovu eucoolrnvn um
grupo de pessoas Jliiculíndo: "Cud~ "
cadáver'?" :fos ninguém reparava ut'l:t.
Finalmente chegou na pr, ç11 púL>lka (on
de huvfa um tablado armado, poii; ull
haveria um bulé não el de onde, que
acabou nl1o vindo) e logo COffilªÇOU a bvr
rar b
1
1:llericamnit1°: "Tou vín1. tou vl·u!"
Juntou gente no mesmu boru e el1..1 t•'P
que subir no t1:1blad() par11 que o povo n
pudPsse ver II reconh»ce:-r. No <>omrço
ninguém tavu ent1:::::dendo oada e alguns
até peosuram qu<.: eru o tal balé quH lu
vir e não vinha que tinha chegudo e
oome(,lado o espetáculo. Con,o o nos~o
povo adora arte. começaram a aplaudir
freoeticarneuie. "Vivo. o balé moderno,
viva! •·gritavam os mais eotendidos.
Mas o m1:1l entendido uc:ibou logo
quando uns parenteR da "finado" a reco
nheceram e começaram a beriar alar
madús "é eia, é elo!". f-IouVE- badérou,
desmaios, vomltoB ... Ern rnguida fe1,;ta.
Aquela era uma sltuação que ruertcia u
maior festa. E que festa acontecE-u. Em
melo a folia, a ''finada", emoclooadlssi
ma, explicou pro repórter Pedro Pedrer;u •
lho, do jornal dl:L época - se charo1. vn
Tribuna. o que tinha aoontecido de fato.
Ela não tinha morrido, mas sofrido
um longo desmaio paralizador. Acontece
que o medico q:;e fez O Jaudo estava Rua Antonio João 1011
embrlagudo (pela novela do rádiu) e se
enganou. De forma que a botaram num
rico caixão, a velaram a noite toda e
fioalmente a enterraram. Porem, como
na hora de jogar a terra sobre o caixão
velo aquela tempPstade, todo mundo saiu
correndo e a covu ficou abertn. Foi quan
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urn coojuuto <le mt•rlitlu •
para conduzir à 130luçf1o
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blemas: b.lanço de pi •
f{'l!tJ(ll)t(} ' Jn!!ue, o o
enerz'na.
'} r f;;htro l<iv •rUu
que o governo fr um
controle rigoroso nus
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vi 1vestir quem tiver
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ver mol fanc1amen
to do Aéfeit das empre.
sas utravé de empt6stl.
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primitiva e p0uco 1ntell
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ainda que o acesso das
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I «d Aquldquan, través de todo os
A CAmar Munteipa ", évlstene pela escolha de El, "
tore, abenta " E, iéipl. Nesta oportuutdte,,"
Araujo Barbosa para prr'' 6sito de contributr para a uni,
uma vez, rettrma o seu "",,#, A nomenuço de Ely de Ar o o
desenvolvimento da nossa r!' ~der, ols ele tmbolfza ~"""lo
rboa representa o povo "!", +áitto do tela VI«tn. {{""S
I ns urna, I v • /eeb4
mas, , 9"" ~osso sinceros par.bens e vmo 1orar uquet
enhor prefeito, s no ~trl, Somos prte de uma só r@j
, te dlnlftena e que cons' • v , o 'I«,
corrente que w 4rimos chegar o ambicionado de
l' unlnrlo 1111 IJO!illOtl fOl'QUfl po Oll:ll esen.
volvtmonto t!OCIUI, µol!lloo IJ OC(JIJOIOICO.
Pronldl:nto: Edil Uoasny
Vice: tJmlr O. Mourn
lº Socretllrlo: Ney Gabrlel Aznmbvja
22 Socrotúrlo: Orestes R. dos Reis
Llder trenu: IIeladio do -rrurla
Lldcr MDB: Críatoviio Albuquerque FJ!ho
ºA . -
· .ssoc1açao
E
O Oovarno do Estado de Mato
Grosso do Sul. atravé~ c!1:1. Secrt:-rariu do
Desenvu!vimentc Socinl - SDS-MS, repre
sentuda pelo llmo. Sr. Secretf.u•Jo Dr.
Rubens Nune,i Lln Cunha,., a Associuçfio
de Desenvolvimento Rural de Bela Vista,
I!rmaram, no último diu 1!J, Cou·vfloios
que virão aplicar maiores recursos no
"Prograu•a de Desenvolvimento Rnral de
Bela Vistu".
No nto, pr- •sent,.:-s: Dr. Huoens Nu
Des da Cunha. Secretário do Desenvol
Yimente Social, Dr. Gtordano Neto - Se
cretárlo Adjunto, frmú Angi:>lin Alves
Colaco - Pre.,idente da AuSOCÍllÇÍlO do
Desenvolvimento de Bela 'i'lta, o cs
dois técnicos executores do Programo.
O Prograrnu de Desenvolvimento
Rural de Bela Vista vem realizande a.
tlsfatóriamrnte u m t r G. b a l h o
de educaçfl.o de b a s e n o s p e-
Professora: Maria José do
Eplfanlo
R: Hvrtencw hcob:n ;e 7
(3ª quadro pós a efermari)
0r$ 300,00 m nsais
VEREADORES
11nlmundo F. Pinheiro, Frnuclsco Antoulo Santos e SIIva, Libido
Assli; Godoy, Jalr de Oliveira, Mnrous O. Guimarfí1rn,
PHolo de Arruda Leite
A PEDIDO
Desenvolvimento Rural de Bela Vista"
quenos proprietários da região, buscando
at.ruvés da produ!ividade e do deseuvol
virn-ento ecouômico, o bem estar social
lia população. Te!.n sido uutória a evo
lução dos resultadot:1 obtidos com a im
phrntação da 1,e1·ic!<!ultura, no município.
A participação ativa, expressa e
conscieat-,, da. população é o agente fun
dameutal na criaçião do deseuvolvlmento.
Com este- lema, procura se encaminhar
um trabalho comuuitário, env1>lve1ndo
toda a comunidade no seu processo de
desenvolvimento, <>xplorando recur!los
naturnis da região em atividades orien
tadas técnicamente,
A Prefeitura Municipal de Bela
Vista participa efetivamente deste Pro
grama de Açiio conjunta, apoiaudo o
tra!Julh.; doa técnicos executores. "A
Adrninistraçüo atual pretende agilízar
l'liuds mais ec;Le trabalho de orientação
eos pequenor- proprietários das chácaras
de B la 'istn. em entrnsamento com os
técnicos t>xecutores do Programa.
l
Os convénios firmados beneficiaram
r!íretum~nte o Programa de Desenvolvi
meato Rural de He1a Vista (impluntaçfio
:-:. / dP culturas &dequadu1:1 à pequena {área.
utavés do lrabalho de uma equipe técni
e i) e o "Slube .grírola São Geraldo",
filiado ao INCRA - Projeio Fundiário de
Jardim mstalaç.ão de um nucleo escola,
de serloio1Jltura. Estes dois projetos têm
a participação efotiva da Prefeitura Mu
niclpal de Bela Vista.
Par os Técnicos orientadores do
Programa de Desenvolvimento Rural de
Bela Vista, somente nesta linha de ação
conjunta, sa consegue realmente en
c~1mrnh'lr .? desenvolvimento do munici
p10 e reg1ao.
Dr. Nelson Derzi
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Resistência
ao arbítrio
O deputado Waldir
Walter (MD8· RS) comeo
tou a posse e u reiote
gracão des vereadores
Glênio Peres e Marcos
Klasrnan na Câmara
Municipal de • Porto !l~
gre e criticou a lniclall
va do Governo de tentar
an .1lar o ato, atra vês de
ação judiolal. O parla
meutar <lestacou a "longa
resistência do Rio Gran
de do Sul ao regime de
arbi-rio e de exceçáO"•
"Não poss n entender
a reação do Governo a
um fato como este, de
iniciativa do MBD, gaú·
cho. Os vereado rei:: foram
pelo povo, pela Iegend~ ,
do MDB e nós temos
que defender os seu°
mandatos. Se eles hoU·
vessem sido votados pe.·
la ARENA, na cer_ta ~
Governo buscaria reinte
gfá-!os" afirmou Waldlr
Walter que interpretou
a atividade do Ministério
ais
da Justiça como ID
8
uma demonatraQãO ~
IDá vontade com o pa •
lamento nacional
Rcccpçào no Aetopox to
Ap6R u ml1'l!lll <'amp·1l tndo,.. l'or11111
recep.;Jo11ar o go,·,•roarhr 11rr,,Jo llr1111-
da e sua comltlvu, no 111 roprirt , lo1·ul.
Politeos e por receber±m Marcelo
Pedro'l<,lfit! com muito e11rl11llo. t) HPl'll
dor Pedrosian disse de ua ale!ria ' "'
vollur a Mela VI«ta e reafirmou o pr<,
póslto de contlnu1tr a Juru 1•rn pról clu
Prlr1eesn do /,pu .. comitiva ge>vt'rtlil
mPnto.1 acompanlrnda por d.:1.,•rHli' dl'
carros, seguiu porn u prnçn ,lvaro 1· -
curenhus hOodo soududa nr, rar:1l11ho por
popul&reo HO':! gritos de lnrct'lo Elv e
Pedro'', •• ' •
Com a prei:;enca do governador
Mureelo ~1frunda; srnndo;- Pedro Pedros
~lan; SC'cretftrlos de Estado, Ten. Col
Conrado Dias (comandante do 102 RC,)
Lufz Carlos Nazaret Superintendente
regional do 8f-lnco do Brasil, Autoridades
ilillltarei. do Pflraguay; dPputado Rude!
Trindade; verradores de Bela Vista, Jar
dim. Caracol e Porto Murlinho; prefeito
de Campo Grande Albino Coimbra, pre
feito rle Aquldauana. Pedro Ub!rajara;
prefeito de Jardim. Fernando de FreilaR
prefeito de Caracol Oscar Fnreira LeUP.;
prefeito de Antoalo JoAo João Fr.-ilre,
Assessores do Governo Estadual, politicos
da região, presidPntes de Diretórios e
grande númrro ele populare:,. O ato de
pos~e. pela prim
0ira vez, em Bela Vista,
foi Pm praçu públi"n e o povo vibrou
com as palavras proferidas por Ely, Mar
celo e Pedro. O prefeito belavistense. em
determinado momento, Llissa: "Tres
palavras dizem bem o nosso sentimento,
o sentimento do povo de Bela Vista -
ATÉ QUE ENFIM
Missa Campal
Às 8 horas foi reE.llzada uma missa
em ação de graças, dedicada pelo pnvo
de Bela Vista ao prefeito Ely. Na oce
st
ao estavam presentPs os vereadores
Carlos Centurião, Getulio Lino, José
Marques, ldelfonso, Pinheiro, o coman
dante do 10° RC. Ten. Cel Conrado Dias,
f.utoridades militares do Puraguay, j orna-
tu
lSl~s e ceatPnas de pessons. Na opor
mdade o padre Jaime enfocou a parã
~oia dos talentos e disse da satisfação
h
O
povo pela nomeação de E!y um
ornem do povo.
_I
f/
r
Prefeito Ely de Araujo Barbo,:a
Governador e o Povo
Saudado pelo grupo dP- jovens.
cantando música u governa<ior Marcelo
Miranda procurou os abraÇ'.lS populares
e a populaçã;:, delirou quando o gover
nador disse "não vim trazer promPssas
vim verificar o que Bela Vista precisa,
e junto com o pre!elt(l, vamos trabalhar
pela solução dos problemas''. Após a
poslle de Ely, ~o governador Marcelo
Miranda, com vibrantes palavras disse
de sua 1;atisfação em estar em Bela
Vista junto com o povo. Disse ainda que
nomear Ely de .raujo Barbosa era cum-
,
CERNO CONSTRUIR.A UNI
DE SEGLURANCA EM B. IST .,
Ceio ~m brev6 contato com o gov, Mar•
no P ~~:_anda, o mesmo nos 1formou que
coo ro~
1:no 11.no o Governo dará inicio a
rle Slrue;ao d.a uma Unidade Integrada
tni~sie.gurança. Disse ainda que é inad
ho~ vel um governo, ruja meta é o
Eeguern, relfgar ao abandono o setor de
$i,}%?ga p&biteu que em todo o Estado
blica ICttá.r10 ·•. A resprito da cadeia pú
Pelas
10
!ial, Marcelo ficou surpreendido
o sec conct~ ções da me;-ma. Disse que
Pere· retár10 de sr·O'urança. ,João Batista
da :a foi verificaºr in loc0 a situaçãe
o."a, ficando abismado com as
a..,"Oes, prometendo providencias
es.
O chefe da Cesa Civil, Leite Scbi-
E
midt, disse tambem que o atual predio
onde funciona a Cadeia Pública será
tombado pois represP.nta om patromonin
histórico do município e do Estado. Leite
Schimidt a.firmou ainrta que o setor de
segurança será uma das mP.tas prioritá•
ris do governo Marcelo Miranda. Re<l
fü·mou o propósito do Governo ~m cons
truir no próximo ano uma Unidade de
Segurança em nossa cidade. Esperamos
que esta coni!lruçao tenha rmc10 o maie
breve possível, pois, agor?, não .há des
culpas a "caravan~ da alegria'· veio a
Bela Vista. Veio, viu e se surpreendeu ...
com a recepção calorof!a do povo bela
vistense e com suas dificuldadt's.
prir um <lrsrjo popular, pols ele represen
tu o povo. Qunm , .. , f{J na pr,,f-,ftllra, não
é o Ely. ~üo voe""· O povo prc,rnnrn na
paça uplaudiu dt
1morn,11moot~ o govr>r
na dor que tu u1 b"m (, povo e que fúln
como o p,)vo J!• b• 1.
Audiências
JflÓS as Olenilades o I{ WCl'Jl[lÓOl' ,for
gelo Miranda concedi u adleneIs na
prefeiturn munlcipnl ao', vMParfoMr:, 11
,r;sociuçíío rle P11f-; t• M(:nlt'1'H, ao Hotary
Cluh e à luçount'ia. 'f'()rfo: foram ouvi•
dos e Marcelo enviou suas reivindicações
às Secretarias competentes. Foi servido
mais uma vez, tlO povo e aulorldadea,
u!ll arroz '!nrretei1·r, sendo quP o gc•nhor
governador aµrovou multo a ldóla, poi11,
mesmo cout,·ariando os "manequins", re
presenta a verdadeira int"grnçãu povo e
aulorlrfades. Os políHcos, repetlmoa, que
não se integrarem com a atual filosofia
do governo. que é popular, sem dúvida
alguma pasrnrão para o rol dos (j que.
cir!os. A pos,;~ de Ely foi unw fe.;;tn e
lfarcelo Mírundu. pes-;oulment•J ve!'llieou
a força do nosso prefeito qu& qui em
Bela 'll8ta reprePr□t.H a força do gover
no. , recepc,ião ao governaclor e sua co
mitiva foi culornfla e ~farcelo :'.lirnuda
levcu de ~ela Vísu, não l:!Ó r·1:-ivindic1;1-
ções, !Ilds tombem o citlo1· huwuno de
sua gente.
Destilaria de
Alcool ara
Fela Vista
Em eu discurso de
« FI do trufo dls-
JHI •• ' 1 o do
e que insta/'!
uma usina de b nefleH
monto em tola Vista
,,,•tlll ,1 1111!11, ,li) pnrtl. OH
no+ os inúmero proble
ms e que o otrt 8e
riam teto}vido poste
ri.rmnte, pnl 1 '
1
,lr1 ltw
tala@o trai Inúmero
benefietos, At«lto, '
nenn,ento, Rodovias, Co
l.111111<',J(,:Ú< ~. ~l'J-ll)rlll(Jtl,
1
,,
1
,,m 111, Jld1.1
1 l'OJll•J
onwoquneia da itd
leão da destilaria. O
povo IJ, JaVLlll'll
1
' vl-
ln•o•t JilHh lltlll V!'Z,
quarto Marcelo ara
HIt que uma usina erlu
Istladu em nowsu Cl
1l11d,•. !}l!ltll ljUC1 llr'lll
V«tu pouf todua d
1:on.JlçôP1I f.lllrtl hw ,,
que etu de#tllurla er
uma reultdnde.
Lucidez e
Equilíbrio
O deputado Jorge
Arbage (ARENA.PA) a
cw:ou o purtido <lo. Opo
si;üo de assumir uma
lluhn d'ti oouúuto t;l6t(~
mu1lcwnwnta radical nu
combate ao Governo
procurando de 'J.Uill([Uúl'
rno•i > r:,,m
1
,rorJJP(<'l' tl
imagem dos homens que
integram o curo adml-.
nlstrattvo do E tado. Pa-.
ra o vice-líder dn Maio
ria (J .'.1lJfj rc1(/1. cuiente
d, lu<:ttl(:Z e ,,11ull1brl0
pum o desempenho do
pop!:l q,1e lhe ic-.::uwbe o
prncli:.rn polí :e<, do País.
,forg~ Arbege &.fir
mou que no ;,tio du O·
posição ex.lstern ii6JJl'e
seutantes parlamentares
de conhecido valor polí
tico, mas ao lado destes
reilita uma ínF;xpressiva
e claudicante minoria
ídeológica, que "vomit1.
ot:trmant:;nt"'roente a ver
Mna de seu Gdio ínconu.
do".
"N{=
do v1m aqui para
conversar. fiado,,
Em audiêocin com vereadore<> bd
lavistensei,, o g!Jv •1·nador ~larcelo ,:,ofo
cou &s rr.&tus p~ioritâr,;o; de PU govec
n o e disse .Que 8ela
Viste, sem dúviia alguma, integrar um
plano d& desen<vr.l•:imeoto a que 0s e
readores bela1steuses não são obriga
dos e. c.:rniw.r em qc{;HJ t'eté enlrúndo,
as que a :-orna de s E'F!o.;-<,•os Ji,v~ra a
r·esultados reais de d~,-, .o,·olvilnPnto.
Pediu que todos Cdt':lll í'U~1rr..s ':!' tor
no de Ely e que o dtá!logo seja fator de
.integração. D15::>e gu:::: u seu governo se-
rà de prioridades e onde for necessário
uma atuação mais diamica e!a ser5p0s
ta em prárica. Enivcou o Pro~lr.:oQl corno
soluçEo para o ptoble.rna
energético e enfatica
mente repetiu: "não vim
trazer promessas e mili
to menos fazer demago
già, quero _air do go
verno como entrei de
cabeça erguida''. E!ooioo
a urüüo dÕs vereado°i-es.
sem cores partidária;;, e
pediu, mais uma vez,
que as riivergênciar,
quando houverem, sejam
resolvidas através do
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~ /.j/1)/
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S , "" i- folltn l,. ,.,. n, ,ai 111 '"/'' li•.
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para ptenle - ometleoe lo!ç1,
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r,,nnw• 111, ndrnllo llll (Hkinn do Mnarion.
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Num ris de fato que poderim,
perfeitamente, erem condrn«do em
um peça 'entral, ou em umn novela
intitulada "A (Comédia", ou 'A Fre In
fiitn", o Dr. Ferunndo de Fn•II, "• Prn
feito 'IIerVenclonado' do dardlm, con.
vldou, espeeinlmnte, autoridade, pes
os gradas, e de eu seleelondo 'cur
rlolattum'' para assistir n "pose" do
Interventor Paulo Américo do Rels,
Imaginem o leitores, penas prn
uIg111llllfillll 1 1:1,m lfllll fl1111110, l!Olll {!Ili
l't11 1111(' IO, o nolJrh i111Jot· ('/11,!'o rlfl ('Ell
8 receberlu um Pen Cel encarreudo de
umn indfcnela para uma 'expiadel'
nos Buluneeto ou Prestações de ConlnA
qu<•, por dever de ofelo, teria de sub
lllt 1,
1
1' li 1j)l eelçào de ewcnlóe superlo.
Polfl IH'm. T~~H• ''/nlmo", 11ílo foi
quele que se constatou nn "pose" de
Pnnlo tm(•doo, Prufolto "por lcl", do
,llll'dlm. rJur11nl HO dlul', !10 <lln11 oRtm; que
ÔS})('['U!DO:{ f.l(' l'l'piln,11, pt,I' <IIVOl'BflA VC7.1:'fl.
O Dr Fernnlo de Freitus proce.
d u. dl· C't•rt:i f,irm11. Colllo um "IJoHt"
(nnfllrlilo) qu:' tiVP8'1l' convlrluclo p,iren-
11·:-1 f- nmigos parn um almoço, ou
"corklflll" ...
Flou, tambem, não propriflmeute
pnra se congrntular com a .t to lntPrven
ulonistu do Govcmw, mBs puru abrir us
portns da Prefeitura e dizê.la preparada
"for tL,o ordeal" (parn o que dei· e vl,:r).
E se fosso só isso...
Com unrn coragem que merece rA
glstro, o PrPfrilo ''lntervenciouudo" ln
terpretndo, fielment , o ambleule políti
co nnclonnl, preenche de sucessos do tipo
Lutfnlns, t1Tnlul's, Bunco füo Econôrnico,
compra da Light e Uslnus de /ngra dt,s
Reis, Open Marlrnt e lnflnçüo, disflo para
quem qulsosso ouvir:
- que tinha, mesmo, cometido nl
({Ullll:lB lrregularidado8. corno u emissão
do uheque prés-dntados.
Evldentemeuto. el!éque prt)-datado
quer dizei', o.penas, "CHEQUE SE~! FUN
DOS'' e se um Prefeito, o Ato da Inter
vençiio confessa isso, é de rrer-se que
sua confiança no desfecho rla novela é
o mesmo de um jogador de poquer com
4 ases e um corlogo na müo.
No peque::O rosário de irregulari
dudes desfíP,dos pelo D1· Fernaudo de
Freitas, apareceu tamb~rn, um "Padre•
Nosso". Emitiu, em diversas oportunida
des, V!llt-1s para pngameuto de funcio
nórios. Esse~ vale!!, couhecidos como
"vales-corrida" do Dr Feroaudo. tiuham
endernço certo: Casa Euro-Brasil e Mer
ca dinl.Jo São José. Comentou-se, certa
vez.que, quando a conta chegou a
CrS 700.000.00 a Casa Euro Brasil levantou
bandeira bruoca ...
A Edilidade de Jardim represen
tada pelos seus Vereadores, riam con
trafeitos, uma vet que a elu cabia, pnr
l<.>i, um paradeiro o est-as "cosit118".,.
Mas, a Cu.mura iIuoicipal, sabe o
risco que ·corre em t mur utitudes coo
tru um Prl'feito que não tem papas na
1Joaun e que, uo engrossar o caldo como
no bcaso do tal ''cheque sem fundo" pa.ru
• • •
. d,a EdIs, pas
pagamento de jetons 0" ,j4 e Inde-
Ieçar de morte os hum
fenos representantes4 do p00.
0 plor de tudo é que na Deleael
,. f I CuOlfHV/1•80 um
Heglonal de Pollcla !' q.5 meses!!!
reponsu vel que no dt•cor re>r e, foB
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"' • 1 , ·11 ve'I. vir
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trn1m do
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Pontu Porii pal'l1 que os Edis
putl<•0sem, ao menos, rf'pouslll' trauqullos
ao lado de suos fnmlllns.
Nudn obstante, tudo l~i;o, ?U, menos
por isso mesmo, houve "festa" patroe
nudu pelo Prefeito ''intervenclonado D1 •
Frrnnndo de FreltaR.
Ao Coronel Paulo Arnérlco dos Reis
u quem admiramos, extirumos e deseja
mns um feliz sucesso em suu nurln 1:1g111-
davel misso, que, se não é um dus 7
trnbnlhos de Hórcules, tem um slgul1Icn
do muito Pspeclnl, pcls Paulo Amérl<io
é um dimunte entre duas rochas gneas
Senador Pedro Pedrosslun e DI' Fernando
ds Freltu11, pud<'nrlo acabar sendo tritu
rado poi· <'lus i;cm fazer com que para
mereoê lo ...
Cyrnno de Bergeruc
QUA TOS
O ABORTO
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MUNDO
Novu York - . Rlí11-
sln, França, Itltna, Aus.
lrla. Gréc:la e quase t.
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tu'> dn Europa Orleulnl
cncontrnnI·~<.> entre à
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número dl' ubortoH em
relação o nascimentos
Hrgundo eflbtistlcn ola
bornda por uma organi
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nul l! !PPfi'. Ner,se primei
ro vrupo - onrl e ocorr1
1m
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mil rrnsclmcntos en.non
trnm-se apenas dois
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No sPgundo grupo
de 201 + 500 abortos por
mil r.usclmentos P!lCOo
trurn-s<.> Brasil, Estados
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manhu Oriental e Suécia
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ções com índices de 50
a 200 abortos por mil
nusclrnrnto~: Espanha,
Cunudá, Alemanha Ocl
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co, P !11 d • "fantasma" n gente e defen
de como pOc1t>. t>,•n !'Indo ol !fü, prM'llf('II
cJcullnr-H·. I' col111 u a casa da madrnh
tas cono uão poderia tear all , em ela
ber, resolveu aparecer na frente dela'
d u tudo errado, 11 v lha 1;1orreu no 11l11.
Por jsao agora nriqutta, "llnuo11",
chorav desconsolada o complet lltH'11t,1
de orlu11tnda
Aflnul, ('!:t nlio podln nwlt-1 i;111rnr
tar aquela sltuação. Resolveu parecer
em público ci N!Clurecn 1urlu. , r,1101Pl1 a
provldCnclu foi dl1<;plr-se du mortalha.
Assim, solu à rua num vcqtldo du rna.
drinba e de cbelo penteado: parecia
outru. Por oocte p::iE<sovu eucoolrnvn um
grupo de pessoas Jliiculíndo: "Cud~ "
cadáver'?" :fos ninguém reparava ut'l:t.
Finalmente chegou na pr, ç11 púL>lka (on
de huvfa um tablado armado, poii; ull
haveria um bulé não el de onde, que
acabou nl1o vindo) e logo COffilªÇOU a bvr
rar b
1
1:llericamnit1°: "Tou vín1. tou vl·u!"
Juntou gente no mesmu boru e el1..1 t•'P
que subir no t1:1blad() par11 que o povo n
pudPsse ver II reconh»ce:-r. No <>omrço
ninguém tavu ent1:::::dendo oada e alguns
até peosuram qu<.: eru o tal balé quH lu
vir e não vinha que tinha chegudo e
oome(,lado o espetáculo. Con,o o nos~o
povo adora arte. começaram a aplaudir
freoeticarneuie. "Vivo. o balé moderno,
viva! •·gritavam os mais eotendidos.
Mas o m1:1l entendido uc:ibou logo
quando uns parenteR da "finado" a reco
nheceram e começaram a beriar alar
madús "é eia, é elo!". f-IouVE- badérou,
desmaios, vomltoB ... Ern rnguida fe1,;ta.
Aquela era uma sltuação que ruertcia u
maior festa. E que festa acontecE-u. Em
melo a folia, a ''finada", emoclooadlssi
ma, explicou pro repórter Pedro Pedrer;u •
lho, do jornal dl:L época - se charo1. vn
Tribuna. o que tinha aoontecido de fato.
Ela não tinha morrido, mas sofrido
um longo desmaio paralizador. Acontece
que o medico q:;e fez O Jaudo estava Rua Antonio João 1011
embrlagudo (pela novela do rádiu) e se
enganou. De forma que a botaram num
rico caixão, a velaram a noite toda e
fioalmente a enterraram. Porem, como
na hora de jogar a terra sobre o caixão
velo aquela tempPstade, todo mundo saiu
correndo e a covu ficou abertn. Foi quan
do ela acordou e "ª levantou. Flcoo
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Com este- lema, procura se encaminhar
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desenvolvimento, <>xplorando recur!los
naturnis da região em atividades orien
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A Prefeitura Municipal de Bela
Vista participa efetivamente deste Pro
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tra!Julh.; doa técnicos executores. "A
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l'liuds mais ec;Le trabalho de orientação
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de B la 'istn. em entrnsamento com os
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utavés do lrabalho de uma equipe técni
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