• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOIX_Nº533_19_08_1980

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:ator: Chefe Ivwldo Perelrn Ano IX N 533
-
TrNO!!! 19AR ±LO «t v -
A Festa Peão
.,,.
sera
. .
[aneIro
No almooo tle confratt•:-nlzoçilo
rellzado ebado, no restaurante do
Clube do Laço, no pnHJt10 do exposi­
ções, o pt·eslrlente do Slnd-lcato Ru­
ral de Bela Vistn, EIson Medeiros de
Moraes, dIsse que '·o próximo obje•
t1vo é a coustruço da sede própria".
Na oportunidade houve u prestaç!lo
de contas, du Expobel 80, submeti
da a apreciação dos ussocludos e
convidados, sendo que o lucro do
Ind!cato, este ano, ultrnp1sscu 1
mllhtlu de cruz.frns. Multo emoclo
nado, Edson Moraes agradeceu a
colaboração de diversos pessoas, e
lambem da equipe do Sindicato que
proporcionaram o brilhantismo dn
amostra. Psrn Morues, "graças a
Deus tudo saiu a contento. superan
do us nossas expectativas".
O prefeito interino de Bela
Vista, José Joaquim Ferreira Souto,
e o veredor Nvaldo de Burros. na
ocasião manifestaram suas oplnlõPs
a respeito da realização da Expobel
80 e o gratificante trubnlho que vem
desenvolvendo a diretor!a do Sindi
onto Rural, "Hidernda por este dina
mlco Edrnn Moraes·•, segundo pala
vras de Jota Jota.
FESTA DO PEÃO
Enforando o plano de dr. r
prioridade n assistência aos oecua­
rlstas. 11vourelros, eh ,careiros; etc. o
presidente do Sindica to rlisse ainda
que "aada sofrerá parelzaçüo, ou
seja, dormir sob os louros de vitó­
ria, vamos lutar. trabalhar e dar con­
tinuidade. não só às metas sociais,
~ae lambem ao setor de promoção.
Vlsnnclo e:ste setor. prosseguiu. já
l
estamoe nos Prepnrando D81'1l a rea­
ltacão da FESTA D0 PEÃO urna
promoção que ter6, sem duvida al­
uma o locentlvo e o nuxil!o do
Governo do E,tadl), nesta éooca em
que cultura regional é ums das
?'s prioritários da Secretaria de
R&envolv.lmento Social. Pnra isto
lllanteremfls contatos com o uover­
o, e proporcionaremos ao nosso
Povo, ao povo de MS, mais uma fes­
que__ficará gravada no coração
r e ãcaaa um, principalmente no co-
1
ac o do homem do campo. Será a
esta do peão. Será a nossa fest".
PRii CONSTRUÇÃO DA SEDE PRÓ.
, Una das noticias mais auspi­
a osas. o que mereceu demorudos
}Plausos dos presentes so almoço
Si confratern1zuçllo, foi a de que o
dieato Rural de éla Vtsir ±teta
,, dentro em breve, a cunstrução
,"" sede própria, iíorses sfirriu
dàã""te solo vai se tornur rena
," mais cedo do que se pesa,
s temos dinheiro em caixa, o
1
do
diversos companhi-lros já estilo dan­
do a necessrla zoleboraçlo". Frisou
que o Sludlcuto recebeu a promessa
de 5.000 tijolos do senhor cornun­
clante do 10 HC, Cel Conrado DIus,
uma vaca do pecuar·tsta Eduardo
Ocuriz, um touro do pdouurlsta Eudo
Não é a nosiia intenção provo-
2ar polêmtcas ou gerar um cll:na
de eemrnclon11llsrno. quando notlcla­
iDOs fatos tr:.zldos a este jornal por
estudantes da Escola Cutelo Branco.
.l!i mlssüo precípuu da imprensa se
8obrnpõe a quAstíunculatl de ordem
pessoal e f>Xtl'llvasa o uivei da tn
formação, priodpalmente no interior
quando algo ou alguma coisa não
está funcionando a contento. Nestes
casos somos mais formadores do que
informadores.
.< crítica sistemática gera, não
lioluções, mas a busca de claros
visando a retaliação e a polêrnica
e Isto níío é o llOtiSO caso. Respei•
turnos o trabalho do mestre. nem sem­
pre bem remunerado e quase sempre
trabalhando por puro idealismo, co­
mo é o caso de muitos. .pontar al
go errado que. se p!'lsôa na admiols
tração publica ou quando os iote
resses do povo no caso os estu­
duntes- são villpendiaàos é umli
das funçées da imprensa - uo.5sa
função - mesmo que isto fira sus
cetlbilidades e vaiàades r-ecalcadas.
Nilo é vexame receber uma crítica
justo, é muito motivo de engrande
cimente, ser elogiado qu!lndo está se
trabalhando de acordo com os pa
drões normais.
011tem, houve uma reunião de
Foi extraviado o cheque n?
147537 do Banco Financial. agen­
ia de Bela Vista no valor de
S SG.000,00 (trintt1. mil cruzeiro.:;)
dt:do para o dia 20/7/80, de
emissão do sr, {ossevelte Gar­
cia a favor de FRustlno da 8il·
va. Publicação que se faz para
os er<:>itos legais.
realizada em
Pinheiro e uma novilha do Dr. Céllo
Villelu. Disse nlndu que "o gabinete
odoutológieo, prometido pelo secre­
trio de Desenvolvimento Económico
Raulo Queiroz, e uma ambulância,
estarão em nussa cidade dentro de
poucos dias.
Um breve comeni'ário
professores e c!e alunos, para deba­
ter o que está certo, o que estii er·
rudo, se o jornal falou isto ou aqui­
lo. E salutar e chega a ser estimu­
lante verificar que a nos função -
a de apontar irregularidades- rece­
beu a acolhidu que esperA vamos.
O nosso apoio aos estudantes,
sempre que for necessário 'TF esta­
rá lutando e debatendo para melho­
rar as condições materiais dos cCllé­
glos e aprimorar ain1a mais o nível
cultural e psíquico da nossa educa­
çãc; o nosso estimulo aos senhores
professores, princlpahnente aqudes
que encaram o trnbalho como umR
espinhosa, difícil, mas gratlflcirnte
Ivaldo Pereira
Capo Grande, MS - Com 880
animais incritos, foi realizado no dta
13, nesta Capital, no Pttrque Laucidio
Coelho, otº Leilão de Gado de Corte
de Campo Grande, patrocinado pela
fiSSOciação doA Criadores de Mato
Grossa do Sul - Ac:·lssul.
. ,-"i.proximade mente 500 pe.::soas
participaram dc leilão, que alcançou
resultados considerados bon,, já que
todos os P.nlmais colocad<,s a venda
entre os quais 120 muares, foram
comercializados, alcançando a cifra
oe 16 milhões de cruzein s.
UJ adquirentes, em número de
quarenta, são 80 por cento do Estado
<- 21) por cento de Só.o Paulo, Minas
Gemia e Goiás.
O 2
2
Leilão de Gado de Corte
OTIDIANO
I • A nova
Ordem
pwgtna à
li:
P'lnnllznndo, Edson Morues oon­
clu mou a todos os pecuaristus
cerrurern fileiras em t'flrnO dns tel­
vindicacõe da clase, pois a união
de propósitos é o priueiro passo para
se utingir objetivos".
missão, e o nosso incentivo a Sd•
nhora dlr'etor.a.
Aos engraçadlohos, aos criti­
cos desprepurados e aos que não
entendem a missão de jormil; aos
doentes da mente; aos derrotistas e
eoerg-úmenot!; ttos hornúnculos que
vegetam no mar da mediocridade E'
que levhm n'alma o sentimento ne­
fasto da maldade e da inveja, dei
xo o meu brado de alerta:
DESPERTE.
Aos "cultos e doutoreR", aos
pretensos "poços de sabedoria", de­
safio, venha comigo, estou a sua
espera. vamos viajar pelos caminhos
cta vida.
IRO
RTE
diwerá ocorrer, no mesmo loeal no
dia 21 de setembro, havendo pela
manhã mostra dos animais e no
periodo da t.trde a sua comerel&Il­
zação.
Corta à Redação
ESTUDANTES
RECLAMAM ...
pagina 5

?
E
TE
A
E
....
O preldente do SIndlento Rurnl
do Dela VI«ti, Bdson Medeiros de
Moras, por o0alio da vi4ta do
Secretrl» de }essvalvi n ·nto Eco.
nomlc d+ MS, aulo Qa!ró, e do
uperlnt·lente Reglonal to H nco
do Brasil Lufz Carlos Nzet, à
nos cdtde, em rounií» relizad
no clube Hel«vistense, manifestou
e u rusp·lto dos p oblemas que
solm u elaso peeuarl+ta em nosso
munleipto o, enlattcm ·ute disse
quu "oo ruuJut· 11 <irlenbçiio d
crédito rural, os produtores saberão
responder a ltura os desafios do
Oovprao". Ehi (l l11tegru do pruuun­
clomeoto do Moraos:
8ENHORES RURALISTAS
~ com ~o tlsfnçfio que recebe
moe em nosso melo to Ilustres per
sooulidudes, que orleolu m e dirigem
os dosllaos du nosso crédito rnrul.
O ohjetlvo desta rounlilo vem
de encontro aus unseios du classe
rurr I de noflt1t1 região, trazc,ndo o
apoio de crédito n todo· cs produto
res que desejam ampliar suas áreas
de produção.
Nossa regl/io, A Bacia do Apu
d<woria ser área prloritórin parn es
to tipo de
1
·crédito de ln"esllmeutos,
oomo os senhores . bem sabem afio
estamos lncluldos em nenhum pro
jeto de desenvolvimento, corno Po
locenlro e outros. tfio nocesd1rloi; u
Incorporação.adas enormes árt'as c!e
Rorrados que cobrem nossos munlcl
plo, em roa ,produtlv.
Nossa ugeloulturu alndu é Um!
da, e temos uma rzo pra I+to.
Nossa terra nClo ostá desbravada,
quando chegam os recursos par o
cutelo rgrícola, Julho/Agosto, pr
tlea mente t hora do pluutlo, uão
tomos mol 3 ltlmro para deabrnvur,
urar e gradear 11 terra para o pluo
lio om terr.po b1bll e os recurso!!
previstos para o cutelo upricola de
nossa r?glüo, süo sempre insuficlen
te t m se truta o do de terrus nunca
cultl vad.os.
Oa aeohJres podem eotar cer
toa que se fl orientação do crédito
rural mudar, nossos produtores sa
berão oorrespouder a esto uhamu
mento, cerrando fileiras na butulla
ck produção de ullmentoll.
Aoornpunhamos de longe, mas
utentos, a lula de nosso governo
do E~tudo, através do Secretário do
DeHcnvolvlmeuto Eoonômlco, Dr.
~,Hilo Garulfl de Queiroz, para que
Mato Grosso J.o t;ul fotise lncluldo
neu área de expansão agrícola,
currrnndo esta vorbu Indispensável
uo nosso desenvolvimento eoonôml­
Cú e 1:1oclal.
O Sindicato Rurol através de
todo o quadro social e de todoR os
rurullstu~, reconhece ~ agradece
este valoroso trabalho.
Queremos aproveitar a opor­
tunidade para agr11decer ao Dr. Saulo
Garcia de Queiroz em oowe do
Stoúlcato Rural, pelii verba recebi·
dn de ~60.000,00 (qL1Iollento9 e cln­
q u o n to m 1 J e r u z e 1 r o s),
vura o custeio de nos 9a Exposl
ção Agropecuarla, coroadt1 de pleno
êxllo, aprC'sentondo um b11loaço
poslllvo cm todos os seus c,bjetlvos.
.-o Superlotendeate Regional
do Bunco do Brastl. pura Mato Gros·
t'O do Sul, Sr. Lulz Cnrlos Nnzartth,
que tem a reponsnbllldade I
J.lstril>ulçfio deetes recur11os, através
do seus gerentes de ugêelas, up
!amos parn que atenda com carinho
todos 0s projetos oriundos ele nossa
reglão.
A agência do Banzo do Brasil
de Bela VlstB, principal mola
propulsora do desenvolvimento do
Município, não tem corre-tlponôldo
com os anseios da maloriu dos pro
dutores. Reconhecemos que a fallll
de reoursoe é grande, o que leva o
Gerente 11 dizer ·'não", na maioria
das vezes, ou não estamos enqua­
dradot1 nas norrnat: do B11aco, o que
respeitamos.
O que reclu D.JnmoR de nosso
Gerente Sr. José Tern,n Splna é a
fulta de interesse e orlentaçilo paru
solução dos problemas financeiros
dos produtores, e a não aplicação dos
recursos de ln,e!ltlmentos destina
dos u sua agência. Até o presente
momento, não tivemos notíclns des­
de a sua posse, em 17 de julho de
1.g78, da sua vlslta u uma proprle.
dod~ rural, levando com tu pre
senga estimulo na orientução a seus
e[entes, Queremos e necesl!amo+ do
apoio da Agêncl11 do Bunco do Hr
~11 de nossa Cidade, m todoA o!
eventos social o qe desenvolvimen
to do Mualcfplo, sPm o que todo,
0
;i esforçoR VVs. F:xclas, nesta ta
rela, serão fadados u fracassar.
Destacamos nesta comlsso
que ora nos visita, a presença do
tir. Sylvlo Mendes Amado: Preslden
to da Federaçfio de Agr,culluru de
M1:1to Grosso do Sul, Órgllo que coo
grega e represeta todos os tdlca­
tos Rurais de noeo Estado Temos na
sua pes&oa um legítimo represeotan
te dos ruraltstae que vem desenvol
vendo um valoroso trabalho }unto
as autoridades estaduais e federais,
em ptól de nossos Interesses. Acom
paobamos e apoiamos a sua luta,
procurando trazer ao homem do cam
po a necessária assistência da Pre
vidência Social. A diretoria do Sln
dle;ato Rural, sempre qae necessário
têm recorrido uo Presidente dn Fa
masul, na solução dos problemas
que nos afligem, encontrando sem
pre e.polo incondicional.
A todos os ruralistas agrade
cemos a preseIJça.
multo obrigado
Tribuna da Fronteiro:
( Fundado a 20/2172)
Rtgistro no Cartório de Tit. e Doe. n.o 1066
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3 T
---------------------...:....:.::.::.::..:
0
u
ti
Mfaneca estava apressdna, pude
ru, precisava ir ao denlsta (com
hora mrcad), ao psicanalista, ao
ebelereiro, à manlcure e ainda vis].
tar Ros!nh E, G, Rodrigues que
ohegura da Europa. Fu!tav;im qufr1-
zt para s duas, e o motorfola nu.o
vfnbo com o curro. Ela h vtu feito
q!Jolxn uo marido, ailo andar mals
nó_quelu drog11 tle mPrccdeA. enjoou
cio OOl'l'Cl e ele f,Ó deixava a !ala
ve)ba na garagem e aquele outro
carrfoho para a empregada T111.er
compras, o tal fuscn (que horror).
- Ufo., até qun enfim. Por que de­
morou tanto Mariano?
- Modume M11occa, eatuva prllnrlo
o pintura e ve1•lflqull um nrrunbfio
no Clll'l'O.
Deve ter t-ldo o Cacá (Carlos
Eduardo Galdeano Matal!u.,) já fulel
para este menino nlo exgerar na­
auelas hrincdeiras de rachas nu
Paulista. Ele contiuuu. Vc,u muoda­
lo de castigo p;ira a Sulça, ll'.l.
quero '.'PI' ela parlleipur de raches.
- Tem razão rua da me. O menino
preclsn tomar jeito. Vamos a que
lugar?
- Siga Mariano, vamos uo Dr.
MttrCO!'l.
- Pois não, madame.
Madame Morta Em1:1noela Tava,
res da Rocha ~fotat•as, moig conheci­
da por 111arlarne Mcnecu, era casada
com o industrial Me.rio Luiz Galdeano
de Moto tius, num ds big manda indus­
tria de móveis e utilidades dom~s-
..
llcas. Homem preparado, com cursoB
ue. Suéclu, .llrmo.cb11 o C1rnadõ, filho
de tra!'.fclonol fúmilfa Dl ull ,tr1. Su:1~
empresas faturavam milhões e mI­
lhões de dólares, exportav m móveis
e lrnportavam ruíldelros floaH par:.;_
n. fubrlcaçfio de estatuetas que en­
feitavam as mamões e palucP.tos d..i.
1<oc1edade brasileira.
Ela, mullrnr fino, educadu em
Paris, falando quulru idiomas, cliente
rios f!lalor<•f. uteliera da Europa, pre­
ferindo Balanciuga a todos os outros
que ela chamava: seguidores do mes
tre. Os seus perlumes vinbom de
Puris, os seus tiopato& (lfUtn enco­
mendados nus melhore:J C!iS38 do
ramo, eru consid'lracla urna das
mais cleguntos da !.nOúa lnt.:1•uücio­
nal.
O casal possuia do1s [lhos,
Valeska e Carlos Eduardo, mal~
conhecido por Cacà. O menino, um
baila rapagão de 21 anos curtia as
motocas e os rachas nu avenida
Paulista. Eru universitário, estava
f!:lzenrlo "pebqulsas do iutert-laciona­
mento entre a classe dirigente o os
operários''. Se preparava para asu­
mlr o lugar do p:.I na:1 diverof,s
empresas do grupo Galdeano Mala•
tias. A menina tinha problemas
''existenciais". uma linda garota na
flor de seus dezoito anos, estudante
de Nutrição, e só par capricho estu­
dando em São Leopoldo (RS). A
mãe dizia que isto era colrn de jo­
vem e com o tempo pas~ariu. Vales-
pedro padr ira
ka passava as suas férias entre os
indios no Amazonns e telmuva em
querer pagar os seu estudos (quo
horror) e não acentuva a filosofia de
vid da Iam!lla Mtatins.
O l)r . 1rlo Lt1lz Uuldt'tlOO du
Msttls era um lurlslr em cus,
rartsslmas vezes lmoçuva ou jo ntn­
va com a fomlll . Sua lnú.moras
ocupaçõeB o!'io p<:cmHluru 1 vlvônclu
farulllur. Er,1 um hom m multo ocu­
p.ido.
Enquunto madamo Maoeca
lrunsltavu 00m n suo mercedes azul
pelns rus de o Paulo, sob o olhur
servil de :'11arllOO, o nrnolno Cacó
visitava uruu colnguloba lá no balr•
ro rte Pinheiros. a f;,mo!-a Luzia dotl
Prc1zer<'fl, utleptu ferreaba da ma­
crobiótica; Vuleska pesqt,lsava os
!Jalrros pobres de P0rto A egre, pa
ra verificar a carência de vlta.rnlrus
na allmentuçilo dos cbumudoa "md­
uos fovorecldos", o Dr. Mário esta
va em seu eFtcrllório, no 32 andar
do prédio que levava o nome de S1:'U
avô, Paulo Cezur MatutluF. O et-Jcr-1-
tório do grande homem era um lu­
xo. Cortinas e tapetes persas, Inter
funes, mesas e escrivanlnht1s super
Juxuorn~. som amblent«õ e a;::exo,
uorn sul~e para repouso. Neste exato
momento ele estava repousando. ou
melhor, come ele dizia, relaxando,
para enfrentar mi uma tarde de
trabalho.
Já disse, ui não é possível
Mareia. você fJ! uos EEUU semana
passada, esteve em Londres há pou
0os m@sua e gora quer viltar
aquele teu nmlgo que e neontra
n Iedla? Só para conhecer um guru'
Você exagira minha criança. Fique
nqui esta emana que sábado Iremos
à mfubt 06!l/ de campo n1d •on­
tnobus mlotlrns.
- Vooo é mrn1zlnho, multo
muuzloho. Eu quase não o Ineomo­
do, o voce vive, dizendo nlio. Ett
quero Ir u Indla. Se no me der o
dlnb Iro, vou pedi?' uo ~farcelo. Ele
nllo vai neaur.
- Nilo me ameace, o nem
penso em falar com aquele velho
e~cabroso. EJn eetá louco por voce
e vlvo to convidando para um
cruzeiro pelas llbaR grega,. Valho
pi!roóstlco ...
- Mos mou benzlnho, nllo mo
decepulone. Eu te adoro, estou
apenas brincando. Mareia ora uma
moça linda, cabelos longos, olhos
amendoados, corpo perfeito, dentes
que pareciam prolas e era a
''titular'' do blg ruun das Industrias
Muttias. Após algum tempo, o Dr.
Morin, fazendo um bGlclnho, coo•
cardava com a menina.
- Está bem. Vooe vai a Indl&
mas este ano não viajará mais.
Ficará no 8rpsll. E por favor, cuide
com carinho daquela mansão que te
dd. O Morumbl é um bairro ótimo
para r,e morar. (Continua)
Avelino dos Reis
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Turno
1) Noulico
2) JQ de Molo
8) Vlln Novo
4) Coça e Pesca
6 pg
4 p
2 pg
o pg
Ol'll
Observço: Classificaram-e P%'
N I
lll de Mato re·
a fase final o /auttco, ido de
mio Uolfio e Sessenta teste por "", 0
gols, J que terivou o 1% tur,,, da
mesmo número de pontos gun
AABB). Segundo o regulamento do cam­
peonato, tódas s equipes classtttcd}
Jogflrllo 'entre si, com e pdmeira :.-oda
8
mftrcada para o próximo domingo.
ARTILHEIROS DO CAMPEONATO
1) Corllnhos (Sessenta), Caçupava
(Lo de Maio) e Laucldlnho (Unllío) ... 3 gol
2) Slrlronio Lulz Cluudlo (Nautlco)
Bernardo, Ada (l.o de' ~falo); Carllohos
(Operário) Barriga (Vlla Nova) e Marinho
(Sessenta) ... 2 gols
3) Ivan, Toledo, Aires, Paulo. MI·
qulmbn, Htirmee, Tontoho e Alemão (Ses­
senta); Deleon, Rochinha, Cachopa, Ca­
banha e ~tarclilo (NauricoJ; Ricardo,
Abril.o, Laucldlc e !'retloho (Bela visten•
se); Guego, Oto. Robson, Rocha, Rubens
e Batatu (AABB); Pt'nedo, Tt1clnba, Bito
(Gremlu Unliio); Freitas (Coça e Pesca),
e Gladston (l.o de Maio ... , 1 gol
Obs: O artllhelro do Bela vistão 80
recaberá um troiéu.
GOLS CONTRA
1) Ramão (Lo ele M11lo); Fernan•
d!nho e V!tor (Bela vtstense), Alfredo (Vi­
la Novo) e Dirceu (Grem[o União) ... 1 gol
GOLEIROS MENOS VAZADOS
1) Câoc!o (Gremio União) O gol.
~) Camaracanto (1.o de Maio) 2 gols
3) Vadora (Sessenta) e Ramos
(Nutieo) 4 gola
Obs: Estes go!elros concorrerão
ao ·'Troféu goleiro menos vaz~dos do
campeonato". Foram os qoti mais atua·
rum.
PARTIDAS REAL1ZADAS
Vila Nova 2 x Caça e Pesca 1
AABB 2 x Belavistense 2
Se1<senta O x AABB t
Operário 1 x Belavistense 0
Nautlco 2 x 1.o de Maio O
Gre.mlo Uolão O x Sessenta 7
OperArio O x Grem!o União 2
1.o de :falo 1 x Vila Nova o
Nautico 2x Caça e Pesca 1
Gremlo União 2 x AABB O
Sesseuta l x Operário o
Caca e Peeca O x lo de Maio 7
Naullco 6 x Vila Nova 3
Gremlo União 2 x Relaviõtense O
Oper2rlo 1 x AABB 3
Sessenta 7 x Belavlstense 2
ARRECADAÇÕES
Até o momento foram arrecadados
no estádio "Octávio Fontour", $ 82.560,6
0
(olten_to. e dois mtl quinhentos e sessenta
cruzeiros) a presenie temporada, inclu­
indo alguns Jogos do Amador Estadual.
CPI para
apurar
denúncias
Ao final d, Ordem
do Dia, o Deputado Ary
Rlgo, llder do Governo
e do PDS, falou pela 11.
derança, fim de Infor­
mar à Casa que após
reunlllo do suo huncada,
solicitada pelo Deputudn
Getullo Gldello, presi­
dente r<'glonul do PD ,
ficou decidido por unanl­
midade solicitar a eons­
titulgão de uma Com1e8o
Purlameolar de Inquérito
para a verlguar a vera o.
dada das àenúnctae f•~l­
tas pelo deputado Sérgio
Cruz, lldPr do PMDB, e
deputado feáeral An!0no
Carlos de Oliveira, con
trna a pessoa do Deputa­
do Oetulio Gldeão, dl1u}.
godas pelt1 l:nprensu
local.
Delegacie Espe ..
cial do MEC
para Campo
Grande
O Deputado Alberto
Cubel foi autor de um
requerimento a ser en•
caminhado ao sr. Mlnls•
tro da Educação, Dr.
Eduardo Portela, com
cópia ao Secretário de
Edu<Jação do Estado, pa­
ra que seja Instalada a
DelP.gacio. Especial do
MEC nesta capital. Asse·
gurou o parlamentar em
sua justiilcativa que
Ce,mpo Grande, após a
divisão do Estado, todos
os diplomas de nivel de
2 grau, eram registra­
dos em Culabá, e atual·
mente não bá convêolo
ficando Campo Grande
subordinada a Pre11Iden­
te Prudente. Todo' expe•
diente educacional é
apreciado por aquela ci­
dade, que devido ao
ncúmulo de serviço na
q'.lela região, o r-eglstro
ele diplomas é nrejudica
do pela constante demo
ra. não se justificando
qm, uma capital como
Campo Grande seja
atendida por uma clda
de do interior de São
Paulo, ocasionando pre
Ju1zos ao ensino de Ma
to Grosso do Sul.
Secos e
tda.
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(Esclarecendo algo nobre
'f. Mortlnhem1e elo 15.8.)
ES U
o art.
Sonborltri rodatorn da C<:luna
"Eb Scledade "
Multo heml Multo bem! feto mesmo,
contece porem que, estava presente
amo aluna que tawbém faz parte de
"°fribuna r1 i r~rontelra" e que tendo
oouverRado comigo, Rv be de fonte limpa
que, quem uflxou ua parerte os recortes
da Trtbunn fo! este que vos escreve-o
prof. Stun::pf.
Afixei um dos recortes porque lá
estava minha pequena "Resolva·• que
gentilmente publicaram, na qual. dpfendl
n minha partb do v9z que, :Trlbunn dn
Fronteira referiu-si:! a "proft>ssores", no
plurul, dai u minha t'PRulvn, o que nü.o
implica em dizer, que "as críticas de
T.F. so lnverhl!cas,' multo pelo contra-
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de rio, pois !ui explicito tllzt1ndo ·'que o
que: a notlcla tinha de verdade pão me
compollo. uve1lguh:·."
Positivamente, poucos entenderam
Oll nlí. qulzeram entender o que 11
critica upootavo, senão, veja1110R:
A DREC, na medida de uns pos­
s[bilidades, providenciou professores pa
ra todos os casos de faltas abso!uta.
menh, Jegitimus umparcdas (ID !PI (11
cenças, doeucn, etr}, todovla, o que 11
crítica tulvez lenha quHlJo dizer por
melob mula dellcudo;; é quanto o fultu
de professores que, em exercício de
Guns 0111té>rlus n!l.ú cumprem o n.o de
aulus que pur rorçn. dú '·carg11 horfirlu"
dsverium cumprir, mestao estando pre
seotrA aa cldndP, chegando atrazados
ou t.lelxu11do oc dar aulas previstas •
donde, então, provém i;;érlo prejulzo pH.
ra os alunos, prlnclpafmellte do período
noturno, muitos deles casados que dei
xan<lo os seus lares m demuda riu
Escola, perdem precioso tempo e vdt1.m
de maõs abanando.
Quonto ao Português de 1.810.
você acertou em parte, por que até 19W,
nós ainda escrevíamos mals cu menos
corretamente "e com lógica", em 1.930
houve a primeira reforma ortogrAfíca
no Urasll. Em 1.943 outra reforma, atu-
almente vigeotl•, pois a de 1.945 uão
entrou eru ~xecuçãu.
Isto, só acontece no Brasil o que
MIs é facll de provar, vejamos:
- Na Inglaterra, há pdo menos 300
anos, se escrove da mesma maneira. e
ninguém nunc& pensou em reformas or
raio las 13 Mas
Cirurgino Dentista
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togrâ[lras.
-- Na Frna, o francês, também há
pelo menos 400 anos no mudou
a grafia de uma só palavra, e, até nos­
sos dias, mantém o sltema de grafla e
de aeentugão "mais complexo" qut se
pc,i, .1 lmnglrrnr!
- O ul1;,nilo contlnu cor. n mesm
grafia dos tempos Goeth (1742/1832).
I lo ;,,
1 m f ,lurmos cto rv so no
qual um slnples sopro "SS" coloca d
palavra em deterrolnndu funçllo 1,:n1t'itl·
cn.
Agorn, prooun('fo-se no horizonte
outra rE'Iotma dn grnfüi das j1Ulavrus.
G.u,1ur- e t multo dinheiro, multo pupel,
multo tempo (lrrecup('rti.vel), mult11 pa­
ciência, multo cérebro. ocupando-se pro­
fessores om inutilidades uo invés de e
d••dlcHem 11 coi1:1aB mais fmportuntcs.
Repito as palavras do llu1:1tre gra•
málico e prof. Nupolello MendeH do Al­
meida; •·Lon~o ô o prazo de cura do to.
oas SE1 fraquL'Z'.lS llugülstfcus depolri que
rigldaH nulas do Portugues foram subs­
tltuldat1 por balofos aulas de "comunica­
ção''. lutellzmeate para vocês jovens -
essa é u verdade.
Repito mnlt1, o jovem que t~rmlna
a 8!! Férie é um "concluiott:" do 1? grau,
nuuca um "formando".
Apesar das minhas palavras, quel­
r11-me bem sempre - não custn nuda.
Prof. Stumpf
Jr.rdim, um municlp10 que
avança aceleradamente na produção
agtícol1:1, acaba de receber a implan­
taQão oficial de uma empresa Trans•
portadora, Revc;ndedora Retalhista
cie Óltio Diesel, que dará. a.tendimen
to a consumidores dos municípios de:
Base de retirada: Jardim
D istribnição: Bela Vista, Guid
Lopes da Lagun!:l, Caracol, Bunit<,,
Porto Murtinho.
No Decorrer da pesquisa de
consumo de derivados de Petróleo.
e no dEife;iment0 do processo, o
Conselho Nacional do Petróleo, auto­
tizau a Agrossol Diesel, distribuir
cargas de ólf::o diesel até uma galo­
nage-m de 10.000 litros por veiculo.
N'OTA; Os Srs. consumidores
''
deverá,., fazer anteclpadamcmte BEIU8
cadastros e declaração de cotas no
escritório da Agrossol Diesel. (em
frente ao Posto Atlantíc, ao lado da
Dersul)
COMUNICADO
O Posto AtlanHc de Jardim
(sob nova direção), deoomfnado
Abastecedora Agrossol de Combusli­
vi:l, comunica que està funcionando
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tendllns, Vós paço pe.
lo sangue qu deus der­
ramou, atendel o meu
pedido. Pels gotas de
suor que Jesus derramou
de se corço. ntondoi
o meu pedldo. Menu Se­
nhor ,l sur-1 Crl!,lo, quo i
Vo an protccllo mn cubrn
CO!It VOR:!08 braços, me
urde nos 'ossos olhos.
Oh! Deui, d bondade,
VóR sois meu advogado
na vldo. 11 nn morte, J)ll·
QO•VO!l que utendalR OA
nwus podidos e me llvral
dos malN1 u rlti me sorto
na ·vida. Segul meus
Inimigos, que olhos do
mol nfio me vejam, cor
tol as forçoa dolJ meus
Inimigos.
Mlnlrns 18 n]mos,
benditas. 11ablrl11s e en
tendlda11, ae me fizerdes
alcançar estas graças,
flcarel devota de vóe e
mandarei publl1mr eeta.
oração, mndando tm
bem rezar uma missa.
Reza-se 13 Pai Noei,o e
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,
D
TORNEIO INCENTIVO
MntIvemo contuto ontem
com o peldente da LAga Esportlv
Belvltense, Abro Zctt, e elo
nos dlse que pretende, na próximu
reunlo da LE, a er eallzadu
quinta feia, uz·rir reliznço do
'fornelo Ieelvo com nu participação
da equipes desclusiffendu+ para u
faso ftal do Campeoto beluvls
1011811.
()lfs, e-<)
SEGUNDO
o presldeute da LEB, "a 're
)lzaçl'io destu toruolo clfl I ó c,,ntlnul
dade uo esforços dos freno'e dos
clubes, As purudus poderão ser reu
lizudas todos os domingos, na pre
limtnr dos jogos ela r,1!ie flnll.1. Ló
glcamente vs clubes tPrium uma
peque verba puru de+pesas. "Ex.
oelente u ldélu do presidente da Ll­
ga e u endossumos plenamente.
c;;:i í:A<I
PARTIClPiNTES
Pt1rtlclpal'fam do Incentivo o
Caça e Pesca, Operário, AA8B, VIla
Nova e B2luvisense, e o campeão
receberlu um belíssimo troféu.
Vamos upoiur a idéia e motivar aln
do. mais as ffoal;; do !3efavit.U1o.
()9:) ()9:)
FALANDO E! FINAIS
Na qulntu feira a LEB apre­
s1mtarA ll. ta bela purn a fose final
Isto após o sorteio. Conforme o re­
gulamento ti.o campeooa to, todos os
fiasllstas j<'gorno llntre si. e a pri­
meira rodod será no próximo do­
mingo.
()9:) 093
FAVORITOS
Não há favoritos nesta fose. pois
todos os quatro tl:nes (União, ::itiB•
senta, Nautlco e t.o ãe il:1alo) estilo
em condições de ablscoltar o titulo
de oampt!ão do Belav!stilo 80.
8$ o83
TROFÉU OSVALDO POSSARI
O campeão ãeste ano receberá
e, troféu Osvaldo Possarl doado
pela. ViaQão Cruzeiro
1
do Sul.
Provavelmente este troféu já eE<tará
em expos!ção n11 e<le da LEB e no
Estádio a p'!~tir da próxima semana.
os& x<&
ARTILHEIROS E GOLEJROS
.lE'.'iO::i VAZADOS
O artilheiro do campeonato
receberá o tr H-u "Tribuna du Fron­
teira" e o goleiro menos vazado
outro, pela Relojoariu Suisa. Ficam
os de atleta e equipe mais discipli­
nada, assim coroo o d~ vice ;.:,unpêáo
Tudo indfcu que este a.no a festn
de encerramento do Belavistio 60
vai ser fantAst1ca, demonstr1ondo
ruais uma vez, a força e a pujança
do futebol local.
GOl-AQOES
Iol'.lmorae gozaçõoll na parllda
do domingo pp, quando o Sesenta
oleou o Belvitense, (7 x 2)
/lguos torcedorcn se re(iraram de
OULOJJO em Blnlll do protc!<tO, IDll8
otnguem pude "oblar", pois n tabela
foi II provada por todos os olubes.
til(! Cio()
E TEM MAIS
Só um lugcuuo Iria pensar que
o C.lfü ofereceria "grunde '!leslstêncla
no Seasento. fül.o compadres e tudo
bem ... m11s o tradicional possui
mesmo melhor tlml) e o resultado
foi justo. Só que 011 meninos do
EB no jogurum, paesenram em
campo, foi um excelente treino para
os pupilos de Arollel, que por sinal
jogou pelo CEB. Bem feito para o
.. : HB e o Oporurio ... da próxima
oles aprenderão.
r::eo t8'3
FAL:NCO
Em AA8B e Operárh>, eles
reazaram uma boa partida na pre•
liminar, e os bancários faturaram
fõ.cil. Valeu o esforço dos comanda•
do,· de Guego, flcuram em sE-gundo
Iugur. Pa1·ubéns. O negócio agora é
ubfscoltur o Troféu Incentivo.
~ c,;,::i
NAUTJC1)
O am11rellnho vem com tudo
para as final,,, equipe completa e
m~la e.guns reforços. O objetivo do
tlme de Chico Laranjeira, Boré, Zé
Lulz, Fernandinho, Perondl, etc. eto é
o titulo. Tem nego apostando no "pu­
po".
93 3
MACACO VELHO NÃO PÕE
A MÃO
Para DóS está valendo o ve­
lho dit1.1do, não apostamos em ntn•
guym, pois os quatros times estão
ufindos. Vai ser fego...
!:@O e.;:;
CAMARiGANTORECLAMA
O goleiro Cmaracunto, do 1
de Maio, de Ce,racol, esté botundo a
boca no m u n d o. A diretoria do
tlme níio está cumprindo promes•
sa11 feltus ao goleirão".
Escritório de nôvotacia
Sergio Roberto Perondi
CAUSAS CÍVEIS
DLREITO AGRÁRIO - INVENTÁRIOg
ESCRITORJO - Praça Alvaro
Mascarenhas
8clA Visr.n MS
Ultimo rodado do 1.o Turno
Jogo: AABB a x Operário 1
Looul: Estájlo Municipal OctA
vlo Fontoura
Data: t 7 /08/80
,Juiz: Sartu. Bundillrlnhas: Ulls
ses 1-1 Gllson
Reodu: 4.000,00
1.o tempo: iABB 2 x O. Oola
de Oto e Robson ( dA pênolti)
2.o tempo AABB 2 x OperArlo
1. Ool de Oarlfohoa, para o Operá
rio e Guego, para u AABB.
AABB • Erlberto, Afonso, Eze
guiei, Lulz e Zeca; Rob3oo e Rumão;
Erclrlo, Jorge, Nestor e Olon.
OPERÁRIO - Ar, Julio Cezar.
Altalr, Tomas e Evllázlo; Nado e
Orlando; Roberto, Carllnhos, Clro e
Everaldo.
Jogo: Sessenta 7 x Belavistense 2
Juiz: Sartú. Auxiliares. Gllson e Ull!!•
ses.
Gols: Alre!.l, Marinho (Ji, Vitor (CIOo
tro) Hermes, Paulo e Mlqulmbn (2)
para o Sessenta e Ricardo e Abrllo,
para o CEB.
Sessenta: Vadora, Manoel, Edvaldo,
Nud e Toledo: Daniel e Alemão, ?e­
rlro, , Ires, Hermes e Marinho. MI­
auimba entrou no 2° tempo.
Bela vletense: Moreira, Fernandlnho,
Arcllel, Pretinho e Vltor: Eullno e
Rfcar:io; Ozall, Laucidlo, Abril.o e
Dario.
Observações: Agradecemos as cola­
borações de Edvaldo (Bimba) e Eder
que reglstraram o andamento dos
jogos de domingo.
llUMIHACÃO PARA MIRANDA

O deputado oposlcionl!lta, Ro
berto Orro, solicitou através de ex
pedlente, a extenEão de energia elé­
trica e de iluminação pública para
o bairro Nossa Senhora Aparcld,
do munlclplo de :Branda.
Como em toda a cidade, a llu
mlnação do bairro Nossa Senhora
Aparecida, está totnlmente deficiente
pois a iluminação públlca está re
trita as áreas centrais, mostrando o
verdadeiro descaso para o resto da
população.
Os bairros próximos a estas
~reas, como o bairro Nossa Senhora
Aparecida, carecem deste beneríciu,
o que vem acarretando gravrr, pro
blemas à população destes bairros
que ficam expostas, devido A escu'.
rldão a toda a sorte de riscos pes
soai:ca, dliiculdadei: tlP. locomoção 'e
outros contra-tempos.
Os crimes que vêm 0<!orrendo
em Miranda, está acontecendo con
mais frequência nas áreas onde a
iluaiaação não existe. servindo de
guarita pura os mrginals e mau
elementos que perambulam pela
cidRde.
Além clisso, multas famillas
mirandenses, residentes na periferia
da cldade, reclamam esse beneficio
de lnfra-sstrutur&, tão necessária
para e desenvolvimento de uma cl
dade, como Mirenda, que tem no
turismo seu ponto forte.
Atualmente apenas uma mino·
ria da populgção usufrui deste be­
neficio principalmente na área cen
trai, mas mesmo assim de forma de
fielente, poi!I hà rua.e, onde as luml
nárlas mal oferecendo uma réstia
de luz, para dar tranqüilidade à
população.
Deputado Roberto Orro
Cd
•••
Jffll
l