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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº601_23_12_1981
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NATAL ,.
f .sta d
conf rat rnizoçõo
(p gin 2)
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I
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Bela Vista (do correspondente)
Segundo informações da u~sessorla
do pt·efclto mun!clpe.l d !<t'! cldudP E.ly
de Araujo Burbosa (foto). uin grupo
paultta reallza estudos visando a Ir
plantacllo de oro:> Fat:uldadtt de D1
reito em Bela VIta. Alguns profes
RMes, lnlcgrnnles <.le~lll grupo, !llaoti
veru os primeiro contatos com
B,Hb::am que i;o prontificou a dur to
do o upolo necessrlo à tokbtlvn.
O grupo, com larga exprlên
ela no >,efor, cooeldr>rn o rnualcíplv
orn conrliçõcR de i>edltir uma faculdu
de particulur que utendaria toda a
roglüo. Pura 0.1 CHf.udunteR d3 Belu
Vl.~ta, Caracol. Antoulo ,João, Jardim
Gula Lopes da Laguna, Nicaque, Por
to ~1urilabo P lio111Lo n notícia, sem
dv!da ulgumu, é auspiciosa, pois
nem todos podem deixar as SUliS cl
dades paru estudarem em Campo
Grande.
Barboi;u disse que no próximo
1 iino darà maiores inrormaçõeR 11 rPi! 1 e!< ndo d• m'.llOrl <•11h•nc.Hnentnn <~om
pelto, dsse alada que as posstbillda 0 grupo que po,sul diversas focnlt.lu
dell sUo promissoras. tudo etA depen des em Sã0 Pnulo.
Comunicamos os nossos
leitores e anunciante~ que, (levl
rio UB férias colPtlVBB cJe noBBO!l
funcionários, este jornal só volta
rá a circular após o dia 10 de
,Janeiro. lnform1:1rnos ainda que a
p,ntlr <lesrn data os 1:1silin11oleõ
de Jornal de Bonito recebl-rão
também os demats jornal edlta
dos pela Rcd . A dlvlsfio grtifl.oa
contlnu'lrá íuoclonancto normul
mente, 011 pedldoR de Jmprr,rnos
deverão ser eocamlohadoR à De
la Vh>tu 1.1tt·,tVé1, do OdCl'itórlo lo
Cal.
A DIREÇÃO
Comunicado
. população
à
i PAN Projetos e Coostru
s de Red·s 'Telefónicas Ltda ..
firma contratada pela TELEMAT
Telecomunlcaçôcf:l de Mato Uros
AO 8/A. para construir em Be!a
Vista a l'Xp.'.!.nsão de 1000 termi
nula telefônh!os, tomou c!êocln do
dcscoútcuta mento geral da popu
lação desta localidadP a respeito
das tubulações telefôoir.ulõ (Pa
crão) Queremos deixar bem ela.
' to que não temvs em coatrato,
f
clausul<-1 que diz respeito às tu
bulações por quanto e1<se serviço
1
não ê de nüasa re:ponoabil!dad('.
Assim como não é de nossu res
µoo!:lab!lidade todo e qualque SAI'
1
v!ço executado pot· uma firma
denommada AlRAN e outras cons
tutores de tubulçõss telefoni
! cas. Afirmamos i. 80 pnrque oilo
temos com ests firma qulquer
vinculo coutzetu, !, a esse respeito
A. Direcü.o
Ainda temos cartões de Na
tal para pronta entrega, impresso
co'ill a sua mensagem. Recebe
nus uovos cartões, com belís
sir.:ias estampss.
GHAFlC.' E EDITORA APA
Rua Duque de Caxias s/n
----------------·
(Publicação feita a Pedido de João Rosa)
FCSS
Qae Joào Rosa, brasilefro.
casado, portador du Carteira
profissional n° 45.705 - sérle 547
tr11balhoü ne&t& empresa no pe
ríoclo àe 01 de Dezembro de l.977
à 07 de Dezembro de 1.931 exer
cenáo a runção d Gerente, ten
Vimos em artigo anteríor como
nusceu, quul um tlorriao do ~,enlno
Jesus, no próprio d!u em que se co
memorava sen nascimento, a mais
bela c::oção de Nnt1:d: "Stille Naoht,
Heillge Nai;ht, ... " ·'Noite si11:<nclosn,
! noite santa ... " '·Noite faliz", dizemos
1 aqui no Brabi!.
1
Vejamos agora como ela se es
pnll.tou pela Europa e pelo mundo.
( A. pós comporem, re3pectivame;:
te. a letra e li mú::11c!l dessa canção
natulina. o Pe. Joseph J:iohr e o mes
tre-escola Franz Gruber não se inte
ressaram em divulgá-la. Contenta
vam-se em cantá-la quundo podiam e
nada m:.iis. J'.Ias a canção Ofü:l"ida em
1818 haveria de fazer a sua própria
fama. A Providência Divina encerre
gou se disso. Para tal. atraiu para
Oberodorf um famoso construtor de
órgãrs de Zillertal. no Tirol. Seu no
me: Karl i1auracher, homem de me
mória prodigiosa A que gostava lmen
sameote de C8ntar, como todoG os ti
roleses.
l.1auracher consertava t:unb?m
do o mesmo demonatrad o no
execieio de suas fvnçõea ser pes
soa honesta, respon:it'.ivel, cum
pridora dos senus deveres nda
. ccn:::tundo que o destbone.
8odoquana der!vactos de
Petróleo Ltdo.
fil)~
OR órgãos da região. E quando o da
Igrejinha de Oberndorf apresentou pro
blernas, foi chBmado a examiná-lo.
Em apenas um buraco no fole. Con
serto simples, após qual convidou o
organista Gruber a experimentar o
i n s t r u m e n t o. Gruber to Em Leipzig, acabaram sendo
cou a música "St!Jle Naohf' e o Pe. convidados n cantar para o próprio
Mohr, que ali se achava, cantou Rei da: Saxônla, ôCaGião em que ficou
com ele a nova canção. consagrada a fama ca "Cttnçã.o do
V construtor de órgiio ouviu Céus'. Deols desse sucesso, os ir
encatitado. Pediu paru repetirem. E mãos Strasser viajaram p0r outras
gravou em sua memória pl'odtgiosa regiões, aempre cantando a ''StUle
a nova melodia. Perguntou quem era Nacht", Inclusive em Berlim. onde
o autor. Os dois sorriram, sem res um músico da corte prusslne incluiu
pender. a nova canção oo r .. pertórto do co
Karl Mauracher partiu canta ro da catedral da cidnde. ;'.fas, a es
rolando pelas montanhas até chegar ta altura, o esplríto mrnt,n dos pn1s
ao Z!llertal, onde as eols.nças já O stanos bem como as sucessivas r-epro
aguardavam, pots sabiam que ele sem duções, já haviam alterado completa
p-re trazia de fora 1:1lguma canção no l rnent:e ';1, melodia e a letra ortgmal.
va. Num instante, 08 aeordes do E fo! só com a exigência de_ Prederl
"Stille Nacht" estavam nos lábios dos co Gmfüerme IV que &e segurn a pro
melh::>res cantores de Zllertal: os li." vlciencial hi~tória que narramos ante
Dãos Strasser, dois meninos e duas riormnte, conferiado o sabor origi
meu!nas. Eles cãntavam como riauxl nal a "13tille Necht'', ou 'Noite feUz".
nóis, diz!a Mauracher. (Agência 13oa lmp!."onsi:1 ABlM).
A fam!l!a 5trasser, por longa
trad1ção tra nsmitirla de pai a hlh1>,
fobrkava e vendia ótimas luvas de
camurça. l'.l os irmãozinhos Strasser,
oara ss distraírem cantlivam eoquan
to of'-'reciam seu produto. Percebe,
sm logo que a nova cs.nção apren
dida com Mlauracher trala particu
larmente as pessoas, que faz!sm roda
1
para ouvi-los.
E assim foi 80 tornando C'Onhe
cida ;:io TiMl a "Cançfio do Céu'·, co
mo a chamavam. por não saberem
quem era sen autor. E logo a ruelo
dia chegava a outras partes dn Aus
trla e da Alemanha, poia oa Irmã.os
:::itcasser passaram a vl ·ltar anu11hnen
te a feira lntern-acionbl de Lepztg,
na Saxónia a fim de li venderem
suas lu7as.
Esriiri
Dr. Pedro José Palwiéri
Legai::.:a,ilo de Terrus. ln,entl'.lrios e
causas criminais (duri)
Rua i5 '~ NovemDrO 160
Fone. 235 el Vta-S.
Notol
()11,• n lu/. • •lt 1 • N tu} penetrem em
«e corço e [urtet todos os dtvs do
JIO.
[São os votos de;
1
Anton,o Silveira Xavier e fa
milia.
"T h ,,
01 i'ln O
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l!z • i
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festa p091/r b nt! ira
pvquen cl 1,111
n: mrAl, onde e pr
trdlções, e0IIr . e o I
dIvera. man·ir.», d corto e
caracteristfeas da região. ão npt
entado o bumba-meu bol, b±-e l
hn, cheanças, marujadas ou fendan
g0o. partor! , eonadas ou cPgot
re[sados Geralmente emw dtvertienn
1
to1:1 públicos preceder "M!Isa do
Galo'', qas é realizada n m ·ta.nolte.
Até tIns do século XV'IH, hava
representação dentro ds igrejas.
Dsde então, as representações são
reali-zudaa Pro palco~ armnctos ao ar
livre, em frente as igrejas, onde são
cnceriudos os autrs nalallnos.
O hábito dr. dur presenter1 no ,
Cine São José
Agorcr com nova direção
Os últfmos luucarn011tos dos prlncipuls produtores
Nnclonals o Intemacionals
Anexo: Bar e Sorveterio Bossa Nova
"0 ponto de encontro"
Bela Vista Ms.
Joelson Martinez Peixoto
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E~critório: H11,1 l.o de Maio, 357
Jurdi111 .iatn Gru~;o do S_u)
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Itesideia: Ra Cu±ab, 468
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t Fundado em 20/2172 1
e. G. e. - MF 03.201.266/0001
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Belu Vi,ta MS
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Mar la Estela Velg_ CJqusz Pereil'a
Editor-Chefe: Ivaldo Pereira
Derartarnen(o Jurídieo:
De. Serg.o Roberto Perondi
ASSINAI AS
Anual (Bela Vista) 1600,00
Demais .foniclpios 2QGO,UO
Fundador: lvnld_.o Pereira
Filiado o A'BlüJO.P.l e .DJOR1-M:S
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Que os nossas emoções redobrem ao soarem os sinos que anunciam o ncscimenio do S nhor
e o limiar de um novo tempo.
Tempo de paz, osporança, e confrat-arnização.
Tempo de pensar cada vez mais em um mundo melhor.
Nesta época do Paz e contratern.zação, nós estamos mais feli-zes por termos um am,go como
Yoce Par esejar ií il e isas boas.
Que o seu ata! seja o melhor pt ssível, que cada n it d seu Ano Nov seia
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i
!
i. :. ..
~ .. ', .
a .. ··•·- - _.b,., ~ ... ,.. ..
Vereador Getuilo Lino.
Vereado11 José Simpliclo
da Costs Marques
1 .'
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Verea<l.or Afonso Dllon Nunes Leite
Presidente
fetosa Pinheiro
sal!o {urii
tfoacyr Paes Marreto
Carlos €Catião
Vereador Nivaldo de Barros
Vereador José Joaquim
Fe:rreira Souto
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Edso, Morai
O Ntal n etudo de m n e l P?
e harmonlu no convivi àqi b
t <li trth111<, •n 'P (!li· rJ11 iJ
geton de /; >IJl<J(','1'11 o, enrl
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Qus o s2nu Matl eju e ·!m. d !a do próximo uno
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Zacaria
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• tul ,bor ,ç· o ri e r!u&a
e contn.os co
cpropa 1'..ltl em arnl~
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,llVOGADO
Pn,alrknl,1
'I'esouretro
_________ __ .. ,.._
PAZ NA TERA O
DE BOA VON
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Qua a oternn alri h
blte cm sen cornçilc, quP o sor
rlt!o srjn consl1mte rm sua 'ace,
e "que "telteidnade deste nutul
perdure por todo!! os outros
365 dias dD noo qe~ vnl n11scct·.
Feliz Natal
e 6fim
no Novo
São os nossoo slocrros
desejos ao povo b·ú'vistense.
Bela Vista lis.
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IERE
Aos nosso~ Ir.mil.os no trubulho, qu
conoscó labutaram mais um uuo (.'ID
• frentes diferventes de uma mesma lu
slacAros votos do um Ielt:r n!ltr:l e '
proveitoso "Ano Novo"
Corumila l_oureiro
PMDB
Belu VIRta
----------------·----------·----
Foi concedido plo Governo Fe
dera! atravé, de qudtro d
0cretofl.Jeis
assinado pel.i Pre--idente d-1 Republi
ea, iseoçtio de muHtt e juros dJ mo·
rn p1:1ra os contribuintes em débito
com a Fazentl!.l Nuclonul, que ef'!tUil
rem o puglim ·nto à vista cie suu dí
vida até o ól?i 31 de m,nço de 19S;:;
coocessifo dl:l fncetivoR f1~cn.ls para
as Ampre stts que exporturn manu f1:1 tu
rados brasileiros e que uinda uúo re8
ceb2m beuefrcio • a exportação, isen
çi:lo do Irnp11:it,1 de Renda das p0ssoas
jurídfeas u venda de beus imóveis,
registrado em seu nroblario ute 3! de
dezembro de !978; e redução de cin
co por ceoto para 3,5 po1· c:'nto do
Imposto d•• Hendri das pequenus ern
presas que optarem pelo sistema d•:
tribU~'açüo ~tmpllficada, com 1euda
bruta até 100 mil ORTN;;.
- 0brígdÇÕeíl Renjustáwls do
TesoHro N!lcional Crf t45 rnllhõ~s do
396 mil.
üs decretos foram assinados
pelo presidente João Fignriredo t' d1
vulgados logo c.1 st:guir pela Receita
Federal. Uma das propostas havln s!
rio aprov .dn na 1·eunJJo c
1
1) CuYJC<'X
Conselho Nacional de Oomércio Ex
tcrior. na sema.r-a passada. O decre
to úéi quo ioE<enta os devedores da
Fazendu Nacienal do Pllgamento de
Multas e juros de Mor, se e2taarem
! o r,'Fgate do título até ~ dia 31 de
1
merço do próxlco ano, cancela tam
1
b~rn o pügmkrito dA lítulos de Vl:llor
inferior ::i Cr$:12 ruil. füta medida vi
su, sEgu,:1L·o !! ml;rnta de encaminha
rncnto o nú!!lero 389, do Minii-tério
d<1 Fazenda, rt"dUzir o número de pro
cessvs submetidos a apreciação do
p0de1· jucticiúrio. O objetivo da deci
filo, segundo o .Ministério d Fazen
da, é adotar «diversas medidas de ia
csntivos u urreco.daçilo federal. visan
do eau'cllr rêcursos 1.10 Tesouro Na
c1opal, para fe.z~r f,1ce ás despesas
orçar!!entárles e extra{)rdináriai., mor
ente eousiderada u. atual conjuntu
ra coo qnt} se depara o erárto».
Nesta pausa de festas clevmos bem alto os
vossos corações e pensamos com carinho o admiração
em todos aquelee que cooperaram conosco no ano
que passou
1
$ 1
A melhor maneira de entrar em um novo ano
ainda é entre amigos, festejando com muita
alegria
Nada mais gostoso do qne eatar no meto de amigos.
E isto, ternos a certezc1, vivemos rodeaáos.
Nesta data, quando as mãos amigas se unem,
desejamos e todos tuda a alPgri'.a
trazida nas luzes do Natal.
BúAS FESTAS!
.... • •. J
Deputado Zenóbio
dos Santos
1º Secretário da
Assembléia
L
. 1 . 1
·egts ativa
....
1
Que o homens j m lrmivs, qu
amem o pró4mo, qa nas leia
e trAtezas olhem cos fé p-
l'fl <) firmamento grade
orno a Ele pelo eu
1cri'ielo
--------------------------------:
Que n, noite
de natal
tenha a .ua vldnde
dos mals puros sentimentos
o o calor
do verdadeiro afeto
A
GEM
E SEU#E
Selo. Vista
□1T
PI•@ RUF-2
Mato G1;osso do 8ul
Qu neste Natal s los s um:m
os eoras0es e eontrem mim 1ó
0ensameto de puz, amor e fraternidade.
F Ilz Ano Novo.
Panificadora e Confeitaria
Esmeralda
BELA VIS'.l"A MS.
Deus amou ao
deu seu filho
que nele
vida eterna
A todos nossos clientes e amigos um i'ellz uatal e ótimo ano novo
Escritório de Agrimensura
N&lo Diário (Agrimensor)
LE T U DO
' 1
mundo de tal maneira que
unigênito, para que todo o
crê não pereça, n1as tenha a
Jo 3.16.
Rua Gulnbá 180 Belo. Vista - Ms.
f [IDWJ[fil
A libertação iutegral nê.o se es ~--
gota no quadro de nossa existên
ela temporal.Ela se projeta na ple
na comunhão oom Deus e com
os irrnllos na eternidade, comu
nbão QUEl já procuramoti -realizar.
embora irnperffHamente em nos
sa vida terren!:l. r
A educação libertadora contribui i
para a formução dc homem to
tal, tornando o acessível a plena
participação no mistério do GRIS-
TO ressuscltado. E' o Mistério
Pascal que marca o momento de
clsivo de. nossa libertação pelo
Cristo.
o cristão é o cons •
trutor da paz
Neste Natal faça umu análise pro
funda e veja o qu~ está fazendo
pelas comunidade.
F8LIZ NATAL
Prefeito Muni:!ipal t1e Porto Murtin ho
;,,.._-----------------------------
Lcnbra-te do teu Cdacior noa
d1as da tua mocidade, antes que
venham os maus rtlus. e cheguem
os unot-J dos quuls dirá-; Não e
nho neles prazer, untes que se
o cureçbm o Aol, a luu e aP es
trelas do espleudor d tua vlda,
e tornem a vir ns nuvens depois
do oguacell'O; no dia em que tre
merem os guardas da cau, os
teus brnços, e SE' curvarem os
homanc;, outrora forces, as tua~
pern s, e cessar+m os teus moe
dores da boca, por j:í. serem pou
cos, se escurecerem os teus o
lhos nas janelas; e os teus lábios,
quais portas da rua, se fecharem.
no dia em que não puderes fa
l
lur em alta voz, ~e levantar·es l
voz daR aves, e todas as hsrno
nlas, filh,rn da música, te diminuí
rem; 0orno também quando teme
res o que é alto, e te espantares
no caminho, e ttl embraoq11ece
res, como floresce a amendoeira.
e o gafanhoto te for um peso e
te parecer o apeute; porque vais
à casa eterna, e os pran~eadores
andarão rodeando pe!a praca;
antes que se rompa o fio de pra
ta, e se deo:pedace o capo de,
ouro, e se quebre o cântaro jun
to à fonte, e se desfaça a roda
junto ao poço, e o pó volte a
terra, como era, e o espírito vol
te a Deus, que o àeu. • Vaidade
de vaidade. diz o Pregador, tudo
é verdade - Eciesiaste 12:1-8.
Biblia Sagrada.
FEL!Z NATAL
. '
Osvaldo
Coimbra
. '
Tivemos
Feliz Natal e
Grubert
1
--------
e prazer de tê los
como amigos durante estes
doze meses, fortalecendo
noesos laçus de amizade,
desejamos-lhes um
BELA VISTA
sincero ...
Próspero Ano Novo
HS.
6
E
NI L. F E
São os votos
,..
'I,
', Se deixarmnos
'4 ]que o desamor,
} / .. comoot1ção o
rivalidade tomem
{ conta do mundo,
'>- 1 03ta2n103 1azedo
'/com que
e,:3 ri!/cio
i; 'enba sido
_./ .,;r, ' e.
Façamos valer csto
1
sacrifício!
Quem não goRta de receber PresentN? Presrntes lnesquecfveis. que realmente tocom Ol'! flbraEI mais r!ellcndflR de noni:io lntl
mo, suo aqueles que falam mulH pelo Rlgolflcado. pelaR clrcuoriUlnclas de teILpo e lugsr, do que pelo valor materinl. Todn a
lembrança veUl envolta com a fitinha róseu da ah•grla. com o selo rubro <10 amor. Por isso nenhum preHc>nte superu, em sim
bollemo e afeto, o presente de Natal, revestldo deu legrla esp!ttuul, fr.to da !:mbllmidade transcedtntol do evento. Nstul
é a ftitllu que oáo se r.enova. E não tie renova porqulj eernpre é oov1.J.. Falamos em "Ano Novo", mus não fulamor1 e~ '·Na
tal Novo" ... O Nut.ul é sempre novo, sempre utual.
Natal é a fosta de alegria e_ gratidão. Mas. em quantos Jures, em quautos corações, o homenageado do dia é t-aquectdo! •••
Faln-se tudo e de todos, menus !'Ele que é o c<1ntro cta festa. Presentda-se a rndos. menos a ele, o nntve1·Rurfaot& do dlB.
Alndn boje JeAus não encontra abrigo como o· noite de seu O!iHCimemo em Belém. É que os homena não tPm tempo pan
preparar-lhe um berço. Encontram tempo m. para orourneotar o pmhelrlnho, para d1slr:bulr presentei:; e fellcltaçõet:l, para
snimgr cantos e sfnot1... Este bDO não ei-queça de ornall!0ntar o preséµl.o ae seu coração.
da Prefeitura Municipal
Bela Vista
' ()
J
re'
eo
pel
de
Jesus Cristo e ·a verdade que liberta o homem
para Deus e poro o outro
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1t l)J'l, J,I,., IHHil'i <·r!l<.:l
elos próprio erltdss", 'Tal
tg5o da mtorta dos eut
1 f• 11 1 J.I 110 ll't l!fJHI.
ps tem um tempo certo pa
q prop6lto. Ele sabe o melhor
to de utervir nos neóc!os
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mi•n~ .. r, lni foJ corn ,l vlncl1l
"4as. Assim será com a voJf,i
4.M0.
', ap111·('r1lo dPmora d'l vo1t
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puto tem dudo murem a epe
s ns mnul« diverns, Como jfl
i «, Pedro, "nos últimos lllaH,
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o&CilPDtlCl'dO'f'08 corn OA íll:-UR
los, unhando segundo us suas
rfJ6 pnfxocn, o dizoodo: Ondo
h promesn da 8u v lndu'? por
dl'~d~ quo e H pais dormlro.rn, tto
g cola permanecem como
fo o pd11dplv 011 crluçilo".
A eateo o opóstolo 1·osponde:
retarda o Soobor fi Sua promes
eomo luns a julgurn demora
pelo oontllárlo. Elfl ó longfinlmo
1 0,;nvc,nco, uü.o querendo que
bum pe1 e(Hl, Ren!lo que torlos
guem 110 arrependlmento". E ad
te: "Vlrl'.I, entretanto, como luclr!lo,
111 do Senhor, no qual os oé□u
16r:ío oom estrepltoeo (•otrondo
1 uleruenóoG An dosfo.rüo abrasa
• também u terra o us obras que
; existem se1·l10 atingidas.·· li S.
ro 3::.J, 4, 9 e 10.
Outros, po1
1 deslnformoção ou
uma n1:1ce~sldade do nosso tem•
so oµegum ou i;eguem o primei
'measias que se apresente. No
sll, como em todo o mundo, eles
,:ipre existiram, ou surgiram e de
r:ireceram, passageiros como tudo
!- mo ela canç
7 o de atai
P t kron
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Ora. Maria izabel B. Bispo
- ADVOGADA -
Rua Alcebfaàes B. da Ounha, ll4I
Befa Vistn Mato Crosso do Sul
[ qu é h ano, , n
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r,11f>fJU~) htr
v1 ,11-ldt lr o jfJ f j,,u
tal os ri to
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jl) Hl ,,, • li 'J. 1
um /yun Ma
reurdo ! , por
µur -ç J, li· •J'l•' ,., JJ • '1 • 1 .:
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e omura o tanto que Re foram.
f apenns um quotáo de t rupn.
Como já llssemo, DEUS tem
uma tempo crrto para Neu propóvl
lOF! .. , 1 (J'J Yf 1 » um da, no tempo
r<,rl(I par,t pi/' f0',1o1, ou pdo ne:10!!
n mÍorIn, que O gunrdavam pera
11111 ~r.!mpc• lr1ct•l''.O ... Vindo a plent.11
de dos tempos", dz a Eseritura. O
Isco de uma surpresa, hoje, com a
volta de Crlsto. uilo e menor do qu
o foi M qullsu vluto séculos.
Olonte disso. volt11moi; à adver·
tcncfa de Siío Pdro: "Mus o dia dn
IS~obor virá como o larlrào de noite".
Mas nós, segundo a na promessa
lou: or..i o apóstolo -- apuardamos
novo1i céuti o novu terra, em que !rn
bltu a justiça". E ucrescentu: "Pelo
que, amudoR. uguardanrlo oi:,tus co!
sua, procurni quu dEle Rl'jl.l!B acl1a
dos !moeu lados e lrrepreeDlli veis em
puz'. Que seja esta a sua grande cs
perança. Fe!lz Natul!- I.P'.O.
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J.
ti • f'H tnat p .
, rinhos a tAo comum na
ilnnant111 e tia ben poderia
ser cofsa dor meninos do eoro, pen
"OU o me11!rt••e. <'Ol,1 PrPnn, ll'iet•r. L
resolveu ln@ar mão de um estrata
gernn para ver quom NllJVl e:-n·lr "li
,to pns11urinhos u cantar a "Stull
1
, acht".
Prenet2iner era ele memo
um prodigioso imlt dor de pássaros.
Nu prlme1r.1 oport unldudo, po. tou-so
j,mto à janela q'.la duv! pu_ra o p
tio do col( gío dos meninos e, do
hdo do fora, Imitou um pt1osarlnho
0110tando' u "St!lle Narl:!t'' ou "Notto
fl!Jlz".
Nfio demorou multo e ouviu
um garoto quP. dfza: "Esoute. RE:U
paBsarlnbo voltou!'' Em poucos lns
tunteA, Anla correndo para foca um
menino de 9 anos, cujo desupc,ntu
rm•uto e 1:1usto não foru!Il pc:iquenos
40 p<:,reeber que calram numa clln
da.
- Corno é seu nome? pergun
tou o professor.
- Fellx Gruber. respondeu o
menino.
- Onrte ó que voce aprendt.:u
esta cançã.o?
- A canção? Eu a aprendi
com meu put. Foi do quem a com
pôs ...
Surpreso com a resposta,
Prenn:::teine' convidou o peqn°ao
GrubeJ.1 a levá-lo a visitar seu pai,
qui, vivia numa aldeia da região:
OberndJrf.
E lá encontraram o jâ idoso
Franz Xaver Gruber, em sua vida
simples de mestre t'SColo. Preonr,tei
ner. pôde. afinal, esc:rever ao envia
do cio Rei da Prút;sla que estava
descoberto o autor da famosa can
r,ião.
Entretanto, nern tudo estava
explicudo. Franz Grubr,r era real
K]ra. Angela Maria C. de
Barros
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lzburr. ·nn. Gruber
( t • ?. y ;i • - O f;O l 'r I li 1
ta 1os canção talfa. E prove
1ou este paia corri,ir ti lneo1há ei
Iterações, q e ao Ir.li J de J;; 1100
/ Iull lca j4 h via fel lo
peregrinação trtufl pel aro.
Em u t•l. !o, Gr h, r lc 1hr
eomo a/cera na eqena aldh de
Oherndoyt, nos Ale ustrfseos, a
"!lle Naeht". Recordamos com ele.
1: , é-}I< r,, de Nt I A peque
na Irej ,, tod: branca ecm sm torre
ve,mdhn, éoml a as casa, de telha
d'Jli ingrf'1,w,,, •:owo ri ,:,llinll QU
proteje seus pintlnhos. A pais. gem
está eoberta de neve. Na casa par
qulal, o .Ve. Joseph Mohr, eom '.!:'l 1.1•
nos apenas, estuda o Evangelho, r
paranct11 o II rr 1, o < aqu I noll . Du
tfàaR u Jlort quebram i't'U recolhi
uwnto. É uma camponesa que ch.ma
o vigár1o pura 1Hlslt1tir u umri. crluncu
que nascera nqueh dla. Salu então
0 jov0Gt pároco, HUblndo a pó a roon
tunha coberta de neve, até chegar
uo alto, à choupana do casal de cam
poncses que naqllele dlu ganhai' um
ftlho .
Volt•rndo sozinho, t-ob r, t~nuo
olat idudo das eotrele R rcrlelldu nu
bruncuru da nav(I, o Pc. Mobr mecll
tava obre a ceou que acabara_ d8
vn. Aquel•: menino, aquele uurnl du
cumpour>i.;es, 1:1quelu oboupunu, o bn
vlt1m lmpres8lonado. Lembravam-lho
outro Menino. outro Casnl, outra Chou
paou, em Brlém rte ,J uó[l. ,
Depols da Missa do Galo, o Pe.
Mohr nüo cnnsr O'Ula dormir. Cocnpô~
então lllil poenHr f.l letra do .. St!lle
Nacht" que até hoj,, f'CLa n!ll! n~l es
de Natal, em tantas línguas e Pa1ses.
Nu rnunbã ePguinte. dlcl de Na.
t;:~ de JR!H, r; jovem vlgúrlo procu
rou eu amlgo, o mestre-escola Franz
Xuver Gruber, de 31 no. Ambos
aos ta vam de eaotar juntvs. F.ram Ofl
~essúas mal3 in'3truídu'l de. aldeia.
Logo que Grubd viu o poema, exolu
mou:
-Padre, estf.1 é 0xatali}P?1te a
cancão de Natal df:' que procis~mo5!
Louvado seja Deus! ,
E no rnei:;mc dia eoropõs a mu
slca boje un!versalmant ~ conhecida.
A maneira como se espalhou
pela Europa cnnstltu! outro capítulo
cheio de colorido e sabor, que Drr:
remos no terc~iro e últic:.•> arl!go
sobi:e a mais bela canção de Natal.
< Ao-ência I3o& lmpreusa , h.BIM)
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BADO da 12 PP.
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/(:,,lllE'f•f•tJ o 11·•1 l <Ju ,•r .,-
T}J T)f-,'', com nlmaçio do Grupo F'O
L' AGEM no +uão e festas do Grd
mto Pedro Iufmn.
Entre os presente destaquel,
os Jovens: Iv&te, Z Luz, Llcu. J111 t!
Lulz, Flora, Lórs, Mula Apareci4,
Pula, 'Zul+leu Palt, BIbs, Mlzn, i à
tlmu, Tutló ., Wd1JtJ1l.
NA ALA DOS ASAI
E'estuque, Ovuld» e Rosita,
Mrio Vrgas e ôaíu, Oto o I6tla
8uot..inu.
T1MBEM PH'.-'.SENTE', NO O,ILE.
'!'flnla Oodoy, ,Juqtll'JlOtl úti Hal'
roH 11cunip11nll,1dnH por .JullnhJ Mm-u
no o Tooc 1 u 81H bo1rn.
ANOTEI PRfü,E!'!ÇAS.
Prof. l•tltlnrn. P1.1scualn Hlos,
Kélll, Lfluzu l!run ia.
G.T.G.R.
A peça teutrol "NlNHOS DE
LOUCOS" upresei:tadu pelo Grupo
Teatral Glauco Rt>cha no 1.fü1 11 dt':3
lti, nn C!ne 8. Jo,ô coutou com a pro
Rençu do povo Bela vlstense.
Vartos jovens duqul participaram da
peça, entre eles: Leu Garr.ía, Trnn
Card1nal, Plstunho e Marllone. A peça
motitrou como é a vida dos Loucos
num hoAphitrl P~lqulútrlco. Foi um
RuceRso! Parabéns ao G.T.G.R da oo
)una Ela .1 Soclndade.
NOS DEIXOU
A nossa umlgutuba Msgda Cae
fano partiu delxundo E-UUuHdeii. Ela
foi puru Porto .JegrJ (-RSJ onde vai
morar e estudar. Sucessot- em s~us
objetlvl)s e que muto breve faça-1uos
uma vJ!llta.
DICAS PARA O LAR
O Sapato Apertado.
Se o seu sap ,lo nuvo está um
pouco apertttdo, 01 da mala prático
que antes de culçá-los, N,fregar um
sabonete E.ecu nv:- uás. nos loculs
onde eles aperto rn ·e o problema es
tá resolvido.
A. LIMPEZA DO OPRO
Suas peças de ourJ ficarão fa
cilmente limpos depois de esfregadas
coru um pouco de pasta D~ntrífica.
Para evitar o apodrecimento
ôe trutas.
Coloca !le u'l frutalra dentes de alho
cntados em do!:-.
REGEBEF):3 E AGRADECE~lOS
Os votos da BJa Fésta8 recebi
do&: Dep. Gi!sun úe BaíTOS, Sen.
SalJanha Drz!, Tgernck Codoy,
Cíce!'o Prado. DJrivd Sézar Quiotn
na. Dep. Vul1omlro Gonçalves, Dep.
João Câmara, Dr. Sérglo Perondl,
Dap. Leite Schimidt, CeL Periandro
Motts, Jc.tin l arl.os VdaFquez, Dr.
Carlos A. F .. 1lrdntfo, Irmão Chico,
Munir AIl DArrg>. Migas! Dlvn
lhe .. lot1é C traeiro Junior. T.on!a!,o Xu
vrer, Franrle <la Silva Coutinho. o~,It g
Reg. do Trabalho de ... S, Dr. Roberto
de fouza Pinto, Cârnard Munlclpt1l
de Br-la VHa, Ary H,,,rbosa de Ü"US,
Augusto flávlo V!:01du, Dep2.11ta
nento de areedscão do banco Ri
naoc!al de C!lrnpo • Grande, Sl>r·gio
Z'.l.nardn, Dlt'l'toriR do Gremio E9por
tlvo Uoião, Di•p. Lonàres I111.chM0,
Ten. Coronel Alvurn Vieira Femsn
des Ag F? !ichria Frnç Lda,
Esfran e Yunclo:HH'ios, Silvlo B~r1'!,
Dc"p. I/Vrnfr'edo norc·e ., Joalherlil Fe
roldi, Sudf'CO ~JS, E!ca t.> At!Ol'DO,
Alberto CubeI. freftnto l,.Itevi1· Alen
,:ar, Pedro DlMio e flía, !'f!ltoo Ta
deu Pereira, D±p. Osvaldo Dutra,
Dep. Roberto Orro, Coordenaç[io Es
tad~ ... i do Mvbi
111 M.;;, Nilton Gomes
da S!!va (diretor ral tfo poll •
1
.}
OE l•'?..HlA.
SeP,ulrum vhgP.m, puro um d s
cano o caul Perondi o Cristina e
o Iilhos Dalel e 'RAtal. Depois de
Sete Quedas e 8auta Catal'11H1, k"pul
rio até Porto Alegre o outras 1d
dea do lntrrlor rlogr,rnclcnsn e d(l lfi
pretendem r até o Uuguaul e Asun
lou. bom dosc:an o p1rn vocea.
ENLACES
DI p, aconteceu o cerlmô
nla cio catmmenlo do Eolr, fllhu de
E!vlo e Oonh' V:m.mge!rn 1~ ,Joaquim
flho de Jwao Klnoghlta Tuyoku. Após
a cerlmonlu religiosa foi ofe!'eo!rlo
aos convidados um delicioso jElntnr,
imcul.>nto churraRco e muHu bebida
nu residôncl11 du nolvn, quo por· si
uni cFttava multo grac!osn <!ffi seu
diu
11
D". Ao oasul fcllcl<ludea.
No dia 12 pp uniram.se perun
te Deus ts oB homena: Helena e Aãulr.
Ela, filha de Coprluno n Nntlvldadfl
Arce, elo, de CassIm!ro e AImerIn!a
Hlbelro. Helena linda cm seu truje
tle oolvu entrou n;1 lgrf"j,1 :!atriz ie
vnda pelos br;;ço:1 de, pai e <lm,~ gin
clo!'las dumas de hoor-J. Os presen
tes foram convidados paw um ~ucu
lento churnasco na rer.!dôncla da Sra.
Elza Barcelos do Vale. :lui~a música
e muita Skol geludlnha alegravam o
ambiente.
Também no dfa 12 pp, em Buu
ru SR uniram-se pelo matrimônlo os
jovens Lli;ta, filha de Albino e Nair
~ouza e Levy, filho de Lourenço e
Euàoxla Pe!eliokar. Uma vida a dois
de D.iulto amor; compteensão e feUct
dades é o que lhes deAejamos.
Rita N0emia e Zderlao, filhos
de Diooor e Lulza. e Carlos e Cepria
nà, disséramjo SIM. dia 19 pp., no Igre
ja Mutriz. A póR a cerimônla houve
recepção aos convidados.
No dla 19 pp. cas:arnm·i:;e tam
bém os joveofl :.,:rndra e Emllto. A
eles um montão de felicidades.
O ano· de 1981 em Bela Vista
1
na ala dos enlaces, encerrou com
um grande estilo. EHtou falando do
enlace de Lêa, filha de Olympio e
Ednai Cardinal e de José Ronaldo,
Ulho de Roberval e Teilú Borges, uea
liz.do dia 18 pp.
,TOSÉ RúN A.LDO
O noivo, não f.ícou pol' menos,
estava muito elegante. em seu tbrno
br,rnco, assim cc,rno fel dest&que r..
el·gancia dos pis dos noivos: OIyn
pio e Roberval de terno claro, e Ed
na, exibindo um Ghiquérrinho conjun
to vermelho, aselm. eomo Teilú um
lindo conjunto bege.
APÓS A BONI1'A
Cerimonia religiosa, os nnivos
recepcíocarti!Il seus c01wirladoe, com
flní3srmo jantar no Grrmro Pedro Ru
fino.
.. DECORAC_:-- O
Do G:.;;mlo an !l.ncou dos conv1
dados &dimiração, também pudera,
foi colocada cortinas em t das as ja
[ nelas. Sumambatas, crisântemos e p!
melr .. nr tur tic r-mhelei!!lvam o • 1 i• !li onde o brilho. r l
lo que mals parech uma amph s perou niqula bontt j
l oc.: vi 1la11. l• ElIC[l), ... l)t'i.,;
Nos p!lares, enorme cadela
" ,'' decoração, que Ao noivos e e
!JroR c,,mp i. YnT 1 1 ,, , a ± t B ,
'ol. f itu por decordore d no•, a nn, H1 w, •• !>< i ,r l Im ·,
1
• ta m rnde esttlo
cnp. ...
O BOUFFET NADIA MARÇOLL,
Ficou cargo do famo.-o e ja Aconteeu n
C
l wc·e_
coolH .. cld'J dos Belavl Ll'nE : aneru. pois fot madrinhu e us
De parabéns el e sua equipe, pol auérrlno vesttdo az!
o jantar estava delicioso, aliás n
·' 1 "i ll Vl 'l', '. lll,_11,
iantt, r no som áe líoutlfl r:::n• Uú • 1:.
S0CIEDJD13
De Bf•Ja Vista e Belln Vista
assim como pun•o·
convidados de ou
marcou preaenÇ!i
tos dos noivos o
tra plagas. Na als de eleante 4
ENFIM I l' r rculur+m, +notet: O!
F +te de multa elegi Zaerlav, Sundrlnha Salomt
0
uruu. "{4iram lindos trca via Urbteta B·rudez. '
cio, as mulheres
A IGREJ.A MATRIZ
De Santo Afonso, lindamente
ornamentada com s1:1mabaias e crisân
temos naturais, muito tule branco
nas laterais da passareia que também
era branca plastificada 91.,tgalanou-se
toda, para receber oa noivol:l e seus
padrinhos.
Léa adentrou a pa~sare1a da
1
IgrejR. Matriz levada pelos braços de
seu pai. Foi um momento de multa
expecfaHva, pois ela er~ ali. o ceu
tro das atenções. Léa estava lind,
seu vestido, os arranjos tudo muito
delicado e bonito.
O deputado RobM·to vlce-lí~er
do PMDH pediu, atrnvés de exp_eá1en
tB encaminhado pela Assem bléia Le
glslattve, o recapsanento asfalttco
e dernalR obrus de reparação da BR-
262, rto trecho Aqutduuuna Cmpo
Grande. alertando que u estrada eo
oontr.se 'em lamentável estado de
abandono, e que há 8DOB não_ são
r➔alizadas obras do conserv&çao de
reparo".
Afirmando que n estrada aprt,
senta trechos onde o revestirnecto
asfáltico simplesm1:,nte loexlsta, o
O prefeito de Antonio Jofuo,
João Fre!rf', e,.itá desenvolvendo in
1 1:enso trabalho visando acelerar o
1 orooesso deseovolvimentit1tó do ruu
Ôicípio. Frel:re procura, também, e
está .::oosegulndo, tlioa.rnizar o P OS
incentivando o surgimento de novas
lidern;:;ças. fato que está dando maior
for_ça ao partido do Gcverno.
No tocante uo mbients poli
Esnobando umn tina
no vestido ettlo eigi ,"
aritte da senhor KoKI,''
/':Plde Pt>rc.>lru.
D8.
1e!"
re
os'
à Iu'
n'
tro.O(
'futll
ept
dO o
eom!
parlamentar pediu a hdoçíio de
dldas urgentes " sob p nn de
da se tornar lntraUBltO.vel eco·
pes+sr do tempo aumentar o
dt.• vbras úe n,paruçfio, o qu.e 1,
teu em prejuizos du própria L
cHI
to
e O'
un
beh
Segundo o parlamentar o
simo estado de conservação a4 e
da vem »carretando p: ,i
1
11Z~; , pol
todos i:quehs que delf:I. b1: u:.::.
1
to
prlnclpa
1mente, prejudicando o f'
amento dtl produção agríeol~ e
cct.rla.
sGD
térr
c!.l
re:
&
4
00
de
as
1
ticv em ;. ntonio João, tudo ~ 1,
ti:;anquilo e.não há quaisquer sre~i.,
1 que possam provocar n}ptura •
1 stual sidtemática polittca do murí.
pio e isto é rru~o rlo tra bolho ;• h
prefeito que matem ótimas rel%f
coa todas as correntes peliticss
Escritig de M uai@
Roberto Perondi t
CAUSAS CÍVEIS
DIRElTO AGRÁRIO INVE~TÁ·
RIOS
Sergio
i Advogado
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" 3 de Outubrn • 450 • .
. Bela V1stu • ~S Bela Visto.
t --·-,--~-· ,k- _
...
. '•,
ESCRITÓRIO Praga Ál«ar
MuscarenbeS
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NATAL ,.
f .sta d
conf rat rnizoçõo
(p gin 2)
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1
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I
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Bela Vista (do correspondente)
Segundo informações da u~sessorla
do pt·efclto mun!clpe.l d !<t'! cldudP E.ly
de Araujo Burbosa (foto). uin grupo
paultta reallza estudos visando a Ir
plantacllo de oro:> Fat:uldadtt de D1
reito em Bela VIta. Alguns profes
RMes, lnlcgrnnles <.le~lll grupo, !llaoti
veru os primeiro contatos com
B,Hb::am que i;o prontificou a dur to
do o upolo necessrlo à tokbtlvn.
O grupo, com larga exprlên
ela no >,efor, cooeldr>rn o rnualcíplv
orn conrliçõcR de i>edltir uma faculdu
de particulur que utendaria toda a
roglüo. Pura 0.1 CHf.udunteR d3 Belu
Vl.~ta, Caracol. Antoulo ,João, Jardim
Gula Lopes da Laguna, Nicaque, Por
to ~1urilabo P lio111Lo n notícia, sem
dv!da ulgumu, é auspiciosa, pois
nem todos podem deixar as SUliS cl
dades paru estudarem em Campo
Grande.
Barboi;u disse que no próximo
1 iino darà maiores inrormaçõeR 11 rPi! 1 e!< ndo d• m'.llOrl <•11h•nc.Hnentnn <~om
pelto, dsse alada que as posstbillda 0 grupo que po,sul diversas focnlt.lu
dell sUo promissoras. tudo etA depen des em Sã0 Pnulo.
Comunicamos os nossos
leitores e anunciante~ que, (levl
rio UB férias colPtlVBB cJe noBBO!l
funcionários, este jornal só volta
rá a circular após o dia 10 de
,Janeiro. lnform1:1rnos ainda que a
p,ntlr <lesrn data os 1:1silin11oleõ
de Jornal de Bonito recebl-rão
também os demats jornal edlta
dos pela Rcd . A dlvlsfio grtifl.oa
contlnu'lrá íuoclonancto normul
mente, 011 pedldoR de Jmprr,rnos
deverão ser eocamlohadoR à De
la Vh>tu 1.1tt·,tVé1, do OdCl'itórlo lo
Cal.
A DIREÇÃO
Comunicado
. população
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i PAN Projetos e Coostru
s de Red·s 'Telefónicas Ltda ..
firma contratada pela TELEMAT
Telecomunlcaçôcf:l de Mato Uros
AO 8/A. para construir em Be!a
Vista a l'Xp.'.!.nsão de 1000 termi
nula telefônh!os, tomou c!êocln do
dcscoútcuta mento geral da popu
lação desta localidadP a respeito
das tubulações telefôoir.ulõ (Pa
crão) Queremos deixar bem ela.
' to que não temvs em coatrato,
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clausul<-1 que diz respeito às tu
bulações por quanto e1<se serviço
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não ê de nüasa re:ponoabil!dad('.
Assim como não é de nossu res
µoo!:lab!lidade todo e qualque SAI'
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v!ço executado pot· uma firma
denommada AlRAN e outras cons
tutores de tubulçõss telefoni
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temos com ests firma qulquer
vinculo coutzetu, !, a esse respeito
A. Direcü.o
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tal para pronta entrega, impresso
co'ill a sua mensagem. Recebe
nus uovos cartões, com belís
sir.:ias estampss.
GHAFlC.' E EDITORA APA
Rua Duque de Caxias s/n
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(Publicação feita a Pedido de João Rosa)
FCSS
Qae Joào Rosa, brasilefro.
casado, portador du Carteira
profissional n° 45.705 - sérle 547
tr11balhoü ne&t& empresa no pe
ríoclo àe 01 de Dezembro de l.977
à 07 de Dezembro de 1.931 exer
cenáo a runção d Gerente, ten
Vimos em artigo anteríor como
nusceu, quul um tlorriao do ~,enlno
Jesus, no próprio d!u em que se co
memorava sen nascimento, a mais
bela c::oção de Nnt1:d: "Stille Naoht,
Heillge Nai;ht, ... " ·'Noite si11:<nclosn,
! noite santa ... " '·Noite faliz", dizemos
1 aqui no Brabi!.
1
Vejamos agora como ela se es
pnll.tou pela Europa e pelo mundo.
( A. pós comporem, re3pectivame;:
te. a letra e li mú::11c!l dessa canção
natulina. o Pe. Joseph J:iohr e o mes
tre-escola Franz Gruber não se inte
ressaram em divulgá-la. Contenta
vam-se em cantá-la quundo podiam e
nada m:.iis. J'.Ias a canção Ofü:l"ida em
1818 haveria de fazer a sua própria
fama. A Providência Divina encerre
gou se disso. Para tal. atraiu para
Oberodorf um famoso construtor de
órgãrs de Zillertal. no Tirol. Seu no
me: Karl i1auracher, homem de me
mória prodigiosa A que gostava lmen
sameote de C8ntar, como todoG os ti
roleses.
l.1auracher consertava t:unb?m
do o mesmo demonatrad o no
execieio de suas fvnçõea ser pes
soa honesta, respon:it'.ivel, cum
pridora dos senus deveres nda
. ccn:::tundo que o destbone.
8odoquana der!vactos de
Petróleo Ltdo.
fil)~
OR órgãos da região. E quando o da
Igrejinha de Oberndorf apresentou pro
blernas, foi chBmado a examiná-lo.
Em apenas um buraco no fole. Con
serto simples, após qual convidou o
organista Gruber a experimentar o
i n s t r u m e n t o. Gruber to Em Leipzig, acabaram sendo
cou a música "St!Jle Naohf' e o Pe. convidados n cantar para o próprio
Mohr, que ali se achava, cantou Rei da: Saxônla, ôCaGião em que ficou
com ele a nova canção. consagrada a fama ca "Cttnçã.o do
V construtor de órgiio ouviu Céus'. Deols desse sucesso, os ir
encatitado. Pediu paru repetirem. E mãos Strasser viajaram p0r outras
gravou em sua memória pl'odtgiosa regiões, aempre cantando a ''StUle
a nova melodia. Perguntou quem era Nacht", Inclusive em Berlim. onde
o autor. Os dois sorriram, sem res um músico da corte prusslne incluiu
pender. a nova canção oo r .. pertórto do co
Karl Mauracher partiu canta ro da catedral da cidnde. ;'.fas, a es
rolando pelas montanhas até chegar ta altura, o esplríto mrnt,n dos pn1s
ao Z!llertal, onde as eols.nças já O stanos bem como as sucessivas r-epro
aguardavam, pots sabiam que ele sem duções, já haviam alterado completa
p-re trazia de fora 1:1lguma canção no l rnent:e ';1, melodia e a letra ortgmal.
va. Num instante, 08 aeordes do E fo! só com a exigência de_ Prederl
"Stille Nacht" estavam nos lábios dos co Gmfüerme IV que &e segurn a pro
melh::>res cantores de Zllertal: os li." vlciencial hi~tória que narramos ante
Dãos Strasser, dois meninos e duas riormnte, conferiado o sabor origi
meu!nas. Eles cãntavam como riauxl nal a "13tille Necht'', ou 'Noite feUz".
nóis, diz!a Mauracher. (Agência 13oa lmp!."onsi:1 ABlM).
A fam!l!a 5trasser, por longa
trad1ção tra nsmitirla de pai a hlh1>,
fobrkava e vendia ótimas luvas de
camurça. l'.l os irmãozinhos Strasser,
oara ss distraírem cantlivam eoquan
to of'-'reciam seu produto. Percebe,
sm logo que a nova cs.nção apren
dida com Mlauracher trala particu
larmente as pessoas, que faz!sm roda
1
para ouvi-los.
E assim foi 80 tornando C'Onhe
cida ;:io TiMl a "Cançfio do Céu'·, co
mo a chamavam. por não saberem
quem era sen autor. E logo a ruelo
dia chegava a outras partes dn Aus
trla e da Alemanha, poia oa Irmã.os
:::itcasser passaram a vl ·ltar anu11hnen
te a feira lntern-acionbl de Lepztg,
na Saxónia a fim de li venderem
suas lu7as.
Esriiri
Dr. Pedro José Palwiéri
Legai::.:a,ilo de Terrus. ln,entl'.lrios e
causas criminais (duri)
Rua i5 '~ NovemDrO 160
Fone. 235 el Vta-S.
Notol
()11,• n lu/. • •lt 1 • N tu} penetrem em
«e corço e [urtet todos os dtvs do
JIO.
[São os votos de;
1
Anton,o Silveira Xavier e fa
milia.
"T h ,,
01 i'ln O
! l 'J
l!z • i
V • t , < ln '
festa p091/r b nt! ira
pvquen cl 1,111
n: mrAl, onde e pr
trdlções, e0IIr . e o I
dIvera. man·ir.», d corto e
caracteristfeas da região. ão npt
entado o bumba-meu bol, b±-e l
hn, cheanças, marujadas ou fendan
g0o. partor! , eonadas ou cPgot
re[sados Geralmente emw dtvertienn
1
to1:1 públicos preceder "M!Isa do
Galo'', qas é realizada n m ·ta.nolte.
Até tIns do século XV'IH, hava
representação dentro ds igrejas.
Dsde então, as representações são
reali-zudaa Pro palco~ armnctos ao ar
livre, em frente as igrejas, onde são
cnceriudos os autrs nalallnos.
O hábito dr. dur presenter1 no ,
Cine São José
Agorcr com nova direção
Os últfmos luucarn011tos dos prlncipuls produtores
Nnclonals o Intemacionals
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t Fundado em 20/2172 1
e. G. e. - MF 03.201.266/0001
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Mar la Estela Velg_ CJqusz Pereil'a
Editor-Chefe: Ivaldo Pereira
Derartarnen(o Jurídieo:
De. Serg.o Roberto Perondi
ASSINAI AS
Anual (Bela Vista) 1600,00
Demais .foniclpios 2QGO,UO
Fundador: lvnld_.o Pereira
Filiado o A'BlüJO.P.l e .DJOR1-M:S
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Que os nossas emoções redobrem ao soarem os sinos que anunciam o ncscimenio do S nhor
e o limiar de um novo tempo.
Tempo de paz, osporança, e confrat-arnização.
Tempo de pensar cada vez mais em um mundo melhor.
Nesta época do Paz e contratern.zação, nós estamos mais feli-zes por termos um am,go como
Yoce Par esejar ií il e isas boas.
Que o seu ata! seja o melhor pt ssível, que cada n it d seu Ano Nov seia
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i. :. ..
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a .. ··•·- - _.b,., ~ ... ,.. ..
Vereador Getuilo Lino.
Vereado11 José Simpliclo
da Costs Marques
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Verea<l.or Afonso Dllon Nunes Leite
Presidente
fetosa Pinheiro
sal!o {urii
tfoacyr Paes Marreto
Carlos €Catião
Vereador Nivaldo de Barros
Vereador José Joaquim
Fe:rreira Souto
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(,
Edso, Morai
O Ntal n etudo de m n e l P?
e harmonlu no convivi àqi b
t <li trth111<, •n 'P (!li· rJ11 iJ
geton de /; >IJl<J(','1'11 o, enrl
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Qus o s2nu Matl eju e ·!m. d !a do próximo uno
flS
Zacaria
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• tul ,bor ,ç· o ri e r!u&a
e contn.os co
cpropa 1'..ltl em arnl~
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Pn,alrknl,1
'I'esouretro
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PAZ NA TERA O
DE BOA VON
• l
Qua a oternn alri h
blte cm sen cornçilc, quP o sor
rlt!o srjn consl1mte rm sua 'ace,
e "que "telteidnade deste nutul
perdure por todo!! os outros
365 dias dD noo qe~ vnl n11scct·.
Feliz Natal
e 6fim
no Novo
São os nossoo slocrros
desejos ao povo b·ú'vistense.
Bela Vista lis.
1 1
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.....
IERE
Aos nosso~ Ir.mil.os no trubulho, qu
conoscó labutaram mais um uuo (.'ID
• frentes diferventes de uma mesma lu
slacAros votos do um Ielt:r n!ltr:l e '
proveitoso "Ano Novo"
Corumila l_oureiro
PMDB
Belu VIRta
----------------·----------·----
Foi concedido plo Governo Fe
dera! atravé, de qudtro d
0cretofl.Jeis
assinado pel.i Pre--idente d-1 Republi
ea, iseoçtio de muHtt e juros dJ mo·
rn p1:1ra os contribuintes em débito
com a Fazentl!.l Nuclonul, que ef'!tUil
rem o puglim ·nto à vista cie suu dí
vida até o ól?i 31 de m,nço de 19S;:;
coocessifo dl:l fncetivoR f1~cn.ls para
as Ampre stts que exporturn manu f1:1 tu
rados brasileiros e que uinda uúo re8
ceb2m beuefrcio • a exportação, isen
çi:lo do Irnp11:it,1 de Renda das p0ssoas
jurídfeas u venda de beus imóveis,
registrado em seu nroblario ute 3! de
dezembro de !978; e redução de cin
co por ceoto para 3,5 po1· c:'nto do
Imposto d•• Hendri das pequenus ern
presas que optarem pelo sistema d•:
tribU~'açüo ~tmpllficada, com 1euda
bruta até 100 mil ORTN;;.
- 0brígdÇÕeíl Renjustáwls do
TesoHro N!lcional Crf t45 rnllhõ~s do
396 mil.
üs decretos foram assinados
pelo presidente João Fignriredo t' d1
vulgados logo c.1 st:guir pela Receita
Federal. Uma das propostas havln s!
rio aprov .dn na 1·eunJJo c
1
1) CuYJC<'X
Conselho Nacional de Oomércio Ex
tcrior. na sema.r-a passada. O decre
to úéi quo ioE<enta os devedores da
Fazendu Nacienal do Pllgamento de
Multas e juros de Mor, se e2taarem
! o r,'Fgate do título até ~ dia 31 de
1
merço do próxlco ano, cancela tam
1
b~rn o pügmkrito dA lítulos de Vl:llor
inferior ::i Cr$:12 ruil. füta medida vi
su, sEgu,:1L·o !! ml;rnta de encaminha
rncnto o nú!!lero 389, do Minii-tério
d<1 Fazenda, rt"dUzir o número de pro
cessvs submetidos a apreciação do
p0de1· jucticiúrio. O objetivo da deci
filo, segundo o .Ministério d Fazen
da, é adotar «diversas medidas de ia
csntivos u urreco.daçilo federal. visan
do eau'cllr rêcursos 1.10 Tesouro Na
c1opal, para fe.z~r f,1ce ás despesas
orçar!!entárles e extra{)rdináriai., mor
ente eousiderada u. atual conjuntu
ra coo qnt} se depara o erárto».
Nesta pausa de festas clevmos bem alto os
vossos corações e pensamos com carinho o admiração
em todos aquelee que cooperaram conosco no ano
que passou
1
$ 1
A melhor maneira de entrar em um novo ano
ainda é entre amigos, festejando com muita
alegria
Nada mais gostoso do qne eatar no meto de amigos.
E isto, ternos a certezc1, vivemos rodeaáos.
Nesta data, quando as mãos amigas se unem,
desejamos e todos tuda a alPgri'.a
trazida nas luzes do Natal.
BúAS FESTAS!
.... • •. J
Deputado Zenóbio
dos Santos
1º Secretário da
Assembléia
L
. 1 . 1
·egts ativa
....
1
Que o homens j m lrmivs, qu
amem o pró4mo, qa nas leia
e trAtezas olhem cos fé p-
l'fl <) firmamento grade
orno a Ele pelo eu
1cri'ielo
--------------------------------:
Que n, noite
de natal
tenha a .ua vldnde
dos mals puros sentimentos
o o calor
do verdadeiro afeto
A
GEM
E SEU#E
Selo. Vista
□1T
PI•@ RUF-2
Mato G1;osso do 8ul
Qu neste Natal s los s um:m
os eoras0es e eontrem mim 1ó
0ensameto de puz, amor e fraternidade.
F Ilz Ano Novo.
Panificadora e Confeitaria
Esmeralda
BELA VIS'.l"A MS.
Deus amou ao
deu seu filho
que nele
vida eterna
A todos nossos clientes e amigos um i'ellz uatal e ótimo ano novo
Escritório de Agrimensura
N&lo Diário (Agrimensor)
LE T U DO
' 1
mundo de tal maneira que
unigênito, para que todo o
crê não pereça, n1as tenha a
Jo 3.16.
Rua Gulnbá 180 Belo. Vista - Ms.
f [IDWJ[fil
A libertação iutegral nê.o se es ~--
gota no quadro de nossa existên
ela temporal.Ela se projeta na ple
na comunhão oom Deus e com
os irrnllos na eternidade, comu
nbão QUEl já procuramoti -realizar.
embora irnperffHamente em nos
sa vida terren!:l. r
A educação libertadora contribui i
para a formução dc homem to
tal, tornando o acessível a plena
participação no mistério do GRIS-
TO ressuscltado. E' o Mistério
Pascal que marca o momento de
clsivo de. nossa libertação pelo
Cristo.
o cristão é o cons •
trutor da paz
Neste Natal faça umu análise pro
funda e veja o qu~ está fazendo
pelas comunidade.
F8LIZ NATAL
Prefeito Muni:!ipal t1e Porto Murtin ho
;,,.._-----------------------------
Lcnbra-te do teu Cdacior noa
d1as da tua mocidade, antes que
venham os maus rtlus. e cheguem
os unot-J dos quuls dirá-; Não e
nho neles prazer, untes que se
o cureçbm o Aol, a luu e aP es
trelas do espleudor d tua vlda,
e tornem a vir ns nuvens depois
do oguacell'O; no dia em que tre
merem os guardas da cau, os
teus brnços, e SE' curvarem os
homanc;, outrora forces, as tua~
pern s, e cessar+m os teus moe
dores da boca, por j:í. serem pou
cos, se escurecerem os teus o
lhos nas janelas; e os teus lábios,
quais portas da rua, se fecharem.
no dia em que não puderes fa
l
lur em alta voz, ~e levantar·es l
voz daR aves, e todas as hsrno
nlas, filh,rn da música, te diminuí
rem; 0orno também quando teme
res o que é alto, e te espantares
no caminho, e ttl embraoq11ece
res, como floresce a amendoeira.
e o gafanhoto te for um peso e
te parecer o apeute; porque vais
à casa eterna, e os pran~eadores
andarão rodeando pe!a praca;
antes que se rompa o fio de pra
ta, e se deo:pedace o capo de,
ouro, e se quebre o cântaro jun
to à fonte, e se desfaça a roda
junto ao poço, e o pó volte a
terra, como era, e o espírito vol
te a Deus, que o àeu. • Vaidade
de vaidade. diz o Pregador, tudo
é verdade - Eciesiaste 12:1-8.
Biblia Sagrada.
FEL!Z NATAL
. '
Osvaldo
Coimbra
. '
Tivemos
Feliz Natal e
Grubert
1
--------
e prazer de tê los
como amigos durante estes
doze meses, fortalecendo
noesos laçus de amizade,
desejamos-lhes um
BELA VISTA
sincero ...
Próspero Ano Novo
HS.
6
E
NI L. F E
São os votos
,..
'I,
', Se deixarmnos
'4 ]que o desamor,
} / .. comoot1ção o
rivalidade tomem
{ conta do mundo,
'>- 1 03ta2n103 1azedo
'/com que
e,:3 ri!/cio
i; 'enba sido
_./ .,;r, ' e.
Façamos valer csto
1
sacrifício!
Quem não goRta de receber PresentN? Presrntes lnesquecfveis. que realmente tocom Ol'! flbraEI mais r!ellcndflR de noni:io lntl
mo, suo aqueles que falam mulH pelo Rlgolflcado. pelaR clrcuoriUlnclas de teILpo e lugsr, do que pelo valor materinl. Todn a
lembrança veUl envolta com a fitinha róseu da ah•grla. com o selo rubro <10 amor. Por isso nenhum preHc>nte superu, em sim
bollemo e afeto, o presente de Natal, revestldo deu legrla esp!ttuul, fr.to da !:mbllmidade transcedtntol do evento. Nstul
é a ftitllu que oáo se r.enova. E não tie renova porqulj eernpre é oov1.J.. Falamos em "Ano Novo", mus não fulamor1 e~ '·Na
tal Novo" ... O Nut.ul é sempre novo, sempre utual.
Natal é a fosta de alegria e_ gratidão. Mas. em quantos Jures, em quautos corações, o homenageado do dia é t-aquectdo! •••
Faln-se tudo e de todos, menus !'Ele que é o c<1ntro cta festa. Presentda-se a rndos. menos a ele, o nntve1·Rurfaot& do dlB.
Alndn boje JeAus não encontra abrigo como o· noite de seu O!iHCimemo em Belém. É que os homena não tPm tempo pan
preparar-lhe um berço. Encontram tempo m. para orourneotar o pmhelrlnho, para d1slr:bulr presentei:; e fellcltaçõet:l, para
snimgr cantos e sfnot1... Este bDO não ei-queça de ornall!0ntar o preséµl.o ae seu coração.
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Bela Vista
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re'
eo
pel
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Jesus Cristo e ·a verdade que liberta o homem
para Deus e poro o outro
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4tira que 'se C I to Yl •
i, ,, l•
1t l)J'l, J,I,., IHHil'i <·r!l<.:l
elos próprio erltdss", 'Tal
tg5o da mtorta dos eut
1 f• 11 1 J.I 110 ll't l!fJHI.
ps tem um tempo certo pa
q prop6lto. Ele sabe o melhor
to de utervir nos neóc!os
I
'
1
mi•n~ .. r, lni foJ corn ,l vlncl1l
"4as. Assim será com a voJf,i
4.M0.
', ap111·('r1lo dPmora d'l vo1t
11
puto tem dudo murem a epe
s ns mnul« diverns, Como jfl
i «, Pedro, "nos últimos lllaH,
1
o&CilPDtlCl'dO'f'08 corn OA íll:-UR
los, unhando segundo us suas
rfJ6 pnfxocn, o dizoodo: Ondo
h promesn da 8u v lndu'? por
dl'~d~ quo e H pais dormlro.rn, tto
g cola permanecem como
fo o pd11dplv 011 crluçilo".
A eateo o opóstolo 1·osponde:
retarda o Soobor fi Sua promes
eomo luns a julgurn demora
pelo oontllárlo. Elfl ó longfinlmo
1 0,;nvc,nco, uü.o querendo que
bum pe1 e(Hl, Ren!lo que torlos
guem 110 arrependlmento". E ad
te: "Vlrl'.I, entretanto, como luclr!lo,
111 do Senhor, no qual os oé□u
16r:ío oom estrepltoeo (•otrondo
1 uleruenóoG An dosfo.rüo abrasa
• também u terra o us obras que
; existem se1·l10 atingidas.·· li S.
ro 3::.J, 4, 9 e 10.
Outros, po1
1 deslnformoção ou
uma n1:1ce~sldade do nosso tem•
so oµegum ou i;eguem o primei
'measias que se apresente. No
sll, como em todo o mundo, eles
,:ipre existiram, ou surgiram e de
r:ireceram, passageiros como tudo
!- mo ela canç
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Ora. Maria izabel B. Bispo
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jl) Hl ,,, • li 'J. 1
um /yun Ma
reurdo ! , por
µur -ç J, li· •J'l•' ,., JJ • '1 • 1 .:
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e omura o tanto que Re foram.
f apenns um quotáo de t rupn.
Como já llssemo, DEUS tem
uma tempo crrto para Neu propóvl
lOF! .. , 1 (J'J Yf 1 » um da, no tempo
r<,rl(I par,t pi/' f0',1o1, ou pdo ne:10!!
n mÍorIn, que O gunrdavam pera
11111 ~r.!mpc• lr1ct•l''.O ... Vindo a plent.11
de dos tempos", dz a Eseritura. O
Isco de uma surpresa, hoje, com a
volta de Crlsto. uilo e menor do qu
o foi M qullsu vluto séculos.
Olonte disso. volt11moi; à adver·
tcncfa de Siío Pdro: "Mus o dia dn
IS~obor virá como o larlrào de noite".
Mas nós, segundo a na promessa
lou: or..i o apóstolo -- apuardamos
novo1i céuti o novu terra, em que !rn
bltu a justiça". E ucrescentu: "Pelo
que, amudoR. uguardanrlo oi:,tus co!
sua, procurni quu dEle Rl'jl.l!B acl1a
dos !moeu lados e lrrepreeDlli veis em
puz'. Que seja esta a sua grande cs
perança. Fe!lz Natul!- I.P'.O.
(O Atalaia)
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J.
ti • f'H tnat p .
, rinhos a tAo comum na
ilnnant111 e tia ben poderia
ser cofsa dor meninos do eoro, pen
"OU o me11!rt••e. <'Ol,1 PrPnn, ll'iet•r. L
resolveu ln@ar mão de um estrata
gernn para ver quom NllJVl e:-n·lr "li
,to pns11urinhos u cantar a "Stull
1
, acht".
Prenet2iner era ele memo
um prodigioso imlt dor de pássaros.
Nu prlme1r.1 oport unldudo, po. tou-so
j,mto à janela q'.la duv! pu_ra o p
tio do col( gío dos meninos e, do
hdo do fora, Imitou um pt1osarlnho
0110tando' u "St!lle Narl:!t'' ou "Notto
fl!Jlz".
Nfio demorou multo e ouviu
um garoto quP. dfza: "Esoute. RE:U
paBsarlnbo voltou!'' Em poucos lns
tunteA, Anla correndo para foca um
menino de 9 anos, cujo desupc,ntu
rm•uto e 1:1usto não foru!Il pc:iquenos
40 p<:,reeber que calram numa clln
da.
- Corno é seu nome? pergun
tou o professor.
- Fellx Gruber. respondeu o
menino.
- Onrte ó que voce aprendt.:u
esta cançã.o?
- A canção? Eu a aprendi
com meu put. Foi do quem a com
pôs ...
Surpreso com a resposta,
Prenn:::teine' convidou o peqn°ao
GrubeJ.1 a levá-lo a visitar seu pai,
qui, vivia numa aldeia da região:
OberndJrf.
E lá encontraram o jâ idoso
Franz Xaver Gruber, em sua vida
simples de mestre t'SColo. Preonr,tei
ner. pôde. afinal, esc:rever ao envia
do cio Rei da Prút;sla que estava
descoberto o autor da famosa can
r,ião.
Entretanto, nern tudo estava
explicudo. Franz Grubr,r era real
K]ra. Angela Maria C. de
Barros
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lzburr. ·nn. Gruber
( t • ?. y ;i • - O f;O l 'r I li 1
ta 1os canção talfa. E prove
1ou este paia corri,ir ti lneo1há ei
Iterações, q e ao Ir.li J de J;; 1100
/ Iull lca j4 h via fel lo
peregrinação trtufl pel aro.
Em u t•l. !o, Gr h, r lc 1hr
eomo a/cera na eqena aldh de
Oherndoyt, nos Ale ustrfseos, a
"!lle Naeht". Recordamos com ele.
1: , é-}I< r,, de Nt I A peque
na Irej ,, tod: branca ecm sm torre
ve,mdhn, éoml a as casa, de telha
d'Jli ingrf'1,w,,, •:owo ri ,:,llinll QU
proteje seus pintlnhos. A pais. gem
está eoberta de neve. Na casa par
qulal, o .Ve. Joseph Mohr, eom '.!:'l 1.1•
nos apenas, estuda o Evangelho, r
paranct11 o II rr 1, o < aqu I noll . Du
tfàaR u Jlort quebram i't'U recolhi
uwnto. É uma camponesa que ch.ma
o vigár1o pura 1Hlslt1tir u umri. crluncu
que nascera nqueh dla. Salu então
0 jov0Gt pároco, HUblndo a pó a roon
tunha coberta de neve, até chegar
uo alto, à choupana do casal de cam
poncses que naqllele dlu ganhai' um
ftlho .
Volt•rndo sozinho, t-ob r, t~nuo
olat idudo das eotrele R rcrlelldu nu
bruncuru da nav(I, o Pc. Mobr mecll
tava obre a ceou que acabara_ d8
vn. Aquel•: menino, aquele uurnl du
cumpour>i.;es, 1:1quelu oboupunu, o bn
vlt1m lmpres8lonado. Lembravam-lho
outro Menino. outro Casnl, outra Chou
paou, em Brlém rte ,J uó[l. ,
Depols da Missa do Galo, o Pe.
Mohr nüo cnnsr O'Ula dormir. Cocnpô~
então lllil poenHr f.l letra do .. St!lle
Nacht" que até hoj,, f'CLa n!ll! n~l es
de Natal, em tantas línguas e Pa1ses.
Nu rnunbã ePguinte. dlcl de Na.
t;:~ de JR!H, r; jovem vlgúrlo procu
rou eu amlgo, o mestre-escola Franz
Xuver Gruber, de 31 no. Ambos
aos ta vam de eaotar juntvs. F.ram Ofl
~essúas mal3 in'3truídu'l de. aldeia.
Logo que Grubd viu o poema, exolu
mou:
-Padre, estf.1 é 0xatali}P?1te a
cancão de Natal df:' que procis~mo5!
Louvado seja Deus! ,
E no rnei:;mc dia eoropõs a mu
slca boje un!versalmant ~ conhecida.
A maneira como se espalhou
pela Europa cnnstltu! outro capítulo
cheio de colorido e sabor, que Drr:
remos no terc~iro e últic:.•> arl!go
sobi:e a mais bela canção de Natal.
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/(:,,lllE'f•f•tJ o 11·•1 l <Ju ,•r .,-
T}J T)f-,'', com nlmaçio do Grupo F'O
L' AGEM no +uão e festas do Grd
mto Pedro Iufmn.
Entre os presente destaquel,
os Jovens: Iv&te, Z Luz, Llcu. J111 t!
Lulz, Flora, Lórs, Mula Apareci4,
Pula, 'Zul+leu Palt, BIbs, Mlzn, i à
tlmu, Tutló ., Wd1JtJ1l.
NA ALA DOS ASAI
E'estuque, Ovuld» e Rosita,
Mrio Vrgas e ôaíu, Oto o I6tla
8uot..inu.
T1MBEM PH'.-'.SENTE', NO O,ILE.
'!'flnla Oodoy, ,Juqtll'JlOtl úti Hal'
roH 11cunip11nll,1dnH por .JullnhJ Mm-u
no o Tooc 1 u 81H bo1rn.
ANOTEI PRfü,E!'!ÇAS.
Prof. l•tltlnrn. P1.1scualn Hlos,
Kélll, Lfluzu l!run ia.
G.T.G.R.
A peça teutrol "NlNHOS DE
LOUCOS" upresei:tadu pelo Grupo
Teatral Glauco Rt>cha no 1.fü1 11 dt':3
lti, nn C!ne 8. Jo,ô coutou com a pro
Rençu do povo Bela vlstense.
Vartos jovens duqul participaram da
peça, entre eles: Leu Garr.ía, Trnn
Card1nal, Plstunho e Marllone. A peça
motitrou como é a vida dos Loucos
num hoAphitrl P~lqulútrlco. Foi um
RuceRso! Parabéns ao G.T.G.R da oo
)una Ela .1 Soclndade.
NOS DEIXOU
A nossa umlgutuba Msgda Cae
fano partiu delxundo E-UUuHdeii. Ela
foi puru Porto .JegrJ (-RSJ onde vai
morar e estudar. Sucessot- em s~us
objetlvl)s e que muto breve faça-1uos
uma vJ!llta.
DICAS PARA O LAR
O Sapato Apertado.
Se o seu sap ,lo nuvo está um
pouco apertttdo, 01 da mala prático
que antes de culçá-los, N,fregar um
sabonete E.ecu nv:- uás. nos loculs
onde eles aperto rn ·e o problema es
tá resolvido.
A. LIMPEZA DO OPRO
Suas peças de ourJ ficarão fa
cilmente limpos depois de esfregadas
coru um pouco de pasta D~ntrífica.
Para evitar o apodrecimento
ôe trutas.
Coloca !le u'l frutalra dentes de alho
cntados em do!:-.
REGEBEF):3 E AGRADECE~lOS
Os votos da BJa Fésta8 recebi
do&: Dep. Gi!sun úe BaíTOS, Sen.
SalJanha Drz!, Tgernck Codoy,
Cíce!'o Prado. DJrivd Sézar Quiotn
na. Dep. Vul1omlro Gonçalves, Dep.
João Câmara, Dr. Sérglo Perondl,
Dap. Leite Schimidt, CeL Periandro
Motts, Jc.tin l arl.os VdaFquez, Dr.
Carlos A. F .. 1lrdntfo, Irmão Chico,
Munir AIl DArrg>. Migas! Dlvn
lhe .. lot1é C traeiro Junior. T.on!a!,o Xu
vrer, Franrle <la Silva Coutinho. o~,It g
Reg. do Trabalho de ... S, Dr. Roberto
de fouza Pinto, Cârnard Munlclpt1l
de Br-la VHa, Ary H,,,rbosa de Ü"US,
Augusto flávlo V!:01du, Dep2.11ta
nento de areedscão do banco Ri
naoc!al de C!lrnpo • Grande, Sl>r·gio
Z'.l.nardn, Dlt'l'toriR do Gremio E9por
tlvo Uoião, Di•p. Lonàres I111.chM0,
Ten. Coronel Alvurn Vieira Femsn
des Ag F? !ichria Frnç Lda,
Esfran e Yunclo:HH'ios, Silvlo B~r1'!,
Dc"p. I/Vrnfr'edo norc·e ., Joalherlil Fe
roldi, Sudf'CO ~JS, E!ca t.> At!Ol'DO,
Alberto CubeI. freftnto l,.Itevi1· Alen
,:ar, Pedro DlMio e flía, !'f!ltoo Ta
deu Pereira, D±p. Osvaldo Dutra,
Dep. Roberto Orro, Coordenaç[io Es
tad~ ... i do Mvbi
111 M.;;, Nilton Gomes
da S!!va (diretor ral tfo poll •
1
.}
OE l•'?..HlA.
SeP,ulrum vhgP.m, puro um d s
cano o caul Perondi o Cristina e
o Iilhos Dalel e 'RAtal. Depois de
Sete Quedas e 8auta Catal'11H1, k"pul
rio até Porto Alegre o outras 1d
dea do lntrrlor rlogr,rnclcnsn e d(l lfi
pretendem r até o Uuguaul e Asun
lou. bom dosc:an o p1rn vocea.
ENLACES
DI p, aconteceu o cerlmô
nla cio catmmenlo do Eolr, fllhu de
E!vlo e Oonh' V:m.mge!rn 1~ ,Joaquim
flho de Jwao Klnoghlta Tuyoku. Após
a cerlmonlu religiosa foi ofe!'eo!rlo
aos convidados um delicioso jElntnr,
imcul.>nto churraRco e muHu bebida
nu residôncl11 du nolvn, quo por· si
uni cFttava multo grac!osn <!ffi seu
diu
11
D". Ao oasul fcllcl<ludea.
No dia 12 pp uniram.se perun
te Deus ts oB homena: Helena e Aãulr.
Ela, filha de Coprluno n Nntlvldadfl
Arce, elo, de CassIm!ro e AImerIn!a
Hlbelro. Helena linda cm seu truje
tle oolvu entrou n;1 lgrf"j,1 :!atriz ie
vnda pelos br;;ço:1 de, pai e <lm,~ gin
clo!'las dumas de hoor-J. Os presen
tes foram convidados paw um ~ucu
lento churnasco na rer.!dôncla da Sra.
Elza Barcelos do Vale. :lui~a música
e muita Skol geludlnha alegravam o
ambiente.
Também no dfa 12 pp, em Buu
ru SR uniram-se pelo matrimônlo os
jovens Lli;ta, filha de Albino e Nair
~ouza e Levy, filho de Lourenço e
Euàoxla Pe!eliokar. Uma vida a dois
de D.iulto amor; compteensão e feUct
dades é o que lhes deAejamos.
Rita N0emia e Zderlao, filhos
de Diooor e Lulza. e Carlos e Cepria
nà, disséramjo SIM. dia 19 pp., no Igre
ja Mutriz. A póR a cerimônla houve
recepção aos convidados.
No dla 19 pp. cas:arnm·i:;e tam
bém os joveofl :.,:rndra e Emllto. A
eles um montão de felicidades.
O ano· de 1981 em Bela Vista
1
na ala dos enlaces, encerrou com
um grande estilo. EHtou falando do
enlace de Lêa, filha de Olympio e
Ednai Cardinal e de José Ronaldo,
Ulho de Roberval e Teilú Borges, uea
liz.do dia 18 pp.
,TOSÉ RúN A.LDO
O noivo, não f.ícou pol' menos,
estava muito elegante. em seu tbrno
br,rnco, assim cc,rno fel dest&que r..
el·gancia dos pis dos noivos: OIyn
pio e Roberval de terno claro, e Ed
na, exibindo um Ghiquérrinho conjun
to vermelho, aselm. eomo Teilú um
lindo conjunto bege.
APÓS A BONI1'A
Cerimonia religiosa, os nnivos
recepcíocarti!Il seus c01wirladoe, com
flní3srmo jantar no Grrmro Pedro Ru
fino.
.. DECORAC_:-- O
Do G:.;;mlo an !l.ncou dos conv1
dados &dimiração, também pudera,
foi colocada cortinas em t das as ja
[ nelas. Sumambatas, crisântemos e p!
melr .. nr tur tic r-mhelei!!lvam o • 1 i• !li onde o brilho. r l
lo que mals parech uma amph s perou niqula bontt j
l oc.: vi 1la11. l• ElIC[l), ... l)t'i.,;
Nos p!lares, enorme cadela
" ,'' decoração, que Ao noivos e e
!JroR c,,mp i. YnT 1 1 ,, , a ± t B ,
'ol. f itu por decordore d no•, a nn, H1 w, •• !>< i ,r l Im ·,
1
• ta m rnde esttlo
cnp. ...
O BOUFFET NADIA MARÇOLL,
Ficou cargo do famo.-o e ja Aconteeu n
C
l wc·e_
coolH .. cld'J dos Belavl Ll'nE : aneru. pois fot madrinhu e us
De parabéns el e sua equipe, pol auérrlno vesttdo az!
o jantar estava delicioso, aliás n
·' 1 "i ll Vl 'l', '. lll,_11,
iantt, r no som áe líoutlfl r:::n• Uú • 1:.
S0CIEDJD13
De Bf•Ja Vista e Belln Vista
assim como pun•o·
convidados de ou
marcou preaenÇ!i
tos dos noivos o
tra plagas. Na als de eleante 4
ENFIM I l' r rculur+m, +notet: O!
F +te de multa elegi Zaerlav, Sundrlnha Salomt
0
uruu. "{4iram lindos trca via Urbteta B·rudez. '
cio, as mulheres
A IGREJ.A MATRIZ
De Santo Afonso, lindamente
ornamentada com s1:1mabaias e crisân
temos naturais, muito tule branco
nas laterais da passareia que também
era branca plastificada 91.,tgalanou-se
toda, para receber oa noivol:l e seus
padrinhos.
Léa adentrou a pa~sare1a da
1
IgrejR. Matriz levada pelos braços de
seu pai. Foi um momento de multa
expecfaHva, pois ela er~ ali. o ceu
tro das atenções. Léa estava lind,
seu vestido, os arranjos tudo muito
delicado e bonito.
O deputado RobM·to vlce-lí~er
do PMDH pediu, atrnvés de exp_eá1en
tB encaminhado pela Assem bléia Le
glslattve, o recapsanento asfalttco
e dernalR obrus de reparação da BR-
262, rto trecho Aqutduuuna Cmpo
Grande. alertando que u estrada eo
oontr.se 'em lamentável estado de
abandono, e que há 8DOB não_ são
r➔alizadas obras do conserv&çao de
reparo".
Afirmando que n estrada aprt,
senta trechos onde o revestirnecto
asfáltico simplesm1:,nte loexlsta, o
O prefeito de Antonio Jofuo,
João Fre!rf', e,.itá desenvolvendo in
1 1:enso trabalho visando acelerar o
1 orooesso deseovolvimentit1tó do ruu
Ôicípio. Frel:re procura, também, e
está .::oosegulndo, tlioa.rnizar o P OS
incentivando o surgimento de novas
lidern;:;ças. fato que está dando maior
for_ça ao partido do Gcverno.
No tocante uo mbients poli
Esnobando umn tina
no vestido ettlo eigi ,"
aritte da senhor KoKI,''
/':Plde Pt>rc.>lru.
D8.
1e!"
re
os'
à Iu'
n'
tro.O(
'futll
ept
dO o
eom!
parlamentar pediu a hdoçíio de
dldas urgentes " sob p nn de
da se tornar lntraUBltO.vel eco·
pes+sr do tempo aumentar o
dt.• vbras úe n,paruçfio, o qu.e 1,
teu em prejuizos du própria L
cHI
to
e O'
un
beh
Segundo o parlamentar o
simo estado de conservação a4 e
da vem »carretando p: ,i
1
11Z~; , pol
todos i:quehs que delf:I. b1: u:.::.
1
to
prlnclpa
1mente, prejudicando o f'
amento dtl produção agríeol~ e
cct.rla.
sGD
térr
c!.l
re:
&
4
00
de
as
1
ticv em ;. ntonio João, tudo ~ 1,
ti:;anquilo e.não há quaisquer sre~i.,
1 que possam provocar n}ptura •
1 stual sidtemática polittca do murí.
pio e isto é rru~o rlo tra bolho ;• h
prefeito que matem ótimas rel%f
coa todas as correntes peliticss
Escritig de M uai@
Roberto Perondi t
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RIOS
Sergio
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Causas Civeis, Criminais, Problemas
1 de Terras, Inventários. 1
" 3 de Outubrn • 450 • .
. Bela V1stu • ~S Bela Visto.
t --·-,--~-· ,k- _
...
. '•,
ESCRITÓRIO Praga Ál«ar
MuscarenbeS
MS

