• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXII_Nº683_24.03.1984

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CiOVERNO
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Diretor• Redutor - Chefe; Dela Vista, - MS 24 à 31 de Março de 1084. ft N
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917.
WILSON MARTINS
1° A O
Leio no página 4
A participação do povo· na solução dos
problemas, no regime democrático, é fato:
prlmordlnl; tnmbóm n participação das Asso­
elaçes de classe, Sindicatos, Clubes de Servi•
ços, Jgrojus, Clubes, etc, não sendo assim, n
cidade, a COMUNIDADE, não vive, não consc­
gue atingir os seus objetivos.
Quanto a c;lnsse pollllca, precisa ser mais
ágil, mais din.nica, Cmara Municipal e D!-
na Câmara está
Agressiva e cobrando
. 1
una0,
promessas
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A Bancada do PDS na Câmara Municipal,
composta de seis vereadores,Ivan r!ronso da
Costa Mrques, Cassio Acioli, Anselmo "Peni­
nha" Lopes, Evilásio Nunes de Miranda, Anto.
Depois de reativar a linha do horário no
turno de Porto Murtinho para Campo Grande,
e vice versa, atendendo reivindicações do pre­
feito Everaldo Alves da Rocha e do povo mur­
tinbense, a Viação Cruzeiro do Sul vem de im­
plantar mais uma linha, desta feita ligando
Jardim a Dourados.
Com dois horários, saída de Jardim às 11
horas e de Dourados às 9 horas, esta linha
servirá aos moradores de toda a região, sobre­
tudo por entendermos que fica bem mais fácil
viajar para São Paulo, via Jardim-Dourados,
mais fácil e com menos despesas, sem falar
nas potialidades agrícolas da região, a qual
motiva as viagens periódicas de agricultores
a Dourados, centro onde estão localizadas as
A CRUZEIRO DO SUL está cumprindo a
sua missão, esperamos, agora, que o DERSUL
cumpra a sua, conservando as estradas.
'3
Sem
Em carta enviada a Redação, o Clube do La­
o informa que em eleições realizadas dia 13
de março próximo passado, o Clube elegeu a no­
va diretoria para reger os destinos da entidade
neste ano.
Foi eleito presidente o pecuarista Abrão Ar
O municipio de Bela Vista, com excelente
percentual na arrecadação do ICM, possuindo
uma pecúaria em franco progresso. que realiza
unia das maiores e das mais comercializadas ex­
posições agropecúaria da fronteira, está comple­
tamente margL.ializado do processo desenvolvi­
mentista do novo Mato Grosso do Sul.. . . . . ..
N5o culpamos o governador Wilson Barbosa
Martins, isto porque ele está administrando por
objetivos, planejados por sua equipe do traba-
. .
L
rctórlos; é preciso FALAR E FALAR BEM AL­
TO, enviar cartas, reivindicações, levar im­
prensa os mals justos anseios da população.
Bela Vista precisa despertar políticamente.
E Já.
Estamos em vias de sermos simplesmen­
te passados para trás. Sim, ludJbriados em
nossa boa fé. O Governo vai Iniciar a pavlmen
nlo Xnvlcr o Clnudionor Rodrigues, adoto~
uma postura intransigente na de!esa dos ideais
partidários e cobrando as promessas feitas na
campanha pollllca pelo PMDB.
Não foi fácil nos vereadores pedessistas
nceitarem o fato de que agora são oposição no
Estado. para isto foi nreciso quase um ano de
atua cio legislativa. Hoie o PDS está muito a
vontade n~ra exercer o seu papel e a bancada
rne a:6 aoressivamente, às críticas do PM­
DB, composta por tres vereadores, Jdelfonso
Pinheiro, Marcelo Calvano e Rosevelte Lino
Gnrcln.
TTrn rlos VPreRdores mais atuantes quando
se trata de defender o nartido. é Anselmo Lo­
nos. mais conhecido por Peninha, um intran­
Sigente cohrodor de promessas.
Caso ha,1n eleic/iPc: nara Prefeito. este ano
ou ano aue vem. o PDS está muito tranquilo
em Bela Vista, pois os vereadores possuem sub­
sidios suficientes ara levar ao povo informa­
cões sobre o trah<>lho do PMDB, que até agora,
pelo menos em Bela Vista. não mudou nada,
a não ser os caros de chefia, isto imnlica em
di7er ouc o partido não está em condicões de
enfrentar (PARA VENCER) uma eleição dire
ta.
O próprio Peninha, várias vezes, citou
obras. em nossa cidade. do ex governador Pe­
dro Pedrossian. "cm menos rle um ano realizou
• em nossa idade o que no fora feito em dez".
O ne está fazendo por mel vista o PDB?
Na verdade apenas a Ponte do Apa, e só.
Presidente:
Capataz:
Sota Capataz;
Fiscal Cnmpeiro:
E
moa Zacarias. A nova Diretoria ficou assim cons
tituida:
Abrão Armoa Zacarias
João Monteiro Mascarenhas
Haroldo Cezar Pinheiro
José Ronaldo Borges
Representatividode
lho. Culpamos mais a teimosia de o povo bela­
vistense, e porque não dizer, da região, em não
eleger um representante nosso para a Assemblé­
ia Legislativa. Não temos representatividade po
lítica, e isto implica em dizer que somos órfãos
na capital do Estado.
Vários candidatos do PMDM a deputado Es
tadual estiveram em Bela Vista, muitos recebe­
ram os seus votos, outx:os, podemos até dizer, se
elegeram com os votos obtidos em Bela Vista. Es
Política,
'
tação asfáltlca de Ponta Porá a Antonio João;
já iniciou de Rio Brilhante a Maracajú e do
Maracajú a JardJm. O mesmo ocorreu de Nioa
que ao Km 21. Quer dizer, seremos uma cidade
cercada de asfalto por lodos os lados, só quo
não chegará até Bela Vista.
Desperta meu povo, desperta. Cobre as
promessas feltas nos palanques. E um DIREI.
Críticas
"EI
ao
está arrumando
Dretor
Incrível, mas é verdade. Alguns oposicio­
nistas, do PMDB, estão criticando o Diretor
Geral do DERSUL, Arnaldo Ferreira de Sou­
za, porque ele está autorizando a recuperação
de algumas estradas viclnais, segundo os opo­
s!clonistas, "pertencentes à políticos do PDS".
Incrível, rrias é verdade.
Nós, e o povo, não sabíamos que as estra
das pertenciam a este ou aquele partido poli
tlco, para nós, e para o povo, as estradas fazem
parte do bem comum.
Acontece que o Diretor do DERSUL, um
dos poucos que está trabalhando afinado com
a filosofia do Governador Wilson Barbosa Mar
tins, administrar o E11tado sem injunções poli
ticas. ah>ndeu a alguns pedidos de fazendeiros,
fato mais do que normal, pois precisamos mes
mo recuperar as estradas viclnais.
A
o
CRUZEI
E
DO
Tesoureiro: Edson Medeiros de Morais
Secretário: Hartêncio Capilé Escobar
Diretor Esportivo: Antonio Silveira Xavier
Orador: Irineu do Ama-a! Cardinal
CONSELHO FISCAL
Bela Vista
tes personagens só voltaram a nossa cidade pa­
ra cuidar de nomllações, de missões e promessas.
O Governo do Estado está construindo a
ponte no Apa, obra de vulto, concordamos, mas
:t Só. "únicamente a pente . . . . . . . . . . . . . ..
Agora desferem o golpe fatal, enquanto
Jardim será ligada a Campa Grande por asfal­
to; idem a Maracajú e Rio Brilhante, ligando a
com São Paulo, Bela Vista fica. ilhada, não te-
TO SEU. Você votou. Faça com que o seu vota
TENHA VALOR. E uma turma, Use-a.
Desperta meu povo, desperta. Vá nos dlre
túrlos. à Câmara, PRESSIONE, SI t, PHESSIO
E OS POUTICOS, se for preciso, forma
COMI!TOES, VAMOS AO GOVERNO, A AS.
SEMBLEIA, cobre, meu povo, cobre as pro·
messas.
Geral
estradas
está
do
do
Dersul
PDS''
Segundo informação de elemento pertence
te ao Diretório do PMDB o Diretor do DERSUL
virá a Bela Vist.a, na próxima semana, para ou
vir as rec:lamnções do Dirct6rio. Rld!culo. O DI
ret6rlo deve, e tem a obrigação, é de agradecer
o nobre Diretor, um dos poueos, repetimos, que
está olhando por Bela Vista .
Gostamos de lembrar, a maioria desse pes­
soal que hoje integra o Diretório do PMDB,
nos anos duros, por onde andava? Nós, aqui
do jornal, que acompanhamos passo a passo
a politica belavistense, desde 1972, lembramo­
nos de Carlinhos Medeiros, Idelfonso Pinheiro,
Xirú Bnun, 1"Janeco Miranda e um ou outro
nome, estes sim, podem defender a PUREZA
DO PMDB, o restante, com todo respeito, va­
mos trabalhar mais e esquecer um pouco os
"desencontros filosóficos".
maiores indústrias do setor.
Com mais esta medida de grande alcance
social, a Cruzeiro do Sul demonstra o seu in
teresse em servir cada vez melhor os usuários .
Tão logo terminem os trabalhos de pavi.
mentação asfáltica de Nioaque ao Km 21, a
empresa colocará em circulação modernos
ónibus, esperando se que o Governo do Estado
atenda as reivindicações dos belavistenses no
sentido de pavimentar o trecho entre Jardim:
a Bela Vista, tirando a nossa cidade do isola­
mento e do corredor sofrido.
Wolk Fernandes lIonteiro
Olimpio do Amaral Cardinal
Sidney Monteiro Mascarenhas
Osvaldo Miranda de Melo
Jurandir Fesü Filho
marginalizo da
mos asfalto e não há perspectivas de que isto pos
sa ocorrer nos próximos anos.
~ de se dizer, pobre Bela Vista rica de tan­
tas tradições, marginalizada, recebendo as mi­
galhas, não por culpa do Governador, mas dos
que se intitulam representantes da região e do
desconhecimento por parte dos planejadores do
Governo da realidade belavistense. Até quan­
do?

PI &Mi&WWWIL -
'5, ·+
l' "·
PODER JUDICLRIO COMARCA DE DELA VISTA
CiR'fôRIO JlIDICIAL
EDITAL DE PRIME.IHA E SEGUNDA PRAÇA (S) dsiuinsda para 16.04.4 6 30.04 4.
O Dr. Jonas dos anto Pelllcloni Juiz de zeiros), valor por quanto erá levado à praça
Direito da Vara Cível desta Comarca de Bela para ser nrremnutado por quem malor lnce der
Vt Eado de Mto Groo do Sul, na forma cima da avaliação, endo a venda fe!ta vis-
da lel, tu ou rncdlonte fi:J.dor Idóneo pelo prazo de 03
FAZ SABER a tdos que o prente edital
virem ou dele conhecimento tiverem que !orom
mnrcados os dis 18/04/04 e 30/04/04 4s 13:30
horas para a rallzação das praças desindas
nos autos N 225/83 de Ação de Execução de pen
rão alimentícia que Wnnderlcin Lima Duarte e
Carlos Lima Duarte move contra Manoel Duarte
referentes os bens penhorados nos autos aci­
ma menrlonndos abaixo carnct.crizados: Parle
do loto de terreno suburbano determinado pelo
número 101 dn lº Circunscrição dcsln cldnde,
medindo 30x62,50 metros, com frente para a rua
Dtmío do Lndúrlo; Lndo Dlrclt.o com proprleda­
do do Evcrlldo Arcc; Lodo Esquerdo, com Ma­
ri Esther Oviedo e Fundos, com Arnaldo Ifran,
av'la por Cr$ 500,000,00 (quinhentos mll cru-
dias. Dos autos no consta nenhum ónus ou re­
curso pendente de julgamento. E como o exccu­
tado Manoel Duarte é revelnos autos, por inter­
médio do presente fica o mesmo intimado o­
brc as praças nclma de:;lg11ndas,
E para que ninguém possa alegar ignoran­
eia, determinou o MM. Julz que se expedisse o
presente edital que será publlcaclo e fixado na
forma da lei.
Dado e passado nesta cidade de Belo Vista,
Estado de Mato Grosso do Sul, nos 19 dias do
m~s <10 março do nno de mi) novecentos e o1tcn­
ln e quatro Eu, (Pedro V, da Silva) o subscre­
vo,
Dlt JONAS DOS SANTOS PFLLICIONI
O JUIZ DE DIREITO
ESTADO DE MATO GOSSO DO SUL
COMARCA DE BELA VISTA
PODER JUDIOI.ARIO
CARTôRIO JUDICIAL
Edital de citação com prazo de 30 [trinta) dias

O Doutor JORGE AUGUSTO BERTIN,
Juiz de Direito em SUbsUtulção Legal, da Co­
marca de Bela Vista, Estndo de Mato Grosso
do Sul, nn forma da lel, etc ...
FAZ SABER aos que o presente Edital vi­
rem ou dele conhecimento tiverem e por este
, Julzo e Cartório Judicial trnmitn os autos de
Execução Forçada nº 07 /84, que Ricardo Cen
turlão e Adão Cabreira movem contra Mario
Toslo Fukul e Tnkef Fukul, do teor seguinte:
Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da Comarca de
Beln Vista, Estado de Mato Grosso do Sul.
Ricardo Centurião, brasileiro, casado, transpor
tndor, portador do crc nº 090.971.671-15, resi­
dente nesta cidade de Bela Vista MS, e, Adão
Cabreira, brasileiro, casado, motorista, porta­
dor do CIC nº 048.623.091-00, residente nesta
cidade de Bela Vista MS, pelo seu advogado
e procurador, ln!ra assinado, com fundamento
no art, 566, lnc. I do Código de Processo Civil
combinado com o art, 585, tnc. I, do mesmo
diploma legal, vem a presença de V. Excln.
propor, como de fato proposta têm a presente
Execução Forçada contra Mnrlo Toslo Fukui
e Tnkel Fukul, que também ssina Takel Chi
Fukul, o primeiro, brnsllelro, casado, comer­
clante, estnbelecldo com casa comercial nesta
cidade de Bela Vista MS, o segundo japones,
comerclante, também com cnsn comercial nes
ta cidade de Bela Vista MS, atualmente em
lugar Incerto e nllo sabido pelos fatos c fun.
damentos: 1) Os exequentes são credores dos
executados da quantia de CrS 1.690.000,00
(hwn milhão seiscentos e noventa mil cruzei­
ros), representados pelos 02 (dois) cheques
em anexo, de n° 001.272 no valor de CrS
1.150.000,00, sacado contra o Banco Brasileiro
de Descontos S/A, e 122911 no valo; de CrS
540.000,00, sacado contra o Banco Barnerindus
do Brasil S/ A, sendo que o primeiro requeren
te é credor da quantia de CrS 1.150.000,00 e o
segundo da quantia remanescente CrS
640.000,00, de emissão em conta conjunta, des
tarte, de responsabilidade solidária de ambos
os conta correntistas, não pagos pela falta da
devida provisão de fundos. 2) Ppr inúmeras ve
res os exequentes procuraram receber dos exe
cutados o referido crédito sem obterem extto,
e estando atualmetne os executados em lugar
incerto e não sabido. Isto posto, a V, Excla.,
se dlgne detennlnar a citação dos executados
para pagarem o valor dn dlvldn, acrescida de
juros de mora, custas processuais, honorários
advocatlclos, com aplicação de competente cor
reção monetária do débito, sob pena de não o
!nzendo, nem oferecidos bens à penhora no
prazo de 24:00 horas, sejam-lhes penhorados
tantos bens quantos bastem para solução das
obrlgnçõcs e seus acréscimos, juros, correção
monetária, custas e despesas extra-judiciais,
e citados ainda para todos os atos ulterbres
do processo. Em caso de os executados não
serem encontrados pelo O!lclal de Justiça, se
procedn de confonnldade com a norma previs
tn no art. 653, e seguintes do CPC., pede-se aln
da a intimação das esposns dos executados caso
a penhora venha recair sobre bens imóveis.
Para tanto, se requer alndn, seja julgada prece
dente a presente execução e condenados os
executados na forma acima mencionada. Pro­
testa se provar o alegado por todos os meios
de provas em direito admitido, inclusive pelos
depoimentos pessoais dos executados, desde
requerido, dando se à presente o valor de CrS
1.690.000,00 e, com os inclusos documentos.
Pede Deferimento. Bela Vista MS, 03 de janei •
ro de 1984. Dr. Pedro José Pal.mlerl. E como
os executados Mnrlo Toslo Fukui e Takei Fu­
kul não !oram encontrados, foi determinada
n expedlção do presente Edital com prazo de
30 dias através do qual ficam Citados Maria
Tosio Fukui e Takei Fukui, para no prazo de
24:00 horas, pagarem a divida ou nomear bens
à penhora sob pena de não o fazendo; serem
transformados em penhora os bens arrestados.
O presente Edital será publicado na forma da
lei e afixado no Forum local no lugar de cos
tume. Dado e passado nesta cidade e Comarca
de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do SU1
nos dezoito dias do mes de janeiro do ano d~
mil novecentos e oitenta e quatro. Eu (Petronio
Leão) Auxiliar Judiciário, o datilografei e subs
crevo.
CÂMARA É NOTÍCIA
DR. JORGE AUGUSTO BERTIN
Julz de Direito em Subst, Legal
Moção de Congratulação
AUTOR Bancada do PMDB: Pe!a Pesnte
Moção. a Bancada do PMDD de Dela Vista
congratula V. Excia. Dr. WIlsn Barbosa Mar­
tins pela passagem gloriosa do seu primeiro
ano de governo, desejamos a V. Excia. que os
princ!plos que norte:irll.m este J:rlmclro ano
de governo, faça com que V. Excia. cumpra o
restante do vosso mandato traduzindo como
vem traduzindo a vontade do povo do Mato
Grosso do Sul.
Saudações pccmcdebistas.
MARCELO CALVANO
IDELFONSO PINHEIRO
ROSSEVELTE LINO GARCIA
H EQUEllli ENTO
AUTOH Vereador Evilá+ to unes de Miranda:
Fazer a Imediata ampliação no campo de Fu­
tebol existente na Escola Erasmo Medeiros,
no bairro N. S. de Fátima, consistindo na re­
tirada de um bananal existente no aludido
campo,
I 'DICAÇAO
AUTOR Vereador Marcelo Calvo:
Necessidade de mandar nivelar e tampar os
buracos existentes no rua 13 de Junho no tre­
cho compreendido entre a casa do Senhor Jo­
sé Avellno e Silva e a esquina da rua Cel Dias.
REQUERIME: 'TO
AUTOR Vererldor Marcelo Calvano:
Mandar abrir as ruas das Vila Jardim Espírito
Santo 1, e 2. (Um e Dois).
REOUERIME: TO
A TOR Vereador Marcelo Calvano:
Oficiar ao Exmo. Senhor Presidente da Repú­
blica Gen. João Batist.a de Oliveira Figueiredo
na necessidade de promover ainda em seu
Governo eleições diretas para o seu sucessor,
como também para as Prefeituras de Área de
Segurança Nacional e Hidnls Minerais, para
que possa desta maneira reafirmar perante o
povo brasileiro vossas palavras de que iria
fazer deste país, uma verdadeira democracia.
REOUERIME! TO
AUTOR Vereador Rossevelte Lino Garcia:
Convocar o Sr. Secretário de Obras Dr. Fer­
nando Jorge, para participar na próxima reu­
nião desta Casa Legislativa, no dia 26 do cor­
rente mês, para tratar de assuntos de interesse
da comunidade.
Jl'il>lC.ÇAo
AUTOR Vere: dor To sevelte Llns Gare4.
Necessidade de mandar fazer reparos e ,
das as ruas do Durro JARDIM PRIMAI
com urgCncí:i.
l ·mcAÇ,O
AUTOR Vereador Fossevelte Lino Garel:
Mandar fazer reparos na pavimentação @,
tica, da Rua General Osório, e. quina com-~
Rua Mario Wandelboche.
J
' t
I DICAÇAO
AUTOR Vereador Clnuclionnr llodrii:-ues:
Passar a motoniveladora em todas as ruas do
Bairro Costa e S!lvo., bem como nus fllQ <h
Parque das Primaveras, tendo em vista que ti..l
mesmas encontram-se emburacadas,
p
INDICAIO
AUTOR Vereador Claudlonor Rodrigues:
Fazer limpesas no Conjunto Habitacional co
hab, bem como no redor da E coln Mllllclpl)
"Jarbas Passarinho", que encontram.se tota!.
mcnlc tom.:idns p:!IOs matngnls.
lNDICAÇAO
AUTOR Vereador Anselmo Lopes:
Entrar em contato com o proprietário da Fa.
zenda Panorama, para tomar as provldênchs
cabíveis com a finalidade de dar acesso aa
usuários daquela estrada até a Escola Leo1c,
glldo Gonçalves da Silva.
PARECER N" 001/84
UTOR Comissão de legislação, Justiça e Re.
dacão Final:
Emite parecer referente ao Projeto de Lei n•
001/84, que Autoriza o Executivo Munfcipal a
doar para o Estado de Mato Grosso do Sul, to­
do o acervo escolar da Escola de 1° Grau Pro­
fessora Vera Guimarães Loureiro:
O Projeto de Lei, que ora examina, aponta ;
autorização desta Casa de Leis, ao Executivo
Municipal para o fim específico de transferir
e doar ao Estado de Mato Grosso do Sul todo
o acervo escolar da Escola de 1° Grau Pro­
fessora Vera Guimarães Loureiro.
A Comissão de Legislação, Justiça e Re­
dação Final, opina favoravelmente à aprovação
deste Parecer, uma vez que o projeto de Lel
em pauta, trará grandes bene!lclos ao nosso
munlc!plo.
Escritório de agrimensura élio Diório
Registro CREAA - Número 52.993/TD da 6.ª Região
Medições de Terras - Levantamentos Cadastrais de Fazendas - Divisões de Invernadas -
Ratificação Junto ao INCRA.
Serviço Qualificado - Responsável e Técnico
Atende todos os Municípios da Região
Informações: Fone 439-1258 (Escritório) e 439-1057 (Residência)
Rua Cuiabá, 180 (Escritório)
BELA VISTA
Rua General Ozórlo, 1281 (Resldênda)'
MATO GROSSO DO SUL
"O bom servidor nada teme no presente, orgulha-se do passado e confia cegamenteno
tuturo".
OCÊ _ PODE ICERTIR NiO ERRE
·o.o.·:sr·:" " .e«e,
• ' ' l':
CLC a R E o B o Do Q u EN
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ESTAMOS NOS~ ~ ~ A CONSTRUIR O PROGRESSO DA REGIAO.
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FATORES PREDOMINANTES DINAMISMO, FE E DEDICAÇAO
TA REGIAO. QUE FIZERAM DA MINERAÇAO BODOQUE NA A SEMENTE DO PROGRFC::$0 DES-
USINA: RODOVIA JARDIM A PORTO
Escritóri~~ Av. Duque de Caxias 99 - Jardim MS no' MORTINHO - Km 54.
• urados, Rua Joaquim Teixeira Alves 1985.
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y"","p,gome ". oooonero «soo« nua1saldam
HUI7 DA TIO.II.7Ir
Panorama
EDITURIIL
Pcusa en cuonto a fiestas profanas
Amablcn 'nmigos, las fiestas carnestolendas
ya han quedado atrás, con sus ruídos, sus nle
,rríns, etr. Ahora estamos em cuaresma, época
rle reffaxlón y cncuenlro y rcencuenlro para
otros con Cristo y 11 snzón nuestr.) ed!lorlol
ln fecha e5tará tratando sobre el tema; para lo
cual hemos Invitado ai Rvdo. Padre Rnnuclfo
Verón, de nuestrn Parróqula y él se refiere nsl
a la cunresma:
'a zrcsma nació en la Ilesia para en­
rei rnos ol mlsterio crlstiano dei sutrimfonto
y (o la mucrte através dei sufrlmlento y muer
te de Jesús,
La duraclón de este tlempo es de cuarento.
rlfas, de donde recebe su nombre . cuaresmn.
Tambicm se reflere a los cuarenta dfas que
Mol•..ls, Ellns y Jesús pasaron en las montarias
ermo tamblén los cunrenta afios que el pueblo
<Je Israel pas6 en ol deslcrto. Cuaresma de
lJor si es un tlempo de supernclón, austerldnd,
csfuerzo penoso, conversl6n y purlficacl6n de
pecado. La cunresma !leva al crlstlano a un
encuentro con Dios por medio de la oracl6n
y renuncia voluntaria de algo dlf!cil y hacien
do obras de caridad ai hermano necessitado.
Por eso, en el tiempo de Cunresma la Iglc
sla insiste en la penitencia, en el ayuno, en la
oraclón, en las buenas obras que son medias
J''lra relaciono.mos me,lor com Dios. El cr!s.
tlnno aprende a vivir su fe mirando a Cristo
en la cruz pues a cada paso el cristiano en­
cuentra dificultades y sutrimlento. A pesar de
tcdo eso, el cristinno encuentra fuerza y vida
en Cristo crucificado que supo aceptar su pro
pia cruz para dar valor y dignidnd al hombre
que surre. As! que el cristlano no acepta sa­
crlflclo ni sufrimiento y tampoco hace peni­
tencia para tener más vida, la vida de Cristo.
Jesús nceptó su cruz y su muerte para ganar
la Resurrecci6n que es vida y esperanza para
los cristianos. En esta perspectiva que el cris
tiano ve y acepta su cruz y hasta su propria
muerle.
Hay muchs personas que piensan que la
cuaresma es un tiempo triste porque se habla
de: cruz, renuncia, pecado, ayuno, prohibicio­
nes, o sea, ven la cuaresma de una manera
negativa. La cuaresma no es asi. Es un tiempo
que nos ayuda a pensar de cosas importantes
de nuestra vidn como por ejemplo: del sufri­
mlento, de la muerte, de nuestra relación con
Dios y de nuestros compromisos crlsti,inos.
CUaresma nos quire despertar a.que!lo que
está adormecido cn nosotros, el deseo de la
fraternldnd, e1 deseo de amar a Dias y c1 deseo
de tcner una soclednd más justa y fraterna.
Ha pocos dfos atrás la Iglesia Brasllcnn
inaugur6 su "Campanha da Fraternidade" para
este tlempo de cuaresrna, resaltando la necesl
dnd que debe tener todo crl::'.bno de allmenl:ir
al hermano necesitado.
Tamblén la Iglesla Paraguaya lanzó su
Campana de Cuaresma para este afio con el
lema: "Abre las puertas a tu hermano". Nues­
tros oblspos quieren que no solamente abra­
mos Jas puerto.s al Redentor cmo nos plede el
Papo. e neste afio de la Redenc16n pero
que debemos abrir nueslro corazón y nuestra
mente al hermano. No basta abrir las puertas
a Crido, es necesario también aceptar al her­
mano, amar al hcrmano y vivlr con el herma
no la !raternidad y con él construir una sacie
dade mejor.
No podemos vivlr nuestra fe olvidándonos
de nueslros comprom!sos evangélicos especl­
almenle para con el hermnno en necesidad.
No podemos llamarnos crlstianos olvldándo.
nos de nuestros compromlsos en la familia,
en la socledad y en nucstra vida privada. Cua­
resma nos hnce rec:irdar que cs Importante
ir a misa los domingos, que es Importante recl
bir los sacramentos, que es importante rezar,
pero que todo este no debe parar cn el templo,
debe continuar en nuestra vida de todos los
dfas. La gente debe ver una diferencia en nues
tra vida.
"No solamente quien dice, Sei'íor, Se­
or se salvará, sino quien hace la voluntad de
D!os". Nuestra vida cristiana debe comprome­
temos a luchar con todos los hombres de bue­
nn voluntad para construir una socledad más
justa y fraterna, una sociedad de amor.
Es un gran desafío, que tenémos delante
de nosotros. Para ser fieles a este desafio, a
este ideal, necesilamo,s de. la fuerza de Dios
oue nos viene através de nuestra comuni6n
êon EI que es fuente de vida y de amor. Dias
debe ser el punto de partida y de llegada de
todas nuestras • ácciónes. La cuaresma es el
tiempo apropriado' para· pensar en Dios y en
el hermano. Abramos las puertas al Redentor
y al hermano, •
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la or ar" owo opere
Bellavisteõo
DISERTCIONE '
- e. s estará tratando
Dentro de! programa de la campana de la Segin nos informaron. • e · . ,
fraternidad, que se desarrolla en Bela Vista, de que estas Jornadas sos realicen en forma cor!
' - • ' • idas para e
cspecllicamente cn la Iglesia Matriz Santo tinua y las mismas serán bienen '
Alfonso, EI día m!ércoles 14 de marzo ppdo. progrero del pueblo. t s de
en horas de la noche, en prosecución de lo También pudimos enterarnos atraves
que se venia hacicndo, se desenvolvió un acto miembros A A. (Alcoholicos Anónimos), que
un poco diferente de los dem4s, pués, el tem se está e tonando 1a posiilidvd %" """,,""
central fue "Alcoholismo - sus consecuenelas": tamb'én un grupo de A.A. en Della Vista
ire ·sant, o po1
la charla fue muy amena y la participación raguy; cosa que seria muy intere",,,, 3nes
dei público y alunos disertantes micmbros lo menos extender esas charlas y disertaclo! "
de A A. donde pudimos destacar la presencia aqui en nuestra ciudad especialmente par
del Profesor Elio, quien se encargo de la co. nuestra juventud y enfin para cuantos ten­
ordenación y otros amigos más de AA. que gan el interés en saber más acerca del alcoho-
cstuvieron presentes. lismo, derivaciones y consecuenclas. De ahi
D l d 1 , • ~" rt" ~,.....r r"~ l•• "'C""·~,-, que tcngan
entro 1el programo, ! ccnfrncia prin- ovo "": G "iR · " en
cipal estuvo a cargo del Dr Ribam□r quicn se que rcalizrse se hagan pesiivas Y muy
explay6 sobre cl tema: Alcoholismo, sus con. breve podamos anunciar a todos estas jorns
• • ' • d d , que sin
secuenclas. Lo hizo con bastante propiedad das del A A. aqui en nuestra ciu(ai, ! '
de conoclmiento, expllcando parte p:>r parto lugar a dudas solo traerá beneficios. .
las dlsdntas !acetus, por las que pasa un indi- De·de aqui aplaudimos a los mlcmbros
viduo en su recorrido hacia el alcoholismo y de A.A. qulenes realizam estas jornadas, des20s
posteriormente su inminente consecuencia. de éxitos en sus emprendimientos en esa lucha
Tnmbién se cxlbfo slides sobre el tema de ayuda desinterezada a1 pr6jimo, par ?""?
desarrollado, para su mejor lnterpretaci6n. los de una forma u otra han tomado el camin
Vale decir que la jornada vo.li6 ln pena, del alcoholismo, que solamente conducc a sen
hubo muchs concurrentes, el tema desarrol- das terribles; puedan encontrarse nuevament3
lado por cada uno de los oradores, !ue sim- y can realmente lo que el Supremo a creado:
pies, concreto y de !acil asimílación. Un ser humano capáz de servirce a si mismo,
Todos los presentes el cabo de la jornada a sus hermanos y a su comumdad.
salieron muy contentos y una vez más alerta- Recordamos que el A.A. iene reuniones
dos del gran pellgro que representa el alcoholls todos los sábados a las 19:00 Hs. en la, Iglcsl'.l
Matriz de Santo AUonso de Bela Vista.
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PREFEITURI MUNICIPIIL DE BELI V.
'' Atos Poder Moniciool"
Afonso Dilon Nunes Leite, Prefelto Munlcl­
pal de Dela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul,
usando das atribulções que lhes são conferidas,
e de eordo com o disposto no lei complementar
nº07 de 20 de Novembro de 1981.
nESOLVE:
"CONCEDER FtnTAS REGULAMENTARES"
A !uncfon.árln: Lnlr Gonçalvc~ Bolbucna
Barbosa, relativas no período de 8~/03, u partir
de 07 .02.84 à 06,03.84. (Port. nº 0058/84, de
02.02.1!4),
A !unclon&rlo: lforfu Eloíso. Jnrn Melo, re­
latlvas ao período de 82/83, a partir de 07 .02.84
à 06. 03.84. (Port nº 0059/8-1, de 06.02.04).
A funclonúrla: Maria Claudla de Sousa, re­
Jatívas no perlcdo de 82/83, a parllr de 06.02.84
à 05.03.84. (Port. n° 0061/84, de 06.02.04).
/1.o !unclonhrlo: Mlcuel Carvalho. relativos
no pcrlodo de IJl/62, a partir de 08.02.84 à
ADVOCACIA
Escritório: Av Rio Branco 187 • Fone 305
DR. ANTONIO F DO NASOJMENTO
ADVOGAOO
CIC 006.474.381-00 - OAB-MS 2809
Causas Civeis, Criminrus, quest!lo de
Terras, Direito de Família e Trabalhista.
Reslclêncln: Av Rio llrr.neo 193
'79280 - Porto Murtinho, Mato G. do Sul
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IVAN AFONSO DA COSTA IIARQUES
Advogado
Causns Cíveis e Criminais
Inventários, Desquites, Divórcios e
Legnliznçil.o de Terras
Escrit.: Rua Antonio Maria Coelho 428
Fone: 439-1395 '
Residência: Rua Cuiabá 468
BELA VISTA MS
ESCRlTóRIO JUR1DICO
NELSON CHAGAS
Advogado
Causas Traballústa, Comercial
Criminal, Cível (problemas-fnmflÍa)
Terras, Inventários, Cobranças, etc.
Rua Dr Ary Coelho de Oliveira 660
Pene: 2121 - JARDIM MS.
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DR. JOELSON MARTINEZ PEIXOTO
Advogado
Escritório: Rua 1 de Maio, 357
JARDIM - MATO GROSSO DO SUL
Executivo
07.03.84. Port. n 0062/04, de 07 .02.84).
Ao funcionrio: Emidlo Ferreira de Mora3,
relativas ao período de 82/83, a partir de 10.02.84
09 03.04. (port, n 0073/04, de 10.02.34).
Ao funcionário: Fr:inclsco Gurahl, relati­
vas nO período de 82/83. a partir de 13.02.84 à
12.03.81. (Por, 1 0074/84, de 10.02.84).
A funclonárla: EroclfcJes Nunes, relativas
ao período ele 02/83, a partir de 17 .01.84 à
06.02.84 (Port. N.o 0085/84, de 19.03 34).
Ao Funclonárlo: Alcides dos Santos Silva,
relativas no período de 83/84, a partir de 01.
03.84 à 30.03.84. (Port. N.o C082/84, de 28.
02 84)
Ao funclonárlo: Valmlr Rc~ário Cardoso da
Sllvo, relativas oo período de 83/84, a partir
de 09.03,84. (Port. N.o 0035/84, de 06.03.84).
DR. JOS~ ATANASIO NETO
Advogado
OAB - MS - 1579
Avenida Duque de Caxias, 780
Caixa Postal 31 - JARDIM MS
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DR. FIORI lIURANO
Médico
Clínica ele Senhoras e Crianças
Operador
CRM 352 - Fone: 439-1264
CPF: 003820351.
Rua 15 de Novembro, 75
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ESCRITôRIO DE ADVOCACIA
DR. PEDRO JOSE PALMIERI
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Rua 15 de Novembro, 160
Fone: 439-1132 - BELA VISTA - MS.
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do Cartório do Dr. Avelino - Bela Vista 1
MS .
preço deste exemplar
Cr$ 200,00
ADMITIR FUNCIONAnIOS
O funcionário: Fernando Jorge de Barros,
para exercer a função de Secretrio de Obras,
e Serviços Urbanos, a partir de 01.02.!l-t. (Porl.
N.o 0056/84, de 02.02.84)
O Funcionário Adão Florentino, para exer­
cer a função de Supervisor da Merenda Escolar,
no Departamento Municipal de Educação,
partir de 01.02.84 (Port. N.o 0057/84, de o::.
02.84)
A funcionária: Aparecldn de Jesus Pereira,
para exercer o !unção de Contínua, no Centro
Públlco Munfclpnl, o partir de 10.02.84. (Port
N.o 0067°84, de 24.02.84).
O funcionário: Nedir Nunes, para exercer a
função de Trabalhador Braçal, na Secret.nrfa
de Viação, Obras e Serviços Urbanos, o. partir
de 01.02.84 (Port. N.o 0070/84, de 07.02.84)
O !unclonárlo: José Pereira da Silva, para
exercer a !unção de Professor, na Escola Mu­
nicipal de I Grau Bela Vista, a partir de 01.
02.84. (Port. N.o 0071/84, de 07.02.84)
A !unclonária: Vera Lúcia Nogueira Hayd,
para exercer a função de Professora, na Esco­
la Municipal de I Grou São Clemente a partir
de 01.02.84. (Port. N.o C072/84, de 08 02.84)
O íunclonhrio: Antonlo Areco, para exercer
a função de Professor, na Escola Municipal de
I Grau Bento Gonçalves, a partir de 20.02.84.
(Port. N.o 0076/84, de 24.03.84)
A funcionária: Maria Dolores Freitas Areco
para exercer a função de Merendeira, na Escola
Municipal de I Grau Bento Gonçalves, a partir
de 20.02.84. (Port. N.o 0077/84, de 24.02.84)
A funcionJiria: Iolanda Terezinha Baes
Arruda, para exercer a !unção de Professora,
na Escola Municipal de I Grau Professora Ve­
ra Guimarães Loureiro, a partir de 06.02.84.
(Port. N.o 0078/84, de 24.02.84)
A funcionária: Neuza Maria Borges Bar­
bosa, para exercer a !unção de Secretária, na
Escola Municipal de I Grau Jarbas Passarinho
a partir de 15.02.84. (Port_ N.o 0079/84, de
24.02.84) 1 1 1
A funcionária: Darei de Almeida Coutinho
para exercer a !unção de Professora, na Escola
Mimicipal Castelinho cantado, a partir de
06.02.84. (Port. 0080/84, de 24.02.84)
DEMITIR FUNCIONARIOS
O funcionário: Silvano Freitas, sem justa
causa em, 30.01.84. (Port. N.o 0051/84, de 30.
01.84)
O funcionário: Vergilio Ramão Torres por
pedido de dispensa em, 03.01.84. (Port. 'N.o
0052/84, de 31. 01.84)
A funcionária: Maria Alice Salina, por pe­
dido de dispensa em, 31.01.84. (Port. 0053/84,
de 01.02.84)
A funcionária: Cirene Cunha Colim por
pedido de dispensa em, 31.0184. (Port. N.o
0054/84, de 01.03.84
O fun,.ionário: Daniel Furtado de Morais
Carvalho, por pedido de dispensa em, 01.02.84
(Port. N.o 0055/84, de 02.02.84)
. A funcionária: Lourdes Rodrigues, por pe­
dido de dispensa em 03.02.84. Port N.o 0060/
84, de 06.02.84)
O funcionário: Nildo Coronel,• por pedido
de dispensa em, 06.02..84. (Port. No 0063/84
de 07.02.84) • '
A funcionária: Maria Faustina de Sousa
Gonzaga, por pedido de dispensa em 09 02 84
(Port. nº 0064/84, de 07. 02.
84
). ' • • ••
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n
MM
009/84
A funcionária: Maria Aparecida do V.,1,
Vasconcelos, por pedido de dipena a, 0y.
.4. (Por, n 0065/84, de 07.02 4.)
A funcionária: Maria Aparecida Arguelh,
por pedido de dipena cm, 05.02.4. (@ort.
n" 00€6/U4, de 07.02.84.)
A funcionária: Maria Eni do Couto Vi!3
por pedido de dispensa em, 20 02.%4. (Port
n· cc6s/34, de 97.02.4).
A funcionária: Rosana Miranda, Sem justa
causa em, 33.02.84. (Port. n 0C69/84, de 07.
02.81).
O funcionúrio: Ata
1
10zio Vuldrs, por pedido
de dispensa em, 08.03.4. (Port. n 004/84, de
06.03.84)
A funcionária Florentina Frcltns, sem jus.
ta causa em, 10.03.84. (Port. n° 0083/8-l, de
13.03.0-1).
A !u1clonãria: Vnldete de Oliveira Cara.
lho, por pedido de dispensa em 29.02.64. (Port.
n" 0036/84, de 13.03.84).
A funcionário: Carlindn Veiga Benltes,
por pedido de dlspensa em, 29 O2.84. (Port.
nº 0087/84, de 13. 03. 84).
A funclo:iárla: Helena Mendonça, por pe­
dido de dJspensa em, 13.03.84. (Port. nº
0088/84, de 13.03.84).
Ao funcionário: João Rodrigues, por pcdl­
do de dispensa em, 13.03.84 (Port. nº 0089/8-l,
de 13.03. 84).
O funclonó.rio: Vllisvaldo Gamarra, por pe­
dido de dispensa em, 01.03.84. (Port. n°
C091/84, de 16.03.84),
O funcionário: Jacinto Pereira, por pedido
de dlspensa em, 10.03_84. (Port. nº 0092/84, de
16.03.84).
"CONCEDER LICENÇA PARA GESTAÇÃO"
,A funcionária: Balbina Aguero, a partir de
24.02.84. à 17 .05.84. (,Port. nº 0081/84, de 28.
02.84).
Prefeitura Municipal de Bela Vista, Esta.
do de Mato Grosso do Sul aos Dezesseis dias
do mês de Março do ano de Mil Novece.:it.os e
Oitenta e Quatro.
AFOSO DILON NUNES LEITE
Prefeito Municipal
DE SOUZA ROSA
CREA- 667•D
INCRA - 76/83/CR-16
Projetos e Execução
Serviços Topográficos
Desmembramentos, loteamentos, medi­
ção de fazendas, etc.
Regularizações de Obras
Avtliações
Orçamentos.
Escritório: Rua Mário Van Den Bosch
460, - Fone: 439-1366.
BELA VISTA MS.
L
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.enatos e
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GOVERNO WILSOII
ORAS, FRIORDAE E SIPIPTT
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O NVOLVIMENTO SOblO -
A importância da ação governamental no
setor de obras públicos, em apoio ao desenvol­
vimento económico e social é um dos pontos
de partida para a execução de uma nova polltl
ca de Infraestrutura regional e urbana em
atendimento às necessidades prlorit.árlas da
população.
Esse direcionamento exigiu dos novos re
ponsáveis pelas obras públicas uma anális
mais profunda para a deUnlção de prlorldadeJ
nos empreendJmentos, visando seu ajuste e
nova politlca de austeridade e adequação aos
limites suportáveis do Tesouro Estadual.
GARANTIR O TRANSPORTE DE RIQUEZAS
Desde março do ano passado, quando a
primeira ação do governo foi recuperar as
estradas em péssimas condições, até agora,
com o inicio das obras da BR 262, Hgando Mi­
randa a Corumbá, a ação governamental tem
refletido a preocupação com a complementação
do sistema estadual existente para suprir a
carência de trafegabilidade em regiões em
processo de incorporação de novas áreas pro
dutivas.
O Departamento de Estradas de Rodagem,
DERSUL, após recuperar seu parque motome­
cnico, vem dando prioridade à restauração e
manutenção da rede rodoviária estadual em
torno de 15 mil quilómetros, substituindo gra­
datlvamente pontes de madeiras por pontes de
concreto, e abrindo estradas vicina!s para li­
gações com estradas-troncos, em especial onde
o tráfego na época de escoamento da produção
é mais intenso.
Outra meta no setor, anunciada pelo pró­
prlo governador Wilson Barbosa Martins, é o
asfaltamento de mais 1.500 qullõmetros de
estradas, essencialmente voltadas para as zo­
nas de produção agrícola, contribuindo para di­
minuir os custos de transporte que terminam
por encarecer os produtos quando chega ao
.. consumidor. •
Em 1983, destacou-se o início da execução
da Rodovia do Calcáreo, que prevê a pavimen
tação das rodovias troncos Cassilndia-Chapa­
dão dos Gaúchos, Aquidauana-Nioaque, Mara
caju-Gula Lopes e Maracaju-Rlo Brilhante.
Outra obra de grande vulto é a conclusão
da BR 262 no trecho Miranda-Corumbá, que
constitui-se em verdadeiro desafio para a en­
genharia, contra as condições geográficas do
Pantanal e que depois da conclusão, prevista
para o inicio de1987, desencadeará a integra­
ção definitiva e o desenvolvimento de uma
vasta região do território do Estado, formada
.,
rês boas razs
Para você preferir os
nossos impressos
1) Qualidade 2) _Preço 3) Rapidez
a
pelos municípios de Corumbá, Ladário, Miran
da, Aquidauana e localidades adjacentes.
Observa-se também no setor, a preocupa­
ção com o direcionamento do tráfego para
canais de exportação dos produtos do Estado,
criando alternativas para comercialização da
safra a preços mais competitivos, com a pa
vimentação asfáltica de 188 quilómetros nos
trechos Rlo Verde-Sete Quedas, Nova Andradi
na-Batalporã, Bodoquena-Entroncamento BR
262, Camapuã,Parafso, Campo Grande-Rocha
d» e Entroncamento BR 367 a Deodápolis.
No ano passado as 14 residências rodoviá
rins do Dersul restauraram pontos críticos de
tráfego, com patrolamento e encascalhamento
equivalente a 57.590 qullômetros de rodovias
estaduais e municipais, construindo e refor
mando 2.700 metros de pontes de madeira.
OVO PERFIL URBANO
MARTINS
O Departamento de Obras Púb!Jcas, seguin
do a nova orientação necessitou reexaminar o
elenco de trabalhos a ser executado para a
reativação de obras prlorit.árlas, cuja parali­
zação ameaçava inclusive o total estrangula­
mento do setor. Nesse sentido, foram agilizadas
as obras já lnlcladas no complexo do Parque
dos Poderes com a construção da Academia
de Policia e a conclusão de blocos de secreta­
rias, creche e o restaurante do Clube dos Ser
vidores, estando previsto para este ano o tér­
mino do prédio da Assembléia Legislativa. Na
Capital do Estado, o DOP realiza pavimenta­
ção asfáltlca do prolongamento da Avenida/
Afonso Pena em direção à sede do Governo
Estadual, além de desenvolver ações de com­
bate à erosão e cheias, como a canalização do
Córrego Prosa.
Implantando uma nova política de desen­
volvimento, com obras de maior interesse so­
cial, o DOP viabilizou no primeiro ano de ad­
minlstração Wilson Barbosa Martins, ações
como a conclusão do Centro de Ensino de
Dourados; reforma de 17 escolas estaduais que
estão em fase de acabamento, mais 29 escolas,
13 creches comunitárias e 26 unidades de saú­
de. Além disso estão 'sendo construidos novos
postos fiscais e unidades de armazenamento
de Jardim e Sete Quedas, visando o aperfei­
çoamento da máquina açrecadadora e maior
apoio á agricultura.
ENERGIA VITAL PARA O DESENVOLVI­
: , ·1 • • 1
MENTO "E+;· ·-! c--- : 'A%
Ao lado dos transportes, o setor de energia
é um dos mais prioritários para o desenvolvi­
mento do Estado. A política adotada foi a de
aumentar a oferta de energia confiável, além
de reforçar as condições de atendimento aos
usuários, garantindo o suporte necessário pa­
ra a atração de novos investimentos para o
Mato Grosso do Sul. Nesse sentido a Enersul
completou este ano 200 mil ligações, o que
equivale ao atendimento de um milhão de ha­
bitantes, com acréscimo de 13 por cento no
sistema. E somente neste primeiro ano de
governo, • foram • estendidos os benefícios da
energia elétrica às localidades de Indápolls,
Panamby, Vila Vargas, São Pedro, Coronel Sa-
- 1º DNO
pucaia, Douradina, Bocajá, Sapé, Cruza]tina e
Sete Quedas.
Para alcançar a redução de custos o m:llor
oferta de energia foi aumentada em 30 por
cento a capacidade de geração de usinas térmi
cas e hidráulicas e construidas nove subesta­
ções; estando programadas para 1984. outras
dezoito, além da implantação de 578 quil0me
tros de linha de transmissão e a substituição
de uma usina diesel no munic!plo de Coxim
por energia hidráulica.
Outros números indicam a lmplantaçlo
de 12.905 novos postes, numa extensão de 614
qullômetros; 7.626 luminárias, das quais 4.736
com auxilio dos municípios. Por outro lodo,
a elaboração de projetos de viabilidade técni
ca e econôm!ca e o estudo do mercado, contri­
buem para adequar novos soluções técnicas,
em especial, para a eletrificação rural que no
ano passado recebeu 176 quilõmetros de ex­
tensão. beneficiando 343 propriedades e com
estimativas demais 2.845qullômetros p<ira aien
dimento de mais 2.631 novos consumidores em
1984.
TARIFA SOCIAL EM ATENDIMENTO BA­
SICO
Seguindo uma das diretrizes do Governo
Estadual para favorecer as classes de baixa ren­
da, a Empresa de Saneamento- Sanesul - em
1983, criou a tarifa serial, reduzindo os custos
para os usuários que menos utilizam a água. A
medida beneficiou com a redução de cerca de
33 por rento da tarifa, quase a metade dos clien­
tes da Empresa.
Os dados a Sanesul mostraram que no pe­
ríodo do primeiro ano de Governo, o arrécimo
de 14 por cento no atendimento à população a­
través de 20.897 novas ligações; aumento de 23
por cento no sistema de captação; incremento
de 33 por cento na capacidade reservação de á­
gua tratada, além do aumento de 12 por cento
no sistema de captação profunda com a perfu­
ração de 23 poços de alta profundidade. Merece
destaque o aproveitamento de novos mananciais
para o atendimento das grandes cidades, já es­
tranguladas pela oferta atual, como é o caso de
Campo Grande, Corumbá, Àqufdauana, Doura­
dos, Ponta Porã e Três Lagoas.
Na área de saneamento básico, houve acré­
cimo significativo de três per cento na implan­
tação de novas ligações de esgoto sanitário em
877 unidades. Neste setor, as ações do Governo
estadual, estão dentro dos objetivos e metas do.
Plano Nacional de Saneamento Básico que pre­
vê até 1985, o atendimento de 90 por cento da,
população urbana.
MORADIAS PARA QUEM NECESSITA
O déficit habitacional nos grandes centros
de Mato Grosso do Sul, provocado pela exces­
siva taxa de urbanização - 67 por cento da popu
lação do Estado vive nas cidades- e o signifi­
cativo aumento das favelas localizadas nas peri-
GRMERCAO
WHITE. MAGNLIA LTD
"A QUALIDADE DE SUA VIDA DEPENDE DA QUALIDADE DAS COISAS QUE VOCE
POE NELA.
PANIFICADORA CONFEITARIA, LANCHONETE, AÇOUGUE, LEITERIA E VENDAS DE
PRODUTOS VETERINÁRIOS POR ATACADO AVENIDA DUQUE DE CAXIAS N° 4A48
ferias dos municípios, levou a Companhla de
Habitação Popular - Cobab • a adotar uma
política voltada para o aspecto s6cio-econômico,
urna vez que a inexistência de habitações para
a faixa de assalariados entre zero e três salários
mínimos, convivia com a ociosidade de miutas
unidades habítacíonais construídas para as fai­
xas de melhor renda:
Dentro da nova orientação e enfrentando di­
ficuldades Como a escassez de recursos, a Cohab
em 1983,,concluiu conjuntos habitacionais já in1-
ciados em um total de 2.726 novas casas. Nestes
conjuntos começou a ser implantada a nova filo­
sofia da Companhia e oferecer habitações de
melhor qualidade e com infraestrutura básica.
A Empresa, por outro lado, intensificou o tra­
balho de fiscalização visando eliminar as espe­
culações imobiliárias.
Ainda este ano, a Cohab/MS, deverá iniciar
a cosntrução do Conjunto Habitacional Aero
Rancho com 1.013 unidades em Campo Grande
além de ajustar-se à política de habitação popu­
lar do Governo Federal, através do Plano Nacio
nal de Habitação Popular.
Tribuna da Fronteira
Fundado em 20/2/1972)
C.G.CM.F. 15 513.203/0001
-- Reistro no Cartório de 'Titulos e
Documentos n.
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35 -
.Diretor-Responsável: Ivaldo Pel'elra 1
(Jornlista Profissional. Matricula
MTPS n.° 140)
Administração, Redação e Parque Gráfico
- SEDE PRÓPRIA -
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nes 223.1655 • 223.1660 • Brasília (DF).
Filiado à ADJORI e ABRAJORI
8
.r

TRIBUNII D11 FRO
COMENTA N

Fatos
I
J SE COMENTA ! • ..,, 'l
Caco haja eleições diretas par Prefeito em
Bela VIta te nas demls cidades fronteira) já
se comenta que Ivan Marques, Claudionor I­
drigue, Edso Morals e Evilslo Mirnda,
serinm candidatos. É Isso aí, pessoal, renovação
pa.r11clpnçúo. No PMDB, seriam Marcelo Calva
no ldelfonso Pinheiro e Adall Ferreira. Excelen
tes,
FALANDO EM EDSON MORAES
I!
*
Estlvomo.'I sábado nn, Fazenda Primavera.
de propriedade do pccunrlsta Edson Morois,
onde passamos bons momentos, Comemorava-se
na ocnslúo o casrunento de RONEY E NEIRE e
o .anlversil.rlo do Edson.
Foi umn belíssima festa, com o RONEY E
NEIRE rcepclonando muito bem as dezenas do
convidados que lá compareceram. Muito chopp
e multo churrasco, ao ponto, servido pelo Ses­
senta. NOTA DEZ. Felicidades ao jovem ca­
sal.
ANOTEI,,,,
Foto
NO CASAMENTO
s e s o e
TONINHO NA CAMARA
e d a d
o
e
Por Nancy
*

GINÁSIO DE EFPOITES
No dia 11 pp foi palco da abertura da Cama.
nha da Fratemidade. Cerca de 3000 pese
lotaram o Ginásio Coberto para assistirem
mlssa e a chegada de Nossa Senhora A cidada
e as palestras muito interessantes, proferia
pelo Cmte, d 1O° RC, Cel Lima, Juiz de Dr!.
to Dr. Jonas dos Santos Pellicionl, Médle D
Carlos A. Ocariz e Professor Ferraz,
1
1 ., ,.. , t "'
• • 1.'
Por ln clrculnram a fina flor dn mocidade
belavlstense muita gente bonita e elegante. Do­
ra Alice Pedra, Elnine Brum, Marcos Loris, Ma­
ristela Cardinal.
JOVENS CASAIS
1 ... 1
Adriana e Ricardo. Léa e José Ronaldo, Jo­
sé Lulz e Jaqueline, Manoel e Mary,
Eleições no
De Roney e Neire registro importante para a
presença do empresário Rodolfo Pereira - esposa.
Ele um dos blg man da fronteira, proprietário
do Cassino Parauy é amigo d familia, Uma
grnnde pedida é jantar no Rcstauranto do Cas­
sino niío 6 Rodollo7
CURSO DE PINTURA
Realizado na semana pp. pela Sra. Sãnia foi
SU total. Grande número de alunas apresenta­
ram-se para aprender a maravilhosa arte de
pintar, Em julho na Expobel a Sra: Sãnia pre­
tende expor para venda seus trabalhos princi­
palmente cm camisetas. •
CHÃ DE COZINHA
Dia 11 PP na residência da Sra. Adriana Nuiíes
Simões aconteeeu às 17 hs, o chá de cozinha
da jovem Nelre. Para a reunião.compareceram
muitos amigos do Neire que realizaram brin­
cadeiras e muitos castigos, enfim, foi um !lnal
de tarde de muita diversão.
Gremio Pedro Rufino
l
João Kalife quer continuar. Ele (e sua
equipe) construiu o Parque Aquático, vai ini­
ciar as obras da sauna e reformas do prédio.
A chapa encabeçada pelo Kall!e está publica­
da abaixo, Outra chapa, do Sargento Ávila
Renovação, quer entrar para mudar os Esta'.
tutos. Outra: reformar o prédio.
Jornal que se preza lncentivsr a comunida­
de quando se trata de eleições diretas.
Sim, diretns, e nos sóclos do Grêmio cabe­
rá a responsabilldn.de de escolher a nov dire­
toria. Sócios em sua maioria. CIVIS
_Não vamos lembrar as obras e as promo­
ções do Kallíe, o clube atravessou momentos
difíceis, agora tudo está mais fácll, contas pa­
gas, dinheiro em caixa (o carnaval rendeu) e
quer partir para novos empreendimentos.
Além de reformar o prédio, outras novidades
serao apresentadas o_portuhnmente
O Ávila, que também faz parte da atual
diretoria, acha qUe é bora de mudar, de inves­
tir na juventude, promete trabalho em equipe
e atender os mais legitlmos interesses do
quadro social.
O Grêmio, que congrega clvis e militares
mais CIVIS, precisa PENSAR GRANDE naw:.
de apregoar aos quatro cantos dificuldades
crises e a nefasta f!losofla do "não dá". Nã~
vamos comentar as virtudes ou os defeitos
desta ou daquela chapa. Fatos falam mais do
que palavras. O sócio analisa. pondera e vota
naQuela chapn que está em condições de PEN.
SAR GRANDE.
Nós continuamos com a mesmo opinião,
é preciso que haja mais civis na diretoria, mais
empresários. homens de nepzócios, pente acos­
tumada a CONSTRUIR, A REALIZAR, sempre
lembrando, sem pretender ferir ninguém, que
o Grémio Pedro Rufino já não é um clube estri­
tamente militar, pertence muito mais à socle­
dade civil, que lhe dá rest>aldo, não só financei­
ro, mas principalmen1P sõcial. Isto nos dá so­
bejas razões para debater o assunto a nível
de comunidade e conclmar todos os sócios
que votem dla 15 de abril.
CHAPA CONTINUAÇÃO
DIRETORlA
Presidente
Vice Presidente
João Kali!e
Francisco Neris de Oliveira
1 ° Secretário
2° Secretório
1° Tesoureiro
2 Tesoureiro
Orndor
Bibliotecário
Suplentes: 1 o



Secretório
1° Vogal
2° Vogal
Dirotor
Secretário
1° Suplente

João Frnncisco Cust6dio
Hnroldo Braga Cavalheiro
José Raimundo Vieira
Jnimc Costa
Adalb.erto R. do Santana
Renato de Sousn Lopes
Frnncisco Silvio dos Santos
Pedro Araujo dos Snntos
Antonio Lopes
Luiz Cnrlos Rahal
CONSELHO FISCAL
Relator Ivo Antunes Coutinho
Enildo Benedito Miranda
Elpídio Pereira, dos Santos
Sebastião P. dos Sontos
CONSELHO TECNICO
1

,' a. .+,1 teli
, ... Não poderia deixar. de enviar as minhas Ie 1
cltnçõc, no amigo TONINUO, recentemente em­
possado vereador. Felic:idades e muito traba-
lho. J
CLUDE ESPORTIVO BELAVISTENSE
Partindo do objetivo de ativar novamente
o clube esportivo Belavistenso formou-se uma
com:issiio,
Elementos da referida conússiío organiza•
ram uma reunião que foi realizada às 20 hs
no clubo.
Fizeram parto da mesa: Jurnci e Jaclra lfo.
lo, Jcy Acioli, Enoly Assis. Maria Amélia Pi­
nhelro, Hortenclo Ecobr, Ricardo (gão) Ro­
sno Sro.
Houve o o.íluência de pessoas representati-
vns do nossa sociedade, que dinnb do exposto:
"levantar novamente o belavistense" apoiaram
e deram incentivo a idéia
Como a campanha iniciada requer trabalho
e cooperação a camisão organizadora convida n
familia belavistense pzr uma pr6xima reunião
a realizar-se dia dois de abril no clube belavis­
tensc 2s 20 hs.
CHAPA RENOVAÇ!.O •
Presidente Diomedes Sandim de Avia
. Vice Presidente • Krugerson Mattos
_1° Secretário Luiz Carlos Adorno
2° Secretário Elder Basso
1° Tesoureiro Max M. Rocha de Oliveira
2 Tesoureiro Mario Edison N. de Mornes
Orador Oficial Cassemiro Alves Correa
Bibliotecário Arideu Curvello Lopes
Suplentes Paulo Roberto Perfeito
Elizier Gomes Nnkaione
Joaquim Sabino do Oliveira
Adelino Janjar
CONSELHO FISCAL
Relator Paulo Gilberto Ferreira
Secretário Dr. Pedro José Palmieri
Vogal Sillas Penha
Vogal Idelfonso Barros Loureiro
SUplente Ulisses dos Santos Lino
Suplente Sebastião Rodrigues de Faria
CONSELHO ttCNICO
Diretor Luiz Clãudio de Souza
Secretário Dr. Jorge de Souza. Rasa
Suplente Mario Euripedes Mamede
Suplente José Balduino Ramirez
BELA VISTENSE
ANIVERSARIO
O Capitão Walter Pires, no dia Il pp recebeu
muitos cumprlmcntos dos ntniAO.'l pela ps.,
gem de seu nnJvcna:rlo. Ao melo clin os O!.
is ofereceram um almoço no CORAI em sua
homenagem. A noite sua esposa Maria das
Graçar organizou um jantar (peixada), pr
cs familiares mais íntimos.
Ao Walter desejamos felicidades pelo nt,
A Maria nossos parabéns pelo agradável Jn-
tar.
ENLACE
Roney, filho de Paulo e Eldo. Slmões e Nelre,
filha de Doroteu e Cacilda Gonçalves uniram
se em matrimonio no dla 17 pp.
·pi+-·
N IGREJA MATRIZ.
de Sto. Afonso, decorada com margarldas
brancas e amarelas, estava muito bonita !I. cs,
pera da noiva.
• e }
Fabio de Souza Snntos
llario Santos Vargas
Ernnndo FnuÍcisco Gnsco
Diomcdes Rot!rigucs .'
1
NAQUELA
bonita manhã, com a Igreja lotada de convida-
dos adentrou a passarela levada pelos braços
de seu pai a noiva Neire, que exibia um llndo
vestido de noiva, estilo camponesa". .
APôS A CERIMONIA
Religiosa, os noivos recepcionaram seus comi
dados com gostoso churrasco, muito chopp,
na Fazenda Primavera.
OS CONVIDADOS
Acomodados confortavelmente em baixo de
enormes caramanches degustavam o gostoso
almoço ao som de wn alegre conjunto musd-
cal.
APÔS

O almoço os convidados dirigiam-se à barraca
dos doces caseiros, onde escolhiam o doce de
sua preferência e eram servidos pelas moças
que lá atendiam.
.
Quero pensar no Belavistense
Tal qual era!
Alço a rédea... a tristeza
me acomete
Encontro somente uma tapera
Dou rédea ao pensamento, e então,
eu tomo
Rumo do que se foi, em disparada...
Eu vou pensando que o Belavlstense
• é como
Tradição e história n!ío terminam
em nada.
Iniciou-se a campanha das novilhas em
prol do Clube Esportivo Belavistense. A você
que é bela.vistense, seja nesta ou em outra caro
panha, ajude o nosso clube.~~ ....... ~~~
-;±j· 4!f{21_I7 +.7FI"77TI
· V:!!!e"i"si:. '
VISITA ll,USTRE
VALE RESSALTAR
Que a decoração da Igreja, assim como a de­
coração dos caramanchões (também com bk
ques de margaridas brancas e amarelas) fol
trabalho do nosso talentoso Professor .Anton!O
Lopes.
. . .
-;s
• • • ·- 1 ..... •
I És5
l. . . .. )
I
.... ~
'
: .. --; >-
. ;.
_h t
....Recebemos a vs1ta do velho migo Glaucy
Flores, em companhia de sua espo!a Eli. Glau­
ey, atualmente residindo em Campo Grande, é
proprietário de O GALPÃO, um do lh
. , s me ores
r -,
!
DESEJAMOS
1 (
'' {
restaurantes do Estado.
O ex vereador veio rever
as saudades da fronteira.
'
0
' . ,
Ao Roney e Nelre mUitas felicidades na ds
que ora iniciam, aos anfitriões EdsOn e CeclliJl,
Paulo e Elda, nossos parabéns pela arte de
bem receber.
EMII

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