237_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº237_10_02_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título237_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº237_10_02_1983Número da edição237Data de publicação10 de fevereiro de 1983Número de páginas6GeoCoordenada -21.488948158338076 , -56.152401799031686 Documento 237_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº237_10_02_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto í,;ct11õtcii-·fr: r,,r1< 1ó i i.it(1 • 1"'-·•-- ~ -· /,no V Nú zrr • 10 2E E C . 1r O C.\1 U usr O c:<·J~rddlo cb J:,nl:,,1, rLr11:mdo <le Frei tas (íoto) nc1•:ott o p-··fc:it-i c!c:l0 n lG <lc no• ,·,mbro, Ccl. Plrc3, <l-~ ',,·::iitlor''; c1·:·1i<lo n um1 r'.ric ele nom0;içüc:: e rattb:é'tuiç:,c i i 0 it:1~ por P!. res, tão lgo mn a r{:!a Municipal. Ainda n:1o está b:Jm clnro o p:irquc n p::j:1 de trnldor t1m homem que sempre pi imou r:e h d:) D.l· dr&s éticos. :i,: o homem certo per.i o lugr.r certo. anEG E+, #; + # if-1 3 { e 3 í &.i? ti U ,_ ,,, l'., •JJ V ': " ;..iJ 11 r: rJ Fé 11:1 terra, 110 ho1:1c1n e no futuro ... me!; .é l i'c'd:o t=::- !:i::1!)::-:1· :!1~~~~~- f~!~ e .:.::::!~o sruub:1 ... lSTO VOCf: I>NCOh'TF.AilA NOS SALOES DO G~~i.'II~ P'lDflO l~U'!,Tt-;~'), NC c.•~:•L'. Y.".:J S3 é Isso aí, ninrr ém poderá ficnr po.r.1do, o nc!o é scns, 1oi!z:sr e cu.ir cic.co ndtcs de :ilcgrin. E TE:I T11JUS: PAHTIC!i'E DO liº CONCtmso DE FA:-T.".SiAS DO St:.SOESTE, com 8. d.:::lribu i~:.: r:· .. ~-::J r ... ·: ··-.1; / •• ::, e. .1~ 0: ,..__.,'j• .' :," .cn.+- r--: .1, r: l,_1.'; l ·-.1:.:·:,~ !"ct :---c:.r.i; o ".'! Tir sue cm:ca c ir". I:to e rcsu mz cm udtar uma conduta d.te e vs nio isa pro., :si. tarde, cl:e de consciin cin. Ili g 'rzE..ca C uni, Po:; :12.5do {e! cad±lato a vice pr::-fdto na ala : !!9 c! (c .r5) 1o13ç5e5 ,;:·l~ic:·:; c.:c:/•:""t..n.:.nC.:l.;~=.i..> ', a Ycrd.a ':'na.... <-- , .... :.:. . .; l:~• -~·.:.d_·: ..... • e_;~-:~..:. (;;.1.!! .. ..) ~1 :~e:.--..·~~::'~.:- !.·---;~:1s, '_,::--e:; 3:ar o:e! E.:5c'ar:na., se po:iciosd c rc,cio C :ovo uiro qv c:!± ze fortn ,O SE!!;'.0~: !VAI.DO I'EílEEtA ; - -.e 3<: ; . .: . .: 4 1!~~~ ............. r ,,J •:" pra . ·:- ·;~ ~ ,_ .. Poxoreo - ~n'. 03 d'.:! F0vêreiro de 1. 033 fto de r0!éus e um:,, gr::-..ninh:i. par:,, nji:d:ir no.s dcsi;c~::-..3 cem a ~u:,, fantasia. Pro:i.:oç5o do Grêmlo Pedro n~o e Tril;:1~:i. d:,, 1";:cl!(:ir:i. AKIM.AÇ.lO TOTAL DA EA?-;"'DA TROP:;:C.1:L DO i,I?. - 1.:.:-;::,, ":Gfc:i.~ r::los =~::'.l, do ~nrnb.:! e do b:il:::-:~,~ IV::!S.:..:EVf'l e~ i"7-:: E CO!."V.l.~:2~ ;,rJ SECil5:T.:1f'_!..., .. I,Q CLl'=~. T!'l.O~•.tt:S L',~-i. OS l.o ,. 2.o LUG.'IJ;I:S ?U .. S CA7IGC~TAS LU:.;:o E or.-:::",,;,L'::)c'.:J:Z c,:.1ASCULIXO E FE?.,Ii':rno; ::o FQ:.I,'_Q U..~.S /,X::-:úr:o, A :CGLL'.. I: AO C!S,',,I. :0- LEC; BLOCO r.í:,:3 ./!T~í,'..DO. TTIOi~lS PA!l pass'.lcio. l-7~ c;1ortnni:l;,cl<J qm:'<'F.mos e;.'1'.lressar nosso pleito de grat.idão pela acolhid3 que ~~m,1rc tiv:c.,-;:,os do O:rif:o de Irnprer,.sa dL."igi· c~.o 1:~10 ncbr~ ?rn:::,o, flcrnc!o o.qlli ne~ta qu3- ri3a o:c70 o teu intiro dispor e dos d: mais sigos des:: pr0grcssista região rron .. tt.:=riç:-:. C:,.'.. 1 ~ [! tv_~ R2~:: e.:.~ ~oracis te.o Bem r~ .. ., ' ; c.!o e .1 J:,rd::n, co::l o "c:.i!o Pire," iniciando presi:n!2.·a. ,•Jr::r;os c:o /.ml;:;o AJ,1X !;.L v:;;:s GOiUES YE:12:1:DO,t :;;...,r,'.:'i ,2:::: .'.) '·;-::~ íl!.J~ :::~ c;-:1:z!OCC tU• t1.1 :::-: : 1 , :--··.:.~ •:j·:-_, o- c.-.:-1l~J1c..: p:ira que :s:'E.s ·::u•. : :.·,)::-.: '!'-=.:.: :-.:-::1 --~/1 o dn:n di,. ,1.;,, ,--:.- -.::,C ,;· ~ ,.· .. ~~ .. :cí ,.. r:1:,i nu-~ mo !a,. 10:-:: ,# , __ ...... r.--, 0, ::1:.:.1.,:~~ ,I,z t.;.!'1h.:i vida e: .c:..:.:uc:os..s curto:!ao egra ~:c":(" :--: 1-.:: ··.::- ··..: ':, e cc:-,:i:-.::v.:- ~e .. b uma vez C0L,IBO:tl.{',õE, ;~~2 ::-~:-,:ir2:: de vc::ê por rri..t1l r:- e:::: :a: :.z2o±.tal n..:o ::.::::;i o mJ:iima r 1 .1 - ... --;_y·~-- "1L.:c. ~::-.~') e!-? ur.i !:!i;1 csteir co!71 ,.;ocê e aacsrzmz... a7c74$ cr:o 2&las cz;los scm {zer o J:.!::t.l.c:~. :C.:-::tro d~ e:..~::_:; r.e::-t ~1c:.nç3da a. eroça po:- ::-::-..!s G::".'-:;t r;_u~ r..:·5~) F:rb:i.:ar ~:;s!r:1 quq rC<"Cb::-:; ~ ;i·:.ç.'.?, r-:-:-, . D. A. M, ,,. 0 .. :1 +± a ' ... _ ... _,! - O c.::-:N:-:-·c:--:t~ 0.., C}.:U"}W ~'! 1nicin:.l de e±?a.±isa rate as:.30,as2irn co.1o a colborac.o ' cm'.:eco-2a?3 C cna .1 : ••.. ~:e,. Vamo: To:!os Cnnt-r O e2rnz:,cl j,í,. com~;:m V:::rnos todos s~:rrlr O ESIJorle Clu'b~ J:::-,!Im j::í :igitou, Quero ver o seu b2.l:m;o ; o s:unba no r.i2 c.:.nt.2.r 2 :tlegria recoÍnêçar E no F"':!JO::-te Clube J:irdim vibrar ,r.:nncs tc:!ns CEI~t--:!r o c;::-n::~;fl J!'.! co;::1e-;nu ,--e:?.1c~ todo:; son-?t O E.::;::,ci(~ c1_:?'bc J:ird.! n Co-nvidou c~..,:··.'.v,"7_ e, - :,;: NQ ::::sPORTEI 51UE 5Ar ODO rEA FE DE P..SS~~GL: C P. .. ALECI:T .. PALA ~:A! fT_T::), . --- ---- ....... -· ~ A!m da indleto isolada que uns e ou tros tivram por oca:lio dos festejos de fim de no, a cjeddo lrileira como um todo está vivendo 1na verdalcha indigestão de e. conomi, u pau ir cio·; t·pi::ódio•; Jt•ernL!~ _quo reda@aram na busca de ajuda junto ao FMI. Na tacdida em que O ,, novela" do FMI ia ehdo copo, imprensa falda, escrita o telcv±: de Ia abusando do jaro ccon0mico. Num dteminado momento, começou-se a falar tem menor cerimn!a em libor, sprcud, c,Cito 0n! ±, pIilca monetária cambial, re- nci, ±nto, rcneiaç&o e o!!ros teimo; • , e e, J , • 0 palre Icito foss0 obripado a f.° ' w,o cito coleto 0 cconomia antes tie Ir o:u jereal (ata revi:ta) prcdilcto. ±'. t± wti (do tentar interneiar o mi ttiao toado 'a téttc cometeram-e o ios dito, 1 p-las tntat, o ch:ma dos unt!e gn!:!g, entus!19m,2195 00 ação a nova terminologia que cubavam da aprcn. (ler, com<.ç:iram a perder a noçJ.o d'.5 co!sa:;, Chc:r:nram ntl.í a clJzcr qu~ o aLc econômica internacional. Ora, em nome do bom senso, vale lembrar que muitos países que estao em estágio de desenvolvimento semelhante ao nosso também estão atravessando as águas tortuosas da crise internacional, com efeitos menos drásticos obre tuas sociedades. A chamada crise brasileira não é, como se tenta dcmom,trn_r, uma crise apenas de e,,.1us;:içfio externa. Existem problemns Inter• nos, luns deles pros nk:; hú déc.1dns, que t[•tnlJém pos:;u m efeitos sobro a mesma. Desconlwccr, por exemplo, que os dese quilibrios regiona/s, as assimetrtas na dlstri IJuicüo da renda monet(idu, os oqu1vocos no sl:tema tributárlo fical, os desestimulos às pequenas e médias empresas e a ação por ve. ze nrcdatória do cp!!l estrangeiro não fa- a cr Campo Gro..,elc • Em operações realizadas no decorrer de 82, o INAMD - Instituto de Preser vação e Controle Ambiental em convênio com o IBDP e n SUDEPE, nprecnelcu, cm todo o Mo to Grosso elo Sul, total ele 2.000 peles de jacaré, 67,926 quilos de pescado, 3 aviões, 3 veículos utilizndos no trnmportc de peles, J I barcos, du as 1:mchas e diversos malcrlnis indevidamente ou cujo uso é proibido no Estado, No ano pnsado, o INAl'vlB, conforme rela trlo divulgado ontem, levou 2. 808 autos de Infração, No periodo toram cxpedidos 12 termos "D.A.n .E .n,E,C.E,Il,E.R" Multas pessoas ncrcdltnm que o ato do "ceder" 6 umn ndmlss!lo de fraqueza e resu]. tn nn destruição do Integridade o dignidade pessoal. Esta nlltude revelo grande lmntur!dade e n dificuldade de enfrentar os problemas que surgem dln n dl:í. Tudo o que é necessário fazer é aprender n orte de "dor e receber" TrnbE!lhnndo juntos 'e cedendo quando surge n necessidade, verlI!camos que deve mos "dor e receber" constantemente n fim de sobreviver em um mundo que requer compre ensao mula. Quanto mais cedo compreendermos este fato, melhor se tornarão as nossos relações com a humanidade e progrediremos na estra. do que nos leva à união final com Deus. Este é o objetivo do Homem que adquire n compreensão ctn suo relação com o Univer. soe com o Cósmico. Síntese do Artigo "A NECESSIDADE DA COiIPREENSAO ll'()TUA" de Thomas J. CroaH Jr., F.R.C. Extraído da Revista "O ROSACRUZ" de outubro de 1959 . A revista_ da Ordem Rosncruz _ AM'.ORC e urna publicação bimestrul distribuída n eus assinantes e estudantes, contendo diver sos artigos versando sobre ciências misticis mo c artes. Ela é editada em seis idiomas e li da por centenas ele mllhsres de pessoas em todo o mundo. Caixa Postal 307 80. 000 -- Curitiba - PR de soltura de animais e 22 termos de fiel de posltó.rlo reíere:-.tcs a 122 animais apreendidos vivos. Ainda dentro do convcnlo com o IBDF foram aprendidos 223 armas utilizadas na ca ça, 33 gaiolas utilizadas na aprecnssão de pas saros, alçapões, giraus de caça, arpões, e ain da 43 animais empalhados. PESCA No setor de pesca, em convcnlo com a SU DE;P)'.: o INAMB lavrou 1.518 autos de infração cm conscquencía da apreenção de 67.!l26 qullos de pescado e diversos materiais utilizados In- Justiça de MS Iota Campo Grande - Através da resolução publicada no Diário Oficial, o Secretnrin. de Justiça procedeu n lotação dos 32 assistentes judiciários em todas as comarcas instaladas em Mato Grosso do Sul, à exceção de Campo Grande, onde ainda atuarão os defensores pu bllcos oriundos do Mato Grosso do Sul. Pa ra algumas regiões, foram designados dois as sistentes judiciários. A lotsção dos 32 advogados aprovados a· través de concurso público foi a seguinte: pa ro n comarca de Aquidaunna, os essistentes Suely Pletz Neder e Cnrmen Lúcia Dutra de Queiróz; para Corumbá, Auristela Machado Rio Paraná CEDE( Campo Grande - Com o aumento da va- são para 21 mil metros cúbicos por segundo ! (ponto máximo registrado até agora) o rio 1 Paranrí já começa a atingir os pontos mais al tos de sua margem. A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil - CEDEC - recebeu pedido de njuda para 90 pessoas desabrigados cm 5] » #l E9,E ,p) 3,q147 4 # til.#.lã4 l Se Augusto Comte, ou qualquer outro de- terminista, que tenha acreditado no incessante teoricamente, ainda são representantes da es- aperfeiçoamento do gênero humano, fosse vivo, pécie "Homo-Sapiens". Na prática, não o são. nc?m_a, ?e plana. as proprias doutrinas. E f:i- Ist:i, ao menos no Brasil hodierno. lo-ia, à V!Sla dos adolescentes e dos jovens, des- Com efeito: estes pobres jovens são silen- te ano da Graça de 1982. tes, porque lhes foi retirado o conhecimento do Com cfoilo: se a expectativa da vida humana ou idioma pátrio; são a-históricos, porque não têm mcnlou, ~e a taxa de mortalidade infantil decres passado; são a-éticos, pois não se apoiam em qunl ceu se os avanços tecnológicos permitiram no ho quer "tábun de valores"; nüo tem familia, visto mem chegar à lua uma contra-partida, mons- que nem siquer sabem o que isto sig::tifica; não lru J;n, EC impõe no mais obtuso dos ob;;crva- vivem cm ''lares", apenas moram em casa. Em dores: o homem apequenou-se, espiritunlmcn- matéria de sexo, não amam; acasalam-se, co- t e mor3ncte falando, Os jovens de ora, mo animais no cio, zem parte da CE bnas!eira em sua nato. m!a mis Intima é acreditar mn conto d fa das e deslocar a discussão do essencial ao cessório. Não estamos com isto querendo c:li;:cr que não existe uma crise financeira interna cional. • ta xiste e está vigo , ndo un tod:.i sua plenitude. Estamos, isto sim, afirmando que, com ou em crise financeira internacio nal, muitos elos problema<; atll!llmcn'o 'lVI· dos por nossa economia seriam inevitáveis. Para melhor posicionarmos a questão, pode rfamos cliz.cr que a cr!sc Jntcrn:icion:il é!ll cí, pou e uumcntou m intensidade a crise que, m:iis cedo ou mais tarde, eria vivida pelo m1o delo. Pica duro port:mto. qu mesmo aceitan do, em tese, olr,um, s meclldas do uu~lcr!dnctc propostas pelo FMI paro diminuir o rl mo ln flaclondrio, como por exemplo n rccluç~o do etor públtco, creditamos que o saneamento de devidamente Do pescado :iprccndldo, ~O. 945 quilos !oram doados a entidades assistenciais e IG. 961 quilos !oram leiloados entre comercian tes do ramo. Entre o material de uso proibido foram apreendidos 435 redes, 553 tarra!as e 32 fisgas. S2ndo usados irregularmente, o INAMB npreen deu 1. 774 anzóis de galho, 352 molinetes e car relllhas, 68 varas de pesca., 113 motores de po pa e centro, 109 barcos de pesca e trê5 corvo:;. Somente no período da Piracema (01 de no vembro 82 a 31 de Janeiro-83) foram apreen dids 1a cldde de Coxim 12.653 qullos de Pes- os 32 Assistentes Judiciários Vldnl e Benedito Odaclr de Rezende; para Dourados, Sebastião Filho e Vicente Azaga; Para Naviraf, Emerson Cafure; para Nova Andradina, Eny Cleyde D. de Almeida Prado; para Paranniba, Antônio Clemente Neto; =m Ponta Porã, Dnrcy Terra Fernandes e Olga Brandão; para Três Lagoas, Antônio Paulo ne Costa Carvalho e Albertino Henrique Go mes; para Amambai, Adelaide Fernandes; pa ra Aparecida do Tabuado, Margarida Baptis.. ta dos Santos, Para Camapuã, Maria Anete Barros; pa ra Batnguassu, Cid Pinto Barbosa; para Bela Vista, Henoch Cabrita de Santana; para Bo- EM eal Mundo Novo. O prefeito do município, Dauet Conceição, solicitou ao coronel Joacyr Sebas tião Silva, da CEDEC, alimentação e vacinas contra a febre amarela. Em Três Lagoas, as autoridades munici pais da Defesa Civil anunciaram a transrerên• ia do acampamento instalado a cerca de 300 . 1< Veiga Cabral. O que fazem então? Escutam (não ouvem); vêm (mas não enxergam), consomem "coca cola", e outras ·•cocas", e "protestam'. Protes tam como, se nem siqucr sabem quem são e o que querem? Não sei: O fato é que protestam.. De "tênis conga", naturalmente. Quisera ser um Salomão, para alcançar o mistério deste "protesto". Não o sou, desafor tunadamente. E fica aqui, pois, o meu protes to, ccntrn um :::"..stema educacional que permi-· te a triste existencia de uma juventude.. . em disponibilidade histórica! (Plana) .'-!hlo r.1t .tr '1 d na conm!la depende de mod!ftcações ma!s profundas. Enquanto o empresarad nacional, prin. cip:1lrr:rnC' o dr )'l queno e médio porte, per. mner encolhido, temeroso de qualquer in vstimento produtivo, preferindo aplicar Seus tivos financeiros na especulação da div! da publica (ORTNse LTN), enquanto o ros-. so d . ocied d brasileira permanece alijado do mercado de consumo da maioria dos bens, amo subproduto de uma polittca equivoca de redistribuição d renda; enquanto se preten. der a consolidação do modelo de substituiçAo de importações, dando prefer ·ca por inves. tintrntos ele capital sotistteados e importados m c!Llrlrn nto de um, i11du:,!r,.tll.'.:1 •. o uinto que, em última nn:1lsc, ó que paga a fatura (.e todos os frutos da megnlomnnla de ndmlnlstra• dores messllicos llpo Pedro Pedross!an, que n gem nn base "d'aprés mo! lo délugc" (depois de rnim o dllúviow. O ox-Govornndor José Fragelll tem experiência no assunto o Wilson Barbosa Mar• Uns não durará em botar a m!ío na cabeça, horro rizado!,. O Cel Santos ó um administro.dor duro para com seus subordinndos o, porque não dlzê-lo, para consigo mesmo. Exige multo, e um militar carioca, com aquele jeito desinibido, dirb, possivelmente, "exige demais". O Ccl prefere resolver o.s coisas na hora, e não tem por norma aconchnmbrar ou rnlnlmlzar as faltas mesmo de pessoas a ele che gados. Contudo, prcocupa,so com a Assistência So cial, do que são provas o Armazém o n Farmácln ÚlÜM, • Nilo é fdcll udmlnlstrnr um Armazém, no sen tido tio nlo deixar !nltar no.da, do e,stabeleeer-se mn limite, pnrn que o serventuário tenh:i condl• çóes de sobreviver o, no entanto, brnsilelros que somos, lmprevldentes, deviamos-nos Incorrer em sl tunçõe:- engrnçadns como esta: Um funcionário foi no Che!e do AZ solicitar re torço de limite pura adquirir um butljll.o de gás. .Aconteceu Isso por que o referido funcionário jul• gou de bom alvitre comprar uma lutn, d3S grandes, de Castanha de Cnju), no valor de Cr$ 1.200 pi cos!.. Com reluçúo a Jardim, o Cel Santos nunca se negou a colnborar e, é, cxntamentc, este o ponto em que queríamos chegar, pois nos propusemos a pesquisar a ação discreta, reservada e elegante com que o Chefe da CER-3 procurou prestlglnr as utoridades constituidas e atuantes no município. S Exa. o Dr Juiz de Direito da Comarca, Per- 1 ra ■ CI ç !un;ô,3 cr.-1 D:t·ff"a. VlD, '.IILl:f/H Ter.ente Cora! do Qudro de Eng ."ir Mi!! tare, FRANCISCO DE ASSIS CARALHO SA TOS. Curso de Forração de Cfidals d± Aderis MI. das Agulhas ers Curo de Aperfeiçoamento de O.lei:!9 Curw de Fortl!.c::ç;.o de Cc .. s:n:, • o do l"'.11 . Estágio Especial de Programa'o FORTAN Estagio Epel! de Projeto: de Etrud:s por tr:dor Tnlco d E:cola de !a!ria! DNlco Unidades Onde j1 Scr..-h1 3.a Companhia de Comunices (Santa 3.a Cin Com 2.o Batalhão de Engenharia de Combate (Pindam3. nhangn.bn-SP) 2.o BECmb Escola de lfoterinl D6lico (Rio de Jonclro-R T) I:•~.rn 1.o Batnlhiio de Engenharia de Combate (Rio de Ja- nciro-RJ) 1.o BECmb Instituto Mllltar de E-::gcnhnrla (Rio de Janclro-ílJ) IME 2,o Bntnlhiío Ferroviário (Arnguari-'.1G 2.o D F Escola de Apcr!clço:imcnto de Oflclob (íllo de Ja neiro -RJ) EsAO Acndcmln Militar das Agulhas l'cgras,Al!AN (Re cnde - RJ) AMAN Diretoria de Obr:is Mllit:ircs (BrASil!a-DFJ DO::'.I Diretoria de Obra, de Coopcrnção (Bras:Jfa.!JF) DOC Comissão de Estradas de Rodagem n.o 1 (C:ir:izlnho• RS) CER/4 nnd M M MA!!nhO, recebeu "cmme ! R!!" (o mo e faz!a ncesr!o) um Incentivo e um respal. do que, m verdade, mn nos entender, o Me:i!!s. imo no oube prove!tar por imaturidade na funço, por Inexperinci ou, quem1 abe, por pu ilnimidade, para dizr o menos. Um Juiz: que é ofrntlldo, que é Ir.sul ~ao, qu.o é mnddo torr.nr r:o difcrrnci1l pn: u:n ?rc.tc1to de maus botes. dispondo, como dispunha, do re. cur:o da força, e força digna desse ncmo, para re. wlvcr (lo lmcdínlo o lncidt:nle, como mtméln o fl. lf!Jrino, 1crnlvw cons!tlcrnr o dito pelo não díto, e delzar as co!sas como estnvnm paro ;ver co mo flcuvnm, evidentemente, precisa nmnélureccr p:i, ra fazer-se respettar na dcv!da propor;o do nlto carr,o t1uo exerce. Certa vez, o ntu'.l Prefeito de Jard.1m, mnndou, atrabillarlamente, passar n Pntrola em área part! cular, ll.rea esta cm n qual se ergue, boje, o Está dio Municipal. Requerida medld:l judicial sanea, dora, o Dr Juiz atendeu, torn::mdo-!lc r:ccessdrla, n,. penas, levar o decidido no conhecimento dn em preiteira, que conllnuava trab::ilhando no local. Sollc!tndn ao Cmt da C!a de Policia pequena escolta para acompanhar o O!iclul do Justiça, pa, ra espanto gernl, seu Cmt declarou, npenas, quo n1o dispunha do meios para rnzer cumprir o man dado judicial, uma vez que seus soldados cncon travam•so em Bela Visto, dando cobertura exposi çlo pecuária. Um cldudlo. revoltado, !oi o.o Cel Santos e trnnsmltlu-lhe o que ocorria, O Cal !lmltou-sc u sorrir e declo.rar: "Se o PM nno está cm condlções, o Exército está". N~o foi preciso mais nndn, Por simples efeito catalltlco, h tnrde, a firma empreiteira, que, afinal; nada tinha o. ver com o p:roblcmn, retirou-se com seus tamancoB e berloques. No clla 15 de Novembro, e no dia antecedente. o Dr Juiz Eleitoral !oi !ragillmo. engolindo sapos nté pelos ouvidos, apesar de cômoda e confortavel mente instalado nu Cnsn de Hóspedes, da CERr3. Tivesse ele tido o topete, o p:maehe de levantar a voz e o resultado das eleições poderia ser outro!.. O Col Santos estrltnment.c, dentro do regula mento fez sentir sua frustração, e de toda a OM, cm ver uma empreiteira trabalhar em área de sua atribuição desde 1045! .. Com a amarga mas necessária derrota de Pe dro Pedrosslnn. é bem possível que as coisas en trem nos eixos o a CER-3 assuma, novamente, o bastfio quo to galhardamente vem conduzindo há mais de 30 anos. Ao ntual Che!c da CER.3 sempre repugnou o corte de pessoal e, é, por Isso, que, talvez, tenha sofrido, um pouco. algumas obras, mas não pôs nlngu:m na rua, sabendo, como sabe, n época dl· fiei! que o.travessamos e as incertezas do dia de o, manhã. O Cel tem a OM na milo, n Unidade está pres• tlgladn pelos escalões superiores o vem oumprin• do, risca, seus compromissos financeiros. O povo jardlnense irá, aos poucos. tomando conhecimento do gabarito do atual Che!e da CER,- 3, pe!o que !nz pela cidnde o o que, graças b. sua presença, evitou que fosse levado n efeito. Desejamos no Cel Santos que raça boa viagem e sejo muito feliz no desempenl10 de suas novas Comissão de Obras Regional/! (Rio de Janeiro ·RJ) CRO/1 3.o Batalhão de Engenharia de Construção (Picos l'I) 3.o BEC Comissão de Estradas de Rodagem n.3 (JarJim- MS) CER/3 Na CER/3 com Chefe nomeado, assumiu a Che fia em 4 Sct 79 Fernando Freitas Julláo de Freitas Arlete P de Freitas Gilcleldc M. S. Alves ADVOGADOS Rua Maracajú nº 961 Tels. (067) 624-4380 Res.: TeL 624-7021 (067) 6U·7087 Campo Gr:mde Moto Grosso do Sul. Escritório em Jardim: ,v, Mato Grosso S/N Ltda. CRECI 17 • J "CIDADI': VIRGINIA" ADMINISTRAÇAO DE IMÓVEIS E VENDAS DE LOTES =:=,7I? CASAS. 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O INPC do m' de Jaelro foi de 10.85 por cento c o cumulado no4 il!limos 12 rr.es,!, !03,9:1 per cento, O alar assumldo pela Indlce do mts de Jart(lro é prind;i.1Jm,n1c rc ull:ido do fato de que os fndlccs mcn» als estão sufeltos a ar!a 'es cstclonls, que tradl. c!on:1.lmcnte se nccnlu:im nos m1ses de vcrão, se]a cm fun. ç.lo ela cslnçdo chuvo•:i quo prejudica o fornecimento de hon 1--p-anjclro, seja pctn maior demanda concentrada nns :re:1s metropolitan:1.s on• de, nessn t'poca, é mnlor o fluxo turlstico. O Insliluto Brasileiro de Geografia e Es ta llstíca informou também que as taras de desemprego das seis re1tiões metropo!Jto.,. nas do país diminuiram cm dezembro de 1982, compara do-se com novembro. A cau sa, de ncordo com o IDOE. foi a redução da miração dos popubções rurnls para os ccr.tros urbanos, à procura de emprego, e o retorno dos migrantes para os lugares de origem. O dcscmpre~o cm Sdo Paulo diminuiu O.S9 pon• tos pcrccnlu:,is cm rclaçlo a no, cmbro. OJ populaç:lo e,. conomicamente ativa da área rnclropolil::ma de Silo Paulo, a taxa d~ dcscmprc:;o cm de zembro sltuo=e em 3.61 por ccnio. contra 4,50 por cento ' cm r.01·cmbro. MSEDE PRôPRJA'! • JARDIM l1S Rua Guls Lopes 871, l<'ooe (067) 431 283ll , Ponta Pcrâ- MS 11 Elegância a cada passo'' Está trazendo uma modi lgre Bot±ta p cor+s e nos modelo parase identificr cm vccô BDRB!IRELLlã dl(J O Galpão O Melhor Churrasco "Rodizião" Banca de tira Gosto yerdurns e Saladas Frias r . a$2Ir0 Para melhor atendimento com ampla sala dotada de resinhas e cadeiras Pasteis feitos no momento. 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Todos esse:, novos o espantosos movimen- tos tm feito ucduraçõcs cxLrnordln:1rlas, têm Hc 11prop1 indo ele idél:t'.l stn1~ularcs, orcrcotdo Impossíveis recompensas, e tentando mostrar qvo novas verdade, novos fatos, novas ma rnvlllrn<;, ror:•m r. li. Spe1ttcr L<.wiq, r.n C. algum novo líder. O que ses movimentos propor!onam de mais categórico, os us seu!dores, € uma ll!,Ul do prome•·s; •; que Inclui a c;,r,:ir!d·1d" d•• se elevar o ln<.llviduu cm . • ,.rau:i corn11n.c,1- c;:lo cc;m 05 :,antOi e cres espirituis do p4s snclo e do presente; capacidade d e tornar· se ele imune na todos os problemas, provas e tribul:;c;ôcs clu vida terrena; o poder de um 5UJ)Cr-horn<'m, ele 11m ser r,upemormal, a !ór• mula "garantld" par o indlviduo e elevar, r:'tpltlu e cahalmcnlc, d[l rotln'1 rntclu <ln vlcln, para uma nlta, hem succclld;i e próspcr po• s!ço; para ele destrutar de Intima associação com os crrondc!l "Mestres lnvls!vcl!l", cMm de centenas tlc outras promessas, al.r,urdos m.1s sedutoras. r verdado quo, mediante o cstudo das leis da Nulureza e dns leis espirituais concernen tes uo ser humano e sua r·claçO.o com os prin clpios e pocleres cósmicos, um lndlviduo podo n 1.11 ponto se aprimorar cm seu pensamento e dl~cemimento, no desenvolvimento <lc e quillbrio, caráter, poclercs Intentes, o habili clndcs, que ao lorne capuz de se olevar, grada, llvamento, u umu poslçrlo superior na vida. ~ também verdadeira que, t'I medida que o Individuo estuda e analisa, tornando-se ln· tclectual e espiritualmente familiarizado com as leis fundamentais do universo, e lento so ajustar sensatamente a essos leis e viver em lmrmonla com prlnolplos divinos, cósmicos, ele e!etlvamente desperta, desenvolve e ·.icen tua os essenclois e divinos traços de caráter e a maestria mental que o capacitam a mudar o curso de sua vida e estender sua visüo par:i além de horizonte cotidiano. Esse Individuo é preparado para seguir uma senda de desen volvimento, intelectual, ético, moral e espiri tualmente, capaz de tornar sua vida mais tranquila, satisfatória e próspera, do que a da pessoa que leva uma vida de Intolerância, fa nntismo, mentalidade hipócrita e compreen süo embotada. Entretanto, a maior prosperidade na vida nüo é a que se relaciona com o dinheiro, ou mesmo com ns coisas mundanas que nüo têm virtude intrínseca, mas, representam :menus poder aquisitivo. Boa saúde, gozo modêrado das boas coisas dn vida, mente feliz e satis feit.n ... ausência de medo relativamente às cham9.dns Incógnitas da vida - estas suo as coisas que representam a verdadeira prospe rldnde. A pessoa que desfruta da maior parte cessos coisos não us abandonaria, trocaria ou (1 • Caláreo ,ena O Melhor corretivo para o Solo PRODUTO DE ALTA QUALIDADE Mineração Bodoquena Ltda. Usina: Rodovia Jardim a Porto Murtlnho - Km 54 Escritório: Av. Duque de Cnxias - 99 - Jardim MS . 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E ~'.l!icmos pcr!cit 1- mente que ·ssas pessoas estão dispostas a contribuir razoavelmente parn rr.:mtor uma oripntznçi!o como n nossa. Sabemos, tnmb<!m, que chs encnru.m com mais seriedade os ensinamentos cios Ro:;acru zcs, suas oUvidacles humanittl.rias, suas pcs. quisas cientificas, sua promoç~o de bem vi· ver o do reto pensar, e que, para os nos5os milhares de Membros, os elevados idcais e principias do noss::i organiz:içào equl'alem !l uma !i.losofia religiosa. Além dis!lo, sabemos que nossos Mem bros não estiio Interessados cm fnnt1st:c~:; declarações e promess1s de tom::ircm-se ser.::-; sobre-humanos ou criaturas superiores, lgtw.ls a Deus. Sabemos que milhares deles se afas lariam imediatamente da nossa org.aniza:;ão, c1so tentássemos reinvinclicur para nós mss mos, como diretores da Ordem, os ricliculo·; e absurdos poderes, caraclerfsticas habilida des e divinas experiências, que os liders de outros movimentos e orgunizações procJ,. mam de si mesmos ... Felizmente, em média nosso Membro é tiio sensato, t.iio racional. ,:~ Inteligente, e está Lão satí!::feito, que n:10 -~ tentado sequer a ler ou escutar as arrebata das e fantásticas histórias escritas ou co,1~:::- e .• é ,iemos que nosa "m eu ma'« rpid nete do qu qualquer ii i ,,_ r t ! 1 1 das Mamud as or na s !ti!V+/ "" n!sUeas, filosóficas, e meta!:, mw: que, ao mesmo tempo em que ena tm1_e dee:Olvido em grandeza e pro pena+M@. em todo: os entid , através d • e.oral apoio de seus Membros, ten dr. te crectdo m poder espiritual, + A a tor!c º"· ( U;.'('l·r . ;t)l''l.11' o:id al ou chte d Departamento da O r d e m preferiria demitir@ de sua posiço e cortar sua ligiço com a A M.OC, a permitir que os Membros acreditas. m que ele tivesse !um Mestre divino as. pec!a!, poderes e habilidades divinos • ·ngu. iarc'I, ou cue fosse reencarnação de alum Grande Mestre, ou que estivesse ma constan te contato com algum ;1c~ rc inv,sft;cl, ou com um crnpo do t ! Mestres, ponto tic r.,· tor sol> seu controle, El.'. ciir ~!:o, De}amos que nosos Membros nos ?n carcm como indlvlduos scn' tos, rnzo:tvr!s, qu:! mnntam sun po•,!ç:lo n:i. Ordem, n;10 por qualquer direito tlJvlno, rn:is, r:iruçn,, n serviço cllligrnte, mcntullcfad ~:cnsnta, ndmlni cm nossu ornani. zaçiio, como Oficial ou l-!cm!J~o. quul:1tH'I' ons, soo. que esteja comcç . .1ntlo a pensar que cst/ descn•:olvendo uma r.ra característlca de c s : piritunlid:idr, uma forma especlal de poder divino, ou uma sin!!Ulnr po.;içJo c65mico. :Ccscj:imos ser, sempre, seres hum:mos senratos, rnzo:ivcls, de monclra scnsnt.a, rn zo:'wel. Assim, esperamos contlnu.ir a servir ros nossos Membro<;, e a nor; aprc~:mlar no mundo, do mesmo modo hcnesto e sincero come o fízc'ram Oficiais e dirclorcs p::s~aclos das ntivldndcs r:.osacruzcs, cm t.o dn s as partes ,10 rr. untlo. 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PROIB o uso DO O m!nlstro do ju,t!:; , Ibrnhln Abi Ae'.rd, sollcitou, por telex, os secretários d Segu rança de todos os Estados e ao diretorçra! do Departamento de Poi!cl Pcd rol, co:-or::el Monclr Cociho, que, través d Seus Serviços polic!a!s, "advirtam" os diretores de clubes par a prolblção do uso C:.c lnnç:i p-:rfu..'!l~, nos bailes cnrnovulesco.:i "Convém, ainda • dcstnca Ab! Aclt.rl • c~!l muJar o retorço de segurança intern:i elo, pró• prlos clubes, com o objetivo de col.1borur com as autorfdacles públicas na presenção e repres so do u:o ilegal d?quela substinc!a", A medi du, conforme lembrou o minl lro, 6 dccorr :1- te da portaria assinada no tlltimo dl:i 27 pelo diretor da Divisilo de Medica nentos do Min!s. lúlo da Sutlde, Lulz Gonçalves Pnulo, que considerou o cloreto de etlla, prlnclpol componente do Jnnçn perfume, coma entorpe. cente, pra etettos pena!s, atendendo sol E ! c:'ço do COn!lo e.I d8 Ih'Oen!e, l At(n CL. 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A reivindicação do Governo Pedro Pedros sian ao ministro visando a liberação de recur sos necessários para sanear problemas financei ros de algumas cooperativas, !oi feita pessoal• mente pelo secretário de Agricultura e Pecuá- • ria, Ublrajara Garcia Fontoura, e pelo coorde nador de cooperativismo. Na oportunidade, o se cretário argumentou que o Governo do Estad:> vem realizando grandes esforços no sentido de dotar o meio rural da infra-estrutura as.sen cial ao seu desenvolvimento, e que as coopcrti vas de produção, agroindústrias e de eletrifica. ção rural "vém participando, com grandes sa crifícios. desses desafios". RECURSOS ATENDEM O Ministro Amaury Stábile, segundo Ubi rajara, prometeu atender a solicitação e lem brou que Mato Grosso do Sul, nos ultimes dois anos, desenvolveu um ,importante programa :-le ;moio estruturação .10 setor, classificn.ndn. se em segundo lugar em desempenho no setor cooperativista em 82". A Secretarin de Agricu]. lura e Pecuária realizou minucioso estudo para definir o montante dos recursos solicitados o M!nlstérlo da AgrlcuHura c prvé que os Cr} ai..,a.eniero ple.:a.ncnt; as curativas na i cu d±:z. Os créd!toJ dcztinadoJ o.o s.etcr, segundo re• oluço do Banco Central, for: c:tirados em CrS 60 bli.hões S0!:1~ntc para c:lc primeiro f;C• mestre, caso os bancos com:rcizis consigam cne gnr co !in:tl do ano com1 fluxo de apllcaçées agr:c::!..s de Cr:' l t!i.1h.1o, como prevê o Gover no Federa!, S: os bznzos zplicarem mais, a as sitencia financeira às cooper.:tiva:; de produ tores ruro.is, logicamente, será maic=. Inicial mente, o Governo cst:ib~lc::eu que JOjé dos re cursos destin::dos ao PROFffi c PROVARZEAS seri.un des'íado:; p::.ra o co;;p:rativismo, :nas a resolução n.o 7ôl, cio B.1.--:::0 Cc-1tra!, ac::ibou fl xando em dois pontos percentuais as aplicações obngatoria.s do:; bancos comerciais a taxas sub sidiadas - 35$!: do total de su:,.s aplicações . ara o setor. @29 gr6fica editara Três boas razoas Para vacê preferir Os gSS2S sss I Qullied 2Prço 3PaRez ntt>llU.flHM JillDl't VIOI, .O la o rom1•c-o de cc,:n:')rr, e Vc.n- co»tone cMusut emnda_do contrto d 0"7%,, dos partir des- 1 l / r te Jotendos pela Iraoblliírla Jardim Ada, · ., d tos mo !» o. ta d! o, t.ui ts contratas de temeu0s. )o n' Qu@Ira 01 H l)(; o 0i,1,6,07.lll,10 A n 1I 11 n )2 V (l'.I e Ul i) 02 n 0:J l) '.!O A 10 ).: :rn E !)'/ 'O'nlcu 70 única 42 e 42,40 e OD, 10 o 1B e rn e 03 e OG B 12 e 01 04 06 A em ., pe pode sofrer prc)1 rgoção Na veemência Incontida de um ódio repul sivo, cxlremoclo e comprometido, a bancada elo Partido do Movimento Democrático Brasl• • leiro, do C!lmnra Municipnl de Campo Gran de e do!s deputados, no Inicio da semana, pela cm!soa de televisão Canal 8 expelem o seu vc~~no p.:rn agradar o agora todo poderoso chefil.o Wilson Barbosa Martins. Na descompostura dn nota e no despudor dos dois deputados em suas entrevistas, en rolando, escondendo e sentando nos próprios rnbos, insinuaram homens probos, quando na verdade ~ão destltuidos do mlnimo de honra e dlgn!dnde. Nn oção entre nmigos, frase puramente de efeito, são os grandes beneficiados, muito emborn reconh~, um menos que outro, co mo terei oportunidade de provar se, democr2- licamcntc me for garantido o mesmo espaço cedido nos p:irlamentares pelo Canal 8 e Ca nnl 6, colocando também u disposição da clon zcln "Creadorn que até aqui tem sabido enga nar como politica e encenar como mulher. Repetindo o chefete, querem carncteri z::>r-mc repulsi'O e trniçoeiro. Palnm de suas resistências nos últimos vinte anos que se pas snr::un, qu:mdo muitos dos que me Insultam, ontem eram :munimos acovardados, outros s::rvic; ,is e subservientes a serviço da AEanca R,novP.dora Nacional (ARENA), e do Partido Democr:Wco Soei:::! (PDS), beneficiários dos atos d.:: C'}:ccç:i.o que hoje condenam. Nestes vinte anos de resistência sim e re sisténizs houverzm Wilson Barbosa Martins sempre estive na linha de frente, clefendendÓ Re.lação dos Lote nº IJ7 65 61 72 3.3 68 Conttuto n'Pertencente A Ol!l Ham•Jl'l I Cprdo q 624 Adoni: Furipeles Todos os lotes e contrnlos 'i/lfl 79 'l' '/ 'l'iO no 721 '122 710 705 827 566 Lotes Lo1emento Jrdm T'elicssimno 'alerde " nnul o. Gonç:•lvc.~ Cocno Jaynes Monteiro an!to /ri.cm!() Lc•,cnno lJjulrnu Ifron CarclO$O DInah Erum Escobar Pérlcle Brum Escobar Edmll!Jon Drum E:scohar Terezinha D'..llst.o. Morais Leonardo Arcruclho Leonardo Arr;uclho carlos nelno J, Silva Itamar Lcrréla Rodrigues Luiz Cardoso Jos<! Wilson Ribas Joúo Bosco da Silva Dnltaznr Alberto Castro Carlos Alberto Castro Scbasllão Pereira Lurdeo Moura Nlllon '1'1deu Ferreira .losé A. Simões Cabral Marcos Lopes Jd. S, Anton!o " Jd, Aeroporto Jardim Taltii São Guilherme Vlln Planalto Restl. Itamaraty Jardim S. Gu!Jhcrme Jardim - MS, 03 de Fevereiro ele 1,983 Contrato nº 693 708 707 701 676 675 n democracia, defendendo o povo, fazendo de minha tribuna a sentinela avançada na luta contra a violência, a prepotência n arrogância que me fizeram vítimas de quantos proces sos. Salve, o Poder Judiciário, que por ser justo sempre· me absolveu. Hoje você me condena, tudo porque mes mo sem ainda tê-lo assumido, o poder a você corrompeu. Se existe traidor e traição a propostas e compromissos assumidos, Wilson Barbosa Martins, você o é mais que ninguém. Cada fa la sua, vejo-o afastar de compromissos sole nes. As contravenções pennls exemplificando, seriam implacavelmente combatidas. Seriam, Isto porque com o resultado do pleito, para você Wllson Barbosa Martins, ironicamente as contravenções passaram ser encaradas co mo "vocação do povo". Resta-me saber o por que desse sacrifício a esta e outras posições por você assumida. Praza aos céus, que estejam apenas rele cicnaàas a vaidade pelo poder, ou retratando apenas incapacidade. Você transformado na réplica de "Ofélia", que no quadro humoristi ce de um programa de televisão, quando abre a boca é só p:1ra dizer besteiras. Ai sim, se justifica tantn violência e tanto radicalismo, para com el:-is encobrirem sua incompetência. Quantó ils ameaças de expulsão, que ve nha o processo. Que Deus me faça justiça. JESUS GiETA DEPUTADO ESTADUAL - PlIDB para Cancelamento Confonne a Cláusula segunda do contrato de compromisso de Venda e Compra de Imóvel loteado da Imobi!i:íria Jardim Ltda, estfro cancelados aparbr cesta data os con- tratos dos seguintes lotes: • Pertencente à Edson Veis Benites Guilherme Fernandes Guilherme Fernandes c,·liudo Silveira Tobias L•.,i,· /.iop::;o de Siloucira Rilx!s Luiz Afonso de Silqueira Ribas li " " acima relacionados pertence ao Jardim Aeroporto. Jordlm - MS., 19 de Janeiro do 1. 903 Imobllitír!a Jarçlim Ltda Cerca de 2.000 pecuariss de Mato Gros. o do Sul cesto zen@indo na came, pesd u!'s pe!o não pu amnto da t!!tma p t. l'!1 " • " ' • bo!t ''l ão do fnnctAr :o pra retrnç:o de . 1 ""...+ro tino d±a J1 d+ Janeiro, nor i •' ...... , + «+, 0dr 4do so, senil!a do com o p9'ln»t, !T. a tedera1 do FDS, Su!o Gareia Queróz, m con +a'o ccmn 'mo± e ·utoxidads er Das!. l.<.11. v. , •• ,, "' •• • '"' - (" f .-", '( lia, principalmente com do Banco cn'. +, » pera conscgu!r a prorrogação deste prazo pe. lo menos por 30 d.s. ,, No há d!vida que se !to v!era conte cer, os beneficios serão enormes para a cls. se produtora tlo Estado, uma vez ave s tan. çõcs incidcm de:de a util!zaço do cr'dito pe. lo pecuarista, além do outras tas, que pra. Ucnmcnto dobram o cnc:,rgo, cncmndo LCn• slvelmentc pnru o pccunrisln. Seus contatos, port:mto co:n o B::mco Cen tral visam também bcne!iclar nquelcs que já pagaram mais sanções ou seja, com a devolu ção da mesma, desde que s]a cstabe'cc!do no vo prnzo para o pagamento e nb::ite do., ani mais. Segundo o superintendente do Banco do Brasil, Luiz Carlos Nazareth, são duas exigén c!as para quem !cz o financiamento paa re tençúo de l)oi em pé, a primeim é qu:mto 10 nrnzo de pagamento da prestução (31 d:i ja i,elro do 03) e a outra quanto aos nbatc:.;: o O rf Prof. Milton L. Wlttmnnn Centro de Estudos Soc(als e Econômlcos Toda e qualquer pesquisa que tenha co mo objetivo conhecer melhor a realicbde das PiVIE's justi!ica-se por si só, pois a carência de informacões neste área é inversamente proporclon:ÍI a sua importância na economia nacional e regional. Sem dúvida, na medida em que mais se conhecer sobre como os fatores Internos das PME's interagem entre si e no contexto onde atuam, é que se poderá partir para a formu laç:io de estratégias específicas, atrnves de programas de atuação junto às mesmas e à comunidade. Citando alguns fatores temos: a) A PlIE desempenha importuntissimo pnpel sociel ao absorver mão-<lc--o!Jre --=-· ' ,, 1$!icos e rn ' seus ccr::rasco.n coniccs diz0! ·, che. = .., .. ..-, q-r':) Cl .. Ct1 c-nl · Cln . cascimnrsmo, diz.a, -- .. - -. f -o< Epca entendam que Dqn _., a,,' ric.entes pa- ESMOLAS, não são motivos senos e s ra se dar UM VOTO. • Continuar navegando 236_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº236_27_01_1982 238_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº238_25_02_1983 Voltar para a lista de itens