238_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº238_25_02_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título238_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº238_25_02_1983Número da edição238Data de publicação25 de fevereiro de 1983Número de páginas6GeoCoordenada -21.50418550077842 , -56.11950918479439 Documento 238_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº238_25_02_1983 (2) Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto LIME.RDA' DE. PIS? 1 CONDICMO BE CRIATIVIDADE "A primeira ondisao puma a r ti'ave une'e. tule esinir!) é INr 'ude de rinite Na I quisa de fato, e nessssrio ter ]'ria!e pa.a inalar e anatar os resultadas, lza apoia a li rda!e de pesquisa, que é umn dos atuttatos mals zebres do homem. Mediante a pesquisa, o homem a A l A. dad, um dos nomes mais famosos que Du des a si mesmo. Porque a Ire;a tá comenia de qae não pode haver contradtao rea! ntre a unia e ia fé, uma vez que toda a tea!idade procede em ultima instinia de Dus criador. Assim o atirou o (Cor± lio Vaticano II (t. Gaa!tum t Spes, 3S). Tam'e cu o recordei em Atas ocasiks aos homens e às mmu» Iheres de icreia f certo que ci'ia e fé represes%: tam duas ordens de conhe imento ditintas, autono mas ros seus procedin.cntos, mas convergemts final mute no deco'imnento da realidade integral que m a ua orem mn Dus" (IC) A hlstclrla deve ter comcçndo antes, mas, vnmos admitir, parn !ncllldnde dn tarefa, que tenha começado 15 dis antes da posse do novo Pretelto, Ê],%/s As s Jwms "l [os#rir mia cilae ris ópera, mais jsta e mais erente com os as%is te Fog ar#itense Pelo que nos é dutlo admitir, o Cel José Pires tInh conhecimento detalhado de que a adrnlnlstraçfio Fernando de Froltns, na Pre feitura de Jardim, foi sempre consldernda uma ndrninlstraç!io ntlplca, foro das limitações dos liames de uma terrível legislço o de c6- dlgqs cl..lversos, A Edilidade Jarcllnense tentou, há pou cos nnos, pôr ordem nesse "atlplsmo", atra vés de uma multo bem alicerçada Rcpresenta çllo, mas, ln!cll.zmente, !oi aconselhada pelo Pep Leite Schimldt, então Chefe da Casa CI vil do Clovcmo Marcelo Miranda, a deixar de )ado o CD..!:O, uma vez que ele, mesmo, Schimi dt, tinha tentndo, durante 5 anos, cnssnr o mandato de um Prefeito, em Coxim, sem con- eu!·o, etc e tal, r mister esclarecer que, por detrás de tudo isso, estava a figura ''sinistra" de Pedro ,Pedrosslan o qual, por ser "muy amigo" de Jardim, Julgou que para o sofrido Munlclplo, nada melhor e adequado do que uma "admi- 1'Jstrncão" tipo Fernanclão. Peclrocn, "turco" sabido, pre!erlu ficar oom seus egolstns interesses eleitorais a ficar com o Povo e os códigos de contabilidade pú bllca, :o COI Pires, ciente de tudo Isso, e como que dando um azimute de marcha multo dife rente daquele esperado pelos fernandistns mais ortodoxos, como o Ver Luls Ribas, por exemplo, passou a !requentar a Prefeitura em ocasiões em que Fernando lá não se encontra va. Passou, diplomaticamente, a evitar o seu companheiro_ de partido. Como é de praxe, os cnrgos de confiança são cargos do con!Jança e, por Isso, o atual Al caide convidou parn a Secretaria de Fazenda o conhecido polltlco, ex-Vereador, Emando Barbosa Martins e o contador José Polidora, recusando, peremptorlamente, mesmo de ra ça, os serviços jurídicos do Julião de Freitas, conhecido, na intimidade, por amigos e admf rndores, evidentemente, como o famoso "Me tralha II". l Esses cidadãos são cidadãos reconheci damente probos e competentes e como vão exercer cargos técnicos e de confiança, pare ce-nos que orato nllo pode merecer reparos de • quem quer que seja. Pires julgou, que, no mo mento, poderia dispensar a col3boração do Sr. lildeo Oseko, e daf? 1 Há, ainda, a considerar, segundo in!orma ções colhidas pela reportagem, que no totnl da dívida de Cr$ 40 milhões não estão inclui dos 7 da Jamac e que o problema do pagamen to do combustível gasto pela Prefeitura vai dar pano pelas mangas. /, - . . As contas fernandinas não foram, ainda, recebidas pela administração Pires e uma Ata, com validade para 30 dias, sugere uma possi vel auditoria nos livros da administração an- terior. •• A situação está, como se depreende dos fatos narrados um tanto confusa. mas pode se ter a certeza' de que, dentro em pouco, tudo estará esclarecido e o povo contribuinte fica rá a par das medidas que o Prefeito Cel José Pires 1omou e vem tomando em defesa do e rárío público, o que equivale a dizer, do di nheiro do povo contribuinte. ! I Pero O pronunciamento do Prefeito de Jnrdlm, Sonctls Pires, por ocaslo de sua posse, me, receu elogios e o respeito • de todos aqueles que almejam n construção de um munlclplo mais próspero, mals Justo e mais coerente com as aspirações do povo jardlnense, Este pronunciamento foi parcialmente df. vulgndo, mas atendendo pedidos dos leitores deste jornal, não só de Jardim, mas de toda a região, nós o publicamos na integrn. O "es tilo Pires" já se faz sentir através das pa. lavras proferidas perante os vereadores, au toridades militares, colesit1sticas e massa po pular. ~ o estilo franco, objetivo e honesto, são palavras que nascem no âmago dn cons. ciência e frutificam no campo das idéias tr» duzlndo uma personalidade equlllbrnda, pa lavras de um homem leal, sabedor que os desafios são imensos, mas sabedor também que continuando a falar a linguagem d:1 since ridade receberá o apolo e n colnboro.çi'ío do povo de Jnrdlm. Ao lançar o seu repto: "vmos transfor mar a Pr~fe!luro de Jarcllm na verdadeira casa do povo, sem bastidores, sem portas fe chadas, sem conchavos. Tudo aberto para to dos. Não nos caru:aremos de ouvir a todos em seus reclamos mais justos. As providências serão temidas dentro das possibilidades mais viáveis". (LEIA NA "OLTIMA PÁGINA O PRC,NUNCIAMENTO DE PIRES). A taxação de !CM sobre as carnes não vai ser alterada atá o dia 30 de junho deste ano porque os secretários de Fazenda dos Estados que compõem o Conselho de Politica Fazendá ria (CONFAZ) resolveram, depois de duas ho ras de reunião, tomnr uma decisão politica dei xando para os proxlmos secretários dos novos governos estaduais, que assumem no próximo dia 15 de março, a decisão final sobre o assuntJ. O CONFAZ decidiu, de acordo com o che te da Assessoria Econômica do Ministério do Fazenda, Mnl!son Ferreira dn Nóbrega, pror rogar de 30 de abril para 30 de junho a vigên cia da atual sistemática do ICM sobre as car nes para que os novos secretários tenham tem po de preparar novas propostas para serem discutidas. Sem essa prorrogação as carnes começari am ser taxadas com o ICM no verejo, o que elevaria os preços para o consumidor Dessa forma, até o final de junho, a incldên eia do ICM sobre as carnes continuo a seguin te: mantém-se a aliquot:,, de 16 por cento na co merdoliZllçào da carne bovina entre os Esta- Policia mi! :ias, a carne suína conUuna com 6,4 por cento e a isenção sobre as carnes de aves permane ce até o dia 30 de junho, O Confaz decidiu também prorrogar até • J din31 de Agosto a Isenção, para os revcndedo rc3, do IC para os táxis a alcool, desde que te nham sido recebidos das fábricas antes do dia 3C de junho, quando acaba 11 Isenção para os fabricantes. 05 fornecedores de alimentos e bebidas pa ro os bares e restaurantes de hotéis do Nordes te também ficarão isentos do ICM, desde que estes empreendimentos estcjnm registrados na Embratur. Ficam também isentos do ICM, segundo lfailson da Nóbrega, a importação, pela Inter brás, de 60 milhões de doses de vacinas contra a Pol;<'miclite, bem como as importações de á cido fósforo natural provenientes do Marrocos O Confaz concedeu ainda incentivos fiscais do ICM as empresas que vendem produtos ma nufaturados a outras empresas (que não sejam «tradigns») desde que destinados a exportação. F ederol o preendeu de maconha quilos A Divisão de Repressão a Entorpecentes, do Departamento de Policia Federal, apreen deu.no ano passado 363. 393 quilos de maco nha e 362 quilos de cocaína, além de vários outros tipos àe drogas, cujo valor no merca do consumidor seria de CrS 547 b1lhoes. No mesmo período, foram apre:;ndido? 117 quilos de sementes de maconha, 1. _46 gr::.; mas de haxixe, 246 gramas folhas de coca._G' gramas àe anfelnmina-snl, 530 aoscs de LED, 881 drágeas de .tllgafnn e 16.152 unidades d:! psicotrópicos diversos. - Em decorréncia dessas apreensões, fo ram instaurados 4.544 inquéritos policiais, sendo 3.6i6 por flagrante. Foram indiciados 3. 565 :ficantes e 2.500 dependentes. com a finalidade de intensificar as ope- ITT.J'/5 em de 1982 363 rações de apreensiio àe drogas, estão sendo mantidos contatos com a Secretaria da Re ceita Fede□!, segundo informações do secre tirio-geral do Ministério da Justiça, .Arthur Pereira de Castilho, que revelou ainda que a pesquisa referente ao consumo de drogas no Brasil ser; patrocinada pela Organização das Nações Unidas. O programa, que dispõe de USS 22 mil clól:ires, englobará Brosfüa e um grande centro urbano, podendo ser Rio ou 2o Paio. A pesquisa se desenvolverá em es co!:i.s e universidades, procurando identi!icar n faL'<ll et::iria do iniciaçüo no consumo de dro gcs. tipe de substancias utilizadas, número l de incidEncin e reincidência, e outros dados 1 üteis r,sra uma campanha de comb:i.te ç es clarecimento ntr ions JH ·co Com a distributço de valiosos prémios, será reollr.ado dia O de março próximo o BIN- 00 pró t6rmlno dn construç:ío da capela Santo A(onso, O Inicio está marcJdo para às 20;00 horas, o local será o novo e moderno Ginásio de Esportes de Jardim. ODAJn JOSt Scr,undo Informações, o cantor Odnlr Jo sé não se apresentou em Jardim devido a doença do sua müo, que !oi internada as pres sas em hospital de S00 Paulo. Não houve má fé dos promotores nem do empre5ário. JORNAL DA MULHER ... , ... , ..... , A págin:1 da mulher J:mtinense voltará a :er publicada neste Jornal a partir da próxl• ma edição. Um grupo de senhoras e senhori tas C:e nossa sociedade estão elnborando as matérias. Envie também a sua colaboração, poesia, comentário, crônica ou receitas culln.1- rias. Participe, ATENDE DO AP.eLOS Este jornal n!to l.ni aumentar o nreço da sinaturas anua!s este ano em Jaràfm. Ire. os manter o mesmo preço até o final do ano, ·to e não vier uma alta violenta no preço do npel. Faça uma ass!natur do CJ. custa CrS 000,00 anuais e você receberá o exemplar m sua c:i!:a. Participe da campanha dos 1.000 csirantes, é a nos:a meta. Est assinatura a ·1Ual podcrt1 ser !elta em dois pagamentos, irocure o nosrn escrltór!c à Rua Cel Fel!cio, o l2do do FUNRURAL. VEREADORES ACOMPANHAR5O PRESTAAO DE C.-ON'l'AS Os Vereadores Valter dos Te1s PDS) e Pomuldo Brito de Miranda (PDD) $oram -rnv;cfuc!cs pelo prc!elto Pircs para :compa nbarem o recebimento das contas àa Pre!ei tura Municipal. Uma equipe da Fu."1dação Pa ia Iima est:llrá em Jardim para um comple. t.o lecntammto da re:JJ. situação da mu.níclpa 'idade que, "segundo dizem", está ATERRA DORA. FALANDO EM PREFEITO É intenção de Pires levar ao povo, atra vés da imprensa jardínense. a verdade dos fatos administrativos ocorridos em Jardün. Alguns de seus assessores dizem que um re latório sera publlcado tão logo terminem os levantamentos. SECRETARIADO Após si•:, divulgnção, C' quadro de assesso res do prefeto Pi agradou a comunidade jardinense. Tendo a frente zlementes de gaba rito e que àesfrut:lm àc gran:ie conceito. a e quipe Pires c!a:-á crntJ do recado. Secretário de Obrzs: José Vicente de S.nc. tls Pires Júnior Secretário de Fazenda: Ernando Martins Barbcs1 Secretário de Administra;ic: A]do Ca S.' va Brum CIefc de Gabinete e Asses0ria de Itel: õe:; Públicas: Tigernsck Godoy Contador: José Pol:doro R. C:lbro1 1 A~sessor Jurídico: Dr. ~!:1no~· ?.:. Ni:çSo Diretor do Matadoro Municipal; I+dia Finto Garcia. Eça d r. V f J Bras: Ao loitor, pod01 r1 ,e <1f1r,urrir p:u:HJO,:'lJ o tlnlo dr ·.te nti+, d vez qU 0 1'0r ds pro. t.::tlorc, tl:, lí111:ua ]):ti rjn_ cm I rn.., .J. .. t t ' •,. tn nhr:1 pr)tl(;O mrc 1••. ( l't Primo Bs!o, o pgénlo 6s Póvo do Varzim ; J:itn qu,J B..:•,ítio, :·,,t,·, f: 1:.~r [lltl11>,. 1·1J ·, 1·cto, na n j,! .ho:1,, (ii}{lt, C(,11,,t:·· :..trr, I' ,. q ul, l roso COlll 1 !,Ili 11:i'l!:1, 1· 1:1. "O., :vr ,·:. ,", <J 1 !ilhe, ((ocnt\l (Í<J l'lt,I .1,;:• tÍGJ'•O c}:t t,fo' 1 conia n vontade ter, a'duna u !:11·, p:· r,1 ui 1111ir 11 11h,1 du 11i11 •·;•r:.i 1,ilt•lm'', O cl t t n1 o "la· 1°lt-l,l" <·11 to11tn oi, cmn1·<'r,,1tlo pcw 1"<;: 11'.n l<'f'0. o f,l .,lii1 Lr.::,ll, H, por z!nl, 3te "Dr.:si'i:0", do "Os Mlas", tinha ido mi comeres;»to. t~ .::-.cl':Vü'J. 81.ll nom-:!: ;.'~un{ort.- ::l1.:m 1:ml1:n(;C1, l._ ''t'm 1 .·i 111mcndu <!ti Fl':1dit(Uo l'icmles", E<;U t!o Qu 1!i-o,·, r.t! oaup:!, enecltleemente, do Iras{l. F±lo na carta u 1''.utt!ll'tlO Prndo, tluluu, tlé: l·Jri!l, 1.lHll.l. l·'PI pU, blleUu(I, Olllu cplstoln. lffi "O Globo"' (Rio de JJU:Jlrn)·, cm m~rço df; 103~, <! teria :--Ido pv,, lll!codn nnte:i em "A Goz:?tn de Notícias", dr. 1088. O outor d:i "A Clcludc e (l!, Serra:.", re~ poncla uo genial cri1dor de "A Ilusão Amnerlca nu". Dur e pnlavrn 110 velho E;;a, C o melhor que ora so podo fnzer: • Tudo isso foi Itícl! e do nm:ívcl trabalho. M:iis elmo e cômpllcn:lo ó quo cu lhe d(: como V roclt1?,n ::lo uzornmnda. mente) u minha oplniio ,.r ,, 0 o s~u Brasil,._ (Op. clt. Lello • vol II p:it:lnu 0G • grl(os no~ sos). O Ilustre filho do Póvou do Varzim, e. dl· !1cll pcrgunt.u do nos::o Edunrdo Prado, cm slntcsc, respondo quo o no:;:,;o.m:11 m:-.lor, con- ----------------- CORREIO JARDINENSE (Fundndo cm 10/0G/78) C.G.C.M.F. 15. 513. 203/0002 Dlretor-Rcsponsdvel: Ivnldo Perclrn (Jornnlista Profissionnl Registro MTPS n. 0 140 • MT) REDAÇÃO: Run Ccl. Juvênclo, s/n - Jardim - MS ADMINISTRAÇAO E PARQUE GRA..PICO Run ela Republica s/n • Bela Vista • 11.ffi. Dlretorn: Morin Eslcln Velnzques Pereira REDATOR CHEFE: In-..Jdo Pereira ASSINATURAS: Jardim: anual .... , , . . . . . . 2.000.00 Demnis Munic1plos , . . . . . . . 4.000,00 FUNDADOR: Iv:ildo Pcrclra Um órgão dn Rede Belavistense de Jornais Ltda, • .- Representação em São Paulo e Rio de . Janeiro: TABULA VE!CULOS DE COMU , NICAÇÃO S/C LTDA. Rua 7 de Abril, 282 - 5.° Andar Fones: 255-2579 e 255-3;192 Filiado à ADJORI o ABRAJORI "O M.n" ±im", N«f. .n ata u Eau:: rlu Ir c''J, 1)•, ,:·u•1· u 1)111 ,·: J.!IJ11 ·r()UJ •. ((, 1 q,1c 1."u •,,,·c1_ ;_,J1. ,: _,,·.c!.'0 t'1 !'. ,iubl1t:", aue chms te "Jc0bino positivit" (o que (:, f'l<·l!) C O ( 1 ( • .f. "' -:,;J,ll'.:Oto, <:!otl-! nó:,, clt) positv!s!e! ±te p. vis2o era surpreendente, rtmt éuc: tu oue escolas superiores • c! vJ•; e mtlitzrs • pululavam1 te adeptos de Au- 1 u t{1 ,-,.,,.,.~ yiindéta curta ao autos de "A Ilusso Amt !lt 1·11", :! t·mnor,('aor . Dcl...t tr,11i:-p,11e C~i' O (•;•1fol10 CIJlll (jtlf :.00:i ollindOb pOI' rtCl'., ! sc:i irrn~o, c!o nltr,hn!1r, e· por que náo dize. [ lo'l . !.•L t·em qu,, os bnsllcirn:s (1Jc cr.:cm nu i m:i hlpocél!ca "Comlnldndc Lu~o-Afro-Br:1<.l, l leira ck Nat'0C'S", nrto s!m'.lm que ú h(!J 1,onhu i,c;n mo qu~:ot('sco nsslm. Pol~. uiz Eç::!: • U!i li 11Ómins tem lntcllp,0ncia; os mulhc-.)S tem bi:. lczt~ • e ambos II m:il:; bcllt, :i melhor dus quu !id;iclcs: a llondncic. Orn, umr. n'.lç[lo que tem 1 l n boncladc, a lntc!i~ênda, a bslezn (e ca!é, nes, l ::!s nroporçC~s s11bllmcs) • poc!c contar com ! um !;Obcrbo .rutura hlstó:r!co, desde que se con l ven:;a que m::tis v:ile·ser um lnvrcdor orlglunl, l do aue um doutor rn:il twduzido (O !rnnc~s. 1 "Niío me aucirn m:tl por to~a cst'I desor- 1 clcnad~ fr:rnçÜcc:.i, e. creia-me tão omi!;O do Br;isil como -seu Frndlc;uc Mendes" (op. clt. 110!) - !;rifo:; nossos). (Plnnn). ADJORI - ;!S EDITAL DE CQ'.'IVOCAÇAO ASSEIIBLCI/ G;:;:RliL ORDIKARIA o Presidente do. Assoclaç:i.o de Diretores de Jornr.i<; do Interior de !l'lnto Grosso do Sul - .IDJORI' . MS- us mdo das otribui cões que lhe confere Os artigos 20 e 21 da Ccnstituiç:lo eh Associo.ç:lo, convoco. os senho ·os associados 1r2 se reunirem na cidade de ·,,rr.-~ A:1d,.a(i!n-a, Rua José Dominr:os, 98 - ' t'?d~"•C' do Jo;n,l D'Ocstc - ('.iC. l'l de mnrço . 1 d-· 1 'l33 : 1s l.~:00 hor 0s cm primeirn convoca rº:o e s::- não houver número leê!'.ll. às lG:00 1-0-;-ns c:n segu!1d:i chnmack. ofl.rr. de cm As ~c:nbléir Ger:-.1 tratarem sobre a seguinte: ORDE'.',I DO DI. I - c!ar cumnrimcnto as cxt:;ências do art. 20 do. constitulc:io: II - elct1()r o. no.n D,retori2. para o bienio '- 83/85; III - escolher i: cid[de pnrc o próximo .con- !!l'C••o· , IV ......: rT:,:::;-o ~-:ilordn mcnsalid:-.dc pnrn o ble. nio 83/85; V - ;:c(o~r:i:-. dos Esto.tutos Sociais . D,ur::idos-'-'IS, 1T de Fevereiro de 1. 98:J Thcoclorico Luiz Vic;:as - Presidente da ADJORr - MS - • l ---"'='.....,. _ __,_ ........ ......,~ ,=-!. 1 validade tudo, •. '!),J ,. r . ! o m d1 p r e n 1o 1 O autor z'o do . Ciu'-IPO GRENDE - F'oi prorrogndc por : ciue n:ío foi no;,sível nomear ·lodos os ·co.ndi mais dois nnos n vnlidndc do concurso públi- l éb.to::: cem preenchimento de c.l,i:;OS. O con co do lVIagistério realizado cm 1981, fic::-.m1o , . curso núbiico ouo refere-se o Decreto foi rea astim possível o aproveitamento dos nurov::i- l liz::do ·c::i l!l!ll. e de acordo com infonru?ções dos no referido concurso e que, no crit::-.nto, l de scto:·-:s !igmlo~ no :í::gistérlo, àificilmentc n:io foram convoe3dos pnrn ocupar a função. { será realizado outro concurso nos uróx,mos O Decreto de n." 2001, foi assin:.:do pc-. : <o< ·-.-+o ve- » s oras dentro cio profes- lo governador Pedro Pedrossian ns 4lima t s ás cásãds. quinta-feira e foi muito bem recebido peh : F.:!r.?. o pr~s,d:::1te eh Feder::i;:3.o dos Pro- cbssc do l1ugislério, em especi:il por nqt: ,. fc~sn~c:.- d:::•,· o c,·csso C:ó Sul - FE?ROSUL 1es q_uc foram aplO"Udos cm Concurso Püb!ic-.:iniciativa da :;irorrognçf:a do concur,;o e ai.e.da estilo scn1 cxc:c ·r Suas fu:cães. li;e". •:· .. : rn:1:s dois anos, !oi tL"ll'J. cias pou• De acordo co1n o Decreto b::tfxtC-:.tl n~:o ê~":i rc:1liz:::-;G~s j:CSih::-s do go 1erno cstQch.1al governador, o concurso público do MagistC- cm: prol do professorado. rio, terú ,·alid:1cl.e por qu:itro ::mo;;, um:J. vez Não deix;;s p:lssnr, desnercebido,. o· teu à.ivino inst.ant.c de ~jud:U'. • Su:-Jc vd.ri:ls c::0.....; no:; ~L~~t:nt;.1- .,_1inuto.:; de cza ho:a, concitando-{e uo ciguc-i..± to d--1 ti l:l~~rno. Rcp:ll-:1. 'll;llo.11lC. Aqui, é o mio Que cS o: una sra se àc consolo. ali é:±un.a que te ro. ir .:i. _ _. nific:nte favor. Alé:n é um eomraleiro cxu4o no ire. ' no 6..:oc cL'1s nro·ai n:i cxo:.:ctali·~ de 11:.:::1. • :;Q!..O u~ solidr!ricd.".dc. - 1'.cc:~l. l•-urn co:·::-o doiâo qu te pc e 31- gu.nas p:gins de esperança; mais ali1 1..: ~.i.f!l (lhl:1bc que sofre e a qu?m um sunplcs --or.-~ so teu pcde e.rimar. 1 'r..· :. .. • , ... , ._• ri~ l.,: "'"t:3. ; . __ . :·: .:i~"-=· .. n:ü:-i1 ... ntc, é Dos.ve! í.1:::cr . .. /,·"' ~1 a 1:•dn ., :11uit1Cl~O c:.i~ n..;C!...S-id.'.1d.CS .1! ,sr. !10.: tL'..l b~·.tço, por t'l!:l p:ib.'1."J, :e: /U! cO:zc:so... .: os dc instante que foge e se- .Ai: '..O uq.somado s zm:ore;4 • .:. ~ • .1dc bojl" 1~.,.is rico d..! -··· .. r~""::· _ ·:· .. ··~ -:, ...:!', 11±is rico d2 Azo.a, é uma lo diice oa 's 'uz. eruprs'aromo de iutc, decorz, e c au:i- lio cficlete cu, @e se: 9os:/el '0 --o p1'1:·'•i,q ,, r, i·•rl'l .l.·,i· ,k C. -1r,1 .. ' -,o,., ?R," 1. nun l':In:-ec:ijú nº 9ôl Tcls. < 067) 62!-4320 nes.: Tcl. 621-70!:l 1 t i }"· «.;. - - . ---- Diário d:i S~rro. - Trib.l:!:i <l:l F:o:i:...::-·:: - Atender.do rciv!ndi~nç:io C:cs FCd.1,or2:s. e :2~~ co Cenirnl baixou norma clcierminnnclo :lo !J:;: Cú do Brasil a prorro,:; .. ç:,o .;té 31 de .1!:i:-il :ir:. ximo, do prazo rara rcsgete dos iinzrc:acn tcs contraidos para recno de bci ;;ardo c:: terceira r-arccl:: '.'<.::ic::l ti 31 do:, j:!n.:r.; :..Li- mo, O anúncio foi feito )JC!o prc.::dcr.lc C::: ?:1- masul, Otair D'Avila, rclzrdo qve o suerin t;ridentc rcg!ocal cio B:inco d? B.~sil. Lulz C.1~ ]us Nazarcth, cstí !::e ir:cumb!:ido de cc~~L"l:::;:r c.;ta instruçfio ús agc~ci:'.l!i de todo o Estado, que jú cst:io cientes das novas rcco:-ncnd::çõcs. Segundo Otair, ::!t!..."!l d.:. p:c::rog~c~o do pr.:i :.o par.:r. rcs,gate o !i..c:...'1cii:!r:r~~nlo, :1est:!.S ir..s truçõcs rlo EC, {oi inutid: u rodiic:ç:o cm rcleção 3s regr~:; vigc:~t~s. t-t~ c:-i'.,"ro. t::.:r.. ém bastante bcnéiiczs p:ra o seto: a parir de açora, não é c:igiigmx.sdzru:isas Fernando F-r~~ta.s .:uli2.o C:e I'?Citas 1 Arletc P de ?:"ci'..::.s , Gilclcicl:i :.L S . .:lve3 ' 1 A;:)YOGADOS T-::-f'r!~ • :--!, .. e-· •. -, ·:-· :·: ------- ..... CC57 l 624-7087 l l 1 j ' l . ! ! ----- ..... ...._., . .. ·:~..:. c:-:;c..::to:-c 't?'roAn ""•--.-r--!".'.lr,, -,,,.._-~-"""~ 211.!j_ ·-~=-- .: .. ..:'-- Para ag ="'-"':1-.----:--, -.. . Al. E ::ix :1 5-:74 8!8ô CG87 ./ . , i t•r , .. ' , .' ... 1' ri U • rfJ, •. .::; y:i2 • '':"'•:-r-'n • :::.i:1'0 : • .... 'ci : do Banco do ErJit ou contratm cmpré;;mos, Po: sc os produto- r:!S;'o 3u:6: cura+ulrm a prcr;0;ação c'c 1 .. r.,,,; _:-;,..:!,. ': • • •• r :''ª ê':C34 ( '('r,.. ., Ili [213 ll:í!G [/)2(J 36!7 VoJ. : ·2 ')O 132 00 !52..CO li) 213-- 17207 016 15200 30 eo:,; -=- 1:2.co &21'.J &il!6 Po!: 227C 23:JC· 431- 127c :me._ 41GC 58-;0 top't() ][?)777[?p"e+ ooo» o.lo-. te « - o-o ; a ......,.._ .,'"',------.~----=------------ ------------ ._.. ·-- _.....,,..,.,. __ ,... _ () p n ão / D e 6 at e s m f li , ) J uu l A nolícln veiculada peln lrnprmsa do Es i(,do dnnúo conta que Cm-npo Or::mcle pod~ró. er polo de exportação para r!u1ivlt1 dtb<·rr a d•mcn,:io dar, prctcn;ü,n w1bln I C'.mlr::i os le i ílimo1 Jntcrcs~cs ele .10~~ª Corumb{1 e compro quilo que estamo; cansados de snber a ,(l;v!nlrilt'· ns 1:rloricndcs todo, esl'io nos fe- dorent:: córregos metropolitano5, onde, qual quci.- dl::i destes. como já c;L.i. n SU!)EPE c.stn rfio i,s mas mo~r,<'ns o SÂúDE DOS PORTOS e, quem sabe, até a Capitania. • «7!S poderá ser pólo _de cx_p_o_r~nçfo pnra . u Bali'l,:rn, ls•o ~lm deveria ser nollclndo e !lão _n Assoclaç5o Comercial de Campo" Grande, mâs ,sim as Fcdcrnçõc, do Comércici, ·d:i· 1ndu~lt1a, dn Agrlcullurn, dcverlom cst:1r·mniidàndo co- mltlvas intermunicipais Polivla para mostnr /:! ve:-i 'e~ via natural de cxporla~ô, es!n ·aoan donzda.Corumbá, mal servida pela NO_ROE:STE dando Até hoje esse monumental testemunho da burrice • ou desinteresse - da engenharla rodovl:írio b~asllclra, federal e estadual: ni'io e-on~guir construir uma estrada ))ermanenfê por causa de uma enchente prevs{vcl, do elc vnç5o di~rln contadas eni centímetros. Muito a propo.!ilo este artigo don companhei ros corumbaenses, do jornal O MmIENTO, fel to com garra, rncrlficlo: e muito idc()I, S6 qu2m conhe;ce Cornmbá e suas potenclnlidn<les, não só lndustrlnts, lll:18 sobretudo lurf~ilc11s, podcrl;i • enlc"ndcr. o r_:rlto ele nlertu dos corumbacnncs, Endossamos plenamente a rclvlnelÍcaçiío de Co rumbá, de SlHl gcnt(l, de tuas classes produto ros, li. respeito do turismo, chega n ~er c<lmt ca a atunçno ela MS-TUR, que não l[ln:ira ape nas Corumbá mas outras regiões do E,ladó. Ou turismo é só Wisky farto e barato, pas seios e p11xnssaqulsmo (segundo o jornal co- rumhaciise), • . .Em nossa região, este sofrido Sudoeste e Fronteira, temos em Bonito as grutas do Lago A PHOPóSl'fO l Azul e ns águQs cio Formo;o: em n0sa queld 1 Jarcltm temo; monumento:; hir.l6tI('O;, M águ:is plscosas do Jlirand:i e o p:ilco lm:irt.al de rctir.i dct da Laguna (turismo tamlcm <: cultura); c1:1 Bela Vista lemo:; o "tal'' Wisky forto e larato, tM9 terno:; tumhfo1 o Nhnndlp.í, o Cu~~{no, n; pralns do Apa, a Expobcl rntern~clon:il, o ter• celro cnrnnvnl do Estado e as pescarias lá prás bandas do pcrdlclo: em Anto11Jo Joilo, obra prl, ma ele ll'.ls,a hl,tório, u Co!6n!n do; Herói,;, ini: dativa que sobrevive graços a :ibne;inçuo do Cel, Cancelo: em Porto Murtinho, c1de o Ho tel dos Cnmnlotes esiá opto a receber turlstos do mundo inteiro e outras c{dade5 da região com in!Ímeras atrações. Quanto a aglllzaçi'io do collércio fronteiriço 1· u cons<:quente crloçiio ele empregQs e rique- . Essa grnnde verdade precisa_ ser _dJt_a agora, Enquanto é possível: Corumbá não tem ligação todvi&ria permanente porque não querem·, ' Qucin for capaz demonstre o contrtirlo. ~las, n lncapncldadc técnica ni'io serve dé expllcn <;5o no pa{s que construiu a ponte Rlo-Niterol, l_tn_lpú n rodovJa dos lmlgt:intes -em- tempo-ra• core, Até a polfcla de trô.nslto j:í foi convocada para dificultar o comércio fronteiriço Corum- l::i-Bolívia, lruelismente com n coni•êncla por COn'Cniêncin de gente nossa sob a alegação cs tapl(úrdia de que «bolivianos e palestinos. não vota3m». A "Cruzeiro do Sul" saiu daqui com rcu· vôo para o Bolívln, :,ingu~m reclamou. A V,:SP só n5o passou para o pingo-pinga dos ban deirantes" porque os pescadores poullsws não deixaram. A NOROESTE com sua alta dircção Hlcn.stc1nda no planalto paulista . dislanté e nUscntc rnnnjendo esse monstrengo balança.-ilc qu~ c:evc ser a maior comoosicão ferroviária d " ~ .. e quarta classe" do mundo (quem sabe cm Calcutá tem coisa igual). E a rod~vio só ilcl'" ~.,, csi:eran~a d:1 promessa presidencial, em três íi ~!:OJs, no 4. 0 E:nco:üro do Centro-Oeste: «até o nal do m~t. go'erno cst::irã contruída a BR- 2 5 2 • Qud: será esse final, (in:ilmen!c? r O governo niío pretende ficar na defensiva dísnte de tantos e complica dos problémns que afetam n sun trnnqullldn de. A mensagem presidencial que será lida •'1.l sessilo inaugural da nova lcglslntur,. no dia prlmelro êle innrço, pretende ser n bll5soln ur. ra orientar uma atuação ofensivo. das banca _das.do partido oficial nas duas Casas do con gresso. .. , O dccumento, que é uma trad1clo11a1 pres tação de contas do governo 11 Naçt1o. vai ret Lci:ar n.01icntação central do discurso pronun. cindo pelo presldsnte da Repúbllca, cm setem bro. do ano passado, perante Assembléia Gero! da ONU, QW!I s~ja, a de que ns Contes de nossas dificuldades estilo n:i raiz do uma crise econõmlcn_que se baseia numa ordem !n ternnclonal inlcun. O Planalto· de~ejn se nnteclpâr n uma o posição mais aguerrida nas crlllcas li crise econômfca-flnnncelrn e seus re!lexos soclal3 o ferecendo uma versão pum a crise e dando n seu partido a oportunidade de tomar a dlnntel ra, e,,;tando que o governo fique exposto aos incômodos de uma posição de!ensiva. Os meios governamentais continuam re jeitando Umlnarmente tocias· as polÚicas µl bl!cas a)ternatlvas nven~das anos pela opos! ção, Jnsls!indo em que não existem outro:, rc- evitar a asiãs Ag-êncl!I APLA~ • Brosllla médios para superar as dl!lculdndes senão a queles que vem sendo obstinadamente minis. lrados desde o ad;-cn~? do ,novimento do 64. Em termos pclíttccs, n mensagem desta, cará o cmpenno do governo em garantir a renliznção das eleiçées desde o votação à opu raçüo e pc5sc elos elc:10s, o único ponto in qucslior.a,·elrnente positivo cm melo a tan tos problemas que cst:lo tirando n tranquili dade e o i;ono t:o r:cncr:il-prcsldenrn. i preocupzgo n?o se gct: em dar o tem ofe)ls!vo que orlem.ir:1 o PDS no Ccngres- 1 , so. O p:ut,cio será fornecido do material ne cess:1rlo parn de!ender o governo d.Jante de cr!! !n:; c:uc venham n ser formul.1das ;,ela o v=·,i~o o. rc:;pc:to dos problemas mal3 p::ilp!- 1 !:ntcG eia :1tu2lldnde, j O r.1L'1lstrc da Agricultura está concluindo l'!n re!atór:o rnbre o pnpel desempenhado pe- 1:: gcverr..o 11:1 contratação do grnpo Capem! i;::rn o nl!llogr.ido esforço de retirar tcda a ricn rcs~rvn de madeira da tírea n ser lnun:ia• : pel usina hidrelétrica de Tucurul. Kao se • 1~::ra q_uc o relatório responda as principais r.~·!:t:nts,:; que .estão no ar e nos jornais, mas o go·:cmo pretende que seu partido sa satis ~.-ç:i cem os dados desse levantamento. ~:ianto 1•. condição minoritária do PDS r.n Cüir 1ru dcs Deputados, onde quase inva- 7~•. ftctt e :1 c•1ss!- 1 1':i!é~de de c,·entuals e d'.)S:l~rn.~dúve!s resul, '-dos de yotr.çi!o na C[.marn. Quan:o no caso Ecumgarten, a poso d rc!sgá-lo z um mero problema d orizm: no!ic!al. , 1 Tcdo e alue: e:cá!ente. tcda c qual. que;- c!-:ic:;:' 1. t1!dO ';J.! ~::. Jcg-!tLrn:i p::ira evl, tar a constiul;ão de na Com/ss:a Parla. mcntr:,· d,, Inquét.:o. Ah:ci:: ~" cC',s clC!rn im• pn:vls!vcl e com_porl::?.m:n,o que o pr(!S!deni.O da c;,_,;,.amEltvJo r l'.orcill'J. r::.!ol:.:, ;:1 cm faca do prcillcm: cio Cc'I S~i - Baum'.:µr!e:1. O J!. der Xebcn :-.r:ircl:ez.cn jó. c~t:l. recolhendo as.51• rat:as cm cinco rzqucrimentos, em branco pai ccs!±t!30 de CFI3. Precisamos dei:ar de ser m:isoquistas. Es- t n, !-;,-~ d d • . • • • e acordar e no viver.apenas so- , •cr:J:i os :iur;:os lenrnos do nnior ·curcpos (o czmerei! do este, do porto movimentado, da J!'tcrc_in1:io intcrn::cic::ial B hora de ver tu do isso cm termos dc futuro, para não acordar mo' cic no:;:·o longo torpor apenas como área ele l12cr cio . folo Grosso do Sul, a cirlndczi h dos «!is de sman· com Whi!y e aso. '{ in± barato peixe farto e muito puxassaqui:- [ r,,~ d<lc p ... ttGc.r; ··e:n·1no3 e su:1s modames. I r .i,,. n,,J O i,,;;,cntn - f.'orvl"(lb:i) -------------·~~ Local: 300 metros do Aeroporto Lotes à prest::ição cm ott5 36 meses .. ' 1 .í Nc3 t:.:;s : CC:!{';ão, só podem ~-..mcion.,r s':::!ulr::n:.:!':l~::ti: c!nco CPI!: cria, ds nzlo me:c clássico do requerimento com vn: terço de assinaturas. Além dêste limite, só e p!zn:irio ~ Cai:i'. onde for solicitada n C?I tem: autor:dade para autorizá-!! ou nilo. 1'.!archczz.n c.1:;:aja 5') r;::rn..."'lE!' no pri.mei:o es. óz0 p2:a bzianciscn:c±enosgundo. Os qe deindcmn uma pos!cio firme da oposiçõê:; n1o est~o cEs_;:;osto a cl!lr trégua a Mrc::zanc 20z02Ir.0. Eles e articulam c::n to:-no, principJlment:.!, do secretário gernl do PMDB, depurado rr::ncisco ?i.ntc, e do lider do PTB, dzp;.;t.udo Ainca So:ire:;, nrticulando movimento para conseguir os 15 assin.:1tur.:..g r.ecsári!l!: p:i:r .! ='- ccnstiru;çf!o cic CPI 13.:n.un .. garte::i. 1s relavões do PDS cem esse ruo ma!s ortodoxo da:; opcs,çõcs prometeº s2 iomar m:us dificii c o iidcr e!sona :,:::rrchezan rn'.:!. tcrializnr os c'nco :,Y-:clidcs d l c.u11~!·c. m:.:i r~io1Clo r. ~r- -~ 1ic.1 hon1 rn·.: . .i.; !:-n _....,....,_,,,~--------...,.--,.,.....,----!.. t::men•e. "GRANDE LANÇAMEN O DA lIlJSSI DlOBILIARIA Infom:a:: ~es e Vend.'.ls Rua Ary Coell:o de Oliveira 660 Fõnes': :?247 e 224íl "SEDE PRól'RlA" • JARDIM l'lts ')' ,i,·, 1. () f,,10 (: (!'IA, • 1 ,-, dr, r 11 , l 1 (' nQ ·,: i'vi" vi:m. '.! !1 p+d vore. !cm o dn- t. Joo litcent do, ±irío udr auto, minis. tro do Ln! !or, e l zvwdo do n'!ei. T/O(Um n ao.€TO O',cni1e o NiI, u 'tf Iw0ri'ndo ! ! pu!0 DHin. .Ne! G , Con + 'b. O Bnc rc. ', como ituz o de parto do d@bitos da presa, trr os cujo preço foi entablec+. [JO L( l'l!I,'.) Ul1l ( ,1'1 'V,1!(11 llO''·ntlal'', () e.·. u·n 1110,- J ,rtJ o Pararinho rcou com o de• f,at: pera@o lu; noticins obre as nora. cóc., d,> , ,c.11 c1orr-; , !11 lit .1 de mndto o de prcntey dos Inte~rentes da Câmara a pa-. a funções enrosmen!c remunerdas, Me. cJc-i10!. vi:in r·::ndo d<·ln "O Cru1.e1,·o". nmcionórlm; do órpio teriam ido responsáveis pelo levanta, mento, {unto 6rios públicos e n empresas e:t?tais, dus nlclos que, ao longo de 27 nd. meros, preencham 195 dns 217 pá/nas de oub!ictdade stumpndas pela mal-succdda pu iilícr( .'. A e números, devem e juntar '26 págin: de IeOntaens pague, sobre a a. L'l:)C ~o te éir:• r,, púh' !e.o .. Fxp1•rim,.n',1dQ oflciul c.Je irúormaçüc.s e n0liticc iniciante, o deputado federa! Sebas. ti+o Rodrigues de Móura, o "Major Curi6" cpc·;.pfl) fonm!lou ·1 t : de 11m complô con• tra os presidcrc!Ave!s. Obteve polo de dois n11,ui.110', - Amlr :v:--1 e mai'l o titulnr da i<:ron(.o, sabe do excelente negócio que é !nve:::t1r cm terra. A valorl.znção; n segurança; a tronquilidode do fUturo nllccrçndo cm bases sóUdu.s. Melhor que isso é delxnr que nós paguemos suas prestnções ntrovés do SDV. COMO FUNCIONA O SDV V. nos apresenta um pnrente, amigo ou vizinho interess:uio em ndquirlr um Jcto nos melhores e mais valorizados loteamentos de Jnrcllin, e paro cnda lote vcndldo, a IMO. BILI.ARIA JARDIM LTDA., através do Slsterr.o Doméstico do Vendas, qultnrá intcgrolmen, te uma prestnção para você, Ai, seu o.migo rv.; apresenta outro o.migo e também gnnhn uma prestaç5.o paga pelo SDV. Aí, o amigo do seu nmlgo nos apresenta outro o,,. !MOBILIARIA JARDIM LTDA. CRECI 161.J Rua Tenento Bemnrdes, 100 - Jnrcllin • MS. VALECr$ ., , . Através do SDVª (Sistema Doméstico de Vendns) como pagamento de prestnção(ões) do Lote . , . . . . . . . . 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D ' '·'' j 'J':i'::JlL! {.'.0 .Jt rt i .i1 e::~ l ,que ht..c do C! :l ' 1 ü vinte e a'1l) k. ,'l. e ti, Pri.eira Se4o Crdi.ria do Juri, a I.li se e:n 1.93, f0!m , a os «o!z, , 1:•d:o : ± 01 M.rio d: é...tc, 'ar as I ! r,,i lí(.::u:~ ,:1i . ,.,•i'.wl .J 03 e .b nu Lcu.",1, e. 1 • .:o f O! l. l O, Vi 1.!r, / ! u5 Gent.l Vr•:·:; ,,, t' 1 Pw, I ! o 0 ~ 7 • l}ab:· .1 1 n yr,,õr,•··o r;:i:,1, ·n olltG:L e.~:: 1..:LLC!l!"dr)._; [ 93 Ises Pino de A'de !,' rJ;J Nb:<,r /,ldc:,:.3 /.!ir, :.i:, 10 cl(r': :o L11il Z:H' ,c;·m, 11 Co1;miln Lourri:o C.:.e Alrrc.lc.:r, ~~ Dwc1cclano de Vc.sconcelos riU10 13 Geraldo :'I [u;;c:2 L0urr:lro {;J (• ~ • ! 'Si, 33 ito tL t:'.l. rt,;·.•rc. _. - .. , . ..:..·~~ ce!: o V!e), A, Jt@ .. ...: e i,o. llr ... 0'.I.AS r,~):; SA'.1'0~ l'U.J,1-tlO';í TU;ZF '3BE;ETE O TRIENAL D». RI - o qur-; F'JZ~R (!U,'L'IDO VOCP. QUEtt VE.'.',D::itr: CO~ll~l!M!, l~ lJL-;c~Ol.!l~:. (!i.,L '! :'"j,_,; l llHJ~DO ·.r,1:um::iI QGER Vi::-ill::~ .:ias . JIJ.101'.li~ ~.)() QlT.t C.'0: 1Ji.'1UH'! e:oost.a Tuba!ha com ciatii!de c coa:pcteia! . ', __ I', - , os ,,.. -- /"'.- ·--- / . ~- - ---------- -"". ) ,, 1 1 1 ! , ,;_ .. ::-nci.'r nr, ... "'.c~ !:ró<lutt . ., p<l.:l cu~_.c::: 1J0Íi,•s ri .i:a ú tio :cil :o ar!uamcnte. A crise mundial t3:70u f r,r; !";:.··:-r·:.:r!o:-: cxtc-n,c~ r.1~!$ !cch.:::.d~~, 1 ', cr.nt» roas b:reiras e dificuldade t ' t ' Ar! .H!t!Õ (1ot0) nspee!onou as obras que est!o. sendo feitas a oflrmou • q_Ú~ •·a cllsposiç3.o é e:,_-_ locar os parlilmcnta;cs d~ forma a f~cillt:lr • o tpbalh_o de cada um nn dc.fcs:i dos !ntc:-essc, dac,uelés. que reprcscntan;". - Ãs i:i.stal!!_çõe.5 'nO.:Rua Rio ~rance :;i:o pro• visorigsg e já algum tampa defasadas pra o fur ciÓnamc~to clQ Legislativo, mas o deputs.do r(:o salta que "e preocupação e oferecor as ralho:s condiçccs possive!s po.ro. os· 21 deputados qu-: c,,.. taro atuando, pelo menos por m:i.ls. um ato nqquele· loc.al". • • • • • Novos • gabinetes foram çonscguitlos juntu , aos _padres. ,salesianos, proprict:irlos _ do ptéàb I e já adcqu:i.dos d~ -.forma n abrigar gab,nc:cs ele d~s parían1cnto.r~s e a ;:ila ·comissões. 1 . :":- ::ITesn Diretora procura cstabe!cccr mu- ! t--;::írito S::nto ,·oc0 q~ me escb.!'::::~ tu danc::s de forma n conseguir, num curto cspu- i do <tt.:'-' i!un~in!l todos os ca....-...:n!J.os p::ru que co de tcmn., º., .ÍU.'1Cionar sem que haja prcjuizo ·1 cu ut!!ij:: 0 r=u itlz:il você que ~e d!i O d.cm d, , ,·i1Q de p ,.; ·- i ~~a, {U.~ ..;....;Q5 os !:15..2_;:h .. -.> - I:i1 04ª u.::._. co.s do Lcgislati'OS. Í c,;f, CO:!,,!!lo cu quero r..c.:;tc curto diálogo agra- As uc!equ:içõcs, cutrctnnto, niio ,scrúo fci• I d,'<'cr-1:x- r,cr tu:lo e co:ú:=::r ln::1!5 uma ,·cz tas.de um:,. só ,·cz, segundo Rigo " a disposiç5.o • qu::c cu n:.:r:c::i. q:icro r.:e ~cp::.r::r de voe& por m::i d~ ).Ic:;: Dirc.ior.:1 cíetu:ir ~1ud.1nç:!.S de form;:,. orqescj:a!uso:atriz!::orá o :n..fnimo cLa ;·o:i·::Cc que ::::!~o d:- um tl.i::i. c::::r co~ voe~ e org;niznda e sc..ra provoco.r àcsarranjos no iuu- tnCos os mn.eu3 irmãs nn Çórb. Perpétua. cio2mato do Peder Obrigada m:.is :uz vez (a pessoa deverá ,o r,c•~o c!c Jcr~~ e .rcg;;io, o deputado fszer está o7c.o 3 diz: sido: 7em f::i=er o • ,d. - .. , pdido. Dento de dias sei alcangz±a z ::r:ir-:i. Ari Ri;::o comunlc:i. que esta a 1sposiçao- cc to- !' ~ • !)Or mui d:;cll cue seja) p:!'iear zssim que àos, 1·2:nbr;:in.,._1;:, nu;:,_~ Jardim conta co::n incs_ti~ . :, "' rc::cebcr a g=1:,.:i. m::,·cJ cohborador n:1 As$c:n!:Jl~i~ n11 pes$O:l de /. Dai±lo Nunes N o gu e ir a , assessor espcc!sl do deput:ido Rigo. ·.ul :. ~ frotlt:fo:; br~:tikircs. !"lcdor:-·:!r r,ot.:(·o nili:.r.t:1. •1:r! :-:~~::~o tr~~:ialhc, r:uút:i. c.."intb:"id:1c!c muita cometer:cia. wr:tsr a exportação pa7! manter o ritmo de é fur.damc.'!t.:l PAGUE SUAS CONTAS E SEUS JJ1IPOS'IOSll.'1 t::U.l DE NOSSAS i'i.Gf:NCiAS dc..·::Lr!'•;!vfrr.c.1~ tlo P.;:1. Desc:n olvi:nt·nto :-j~·:ific,1. 1nc.·:.hC-l.C:! cci,d.!ç,~e: ~ v:2:i Ftr,1 • tcdo;: m::'s pro:, melhors a!ár;c:, al:..gnt07, amUtenia :dica o pr.--.·. :Cc:1du ~oci:il, !j::.úr:!.:-, c,1:.0 propd.:i, e l a - , luz c ; r ia, -:t.ft.::!. e: : g c !.o -; ~ t~: .. ,·:>ü:" s. S/!1 A7:."._S"'IF:c A2OSSOL DE COMUS 'i : 0 :.s:s L TDA. '?csto, .:.~g íJSQ - !ún. O /- e ,:,-:-:) :-os-ro AG?.OSSCL DS C,0'.','.(. rrT:E: LTDA. ±0. R:tu P±+ ,·.. 13%. EG~:1:--0 - .':s . .__ .. ,,...,....., __ , AGOL REENDEDOP? DD F.D.·.,ucs D~ ?Z=:.ó;..r:o r...-c·J.. <':=os~o) !37! 05:) - E:-.t:-c:-:::::r-u;:~::to :'.?!r.~.c;!L' '~.::..mc:i i!l -UTA LOPES DA IACU;:A- MI. 5 TP YS?OI-?.T.êDOTIA /,G11.0.~.s0:::.. i):; :,1 ~:..o~rv.-u::o::- nr: PE7,;,~G: .. ;-{) L"E"J.. t ?r.:- . .r:.,-:,o~r.:. 1 ..!o:·:--,.) - A,·. :::· .. t:::u':! e:~ e~--, (".'n - 'T,!f?:"""-• ~ .;..... J ··---.7.a...'.'. :::: .:. =-::.::::-=-- ~ s í i' o ! d e V - ----- _,,,.--~- ·- PRONU 1 Meu Povo de Jardim. Nest.o momonto, tivemos a honra e o prc vlépgto de nssumirmos o compromisso de ge rir os destinos do Município de Jardim através do mandato do O onos, conquislndo ntrovCs do voto populnr trncluzin TUDO PARA SUA CONSTRUÇAO AV. DUQUE DE CAXIAS, 269 - JARDIM - MS. .... ; .. :·· ;,. e i 1o l Continuar navegando 237_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº237_10_02_1983 239_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº239_07_03_1983 Voltar para a lista de itens