239_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº239_07_03_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título239_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº239_07_03_1983Número da edição239Data de publicação7 de março de 1983Número de páginas6GeoCoordenada -21.48757448727132 , -56.13461750826719 Documento 239_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº239_07_03_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Pretelto Os prefeitos dos munlolplo~ consltloratlos, rlo Interesso-da scrrurnnçn nnclonnl, cnso do Boln Vlstn, CarncC'I, Porto Murtlnho, Antonio João e Pontn Por erlo substltuldos to I- r ! o novo governador assuma. Segundo lnfor. mnoõcs, WJ!son ll:irbosa MnrUna ouvirá os Plrct'clrlos Municipais o os vore:.itlorcs para os. eolher os nomes n scr:im lntllcndos à aprecln- o do Presldento ds Roplbllcn. Por ser car. l!Q do con!lançtt do r,overnnclor, este procura ...rd,_lntl1cnn nomes qun reunam n slmpntlo. elo _pnrttdo, elo povo o, cvltlentcmontt>. dn Presl . dente tln Rcpublk1. No cnso de Boln Visto e Porlo Murllnho, onde o PDS 1;nnhou :is elo! . c11cs e. oossul malorln nn cn.mnrn. nno será !á _. cll II lncllcnçll.o ele um nome oriundo do l"MDB .- Câmara Munlclpn • •. O vereador José Carlos Medeiros Rocha trovou por diversos vezes n SWl capacidade _ndrnlnlstrallvl. Jd se tornou rotina o popular Zc ,C~rlos nssumlr n prcsltlêncln da CAmara om enormes cllficultlndes dovida n débitos de . cus antecesscres. Mas o Zé Cnrlos nunca fl. ça c,rlHcando ou colocando obstJiculos, sim. plc6mcnte en!rentn n sltuoçto e colocn a cosa rm ordem, 1 o que está fnzc.ndo.-Uma de suas lnlciatlvas !oi concordnr com a contrataco de um sr.cr!'t:l.rin executivo, e o nosso colnbo• rntior, JOS"lt IGNACIO, pass aa colaborar con, ·a Càmnra Munlclpal, - • CHOIÜDEIRA Mnltns reclamações do pessoal da Munlcl ll!llldade n respeito da slluaç!lo dn Pretellura Munlclpnl. Está parecendo otd o Governo que Vfll assumir dla 15, antes de começar a traba. lhar .lá está dizendo quo vai ser cill!cl reall• zar obras porque o Estado deve muito. Todos . snblam dn sltuo,;;lio cla Pretelturo, todos sa biorn que a munlc!pnllclnde está devendo. Ne- ?;óclo agora é ollnr para o !rente e an!rentar n sltuo,;;lio, Choradeira nil.o vai odlonlar na da. O nosso jornal (e os demais da Rede) não tem compromissos com partidos ou pessoas e vamos cobrnr promessas feitos (do Governo Estadual e do Município). ' E bom que saibam ... Um dos assessores do prefeito Pires, ficou cm duYldn (sic) "se o CJ iria ou não· npolor o ntual pref~it0. pois o Diretor (Ivaldo Pcrrlra) sempre foi homem da opo:;ição". Ao amigo fi. ca o lembrete: Jornal n:ío tem nartitlo seu ~~lnpromi rn é com o po,·o, com os Jcito~cs, quanto Pires mcrccr.r confian~a a tcr.i qutm do merecer elogios, os receberá; quando mnere ccr cnticas, também as terá. Isto é limnldo co iº a á_~a da fonte. Não nos lmnorta n filoso ~~ POlit:ca do diretor ou dos diretores. Aau: n ~~ impera :i. clemocrncia, nós exigimos rco. f ~ ~sabll!Lladc. Nn polllica, n nosso ~ditorialis. e o DI Piero - vocos conhecem o Di Plcro ele escrcr ;1, • ,e Pqu, o que fala. cm qualquer lu• ar. de dia ou de noite, fnla clnro e escreve '.;1ª' 5 claro ainda. Isto é ter caráter e dignlda ue. Assim é o Jornal. lltcsa Diretora di Recebemos da Câmara Municipal de Jar d m correspondência informando n respeito ª Mesa Diretora que ficou assim constituida· Presidente: José Carlos Medeiros Rocha. Vice: Llney do Vale Gomes . a, E"secretário: Romualdo Brito de l'1irnn- Ri 2.' secretário: Alfredo Jorge de Siqueira bas A Cfun.1ra contn aintln com os vereadores f ~nás,o Neto. José Fnmcisco da Silva Filho, lllz Ribas e Volter dos Reis. cau Estes homens estão encarregados de fis ·ar 2:11'• lE'gislar e contribuir para e progresso Jd dmcnse. Esperamos que cumpram os seus evl?res. • Retifica_-.ão .l>ll ~a edição. anterior, nesta coluna, foi pu Vnlca O que Pires "indicou" os vereadores 1 ter e Getulio para acompanharem o levan "ato a ser tito ma Préteitura Municipal. gundo ín!onnncoes quem indicou foi a C lllam Muni • 1 • ~ l't!:l c1pa , Pires apenas pediu "dois ve- Ho dores e n CJm.c1r:i. lntücou Vnllcr e Getu- ,. DELA VISTA - O Comandnnle cio 10º . Regimento do Ca-volarla, Ten Cel S6rglo Pe. dro Lima, em companhia do seu oílclnl de Rc lnçõcs públicas, caplUío Brasil, visitou a sede da Rede Belovislcnsc de Jornais paro conhecer o pnrquo gráfico e ver do perto "co- mo se faz o jorn1Í1" • • • ' ·, •• • Recebidos pêlo~ airefor-Redator-Chêfe dos jornais da Rede, jornalista Ivnldô Péoira, os ilustres visitantes percorreram ils instalàções, visitando o setor grá.fico da· empresa, 1inoti pagem, clicherha e Impressão, !lcando·admira clos com o potencial .écnico o_ recursos hu- manos da Rede. Para o Col Lima "uma empresa Jorm.l(s tlca, como a l'tl:clc, é de r,umu import:1n:i:l 110 comunldutle, não ::6 l'. nível de lnlonnnçlo, mas sobretudo pelos cmpregc.2 que gera". Ex plicamos no comandont-e que 90% dos funclo rnl.rios foram formados na empresa, criando com Isto operários especializados no setor gráfico, Ingressam na empresa ainda meninos e aprendem uma pro!issüo. Por oc1slão da visita, estava na Rccla.ção o .advogado e vereador Sérgio Perondl, que tambfm o presentou vúrlas idéins a respeito c.le o J.r. 1 ,o l'l' O dcnz eoru- nlcr o fat ot». ' as a!te , e!e 0d.Á t: po to T,. i"o A t±.l. ' PI, r?4,'3cu tiu obter un ' P do. a m20 t r.-r:1 tr pvermi- f W'. íitturn ntuacfo m Cômara, n lnlc!ar•, nesta próxima re::;und.1-fclr::i. Elcgiundo nlgun<; nrti;;os lnscrJdos na o dlção de n Tribuna da Fronteira de 2/3- prin 1 cipnlmentc o. rcc.pcito dn FEB n:i. Itdlln, o C-el Lima dlsso c,uc uma das missões do jornal é 'lembrr as conaulstas e os feitos daqueles que morrcr:un pela p:ítria, pelo ideal da liber. aadr" . Logo após sun visita u sedo da Rede, o comandante do 10? RC esteve também na rá dio Bela Vista, cnviando a sua sudação a0s ouvinte~ d'.I cm.issorn, e is#bs E ~~ •r- .... ..., ! L =- . t •• $ i- ±,- s i • i . i fzse +g2-.: e -5 á±G±E3E.3.±;-' s Sergio Cruz !lc. pol!tJca do PMD)3. Ele mnnlém, hoje, a mesma postur 1, luta pela impluntaçilo do ver cindclro n:gimo democrático, e neste rcf:lme, que é nnselo ele todos nós, não cabt: a medida :::nl:-povo, vlolcnla, de se nomear prefeitos de cima para baixo, ou eja, de gabinetes e de negociações, Fora Sfrglc Cruz n nome::içil.o do pre!cito é.e Ccrnpo Grande.- ou dos munlcíploll consldo rdcs área de segurnnçn nac!onnl, se contra- i !-·Ce ao_ programa do partido. 1 1 í i ; ~-. ..,..,.,.,.,- •• _;,_· ºi ·- -:-::-·. - G2 $ [si-- i éi~- 1 ' 1 f » » ' , , . . . , • j ' .... f • Í· · f .. ~ J --~' .,, • •·. l s$±4.-- O • deputado federal Sérgio Cruz, do PMDB, mantem sempre coe~ncia e dignida~e nus posições assumidas, quondo está cm jo go os interesses cio povo e os ide:J..is dc..'l1ocráti cos do partido. Isto desde a SWl primeira Le- Na A=mbléia Lei:;:islativ.1, o deoutado vai. gislaturo, como deput:ido estadual em Cuia- ter Percirn. também do P):.!I'B. fez eco s pro bá, quando era a águia que defendi; o sofrido postas de Sérgio Cruz, no sentido de se evi- porn matoJ<ossensc. tar a nomeação do prefeito da capital, permJ. Nãe seria a mudança dos quadros e da si- 1 .,e.o :l" -c~:i• --:t~d~~e é!O C::JI'f'.O do presidente tuaç.5.o qu0 fa:·i:1 e.lo ''Pau na Mula" um jogue- c Câmara. Em seu pronunciamento, Pereira • te nas mãos de :.nter.:sses estranhos à rn_o_s_o_• Fiticoua ele±szo indireta e a no,neação, e sus- __________________ ~ . .-~.,_ _,_ Valter Pereira tentou nG.o só o necessidade de :;o esperar pe la decisão do Congresso cerca da emenda Mauro Benevides que restabelece a c'.elção nas cap1tais, comc também, tendo c: ou outra proposta quuiquer, re;e!tada, a decisão de não se ízr qu!que: nomc;a. Também o lldcr cio Governo re· Assem• 1:!éa. deput2do Roberto Gn;o, e:fi:ou essa spectc, dizeado aln1a que, no rzu .rt.d0, h:i ínc!us1vc outras alternats cmo a· de s~ dn.r ao dep'.!tado csbdua! m:::is votado, ou ao senador a prefeitura . No caso c!os mun'c!p'os d!! interesse C..1 sei;u:-:!r:ç:-2 nac:onal, cxem,)lo de Dela Vista, C:ir.:::ol. Pc·to Murtinho e Antonio .João. cm ncsa região, o gondor Wilson Barbosa M;;irt'.ns, democr:ita, hom-:cm d.o povo, deverá ut;Ji.z.ar o crEério de se nomear uma pessc que tenha t!do o respaldo pou!ar através de vo!os. Por ur.-.:i questão cie !óglc:i o futuro pre feito dess2s municias dcvrí snir dos atua.is quairs de vereadores. de prferêrcia csco .. Jhcndo o mais votio cmn c::um&esses mu niclpios. A vot.aç-âo receb;d1 n:::s '.!ma.<; ó com prova<ão c;etisa do apoio p32!::, caso de Bela Vsa. cc' Mnrg! -n3 ,3 72r€3 dor mais vot:do no muri!!o A este rcsoeito. nome'.l::i'.o do novo pre feito em Bela Vista. o critério acima deverá ser utili2:2ck. PO!.S o n'ffiB de..·er:í ser fiel à sua linll2. política. o novo $ 312 der?ré 2sco Jher e caso ísto não seja possicl aue sa indi que um homem que ten..lu! !)rOv3.do· r..:is urnas a sua lerar., . Fundação Fari Lima Os técnicos da Fundação Faria Lima esta ~º em Jardim. nesta segunda-feira, para ini c1arem os lrab:ilhcs no Prefeitur:1 Munlcio:1 1 • Comenta-se na cidade que o municinlo· dF ve mais de 30 milhões, para uns, mais· de 50 para outros- e até 90 m.ilhÕ"..s, segundo os fer renhos adversários de Fernando de Freitas: Pcvo Quer Saber O povo de Jaràim qu'.!r saber .a .real si. _ tuação dn -Prefeitura Municipal. Nós, do CJ, estnmos à disposlçiio do prefeito paru divul gar o :~:atório - grah1Uamente - sem ônus para a Prefeitura, A Propósito A estrnàa que liga Ja.rdlm à indústria (Mi nern:çiio Bodoquena) esm intrnnsitável e cau sanao enorme prejuizo a empresa. Parece que_ sera re!I.Jiz!ao um mutirão ,isantlo nor molizar as condições de tráfego. E de se per guntar: temos a CER/J e o DERSUL e não te mos estradas transitá,•eis. Falta de verbas? .Enquanto nüo ~e admitir que administração dee basear-se em PitIORiDADES vamos .lin da sofrer muito. lIomentos de Crise Resl.'1lente, a situação atual exize dos 2m1- presírios muita elasticidade econó!e. 6 pre ciso utilizar e cerno) a ímcgL,uç[o crie.dom. Administrar cm t2!!lpos ::!e c::-:s:? é t:irefa p:iro comens aptos vencer qualquer desafio. 1 j o nosso amigo TONINHO ARA1''11A. da ]Ninerç:o cioquena. falando a respeito da • sttuac.ao atual. d's:;;:- que "é preciso l!.crcdit.'.lr, • multo trnbnli1o e mu.itn org::miz-1:::i.a-. F:::.lou 1 quem entende do assunto. • grtrmrgC PREFEITO DE BELA VISTA BEYE SER DO PS O vereador Serpio Rbrto Perondl, do PDS. dlze ontm que "caco o atual prefeito de Bel Vita Afono Dillon Nune Leite, que por !nal vem realizando um bom trabalho, eja tubstituido. o teu sucessor, por um questão de de Iógicn, deve er do PDS, do nosso prtido, por uma razo clra e Inofimvl: n; 1- ccmos as eletções em nossa cldado' DIre inda o vereador que a rolu;ão para Dela VIsta alcc çar um novo crtálo d3 dezen volvimento é dinamlzar todos os setores da co munldade, sobretudo rlcultur n nlvel do minifundios, exemplo: Implantação de hortas comunttrls, pomnres, crlação de anlmals d3 pequeno porte e ns pequenas empresas, Prossepu'ndo, Perondl manifestou a tua crnça de que "o momento que atravessamos, exlpe de todo:, serenidade e conflança, é pre ciso fé • disse cnínllcamcnle, pois o polenclo do Brasil é Incomensurável, 'A nível municipal, do nosso comércio," o vereador afirma que ca da cldado de Pela VIsta deve aqui ndqulrlr os reus produtos, pois nsslm o forcndo está gn rnntlndo rlquezos para o próprio Munlcfpio. No aspecto polltlco, Pcrondl disse que "a gora é preciso que o PMDB, vitorioso nas elei ções, cumpra as promessas feitas nos palanques. em fugir à responsabilidade histórica que o momento exige. No adianta buscar subterfú glos e nem 'desculpas esfarrapada, de que o Es tado jaz Insolvente, porque se conhecem os grandes homens são nos momentos de dificul- dades e na, n1ternnllvas escolhidas para se en contrar respostas", Prosseguindo, o vereador mais votado do PDS, espera um tratamento digno por parle do governador eleito, não só para Bela Vista mas todo sudoeste. Fba1!zando, Pr,~ondi reitera, dizendo que o prefeito de Bela Vista, por uma questão de lógica, deverá ser do PDS. SE voce QUER RECEBER o J o R N A L EM SUA CASA ou ElI SUA EMPRESA. NAO SE ACA IE! ' Venha, escrevo, monde recado, telegrafe, ache um jeito .... basto dar seu nome e endereço C O R R E I O J A R D I. N E N S E Rua Coronel Juvêncio s/n O novo estilo de comunicar estli aqui Mariim paga Cliente Amigo, A IMOBILIARIA JARDIM LTDA. lança o exclusivo "SDV" (Sistema Doméstico de ,2???<,,"""do ho prooretonar um ecoeits lucro extra, atravs da autaco de suas V. que comprou seu lote de terreno, sabe do excelente negócio que é Investir em terra. A ;t~rlzação; a segurança; a tranquilidade do futuro alicerçado em bases sólidas . e or que Isso é deixar que nós paguemos suas prestações através do SDV • COMO FUNCIONA O SDV • os elliv. nos apresenta um parente, amigo ou vizinho interessado em adquirir um lote B~ ores e mais valorizados loteamentos de Jardim, e para cada lote vendido, a IMO e u 4?%""PMITDA. através do sistema Doméstico de vendias, quitará intéérín. ,,,,o para voe. Ai, seu amigo nos npresentn outro amigo e também ganha p çao paga pelo SDV. Ai, O amigo do seu runigo nos apresenta outro e ... IIIOBILIARIA JARDllI LTDA. CRECI 161-J va" Tenente penardes, 10o Jardim - Ms. s . Através do snv• (Sistema Doméstico de Vendas) ~mo pagamento de prestaçiio(ões) do d te · Quadra Contrato o I.oteam t • • • • • • • • .. ...... /D .. A.T~A .. /. _' _' _- _' .• ••••••••••••••••••••••••••••••••• Drrró. pi vi:Dás nml Este é O valo· que lhe dará direito a quitação de sua prestação. Ao nos apresentar seu Igo, entregue este vale paro preenchimento, a prestação de seu lote -------------- X NORMAS DE ELEGIINCI Classe. Belez, Conforto e Elegância ESTAS SIO AS NORMAS QUE REGEM A MODA NA "BIRBDRELLI UTIQUE. PUA Gula Lopes 671, Fone (067) 431.2820 Ponta POn - MS '' Elegância a cada passo ., ESTA TRAZENDO UMA MODA ALEGRE E BONITA NAS CORES E NOS MODELOS PARA SE IDENTIFICAI COM VOCÊ BftRBIRELLII JORNALISTAS E As Prefeituras Municipais e Cô.marns tem o dever de Informar o povo a respeito de suas atividades. A divulgaçll.o dos trabalhos dos vereadores e publicação de projetos, le!s, a visos, balancetes, etc, no é favor que se pres ta, é obrlgaç!l.o, é lei. Quando uma empresa jornallstlca !echa . um contrato com uma Prefeitura ou uma Câ mara, isto não quer dizer que está "vendendo a sua linha editorial", Isto nlio que dizer que o Jornal se obriga a promover o prefeito ou o presidente da Câmara. Em Bela Vista, onde o Jornal local está há mais de dez anos prestando serviços à co munidade, um vereador chegou ao ponto de dizer que "precisava ter o Jornal na mão" - com Isto enfocando ser a Imprensa sujeita à compra e venda,. como se fora um produto de supermercado. O mesmo já aconteceu aqu! em Jardim; com o nosso CJ, há mais de cinco 1- nos atuando na região. A mesma resposta que demos ao "polltlco" jardinense, na época, ser ve para o vereador belavlstense: Jornal, meu !Ilho, é como a semente no selo da terra, para crescer e !rutWcar ela precisa que o solo seja fértil .Uma terra fraca (políticos frágeis e des fibrados) gera frutos !racos (jornais raquitl cos), Não !oi !azendo o Jogo de frágeis homún- 1 ' 1 1 CORREIO· JÀRDINENSE (Fundado em 10/06/78) C.G.C.M.F. 15 .513. 203/0002 Dlretor-Respqnsável: Ivaldo Pereira (Jornalista Profissional Registro MTPS n. 140 - MT) REDAÇÃO: Rua Cel.: Juvéncio. s/n - Jardim - MS ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRÁFICO Rua da República s/n - Bela Vista - MS. Diretora: Maria Estela Valsquez Pereira REDATOR CHEFE: Ivaldo Pereira ASSINATURAS: Jardim: anual _ . . . . 2.000,00 Demais Municipios . . . . . . . . . . . 4.000,00 FUNDADOR: Ivaldo Pereira Um órgão da Rede Belavistense de Jornais Ltda. Representação em São Paulo e Rio de Janeiro: TABULA VE!CULOS DE COMU NICAÇAO S/C LTDA. Rua 7 de Abril, 282 - 5.º Andar Fones: 255-2579 e 255-3492 Filiado à ADJÓRI e ABRAJORI L BOUllQUE ~----------------------------- ... IMPRENSA:; J0RMALIMO, "JO ISTAS" cuias que se intitulam de polltlcos que conse guimos criar nesta reglio um rede intormati vn. Silo seis jornais, o está nascendo outro. E tem mals: estamos encerrando os preparat! vos para lnnçar n TRIBUNA DA FRONTEIRA d1árlsmenle. Aos nossos leitores, aos que nos honram com assinaturas e publícldode. fica bem escla. recidc: os 1ornais da REDE não estão às por, tas d1s Prefeituras e CAmaras rogando por au xflios, somos uma empresa !orte e livre. Faz contratos conosco quem quiser, respeitando os nossos princfplos e mantendo pelo menos, dignidade quando ousar falar em IMPRENSA Existem jornais e "jornais", assim como há O! jornalistas e "jornalistas" tudo é questão de ética. O tempo é o malr aliado daqueles prof!s slonols da Imprensa que possuem IDEAL E DIGNIDADE. Somos livres, publicamos aqullo que é de Interesse dos LEITORES, estamos à serviço da comunJdade e no de pessoas ou partidos, Ao polltlco, seja ele vereador, prefeito, depu. tado ou senador, o nossa mensagem: vamos continuar fundando jornais criando novas al ternativas na lmorensa regional, mas sempre com a consciência tranqulla, com o ideal reno vadc., pois, para nós, IMPRENSA é coisa mui· ta séria não é para picaretas e não tem como !Jnalldade o lucro !ácil. Nos perdoem os rd gels bonecos mas aqui na REDE BELAVIS TENSE DE JORNAIS. a palavra ordem é SE;rt• VIR e no ESTAMOS A VENDA ORAÇÃO AO DIVINO ESPIRITO SANTO Espírito Santo você que me esclarece tu do que ilumina todos os caminhos para que eu atinja o meu ideal você que me dá o dom d! vino de perdoar e esquecer o mal que me fa zem; e que todos os instantes de minha vida está comigo eu quero neste curto diálogo agro decer-lbe por tudo e confirmar mais uma ve que eu nunca quero me separar de voce Pº! maior que seja a ilusão material não será om! nimo de vontade que sinto de um dia estar com voce e todos os meus irmãos n:i glórlll Férpetua. Obrigada mais uma vez (a pessoa deve- rá fazer esta oração 3 dias seguidos sem fa,. ' zer o pedido. Dentro de dias será alcançada a graça por mais dilicll que seja) publicar assim que receber a graça. Nice da Costa Miranda E E IS DGROSSOL 1- AGROSSOL DIESEL LTDA. (TRR) Av. Duque de Caxias, s/n JARDIM - MS. 2- ABASTEC AGROSSOL DE COMBUS.. T!VEIS LTDA. (POsto) BR 060. Km. O 3- AUTO POSTO AGROSSOL DE COM- BUST!VEIS LTDA. (Posto) Ru PIad Rebu4, 1391 4 - AGROSSOL REVENDEDORA DE DE- lUVADOS DE PETRÓLEO LTDA. (Posto) BR O60 -- Entroncamento GUIA LOPES DA LAGUNA -- MS. 5 - TRANSPORTADORA AGROSSOL DE DERIVADOS DE PETRÓLEO LTDA. (Transportadora)- Av. Duque de JARDIM-MS. BONITO-MS. NiOaque/MaracaJú Caxias, s/n - JARDIM - MS. --- s:. ~O JARDmfat~'Fl------ .. ..., -;-;:-: - --·--------------------- O Galpão Pastel Ca eiro O M'Mor Churtco "Rdilo" n1ncn /Je ti rL (j()·.to Vr;rdura1 r. (hindi~ F':rln1 Pnrn melhor ottndirr.tnlo cem oir.Plll r,:;lo dotada cfo rr.c:inhn~ e cnddr.1.1 Pateis fito: no momento, 1 ! 1 tU· aue • ti: 'la· ll i • .;t. r dn .-. 'e'ro, . . :, r: 'J r~..:r cc-~~- '_...tr_·0. !C_ "'o ::n:rcpo:o. l ii + d O M., • TCo d»M10 hab.rua.mente tz coü!, ; o' ±nt:r de cl n nu 1o D. Juu..s (F.'. i», txdco de "culturdo x Uco '. Jurun e.viovihe carta dcndo que ra De. ptado Eras .G00 votos e o Br!ceiro c:a : 1 n:· tro eo ... c 1u r.lo,; ,o:o,? Juruna poue:na, tem'm, ter dito, o que não é p:trio de qualquer um: 'EIS leiro sou, há ma!s de 10.000 40. E o : Sr?" O Cen L6n!ds Pés Gonçalvs, or a vz, c 1 ccbrou: {Ti-c) "n oporhtn!Ct!!:'C t::) kv:r tnU]'0ll c,'.Cnt!<i ta; para discutir problemas rzônlcos", citando P .. ulo Alvim Ql!C "d::..::.m.isUllcou n!;.:um:it bol;:i cns (:i!c) que ~e c.iJzem sobro n lnto::!lbll!thdc e o prob:cm:i ecoló r;lco tln Amnzôn!n". Qur.nto a i,to, rest.-,.-nc:;, c;:pcrlmcnt1lmcnte, 6 c·nro, dar tempo ao tempo, aguardando os feitos -- ..,~ -~- .. .., -..- ••• ,.,,,_-. -~-~-_,,,~.,~~ ~ dcprctlatórJo!. d.n!l muilinaclonais n: 1m:izlmlu, im plantadas crraç:is à "bdb!a" no!i•.lca de it1ccm.ivos ll!:ca.is revoluclondrlos. . . • O :ército quer e. execução do umn polillca de lnt.e!!raçiio do lndio à'.l comunlda. des desenvolvidas elo P.:ils o não objeto clc adorno ou de motivo contemolativo, "como pretendem determinados antropólogo, e até mesmo leigos que nada cnlcndem (slc) dos "!)roblemas dos índios o muito menos dos proble mas d'.l Amazônia. Nós ni'.'J gost:i.rfcmos, e nem o nobre Gen sem iúvlda, de ver "resolvidos o:; problemas dll 'Ama. zônla" e os pobres e Jncc:eso~ lnd!os entrando pelo cano r.través de a cmncipaçio e grihgem r::1plcb ~ terras qne ocup:1!1, l"!:l 111:J::n!os. e sobre as qunis C.::/N o i;én1o do Conç3!ve es, no "Yuca PIrama", ver• » Sif!cu pe'a palcva doc elo bm•;o pluga: "Eicntl pelas .rr.ces C:; vento5 !u::;2.ces D:!-5 terras que s.mel". Com o devido respeito que merece o ponto de vista do Gen Leôn:da:;, julr:amos que o nsunto In. dlo é da csfcrn t1os ontro:;,ó!o~os, etnoló:;os e .:i:-: (!UC niio diz:}.Jo dos cco1ogistE,s e, niio proorfa!T'.entc, i um orob!eme. militar. • , Quem t;:ve a oportunidade de ler o llno "Fie. 1 nelros e B~ndelrnnte.s", de Vimm Mcog, viajou n~- 1 1:-. .ti.rn:i.z.ôrua e constJcou como as coisos n'.lo sã::, ------------- t::c flic::!s como J'O~!c1in espcrer nossn ':Í filosofia. . -~ p~ssag1:m de um homem por este planeta é rm:mo. ocmals pnrn c;uc ele possa observar e cstu -----=====~=--=-::-:-~--~-~ c!r.,·, ao longo do tcr.-ipo, os fenómenos t' 1 nature~. ESCRITOIUO DE ADVucacrn I As pró::!mas geraçc~s poáeri'o chegar ?. outras con- cll's:Jcs c julgar-nos leigos, para d.1zer o menos. O deserto do Saara será se:npre uma font.l ::1exgo:1h·e1 c:e mcõ.it:::çéo. Por oue exlste? O que nofe~ cu poderia Eer !:?!to? • .Soj::..-:10s caut-clo.5os, con:;en·:1dores ao nbor- ~~• ~~ _nr~b!E:rn2.S d.: .Amazônia. Por nío'iteza, por 1,:',..~"'!':1::1~. _por lnexperiêncfa ou, talvez, por lgno n '"'~•:-. J:~m mt:?!1clonnd2s, não vamos destruir o tesouro ve:-;: .0 1' {6 • 'o,r o2s; (' 'J 1 ' 14 se! ira!dor de r, que e encovar de ';ado« em mos do D o0titio Ju!il ' M IA!· C'o l(, ,f y--,,, • ,, 'ht! s em Cr$ .00'(neta e ta!o ml ruritos). Outros4 ,, • :• •• 1'-. .. • i' .. f tanste, de«!e J4 fe d·lato o da !4st 2 1.30 t:,.,::~. no rr:-·,m.o b,. l r··~.I () l. !2o p'lo a O>:!"m J,·:-.a c',r. r: r--r .'! qt!C :· :r,,,trn pvi',, n? ... , r ! "' r:la, deter m/ou o MM Julz que e npC'.'.i ,: o J''· , ~,., c<liI:1l n e será plicado e afixado na faina da lel, D3do e pasado nesta cidade de Jardimn MS 0s 22 dias 'o mes «' te reiro do no de ml roe e ol tenta e tre,. tu Gi<kc.c J. ]'<.,e• r:,,1, J,•-'11 o, 1ln• O ulz de n,rd10 l)r. O::,, IJ:11·:1•,o!Jíl Nrni E 'fAl.lO Dr MATO cnos o DO sn FOOEJl Jl,DlCtAlUO CO.IAR::A DI:! JAlWlf • MS CAllTóTUO JlJDlCIAL ~ 1 1 Í : .. DR. )OELSON lLRTINEZ PEIXOTO Advogndo Escrit-0rlo: Rua 1.° de Maio, 35'7 JARDIM - MATO GROSSO DO SUL DR. RICARDO REGO Advogado Inventários - Legalização de Terras Antonio João MS. -;",,,,,,"<,z , ' 1 ESCRITORIO DE ADVOC/lCIA ! Dr. Sérgio Roberto Pcrondl Advogndo Causas Clvels - Direito Agrido Inventdris }!;.,;orlkSJ1<Y. Pmoa Alvnro Msscarenbas BELA VIS~ - MS. g waa os me :1' EDITAL DE 1'111:SICIRO E SEGU:-1DO Lell.1o(s) designado para o dia 210333 c 6404! 2 15:0 1oras O Dr. Otto Blttcncourl :-.:cto, Juiz ~e Direito da un:ca V:irn Cl1·d dcsln Comnrc:1 de Jardim J:1- t..1,'u de ~tato Gro;~o do Sul, r.a forml cln lei. F A Z 6 A B E R n todoa que o pre~cntc e dit3l irem ou dele conhcclmcr:to th·e.rc:n GU: for:im m~.rc:idos os dias 21-03-83 e 0-1-0+BJ às JS :00 horas par.1 n r~alizaçJo do LclWo dcsl;rnado nos autos N.0 Cé 52 de AçJo EXECUÇAO POR TIT. EXTRAJUDf, Cl-L ,;u~ JDHI RODRIGt.:ES SALAZAR. mo"c con, tr:, A!DRELl:0-, VERA CAMPOS LEITE referentes o bens penhorados r:os nutos r:cím,- mencion:idos ob"ix.1 c3ractcrizzc!os: Uma casa de m:ide{rn, coberta de telhas, com !6 m:i, d: cc:-istruç!lo e res:,ecth·a fro, ço do lo:..? de terreno urbnno d~tcrMl:-indo pelo 11J• m.ro 130 (cento e trinta) do quJdra n.0 16 (dez.e5, seis), medindo a dita fração 20 x 3C metros ou se {am, 90m2, situados ra Vila Cel. Camisão, resta c! dde, devidamente matriculado sob o n? R.22.838, Li, ro 02, Registro Ger Jl, flrh:1 GOi, do RI desta Co mrca, Aallado em Cr 50.G0,00 (qi he:tas c ci. quenta mil cruzeiros). E para qu~ r..:ngu~m pos.s~ nlt"pr i;;.r:ur .. !'?cb, dclCT• rn•;"ct1 o MM. Juiz ouc se per!sse o Tr :s,;- ... tc cdlt.,.J qu~ sertl r,uh}ic:ido e fixado na forra da lei. D3do c passado nesta cid:de de Jardim ' • 3 n'.l U dias mcs d fcer·iro do ;mo t'.: n.:I irO'....:cer:tos e oí teM:1 e trcs. Eu Gi,!cnc J. 1'~,·c:; Eicc, J:.:~u o subs cre"O. O Ju:z ,k Direito D:. O:10 D3:11:rz:r N::0 J_ ADJORI - MS E:)ITAL DE C0!'-1-VOCAÇAO A$:.Ei:SL~IA GERAL ORDINARIA CPrgs:dente d3 As50cl1ç20 de Dr2- tores d" Jornais do Interior de A.fato Grosso do Sul - .ADJORI MS usando das :trivuiçõs que lha confere os r.r.iros ::O e 21 d::i Constituição da Associação, cooc os senhores as soctcdcs pra s reunirem na cidade de No,·:1 Anclr::di!l~, Ru:,. Jos(! Domln gcs, 9!l - Rccbçãc do Jornal D'Ossta - dh 19 de m:,.:-ç;o de Ul83, às 15:00 horas cem prir:eira convocação e se ru.o l!ou,e. nü:.l::.e:o lc~l. 1:!s 16:00 ha ras em segndchmdc. afim de em Asser:-ib1:!.::i. G:;-:-cl t=ia~re.m s0bre a suinto: Ordem do D!a I - do..r c1.:!:1p?L-na:ito as e.xigê.'lcias do srt. 20 ci:l Constituir.ão II lega a no2E:rztoria para o bkn:o 03-35 III - e:--c':}}°l:~r n cifuQz !):u-c o prõx.i• 11)0 Cc::;:re.Eso IV - L,::::: o ,:-lo, ~ msm::ilidacie p:i.n. o l:Ien:c $3-95 V - =:fonu:,. c:os Est:itutcs scci.:tis. Dzu::d0:-IS, 17 d fevereiro de 1,933 TE:d:eo "ui: Ver: Fs±d:ate ds AIO721-1s , .ESTADO DF :!ATO GRQ.$$0 DO SUL l'CDER Jt;OICIARJ:> CO:'.! RCA nE JA't011! • -'!S CARToruo n:orc!AL EDITAL DE i'iU.íE!RO l! SEGL"KDO Lci!J.?(s) dc,J_;;::ido fl'!r:, o clJ:,. 21-C:yJJ e ().~OHJ :ls 15 :30 horJJ O r·:. 0"!•> E:ttc-:icourt !,c:o. Jui,: d: Dir.:ito da 1 Vara Cie! desta Comarca de Jnrdi.rn, Es tada de Mate Grao do Sal, r± tora da li, F , Z S A !3 !õ R o. tcdcs qu o rr,sc.nte e, c!.ie?..l ,irem ou ch--!i: C'Orth-!.·dmf!'"!.:O t!~ft.--=:i q·..t(! foram nurc~dcs os C:bs 21.QJ.fJ e ~-C-1-t'J às 13 ,!O horas pra a re!izção Co Lei::o des;;na'o nos 2uts N.° 2é6/~I ,!e t.~J,:, EXr:".'.GÇiO FOR T!TU!.O EXTRA, JUDICIAL. que CELSO CHAGAS. moe contra ON"• DINA ROSSATT D 5!LVA, ~~csc:11.cS :i.os &c~.s pe nhorzdos ncs zutos 2cima mencionados baixo cara ~---riz:H.'0$ • l'7':1 :1::! 1 c;t: m .. :-o co::.::: t•:i-::i ;>..!drn comum, :i.,-:>lmdo e:n CrS 20 cw.o~ (,i..,_~ mil c:-uzoiros) que s.e enco:1tr:1 Ccposir:1êo ~m n!..1os e pod:i:-r do de;:ositá rio Jcd.ü:bl c!cst..,. CO:n:l.ro. pc...-±c:-:::~ 0 às ns. 09. dos autos n.2/31 d: E.ss:ido nesta cidade de Jardim MS aos 22 ,fü.s do roes t!.: fc·r;:cr.:;ro do n::o de mil no,·-~r:tos e oi tenta e Lrcs. Eu Gi.s.!....n~ J . .Xcn.:s E,;.cr. J;.:~J o suhs, cIvo. O Jul?. de Direito Dr, O,o Bit:n No CRIMES o CRIMINOSOS J z Era na Cpca do pi:tolo cm Mato OrO',':O cJo Sul. O p!to!ão para quem nío a. be inda, é esse aríete poiitlco, que consczue demolir qualquer muralha, Até mesmo aquela de um vestibular na vetua Faculdade de dl reito de Campo Grande. O Coronel Ramon er um desses fama- dos p!stl6cs, pecuarista, homem de tand Inttuncla no novo Estado d Fedetç+o. Se. mt-alfnhctlznrlo. ara vingar-e das tuas pouca, l!re n tendeu de mand ir o filho mais velho cursar direito na Capital, para que n fami!la te or: gulhasse de ter em seu elo um doutor advoga u0. Hnrolctlnho, o filho vario ma!s velha, {ol para a cpit l um tanto amuado de corpo mo. le lamentando ter quo delxr os companhel ros de derruba do pado da fazenda. Logo, Io po, entretanto, eabou por ficar deslumbrado com as frts noturnan da cldde morena. Tanto nrsIm que te esqueceu durante os anos cm ·quo tol estudante de que cursava n Fcul dndo. Nilo abriu llvro, Pnssnvn na base da cO. ln o do :issopro. Isso quando possnva, mesmo porque niío tlnhn p!'esst1 nem vontndo de dei xar a Escola. E' naturul, jil que deixar n Es coln slgnlflcavn cntrentnr a vida duro, o ba tente. Por Isso ficou pálido. desapontado e triste quando recebeu o dlplomn e os abraços festivos do pnl o dos t1omnls membros da fá mllln. Fínnlment.o bnchnroll Ele n!1o queria nnda dnqullo. O pai sim. Por slnnl que o pai Jd tinha inúmeras cusas, Inclusive filés, além ele alguns jüris reservados para o !Ilho. /1. expectativa do toda a parentela a respeito da ntuaçil.o e do brilho do Hnrold!nho ora gernl. Quem pôs tudo n perder !oi um senador multo amigo do coronel Romom, que lhe for necia em troca muitos votos nns eleições. "Você vai ser Juiz! A Comarca 111 em Flo .res vnl ser suo, ninguém lhe tirai" Haroldlnho ficou amarelo, trêmulo, a ca. ra no chüo .Pensou cm voltar aos bancos aca dêmlcl>s, para adquirir o preparo que não ha -vla 'jamais pcnsndo cm ndqulrlr. Para :1brlr os •códigos o os livros que nlo havlo. sequer fo lheado. Estava em melo !Is divagações quando um companheiro de boêmia lhe velo com o Jor nal, "CORREIO FL.ORENSE", aberto nas mrios: pronto nomeado. Nova corrida de abraços, enquanto na no va Comarca o povo vibruvn, com tiros de re volver e viva no coronel Rnmom e a Haroldi nho. Não havia, pois, forma nem modo de re cuar. A coisa estava feita e n sorte lanada. Nomeação no Diário Oficial .Tinha m;smo que assumir a Comarca. Dlas depois chegava em Flores o jovem Juiz, 1compnhado de uma carga de llvros que o pai comprava em peso a uma vncn gorda. -sem qualquer alusão ou semelhança está cln ro. Durou todo um dia e uma noite n ale!ITin do povo, com urros e tiros, sem falir ma féstu. nha particular dos rábulas da cidade, com dis- cur:os e nos/a 1A ucho. +a! No "Temos ora n Justiça em casu. temos ma!s que bater As portas da Com1rca vlzinh". crlvão UI do mas cmpolgdos era o '· ' • 1 nt.cmentc o Fo- que tinha preparado convente rum, que por colnc!dnc!a funconava anexo Prefeitura, e uma casa para o Juiz. Haroldmnho, finalmente compenetrou3e era Juiz mesmo. Juiz da nova Comarca Insta· 1ada de Jardim, digo de Flores. 1 No dia Imediato b posse, empilhava os 1! vros em cosa, quando bateram ti porta o es• crlv/lo !oi nbrlr. Era um dos robulos da ctda• 1 de com uma petlço para o juiz despachar, ' Hnroldlnho tremia dos pés t cabeça. I.P-u 0 releu aquela verrlna toda, sem compree nd er pntavlnns, Depois, voltando-se para o advogado com olhar nmcaçador decidiu: "Doutor pode ficar tranquilo que 0 ca. nalha que fez Isso que o senhor diz aqui, vai se haver com!go no sou moleque o nlo cslou aoui oarn brincadeira nfio • o rábula saiu radiante, mostrando um dento do ouro a quem qulzesse ver. Mns o cs crlvfio, experiente e calejado, no perceber que 0 Juiz não entendln bulu!ns, !oi em seu socor ro: -"Doulor, escreva-aqui. A cite-se, Pepols e assino doutor". Ao quo o juiz, um tanto atrapalh:1do, re- mexeu-se nn radelra e balbuciou: - "/1.hl Ê Isso mesmo". Dlns depois, chegou-lhe i'ls mãos a cont.es taçõ.o da ação que havia sido proposta .O ma gistrado ficou roxo de raiva. Então queriam !nzê-lo de palhaço! Pois então era tudo menti ra o que lhe hnvln dito aquele rábula sem-ver gonhn? E agora? Mals uma vez t:ol o escrivão que lhe ensi nou de como sair da entalado. Designada a audiência, ouvidas as teste munhas pelo escrivão, com a presença sllente e imocrtubável do Juiz que não dizia palavras dlssê-lhe aquele: ---"Doutor agora é com o senhor". -"Comigo o que? Tenho nada com es- sa brlga imunda". "A sentença, doutor, O senhor tem que ' prorerir a sentença .Agora, é com o senhor mesmo .Eu não posso fazer nada". Haroldinho que vinha de choque em cho que, quase teve um desmaio. Passou noites e noites em claro. Leu livro, examinou códigos leis e regulamentos. E acabou por concluir que aquela ern a questão mais dlílcll do uni verso, pois nenhum livro dava noticia dela. Afinal, exaustado, resolveu extrair da pro pria cabeça a decisão: "TENDO EM VISTA QUE FULANO TEM RAZAO MAS, SICRANO TAMBEM TEM. TENDO EM VISTA QUE ISSO ESTA CERTO MAS AQUILO TAMBÉM ESTA EMPATO A QUESTAO E CONDENO O ESCRIVAO NAS CUSTAS". cl::.on Chagas (ns semelhanças siio meras colncidêncla.s) Blocos de Correspondencia, Impressos fiscais e estudantis, envelopes, Confecção e Impressão de boletins e jornais. Folhinhas, Cnlendúr!os, Cartões de Natal Visitas convites de casamento, aniversários, etc. • ' Serviços do Linotipagcm e clichcria. Editamos livros e revistas. Tragn o seu original, venha conversar conosco, as melhores preços dn região. PARA PEDIDOS ACIMA DE 40.000,00 cancede mos PRAZO. 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Tender nossos produtos para outros •a ises j á não é tão facll como .ntigamente. A crise mundial tornou s mercados externos mais fechados, ·riando novas barrclrns e dlliculdadcs ,ara os produtos brasllelros. 'leclamar pouco adianto, sse desafio só poderá ser vencido om muito trabalho, muita criatividade multa coropetencla. Aumentar o -exportnç!lo 6--fundame.'ltal ara manter o ritmo de Produto nacional .Exportar é superar barreiras. desenvolvimenúi do Pals. Desenvolvimenio s!gnitica melhores condições de vida para todos: mais empregos, melhores s:ilá.ri03, mals alimentos, nssietencia médlca o prcvidenda social, enódc, ca,a proprí.l, escolas, luz elétrica, água, esgotos e transportes coletivos. Hoje, exportar não é tar2!a fácil Mas com determinação, criatividade o competencia pcdemos conquistar e manter merc11-clo,. , 198S: MAIS PRÕDUC!ÃO, Mit1S EXPORTAÇÃO. _____ ..;:. _ FREFEITO ·VE.NDEU ·LI ffiA ·DE ONI-BUS ·PARA EMPRESA EXPRESSO MATO GROSSO Bodoquena - Para melhor administrar o : ;município, o prefeito José Antonio Moreira •(PMDB)) acaba de vender sua Empresa de Onibus São José, que faz a linha de Bodoque- : rui à Miranda, ao Expresso Mato Grosso, que • já assum1u o controle. Com a presente transação, sobremaneira, os moradores foram beneficiados, pois agora Bodoquena conta com ônibus direto para Campo Grande, sendo até motivo de inveja pa ra muitos municípios que vivem isolados por falta de estrada e linha de ônibus organizada. PREFEITO DO POVO José Antonio Moreira é o autentico pre feito do povo. Identifica-se com a sua gente e atende ns reivindicações em qualquer lugar. For sinal nem se preocupa-em ficar por trás do gabinete instalado no moderno prédio da prefeitura. Prefere as coisas mais simples, pois foi assim que derrotou o candidato de Pe dro Pedrossian com uma di!erença de 156 vo tos. Em ccntatc com a reportagem do JOR NAJ. I::A BOI::CQUENA disse que a sua maior ,reocupação e conseguir junto ao governador Wilson Barbosa Martins recuperação das es tradas em tomo de Bodoquena, que há muito vem martirizandc seus habitantes. Atualmen te a estrad2. que liga Bodoquena ao distrito de Morraria e região está intransitável até para c2rros pequenos. AGORA TAMBEM CONSTRÓI A SUA CASA, UTILIZANDO os MELHORES MATERIAIS E DANDO o PR.AZO QUE VOCE ACHAR MELHOR. DO ALICERCE AO ACABAMENTO, TUDO PARA SUA CONSTRUÇAO, VOCE ENCONTRA EM DE CONSTRUCAÕ ., .lTDA. ' .. TUOO PARA SUACONSTRUÇAO AV. DUQUE DE CAXIAS, 269 - JARDIM - MS. l • ·e Wit1.10 Jt-.t m f IGUEIREDO f Ili i N i» SOBRE C - yr r . es to 1- te a taxas de juros Internaclonls a n!veis em prcccdcntcs. Qunto a0s p!e5 cm desenvolvrn'o, n tltunç!l.o se tornou drmt!ca. TI ram e!es do nrcar com 6 ônus lnlc!al da levacho no pre ç0 do petróleo, e com a reduç:o dr{stlca de u08 xp011aç00%_, Tudo Isso repercutlu amplamente, sobre nossn economln. O preço dos produtos exnor todos caiu 1,en'>lvclment.c, cnqu:mto sub!a o preço de, produto5 Importados. Elevnrom-s2 os Juros dos emprdst!mos Intemnaclona!s con trafdos em tua au se totalidade par amorte eer, n partir do 1974. 0 choque da crise lnl.c"r naclonal, e dar continuidade 11 pol!Uca do de Eenvolvlmento copaz de n.ssegurnr emprego e bem-estar nos brasileiros. As dlflculcl ules no plano comercial somou-se crise de liquidez, reflexo também do colapso veri!lcodo no Sis tema Financeiro Internacional. A guerra do AtldnUco Sul, o pessimismo que envolveu o encontro dn comunidade !lnon celrn n:1 rcunHl.o de Toronto, e o no paga mento de dividas, tanto por poises cm desen, volvlmento como por Importantes emprcsns do nnções lndustrlol!zadas, tudo Isso concor reu pnrn o estancamento do !luxo de emprés timos para os palses com déficit no seu balan ço de pagamentos. A membros do Fundo Monetário Interna, clonal, a ele, dlante dos problemas f1noncelros quo nos nntglom, tivemos que recorrer. Com o apolo de noções amigas, esL'lmos negoclnndo com o sistema bancário Internacional do !luxo de empréstimos que permita ao Brnsll supe rar essa g,rnve o prolongndn crise. Sondagens re'lllzadas no merendo finan ceiro revelnram que eventuais empréstimos, no corrente, ano, só estariam disponíveis em voiume substanclolmente Inferior ao dos 111- Umos anos. Neste cenário, cumpria que o Brnsll S:! mobilizasse parn gerar expressivo superávlt nas suas trocas Internacionais, a fim de evi tar o cnlapso de nossas contas externas. Para garantia desse objetivo, era preciso rever n taxa de cdmblo. convém observar a m'.lnelra como se tem conduzido, a tal respeito, os nos sos pnrcelros comerclnls .Conseguiram os Es tados Unidos reduzir drasticamente a sua In flação Interna. Fortalecendo o dólar, registrou se a desvalorização acumulada em relacno o ele entre fins de 1979 e dezembro de 1982, do coajunto de moed~s européias o Japonesa, de cerco de 29 por cento. O franco fr:1ncês, por exemplo, desvalorizou-se em 40 por cento o marco alemão em quase 30 por cento e a libra esterlina em 25 por cento. Enfraqueceu-se. por via do consequência, o poder de competi ção de palses como o Brasil, cujas exporta ções se destinam, preponderantemente, a paí ses !ora da.área do dólnr. Note-se que os go vernos socialistas espn.nhol e sueco, ao se ins talarem, desvalorizam Igualmente as suas moedas. Esse fenômeno, acoplado hs dificuldades crescentes para exportar, em !ace oo apro!un domento da recess!io e da queda dos preços dos produtos básicos, deixou os países em desenvolvimento, notndamente da América Latina, sem olternatlva senão acompanhar o 1 mesmo processo de desvalorização de suas moedas. Países hispano-americanos, entre eles os 1 nossos mais importante parceiros comerciais for:-m obrigados a desvalorizar suas moedas no longo do último ano, as trucas cuja variação acumulada superou o carga dos 60 por cento. Estaria feliz se pudesse anunciar que a nossa moeda, diversamente das demais. fica rá imune nos efeitos da recessão mundial. No do me seria mnis grato do que poder dizer que estamos a cavaleiro dos problemas que, no campo econômico e social, se abatem so bre os 0utros povos. A verdade, porém, é que cumore ser dita, lisa e lealmente, é que a cri se não nos poupou, é que, como em relação a outros, a desvalorizacão subst:mcial da moeda foi o caminho inelutável que nos restava para reconquislar a competitividade, e garantir a nosso posição no mercado. Em pnlnvr,1s dlrlr,ldns ll. naçl'lo quando a. Inda corrlam os primeiros tempos do meu go, verno, trocei quadro rcnllsla do ngravamen• to dns dlflculdodc1, que mnls mo preocupa. vnm no plano econômlco-!!nnncclro. Jdcn111· quol alguns dos aspectos principais dn situa, ol'lo cm que o dcsenrolnr dn crise lntcrnoclo na!, causada polo primeiro ohoc1ue do petró leo, nos colocnvn. Ao mesmo tempo, nrtlculel ris provldônclns quo se Impunham p1m1 enfren t.1-la tal como se :,nrescntava. Cerlos medidas eonllnunvnm n orlenlnç!o anterior, outros, da do o per!ll dlferento dos !atos, revestlnm de cnráler diverso, No conjunto, a nc;!lo gover• nnmental visavn aos seguintes objetivos; - rctluzlr o détlclt pilbllco, equU!brnr ns contas externas, diminuir o endividamento das em presas plbllcns, eliminar gradualmente os subsld1os, aliviar o dependência nocional do combustível Importado, estimular n ngrlcultu ra, promover o crescimento d(I econornla. Premido pela conjuntura Internacional, a nunciei a desvalorlznçll.o do moeda em propor ções accntundn. Expus os razões dess:i medida, Mostrei-lhe o alcance o os efeitos, os quais, o meu ver . iudnriam a sustentar o fluxo de re cursos que Unonclnrn nosso deficit ern transa ções correntes. Se o qundro econômico o financeiro nll.o tf. vosse sofrido, quanto nos seus traços funda menlals, alteraçno maior, as providências pos tas em prático renderiam os frutos que delas e esperavam, entro os qunls, 11 meu ver, aJu dariam a sustentar o [luxo de recursos que !1- nanciam nosso dé!lclt em transações corren tes. Se o qundro econômico e financeiro não ! tivesse- sotrldo, quanto nos seus traços funda mentais, nlteroçllo maior, as provldênolos pos tas em prática renderiam os frutos que delas se esperavam, entro os. quais o domlnlo do 5lrto ln!lacloru1rlo, A crise Internacional, contudo, em vez de nmaln'.lr, continuou n oprotundar-se de mo-· do alarmante por obra, em grande parte, da nova onda de elevações do preço do petróleo. A consciência do crise, dos seus caracte res dramáticos, desencadeou movimento do nuto- de!esa ind.lvldual, por parte dos poises Industrializados. Sentindo-se ameaçados em sua estrutura econômica, pela maior crise des d.e a grande depressão de 1930, as nações de senvolvidos adotaram, em 1981 e 1982, politl ta rígida para estabilizar preços e equilibrar balanços do pagamento. O êxito relativo des sa polltlca foi obtido à custa do estagnação e conômico, do desemprego generalizado nos seus próprios países, e de consequente redução do comércio internacional. Existem, atualmen te nesses paises, cerca de 30 milhões de desem pregndos, número que, até o fim deste ano, 1 pode subir o 35 milhões. A crise aluai não atingiu apenas os naçõr:; 1 do mundo ocidental. E também generalizada à recessão econômica nos países socialistas. 1 Os pedidos. já formulados, de renegociação da divida c..xterna comprovam eloquentemente essa afirmação. Na busca do reequillôrio de suas contas Internas, as nações induslrlalizndas passaram o adotar poUtica de natureza protecionista, que nrovocou queda sensivel dn demanda, e estacnação do mercado internacional. Acom panhou esse quadro recessivo a elevoção dos Q' A conq:!nc! que esperamos d1 d:!o:;o da moda? D ta mune rar com mais cruze.ros cs nosso pr0duros, fazenos m!s com't!os e ns!ando xpan«o de n0as vendas ex!ior? TOrI.a, de outra prte, ns Importações ma!s dos pro dU"os Importados por produtos nc!ona!s. 1 certo que n e!evço do preço dos bens importados tm e!e!:o Inflac'onár!o5s. Que o Governo procura neutral!zr, mediante po!/t!-. ca cujo Cito depende da reponsab!!!dde e ccm,c!Cncl I social dos mprsr1os, AO stimu. lar s exportações, manteremos ou cr!aremos empreos para os nossos traba!hdors, torta. leceremos nossa Ind!str! e acumularemos re cursos para atender nos compromissos, A desvalorlzaço é medida forte d am plns eonsequênclos. O Oovcr.no cuidou, por Isso mesmo, de ccrcd.-la do uma série do pro. vldnclas, que sam a atenuar seus fe!tos int desoj:1'els. Se, de um lado desnorJa a s. peculnç1o contra n moeda nacional de outro, a!et.n duramente, algumas empresas, pr!vadas e pllbllcns, dovcdons cm moeda estrnngclrn. A nova paridade com,tltul, contudo, como J:1 frisei, notável estimulo cxpans1o de nossas vendas e a subsLltulçllo de Jmportnvões. ~ impresclndivel que n1lo se afrouxe o vi tlAncla no sentido de lmpedlr que a desvnlo rlznçllo perturbe viciosamente ' economln nn clona! .Nenhum rigor será demas!ado para co locar n salvo desse risco o Interesse da colet! vldnde. Cresce o rol das providências que se devem art!cular pra esse fim .Além da assis tência que se t!lspcnsará, como já disse. b. 5I. tuação das empresas que contralram dividas em moeda estron1ielra, instllulu-Sf! controle de preços de inúmeros produtos, reduziu-se, ou t rosslm, o Imposto sobre Operações Finan ceiras, fim de minorar o custo de mercado rias Importadas, deliberou-se, a.:nda, dllulr no tempo os realustamentos do preço dos deriva dos do petróleo e do trlr;o, pretende-se forçar o baixa dns taxas de Juros bancários, ajustan do-as a níveis mais suportáveis. D2termino aue seja posto empenho total cm que os sacrl!lcios, que a situação acarreta, :;ejnm rl 1stribuidos igu;1lmrnte. não a tais ou qua!s p,ruoos, atentando-se, de modo especial, na necesslcTade de proLeger os mais !r::icos. A 1 regra de que todos são Iguais perante os en cargos pübl!ccs ou soclais deve ser entendida sep;undo postufo.do3 de Justiça, sobretudo da justiça social. r, -mprc:!stimos externos que fizemos não ns dvzm: provocar sentimento de culpa. Fo r :n eles ner,oc!ados estritamente no Interesse r' Pais c segundo critérios objetivos, vígoran tes no mercado lnternnclonnl. As taxas de fu • o ropentinamente se estabeleceram to ram multo além do que era !!cito prever, co lndo de surpresa, no só a nós, mas aos de. veneres, no seu conjunto. Bsc:o ao controle dos demais países nor eln gravemente preJudlcados, a queda verti cal e brusca na cotação dos produtos primá. rios, cuja e,,.-portação o preços justos e razoá. ve's, é um dos fondamentos da nossa estabili c'·dc financeiro. Não somos responsáveis pelo prcteclonismo com que, numa politica que se drnom'nou do "salve-se quem puder". Nações )'.l0dcro,as. eml:,irocando a entrada de produ tcs estr9ngeiros, tentam manter o equillbrlo de suas contas externas. Não nos cabe culpa 1 1 l @ liaaacore igs bras razões Para vaê preler ir os ggss&s pressas ' Qual!d;d. 2 P3o 3 Rale7 pelo !4t0 de Outros pais., {e:!4os p' !se, d 'xarem de sa!dr d',cs !sra com o 5r. !!, pro:nt- d imr!aço de ns/o+ pn0- dutos. O ro recebimento d c tc ui;uo tcs, de que d!pom no ter!r, courre, de modo pondurt! par as nos: diticul da!e<, No d!3curo que proferi perante A-rctcn1o apenas rp!sar um fato que cstá na consc!'n. c!a do todos. Pretendo trlsar que o trata d3 crlse caracter!zda no Mó pela sun 1m!!dio, como pelos seus 1spc2tos Inéditos. Pretendo 1 realçar, sobretudo, que se cu!da de cr!se cufa upcrcço no dispensa a dec!o polf!Ia. De. cls!lo polltlca rm que tem ele p'lrt!cip:ir, ~m grau ma!or cu menor, 1 comuntdade Interna clonnl. Decls/o pol!t!cn que !orl olep O'i J.o:;og do solidariedade entre as nações. Decisão o IIt!ea que faça da cooperação, real e efetiva, entre os povos, a conqul5to rnrdor cio nosso tempo. Silo vlsl·el!I os índfcfos de que J:1 cstnmos caminhando rnpldamcntc nesse sentido. Indi c!cs dess natureza repontam nos esforços que já se conjugam paro vencer ai: c!Hlculdn, des do presente. A responsabllfdndo gcol, qunnto, ti. sorte d.a cconomln, n1lo diminui o.. 1-cspon.snbllllbdo partlcul::lr que nos cube no. luln pelo nos!">O a, per-!elçoamento econômico, soc!Pl e político. Preocupa-me n situnçllo inlernaclonaI, prec·upam-me, mais ftmdamentn.lmente, os negócios brasileiros. Confio cm que comu nid:1dc dos povos esteja à nltura do momento histórico que vivemos. A mesma conflança de. posito nos brasileiros, que respC'nderão, no bremente, como sempre, ao desafio da crlso a tual. nos termos ditados pela su:i consciência, Alimento a esperança de que crise que abala o mundo chegue com brevidade ao seu termo final. A julgar pelos sinais, oue jtl apa,. rccem no horizonte, é possível. de !nto, que se retome, dentro em pouco. o c:imlnho d1l pros. p;,rlc' 1.de. A prudência mand!l, todavia, que ncs preparemos para o prolongamento da s!• t,·~cno atual. CUmpre, asslm. que mo'ilizan do todos os nossos recursos, humanos 0 ma. triais, procuremos adaptar-nos ·o novo esta do de coisas que o cenário mundial apresenta. Acelerar a modernização de todos os setores da vida naclenal e tudo quar:to h1 de m-i!s ur Pente. A aceleração que as clrcunstO.nclas im• p6em terá de contar com a parti'ncio de tedos o·s brasileiros que lenham ccnsclêncla <', siruaçáo e d.a neccss!dade. cm ano n75 12h1. mos, de unir esforccs para. sc n lideranca do homem e nas ativddes produtivas geradoras de emprego. Esse lar que o meu projete âe Governo será coroado, sob tcdos os aspectos. de pleno xi!o". • :;: ! ,:n an Cada vez m ois per t Q Voe e l CORREIO J . . 1 ,: Politica 111 po iitic Alencar DI Piro 4o que tudo indica tem vocação política totalmente defasada em rela cão à política que hoje e faz e que tem eu mo delo mal atual, mals caracterizado, diferencl do, graças a homens públicos do padrão de Pnulo Salim Malui, Pedro l'c<lro·,Iun e Fernan do de Frc.I llw. Conhecido neta praça, há mu!to; nos, r .. - ponvel por um pn:,qulm "Rctirntln dn l,Jfl)I· nn', que nuncn e equlvou a debater problcmaJ ngudos on cronicas do município, Dl l'Joro pro• pramou sua campanha eleltornl, como contll<ln to n Vcrcotlor, pelo FMDB, com prome:,:;u~ o<l• ml~sivels vllldns no plono moral, mn~ qunsQ que bnpcrante nntc o ntunl "modus fosclcndl" de prática politicna, exarcebadn após o atlvcnl.o da gloriosa evolução de março que tlnhn como objetivo uma Santa Cruzada contra n ubver Eiio o , pinelpalmcnte, contra a mldi COR- RUFÇO, uma vez que e s:;c t.fovimcr.to strn· prc fol profud:,mcn.l: ~forall.stu: Pi Picro, un d.ute .e; a - não pediu voto u ninguemn; h - nJo votou cm d mr.::mo; e - no par!ou, no comprou, não "rega lou" neuhurn clcilor cm troca <lc um po~slvcl voto; d • opolou. pública e lndi&ti.ntomenLc, todos os candidatos a Prefeitos e seus companheiros tel de "parece que veio nu", m • unes pala vra francesa que deve er pronunciada "par venl", e que !gn!fica ctrcante, calouro, r cem cheado, no caso, ao partido, i pol!tica. talmente, ignaorzdo valor outros qu n!lo po dm ser colocados em balanças e que os bn cos lnfclkmente, nJo d1:':conlnm.,. Alem disso, D! Pero, com razão, ou sem ela, uma vez tambsm no é dono da verdade, julgn-:c "malufodo" pelo Ver. Jo~6 Atnr.á:;lo que decidiu, à boca das u r n as, proceder uma "blitzkrieg", urna "razz.la", no cleltorodo pcemcdcbistn, cm detrimento <.lc se us companheiros de partido, os quais ainda que rnoclcstnmente, tinham prcstr.do serviços à Agre mlação e à comunidade em geral Pr que ur r vtdo, cm ar t e!efeJo, nnea tunh movimento politico, ou comunitário, quer luta de .:e Cs e:pcu!sts m politlca peco /m eia. dar e.plicar o feameno Ata!o e, tam±'m, dele tirar !las e ensinamente. m pre d politica municipal. A expcriec! ! Pero, di.amos azm, 4 v!lida e merecer ter conhcc!da mormente e e6n siderarmos qua política, cmo as mulheres d "Barbeiro de Sevilha", so "mobile qual p!uma oi nnto", e d!s-·o p:m:c'-' r.::r prova o p01!clo H· menta do Ver. tanáio, ao lado do esquema f. nondo pcde!:slsw, e n.1o no belo <lc seu própr!(l r-artido, como :.c-ri.1 de csperJl'-f.õe, a.cobnrcmo~ por vcrlf!cor que ns mniores leis mlsllcns Q prlc.lplod c6smicos se ocultam • cm pequenas coiss e seres , como no cnso da losortn, nté om nos~o proprlo qulntol. Em seu corpo M um poder que n ciência se rccusn a aceitar; um fenômeno de expllcnçao lmposslvel pelo homem eomum, o poder do re nascimento, ou , mais concrctnmento , a meto morfosc de uma lagarta humilde o rastejante em borboleta colorida e nlndo. Note que ns ações o reações básicas da la garta não são multo diferentes dos do homem: ela nasce, vlve em seu pequeno mundo, sente fome, calor e !rio, mani!esta medo e procura alimento sol e segurança, como todos !IÓs. Imagine-se por um momento no mundo es treito da pequena lagnrtn: ela só tem consciên cia de suas próprias necesidades físicas. de seu bem-estar ou mal-estnr. . Seu alcance visunl vai a poucos centime 'tros, seu -mundo, é terra, pedras e folhagem. Se us sentidos a impelem na direção daquilo que e seu alimento, seu único impuli;o para saciar um apetite incontrolável. Para ela, sun consci, •ência se limita a essa exist~ncln· ·nada mais e, ·xiste. • ' .Se nós pudessemos comunicar com ela e di zer-lhe que num dia próximo ela criaria asas o Dízirno . Mais urgente do que em outros tempos. é 1'-0Je o problema do•Dízimo na Igreja. _ Multo já se tem planejado, já se tem dis cutido, já se escreveu, se falou e, se realiza, de maneira ainda a desejar Em que pese os artigos da imprensa católica os subsidias oferecido pela própria CNBB, a respeito do Dízimo, nós cristãos ainda não for mamos um idéia exata cobre o importante e sério papel do Dízimo ::a Igreja, como fator primordial para a promoção econômica e eari- ' tativa da Comunidade cristã '. A Biblia evidencia que o Dizimo tem a sua origem desde a criação do homem. Porque este, sente em seu íntimo, a necessidade de retribuir a Deus, nosso criador os bene!ícios de recebidos. Moisés, no Antigo Testamento. instituclo . naliz.ou a contribuição d.o Dízimo. E no Novo Testamento Jesus rellflr~>;i; Q necessidade dessa pequenina contribuição pa- e poderia voar num grande mundo colorido de luz e lindas flores, um paraíso que jamais po deria sonhar ,em constraste com o gramado ln macento onde se arrasta, liberta do chão raso pnra esvoaçar feliz em outro horizonte, largn ta não poderia acreditar e, simplesmente, diria estávnmos loucos, Esta seria também a observação que faria n molorla das pessoas, simplesmente preocupa das com a St<l exist~ncln (íslcn e totalmente a i "GOVERNO PRECISA INCENTIVAR AGRICULTURA EM BODOQUENA" Bodoquena • Culdanào dos seus dois pos. tos de gasolina (Posto Cnmpão e Bodoquena), o comerciante e pecuarista Alz:iro Sortica dos Santos vive "desligado de política mas estã a• lento e em todas atividades. Nos quase dez anos· tjue vive nn localidade, testemunhou a queda e ascenção de Bodoquena. Assistiu um verda deiro "exodus" de colonos que abandonara.'TI terras ferteis e foram embora para sempre, dei xando pomares e lavouras abundantes. Segundo Alzira Sortica essa fuga em massa ocorreu. por falta de ajuda das autoridades go vernamentais que não proporcionara ne.'lhuma ajuda aos agricultores. Apesar da farta produ ção, não havia estradas para o escoamento do produto. Com a chegada do asfalto,' basta o gover no incentivar o setor agricola para decidir 0 desenvolvimento de toda a região, na Igreja ra sustento das coisas sagradas da Igrcjn. Vamos caríssimos paroquianos procurar acompanhar a evolução histórica do Dízimo na Xgreja através dos tempos até o dia de hoje e .descobrir que essa justa contribuição niio é uma obrigação legalista e impositiva e sim manües taçiio de verdadeira generosidade do crisUio, para a promoção da Comunidade paroquial e ajuda aos irmãos mais necessitados. Não· sou padre. Sou um leigo a serviço e voltado para os probiemas da Igreja. Sou Dizi mista. Pretendo, depois desta pequena introdução, se o jonal me permitir abordar mais alguns aspectos a respeito do Dízimo nn Igreja para l que despertem em nossos corações o verdadeiro 1 ~entido da caridade cristã, manüestada não so mente por palavras e sim por obras. • Nelson Chagas ___ _'-, Paróquia Santo Anto'(llIS para que venham in gressar no mercado exportador. A presidência da entidade ficará a C!l.I'l?O do empresário Da vid Balaniuc que há muito juntamente com o presidente da FIEMS, Jorge Elias Zahron, tem procur:tdo elevar os produtos aqui fnbri• cactos nos mercados exteriores vizinhos, con seguindo inclusive, boa aceitação. Por outro lado, o supe.rinlendente do Ban co do Brasil entende a.inda que este será um ~ronde posso para o desenvolvimento de Ma to Grosso do Sul. favorecendo para o comér cio e indústria. Como se trata de praticamen te uma atividade novn para o Estado, Naza. ret.h disse que órg"aos como a FIEMS tem pro curado inovar e aprimorar o sistema de expor tação para gerar divisas para o país. OBJETIVOS DO CENTRO O CECE!!'S terá como objetivo elnborar e desenvoker prog:rnma e s!stemátic:i de pro moção do comércio exterlor: prestar serviços diana, incapaz de ver, po.ra além de seu estrei to horizonte mental e al~m da3 cstrcln.:i de nos, za alxia, uma outra dimenão cósmica or.de rcceberá as asas de uma consciência novo que nem sonha·,a cxfrtir, S-:>paratlas apcnns pelo !enomcno que teve lugar :1a cri•álicla. fagarln e borboleta siío um~ só, Não houve morte, apenas transição, e is~,, é m:rnifcstaç'io de uma r,r:rn t;-1 co',bor-:;:i.o; promo,er a !armação, espe cializxção e o aperfeiçoamento de profissionais nas ntivirlades técnicas cue configurem obje tivos sociais: promover cursos, debateS. en· contras. estudes e pesquisas no campo das f nanças internacionais e eia comercia.lizn.Çl,O intern:>. inclusive no tocante às técnicas e cus tos de tr:msnort.e, e:mb:!Iagê!' .. s. ma.:rketing. cmbio. financiamento, incentivos à politica de {reles, mercado financeiro, visando o ape: !eiçoamento dos conhecimentos empre=Jn.is na âre:-. de exportação. E cincb. entro outros. motivar e prÔmover a participa;:'.:io de expor- 1 t:idores do Estado cm exposiç6'>..s. mastros, missces e em outr~ ::t•dd:ides ('Ome;ç!:iis e Jin;:7!77 '48:773..5.. Continuar navegando 238_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº238_25_02_1983 240_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº240_24_03_1983 Voltar para a lista de itens