36_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº36_05_09_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título36_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº36_05_09_1977Número da edição36Data de publicação5 de setembro de 1977Número de páginas6GeoCoordenada -21.482882331114187 , -56.15114696243718 Documento 36_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº36_05_09_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto -----------------------·--·---- , Agências cm r nd, Goi s, , Mato Grosso. L, COR F1rndaclor: Jvnltlo PNôfn1. -- J110 II . Nu ;J(i II! T Jardim Mato G ro o u'. l!· l) dem de ont IS M ( Jomnl Tribuna ,1t1 Fro11teira - Bclu Vi•tu - lLT) 1 Dionísio /n·co 11s~11.sino ,lfl ,·unccit11ndo l' e•t i- 1nr1<•nlwr Jo•é Lou reiro, Delegado de Policia nbriu o cn1111w11·111,· inquérito parn apurur u morte de Dionisio reco. omos contra us arbitrariedade como lidus por muitos pollcinii- prepotentes graças a D"lu não os temos em Rela Vista amos contra a Lei do Tuliiio "dente pc,r dente, olho por olho'', mas o crime de Dionisio foi "bárbaro e chocante". i justiça de Deus o julgará, pois a justiçLL dos homens já o conden:1vu: O que dizer do policio 1, desta nossa policis. malogros en e tão combnticla, tão carc-n to de recursos, que, às vezes, com rlsco da própria vida, procura zelar por nossa _.. segurança. O policial matou no cumpri mento do dever. 'ão atirar e ser morto; deixar o bandido fugir para em libel'dade cometer novos crimes; ou atirar e res· pondsr por seu uto? O oldado em·ques tüo pode e deve est11r de consciência tranquila. ilatou sim (somos contra a mor t 2, n o s s a e d o s o u t r o s) mas matou em defesa da so1:iedad,:,. O que dizer? Ê a nohsa sacie- O ( irne de Dionisio O f:,to dtucou lll'l:r i,rn, não só pela pervver sidade mas também pelo laços que uniam Biuni. io e Aleides Zaalla. O assas-ino matou para roubar. O seu crime comoveu a população d e lunea.'Te.Vi onde o comerciante gozava de re peito pelos :rltu• dates morais e de cidadão ímpar pós atirar em Zavalla, que era eu padrinho de casamento Dionisio levou o corpo para um furrni gueiro e ateu fogo ao redor, Ieubonu do padrinho um revolver um relógio, l15,00 em dinheiro e u:n talão cheque ouro que apó+ falsificar a usinatura do padrinho, usou no Paraguay para fazer compras O 1not ivo segundo suas palra- na Delegacia fol roubo mt•smo ,. 11.iu dl'rlloll•tr:l ,1 rc111or-o pelo t·rintt:, dude que forja hróis, mas forja também oi- assassinos. N.lo poderíamos uoticiar o ruto com u frieza cios jornais acostu mados com t .. d tipo ele noticiário e que m 111ipulam o crime como se :) mesmo fosse um falo normal. :--Ião é normal e nossa cundiçã•J de ser humano grita con tra o crime, mas ele existe, e pura com balc-lo, sómenle os policiais. às vezes, contrnrin11t.lo o principio maior de nossas religiões - 1 1 ão Jfatar.'.ls. :!atar ou mor rot·'? Eliminar ou deixar solto e uruYocar novos crimes? Eu, particulurmei1te, não sei. Sei upenas que um homem honesto foi búrbur.rn10nte assassinado e um cida dão que está encarregado dE.- zelar por nossa segurnnÇ!i matou para que não morram outrns homens honestos. "Dura lex sed lex··. ( Jornal Tribuu~ da Fronteira - Bola Yi;t:i - )IT) fira ília (0 Nacional) o l' i Gl'I r,,Jy • o pi lrr t ira vez, a volt do j,lut .p i , 1 • • e clua-.; Uf!rcmi·1çõeH. ) Pre i le111e , ,11 1 li' ª') d1 llogo enlr u d•>is partido _ ( e! q . é de que se encontrum, nes. converaç0e1, o e p.1ru o 1.>om cnle11t!Lruento político e L p 'I. 11úhhc . O SE" IÇO CI .-.visa que e. ta a disposição dos Srs Viaj ntes A Ln n h Ou i bus_ quo fará u Linln Purl, -'L:rti·1ho a Cor-umbá O J-IOR.({[0 E Saída de Corumbá para Porto Murti- nho 1º (Primeiro) abado de cada mé.-; eh ·({·1:ido em Pr,rto llur· tinbo às s e g u n d d s l eiras de cada mês .is 7,00 h ora,. Saí d a de Porto :lurlinho par Corumbli 1.u (Primeira) segunda feira de cada II és às 13,00 boms. riir te lorpa» ta ti h tal $/!: S:#e a zuuti - R.a li te knratr, 3? São Paulo - Av. São luis 258 _- 602/3 - Ria G];:J?.ra - _Rf. t'.::i :ranle Bmoso, 6 - S/9□3 __ Porto lurtih - Rna hui kuti:is - Crnlro DE Francisco A. 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O senador ndmillu que como polilico, gootarla de purticipnr de uma ·etrição direta, "mas a eleição indireta é a regra do jogo atual e, evidenlewenle, u int~n çúo é muis tarde traus[ormu-lus em di retas". - Isso porque o povo gosta de votar e vota bem. • CO STlTUl TE Magalhães não IGha Yiâvel ttO'Ora a convocação de uma Constituinte, "porque ! todos sabem que a Arena tem maioria no colégio eleitoral pura ele 0·er o futuro presidente e não vai abril· 0 mti.o dessa •possibilidade em troca de uma Aesem- bléin Gonstituiut1.>, cujo resultado poderia ser duvidoso··. i1aga1biies - que, egundo o presidente do Diretório Estadual do !11D8 alagoano, deputado Francisco Pimentel, informou ontem, será apoiado pela oposição - niio qms fazer qualquE'r comentário obre n notícia_publicada c:;ta semuoa pelo jor nal Tribuna da Imprensa, que uponta o general Joao Baplista fiO'ueiredo como futuro Presidente da República. E sa no ticia causou protestos do deputado i queira Campos (Arena-GO), porque di zm t_arnb m quo o ministro do Exército Sylvio Frota, desistiria d e sua pussívei candidatura à Presidência da República ª?1 troca da emlJaixaja brasileira em Lisboa. Siqueira diss da tribuna que não passou do "falta de respousubilida de e até de patriotismo essa tent .. .t;va de apontar o ministro como compactu ante de oambalachos e barO'anhas" Jà no Senado o al'enist~ .-lex~ndre C'<J .r 1 ('L, ,1 t IH do . er,n11<,r ,Jo~ri S, r- 1: , a·1t •c•lpo l· é ; orientação de seu partido, d t,;Ú 11i~culir· o p•·obh-irw su c·c•l'lÓl'ÍO l'll _ju1w1ro: apoiou u c•amlfd; • turn do ,·llele do S. ·r. g, 1 ut•r,1I ,Jouo ll:q, tista Figueiredo, à Presidência da Re públie, manifestando a esperança de que ele redemocratize o Pais, 'Também t111:n p1·011u11ci111llL'11lo ft•lto oulm, na cnmarn. n (l(•nul,1.CIO l!l'"IJl,la C:t.·los \'il s o n (PE) lembrou que, e m janeiro, o p!e idente G e j s e l escolher e u s u c er sor in par tidos, em rruni11o com os chefes do '. 'l '! do 011bir:Plc l'lvtl corn o mini tro do E xél'cito, e pergunteu se o diálogo Arena 1Dn ~t•!n u!g'lll11 sentido. Parn el ', o su ce 'i!Or sel'á e:-:aoll1ido como na eleição do atual presidcnl~: por um grupo res tritü cl<! dirige!1les. -- O que torJos, Arena e MDB, estão pI'O• curnodo- acrescentou- 0 a rn ·ta mação do voto, pe.ra que o povo sinta a llber. riade de, objetivamente, deposilat· . SE'U· voto nu'. urna. ÜlJ o voto do bipartída riomo, sem opçÕ•:lS e apenas do sim ou não. Em parte, o deputado i10!Cir Dalla tArenu-ES) aHrmou que existe a demo cracia no Brasil e que o po,io estava agrndccenclo à Revolução pelo clima de paz reinante no País. Carlos Wilson: - Hecebo Sf:u aparte com o reE-peito qne me,ece, mas digo-llle que o pior ce go é o que nüo quer ver. ão tetr1os uma democracia e tambéa:. nilo temos urna ditadura de fato. E uma democra dura. Dr. Lauddio Valde:,t de Barro;; CirurO'ião Dentista. CRO 557 ilt. Clinica de Crionças e adultos Atende-se com horn 111nrcudn Consuhório .i.v. Duque d.: Cnia,;. 508 (Ao Lndo do l:buco Fiu:rnci:1I) JAADI) lA;O 6230550 Raio X ao me interessa se, talvez, vão encontrar alguma ida nova nas trela, ,/ < lt n;}n cheguei ainda a descobrir em mim qual o sentido desa velha id que e arrasta gemendo aqui neste planeta f ., o adianta que o homem tentado na tecnológica ponta de um foguete. 11 11in1o1 111il quilónll·lro• por hora, j.'. 1, uha l'o11qui•cad,, n lun do, po!'ln e eu não cheguei aind a conquistar o 111cu próprio 1111rndo interior. ,:ín rne j 11lcres•a111 as itensas estradas que cruzam o Brasil de norlc a EIII, se: v meu futuro (: ainda um mapa por 1rnçnr, ou ,eln, •eru c11minho•'. iüo me intert'HOm as rnuitas llniruns que aprendi 5C me falia aprender mnu que sirva parti folar com Deu-! iào mt: i11cercua u rádio. o telefone par,, falur no longe, se eu ainda não sei falar de pt:rto ao, homrn5 mt:us irmão,! i',i11 me interesea a rapidez dus c:irrus e aviões ,e ru ainda me arrasto como lesma • na hu,ca de 11111 ideal que me torna mois gente! :'ião me intcn·• a a beleza 'iril ou graça feminina de algum atleta ou miss uni,·errnl, se dentro deste corpo o c,píri10 for fraco uu s<: for ftcia n aln,a! :'-ião me inlere:ndo um borrão dt: noice na , id:i dos meu~ irmão,! i'ão me inten:ssa a to:la do; crn.:mas u1oderno.:, colorido9, gigantcsco5, se miuha vida for um filmt' que eu não po,sa mostrar à minlw mãe! ião me interea minha coula bancária ou cofre cheio se cu uio con,igo encher um cheque ele bondade que tenha bom ,·alor lá nos banco, de Deu,! Nüo! Decididamente, Assim não me interessa! ,ucor: Pe. !Iébcr 'alrndor de Lima, 5.1, 57silz ; '•Vendemo~ Quclidade· E±E±± E±E ± E=si= "H I D E M O s QU f! l.l ll D f " •• t [nica que matem um toque permanente para pronta entra Rua CeL Juv<'ncio, No 315 - Cx. Posta! --Guia Lopes da Lcqune MT. nos de eriço» [rr· n te aduo trabalho e de } prendo ao contrabando + I quü u ,t'nhor lllÓRl-0 SAí já tá impossibilitado de palhar, devido a rias h, do parelho circulatório. pi'U tes se iram envolvidos 'E ÍJUIUHi!'o, O( on11·tÍ11Wnt1J! Í(,,' passamos a narrar • Herc•hcnergio Hiba- que conosco q curam cu•1odir1ndo o contra bando. Habituando• já a 'uie1 de do lunar no• recolhem na noite de 26 de fe,erei para dormir em no-•ai rêd S, arrr,ada- dentro do {!alp5o, Ó! qual tc:m ao funilo e do- 1 dos até o meio parede front· {!; a ml fechada, ficando a o , tr era mecade aberta. M Xa, rêdes armadas na parle óc berta. ficaram Laucidio Proe1 • 01 ça de 18 anos, Sergio Hibas dY dJ 17 ano! e o escriturário f<; fael Barbo.a. a pare fechei da ficam Jo- Proença. o fie cal Jo,é E. ·une~. Li!J6ril a• !ThrbQ; t: L ,po (.lu Aeenof Ai. tenl ~ J •· :...,-5 rfuit, hóru, mais ºl ;mens foy despertado+ PPs tre:nenc!o uroct-10 levanwruo·J q_u nos cum n o s :i s ar1nt13 n1vf' :~~• ,~~,r~~t·na~a~:d2~ 1 e p;t 5 ;r,· C grupo de desconhecidos d . 61 quase 21) humem. :'i;to Jo!- IZ: E . .:'unes tentou sair, rec n bendo na porta a descarga"me llros que o matou quase 1;:;,~<11 ( Continu:1 na Ultima Pag.t1 -- de Materiais para coo trução, Rua 14 de aio S/N Jardim Rob .. S Pael e S' Madeiras em g .ral, cal, telhas e tijolos Atacado e Varejo Nato Grosso Dl'pulnclo - fro11lil l(i 0~-77 (.IC) a, 4, Cuiabá - O Deputado Sérgio Cruz, +1D, ironizou o governador Guteia • de por seu estranho pronunciamento o tão logo retornou da última viagcn, "Mvsilia, quando o chefe do Executi {l11lUgl't)itlfll'llll c!Pt:lurou que "Mnlo .,wo vi dar um fill!O llO lJrnR1l e llO los pento e»tão sendo prepurudas tas "v#liçoes adequudas para t purto uor- , u fim de qu I se nusço. uI11 gurolo 11 1Rto e sem cuusut· problemas u ges "1 ,. t . la 1 co~l ses:;il.o do c·eui.Jerlma do Legislativo ,,""",pogrossense. segunda feira _á noite, o lamentar oposicionista u vim repo pre ao Governador, nu condição ele um de representantes do povo do sul do º" do dividido: "Prlmiro que o fill111 "Pasceu e saiu da incubadeira. Segun -e é um garoto robu to e que há mui • ekmp'l vem tnmaudo conta da gestan '111-'l'ercclro, se ainda niio nasceu, não ,, e bnvel' proocupuçuo quanto RO par do pele será normal rlesde que •> pariel• ]~[ iio sejn obstreta do Puláclo Paiaguás." ho 38itiguns é o Pulúclo do Governo do em _Grosso, em Cuibú. 'orzeio J )eputade - (Critica} lfi-lP7 JC Cuiul>fl - 'Queremos que :.ja implan'ado 110 Sul, um E tado-Modelo e ni1o um vrn delo de delupudação de uma cidade ou reli, em detrimento de outra, E o que ocorre com o Sul, depois da divit:flo, ú llig'O que d ve Hl!l' levado lll ' 1Jllt1I, JJO· i que, entregue ao desinteresse 1o Go verno do E LIHIO, rnei<mo>, a <llvi üo pcrdo o tu caráter de uulonomin :·cgion11I, uuuio11lando trun11i toriull1 oto a sull dC'pcud •nclu, (• o (!Uttiva, ou reaberlurn dos trn bulht>B de TI, na ultima srgunda-feiru ú noite. Criticando o Goven1ado1· G111 eia Noto, o p11rlameotar sulieotou que a uu r.encia do Governo Estadual eru Campo Grande, é cada vt z m0i6 notadn, e pu reco que ele pegou raiva riema ci, ocorrt> na! ?nas alguns dia do inicio das co t'·', raçõe • du Semana da Pátria, quau- • por ' bra íleit'OS são cb:imados a conft'u .idº' ar, ·oi.J o lema "O Brasil é feito •'.'' 10 , ós". Ocorre também em meio u '~rf utos di.ficeis, no quais a Nação .- 4 ~ eu· rumo;; e quando não falta .11a l;'il, .impalrióticamente, procure anta. , ol>n udt, 01 de m lor influência junto ao poder, tll· p rtem p rn til li t•lli• a inconvenienciu de um Gover dor ».· 1',l doi Estados, num l tomada LI• po l· ão i•ri11. . n ibiliz m a auturidade da !lepú!Jlteu par 1 o r !to t!c r •farthr o rninirno po~ Í cl (•st proe • so d M to Grosso d r uw Itllto 110 Um il. Serio Cruz t1bordu11, por outro Indo, o problema fuudíúl'io Plll 1 to Orouo, lemhr-audo C[UP "apurnr de erem apr - sentadas soluções pelos emedebistus. ea tn!i si1.r> teírno!,nmc:ute n·joItadas pelo Go verndo1" "ele", salientou 'tuz, "prefe re o 1:out;·ário. poi:1 loteia as áreas ruul11 férte!I; pelo chamado sl11leru - empr€il rial. de n,odo a promover a coloniza.ç.o ntr:tvés de grupos, u rnuioriu alheia a at1vidad s !unctDrios, que udquirem vas tas faixas e negocium, impedindo a es peculH<;-ão, a llproxlmaçllo do pequPno lrnbalhaLlor a terra, forçandú-o, por ou tro ludo. u se transformar l'rn mão-de• cbra escrava, em posseiro ou em focos de constante1:1 e coudn,úveii; litig-íos, murcndos pelo sangue que é derramado em Burra da' G!irÇu!-, Honúor,ópoliR Oia mo.otino, Cá.cen·s e tanln6 outros muai cip10s que aos poucos '!lo se transfor mando em atenção e,peclal da Urundo Imprenso. , acional". Correio J ardinense - 'E1AN..HIO -- Fundado em 01;08. ili Diretor-He-pon-sável: Ivaldo Per«ira Diretor Comercial: Iaro Pereira O artigos publicados comu assinaturas dos autores n:io traduzem a opir;ião du jornal. ua publicação obedece 110 propósito do deba lc do, problema, u1u11icipai~ e de reflotir u diversas tendências do pensamento. Assinatura Anual J , H D I .1 Cri. J8il.OO Ürn1ai;, .lunicípio, CrS :,oo,oo Correin hrdincn,c é uma publicnçÍlo Ju OHJlYAPE- CGC-ME: 03.21,0.í631011U'.!-i 1 Hodac:io e Administração H . .foi. Houd,111 •iu J . . H D I .[ Mato Grosso Oficinn: lua Duque de Caxias, s/n Mela Yista lato Grosrn D ')!_,; .Ul.l C P l tJ L J '' Instituto d ldurtificação Cuto.bA fl' Em 2(i cl iOSli 1li77 Nº 69J., 77;11M'l' Ao limo. Sr. Pr ítlhl , luoiclp&I de Helo. /i,t MT. Senhor Pr feito: Por dei rmlu ctio ào Exceleutís,lmo Sr. 3• cr·trio do Segurança Públien • Cel. Aloyalo adelr Évor . e mual co u V.S., qu ue dia 19 a 24 de: aolcmbru do cor renltJ ano. or;;ta.rtí. u111t1 Equipe Volnnte, uoua. ciaude, a f!rl'l de fdanllrt car os ln teres.ados. A K pesson11 ia torcu • das em requer01· n Car teira do fdentldndo, do verão estar munidos ds seguiu tu d o curo e a tot: l· CertidCio do Cruamc.c to p.1ru Oll ca.&11do2, Cor tidáo do Nasciroeuto ~l Quitação Mililur, pnru e soltezo». 2- Titulo d11 Elc1tor, cu compro,·ante i.1:lrdtorul. :1- Três Iotogn1fla5 tnmu aho 5x7. Solidto d ar conheci meato ao Públíeo, com refert!O<tia o ucimn epi grafado, b e m e o m o cclaboruç-fio dos r-un cionários, que deverão prestar serviços para com público de:se u- nicípio. Oportunidude em que renovo protesto de con sideração e apreço. Bel. Aroldo Mcndijll d.e PaiYa - Diretor L i s i e 1 Jor ai e rrei Jar i1 s Cúm modernas instala~ões, dispõe de um grande estoque de calçados. Parai:::o dos Calçados é especia lizado ilO ramo e tem tudo p,na bem servi-lo. Em m térto de calçados. conheça a úlfüua moda lançadu nos grandes centros, visitand0 Paraiso dos Calçudo:;. Praça Presidente Dutra • 163 Pu1ta P1rã - MJ ----------~------------------------------------------------' E,,1(1 1•111 pl<•11n " IH•"'<H:lnç 'º rio ' <Jui11 Lnpf',1 d11 v:rrn do Sr. lo 1ildp111 l'flll• l11 utir fl o Sr, Prefeito Municipal já adquiriu va ± os vPiel!loi:; c·11ln' 'l .• (um) e, 11 i1,h 10 ba1wulv11ln (urna) Pie - uP J{,1:uhi ,nil(l conl1 ndo com as reformas ieitus no: vei culos usu qu o Sr. Rosal vo nüo oslu pa r,t llrrnCtHIPil·ns 1 ,X,')- ::,<, Falando uioda cm Guia Lopes, Tomos ' testemunhas em presença dos Srs. Rosal vo Frag,l. Raulfo Per ira Ex Prefeito e Ub1tldo Bnrém. dcpulnclo que prometeu nu ocu8ião uma uju lu 23+42G Falando Elinda em J>trrlim s::>Ubemos que e Sr_ Prefeito ~1unicip.11 foi convida do purn pudriubo das garotas que irüo Debutar, neste ~ábaaào é i~t3o ni gt:·nle. mais um sinal de que o pov0 ,lur;linen se esló gostaudo <l,t adm:ni,;lração uo Dr. Freitas. Inforr ou :;iaclu a esta reportagem o Dr_ Fernando l•'reitas que uão fo[ possi vel dur uma festa ua iuaU(.'.Uraç:w d0 Matadouro :lunicipal, devido as difieul dsrles ot:1 que está utruve:;sando o seu Munici_pio, mas prnmrteu que qu: nclo cumprir um ano do maudtllo, 'urú uma festr. de arromba, para cc.mpeus:ll' u;; que nüo fo;,-nm feitas. 1 1 i Pr feiíuru de Anast'icio. e:caqu11cH1u µe- ! lo govêrno Estudual. se~uuclo pú.luvr,.s do Sr. António C'leme!'ltJU•.• d. ila. Pre feito ,.1u□icipul de _nast.i.cio. o éCU mu nicipio o ·tú esquecido pelo goYerno .:s tudual. poi:i ern (O.,) _,ll!sec; Lle adrnin:s tração a Prefeitura ni.:.o recebo:u neuliu ma ajuda do governo, disse ainda qu1: graças u De s l's(aurns ~ollreviv ndo com nDssa arrecud::ições que nJo êi:i.O ló. uma dus piores_ »3±s +? Fal!rndo ainda na Pr0foitu,'_ ~-uu:ci!", 1 de A.no.stlí.ci'1, o Sr. Prcf..:ilo 11r-~ u::-;,-~ que apesar do: pesares a municipalidude estn eo□strnindo uc1 '.'°o'o P~ço • ~,uuic:i pal que há mu·to VHn sendo l:-Peri1do pelos h· bitantes de A.t:?t.stúdo. das admi nistrações anteriorc:l, e o S . Prereit disse ainda que gostar:a de i.augurar uiudG este ruc.-! e, '.'o ·o P..iço :.1unh:ip,ll, mas que par isso gostaria de contar com a col:...b,-r.:.:o dos pecuai t:.1 l!o :suu municipio para que enas •U :1 i't! •• ta do Inauguração, pois aereai él que, os an St:l(:ÍJUO:, Uh.r •c..:n Uül:.t. k:-,{,L . que o 'r• 1 i , . ·,riu . 11 1 ir- m l que 1 ·1, ,IH (jll IJ PO• d ri o s r . l'lJJJIO p<:dit· o bem uo l~ t cio". , f:l'IUtr. PP1 ln'!Jl( s pirll'Phd:u,, mo• lrou-nos t:tli 10 u H púllliC'a, i! 1pl:i11lt1 1..:. no pais u partir de 18$9, Sl'll1!1l'f! ('!l e' rol a !', dn•i :10 d pnís, pnt'R1tndo a , pnnl:r, co111 fc,t'lt: luminnsidd . relt1ti v.1met1le a ,!;,to l .['l)StW, Ot- a~Jll'Ctos gL•O· gT ,t'ieo,;, ckn,ogrú'icos:: soe1ul<i>.n;1m pu:· mt're,~e'r a indis1iens:i'Cl atPttc':iO do io- ve!'llo ! eonhe eimenlo e at(' nos::;0s at·quivo~. o l!lstó rieo 1I1('11l'it1l que a BOcierladc c;l'il Li ga Sul Matogrossense, nos idos nnoti Lie ;m, com l'l'eouhr!ci'du br:!VUi'..l, encumi □hou ao Congresso Nacional. Depois de upl'ese1Jtur itens que um . 1irla {, a hi,túri.1 de 11111iu, ,id(1• e a lii,1ú-1 ria {· u ,id.t dr 111uita gclltí', Mas, quem fcz a história! 1 o ... tlr-n--e-. e heróis gregos que ti cr.1111 , inude:, t" pai~ü,•c c:npc.:rinn•-. : .. dn:,; ltn111cn~'! Alexandre, Jlio César. apoleão que destrui r.u11 111tir.ilh:.i-. ,. l'lllHjlli ... 1ar.1111 irnplriu--·! a-o da Gama, Colombo, Cabral que descobri ram o de-conhecido! ]0J11a D. r,·. l',·inn·-:1 1 abel que redimiram um povo, uma raga! ~t· forv111 pn.:-:--0;1.; ('0111u ,·- ... 1 .. qut· fi1.eran1 :i Jij...;_ túri:,, pa1.11:l11- ,. pt.r;..:unt.:.11t111:-; ; ..... ._. ol ... ~ i:iü'! E::-qU(·Cl'!lcl, -r, .. e- ,,;.-,,'-"llrando a D2cus que nos criou. - -. Ala-. ande e t, Deu-? ao o ee. .co oe-cu tun111--. ,:ll· c.•,i-, ,··. • • .-! ós o ener'r o n e ...• ~l?ll,l ta1; ! -ri,a r.a 11llll:.1 urore flori- tb. tHJtr•.1 cri~•- .! 1 4 ( ... ,l ri. !Hl' ! '-'~l:-..il <le n::uno- r.u 1 . }-., 1llcn 1,.t .. :. o que canta .• ·,; ... " 1. n, 1. ,1ir ! .. L.!1 !< 1.1 .1u111.~ nnitr e:-c-urJ e frise inverno. atuns pobre que nos estende a • : . llll1 • ún i) ! .. 11 ... :nt..:,; um doente que sofre, ;1.111: 1 ... .- U,• .. fei o Pocauto Denus na idJ. e:· ctH.'i.lUlr::illlO.::. urua hi-reia e um mundo tão desigual. .. Deu .1 ... 11 ~, ri. 1 • i t to dando alegria à prima era, tristeza ao erno, a Ull L.iUIO t' a 11lro-.. poucos?' Não amigo tudo ti certo. O seu espirito é que esta inquieto. 1 Jl, ,•7, (H't:' 11:io tt.·.1l,. ;""t.:tleti it, ht·111. Per•:untlt!Hl .. no_.; •t.:u,: i.' : - O que é ., frlícilla de, eu sou feiiz: oc a procura muito: Em todos os campos? E'ri toda a li-tória: ±la esta muito perto de você, está deutro de llt l°'. oee sómente começará senti-la quando se queeer de voe esmo e se doar aos outros, . lh·:..L 1,:..:, o 1 vhn· p.:c.1 o rieo entrar no céu o Hl~11!J {1.llJ. 1.1:ott,h.i,:, , alor à prinaeia a ltu. p:i- :n aby rt • •1 , iv,ro. o que pod- , lTaLt· Uro • ·o do Norte, boa, hospitaleira ami, f1l l('~nlP I HiO'.' ,l t··f!'U, JI ,. o e.. p: tfll nto d•• !'!IR. rrnudc 'd- •! <!{• llrt,lt; ,() hi tótica". il,iw 1 ,,, t1fHl· o . 1:-u .u.1r "um plano global d desenvolvimento, o la ,•o lo (Jt,P j 'XPC'lJI lltl t: ,.,1 - li ra tót io- ll',,ull 1 .P.," para Mato Grosso do , ul, dizendo, inda, com iuteitll ju,liç-r, que "esse seria o ncme de maior agris do à população do Estado Emergent ". im li e assim e u l e n tl i - re pito - o di eur,;o históríeo do Senatlor Ili li,•io C0Pl110. E se eu fosse professor e quulqucr l·1euldartu na hora exata e presta- 1·ru, ain1a - cerno q11em leva flores p1ra o túmulo do S0ldado Desconhecido as 1 . • is siuceri1i- homenugeu, ao;; que, dl:'s (lc um pust-udo longínquo at6 os dias ma is. recentes, tiveram a altu e desassom ln,u!a visão e não pouparam esforços p.ll'c~ que se ..,'.oncrelizussem ü memorá vel mtdictu politico-admjuistrativil que agoru se anuIJC!2. esperunçosa e rulilaD te nos horizontes matogroi-se□seB: u r.ria çüo dos Estado:: de :lato Grosso do i'iorte e ~lato Grosso cio Sul. Rio, 15. 08. 77 ra dete,tarmos a escuridão, o amor para d11spre ✓,1rtt1os o ódio_ ::,ó '" con;trói uma , ida e uinu hi,tória >em medioni,la<le <" com am<Jr, _ medida que renunci,11uo.- a n6s mesmo,; o a tran. Guiu Lopes da L.iguna • ~.LT_ Paulc Robe1·lo foi estrJviada 1 PBU 2Qü_ 92 . . Pub1ic· ção ·que :;e faz pura obtenção da :2.-1 via. B. Boeira. declara que sua CNH, nº 0012066. 1 Ven e=se uma motocicleta 1 l T rat r à R.15 de Novembro 1 l Vi a Miliktt - Cc:,sa 4 Bela Yisla -1.1. H 50 A ab do a lto (CU. ll'l A('.()J lpo do mo. 1 rl,1 •,, l .:r ( 1 ( 1 J l " • 'I ri 111dU•I• Jr, {· l'r,,< D I c 1,•11, 1, •· 110 :n Í,d,fllt•rttltr 1)-11 ,.t· T ndou1riun tJ l 11 ", r, ~ ão conseguindo, dr apareceu, lixanulo conosco e entregue a própria sorte, eu filho Laudo. trifil IJIO í·lll~<I IJI"' j't 110, f"lllfll!lnlll! •fi•, J.d riu e Leopoldo, pois escuta»aros os gemido que vinham das r <l<'• oudc dor111i 1111 u r,IJ',•"' r r,i,id 11111•111i- e-1·111111110• q,,.,111!0 Hafael solicita a cu pi Li brio, socorro, por encontrar ,,. ferido, Tomamos a dl'librr~~ o de nio dei nr•no- 1t·nlpjo. :c·l • i11-!n11tc ,i <Jll'! ,1111 d. E11, Li b6ri11 vi quando do lado aberto do galpão parturam tiros em no--a direcão, que pro , inlia 111 clc, malU. p,,r de Lroz da parede bem junto a ,uim, partiram então as !!Oinlt'• p:daHU' de d,-,ur,o. -;;.,J~a,n para íuera, e rn1110 3 pele:ir co, arde;·. Dito iHo. di•11aruu tiroi o des:ifiaote, pelo clarão dos quais consegui alvejá-lo e que este corria cn1J1balennte. lJm dêle~ então di,,e: vatnos acabar da matar e-t que estão ~t'meqclo e atira,am em direção às redes. Deu-mt' cn-ejo de otir:ir por indicação do clarão pro duzidos pelos tiros, e. a--1u tingiu mai- um do-= nwcantea que j:í começa,arn a nfa;tar-,e atiraBdo a êswo. Continuamo' fozeodo di3- p.::iro.:: sol,rt! o niatu!!n), rrritnn· do.lhes que volvessem para "pele:ir -· recebendo por .r~; • posta- triste e profundo Sden• cio. Percebemos então qoe o :::ado bu,·io eatourndo com. O tiroteio, saindo curruliio e at .rindo ponto muito próxi âo ;,_,alp3o. Supondo que awcnnte! poderiam apresentar-~e de sorpre.:;a den&ro do ga.lp:io e facilmente no, otiniriu protc· gidos e escondidos pelu gud~ saímos dali e nos e;condel!lo_, no mato de: mnneir:i a cont1· nuarrnos domi.n:rndo o galpiiO otÍ! o rainr do di:i, quando vimo, que r,s :ll:icantes b:1,-i~m diEparodo·, Ie,andu coo~•!!.º um punhado de feridos e dei xando conosco, rnorto um do, :ll.,c.~ntes, que o, poros d fozend., l.1aviam 1;ornido º" ;n_ 1 0- 1 _ lo, tornando-o ureconb~cl'e • da', no,,os. morto José E. Nune;; e !!Tnl'emeote fendJ Lrncít1io Proença que íulecr 1 en; .'e"'ttid.1 no ho:'jlital: St'r· i Ribas, que faleceu neste ultimos dias ., Rafael B:ir!w:'J que íeliuoeme j~ ;e encontrJ quase bom no 1.toEpi_u,l do Tp3se no Rio de Janeiro. Tran.uiro: •• Jornol l>ell!'i;Je:U!!> Fevereta d 1.95 Continuar navegando 35_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº35_28_08_1977 38_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº38_23_10_1977 Voltar para a lista de itens