38_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº38_23_10_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título38_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº38_23_10_1977Número da edição38Data de publicação23 de outubro de 1977Número de páginas8GeoCoordenada -21.480965491896164 , -56.148390474551796 Documento 38_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº38_23_10_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto C roscendo com voce, o Financial, conhece a sua t -.rro 1 conhor:e o suo gente. FI gências Em sã Paul II ra á, G ia , n r ·s, • trif 1 f ed ral, , sifa e ,ia P'u11dador lv1tldo P"rir 1 1 n9 nono 4 +, ' i Ir:n indi ato Rurnl d" Guia L 1>pc, da Laguna Edital de Convocação E famoso em todo o mu□tlo o muro das lamenluções em Jerusalém, o qual o povo judeu banha f'ffi lúgrirt1t.1s, como ato de peni tfinciu e remissão dos pecados, por ocasião da paesI1gPm do ano santo, comemorado por aquele povo; P, aqui. muito equidi:.tante da quelas tumultuosas pinga.;, na nos a peque nina e bospitaleirn ,Jardim, o Exrno. r. Pre Ieito :vlunicipal, voi se tornando famoso, co mo quem querendo se assemelhar àquclt! mu ro ue jerusalém só que uqui, ua Excia., é banhado pt.>las lágrimas uüo dl:l penitentes religiosos em busca da 'P.tnis'ião dos seus pe cado , mas sim, de pedintes penitentes fun cionários Municinn- mn lsespvrada busca de seus salários· atrus•1dos llá mflis de qua tro me ·e::, pora aplacar 3. fome de_ seus fi lhos. Isso, sem falar nqueles servidores dis- - pens&do de;;umunamente pelo r. Prefeito. cujos, alem de não receberem seus sularios ntrnza,1os, t:1rnber,1 nãn r!.'ct:be>ram ns inrl,mi zuçõt"s de cli;-eitn. :.:,)nl'.H'll1-' determinam ns nos:as !eis trabalhistas. Alga u; Exei±. que a Prci1turn ili•> tem c, ndiçõr-s de p:iga· los E agira? Agro, rest à esses desatortu nnda,; til l''itloi·p- r.1tmici,)úis. b'lteren, as pn1·, as da ju -tiç•t. parn re'.)Jamarem e receber sab» lá quando, seus ;;:t!f rins utsd s, ga nhos eom o suor de seus trabalhM. Chegou ti. hora de perguntarmos ao ~r . .-!_cuide: e us proa1es Is de campanhas eleitorais foram es quecictas? E u euxurrada de verbas que trn ria d Brasilia, será que foi estancada no caminho'? E ! ... :la com es;as promes:;a - os votos caíram uas urnas e estes é que em importantes. aora. o povo jardine_nse e que •.• Por falar em ftt de condições, é oportutuo e interes~ante Jembi·c1r de que u.na Prefeitu ra que não dispõe de meios iiuance_irns s_e~u~r Para pagar os salários de eus [unc1onúr1ot-, t'e dê o luxo cte dotar um gabinde para o r Pre· feito. altamente untuoso, com ar conJicion.1do, <'Orti na;, lapclc:!, etc., é a tal ,-oisa. Rei1io com c?rle r.-lu tente cercado de Servos farintos. Falando ainda sobre aJt dcrnissõcs de servidores rnun1l'1pu1E. recentcmi::nLt! feitas pelo Sr. Prdcito, proj,ala-,;e por elementos mes rado para i-o, de que elas fazem parte da política de "ontetção de de-pesas do r. Prefeito; mas i--0 na9 pn.sn de un:a far-a como diz n J_ hn:;uapr pop_ub~ c conversa para boi dormir. A realidade é_que o- iT eito está aplicando os seus priucipios ideológicos, e- 1~ obcdccc 11 do a dirctrize;a polhic:i part.1dunus emana da e de M DB rlt" J:,rdim: e 1urnbém é vidente que o suporte dc,sc C'Olossnl cuhi,k de e111prt';!M niio mai• suporta novas admissões de ervidure+ e os compromis sos de empreguismo do r. Prefeito e+tão sufocando-lhe por isso se tornou Imperioso dispensar aqueles servi dt•rcs nntigos com ~. ·l ou 5 anos de serviço. 1 .._ t o ainda dilo com todc. o eufcmi,mo posai,,•! porque o qut: realtnentc e~la uconte..:enS pelo mcno:, , otaram com Arena. Pura u6s i:;J:Jo não cau.:ou nenhuma surpresa. já sabiamos <ll' ,111lemí10 de que o unjo ,ir fri~·(ie, 1111;:.-Ii"al 1cm 110 p.:i10 um coração de fl'rro. Cart2i' nn Me,, ,·oltnrú 1111 pr6ximo ,. cuchiln o caximbo cai. EHN::'DO MAHTJ~S llAHl:lO:': P,·lo l'"''flllt' ,. lir ,! .i .. ('(lfl o,:ic;;íc,, o 'in'.lirau, tara! de Gula l.p· da 1arama. n_fora d artigo 1 da Portara 11' 1I. d.- 2 de I ,,,.-, .. iro rle 116.-. do Mi ni,thio du Tr.1lulho ,, Capitulo I, Artigo lo, de seus e-tatutos, convoca todos o- t;s associados a se feze. rem presentes á Assembléia geral extraordináriv, ' n,alizacln no pr6,imo dia 2» de ontubro de L9TV ih 2o: oo horas, na CluhP XI de llt,1rmhro. , A- Fundação da Federação da Agricultura no ui de- ~latn Gro·•ll llnde- H' i11-1alnrá o 110, o E,tarl•J ria Frderu,·:lo a sr desmembrado ou Ji, iclido do nrunl Es tado de Mato Gro-so. ll - Delegação de Poderes ao Delegado Hepre·en- [ ante junto a Federação _para promo er a fil1nçüo r fr:i ca,.sa.lo. o ,t1lor u·1o cor:-.-spon1id.o. o 11mor inac.1b-1.d,,. o idealizado e não nascid••. o a mo1· p>itônir.o e mais uma p'.lrção de outros amor~s constituem Yerd:1deirt!rn ·nte a Pner cria básica de todas as arividade1 estéticas e ériatisas do homem, a po7t0 de que, rm eoni-equPneia dela~ ele mP-smo nascen e ati vado por eles. Pie soilb::t. n-abalha, sofre>, cria e morre. O homem acha bonito aquilo que de ·eja e a mulher, iadubitaYelmente. é tudo quanto ele mais deseja e, por is o ela é a maior exprei-são e·tética da face da ter ra. A revolução sexual existente, contudo, a mulher devt;ria comoreeüder m-::lhor, porque é bem p ssivel que 'esse mo,imeoto estej1t tiíuando no sentido de tolher e diminuir a importflocia da mu!i.ler em c0n;equêocia da habitu:!l incap:!cidade d amai:- do- bomen . A TENELI Quero louvar aqui a mulher. por que 11 ad miro irnensr.rnente. 11i10 no sentido ~exuul. mas en:: um st-ntido maior. o r!e> ~e, mulher. Entendo até que a mulher tem um vai li' tão grande que o hnmem, inc,mcienll•rn,,nte. t~m inveja dela. Por isso do::lina-a. por isrn não a deixa. crescer. Imngit:º· e o a pecto de que f'la é a gradora da hu!llanidcde. O homem pode ser substi'uido até. Tufo aquilo que chama de a'llor com o q,1e ,e re:1iz:1 .1 mul tipli-:açü.o da esµéci ~. constitu~ Uw mero ato. o principal tal'e7. entre t·Jdos os que ele p•a tica, mas que, não raro, e~quece Sº ri ele ape Illb pa sado3 algn:1s minutos. ..IJm disso é um m~ro ato visto que ele p1rte ser hUbsti tuijo po: provü:!ê::'.)ias ci~·n 1 :ficas. Com a mulher não ocorre isso. Ela fica cn::n a .nar ca desse ato, ela fica grávid;.1. Ela é quem, durante nove meses, realiza a vida. Eld é verdadt•btffi":Jte mile e. se uão b~sta se is so. criü os t'ilhos e educa a humanidade. O 1 homem pderia s?r caçador, pescador e s= guir seu caminho que nã.o l'aria falta. Faz falta, sim den,:'o d-l ~ociefade como g..!rador de riquez!l,; e, êO□secuent~mente, do bum es tur de sua famí1ia. Quur,to 11 mulh r é dife rente. Qss toda beleza do mund é cons- O j rndl já eslava endo impresso quand tomamos e nh cimen to d ate tado frido pelo jovem político. nos-o colaborador r--na:ido Mariins Bar asa, Segundo notícias de C arn p:, Grande, ele est5 fora de perigo. Na proxima edição, maior-= s detalhes. Jrdlm, - M --- -------- EXC p ES A colhc-1111 de nrrnz ei;tlmuóa pnra o COI'· rente uno em território nseionni é de 10522. 40o tonvlaulus, Mesmo cor siderando-se re duçio par Mio0o. oo toneladas em conse quine'u da seu de 4o dia em uois, ias Gerais e So Pulo, alra devorá situar-se no nível acima Indicado no1· cau1,11 dn coll1P! ti do urroz irripado do Elo Grande do Sul. Uma vez qu o consumo interno deverá manter-s em 7,7 milhões de toneladas, ocor rerl't um oxcedonlo do !1000.000 u um ndlhão de tonvladus, as quais, juntadas ao 9toque aluai do um Milhão, formarão aprnxlmarla mente 2 rnilhõrs ri torH'luda&. 1'ul tstoque preocupu os produtores e o Governo, afit mou o Sr. Hélio de Alida B3rum em ccn fer(lnclu perunto o Coni:elho Técnico da Con focleração Nacional do Comércio. qunndo lrn tou da "geogrnfi11 do nrroz". Ao enrocar o pluntio de arroz no Brasil, o conferencista disse que o produlo foi Intro duzido nqni pelos colonizadores portugueses, µassando rnpidomeute n l'igural' como um dos gêneros e~110nciuis Im 111imentuçiin rio nos so povo. No Rio Granrl!' do ui, como cm outras regiões d0 mundr, o anoz é cullirn do com irrigação, ao pusso que noutrn:i re giões o é no cerrado ou espigão, sendo eh mado urroz de sequeiro. Quanto uo rondirntinto- comentou o 5r. Almeida Brum pelo seu aspecto importante de produlividu<le, importa rleslacar as cifra correspondentes ao RS com 3.985 kg/ha, Snn ta Catarina com 2.3 tn kg ha, e SE com 2. 71 kg/1..Ju c~m i!.rea irrigadn!l. O Rio Grande do ui com 113 da área cultivuda em rêlação u Mato Grosso (5o5.oo x 1.61.00o ha) produz cerca de 75%. CO:'IIERCIALIZ.'ÇÃO O Cereal oriundo das regiões produtoras do Pais, r,egundo o conferencista, difere n tre si, não oó quanto ao sistema agrícola a dotado como tnmbéro em relação à sua elas sificação parn negócio. Ainda que numero· 1 as as variedade de urroz, do po1:to-de-vis ta comercial são grupadas em três tipos di, forentes: nrroz de grão longos, 31 !dios r curtos. Os grãos longos ão mais conhecidos- A marelão ou Pratüo (cultivado dominanlemen· te em MG, GO e P.): Agulba e Agulhinha (t.ipo Iguapê e Pérola, plantados no RS, S ~. litoral paulista e R,IJ; de grãos eurtos (RS e MA). Su cotação é variável, partindo du mais elevada, ti do Amurelõo ou Prntão, grãos longos, "Blue-Rose·•, grãos 111édios, e japones, grãos curtos, estoques regul dorPH do mercado interno. A doutrina genil, aprovurlu em congrP.st=o dn calngorln econô mit'll em Porto Alegre, é a de que se reali ze na prática os :::eguinH; itens: 1) aumento di:l produtividade das lavouras brasileiras por t:m melhor planejamento: '.2) assi,:tência téc nica t·fctivn, com dc·enugem. irrigação e upli caçüo de defensivos; :JJ c0i-rrçiío do solo: 4) uliliz:1çiio de sementes certil'icudu,:: 5) lançu meuto de 11ovni:1 vnriodaelc>s; ô) pc,lítica de crédito ngrícola detivd e permanente com mnlor rapidez e menor hurol!rar.in; 7) cemp1111hn de esclarecimcr.tn ele nov11s técni cns ugrioolns; 8) uso ect·nômico da eletrifü.•:. ção rural; 9) fixação de preços mínimos, u través de fH'CÇOH básicos pura o arroz de ti· po 4; 10) finrncil111e11to~· ndequudoa à fase de comerciulizuçilo. RETROSPECTO O r. Almeida Brum l'ez um histórico elo surgimento cio nrroz, que teri:l Eido cultiva do prirnC'iro pelos povP • do Extremo Oriente, notadamenk os cLine;;es. ?,Jais tarde cl.Jlantio do arroz, que repre ~,.:itava a alirnentaç-ão do povo de seu tem po. Nu. lndia o grão j-í era conhecido 3.000 anos antes de Cristo. De ló foi para o Egito, no inicio da era cri.,tü, pu,:s:rndo seguida- menti Europa, AIric, Amnérle e Autrtl. O onrlor nch r-rtiu q11t1 Lui Jmnral (·fi1 ua obra classicn, "Históri Geral d. 'ricul tura Brasileira", aeredita qu o arroz ej de orig. rn brn. il t,n. apo11tan<io diiclo d Rtjedel • outro- botânicos, omo Oaodnvo. C o m o fonso de undle afirmava, v - das pl 111tas cuexI .. tPm Plll mui de um con tJrH·ntP, mbora s·m intercomunicação conhe cida, plantas das quais umna variedades o ela Jodia ou da .Asia Menor e outras d, 1m • rlcaA intertroplcai . Na verrlude - coo,entou o ornd r • se pos. suíumo'i o cerevl e a sua cultura gen·rali zu11-se, até o começo do ·éculo o Hrusil uio da lmpol'lava urro;. asrálico. ínsutulelnf!, con lurlo, tarifas protecionistas, o su cultivo er tendeu-te peJ!. Pai~. muderni7ando e ampliando ruéLodoR e f-lstcrn&s W!I k las de [)laalio. Fxilbas ou lugare,a silos. Comércio & Mercados Oração ao Divino Espírito Santo Erpi1ito unto, vor.e que mP esclarece tudo, ql.!e ilumina todos os caminhos pura que eu atinja o meu ideal, YOCé que me dá o dum divino de perdoar e esqucer o mui que me fazem; e que todos os ic tanteR de minha vida esta comigo eu quero neste cur to dirdogo, agradecer-lhe por tudo e ccnfir mar mais uma vez, que eu nunca quero me esquecer de você por maior que seja a ilusão mute:i.il não será o minino da vontade que einlo rle urn dia estar com você e tudos os meu~ irmüos D!l Gloria Perpétos. Obrigado mais uma vez. (A pesrna dl-verá fazer esta oração 3 dins seguido.; sem fazer o pedido. Dentro de} ias será ulcençada a graça, por mais d1flc1l que Sl'Ja;. Publicar l:iS im que receber a graça. Por uma Graça Alcançada. D.V.P. D Jovembro: Saída co Coru•nb::,· 4/11. Port<1 :'llurtinbu • li/11 • Conceição • Pl•rto :.!urtinho lo/l1. Dezembro: S11í<la de Comrnbti - o~. 12 Porto :'llurtiuho • o-!/12 - Conceição . u6/12. Porto .Iurtinhu . 08 / 12 _ Serviço de Navegação da Baciv: do Prata S 1 A: Sede em Corumbá; Rua 15 de Novem- bro, 32 - São Paulo, Avendia São Luis, 258 602 R: G b A AI • • 10 uana ara; v. mirante Bar- roso 6-s/903 Porto Murtinho Rua Joaquim Murtinho, Centro .J,wllm - Mt, -rres Nomes Duas épocas - Um só Espírito. Os Apóstolos Pedro, Paulo e Paulo VI. Dol mil uno de Hitrla aproximadamen tt•, l'l'f{l'llr11111 urn HUIIH púglnuH ª" memot·:'lvr•I e l11pldar<!C• r/10 llH por·tun do inferno. E to durei l •ba ve. do Holno <lo Côus. Tudo o que ligares na 'J' C I' I' U. ~ A I' f1 ) a (1 O f) 0 C Ó U 1 (MIt. 16, 18 o 19). 'o cnta11lo, uqu0le humildo po ·cador da TlborlI1d(Js, d 1 Hpoj11lmples p&scador galileu tornar-se o mais tt•miv"I o mais amável den tro dos homens? São mlslériut. lnsodúvei•i de Deu ... O tóque de !)eu abre sulcoR ioflnllo que os bom<'D8 11fio snberu e uem pod m coI11· preencier. Pedro não obstante sua!! fraquezas, sentln nrder lbe no peito a chama do umor a Cris to, e soube repuror a triplice 11egaç!lo com os tres protestos de umor dizendo: "Senh r tu conheces tudo e sube que tu te nmo" .{J621,15e 17). As palavras rte 11!l1or a Ct·l to, uniu as chaves do poder dti ligar e deslig!!r, e a co roa ele um reino inl'ulivel. Pedro é o ohefA infalível dn. Igreja e na palavra de Cristo, infalível são todos os su cessores Cristo rezou por Pedrn e pela a Igreja e prometeu 11.le suu preseuça constarrle di7,endo: "Eu estou convoseo todos os dias até a co11- sumação dos séculos" Mat. (2 .20) Cri to hoje e sempre vive, rdna e i!Dpera na pessoa do senu vigário, +ucvsor de prin ip dos apóstolo. Paulo VI por atereór. dia tnf111lla <l<• Deu•;. e IJnj • n, r·c,wcl,n de Pedro, qual rocha inexpungvel. p ta di rigir os de llnos dernos da h l!ll'lrri l11t1e I1• mmda pelo sangue de Cristo Pedro e Pa2lo, colunas da lcejt, revivem e fundem-se na pessoa de nosso amado P'as tor. Siio tres nomes, du .. s époc, e um só espírito, O nome d. Pedro é situpatieo os próprio;, i rmãos eparados, S temível para os inimigos d Igreja, é 'O terror dos dl'· môuios", na Expressão de Santo Agostinho. Panlo é um nome que ddin, 1111:a poi,lçi1udo. um século como o nosso, o epiito de um 1 novo P,,ulo faz-Re ur~'□l<'. [, preciso que os homens se unam se auxiliem e se n111t•111, E Paulo V l produ1110 br111 nllc ,,, cf,,, rt'• 11111- tuo dos homens, da sociedade das Nações entre si. E o cor:oçüo tio l'ni co,1111111 que com os que sofrem , é o novo Paulo que, da Cátedra de ::lào Pedro deseja socorrer consolar e abraçar todos o povos num ó e único amplexo. O espírito ardente e ereno de Palo VI levará a termo a grandeza obra de unidade e pacificação inici ndn por João X.X 111, o Pnpn da curirlad~ • ~-•,,)I C.U1PO ,H . .i'DE ft. HHIAl: A. Duque d J , HDL f Caia·, , J a t < '.!o') ,ros0 -- 43 ha. e 6.650 m2 d lt•r·r;r Pll'-[i i'l e lavradi 1.i, !Hluad I no !urtl<:ir,io <le . ·,o aque, a 1 km de Guia Lopes da Laguna refl•rid,i gleba (• r!.•11on•lna lu c1.mo pal'I da 'l·a7.enda l1 l<l HorL 1 ,011l"". l'l't!· ço de Cr$ 2.500,0 o h. Condições de pag:1mrnto a rta d' te- ha francesa, teda ferrada, pintura à ele cem 3 quartos, sala, copu e cosinhu. banhei l'D e ds-pejo, telefone garagem de alve naria. toda murada quintal cimentado. alzibre para l0.000 litro~ de àguu com bumba flutuante é 2 nrand Is terreno de esquiou. Aceita-se gado, carro e krr>no bero lo calize.do em C·1m'10 Gr1ndi>. Cnndiç-õ •s de pagamento a combinar. Tratar DI081L1ARI: !{J-:;.-:;r. CRECI: to.132 '2 (Duus) eas ts de madeira, na R. er. Romt-u de :ledeiros, 103- amb'tS c/ 5 peça com luz, água e óllm is condi ções de via púhlicJ . medindc o terre no 20x50m no lote oº 10, da quadra 17 tendo sida construidas em J97i • Prl-!ÇO 80.000.00 vista ou a combinar. 1 (uma) casa de madvira C/5 peça , ba nh1-dro interno, ôgu,1 e luz, var .. ada com cobertura para CIHTO - ra ru'l 7 de e lémbro. Hi 9 • P,·eço -15.000,0 J A vista ou à combinar. Uma área de 7ü hectáres com 60.000 co vas de café recepadas As Ir·iras das covas acham-se puftitammtt limpas e capina~as, o Mrli'1mento é pos pici0 par!.l lavoura branca; 3 casaõ de madeira nov;:s, um galpão p/ estocar ferti lizantes e deien ivas. um terreiro p' seca gem de cnfé, uot viveiro de mudas com 40.000 saquinhos já semeado i,itu~ndo· se a mesma na Bfl 261 km 38 trecho Mardcajú - Jardim entrada p/ 'Vista cA/egu pI eço: 500 000,üQ á o vista e restante a combinar. Novo End. Av. Duque de Cnxia.s, 269 Jardim - ll. T. de El Rua Teodoro Rondon, 845 Sergio Henrique Martins Ref cições farta e Ambiente Familiar Foue 1244 quidauana Mato - Grosso Inrdim fl ,. o 0 presidente Ernesto Geisel /. fl Jll i111( iro pr•·· irkn ,,. riu IIP,nl111,,l11 rir 1 1 )61 que reonera um mini tro «do Exército, Também foi o ptimeiro a punir oten ia mutue um veneral de E6recito, Ednar«do b A ilha Me{ lo, m janeiro de [976. Etes etos, em precedente, inliem um estilo de orar que tem de-norteado muitos analistas« e, inclusive, o próprios militares, 'eu estilo considerado, em peral, reio e per onalita e muitos militares, inlu ie, apora, o pró prlo general 'lio Frota, teum que e+s eutos in. diiduuis posam colocar cm risro a uids«de corpora tiva das lorenas Armadas, on me+mo o rime de po· der viver viente no País, Essa interpretção sofre do exeeo de implifiençio, além de n levar em ('Olllll O 11111plo IC'']lll' ri,· ,i;:11i11- caçoes que cada preto presidencial contém e produz. Em primeiro lugar, o eneral Grei«el sempre agiu em nome da hierarquia e da disciplina militar, enfeian clo o Princípio do 'hefe que norteia geralmente a ro11• durn rt,.1 sulrlr11lo no interior das,Forças Armadas e tmbm na esfera «da iria púhlirn. Os gt·nerai• Fruta e D'Avilla Mello não foram punidos em nome de ra- 7.Õcs polítirns, trictu senu, mas porque nno cumpri rnm à risca, em suas áreas de responsabilidade, a- di retrizes pre•itlcncinis. Podc-s • chamar tudo isso de rncio11alizaç:1o parn ju,, tificar u111n nti111do polírirn, t· poclc nré Ecr, ma• o cn• to é que essas razões tem um peso importante na for. ma dus decisõc,. quando estas se rcf,•n·rn II militarr,. D,, ponto de vietu t' 1rit,1111entt' polir ico, os gestos do presidente. no punir homens du própria Henilu,,iu, tem um:,. significa<,:iio mais umpln, pois pretendem i11•• rnrneutc mustrnr que Geisel pode e deve transcender o isrernn, cslur ucima dclr, ,. colncá- lo sob o rontro· Ir de princlpius que supõe dcsvirrunclos na prática, O r•cnl'rnl Geisel é o primeiro prrsidcntr ,lu Ht-,·olução desde Castelo Ilruncn, l)UC prcr,•u,le fulur não crn w, me do Sistema, apenas, mas du Nação 1·011111 Ulll todo. Evidentemente, OF presitlcnr,•s nnterinr,·, tnlllhf•m supunhum fnlnr 1'111 nome da Naio; contudo, sun pr.Í· tica política sempre sbarrou no jogo pendular ,·ntn· "direita" e "esquerda" do regime vigente. Tinham li limites estreitos determinados, frequentemente, p,·J.. "linha clurn". o núcleo qu,· se prct,•udc porturlor da legitimidade e iutérpretP. dn .,pur,·zu" n•volu~io11:,ri:i. Clurnm.::ntc. o general Frota fazia porte rl,·s,,· nút'lt·"l dos "puros". , incornpntibilid11,le entre ele e Geisel jamai foi, como o próprio i:••nrrnl Frota cl,•mn11,1r.1 em sua nota de despedida, ideológica, I-to, do ângulo do prt·sidentc Geiscl. O estilo do gener .. l Geisel não é ideofóg-I co no sentido tradicional do termo. ~lão re presenta o setor comprometido com pres..· pel na Illslóri:l. que pret!.'nde imp!'fmir ao· destines do Pais. Se está certo ou errado, isto é outro problema. Mas não dúvida de que pr,•tende coloc:ar-se acimu dos partidos, das classe soeinis e dos próprios grupos funciorlllis, militarPs e tecnocrats, que cst,lo na gestão do Estnrlo hojP. Seu estilo lembra muito o do general De Grtullc, um lírlcr que n:1o hesitou em coloca;· a OAS em seu deviria lug ir. corrPndo, para fsso, o riseu d0 desagrad:ir podcro5os gru pos illentil'ic:idos crimo o flunco mais couser vndor das Forças Armadas Francesas. De Gaulle puniu generais e ministros do Estudo. Chegou a Jpvur aos tribunais horuens com'> o generul Salan, herói de muitas batalhas e enragé da guerra argelina. .- co1t1pamçiio, certamente, será conside rada exagerada por muito:::. llirilo que é elo giosa demais para o general Geisel. Mas é umu comparação pmamente rliferenciul. Mos t r li e s t i l os d P p o I i t i c a s, ambas de um viés fortemente uuturit:'lrio. é ,·el'dade, mus comprometidas com urna idéia de "gran,leza nacional". O general Geisel tem nté o Acordo Nucle ar com a Alemanha a lembrar, remotamen t'1, a forcP. de fre.pµé do general De Gaulle. Falta-lhe seguramente o talento literário do velho herói da Resistência francesa. e a fle xibilidade política do conservador renitente que enfrentou la chienlit em :!aio de 1968. ,mbo -. porém, têm em cumum urna certa ousadia ''bonapartista" - a. coragem de não se enco!'tur ú "direita" ou à "esquerda" - e de rn:rnter umu linha de conduta que visa. ante de tudo, a "pacificação nacional". Os gestos de Gei el. mtsmo quando passam pelo risco le cindir as Forças Armada "I pr l _ m o n1ido de buscar algo 1ssocado à ldéia d unaidadi racional. Se o presidente sra [li; " , n uas neta «e terá [lego o OI IA» Pi! " ' ,{ • para a tarefa de transceder o !tema, r,,10 • • ·-o JJOr •m {X' l • uma incógnita. Iça . , se, ,. ,ualni sliL•t ~, •m rr(;oe: contrel 1 • esta estratégia, Geisel tem crecentudo ma tática "gaulista que consiste em dar to!os a nitida impressão de que a vítima con~tnntP úe forte. pr :-fiou, vwdn • do .nt rior do Sistema, às qunis precisa antecipar se ou enfrentar, Na maioria ds vezes, "ssa« pn S!>Õ ' ... no IDIIÍ'i upal'(.'1)(0-1 do qun rf'al~. 0 cmnaudo do. ação !ia, de medo g .rantido com O nt'l!Sident '· .Jâuio Quadros tentou u ar 3 ~se c,:'pi:!diente. típico. nlió::;, do pMcedirnPn• to ri<' um general de Estado-Maior, mas o ex-presidente não cbegou a ler muito suce - so. Geisel, o mais po'itico de todos os pr Fl• dente, rtu Hevoiu<;ão de 19(i'1, tem obtido rutiiS êxito nPs8a tática "bonuparti-'ta", ape ar da conjuntura cvuômica e social desfs vorá vel. Até que ponto poderá ir, alnrja oão rnbemos. A política de Geisel, e ele tem uma, dife re enormemente Jnquela upresPntada pelo ministro _ylvio Frota. pois é antes uma pri xts que se lequa aos vário momentos bi. • tórico: que vive a sociedadP do que um pro grama de prescrições idf-ülógicnr<. A nteta é Jefinida - a unidade nacic,nul e a criação de uma "graude" potência. Só que os caminhos parrt isdo não F,l íl n rm ffü ffi'I #ll lll li . SEU CARRO tvERECE O tvAIOR CARINHO Gasolina, Oleos Lubrificantes, Oleos Diesel Filirado, Lavagens Borrac.haria , Atenção Moto1·istas A 0 oricultore.s e usuario de lubri.ficantes em geral. Au'o p t, M ' 0 o 11 1randão avii-a a todo3 que está promo vendo a Campanha do Lubrificante: - Lubriiicantes a precos E-peciais. da. 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Excf,1 os pré,tlmo ll' llulor lzado por q11i>111 po!lul'ia foz •-l , e- no entilo de fazer cherr ao carnlhelro e· tá dirigindo convltvs u autoridades e altas educado senhor do feito qui m orgulho da porno11alidurles para uH,if'!lirf'm, 110 p1·6xlmo ler111.Jrauça o com multa honra comp r,•cPrf'i dla 11, om llnuília, r FiolP11idnd de Ht1s111a- :l <.olenídudc pl" tm·u, pelo senhor Presidente da República, du Mas, como se verá, ·•o senhor do ft•itf)" Lei que sanciona a crlaçlo do Estado de!'a- nã. ó nem cavalheiro, nem educado e sr. to Grosso do Sul. Gna·ta ão eouparecera o Planalto, pois o O Gover111ldo1· elo Estudo nulo, lzou u responsável pela gaffe, nada menos qu o Cnsa Civil u, truvés do C •r·lmonlal do Pu!elo hefe da Ca n Civil, que por eln, <.:OlllO do Pafaguás, e dentro de suas atribuições normais seu feitio, a»sumiu inteira responsabilidade orgonlior u lh;ta dos convid11dos, incluindo e, para uuwfogo de sua co11srlênciu dirigi11 no os chel'es rios l:'odl-'res ,Tudlclário e Legisla- } ti+lego deputareo o seuinte telegrama.: llvo, membros da 01Hgistruturn. ciu /ss m-1 D. pula cfas. 1 Quoir,1 Vos!'t'ncln <.:011c.:idernr como 11üo !'e- ses, outrãs personalidades. cebido telegan convite para assinatura vg O conhecido Deputado Jesu Gal·ta. 111- pelo Senhor Pre::iidente Repübllca vg Palécio cluido por um equivoco, nu reluç:1o. recebeu J Plunallo V!! din onze próximo vg Brasilia vg também o tclegrnma-clrcular do G•Jvcrnarlor I autógra.fJs lei complementar s:rnci11nando cri concebido nos seguintes termos: nção Estado ilulo Gros o Sul pt Nome Vos- Estou aulot'!zudn 11 convidar V. Exaia. Adllsp1·eparo para receber lüo alta distinção te da República na presença de ilinistr0s vg quP uão ob•lante endereço errado vg losAen. membros do Congresso Nacional vg GovPr- ci;i embora usando seu conht'cido estilo capa dor, ecrntários e delegações de Mato Gr,,s- dócio vg Hµresi,ou·se em aceitar pt Divulgação so do Sul vg pror.ideutes naciunal e regiona! convite e de su.1 acafagestadu resposta vg da Areua vg deputados Prefeitos e Vereado- testam vg definitivamente vg não estar res Aren'l. Moto Grosso pt Contando seu Vossencia à altura cot:..!parecC'r aquele res cornpurerímento vg solicito ~onfirmar pre.-en- peitá.vel cenário on<le iria ombrear com as çu até oo máximo dia três a fim de serem pro- mnis altas figuras da Revolução que Vossen videnciadas credenciuis lturnaruty pt Cordiais eia vg por ela poupado vg vem sistematica Saudações (a) José Garcia etu. mente enxovalhaudo co~u provam anais da Ao telegrama em e preço do Governador próprla Assembléia que Vussencia deslustra pt do Estado, r<'sponcteu Gada nQs sPguiu,es (a) Archimede;:; Pereira Lima - _v. to. lermos que n-veli,m seu prlmol'ismo. A11to11io, 251 - Coxipó "Agradeço sensibilizndo quem autorizou V. Excio. convidar-me pal'licipur ato solene (reproduzidu do Diário de :lato Grosso assinatura lei complementar divisão iIato de 02- lo-77) Cuiahá . (0 Social Democrata) Emn discurso pronuncia. do na Assembléia Legislativa matogrosene, o depu- 1nd1, 'ulter l'er,·ira d.: l)lle1ri (1 UU), propu, a ubs tituição do atual secretaria.lo do governador orarcia Neto. O parlamentar assegurou que vário- cretários, "pel sua inoperância e servilhi-to" tem estimulado e eclosão de constantes crises políticas extremamente pr,·judicinl ao desenvolvimento do E.iutlo. . . . l'ereiro criricou, p.1rt1culnrmcrrte, o ~t'Crt'luno de e ~urançn Píil,lica, coronel Alal•io ~ludeirn f.vorn, "um homem sem preparo para as funções que H'III exercen do". "Se f:, ora n.io te, e a capucidadt· de fazer unia auto-crítica de ,ua arlmini<troção~, di,,e o deputado, "eabe ao governador fazê-lo tomr as previdências ca- 1,ívci,''. '":-1:iu •t' pode :idruitir q,w O• intt-1f<,eF e a vaidade pessoal de alguns secretários, comprometam o próprio de,envolvintentn te 5t"µurnnça do !·.,tudo , a• cre-centou o parlamentar. O secretário de segurança foi, recentemente convo ado pela Assembléia Legislativa, a prestar esclareci menu,, obre os ato de sua pasta Ele manifestou-se rlifpOdo, ,t';:undo revelou a joru,tlistu•, numa e11trcvis- ta cl ·ti,·n, u cornparcccr :l As,embléiu. . Por utro lado uma fonte política da Assembléia garantiu ontem que o Eecn•tário de iegurança só não deixou o cago ainda, porque não deu conta de todo, os erro, e arbitrariedade- que as Polícias Civil e Mi lit.ar vem cometend,, no Estudo todo. "O governador Gurcia Neto'•, adil!11tou u mesma fonte. "não ,~ a ho ra desse secretário pedir seu afuetamento, poi• manda lo embora nilo pt'ga bem. principnlmenle a;:ora'', A NO A CHISE Com o_ prestígio abalado pelas ncu-açõee de nepotis• mo e CUJO processo fui vencido pelo autor clae me • mn@, rleputaclo Carlos Bezerra (líder da bancada do MDB), no Tribuaal de Ju-1iça, re..:entemente, o gover nador vê agora, o inicio de maia unia fa•e de sério desgaste. A crise no governo vai agravando-se em di ferentes setores, reconhecmn alguns deputados da pró- pria ARE:"iA. " . Ainda não recuperado <la situação que vi,eu com a rntervençao do Banco Estado de .'.lato Grosso - HE MAT (quando _esse estabelecimento, sob a presidência do r. Enio Vieira - ex-preFidente 'do diretório da ARENA no Estado e atual c<.1melheiro do Tribunal de Conta emprcsta,a ult.a soma á (.'.laton,g) - o governa- dor matogrossense tem agora em seu, diferente escalões, pontos frágeis e vulneráveis. _ ! 0 Eelor policial, vldados da PM tvm praticado leses financeiras a advogados, delegados tem se_cor rompido e até assa-·inado pessoas, alem de policiais cn·is e mtl11.ares de,encadearem uma onda de espanca mento em vereadores e agre-sões a deputados. . Enquanto isso, esquecendo-se um um pouco rias nrbl!roriedddes da P.'.1 e Policia Civil (eta rrspon savel pela morte do delenado de policia de Na virai, ex tremo sul, assassinado pôr um escrivão e por aro ioves· tiga d l or_da próprin delegacia o secretário ])ladeira f:voro foi a televisão com de], ·} d 'r arnçoes comprornett'doras, e e:rao· 0 me:t~ ª- admitir a exiHência de critério3 políticos pua a.mssão de pessoal cm !ua. pasl!I. ----------------------- "O CARRO DO ANO" PROCURE O EU AGENTE E BELA VISTA: Noedi Leite Larangeira SE lTD • Madeiras Brutas e Guarnições Aparelhadas - "Uma indústria Vigamentos - Forros _ Assoa!hos que Acompanho o Progresso de Batentes Bonito'' Ruo Santana do Paraisa N.o 1 Cx. p. 1 D O 110 - M TO GROSSO Correio Jardinense SELNÁIIIO l ., IJ i ll ti 1. ,1 lll /11/í (, haldu l'.-r,·ira 1 Oi artigo publicados con assinaturas dos autor nto traduzem a opinião do jornal 5u publicação obedece o propósito do «dela. ltt d,,-1 prnhl,·1ua~ 111111tio e venda de I rn 6 vois ospnchanto ern geral Venda dr lrrenos ta prestação», a.as, apartamento-, hicara-, sitie. e fanada, D-achate: Curte li»al de Habilitais, Certificado li:iarnto d veisulos, wp!autos. declaro··++- ia+.ri.. F, issó r ia s, r«queriruentos, pr o a ra g e -, fotur6ia. 4 l- •• u 111 l.1 •(" c nt · • • ;r .: .a 1,., ,c . .1: .. t « r .!1..." .11 1 1..t' •~ u 1.1 J r •• Agonie Ir::10bilicrio Fconziygl:,__, e &LUZES És V$±#BE5 Slt!lc.:.llt.:ij• ,r'l n• 01 • cR::a D. ll1:!l • cve l'I" O!' l(U' ·~ c..c1....:•J IMOllll.l,lllA JAllUl:E:SSE Rua Antonio João, 153 il,1; Camh.lu - h.:J101 lbto rt·I 1t 11 llHl puu, l ,:nid 1 1,· d j 1 , d, r • ,,. u . 11 lo 1 1, r 'f tr ·, , .. 11, r11d., ... ,, .. •·p• { ., , t 11 •·t1 ,t,• 'i,lu (,r 1 .. ,. ,, 1;, .1, •1 1,. fHl~1c, '1"' <l,rr,1111•· a H o ' 1 1 ) ,2 " ,ui 111 .:,,:,!10••tt1-,~ j I f• 1 ,.~ ..l it1H i .. n.di•l 1~. dc.dir.1111fo ...... , t. lo atonar o, t trio nott per maneeia ao lado d t l rH, n. :o .. pr/,priu, f 1 ,_. Ji, .. 1{.rir • t , •· l'll o• ju~tifi,·!.l· ,,,.,_ pa .. ,t "'• t·ri .... r li! t oa uni«ia da Federa@to, a d111i1i1l l 1alhjo Cot·lho J•tr.1 inLrr,.r, tru ~•·~uid1. lJU1· a anrta e ouro utulizda pelo ' ilente Grei-el. p- r,.1 ,-...11H io1h1r a I j qu..- fl· 111rir~• pt•tr: 1 tio n11l•t'II d, .. V t (;r ,, du ul, já • uu,rlo ,·1111t o pr •fr-i1u ff,.. { 1 J ,, ' 1 11.11,, c·api1·d d11 J.: ... 1;,d • r, t.·Í'11l-~•ri.1.f •· :---nJi,tu i1.1rum• ,.. ,·nu1 t - t' .1 apartes, os .. {" r:o,l•>rt'• llr,1;,:J Júni ,r r,, ., , ,1) fl, 11j 1111i111 l'urnlo (ll>II HJI 1nr1 •111,·111" í:-:~,i, d,· :,,,., C:ro-•o olu !-ui dr, rr/1 nprt'--1•1J'Jr, •·11J J,;..-, r, ·•11· 1 d1~:-t ti uh iu1t1110 extraordinário". d·· G.RIBAL')l 'il. 1';:{!.DE Sécos P .lolhac'os ,m GH,ll • Óleo de Sója Tupã - L·1ta•ias. ~~em,·nte., Grande E-,toqm• de C :ltki. õe,, ,, cuç,:ro!a,; • 1'..r va Mate Gaucha - Bij.ui-as - Períum·1- rias - Papelaria - 'ai Bu;,tdei!'O - FPrra ge11i:; - An,mt's - Ar1íg 1s Escolarf"'· VE:-iD ~O .TAC...0 E VA!:E.JO Q.-:, .!ELHORE-i P,mço-; D . . l'fliÇA RUA LülS CO-,L LEITE S/N' BO~!TO - .lT '~J 9 -o~· OI !3D f7 , C; R±3 Je So:ire:: e Soare:: ··o V,LOR ~.O E--TA :-i:QUILO QUE FAZEMOS. MAS A MANEIRA C0.10 F.ZE .O~ Bonito !vit. .... MD d e Rubens Materiais cal, Maio para telhas Lopes Construcão /1adeiros em e tijolos Atacado e V arejo. Rua 14 de 5/N - Jardim geral; ivato Grosso , ' • Pedro Pedreira J r . Estu coluna é publicda emnultaneamente nos jornais Trlb11na da Fn,11l! Ira, CCJrr<•io ,fanllr11•nsc ,, Tr)llllll" ~T111·ti11!Jen <•. f,; a dlrnç,1o cio jornsd. 1u1lel'lparlamr•11I••, dou o menu presente de Natal , pt•la p irnl'il'a 'l'Z o "Colunão" vai ser publicado i ,,ui tnemente nos três jornis d l Olt.lfl,P:•,. ~foi prPc:l1-t:111wnlo na 'l'rilJlll!il la Fronteira, no Correio Juriene e na 'Tribuna Murti. nhense, São quase sels mil leitores, de cin co lllllllÍ(:ÍjllOtl. IIOHHll ill('l16Ui{ '111 vai sr "ouvida" om loclo o trnrloBHlo. Quando falo em :icr ouvi a lô prl'l"eilo AlteYil' de Alencar. d,, :-; iou QUP. Faz muito tempo que não enco1,tra~u:- o inteligente cronis!a, para tocarmo :d·ias. Quando vier à Jardim ou a Bh Vista, visi te-nos. Sua Yisita só nos traz ai ·g!"i •s O. "wisky" está guardado. * Vereador Carlos Pleutim, do MDB, de ,Jar dim, porta-voz dos ruorad"res da Vila Angé hca. Pleulim perguntou há poucos dias atr&.:. ''t;I'! aindu t!Xbti..1 jornal tlll Janlim". Existe sim, vereuuor O Coneio ,Jardinense e a Re tirada da Luguna. Estamos ugunrd:inrlo rnn lêria "iote1·essnntc•· do nobre edil. pnra que po ·samoi- pub!ic!i.-la. E;:tiYemo:-: n'.1 Ciim:ira, l ,·árias vezes, mas ainda não tivemcs o pra zer de encontrar o repre ·entaotP da Vila Angélica e, tambPCu, não recebemos. desde o inicio do uno, indicação, moção ou seja 1l o que for do nobre vereador. Existe jornal sim ... (sic) Faltou água em Jardim, no dia 17 p.p. Ccn· tinua faltando? Parece que o povão. anda meio d&sconteute. Fa !ta água ... falta luz .. - f!ilta tanta eoisa ... e na época dus eleiçõ~ , as promessas Ior:Lm tantas, de ambos os Ja des, que boje dé. Yontade de rir ... e de clo ra.r ... A simpática vereadora Fátima Fernandes. atua como Secret(uin da Câmara. Fátima, Ví:1- l'eadora do ;!013, E:-steve batendo um papo com um de nossos repórt"r,"' " falou... "é a situação rstá feia" ... só isso? Não, falou mais, mas nós só publicamos o que nos au torizam. Senfi.o ... sai de címu. O diniyico prefeito _de Bonito, padre Roos welt 'á ledeiros, está enfrentando um: pa rad~ duw.,. mas esta vencendo. O jo1·;:iul de Bomto, (so,JCitado pelo paare) está e:n vias de se L0roar rf:alídude. Vamos aauardar o final do ano. '> Pr fcitl) Fernando de Freitas. stnmo pro• curando-o l.Jú vórios dio'<. Queremos umíl. n trevisla com V. Excia. É d sumo import n ela para os leitores r.Ju região. J-HOJ["il:~ -- p.ir1ir úu <lia :10 t"-tnrá í11n cionando a iute Editorial- Indária Gráfica • voo -al1<'lll oncl.- t'ra n Proc-ar'/ li n.1 T_erw111.- l'.e~11ardr, perto da 'il,, do Miltom avier. Pois bem nv ,en, o pedidos para qualquer tipo dr impre--o-. lapide, pr ç0 e perfeição, lais uma indústria a serviço do pro gre-so de Jurrliw. A :aluai·,io ,,•rena. firm.- ,. produ1i,a d? prdci• to !o-alo Fraga antos está merecendo elogios da c+ nada humilde de Guia Lopes da Laguna, que no atual prefeito um homem de ação e dotado de alto e pírilo huruani .. u. Ao- amigo- vereadores Wilson Grubert, Jo-é Destefani e Antonio Aranha (calcário) comunico que a reporta;zen- sairão na edição especial de natal. Houve um :~rio prol•lema e ni:u foi po--i,d lanç.ür a ccdic;5o cru _,t.J ~m hro. LL·ia a l'r,-,nic::i Tri,ial . imple, um retrato do coti· di:rno um brado ,1., humani•mo uma cb:unad::i à reali dad,•. f-'uLlie:1da tod,b a, ,c;u:rn::s nu, Jornnis d:.1 Q!{. Jl APE. • ··X-.-.:G E,tnmo, prep::irando :.1 c<liç:io dt: l 'eu!, p::ir::i Jnr· dim Bela Vista e Porto .lur1inho ... re,cn-e o epa o para a sua tradicional saudação. X,,::;,(- -,,_"!:(; Deixo o eu abraço aos arigos, transmitindo fé urra, na nzço e nos bvtUl't!3 que dirigem o Br.i:::il ~o no,,.:i grnnd.: Pre,id .. ntt: ... Foq;::i C.-nernl. o po, o e,tá com o enlwr o l.lr.1_~! pedt: trnb::i.lho e d. tranquilidade. Continuar navegando 36_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº36_05_09_1977 39_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº39_30_10_1977 Voltar para a lista de itens