83_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº83_15_01_1979 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título83_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº83_15_01_1979Número da edição83Data de publicação15 de janeiro de 1979Número de páginas8GeoCoordenada -21.491407966408477 , -56.15113159302683 Documento 83_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº83_15_01_1979 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ~e ) □llu ) Do f' Posto Telefônico doce ilusão de Papai Noel! 15 u ..:1 Exilado d sde 108, o trazendo um salo-conduto fornecido pulo Consu Jade b sileiro em Paris, voltou ao bra. ·1} +idn«y de Mi;uel, d SI anos talando n e «perança de que 'ueo possa hey(ar a um atitia geral no País" Sidney, que n0orou no Uruguai, Chila e Mo ates de e fixar eta Paris oude fez mestrado em Economla, fel interrogado durante qu1 dus horas pela Palteia Federal, ninfa no ueroporto de Viracopos, Se. unto iuturneçõer do Comitê Braslleiro peh Ai-tua, de bar ou o Aio a exl Ida Lel Alves deouza. Ela e m da presa politicna dse Jane. Jardim Mato iroso do sul Tríplice colisão no entroncamento de Bela Vista e Murtinho ,o Pouco antes dus comemoraçõe9 nntallnas, nossa reportagem após entre vIstar o encarregado da lostalaçllo dn torre do posto Telefônico de Jardim, dava a auspiciosa notícia de que em aproximndambnle um mê11, 11 partir da quela data, estar!nmos ligados ao resto do Estado e do Pais, utravés o telefone. Tecemos elogios a TELEMAT, e inclu. slve, posterlorme11tP, publict'lvomos uma curto por nós recebidn. e atrnvés da quul, explicnções e justificativas eram dadas respeito do problema grave, do mutismo forçado que nos era Imposto. O tempo passou, chegamos em 197!-l, seu primeiro mês, janeiro já Pstá querendo chegar o seu inul, e nada de telefone, nada do Posto Telefônico 1rnr Inaugura do. Claro que temos esperanças, pois principalmente, agora que • assumiu o governo Harry Amorim da Costa, temos certeza de que a telefonia chegará a Jardim, queiram ou niio queiram, alguns deroti tas que aqui vivem. A grnnde verdade, é que nem só Luso Brasileira pega fogo As d u a s horas beça, incendiando seus da madrugada do dia 11 cabelos também. José próximo passudo, violen- Martinho, foi transporta- to incêndio destruiu al. do pelo seu irmão á Cum- gumas dependências da po Grande, e pi) terio- tirma LUO BRASILEIRA mente a o Paulo, on- destrulndo-a parclalmen- de velo a falecer em te. virtude dos queimuduras sofridas. Logo que se !nlciou o Incêndio, funcionários que estavam de plantão no Aeroporto. com o guarda noturno d LU SO BRASILEIRA, e al guns militares da CER-3, conseguiram apagar as chamas, usando balrles d:gua, que tiravam do poço artesiano. Pela manhã, um carro pipa, terminou de apagar as brasas que haviam res tudo. Os prejuizos ainda nlio foram calculados, porém segundo fune1o nários, toda a documen tação foi destruida, além O fogo começou no escritório da firma, pas sando em seguida para o departamento de pe ças, destruindo ambas completamente. A firma é de propriedade dos irmãos Ermellndo e Jo sé Martinho Gomes. que ficou gran.mente ferido, quando na tentativa de salvar os documentos que esta varo no escri tório, ao abrir a porta do mesmo recebeu no rosto e no corpo a fren te de fcgo, tendo ainda sido vitima de uma viga que cuiu-lhe sobre a ca- de eEJpemnças vive o homem, e a espo ra já está se tornando longa demais. O telefone é um Instrumento supPr necei; sárlo ao desenvolvimento da cidade, e prlnclp'llmente, primofdlalmente,á po pulaçüo de Jardim. que covardemente foi prlvoda da comunloaçllo telefônica com o País, por um indecente "desgoverno garciista" e que graças a DEUS já recebeu sua lição, através o sufrágio popular, sendo relegado ao mais do que triste abandono, no ostrai.c1smo polít!co e pessoal que bem o fez por merecer, com toda sua nefasta parentada, com os quais dividiu o poder. Portanto claro fica, que nüo temoi;; o direito de Bl)frer mais este sacrificio, de uma longa, inútil e incompreensivel espera. Sr. Eneu Fett de Magalhães apó aquela caria, tão bem acolhida por nós, querem'ls é opero!lldade. que remos é ter nosso trlefone, porque o merecemos, e porque já o tivemos em épocas passadas, tendo assim adquirido um direito legitimo sobre ele. de grande número de peças e das dependên cias em Ri. Ainda segundo declara. ções do guarda noturno da firma, de inteira confiança, quando sentiu que algo anormal estava acontecendo, e viu a fumaça. ao se encami nhur para o local que já ardia em chamas, viu quundo um vultc com as roupas pegando fogo, fugia em direção a ci dade, ficando assim, todos os empregailos, com a desconfiança de ter sido cri:ninoso o in cêndio. Resta aguardar que a pericia seja con sumada, a fim de se saber a origem do sinis tro, para que p:ovldên- cias policiais sejam tomadas no esclare- cimento final do ocorri. do. Violenta colisão envolvendo três vei culos, ocorreu aproximadamente a meia n~!te do dlu !O p. p. próximo ao entron camento das estrocJas que ligam Ja1·dlm a 8•·1a Vista e a Porto '.1urtluho, dei xando um soldo de 2 vefculoll semi d21< tru!dos e tres vitimas, uma em estado gruve. A COLI AO Um camlnhllo de marca Mercede11, placa Ignorada, dirigido por Tomt':lz de tal, procedente de Porto lllurlinho, vinha eru dire9ão a Jardim, e ao chegar no entroncamento, em baixa velocidade, se gundo te~temuohas, cruzou a pista em direção a Duque do Caxias, na pista on de está localizada a Coatela de Ouro. O motorista encaminhava-se à sua res!dên cia, quando de repente, surgiu a camio neta marca Chevrolet modlo C 10, pla ca FE 1798 de Jardim, pertencentP. a Co marclal i! oretra e dirigida pelo filho do proprietário, Getúlio :loreire. que cho cou-se violentumente contra a trazelra do caminhão, ficando com toda a sua frente danificada, quebrando parabrlsas e ferindo com contui;ões generalizadas o motorista, Getúlio. A SEGUNDA COLISÃO Quando as pessoas presentes pro curavam socorrer o moto:ísta da C 10, com outras viaturas estacionadas no lo cal, surgiu o Opala v e r m e l h o, I a c a FE- 021 l de J a r d i m, de proprledade de um jovem apenns conhecido pelo apeUdo de " CHIRÚ ", que seguiudo em direção contrária a ei dade, chocou-se mais violeniaillentt- ain da, contra a trazelra do mesmo cami nhão abalroado anteriormente. Na batida o motorista do opala de praça, perden do a direção, fez meia volta e ainda percorreu tol!ilmentu desiquilibrado cer ca de 80 metros, ludo parar finalmente, quuse próximo as dependências da Cemat. O motorista "CffiRÜ" ficou ferido, e uma pessoa que o acompanhava, em estado mais grave por ter tido quebra duras, tanto que ficou internado no hos pital Marechal Rondou. As demais viti mas, Getulio e Chirú, apót1 mc.iicados com hematomas e contusões diversas, retiraram-se para suas residencias. DANOS MATERIAIS 1J<camiohão práticamente nada sofreu, porém a C-10 teve BUii frente quase que totalmente destrulda, e o opuln, o veiculo quo mais sofreu, !icou quase que totalmente delllruldo todu 11 !reato, o teto e a parte lo temi direita, ten• do sido atingido, 1nclusl ve, seu ehassls. A Delegacia de Po llcla de· Jardim tomou conhecimento ua triplice collsfio, e a pericia lrll dar n palavra final, 1:10- bre quem foi responRá vel pelo lamentável aci dente. Menos açúcar em 79? A advertência é do World Sugar Journal do Londres: a produção mundial de açúcnr, da safra 1078-80 poderá ficar abaixo das necessl dades do consumo. O jornal prevê que a safra deste ano 1,eró. inferior â de 1978, o deficit entre produção e consumo de verá ser cerca de 607.000 toneladas. O jor, nal afirmou que o Brasil deverà produzir mais do que poderá exportar o '3 ,.. "' CI n .... ..,. e, 5 G0 o - til 3 a, r 8 ô • t, o r o o 3 + .. s • Q .:: o r,;:, r < ...... o ~ e, o (j) « a) 2 - o $ o ~ 3 a 0 D> -- o ...,. o ~ - t1 u :::i z = < ~ z: ::, ..: :n e- a$ ::, o c:s co o CXl NOVO ESTADO, NOVA MENTALIDADE ... MAIS RIQUEZAS, MELHORES NEGÓCIOS A ÉPOCA É DE TRABALHO, É DE AÇÃO ... 4G EM 81 "Uma Empresa dedicada ao desenvolvimento da Agricultura da Pecuária da Região" • ;..;;... , -. _.:;. -1omenageía A Unlvetldado Jtadual de Mato Grosso entregou o público ClíaiC'1 Odontológica "Licuro de Oliveira Das 11", cou111ruldn m 11D' xo r;o í!CJ' pllnl Unlvorr1ll(nlo , C)lltl v11m compl0t•H'11lat' o comploxo d<' ll JI tfü1da 1n(•cllcu-<1rlon· tolole da cldudo Untverittia. Para a oxecuçio da obri cerca de 400 rn2 u Uulvcr:-;idado E ·tadwll díl!!· pendeu 11proxlma,Juwo11l t• '.!,5 rnllllõc. de cruzeh·olJ u<1vludo11 d· nds próprias e do Fundo ,to ,polo no D('t•envolvimouto Socl11I, d1L Culxa Economltfl FnJl"rtil, A Cllnlcu Odontolól{iCtl atouderú pr,;,;oaa cíJ.rentHB o provldoucllnJo!l, utruv61J do trnhulho do profcH ·ores o iduuo 1!:1 l!EM'l'. Com Isso, será tlarlu coulinuldutle { IH,!!lntõncln n 11uúdo orul q11e vem HCO, do du&cnvolvltla pela Pollellnlou Odonto• lógica da ruu Y ,luoa Pll'n.mn. A obro. iaauuradu pela UEMT homenyeia um dos func.ludoros d11 entidade, profoslior Llturgo do OllvC!lru Bautos, plonolro ou lmplantnçllo du Unlvoroidudc Estadual o umu d11s flgurns mais quorídnR rw âmbi to ualvo1·1:1llúrlo. Naficlcto otu Cuiubú, uoti 6 do outubro do 1904, o ProfesH0I' Lltur• go 6 clrurglíio-den tl:ita formado pela Unlvfrsldude Foderul do Rio de Jaucil'o, om 1929. Possui cerou dt 20 cursos ru laolouados com 11 pràlicu de odontologiu a inúmeros purt!clptlÇÕes em conclaves O j ', 1 dontoloo +imp6lo». Entre outras rIerén+!». Óf! [ .(; .. fl O fl, :.u1! J '·B,, '.i º'·' -~ IJ[C I r,' que Ih foi eonlerido em 1928 por ter di ,qncrul 1 10 c1:r :J<, ,i; ck )luto ('ro .o. s T 1 1 1 ! 1 Ao poucos, com mito trabalho e amor o nerotluhe de Jnrdim, t,,n1011·.1t· um, r< lidde, e hoje pontifica em toda u ri 1'.Í::o, ,·1,,!,,,c.1 aln,1" e,. breviva, penes da contribulão do eus quaten ta e do(M a,-ocindo,. Su11 di1·c1ori<1 niu.11 i! rompo,lll ,J,,, ·1•. gulntc, membro,-; Prc,l<.lt•111r - Cl!'oUll.!o Sot1rn 'hrlin~ Vic,·-Pre.iclcnlt' - Jo-é Pollclnro ria H1d1 Cabr..il l.o Sccrc·t{11•io ·-· On6rio de Sauctis 2,o Secrmúrin - ,mlré Luiz I,o,J.o,,J,l,,I 1.o Tt•!Ourriro - DlnrnG Oli, rira Li111o1 2 o '1·soun•iro - Ccmr Lourriro Dirdor •n-~nico - Nilrnn A nto aio Pnl• Dire1or Sucial - Jo/1() Hnstl Diretor ,fe Mntcrial - Bito Oenitez O neroporto, conta utunlmentc com crrc:1 de ::oo nviões que circulam memnlmente e h.1sea- 7 , - .... Faça uma visita à rossa nova agência. Lá Vccé encontrará gente que entende de Caderneta de Poupanç..1, dí:!_pósitos, cr&füos e-:-; 1anciamentos. E tudo com a gai.""2I1Ü2. do Governo :r;·_~je!ctl. O C!!dereço é Rua Antonio Maria Coelho, 260 !-Iá 117 anos garantida pelo Gvv~~.lJ. ecr cc:- ! l t :,' .... f [a« Atemo moas. "o _.00 OE 8 r. Bela Vista - MS dos, l aparelho. Fornece gasolina com ura u <lia r.,r n-,,l dr. rr·rr'< rl-, J,'i wil Ji1n,ll. Pw;;ue I• m pista de I20) metro de prtmnento por ) de largura. sedo conilerada a J'Jel!,or de toda n reido. E+ta diretrla, que apear de candidata a rele!ção, deverá terminar +en mandato em l» de agosto, tem poramnadn, a construeio de uma quadra de aeromodelismo e outra de esportes, que levará o !H r l? ,!e U.-1111 .'."o;:utir,1 Tioclta pi loto falecido eu nidente. O nero«lbo tá devi danlt'ntU credenciado no DA, e cumpre tolas IU 1,orw,1, fklr:r:t•Df~, TlJ<l a!'irlndo l:".t"('s•Õe• p,rn nln guém, e parn t:•lor ,rmpre atu:ilÍL3Ch r1 dir<'loria reune-+e Ihaliselmente, pelo maenos uma vez por mí:,, .. !(•111 cfa ,eú,·, o l1t·roclub,· 11•111 1rí·M ll.•ll!!•I • reB. 1· r·-ta,•1onarn1 nlo pri,nti,o. O f'rl!ári'l ',tq• associados está empre em dia, e os {2 s6clcs são todog ntujute-, O .,viào de treinamento é um CAP-4 Pauli·tinha, um dos modelos mais indica doa para instrução e o in,trutor. é o Dirttor Téc nico, o piloto Nilson Antonio Pais, um dos pri meiros a chegar em Jardim. Embora com p:,rcoo rccurEoP fi11ancelrov, u Hnticln<le ,ni ;obrevivendo e o neroporto de Jardim, coo jí o dissemos an teriormente, um do- melliore• <la re~iiio. C'ornpltc· tundo nos~;! rt:porta!,'.éffi, aprua, soliciwrlamos por p:irre do D,C, urna fi~calinc;iw maio cuna tante, tais severa, a fim de evitar alguns nbu+os que s[io comcticlo,, qu,wdo vez por outra. o, o vi,,c~ robre, oom o p.-rímctro urb~no d11 cidu<le n pouca :ilturn, n,10 pcrmiticl.1 e, idcntemente. e cl:io rnwute~ poudo até em risco suas proprius ,i<las e a segurança da população. C orrcio J c:n-dinense (OJ/UIJ/i6 -- SEMANÁRIO FUNDAÇAO IVALDO PEREIRA Admini1lração e Bc:rnurdes SIN lmpress5o Rua Dela Vi.ta Redação Hua Ten. Jarclim MS Duque de C'a..xias. S/N • -'la:., Grosrn <lo Sul EXPEDIENTE Diretora Maria tela Velasquez Pereira Edit<,r Ivaldo Pereira Redator halo Boriole Departamento Comercial ,lvnrn Pereira Gerente Gilson Silva Santos Re::ist:.i-lo de acordo com a Lt:i CGC-:.lF: 03.'201.26tl/Q002 ASSINATURAS Jardim CrS 300,00 D-,roa.is :'llunicipios 350,00 Os rtigos publicados com assinaturas dos n,ntore, n_:io ~rnd;izem a opinilo do jornaÍ. ::Sua publicação obedece ao propósito cio de bate. do, problema;; mnnicipai~ e <le refletir as d1Yer;as tt:n<lência, do pensamento uniYerml. O Papa que. v ,10 do !est O papa vintlo Jfl ;te ( 1 um sinal do 1 1 tempos para o cristianls- ] mo n:1 i'ol611in, (·11com- 1 jeda em sua resistênclu ' no sou <lP u111 <I>, pr.ru a Igreja Or todoxa da Rússla. r'NBCl gulda por rn::iii, de melo século, J'eduzida ao si lêncio, a grantlo Igreja Cristã, na qual se exprl• miil a of:piritm1t,Jadc profund'i do povo rus-o mostra a vida difícil do uma cristanrlarios funcioná rios, se vêm o braços rom os "sn úrios" rios ve• readores e, em consequência, com os chamada, " operações triangulares", atráves as quais edis se cobrnm ou. eoldo deixam cm vermelho eu8 débitos paro com a Municlpolidode, tornaodo•se. destarto, sócios, pingentes, nsrnciados ck. adrnmis truçllo municlp11l " de reu ooíre. llo sntisfcitnP, voltam n piranhas polhi cas profissionais a investir contra o elemP.ntar direito que têm os eleitores de fncllitadns o~ con· diçJe1 parn umn escolha judiciosa dos candidatos n cargos eletivo e de poderem melhor selecionar Peus condidntos para os diferentes patamares da hierorquio ndministrotivn le;:i~lstiva ou, pelo me nas. optarem, se for o caso oelo m~nos plort!e quando uno lhe é concedido o privilógio de e colh~r os melhorei por eontingênciu imp•,sta pe• la cegueira, burrice, ou malandragem do• Dire tórios pollticos, E vergonhoso que Ele turuultue as eleições propondo a milhões de eleitores menos lnform•idos ou menos dotudos, culturalmente, a escolha, ao meswo tem· po de: 1 Presidente da Repúbl!ca(?) 1 Governo.dor do Estado 1 (ou 2) Seuador (s) 1 Deputado Federal 1 Deputado Estadual 1 Prefeito 1 Vereador Os políticos profis!;:ionais não cui· dam do eleitorado. não cuidam interes ses uaolonals, cuidam, apenas, de salvar se ou resolver seus problemah pessoais. O resto é outro problewa. Já. flpes biônicos, lambem eha aados de golberllicos. Se a Democracia é o governo do povo e pelo povo o único ielto de f11zê - la funcionar, com decência, e não relativamente. é proporcionar-lhe, o ruaior número de vezes, o direito de vo- Imaginação criadora do politico profissi,mais :'Ião é segredo que os políticos profissionais têm uma escala de priori dade (modus vivendi), escala essa que obedecem à risca, mesmo tendo de enfren tar os mais desagr111.láve!s dissabores. Escala de prioridades 1º- Eleições ou Reeleições (sobre- vivência na selva). 2 Interesses familiares, !!e cabos eleitorais e de cuplnchas (Política diges- tiva). t 1 .. 3- Interesses da eorren e po 111ca a que pertenctim {Fidelidade purtidária). 4ª- Interesses nacionais (patriotis- mo). Mas, dirá, alguém, nem todos são assim.De fato. Nem todos. Há exceçõe:.. Mas, por simples curiosidade ·•pegue" um Senador ou um Deputado e procure lembrar-se do que ele fez, ou da:5 _ lut11s que sustentou em delesa da coletividade. Exemplo de luta pela sobrevivê cia n8 selva é aplicação da imagmaçao criadora! , r . do Estado O Depgado_ditos ay""""panes ií da Gastara, boje,, Ri de J4!%;'.re iG. ãe,ir+@je.J%"$% diüi. iro degolados, a Convenção lo 'ar ,pra, Porque o Sr Chagas Freias ni9 o "_$,, s i P.r casos pessoais, da coman dita, ou da oligarquia, a que estão subordinados. Cyrano de Bergerac Nn liturgia Católica, embora não ,eja o 'gtal a festa mais importante, tornou-se porem a festa mais sentido e comovida. O Nossi• Deus. que se fez homem, nasci do numa manjedoura, veio a trazer a paz e o amor nos homens, no semblunte de nma criança indefesa, ni1o sómente símbolo. mas sinal do amor que deveria existir entre oa homens. A Paroquia de Jardim ne•te E,pírito de solidarie dade cristà. sentiu a necessidade de nlcgra.r o Notai de pessoas carentes e necessitada;; e. tomou vários ini~i:i.tiva,; através dos próprios movimen tos, da• qual, nqni damos nma breve dntcsc pa· T<i coabecimeoto das pessoas que diretamente ou indiretamente nos ajudurnm. O Grupo de Joçen, d,i, capefo de Sto. Afonso, coujudado~ peluF lcgionârias, angariarum, ,·os1urur!!.m, <listriburam roupas e doces para sett•nlll. e cinco crianças da vila. A Capela de N. Senhora Aparecida, na po breza de seus co!Dponeotes, quiz pwém ajudar 3 famílias mais necessitadas, moradoras da Vila M. Cusrn' Os Vicentino~, além de nlegror o Natal da.s fomíliH~ oormulmeotc assistidas, com uma provisão de viveres de roupu e brinquedo,, de ram nssl,tcncia a mui~ de 6 familias com um total de 40 p.essou.s, e uma distribu.ição médio de Poder Judie!r!o -- Comarca de Jardt Estado d Mato Grcio do 'u! Cartório do te Otielo Edi·tal de Proça e Intimação do Devedor O Dr. Jol:la Carlo ílr 10Jei; Gardti, .Juiz de Dlr<?lto da Comarott de Jardim, Estado de Mato GM!i' o do Sul, Na For ma da Lei, Rtc ... Faz saber, a todos quantos o pro~ aente Edital vírem ou uole conh clmcoto !lverem ou luteresrnr postiarn que, Iol registrado o próximo dln 02 de Feverei ro "de 1!)79, àl:l 9,00 h1,. quando o portei• ro rlos Auditórios <lo Forum, lt-viirá u públlc·o pregi1o de venda e nrrernataç/lo, a quem mals der e maior lanço oforecer ar.lma da respectiva avallaçllo que foi de CrS 200.000,00 o hem penhorado o executadu Comercl11l Moreira LTDA. nu Aço n 27 /77, de Execuç!lo Forçada por Títulos Executivos Extrajudlclnl movida por Johoson & Jchnson S.A. IND. J.:. Co mércio 11 saber; Uma casa de madeira, coberta de telhas, c/7 peça8, e 35 m2 de construção e lote urbano nº 08, da qua dra 25, medindo 20x50 metros ou seja 1.000 m2, na cidade de Jardim, com os seguintes llmltE's: Frente paru R. Dr. Ary C. de Oliveira; Lado direito, com lote 10; lado esquerdo, com lote 06 e Fundos, r.om lote 09, registrado na co marca sob :iº 2 .566 de propriedade de Rosely da Silva Flores. Não exh!tlndo nenhum recurso pendente ou ônus sem o bem penhor11do. 8e o supra menciona do não alcirnçar lanço superior ao valor da avaliação, será vendido a quem mais der e maior lance oferecer no dia 15 de Fe.erelro d~ 1.!:179, às 9,ú0hs. O urrema toante deverá garantir o lenço a/o paga, mento à vista ou à prazo de 3 dias, mediante caução idônea. nos termos do artigo 690. do CPC. Fica pelo prP.t1ente Edital intimado o devedor. E, para que chegue ao conhecimento de todos FI oln guem possa alegar l~norãncla, expedm se o presente Edital que será publicado e afixado na forma da Lei. Dado e pas sado na Comarca deJardim MS . nos 29 dias de mê!! de D~zembro de 1.978. Eu, !faria Lidia Z. Oliveira. Ei;:crevente Jura mentada do Cart. do 1° Of. o datilografei e subscrevo. O Juiz de Direito João Carlos Brandes Garcit1 Juiz de Direito SZRG ROBERTO PERCIDI ADVOGADO 2$€3)Y08)- Rua 3 de Outubro (A LO DA €)ETA3IY Bela Vista Mato Grosso do Sul a Cr$ 500,00 por familia. O Grupo Jorem estreiou com uma repre •entação sácra sobre o Natal e enroltaram a t.odas as capelas ,. Igrejas com um presépio, para revi• ver numa maneira plástica o grandioso aconteci mento de Cristo Feito homem. Este foi o nosso N11u1,I, na , simplicidade e no amor nos mals pobres... Porque o YerJadeiro Natal é Cri,to qne nasce e se renova no sorriso de todos os homens que se abrem a esperança e o vida. Louvamos o trabalho cficientt" realizado e agradecemos em nome da população, npenas não oompreeodcmos, é o porque, principalmente da Pnr6qnia de Jardim, niio ter intere1sc nenl1nm cm auxiliar a grandlo•a obra qne é a Cn,a do Garo to, onde vivem 2:7 crfanças e qne tem como úni nico auxilio. uma verba da FUNABE e a boa T0ntade de todoe aquele, jardinenses, que enxer gama o trabalho incansável de 25 nnos, do Padre José Ferrero, que aind, apesar do pesares, crêm em seu trabalho magnifico, honesto, e sem d.iatin çiio de credos nem de raças. Ano Internado- na! da Criança Jornais apoiam Componha No decorrer de 197'), A· no Internacional da 'r!ança, decretado pela Organiza,4o das Nades Unida. 0N-o Jornais de todo o muundo e» tarlo publicando semanalmen te, mensagens explicativas nlmh nR "" foto. No !Jrn,il ~ frn!'!, 'l"'' prnticarna11e lol adotada foi a seguinte: O dispensável a vo· ee é neeesrio pata outro. Lança-se uma campanha de conscientiza;lo popular, visa do angariar doações destina das a institui,e de amparo e alstêncla a menores. Em Jurdlm, muito mniR fácil Hrá paru a populoçllo, nmpuur e- nuxiliar aiançn➔ de•umparodo,. urrnvés _u. w~ ritórfo ohr:i de 8olldo.riedade humana que já se reolim " subsiste a duras pena» há 25 no, n CASA DO GAROTO. obra do Podre, secnlor Podre José Ferrero, e que é tão in <"IDpreendiJo Lá tem cnpa cidnd,· para .1Jri;(nr 55 n::e • nores e ,6 tem rcolhldo TI, exclucivemente por foltll de recnr•os financeiros. Vamos colabora~ mal,. faça sua doa• çO:o dlreramcnte em nume da Casa do Garoto, e ao, cuida dos do gerente do Ba.ico 1tnú d~ Jordím, Jod! Cario• Cardo so que terno• certeza, carfnbo aamente, cuidará pessoalmente de todu• ,u conlribuíçõe• rece• bida,, para posteriormente, eotre"nr em mãos o diretoria da c:oa do Garoto. ]&rdioen c, qualquer importância será bem aceita, pois da união o.a@• ct: n forçn, e a,~,m de peque nas quantias, •e P"derâ che gor a um wontantc qne ve nho a 1atislazer ue exf:;ências daquela Entidade filantrópica para que se posa amparar mais crianças abandonadas, e que são mnitas em nossa re gião 1979, Ano Internacional da Crinoça.. criança hoje moe qne poderá num breve ama nhã, tornar-se um grande ci cntista, nm benfellor da bu maoidade. Leia e assine Correio Jardiznse Bisavô aos 20 anos Prat6rfa - Um jovem d.e 20 anos, Pietcr Van Greu:ncn. residente nesta cid.nde, pode ter-•e conYertido no bisavô mai, nol'0 do mundo, ao se casar com Anna ophia Van Rooycc, de 61 aoos. , nolv-a. viÚl's há 26 anos, tem quat.ru filhos, 12 netos: e nm bimeto .Seu neto mafor é dois lln0ii m11[s Hlbo que Pir:ter . .Este dls,c uo~ jor nnü;;:uu que o !:ato de ser bi avó aos 20 anos o fazia 1cntir·•e maduro. .1 J / ! 1 ,. A Pedido Quunrlo no dia Iº rlo Janeiro de 1079, justamente por ocnslfo da possa do primeiro Govur□11do1· do Estado tio Mato Groso do Sul, será homenageado com sua ettua de corpo Inteiro, aquele quo em vldn foi um slrnbolo polltlco, pai do toda uma formuç[to do homens que upó revolução do 19:12, Iriam coman tlur os destinos do que é hoju de fnto e do direito, o novo Estado do Mato Gros i;o do Sul: O Senndo1· Vespaslano Barbo s11 Mnrllns. Ptullndo dai, rol semeudu a emen te ele um grupo do homens que mais tarde iriam dar vida a um grande partido que foi 11 UnHlo Domocrtítlca Nacional UDN, partido quo serln oposlçlio no go verno Federal do 10!6 até n revoluçllo de 19H4, quando dando um basta aos de mandos causados por um governo podre e corrupto, juntamente com as Força8 Armadns a UD~ sal-se vitoriosa para o bem de toda Nação brasileira. Refel'indo-t1e ao tema deste artigo, lembramo!! o nome de um lutador ex traordlnarlo que abraçando o partido da célebre UDN, vem sendo fiel tó hoje, aos prlnolpio!I que nortearam a conjunção de pol!Ucos matogrosRenses de reconhe cida notoriedade: falamos do Snr. Emlllo Roa Escobar, o popular Chailo. Casado com a Dona Dlnah, por sinal polltica até o medula, c nosso Chailo ajudava a er guer a bandeira de. UDN. como fundador do partido em Bela Vista, militando ain da Ponta Porã, Bonito a por fim, fixan do-se em Jardim, quando ainda Distrito da Bela Vista, com a füialldac!e de le vantur a moral do Partido já que Jardim naquela época Elrll reduto inconteste do PTB. Sofrendo toda u!Da eerte de pres sões, sempre soube valorizar º"' compa nheiros nas diflceis ocabiõ2s pollticas, quando enfrentava eleições contra o go verno tanto Estadual como Fed. o trabalho do Challo t Dona Dinah naquela época, tornava-se nrduo, já que nllo conta,·a ainda com um número de companheiros e os seus filhos menores, nada ajudavam. Sua residencla, uma casa de madeira, por sinal até hoje ainda servindo aos amigos pollticos que aqui ehegam, sempre causou uma aerta ponta de invEija já que em politlca, quando a honestidade e o sucesso ca minham juntos, serve de pretextos para aqueles que onda fizeram pela comuni dade. _ _......-.---------- Ho:to:r o POL forçudo pela ajudo subotunclnl de dois fllbos, por fllnul Irmanados polilicnrncotl'! ao ounl{Ue quo ot 1 gorou. 'I'odo plonelro sofre na carne a fal ta do reconhecimento pelos serviços prestados; Hofre peraeguiçõ ,g lojustufl quando a despeito o a inveja, produto daqueles que nada produzem, que nada tem pura dar, procuram solapar e dene gir n imagem e o caráter de uma fa mllla trudldlvnAl, 110 caso os Escobar e os Brum. Resta a história que saberá guardar os fellofl e reconhecer toda uma vldn de !uta, como acontece agora ao grande VcllpaRlano Barbosa. Martins. Restf ,itodu não palavras e sim nçílo que sempre murnaram 11 v{dn de Em!llo Roá Escobar. Resta o fruto dos seus fI lhos que oamlnham a mesma trilha inl· olada pelos homens q11P, levantarnm e deram [ormn ao novo Estado. Restn. um livro aberto, cujo passado é um murco de orgulho par a comunidade sulmato grossPnse, quando de cima for olhado por U!J1 Todo Poderoso, Quem é Quem ..• Ficará gravado na memoria dos homens de bem, os feitos que produzi ram efeitos positivos no dia n dia da vida de Chnilo, cujo julgamento dos seus atos, será feito pela história do Munici pio de Jardim, se algum dia ulguem se der ao trabalho de conferir e tornar em obra para ser lida nas escolas públicas. Cabe àqueles que de uma torma ou de outra, queira formar lideranças ata ves de homens que dnam tudo de sí a troco do bem estar da nova geração Jardinense. Cabe ainda o reconhecimen to e a gratidão merecida a um homem público, hoje recolhido a sua aposentu doria juntamante com a su.a digna espo sn, e que, com suas portas abertas, sem pre tem uma palavra amiga para con fortar acs menos experientes. Cabe por último as homenagens sinceras e pere nes ao polltico Chailo, hoje alegre pelo reconhecimento ao grande companheiro enador VespaRiano, qnando narne o novo Estado do Mato Grosso do Sul.. Vamos em frente, Challo ... Jardim, Natal de 1978 'J'igernnck Godoy de Souza Dr. -1oelson Peixoto. -Advogado- Causas Civis e Criminais Alquebrado pelas lutas Insanas, Rua Lo de Maio S/N Jardim - Ms. atmvessou o Challo pelos 30 anos de vi- da polltlon e funcional, sempre de ca- beça erguida, fiel aos principios que ho- je ve-se coroado de exito, já que nomes e. sra4da proreeto. ottca, passaras Pgg dgglg ygrplgz {Ç;$ ]} pelo seu esquema de apolo, ugora re- Ã liU li bG Uh5lii}/!±l ul U3 Porto 'urtinho Dr. Edemar Gregorio Todo ser humano r um unívcr61) pru tlcular. pleno <lc experll'lor. A8 pulavraG, como vel culoíl de cumunicaç.1o, i:1üo iaauficiPntes pura rrtrutar tsste unlwr.-o indlvldunl. Jamais alguém poderá dizer que conhece bem outra pessoa, pois a ind vidualização é quase Incomunicável. NAste mundo em quc1 vivemus f< exercitamos nossos conhecimentos, emoções e senti mentos representa um pano de fundo que 1.11,~ume o tom, a aparência que damos a ele. É, portanto, um mundo diferente para cada ser humano. Nós o co!crlmr e dífícilmenti> ao encontro de outro ser. São universos opostos por questão de i-ohrevivêncla. ~fesmo aquele que age passivamente aplica a uto-defesa. A sa experiência sendo diferente, Jamais compreE>nderá n exrertência do outro- A vida social pr Pi:;supõe um con vivio. Convivio que história tem demonstrado ser artificial, pois homen de milhares de anos atrás contitua se guindo os mesmos caminhos. Há separa cão gora, como houve no passado. Não é um entendimento pessimista. e urna cor.stataçilo. Uma evidê~cia .. Jamais sabemos realmente o m6vel de uma ação . Elo é interior, é profundo e enrai z!ido no amálgama duplo do ser humano matéria espirita. É mais espiritual porque a matéria assu~e a forma que o espirito ou que a idéia lhe dá. Entretanto esses universos pessoais não são to talmente incomunica véis. O amor é o elo de união. O que é o amor? O amor é uma_ atitude nllo estu dada, preconcebido. E um ato de afirma ção e de quase rebeldia. Amar é ser rebelde contra a uuto-conservação. Amar é doação, é despreendimento. O ser humano quando ama se transfigura, nao só exterior, como mteriormente. Dita-se a sua sabedoria e ao sorrir das ilusões ele ahre uma porta imensa no seu universo intimo. Mas.... 26 aquele que ama penetra conscientemente por esta porta. Casam-se Oi, universos quando há amor no '-entendimento. E ME TO A mIh ve delra r , i. 1 ti in o aqules qu não tem nem mui 1 força de comer, aqueles perante que os ivo posam virando o ro,du, aqueles que já não cho ram tais porque nem Hgrim já tem. 1dre 'Teres No estou longe, pe. lo que mi toca de con. 11lderút' u, grnndl'ti lto mens de negócio, os rios do dinheiro, os mugn ta du doce vldn, de po bre seres. Pelo seu po derlo, pela GUL1 1 lqu1•zu, pelo seu orulho, les separam-1H! dll humani dade. Hnoul Fcllereuu Dourados: Re- ,, ceituário Agro .. nômico Deverá Ser Implantado em Fevereiro OouradoB, do cc,rre!pOn· dente -- . A,soclação dos En genheiros Agrônomos da Grande Dourados - AEA GHA'.'i lutará pela i inplaol!l ção do Receituário gron mico, obj:tivando coibir o uso indiscrimir.ado de defen• si vos ugricolae , eneD0E08 e reduzir os efeitos maléficos dos mesmos sobre a saúde humana e o meio ambiente, já a partir do próximo me•. Segundo o presidente d3 AEAGHAN Egon Krakchecke o Receituário consistir-+e-á em uma espécie de receita para a aquisição de defemi os agrícolas. Uma vez m plaotaodo o sistema, o pro dutor, para efetuar sua, com pras, deverá ser munido do laudo fornecido por um agro nômo lntegra1Jte do sistema, que deverá ser adotado breve mente nesta ree;iiio. uma das mais Importante• do Mato Grosso do Sul. Leia e assine Jardinese de João f1fl a =· re íl lW l ' ! i i • LI±! L t--=1 = Freire de Úliveira Ambiente Seleto Refelçã.i:1 Caseira O seu lar em Antonio João O Hotel du Fronteira. Hospede-se em sua Casa. Padrão de qualidade no Jeane Hotel e sinta-se Rua Amambai com Bela Vista Antonio -1oão Mato Grosso do Sul - -------------- ,HardIt + 1 • Corref 4. ·«d[ • • ·~ - -- • --------·- <! () , 1.i.r nc:u,, --··- -- ,·- - -. - - - M ,__ -- - _;... -- - - - - - - - - --- - - - - ..... - -- PREFEITO OE J IP·SENT DOR E CER IIR , o Jardim, do correspondente- O prefeito tle Jardim, Fornrindo de B'rrltn!l vul lutar lnqlorlamente para Mnsegulr: pura 08 prefoltos, um 11alúrlo equlvulenle ao que vlnbnrn receLendl) quando chnfo!l de Exec:utlvos, mrsmo dupols de enoer• l'lldos os seus mund11tos. Ele entend que te ee benefíclo existe par o preslden te d11 Republica e para os governadores também deve exMlr para os prefeitos ~ por isso deverá manter contatos com os deputados v!undo fazer constar tnl me. dlda nn Constitulçüo do Mato Grosso do Sul. Fernando df Freitas, porém, certa mente nl1o contava em rece!Jer uma oposição tão dll·eta quanto a manUei;ta da pelo prefeito Pruta Bragll, de Mara• cnjú, que lhe perguntou l:lepols de ouvir todos as suas r11zões: "Como nosso su cessores conseguirão pagar-nos essa nposentadoria. se nllo dlsporlio de dlnbel• ro nem mesmo para executar as obrns prl orltárlas munlclpa Is?". Es1,a oplnlllo tumb(>.m pure-cer ser Idêntica àquela ma nifestada por alguns deputadc,ti, tanto da ARENA como do MDB. consultados a respeito e d!flc!lmPnte essa "mordomia municipal'' será Introduzida na Constitui ção, como deseja Fernando li" Frelte.s. O cbeft do Executivo jardinense que é do MDB • explicou que todos os prefeitos devem ter direito a uma apo sentadoria e lembrou o caso da familia do prefeito de Batalporli - que morreu em acldt>nte autornobllfstlco DO ano pa - ado que está em diflculdadeR. Ele en trnde que caso os prefeitos tivessem dlreUo a urn11 apusentadnrin, aquela fa. miliu hoje, estaria amparada e não em 1 Perder a oportunidade, de ter uma página, inteira, nos Jornais da Gráfica Editora Apa de Ivaldo Pereira, Editora dos Jomnis TRlBUt A DA FROr TEIRA, CORREIO JARDlNENSE. TRIBU A MUR TI HENSE E JORNAL DE BONITO é, como diz o carioca, bobeira. Com? nno sou bobo e nem posso deixar de Juntar o últll 110 agradável já que terei um ex nelente ~alli.rio para os meus parcos re cursos jornalistieos e a exiguidade ex perimental de que sou possuidor. Expe rlênciu adquirida, do dia -a - dia desta casa de informação; particular mimma do quarto poder da Democracia que é a Impresna Livre e Soberana. Digo perder a oportunidade porque pai,sou pela mjoba cabeça deixar de escrever por acúmulo de serviços Da atividades que brevemente irei desem penbar neste MS. Dei, disto conheolmen· to a algum dos meus amigos que com seu apoio e solidariedade fizeram das ruinhas escritas, nos jornais acim mo tivoa dA comentárioe, (criticas positivai, e neaativas),e, assim construuam as bases"' para o sim do convite que ora ale e digo que aceito e11crever, escre• ver~ escrever sempre pelo bem estar do Meu Município, Estaco e País. E o escrever nem sempre irá que vou a ueles que fazem da bajula- ªfradar ~astão de encosto por serem çao seu d • or sM humano in"ompetentes. Po ere1, p t ba' ': d liUcar bem aos que ra - deixar e qua 'd de Já dizia o poeta' ta pela.o"%,""rerios que as quaii é mais fácil vc . . não preclsnm ser dades. Boas G""},q necessidade da demonstradas. Nao dificuldades. Os parlamentares, porém, nchum que num ca<;o de~~cs é plenumen• te viável t) pagamrnto cJp npo1wntndorfu proposta pelo prefelto. E lembram que no caso doR govern,,rlo!'eS pelo menos do Mato Grosso, eles ó são beneflclárloll quando requisitam ta! benefielo e só Jazem Isso quaod() eetllo realn11 1 nte em dlflculdadef;. O único que l'C'ltos que morrem DO exer. ciclo da função e que não dispõem de re cursos para se ruanterem. O prefeito Marcelo Miranda, por outro lado, 1fü:se que é totalmente contrn essa medida e afirmou que é impossivel alguém aprovar algo nesse sentido. e a proposição de Freitns fosse aprovada, em 30 anos uma prefeitura estaria pa gando pelo menos seis s11Iárlos de ex• prefeitos mais o Ralãrlo rlo prefeito da épocR, o que criaria sérias dificuldades para o respectivos poderes públicos. propaganda do que é bom. No entanto o que não presta deve ser extirpado e lançado lo?:?ge pnra não contaminar o que de bom existir, pur perto. E isto é a função da imprensa ser humano no erro, mas não admiti - lo na reincidênma mesmo que seja pnra agradar RO amigo que amomos ou uo chefe de quem dependemos. Por isto é que, aceito honrado por saber-rue pequeno em relação a ou· troa grandes homens desta cidade que deveriam pelo seu nor.:;e e inteligencia estar a frrnte de uma dDs páginas de Ulli do nosso jornais a falar de Espor tes, Administração, Sociedade ou de urro dos muitos assuntos do universo grande que é o comunitJação. A partir de fevereiro, então, esta remos com uma folha, inteira, sem pre tensões de novidades, honrarias ou be leza mas que dela será tama principal o Melhor para o ~fatogrossêi, que até aqui só pagou e não viu e agora, gra ça8 a axcelente performance da adminis tração Amorim Costa, pae:sará a receber o que pagou e ;nuilo bem pago ... por sinal. Esperem fevereiro: Esportes sem Fronteira, Anúncio Classificado, Educaçno e Politica, Somando o Que Dividiu, etc. Esperamos colaborações que pode rão ser remetidas aos cuidados da Reda ção do Tribuna da Fronteira e todas, ssrão aproveitadas por este Redator. IVAN DO NASCHlrENTO Três orenistos . ; Ia renunciaram ao Diretório Brasilia (neural)-- A primeira provi#n ia destinnda indleaçlo do enador Jos arnei, nrenista do Mranho, para presidlr a Arena e lugar do Deputado Fracoliao P'reir (futuro go vernador de Minas) foi ndotada: n renúncias d diversos Integrante« do Diretório reional do partido situacionista, entre os qais o rnador Petrónio Portela, presidente do onere«o«o e oot denadar político do futuro previdente da Repblt. ca, general Joio Batista Figueiredo. Além de Petrnio, ·b«creveram o pedido de renúncia nos posto que ocupavam no diretó rio. Nilo Coelho (ex-governador de Pernambuco e recém eleito senador pela Arena pernam bana), o senador Mendes nele (MT) e o de. pn1udo Mnrllo B dar6 [eleito senador biônico pe ln unnn mineiro), A manobra das renúncias foi Idealizada pl'lo ,ennrlor l'clr<ioio Por1!'l11, dentro dd diretriz por ele classificada de interpretação democrática dn )ri: tudo que n11o é proibi,lo pela leirielaçlo, é permitid,,. Corno o ii,neral Pít!Ueiredn e•colhtu o no m de Sarne! pura presidir Arena e o ,t'nsrlor renl+ta não fazia parte do Diretório acional nem do quadro de suplentes desse organismo, a rnluc5o propo,tn por Petrônio foi de que re nunciasem tantos componentes (precisamente vinte) quanto fo<Aem sufklente, para abrir urnn vaga na pula do pnrtlt!o. O nire16rin Na. clona! tem Tl membr« efetivos e 24 suplentes (um terço do número de titulars). De·te, ha viam mnrrirlo trê, t ltulnre• (Pouln Guerra, Manuel Rodrii,ie• e Vitorlnn Freire) e um !Uplente. o e,c.deputnrlo J,,,é Saly. Outro titular. :,or ter «i do nomeado mini•trn dn Tribunal Federal de Re• cursoR (ex-senador Wil•ou GonçalveR) teve tam bém de renunciar. O Diretório Nacional, pt'la lei Oqi.inlca dos Pnrtltlo< Políticos, é esc,,lhido. juntament,. rom o• suplentes. através dn convenção nacional. Petrónio interpreto; a lei de modo liberal julgan do dispensável n convocação de nva convençilo I' recomendon npns a nutocon,·oca;;ão do Dire· tório Necional, pnrn autocnmplelar-•e. Ao explicar que renunciará depois do en contro que mnnterá com o presidente Geisel e com o general Figueiredo, em r.omp13nbia de Pe• trônlo Por1ela, o presi•lente nacional da Arena, Frnncelino Pereira, re,·elou que renunciaram n seus posto• no Dirrtórío os atuai, ministros e ex.ministros que o integra m (Armando Fnlcilo, da Justiça, G o l b e r f do Conto e ilwn, Casa Civil. Nei Braga. da Edu caçà,,, ArnaJ,lo Prieto, do Trabalho, e Nascimento e Silva, da Previdência) o prMidente da Câ!llara [deputado Marco Maciel) o senador José Lindo.o <1 senador Lni Viaca Filho (futuro presidente do senndo) Virgllío Tá,·orn (futuro governador do Ceará) Eurico Resende (futuro governador do Espírito outo), Murilo Badaró e mais algan,, no total de vinte nomes. Dr. ilurv lima MarQU§S Cardiologin - Eletrcnnliograma Cicloerg,,metria Consultório: Rua Guia Lopes, 320 Fone 431-1875 Ponta Porã Mato Grosso do Sul Dr. Kleber S. Monteiro Vargas ~BUROLOGIA E NEUROClílURGIA Ex-re8idente do Instituto de Neurocirurgia de Porto Al,-gre • R5 Foae: 624-4192 Consult6rio: R. Rui Barbosa, 2210 • Campo Grande Horário d111 15 ~• IS,30 bs. Ministros negam que multinacio· nais estejam na Amozônia Brasllia -- Em nota assinada pelos Mil«tros da Agricultura e do I terior, o Palácio do Pio• nalo prura esclarecer os denúnclflR aooro 11 Pxploroçno dn floreetn Amt1zonlc:a. A .Sola diz que a atividade mudei reira é a únicu explora çilo do. torra que nllo <'xlge n remoção de fi'.l resta, e forem eguldus os técnicos quo perml• tum o 1ma recuptJraçilo. Esclarece que cs e n•· Aunto foi discutido a u[. vel técnico o que nllo houve nem há po!sibUl dade de rei:olução u. respP.itO nos próximos meses. A nota garante, ainda, que não bà vln culaçilo de tais estudos com ernpre!'a!l mult!na, clonal11 A que nuda tem a ver com o pagamento de dividas brusileiras coe1 outros palses. Bethlen diz que nac hã apreen• soo entre os militares Campinas - Ao de sembarcar no Aerooorto de Congonhas. em São Paulo, o Ministro do E xército, garantiu que a revolução não es tá correnúo riscos com a extinção do Al-5. Acentua o General Fer nando Belfort Bethlen q::e a preocupaç!io sen tida em certos meios militares do processo de ebertura democrática, não deve ser interpreta da como apreensão. As al.nala que é dever do militar a preocupação com a segurança interna e externa da Nação. JORNAL É CULTURA Jnrdlm MS Em três anos, Capital Social da Sanemat CRESCEU ,DEZ VEZES Em pena três nos de tlvidada de 1975 197, o Cpltl Soclal da Companhia de Saneamento do Estado de Mato Groo SANE. MA'T aumentou dez vezes, passando de 3) para 800 mllh,les ,lo cruzriroe. O mais revente aumento do Gnpltal Social da Empre foi propoto pela ntunl Diretorin, cm Assembléin Gerl dos acionlta, realizada no dia 22 de dezembro ob n presidenein do engenheiro C11r111ri110 TorrCM. Sr-crotárfo tio Vínçí1o o Obra, ('(lblirns e Pren, do Corurlho de Administraço. Em 1.975, n Sllucmnt oprrov11 nprnnv 12 sistema de abastecimento em todo o Estado e o eu Capitnl Social era de 30 milhões de cru elros: Tojo com se Capital elevado para 300 milhões, Sunemt fz-se presente em todo o Estado de Mato Grosso, com obras de im plantação de novos i»temas e ampliaçlo e me lhorin de ~istomn, já cm funcionnmento, Ess é +em d@vida uma bela notícinu só que nosrn luoro enornu,, deverin ounr iuoluldn como hrnrficff1rlt1, inronte8le. • cidncle do )ordim quo sem d<ivi,ln nlgumn, foi n qm.l mBfa colabo. rou pum o engrnudcoimento dn fonlnsmngóricn e inexistente Snnemnl. A explioaçfio deste comen• tário é muito ffioil e tranquilo. A cspcc1rnl Snne mnt, em Jnrdlm, vergonhosllmPnte, n únlc11 coisa que foz foi nrreond11r, pois n populuçfio jnrdinrn e, sempre corretamente pagou sun tnxa de água pnrn ter o prooioso Il'2ü em euns torneiros, foto <UC infelizmente nuncn ocorreu, e continua pcrsia tmdo em nt,o acontecer. Em Jnrdim, o Inmigera• dn Suncmat RÓ fez gonhnr dinheiro, sem dor.se no luxo de pelo menos aplicar parle dele 011 própria cidade. Assim ó cluro, lógico o rnper evidente, que seu capital tenha crescido dez vezes. Dr. Ivan foso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL Rua Voluntários dn Pátrio, 376 • Fone 210 Bela Vista Mato Grosso Sul lt f,, , 10 pr h i.o. r <lt:f()n•'o ~e 11 s du ~ilv~, Após qulnz• dloll de férl s, v0Ia- que já jt,, oi « noa reportem '' moa n élrcular, e: Bela Vista e_na re- II@n.a d ftro da li- R - cu priu com o eu devet. L S ião; o povão sentiu a falta da É ne u , • ri ,. o iío sedo disteisíi o correto Jirtrn- iiys fy2,,,,,,, """""},do. b I l)•.•pftl'O (l ;Ui dlJ.10 ( ,· • ' 1 ' llO, n0so leitores reclamaram e sn. m dlCO to ... fica a deixa ao <lepartamento do O mesmo pão se pode dizer do 1 ,, circuiaçto: iríuna _da iroi«ira é como fui»sn de castro P";P%%%,,,}?"",". r lt I ic•rriva :nulri <h1>, a.o i;cu ;w • u< 0 • ••• segundo e voz geral o prefeito de Bela ili no rellzou mal porque no re. cebu o upoio que eperavu. R. FIORI MURO -MÉDICO Consultório 7 às 11 hs 16 às 19 horas IPEMAT e INPS - POS'l'O DE SAÚDE E FUNRURAL 12 às 15 hs Dr. Pedro José Palmieri -Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL Território ESQUEMA Um esquema violento fol monto.do pel11 Dlrecão du. empresa visando aprl· morar e melhorar prlnclpalmente u dlA· tribulc;fio dos jornais do grupo. A t.'(tande n'Jvldude nos leitores do Porto Murtlubo e Bonito, cujos jornais são qulnzeualo, ó que a partir de agora recobHr!lo quatro odlçõeH menoals, sendo qno os assinan tes elo Jornal de 9onllo receborão alem das duus odlçõos normals, mas duns do Correio. E os da Tribuno Murtlnheofle ro cebero da Tribuna da Fronteiro, is:ito to dos os mt'scs. A iolciutlva mereceu e. plaueos de todos, SUCE SÃO O assunto do momento na área de Influência da TF e da Tribuna Murlinben se, é o problema sucessório munlcipol. Em Bela Vista o povo aguarda n. substi tuição do atual prefeito, Ruben de Cas tro Pinto, e em Porto Murtlnho, o pró- Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVO_GADO - Rua Bela Vista Rua 26 de 15 de Novembro S/N Mato Grosso do Sul Agosto, 384 - Sala 24 Fone 4-0650 - Campo Grande MS Dr. Deodato de Oliveira Bueno Advogado Escritório: Rua 7 de Setembro, 230 Fone, 43-1062 Residência: Rua Coronel Camisão, 54 Fone, 431-1116 Ponta Porã Mato Grosso do Sul Dr. Laucíd Valdez de Barro:; Cirurgião Dentista CRO - 567 Mt. A v. Brasil, 1595_. Caixa Postal 355. Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), Cllnlca de Crianças e adultos - Ralo X 431-1646 (Residência) Atanclc-se cum hora marcada Con•ult6rio Av. Duque de Caxiaa, 508 (Ao Lado do Banco ronla rorâ Maio Grosso do Sul Ricardo Brandão - ADVOGADO Livre Equipe TF VARIOS nomes estão sendo cogitados pra suce der o prefeito nomeudo de Bela Vista entre el<'S figura o de Ely de Arnujo Barbosa, José Impltclo da Costa Mar ques, Evilsio Miranda, Pedro Palmlerl, e out1·0J<, outro,, ... Existe tumbern u posRl bilidde de o atual prefeito permanecer no cnrgo. Nós, particularmente, nfio par tieiparemos desta polemtca política, pols a Or leintação Hlgorosa do. dlreçuo do jo,·nul para este ano, é a de não nos 1- mlsculrrnoi; nos assuntos polít!cos do mu nlciplo (i.;lc ... ) ficaremos com a tarefu de tram;mitlrmos pura e simplesmente o8 fatos... dá para entender? 0-+$ E OS FA'I'OS verdadeh·os, límpidos como a água. <la .fonte, é que oi; po1ílicot1 belavistenses principalmente do Diretório da Arena, estão se movimentando visando a suces são do atual prefe!to. Se e:sta lnformaçllo não procede, que nos desmintam... Inça mos o repto, nos desmintam ... Fica tintão bem oxpllcadinba, a potliçâo do Jornal... ê:lF.lfoa, Euro Brandão, disse que os delegados (de Campo Grande?) estão proibidos de dar entrevista porque estilo de6preparados para tanto. ;;,f,,tradores, para atingirmos a meta dn gr~n_de potencia mundial, de riquezas materiais mas, sobretudo, bens espirituais. Residência Rodoviário Coxim em O Governador CA sslo Leite de Barros as sino Decreto, no lti mo dia 29 de dezembro poueo antes da divisão, criando o Coxim a 17' Resldénelu Rodoviária do DERMAT, com jurfs dição eobro os 1111111lcl• pios de Pedro Gomes o Rio Verde e ubordinu nado ao .2º Dlsll'lto Ro clovlúrlo fü;tadunl, com sede em Campo Grande. modldu, diz o Oovemudor, em menl'!a· gero datada do met1mo dia o endorl:'ÇOd11 !10 Prefeito Fraoklln Hodrl· gues Masruhu, vem aten der uma justa rolvlndl cação daquela próapera reglllo ~fa togt·ossense. Cássio recebe quinto Título de Cidadania Com n aprovação unâni me dos Senhores Vereadores a Câmara llunicipal de Coxim concedeu o título de Cidadão Honorário daquela cidade ao Governador Cás.lo Leite de Barros. Desde que assumiu o Governo, em agosto de 1978 foi ngrnciado, com idêntica honraria, sempre eom n apro• vçdo unânime dos vereadores pelas Câmaru Municipal, das cidades de Maracajú, Dtagua+ sú, Rochedo e Rio Verde, l cerveja e o câncer Lyon, França Para ali- vio de muita gente, o profas. sor Walter Davis, que cheCla uma equipe de pesquisadores do Centro Internacional de Cancerologia de Lyon bí no• ve anos, contestou 11 afirma ç!l.o de ,eu i:olegn alemão oci dental, professor Preissmann da Organização Mundial de Saúde, de que um dos ele mentos químicos presente na een-eja • a nitrosamica . é caU!adora do câncer humano embora con[irmado que ele o seja· e muito - nos ratos A afirmação de Preis- sman já começav:,, a causar pânico em alguns círculo■, pois a nitrosamlna catá pre sente em todas as bebidas al coólicas - onde apareci:! espon• tateament- e em vários ou tros alimento, conservados artificialmente. ( » $7 AI 'L Produtor de Calcário Bodoquena USINA Rodovia Jardim - Porto Murtinho Km 5 4 Escritório de Vendas administração; Avenida Duque de Caxias Centro .JARDIM MATO GROSSO DO S(JL J ·dim ys ·- -------....,.. ...... -,__,,....., __ ....,;_, . .;;;..;;.;::.;.;;.;.;.;:•~··-- ,,r-,.,. [ » 1 J1scotneoue 1 rnossacrou o brasileiro ern 1978 O ano de 1978 fol um no terrível para múlen popular brvtl«ir1. V'une s as/tlu, em toda n hl«tório de 1os«n cultura musleal, a uma invsío de um ritim estaneiro com tntn vio!%efa eoruo fol da maitada1 dtscotb'que. Quando «e fizer um blaneo dr resn!ta. dos desta Jvasão, vai se constatar o terrIvel mel que eln faz a nossn cultura popular, pois não sómente aliena nos- 8u Juventude como tambm desempea nos08 músicos o desvaloriza nosso cnntore, na medida em que ses discos cedem luar n esta Insuportável música estrangeira. É Impressionante como a discoth·que Invadiu o país, atingindo a todas s camadas oclis, particularmen te as menos favorecidas e desejosns de nscquo e che>guei a sentir plcclnde de jovens operários, exploredos já por uma estru tura social Injusta e desumana. a maca quear-se ao som de umn mualou canta da em lln~ua lngle-su à qunl elef:l não tem o menor acesso e por isRo não en tendem o seu significado. E tem mais: fiquei sabendo também que a simples menção à música brusll~lra ali seria mol visto, pois eles temiam ser acoimndos do "cafonas" se OU!'ussem tocar música bra sileira. Fui uma eonstu tação terrível esta. e pude sentir nté que ponto o poderosos intrumentos da comunidade manipuladoR pelas multinacionais do disco fazem mal à nossu p!ltrln: passou que não têm con dlcões seque-r de comprar alimentos, gas tam CrS 170 para compi-nr um disco de música estrnngenira, por puro esplrlto de imitação, levados que são pela ln fluência do radio e da televisão que ao promover a discotheque, prestm um desserviço a nação. Não faz muito tempo e o maestro Marlos Nobre denunciou a0 pis as ele vadas cifras que siio remetidas parn o exterior sobre a forma de pagamentos de direitos autorais de remessa de lu cros, e de rnyalties, chamando a atenção para o absurdo do fato: enquanto os nossos músicos vivem desernpregndos, a nossa cultura musical é vilipennte mais ,, . mUSICO burit, devendo eu resa!tr qul que o mú{coa estrangeiro quando vêm ao Brasil manifestam todo interesse em conhecer m lhor os n- s I! ; e acabam est rracios ao con ta sr que no país que produz u ais bela mó!ca do munlo não se tacnm os gêneros da terra O exemplo está no último Fesl val Inter: cioal de Jazz realizado em São Paulo onde tolos 0 mnúslco estrangeiros so renderam perante o ta lento do um Hermeto Pechcl, que de todos os músico partleipantes da mos tm foi o qur melhor se presentou. O que o rúdlo o n tt'lcvliliío itJZCID com nossa música popular é mais do que um crime; este importantes Ims lrumPotoR cln comunícação social estilo a serviço da músic estrangeira e nfio se ouve eles a nos múslca. Não dian tn mudar de cun:.il ou percorrer todo o dlnl pc,rque só vumos ouvir música es trungelrn. Ente é o pirnnrama relnnnte n<'ale fino! de nno e uo que l'ldo tadlca n11o será diferente no uno que começa para t r i s t o z a dos verdadeiros patriotas. %fsor deve gr 1$ 4.500 per mês no AS. Cnrnpo úrande ( CETF) O gover nador Harry Amorim Co•ta preter.de va lorizar 110 máxlwo a importante- função do professor, que é de educvr os jovens do lluto Grosso do Sul, prepurnndo-os par<l. abe 3.500 cru zelros mensais e um datilógrafo racebe 4.500, de acordo com os níveis salariais do D . .SP, é mais do que seguro que o governo rnberó. a vallar a importante mis~üo do professor, ''nu pior or das hipóteses, apenas um pouco abnlxo". Es sa iufovmação dev.?rá ter grande reper cussão entre o professorado. que até ho je vem vivendo de salários baixíssimos em torno de 1.500 cruzeiros mensais o que os o brigá a !rabnlhar três períodos para somar um salário aproximado de 4.500 cruzeiros, justamente o que deverá ser pago, der.tro de pouco tempo, aos sacrilicados e dedicados professores de todo o 2.fato Grosso do Sul. /GRlSUL Ar rímcnsuro Moto Grosso do Sul Grnd oxper#nela no Tu,O d« !p ratifiei ô erviças executados de acordo com as exieeis do INCRA o úntco scrtói!o que canta com 2 (dolu) arim a ore fornado pata gan!ir previ-lo nos servlços ex'tudo E, lembre-e se nhores proprietário. na grisul voe no @otrata iterned]átrios GRISUI, É GARIA E PRECISO NÉLIO, AMAURI e 08V,LDO Rua Antonio Joo, 1011 - Bela Vista MS. (Campo Grande CE TF) Foi drás tica, irnedlntri. e Inepta a reação da polí cia ao furto e gerul nollclário du lm pr en-a desta Co.pitul relacionado com o etipaucamento de um c:idadlio, que, deti do por suspeita de homiddiC', coufessúu o c;rlme dt·baixo de porrete. Queria a polícia, c•~rtamente que os órgãos de comunicação, me-mo sbendo do espancamento, calassem. escondessem o fato cretiírlG de Segurança, ou silo de ini ciativa dos espancadores atitgidos pelo noticiário. Se alguns policiais "estão de mal cone· xii.o" tão melhor, porque assim não tere· mos que ter contemplação com ninguém. Como se vê, o :fato Grosso do Sul está começando mal, julgando que a nossa imprensa está atrelad11 ao "carro da alegria", que está começando a que rer alçar vôos mais largos, pen.ando que isto aquí é terra de ninguém. . Esperamos que o Governador Amorim Costa f:O.iba dizer aos seus au x_i!inres que devem respeitar para serem respeitados. A imprensa local tem tradicão de luta fl boa folh11 de serviços prestados não dependendo dos cofres públicos e de mordomia para sobreviver. Não é qualquer "Fernando" que colocará. mordaça em nossos jornais! ... Seres humanos no fixo FunefonCirloG du Supcrllrtl:'nd0uclu de llm- 1wza urbana do Belo m,rlzolltustam se ao encontrar os ca dá veres de nascituros e a tê de recem- nascidos. Hó oouco foi encontrada urna· C!'iança de um mês. São fatos que ocorrem numa grande c11pltal brasileira. Mas... sucederão apenas em Belo Horizonte ? ORAÇAO A O DIVINO ESPIRITO SANTO Espírito Santo você que me escl,,re.:e turlo que ilumi na todos os caminhos para que eu atinja o meu ideal, você que me- dá o dom divino de per doar e e,quecer o mal que me foz.-m: e que todos o ins lantes de minha vida está co• migo, r.u quero neste curto diá .. logo, agradecer-lhe por tudo e confirmar mais uma vez, que eu nunca quero me separnr de "'ocê por maior que seja a ilusão material não será o raí. nimo da vontade que sinto de um dia estar com vorê e todos os meus irmiioJ na glória Perpétua. Obrigada ma.is uma vez (a pessoa deverá fazer esta or:tçiio 3 dias se~uidos sem fazer o pedido. Dentro de 3 dias será alcançada a graça, por mais difícil que seja) pu• blicar assim que receber a graça. • 1 1 1 1 1 A. L, ! ·1 1 1 . ' - inovacao ~· » e u .a72r •. 1T 1 Luzes Som (Discotheque) á lJATO GROSSO DO SUL AS oc • MELHORES DO V P Corr !O Jardinen Por Alossandra VAMOS tornr.çar no,HII c-olunn, dnndo n proramnço dos ballen que conteeero no Club IX cl,· Agosto do Guia Lopes d Laguna Orentil mente, eu presidente Edwon Mondudori no enviou a relçio, e qul vi' 1440 NOB DOIS íhdo seguintes, 13 20 de janelro, dois grnn1lioij08 Orito de Cnrnnvnl. Maior desta quo, ,lin 6 de fevereiro, 'ut111do reoeberl!o os ulnlopenses, n visitn da Orquestra Cas+sl- 110 de Srvilhu, fo1.endo n noite do Carunvul foternuclonul. BHIWE vão ter eleitos os que mal» e destacrat em Nuas atividades dentro de Jardim t'are que u coisa vai pegar fogo. Ales«andra quer ver é o t·irco pcl{nr fogo. Jh. lb llt. «; ALIÁS haverú uma reunido, com uw11 cornis,;ào cornpoRtu ,)e ete pe+voas, para elegê·los. A reunfüo será secreta e em local inda ignorado, ms +e Alessadra souber podem contar, fofoca leltu. PROSSEGUINDO 11011 dias 17 haver{, muis um movimentado Orilo de Carnal, e C i n a 1 10 e n t e a partir de 23 de fevereiro, quatro dias 10• guido, de Folias de llomo, Alessundrn foi convidudu o usturó. prestigiando o Club IX do Acosto, cecceo VOLTANDO ae coi&n1 alegres, nião percam o sensacional hailr "Noho do Ilnwny • no próximo dia 27 deste mês, no Esporte Clube fordim. O ln· gresso Rl"rá oobrndo otrové~ de um colar hn waiano, que •crá nndldo n• portorin, e to· dos terão de usá lo pnrn caroclerizor o baile, vai ser lindo, par11b6ns Acyr Cabral. 93.083 QUEM quiser ir vestido de traje típico poderá ir, e O ~lrong mah originll, receberú um prêmio de presente, Ales,andra jé. mondou fazer seu "anrong" porn comparecer ao baile. 08383 OUTRAS atividodOI do nova diretoda é um torneio de burooo e outro de xadrez. Quem quiser in,crever.se ó só procurar o presidente Acyr Cabral APÔS terminado estea torneios, ,eruo abertos outros dois, um de damas e outro de tenis de mesa, ou soja, ping-pong. te(!:)i,:3 A CA AS mai1 movimeutad11s da City à noite: Lnn • chonete Carequinhn (ponto critico). do Ney •'Bolnchinbn'' e a Cburrnscnrin Costeln dr Ouro, do Feliciano que aos poucos vai reoonquistondo a fregue ia. Rosos pro• dois. • QUEM vai caar ua filha no Jin 20 deste mês, é o Dr. Negrão, advogado que n cailn clla e radico mai, dofin11lvamente cm Jardim. Rosas pra e!P, QUEM visitou Jardim no dia 5 de juneiro, foram os filho, de .Excln. o Gov'i!rnodor Hnrry A morim, José Carlos e An1onio Carlos. «Jue Ee íormariío ongenheiro1 em breve, estiveram na residência do VlP Emílio Geleilute, e também vlslloram Beln Vistn em wn com. paubia. ALI, no dia 8, foi efusivamente comemorado nJJ. Jovencnp, o niver do José Cnrlos com um lauto jontor e soru de primeira, onde, com· pareceu a selecta juventude de lú. 06<!"8<3 REPRE E TAr DO Jordim, lá est'.lve o VIP Emílio Gelém rnmldos na noite jordlnen re. Será que estavam viajando? C3'Blllf'tlto dil filln do n,. ~r,1r, ,,. l"i• n to mitiva que ijr com l: Rento d, De! ba e posa, Amsry da iji posas t '' Jayme. Que ur da pesod A aexto-íeiro, dia 1?., estarão de volta José Carlos e Antonio Cario, Amorim, e Alessnndro irá a coso do Eroilio G.-leilote, parn conbecê-loi pessoolmen1e. Depoi1 oontorel as fofocas. Como vocês sabem, nosso jornal é semonal e o moleriol é enviado para a redoç!lo em Belo Vista com antecedênci11. 0938 ILVIA a jovip mais lindinha de Jardim, sempre multo comrortodinba no lado da mãe e do poi (Ney/ Anette) lá no ponto critico. RomB pro ela. 1)6::!;:e:; E LÁ pare aqunlas bando, continua tudo 10 é muito bom eontinuo reinando a harmonia. TP.H gente na nora City que Alesndra qurr morrer em paz. Como tema a língua perig+ +t Domingo pela mr.nhll ,,J,.• rtnnrlo vida dos outro,., ·X·><: OUTílO lcmbrdc pnrn o cn•nl qurric.lo Leopoldo•A· vir: Continuamos guardando a famosa dis cotheque dos coroas, Vai ser ma paradu Ih,lh.lh. tr.<'-:;;:cudinho do jornolistP: Só quem esté. autorizado por enquanto o fazer assina turas do jornal é o Roberto, que veio de !lo Paulo apena, para isto. 0ex%G NO próximo dia 10 de fevereiro e1t11rá se casan do o Ccleido do Banco ltaú. ,lee,andra foi convidada e depois fará as devidas fo focas. EA taça continua nos müo, dele. t tecrlvel não deixa nin~óm tomá-la. Pelo perslstêncln ro· ias pra ele. IhIhlh. 8G legal. Is- 11 paz e --k: ALESSANDKA teve notícias, que num futuro muito próxi ~º: dola meninões de Jardim, p1:1s,aram n viajar todo o fim de ,emana a Campo Gran de, a Jo•encap. Quem Bl"rãc, e quais os mo tivos? Doe& ALESSANDRA deverá ir neste fim de semana para ·Campo Grnnde, nossa Jorencap a fim de assiuir o ALIÁS e~ticando mais o n.-unto, o Junior estará debntaodo, (faz 15 unos) e vai dnnçor o valsa com o "mamr,n como de direito, n presença de todos os ávido;; convivJ,. Ales,nr.dra e~ tará 15. para ver a vaha. <·«& QUEM velo bater um papão coro a Ale«andra, foi o jovem médico Dr. Ilerbert. Ele é educa• dlssimo 6 uma belesinha para conversar. Di zem que é tombém um ótimo cirurgião. Ro sos pro ele. :)õaE<l ALE!SADRA foi convld11tfa também pelo "cobrãon do bis• tnri, Dr. Rcynaldo. pneu ,uboreor um "Clrn tenux Nenf ou Pape". Claro que aceitel né? Afinal ele é um pão. 383 O ADAO PEREIRA é um caru muito legal. Sempre fiel a rn!H tradições. RoPaB pro ele. -±-< DR. JOEL ON rhe-gnndo de Murtinho rom o piloto Pita. Estava numa elegância que Alesandra quase nem o reconheceu. to, Imginm o (Clenil±a» todo farda«dinho, rerindo te goleiro num jogo de futebol d a]o on: é isso queridtnh6? E para perder brdgvi· nh? O melhor é voe ir l discotheques do Ac r :il,rul. fu)ou·e ~k> 'lllE~IENOO J!0 1 • de eresta aconteceu no dia ll no Costela de Ouro. Ienato, que já ·chegou de viam, P ou o S·anda!li de B80 baixos do eu Joaquitn ; 1Ju1011 poru fava. :, ? AI o negócio engrossou. O jornalltn danou 11 cantar erestás, e o Mistral aqueles tangos moruvlllrnFoS. l're.oeutcs o Amaur,. o Dr. egrão, o Fellrinno e respectiva• cspoíln• (1 filhos. FOI uma parda, o scotch a •ontnde, e lá pele.a tantn•. aquela canja de i:"linlin. Al.-nundrn e•rondldinha só n•ahtiu. Nem no rnenoH tl 'er~m o elei-iincla ele convida,Ja para gabo. rear a canja. Cravos pra todos. ;>'<i ESTA st'mann é 16 qucridinhos e querítlinhae, Na próxima cotaremos de volt:i e e@peraruo, com muita, novidades. Até lú. o<-3 Pcneamento do Semana: )!ais vale um Serafim de avião do que um Getúlio de C,JO! Por considerá-la "urna medida multo antiga " os produtores gaúchos defenderão a queda do tabdamento do preço do arroz, darante o III CongresEto ~racional de Orizlcultura, oue Re realizará de 5 a 9 de feve. reiro, em Goiânia. E, em Porto Ale gre, os produtores decidiram pleitear ao governo o preço de CrS 279.:0G por saca de 50 quilo3 do arroz grao longo, tipo dois, da próxima safra. Atualmente, o preço minlmo estú fi xado em CrS 182,00 e foi estipuladu em junho do ano pa-;sado. O aumento sofrido nos preços dos equipamentos e insumos agríc0· las é um dos motivos alegados para o pedido do reajuste de preços. Na raunião do Instituto Riogranden11e do A!'roz, os gaúchos manifestaram a P ·perança de que o próximo minis tro atenderá suas reivindtr.P.ções. Elfrida Hoffmei ter Delfim Cc,nfecções Finas para Homens, Senhoras e Cr'ianças Art!gos para Presentes em Geral Agradecemos a Preferência Avenida Duqua de Caxias, 561 J ARDI'M MS. BVELIN o ÓTICA CIENTIFICA av2112)0 0$ 21$ fOculos, Joias, Relógios, Presentes e Trofé.us Esportivos Ótica dos Elegantes da Capital e Regiüo R a 14 de Julho, 2104 Campo Sul Continuar navegando 82_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº82_15_01_1979 84_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº84_02_02_1979 Voltar para a lista de itens