84_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº84_02_02_1979 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título84_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº84_02_02_1979Número da edição84Data de publicação2 de fevereiro de 1979Número de páginas8GeoCoordenada -21.519110569487225 , -56.14842870664278 Documento 84_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº84_02_02_1979 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Aviso aos avegantes O Diretor-Rvspnvel do foral CORHEO LADINENSR, é o jrl«ta I v !o <'e, ia·équetg !rrs a tient +o poli14ea editorial do jortal. .otu +nado, todas as mtér+as de fumado politico +ao d u iutelrs tepon li ite quando lo publicadas em :slutar do autor No buvetia necas}d !e de·ta nblteaçlo s spititos retogatuss e esquinh1os vericassm o e p lute Parabcns jardtnenses, hoje ja te- enviar ao nosso governador, ao nosso mos condições, e por sinal ótimas, de prefeito, a noss~1 eldade u aos jardlnenees, porler assistir tranquilamente (embora Rosnas pra todos. sómente até mela-noite, perdendo assim ótimos filmes) nlguns bona pr0gramas de televisão, tendo assim mais opçõrs de lazer. l ! grer eemetereter r ateoo esete.ge mer- Editor (esponvel -: =- l'EREi Realmente, nosso prefeito ação, Fernando de Freitas, e1,tá aos poucos, mostrando que ó um excelente adminls tmdor. Snbemos todos, da sua enorme dlílculdude por falia de verba, constante, assolunte. Pois bem, mesmo ossim, nos so Alcaide v,,m reallzundo, mesmo com n Citmara lJuulcipal contra, além de inl migos gratuitos da próprio cidade, Fer nando de Frnltas vai acontecendo. O asfalto tilo comentado, tão difainado, já é uma grande realidade em Jurdim. Os culçadões, que darão nova vida a nosrn cidade, aí eito para quem quiser ver e crlticor até. A tC'levlsão, doce realldn de, mugnífloo espeiâculo audlo visual, os lhos dos jardinenses. Imagem e som perfeitos, podemos inclusive assistir a corrida de Fórmulu-1, diretamente de Uuenus Aires, onde nosso patrício Emer som Flttipuldi conseguiu um sexto ingar. Nr,vas dlmenE-õe se de cortinam peran te os jardioenses, que agora amando .seu Alcaide o quanto ele merece, jà não mais criticam pelos ruas ;;eu trabalho. su a operosi'.iade. Chegou a hora de termos plena confiança. em Fernando de Freitas, da mãos dadas com ele, trabulharmos para ver nossa ,Tardlm tramformar-se num Jat·dim. Temos de nos compenetrar do fato da real importância que noi,sn cidade assume no contêxto do novo Es tado do !lato Lirosso do Sul, posição esta, conquistada com elegância através do trabalho Insano de nosso administra dor e de no so povo. ó nos falta agorú, a comunicação através o telefone. 'a• mos dar mais um voto de crédito ao nosso prefeito, parn que possa junto us autoriclades competentes, nos trazer o tele[one, e completar assim, o mínimo necessário para se conseguir uma infra estrutura, base do de envolvimento e do progresso, como tilo bem nos disse quan do aqui e ·teve, Ilarry Amorim, nosso governs.dor, e em quem tanto confiamos. E com permii;são da nossa colunista so cl'l 1, vamos usar ma terminologia, para Escritório Geral le dvecacia Sergio Roberto Perondi CAUSAS DIRF.ITO CfVEIS TRABALHISTA AGRÁHIO - INVENTÁRIOS ESCRITOR1O-- Rua 3 de Outubro ( ,o Ludo ela C'irclrun ) Bela Vista MS Lions Clube abre campanha para Hospital M, Rondon A última reuolilo do Llons Clube de Jardim, sobre a presidência de José Destefgni, foi muito movimentada tendo nosso redator ítalo Borioll, ido convi dado a participar da mesma, onde to ram discutidos pontos de vista, no sen tido de um apolo mac!ço c!os leões e domndoras, ao Hospltnl Marechal Rondon. Na ocasião foi aprovada uma r,ro poslçüo do secretric Toninho Aranha, no sentido ele ser construido um necro tério e uma capela nuquele hospital, o bra necessária e da qual estávamos ca rentes e necessitados. A e sim. ficou esta belecido, que nosso Correio .Jardinense, lrá dar apolo integral a campanha. E realmente lncrlvrlmento desabonudor' sabermos que nossa gente estava lotal mente sem recursos de ateodimentvs a SP.US mortos, sem a conclicfio de se rea. lizar uma necrópsla. quando necessária ou mesno velar seus entes queridos, a não sPr em suas próprias residências, É claro que isto não é tudo, muita coisa terá de er melhora da no Hospital fo rechal Rondon, até mesmo com a inte graçiio de novos médicos e talves até a transferência de outros, mas lsto é um assunto que não nos compete, e sim a dirPçüo clínica do hospital que já co uhece de sobra os problemas ali existen tes, e que esperamos que os resoivu em benefício do bem estar do cidadão Jar dlnenso. Faltam recursos financeiros pa .. ra uma melhoria ger11l no aparelhamento e até mesmo nos atrevemos a riz3r da, rr.ontogem de urna sulR. de Rsios X, peça ruadumental em qualquer hospital que se preze, indicada para a constatação de fraturas. ~tos ni temos o Funrural, o lNAl PS que poderfü1, mediante convênios resolver tais problemas, basta que sejam tomadas !iS inlrlatlvns p(.lr quem de di reilos. Dr. Olavo Monteiro Mascarenhas ADVOGADO OAB/:IT 1615 Causas Civis e Criminais Rua Antonio João, 842 lar!in Ano Novo, Rodoviária Nova .'s crfticus exlr1tem. e liempre silo vlidas, desde que construtiva, desde que possam trazer bPnefícfos. Existe PIII Jardim. algo que há multo tempo se fuz necessârlo rnodlflcur, ou melhor, cons truir. Dt:vldo no movimento de trnospur tes coletivos de pa;;sngelros, lntermunl• clpals, ônibu que llgum Jardim a Cupl tal Campo Grande, e os demais munfcl plos de Porto Murtlnho, Bela Vista, Bo nito, Nlouque, Aquídauaua e até rne&mo 11 vlzlnhu Gula Lopes da Laguna, o mo vimento de passageiros é grande, e corn porta perfeitamente, a construçllo de uma .rodoviária decente, funcional e con fortável. Não temos ainda esta tl!o sonhada rodovlA· ria, ,Jurdi:.u está aparelhada sómente com um pequeno salão, sem um minlmo de con forto ou funclonabllidade, adequados n. esta prestação de serviços. Inclusive, multo mal localizada, exatamPate bom no cornçiio da cidade. quando prática mente já foi provado por vários motivos, que uma estação jamais pode ser coas, trulda no centro de uraa cidade, motívoR esses que agora não vêm ao caso. Tratemos do problema em si, 0s dem is fica para outra ocasião. l'ós te mos um secretário de traaPportes ou pe lo menos, devíamos tê,Io, este probJe. ma evidentemente estA uféto a ele dire tamente, embora concordemos, que o Estado deva sem dúvida alguma, também participar e utivarnente da questão, ou seja, a construção de rodoviárlas decen. tes m seus municípios. Estamos certos de que a solução por parte do governo ~sta1ual, viria e a curto prazo. Resta nos então, solicitar das autoridades mu n!cipuis competentes, responsáveis pelo setor. qne descruzem os braços e col11- borem mais com a cidade a com seu Aleaide, indo até a presença das autori dades estaduais, já com área devidamen te escolhida e doada pela Pre[eltura, inclusive, com o desenho ou até uesmo corn urna maquete do novo prédio, a fim de conseguir o auxilio necessàrio através de liberação de verba, que vies se suprir as despesa na construção da novo rodoviária de Jardim. Leia Correio Jàrdinef1se -EMPRESA JURIDICA CYRIO FALCÃO- Causas Civeiti CYRIO F,LCÃO Comercial CARLOS E. MEDEIROS Criminal ANTONIO BRAGA Advocacia perante o Tribunal d; Jus tiça do Estado de Mato Grosso do Sul Sus tentação Oral; Elaboração de Memoriais; A dvocaeia Especializada; Contatos Permanen- 1 e, com os colegas. ESCRITÓRIO - Rua Rui Barbosa, 2.77-l Ctl telefone 33-2948 Campo Grnde MT Mito Gro o do Sul Cu o Inédito em nrclirn As dona de casa que e interessarem e us joven de nossa ctda dl•, podaflo II pnrtir do dla 2A deste m, upó« Inser nerelil·íllJ 00:1 dln 22 e 23, 1 n CASA DO G.ROTo,· Irc(JU(-J1lur um curso JuéP urtilirlals, com aulas grntultui. !nodaruo r!l.plc!o e prlítlco, mlnlR trndo por professores cspecfnllzudos e oom 11 duração de 15 dias. No final do curso, serão entregues Certifi eados de Aproveitamen to, e ao inscrever-se na senhoras e senhoritas poderão ver um mos truário completo do cur so ser ministrado. Se rão formad116 duac tur mas, que • funclonarJlo nos FE:gulotts horários: Turma da manhã das 8 às 10 horas e, turma da tarde das 14 às 16 horas. O curso que será dado r.,a CASA DO GA ROTO, será ofertado gratuitamente pela firma MultHlores de Baurú, sno Paulo ãs jovens e donas de casa Jardinen Rg8. Fundado o Sindicato Rural de Jardim Sábado, dln '!:l elo janeiro pt6ximo pas-ado, à, 9 hora, da manhã, l m reunião que a. conteceu na Chácara da Casa do Garoto, !oi fundado o in, dicato Rurul de Jardim. E!tnrnm presentes ·nírlas nu toridadea, entre elas, o sena dor Italivio Coelho, o depu todo Roberto Orro, vários re feitos da região, presideates de aindicato5 além da cúpnla da Arena de Jardim, e seu prefeito e vice. Dr. Pernando de Freita• e Heron do, Santo,. Na ocasião usarm da pa lavra slém do sen. ltallvio Coe. lho, que encerrou a reuni!io o prefeito de Rio Brilhante e presidenlt' do Sindicato Rnn.l também daquela cidade e Fernando de Freitas. O inicio dos trabalhos foram marcados, com a lei cão da Diretoria do Sindicato Raro.! de Jardim, momento em que foram sufragados os no mes de 1rês proeminentes fi guras de nossa cidade, os quais caberão reger o destino da Enudade smdtcaJJ.u. São elt:s os senhor.,, Olmiro dt: Souza, e!elto presid;,nte; Ce Ieido Coimbra Grubert, serre tário e; Alziro Xa,·fer no cor• o de tesoureiro. Após a eleição e posse da diretoria. foi oferecido um lauto churru,co a todo• O! presentes, que eram en ran de número., O prefeito de Jar dim, Fernando de Freits, o fereceu as acomodações onde irá is!r-se futuramente o ..Sindlcato...na Setlc da piópria Pn-leitur:i Munirip,l. l I ,Jardim M Bonito (Jornal de Bonito) O verea dor de Campo, Elpidio Jos Roque de Carvalho conhecido como pl da cidade depois de muita lutas junto aos poderes público conseguiu trazer impor'unte benfeftorfa par aquela reio. Em uudiéncia que manteve com o governador Hlarry Amorim, onde deixou putcoto que a Julla t.lP 1uanull'11çã 1 1 ua esiradu que lia Miranda à Cmpi0 e Campo uo 'Taruma estava prejudicando o escoamento da produção, ficou esta beleeldo u nescessar!a prioridade paru uquelo Rorvlço. No momeuto f'Jn que encerramos na present edtção, maquinários da DER SUL que ui:du usa a sigla DEEMA'T estavam Iniciando l)S trabalhos nnqt1s João Teixeira, hoje fun c i o n á r I o da D E R E C fun ciona vo em um pequeno galpão coberto de lmcurl. Em segu!da truotiferlu-se para uma casa de madeira e evoluindo sem pre chegou em modernas Instalações on de funciona também o glnósio, que con ta até com energia própria. Esse marco de progresso truz o nome do dinamismo do seu vereudor que muitas vlngens ft,z à Culabá. No Inicio daquele patrlmonlo, exis tiu até um improvsada cadela. As pes soas que cometiam delitos graves eram acorrentadas no pé de uma paineira até ser removido pura Miranda. A história de Compilo, com lances d-:-amátioos da luta de um povo pela conquista da terra onde o.té jagunços enfrentavam, foi es crJta minuciosamente pelo primeiro pro. Cidade do Vaticano - O Papa João Paulo II declarou que o respeito pelo homem é a base da Booledude hu mnna e criticou os movimentos ideológi gioos que não valorizam este ponto. Falando a cerca de dez mi! pes soaH, em sua maioria jovens que enfren taram fortes aguaceiros para participar da audiência domlnioul na pruça de ão Pedro, o Papa afirmou: "E preciso ini ciar um esforço de aproximação entre os homens, de mútua compreensão, de união b'l.sead& no essencial e profunda mente humano respeito pelo próprio ho ruem", João Paulo se referiu principal mente ao movimento ecumênico que vi sa unir todos os cristãos. ''Este programa (ecumênico) de u nidade se tornou em nossos dius um simbolo eloquente de contradição, quen do eomparado aos vrios movimentos de luta que nlo salvaguardam o ho;nem na procura de seus fins e na imposição de seus objetivos aos outros", di se o Papa. "Esse modo de agir nada tem a vr com a luta honesta das convicções no campo dos problemas humanos, de qualquer ideologia que aspire ao bem fessar de Campío, Sr. Aristides João 'T'eixeira, e muito em breva será publl cado o livro que em dúvida será um Bet-eler matorossune. Nna nossa edição anterior publica- mos uma mstérla obre Campo. a qual teve rande repercussão e fomos proeu rndos para fuzer ampla reportagem so bre naquela cidade. Na próxima emanu os rpórteres e agentes publicitários do Jornal de Bonito percorrerão tada aque lu reglfio pum coletar lnformnçõea arrm de preparur uma edição espelal par Carnpüo. Correio J ardinense (Ol/O!J/76 - SEMANÁRIO FU 'DAÇAO IVALDO PEHEJHA Arlministração e Sanardes S/ !pe-ao Tua l.le o Vhtn Hrdnção Hua Ten. Jardim M Duque de Caxias. S/ Mato Grosso do ui EXPEDIE TE Direi oro ll11riu F.•teln VelBEquez Pereira Editor haldo Pereira Redator !tolo Boriole Departamento Comercial Álvnrn Pereira Gerente Gilson ih•o antos Registralo de acordo com a Lei CGC-i'llF: OJ.20l.26t1/Q002 A SINATUHA Jardim CrS 300,00 Dernois 111uniclpios 350,00 Os rtigos publicados com nesinnturns dos nuam do homem, mas uma luta contra o homem". Sitos ri costuit f5 si/ais mo fio Porto Alegre - A empresa gaú cha Pedro P.C. de Campos será 11 primeira do Br.asil a com,truir hospitais no Egito, dentro de uma programação que prevê a con&trução àe 15 unidades de 3 mil lt:itos. Há possibilídades de que a participação br&sileira inclua os e quipamentos hospitalares e a mão de-obra pura a instalação dos hospitais. O in,estimento na construção dos hospitais será de 40 milhões de dó!ures cerca de CrS 840 milhões e segundo o diretor da empresa gaúcha: Sr Pedrc, Paulo de Campos, "pretendemos utilizar mão-dti-obrn brasileira'" embora - . , nao saiba quantas pessoas serão ne- cessárias porque há muitos problemas para trabalhar no exterior: CAMPO GRANDE. A legislação do mi d dez nunie!pios do Estudo de Mato Grosso do ul, considerados como áreas de segurança n ·iunal, p0 dera ser revisau no governo do eI'· rel João Baptista de F;guetred », sezun do informações a esse rpeito, divulga das em Brasilla pelo senador urentsti Jarbus Passarinho, líder do próximo governo, no Senado. O senador Jarbas Passarinho defendeu a revisão dos critérios e con ceitos que levaram o governo a definir como áreas de eguraoça nacional, cente nas de municípios brasileiros. O maior nú mero des6es município!:<. CRlÜO locultzudos nos Estados que fazem fronteiras com al guns dos paíse du A mérlca do Sul. No Estado de Mato Grosso do Sul existem dez rnunleípios con~Idorados como faixa de fronteira, com o Purugnal e Bollvia, e são coot'ldPrados corno de úrea'.i de segur1:1nça nacional, cujos prefeitos são indicados polo governo estaduul. Esses municípios são: Mundo Novo, Amambnl, Aral llorelra, Por;tu Porã, Antonio J oáo, Bela VI tu, Caracol. Porto Murtfnho, Corumbá e Lactário, 11 Neto, ror,·CJRpcindrnrn da folhn de São Palo, em Adamantlna, etá sendo maçado covardemente, pe lo Rarr~rnto da PM, JIrton Hurnl,I, cr> mandante do dentncamento policlal da cldudo. O motivo de tal numençu, ó de na. lu1·r1.a 111o torpe quunto covurdP, polH aquele prof!lonl está endo ame; 1do pelo simples motivo de tcr escrito o. verdade. Aconh,co, que como foJ notórla mcule difundido pelo jornal O Adumun tlncnfil:', e pelu Folha do São Pu ulo, hó alguns dIns atrás, Iá n cidade de Ada. muntinu, o ,mrgcnto Ah'Lon, totalmc:nlc ombrlugado, ei;punoou. covut·demente seu compunhclro do fnrdn o soldado PM lzael do Froltns, do 2 Batalho de Cho ques du Cuplt11l. O soldado Izucl, oslu vu nuquelu cldado visitando porentetl, qunndo adoen tou-se, e foi no hospital loco! u fim de medlonr-sf', Altas horne dn madrugada, após sooorrldo, Jznel encontl'ou dificul dades em ohnmor um taxl, o se faz!a necosi;ârlo por enoontrur-se ainda enfra qucldo. Assim sendo uma das enfermei ras por ser ela pollclal, lembrou-se de ohamor uma rádio patrulha para trans portá-lo, o que seria perfeitamente eze qulvel. Acontece que a RP velo, mas com dois soldados e o sargento Alrton Rombl, que em ello estado de embrla gnês, vinha de uma festinha, sem mais conversa, passou a espancar Izael, que ainda estava deitado, com um cassetete ds madeira. Atônitos os prese11tes em CURE, governador Amorim ,. ,. A slluaçl:o do município de Guia Lopes, na que concerne a POLICIA é, por paradoxal que possa parecer, um enso de policio. . Senão, VE>jnmos: n- o 12 Sgt P~, Cmt do Desta camento, com diversos cursos, foi reco lhido à Delegacia Regional em Jardim. b- o Delegado Interino está só e, consequentemente, por força das circunstâncias, é obrigado a exercer to das as funções, inclusive a de faxineiro. o- a segurança, Implícita da presença da policia no Municiplo, seja do Serviço Público ou do Cidac11lv, dei X<'U da existir, colocando todos, indistin tamente, a mercê do que der e vier ... d- como s que pode um Desta camento, anexo a unia Delegacia. flcur sem pessoal, é ccisa que ninguém enten de. Talvez o Secretário de Segurança possa explicar, Isto posto, a solução se impõe: Cabe ao prefeito A!exandre A brão ir a Campo Grande, com urgência, e sem constrangimento. PEDIR, DIRETAMENTE, SOCOR RO AO GOVEHNADOR. Jr, sClm intermediários, logo ao SANTO, pois, não seria de admirar-se que algum PROFETA, de maus bofe11 quisesse fazer mérlia com o problema. Cyrano de Bergerac vio tentaram evitar o bárbaro e+panca Inepto, e depois do nlzum ten {o copie ulram conter o p/rito atensor que tudo huzia puta 'r vazão u us itstin to criminosos. O soldado P.A !zuvl, pós sofrer agre+são, bstante mchu e1do com muitas conturõs e escotla ç0es fo! a delegaciu de policia e upre tentou queixa, tendo o delegado, corte tumente, autuado o +al nto covarde, e dado ciência i1redlaiamente i·n C<JII ando da PM em Campo Grande. Em cose ()ll<!nolu, o agressor qu é quito mal visto na cidrde pr seu gênio in'en.pe tivo e por uus crueldades devera. pelo menos ser xqulso da I'leia Militar. Em base a se acontecimento, nosso cole ga Antonio Caetano dos Santo Neto, cumprindo !:leu devr>1·, noticiou o fato na Folha de Silo Puulo, e agora, r.e vê u meuçado, tendo em risco sua vida, por um mau pollctnl. um mnu cnrúter, um covu!'de 08pancnclo~ que se prevoleco dn fardu que deveria honrar, para come ter umu sério de dosullaos contra uma população. Nós do Corrrlo Jurdlaen~r, como é do noso dever, façamos solidá rios ao jornalista Antonio Caetano dos Santos Neto, oorre~pondentc da folha de São Paulo am Adamanlina. :E3 METER. Que a feira de Jlirdi::!l é totalmen te inoperante já é assunto sobejamente conhecido pela população e autoridades. Sabemo1:1 do desconforto que ela oferece não t.O aos próprios feirantes oomo tam• bém àqoeles que là vão fazer suns com pras. A condição de higiene então nem se fala, essa óbviamente não exi:-te e está lã para quem quiser ver. A unlca so lução possivel. seria a derrubada total do tudo que aiodn está de pé, e uma nova ronstrução, ou seja, novas barra cas, instalações sunitárias e melhor apro veitamento racional do espaço. Assim, se raciocinarmos bem. levando·:!e em consideração que o Alcaide llfunlcipal, ouça o ape 1 0 de seu povo e faça a 110- va obra, porque nllo em vez de uma no• va feira, não se construir algo mais de finitivo, algo mais r:ólido? Pensamos sem divagar, claro, na construção de um Mercado Municipal. As despei,as seriam mais ou manes equiva lentes, e seriam então construidos boxes de cimento armado, que posteriormente, seriam vendidos úqueles que desejssem compre-los, ou até mesmo alugudos, de pendendo da orieutaçâo de nossos admi nistradorell. A Prefeitura assumiria o pa pel de zelar e fazer a manutenção do mercado, só que faria mesmo, não deixa ria queremos crer, a _edificaçiio aba ndo nada, como ocorre agora com u feira. E finalmente, Jardin.. teria seu mercado municipal, idêntico a maif)ria da~ cidadP.s brasileiras, como já o faz pc,r merecer, devido ao seu índice de crescimento, progresso que já é bastante elevado. Rua Antonio João, 1011 ôRtÇ. 1 O A O C11V [Sr" tTO S 10 , a t r rto diá . r-lhe por talo e roifitrar ois usa eu, que rt pana quero r prat de o por maior que ja a ±nu-ao mnterial nlo erra o ní. nin, da ontade que to le wn dia estar eont ate ta«das o» ruru« ir±o ta lóra ter tua, ohriesda ais ursa ezts pesa dreerá fazer e»tn oro 3 dias seguidos em f 11<r <) 1·•·,li•I no, Dentro de à «dias rrá aleaala a grça, por mais difiil que ja) pu hliar asim que receber a ruça. E. V. P. 1 AGRISUL Agrimensura ~!ato Grosso do Sul 1 efüões de ferras em ueral - mn naliliaãn tresnzatrnos t área, lo!eamenlos, nivelamealos, turvas de níveis, ele. Grande experlêacla no r:m,o ele topogrn fiu P. rntlficaçõ s serviços executados de acordo com as exlgêociHn do INCRA o único scrltórlo que conta com 2 (rlolt1) agrimensores formados paro. g-arauttr preC'lsão nos serviços execuladoR. F, lombro-su sc ohores proprietários, na Agrlsul voce aão contrat!l latermedlárlos NA AGRISUL É GARANTIA E PRECISÃO NÊLIO, AllAURI e OSV,LDO Ilela Vist; MS. SRS. VLU:N'fES Quando chegar em Porto iIurtlnho. hospede-se no NOVO HOTEL CAIÇARAS - E sint,1-se como se estivesse em seu próprio Lar: O NOVO HOTEL CAIÇARAS está sendo atendido pelos seus novos proprietários WALTER E OSW ALDA RODRIGUES - que estão de braços abertos pare. recebe-los a qualquer hora do Dia ou da Noite NOVO HOTEL CAIÇARAS Porto Murtinho Muto Grostio do Sul SETE A GRI Serviços Técnicos de Agrimensura Representante: NIVALDO DE BARROS Medições de Fazendas para ratificações, desmembramento de áreas, loteamentos, nivelamentos e curvas de níveis. Rua Antonio João, 900 Bela Vista- MS ! ) , Ambiente Seleto Antonio .João de João Freire de úliveira Refeição Caseira O seu 11:1.r <lm Antonio João O Hotel da Fronteira. Hospede-se no Jeane Hotel e sinta-se em sua Casa. Padrão de qualidade Rua Amambai com Bela Vista Mato Grosso do u] ,Jardim MI Corro!o Jard1pene POLICIA DE JARDIM MUITO MIL IPIRELHIDJI Delegacl confortável, prédlo pr tleamente novo, condições htiênlcas das melhores, tudo bonitinho, mas pollcíals suficientes à munutenço du ordem, a purHll.rngem ruclcnul, vlatums, armumen tos ui 0 que nas coisas flcm pretas. Um muntciplo como Jardim, e que, nbrlpa cerea do vinte mil seres humanos, poue to sómente, dez ·pollcfuls para cuidar dnu ordem e zelr pela ua segu· rançu. Entendomos que o policiamento dt-va ser preventivo e represlvo, depen dendo 1!11 ocasião cm que os policiais dovam utunr, lógicamente. Pois bem, em ,Jardim, oom a ltunço atual, da enor me deflclõncla dP policiais, civis e millta re, de que forma se poderia Jazer um pollclamonlo preventivo? Se realizo., a peuae e til.o sóm'3nte, o pollolnmento re pressivo, e usslm mesmo a duras penas, uma prestaçllo do serviços preeárlo corno precário é o pollolamonto da cidade. .'.'1í'io se vê um soldado PM patrulhando 8 ruas, ou pelo menos nossa avenida principal. Nilo existi, um, nem ao menos um soldado patrulhando o trânsito, o que ee faz necessário devido ao movi mento que temo8, no só dos velculos baseados em Jardim, mas também, e, princlpalmenle, pelos flutuantes, aqueles que transpassum no8sas avenidas a alta velocidade oro demanda aos munlclplos ,·lzlnhoEI. Existem ainda os caminhões, que multas vezeA oarregados cruzam a avenida Duque do Caxlal'l correndo ve-r tlglnosamente e pondo em risco vidas humanas e até mesmo posstvels aciden tes que venham a destruir nossas lojas oomerclnls. Po!s bem, para policiar esta cida de, epte município, onde além dos pro blemas considerados normais, existe ainda vasta zona de baixo meretríoio, temos a seguinte equipe pollolal e viaturas: Um delegado regional, um delegado titular, dois lnveetigadores. um sargento-coman dante do destacamento e 6 soldados, além de um jipe já deficiente da policia civil e outro dos policiais . militares. Quanto no armamento nem é bom falar, armas antiquadas, e atá muitas vezes, falta de balas para seus revólveres. Esse é o quadro tétrico, da força policial que nos assiste, dando-nos cobertura a nossa familia, e a nossos lares e esta belecimentos comerciais. Os policiais de Jardim, sem excessões, são verdat.!eiros heróis, pois ainda conseguem realiz11r a maior parte de rnae tarefas, num regime duro, de 24 horas por dia de trabalho sem direito nem a uma folga semanal'. Sofrem ainda o sério problema de quan do o jipe estiver enguiçado, o' que ocor re normalmente, ter de sair para dlllgen ciar ou efetuar prisões a pé, o que é simplesmente ridículo, e expõem rnas- vi das desneceseàriamente. Apenas a titulo de comentário, podemos citar a situação da vizinha cidade de Guia Lopes da La gunn, que sofre os mesmos problemas. ou muito menos condições de trabalho ou seja. Possue aquele municipio, um delegado, e um sargento que eomanda o destacamento, um lnvestigad<ir e um es crivão. Quando se faz necessário os PMs de Jardim para lá se deslocam u fim de auxiliá-los nas operações. Mais um apelo que o povo de Jardim faz ao go verno dor Harry Amorim: Senhor gover. nador, não queremos em nc,ssa cidade um policiamento apenas repressivo, necessi- te mos também que ele seja preventivo para n tranquilidade de nossas familias o nosso lares, O nosso destacamento pollelal além de ter de st!.r melhor apn rclbado, com nrmamento moderno, mols viuturua, lnclu11lve pura o transporte de presos com maior segurança, e pelo menos ter um eletivo do 20 soldado:, da PM, para devidamente dlstrlhuldos, po derem patrulhar n cldad~, funclonur diante das escolas o grupos uscolares, e melhor dominar nosso servlço de trnsi to que Inexiste simplesmente. Poder Judlclfnlo -- Comarca dC! Jardim Estodo de Mato Grosso do Sul Cartório do 1° Oficio Edital de Praça e lntimação do Devedor O Dr. João Carlos BranJes Garcia, Juiz de Direito da Comarca dc,1 Jttrdlm, Estado de Mato Grosso do Sul, Na For ma da Lei, Etc ... Faz saber, a todos quantos o pre sente Edital vf.rem ou dele conhecimento tiverem ou interessar possam que, foi registrado o próximo dia 02 de Feverei ro de 1979, às 9,00 hs. quando o portei ro dos Auditórios do Forum, levará u p1'.lblko pregão de venda e arrematação, a quem ruais der e maior lanço oferecer acima da respectiva avaliação que foi de Cr$ 200.000,00 o hem penhorado a executada Comerciai Moreira LTDA. na Ação n2 27/i7, de Execução Forçada por Títulos Executivos Extrajudicial movida por Johnson & Jchnson S.A. IND . E Co mércio, a saber; Uma casa de madeira, coberta de telhas, c/7 peças, e 35 m2 de oonstruçlio e lote urbano nº 08, da qua dra 26, medindo 20x50 metros ou seja 1.000 m2, na cidade de Jardim, com oe seguintes limites: Frente para R. Dr. Ary C. de Oliveira; Lado direito, com lote 10; lado esquerdo, com lote 06 e Fundos, com lote 09, registrado na co marca sob 2 .566 de propriedade de Rosely da Silvn Flores. Não existindo nenhum recurso pendente ou ônus sem o bem penhor11do. Se o supra menciona do não alcançar lanço superior ao valor da avaliação, será vendido a quem mais der e maior lance oferecer no dia 15 de Fevereiro d3 1.979, às 9,úOhs. O arrema ta.nte deverá garantir o lanço a/o paga. mento à vista ou à prazo de 8 dias mediante caução idônea, nos· termos do artigo 690. do CPC. Fica pelo presente Edital intimado o devedor. E, para que chegue ao conhecimento de todos A nin guem possa alegar ignorância, expediu se o presente Edital que será publicado e afixado na forma da Lei. Dado e pas sado na Comarca deJardlm MS. nos 29 dias de mês de Dezembro de 1.978. Eu, Maria Lidia Z. Oliveira. Escrevente Jura mentada do Cart. do 1° Of. o datilografei e, subscrevG. O Juiz de Direito João Carlos Brandes Garcia Juiz de Direito taras Ripas e- [e necessite par Jili Lame;:te!mente, a conteceu em Jardim ut incêndio de média pro porções, deixando um saldo muito triste de uma vida humena. Ou tros poderão acontecer, esta é u r d!idade, e em ucontecendo, que melos terínumos nós pura de bel-l0, por menores que fossem? Teríamos de nos ussujeitar corno ocorreu, em nprigar o sinistro com baldes de água, tiradas de ulgum poço artesiano muls próximo, usufrul11do de um Gistern:i rústico, qui:i foi deixado de usar há mais de melo século. Este é o momento de solicitarmos auxilio ao governo do Estado, boa vontade que Harry Amo rlm demonstra em trans formar nossa cidade numa micro r,•gião. Ne cessitaruos com urgência de um posto do Corpo de Bombeiros, as1oim co mo pelo menos, de um c1:1.rro pipa, uma bomba a fim de resguardarmoe nossos patrlmôniog_ Nos, sa região é de muito calor e esta aspecto, fa vorece, lógicamente a propagação rápida de um incêndio, com con sequências até imprevi síveis. A maioria das casas de Jardim são de madeira, e se por ven tura u.:na delas, no cen tro da • cidade ardesse em chamas, quem é que pode garautir a dimensão drástica a que poderia chegar, que Ealdo tétrico teríamos de contemplar passivamente, vendo destruição de nossa ci dade. Urge, portanto se nhor prefeito, que V. Ex. eia., tome a iniciativa de no menor espaço de tem po possivel aparelhar Jardim, com pelo menos um Posto do Corpo de ombeiros, e consequen temente, com uma bom ba, como é comurnente chamada, que serve ao mesmo tempo de reser vatório e pode captar ág_ua de onde quer que seja, desde o hidrante até_ um simples poço ar tesiano. Essa medida sem dúvidas, viria trazer mau; tranquilidade a nossa população, e evi tar que algo de muito grave ocorresse em )ar dim com relação a in cêndios, que infelizmente ão inevitáveis. ' (Cont. do número Interior) Guerra ao /Alcoolismo" Pe, José lzidoro da Silva ·O Vinho é escarnecedor, o Beb!. da Forte alvoroçador; e todo quêle que neles errar, Nunca Será Sblo" Prv. 20:1 O homem viciado, sob qualquer forma de vício, já não terá condições, para enfrentar u rena!idade da vida, não terá condições, pura cumprir bm sua elevada missão, estando vencido pelus fraquezas da carne e paixão dos víelos sendo um imples escravo dos seus vi cios moral e fisfcatnente imposstbllltado. Os vleios, especialmente o alcoolismo e o tabagismo, constituem uma formn do suicídio a longo prazo. São Irreparáveis os mnles causados espcclalmrnto pelo alcoolismo no mundo. Combater, deola rar guerra u este vício, tornou-se Já, a mais urgente necesP!dade, rrnndo ôlo o maior lntmtgo da paz, do progresso, da saúde e da própria vida do homem. La,~• mento que os nossos homens de Estado, nem ao menos se preocupem com êste monstro desolador que sorrateiramente vai escravizando e consumindo mllhõefl e milhões de vitimas anualmente, ml nando-lhes e solapando.lhes as forças, tanto moral como físicamente, sem que quase nlnguem se levante para combatê-lo. Preocupam-se com problemas de ordem polítrca, ou de ordem econômica eto., deixando completamente à margem de suas cogltações 01:1 mal11 Intrincados problemas de ordem moral e social, oo• mo é o caeo do olcoolísmo, do jôgo da azar, da prostituição e outros da mesma ordem, que campeiam no selo das socie dades em suas mats diversas formas Ima gináveis. para diminuir as nossas forças, embo tor o nosso brilho, roubar o nosso bem estar, cercear a nossa liberdade e embrutecer os homens, levando-os a des truição. Este livrinho, como bem diz o Ilus- tre Prof. Milton Martins, é uma humlldo contribuicão que venho prestar 110 povo'·»'i-. de urupês, e a tantos quantos dele se e:lce,:J SEMANA pausada, reunidos, Giorlano, Paulinho, o jor nlista o o Mistral, Itesultado espetacular, ·e reHlll. Paulinho chora um pinho mu!to go toso, e canto de dupla com 11 Tiua un a moreco,. ATÉ o culadüo do Wul<lomlro cantou, e a coisa foi mndrugnda a dentro, Como é gostoso u mu 1erc1Ia sacl111. Ale160ndrn udoruu e pro• mele daqui }na frente participar de toclu os 1crc1Ias de nrdlm. Hoeos pru todos os par cipuntes. 1)6()00Q FELICIANO e Cnrmem. com os filhos viajaram para Mi randa, 11 fim de particlpnr do caenmento de uma ,obrinha. Dí!(lc,&:3 LOGO depoia o 1impático o robusto Feliciano, vai a Campo Grande prestar concurso. Alessan dra deseja boa sorte pra cio. o8$90 SUJIIDO da noite jardinense, o simpático Carlos AI bcrto do Incra e sua esposa. Precisam op11• reoer, viu queridinhos? 08390 A CEMAT parece que tomou jeito. Pelo menos nees 45 dias, cm que o jovem Teófilo citá diri• 11indo o e1crir6rlo de Jardim. Parece que o meninão entende da coisa, Rosa pra ele. 86 falto a luz ficar maia um pouquinho para 11 gente podH u1istir os filmes 011 TV. c,j:;i:8(1 SEGUNDA feiro, quando Cozia um calor inferno) na City São Pedro rc•olveu lavar a casa, e o resul tado foi uma chuvn maravilhosa. Teve gen te que até tomou banho de chuva. Alessan dra 111.be de tudo. c,;,:::-::eo LEOPOLDO Pedro bem melhor da gastrite, Tambem o coi111dinho calá pa1sando n leite. A nir é quem está eontentt1 cnm o pausa. né? Aliás e a famosa discotheque dos coroas? Alcs aandra j6 está ficando desanimada. o+< 93 lIII.TON Loureiro/Crlstin11 de volta a City, até que enílm pararam um pouco. D9±080 ATHANÁZIO e e1poija tnmbém regressaram de suu íérins anuais no Rio Gr11nde cio ui. Outro dia es tava saborando um churrasco no Costela de Ouro em companhia do jor11Sfüu1, ele tirou minha vez, contando fofocas poro o Ath11n5:r:io. Cuid11do comigo bem mocinho. 883 ESTA íofocn vale o. pena. O Passarinho contou pra Aleuandra, que a po11eaçiio da _CEMAT,.es. tá vindo conJuntamente de Bonito e Nioa qne. O ponto de encontro será em uossa City, e provnvelmente, em abril de,te ano já tenhamos luz direta de UrubnpnngA· Eata foi pra você, gostou jornalista? Alessan dra loe;o dá o trôco. ()80:)ij(; MUITA gente boa, diáriamente viEit11ndo corto qunr- to irinho o jorl. Alessmdra stá fian. do curiosa com a cola o promete schatecer d damente Fofocas é com!o mo, pé qucri!linlics·t 105f C,,rl,,!I focleiros e Soleue, tnmbl-111 e•co11<!idi, ulw. uillmurnc,11. AQ 1 vai um viinho para o casal Adelino/Creua Alessnndrn 0FIÔ. c,1n·rnndo n<(ltelo cobiçado e promclitlo nrroz carreteiro, tá? Cr'!Q E A t-iOSSA dl,trlbuidora de bebidas da Brahms, alcan ando àquele RUcer o com o looçamenlO da SUKITA, uma delicia e que unhou longe dos demais congêneres. lo»a pro lançaaen- 10. Akesanrlr11 odora tomar SUKlTA. D;93 DH. BAIIROS passou agora o iÓmenle tomar Fuco1 e sor vetes, porque? !>!::· CO TE'lUA lenendo a eleição dos IJUC mais Ee dNtal'/1• ram ano passado. A reunião ainda afio acoll teccu, poi, o coordenador, que Ale,sandra já sabe quem é. ainda náo marcou a data. Vê Be niio demora, Ales,andra está cucio,h• slmn para conhecer os nomes, %-91 NOSSA, com o advento do telt:vi,ão em Jardim, como 11R lojas ele cieiro dornás1icos fatura, ram ultimamente. Assim é que é bom, beneficia a todos em gemi. tie::-)!l:l Ales,andrn espero que agora com o terminar das festi. Yidodee, o ,cotch vohe a eeu preço normal, ou pelo menos baixo um pouquinho. Vc_mos conferir. JOSE Carlos C ardoso, nosso gerente do Itaú, está sempre muito níastndo da noite jardinense. Alessnndr11 gostaria muito que ele e 1na slmpátic11 espos!i curtis,em mais. Vamos ver 8e o ca,ol comparece ao espetacular Baile do Hawai. OUTRA co!u que Alesenndra niio sobin, é do grande grou de emotividade que posme o cariauê1 Serafim. Muito enivel. Rosas rra ele C>õ<J"80 FALANDO. SE ma melhor, o jornalista di.se para Alenan dra qu o Eduardo é o melhor manico da cidade, o único que da jeito em u orce!. loraas pro Eduardo a O LO casal meio desaparcldo; Poli/D! a Cabral. ·•,-O O AHLll0 da Churrascaria Jrdim, está orteando todo domingo um litro de escotch rtre els fregueew. Boa iniciativa. lusa» pra ele, • PARECE que a linda Marlene, fruto da cata vai e estabelecer na Clty. Alexandra vai guardar para foíornr clepou, JARDIM estA fie.nodo mui10 (licil para o~ ntolurel• roe e é prcci•o que n-l! nu1orlcl.de• fit1·u!lzom mai, quem chega e se +tabelece: Primeiro o Héi,!1• do l101el Presidente, wrniu ,laudo enorme prejuizo. AGOHA outro cornercinnll", o '1nnley, ex.propriellírio do Bambú o cio llumni1á, deu plote deixnn do alguns mil cruzeiros de prejuizo, Até o jornalista entrou, coi1udo. O LUIZ I{oberto que estava vendendo nselnaturoa, deu um c:o!pinho, o foi embora. Coi,a1 da vide né f oroafüta? + POR ESTA semana é só, Ale,snndrJ. já fofocou demás. E•tncemos de volta, comentnndo n City e o Baile do Ilawoy. A1:uardem, IJUeridlnba, colonhcis. !::,',:! Pemamento da ,emana: lt.nis Ynle uma di1cotheque do• corôa,, do que um curnovnl inteiro. f reço deste exemplar CrS 5,00 Elfrida Hoffmeister Delfim « Dita Costura» Confecções Finas para Homens, Senhoras e Crianças Artigos para Presentes em Geral Agradecemos a Preferência Avenida Duque de Caxias, 561 JARDIM MS. NOVO ESTADO, NOVA MENTALIDADE ... MAIS RIQUEZAS, MELHORES NEGÓCIOS A ÉPOCA É DE TRABALHO, É DE AÇÃO ... 1 G O n f IGROJIL J Q R D 1 L TOA. "Uma Empresa dedicada ao desenvolvimento da Agricultura e da Pecuária da Região" ,Jardim . M9 -- Correio Jardinen ESPORTIV Depols de longa ausência, voltam0s a odltar uma coluna esportiva, para me lh,,r tnro,,mnr uohru o dennnvolvlmenlo do dc'lJ101·to <lnl llOHflll cldu do. Semuuul • mente teremos colaboradores nos dando nu últimnns do e+porte om Jndim, e con ta mo também com a pn-cioHa colaborn· gão do Leomur Mede)ro, diretor de e portos do Esporte Clube Jurdim t0.° ESQUECIMENTO O c!Hporlo de uma maneira geral em noss cidade, nestes últimos dois uno, ficou melo •!!1<Juecldo, o atfi o EHporte Cluho Jardim, ucostumudo a grandes fei tos, ealovA retruido ucümpanllnndo 11 dlsrltmlu. o poucos está we tornando a alegria da torcida. ia. ? Aliás outro _que bate ra bo!4 ris o menos, É o M!rio filho do Feliciano Tem vrua canhota respeitvd TENTATIVA i;e faz agora nu tuul gestão, pum P0Nguer no malt; curto prs1zo, os eopor tes em not-sa cidade. A utuul diretorlu ve10 s1, desdobrnndo dentro de suas pos slbllldudeP, é lógico, pnra lernr ~m Irt:!n· te suat1 ldMus. Vamos njudar. 08239383 DEPAR1'AMENTO de Esporte1:1 do E.C. Jardim, por exem plo, foi recebido pelo novo diretor, total• mente bagunçado, sem estrutu1·a nenhu ma, seru um calendário esportivo, e pa ra fim de papo, um departamento fantas• ma, inoperante e Inexistente. 5±5383 E para dar lo!clo a suas ativida des, programou o já tradicional Campeo nato do FUT SAL, que teve o nome de Rosalvo Fraga dos Santos, numa justu llomenagom póstuma ao ex-prefeito fale cido, da vizinha cidade de Gula Lopes da Laguna. APELO ao público esportivo de Jardim, em especial àquele que sempre prestigiaram o fatehol de »alio. Compareçam todas ns egundas, quarto t sextas à quádra do E. C. Jarli» a fim de e-ti+ lar os atleta e assistir a belas exibições do eu e•p0rli, fo, urito. 4 1 O THOFfU IWSALVO FHAGA DOS Si TOS, que • equipes, a S" ber: Op?rário • Vtla Brasil - Big Lar • Oshiro Clube - L1rnternii. Camisão - Jnternaciünal e Corinlinllas- 8-om condições de levantar o compeorato. Evidentemente sempre existem os favo ritos, que são o Operário e o Corlntinllas porém o Vila Brasil vem despontandÓ como uma possivel zebra. Do±& NO VILA BRASIL volta o Pelézinbo depois de sofrr uma distensão musculnr que deixou a vilense bastante preocupada. MAS o sagz ponta de lança rubro-negro de- 09-1 pois de sua reentré agradou bastante a 095 torcida e a seu técnico, fazendo em ape- 096 11as 15 minutos, de jogo, contra o Inter nacional 5 belh sllaos gols. direção 091 092 093 ,oLTOU também no time rubro-negro, o imprevisível Djulmn, que com seus gol. imposslveis está dei xando muita gente com a cabeça quente, Aliás O Projeto Fundiário Jardim • l CRA dá publicidade nos Títulos de Rntlficnoüo, :iutorizn. dos pelo Instituto, durante o mês de janeiro de 1.079, (25 t[tnos) beneficiando proprietários rurnis de diverso• munidpioP. egue relnção abaixo, cujos THnlos serio entregues pelo l C HA, oportunamente: N.o do Proprietário .Arca )lun!cipio Ticulo (HA) 075 Alcindo dos Santo, Lino 267,5+19 B. Vi•Ul 076 Thomé Cabreira, Adão Cabreira e Sncundino Cnhreirn 190,0000 B. Vislll 077 Irineu do Amaral Cnrdinul 1.052,4915 B. Vhcn 078 Romão Cabral 39,0487 • Vista 079 lvo Barbosa de uuzu 24,0000 Nionque 080 Jofio Fernandes Cnno e Lineu Gonzals 131,3290 B. Vista 081 Aristide~ ilveirn Lopes 3.116,9331 P. ~lurtinho 082 Espólio de Elisbério de Souza Barbosa 7.257,3817 B. Viota 083 Aristides da Rosu Rochn 969,6:178 B. Vista 08-l Ulisses do11 nott'I Lino 496,6529 B. Vista ()85 Waldemnr d9 ouzn Barbosa 20.852,2809 Il. Visla 086 Fiori .Murnno 2.574,4 50 B. Vista 087 Antonio iloreirn 568 0407 Guia L. Laguna 088 Nelde Felix Hojns • 61.000ú B. Vista 089 Arnaldo Paes Barreto 89,8499 B. Vista 090 I.rmeu do Amaral Cardinal 3.610.7013 Honomto Coelho Trindade 67.4221 Gilberto Klrshner 200.0000 Ndson Cintra • Ribeiro 1.672,6469 Porto ilurtinho Fernando Corrêa 2 612,7001 P. ilurtinho José Luizari l?.8.6594 Jardim Américo Francisco Belmonte- 097 Alvaro llonteiro llascnrenhtis l.459,8:i73 P. Mortinho 098 (.)ristovão Hrnn CoFta 1.093, 8572 B. Vista 099 Arnaldo Silva Freitas 1.622,0140 Bela Vista 8. Vista JurJim B. Vista 208,4660 P. Murtinbo Carlos Alberto Ferreira de Miranda Executor do PFJIMS. Primeiro auxilio de COM RCA Horry Amorim a DE GUIA Jardim OP S As coisas aos poucos vão conte· cerdo, e asit sendo, o primeiro auxi lio do governo estadual chegou a Stt: dim, atravé . .; um (;rJl! enlo l1rrnatlo cor,l u Prefeitura. no sentido de reformer as Escolas Estaduais de Primiro Grau Co roneI Juvencio, a Av. Duque de C0xi4s, e o ... wultlo Fü!IIU!ldl !l '.lontdro Oh JV. Onzo do Deznrnuro. Como já temos televisão, pudemos usai,.;tfr ncs. Ó lefde Fernando de Frei· tas receber das miios do governador, diretamette, um ch que no valor de 59ó mil ct·uulroR, importância rekreoto u primeira pu.rcela da ve:·ba couudlda e que vlrú em duus parcelas, dlnhe!ro que já ei;tà s'!ndo aplicado "ln loturn" nos obras de reforma totol das duas escolas. A Escola de I'rlmeiro Gruu Coro· nel Juvênclo, como já se sobe eslava totalmente destrnlda tendo até quuse que metade do orédio. por ter sido con denada, sendo fechada llá dois anos atrás. Agora 11 reforma úl1egou, e desdP- o telhado até os vílrôs. tudo será devi damente fc-ito, estanrlo em br-:ve, ambas as efl.colas, preparadas para receber seus alunos, e oriundo também maior número de vagas, r,om o renproveltamento da pnrte que ei;tava condtnada da Escola Coronel Juvêncio. Essa é realmente uma noticia alviçarelrú para o Jardinense, e nos traz inclusive a certeza de que nos so governador está trabalhando e olhan• do por Jardim, conforme prometido. Na próxima :;emana estaremos detalhando mais a noticia, com maiores minúcias e dados, principalmente quanto ao número de novas vagas que possnm surgir. f rnço deste exemplar trS 5,00 Ninguém entendeu, ou sera que dá para -nl•1Hlcr, por qu o E régio 'Tribunal de Justl çu do Etado, ao upagnut das luzes do grande Es tado de Mato Grosso, ti vesse tido a oportuntdu dc d crii.r umu Cvmur ca em Bonito e deixasse de brl11tlur Guia Lopm1 com o ro1 um sta tu de Comarca superior u Guia Lopcfl e Ntouquo juntos? Núo? Será porquo ' ;.:., o Prefito ó padre o, 1 con equentemeote, o Santo é mats forte? Estaria <lo fato, nus Mgllações das Exoelên c's Togadas criar ma Vara Cível e umn Vara Criminal em Jardim e, por esta rnzú.o, Gulu Lo• pes terá de sepultar sou sonho ele tmanclpuçiio jurídica? Vale a pena lem brar mais uma vez, a frase de um füôsofo frances: Todos são Iguais pe rante a lei, mas alguns são ma is que outros. E o case, de Bonito. Cyrano de Bergerac À Bof]tEM R!TMO DE CAPITAL Criou uma seção para Confecção râpida para os moradores das cidades Satélites. Voce vai atender seus Problemas do .Município, ou Negócios. J.B. Enirega sua Roupa sob Medida no mesmo dia. - Chega pela manhã, a tarde volta com sua Roupn Sob ~lediãa. Rua 1-1 de- Julho, 2.014 Fone 4.-3932 Tradiçiio e Garantia nl 1 S Tecidos que usa consagrada pela Pesquisa. Pública desde 1957 Campo Granrle Mato Grcsso do Sul Inovação ... Lazer ... Luzes... Som • E Av. Fi; T E Por o (Discotheque) O Piá do Momento na Região BONITO MATO GROSSO DO SUL Cor Jardim 3 Corr lo ,Jutllnoo ------------- De 6ionismo, o povo ec;tá saturado Futebol De um mo1f(J it,oral. o padr,io mé dio, <ln comportanJeuto ético worul (lo polítleox brlelros et caindo, uRun turlorn11Jento. tlepoln 1h- l!J(i1, loronn1l<HiC urent? e Iudivul umu pequla, emn profundidade, para revelar as causas e propor r<llnôdlofl ad< 1qu11do1-1. AAindn apora, pura constrangimento do cldnlãos da fronteira e de seus DI rutórlos poltleos, sabe se que ]uns rs prefeito da ren no Mato Grosso do Sul, utruvé de tercirox, e+tfo pedindo (u plicando, 'masoquttamuente') para per mtnecerem. "NO POSTO OE SJCHIFICio, Ef OR Dr. Ivan Manso ta Costa ares ADVOCACIA EM GERAL Rua Voluntário dn P6tria, 376 • Fone 210 Bela Vista Mato Grosso Sul FASA! MAURO -MÉDICO Consultório 7 às 11 hs 16 às 19 horas IPEMAT li INPS - POS'l'O DE SAÚDE E FUNRURAL 12 às 15 hs D Dr. Pedro Jo é Palmieri Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROS O DO 'UL CRO - 557 Mt. cInlca do Crianças e adultos - Ralo X Atende-se cum born mnrcudn ConRUltório Av. Duque de Caxias, 508 {Ao L,.d., do Dnnco F«sei1» J4R8D1M)- 2110 GROSSO Dr. Kleber S. Monteiro Vargas ~EUROLOOIA E NEUROClílURGIA Ex-residente do Instituto de cnrocirurgia de Porto .Al.-gre • RS Foe: 624-4492 Consultório: R. Rui IJarbosa. 2·210 • Campo Grande Ilorário das 15 h IS,30 bs. Or. Cosme Ro~erlB de Souza Pinlo ADVOGADO C'nurn Civei~, Crlminnls, Trabalhistas, Ilegnlari zaçes de terras junto ao Incra. Eacritório Provisório: Rua Antonio Alnria Coelho, 416 Futura a Instalações Rua Dr. Corrcn, em (rente II Praça Thomáz Laranjeira Porto .Murtinho - Ms, Dr. Aury Lima Marques Cardiologi11 - Elctrocar.!iogl'llma Cicloergeometria ConJultório: Rua. Guia Lopes, 320 Fone 431-1875 Ponto. f'orã Mato Grosso do Sul PBOL DA P,Tíll, !: no POVO.," Ressalte se, lo como jutuficat!v, evidentemente, que a a!t cúpula do go. VL'ruo fuli•r.;I uiio cJfl IJon rx mp!o quando propõe-se resolver os proble mas desse co de ga'os que éa Arena. através de ulterações das regras do "jugo" eleitoral. Quariclo a el~lçiio Jndlretn, feito. pelos deputados das Assembléias Legis Inativas, pio quebram mal o joelho dos govPrnos es!adu;,dti, o gen Erne lo Grisei 1locrelou o 1 'pJ.éotc <IC ubrll"', que nca bou elegendo, talvez como cast'go, a mais fiuu flor da plcaretugern poli1ica Rua Bela Vfstn Ruu 26 de A Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - 15 de Novembro S/N Mato Grooso do Sul Agosto, 384 - Sala 24 Fone 4-0650 - Campo Grande MS Dr. Deodato de Oliveira Bueno Advogado Esoritórlo: Rua 7 de Setembro, 230 Fone, 43-1062 Residência: Rua Coronel Camls!lo, 54 Fone, 431-1116 Ponta Porá Mat.o Grosso do Sul Ponla Porã Ricardo Brandão ADVOGADO Dr. Laucído aldez de Barro,; Av. Brasil, 1595.. Caixa Postal 355 Clrurgillo Dentista Te!. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 431-1646 (Residência) Maio Grosso do Sul Advouado o Causas Civeis e Criminais Rua filinlo Muller, 320 BOIIIIO - MS Dr. Edemar Gregorio ESPECIALISTA Ouvidos - ariz - Garganta - inusite Trs lamentos e Operações A. Presidente Vargas - Em frente 8 :gencia da Receita Federal Ponta PN6 Mato Grosso do Sul Heitor Miranda dos Santos ADVOGADO OAB - MT 185-l Rua Joaquim Murtioho, 169 Porto Murttnho - MS. Dr. Joelson Peixoto. -Advogado- Causas Civeis e Crlmt.nal! Rua t.o de Maio S/N Jardim - Me. p/±/!ta o "turco" «a, ido Pa..lo a!it Malu!. Tirou ·e, de-necos arta.ta nl , <1 dl reto do povo e colher eus p«feito da Fafxa de ezurança. o que ouve e Porto Murticho, Bel: Pi ta e a4] • cencla, é de dor o LIJf ç".o. Pat.1 m 1fc•r !ri H·11 tJu 'li1ll 1•r,1clo livre e coneclste do Hra il, uve, 0,zourtas, e inescrupulosa, jó eoeç ram a <br> ''lmpGlutl)" MDB (com modo por su1 vez, dos aulCn llco ) pudei;:qem Dl'SA!l manobra rasteira, inescrupulosa e indefensavel, manter, por mai:- uru lnteregoo tle lt>mpo e debaixo de umu tencln de O'<lgCn!o, aH mllhare!l de mini ollgarqulai prdeiturnfi; es;:,nlln rlns oor tudrs os 1·ec1rnto1:, d!i Terra de Santi1 Cruz. Não foi o patriota, sane•1dor e moru Jizador do Govtrno Revs t'OJ beneficio da m,lior Verdade clus urnus e para facilitar a escolha do,, eleitorl:cs me nos afortunados em cultura e em e co larldade? O que era bom ontem, hoje não presta? Dois m»is dois deixaram de ser quatro? Esta é mais uma das muitas batn tas quentes que o governo do general Ernesto Gelsel, prestes a refrescar-se em sua piscina, em Teres6polis, vai dt>íxur para seu sucessor. Mas, esta mais do que claro, é o povo quem vai ver com quantos paus se faz uma canoa. E~pantoso! Após 15 anos de Revo lução ti de poder absoluto, os militares e a tecnocracia a;.1,1ociadti noR brindam com uma inflaçãoziha de roais de 40%. Mas e o mi'agre? Um deputado baifir:!O, Henrique de Brito ( não é sócio da Noberto Olbrecht da Usina Nuclear de Angra dos Reis ) tumou a iaicl&tlva vergonhosa de propor ao gen. João Baptistu. de Figueiredo 11 realização de um Congresso Municipalis- 1a prefeito e Vereadores para examinar. ( Em proveito próprio ) a Tese da Prorrogação de Mandatos. Diria o saudoso Jornali11ta humo rii;:ta Barão de Itararé de "A Manhã": " Ore, é o mesmo que perguutar, com o devido respeito pela imagem que não tem nenhuma outra conotação, se um caehorro gostaria de ser amarrado com linguiçaº. ExceE:11ões honrosas surgirão mas a maioria rará justiça com as próprias mãos, esquecendo-se calculadamente, do aforim,a jurídico. '· Juri:1 praecepta sunt haec: ho neste vlvere. alterum non hectere, suum cuique tribuere ". ( Os preceitos Jurídi cos ão estes: viver honestamente, não lesar a nioguem e dar a cada um o que é seu). ossos per!'picazes leitores sabem aonde queremos chegar. Que país é este Frnnsinopse Pereira? Cyrano de Bergernc Av. Duque de Caxias Jardim Prof íssional Devorá chegar cm Jardim m d s motivos que ''l'lll H, nclo pnh'r.1iDnlo em todas s esquis da cllade, é a preocupa€cio de nossn gento, quanto t .Jardim l r ur:;1 !l,uo do futebol profi lonnl, quo a repremente no futuro campeonato e lndual. 'ura lo etia necuA rio dispor de uma ra. de verba, qu lóglcn mente +er!a o primeiro passo, vIsto já coexlstlr algumuH agremlnÇÕl'.S. O c1Lmpo já o temos, em bora necessite de reparos prlnclpalrtH•utc, no que 1a ngo u acomodaçilo, ou seja nrqulbuncudua do cimento armado, o lo cullzaçúu para acorno• dação dou associados. Esporte é cultura e pre clsnmLs tê-lo entre nós. Assllll como foi BU• gerirlo por algunn do nossr,s leitores. gnllta. rlumcs que no!iso11 ud, mlolstradorPs tomassem a iolclativa, (de até con juntumenle conosco) do únlcv porta voz do et dade, efetuai:se uma reu nião conclumasse noa- !'OS ~ornerclantes e Ia zrndeiros, pura que pu dessemos então, dar ma Is esta opção ao Jardl nense través do Iamo so eFporle brdúo, que é de fato e de dirPlto, uma. das rualores alegrtu 1:1 do povo brasileiro, que dissipa 1,uus tensões que lhe umeuiza seus pro blemas mais sérios. Ff• ca portnnlo efetivado, o desejo de muitos de noa sos leitores, que se fn· teressam sobremaneira pelo problema, e que PII• tamo1:1 c1:rtos, colabor11- rlam de todas as formas possívtl:l, claro, no sen tido de Jardim, conse guir entrar p11ra o â.m- 1:J!to do profisslonallsmo em futebol, e i:er devi damente representado oo campeonato estadual. Mais urn répto lançado pelo Correio Jardinense e que temos certeza en contt·ará eco em nossa administração municipal e principalmente, entre o povo .Jardinense, por tratar-&e de um de seu!l grandes unseios. do ARLL'iDO O melhor Rodízio da Região e Serviço a "La Carte Funcionando Dia.riamente até Meia Noite Em frente à Prefeitura Mato Grosso do Sul LEGUMES E V R CARISSIMOS EM JRR 1 r . Otelo /. O custo de vida de Jardim, não ehea ter multo caro, tendo-se em vista que s principals mercadoria. de consumo, alimentação, eletrodoméstieo e ontras moin, de uma maneitu geral vêm de Silo P'nulo o que realmente en orn o padrúo do vlr1n do mnnlclplo l'l'.iH bulxo. 11 renda per capita do urn c<•1lo modo, (1 qunse quo rxclusi vumente nu huso do ,mlário minlmo. 86- ruente ulg11nA prlvllrglnclos, que trabu lhn m em certa firmas comerciais, es!u bel@cimentos bancários e órgãos esta dai o federais conseguem ter uma me lhorlu i:;ulurinl, 11111<111 fl<lR(m nüo condizen tes com uma mei;mu função rPmunerada exercida nu cnpltnl R )('gumes e flS verduras, que nlcançamn preços absurdos. A agrl culturn du rPglilo, b1tseadn em orroz, mllbo e oju este uno vai de vento em popu, graças as chuvas que tem caldo generosumente sobre as lavouras, ofere cAndo paro. oF plontadoreti ótimas condi ções de cPlhPlt11s. O mesmo sucede a pecuárlt1, onde ainda graças us chuvas fartos, os pastos se formam verdejantes, através dn brnqulérla, do colonlão e ou tras variedades. Quanto as leguminosas e as verdurnP, o problema torna-se mais sério, E'ID virtude de existirem apenas pequens culturas. e exclusivas para o atendimento das familias dos fazendeiros. O produto vend!do nn felrn ~ nas quitan das, mercearias e supermercados, chegam dP São Paulo em sua maior parte atin gindo assim preços astronômicos. Para se ter uma Idéia mais justa da coisa, basta que tomemos por base, o preço, por exemplo, dt1 uma beterrabn quo utuulmente está custando o ob.mrdo de 8 cruzeiros cada. Da mesma forma o tomate que atingiu a 13 cruzeiros o quilo, a vagem que vale 28 cruzeiros o quilo, um repolho que está valendo 10 o quilo e uma beringela, que está a vend11 nos mercados a quitandas ao preço médio de 6 cruzeiros cada uma. Assim os menos favorecidos, como sempre os mais prPjudicados, têm mesmo dei basearem sua alimentação na man• dioca, ou alplm, produto de crrande far tura no região e que mesmoº assim está Cães vadios ameaçando a seguem população Apesar das inúmeras denúncias que temos feito, o grave problema dos cães vadios em Jar-dim, segue em frente sem que nenhuma uuto1-idade tomA pro vidência a respeito. Dá vergonha, assistir cenas la mentáveis, desses animais sem donos invadirem os restaurantes da cidade' incomodando terrivelmente os comensuis. e até oa ameaçando fisicamente; quando se pegam de mordidas, na disputa de alguma. sobra de carne ou outro qual quer alimeto. Não vamos parar de citar o fato. e esperamos, que a administraçu.o mumcipal, se dê ao trabalho de consta tar nossa denúncia e saber de sua vera cidade. _ A solução é fácil, com a .apre- ensão dos animais, aqueles que tiverem rlonos 1mt1diatamente serão. resgatados os demais, aue aconteoa com eles o qué sucede em todas as cidades do mundo pois achamos que é rodhor Sl'lcrlfica~ alguns animais abandonados, do que por em risco a vida e a saúde da todll uma_ população, com uma passivei epl demia du raiva. que se proliferaria em pouquissimas horas, devido a grande quunt!Jade ~e rã2s que rolam pelas ruas de Jardim. wendo vendido a cruzeiros o quilo, na enrne qu esti tum.hm a um pteço ab +urdo e no peixe, que lhes é generosa ente oferecido gratuitamente, pelo piscosos rios Mirandu e Santo Antonto. ~oluçfi o é meio difiC'il <Jc, ol)I ·,. la, vIsto que não existo nenhum estimulo financiro para o verdureiro, pmru c cha- cureiro. Existem apenas dois cidadãos J há ulumas emane que o em Jardim que dedkum-se a plantar Jrditense vem encontrsnd dilieu!d±de verduras pura revendê-las nos dtsiribui: para adquirir gasolina para seus veieu dores, aos internediários. O que se po- los. Na. sabemos o porque dessa falta derla ou se deveria tentar, sera através do produto, e eris um falta de pre da administração municipal, conseguir viso do, setores de compra dos Postos, do governador Hnrry Amorim, nlgurn in- ou u falta em toio o mercado acional, centlvo financiro, atravs de emprésti- feto que hás no uereditamos por tu mos aqueles que possuem terras fértels" Dermos, que m outros centros no sub e que queiram de,iicar 6de administrativa da. Noroeste do Brasil, NOB, para Campo Grande, onde ficará em pontos equidistantes do seu inicio e fim de linha, além de retirada dos trilhos do centro urbano desta Capital, são me tas de Valdomiro, que aerescentou que "a exemplo da SUD/M, que tem sua sede em Belém do Pará, vamos contiuu ar lutando pare dentro d politica de descentralização, venha para Campo Grande a sede da Superintf1ndência de Desenvolvimento do Centro-Oeste, mes mo que gerida dor um goiano". Valdomiro fulou das vautag"'º" da descentralização política que vem ado tando o governo federal, exemplificando que Belém do Pará é uma capital que possui várias sedes de iwportantes ór gãos, utlslm como o _Amazonas que tem ~ SUFRAMA. Finalizando dizendo que se o Mato GroEso do Sul nusce para ser um Estado Modelo, nada mais im portante que a classe política lutar par .... que venham sedes de importantes órgü.os Gasolin':J em Jardim órgãos para e. Grande para a sua capital. Nada é impos;;ivel, e mesmo que r.ilo hujurn pretensões de mudanços e implantações para e::;te novo Estado, cabe a nó~, políticos, deMpertar· o assunto". Parques para Jardim Infantis José e. São Poul Não se trata de um~ Eimples di vagação, de E>onhos impose-iveis, toas sim de uma realidade premente, que fa talmente, advém com o progresso, com o desenvolvimento destt> mundo em que vivemos. Parques infantis, suprema ne cessidade para os nossos pequeninos aos quais não podemos negar, o sagrado direito de ser criança, de querer, des i)reocupadamente,· exercer o direito de brincar. Eles tém ese direito, conquis tado pelo simples fato de terem nascido. Essa é a umca fase d& vida de um ser huma_no. onde ele consegue que as alegrias, sempre tão rarai-, i;uplantem as dores, as preocupaçõe!I, e nPssa fase, é que s crianças, futuros homen e mulheres, at_ingem suas culminâncias do sonho e da ilusão, que pouco mais tarde vão ruindo desfazem-se em pró! da dura e_ cruel realida:le clu. vida. Assim sendo não podemos de moelo algum, negar-lhe~ essa 1~ade mentul, onde tudo é lindo e maravilhoso. Fernando de Frtilas. mais uma carga qu> seu povo deposita em seus ombros: vamos construir parques 10fantis em Jardim, nossas crianças pre cisam deles e o merecem. Novo Estãdo em craço, época de se fazer previsões, em todus as áreas que venham a benefi ciar, ~-rnbrev!vência de uma populaçüo cansaoa de ser vilipendiada fJ ávida de ter o que os outros já possuem. - Senhor prefeito, esta cidade tam- bem lhe pertence, você faz partE dela como uw munícipe que o é, e tem por tanto. que lutar por ela duplamente. Pr outro lado, confie em seu povo, enquanto estiver trabalhando terá sempre a mão amiga. Quiatn-feiro, die IS de janeire, mnnhl etn zenta em Hrdtm pls «los os m finte amizos a;urda vam tri temente, a chegada do eorp de J $ !ertiuh1o Games, que trágicamen te nos detavau, após sofrer graves queimadu ras no incêndio ocorrido na Luso Brasileira. fir:na do sua propriedade e do eu irmão Emelindo. Com choen, que tin iu tó o mais frlo das homens. Muita tristeza e adades, foi o que no restou após o desenlace ocorrido Pm f-fio Paulo, longe de sua querida Jardim, onde ele tnnto trabalhou o mereci clamente proi,perou. ,Josô Martinho Gomes, portu- l guês de oasoimento, mas ti jardinense de cc,ruçllo, deixa urna laruoa a ser preencbldn, dolxn urna saudade eterna no;, cora ções ào seus amigos, clientes e colegas comer clantes e fazendeiros. 6s do Correlo Jn.rdlnen- se, solldári(JR ou dor sentida pela fnmllla do grande amigo que U!o prematuramente e foi, desejamos os nossos pêsames à familia enlu tocla, na certeza de que José Martinho Goms, alcnnçou nos céus, 11po slção que merecidamente conquistou entre nós, com eu trabalho e seu amor por Jardim. Menor pula d do Sétimo Andar e nao morre Nova Iorque, AFP Um menino novaiúrquino de quatro anos. queren- do imitar seu ídolo Su• per Homem. o Justiceiro Voador, herói de um fil. me e de histórias em . quadrinhos, saltou sexta ( feira da janela de seu , apartameuto, no sétimo!! andar, convencido d~ : que podia ·voar. Por sorte, o peque no Charles Green ni'ío se matou. mas ficou ferido nüo correndo perigo de morte, !-egu!ldo inforrnou um porta voz do hospi tal pura onde foi trans portado. Desde que tiuha visto o filme Supt'r Ho mem, Charles sonhava em vonr, disse sua fami lia. Os filmt:B do Super Homem. nos Estados U· nidos, é dernconselhado a menores de 12 anos· / d e el I l n to e ! G> .. :t Ill; l ) 1 j ( t Continuar navegando 83_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº83_15_01_1979 85_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº85_30_08_1979 Voltar para a lista de itens