TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº283_19_03_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº283_19_03_1978Número da edição283Data de publicação19 de março de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -22.115541022017478 , -56.51847802601893 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº283_19_03_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1 fundador: lvaldo Pereira ANO VH ·.o 283 1Sa26-3-78 • 0111 t I do r vorolro do W7R, uH 2:3 ho tas tol assinado, em Alto Carucol o prolrH,or lfollor Plnhc-lro, wolloll'o, '27 11- nos. Morava na própria escola onde le elonuvn. 'T'iaha llllllto11 lllllij.(Oll, tc.11lo é que dificilmente fteva óxinho no eolé. to, o fol asuslnndo covardemento pe· J•HI Jr1,1/ 11: intonio ltlo11, lllamlr de Jo· Allo f!1011, ,, um lt•1 coiro Euclldcu de O· ]lvnlru F11, lndh. Ato Carol é um reio situuda u fiO 1<111 <ln olducle do Caracol o é com plotume11t1• <•squucldt1 pelu11 oulorldndos de Curacol n tal pn11to do 11cuntece1· 01:1- te nssusssinato o 01:1 crlmlncrnos f1C'11rnm reifuglncloB 1111 f111.onrln do pai, o ainda protegidos por oscolta policial, lean> do Hí:'f!Urançu pnrn a fomllln, OH ustiasRlaos: Antonlo HlGB, couheol clo por Ducn, ó caijado tem uni filho. 'fem uo momento om Alto Carnool um bnr ondo vende a tratlloleunl calplrlnlrn, ronbnque, vinho, clgntTOB de exportnçüo e jogo de OPnuk. .Mua nnten jú tévo um pA111rnao mnrcont• 1) Mnls ou menos a. JO 011011 atrfl11, discutiu com um senhor conhecido por oca Hoena num bal! no clube de Cara col disparando um !fro <Jontro do f u.Irio, o em 1,c•guldn 111.du µru fora dlsp raudo o 2° tiro l'UITlO i mulllcli1o, quo FIIÍU do clul>e, ferindo um l!!rceiro, e fugiu para u fazendu do pai, onde mora vu. ::!) C'omo e·1carregudo do po om urnn fuzondn; tinha um emprcguclo conhGcldo por "Ventura". Po!" um 1-erviço mal rtt to do mesmo o Duou como pntrllo os, JJUUCOU·O o JilltlldOU quo SUUlll,JSO da olfU rroule, sonão o negócio lu acr pr11. ''valor". 3) Numa currclradu, om um lugnr do nomltrndo Vlstor;nosa, laoullúu l>nrl>nrn monte o senhor Vnlte1· Rola, 4) - Dl~pnrou um lfro Robre o jovem (,ulz Ovando Perelro., numa fastu em Alto Curncol, al~gando que se achasse ruim otlro.1-tn em s1.1u boca. 5) - Também e~ outrn foPln, no mes mo clube de luço de Alto Ccracol; dh-1· {F o 1 h u d e D ou rado s) glu vária palavras ofensivas cunt fazendelro da regio i)- A pouco tempo na Fazes da pai onde tomova conn, mora vn Ili 1 ( I• sal Um dia le chegou 1:1 1 l :i , : 11 empregado fosse no camnpo, e esndo « com mulher do temo, provrtt »tu dti sll1111ç1lo, quereu1lu • du,lr 1 1, ull er o ainda avi ou qu . e c•11>t ,; no I li• rido, 1n,rrnrlo o, dol1< em ,ndnvu embo ru: e foi o que aconteceu: despediu o cu snl. Isto é u moral do Sr .• .ntonlo Il1 1 1 , pop11lur Ducn. Altnmlr do Je u,. Hlo:1 - Tem pou co a falar sobre ele, além da "siuples' ltllude do dar ooronhttd..itt u11 ro"-to <lo jovem Lulz Silvelrn ,ccen:emeoto em Alto Caracol. Euclides <lo Oltvclra Furtado • ,lo d(l é novo nu ''proflsR!lo," por,:n o pai tom o poesaJo se mell.Juute a este a . as sina to EFE M PR 3 4 E4E! .E. ARE.MAS, PRO - O Cheft< do Posto de S 1úde desta veúl receber este «premia» do Governo cidade Dr. Ely do Araújo H11rbosa, foi du Estado, o que demonstra a política oxcuerndo por ato do Secretário de Saú- de retalhuçõtls que visa desmoralizar rle do fülado de Mato Grosso, que aca- lideres da tdíl. independente da ARENA lou denúncias do Prefeito de Bela Vista Acredita-se que a medida tomada r.ontra ns quols afirmam que o módico não vi- o Dr. Ely Arnújo Burbosa, lenho sido nbu atendendo satisfotoriumente o povo. em virtude rle uma entrevista concedida O Dr. Ely, ex-médico do Exército recentewente ao Jornal Tribuna da Fron l3ruslleiro, jornallstti profli-:sional sindica- telra quando o vereador afirmou que lizndo na ORAMAT vereador eleito •sou candidato a candidato» a uma cu com o voto de mais de 30 O/o de todo o deir nu Constituinte, pe.la ala indepen eleitorado d11 quele Município, médico dente, tendo falado que o Dr. Pedrossiun humano e dedicado, nunca teve hora pa- é ua excelente eandidato e se escolhiJo ru atender seus clientes, principalmente pelo presidenr.e Geleiel, fará um bom go uqueles desprovidos de recursos para o verno como da vez pnsl:lada. p!lgarnento de honorário, cujo recoube• cimento e gratidão os bela vistenscs re- Sempre que desrjamos a alguém Paz Prol'unda, d e v e m o s, fazê-lo como se fosse umg oração, pedindo ao Cósmico esta m11ra vilhos1:1 benção, pois u. Paz é realmente o m11.ior bem que po demos desejar ao noese, semelhante. gora que conheço o seolido pM fundo destas palavras, desejo à Humaoi dade inteira: Paz Profunda. li• tfr1 e• t• l· ruim d ria Ete foi o depoimento do !l ,1hor Ou <1 ('o,,for·nn palavras do próprio dele gado; que fol no de taca m nto mllitu rio loc11I prdlr n,furço. s:dn1o de Clttcol por volttt <fnr. •l oras do dia 12 Chegando no lugar do crime, e,.ta.v11 ló. o !'enhor Alnldo Pt r •Ira comerciante da região; e o senhor Copertino HIos grande fezendeiro, pal dos dois criminosos. Logo a seguir chegava um dos lrrniios da vHl ma, que o senhor dele. gado e revistou, Fendo que o enhor Copertino Kio1 e e, oeu filho nuca. estavem portando urmus de fogo sob a camisa; Quanta harmonia nesta duas pala. que segundo os presen vras: Paz Profunda! Nada mais mari:vi- , t~s f.Ó um cego não ve lhoso, mais sublime que a menrngem que na. E o senhor delega_do elas encerram, quando são proferidat! do Doroteu Ja rti nã~ so '.n_ fundo do corução. É como uma melodia I comodando com l~f!O fez que agrada o ouvido e deleita a Afma! º. levontumea~o d_o corpo dizendo ao irão que podia sepultá • lo, sem uo menos dar os cJr,vldos documentos que pl'ecfaa riam em Bela Vlsts. Até agora nada se sabe dos criminc,sos, além de gozarE:m de tranquila li· b rdade. (Sóror Djicéa Nobre, de Monte Dourado) POR: LUIZ PINHEffiO O Comandante do 10º RC convida a população belavistense para assistir aos O chefe da seção de inativos penionis- saltos que a Brigada Paraquedista rea ta-; ~u 9ª Rlll i_nforma que o pe:soal que I lizará tHt região da Faz. 9oc1ta Peron, às . ser~1u o Exército na época <la guc rrn I t,8,30 e às. 18,00 horas, dia 20 de março, 1945 e permaneceu no Brasil, não faz 1rngunda•feira. 1 Juz nmparo do Estado. Te. Cel. ZALLY B. ARAUJO ~----------- "O Somercio Jovem de Mato Grosso do Sul" Bnsta levar o seu documento. O seu crédito é berto pelo já Famoso Creài Big. Sem Jure e sem Fiador e você tem 1 ano para pagar, eu disse Big-Lar Conces eionário Ultr11gaz entrega automática plantão aos domingos e fe riados troca de botijão pequeno Assistencfo. técnica permanente Seção de peças especializadas Rua Vereador Jardim Romeu de Mai'o Medeiros S /N Grosso do Sul SE/38 ROEI 3 ADVOGADO 3&&R)7O?)O- Rua 3 de Outubro (tffel,Q) !l,ffel@:ç) ©~ €)±13AY Bela Vista Mato Grosso do _Sul Dr. Carlm: Edy Sá Medeiros OAB- Mt. 616 Dr. Cyrio Falcão Advogados Causa - Civis Criminais Inventário:. Trabalhistas Rua Rui Barbosa, 2774 C/t Fone 4-6683 Campo Grande - Mato Grosso nua Sebastião Críspim do Rego 319 Fone 771 Bela Vista Mato Grosso CASS1NO P ARAGUA Y Ambiente Seleto - Bobidas Nacio nais e Importadas - O maior atrath·o da fronteira - Diversões - Som. isite Bella Vista ( Paraguai) e conheça o RESTAU· RA.NTE CASSI1 PA.ItAGUAY. Betla Vista Paraguai ler é r <JUf llf.f( f': !1(J!Jf.ft r,.,mo tontguir tudo o que vor de eja por meio da ua fora de 'YOHlfllti«i , , • • , • , • , t,o fJI) A VIDA AMÓI0SA DE D. IIU)IIU li , . , , , . , , 65,00 A 1-' 1 f C)',()J IA CON J l.~11:'CJ . Ttti!'IEA ... , . , . , , , 37,'l•i () JLl.íJAl>fNIIO A .r1e Jy"fiou a Hi+ri_ do rail,+y,··..., o.oo EXPRESSOS FIACION HIA5- Zoo expressões reol- vidni , . , , 5fi,uo PANE MENTAL -- A«rrisvel destruição do homem pelo pro re»o tnirco,·.,, Alo,oo fi:,'fllllO UO IAH 111!/~1- f.lillCO - Of111ur1tl,1 llmu11• idade, , , , , . , , , , . 7500 YOGA CAMINHO PAIA DEUS Dr. Heruu6gene -A lei_dos_profeta._..7500 EU SOU UA ESQUIZlHHF. NICO , . , , , .. , . , . 7o.~o O MIJNDO EXTHA-SEN:-0. HHAL, Um estudo rigoroso e ob[tio da pureza da alma 7o oo A AGONIA DA ALEMANHA O segredo dos documentos do li I l(,,Jc·h , , , ... , .. , 7o oo A GUEIHA AEIONAVAL NO l'ACIFICO ... , , 7o uo CORAÇÃO LIERTO -- P6e mn, eocolliido, - Autero Quon1nl . . , • , .. , . llo •,o NOITE SEM FIM Agíha Christie . , . , ... , , . (lo oo A UELA E A FEHA -- Lite. ratura infantil . , , , . 45,oo Não prccisu clliur dinheiro' Você só paga ao retirar os li. ros na Agência tostal de snua ddnrlc. Escreva puru EDITO - Rt MONTEHHEY LTOA. Hun ''.•~cnn1le _ele Figueiredo, 01, Tljuca. Hio de Janeiro. CEP- 2o.00o Caixa Postal 2I 119 ZC-o9 • - Carta à Redação Bela Vista (MI), 9 de março de 1978. Of. n,o 18178. CM Do Presidenta dn Ciimnra Mu llicipul de l:lelct Viela • MI, Ao limo. Sr, h-nldo Pereira DD. Direlor do "Jornal Tribu nn dn Frontoirn". s Ne,tct Auunto: Cougrntulaçfto f (Envia) Através dr,te, u Cârunra Munitipal de !:leia Vista • Es tado de Mato Grosso, em no me de todos 01 membros que eompue eua Cua Lcgialativa, Yem a prcesença de - V. S.a., congratular com cuc Jornal, n pauagom do maia um 1100 de relevantes aseriços prestados ao Municipio, pela ocasião da data dct aua 1' undaçào nosto cidade, ocorrido no dia 26 p.p. Aproveitamos a oportuni dade parn aprcscntnr à V. S a n&>sua diatiutae con,idoroç,,;. e, apreço, Atrnciosnrucntc Joaé S. da C. 'Marques AUENA PRESIDENTE presta 1 n t i t u I a d o: esclarecimentos sobre Artigo Estado lmpossibditou o f uncio E s e o I a s Particulares fr e 12-3-78 namento P h!ica Oeutrc Oij Plnno11 E<lucuc·1onaf dtl Dlll~C/0U, pare o ano de l .!J7rl • Couatou de Nuls Iugurals em todas ao Escolas do 2'' Orau11 da ,Jurf:ilflç:io, CHfotlzrnclo u lruportl'lncfa aol>ro delt·rrnloudos tóp!col! relativo uo enlno, tal como: a) Doen ç11 de Cb11g-11g - uro trnbalho dr pe,qul1111. relonl elaborado e proferido pelo Dr. o Prof!> Clro Henhur 'T'orrer1 Gnlo b) Im por!l'lucl11 du Cur110 Scl't'olorfudo e sou morc1,1,do di_, Trubolbo-ProfU lvno do Nascimento, A DílBC, formulou utruvó11 do ,;ou Dep. do Cultura um convite para quu !l u Profll ,lurlu L. Plubclt·o, fiz sso umu. palestra u nlvol do mngMórfo, uu E!iCO· li d11 1° e 2° Llruus Castelo Brunco sobre "Psicologia clu Vrfunça". Esclarecemos 11fndu que o terntt foi sugHldo e acatado f1atlsfutórlamento pela referida. Iofcllzrnen t<:_por poblomus ndrnlulstrotlvos, 11 palcstrn nuo foi proferld11 uu data estipulada co mo pode ser comprovado polo corpo do cente, disceate e udmlalslrativo do Esta. beleclmento acima citado. Não coujugnruos da ltléla da Profª Murlu L. Plnholrc,, sobre u precarlodnde do Ensino om Bolu Vista - pois: a) Pro blemas educuolonals existem no Brasil lntt1lro; b) Possultnos em Belu Vis tu protesoores capazes de dar o melhor de si mesmo om prol da educoçúo. c) Hã professores que além da dedloa ção possuem um c!lbedal de conheci mPnto adqulrldJs em Campus Universi tários e faculdades de fim de semana lstll com muitas dificuldades e renúncias'. d) Temús em nossa c i d a d e um n ú m e r o substancia! de á 1 u nos que concluirnm o 22 Grau e foram nprovados no vestibular, bem oomo nlu nos de 1 Grau que transferidos para ou tros lucals, tom condições de ucompun hnr um currlculo umltus vezea diver gentes. Concordamos quando diz que a pro fessora; "há do truzer a seus alunos se gurança em si m< 1 sma ... " Há um impacto d'-l idélae quando ela consideru que a professora "deve ser admirada, Bontta e sempre me!ga e ca rinhosa pois aereditamos que a profes sora mtegrn que é 0!lpnz de áar o.os alunc,s o que hà de melhor nas profun dezas de RU!i almu. ela não neoessit 11 ser bonitu físici,ruonte - pois para o; olhos de urna criaoçu uma bo profes sora 11cmp1·e (1 bo11ita. Quanto no flichurueoto da Escoia P:ro_quial ~anto Afonso, conforme Ata n- O~ datado de 05111/75 - oonstante nos arquives da DREC/06 - que a dissolução da referida esccla ocorreu por ctetermi aço superior do Rvmo. Pe. José nluy D.D Vice Pruvrnc10.l e núo por interfe rência_ do Estado. As autoridades tenta ra~ nuo delxu1· que tal fato 0C!!rresse porn a Cllmura de Vereadores, reuniu-se de a lri rrn Ili'~ l'lo t"Xfr orcltnt.rla "' fez ccrn·,lt•· às autoridade de Ensino tis como. D • Enil Pereira de ouz (ex Dley d. de Ensino) e sus ases»oras nn época, Prol Gfea Lino e Marta da. Grçus de , a fim de que m uma Iniciativa conunl lárll1 tr1l E-col11 o/'í o recl1 • ,, 11u1t" p!lrt 11. (Jurrnto ao nteorlimento por p :rto dos órgãos públicos às Escolas, no h atualmente diferença para e ,!11 OREC Estabelecimentos Parttculares, Mun!cipnis o Estduls, na medida do po+sível esta mos 11 rfüpolllção paru todos os es!ub • Jool11Jcntos. Aulorlormcnte, como conta no I vro de oeonC>nclull da Escolu Ca'-inhu Follz, u nrrnc colnborou com orinit!l ções e malerlols pedagógicos, t11fs como: "O mundo lnfantll" e suas de,coburL•1fi oncamfnbndo otruváR do ;fem. Circ. nº 08/SE/DRECO6, dntado de 31.01 77 "M& todo Muriu Montessori e .tlvidaded Ho ·reativas" através do Mem. n? 07 SEI DREC/06. • Estes materiais pedngóglcos eram expodldos deodo 1.97!'i, a todas as Esco las Pré Escolares das regtõer;, como suba!dlos. Quanto a regulurlzaçüo da referi da Escola a DREC orientou, na monta gem do processo para autorizaç/lo e en caminhou aos órgãos competentes. Este objellvo núo foi alcançado porque não há, ntó a presente data, uma Legisluçllo especifica pura a regulamentação :!e Cursos Prê Escolare~. Ma11, já encontra-;;i:, em Estudo para aprovação no CEE. Conseguimos entretanto, a autori zaçílo para 11 Diretora do Estebeleci mento de Ensino poder Expedir regu larmente seus documentos: tais como: Certificados e Transferênci~. Tribuna da Fronteira - SEMANÁRIO - F U N D A D O E ~l 2 O / 2 /7 2 lnsc. Est .• 1309533-12 CGC-.1.lr': 03.200.763/0110 174 Redn~üo e Administrnçiio R. Duque de Caxias /n - Bela Vista MT. Of1c1nus: Rua Duque de Caxias s/n Bela Vista - )loto Gxo.so .R~dator-Cbeft: hnldo Prreira Administração: Mria Estela V Pereira Departamento Comercial: Alvoro Pereira ASSINATURAS Assinatura Anual Bela Vira CrS 150,00 Deru31s Mumc1p10s CrS 200,00 Tribuun da Fronteira (: uma publicnçf,o da ORJI'APE- Os artigos publicados com assinaturas dos nutor~s n,:10 truduzew u opinião do jornal. Suu publicação obedece ao propósito do debate dos problemas municipais e de refletir as di'i'er•as tendencias do penrnmento uni, ersal. • Dfedoos mls uma vez o titalo 1 !11:ou o funcil'u 1::, r t r M"' f o! o toaba ! h 1 li. •. n: t 22 4 2707/7 a da nos urqulos da l)ili.f' 1 '), ,. l'l,t.,!, 1 do na Tribuna da Fronteira pira o • nheeimonto público o fechamento d 4 segundo palavrs de su 1 Dlrc!0rll 1111 l., (!l•rr,wwnto • ocorr 11, pol u 11111 m 1 1 vla sido criada para preencher uma L cuna no ensino de Bela Vista e tendo y. or a Prcfcltur,i 1unlclp.,l ,;otorl"• , pecializados a r •ftrlri áre- e o jctlho dPIxorn ele o:xl tk <: r.do I u e+t. G . go de confiança no atual cverno, tl poderia defxnr d úírlmlr clúvldtu, qt:l' l tlnqcm o setor cducnclo1Jol de nos•~ e! dud<.'. Cmu vez mal-. coloco-mo n dispo l(ão daqueles que créem no En~lno r.o lM, Vista o tutubém da regi.o para olucto narmoa os problemas que forem do 1·1tu alcance. Gllcn Lino POL CO T Bill V SCR IORIO DE BONITO - MATO GROSSO DO SUL 1 de Soares e Soares .O VALOR NÃO ESTÁ NAQUILO QLlE FAZEMOS,MAS NA.MANEIRA COMO FAZEM!OS. PE RISJ DE Evaldo G. Laranjeira PRODUTOS VETERINÁHIOS, l:SETJC[ D..-S SAL BOIA.DEIRO E MINERAL SEMENTES EM GERAL. Os melhores preços da praça. Visite-nos. Rua Duque de Caxias, 10 8 D; Bela Vista Mato Grosso Leia e ssie o Iural Tribuna da Fronteira ·: Produtor USINA JARDIM do Rodovia Jardim _ Escritório de Vendas Administraçã1>: Calcãr10 Avenida Porto Murtinho Duque de MATO Bo Caxia:; <:::entro na Km 54 GROSSO DO SOL_ li "Ice "" Ti ta rrt«ta !- co o $%4 7/0 E s o olhe os defeito- dos outros ] 1 ... o 1 r Se (]ulsnrmos co11- ervr sempre o espírito nlere, no devemos olhar o defeltos dos ou tro. O plor do húbtos que se observa frequente mente I8 peO 0 <lo V('í OH rl(>i(•Jlos IIOA outroR. E'l~u hõblto 61 o que mati; runcorre µn ru torar desagradável vlcln. A prevnçu do UIDll liÚ ()t'BSOU deFSO ti po ó fUflolerto p11ra se• ostrr.gnr o 1tmbloute do RllU lor 011 provocnr 11 desun!ilo do grupo n c;ue pertence. Nilo ó o pontando e crlllcunrlo os defeitos que poderl'moa corrigir o pró ximo. Segundo a Lei Mental. tudo que for re conhecido pelo mente manifesta-se em forma concreta. Por leso, quan to mais nós olhurmos os defollos, maior será a sua maalfestoção. E quanto mnll reconhecermos us qualidades ;:nals quali dades lr!í o se manifestar. Se admitirmos como ver dadeira 1 existência do mal e vivermos seguran do-o na mtinte, surgirílc, mais tnRles. Mas se não o reconhecermos e o rlimi11armos da nossa men te, ele des11parecerA por si mesmo. Esta é a Lei Mental. Reconhecer a existência rlo"1'1AL" é o mesmo que conceder força a ele. Pal'a c•Jimi• narm,1s os defeitos de uma pessoa, basta que reconhecemos 6Õrnen te as suas qualidades, sem olhar para os DEFElT1)S. Tudo que é bom, tndo que é belo, tudo que é maravilhoso, a harmonia ,a paz sómente estas coisas existem realmente. No lar também acon tecA a mt:illrua coisa: surgem desentendimentos ou conflitos ~ntre os ia- mllares porque estes p:ocuram mútua mente os defeitos e os expre sam em palavras. (C (•;) - Ao receber em nudiênc!a espe cial, o ministro Rangel Reis, do Interior, o presidente Geisel receber uma lista dos nomes contendo os mais forles can- GIgBE HOMETI.O SILVEIRA Leio que um lngles mal humorado (o que é raro) requereu dlvórclc; por um motivo singular. Havendo se casado com alguém menos culta do que ele, aborre ceu-se com a esposu que não o acorn. panba va nas suas altas, cogitações. Man dou-a para um colégio. Acontece que a mulher aprendeu tanto que acabou ultra passando o murido e agora é ela q1e8 se aborrece com o atraso mental. Resultou o descompasso familiar e o lngles quer dlvorciar-Re. O juiz ao dar a sentença discordou das alegações do ingles e indeferiu o seu pedido, achando que ele precisa ar runj11r outra ctesculpa doméstica plra o requerido. Estou OOID o juiz. Esse absurdo ingles deveria ter se ca sado com um computador ou com umu enciclopfldia. Jamais compreenderia o valor de uma esposa-caseira, dessas enelá veis mulheres que minha querida amiga Lygia Fagundes Telles chama de "goiabadas". E aqui ternos a moral da hii;tórla so bre e. qual repiso com muito gosto. Já me referi nestes meus artigos à ·•mulher goiabada", quando foi eleita Ra quel de Queiroz para fl Academia Bra· sileira de letras. Não sou totalmeote qua drado mas ainda estou com o ditado que diz não gostar da multt que faz him e da mulher que sabe lutim. Poucu gente d[datos o governo do fato Grosso do ção, após um x me mAl de praxe uL. E nessa reunulio o mln/wtro apre- sentará reIatór!os relativos a cda um dos cotados, para que o chefe da Nação decida sozinho qual o nome que ele v ·4gora é um quis«to de horas' com melhores condições pura gverar 4 o minttro Han et Hei,, um dos o novo Estado. que estariam cotado mas que [à relte rou, inúmeras vezes, que lo dewej n Até agora o nome mais cotado para umir o cargo de governador, por enten o cargo continua sendo o do ex-goveraa- ler que exlutem pe o mal capacita. dor Pedro Pedroslan, muiuto eabora o das, no caso, um politico ou t ·nlco ex-Prefeito Levy Dias seja bem visto n polillcc do atual Sul de Mato Gro o. arena federal. eguem-se outros nomes como os do Alceu Snnches, general Di- lerado Monteiro, economista Afonso Simões Corrêa, empresário João Carlos Paro os politicos, dificilmenti have. erelles (de lo Paulo) além de outro r uma definição logo: se a audiência candidatos como Ludio Martins Coelho e fosse bem mais cedo, poderia transpirar farcelo Miranda Soares, considerados alguma iformação mais segura, mas de. fortes. vido ao adiantado du hora é posstvel que só noutro dia é que 1~ Altunçllo <:omeco Fontes do PnlCicio do PlauuJ10 1e11firmnrani 4 ur o a clarear. De qu<ilqu<•r mo,lo, uu quartn esculba do futuro governador do Mato feira o p r e si dente enviou ao <.:on Grosso do !:iul é "uma decisão pessoa! gresso a mensagem com o nom do fu do presidente Gl'isel" e que aquele que lurn gonrnarlor, e ser nomeado u 31 do for Indicado, pos11lvelmento será subme- março, de acordo com o quo estabelece tido uo Congresso Nacional parn. aprova- u J.,ei da Dlvlsüo. A E O estúpido ingles criou um inútil pro blema doméstico, ele que era até muito bem casado, pois a sua mulher não e ra uma enciclopédia mas talvez um bom manual de forno e fogão, o que é sensi velmente mais útil do que uma enciclo pédia. Pelo menos ensina a matar a fo me física, a inev!tá vel fome física, mui to mais gravA e urgente que a fome in telectual. O boboca não entendeu que mulher de fono e fogão é muito mais rar hoje em dia do que a mulher en ciclopédia, no ger.!11 podante e neurôtica. Não vá alguém agora concluir que hoje conhece esHe velhfsslmo e desacre-1 !S'lll contra a n:ulher que estuda e com ditado anexlm.(Pcço desculpas a todos seus conhecimentos colabora na difusão pelas expressões fora de moda que es- cultural e pode até eo, corta medida. eer tou usando). Hoje nem os homens sa- útil ao marido e a Js filhos. O que de bem latim e duvido multo que com o fendo, isso sim! é o equilíbrio que O!tá progre@so da música moderna as mulas faltando neste mundo descompassado. ainda. fuçam him. Devem zurrar de ma- Que a mulher se instrua, nada mais jus neira mais "pop" ... (Esse mundo de rimas to.Mas que não perca o sentido da vida em im aqui estd apenas para justificar que eu ui rimar em família, desea vida familiar já to palavras difíceis). Acontece que as mu dificil! lheres andam muito cioses de si e que• Antes de Intelectual, seja mulher. Bem rendo o tudo custo se Igualar os ho- feminina, com seu encante pessoal, sua mens esses tristes àomens afobados e inteligência das coisas, seu equilíbrio e preetes a ter enfarte pela luta da vida, mocional. Leia o seu Proust maa não que está paradoxalmente pela hora da desenhe o manual de Maria Terese. Sal. morte. AH mulheres ainda não compre- ba apreeiar um concerto de Vivaldi mas enderam .:; seu lêdo engano. Quanto aprenda a preparar uma boa feijoada. mais masculinas, menos vantagens terão Faça festas para seus filos sem wisque nessa concorrência terrível da procura e música de fundo. Viaje no seu lar n do pii.o cotldlano. tes de tudo em lugar de viajar ao estran geiro. Um meio !ermo entre a goiabada e o marrou glacê, até que vai bem ... (APLA) Façamos de Bela Vista uma cidade mais humana KF7) SEU IRO ERECE VOR CRINK Gasolina, Óleos Lubrificantes, Óleos Diesel Filtrado, Lavagens, Lubrificação e Borracharia. Atenção Motoristas, Agricultores e Usuál'ios de lubrificantê-s em geral - Auto Posto Miraadão avisa a todos que está promovendo a campanha do Lubrificante: Lubrificantes a preços especiais da marca Ipiranga Especial T exaco Lubrificantes a preços de Fábricas RODOYIII BR - 419 I 1 - GUIA LOPES DAN LAGUNI ---------~--- - M TO GROSSO -------- ~--------------- A 'a 0oneeltunço do idetlo dna n - voluço, Inttiznndo os objetivos síntee n una equ%.cln nntural, urge nu lrl!o gla desenvolvimento, democracia e obe rnnlfl dlt111mlwdo~ l' orlcnladc,i; para uma meta· no tranformuço em grande pot+nela. O que repreent pnra nós virmos or uma rnnle pot+nela'? Será um pretem»o decubtd'? Ser um «sonho do urna 110Jt1, do ver/lo'? Ou será u11I pro póallo vJltvPI'? Ow erItrlos parn e uvullr o que ó umn grande potêncl vAm evoluindo profundltlJl()llt( IIOSll'll úlllmoH ;oo llllUli. A potOucf,1 polltlcu do fim cio ,iéculo puP do, do tempo du Hnlnbc, Vltórln, de Nn pole/o 111, dú lfüwmrck, do Nlcolou II, ern uma força oonflndn, dispondo do capacl d11Jo pollllou, c.inômlcn e mllllar multo mcuur do quo u l'xlglda boje. O co11celto de pottuclu desa época que de certa forma perdurou nté u ~.a Guerrtt Mundial tev13 os souq grnndes teóricos no figuru dos geopolíticos Ratzel e Kjéllen, mestres du oacoln alemã, mais trde din unizada por Huut<bofer profflssnr d•J Geop<>lllicu da Universidade de Muulch. O grande teórico da geopolitlcu moderna o que substituiu os crltério11 de avolla9ilo de potência olé ealúo vigentes foi o luglês Arnold Toynbee, quando con· celluou e desenvolveu a lese de quo «po têncl é um forçu política que exerce o seu poder coorrlen11dor num campo de nQllo maior do que o da sociedade que lhe serve de i>use». Coube no francês Tlbor Mende, dar ao pensamento do emi nente historiador e 6oclólogo brililnlco o seguinte desdobramento: 12) hoje t>m dia, grande potõnclo é Rômenle aquela cuja força ooordcrmdora 8e exerce em dimenõev mundiais; 2) sua soberania deve exncer-se sobre vasto território; 3°) deve dispor de Imensas reservu& de matéria. prima. e de müo-de-obra especia lizada; 42) sua. capacidade de produção de'e permitir-lhe fabricar, em grande quantii!u de, armne modernas de alto custo e de ceder gratuitamente, enormes porções de produtos manufdturados pois este é o mé todo co1Jtemporílnoo de fnzer ttlfados; 5 2 ) as grande~ potências da atualldaàP devem ser un!Jadea mulllnociunais i,, mul ti-raciais, pela simples razão de que algu mas das condições precedentes não po dem ser setisfeita.g por um único povo que não disponho senão de seu próprio território. Esse desdobramento do conceito «toynbeaoo» revela a illfluência dus rea lidades of<lrecidas pelas duas atuais po. tências - EstaJos Unidos e União Sovió tica. Poden:o:; discordar das conclusões de Til>or 1ende, mas será difícil discor dar-se do conceito genérico de ToynbeP. Analisando-se 01"1 conceitos sobre potência dos estudiosos da geopolitien: Ratzel, Kjéllen e Hausbofer, da. escola • detert!luta lem, T'oyhee e Thor Mnde, de o ola real»ta demoer.tia, ('llC•J1,l1u111011 º" pi, ruau[r; runc!,un,·nl••f de «nonsa vlabllidade como gande fl' lôncf11•. V fntese dmlrável de K[ller t tributos de potência wão: espaço, Ibvr dade de movimento e coesão Interna. O geopolítico ueco, mestre da escola al •· mi'I, vlvru oum11 6µoca em que o f,tt ,te€. da capacidade industrial e técnico clenti flca nllo pesuv11m lauto nu vnllaçáo das poteuclfl !ldadea politlc1111. Narna Mformu luçlio de seus conceitos pata duptá-1os à rnulldudo proseute, nllo hft dúvldn lh, quo n capncllnçlio do poder ccw_ômlco elentifteo técnico Industriul ocuparia um lugur de destaque nessa +intese de va lore11, «Kjtlli11n11». Mna, no rrl nce (Jllíl n brovlJnd11 der te ousulo permite-, bom po c1emo!I conRlntar quo fomos bom fuvorC' cldoR no que tuogo ao pdwelro fator do Kjéllon Pspnço geogrllflco. Com noR soH 8,5 milhões de quilôm~lroll quadrados somos o quurto pais do mundo em lX· tcnslo territorial coropn.cta. E de codro com s poibilidades crescentes que a ciôucla e a tecnologia estão pondo em nossas mos, mercê de nosa mior ca pacltoç!lo econômlco-fluancelra, estamos crli.rndo um «Know bow» apto n explo rar o trnnsformnr oada dia mais o mais depressa. nossas potcnclaUd11dea em puder Os segundo e terceiro fatores do critério «Kfelllano» llberdaJe de movimen to e coes!io Interna, adaptndoi:i a urna visão do mundo moderno, ampliam-se e fortult1llem ó rnodldu em que acentuamos nossa capacidade de liderança politlca sériu e objetiva. e nossa .:iptidão·· pdra criur uma. elite téc'lico proflsRiooa! e u ma eRtrutura econôrnico industrial porta doras dos requisitos para implementar o nosso desenvoivlm1:1nto com um verdadei ro «Know bow» nacional. li O mundo é pequeno: c!c cabe inteiro num grande iorrol. E chc:ga todos os dios à suo cidade. Ouà sua coso, se você é nossos assinantes. O ESTADO DE S.PAULO, '1 .IOt. D~ OPINIÃO PARA LEITORES QUE TÊM O QUE DIZER. ORGll IZ Ç O Máquina da BaneficiOf Arroz, a Secador paro Cereo's Atacado o Vc•e''J, UMA OIIOA!<IZAÇ.!.O PAIIA BtRVIB AJ!TOlllO JO}.O E IICOIÃO R u a S ã o P o u I o S/N ..,,,,,,,.,,.., s. t " «as as° we DRTINS Antonlo João MT Impressos em Gráfica • Nogueira /vedeiros Ltdo Jécnica e Experiência a seu Sarviço eral Por força da própria. reallda.<le de um mundo que se apequenou em função 1 do extrnordlnàrlo progrtisi.:o dos meios de transportes e de cvmunlcnção, ser _ grande potênciu, boje, impÕ<:!, por «ex- travasamento natural tl incontido do po der», como diz Servan Sbereiber, «a ca pacidtlde de exercer seu poder coorde nador num campo maior do que a Rocii> ciude quu lhe serve de bue» (de que nos fala Toynbee). E.asa dura servidúo vive h·,je, dramaticamente, a Nuçlio norte a mericana. Viveu-11 antes a Inglaterra. Nosso <lesliuo de potência talvez oão nos livre desse peso. E o ônu3 dos grandes e desenvolvidos que, se quiserem se con finar, explodem. as ates -de oensurmos em coordenar áreas estranhss, muito te rã o nosso governador que realizar na cunquisla de nosgo território. É u con quista. interna traduzida. na. polílicn. de iuleriorização desencadeada pelos gover nos da RevoluQão juntamrnte com a de desenvo1'·imeuto. (APLA) Rua Marechal Rondon, 774 fone-47529 D. D. D - 0672 Campo Grande MS de e7i2 Martins Apartamentos com ar condicionado, ventiladore~, amhiente familiar refeiçõP 9TEl FLUM 'SE EM QU!MUI Rua Teodoro Rondon 586 Aquidauana --------- s quartos com fartas H0TEl MS AZE A L/ de H A DAR Mrnmm Cliper: Hua Marec~al f loriant 604 f one lJma Organização AHhlAD H. HAIDAR a • p t p ã P ra servir 811 a or e Região. 81ocos e ?lfolhados, Latarias, Panelas de pressíln, Lampião e Gás, Triturador de milho, Ferramentas A • 1 AI • • Pr d grico a.s e um1n1os. o utos de Exportação da:c: mais afamadas marcas. [xporladora C l l P E R !em o melílor preca de [xporlacãe para o Clienle txiyente. 4 31-131 fruta!n Iir. Rn letal [lti 5.5, hu 43l PONTA POR A M ATO GROSSO DO SUL __ , 1 Entrevisto com o Dr. Horoldo Medico responsável pela I f idr. s preveis m M • t Borra Manutenção t ! l . aos conoiçoes r. Prf { f) É Importante Inspeção das carne»'? lm, devido er pouível através de u m rte de exumes IJntifiear po ivefs doenças ou eja agentes patogénicos 0 Dr: Osvallo Rumnzini, Juiz de de Direito d Comarca de I·la Vi ta, Es tudo de Muto Griso, na forma da lei etc. F,1/, 8, lllm 110., ()Ui! o pr ('I! 'llt0 EH!l virem ou dele conhoeiento tive rem, expedido nos uut0os n 20/78 de Pro. testo Judicial que se proces por êste ,Julzo i, Cnrlórw do 2° Ofício, quo ntou dendo uo que lho foi requerido por Tho mz Tadeu Vieira, pelo proente Edital pam conbeclmuuto do público om geral, quo ser fixado séde deste Juizo, no lugar de costume que sorá publicado no Órg,1o Oficial do Estado e pelo menos duas vpze~ l'lll ,Jo1J111I dl6rio, nos têrmoH du petição do teor seguintes; T'honaz Tadeu Vieira, brasileiro, cus!do, cozaer cltrnte e pccuarlklfl, re,,ic.Jente e domlci l!ndo ncslu cldudo o Comurca de Bela Vista (MT), através de patt·ooo, docurnen to Incluso, vem u presença de V. Exª, respeltusnmente propor coutrn olegnrio dos Santos e suu mulher Elvira Godoy dos Santos, bru1:11leiros, casados, ola co merciante, elu lides do lar, resldenta11 o domlcllludos tl rua Ipunomn, 229, Vila Sot.rioho, CamJJO Gronde (MT), o presen to Protesto Judicial contra Altonaçáo de bens ou direito e tlçúo, embusado nos artigos 8G7 e segulntt-1s do Código de Pro cesso Civil, requerendo o expondo para tunto: 1) que o implicante, é credor de 50 (cloqucntaJ vacas dos suplicados Ole gnrio dos Santos e sua mulher, reprnoen tado por um contrato de arrElndamento, subscrito por duas testemuab9.s, portanto documento líquido e certo, jà vencido desde 10 de dezembro de H?fü.1; 2) que o suplicante, até esta data, já longo tempo vencido, nüo recebeu o que lhe é devido, onde os suplteudos, à época de Bilidar o compromisso, não possulam mínimas con dições e estando ecn quase estado de in solvêllcla; 3) Sucede porl-m, que pela. morte de seu ,João God•Jy da. Silva, pai e sogro dos suplicados, em datn. de 22 de dezembro do 1977, certidão inclusa, 11.briu-se a sucessão do mesmo, onde silo herdeiros legais e consequentemente irão receber seus quinhões, suficientes pura saldarem 1,ues obrigações, assumidas pe rate terceiros; 4) Que, torna-se óbvio, pelo longo tempo já decorrido, que os suplicados nem digouram-se procurar o suplicunte, paru tentar saldar tiUUS obri gações, estando aindJ. inadímpleutes, de monstrando claramente seus ânimos em n!io quitu.r o supra coatratu de arrenda mento; 5) Qne, igualmente, pelas certi dões illclus~s, já existem ajuizadas nesta comarca, medidas jutiiciaiH acautelado- uger o Dr. Castro PI to que e-o , . ,. se para o elementos qu tm direto com as cartn , luv br, e . lo tas de plástico brancas e aventais brun co pura que eses elemnt te,h m mal sselo no lidar com a carne que 11t>1/t levada ao público cu Sf'ja pun. i populaçllo Belt visten~ J. 4) Foram tomadas outras medidas de hlg!Cioe? Sollelte! ao Dr. Cartro Pinto que tm bém adquirisse desinfetantes par lava ger do matadouro depois da matança, solteitel também a compre de um bom1- b'i pnrtt colocnçlio de insetietda nos principais pontos de proliferação de mos cas evitando que possam as carnes se rem coatamlnutlas por elas que transml tem também mult3s doe11çns. 5) Quais as medidas que serão tomadas com as carnes que irão para os açougues? É desejo nosso colocar um c~rlrr.bn com OH dizerrs: Iospeclonode. por Isp. Fede ral. Porém no «erá ainda possível, de vido 11 Prefeitura allo po,;suir um cami nhtlo boiadelro que foi por mimn solicita do e por eHse motivo dará margem á quales que matam fora alegar preço al to r.o que diz reRpelto o o traospnrte. Faz se necessário ressalvar que o Sr. Prefei to prometeu consertar o atuGl camiih!lo do matadouro que niic, tem coadiçõei- de utilidade no momento e que o Dr. Ces. tro Pinto tem atendido dentro do possi vel as solicitações que lhe tenho feito, pois tem ele tumbém DJO'ltrado grande preocupa9ll.o pela saúde da população já que é também colega e conhece os problemas e as necessidades. 7) Com relação aos açougues há algo previsto'? Sná feita uma reunião mensalmente com os açougueiros, onde procuraremos dr lhes uma urlentaçiio higíênica de como preservar as qualidades das carnes e também que colaborem conosco, já que sómente unidos chegaremos ao ldeal. 7) lIals alguma coisa para iier:larar? Apenas para dizer que o Sr. Prefeito l· sentou de imposto aqueles que abatzrem gado para a feira no ruatadouro e dese jc agradecer ao ilustre entrevistador a atenção e reiterar ao pove de Bela 'i.s ta a minha. 11dmiração e dizer que sinto me muito feliz em poder ser útil a eles em alguma oolss. ·, também tranmt «fvel no H 2) Qual o motivo que levou 1 ti tr ,. cll I r1 11 p,o,-:lrnlú ta douro? /1.édico Veterinário e de rns contra os uplicndos, dellendo o procedimento con rei I e financeiro na da alentador dos mesaos, ) Assim, exis te cristalino, o justo recolo do suplicn te, em que os Suplicados, través de Es crlturu P'úbllen de Cesso, venda e trun ferôucia Ull Dlrclt11s heroclllárl<>H, alleoem aeuH quinhões sorrntelrnmente, pura Cd· capultr do SUllll ohrlgn.çõeg r.u!l'lumldes, ià. vencidas e ainda nllo pagAs; 7) t; f cul taado, aoH que quelrn ou d eeejum pre venir rPspoa,rnbllldades, proverem a coo servaçlo o r e u 1 v a de seus direitos, ou m a n l r e e t a r e m 4ualquPr Intenção do modo formnl, o ia gros~u de Proteeto Judleln 1. nu. rormà. do artigo 8G7 e seguintes do CPC "ln ousu" é legitimo interessado o supllc.iote em pr>dcaver-Re, que Ofl mplicodos, núo nlle nem ou cedam seus direltos hereditários paru terc1:iíros, embora de maneiro tra!• dulent11 ou criminosa. Atisl~ pelo expos to, ri,quer: a) sejam citados, Olegárlo dos Santo11 e sua mulher, através de Carta Prrcatórln à Comarca de Campo Grande (Mit) etn endereço já mencionado; b) que o presente protesto judicial contra alie nação de bens, ou direitos e ações, 11ej11 publicado por edital. consoante artigo 870. Item I do C.P.C., pura dnr ciência a terceiros interessados à compra da cessão de direitos hereditários dos suplicados, do proposto que or11 faz o suplicante de nuulal' qualquer ato Inter-vivo de uliena çüo de má fé ou que por ventura venhum alegar ignorância. Igualmente, afinal. re quer, seja entregue ao suplicante, o pre ente Protesto Judicial de acordo dispõo o artigo 872 do C.P.C., indep.:mdeatemen te de translado, o dando à presente pa ra efeitos fiscais o valor mloimo legal, com os documentos inclusos. em núme ro de cinco. Pede deferimento. Bela Vis ta, 14 de fevereiro de 78 (11s) p.p. Dr. Sergio Robnto Perondí. oab/Mt, 1.180. Despacho de fls. 12. Cite-se oa forma re querida. Expeçam-se os editais na forma legtll. 1. B. Vista, 20/1/78 (asl Dr. Os valdo Rumanzioi• Juiz de Dírelto. E pa ra que cheguem ao conhecimento dos interessados e nioguEm poss,ia &legar i gnorância mandou expedir o presente E ditai, ua forma da loi. Dado e passado nesta cld!lde de Bela Vista, Estado de ato Grosso, aos vinte dias do mes de fevereiro do ano de mil novecentos e setenta e oito. Eu, Goethe Escobar Nunes Escrivão do 2° Ofioio, fiz d11tilografa.r, subscravo. Dr. Osvaldo Ramanzinl Juiz de Direito 3) É verdndo qu das hlg[nicas coI :'A11tadouru! ' , ,; • 1 Suite, Apartamentos (C;tsal e Solteiro). Sala de Recepção 4 O Hotel mais luxuoso do Sudoeste - Hotel quidauana Palace '' O Cartão de visitas de Aquidauana " AQUIDAUANA MATO CiROSSO DO SUL 11t'.O 11 nt A- Livro é Cultura Qulncs Borba. Machado de A is 60,00 forte na Prnlu - Autha Cbrl lle btl 00 Nono, o Menino de Dla muntlrn • A lufa11cl11 do ex-Pr sidente Juscelino Kubitchek - Autor: Vl- ccate Guimarllc11 G0,00 A 1rngêdla ArgenUoa - O lerrnrlsrno em ovolu çáo 80,00 r.ureo Simplificado Parc1 Mecaico de Refrigora- ção Doméstica 130,00 E_crlturaç!lo Mercantil co,oo A Praga de Snüi • Ter ror que apavora o pro prlo &utor 70,00 Miba Mocidade - Wins ton Churchlll 140,00 Vendetta - explosão do vicio no msis poderoo sindicato 70,00 A Profecia • uma auper produçüo do cinemu de terror 70,00 A Rollqula • Eça de Queirós 60,0D Ilm;ões do ).foodo • Ceei lia '.1eirales 55,00 Iniciação a Hatematiea de hoje 106,UO Ferroiuologia Florestal • o livro do engenheiro florestal 1.W,00 Nlio precisa enviar din heiro! você só pago. ao retirar os livros na Agencb Postal di:: sua cidaCe. Escreva para Editora Jonterrey I .tda rua Viscoads da Figue redo, 81. Tijuca. Rio de Janeiro. CEP-20.U00- Caixa Postal 24..119-zc-09 Trll;:11i11 tl1. frop( lrl MII»tro dn grteu'tur J11'ltllt1lfJ N111.!onnl ll,· Uol1Jnlni<;Au I! J!1•for1tH1 A,erArJI. 1 N C J{ A Coordenndoria Regional (1., ~fnlo Or<>oo t'roj to J<'ua,lf/ir!o ,JurdltII E d l ta 1 de Convocaçao No 01/78 O Pr11j,10 I• l'11rliArl11 Jur· dim. wito à Duque de Ca Í•• 9fl'J, llr'•h c·i,lorf<·, ftlros/.r ,Ir ll'f'U E'<t·r11h1r, furun p(;hli to que »tar recebendo ruas dependeniu», docu. mrntação neve«srin para o eredecimento de profisio UttÍ!I uu1n11011101 iulft'C-1'lfl:edo11 «mi ·xeretar serviços «de de mareação de lote em terras de dominio da Uni ft u tio INCHA nu ,I~ 1rnrtÍ<'11lnrea ohru,,íli<ln, ou uno por pro .. c • di111en101 di,l'rl111i11u1órro,. vo CIIEVE CIA~IEN ro: Ü• profi•,lonni• 11ul11no• mos ioll•reu111lo,1 e111 reolhnr serviços de demarcação, deve rio obter seus credencinamentos meJianto requerimento dlri• pldo ao Sr. Dr. Vnldir Ah·rs da ilva, Presidente da Comi•• 1fto Permnneute de Licitnçno ncompnnltncln dn ,eguinte documentação: o) Fotocopin autenticda da Carteira do Indcuticlodc; b) Fntocnpfn outcnticncln de pro,•o de c/uitnçilo com ns obr_!_gnções e citoruis; e) Folor6pin uutenticnclu •lo provo de quituç,lo com o Ser• viço militnr d) Fotoc6pio nutenticncln do cattno ele identificaçno de contribuinte CIC; r) atestado de rcsidenciu; f) Ateunilo do idoneidode financeiro fornecido por eua bckcimcuto hnnrório; gl Certidão negotivn do• car tório• de prote•toe de titulo, onde tenho tlumiclllo; h) Certidão negativa do, cnrtório de distribuição Jos feitos criminais dos locois nnde rc1irli11 nos últimos 5 (cinco) anur.; i) Fotocopio ■utenticuda 1la carteiro do CHEAA com visto no re,pecti,•o rceiilo onde o serviço 1erá renlizodo; j) Fotocópia outenticodtl de quitnçiio do onuidnde do Crea; 1) Certidilo do CREAA, certi ficundo que .nfio tem processo admini•trotivo e, qu<:' nüo está impedid" de exercer a proíis ,-ão m) Relnç~o dos ,cniço• já realizados com npresentaçiio de n!estado comvrobatorio de sua capacidade tócnicn: n)Rcloçio de equipamentos e rnoteriois pertencentes no pro fis~ionol nutônomo, destinados à realiwçào dos ttnbnlbos topo"ráf-ico,, de.-idomcnte nrnprovndn .ua propriedade medionte fotoc6pio nutenticndn de notn fisco) MI rr.ciho de aquisição, ou nindn comprova da a su11 di,ponibilidade nsse !!Urado atrn vês do contrato de aluguei. Outrn• informo~ões poderão ser obtidas nn sede deste Projeto Fundi6rio ,lnrd'im, 8 de morço de 1978 f'nrlos Alberto Ferreira de )lirand11 Executor Projeto Fundiário Jardim ICOlU ESPI (COlt'IL:.,lA: fJ•cnr 1< 1,rlrlt•u" 1!1- Jtllljc,J H 1·: ii e; 1 / 1--i C 1 'f A H A "[se lhe J as, la irulo hi de roa»i. lftr." fofo, Jl:'l:l. HÁ mitos ulos, « solas religos do frititusto rr tiram o fenotruo da morte Ji,.. paisagens deprimentes, ladre» que rum titu des hierática, ministros que comentam a. flage lações do inferno, atfaleuw negros e panos de luto ()11~ )ttHitrin rciar tudo i1•0 irtn-'o •J J•4•or ia»tintivo o constrangimento obrigatório! ineu nega o sofrimento da rpar+o, - pírito lume furtará no plantio da ·audale no jardim interior, O próprio Cri»to emocionou se junto ao o,pul,ru ,le U,,orn. , , . E111rr1a1110, ,. r,,,,,,,çno do Celeste Amigo di feva e na rsperança, acordando d lê 'ID no, companheiros que o ouviam, A promessa dlle,ao carinho fraternal de Marta, É bastante significativo ·Tu irmão há-de resuscitar" asseverou o Me.ire. On! n ill8tn11tQ,, 1.6,Ho PrM rr•ti1uid,, à experiência terrestre, surpreendendo do ine»pera do acontecimento t,e+to que transformou emu vigoroso »ir- bolo, bemos hoje que o senhor no» reergue, m toda parte, nas e»feras vridas da vida Há re ,urrt•içno vi1uf"ÍLP.,1 e sublimr uo& 'tOOU.8 r3:rnn1~ e nos círculos diferentes que se dilatam ao 111fin1to. O c,plriro 111nia r11,.onrbrnclo no <epulr•ro do nini e o rornçfto 11111i• tluro •no arrn11cndoo du• trero, p,!quirns porn n !ui rln vida etrrnn. O St•nlror nao .,. ,cn1ibiliznu t/10 ~6111ente por L,í:rnro. Amigo Oi'Íno, n ~w, m6o c.nrinhot1a •e c•trndc n 116s torlo•. llcpn11lru,11os a mortll rrn eeu lu~"r de prn cc-◄su renovador e encl1ei-,os de confiança no Ío• turo, 111ultiplic11ndo M se111e11teirns de nfeiçõe1 e werviços antificantes. Quando perdeste tempora riumeutc o 001upnnhiu clirfln de um ente amado, recordai o, puluvrM do Lrhto; aquela reduud_a fn,nilin de !Jctfinia é n miniatura do imensa fam1- li11 do Ilu111a11idade. Francisco Cândido Xavier--EMMANUEL Dr. Joelson M. Peixoto -Advogado- Cau~a6 Civis e Crlmlnah Rua 1.o do Maio S/N Jardim - Mts. Dr. Ivan füanso da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL nua Volunt6rioa da Pdtria, 376 - Fone 'ilO Bela Vista Mato Grosso Sul R. FIGAI MURANO -MÉDICO Consultório, 7 às llh& 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural, 12 às 15 hs Dr. José Atanasio Neto Advogado Causas Civis, criminais, Comerciais. l!! ventarioi, e Parlilh:1s, Regularizaçóes de Terras Juuto ao Incr.1 Etc. Av. Duque de Caxias.~-º 788, Jardim • Mt. Fazenda 2 de Ouro Guia Lopes da Laguna Mt, E s [utro doo próxi w diaa »ri invado no r. fll ,., (iu IJ, l •, ( li U Cponto de Fulo a 1I, V»a lrn, ias, • quirwm ou t • aquele que gostam de futebol l taro torre do ou, plo menos, ai»tindo no j to o orquet Porque lá o eporte é rwrao an ; seriedade e todo», realente, colaborro par o boas apresentações de nu equipes alt de exigir o máximo e»foro dos tletas n 'º. 1 I; na parte técnira como também ta parte diipl llflr t." <ltljJ'HIHU propr1flU1f"fll .. riJI.&-. -. E nó uqui «m Hela Vi»ta. Hril! Cadé Liga? O time! A organização! Vasos nos man ar ete e fazer etrugir o Ftadio htavio Eon tnurJ. Mn•, um ('fifi►' lho, u?),, façam < 11n1,. ,n·d'• poralrlo JiO do larguay pois e isto acontecer mio teremos atleta, tines o que mais importante nlo Teremos Torida pois todos e»tarlo vedo jogos de futebol, talvez menos técnicos e agre miaçóe mai pobre me. no entanto a compct ção em si será muito mais organizada e repon ~hvtl. Porllnlo va1110• n lldb - 1•_tn do Parng1t1,) t que as coi»as comecem a funcionar, na parte flJHlrthu, aqui em no ... n c1utnda BeL1 J ta, bra eih·irn, Meu amigo Freitas obrigado pelo c:artJo e peln, pulnvrn• rnbre o 110,~u Jomnl, nrn•, mude•. tio r portl', jú viu que tamo botando pra quebrar cm tcru1os de bom jurn•l, 11fio l:'I Ivan do Nascimento Dr, Pedro Jo é Palmieri Advocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL Dr. Laucídi,, Valdez de Barro,; c:rurglão Dentista CRO - 557 Mt. Cllnlca de Crianças o adultos - Ralo X Atende-se cum hora marcada Consultório Av. Duque de Caxiao, 508 (Ao L-:.do do Banco Financio!) fü~!fl'.DTNJ Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Rua 15 ílela Vista 4-0650 de Novembr.i S/N Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosh>, 38•1 - S:ila 2-1 Fnne Campo Grdnde MT.S. Cícero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio foão n.o 7 53 Bela Vista Mt Sul Estado Impossibilitou Funcionamento de Escolas parliculares augura! para urso de Magistér: , Veta sala quero concitálns do qu l'•illll'rtl » ue«Item {eelon r • i; :itlrt'm t'u .i <·ullur,1 a foru,•lf,; • 1, proJ,,-,I rn tl xr,•I ti!1 ~ Pr• l'I lfU lN capacidade de enten li r ,. r, Rp J 1 1 r 1t cu ttH,: 1 l'rccl .11:1 ! ne• ull as crianças ft de li•vfl ]as a te!h.E aprendizem lhrt prur .. l(t1r t • l rnrh III nqu la qu • dotada dnus qualld ades cima 11,1111' e xlgir de !'l'U, 1rn;,orlorc•s cuudl1,:õn1 IOUl('r ti~ fuvorávelii. Jã II nciri dn p1,rte r!.1 ntur·d Drl~gr,. cto. de Eni:lno lnovnçõt>:, qta• ó ~1:r,·lr/10 p3.ru melhorar o ensino. Est certa 11 Gllcn em bui,car ooluhor 1ç1ío d,• 1,e~ O:~ fim d11 qu se tornem m•ds fAc,·1" OA outt'nclicneotos e que possamo juntas, ourou verr!udP1r1-t comunl1ílo crl Ili, colf horar com uos.,o !{overao po rn qull o Es ludi> de Mato Grosso do Sul seja grande e produtivo. Dizem que o futuro de um Puís de pende de rwa Juventude. Aqui é gr,1nde nos<.a turern polz de nós rnostraR, dep<10- derA em grande parle Q futuro de nossa querida Uelu Vlstu. De colores e s o Pf CUDRISTft DE Ev2.ldo G. Laranjeira PRODUTOS VRTERI~AtUOS, l:'lSETJC! DAS SAL BOIADEfRO E Mú/ERAL, SEMENTES EM. GERAL. O melhores preçon da praça. Visite-nos. Rua Duque de Caxias, 1 O 8 O; I Bela Vista Mato Grosso APOLO €O;T'I3ILIDE BONJTO - MATO GROSO SUL de Soares e Soares ,O VALOR NÃO ESTÁ NAQUILO QUE FAZEMOS, MAS 1 AMAN EIRA C0:10 FAZE:vlOS. .;._ _ 1 1 1 EM RITM DE ft I GRANDE Guia Lopes da Laguna o Padrão máximo de qualidade Mato Grosso do Sul 'l r-1h ma ria P'ro· twl;a n l, - o Antorilo Br O Instituto Ftadun! Grub de Cria4o Animal f' E»ta,Mo de Insemina,Ao Artificial tGrub do Ministério d Aricultura que foram uma bó instituição, ditante 2o k d Munique, tém jurisdição em todo o E«do da vária funciona com llo pesos, cientista, veterinirinw e auxiliars A instituição compõem.se de seis departamentos, Lo Admini»traço, laboratórios, avaliações serviços vete. rinrio relações pabli«as. 2o Gado vum !Lu Suíno~ ,. o, clh 1,.. 10 Animai de qwr porte, linhas te. l o Cuwi;trut;ilo , e• pi;;fLihu 01111, porili,t 1 .. , ,•,1111u" f1'Jrn o, rurnliitflU t' 11111 ru;,. Ali dos trabalhos que de«envolve nos seus n·n rro~ do Jw•qui .. o, 11 c•nfidndt' 11111111( 1111 ro11,t·11io.11 corn ,·111p1t.·• FtU: nu• fcolru 'fUl' deM_•j.l1t1 l'o)nhornr, tll•forlc quu uceitt·ru cu11111rir os projeto, por , la 1·lnho111doH, J Buvfiriu 111i-•11i 1111111 (1r~11 ti,· /10.:i 17 km 2. c11111 3,69 111ilhticM dt• ft rra ui::ric111iur/11•I, ,i11•,n n~,lc J:<r,Hlu lo milh/1,:s de habitantes, dos quals lo" e dedicam à a. woJJcruhrin; 2.Jull.ooo de hrrfurc• c,lfio, ul,t rio, de ílor,•~rn ro11ffert1s, ,,i11os n outrn9 <'5tH-1,ci1111 flurc•1-1uiu, () rt•t,auho {· de •l,5 mil 11k• ri<, c1d1t·ç11,, dt•sc,: 10111! 1,9 (· ,·ons1i1uido de 111n1ri1rs. Além do r.-lrnnf,,, rnc11111, o Jo:,111rlo 1·011111 com not{I .-1 plnntcl de rniuos dn 111ni1 ulta qualidade, num 101111 de J/io.0011 c11hr·11s l.nndonce, .l.njo1, l'ietra e ou1ra, rH'•"· 1, lo ,c111 folur em milhares de ovolhu•, ,•nvuloa, ,, 111illuke de es, A área territorial rural está assim dividida: }lo,00o propricdndcs coru lo lierlnrcs 16 mil coon 11111!~ d,• :lo li1·c- 1nruK e loo empras com mni9 ,lc lfJo hei'fnre-~, Enquunto n neve cuin em grnu<les proporç(),•3. criando t•.;pt"- 16rnlo de <lesahh d bclc111, o Dr Iogner, Diretor <lo [ns- 1ituto, continuava su exposição, mostrando todos os depor• 1a111eu10, e prealnndo vuliosus infornwçõcs. Fnlanrlo sol,rc o, grandes silos, drolltCllU que Sú8ooo pcFrnn, dcdicam-•e ti u~riouhurn; o milho é um dos principoi, produtos culli. , doas, rom r ,- 11 '.t n ta d 1'8, " p•1 t 1: ,., ma milho, ceada, 1 J, .•.11 ,,,. l,, INI ! •• ., , " • r , , 1 , ,1 l' r 1 '•• 11 ! l ••Íc 1,-. 1• J J l H (J Jri lÍfl,l•J e IJ de mantr do veterinrios do t ir t, nH nlt' aru t,;u,1 e, .. , o il1,..t ,, ,rito• intt riori de do órgão cor t l t 1 1 11 pocilga, onde permanentemente são feita e, a tinsrntaço, de envolvimento dos animai, r t.ilfJll., lt·i:,· 1 rt d;.7'.l'IOit UJlri r t !'1c ~ 1 ri! 1 •· esse conjunto de trabalho cientifies a média do riu11 di., {· superior a ó0o quilos, e do porco d, dias de loo quilos, a média de aumento do oeo do boi é de quilo duzentos ramas por di ,, 11 ru f· d i L ! ,- kil<' (, de () o litros por ano, otu tum te< r r!t'. f.'.' r,li,. ru d,· :J.9,i. A seleção dos reprodutores para fornrer i,,(°rrw11 (· {,. it, cientificamente, mediante rigorosa p+quis. Em adia. 90" das matrize bovinas são inseminada artificial rnte. ber como 2.)o.'o ,Li., J101c, ... l(·rn do .. i111por1~1H1•,. .. f-'nu_o~ qu,• u Instituto preta à produção e uprimora! , r,to do leit e dn ("llrllP, culnLorn t•fic·it"nl1•r111•111e JH!JI 1p1t· 11◄,11roJH'<-1J ri.-. ,u~, lt•tiluuu lnhituç;lu cuucli,enle, 1·0,Ptru1nrlr, IJr.tlil-m e-1. tá bulos e pocilga as melhores e mais modernas condiçe». U tlt:pnrlunH·nto <(li! ,·uidu Jc•g~e t-ttnr ueUJHI nmplo t wodt'r no JM ill1Jo de mucleiro, ontlt" ,· .. 1fto t·x1•0-f111- t,H)u .. o mo• ch·Jo3 de casa, pocilgas, estál ... uloi-,: e 011t101... l'<,r in<·rí,,·J qu•· pattu se tomarmos em conta n rte,a .. tução cri111irlf>•.1 qu,· e processa no Brasil, nesse departamento é fcitn prúpo::~ul. tia puru utili,-11çJ,, de mu,lciro, ,·m lu,;nr de outro• m.lll·riai, pnru construção. leto porque o rdlorc•1n1uc11to ll!l All'111a nl.iu se processa de forma lilll perfci1u <fllC muitu~ a~rupr- Converse com o revendedor Massey Fergusona de sua rc!tião. Ele lhe indic:u-.í. o equip:1111ento mais adequado p:ira sua lavoum e a melhor fonna de se obtt:r o financiamento. Além disso, lá voe(; v:i.i conhecer a maior ! e mais completa linha de nüquinas e impkmcnt0s / agrír.olas do Brasil. [' Aprovdte o crédito que toda a rede bancürfa i está oferecendo. r Compre as máquims de que voei: prccis:i. p:u-..1 a mecanização integral de sua larnura. ! - Os revendedores M:isscy Fergu..<on estiio à sua disposição, com a assistência técnica de mecânicos treinados na fábrica e completo estoque de peças genuínas par.i reposição. E lt e ortesio: AMA Apolinárlr, Máquinas Agncolas Ltda. ,, 1 1 1 M polinário Máquinas grícolas L TDA Um Novo Conceito em A s s i s t ê n e i a Matriz: Rua Marecha Wlo larmp fsq. 'G/ t º de O fihro, Fone 13-42! FILIAIS: Rua Sebastião Crispim do Rego S/N Fone 161 Escritórios d~ Mundo Neva Técnica n!a Pgrã -. lato Grosso 1~ g ma . bai MT at .i, Eldorado e , E ' , •• Esta nn, devido ao problemn tetpo (apresente! minha eolua wbdo) neto com a uotumelra bronca do editor, meraço, mal uma vez, a última pugina Vmos lh. .. ---------------· CJ)1./llA Apón 1L rou11lflo cio. Cfimu,·tt Mu11lctp11l. oorno 6 cln COHlllllH', 011 V('r<llld0ll'I! !H'11· r1Lm lrntcmdo i1quoh1 !)llJH> l m freno no prédio do poder lelwlutlvo. Neste bate puµo, conMegulmc,u apurnr o ~t gulnlo ... P dr I P•clrtlra també1 podo entrar no p4reo. Quanto no pr<tr;o, /. 16 voctt o r o lor da máquinas, o valor do peso do 'orm l e cil<•u1iremo11 110 rune .:.10 .. , e; I' l • li CP! CO!>lrll o pretelto Castro I i' to... por Irreguhriwdade ndmlnttratlv4 está em pleno andamento. CENTURIÃO Heelamou de seu p:wamcnto do;; "o lll!R de Agosto e Sctou1Lro.. ,, líder do Prefeito nr, Câmara quer o tutu que Íbl }UI ... NIV/LDO Ü cllf(II() VCll'(fiflOl', dtt iHEN1, dl&S<' Ü VEREADOR . quo o jornul 111 v11I conM 1 i{Ulr propa- , Nlvaldo sollcllou ao presidente da Ci anda em Bel VIsta falnndo mal de um rnara quo fosse enviudo à Ciretran of1- VC'ronrtor . llrlncalhtto o vuroudu1. .. ó eto 1-olicltaudo O Boletim lnlormxtlvo o oi;lnrnus mullo prtiocnpaclou em coose- quo lnsi;o nflxudo 1>dllnf11 do!! trnl.Julb1..1H uir propagundns em Bolll 'lstn .. , m•rn do. Cumoru 008 p;inclpu!s logr,ulouros multo mvomo" (aic) Outra c,?hrn: qual ~ públicos, pois u CO.mnru nfí.o pohSlH' V(il'- rrlnçl'io Qnlro u voreador ,mnl falado bn p ra pagar publleação no Jornal. o o comérelo boluvlsteso..'? Esz lo ontonc.l.omon. J, O NOEDI uflrmou que o voreador ELY havtg co prudo o jornul. Aluclu alio velho urulgv, oludn nllo comprou, mas ostá n vendu ... chega nqul no pollaço, r;onvl:!rSe com os dlrotcH'09 l truga multu gruun) que voco Por: Joslne Pinheiro A verdade sôbre n morte de um Professor, isto oc0rrldo em urna ca stt de comércio e jogutiou, em Alto Cu rucol, munlclplo de Caracol MS.. Ali foi assassinado Heitor Pinheiro, professor primário. Um rlofl assassinos foi quem deu ciência ao DPlegado de Caracol. Esse De legado de Policia, foi ao local do crime, acompanhado pelo Sargento do Exéreito, destacado em Car&col Ms., e mais um Cabo, a um Soldado; foram ao local <lv crlme, fizeram, o l1n•antameuto do corpo, momento om quo chegava uo local, um irmão da vitima, tendo o Sr. Delegado, mandatlo que o, mllilnres que o acom panha varo, fazerem a revista no Irmão da ,,ftima, o que foi feito, ma&, o Sr. De legado Doroteu Jara, nfio lembrou que ali se encontrava junto a elss, dois ir mãos do assalslno e também partioipan tes do mesmo crime, e, que t11is pessoas, estavam todas portando Armas de fogo. I'udo isto deixa bem clnro, ter o Sr. Do roteu Jara, dtimonstratlo sua proteção aos Griminosos, mais ainda o individuo, apontado como o autor do crime, que estava na fazenda de seu pai, Sr. Coper- TURINI ó vereador, ORJIVAPE a gente pronuu cla: O ... R ... ,1...I .. V ... A ... P ... E ... E Deu para entender? É um nome flJ.cll, e slntelfzn umt orguniznçilo com Quatro Jornals e 12.00lJ leitores ... ó pesado, nó... Bl'incu lhão ... tino Rios distante 12 km, dn local do cri me de onde se encontrova o Delegado e PSle poderia perfeitamente deslocar-se aü a fazenda e efetuar a prisão dos assas2Inos, Mas o Sr. Doroteu Jaru dan do mais uma vez sua demonstração de proteção nos criminosos, reHolveu voltar UO kms., para no dia seguinte, ,•oltur no vamente os 72 kms. para fuzer a dEvida. prisão do assassino. Com tudo isto, deu tempo pum que o referido criminoso pudesse esc!lpe.r do flt1grante. Outro fato, que c:.iusou umn certa inss llsfação no povo vizinho da ví tima foi que o Investigador de Policia Francisco Carvalho, se deslocou para o local do crime levando consigo, uma es eoltu do Pelopes do 0 RC, para dar garantias aos ps.rlicipantes do C!'ime, em suas mudanças daquela localidade, para outra. Também o criminoso, depois de Yários dias foi i;e apreseot!!r na Delega cia de Jardim :lt., j6. com advogado, veio 11 Bela Vista e não ficou preso, estó. em liberdade. Mas a fama que o criminoso possui e ta.mbêm seus irmãot>, partici pantes do crime de morte na pessoa de Heitor Pinheiro, deixa muito a desejar. Festa de 15 ch(H' na do !ir Gooth F obr Dor .rn ;, l toi palco de um b ,u!l I íl I trl l r l. ..,, 1" • m , r s •I 1 t·<1memc,rarirl11 n ,> P• 1 1 . • 1 • tiIhn Eliete. No eore p«tio foram d' l r I IJ u t d o :; JfJ l' " •· 1• O n de convtdados era grde Foi notada a f.:r tur e a arte de bem servir nos "cones-e bullos". Vários migou do casal ajudaram 11. sPrvlr 011 pr e11t• "· l;m •c,n}uuto par1.l{trnlo a.lc-gruva o nru b[ente. E]late toda sorrisos 'desfilava sua jovialidade ontr os convidados uu° do um lindo vestido longo na cor ara° relo-ouro. Entre os tantos ...tantos prosen tes anotei: o~car Salomno <'lltH.lale11a e a fllbu Sundrlnl11, S!lntana-!euz (ela linda como toda gostuuteJ '.llá1lo-~ndre1,u, :foo· .;loho '.1 8 Améllu (elu, tli&tribulntlo cnnpu tia,) Coruja-Mariza,(usado ur longo a cor branca oliáB cor qee 1110 cal muito bem), Maneco.Nlee, Perondi Cristi ua (o o robusto Rafael} Relna.ldo-:fo1su !31l;ode-Frunc1Fca, Ame.urt-Eva, S11l,1meae Odllo La Fru11chl-Solang1:1 (ela bonilu e elega;1te como sempre) Dr. Hflio-Cu~mun Fótlma I:lalta (muito triste pois o Pimba estava na pescaria) Também vi a exól1ca Dora Alice P. Nunes. E assim entre tartos amigos foi brladndo os 15 ac.os de Eliete. Aos aaiitriões Goetb e Dorning-c nossos parabéns pela llndn festa. BAILE Será no dia 25 ::lo corrante o llc.ile da Alalula no CEB animado J,elo conjun to Rrasilian Son Set, vindos de S!!.o Paulo para o direitos humanos FOlüI.TURA Fui no dia 14 pp. no P..iláclo dail das Convenções do Parque Anhembi em São Paulo a fo:·watura de jover.i eumpo gl'andense Fer11nndo Caries de Lima pa ra Engenhei-:-o Elétrico. Ao jovem Dr. da Nova Cap-Sul os noeaos p:nabéns. -+-<<0- APOSENTADORIA A Dolegaoia Regional de Educação e Cultura de Bela Vistd, a Associação d<.> Professorss, Diretores e Colegas de :'llu gistério, congratulam-se com u Prof A. gostinh!i Tebichraoe, que dedicou 30 a nos de suu vida pela nobrn causa do En sino. Sua aposentadoria já publicada no D. O de 0'.!/03/78. , Ili ' li (' li •. : d •ti, o Prn 1 ;,t • 1lfl loru to, pr a p 1 on li ta. I! Ir que ,, • t ( t ~! •. ,!lr,llo lill ,llll po'a com1 e t r 1i q,r !'llt l t ·rn welho Adm!nl tratlvo ,UI por 11 1, ele '..IJ es tte rntes, tormn de hor 1' 11 mnemórla de Prude também, de esti çôes como que desenvolveu à frente d ra. a em d fera da d • nldudl' dn pa -<ou hu •. nr· A propo61çi'io • .t~ belece tnmbém CUt' ~ ABI dar o nome d «Sarno Prudenfo de Mo. raeli. Neto., 110 •~·:·~ do ,u<lltórlo O,c:n GL .· nabrino, no 9% andar do Edifício Jicrl>ert ~16 ' . onde será colocada uma pl:!cu ruett'lllcu qu<' cel l>l'e os serviçoa pre.-tr. dos por Prudente à e 1:1- ciU da Jilil'rdude de ltr. orcosa. A placa li 1 • innuguruda uo :lia 7 de nl>rll, quando se lnlci;1. - rão as comemoraçõe. do 70º nolverAárlo da AB'. Ainda como parle das homenagens póst!! mos a Prudente, n ABI la açaá o o d eoorrer ~e março a edição especial do Boletim ABI de ho mrnagtim u seu uo!icro Presidente, a qual rcuoid II>· balhos jornalísticos de Pru. dente sobre diveros tema, e+ artigos e cronicas e sua me] m6ria publicados na 11npre~-1,. de vários Estados e aspetos , da atividade de Prudente pt·· quisados especialmente par4 esta edição, Entre esses trab lho• <lestnra-,e a cobertura d, Coo<rituiote de 1916 qnt Pru• dente fez para o ·Diário Cu rioca•, " qual cou,tÍlliÍ mn modelo de ;en,ibilidade ;=,· no.lí,tico. e polltica, como de monstra a frase com que el abriu a série de crónicas, inr ciadas, em l de fevereiro de 1916. Cm dia apó: a imtlb· ção solene da Assembléin M. cíon3J Con-ti1uinte, e que ,, prolongaram até setembro do me,mo ano quando D C:r'.J foi promulgada. É Só Falar 07-04 .. 78 c:::::7 TE $II DE ME,AO O JMFOR UMA DAS 900 AGÊNqA B#ADE € Atenção a pagar com a }loca · para quem tem imposto para os prazos de entrega o restituir idg 28-2-18 a 1--7{ para íIDfm 2 de 20-02=78 a IA é iggM!O. :.1 -....d lJ Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº282_12_03_1978 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVII_Nº284_02_04_1978 Voltar para a lista de itens